O link está aí, aberto a quem quiser ler. O nome de Anderson foi citado apenas duas vezes na reportagem. Schelp e Teixeira ouviram muitas outras pessoas. E, até onde se sabe, Anderson não se tornou dono do biografado. Mas ele não gostou da reportagem, que diz ter lido, e mandou a um grupo de jornalistas brasileiros um e-mail supostamente enviado a Schelp — nunca chegou — que é um monumento à prepotência e à vaidade ferida. Mas os adoradores de Che da imprensa brasileira foram tomados de ternura pela dureza do americano… Fizeram a festa em seus bloguinhos mixurucas, divulgando, ademais, uma tradução energúmena do texto de um vagabundo moral.
Esta mensagem que segue, em inglês, é a versão que está circulando por aí e que nunca entrou na caixa de mensagens do editor de VEJA. Na seqüência, leiam a tradução petralha e depois a do que está, de fato, escrito. Ainda voltarei. Estamos no começo da revelação de uma impostura.
Dear Diogo,
I was intrigued as to why I never heard back from you when I replied to this email you sent me (see below). And then I saw the article you wrote in Veja, which was the most one-sided perspective on a contemporary political figure I have seen in a long time. It was precisely this kind of highly-editorialized reporting, either hagiographically in favor, or — as in your case — demonizingly against, that led me to write my biography. I sought to put some flesh and blood on Che’s overly-mythified bones in order to understand what kind of person he really was. What you have written is an OpEd piece camouflaged as a piece of accurate journalism, which, of course, it is not. Honest journalism, to my knowledge, involves incorporating different sources of information and perspectives, and attempting to place the person or situation you are writing about into context, so as to educate your readers with at least a semblance of objectivity. What you have done with Che is equivalent to writing about, say, George W. Bush, and relying almost entirely on quotes from Hugo Chavez and Mahmoud Ahmadinejad to bolster your own point of view. I am, glad, in the end, that you did not follow up with me for the interview, because I would have spoken to you in good faith, under the mistaken assumption that you were a serious journalist, and an honest colleague. And In that assumption, I would have been sadly mistaken. Please feel free to publish my letter in Veja if you wish.
Yours, Jon Lee Anderson
A VERSÃO PETRALHA QUE CIRCULA NA REDE
Caro Diogo,
Fiquei intrigado quando você não me procurou após eu responder seu email. Aí me passaram sua reportagem em Veja, que foi a mais parcial análise de uma figura política contemporânea que li em muito tempo. Foi justamente este tipo de reportagem hiper editorializada, ou uma hagiografia ou – como é o seu caso – uma demonização, que me fizeram escrever a biografia de Che. Tentei pôr pele e osso na figura super-mitificada de Che para compreender que tipo de pessoa ele foi. O que você escreveu foi um texto opinativo camuflado de jornalismo imparcial, coisa que evidentemente não é. Jornalismo honesto, pelos meus critérios, envolve fontes variadas e perspectivas múltiplas, uma tentativa de compreender a pessoa sobre quem se escreve no contexto em que viveu com o objetivo de educar seus leitores com ao menos um esforço de objetividade. O que você fez com Che é o equivalente a escrever sobre George W. Bush utilizando apenas o que lhe disseram Hugo Chávez e Mahmoud Ahmadinejad para sustentar seu ponto de vista. No fim das contas, estou feliz que você não tenha me entrevistado. Eu teria falado em boa fé imaginando, equivocadamente, que você se tratava de um jornalista sério, um companheiro de profissão honesto. Ao presumir isto, eu estaria errado. Esteja à vontade para publicar esta carta em Veja, se for seu desejo.
O QUE ELE DE FATO ESCREVEU
Caro Diogo,
Estava intrigado de não ter recebido notícias suas depois de ter respondido ao e-mail que você me enviou (segue abaixo). Aí eu vi a reportagem que você escreveu na VEJA, a mais unilateral perspectiva de uma figura política contemporânea que vi em muito tempo. Foi precisamente esse tipo de reportagem super-editorializada, ou uma hagiografia a favor ou – como é o seu caso – uma demonização contra, que me levou a escrever a minha biografia. Procurei pôr um pouco de humanidade na figura supermitificada de Che para entender que tipo de pessoa ele realmente foi. O que você escreveu foi um texto opinativo disfarçado de jornalismo cuidadoso, coisa que evidentemente não é. Jornalismo honesto, segundo meus critérios, implica incorporar diferentes perspectivas e fontes de informação, uma tentativa de pôr a pessoa ou situação sobre as quais se escreve em seu contexto com o objetivo de educar os leitores com um mínimo de objetividade. O que você fez com Che é o equivalente a escrever, digamos, sobre George W. Bush confiando quase inteiramente nas aspas de Hugo Chávez e Mahmoud Ahmadinejad para sustentar seu ponto de vista. Estou contente, por fim, que você não tenha insistido comigo para fazer a entrevista. Eu teria falado com você de boa fé, na suposição errada de que você fosse um jornalista sério, um companheiro honesto. E, nessa suposição, eu estaria tristemente errado. Esteja à vontade para publicar esta carta na VEJA se desejar.
Cordialmente,
Jon Lee Anderson.
A canalha
A canalha pôs na rede um e-mail sem nem mesmo tentar falar com Schelp para saber o que havia acontecido, se as coisas eram como relatava o outro. Ora, pra quê? Observem que negritei algumas palavras das duas versões. “Flesh and blood” vira “pele e osso”??? Não vira. A expressão quer dizer “humanidade”, “natureza humana”, no sentido de que é o oposto do mito — de que ele fala em seguida. “One-sided” quer dizer “unilateral”, não “parcial”. “Accurate journalism” é “jornalismo cuidadoso”, “acurado” — se quiserem uma palavra de mesma raiz. Ora, dirão, é a mesma coisa. NÃO!!! “Imparcialidade” é o mantra petista empregado para satanizar os veículos de imprensa que não fazem a vontade do partido. Anderson não afirma estar feliz por não ter sido entrevistado. Ao contrário. Ele está infelicíssimo. Ele finge estar contente — e a vaidade ferida fica evidente — é com o fato de o jornalista brasileiro não ter INSISTIDO na entrevista. Está na cara que se sentiu desprestigiado. Adiante, falo mais algumas coisas sobre este senhor.
Fiz o que a canalha não fez. Procurei Schelp. Só consegui falar com ele ontem à noite. Queria saber o que tinha acontecido na sua correspondência com Anderson e se havia respondido. Sim. Discreto, avesso a holofotes, ético, não queria me passar a resposta que mandou ao outro. Insisti. Eu o convenci de que estava sendo vítima de uma tentativa nojenta de linchamento, promovida por anões morais. Na conversa, ele me contou algumas outras coisas. Já chego lá. Seguem a resposta do editor da VEJA em português e em inglês. Ainda volto.
Caro Anderson,
Eu fiquei me perguntando, depois de lhe enviar um e-mail pedindo (educadamente) uma entrevista, por que nunca recebi uma resposta sua. Agora sei que a mensagem deve ter-se perdido devido a algum programa antispam ou por qualquer outra questão tecnológica. Também não recebi sua “carta” – talvez pelo mesmo problema. Tudo isso não tem a menor importância agora porque você resolveu o assunto valendo-se dos meios mais baixos – um e-mail circular. O que lhe fez pensar que tinha o direito de tornar pública nossa correspondência, incluindo a mensagem em que eu (educadamente) pedia uma entrevista? Isso, caro Anderson, é antiético. Vindo de alguém que se diz um jornalista, é surpreendente. Você pode não gostar da reportagem que escrevi; ela pode ser boa ou ruim, bem-escrita ou não, editorializada ou não – mas não foi feita com os métodos antiéticos que você usa. Eu respeito a relação entre jornalistas e fontes. Você não. E mais: parece-me agora que você é daquele tipo de jornalista que tem medo de fazer uma ligação telefônica (assim são os maus jornalistas), já que tem meu cartão de visita e conhece meu número de telefone. Se você tinha algo a dizer sobre a reportagem — e já que sua mensagem não estava chegando a seu destino — poderia ter me ligado.
Eu não sei que tipo de imagem de si mesmo você quer criar (ou proteger) negando os fatos que o seu próprio livro mostra, mas está claro agora que é a de alguém sem ética. Você pode ficar certo de que não aparecerá mais nas páginas desta revista.
Sem mais,
Diogo Schelp
Mr. Anderson,
I was wondering, after I sent you an email asking (kindly) for an interview, why I never got an answer from you. Now I know that the message must have been lost because of these anti-spam programs or any other technological reason. I also didn´t receive your “letter” – maybe because of the same problem. All this doesn´t matter anymore, because you decided to solve the issue through the lowest means – a circular email list. What in the world made you think that you had the right to make public our message exchange, including the message where I (kindly) asked for an interview with you? This, Mr. Anderson, is unethical. Coming from someone who calls himself a journalist, it´s astonishing. You may not like the article I wrote; it may be good or bad, well written or not, editorialized or not – but it was not made with the unethical means that you use. I respect the relationship between journalists and sources – you don´t. And more: it seems now to me that you are that kind of journalist that is afraid of making a phone call (I mean that kind of bad journalist), since you have my businesscard and know my phone number. If you had something to say about the article, and since your message was not arriving, you could have called.
I don´t know what kind of personal image you want to create (or protect) denying the facts that your own book shows, but it´s clear now that it is an unethical one.
You can rely on the fact that you are not going to appear in the pages of this magazine again.
Best,
Diogo Schelp
Voltei
Eis aí. Se Anderson mandou mesmo a primeira resposta, ela não chegou. Assim como não chegou a segunda, o que é, para dizer pouco, estranho. De todo modo, ele tinha os telefones do jornalista brasileiro. Já haviam almoçado juntos na Editora Abril. Fosse para dar uma resposta, fosse para manifestar o seu desagrado, poderia ter telefonado. Não o fez. E não o fez porque não tinha nenhum direito de fazê-lo. E se Schelp tivesse desistido de falar com ele? Não poderia? Por que raios seria obrigado a ouvi-lo? Ele não queria conversar, mas expedir a sua fatwa.
Anderson é um canalha. Não pensem que ele mandou o e-mail a Schelp com cópia para todos os outros. Nada disso. Na versão aos “companheiros”, foi também enviada uma introdução, esta que segue: “Fyi, friends — see below my letter to Diogo Schelp of Veja, who published a scurrilous hatchet job on Che Guevara a couple of weeks ago, using the Miami crowd as his main sources. All best, jon lee” Ou: “Amigos, vejam abaixo minha carta a Diogo Schelp, da VEJA, que publicou uma difamação obscena sobre Che Guevara, há duas semanas, usando a turma de Miami como sua fonte principal”. Vangloria-se do malfeito, da grosseria, da estupidez, da arrogância.
Muita atenção agora
Respondam-me: por que este senhor Anderson se julga no direito de enviar uma carta malcriada a Diogo Schelp? Sentiu-se desprezado por não ter sido entrevistado? O texto dos jornalistas brasileiros não é uma resenha ou uma interpretação do seu livro. O “gancho”, como se diz, da reportagem é outro: os 40 anos da morte da besta, completados no dia 9 de outubro. Foram ouvidas na reportagem, diga-se, pessoas com as quais o próprio Anderson conversou. Por falar em Miami, muitas das fontes do americano são de… Miami!!! Aquela gente que ele trata com desprezo. Talvez prefira os humanistas de Fidel Castro.
O que se vê acima é a anatomia de uma empulhação protagonizada por um sujeito vaidoso e com medo do próprio livro e co-estrelada pelos esquerdopatas nativos, que viram no episódio uma chance de tentar se vingar de Diogo Schelp e da revista VEJA, inconformados que estavam com a revelação do berço de estrume em que repousa o seu herói. NOTEM QUE NÃO HÁ UMA SÓ INFORMAÇÃO DO TEXTO DOS JORNALISTAS DA VEJA QUE TENHA SIDO CONTESTADA POR ANDERSON. Nada! Os esquerdopatas exigem a neutralidade de frente para o crime.
A reação imoral de um sujeito que se julga dono de uma personagem histórica, amplificada pela canalha liberticida que ainda delira com a obra de assassinos contumazes, prova o acerto da abordagem dos jornalistas da VEJA. O mito guevarista, como se sabe, ganhou o mundo e seduz também a esquerda — a possível — dos EUA. Afinal, sabem como é?, ela gosta de ver os chimpanzés ideológicos latino-americanos a debater, ainda, as virtudes do socialismo.
Anderson fez coisa ainda pior. Tornou público o e-mail de Diogo Schelp, que passou a receber e-mails como o desta senhora:
“Caro senhor Diogo Schelp,
Se alguém respeitado me tratasse assim eu me suicidaria.
XXX”
Eu não tenho dúvida de que é uma legítima guevarista, embora visivelmente lhe falte ternura. E também dureza… É, com efeito, uma esquerdista típica: quando essa gente não está praticando assassinatos, está justificando homicidas. Quando não está fazendo uma coisa ou outra, sugere aos outros o suicídio. Em qualquer dos casos e em qualquer dos tempos da história, as esquerdas têm um compromisso essencial com a morte.
Por isso adoram os cadáveres de seus heróis, que, quando vivos, triunfaram sobre uma montanha de outros cadáveres anônimos. É a forma que nelas tomou o amor pelo “povo”.









Muito bem! A falta de ética é sempre uma coisa constrangedora…
o americano acha, por ter escrito a biografia de che deve ser entrevistado. se acha, portanto, como o biografado ja está nos quintos, o dono da meia-verdade que cobre este pol pot.
A vermelhada traduziria “it seems now to me that you are that kind of journalist” para “agora me parece que você é um amor de jornalista”…
Caro Reinaldo,
Levando em conta a ignorância dos adoradores brasileiros pelos regimes comunistas e que apesar de adorarem Cuba, lá não ousam morar( petistas em geral), pois não seriam somente julgados por um STF , mas iriam ao “paredon”, de acordo com o costume fidelizado,de não admitir corruptos… Ouso opinar em sua coluna de forma informal e como uma leitora e admiradora das verdades, mui raras, nela sempre escritas.
Me intriga muito toda esta parafernália em torno de Che Guevara. Creio que petistas não somente desconhecem a língua inglesa,(pelo traduzir dos textos) , mas, desconhecem também a história e são mal informados!
Guevara pertencia a elite argentina e aventurou-se pelo mundo, (como é comum aos playboys) da época e de hoje. Viu uma América de analfabetos! O domínio seria fácil. Na Argentina e Chile, na época em que este Che “sonhou com a liberdade”, seria muito difícil, pois predominava a o conhecimento, já que eram países onde existia uma minoria sem expressão de analfabetos,diferindo em muito dos demais países latinos.
Ele enxergou o filão e montou um esquema via México( país analfabeto também,na época)onde lá encontrou o marido de Vilma Castro, a quem conheci e tive oportunidade de conversar e traduzir, em uma palestra em Paris.
Os países dominados pelo analfabetismo, seriam agregados em suas relações, pelo domínio das mentes. Tinha uma alma diferente de Fidel na época, razão pela qual rompeu com ele, por nunca perdoado que o mesmo libertasse seu amigo de infância, das prisões cubanas, onde Che Guevara tinha lhe imposto castigo.(15 anos de prisão e depois desejava matá-lo).
Fidel foi contra e permitiu que o amigo fosse exilado nos EUA.
Isto são verdades, que a história não escreveu.
A informação boa é a raiz de todo o jornalismo, assim como as grandes marcas, ganham com a ignorância dos povos.
Che, para mim, estudiosa da história, nunca foi mito. Foi alguém que desejou fazer uma carreira bem sucedida como ditador, já que na Medicina, nunca conseguiu.
Quem deseja servir o próximo, o faz dentro de sua casa. Não precisa ir longe.Seu coração ambicionava mais que servir, razão pela qual foi ao Congo!
Esta é a minha tese, e deixo aqui o meu registro de elogio e apoio a grande matéria exposta, pena que tão tardiamente, pelo nobre jornalista que a escreveu.
O vídeo citado pelo Cássio nos comentários.
Programa Milênio da Globonews
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM743570-7823-JON+LEE+ANDERSON,00.html
Reinaldo, só quero aproveitar a oportunidade para fazer uma observação quanto ao uso dos termos ético e antiético, uma gafe que vem se alastrando muito facilmente. O “antiético” está se tornando popular, sempre em uso incorreto. A ética é a ciência da moral, e todas atitudes são éticas. Algumas são eticamente inadequadas, ou deploráveis, como a dessa besta chamada Anderson. Outras são eticamente adequadas, como a resposta à besta Anderson (e por tabela) à corja que o apóia. Dizer que algo é ético não significa nada, exceto que a pessoa considera aquilo como passível de ser classificado como eticamente adequado ou não. Analogamente, antiético somente classifica algo como contrário à possibilidade de um julgamento moral, seja ele favorável ou não.
Infelizmente ética virou palavra de ordem, assim como atitude. Sair arrotando “eu tenho atitude” virou moda, apesar da pessoa nunca dizer se tem atitude boa ou má.
O diabo, o Lulla, a besta do Anderson, todos têm ética e atitude. As piores possíveis, diga-se de passagem.
”Fome de porco”
Eu como carne de porco!
Mas, de porco sujo e fedorento, não!
Primeiro passo fogo nele.
Depois tempero e frito!
Nem adianta gritar que “CHE”ra merda…. viu!
Como PeTralhas também….!
Petralhas às 9:19 AM e 9:43 AM
Canil neles!
Reinaldo,
Essa gente vai bater até ficar na memória que a Veja fez uma reportagem falsa e parcial contra o canalha.
Se eu pudesse sugerir algo seria: uma vez que se começa a bater não se deve parar antes da hora. Por que Veja não grava um CD com o filme “Anatomia de um mito” que você certamente conhece e distribui junto com a revista?
http://www.youtube.com/watch?v=B8U-bhwNOD4
Sei que é pouco convencional, mas teria um efeito devastador sobre a mitologia mentirosa que essa gente insiste em propagar e mostraria que a reportagem está mais do que bem fundamentada quando fala do “serial killer” predileto das esquerdas.
O mais interessante é o comentário “Se alguém respeitado me tratasse assim eu me suicidaria.” Essa gente de nariz marrom vê o mundo pela ótica da servidão.
Em Crime e Castigo, quando Raskolnikov encontra-se com Marmeladov no bar pela primeira vez surge uma frase interessante sobre isso, não lembro literalmente, mas fala sobre a covardia dos indigentes. Que exatamente por causa dessa covardia eles merecem o desprezo.
Caro Sr. Reinaldo Azevedo,
O fantasma do chancho ainda deixa seu rastro fétido, é necessário um exorcismo urgente!
O Anderson (só chamo de sr. a quem respeito) é, como dizemos no Rio, um mané. Sem escrúpulos e com aquele espírito de matilha de hienas, que guincham uma para as outras para chamar as outras mais distantes, de modo a atraí-las para conseguir tomar a carcaça de oponentes mais fortes. Ele é deste tipo. Covarde e comedor de carcaça de porco-fedorento.
Abraços,
RF
Que raios de biógrafo é esse, quando afirma: ¨Procurei pôr um pouco de humanidade na figura…¨. Assim, até eu, vou fazer do Ben Laden quando era criança e colocar uma faoto dele ainda no berço e o título será: a linda criança que meio mundo quer matar.
“É curioso achar a versão deles parcial. É como dizer que a versão do torturado sobre a tortura é parcial e que temos de ouvir o lado do torturador também.”
Parabéns Sandra, sua frase disse tudo. Gostaria de saber porque esses esquerdinhas acessam este blog e ficam publicando opinões furadas. VÃO TOMAR EM CUBA.
Reinaldo
No email Diogo Schelp se dirige a “Mr. Anderson”, e não ao “Caro Anderson”, como consta de sua tradução.
Acho que o tratamento “Sr. Anderson”, como Diogo escreveu, mais seco e formal, é mais apropriado à ocasião.
Na verdade o que importa é que ele continua sendo O PORCO FEDORENTO. Só isso, o resto é o de sempre.
3:31 perguntou e eu respondo:
Não é um petralha norte-americano, mas sim um babaca norte-americano. Petralha é como jabuticaba: só dá no Brasil. Por isto não fique muito entusiasmado.
P/ anônimo 1:52 - Acho que você é cego. Olha bem para a cara da Marta (se for a Martaxa). Aquilo nem o Pitangui resolve (acho até que tentou). E se ella gosta do porco fedorento é porque tem uma cabeça assim: porca e fedorenta!
Calma, Reinaldo! Se o Líder mal fala o português, imagine então qual deve ser o nível do inglês da petralhada. Eles ainda não conseguiram avançar além do “the book is on the table”. Daí vem essa tradução manca e aloprada. A propósito: eles já descobriram quanto é sete vêzes nove ou ainda estão enrolando na resposta?
Anônimo das 3:31 tá me cheirando a petralha1
Tem mais alguns por aí soltos, massacrando a inculta e bela.Abre o olho, 02!
Zero-rei,
Só posso falar uma coisa da sua análise psiquiátrica dazisquerdas:
Correto, perfeito.
Destrinchou muito bom o q vai na alma dessa gente, tão bem que às vezes me pergunto: Será que vc já não foi um deles? Mas não tome esta pergunta como desafio, é elogio mesmo, não importa a resposta.
O JLA deu uma entrevista à GloboNews por ocasião dos 40 anos da morte do Che. Se me lembro bem, a entrevistadora leu pra ele um trecho da reportagem da Veja, a parte que o citava. O JLA disse algo como “não foi isso que eu queria dizer, está fora do contexto”. De qualquer forma, ele não gostou.
O engraçado é que nenhuma, nenhum artigo dessas publicações de esquerda conta as atrocidades do Che, e agora querem o quê? Suas frases de efeito cheias de “humanidade” pra servir de contrapeso ao que não se justifica?
Afinal, matar um garoto de 15 anos por uma pichação é coisa de monstro, que só uma mente muito distorcida pela crença no devir histórico socialista pode relevar.
O mais importante realmente é a ausência de desmentidos sobre os fatos contados por Veja.
Muita gente ainda acredita no mito da imparcialidade jornalística. E até neste blog.
Fazer jornalismo não é andar com uma trena nas mãos, ouvindo “os dois lados” de maneira “eqüidistante”. Isso não existe. Cada veículo de Comunicação possui sua linha editorial. A boa Imprensa explicita essa linha editorial, sempre de maneira clara.
Não caiam nessa armadilha de que bom jornalismo tem de “ouvir ambos os lados”. O “outro lado” do mito Che já conhecemos. O objetivo da matéria era claro: demolir o mito, com fatos e depoimentos.
Li este e-mail (o traduzido) no blog do Mascate. Fiquei me indagando do porquê de tanto barulho. Afinal, sendo Anderson o biógrafo de San Ernesto Chancho de La Higuera, nada mais natural que houvesse uma empatia entre o autor e o biografado.
Realmente, o termo “esquerdopata” cai como uma luva sobre estes sujeitos.
Publius,
Não é bem assim. Mesmo que se aceite seus argumentos, não caberia elogiar o Che tendo em vista os mitos que já existem sobre ele.
A reportagem foi boa e saudável para desmitificá-los e para servir de contrapeso às bobagens que são senso comum.
Outra coisa. Vc diz que Hitler gostava de crianças. Acredito, mas qual a reportagem equilibrada que o diz ?????
Excelente texto, Reinaldo. Sua avaliação do Jon Lee Anderson como um canalha esquerdiota é justíssima.
Noto, porém, Rei, que na tradução da introdução ao e-mail circular aos “cumpanheiros” da Banânia, você omitiu a expressão de abertura: “Fyi”. Isso se traduz por “para sua informação”. Em princípio se poderia pensar que haveria uma certa expectativa do Anderson no sentido de que a comunicação ficasse restrita aos círculos “internos” (isto é, aos “cumpanheiros” destinatários). Mas não: é de se destacar que a expressão normal em inglês é “FYIO” (para sua informação exclusiva). Ora, a mui importante vogal “o” foi intencionalmente “comida”: isto é, não foi sequer solicitado qualquer cuidado no manuseio da informação (não que o Anderson pretendesse fosse dado qualquer cuidado no manuseio de um e-mail circular para a petralhada …).
Por outro lado, faria alguns ajustes na tradução da “carta” do Anderson, conforme segue.
1. A frase com o “carne e sangue”, que virou “pele e osso” na versão petralha, melhor leria assim: Procurei trazer algum realismo aos cadáver supermitificado do Che, …
2. O “accurate journalism” seria um jornalismo preciso ou de precisão.
3. Aquela frase “I am glad etc.” melhor ficaria traduzida por “Ao final, fiquei, porém, contente de que você não tenha voltado a me procurar para a entrevista …”
4. Ao final do texto o Diogo não foi chamado de “companheiro honesto”, mas de colega honesto (o Anderson não ousaria atribuir o qualificativo “cumpanheiro” para um representante Dazelite, não é mesmo).
Essa raça precisa de qualquer coisa que de sustentação a suas idéias “esquerdopatas”.
Pau nels Reinaldo!
Pau neles!!!
ANÕNIMO das 9′ e 19”:
Sei não decidir esta questão, MUITO PERTINENTE QUE COLOCA. É fato que o jornalismo requer o que citou( ESTOU DE PLENÍSSIMO ACORDO).Ao mesmo tempo, o blogueiro já se posicionou centenas de x.Aqui, é um blog, não é um informativo.Até ousaria em escrever,que estamos visitando uma casa. ” a porta da rua é a serventia da casa”.Não estamos comprando uma revista e procurando imparcialidade.Do ponto de vista jornalístico, NENHUM BLOG É imaparcial .Repito: NENHUM. PONTO.
Quando Reinaldo, escrever em quiasquer informativos, torna-se uma pessoa pública, e tbm alvo de críticas( se for o caso).Agora, falar mal do anfitrião( blog) não é salutar.Está aqui porque quer.E ainda tem que agradecer em ser publicado.
xamo a atensão: Eu tbm gostaria de um blog IMPARCIAL. Porém , ele não existe.O que existe são pseudos imparciais( o que é tremendamente pior)Pelo menos, REINALDO é autêntico.Frequenta quem quer.Ele não bateu nem na sua e na minha porta , pra estarmos aqui.
Abraços!!
O QUE ESTES DELINQUENTES E VAGABUNDOS DA ESQUERDA QUEREM???
QUEREM A RESSUREIÇÃO DA EXTINTA URSS?? DE CHE??? DE CEASESCU? DE POL POT???
ACORDEM NOJENTOS PREGUIÇOSOS!!!VÃO ESTUDAR E TRABALHAR SEM ISSO A VIDA NÃO MELHORA, SE PENSAM QUE O “COMUNISMO” VAI SALVAR O MUNDO ESQUEÇAM!! O COMUNISMO MORREU POR FALENCIA MULTIPLA DAS UTOPIAS!!!
A CANALHA , A RALÉ, A CORJA DE VAGABUNDOS QUE INCESAM OS MIASMAS DO COMUNISMO SÃO TODOS SEM EXCESSÃO
M A L A N D R O S!!!!
NÃO QUEREM É SE ESFORÇAR COMO PESSOA QUEREM SE AGREGAR PARA JUNTOS PARASITAREM EM CIMA DO TRABAÇHO DOS OUTROS, O MAIOR EXEMPLO É A CORJA DOS PETISTAS NO DESGOVERNO LULA.
TODOS ENTRARAM PELA JANELA NO SVC PUBLICO SEM NENHUMA CAPACIDADE PROFISSIONAL OU INTELECTUAL, SÃO MEROS APANIGUADOS ,ANALFABETOS E MALANDROS DE SINDICATOS,UM VERDADEIRA CORJA DE VAGABUNDOS QUE SE APROVEITAM DA ESTRELINHA VERMELHA PARA MAMAR COMO NABABOS NAS TETAS DO DINHEIRO PUBLICO!!!
O BRASIL ESTA ACABADO E VAI FICAR AINDA PIOR COM A INEVITAVEL CHEGADA DO APAGÃO DE ENERGIA QUE VEM POR AHÍ. ENQUANTO ISSO OS MILICOS DE MERDA ESTÃO SONHANDO COM O AUMENTO DE SEUS SOLDOS…
Muito bom, Reinaldo, sempre fui fascinado pela vida do Che. Li a biografia do Anderson e do Jorge Castañeira *uma vida em vermelho*, e cheguei a mesma conclusão da Revista Veja. Guevara foi sempre uma figurinha difícil e gostava mesmo é de fazer revolução.Foi um péssimo administrador, um ausente na família e nunca titubeou em executar os inimigos. Virou grife da meia dúzia de sempre….
Pois é e se o PT conseguir instaurar uma ditadura aqui no Brasil, e se aparecer um revolucionário de ¨direita¨ que comece a matar os ësquerdistas¨. Será que também irá transformar-se em mito, adorado pelos covardes que apoiam mas não tem coragem de praticar assasinatos.
Rei,
Acho muito divertido quando vêm alguns esquerdistas tipo um anônimo aí por cima cobrando imparcialidade, dizendo que se deve ouvir os dois lados.
Bobagem da grossa!!
Isto nos leva a outros temas: alguém ouviu as famílias de policiais, militares e outras vítimas dos guerrilheiros de nossa “ditamole” quando lançaram o tal livro asqueroso??
Alguém deu importância à versão dos irmãos e outros familiares/amigos do Celso Daniel na investigação mais “ridícula” de todos os tempos “nestepaiz”??!!
Isenção é coisa de bocó, como você bem relatou em outros post, falando dos “jornalistas” que não conseguem falar mal do petismo sem dar uns cutucões no FHC “só pra ser imparcial…”
Tô fora!!
Abraço.
Tio Rei,
Adorei a reportagem do Che Guevara e a atitudo desse autor não mancha em nada a reputação do Diogo. A Canalha tem que parar de festejar essas canalhices.
MAS É NECESSÁRIO FAZER UMAS CORREÇÕES PARA QUE O BLOG CONTINUE SENDO FIEL A REALIDADE E AOS FATOS:
1)One-sided pode sim significar parcial. Veja seu significado: “considering but one side of a matter or question; partial or unfair: a one-sided judgment.”
Pode ser unilateral, desigual e parcial. No caso de uma reportagem, creio que a palavra a ser usada seria parcial mesmo, oq não muda nada já que a critica veio de um canalha. One-sided no sentido de unilateral, seria por exemplo ao dizer que a decisão de romper as relações comercias foi “one-sided” ou seja, partiu apenas de um lado, sem consultar o outro. Desigual seria se eu falasse de um jogo de futebol que foi “One-sided”, porque só um time jogou e goleou o outro.
No caso de Flesh and Blood, a tradução correta seria “carne e osso”,já que existe a expressão em portugues “carne e osso” para expressar que é humano. Por exemplo, quando um esportista erra, ele diz “eu também sou de carne e osso” ou seja, também é ser humano, também tem natureza humana, com todas suas virtudes e fraquezas. A traducao pra carne e osso também consta no dicionário.
Para accurate journalism, a melhor tradução seria “jornalismo preciso”. De qualquer forma, o jornalismo preciso, acurado é aquele que é cuidados com os fatos.
Valeu tio Rei,
Abraços
É incrível como os petralhas se apegam a uma propaganda ideológica.
O caso do che é o mesmo de qualquer mercenário barato. Nos EUA tem muitos. Eles tem até site na Internet.
São uns débeis mentais que empunham uma metralhadora, fazem treinamentos em campos clandestinos, e querem sair pelo mundo, defendendo qualquer causa, desde que depositem alguma grana em suas contas bancárias.
Ah, sim, são financiados pela indústria bélica, cujo único objetivo é vender armas para quem quiser.
Estamos cansados de ver na África, na Ásia, no Oriente, soldados descamisados e famintos empunhando um rifle americano ou uma pistola russa.
Che não passa disso. É simplesmente um mercenário. Aquele discurso ideológico é apenas para encobrir seus crimes.
Gostaria de ver qual seria a reação dos petralhas se, um grupo de brasileiros montassem uma base guerrilheira na Amazônia.
Estariam lutando pela moralização da política, pelo fim da corrupção, para acabar com o narcotráfico, para melhorar as condições de vida dos milhares de brasileiros que vivem do Bolsa-Miséria…
Qual seria a reação dos petralhas?
É uma causa nobre e justa.
Será que negociariam?
Ou enviariam o Exército?
FORA PETRALHAS!
O Anderson leu a Veja? Ele sabe ler português ou algum amiguinho daqui, que deve ter recebido com certeza o e-mail difamatório, traduziu a reportagem para ele, ou pior, ele somente ouviu falar da reportagem.
Seria interessante contacta-lo e tirar essa dúvida.
Parabéns pelo post, desmascarando mais uma mentira delles.
Essa gente só sabe jogar baixo.
Reinaldão….
Os fatos são claros e evidentes, agora penso que não devemos promover Porcos Esquerdistas hávidos como “revolucionários” pois, estaremos mesmo falando toda a verdade e desnudando sua carne ao público, promovendo-os. Esses assassinos já morrerão tarde, melhor preocuparmos com os vivos…
abraço…
Flávio.
Você tem razão: compromisso essencial com a morte, com o sangue, com a destruição. Tudo em nome de um futuro que ninguém sabe descrever. Eta religião braba e sem consolo.
L.
Reinaldo, que dia veremos uma reportagem de capa na Veja sobre a colheita de orgãos de prisioneiros vivos da Falun Gong na China ?
Seria o tempo perfeito já que os idiotas chineses resolveram hospedar as olimpíadas ano que vem. Que possibilidade há da Veja dara notoriedade necessária a esse crime comunista ?
Tio Rei
A Marta tem admiração pelo Porco Fedorento. Por que as mulheres mais gostosas são atraidas pelo sujeito?
“I sought to put some flesh and blood on Che’s overly-mythified bones…”
Sim, carne de porco fedorento e sangue de porco fedorento sobre ossos de porco fedorento.
Se isso não é uma ofensa intolerável, o que seria?
“Estou contente, por fim, que você não tenha insistido comigo para fazer a entrevista. Eu teria falado com você de boa fé, na suposição errada de que você fosse um jornalista sério, um companheiro honesto. E, nessa suposição, eu estaria tristemente errado.”
Ao anônimo das 9:19 AM :
Anônimo, sejamos francos, a resposta do Anderson não foi absolutamente normal.
Se você insiste nisso, sinto muito. Se você não tivesse se traído, eu teria aceitado sua opinião de boa fé, na suposição errada de que você fosse uma pessoa séria, um companheiro de comentários honesto. E, nessa suposição, eu estaria tristemente errado.
E falam que esta besta do apocalipse foi um revolucionário. Que raio de revolução elle fez ? Mudou a vida de alguém ? Ah sim mudou… o crápula assassino mandou muita gente para o paredón… Se fosse revolucionário começaria pelo seu próprio país, a Argentina. Por que nada fez na Argentina ? Porque não passa de um farsante enganando os ignorântes de outros paises. Tudo o que esses vagabundos querem é o “puder”. E assim chegou ao poder em Cuba. Esse é o CHE QUÉ VARA. Se alguém quer se espelhar em um revolucionário é só seguir Jesus ou Ghandi, os verdadeiros revolucionários da paz.
Solicita-se a devida profilaxia de exclusão dos comentários esquerdopatas que foram publicados às 9:19AM, 9:41AM, 9:43AM e 9:55AM.
Obrigado,
pETRALHAS, VÃO PRA CUBA QUE OS PARIU HEHEHEEH
rararararararararararar!
quero ver os esquerdiotas ensinando Jon Lee Anderson a dizer:
PE-TRA-LHA
e ele, com o sotaque de Miami / Cuba tentando escandir!
PEE - TRUAÁ - LIA
“O que você fez com Che é o equivalente a escrever, digamos, sobre George W. Bush confiando quase inteiramente nas aspas de Hugo Chávez e Mahmoud Ahmadinejad para sustentar seu ponto de vista.”
ESSA FRASE DO AMERICANO É UMA DELINQÜÊNCIA PURA! DEMONSTRAR COM FATOS QUE UM ASSASSINO É UM ASSASSINO NÃO É A MESMA COISA QUE CONFIAR NO QUE DOIS TIRANOS TÊM A DIZER SOBRE UM PRESIDENTE DEMOCRÁTICO!
AH, E AS FONTES DE MIAMI SÃO AS ÚNICAS POSSÍVEIS, POIS EM CUBA É PROIBIDO CRITICAR O REGIME!
Caráter, princípios e ideologias a parte, acho uma tarefa quase sobre-humana, escrever sobre uma figura como Che, como Hitler, como Stalin, como outras figuras históricas. Quando o mito supera o homem, fica quase impossível fazer-se uma análise imparcial, tanto dos princípios que o norteavam, quanto o contexto em que tais princípios eram defendidos, sem cair na “tentação” de analisá-los sob o contexto e políticas atuais.
Assim, nas guerras bárbaras, a guerra, em si, a execução de inimigos com requintes de crueldade, a morte - no contexto atual, diga-se - era uma honra, era virtude do vencedor matar o vencido – exatamente como fazem os traficantes, hoje.
Quando Hitler tornou a “purificação da raça ariana” política de Estado, os simpatizantes não eram poucos, entre políticos proeminentes ingleses, americanos, brasileiros, russos, todos os que, depois, por arrependimento ou covardia, condenaram os campos de concentração. Poucos historiadores, entretanto, tiveram a coragem de explorar esse fato.
Não discuto o caráter criminoso de Che, até porque sou leigo, mas me interesso por história, leio, e sei, perfeitamente, distinguir o certo do errado, e, em qualquer contexto, as suas ações vão contra os princípios cristãos – não os políticos, que fique claro – de respeito e liberdade, aceitos entre a civilização pós idade média. Li a reportagem da Veja, e acho que cumpriu a missão de se contrapor à histérica defesa, pela nossa esquerda, da lembrança da sua importância como uma espécie de Santo, que tem todos os pecados perdoados em nome de uma causa pessoal. Sim porque a tal revolução, que Fidel – e os nossos “macaquitos” – tanto defendem, são meras bandeiras políticas a justificarem uma utopia pessoal. É só olhar bem para a figura do “comandante”, tão deplorável quanto patética.
A mentira tem perna curta e os blogs chapa branca o rabo comprido e preso.
Vamos esclarecer aqui em poucas palavras quem era Che Guevara e quais suas verdadeiras motivações. Che era um monstro psicopata que tinha dois prazeres na vida; sangue e aventura, os quais buscava avidamente independente de quantos sofressem ou morressem para que ele os conseguisse,porque necessitava tanto de um quanto de outro assim como um viciado necessita da droga. Esse era Che Guevara, o resto é conversa mole.
Reinaldo,
O texto é mesmo um monumento à prepotência e à vaidade ferida, inclusive dos petralhas, que fizeram a cabeça do cara e aguardavam um agradecimento, uma citação… mas, como não veio, eles deram um jeitinho de se auto-citarem na tradução, ainda que como um sujeitozinho indeterminado:
And then I saw the article you wrote in Veja…
Aí ME PASSARAM sua reportagem em Veja…
É duro não ter o trabalho sujo reconhecido, hein?
Prezado Reinaldo, sou natural de Santa vitória do Palmar, cidade fronteiriça com a uruguaia, Chuy. Há alguns anos atrás, li a biografia de Anderson sobre Che Chevara. Minhas impressões sobre o que li, publiquei em três artigos num jornal local, de nome Liberal, ou seja, que, tanto Che como Fidel, após provarem o gosto de sangue, se transformaram em dois assassinos sedentos por mais mortes.
Recebi muito mais críticas negativas que positivas a respeito do que escrevi, inclusive uma carta de um uruguaio, publicada no mesmo jornal, recomendando minha visita a Cuba.
Embora Anderson não queira, ao HUMANIZAR o mito, acabou comprovando o que ele se tornou: um assassino.
Reinadlo,
Bom dia!
Permita-me acrescentar (entremeando) ao que voce bem conclui (ao desmascarar esses e seus modos pelo mundo):
“Eu não tenho dúvida de que é uma legítima guevarista, embora visivelmente lhe falte ternura. E também dureza… É, com efeito, uma esquerdista típica: quando essa gente não está praticando assassinatos, está justificando homicidas. Quando não está fazendo uma coisa ou outra, sugere aos outros o suicídio. Em qualquer dos casos e em qualquer dos tempos da história, as esquerdas têm um compromisso essencial com a morte.”
E nesse compromisso das esquedas com a morte, Esta: A criacao de lei que descriminalizacao do ABORTO.
Que no eclesiales deles, tendem a abortar o proprio termo (ABORTO) substituinduo-o por, IVGI (interrupicao voluntaria de gravides indesejada) e tantos outros menos o proprio que marca o crime.
Por fim, mais uma ves sua boa conclusao:
“Por isso adoram os cadáveres de seus heróis, que, quando vivos, triunfaram sobre uma montanha de outros cadáveres anônimos. É a forma que nelas tomou o amor pelo “povo”.”
E buscam por esse “amor” leis para o “povo”, velando-se nesses termos, seu verdadeiro ODIO… ao Deus Criador da Vida e Senhor dela.
Combatem contra Deus destruido vidas e se dizem ateus, para serem ajuizados em contradicao. Cegos falaciosos.
Um bom dia Reinaldo!
Agora senti firmeza.Pra mim é o bastante.
xamo a atensão: Fui PLENAMENTE respondido.Valeu, Reinaldo.
Reinaldo, ainda sobre a sugestão de visita ao blog que questiona a ética de jornalistas que não defendem o PT, mas não parece colocar em prática os conselhos que dá a outros jornalistas, para delírio da turminha mal-instruída e “educada” a base de panfleto barato que aparelha aquele blog, dê uma olhada na lista de comentários. Um deles levanta essa hipótese de que o e-mail seja falso, porque o campo de endereço da mensagem não sugere que houve de fato o envio de Anderson para o jornalista de Veja.
Do blog do Jefferson
por Roberto Jefferson
http://www.blogdojefferson.com
14/11/2007
CPMF reúne petebistas
No dia 28 próximo, o PTB reúne sua Comissão Executiva Nacional para debater o posicionamento da bancada com relação à CPMF. Ao mesmo tempo, os petebistas farão desagravo ao senador Mozarildo Cavalcanti, bruscamente afastado da CCJ por forças estranhas aos quadros do partido. E receberemos a senadora Kátia Abreu (DEM), que fará um balanço sobre o imposto. Ao final, por meio da Comissão, o PTB vai se posicionar e comunicar sua orientação às bancadas.
Não concordo com o leitor Publius.
Não se trata de procurar defeitos e qualidades em todos, mas sim de escrever sobre pessoas públicas com a premissa de que certos valores não podem ser relativizados.
Pouco importa que Hitler gostasse de cachorros e tratasse bem sua secretaria. Foi um genocida. Suas atitudes concretas é que contam.
Churchill tomava seus drinks mesmo, mas nunca tripudiou de certos valores e por isso avaliou Cromwell de forma tão implacável (”História dos Povos de Língua Inglesa”), a quem tratou acertadamente como ditador, nunca justificando como o governante dizimou injustamente os pais de família irlandeses.
Para quem tem dentro de si valores inegociáveis, como a liberdade, não se pode relativizar a crueldade e o banditismo de certas personalidades públicas.
Ninguém negou a veracidade dos fatos narrados na reportagem sobre Che Guevara, apenas se tentou relativizar a crueldade e as vidas perdidas. O preço desta relativização são nossos valores ocidentais mais caros.
“Eu não tenho dúvida de que é uma legítima guevarista, embora visivelmente lhe falte ternura. E também dureza…” Ô maldade!
Quem reclama da falta de humor aqui não sabe o que diz. Discordo de ti também quando dizes que não dá para rir nesse blog. Dá sim. Não se subestime.
Abraço.
É tá fogo o negócio!
Eles mentem, distorcem, e sim, são covardes.
Basta ver o que estão escrevendo do porque não te calas?
Qualquer um que viu a cena, está claro que:Hugo Chaves teve a sua vez de falar, falou muito mais do que o tempo permitido, quando chegou a vez do espanhol falar, Chaves com o microfone desligado, ficava gritando, enquanto o outro tentava falar.Chegando ao ponto do Rei Juan Carlos perder a paciência.Ele foi até muito educado, ele fez uma pergunta simples, porque Chaves não calava a boca enquanto outro falava?Ai hoje Chaves exige que o rei peça desculpas, de que?Os esquerdas hoje:rei deveria manter-se respeitoso, Chaves etc.Todo dia eles fazem isso, distorcem as coisas dá até raiva, o estomago chega a queimar.ai o indio cocaleiro já disse:a Espanha está apoiando um golpe…Ha!Ha!Ha!
Daniel Ortega diz, como o rei manda Chaves se calar?E aqui no Brasil, você vai ler na Folha a Elaine, disser que o rei deveria ser um pouco respeitoso, de novo:com quem?
Tem que ter orgulho de coisas boas, se a historia dessa esquerda que se apresenta a tanto tempo fosse realmente motivo de orgulho, com idéias e ideiais, não precisariam depois mudar e mentir sobre os fatos.O próprio Hugo agora muda a sua biografia, assim como Lula.A pouco tempo descobri pela página do governo, que foi Lula que inventou o sol, o mar, o petróleo no Brasil, para poder fazer parte da OPEP e as viagens.
Apareceram uns idiotas aqui criticando as opiniões dos refugiados cubanos de Miami.
Por acaso queriam que entrevistassem o Lulla, a Heloisa Helena, o Cristovan Buarque, o Tarso Genro, a filha do Tarso Genro, a Dilma Roussef, o Zé Dirceu, os jornalistas de segundos-cadernos, os cineastas brasileiros, os intelectuais uspianos, os líderes de favelas, os participantes de mesas-redondas na TV, os sindicalistas brasileiros e outros gafanhotos catingudos e predadores do dinheiro público para dar a última palavra sobre o Porco Fedorento?
E por falar no suíno Guevara, para a sua memória e para a vergonha dos seus imbecís admiradores atuais, o cúmulo da sua extrema humilhação foi o fato dele ter sido morto por uns gatos pingados do exército boliviano, o que equivale a um time de futebol perder uma decisão de campeonato para o Íbis de Pernambuco.
A sua morte tão desonrosa dá a exata medida da sua vida mesquinha
e sem a grandeza que os admiradores da sua seita tentam acreditar.
Dúvidas remanescentes em relação “professor” Marcos. Diz lá o nobre fidalgo:
(..)”como se ainda existissem defensores relevantes do finado socialismo soviético”.
Ora, pode-se pressupor que tirante o “soviético”, os demais não são “finados” e podem ter “defensores relevantes”? Como se existissem os socialismos bons e os maus? Do mesmo modo poder-se-ia dizer que , excetuando o alemão, os demais nazismos seriam bons?
Sendo assim, que tipo de “socialismo” é o da Coréia do Norte.De Cuba? Da China maioísta? E que diabos é o “socialismo do séc 21″ do coronel-ditador bufão?
Qual ou quais socialismos mataram mais de 100 milhões na URSS, China, Coréia, Vietnan, Cuba? Quais socialismos foram democráticos? O da República Democrática da Alemanha Oriental? Ou dos demais totalitarismos “democráticos” do mundo socialista?
o cara lê em português (leu a VEJA), mas não escreve? ou alguém traduziu para ele?
Ah! O tempo, santo remédio para as vaidades humanas! El Che, cada vez mais marca de cerveja, talvez linha de cosméticos, uma camiseta, um poster na parede em novela. Já agora, tão pouco tempo faz, muitos que gostam da foto nem sabem do retratado. Pouquíssimos sabem o nome do autor da foto. O destino do Che será o de Leônidas, o Diamante Negro, imortalizado em nome de chocolate. E quanto mais o tempo passar… Quem se lembra de Assurbanipal, Rei da Assíria, Rei do Mundo? - Li e agora voltei a reler a reportagem. Mostra a outra face do Che, a que convém a alguns esconder, para divinizá-lo. Quem quiser conhecer o lado divino do Che, basta procurar em qualquer banquinha do PT, do PCdoB, do PSOL ou nos escritos dos velhinhos nostálgicos da juventude perdida. Ah, o tempo, como muda as coisas! “O Brasil ainda vai virar um grande Portugal” (hoje, que bom seria!) ou “criar um, dois, três, muitos Vietnans” (vejam o Vietnan de hoje). Sepultemos o Che e deixemos que vire, com o tempo, estátua inominada, para o gáudio dos pombos.
Duas coisas, primeiro o idiota, me desculpem todos mas é a pura verdade, do Publius 9:43PM, falar em defeitos e “qualidades”, só pode ser brincadeira, onde poderemos achar qualidades em um assassino confesso, e mais adorava matar, pero tinha muito medo de ser morto, vá te catar idiota.
A outra coisa Reinaldo por esta, como das outras, é que eu venho sempre aqui você foi DEMAIS.
Logo que vi a exibição desta carta num blog chapa branca, concluí que era canalhice! Há muito o dono do blog ataca a revista VEJA sem se importar com o conteúdo das reportagens da revista. Ele nunca se importou com denúncias de corrupção ou ladroagem, só discute quem as escreveu. É uma atitude no mínimo estranha, mais ainda se notarmos que o seu blog agrada em demasia o governo, puxa o saco mesmo, enquanto elogia seus pares PHA e Mino Carta. Mas cada vez está mais claro a quem este senhor serve.
Nos últimos 40 anos a esquerda mundial vem endeusando o Guevara. Diogo Schelp quis mostrar que a verdade não é aquela que os esquerdas criaram.
Não precisa ouvir a ‘outra parte’ nesse caso. Tem que ouvir os fatos, revisar os acontecimentos, consultar pessoas que não ficaram sob o cobertor das ideologias.
Grande trabalho do Schelp, burros quem critica a falta de uma abordagem ou do ponto de vista do ‘outro lado’.
40 anos de construção de um mito, quarenta anos edificando com mentiras, destruidos pelo trabalho sério de um, dois jornalistas.
Imaginem como seria se tivéssemos mais pesquisadores sérios e menos interessados em construir mitos, estudando o Che?
Acordem, esquerdas. Pelo menos achem alguem com as mãos limpas, ao menos de sangue, para idolatrarem.
Essa corja é tudo igual, em qualquer parte, a qualquer tempo, sobre qualquer tema.
O sujeito surtou e resolveu tornar público seu piti. Isso é método. Todos eles são assim.
Enquanto isso, na Venezuela, está proibido discutir as propostas do referendo… Chavez nunca precisou ser terno para endurecer, embora adore amassar criancinhas enquanto finge abraçá-las…
Senhor Reinaldo,
A petralhada é uma coisa assim do CAPETA, eles adoram mandar,manipular mas quando são mandados a obedecer a lei, falar a verdade, estudar, ser pacificos, tentarem ser moderados,é fatal:
QUEREM REVOLUÇÃO, GRITAM BERRAM, SÃO UM BANDO DE BANDIDAÇOS.
Com sua licença, Reinaldo!
Petralha das 10:03AM, “os assinantes FAZEM algumas visitas…”, tá bom, bem?!!!
Obrigada, Reinaldo!
Lulismo=chavismo
Reinaldo,
Esse episódio só reforça o método de agir da esquerda: com mentira sobre mentira sobre mentira… sempre. Por isso, não concordo com o termo ¨esquerdopatia¨. Isso não tem nada a haver com doença. É só método.
Contas da descoberta da área dos milagres
Villas-Bôas Corrêa, repórter político - JB
Há plantas que pegam com facilidade e crescem com rapidez, como o eucalipto, e outras que exigem paciência e cuidado, como o jacarandá, que leva anos para encorpar, quando escapa das motosserras do nosso descaso pela preservação do meio ambiente.
Tal como candidaturas lançadas ao vento, na jogadas marotas para testar a reação popular e a receptividade das bases políticas.
Ora, e muito a propósito, está passando em branco, no silêncio dos governistas e no que parece o intencional mutismo da oposição, o virtual lançamento da candidatura da ministra Dilma Rousseff à sucessão do seu chefe, o presidente Lula, em manobra de transparente clareza e com todas as características de longa maturação e cuidadosa escolha da oportunidade e da montagem do cenário.
Pois no grande lance do seu segundo mandato, nem os recordes dos milhões de Bolsa Família de imediata resposta eleitoral, especialmente nos cantões de extrema miséria do Norte e do Nordeste, consegue igualar a repercussão e a ênfase do anúncio da descoberta da maior área de gás do país, cantada em prosa e verso e embalada na esperança da nossa entrada no primeiro mundo como um dos maiores exportadores de petróleo. E como nada se improvisa no jogo de cartas marcadas da sucessão, é evidente que o presidente Lula escolheu a dedo a data coincidente com a viagem ao Chile, quando se deliciou com o show do presidente Hugo Chávez no bate-boca real com o rei Juan Carlos, da Espanha.
De volta ao Brasil, baixou o entusiasmo para as cautelas tão raras na sua prosápia dos três improvisos de cada dia. No mesmo ruidoso espaço da euforia triunfante, um pesado silêncio finge ignorar o lançamento tático da candidatura da ministra Dilma para conter as rixas domésticas na inquieta e insaciável colméia do PT.
Na falta de informações confiáveis, resta a garimpagem no cascalho da verbiagem presidencial. E que nas segundas-feiras desperta no café matinal da mensagem pelo rádio. Lá e cá para equilibrar a gangorra, soltou o verbo no embalo do “nós estamos trabalhando com a certeza de que, logo, logo o Brasil também será independente na questão da produção do gás” com a meia-trava da precaução de chispas de bom senso: o logo, logo espicha no aviso que a extração vai demorar. E dá uma de Mangabeira Unger para prever uma espera de “pelo menos uns cinco ou seis anos, enquanto a Petrobras se prepara do ponto de vista tecnológico (sic) para chegar no petróleo que é quase 6 a 7 mil metros de profundidade”. O presidente informou-se e ensina como mestre-escola de primeiro ano: “Temos tecnologia para isso, a Petrobras tem possibilidade, agora isso precisa um pouco mais de estudo, de mais investimento em tecnologia, para que a gente possa fazer com que esse petróleo comece a gerar as riquezas que nós tanto precisamos”.
Contando nos dedos, mais cinco ou seis anos significa que o petróleo de uma das maiores reservas do mundo só estará disponível para consumo interno e exportação entre 2012 e 2014. Ou entre o meio e o fim do mandato do sucessor de Lula.
Uma curiosa teia de datas que estimulam a especulação a vadiar por infinitas hipóteses. Uma delas, a candidatura da ministra Dilma, se ela resistir à rede de intrigas que acompanhará os seus passos enquanto estiver no proscênio.
E - por que não? - o terceiro mandato do presidente, um bichano escondido com o rabinho de fora…
Prezado Reinaldo e turma do blog,
Há pouco mais de um ano, estive a trabalho na província de Chapare, na Bolívia, uma das trilhas da miséria por onde o porco fedorento fez turismo ecológico. O lugar é um emblema da malfadada mitologia guevariana: todos os moradores são pobres, mal-humorados e odeiam estrangeiros (a quem culpam de qualquer problema). Uma das leituras durante minha viagem foi o livro do sr. Anderson. Pelo pouco que conversei com a população local (com quem temos de falar a uma distância segura, pois os perdigotos saltam em nossa direção com um hálito temperado de folhas de coca e singani, a cachaça local), senti mais verdade na matéria da Veja do que no texto do sr. Anderson. Os que viveram à época narraram as verdadeiras ações revolucionárias de Che e sua gangue: estupros, saques às casas e bebedeiras às custas dos moradores e comerciantes. E Viva la revolución!
Fernando Ventura
Muito bom, Reinaldo !
Reinaldo -
Excelente sua análise do entrevero entre os jornalistas da VEJA e o escritor americano.
Você tem muita paciência.Como consolo eu citaria para você uma frase que há meio século aprendi com um grande professor de inglês (grande na cultura, grande na dimensão humana e grande … no tamanho físico!):
Where ignorance is bliss, ’tis folly to be wise
[ Thomas Gray]
Parabéns !
Um abraço .
Adoro ver a grossura dos petistas e utopistas de plantão. Duas opções: grossura escatológica/sexual ou ameaça de sangue/morte.
A turma não tem o menor senso de humor.
E escrevem mal (melhor: escrevem “MAU”) pra caramba.
hehehehe
Reinaldo, você uma vez mais fez um excelente trabalho de desmontagem de uma empulhação.
Esta gente esquerdopata (para utilizar sua expressão) não tem um mínimo de honestidade intelectual, que eles exigem dos outros.
Claro, quem não tem moral nem ética, não pode ter honestidade intelectual.
Por isso considero a frase final de seu post a mais brilhante:
Em qualquer dos casos e em qualquer dos tempos da história, as esquerdas têm um compromisso essencial com a morte. Por isso adoram os cadáveres de seus heróis, que, quando vivos, triunfaram sobre uma montanha de outros cadáveres anônimos. É a forma que nelas tomou o amor pelo “povo”.
Ô petralha das 9:19AM, você e sua turma entendem alguma coisa de imparcialidade? Quem são os “lambe-botas” desse tal de Che? Obviamente aqueles que não viveram em Cuba, mas que sofreram algum tipo de lavagem “celebral” igual à que o seu partido está tentando fazer com nosso incauto e ignorante povo. Não é à toa que vocês defendam tanto os nossos marginais, ter um assassino como ídolo só podia dar nisso.
Ora, já que vocês não conseguem aguentar as verdades, SUMAM DAQUI, Fidel adoraria recebê-los, quiçá o Bufão de Caracas poderia arrumar um lugarzinho para vocês nas filas dos supermercados.
Ah, conversem antes com o Sapo Barbudo, quem sabe ele dá uma carona em seu aviãozinho, pois pelas vias normais vocês não conseguirão chegar ao “paraíso”.
Sugiro a leitura da excelente biografia de Guevara, de Jorge Castañeda. O autor fez uma brilhante palestra no Ciclo Fronteiras do Pensamento, em Porto Alegre, este ano, e explicou algumas coisas interessantíssimas sobre o biografado, e as fontes às quais teve acesso. Meses mais tarde, Anderson também fez uma palestra, no mesmo local, e deselegantemente tentou desqualificar o trabalho de Castañeda. Anderson se acha o dono de Guevara, e não aceita que outros tenha visto e exposto ao público fatos e conclusões que ele não emitiu, ou o que é pior, que escondeu. Vale ler o isento livro de Jorge Castañeda
“Em qualquer dos casos e em qualquer dos tempos da história, as esquerdas têm um compromisso essencial com a morte”
Esta é a sintese mais brilhante e bem acabada que eu já li sobre as esquerdas. Parabéns, Reinaldo! Desta vez vc realmente se superou.
Reinaldo,
Ouví que o Frank Aguiar vai ser ministro da cultura.
Eleve o seu brado retumbante e impeça, por favor.
Mestre
Sob determinada ótica, a reclamação do tal Anderson até seria válida, não fossem os meios por ele utilizados para tornar público que ele discordava da matéria publicada pela Veja.
Tenho certeza que se o idiota americano tivesse usado dos meios éticos estabelecidos para casos de discordância entre colegas de profissão, a revista até lhe teria franqueado um espaço a título de direito de resposta.
Com a atitude toamda, demonstrou ser do tipo covarde….daquele que não assume o que escreve.
O Sr é um fanfarrão, Sr Anderson!
07! Passa uma carteirinha de filiado de honra do PT p/ o Sr Anderson!
Abraços, Reinaldo!
“Caro senhor Diogo Schelp,
Se alguém respeitado me tratasse assim eu me suicidaria.
Cordialmente
XXX”
Rei
A essa senhora faltaram dureza e ternura, mas sobraram sutilezas.
Quando o respeirabilíssimo Rei Juan Carlos mandou Chávez calar a boca diante do mundo, eu o vi encolher-se ao tamanho de uma ameba.
Será que a gentil senhora mandou uma e-mail para o caudilho?
Faço coro ao comentário do (da?) pedra, às 9:04 AM. Os esquerdiotas vivem satanizando os “malvados imperialistas americanos”, e aí um e-mail escrito por um “filho do tio Sam” já a deixa toda alvoroçada. Coerência não é o forte desta turma.
Reinaldo
Acho que os refugiados de Miami têm mais o que dizer sobre Cuba do que qualquer intelectual simpático a Fidel que mora em condomínio fechado de luxo.
É curioso achar a versão deles parcial. É como dizer que a versão do torturado sobre a tortura é parcial e que temos de ouvir o lado do torturador também.
Parabéns, Reinaldo. Vc como sempre é melhor do que outros. Os assinantes da revista Veja, além de ler esta revista,faz algumas “visitas” aos esquerdopatas. Mas, sabemos o que signfica viés.
Boa sorte.
João 10:10 O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir;
O biógrafo não deveria ter tornado público o endereço do email pessoal do editor da Veja. Fora isso, não vejo nada de antiético no caso. Ele apenas expressou sua opinião pessoal sobre a matéria, ora. A opinião dele é movida pela vaidade? Sim. É fundada na incapacidade de distinguir o criminoso e homem virtuoso? Sim. E é isso, como você bem fez, que se deve dizer. Reclamar que o sujeito enviou email ao seus amigos falando mal da reportagem e do repórter é bobagem. Eu, você e o mundo todo falamos mal, diariamente, de incontáveis pessoas e seus inúmeros trabalhos.
A reação histérica à desmistificação de um dos santos da igreja comunista - o Che- é, guardadas as proporções, a mesma do fanatismo religioso ante aos famosos “Versos Satânicos”. O marxismo - na origem,pretensamente uma “ciência” social -, à medida que, humilhado e vencido pela lógica e pelos fatos históricos, foi se tornando cada vez mais uma crença dogmática sustentada pelo fanatismo religioso de seus remanescentes fiéis.
Marx, que criticou o cristianismo e as crenças religiosas, irônica e involuntariamente apenas criou uma nova religião em substituição àquelas do cristianismo. Só que uma religião secular, sujeita, assim, ao contraste dos fatos e da realidade - aos quais não teve como resistir.
Diferentemente das verdades científicas - que precisam de fatos e comprovação de suas teses-, as crenças dogmáticas não sobrevivem sem o reforço imprescindível de ídolos, gurus, santos e salvadores da pátria.Neste sentido, desmistificar um ídolo religioso pode ser uma ofensa muito mais grave do que contestar o próprio dogma- pois este é, por definição, “indiscutível”. Deve ser por isso que se diz que “discutir com bêbados e fanáticos religiosos é perder tempo”.
Ora Bolas!
Nada mais natural do que um esquerdista se fazendo de coitado… faz parte do chavão.
Manda à *&% esse tinta vermelha.
Reinaldo, você deve ter lido na Folha de hoje (4a).
PROTESTO
Servidores da USP param por R$ 200 de aumento
DA REDAÇÃO
Os servidores da USP (Universidade de São Paulo) fizeram ontem uma paralisação por R$ 200 de aumento.
O protesto reuniu cerca de 400 pessoas à tarde, segundo o Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP), que organizou a paralisação.
Em reunião com o sindicato, a reitoria propôs reajuste salarial de 1,5% e um abono de R$ 400. Os funcionários recusaram e decidiram fazer outra paralisação hoje. À tarde, está prevista nova negociação.
Nas dez horas em que durou o protesto, pelo menos uma decisão recebeu apoio incondicional: o churrasco. Por volta das 16h, a fila alcançava quase 20 m em frente à churrasqueira improvisada nos fundos do prédio da reitoria da USP, local escolhido para o ato. Para passar o tempo, teve roda de samba regada a cerveja e baralho.
(ESTÊVÃO BERTONI)
Ê, beleza… e a “paralisação” (como diz o Zé Simão, tucanaram a vagabundagem!) continua hoje, para emendar com o feriadão até dia 20…
Tá provado! Sejam jornalistas, escritores ou simplesmente “cumpanheiros”, os esquerdistas não primam pela inteligência.
Tenho certeza que o tal anderson, não pretendia deixar vazar a introdução que ele escreveu à esquerdalha. Escapou!
Burrice. Ibecilidade. Tolice. Bobeira. Debilidade Mental. Nenhuma novidade, já que essas características são inerentes da esquerda.
Com sua explicações, ele ganhou a reverência e os aplausos da petralha. Grande merda! Dispenso.
Veja a pequenez e a idiotia da canalha - vivem xingando os americanos, mas basta um email de m… escrito por um gringo em inglês e já fica toda alvoroçada. É o espírito de colonizado, ignorante desta gente. Um dia eles aprenderão que este tal de Anderson como bom americano capitalista está p..da vida porque VEJA mostrou que seu livro é uma farsa e ele vai perder muita grana. Além do que uma revista brasileira se opondo a um todo-poderoso americano! O gringo ficou bravinho, bateu no ego e a canalha foi na onda…..
DO SITE DO CONJUR
Guerra das teles
Ex-diretor da Abin é acusado de favorecer empresa
O ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), delegado Mauro Marcelo, voltou a ser acusado de ter atuado em favor da Telecom Italia, em sua disputa com o Grupo Opportunity, do empresário Daniel Dantas, pelo controle da Brasil Telecom. Segundo o jornal Corriere della Sera, o ex-chefe de segurança da Telecom Italia, Giuliano Tavaroli, admitiu à polícia italiana que Marcelo era um aliado institucional de peso na guerra de espionagem das teles: “Sendo homem do presidente Lula, Marcelo nos garantiu seu apoio institucional, visto que Dantas era um inimigo do presidente”.
Ainda segundo o jornal, a empresa italiana recorreu ao chefe da Abin quando se tornou público que o Opportunity tinha contratado a empresa de investigação privada Kroll para espionar a Telecom Italia. Os dois grupos travavam então uma guerra de vida ou morte para assumir o controle da Brasil Telecom. Segundo Tavaroli, depois que estourou o esquema de espionagem da Kroll contra a Telecom Italia, foi Mauro Marcelo quem recomendou aos italianos a contratação do detetive particular Eloi Lacerda. Ainda segundo Tavaroli, Lacerda exigiu da Telecom Italia um pagamento de US$ 300 mil, com a alegação de que fora ele com suas informações que possibilitara à policia descobrir o esquema da Kroll.
Tavaroli, que identifica Marcelo como chefe da “polícia postal” antes de assumir a Abin (na verdade o delegado da polícia civil de São Paulo Mauro Marcelo foi chefe da primeira delegacia especializada em crimes cibernéticos do país), relata ainda que o contato com Marcelo era feito através do gerente-geral do grupo italiano para a América Latina, Marco Bonera, “de maneira absolutamente correta”.
Palestras na Itália
Ouvido pela Consultor Jurídico, o delegado Mauro Marcelo, que foi diretor-geral da Abin entre junho de 2004 e julho de 2005, admitiu que teve um encontro com Bonera no escritório da Pirelli para tratar de palestras que ele daria na Telecom Itália sobre sua especialidade. “Lembro que fui apresentado a alguns italianos que estavam com ele. Como não falo italiano, conversamos em inglês. Pode ser que o Tavaroli seja um deles.”
Marcelo diz que não poderia ter dado “apoio institucional” à Telecom Italia porque este encontro aconteceu dois ou três anos antes de ele ir para a direção da Abin. “Nem o Lula havia sido eleito ainda. É muito exercício de futurologia.” Marcelo confirma que seu único contato com a Telecom Italia voltou a acontecer em 2004, quando o convite para dar um curso na empresa foi renovado e aceito, meses antes de ser designado para a Abin.
Tradutora ameaçada
A mesma reportagem do Corriere sustenta que Luciane Araújo, a brasileira que confirmou para a Justiça italiana o esquema de espionagem ilegal montado pelo Telecom Italia no Brasil, denunciou à polícia que depois de prestar depoimento foi seguida e ameaçada por um desconhecido. A informação foi dada pelo juiz Giuseppe Gennari.
Em depoimento á polícia italiana nos dias 4 e 24 de outubro, Luciane confirma sua entrevista à Consultor Jurídico de que foi contratada por Mario Bernardini (que é tratado como Marco Bernardini pelo Corriere), ex-chefe de segurança da Telecom Italia, para fazer traduções das conversas telefônicas interceptadas ilegalmente no esquema de espionagem montado pela empresa contra o Opportunity e Daniel Dantas.
“A minha missão era unicamente a de traduzir CDs de áudio contendo interceptações telefônicas em português entre altos dirigentes da Brasil Telecom e Telecom Italia a respeito de operações de balanço falsificadas, informações pessoais de caráter privado, movimentações financeiras sobre eventuais empreitadas, identificação de testas-de-ferro”, declarou Luciane à polícia.
Leia a reportagem do Corriere della Sera
Telecom
Aparece testemunha sobre CD do Brsil com telef
Uhm, Rei…
Este método é conhecido! Aqui no Brasil, se faz muuuuuuuuuuuito! Deve existir alguma escolinha nas zisquerdas que ensine esse tipo de maracutaia, sabe?
Enfim, o “email” que o cara “mandou” não muda uma só linha da biografia (?!) do Porcão.
Tem coisas que nem a mente mais canalha consegue fazer.
Sobre a leitora que sugeriu suicídio, eu colocaria minhas barbas - se as tivesse- de molho, pois a gente sabe de muita gente que se meteu com “eles” que acabou “suicidado”, se é que vc me entende, rsssssssss.
Pô, Schelp, você não falou com o dono do Chê?!
Ele é esquerdista mas defende a propriedade privada da memória do Chê.
Dizem até que guarda num armário a verdadeira múmia de Lênin. É: aquela de Moscou é uma réplica.
Um retrato fiel de certo tipo de “intelectual” especialista em golpes baixos, adorando exibir-se para uma platéia de pacóvios. A tradução do texto em inglês é bem tati-bi-ta-ti. hehehehe
L.
Pessoal, não esqueçam de aderir à campanha por mim lançada neste blog. Trata-se da campanha “Petista também é gente”. Também conhecida como “luz na escuridão”. Ela consiste em presentear, neste natal, vizinhos e parentes petistas com o livro “Lula, minha anta”, do brilhante e belo Diogo Mainardi. É uma campanha que visa colocar alguma coisa de útil na cabeça de petistas. Sabem como é, se eles estiverem lendo, terão menos tempo para roubar. Na verdade é uma campanha de utilidade pública. O livro encontra-se nas melhores livrarias do país.
A tara da esquerda não é o CHE não.
A tara da esquerda é viver às custas do dinheiro público. A tara da esquerda é viver às custas do orelhudo que acorda 5 da manhã e volta 8 da noite do trabalho para casa.
Luck
tio rei, com certeza falta mais dureza a ela do que ternura hahahahahahahahahahahahahahahahha
Só quem não conviveu os cubanos quem vivem em Flórida admiram o ditador fidel castro e o assassino che guevara.
Conversem com algum dos meus amigos cubanos, perguntem a eles sobre o povo cubano, a fome a miséria que eles vivem.
Quando falam de Havana eles dizem, aquelas fotos lindas que você vê é somente onde o turista passa. Vá as cidades pequenas e você irá ver o que Cuba é realmente.
Mas como não há bem que sempre dure e mal que nunca acabe, como che que já foi para o inferno, fidel um dia também irá e o povo cubano poderá ter sua vida melhorada.
Acho Reinaldo que somente após a morte de fidel, saberemos realmente o que o povo cubano passou. O medo de fidel não irá mais existir e eles contarão a verdadeira história de Cuba e essas miseráveis décadas vividas sob a mão de ferro desse ditador nojento que, enquanto o povo passa fome, desfila com uniforme feito de seda.
Esse meigo anderson citado no seu texto me faz lembrar do ditado lá de Minas: quem se parece com o dono não foi roubado, é legítimo.
O que se poderia esperar de “jornalista” como ele??? è farinha do mesmo saco do martins, da cruvinel, mino biêti, zé desceu que hoje suja as páginas do JB, etc e tal.
Excelente texto, Reinaldo!
Por que não publicá-lo como um ensaio na Veja?
Detalha o tipo de pesquisa e estatura moral dos ‘eruditos’ esquerdopatas!
MATOU A PAU E MOSTROU A COBRA!
Ops!
Vídeo em inglês sobre o Porco Fedorento:
True story of Che Guevara (< --Link)
Em inglês apenas, sinto muito (não é minha culpa, realmente).
1h30 de duração. Aparece Jon Lee e mostra o estado patético de Che na Bolívia. Descreve também como Che ficou muito entusiasmado quando matou o primeiro ser humano.
PS: Vi esse filme há muito tempo. Talvez eu esteja enganado quanto ao conteúdo.
É… não é só no Brasil que existem imbecís… Esquerdista é esquerdista em qualquer parte do mundo. Como se traduz “pau neles!” em inglês?
Mensagem para o Jon Lee Anderson, para a senhora “xxx” e para toda a esquerdalha hidrófoba. A reportagem do Diogo Schelp, na Veja, sobre Che Guevara foi um serviço de utilidade pública. Ouvissem voces o que dizem, lessem voces o que escrevem, observassem voces o que fazem, perceberiam as pessoas (vou ser condescendente) doentes, moralmente anêmicas que são, cairiam de joelhos e agradeceriam a oportunidade de rever seus conceitos e comportamentos e procurariam dar um encaminhamento diferente às suas vidas, procurariam ser úteis, ser decentes, ser trabalhadores em vez de viver parasiticamente dos que trabalham e procurar destruir quem e o que voces percebem ser inifinitamente melhor do que tudo que defendem.
Reinaldo, Brilhante o seu texto. Sou remanescente da época “CHE”, mas como tive que trabalhar desde os 15 anos para ajudar a minha família, não me sobrou tempo para conhecer esse canalha com profundidade. Tal como os Beatles, que considero os pais da libertinagem, drogas etc., esse Porco Fedorento e seus seguidores não conseguiram fazer a minha cabeça, pois quem tem como ideal vencer na vida pelo trabalho não tem tempo para ficar correndo atrás de mitos. Você já viu a figura de seus sicários desde aquela época até os dias atuais?? Sujos, barbudos, mal-cheirosos, preguiçosos, mas contestadores daqueles que conquistaram seu espaço.
REi , todo esquerdista,comunista,revolucionario sao todos COVARDES.Falta vergonha intelectual.
Bando de covardes , igualzinhoi ao CHe: ” Nao me mate , nao me mate”….
Fazem tudo pelas costas. COVARDES.