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É CHEGADA A HORA DE O MUNDO ÁRABE AJUDAR OS PALESTINOS EM VEZ DE APENAS USÁ-LOS CONTRA ISRAEL

segunda-feira, 23 de março de 2009 | 3:41
No dia 18, Nonie Darwish escreveu um artigo no The Wall Street Journal (aqui, em inglês) que merece ser lido com toda a atenção. Nonie é egípcia e fundou a organização “Arabs for Israel”, destinada, segundo diz, a promover a paz entre os dois lados. É escritora, jornalista e polemista. Seu livro mais famoso é “Now they call me infidel” (Agora eles me chamam infiel) e tem um subtítulo tão longo quanto revelador: “por que renunciei à jihad e preferi a América, Israel e a guerra contra o terror”. É também autora de “Cruel and Usual Punishment”. Em seu texto no WSJ, toca em algumas questões que, parece-me, são centrais nos embates do Oriente Médio, embora ignoradas pela imprensa ocidental, que costuma ser generosa com o lobby do Hamas. Faço uma tradução comentada de seu artigo nas linhas que seguem.

Nonie lembra que a imprensa costuma atribuir apenas a Israel a responsabilidade pelas deploráveis condições de vida dos palestinos de Gaza. E escreve: elas decorrem de 60 anos de uma política dos países árabes que exige que os palestinos sejam considerados “refugiados” — porque, assim, podem ser usados — manipulados mesmo — para combater Israel. Ela conhece bem a situação. Morou em Gaza nos anos 1950. Seu pai comandava as operações contra Israel naquela área e contava com o sacrifício dos “martires” palestinos. Gaza ainda era a fronteira da luta contra Israel — depois ela se expandiu muito. Em 1956, ele foi morto pelas forças israelenses.

Foi naqueles anos, diz, que a Liga Árabe deu início à sua política para os “refugiados palestinos”. ATENÇÃO, LEITORES. NESTE PONTO, A ARGUMENTAÇÃO DE NONIE É REALMENTE PODEROSA.
1 - Os países árabes começaram a aprovar leis que tornavam impossível a integração dos refugiados palestinos da guerra de 1948 contra Israel;
2 – os filhos dos palestinos nascidos em países árabes e que neles viveram a vida inteira não têm direito à nacionalidade;
3 – cônjuges palestinos de cidadãos de outros países árabes continuam a ser, pasmem!, “refugiados” — estão proibidos de se naturalizar;
4 – esses “refugiados” têm de se lembrar que são “palestinos”, ainda que jamais tenham posto os pés em Gaza ou na Cisjordânia. Sessenta anos! Há “palestinos” em países árabes, sem direito à cidadania, que já são avós. Seus netos, duas gerações à frente, continuam “palestinos” — e isso quer dizer que estão privados dos direitos dos demais nativos.

Diga aí, leitor: você se lembra de algum país ocidental — até mesmo a Itália do demonizado Berlusconi — em que as leis de imigração sejam tão duras? Mas que se note: ELAS SÃO ESPECIALMENTE DURAS PARA OS PALESTINOS!!!

É evidente que essa política que força a identidade condena essa gente toda à miséria, eternizando nos campos. Nonie lembra que o Comissariado da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês), financiado pelos países árabes, estimula uma alta taxa de natalidade entre os “refugiados”. E rememora uma frase de Yasser Arafat: o útero das mulheres palestinas é (era) a sua melhor arma.

O artigo de Nonie é demolidor. No momento em que os palestinos recebem US$ 4,5 bilhões de ajuda para reconstruir Gaza, ela lembra que um terço dos palestinos ainda vive em campos de refugiados. Por 60 anos, diz, os regimes árabes têm usado terroristas palestinos em sua luta contra Israel. Agora é a vez do Hamas, financiado pelo Irã. Enquanto seus líderes planejam ataques em seus bunkers, os civis ficam no fogo cruzado entre os terroristas e os soldados israelenses.

O resultado desses 60 anos de política árabe é a transformação de Gaza num grande campo de prisioneiros, de 1,5 milhão de pessoas. Tanto Israel como Egito temem a infiltração terrorista a partir da área, especialmente depois da chegada do Hamas ao poder, e mantêm fechadas suas fronteiras. Os palestinos de Gaza continuam a sofrer as conseqüências porque a região continua a abrigar os terroristas. Dois anos depois da saída dos israelenses, os atentados não cessaram. Em vez do processo de paz e da tentativa de criar os dois estados, o Hamas escolheu o confronto. Resultado: mísseis para os israelenses e miséria para os palestinos.

Nonie observa que o Hamas, fantoche do Irã, não é um perigo apenas para Israel, mas também para os palestinos e para os vizinhos árabes, que temem que o radicalismo islâmico crie instabilidade.

Os países árabes declaram seu amor pelo povo palestino, escreve Nonie, mas parecem mais interessados em sacrificá-los. Se eles realmente amam seus irmãos, deveriam pressionar o Hamas a parar com seus foguetes. Num prazo mais longo, o mundo árabe precisa pôr fim à política dos “refugiados palestinos” (com o objetivo de atingir Israel). Mais: é hora, segundo diz, de os 22 países árabes abrirem as suas fronteiras, aceitando os palestinos de Gaza que quiserem começar uma nova vida.

É, tempo, escreve a autora, de o mundo árabe realmente ajudar os palestinos, em vez de usá-los.

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43 comentários em “É CHEGADA A HORA DE O MUNDO ÁRABE AJUDAR OS PALESTINOS EM VEZ DE APENAS USÁ-LOS CONTRA ISRAEL”

  1. Camelo disse:

    Moro no Kuwait e conheço esta situação de perto. O Kuwait é considerado o país mais democrático do Golfo Pérsico. Mulheres podem votar, há um parlamento eleito, uma catedral católica. Mas estes são apenas sinais efêmeros e superficiais de uma tolerância “para inglês ver”, que esconde uma sociedade muitas vezes cruel.

    Temos uma fornecedora Palestina cujos pais se mudaram para cá na década de 70. Vieram como mão de obra barata, a mãe virou doméstica e o pai toma conta de uma birosca. Ela e os irmãos nasceram e vivem aqui e nunca foram à palestina. Ela trabalha, toda feliz, como vendedora de uma grande multinacional de informática. Vende computadores e não usa o véu, já que aqui não é obrigatório. Diz não ligar quando uns homens mais afoitos fazem piadinhas desconcertantes, ou quando senhoras cobertas e homens barbudos lhe mandam se cobrir ou lhe dizem que é uma “prostituta fedida, que não esconde as vergonhas”. Se refastela com o pouco de liberdade que tem, imaginando a sorte de não ter nacido na vizinha Arábia Saudita, ou no Irã.

    Seus pais, assim como praticamente todos os imigrantes, são proibidos de ter negócio próprio, podem apenas ser empregados de Kuwaitianos. Não podem comprar casa, precisam viver de aluguel, e muitas vezes são obrigados a viver em cortiços “alugados” pelo seus “sponsors”, os Kuwaitianos que os trazem para o país. A cidadania Kuwaitiana não se pode obter por nascer no país, apenas por juris sanquines, ou seja, se um dos pais for Kuwaitiano. Renovam anualmente o visto, se submetendo a teste de HIV e hepatite.

    É preciso recordar que no Kuwait, 60% da população não é Kuwaitiana.

    Este tratamento de exclusão não é exclusividade de palestinos. Egípcios, filipinos, libaneses, todos são tratados da mesma forma. Muitas vezes vivem em situação que a legislação brasileira classificaria como escravidão.

    Isso não minimiza o drama dos palestinos, mas é um exemplo claro de quão fechada, e xenófoba é a sociedade no Kuwait, repito, o mais democrático país do Golfo.

  2. Anônimo disse:

    O Irã adora os palestinos. Que outro povo permitiria que o Irã atacasse Israel constantemente sem sujar as mãos?

  3. Destaque TI disse:

    Olá, Reinaldo. Discordo dela e de você, cordialmente. Dizer que os países árabes devem abrigar todos os palestinos que querem ter “uma vida melhor” é o mesmo que dizer: “saiam de suas terras para ter uma vida melhor. Caiam fora do lugar onde seus avós e pais nasceram. Aqui agora é só Israel. E que seus irmãos árabes abram as fronteiras para vocês!”. Abraço!

  4. Anônimo disse:

    Fantástico! É para calar a boca da vagabundaiada anti-Israel!!!

  5. Johnny Mazzilli disse:

    Os palestinos são realmente muito mais vítimas da vilania e da torpeza do Hamas. Também nunca tinha visto essa questão por essa ótica. São realmente muito lúcidos os argumentos dela.

    abs,
    Johnny Mazzilli

  6. Anônimo disse:

    Sempre desconfiei disso, Reinaldo, mas nunca havia visto menção a respeito. Sempre me pareceu estranho o fato dos palestinos se apegarem àquela terra ingrata de Gaza ao invés de imigrarem para países ditos amigos, como a Jordânia ou o Egito. Eis, com o artigo, a confirmação da conclusão que me parecia a única lógica. Um dia as vozes da clareza e da razão hão de irromper por entre as trevas da propaganda massiva anti-Israel, anti-judaica, anti-cristã e anti-americana. Só espero que seja logo, pois maus tempos vem aí.

    Um grande abraço,
    Fábio

  7. Anônimo disse:

    Reinaldo,
    O artigo é incrível por desafinar o coro dos contentes, realmente. Quando Saddam Hussein invadiu o Kuait teve apoio imediato dos palestinos que viviam no país e compunham 50% de sua população mas incrivelmente nao tinham direito a nacionalidade, mesmo aqueles que eram netos ou bisnetos de palestinos morando no Kuait… Por isso, apoiaram o Iraque. E por esse apoio, foram TODOS expulsos, mesmo os que não apoiaram.
    O artigo nao comenta ainda a própria história dos territórios palestinos: Gaza foi incorporada pelo Egito ao fim da guerra de 1948; a Cisjordânia idem pela Jordânia…
    Parabéns, esse artigo é uma pérola jornalística.
    Leão

  8. rocket disse:

    Quero ver agora, se a mídia vai repercutir este artigo com a mesma intensidade em que repercute os chamados crimes de guerra de Israel. Vamos ver até onde vai essa falsa isenção.

  9. Amir Diel disse:

    Não!! Não “É CHEGADA A HORA …”

    A “Hora de os países árabes ajudarem os Palestinos” SEMPRE EXISTIU. Até mesmo antes da fundação do Estado judaico. Acontece que em vêz de ajudá-los e acolhê-los (que enorme mão de obra desperdiçada), aqueles países preferiram e preferem usá-los covardemente como “instrumento político” em suas ações insensatas contra Israel.
    Se tivessem seguido o exemplo que o povo judeu demonstrou desde o final do século 19, inúmeros assentamentos tipo kibutz (terra comprada, domada, tratada e edificada) estariam hoje substituindo os campos de refugiados, campos êstes tão do agrado dos “formadores de ódio”.

    Mas algo PODE SER FEITO! E DEVE!

    O início? Comecem por fazer circular as publicações dessa notável Nonie Darwish - EM ÁRABE - dentro dos campos de refugiados, na Faixa de Gaza, na Cisjordânia e em todos os 22 países árabes, em vêz de, o que me parece -salvo engano- estar só em livros editados em inglês, além do artigo no The Wall Street Journal.
    Acreditem, resultados positivos aparecerão.

    Amir Diel - Niterói, RJ.

  10. Ernesto Heredia Dias disse:

    Esta matéria apresenta uma leitura muito abrangente da situação Palestina e do papel dos demais países indiretamente envolvidos nesta guerra. É um diagnóstico bem consistente e que faz muito sentido. Merece o destaque recebido!

  11. Mário Soares - Portugal disse:

    Com a palavra os árabes….

  12. Anônimo disse:

    Nada a ver c/ o post, mas só p/ esvaziar um pouco o intensa propaganda antisemita-satlino-trotkista.
    Relatório da ONU do IHD de 2008 registra que os ” territórios palestinos ocupados” ( Cisjordania+ Gaza) ocupam o 106º lugar. Comparativamente c/ outros países arabes e islamitas temos:
    106 - Territórios Palestinos Ocupados
    107 - Indonésia
    108 - Siria
    112 - Egito
    Atesta a ONU pois, que o IDH dos palestinos É SUPERIOR ao maiior país islamico do mundo - a Indonésia, sendo superior ao do Egito e da Siria, país que pretende libertar guerra Santa ( jihad), aliada do xiita Irã, o povo palestino da ” opressão e miséria”! em que vive.

    Alberto Semer

  13. Max Peter Boechat Bragard disse:

    Análise perfeita, uma verdade inconveniente para muitos em especial para os países arabes.

  14. Anônimo disse:

    Só tem paralelo com a perseguição aos ciganos espanhois pelos reis católicos Fernando e Isabel na Idade Média. Só terminou depois da era Franquista, quando os descendentes de ciganos foram reconhecidos como espanhóis.

  15. Anônimo disse:

    Reinaldo,

    Vc deveria pedir ao Diogo p/ mandar este artigo p/ o Lucas Mendes que ontem disse que a devolução das terras por parte de Israel, a indenização em dinheiro e grandes e formais pedidos de desculpas resolveriam a questão Israel-Palestina.

    Será que o cara é burro ou se faz?

    Abs,

  16. Anônimo disse:

    Infiel! Apedrejem-na!

  17. Anônimo disse:

    O povo palestino está para os árabes assim como o zé-povinho do bolsa-esmola está para a quadrilha dos petralhas. É tudo massa de manobra, bucha de canhão, carne para o sacrifício, etc!!

    E, tal como o zé-bolsa-fome, eles “gostiam” dessa condição!!!!

    COITADO DOS PALESTINOS

  18. Anônimo disse:

    Trata-se de uma ação satânica, evidentemente.

    Essa situação medonha é sobrecarregada com os títulos de propriedade em Israel com que os palestinos fundamentam sua condição, mas a ONU não considera nesta conta todos os judeus expulsos de suas propriedades em todos os países árabes durante a fundação do Estado israelita.

    Árabes, recebam seus irmãos e terminem com essa matança fraticida.

  19. Anônimo disse:

    Poxa, Rei.E os jornaleco desse país não diz nada. Escondem a verdade.
    Vamos tirar a máscara da esquerdopata do mundo!
    Os irmaozinhos árabes não tem interesse em ajudar os palestinos, o intuito é agredir a Israel, nem que custe a vida dos pobres palestinos.

  20. Alex disse:

    Excelente artigo. Muito sensato, desmorana a absurda tese - de muitos - na qual Israel eh o mal do Oriente Medio. Gostaria de ler o que o Sr. Jimmy Carter tem a dizer sobre isto.

  21. Anônimo disse:

    Não achei a tradução do artigo em nenhum dos jornalões brasileiros

    Vergonha, Folha do Foro de São Paulo! Seus rapazes tão alegres perderam uma boa chance de dar o outro lado, que é o que mais gostam de fazer…

    Vergonha, EX-Tado! Suas mocinhas já foram direitas! Defendiam os princípios do jornal! Agora, rodam a bolsinha na esquerda…

    Vergonha, Globo-bo! Onde estão seus profissionais que não viram esse artigo? Na casa do BBB? O jornal virou GloBBBo?

    Vergonha, Jornal do Brasil-sil-sil! Bem, depois da saída do Augusto Nunes, o JB nem existe mais…

  22. Sandra disse:

    Má escolha dos países árabes. Deveriam aprender com o PT, no caso Protógenes.

  23. Anônimo disse:

    Fantástico Reinaldo!
    Tenho amigos árabes e judeus. Já desconfiava disso, agora a Nonie, que Deus a preserve, confirma.

  24. Anônimo disse:

    A Petrobras, a CUT, o governo Lula e a FUP, Federação Única dos Petroleiros, decidiram conjuntamente fazer uma greve de cinco dias. Começou hoje. Assim, além de ter motivos para encher os bolsos da cumpanherada com mais aumentos e benefícios, a Petrobras ainda poderá dizer que, com a greve, ficou impossível baixar o preço da gasolina, mesmo que o barril tenha desabado de U$ 150 para U$ 50. E mais: como o pré-sal está atrasado, a greve também vai servir de desculpa para o amigão Lula não cumprir mais uma promessa.

  25. Anônimo disse:

    Reinaldo, infelizmente, pessoas como Nonie Darwish, com coragem de denunciar e criticar a maneira como os palestinos são tratados pelos seus correligionários, são raras exceções. Por décadas esse povo tem sido usado como massa de manobra política pelos países árabes; com a benção da ONU. O problema dos refugiados é, sem dúvida, o principal obstáculo à paz e à solução de dois estados na Palestina.
    Segue abaixo o comentário que fiz no post “A CULPA É DA VÍTIMA”.

    Aproximadamente 800.000 judeus de países árabes – de Marrocos e Argélia até Iraque e Yemen – fugiram ou foram expulsos de seus países de origem, onde tinham vivido por séculos. A maioria saiu apenas com a roupa do corpo, deixando terras, propriedades, negócios, e patrimônio acumulado durante gerações. A maioria foi para o recém-criado estado judeu. Eles foram recebidos de braços abertos e imediatamente integrados na sociedade israelense.
    Isso não aconteceu com os refugiados árabes. Seus “irmãos” recusaram-se a integrá-los em seus países e suas sociedades, confinando-os nos chamados “campos de refugiados”, essencialmente favelas, onde seus descendentes – agora a quarta geração – vivem desde então. O motivo da recusa em integrá-los em seus países foi a ideia de fazer com que se tornassem uma espécie de “ferida aberta” para tornar a solução do conflito Árabe/Israelense impossível. Esses “refugiados” aprendem desde cedo a odiar Israel e entre eles “homens-bomba” são facilmente recrutados.

  26. Beth-Shalom disse:

    Artigo completo da Nonie Darwish traduzido:

    http://www.beth-shalom.com.br/artigos/miseria.html

  27. Anônimo disse:

    Pois é, nunca é demais lembrar que Israel é a única democracia naquela triste região.

    (R)

  28. Anônimo disse:

    Sinto discordar, mas vivo na Itália e aqui acontece algo semelhante: quem é filho (ou neto, ou bisneto etc.) de estrangeiro continua sendo considerado estrangeiro, sem possibilidade de naturalização, a não ser que se case com algum nativo. É o que acontece em países onde o jus sanguinis prevalece sobre o jus soli.
    Não que isto justifique alguma coisa. Os países árabes, neste quesito, são tão ruins quanto a Itália.

  29. Anônimo disse:

    Reinaldo,

    como você eu também me peguntei, Israel não abrir as fronteiras está explicado, mas porque não o faz o Egito?
    Porque Israel tem de conviver com inimigos declarados como os palestinos enquantos os amigos os rejeitam?

    Muito oportuno atirar-lhes na cara suas cointradições!

  30. Anônimo disse:

    O Hamas é uma desgraça para o mundo, sim! Israel encarna o Bem? Que lindo!!!

  31. Anônimo disse:

    Reinaldao,

    Os palestinos sobrevivem em campos.

    O pior é que apesar dos pesares, continuam firmes em culpar Israel por todos os males.

    Anouk

  32. Rico disse:

    Essa é a ONU.

    Prega o aborto quando convém, prega o aumeto da população quando convém.

  33. Anônimo disse:

    Essa política lembra em muito o “pobrismo” dos petralhas.

  34. direita x esquerda disse:

    Caro Reinaldo,

    Essa senhora merece o meu respeito, adimiração e reverência, apesar do pai ter morrido lutando contra Israel, não foi assassinado, ele assumiu o risco de ser usado pelos Arábes, ela faz uma análise lúcida, equilabrada, sem se deixar contaminar por qualquer revolta, consegue analisar a situação tomando apenas os fatos e a verdade para escrever de uma maneira clara, transparente, pura, sobre a realidade Arábe-Israelense. Parabéns, ainda existe gente que não se deixa levar pelo politicamente correto.

    ” Em vez do processo de paz e da tentativa de criar os dois estados, o Hamas escolheu o confronto. Resultado: mísseis para os israelenses e miséria para os palestinos.”

    Ibes - Vila Velha/ES

  35. Samarone disse:

    Muito ilustrativa esta visão. só não entendi porque os palestinos continuam se sujeitando a grupos como o Hamas. Por que eles continuam aceitando uma situação tão humilhante?

  36. Anônimo disse:

    Essa condição de “refugiado eterno” lembra algo do que faz o MST?

  37. velho homem disse:

    a esquerda tambem declarou amor ao povo palestino com o intuito de sacrificar a cultura ocidental

    a esquerda nao ama ninguem - só o poder

    COITADO DO POVO PALESTINO !

  38. J.J.S.Xavier(Tira) disse:

    Olá Reinaldo !

    Esses refugiados lembram-me aquele bode cheio de contas que penduravam em seu pescoço, que era solto no deserto para a expiação..

  39. Shalom disse:

    Já tenho o artigo da Nonie Darwish traduzido para o português.

    Vou enviá-lo logo que terminar a revisão.

  40. Anônimo disse:

    Reinaldo. Isso é demolidor!!! Só você para descobrir para nos essa fantástica Nonie Darwish. Com essas ações e argumentações você contribui, e muito, para um mundo melhor. Muito obrigado.

  41. Anônimo disse:

    Reinaldo,

    brilhante, pena que os esquerdopatas do Brasil e do mundo ocidental nao enxergam isso nem lendo esse artigo. Eles jamais saem do trono de suas minicertezas.

    Abracos,

    Bruno

  42. Álvaro Junqueira disse:

    Fantástico!!!
    Alguns dos nossos jornalões mencionou algo a respeito?

  43. alexandre fonseca disse:

    O que me leva de volta à frase que ouvi certa vez de um irônico diplomata egípcio: “Lutaremos contra Israel até o último palestino.”

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