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05/11/2009

às 4:33

Celso Amorim volta a criticar acordo Colômbia-EUA e vê risco para a Venezuela

Por Denise Chrispim Marin, no Estadão. Título meu. Comento rapidamente. Volto ao assunto nesta nesta quinta:

O governo brasileiro não duvida que o acordo militar entre a Colômbia e os EUA, firmado na sexta-feira em Bogotá, abrirá uma brecha para ataques à Venezuela e a outros países sul-americanos. A análise preliminar do texto reforçou a convicção do Itamaraty de que as garantias de que os países vizinhos não serão agredidos pelas forças colombianas e americanas são insuficientes. Também provocou surpresa a constatação de que, além do uso de sete bases aéreas da Colômbia, o acordo prevê que aviões militares americanos possam usar os sete aeroportos internacionais do país.

Ciente das cobranças de “transparência” que recebeu nos últimos meses dos países vizinhos, o governo colombiano permitiu o acesso ao texto integral do acordo, desde anteontem, no site do Ministério das Relações Exteriores. Mas, não enviou previamente o documento às chancelarias sul-americanas. O chanceler Celso Amorim obteve uma cópia ontem. O texto enfatiza a necessidade de fortalecer a relação estratégica de segurança entre EUA e Colômbia para ”enfrentar as ameaças comuns à paz, à estabilidade, à liberdade e à democracia”.

A mesma expressão está reproduzida entre os objetivos do acordo que, em princípio, deveria se ater à luta contra o narcotráfico e ao terrorismo. Para o Itamaraty, isso seria suficiente para justificar iniciativas conjuntas dos EUA e da Colômbia contra a Venezuela, que há anos converteu-se em inimigo de Bogotá.

Comento
O Megalonanico está em surto. Até parece que Chávez, sem estímulo, já não é risco suficiente. Estamos diante da mistura bisonha de antiamericanismo barato e prepotência.

Por Reinaldo Azevedo

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42 Comentários

  1. MARCELO

    -

    08/11/2009 às 15:29

    Pobre país que precisa dos USA para se “proteger”…

  2. Leonardo Trielli

    -

    05/11/2009 às 22:33

    Essa reação do gigante só serve para confirmar que até o governo brasileiro está ciente de que a Venezuela não é uma democracia! Pois, se “há democracia até demais na Venezuela”, como diz o (argh!) presidente, então qual o motivo da preocupação com o texto do acordo?!

  3. N67

    -

    05/11/2009 às 20:48

    Mas esse celso amorim é um perfeito idiota latino-americano. Imagina que os americanos precisam de bases na Colombia para atacarem a Venezuela ou qq outro país aki da América Latrina. Só a tal 4ª frota tem poder suficiente p/atacar e destruir os exércitos bolivarianos sem desembarcar um soldado. Pergunto a esse gigante da nossa diplomacia se a Venezuela pode fazer acordo militar c/a Rússia e o Iran…??

  4. jaau

    -

    05/11/2009 às 19:57

    Esta dificil aguentar tanta idiotice…, ainda falta um ano!

  5. C.R.

    -

    05/11/2009 às 19:17

    O medo de Amorim e seu governo é o mesmo medo de Chavez e não é pelo motivo anunciado.Os EUA não precisariam ter uma base na Colombia para invadir ou atacar a Venezuela. Tampouco para nos roubar o petróleo do pré-sal. Isso é falácia e agride os neurônios de quem os tem. O medo dessa gente, é de que a base dos EUA na Colombia, irá trabalhar para exterminar o narcotráfico das FARC, fonte de dinheiro de campanhas e maracutaias, da qual os companheiros se beneficiam.

  6. BASTIÃO

    -

    05/11/2009 às 16:16

    Gostei muito, o beiçola, infidel, megalonanico e o apedeuta estão com o… que não passa uma agulha. Narcotráfico sendo destroçado acabara com o financiamento do bolivarianismo, ou vc acha que essa gente tem escrupulos? São canalhas com certeza.

  7. Amauri

    -

    05/11/2009 às 14:38

    Celso Amorim, não passa de um burocrata insignificante e sem nenhum resquício de pragmatismo. Se trabalhasse em uma empresa privada estaria encostado em alguma mesinha em qualquer canto.
    Infelizmente encontra eco na esculhambação que virou nossa política externa.
    Em tempo: meus respeitos e considerações aos burocratas que nos levam aos resultados práticos.

  8. TITO

    -

    05/11/2009 às 13:49

    Reinaldo,
    Com a sua licença e dos leitores, corrijo o post de 5,2009 às 11:50m, onde equivocadamente foi dito “uso das bases venezuelanas…”, leia-se “bases colombianas” !!!
    Grato

  9. Avan Deginoir

    -

    05/11/2009 às 13:31

    2010 que não chega logo!!

  10. Lucas

    -

    05/11/2009 às 12:54

    A Colômbia tá certa… tem mais é q se proteger daquele país doente q faz fronteira com seu país… E se proteger de outros malucos q estão nesse continente… Depois q fiquei sabendo q o Beiçola mandou a galera ir ao banheiro de madrugada com lanterna eu definitivamente não espero mais nada da América Latrina

  11. beto

    -

    05/11/2009 às 12:53

    Reinaldo,

    Tomara que esses desgraçados continuem a pressionar o Uribe, quem sabe assim ele abra, os arquivos de Raul Reyes onde estão as provas da ligação do PT com as farc.

    A mascara dessa gente imunda tem que cair!! O Brasil precisa saber a verdade!!

  12. Vanderlei Simionatto

    -

    05/11/2009 às 12:38

    Vamos lá, gigante. Vamos reduzir a Colômbia a escombros. Use os Rafales. Que seja um ataque rápido e eficiente. Depois nos retiramos e deixamos a FARC assumir o poder. Eliminamos as fronteiras e assim, junto com Bolívia, Equador, Venezuela e lógico, a Colômbia, fundamos a República Bolivariana. Vai ser a paz absoluta. Todos com vale comida, vale transporte, vale energia, vale água, vale funeral e… finalmente, o vale pó. Afinal, os “pequenos traficantes” precisam ter a sua rendinha, né.
    Deixa o Reinaldo falando. Queremos ação. Convocação já. Todos aos quartéis.

  13. BETHS

    -

    05/11/2009 às 12:28

    Interessante como o megalonanico sempre desperta em mim os piores instintos! Vade retro!!!

  14. Gatusso

    -

    05/11/2009 às 11:58

    Para nois, colombianos, importa um soberano cominho o que o anao brasileiro mais conhecido como “megalonanico” pense, critique ou opine… Pode guardar suas opiniaos no bolsillo traseiro!… E que fique bem claro para esse ministrinho que os colombianos amamos ao Brasil mas repudiamos esse governo actual que se ajoelha diante de dictadores e anda de “pipi cogido” com terroristas, repressores e vagabundos comunistoides!. Eu sei que os brasileiros tem claro que a Colômbia nao tem nada em contra deles e que sao bem-vindos a este pais maravilhoso do qual nos orgulhamos e que jamais atentaremos contra a soberanía do grande Brasil.

  15. TITO

    -

    05/11/2009 às 11:53

    Nunca antes nesse país uma instituição como Itamaraty foi tão vilipendiada no cenário internacional como no lulo-petismo.
    Quando se imagina que o repertório de bobagens amenizou, lá vem outra mais idiota ainda.
    Agora a preocupação é pelo uso das bases venezuelanas pelos americanos, que a décadas são obrigado a investir contra o narcotráfico comandado pelas FARC.É claro que cocoroco bolivariano que fornece armamento e permite o uso do território venezuelano para esses fascínoras é o maior preocupado, sem esquecer o filhote do Correa que já sentiu o que pode acontecer com o uso de práticas assemelhadas.

  16. naldig

    -

    05/11/2009 às 11:44

    Que coisa ruim que eu achei boa! O Megalonanico esta P da vida. O Chávez esta com a pulga atrás da orelha! Macho si, pero no mucho!
    Bem vindas as bases norte-americanas! Os candidatos a ditadores vão pensar duas vezes, antes de qualquer aventura!

  17. Mário Soares - Portugal

    -

    05/11/2009 às 11:06

    Como eu escreví em outro post, o Bufão de Caracas vai precisar de uma guerra para desviar a atenção da desgraça que assola a Venezuela sob o bolivarianismo irresponsável e esquerdopata. E o nosso animalzinho antevê a derrota e coloca a sua preocupação idiota, de latrina. Quanto nº2 Reinaldo!

  18. Mário Soares - Portugal

    -

    05/11/2009 às 11:02

    Mandemos o animalzinho para Honduras.

  19. Indignado

    -

    05/11/2009 às 11:01

    Prezado Reinaldo:
    O que as autoridades brasileiras não dizem quando atacam o acordo EUA-Colômbia é que a utilização das bases colombianas se insere na chamada Política de Interdição às Drogas, em vigor desde o governo Clinton. E que o Brasil coopera desde 1997 com essa política, mantendo representantes no centro de coordenação das operações, localizado em Key West, Flórida.Além do mais, os EUA possuem mobilidade militar para atuarem no Iraque e no Afeganistão ao mesmo tempo. Não precisam, necessariamente, manter “bases” na Colômbia se quiserem atacar a Venezuela.E por que o fariam? Afinal o petróleo de Chávez continua abastecendo as refinarias da Citgo em solo estadunidense.

  20. rei do terreiro

    -

    05/11/2009 às 10:59

    querem levantar a bandeira caída de chaves.
    e a imbecilidade quer tornar-se contagiante,vide o megalonanico tentando “levantar” chaves (e devolver o fel lhe imposto guela abaixo ,pelo pançudo, no caso de honduras onde amorim fez papel de otário.
    até imagino:”vamos companheirinho,vamos,levanta-te,toma um banhinho,no escuro,que tudo passa;mas sem cantar,porque fica mais caro e as nossas empreiteiras ainda não chegaram.
    AVANTE IRMÃO E LÍDER,honduras já era;bem que tentamos!!
    VAMOS VOLTAR PRA COLÔMBIA.
    A COISA LÁ AINDA PODE DAR UM CALDO!!”

  21. Yara Chiara

    -

    05/11/2009 às 10:52

    Será que o receio de Amorim vem do fato de que o governo não é nada transparente na sua aliança com as FARC? Por que o Brasil pode ter acordos até com ditaduras - Venezuela, Cuba, etc. - e um grupo terrorista, mas a Colômbia não pode sequer se aliar a um país democrático para debelar aquilo que o Brasil se recusa a combater: o tráfico de drogas?

    Foi o Brasil que criou risco de guerra civil atropelando as convenções internacionais e hospedando - ou internando… - um agitador político na representação diplomática. O Brasil fez isso à revelia da soberania de Honduras e com o apoio de uma ditadura consumada: o regime chavista.

    Perigo para a democracia é o Brasil desse Itamaraty.

  22. jandir

    -

    05/11/2009 às 10:44

    Reinaldo,
    dia desses eu li um artigo dizendo que bastaria um porta-aviões da marinha americana para botar o Chavez pra correr. Poderia confirmar este artigo pra mim. O Megalonanico faz tempo que surtou.

  23. Rods

    -

    05/11/2009 às 10:43

    REI.

    COMO OS COMUNISTAS, NUNCA - REPITO, NUNCA - CUMPREM SUAS “PALAVRAS”, AINDA MAIS DO QUILATE DO MEGALONANICO, ELES ACHAM QUE OS OUTROS FARÃO O MESMO.

    QUANTA AUTORIDADE MORAL TÊM ESSES SUJEITOS NÃO!!!!

    Rods

  24. Rodrigo R.

    -

    05/11/2009 às 10:25

    Garantias insuficientes? O que esse paspalho quer? Daqui a pouco ele exigirá que o governo colombiano deposite seus armamentos em juízo como “garantia suficiente”. Uma banana, macaco!

  25. JÔ ESCORREGA

    -

    05/11/2009 às 10:22

    É mais que um surto, trata-se de uma Irrupção psicótica, sem chance de cura, deverá ser internado em Cuba e ler os discurssos de Fidel, apenas vamos abrandar a patologia… Valha-me Senhor!

  26. psin

    -

    05/11/2009 às 10:13

    Talvez os EUA pretenda ajudar a Colombia a reconquistar os antigos territorios da GRAN_COLOMBIA, isso talvez fizesse bem aos venezuelanos e equatorianos. Se isso ocorresse nós poderiamos vender a eles o nosso território nas margens esquerda do rio amazonas, aquilo é só problema, e dariamos de troco um certo senador do amapa e outro de roraima.

  27. Homem do Porrete

    -

    05/11/2009 às 10:08

    CELSO AMORIM ME LEMBRA O CHAPOLIM COLORADO.

  28. Rodesiludido

    -

    05/11/2009 às 9:45

    Caso os americanos estivessem realmente interessados em destruir o socialismo na América Latina pela fôrça, já teria usado a base de Guantanamo como “cabeça de ponte” e não obstante a valentia da “dinastia Castro”, teriam acabado com a “festa” na ilha há muito tempo.
    Os americanos costumam perder batalhas, quando ficam “em cima do muro” e lutam desmotivados, mas quando é para “valer” é um dos povos mais aguerridos no campo de batalha, que o diga quem conhece a história das batalhas no Teatro de Operações do Pacífico, durante a Segunda Guerra Mundial.

  29. Hugo Fittipaldi

    -

    05/11/2009 às 9:31

    Mas o Amorim tem razão em estar preocupado com ataques à Venezuela e países vizinhos: “enfrentar as ameaças comuns à paz, à estabilidade, à liberdade e à democracia”. Essas não são exatamente características desses países né?

  30. Rodesiludido

    -

    05/11/2009 às 9:17

    Uma internauta chinesa (durante o episódio dos misseis e armas nucleares) me enviou uma mensagem, dizendo que não se conformava com a disposição suicida do povo coreano (sul) e que a a Coréia do Norte estava desenvolvendo aqueles dispositivos apenas para se defender, bem doutrinada a menina.Respondi que não acreditava que a Coréia do Sul atacaria a do norte e que todos os governos deveriam se unir para evitar a proliferação de armas nucleares, não recebi resposta.
    A mesma coisa penso sobre o caso da colaboração EUA/Colombia, com duas guerras em andamento, seria muito mais sacrifício para o povo americano, Obama abrir mais uma frente de batalha, “quem mal faz , mal pensa”.

  31. Siqueira

    -

    05/11/2009 às 9:10

    Ontem foi divulgado um artigo do tirano cubano, Fidel Castro, demonizando o acordo militar entre a Colômbia e os Estados Unidos, logo em seguida Chávez e Celso Amorim “denunciam o perigo” que corre a Venezuela diante das bases conjuntas instaladas no país vizinho. Qualquer observador que analise a região e não esteja a soldo do bolivarianismo, ou não seja aliado ideologicamente a Cuba, terá como conclusão óbvia, de que o perigo não são a Colômbia ou as bases conjuntas, mas o armamentismo chavista que acompanha seu delirante projeto intervencionista que pretende instalar governos esquerdistas fantoches nos países cuja democracia é frágil.

    A preocupação megalonanica não decorre de qualquer perigo para a paz da região em virtude do acordo, mas de uma aliança militar que interfere nos planos belicistas de Chávez para o domínio total da América Latina pelo Foro de São Paulo. As bases são apenas uma continuidade da antiga cooperação americana contra o terrorismo e o narcotráfico, acontece que Chávez e seus aliados já tentaram dar o status de “força beligerante” para os narcoterroristas, ou ainda, como queria Marco Aurélio Garcia, estabelecer um diálogo entre o governo constitucional e os bandidos. Nenhuma das duas propostas indecentes de neutralização da vitoriosa estratégia bélica contra as Farc prosperou graças à firmeza de Uribe.

    Por outro lado, a situação econômica e política na Venezuela está crescentemente contra Chávez pela exaustão da população diante do fracasso do tal socialismo do século XXI. A saída para o ditador será aprofundar a ditadura e a diplomacia nanica terá que azeitar seu arsenal de sofismas e desinformações para continuar a apoiá-lo. Top, top, nanicos!

  32. Achmed

    -

    05/11/2009 às 9:09

    Como se Barack Obanana fosse capaz de desengessar aquele sorriso para tomar alguma atitude séria !!!!!!

  33. Cris

    -

    05/11/2009 às 8:28

    Eu chamaria de CAGAÇO, Rei. Pois é óbvio que se Chavez puser as manguinhas de fora com a Colômbia, tende a levar a pior.
    Amorim MORRE DE MEDO dos americanos.
    Outra coisa: com a presença deles, fica mais difícial Chavez inventar mentiras sobre a Colombia. Afinal, há testemunhas presentes.

  34. Henattan

    -

    05/11/2009 às 8:16

    Alguém que pensa assim só o faz porque acha verossimilhante para ele. Ou seja, uma Venezuela que faz acordo militar com a Rússia algum dia já deve ter flertado com a idéia de atacar países vizinhos.

  35. Johnny

    -

    05/11/2009 às 8:10

    Até parece que os EUA, se quiserem mesmo atacar e invadir a Venezuela, precisariam das bases colombianas para suas operações. Bastaria estacionar um porta aviões no Pacífico, ainda em águas internacionais.

    Esse megalonanico consegue se superar dia após dia. Nenhuma gafe ou sandice lhe parece suficiente. No dia seguinte ele tem de fazer outra pior.

    Johnny

  36. Mariazinha

    -

    05/11/2009 às 7:53

    Mandem o Amorim morar com o Zelaya na rebaixada do Brasil em Honduras, que sujeitinho ridículo!

  37. P Faustini

    -

    05/11/2009 às 7:37

    Os EUA vão dar tanta importancia a opinião do Brasil neste caso quanto deram na questão Hondurenha.

  38. Sharp Random

    -

    05/11/2009 às 7:05

    Os russos alteraram suas leis para deslocar tropas sem os entraves atuais a título de proteger nações amigas…

  39. Marcus Meyer

    -

    05/11/2009 às 7:02

    Mas é evidente que há um grande risco para Hugo Chaves. O petróleo já não está dando tanto lucro, então a aposta era o narcotráfico. Mas com a queda de Zelaya, as rotas ficaram mais perigosas e caras. E, se na Colômbia os EUA ajudarem a acabar com a produção quem vai fornecer a droga para financiar o bolivarianismo dessa gente?

  40. Flavio P.

    -

    05/11/2009 às 6:17

    Risco suficiente? Chavez ponto-e-virgula! É Chavez e Putin, ponto…

  41. Anônimo

    -

    05/11/2009 às 5:35

    Os bolivarianos não transigem um milímetro para obtenção de um acordo e, logo, não querem acordo nenhum, só querem mesmo é o “cumpanheiro” deles de volta ao trono e ponto final.

    Novamente aparece esse Amorim, o Megalonanico, atrasado e tentando ver se recupera o leite derramado.

    É como você muito bem apontou, Reinaldo, não leu a constituição hondurenha nem o acordo que assinaram e também parece o pior, ou seja, leu e não entendeu.

    Será que o Amorim tem problemas em entender o Espanhol?


 

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