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08/03/2010

às 20:44

ASSIM NÃO, MIRIAM LEITÃO!

A jornalista de economia Miriam Leitão é um dos alvos costumeiros do subjornalismo a soldo que toma conta da Internet. Mais de uma vez, sua reputação profissional foi atacada de maneira vil pelos tontons-maCUTs, especialmente nos tempos em que ela ficou praticamente sozinha na defesa da sobrevalorização cambial. À época, eu achava que ela estava equivocada — o que ficou claramente evidenciado. Mas nunca considerei que fosse má fé. Às vezes, as pessoas erram.

Seu prestígio profissional, felizmente, sobreviveu a um erro histórico. Sinal de que ela tinha e tem qualidades que podem suportar uma escolha errada. Quando se erra de boa-fé, sempre há a chance para corrigir as falhas. Miriam, é verdade, nos tempos da sobrevalorização cambial, não abria muito espaço para o contraditório. Havia sempre a sugestão nada leve de que os que se opunham à sua teoria gostavam mesmo era de farra, de inflação, de gastança.

Compreendo. Há pessoas que têm esse temperamento, vamos dizer, obsessivo. Quando abraçam uma causa, consideram que o contraditório significa uma aposta na barbárie. Sentem-se, assim, donas da civilização, do moderno, do progresso.

Miriam tem, no momento, duas “sobrevalorizações cambiais”: o aquecimento global e o suposto racismo no Brasil. A simples sugestão de que as coisas possam não ser como diz a militância basta para que os “adversários” sejam lançados à condição de obscurantistas, de reacionários, de inimigos do progresso e da civilização.

Sua coluna no Globo, reproduzida em seu blog, sobre a fala do senador Demóstenes Torres é um primor de preconceito, grosseria e, lamento dizer, confusão conceitual e histórica. Não vou me ater à sua leitura do racismo etc e tal porque repetiria argumentos. Quero me fixar na segunda metade do artigo. Ela vai em vermelho; eu, em azul:

No Brasil, o esforço focado nos negros é chamado de discriminação. E os brancos pobres? Perguntam. Eles estão também nas ações afirmativas, e nas cotas, mas o curioso é que só se lembre dos brancos pobres no momento em que se fala em alguma política favorável a pretos e pardos.
Miriam Leitão faz de conta que ela respondeu a questão que ela mesma se fez. Mas não respondeu. Recoloco a pergunta: “E os brancos pobres?” Ainda que fosse verdade que só se lembraram deles agora, a questão continua sem resposta. E é mentira que as coisas pararam por aí: muitos defendem — NÃO É O MEU CASO, DEIXO CLARO — cotas sociais nas universidades. Não é o meu caso porque acho que o problema está na qualidade dos ensinos fundamental e médio.

É temporada da coleção de argumentos velhos que reaparecem para evitar que o Brasil faça o que sugeriu Joaquim Nabuco, morto há 100 anos, em frase memorável: “Não basta acabar com a escravidão. É preciso destruir sua obra.”
Máxima vênia, o Nabuco de Miriam Leitão tem a mesma profundidade do Gilberto Freyre de Aiatoéllio Gaspari. A frase pinçada inverte o sinal da obra do abolicionista pernambucano. Ele pensava numa nação integrada, não num país que subtraísse direitos de alguns pobres porque brancos para dar a outros pobres porque negros. É essa imoralidade básica que Miriam Leitão e os defensores das cotas se negam a debater.

Diante de qualquer proposta para reduzir as desigualdades raciais, principal obra da escravidão, aparece alguém para declamar: “Todos são iguais perante a lei.” E são. Mas o tratamento diferenciado aos discriminados existe exatamente para igualar oportunidades e garantir o princípio constitucional.
O argumento é tristemente falacioso. Isso não poderia ser feito subtraindo um direito universal. E o direito de um estudante — branco, pobre, preto, rico ou pobre — ter acesso à universidade segundo o critério do desempenho está assegurado pela Constituição. Miriam está confundindo as bolas. O negro não pode ser tratado como um portador de necessidades especiais. Aliás, eis um bom exemplo: cada vez mais, com acerto, os locais públicos se caracterizam pela chamada “acessibilidade”: as pessoas com deficiências merecem um tratamento desigual para que possam ter direitos iguais. CORRETÍSSIMO. Mas os direitos dos outros continuam intocados. Ademais, esquece-se o que está em debate: na UnB, um branco pobre pode ser preterido em benefício de um negro rico. Isso é um fato. O sistema é tão estúpido que aprovou um dos gêmeos no regime de cotas e rejeitou o outro. O Brasil precisa cuidar é de fazer com que a universidade pública, especialmente nos cursos de alta performance, não seja monopólio dos ricos.

O senador Demóstenes foi ao Supremo Tribunal Federal com um argumento extremado: o de que os escravos foram corresponsáveis pela escravidão.
É mentira, Miriam Leitão! Sua afirmação é tão mentirosa quanto aqueles que afirmavam que você defendia a sobrevalorização cambial porque tinha interesses escusos no sistema. O senador Demóstenes não afirmou isso. Ao transcrever a sua [dele] fala, você mesma prova que não.

“Todos nós sabemos que a África subsaariana forneceu escravos para o mundo antigo, para a Europa. Não deveriam ter chegado na condição de escravos, mas chegaram. Até o princípio do século XX, o escravo era o principal item de exportação da pauta econômica africana.”
Estude mais e se indigne menos. É história. E isso não faz os escravos co-responsáveis pela escravidão.

Pela tese do senador, eles exportaram, o Brasil importou. Simples. Aonde o crime? Tratava-se apenas de pauta de comércio exterior. Por ele, o fato de ter havido escravos na África; conflitos entre tribos; tribos que capturavam outras para entregar aos traficantes, e tudo o mais, que sabemos, sobre a história africana, isenta de culpa os escravizadores.
Quem disse que isenta? Isso é só um relato do que foi a história da África e do que foi a história da América e da Europa. Quem está fazendo a leitura moral é você, não Demóstenes.

Trazido a valor presente, se algumas mulheres são vítimas de violência dos maridos, isso autoriza todos a agredi-las.
A afirmação é de uma estupidez ímpar. Como Miriam Leitão saltou de uma coisa para chegar à outra é um desses mistérios típicos de uma mente militante, que submete o pensamento ao filtro do ódio. Nesse estágio, ela já parou de pensar.

Ou se há no Brasil casos de trabalho escravo e degradante, isso permite aos outros povos que façam o mesmo conosco. Qual o crime? Se brasileiros levam outros brasileiros para áreas distantes e, com armas e falsas dívidas, os fazem trabalhar sem direitos, qualquer povo pode escravizar os brasileiros.
Desculpe a palavrinha dura, mas o nome disso é vigarice intelectual. Assim seria se Demóstenes tivesse LEMBRADO FATOS HISTÓRICOS para justificar a escravidão. Mas ele não fez isso. Essa é a mentira que vocês, militantes, inventaram.

O senador Demóstenes é um famoso sem noção e com ele não vale a pena gastar munição e argumentos. Que ele fique com sua pobreza de espírito.
Bem, aqui Miriam Leitão revela toda a qualidade do seu argumento. Não podendo contestar o senador, diz que é melhor “não gastar munição”. Bela maneira de debater! Basta desqualificá-lo, e tudo está resolvido. Quais são os outros episódios em que Demóstenes se mostrou um “famoso sem-noção”? Em que mais, a seu juízo, ele está errado? Desde quando a história real, vivida, documentada, é evidência de “pobreza de espírito?”

O que me incomoda é a incapacidade reiterada que vejo em tantos brasileiros de se dar conta do crime hediondo, do genocídio que foi a escravidão brasileira.
Há uma boa possibilidade de que Miriam Leitão não saiba o que é “genocídio”. Até como metáfora ou hipérbole, a palavra é ruim. Por maus motivos do ponto de vista moral, mas atendendo a um sentido econômico, senhora repórter e colunista de economia, fosse a cor de pele sinônimo de raça, a economia colonial não incentivou o genocídio, mas a multiplicação de negros. Era capital. O fato de praticamente a metade dos brasileiros ser mestiça indica a facilidade com que, depois, a miscigenação aconteceu. Quando ela decidir se reunir com Aiatoélio Gasparti para ler Casa Grande & Senzala, vai descobrir, inclusive, que o negro foi o elemento mais, digamos, hígido da formação do povo brasileiro. A tese do genocídio é parente da tese do “estupro original”, e ambas são manifestações da ignorância militante. Miriam Leitão escreve sobre economia. Espera-se dela um aporte racional. O que afirma acima tem muito de fígado e nada de cérebro.

Não creio que as ações afirmativas sejam o acerto com esse passado. Não há acerto possível com um passado tão abjeto e repulsivo, mas feliz é a Nação que reconhece a marca dos erros em sua história e trabalha para construir um futuro novo. Feliz a Nação que tem, entre seus fundadores, um Joaquim Nabuco, que nos aconselha a destruir a obra da escravidão.
Ah, as ações afirmativas não são o acerto com o passado? E como é que se faz esse acerto, então? Agora Miriam Leitão decidiu que não está nem de um lado nem de outro: está ACIMA do debate. É um bom lugar para ficar desde que se diga por quê e com quais elementos. Eu também não acho que as ações afirmativas sejam o acerto com esse passado; eu também acho que é preciso reconhecer os erros — só não sei, e nem ela sabe, o que é exatamente “a nação” culpada. Eu acho que essa culpa não está no branco pobre preterido na universidade porque não tem a cor considerada influente pelos ongueiros e pela Fundação Ford.

Quanto a passados abjetos e repulsivos, vamos ver. Miriam Leitão diria o mesmo sobre os povos africanos que escravizaram povos africanos? Gana, por exemplo, tem “acerto possível” com seu passado repulsivo? E a Europa? E os Estados Unidos? E o Brasil?

Alô, Miriam Leitão, responda-me: ONDE É QUE SE ESCONDE A TRIBO DOS HOMENS INOCENTES? Eu lhe respondo: na imaginação de alguns europeus apostaram no bom selvagem nas Américas. Até que chegaram aqui e descobriram que os bons selvagens comiam Sardinha. Eu estou me referindo, Miriam, ao Bispo Sardinha!

Miriam Leitão é uma competente jornalista de economia. Até quando ela erra, sempre o faz com muito estilo. O melhor elogio que lhe posso fazer é este: às vezes, prefiro ela errando a outros acertando. Por isso, quero impedir que ela se torne, sei lá, uma espécie de romântica desacorçoada. Há, sim, Miriam, forma de a gente se acertar com o passado abjeto: construindo uma sociedade democrática, onde todos sejam iguais perante a lei e onde vigore o estado de direito.

Onde quer que esse modelo tenha sido aplicado, acredite, os resultados foram excelentes. Já os que tentaram outro caminho — e tanto você como eu acreditamos nele um dia — só produziram injustiças e uma montanha de cadáveres.

Desculpe-se com o senador Demóstenes, Miriam. E não se desespere. A civilização tem futuro!

Por Reinaldo Azevedo

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247 Comentários

  1. Falke

    -

    24/11/2013 às 23:27

    Ela diz que “o curioso é que só se lembre dos brancos pobres no momento em que se fala em alguma política favorável a pretos e pardos”.

    Ora, mas se os “brancos pobres” fossem lembrados num outro contexto estaríamos incorrendo no mesmo erro que condenamos nos cotistas: o racismo (que, neste caso, seria em prol dos brancos).

    É apenas no momento da denúncia desta política racista de cotas é que faz sentido a pergunta: “E os brancos pobres?” Não teria nenhum sentido se lembrar dos “brancos pobres” em outros momentos; pois nos outros momentos só haveria sentido em falar em “pobres”, e não “brancos pobres” ou “pretos pobres”.

    Se a expressão “branco pobre” vem à baila é só porque foi este segmento da população que foi violentado pela ação deletéria da política racista de cotas. Onde não há racismo, não se fala em “brancos pobres” ou “pretos pobres”, e sim em “pobre”. Mas, uma vez que o racismo é criado à força pela política de cotas, cabe denunciá-la fazendo alusão ao segmento que ficou de fora dos privilégios da política de cotas: “E os pobres brancos?”

    A função da pergunta (“E os brancos pobres?”) é a de destacar a assimetria moral desta política injusta e hipócrita — que despe um santo para vestir um outro.

    Como não se lembrar dos “brancos pobres” neste momento quando a política de cotas é implementada precisamente em detrimento deles?! O que há de curioso ou supreendente nesta lembrança?!

    Isto me lembra um epigrama atribuído a Lessing:

    Sagt Hänschen Schlau zu Vetter Fritz:
    “Wie kommt es, Vetter Fritzen,
    Dass grad’ die Reichsten in der Welt,
    Das meiste Geld besitzen?”

    Ou seja,

    Pergunta Joãozinho Esperto ao Primo Fritz:
    Por que será, Primo Fritz,
    Que exatamente os mais ricos no mundo
    Possuem a maior quantidade de dinheiro?

  2. Livia

    -

    06/11/2013 às 15:02

    ReinaldoXXXXXXX na cascuda!

  3. B

    -

    04/11/2013 às 13:31

    Genial, o artigo. Concordo com tudo, menos que “Miriam Leitão é uma competente jornalista de economia”. Já li ela escrever cada asneira, que dá dó…
    Mas é uma luta inglória… convencer esquerdistas — que já tiveram seus cérebros “lavados” — com argumentos é perda de tempo.

  4. angela maria chagas

    -

    15/04/2012 às 2:06

    1º p/ o jornalista da veja;na minha hermenêutica a Miriam ñ está fazendo defesa dos negros em detrimento aos brancos ,e sim colocando,a partida de ambas etnias no mesmo princípio/ínicio. O sr.deve ler os 1ºliv.de hist.do “brasil”,os 1ºq.estão lá tras das parteleiras das bibliotecas,cheios de pó,com dificel acesso,leia-os.
    E publique,hoje,sua opinião sobre “demostenes t”orres.15.04.12

  5. Heleno Freire

    -

    10/12/2011 às 21:57

    Muit o b em J ose K arl, conc o rdo com vc. O Sr Rei naldo tem razão todos tem direi to a errar, mui tos treinado res de futebol erraram. Pois é; tem mu ita gente comentando futebol e economia, o Brasil é repleto de técnicos e econ omi stas, p elo que eu já ouvi dessa sen hora, ela erra todas. Al i ´as parece que ela torce c on tra. Ou então o s economistas a quém ela sempre con sulta, são t ão i ncap aci tados quanto ela eu não aguento ouvi-la.At´e parece que ela é ameri cana.

  6. Josef Karl

    -

    08/09/2011 às 23:48

    A ignorância no Brasil é endêmica. Só num país com formação técnica e humanística baixíssima Míriam Leitão seria considerada analista de qualquer coisa que seja. Não vou falar de economia… É muito vergonhoso… Gostaria que os pouco esclarecidos defensores dessa senhora lessem, apenas por uma semana, notícias do Financial Times e comparassem com os comentários proferidos por essa senhora… É um disparate o que essa mulher faz com pessoas mais humildes e menos esclarecidas, enganando diuturnamente leitores/ouvintes/telespectadores incautos.

  7. Roberta

    -

    06/04/2011 às 10:57

    Bom dia!
    Gostaria de sugerir alguma reportagem sobre a tecnologia utilizada nas hidrelétricas no Brasil, já que essas utilizam sistemas desatualizados, portanto seria muito mais barato aprimorar o que já existe no Brasil em vez investir bilhões no Rio Xingu e impactar amplamente o meio ambiente da região. Temos que começar a pensar uma solução para esse dilema. Atenciosamente, Roberta.

  8. Fernando Fonseca

    -

    23/11/2010 às 15:13

    Reinaldo e Miriam Leitão “discutindo” cotas.!!??

    Será que … 2012 …

    Bem pelo menos era uma solução a curto prazo.

  9. Areta

    -

    23/09/2010 às 23:44

    concordo com você reinaldo. talvez a senhora Leitão esteja se deixando levar por sua magnânima intelectualidade destruidora de candidadtos à presidência, e mostarando sua verdadeira identidade em comentários de falso cunho analítico, mas, em essência, preconceituosos e irresponsáveis.
    E tudo o que ela diz, é para atacar a atuação do senador Dermóstenes Torres, um dos mais atuantes do Brasil, no que diz respeito à defesa dos direitos dos brasileiros. Será que a sra. Leitão acaso acompanha atuação dele na página do Senado???

    Miriam… Volte em casa e tenha mais umas cinco aulas de boas maneiras, sabe, aquelas que as mães ensinam aos filhos quando são pequenos. Talvez assim seus comentários tão brilhantes, possam ganhar, também, o lustro da cortesia e da razoabilidade.

    Senhor Demóstenes: Esqueça a Miriam. O que o sr fez pelos brasileiros foi bem mais que esta senhora fará em toda sua vida de economista trituradora de candidatos, senadores, e beneficiários de cotas.

  10. Jose L T F

    -

    15/07/2010 às 23:28

    Concordo com o sr. A sra Míriam deveria ater-se ao tema que ela domina, com algumas pequenas ajudas, quais sejam: Boletim Focus ( = apostadores apostando na própria aposta ) ; “economistas”(?) do mercado(?); ex diretores do Banco Central ou ex ministros de fazenda ( Maílsons et caterva ), hoje muito bem instalados em escritórios bonitos de “análises de conjunturas econômicas”. Por que cobrar de um papagaio outra vista que não a da gaiola?

  11. Águia12

    -

    10/06/2010 às 11:03

    Então, Reinaldo! Será que ninguém percebe a manobra da Nova Ordem Mundial? Tirando a internet (por enquanto) todos os grandes meios de comunicação do mundo já estão comprados por aqueles que querem fazer de nós (povos – não importando se branco, preto, amarelo, indios) escravos. Porque os grandes comentaristas não falam do que está havendo no Iraque e no Golfo agora todos morrendo e tendo filhos monstros, contaminados por urânio empobrecido lançado pelos americanos? Porque não denunciam toda a estratégia já pronta para destruir o Irã? Por que não fazem nenhuma alusão à Nova Ordem Mundial cujo objetivo é tirar a soberania de todos os países … (continua)

  12. Carlos Roberto

    -

    12/03/2010 às 12:24

    O q diria Hitler se voltasse do subterrâneo onde está sendo tostado e opinasse sobre o debate das cotas? Já q hoje, depois da queda do nasi-fascismo, toda nação q praticar segregacionismo oficial é isolada do resto do mundo (OMC, COI, CANNES), certamente o bigodinho ficaria feliz com o segregacionaismo extra-oficial dos anti-cotistas, afinal, cotas intensificam o contato entre os opostos aparentes. Pensamento hitleriano: “O que uma branca como essa Míriam está fazendo defendendo os negros? Ainda por cima é mulher e inteligente!! Ainda bem q estou morto!!!” – Sou tocantinense, descendente de portugueses (do norte suevo, herdeiro dos vikings) e tão branco qto a camisa titular do Vasco.

  13. Vitor

    -

    12/03/2010 às 8:41

    “O negro não pode ser tratado como um portador de necessidades especiais. Aliás, eis um bom exemplo: cada vez mais, com acerto, os locais públicos se caracterizam pela chamada “acessibilidade”: as pessoas com deficiências merecem um tratamento desigual para que possam ter direitos iguais. CORRETÍSSIMO. Mas os direitos dos outros continuam intocados. ”

    Bom exemplo não, ÓTIMO exemplo…

    []s

  14. Hans

    -

    10/03/2010 às 17:36

    Leio a Miriam Leitão há muitos anos. Porém, a coluna do último domingo foi de estarrecer qualquer pessoa com um mínimo de dissernimento. O mesmo padrão dos petralhas que conheço: pouco conhecimento histórico; falta de número que corroborem a assertiva e ideologia de botequim de faculdade. Já conhecia a opinião da colunista e sempre discordei, apesar de gostar muito das colunas de economia. Aliás, a discussão sobre cotas nem deveria existir. Basta ler os primeiros artigos da Carta Magna. São cláusulas pétreas. Caro Reinaldo, compartilho inteiramente de sua opinião. Só esperava seus comentários sobre o desastroso artigo.

  15. Hans

    -

    10/03/2010 às 17:26

    Leio Miriam Leitão há pelo menos 10 anos. Aprendi muito lendo seus artigos de economia. Entretanto, quando li o do último domingo fiquei estarrecido. Parecia um desses petralhas que conheço, sem conhecimento histórico, sem números para corroborar a tese, mas com muita ideologia de botequim de universidade. Eu já sabia da opinião da jornalista e sempre discordei. Esperei para ler seus comentários. Sua opinião, caro Reinaldo, é exatamente a que compartilho. Esse pessoal quer passar por cima da Constituição. Para mim, nem caberia discussão. É só ler os primeiros artigos da Carta Magna que são cláusulas pétreas e que por isso não podem ser alteradas.

  16. leo l

    -

    10/03/2010 às 4:18

    Rei.
    Sou a favor de cotas para tudo. A próxima equipe de natação que representará o Brasil nas olimpíadas, campeonatos mundiais, etc, deverá ser formadas apenas por negros. Obs: meu pai tinha a pele da cor jabuticaba madura. Aliás, esta, também, deveria ter nao cota, mas, exclusividade. Sou a favor da torta de jabuticaba em substituição a todas as outras…
    Desculpa, tá!. O assunto (dívida, reparação, etc) é demasiado sério, mas, a forma como está sendo tratado é para rir e chorar, simultaneamente.

  17. nedinho

    -

    09/03/2010 às 23:41

    Ei Reinaldo.
    Meus 4 avós são de origem germânica.
    Tenho um NETO mestiço.
    Então, como AFROASCENDENTE NÃO TENHO VAGA NA FEDERAL?

    QUEROMEU. QUEROMEU.QUEROMEU
    ´
    Se não fosse triste seria uma piada.

  18. nedinho

    -

    09/03/2010 às 23:33

    EIS ALGUMAS NORMAS LEGAIS QUE FORAM VULNERADAS NA QUESTÃO DE QUOTAS:
    Lei n.º 9.394/1996, também conhecida como Lei de Diretrizes e Bases da Educação que em seu artigo 44 disciplina:
    “Art. 44. A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas:
    II – de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo;”.

    Entre os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, elencados no artigo 3.°, consta reduzir as desigualdades sociais (III) e promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação (IV).

  19. Carlo Germani

    -

    09/03/2010 às 22:02

    Parte 3:

    Por que Miriam Leitão, não revela a verdadeira realidade do produto
    artificial criado pelo governo oculto mundial, o EURO, e a relação direta com o satânico projeto da Nova Ordem Mundial (N.O.M.) ?

    Em pouco tempo o EURO chegará ao fim. Com a quase falência da Grécia, a verdade oculta do EURO está vindo a tona ( atrás do Euro não tem nada, como atrás do Dólar americano também, não tem nada).

    Como o projeto da N.O.M. pretende um governo mundial único, a geração do caos econômico-financeiro, primeiro a partir dos EUA com o fim do dólar, em seguida na comunidade européia com o fim do Euro,a fim de criar a moeda unica mundial : o Fenix.
    Satânicos estão por trás disso tudo.

  20. Bernardo Magalhães

    -

    09/03/2010 às 19:25

    a economia colonial não incentivou o genocídio, mas a multiplicação de negros. Era capital. O fato de praticamente a metade dos brasileiros ser mestiça indica a facilidade com que, depois, a miscigenação aconteceu. Quando ela decidir se reunir com Aiatoélio Gasparti para ler Casa Grande & Senzala, vai descobrir, inclusive, que o negro foi o elemento mais, digamos, hígido da formação do povo brasileiro. A tese do genocídio é parente da tese do “estupro original”, e ambas são manifestações da ignorância militante. Miriam Leitão escreve sobre economia. Espera-se dela um aporte racional. O que afirma acima tem muito de fígado e nada de cérebro.

    Eu ainda não acredito que li isso:

    a economia colonial não incentivou o genocídio, mas a multiplicação de negros

  21. desconhecido

    -

    09/03/2010 às 19:23

    INCRÍVEL.

    NÃO DÁ PARA ACREDITAR QUE MIRIAM LEITÃO DISSO ISSO.

    INCRÍVEL.

  22. Leitor assíduo

    -

    09/03/2010 às 18:18

    Esta colunista está no lugar errado, na hora errada, dizendo coisas erradas. Assim mesmo ganhou um prêmio de colunista do ano. Paradoxos de um país alienado.

  23. lúcia

    -

    09/03/2010 às 17:28

    Perdeu uma boa ocasião para ficar calada! Quanta bobagem junta!
    Vá pentear os cabelos Miriam Leitão.

  24. Eu já repassei.

    -

    09/03/2010 às 16:58

    Repassem este texto a todos os seus amigos. A esquerda sempre ataca com mil pedras na mão e nenhum argumento. Precisamos ensinar a eles o que são argumentos. Eu já repassei.

  25. diego almeida

    -

    09/03/2010 às 16:56

    É a época da submissão voluntária aos novos donos do poder.

  26. Jmendes

    -

    09/03/2010 às 16:56

    A Míriam Leitão se comportou aqui exatamente como os fascistas bocós e desinformados da esquerda. E bom, ela veio da esquerda bocó e fascista que aqui temos. Como eu vim também. Digamos que partes do pensamento da míriam evoluíram, mas outras partes permanecem bocós e fascistas. A prova está na virulência com que ataca Demóstenes, com uma agressividade quase patológica. E claro, como é comum à esquerda, sem um único argumento.

  27. VR-760

    -

    09/03/2010 às 16:46

    A coisa toma tal vulto, e querer julgar ações do passado com os olhos de hoje, que os gregos, por exemplo, poderiam reclamar dos italianos (romanos) reparações por terem sido escravizados.É só chamar, por exemplo, os descendentes de Spartacus (era Trácio, hoje ali pela Albânia, ou noroeste da Grécia).
    Tem que ter cota, pode ter. Mas é pra pobre, independente de cor, credo, religião, preferência sexual, o escambau.

  28. VR-760

    -

    09/03/2010 às 16:39

    Já escrevi aqui, mas não custa repetir. A cota, se tem que existir, é por critério censitário, ou seja $$. A escola é pública, que se faça ficha cadastral do pai. Pombas, o cara é filho de rico, que pague à faculdade pública um valor. Se é pobre, que estude de graça. Mas o critério vai ter que ser sempre o intelectual. Universidade é funil, sim. Aqui, na China, nos EUA, em qualquer lugar. E o pai do rico, quando bate na porta do banco preenche ficha cadastral, pode preencher na universidade sim. O resto é balela pura.
    E outra coisa, um bisavô meu era índio (que eu saiba, pois pode ter mais por aí – eu tenho umas primas que se colocar um cocar, engana qualquer ongueiro). Aí, como é que fica?

  29. João

    -

    09/03/2010 às 16:06

    “a economia colonial não incentivou o genocídio, mas a multiplicação de negros. Era capital”

    Como você mesmo diz, o argumento é de uma “estupidez ímpar”. Multiplicação de negros???? Ao longo de praticamente toda a era escravista no Brasil, a escravidão necessitou do comércio negreiro para abastecer os plantéis. A vida média de um africano, após chegar escravizado, era de 5-10 anos. Você usa a miscigenação atual para caracterizar a escravidão, mas isso, sim, é “vigarice intelectual”. Desconsidera completamente mais de 100 anos de história no pós-abolição, quando, aí sim, a miscigenação cresceu. É hora de ler mais coisas além de Freyre, coisas mais recentes.

  30. André Ricardo, amazônimo

    -

    09/03/2010 às 15:53

    Reinaldo,

    Em nosso passado tomamos uma atitude que só não é mais abjeta e repulsiva que a própria escravidão:

    Expulsamos do Brasil uma família de brasileiros cujo único crime era ser Família Real.

    Como acertar isso agora?

    PROCLAMEMOS A VOLTA DA MONARQUIA!

    Tô contigo D. Bertrand!

  31. Fabio

    -

    09/03/2010 às 15:43

    O discurso das cotas, o uso mistificado da história para justificar ou não o racismo entronizado, a condição do pobre branco – culpado pelo escravismo colonial português_ e todos estes temas apenas relatam o esvaziamento de nossa democracia em nome de slogans e do uso da máquina pelo “deserdados da ditadura”!

    Pobres, eles fazem “so o que os outros sempre fizeram! Ou seja, tiram a barriga da miséria ao se apoderar do quinhão da maioria que não tem pudê, nem cargo nem disacurso!

    Dona Dilma, seu Sedrra, qual a diferença mesmo! Menos Estado, menos impostos, mais educaçã, mais segurança! Não, a agenda do homem comum, sem apoio do BNDS nem cargo, nem aposentadoria especial não tem voz!

  32. Robespierre

    -

    09/03/2010 às 15:17

    Queira me desculpar Reinaldo, mas Miriam Leitão tem escrito e falado porcarias como esta já há tempos.

  33. Bayes

    -

    09/03/2010 às 14:57

    Deve-se registrar também que a SCOTUS reafirmou em 2003 (“Grutter v. Bollinger” ; “Gratz v. Bollinger”) sua posição em “Bakker” banindo cotas, mas permitindo ação afirmativa. Um dado interessante é que, nessa mesma decisão supracitada de 2003, a SCOTUS declarou ilegal um sistema de admissão estritamente baseado em pontos onde o fator raça adicionava um bônus à pontuação dos candidatos. De acordo com a Corte, tal sistema equivalia à imposição “de facto” de cotas o que, insisto, é ILEGAL no direito americano.

    Algumas referências úteis que recomendo a Míriam Leitão são indicadas abaixo.

    http://supreme.justia.com/us/539/244/case.html

    http://supreme.justia.com/us/438/265/case.html

  34. Bayes

    -

    09/03/2010 às 14:42

    Nos Estados Unidos, NÃO há cotas, i.e. reserva a priori de vagas nas universidades para membros de um determinado grupo étnico ou racial. Na verdade, a Suprema Corte dos Estados Unidos (SCOTUS) decidiu em 1978 (“Regents of the University of California v. Bakker”) que cotas, como definidas acima, são ILEGAIS. Na mesma decisão, porém, a SCOTUS afirmou que o aumento da diversidade do corpo discente nas universidades era um “compelling interest” que justificava que o critério raça fosse usado com um entre múltiplos critérios em processos de admissão.

  35. André Lima

    -

    09/03/2010 às 14:34

    Se a Miriam tivesse escrito um artigo defendendo as cotas, sustentando sua opinião com honestidade, não haveria nenhum problema.
    Mas sua coluna distorce totalmente o discurso do senador Demóstenes e daqueles que se opõe às cotas.
    Transforma o debate numa luta do bem contra o mal. Como se alguém fosse capaz de defender que “os escravos foram responsáveis pela escravidão”.
    É muita má-fé e muita falta de argumento!

  36. adilsonrio

    -

    09/03/2010 às 14:07

    Reinaldo, acho o máximo quando você estraçalha artigos de pseudos intelectuais. Perder tempo com Mirian Leitão? Bah!. Esta senhora, quando solicitada a intervir ao vivo nos jornais, não consegue articular dois pronomes (deve estar tomando lições com Dilma) sem gaguejar.É uma tonta.

  37. Simone

    -

    09/03/2010 às 13:47

    Acho que devemos acertar nossas contas históricas com Portugal. Vamos pedir de volta todo o pau-brasil, o ouro e seja mais lá o que que eles tenham levado pra lá. Aliás, todos os países que um dia foram invadidos, colonizados, dominados tem que acertar contas uns com os outros, até que cheguemos a reparação feita pelos descendentes de CAIM aos de ABEL. Não!!!! Por que parar por aí??? Vamos formar uma ONG da Reparação e com certeza conseguiremos rastrear até as brigas do tempo das cavernas!!! Aí ficaremos todos quites!!!! E aí, quem sabe AÍ teremos tempo de pedir a reparação dos NOSSOS IMPOSTOS surrupiados pelos políticos SAFADOS deste país para sustentar sua massa de manobra.

  38. Karlão

    -

    09/03/2010 às 13:44

    - Grande, Reinaldo. Só faltou cobrar a opinião da dona Miriam e seu conglomerado sobre coisas mais recentes, o roubo na Bancoop conforme noticiado pela Veja e o Estadão.
    Dona Miriam poderia comentar, o Globo Repórter poderia fazer uma matéria investigativa, daquelas que eram feitas no tempos de FHC, mostrando de onde saiu o dinheiro dos aloprados: do bolso dos lesados pela quadrilha da Bancoop. Poder-se-ia mesmo verificar se não há mais cadáveres a serem colocados juntos aos dos Prefeitos de Santo André e Campinas ou ESTE passado não é tão abjeto e repulsivo à consciência da dona Miriam?

  39. ADRIANO

    -

    09/03/2010 às 13:32

    Ontem foi o dia internacional da mulher… A mulher foi relegada a segundo plano na história Brasileira por anos e anos , não podia votar , não sabia ler,…etc… Pergunto : Se inventaram cota para negros, que tal agora cotas para mulheres nas universidades??? e assim vai… O que os negros homens achariam disso??? fariamos uma tabela??? Primeiro mulheres negras, depois mulheres brancas… Ou seriam homens negros??? Assim fica dificil Reinaldo, precisamos acabar com essa COISA de cotas. somos todos pertencentes a uma só raça, a RAÇA HUMANA!

  40. reinaldinho

    -

    09/03/2010 às 13:28

    Pela “logica” dela logo: toda jornalista tem filhos com políticos,vivem de pensão paga pelo povo e sai em revista de mulher pelada para defender a sua intelectualidade.entendi.

  41. PAMPA

    -

    09/03/2010 às 13:10

    Mirião Leitão erra bastante em economia tambem. Não sei se é acidental , por falta de informação ou proposital. Em meados do ano passado ela defendeu o retorno do Imposto de importação sobre o aço para proteger a industria nacional da invasão Chinesa. Se ela quisesse pesquizar um pouco iria descobrir que o aço estava custando US$ 450 / Tonelada em todo o mundo e as siderurgicas brasileiras cobravam e cobram mais de US$ 800. Na época achei que ela estava contratada para dar esta opinião.

  42. Docnuno

    -

    09/03/2010 às 12:56

    Reinaldo, excepcional o seu texto.
    Escrevi para a Miriam Leitão perguntando onde fica minha família no sistema de cotas: temos ascendência portuguesa, negra e índia. “Peguei” a cor branca dos portugueses, minha irmã mais velha herdou todo o lado índio, enquanto outra irmã tem traços negroides, pele morena, lábios grossos e cabelo encaracolado! Tenho tios de olhos verdes, pele branca e cabelo de negro, tias mulatas e tias brancas como a parede…Pelo amor de Deus, somos brasileiros típicos! Acho inacreditável que estejam trazendo ao Brasil um sistema de classificação de pessoas pela cor da pele! Um apartheid à brasileira…

  43. Edson de Faria

    -

    09/03/2010 às 12:46

    Prezado Tio Rei,

    Parabéns por mais este texto, que está sensacional. Você desconstruiu completamente o artigo de Miriam Leitão, mas o fez com grande classe e com algo muito em falta hoje em dia, que é o verdadeiro espírito de COMPAIXÃO.

    Aproveito o ensejo para lhe pedir que comente aqui no seu blog o artigo escrito por Mario Vargas Llosa e publicado na página do Estadão online no sábado. O título é “A decepcionante visita de Lula”. Eu achei o texto incrivelmente lúcido e contundente.

    Um abraço,
    Edson de Faria
    IME-USP

  44. Antipetralha

    -

    09/03/2010 às 12:46

    Por ter a coragem de enfrentar essa verdadeira legião de ignorantes estúpidos e antidemocráticos, acho que vou transferir meu título de eleitor para Goiás para ter o prazer de votar no excelentíssimo senador Demóstenes Torres. Esse tem grandeza de espírito!!

  45. Almeida

    -

    09/03/2010 às 12:36

    Oras…que mandem a Leitão para a tonga da mironga do kabuletê.

  46. ney

    -

    09/03/2010 às 12:34

    Nesta polemica, talvez seja hora de cobrarmos a culpa do índio brasileiro neste processo, já que historicamente nos informam que como os índios não quiseram trabalhar, precisou-se de importar os negros. Estes índios também tem culpa no cartório?

  47. Surfista Prateado

    -

    09/03/2010 às 12:31

    Sua lógica em relação ao texto da Miriam é humilhante. Ela deve estar com 10 cm de altura. Mas dentro da lógica absurda dela, só gostaria que ela explicasse onde eu, que sou descendente de uma família que chegou aqui no século XX, tenho culpa na escravidão que ocorreu até o século XIX? Por que eu tenho que pagar por isso? Sou aí eu escravizado, subtraído dos meus direitos para reparar algo feito contra negros por terceiros, só porque sou branco? Ah, mas que maravilha!

  48. Antonio Almeida

    -

    09/03/2010 às 12:29

    Reinaldo,

    Por favor, me ajude. Tenho uma dúvida. Sou homem, branco, de classe média alta, católico e heterossexual. Diante do que tenho lido, acho que tenho que cometer suicídio para expiar todos os males que causei à humanidade. Só que eu tenho quatro filhos que dependem de mim. O que faço ?

  49. VALTER

    -

    09/03/2010 às 12:17

    A mulher é precavida. Vai que ela perca o emprego na globo. As portas da TV Lula estarão abertas.

  50. Marco Antonio Ribeiro

    -

    09/03/2010 às 12:16

    Caro.
    Eu estranhara a falta de uma avaliação sobre a coluna de Miriam Leitão, tão fora de propósito quanto a do Gaspari. Espero, pelo respeito que Miriam merecidamente conquistou, que ela siga sua sugestão e peça desculpas não só ao senador atacado, mas aos leitores, atingidos em sua inteligência por um amontoado de parágrafos que não fazem justiça à história da jornalista.
    Continue na luta.

  51. nelson bh.

    -

    09/03/2010 às 12:14

    Atenção…atenção!
    Você que é branco, hetero e pobre, trate de fundar uma ong de proteção a sua “raça”! A cada dia você será responsavél, pelo o que o Estado fez,de Cabral a Lulla. Assim como a “revolução direitista de 64″acabou com a nossa “liberdade”, impedindo que fosse-mos tutelados e dirigidos, por esta mesma corja de agora. Especialistas em “sacanagem monetaria”, pois te “enfiam a mão no bolso” através de qualquer oportunidade, inventores da “cueca-financeira” e fazedores de sem-tetos (bancooc), sem-terra(mst) e os “aloprados”.
    A canalhas, se vocês estivessem em um país de primeiro mundo, estariam todos presos. Os alemães te repudiam imbecís!

  52. Beto

    -

    09/03/2010 às 12:09

    Lila disse:
    março 9, 2010 às 12:30 am

    Lila Parabéns!
    Coisa linda você disse.

    Acho que é da alma sim, falta mais humildade e reflexão à Miriam. Parece ter pensamento bipolar. Tem que eleger algum mal pra inspirar a ação. Alguém tem que ser demonizado. Isso é da Miriam ou é de todos os humanos? Creio que não. Ninguém é perfeito, mas o desconfiômetro tem que ser ligado.

    Lila tem outro energúmeno em outro post do Tio Rei acima, que é professor de filosofia e escreveu na Folha contra Demóstenes Torres… e destila ódio à famíla, tradição, moral… blá blá bla
    Acho q nasceu de uma chocadeira.

  53. Akhenathon

    -

    09/03/2010 às 12:01

    Os petralhas batem ponto no blog da Miriam. Já perceberam que ela sobe encima do muro. Daí a tentativa de pautá-la o tempo todo.

  54. Valdomiro

    -

    09/03/2010 às 11:52

    Também já fui leitor da Míriam no tempo em que ele falava quase sempre de economia. Do mesmo modo que um colega acima, abandonei aos poucos a leitura de suas colunas à medida que ela resolveu tornar-se comentarista de costumes.
    No episódio de Honduras a Míriam ficou agarrada até o fim com a opinião equivocada do golpe (de Michelleti), e mesmo diante de vários posts meus e de outros pedindo a ela (respeitosamente) que explicasse sua posição, ela jamais admitiu o erro. No caso das cotas, acho impossível que ela sequer pense em mudar de opinião ou de pedir desculpas ao senador.

  55. Jmendes

    -

    09/03/2010 às 11:50

    Pra mim, Miriam é uma abduzida. Foi abduzida pela fundação Ford. E deixo claro QUE ESTOU FALANDO DE PENSAMENTO, não de grana. Acho que Míriam foi abduzida por este pessoal.

  56. Jmendes

    -

    09/03/2010 às 11:45

    Reinaldo, por favor, por favor, faça um livro com estes seus vermelho e azul. Só falta esperar até o fim do ano, porque até lá vai rolar muita distorção que mereça resposta. Principalmente sendo o PT o que é, e sendo ano de eleição.

  57. genevaldo

    -

    09/03/2010 às 11:20

    Por que devemos nos sentir culpados pela escravidão, se ela fôra obra dos europeus, especialmente Portugal, junto com as tribos rivais africanas? O debate nunca chegou nesse ponto. Se querem culpar alguém, pois que defenestrem Portugal. Este sim é que deve ser cobrado pela escravidão no Brasil.

  58. carlos

    -

    09/03/2010 às 11:17

    Reinaldo, muito bom seu post mais posso dizer que o Sr. está sendo pouco consistente com a sem noção que saiú do armário.
    Ela e ruim em todo mesmo não existe média verdade em área alguma, uma pessoa com essa lucidez mental ou ela tem ou não tem, não ha chence de ter em algumas áreas somente. Portanto para mim ficou claro que suas análises económicas são apenas apanhados de diversos especialístas que ela tem consultado. Já não a escutava na cbn e agora nem assistirei ela na tv, não vale a pena.

  59. Leandro

    -

    09/03/2010 às 11:12

    Bom, se o papel da universidade é produzir conhecimento, e por isso os alunos SELECIONADOS (já estou com medo de proporem sorteio) devem ter conhecimento básico e perfil acadêmico, a seleção deve ser feita pela comparação das notas entre alunos com a mesma formação. Isto porque existem alunos com “perfil acadêmico” em todas as escolas (públicas ou privadas). O objetivo do vestibular, então, deve ser selecioná-las. Por isso o critério da cor é um absurdo. Vai contra a essência da universidade. Mas sou a favor de contas para escolas sejam elas públicas ou privadas (e é claro deve haver sempre uma nota de corte).

  60. Karlos Santos

    -

    09/03/2010 às 11:11

    Há tempos percebi que Miriam é uma militante, utilizando afirmações peremptórias como se fopssem argumentos. Faz tempo que só leio sua coluna para saber o que “eles” querem que eu pense. Miriam perdeu a capacidade de me surpreender.

  61. Marcos Dutra

    -

    09/03/2010 às 11:06

    Leitão não é uma boa jornalista de economia. Ela faz FOFOCA sobre economia, o que é bem diferente. Ela sabe o que o presidente do Banco Central disse ontem, ou o que o assessor da Fiesp disse hoje, mas de economia (e história, cultura, política) ela não entende nada.
    Infelizmente, os ditos jornalistas especializados são mesmo um bando de picaretas. Não saem de coquetéis, de festas, sempre patrocinados por empresas. São seguradores de microfone para o governo ou empresários. O jornalista “especializado” de tecnologia entende menos de tecnologia que qualquer executivo da área, o de marketing entende menos que um assistente da área. Este é o jornalismo brasileiro.

  62. giselle

    -

    09/03/2010 às 11:04

    Coitada da Míriam,

    Esse tipo de sentimento, mágoa transformada em rancor, embota a inteligência e não permite ver a realidade.

    O sentimento assume o controle. É duro, existem muitos mineiros que padecem desse mal. Se não fosse Deus, eu também cairia nessa, lembram-se dos livros de Guimarães Rosa?

    “Eu sou doido, você é doido, ele é doido, todo mundo é doido, por isso é preciso rezar, a única coisa que segura a doidera é a reza …” – Miguelão, personagem de Guimarães Rosa -

  63. Leandro

    -

    09/03/2010 às 10:36

    O papel da universidade é “produzir conhecimento”. E para isto os alunos selecionados devem ter, além de conhecimento básico suficiente, PERFIL ACADÊMICO. Estou falando daquele aluno que gosta de estudar, curioso, passa horas pesquisando,questionando e se divertindo; que se entende bem com as diversas ciências.
    Conhecidos como CDFs… Mas veja bem, de forma alguma quero dizer que são “melhores” ou mais inteligentes que os outros alunos.
    São na verdade mais centrados nos estudos, assim como outros são mais centrados no convívio social, no empreendorismo…
    Quanto a cor podem ser negros, brancos, amarelos, vermelhos, verdes, coloridos, da cor do diabo. Continuo em um próximo post…

  64. anônimo

    -

    09/03/2010 às 10:35

    Miriam Leitão muitas vezes opina sobre o que não entende, não parece nem má fé. Infelizmente, sua ignorância não a absolve minimamente.

  65. Erlemus

    -

    09/03/2010 às 10:32

    Reinaldo:

    Vendo toda essa discursão sobre cotas para negros nas universidades, fico imaginando se não seria mais justo se criar cotas para negros no Senado, na Câmara, nas Assembléias Estaduais, nas Câmaras Municipais, nas Estatais e no Judiciário de um modo geral. Que tal?

    Alguém se propõe a defender esta tese?
    Alô Lula !!! Ainda dá tempo de emitir uma MP antes das eleições.
    Vamos lá, cotas já!
    50% para Negros – 50% para todas as outras raças.

  66. tiolando

    -

    09/03/2010 às 10:27

    coitadinha da Miriam, nós que vinhamos observando uma certa grandeza em suas últimas exposicões agora vemos através dessa notícia o retorno da síndrome esquerdopática, que julgávamos superada. Mas, acredito, não devemos desanimar, ela certamente vai se arrepender, e voltar a pensar não com o fígado.

  67. Brasileira

    -

    09/03/2010 às 10:25

    Mírian Leitão está entre o espeto e a brasa, se correr o bicho pega e se ficar o bicho come. A família Leitão é dona de uma faculdade em Caratinga, FIC- Faculdades Integradas de Caratinga, trabalha na rede Globo, no primeiro caso é refém do MEC e no segundo da verba da propaganda oficial e da dívida enorme da empresa onde trabalha, talvez por isto ela escreva tanta barbaridade, tendo que se transformar na Laura Capriglione da rede globo.
    É muita leviandade para meu gosto!

  68. bereta

    -

    09/03/2010 às 10:09

    Ruim de tudo isso é que certos comentaristas globais, banderantais, recordais, etc. e tais, se creem deuses. Falaram, está falado! Ou se julgam raios. Caiu, tá caído! E formam opiniões, tais e quais as próprias, de ouvir falar! Crivo analítico? Pra que? A massa engole. Tal como o elefante de seis metros de altura! Quanto a paquidermes, não influenciam na política. Mas idéias políticas estribadas na mentira e na ausência de análise, confundem-nos a todos! São idéias paquidermais essas que gravitam por aí que nos fazem ser o que somos. Engolidores. Sejamos vomitadores!

  69. Amigo de Floripa

    -

    09/03/2010 às 9:59

    Não se defende cota racial sem mérito na verdadeira e plena democracia.

  70. Leandro

    -

    09/03/2010 às 9:58

    Olá Reinaldo, tenho acompanhado já a algum tempo as discussões sobre cotas raciais. Sempre como espectador. Mas cheguei no limite da minha indignação. Quero fazer meu protesto! Até agora não vi nenhuma discussão a respeito do que é uma universidade! Qual é o papel das universidades perante a sociedade? Será que a universidade existe para que o cidadão possa montar seu escritório, seu consultório, sua empresa? Será que o objetivo da universidade é fazer com que seus alunos mudem de classe social depois de formados? Será que a universidade existe para promover “inclusão social”? Bom, eu acredito que não! O papel da universidade é “produzir conhecimento”. Continuo em um próximo post…

  71. Júnior

    -

    09/03/2010 às 9:57

    Sei não, viu..

    Se ela usa desse rigor ao tratar deste assunto, por que seria diferente quando tratando de economia?
    Tendo sempre a pensar que tem um método para analisar um tema, usa este mesmo método para analisar outro.

  72. TONI.BAHIA

    -

    09/03/2010 às 9:56

    A “melhor” forma de contrapor-se a uma verdade incômoda é ridicularizando e desqualificando quem apresentou a idéia.

  73. Ferrabraz

    -

    09/03/2010 às 9:54

    O ato de reescrever a história e nela encontrar as explicações para atos contra a igualdade dos cidadãos é tipico de marxismo stalinista.
    Miriam Leitão faz parte da imprensa vendida e do jornalismo adesista da Globo.
    Os Marinho, sempre estiveram com o poder do momento. Sempre dependeram do dinheiro publico(BNDS) para sobreviver.
    Enquanto isso, fazem a “modernização” dos costumes nacionais destruindo a moral cristã.
    Nem como jornalista econômica era boa e suas afirmações econômicas nos tempos de PSDB, sempre pareceram vir de uma “insisder”, se me entendem.

  74. Cristine

    -

    09/03/2010 às 9:52

    Fiquei estarrecida diante de tanta incoerência e estupidez de Miriam Leitão.

  75. Careca

    -

    09/03/2010 às 9:49

    Reinaldo,
    Fui leitor e admirador da Míriam, nos tempos em que ela era somente comentarista de economia. Pauto minhas leituras por temas, e leio os especialistas. Há algum tempo, ao procurar por seus textos de economia e deparar-me com a lenga-lenga do aquecimento global e dos “direitos de raças”, por puro instinto, comecei a abandonar sua leitura. Evidentemente, não será o leitor quem irá pautar a Miriam: ela é livre para falar do que quiser. Lamento apenas que a lógica de raciocínio utilizada por ela em seus textos “politizados” possa afetar a credibilidade de seus textos sobre economia, ao levar o leitor a acreditar que se trata da mesma.

  76. Vanderly

    -

    09/03/2010 às 9:48

    A outra coisa é assim “feliz da NAÇÃO”, espera aí a NAÇÃO somos todos nós brancos, negros, pardos, orientais, etc, mas na hora de reconhecer erros então sobra só para os brancos aos outros sempre o acerto.

  77. Vanderly

    -

    09/03/2010 às 9:48

    Imbecilidade ou má-fé?
    Li o artigo da colunista, e gostaria de destacar duas coisas para provar a má-fé no seu artigo. Quando ela transcreve trecho da fala do Senador ela se pergunta aonde tá o crime? Simples assim então faz crer que o Senador é conivente com o crime da escravidão, ocorre que ela não leu direito e foi direito na sua bílis buscar o argumento acusando o mesmo de conivência, mas gostaria de lembrar que ele disse “Não deveriam ter chegado na condição de escravos, mas chegaram”, isto deixa claro que ele não coaduna com esta imoralidade, apenas quer trazer uma luz sobre o debate, que os obscurantistas tentam apagar.

  78. Beto

    -

    09/03/2010 às 9:39

    Cris Azevedo está afiada! rsss

    Valeu!

  79. moacyr

    -

    09/03/2010 às 9:27

    Caro Reinaldo, Miriam Leitão é a famosa “mamãe-sabe-tudo”. Palpita de economia a culinária, passando pelo extermínio do axolotl que habita os lagos mexicanos (você não sabe que espécie é essa?, pergunte a Miriam).

    Mas o que espanta é que ela não se considere uma simples palpiteira. Não, senhor, ela tem aquela convicção típica dos presunçosos de que tudo o que lhe vem à cabeça é uma obra intelectual sem precedentes; portanto, deve ser vista e compreendida como uma revelação.

    Todo dia eu acordo e tenho uma revelação da Miriam. Sou um abençoado!

    Senador Demóstenes, não ligue não, Miriam “é uma famosa sem noção e com ela não vale a pena gastar munição e argumento”.

  80. ricardo

    -

    09/03/2010 às 9:25

    A Miriam foi uma das primeiras a desmontar a mentira do PAC com numeros e fatos. Miriam era ótima mas foi VIOLENTAMENTE atacada diariamente com centenas de ofensas e xingamentos no seu blog do Jornal O Globo. Alias o jornal não pode publicar nada sobre o governo que logo surgem centenas de insultos contra “a midia golpista” e o blablabla de sempre. Ela não pode escrever nada – NADA – que logo começam os insultos. Acho que isso a está inibindo e tirando sua coragem de escrever de modo racional como antes. A qtd de insultos deve ter causado alguma piração na cabeça dela. Faz algum tempo que ela só escreve abobrinhas politicamente corretas. Um saco … Parei de le-la faz tempo.

  81. ROGERIO MELLO

    -

    09/03/2010 às 9:13

    REINALDO,
    QUE FIM MELANCÓLICO PREVEJO PARA O JORNAL O GLOBO, QUE JÁ TEVE COMO ARTICULISTAS OTTO LARA RESENDE, NELSON RODRIGUES, ZÓZIMO BARROSO DO AMARAL E OUTROS. O GLOBO ESTÁ, CADA VEZ MAIS, SE TORNANDO UM JORNALECO DE 5a. SEUS COLUNISTAS SÃO DESPRESÍVEIS.ESSA SENHORA, DURANTE O ESCÂNDALO DO EDIMAR “CASTELO” MOREIRA, FICOU CALADINHA. NÃO ESCREVEU UMA LINHA SEQUER, JÁ QUE O PIVÔ DO ESCÃNDALO É SEU PARENTE, PERTENCE À ‘FAMIGLIA”, ENTENDE? ACHO QUE O TEMA AQUECIMENTO GLOBAL QUEIMOU UM DOS SEUS DOIS NEURÔNIOS.

  82. Paulo Bento Bandarra

    -

    09/03/2010 às 9:08

    Eu sugeriria que Miriam passasse da palavra a ação e cedesse graciosamente o seu lugar para um jornalista negro comentar sobre economia e ela voltasse para o fogão, para se penitenciar pelos crimes dos seus antecedentes que escravizaram os negros africanos.

  83. teco-teco no fubeco

    -

    09/03/2010 às 8:36

    Muita gente não tem a menor noção do que seja um genocídio. Acham que se trata de qualquer tipo de massacre. Não sabem que é a eliminação de grupo étnico, religioso etc. Os ignorantes tratam Dresden, Hiroshima, Nagasaki como genocídios. E acham que a eliminação de judeus, armênios, curdos foram massacres.

  84. teco-teco no fubeco

    -

    09/03/2010 às 8:33

    Conheço pessoalmente um caso que demonstra o absurdo das cotas raciais da UnB: pai branco e mãe negra. Filha branca e filho negro. A filha foi rejeitada no sistema de cotas raciais e o filho foi aceito. Este foi aprovado no vestibular deixando para trás dezenas de candidatos brancos com nota infinitamente superior.
    Essa é a universidade que estamos mantendo e que se propõe a nos tirar do atraso tecnológico com mão-de-obra de qualidade inferior. Viva a UnB!!! Viva o Brasil!!! Viva o PT!!! Viva Lula!!! Viva o ministro Levianowski!!!

  85. Hassebräwbier

    -

    09/03/2010 às 8:15

    Nunca tão poucos foram intelectualmente atacados por tantos. Até tu, Miriam?

  86. Carlos

    -

    09/03/2010 às 8:07

    Bravo, Reinaldo, bravíssimo! Especialmente pela conclusão de seu texto. A lamentar o total descontrole intelectual expresso pela Míriam, o que vai de encontro ao seu estilo elegante e sóbrio habitual.

  87. zamir anjos

    -

    09/03/2010 às 7:51

    É aquela velha teoria: Você é ruim, logo eu sou bom.
    Certas utopias da inocência do homem , serve mais como agasalho para os humanistas esconderem seus pecados debaixo dele.
    Por isto, Paulo escrevendo aos Romanos afirma: Não há um justo,nem um sequer, pois todos pecaram e destituidos estão da Glória de Deus.
    A questão das cotas e do racialismo no Brasil está abrigando pseudos homens e mulheres inocentes.
    Por isto pegaram o Demóstenes como seu bode espiatório,para afirmarem:Você é ruim logo eu sou bom.
    As pessoas tem o direito de pensar equivocadamente ou para o bem ou para o mal, um ou outro se combate através de idéias e não por inquisição como fez a igreja católica.

  88. Jovino

    -

    09/03/2010 às 7:40

    Você disse:
    “Há, sim, Miriam, forma de a gente se acertar com o passado abjeto: construindo uma sociedade democrática, onde todos sejam iguais perante a lei e onde vigore o estado de direito.”

    A África do Sil está indo nesta direção.

  89. Anti-petista

    -

    09/03/2010 às 7:34

    As cotas são mais uma demagogia petista, esquerdista. No futuro quererei saber se o profissional é cotista, pois, sendo, terei o direito de não procurá-lo. Se eles discriminam, também posso discriminar. Se quer reservar uma cota, que reserve, mas aumentando o número de vagas e deixando-as para os cotistas.

  90. Marcus Meyer

    -

    09/03/2010 às 7:21

    Estou desapontado com Miriam Leitão. Sempre a achei inteligente, ponderada e profissional, mas, agora ela chutou o balde!

  91. Solo

    -

    09/03/2010 às 6:56

    Reinaldo. Eu tinha um bom conceito dessa senhora.

  92. joao martins

    -

    09/03/2010 às 6:55

    Tá vendo Miriam se meter onde não tem conhecimento de causa !Aliás ela tem, e todo o problema está em seu interior que não conseguiu sair das amarras do racismo que ela denota ter.E o diabo é que ela foi picada pela mosca azul. Porque privilégios para tão poucos? Vamos a luta p/ uma ´verdadeira política nas escolas públicas com educação de qualidade nos ensinos fundamental e médio, e veremos nossos estudantes competindo entre si numa verdadeira batalha ao conhecimento.

  93. ricardo

    -

    09/03/2010 às 5:53

    o senador Demóstenes eh um “famoso sem-noção”???

    nunca ouvi falar disso! e acompanho diariamente noticiário politico!

    eh um dos mais respeitados e inteligentes senadores da republica, daqueles que não se deixa intimidar por popularidade alheia!

    e essa senhora se dispõe a escrever um texto sobre o senador para, no final, SEM ARGUMENTOS PARA REBATER A FALA DE DEMÓSTENES, sair da área com uma desculpa pra la de infantil como essa de “não gastar munição”…

    essa desculpa eh muito comum no mundo da subcelebridades que, desprovidas de capacidade para argumentar, sempre usam esse bordão conhecidíssimo dos miolos moles…

    isso eh desculpa usada em bate-boca desses BBBs da vida!

  94. eduardo

    -

    09/03/2010 às 5:34

    Esse negócio de escrever para “A” ou para “B” deve estar dando muita grana mesmo e, pelo visto, a Miriam Leitao escolheu errado o tema de sua coluna. Falar de economia nao deve estar rendendo muito, entao ela decidiu comentar assuntos que nao sabe nada (o que nao significa que sabe economia). A qualidade baixíssima de suas análises sao compatíveis com seu “preço”, afinal, nao vamos nos enganar: aquele que está pagando sabe o que está comprando. No caso da Miriam, saída da economia para tentar qualquer outra coisa, deve estar a preços módicos. É ISSO AÍ MIRIAM, NAO SE DEIXE INTIMIDAR! CONTINUE COM AS ANÁLISES, POIS, COM O TEMPO VC SAIRÁ DESSE NÍVEL PRÉ-PRIMÁRIO E PODERÁ COBRAR MAIS!

  95. Zeca Brito Bezerra

    -

    09/03/2010 às 5:17

    Na África não há escravidão propriamente dita. Mas o ódio inter-étnico está presente em toda parte. Um grupo étnico no poder discrimina, sistematicamente, aqueles de outras etnias. O preconceito é enorme: indivíduos de uma etnia estão sempre impondo “rótulos” aos demais: ora a etnia tal é dita, “preguiçosa”, ou “estúpida”, ou “desonesta”. Nas forças armadas, soldados relutam em receber ordens de superiores de outras etnias. No governo, grupos se estranham e se perseguem. Todas as guerras civis no continente têm origem nessa profunda intolerância e ódio inter-étnico.

  96. DERO

    -

    09/03/2010 às 5:09

    Esta senhora outro dia na televisão ,disse que lula estava defendendo a democracia em honduras,aquela história que ele era contra o “golpe em honduras”,em economia tudo bem,mas a opinião dela em outros temas são geralmente lamentáveis.

  97. marina

    -

    09/03/2010 às 4:29

    a tese do aquecimento global que subiu à cabeça da ML, é bem plausível..
    o Gore anda sumido, sumido…mas não mudou de idéia.
    o Sean Penn está tão nervoso, que quer botar todo jornalista que falar que o Chavez é um ditador na cadeia..é..eles enlouqueceram mesmo.
    http://www.foxnews.com/entertainment/2010/03/08/sean-penn-wants-reporters-jailed-calling-chavez-dictator/?test=faces

  98. Anonimo

    -

    09/03/2010 às 4:13

    As distorções do sistema de cotas estão sendo corrigidas da maneira mais dolorosa possível . É grande a porcentagem de abandono entre os alunos cotados ,nas universidades que adotaram esse procedimento. A seleção que era feita no vestibular , passou ocorrer de forma natural no primeiro ano. A maioria dos desistentes, não consegue acompanhar as aulas.

  99. Leopoldo Dogher

    -

    09/03/2010 às 3:01

    Miriam Leitao comete tantos equivocos que da pra desconfiar.
    Lembro de quando ela fez campanha ostensiva contra a criacao da Ambev. E so procurar nos arquivos. A quem interessava melar a fusao das cervejarias? Quais os argumentos de Miriam Leitao naquela epoca? Picaretas nao merecem respeito.
    Meu teclado e que merece de volta os acentos.

  100. Nilo Peçanha o filho do Brazil

    -

    09/03/2010 às 2:53

    Que tal lembrar Nilo Peçanha, há 100 anos atrás, ele era ou não era afro-descendente(negro ou preto), menos afortunado(pobre), de origem da classe operária(trabalhadora), senador, Presidente do Estado do Rio de Janeiro, Vice-Presidente do Brazil e Presidente do Brazil. Origem humilde, nascido nos sertões flumineses pelas bandas de Morro do Coco nas cercanias de Campos dos Goytacazes, com ancestrais africanos, nem por isso deixou de estudar e se graduar em Direito há mais de 100 anos atrás, diferente de um sindicalista, e outros que alegam exclusão social. A douta Miriam já terá passado por alguma rua, praça ou avenida chamada Nilo Peçanha ou quem sabe na biblioteca!

  101. Martha

    -

    09/03/2010 às 2:24

    Espero que ela tenha a humildade de se desculpar pelos ataques infundados ao senador. Seria um belo gesto. Ele não é um sem noção. Ela , pelo visto, não conhece nada de sua formação e atuação política. Talvez tenha seguido a tática de defenestrar o DEM, o que está na moda na imprensa petista, sem nenhum conhecimento ou análise. Dessa vez, ela foi traída pelo seu inconsciente militante. Faltou a aula de interpretação de texto ou agiu de má fé. Que volte a ouvir a fala de Demóstenes. O mal já foi feito. Só resta um pedido de desculpa.

  102. Yuri Brandão/Maceió

    -

    09/03/2010 às 2:02

    Caro Azevedo:

    Ótimo “vermelho e azul”.

    Em outro post, sugeri isso e, tão logo postei o comentário, voltei à página principal e vi que você acabara de publicá-lo.

    Por ora é isso. Abraço.

    YB

  103. Otacílio Moreira

    -

    09/03/2010 às 2:01

    Reinaldo, vc está sendo ingênuo qto à Miriam. Diversas vezes li no blog dela arremedos de justificativas pra aquela ilha-manicômio chamada Cuba. Ela é (ou foi) uma apaixonada por Cuba e consequentemente simpatizante de todos os calhordas que lá habitam. Só bem recentemente vem acompanhando o resto da manada de líricos arrependidos que tiveram as cabeçoilas formadas no latino-americanismo – nada mais do que um rótulo-fantasia pra comunismo antiamericano – da década de 60, assim como Arnaldo Jabour, que – aleluia – já ‘ousam’ chamar Cuba de ditadura. Mas ela continua achando que o Brasil deve ‘ajudar’ – leia-se: sacrificar – o Brasil pelos ‘irmãos’ latinos embora eles nunca tenham sido irmãos.

  104. Paulo Sá

    -

    09/03/2010 às 1:59

    Sem religião, sem fronteira, sem raça, sem classe, sem divisões forçadas, sem céu e sem inferno. E SEM COTAS, de uma vez por todas! Que povo antiquado. Eles querem o Admirável Mundo Novo mesmo. Até os bons. Love, love, love neles. Viva a diferença.

  105. Eleitor

    -

    09/03/2010 às 1:35

    Sabem que todo partidário dessa organização que outrora se proclamava o supra-sumo da ética, tem que de alguma forma dar uma contribuição, monetária quando faz parte daquele grupo que se beneficiam de cargos ou serviços que partido e governo protegem seus afilhados, ou através de opiniões onde deixam exposto sua subserviência mental as diretrizes partidária. Quando essa contribuição não contém o conhecimento profissional daquele que a dá, o resultado só pode ser esse que a colunista Miriam Leitão apresenta. Um amontoado de sandices e grosserias própria do grupo a que pertence. Idéias partidárias não são nossas. Miriam, economia é sua praia, sabe? Seja mais feliz.

  106. Ronaldo-RS

    -

    09/03/2010 às 1:26

    Sinceramente não gosto muito da Mirian.
    Sobre as cotas e o racismo… sinceramente… é uma tema grande e mal digerido…
    O que dizer de um periodo de 6 meses que trabalhei com uma equipe só de negros que me chamavam de alemão, albino, cabeça – branca… Agora vou processar os caras? Lógico q não, porque não ando na ofensiva sempre pronto para o contra-ataque. Acho q os povos deveriam ser mais relevantes com coisas inúteis…
    somos todos irmãos perante Deus..

    (exceto os fascistas)

  107. DE LA VEGA

    -

    09/03/2010 às 1:25

    Foi preciso um texto para demonstrar como sempre andou mal informado o nosso jornalismo econômico.
    O jornalismo econômico no país ficou acéfalo depois da viagem sem volta do inexcedível Aloysio Biondi.
    A Leitão sempre conjugou “boutades” e modismos cosmopolitas, a maioria dos quais foi por água abaixo no 15 de setembro de 2008. Nelson Rodrigues, falha-me a memória, teria dito que basta alguém subir em um banquinho para a multidão parar e ouvir.
    Creio que quem ainda lê a Leitão vai pensar duas vezes, de ora em diante, sobre levar a sério suas “análises” supostamente econômicas.

  108. Damien

    -

    09/03/2010 às 1:19

    Estou chocado com o texto da Miriam Leitão!
    Escrito com o fígado. Destoante da sua imagem de jornalista racional.

    Com uma bola fora dessas, ela perde uma jogada e volta umas vinte casinhas no meu conceito…

  109. Luis R.

    -

    09/03/2010 às 1:18

    É realmente uma pena que a nossa educação seja um verdadeiro lixo do ponto de vista pedagógico e ainda por cima com o viés ideológico reinante dos educadores. Qualquer um que não dormiu ou faltou às aulas de história sabe que a escravidão foi a regra nas civilizações mundiais desde tempos imemoriais. Brancos, asiáticos, negros, mouros, muçulmanos, e etc… todos foram senhores e escravos, na grécia, roma, israel, egito, e afins. Então já que é assim, eu também quero minha cota. Meu único pecado foi ter nascido branco, ter tido pais que trabalharam como verdadeiros escravos para me dar educação e hoje estou no caminho deles, trabalhando até mais de 12 horas/dia pra sustentar a corja no poder

  110. Luis Fernando Oliveira

    -

    09/03/2010 às 1:07

    Um conselho, mas que não serve para todos: Ler, se informar, pesquisar, para não falar e escrever besteira. Disse isso porque petralha não vai seguir. Segue seu chefe que tem preguiça de ler, e por isso mesmo fala muita asneira. Uma sugestão pra saber porque somos esse atraso em tudo que é índice construtivo. Leiam o excelente livro 1808 do Laurentino Gomes. Lá você vai se espantar em saber que a primeira coisa que um escravo que conseguia sua liberdade comprava é um: Escravo. Chica da Silva uma das mais famosas negras da época tinha mais de 20 escravos para lhe servir. O problema sempre foi poder e dinheiro, a cor da pele para muitos fica bonita se recheada de grana.

  111. Errol Garcia. Passo Fundo.

    -

    09/03/2010 às 0:56

    Reinaldo.
    Vc (pemita-me),sabe que td gira em torno de Dinheiro, Money, Grana…..Sem querer entrar no merito, acho que tem aquela turma que tah atrasada,e se deu conta que os PTralhas compram qualquer opiniao que os agrade…..Essa turma n quer perder a festa e nem ficar fora do Butim,inda mais em ano eleitoral….ai as “Opiniões” ganham estatus….A turma quer nem que seja um naco da carniça…a qual ja tomou conta do meu rinencefalo….Que podridão!……

  112. Rolando

    -

    09/03/2010 às 0:56

    E eu que gostava tanto da Miriam, é decepcionante ver ela agindo assim.

  113. marcos daniel

    -

    09/03/2010 às 0:56

    Faltou uma “sobrevalorização cambial”: a Miriam Leitão é a favor da revisão da Lei de Anistia para punição dos ex-torturadores.

  114. vergonha alheia

    -

    09/03/2010 às 0:51

    E porque e que eles nao criam logo uma universidade inteira so para negros? seria mais honesto. Ao menos os negros competiriam entre si, e nao seriam duplamente discriminados como serao nas universidades, pois serao vistos como negros, e burros, ja que so entraram atraves de beneficios de cotas. E e claro que nao e essa a realidade, pois os negros tem tanta capacidade e inteligencia qto qualquer outra raca, mas acho que essa coisa de cotas, vai e contribuir pro racismo, discriminacao e preconceito. Isso vai fazer com que os negros brasileiros fiquem como os afro-americanos, que sao agressivos, racistas contra os brancos, intolerantes.

  115. Mauro Mendes

    -

    09/03/2010 às 0:50

    Reinaldão,

    Você sempre brilhante!
    E o Senador Demostenes Torres, ganhou um admirador (eu), pela coragem demonstrada perante um “tribunal” de racistas.
    Meu Deus! o Brasil está cheio de pessoas que querem levar o prêmio sem o mérito.

  116. Rubens Costa

    -

    09/03/2010 às 0:44

    Reinaldo, boa noite! Quando escuto a Miriam na CBN sempre tenho a impressão de que ela não consegue fazer um comentário de forma linear; ela gagueja, atropela, fica pensando alto e, a coisa chega a tal ponto que mudo de estação. Depois de ler a sua matéria consegui entender a sua linha pontilhada de raciocínio.

  117. Lila

    -

    09/03/2010 às 0:30

    Com todo o respeito, porque ela não vai ler um pouco, por ex o livro do Demetrio Magnoli, “Uma Gota de Sangue”, quem sabe assim para de falar bobagens! Tenho uma irmã negra, pais e irmãos brancos, sabemos como é complicado e sofrido o preconceito no cotidiano, é um pouco racial, um pouco social, tem muita história, o espaço não dá, enfim cor nunca foi desculpa para entrar na faculdade ou lutar por ideais, temos amor, união na familia, ela casou, tem um filho maravllhoso e muito respeito pela vida. Hoje temos um pouco de paciência, as vezes um pouco de indignação pois pessoas assim não percebem desafios como evolução. Acho que é um problema da alma, não de cultura…

  118. Luis Fernando Oliveira

    -

    09/03/2010 às 0:29

    Quando as bestas pensantes do Brasil conseguirão ver o óbvio?
    Não existe discriminação racial generalizada no mundo, e principalmente no Brasil, e sim discriminação social. Sou totalmente contra as cotas. O mérito é o único e melhor meio de escolha para seleção de ingresso na universidade. O que os pobres, pretos e brancos, amarelos e vermelhos devem exigir do governo é uma educação básica de qualidade, para que na hora do vestibular todos estarem preparados para concorrer com os ricos bem preparados das escolas particulares. Se pretos (que é o termo correto e não negro) entrarem com sistemas de cotas, serão discriminados depois de formados, pois ninguém irá confiar na sua capacidade.

  119. Eleitor

    -

    09/03/2010 às 0:23

    Reinaldo, até pensava que Miriam fosse menos, mas pelo que escreveu ela é bem mais do que eu pensava. Já é tanta gente que deixei de ler no O Globo, que vou acabar cancelando minha assinatura.Espero que o grande escritor João Ubaldo não se renda também à corja do petismo.
    Reinaldo, Miriam sabe que foi pura retórica a sua afirmação de que não deveria gastar munição e argumento com o Senador Demóstenes, que ela acha um famoso sem noção. Ela gastou sim, munição e argumentos antes de afirmar isso e continuou gastando até o final de seu texto. Para falar a verdade, o Senador deve ter alguma importância para a colunista, pelo menos por ter ele coragem de falar aquilo que pensa. Há não ser que Miriam seja como muitos, que gostam de pessoas muito populares que falam sem pensar.

  120. Cris Azevedo

    -

    09/03/2010 às 0:21

    Rei?

    Não é brincadeirinha, nem ironia, nem deboche, mas quando eu li o textinho desta senhora, a primeira coisa que me veio à mente foi: MENOPAUS. Alterações hormonais que podem levar à depressão, sabe? Menopausa explicaria muita coisa. É. A histeria, por exemplo. Pois, se é que isto é possível, a senhora em questão tem escrito histericamente.
    Por outro lado, li que ela se formou na UNB. Hum…E depois que fez parte de movimento estudantil. Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…
    Pensando bem, estes dois fatores somados á menopausa…

  121. Chiquita Bacana

    -

    09/03/2010 às 0:12

    Relacionar genocídio com escravidão é como dizer que “os Cutrale” passam o trator sobre suas laranjeiras saudáveis e produtivas.

    PS – E, perceba, eu ” nasci e continuo analfabeta” em economia, mas somo, diminuo, divido e multiplico.

  122. anônima-RJ

    -

    09/03/2010 às 0:01

    Miriam Leitão sempre perde a razão quando a questão envolve negros. Sua história pessoal a tira do sério. Ela perde totalmente a lucidez.
    Desta vez ela extrapolou ao agredir de forma baixa um dos mais competentes senadores na defesa do Estado de Direito.

    Reinaldo, parabéns.

  123. Vox Populi

    -

    09/03/2010 às 0:01

    Reinaldo, o link que enviei às 10:52 pm, está corrompido estou enviando novamente

    http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1212730-7823-NOVA+GERACAO+DE+HISTORIADORES+REFORMULA+A+HISTORIA+DO+BRASIL,00.html

    Mas o video pode ser acessado através do google entrando com:

    Nova geração de historiadores reformula a História do Brasil

  124. j.freire

    -

    08/03/2010 às 23:52

    Reinaldo,
    só me resta cantarolá: pocotó, pocotó, pocotó e, … pocotó.

  125. paulo

    -

    08/03/2010 às 23:51

    Tio Rei,
    Gostaria de fazer duas perguntas e sugerir uma campanha:
    Pergunta 1 – Desde o episódio de Raposa Serra do Sol vejo você se referir à Fundação Ford. Desulpe a minha ignorância, mas será possível esclarecer qual o papel e quais os interesses desta fundação ou onde se pode pesquisar de maneira confiável a respeito?
    Pergunta 2 – Será que os que questionam a miscigenação brasileira, prefeririam o método argentino?

    Por falar em Argentina, aqui vai a sugestão de campanha:
    Na Argentina, Evita Perón;
    Na Bolívia, Evito Morales;
    No Brasil, Evite Rousseff!
    Abraços,
    Paulo.

  126. myrian elizabeth

    -

    08/03/2010 às 23:48

    Honestamente acho que todo brasileiro afrodescendente, mesmo sendo pobre, está melhor aqui do que na África.
    Podem colocar as dívidas históricas, racismo e preconceito na conta.
    Hj na Nigéria mataram uns 200? O apartheid na África Sul, o massacre no Sudão, a fome na Etiópia… Sabe o ruim c/ ele, pior sem ele? É minha opinião.
    Vivemos numa democracia, há liberdade, não temos ditadores assassinos, golpes, massacres…Temos escolas (mesmo que ruins), emprego (mesmo pagando mal), carnaval (uma vez por ano)…
    Não é perfeito mas é melhor do que lá. Fui criada p/ não chorar o leite derramado nem desenterrar defunto. Que tal consertar o errado e criar um futuro juntos em paz? Chega de divisão!

  127. juvemacha2010

    -

    08/03/2010 às 23:46

    MEU DEUS…QUANTA BESTEIRA…QUANTA BOBAGEM…QUE FAZER NÃO É?…AFINAL NÓS MERECEMOS!!!

  128. CerradoemChamas

    -

    08/03/2010 às 23:44

    Cota para os negros e para os sem clima são extemismos.

    Na verdade, prática diversionista para não se investigar e atacar os verdadeiros problemas: péssima distribuição do orçamento da Educação e excesso de pessoas no Planeta que aumentaram o seu padrão de consumo.

    O primeiro se resolve com gestão e coragem, o segundo com Educação e redução dos nascimentos por casais ao longo do tempo, como já bem ocorrendo no Brasil.

  129. flávio, o pop tb

    -

    08/03/2010 às 23:44

    O mais engraçado é que você vai no blog dela, lê os comentários e vê que a petralhada que antes desancava a jornalista, tratando-a ironicamente de “dona Miriam”, agora a defende, dizendo que as reinaldetes estão “patrulhando” o blog dela. Hahahahaha. Só rindo mesmo. Belo texto, viu? Adoguei, como diria o outro. Abç,

  130. Vera L.

    -

    08/03/2010 às 23:44

    Reinaldo eu não sei onde Miriam Leitão acha o senador Demóstenes “sem noção”. Sem noção é ela de escrever tantas barbaridades, eu não havia lido sua coluna. Pois é né, esse negócio de mulher “engajada” não dá certo, mulher engajada se acha MELHOR que as outras. Hojec fui ao centro da cidade estavam lá as MOCREIAS da CUT fazendo discursos, eram poucas mas fazendo muito barulho. É assim, elas SÃO poucas e fazem um BARULHO danado.

    No último dia das oitivas eu assisti uma das mulheres “engajadas” dizer que discriminação POSITIVA PODE!!!!!!!Eu quero que Miriam e essa sra me respondam o que é DISCRIMINAÇÃO POSITIVA?

    Sou totalmente contra cotas e muito mais quando é PELA COR da pele.

  131. Marcos Fregolão

    -

    08/03/2010 às 23:41

    Reinaldo,

    Muito bom esse vermelho e azul. Nós todos podemos cometer erros, até os inteligentes (Mirian inclusa).
    Imagino que o difícil seja reconhecer nossos erros.

    Sds,

  132. JucaPato

    -

    08/03/2010 às 23:38

    O Maurício das 9:04 pm lembrou bem. Ela, de fato, propos cotas para mulheres no congresso. Disse que a Argentina “passou” o Brasil na proporção de mulheres no congresso. O problema dela é que ela considera coisas como a proporção de mulheres no congresso ou a proporção de “negros (se é que existem no país)” nas universidades fins em sí mesmos. Isso emburrece qualquer argumento, pois as soluções para atingir a proporção adequada, segundo a visão dela, passam por enfiar goela abaixo da sociedade medidas que são na maioria das vezes anti-democráticas, além de ignorar outros fatores causais. Vai ver que a maioria das mulheres brasileiras simplesmente não quer saber de política.

  133. Anderson Soares

    -

    08/03/2010 às 23:37

    Reinaldo e Amigos do Blog:

    Estava eu pensando cá com meus botões: APESAR de todo sofrimento, famílias desfeitas, mortes, etc., os descendentes daqueles negros que vieram para cá não tem hoje MELHORES OPORTUNIDADES de vida (mesmo em um país atrasado como a Banânia) do que seus parentes que ficaram na Africa?.

    PRONTO, lá vai eu levar porrada da malta militante….

  134. JucaPato

    -

    08/03/2010 às 23:33

    O Maurício das 9:04 pm lembrou bem. Ela, de fato, propos cotas para mulheres no congresso. Disse que a Argentina “passou” o Brasil na proporção de mulheres no congresso. O problema dela é que ela considera coisas como a proporção de mulheres no congresso ou a proporção de “negros (se é que existem no país)” nas universidades fins em sí mesmos. Isso emburrece qualquer argumento, pois as soluções para atingir a proporção adequada, segundo a visão dela, passam por enfiar goela abaixo da sociedade medidas que são na maioria das vezes anti-democráticas. O caso das mulheres é emblemático. Lembro daquele caso da menina que foi deixada na cela de cadeia com homens no Pará.

  135. Madeira

    -

    08/03/2010 às 23:33

    E os índios??

    Se é para ter cota racial, os índios deveriam ser os primeiros beneficiados, pois foram perseguidos e exterminados na ordem dos milhões, no processo de colonização do Brasil.

  136. Papa Fox

    -

    08/03/2010 às 23:32

    Tio Rei

    Veja no que pode resultar as cotas:
    http://arabnews.com/saudiarabia/article27643.ece

    Leia, vale a pena.

    abraços.

  137. Vera L.

    -

    08/03/2010 às 23:24

    Reinaldo eu já elogiem a Miriam Leitão mais do que uma vez por ela dizer “sem medo de ser feliz” o que o governo Lula faz de errado na economia, como por ex: selecionar empresas para reduzir impostos, mas tenho TODAS as divergências com ela sobre o agronegócio, aquecimento global e agora essa com o sen Demóstenes.
    Miriam vai para a Amazônia e pensa que TODOS do agronegócio estão desmatando e NÃO gosta da sen Kátia Abreu, pois se ela, Miriam, não fosse tão RADICAL como está sendo com o sen Demóstenes e a sen Kátia seria bem MAIS INFORMADA do que eles pensam. Miriam disse que HOUVE golpe em Honduras, depois começou à MUDAR um POUCO seu radicalismo.Está mais do que na hora de MUDAR os outros.

  138. Anderson Soares

    -

    08/03/2010 às 23:23

    “O senador Demóstenes é um famoso sem noção e com ele não vale a pena gastar munição e argumentos. Que ele fique com sua pobreza de espírito”.

    EITA SENHORA MÍRIAM LEITÃO, ISSO LÁ É ARGUMENTO PLAUSÍVEL PARA UM DEBATE?. SIMPLESMENTE DESQUALIFICAR O OUTRO?. FRACO, E DE PÉSSIMO GOSTO!!!!

  139. Leonardo Diniz

    -

    08/03/2010 às 23:20

    Miriam é uma mulher inteligente e de muito valor pessoal e profissional, mas realmente em certos assuntos perde o rumo completamente. Os argumentos que usa nesse tema e que agora desembocaram nessa agressão absurda, não fazem justiça ao conceito que tenho dela. O Senador Demóstenes apenas disse o que a maioria das pessoas pensa. A “obra da escravidão” do Nabuco não é, certamente, essa idéia raza defendida pela jornalista. Tem a ver com a ignorância, o atraso, a escassez de cidadania e a subqualificação produtiva que se espalhou pela população brasileira de todos os tons. Ela precisa ler melhor o Nabuco.

  140. LuizTeske

    -

    08/03/2010 às 23:20

    Não devo nada prá ninguém, nem branco nem negro. Se alguém não tá contente, que volte para o país dos seus antepassados. Ajudo na vaquinha prá pagar a passagem de IDA.

  141. Antonio Augusto Carvalho

    -

    08/03/2010 às 23:20

    Esta senhora é limitada em todos os sentidos.

  142. polimático

    -

    08/03/2010 às 23:17

    Uma excelente coleção de besteiras mesmo.

    Para entrar à história dos “vermelhos-azuis”.

  143. Anderson Soares

    -

    08/03/2010 às 23:13

    Reinaldo e Amigos do Blog:
    Se é para dar cota, não nos esqueçamos:
    - DOS IMIGRANTES ITALIANOS no Brasil: vieram para o país enganados por falsas promessas de terras e que trabalharam feito escravos feudais nas fazendas de café?
    - DOS IMIGRANTES JAPONESES nos EUA- Será que os imigrantes japoneses não merecem cotas também lá nos EUA, pois foram perseguidos e enjaulados na 2º Guerra Mundial?
    - DOS ÍNDIOS: o branco europeu não veio aqui para “usurpar e destruir”?
    - DOS SÃO PAULINOS: gente trabalhadora e sofredora, que vive sendo motivo de chacota de corintianos e palmeirenses?

  144. Abreu

    -

    08/03/2010 às 23:12

    Espantoso!

    Mirian caiu (de novo!) no meu conceito.

    Duvido que peça desculpas a Demóstesnes.

    Duvido, não: não acredito na hipótese.

  145. Luciano

    -

    08/03/2010 às 23:08

    Sei que isso o desagrada Reinaldo, mas devo continuar.

    Em resumo, todos nós (pretos, brancos, amarelos, verdes, azuis, pardos, roxos, etc…) tínhamos o desejo de “ser alguma coisa” quando éramos garotos de 11-14 anos. No entanto, o estado nos esmagava, e nos obrigava a nos adaptarmos a um único molde estúpido: o de não ser nada. E tudo continua na mesma, e talvez muito pior, a levar em conta a ideologia da militância dominante.

    Agora, a corja volta ao ataque, dizendo que a culpa pela situação de uns é a dos outros. É o fim da picada, hora de fechar para balanço, ou de correr para o aeroporto. Não existe mais constituição nem lei nessa área geográfica que chamam de país Brasil.

  146. Anderson Soares

    -

    08/03/2010 às 23:07

    Reinaldo:
    O senador Demóstenes está enfrentando uma patrulha de lascar. Aposto que se o tal PNSDH (Plano Nacional Socialista do Desenvolvimento Humano III) já estivesse vigorando, a cambada já teria colocado o senador em cana, mas sem antes não deixar de dar um corretivo no homem. Argumentos como o da jornalista Miriam Leitão, ou até mais imbecis, como esse da jornalista Maria Inês Nassif (A história não justifica uma proteção ao negro?) são de doer….

  147. BARRACO

    -

    08/03/2010 às 23:04

    Reinaldo:

    Seu texto – impecável.

    Daria um doce se revivesse Nelson Rodrigues, para explicar esta senhora em uma de suas crônicas…

    Faria dela um Otto Lara Rezende.

  148. Ricardo

    -

    08/03/2010 às 23:04

    Miriam Leitão é o tipo de pessoa bem intencionada que pôs na cabeça que o sistema de cotas para negros é justo (ou correção de uma injustiça histórica) e está disposta a todo custo para defender a tese, mesmo que não tenha argumentos lógicos, técnicos ou jurídicos para tanto.

    Isso é um belo exemplo de ideologia. Esquece-se princípios básicos de pensamento crítico. Os aiatolás do petismo bem sabem.

  149. CANDINHA

    -

    08/03/2010 às 23:04

    Reinaldo,
    Parece-me que o primo do Evo Morales,

    Carlos Morales março 8, 2010 às 9:38 pm

    está te comparando com a Míriam Leitão.

  150. Fábio - SC

    -

    08/03/2010 às 23:04

    Olá

    Grande pisada na bola da Miriam Leitão.

    Por princípio não tenho simpatia pelos políticos, todos eles, por isso acho que ela não deve desculpas ao Senador Demóstenes, entretanto, distorcer deliberadamente o argumento do Senador Demóstenes, mostra que na verdade ela não respeita os leitores e os considera desinformados, manipuláveis e pouco inteligentes.
    Por isso, acho que ela deveria pedir desculpa aos leitores e não ao Senador.

    Abraço

  151. Razão e lógica

    -

    08/03/2010 às 23:02

    Também acho que o preconceito é contra o pobre e não contra o negro. Afinal, o nosso grande representante do futebol é o Pelé… e ele não precisou de cota no Santos ou na Seleção. Precisou de competência e vontade de lutar. Outro dia li na Veja que um dos motivos que levam os canadenses a buscarem migrantes brasileiros é que nós não formamos “guetos” quando mudamos para outros países. E alguns querem criar leis para justamente acabar com essa nossa qualidade, ou seja, vivermos com diferenças mas com igualdade de condições! É óbvio que temos que criar mais oportunidades para quem quer estudar, independente da cor da pele, sexo etc..

  152. Fernando José

    -

    08/03/2010 às 23:00

    Que decepção Reinaldo. Daqui a pouco, só restarão mesmo você, o Olavo de Carvalho e o Diogo Mainardi – e seus respectivos leitores. Que coisa triste ver uma jornalista do calibre da Míriam Leitão sucumbir à patrulha politicamente correta. Elio Gaspari, Míriam Leitão…tsk, tsk, tsk. Pouquíssimos jornalistas dignos do nome sobreviverão à terra arrasada deixada pela passagem do PT no poder. O legado do Lula será realmente o rebaixamento moral e intelectual das instituições e da imprensa brasileira como um todo.

  153. Ricardo

    -

    08/03/2010 às 22:59

    Depois dessa lição de moral, se fosse comigo, não voltaria a tocar no assunto outra vez…

    Texto claro e muito bem argumentativo.

  154. lobo

    -

    08/03/2010 às 22:58

    Reinaldo, uma dúvida gramatical: não sei se é pela tal eliminação da 2º pessoa no Brasil, mas quando você diz “Ao transcrever a sua [dele] fala”, o ‘sua’ já não está implícito que se trata da 3º pessoa (no caso, do Demóstenes)? E a referência fosse própria Mirian Leitão, o termo não deveria ser ‘tua’? Ou realmente não teria jeito nesse caso pelo fato da interlocutora não estar próxima de quem fala?

  155. Anderson Soares

    -

    08/03/2010 às 22:57

    Pois é. Já havia lido outro artigo da Míriam Leitão há uns dois ou três anos, onde a mesma defendia a tal política das cotas raciais. Mas neste último, ela superou seu “boçalismo”. Impressionante como as pessoas desligam os neurônios (quando os têm- não é o caso dela) na hora de emitir alguma opinião em relação a essa droga de COTAS….. Além de injusta e descortês para com o senador Demostenes, a jornalista escorrega nas argumentações. Parece até que há uma certa EMOÇÃO demais na defesa de seus argumentos.
    Creio que a jornalista, se tiver contato com esse texto do Reinaldo, irá refletir um pouco sobre as bobagens que escreveu.
    E ao Reinaldo, parabéns pela aula de democracia.

  156. Luciano

    -

    08/03/2010 às 22:55

    Caro Reinaldo,

    Deixe-me abusar de seu blog para mais uma vez desabafar.

    Como branquela pobre estudei em escolas públicas no 1o. e no 2o. grau. Tive colegas negros e amarelos. Que problema que todos tínhamos em comum? A porcaria do ensino público, e no final nos MEDEM com a mesma régua que usam nas escolas particulares.

    SOU CONTRA COTAS! Como disse anteriormente, nosso problema não era sermos brancos, pretos, amarelos, verdes e azuis, MAS O BAIXO NÌVEL DA ESCOLA PÚBLICA! Éramos, e somos, desrespeitados e humilhados em nossas individualidades e preferências SEMPRE.

    No entanto, existem bons e maus alunos aqui e lá! Por que afinal ninguém pensa em avaliar os históricos escolares?

  157. Vox Populi

    -

    08/03/2010 às 22:52

    A jornalista deveria aprimorar seus conhecimentos com o livro,
    “O Guia politicamente incorreto da História do Brasil”. Se não tiver tempo para a leitura, o vídeo abaixo ajuda.
    Sem esquecer o conselho de Reinaldo, pedir desculpas ao senador Demóstenes. No mínimo, seria um ato de inteligência.

    http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1212730-7823-NOVA+GtmlERACAO+DE+HISTORIADORES+REFORMULA+A+HISTORIA+DO+BRASIL,00.h

  158. Anonimo

    -

    08/03/2010 às 22:52

    Logo que recebi e-mail de certa corrente cotista elogiando-a, desconfiei logo que tinha truta. Só dois episóios da UFPA que adotou cota; 1) curso de estatísta sobraram dez vagas da banda cotista. Tive que ensinar para dez cadeiras vazias, mesmo havendo entre não cotistas quem tivesse nota muito superior ao último cotista que ingressou. 2) num semestre foram publicados na minha sala 3 editais convocando cotista para bolsa, sem qualquer critério acadêmico. Mas nenhum para pobre e branco, mesmo com critério acadêmico.

  159. Cris Caça Petralhas

    -

    08/03/2010 às 22:49

    Carlos Morales disse:
    março 8, 2010 às 9:38 pm

  160. AC

    -

    08/03/2010 às 22:49

    A noção de “culpa histórica” é a coisa mais estúpida, boçal mesmo, que conheço. talvez nem seja má a comparaçao com aquelas rixas de família em Exus, Pernambuco. Mas, pensando bem, é ainda pior. Claro os bem intecionados imbecis que lotarão o infernonão percebem que essa noção destrói a principio essencial da democracia, que a noção de liberdade/ responsabilidade individual.

  161. Márcio

    -

    08/03/2010 às 22:49

    Só porque a pessoa é negra e pobre tem que ir para a universidade??
    Não é assim não, perai!!!!

  162. Nelson

    -

    08/03/2010 às 22:49

    Simplesmente espantoso o que essa senhora escreveu. Discurso totalmente arrevezado, não junta alhos com bugalhos, manifestação de esquerdopatia explicita . Eu a tinha como pessoa mais bem preparada, vou passar a ter mais cuidado com suas opiniões e análises

  163. Oscar

    -

    08/03/2010 às 22:48

    Reinaldo,
    a Leitão vem tropeçando há tempos, Honduras, aquecimento global, cotas…vem mais por aí. Acho que está preparando o terreno pra mudar de lado de vez. Ela achou muito simpática a Hillary, mas não entendeu o que disse a respeito das ações afirmativas. A Hillary deixou claro que essas ações acabaram mostrando que não basta abrir o gargalo da universidade, pois essas “minorias” têm deficiências de origem, e que o principal é melhorar o ensino fundamental e médio. A “reparação” está se dando nos EUA dando educação de qualidade para todos, brancos, negros, verdes…

  164. Rafael

    -

    08/03/2010 às 22:47

    Demóstenes sabe o que fala, ele tem o apoio popular, é culto e inteligente, se ele falou, é porque é verdade!!!
    Viva Arthur Virgílio, viva Heráclito Fortes, vocês são a reserva ética da nação, deveriam ser os doutrinadores do povo brasileiro!!!

  165. Silva Júnior

    -

    08/03/2010 às 22:47

    “Eu estou me referindo, Miriam, ao Bispo Sardinha!” Reinaldo, vc faz muito bem em esclarecer isso a ela pois e possível que ela leve ao pé da letra e pense que vc fala do peixe, mesmo.

  166. Cris Azevedo

    -

    08/03/2010 às 22:45

    Rei

    Esta senhora despencou no meu conceito, depois deste ataque imbecil que fez, burramente. Se eu a considerava uma voz digna de se ouvir, hoje não considero mais. Ela mostrou o que é: um pastel de vento. Pura massa, sem nada dentro.
    Uma “economista” que ignora que a escravidão era fator econômico forte na África naquela época, já vem capenga da escola. Daí a continuar capenga, é o caminho natural.
    Já disse aqui que as mulheres tinham que ser analfabetas e ficavam trancadas, sem aparecer diante de ninguém, no Brasil colonia. Miriam vai queimar um sutien por isso?

  167. Antipríncipe

    -

    08/03/2010 às 22:45

    Caro Reinaldo,

    Eu gosto da Míriam Leitão, mas seu texto fez-me lembrar outro escorrregão da moça. À época da deposição do Zelaya, dona Míriam ao mesmo tempo que chamou os militares hondurenhos de golpistas reconhecia os arroubos ditatoriais do bigode de chapéu. Isenção total, né?

  168. CMarcondes

    -

    08/03/2010 às 22:44

    Reinaldo, uso este espaço pra lhe pedir que leia o artigo do Sardenberg no caderno de economia (pagina B2 ) de hoje do Estadão. Merece um comentario. Esclarece muito o modo petista de governar.
    Claudio Marcondes

  169. Pedro Paulo

    -

    08/03/2010 às 22:42

    A Mirian Leitão e a Lúcia Hipólito estão morrendo de medo da patrulha dos petralhas. A única que desce o sarrafo neles é a Dora Krammer.

  170. Pedro Paulo

    -

    08/03/2010 às 22:40

    Reinaldo
    O sr teria com descobrir um intelectual afro norte americano que foi a Africa cobrir uma daquelas matanças entre etnias e cunhou a frase “agradeço a Deus meus avós terem sido levados para América como escravos.Hoje ,eu poderia ser um daqueles corpos mutilados descendo o rio”. Élio Gaspari fez essa citação ( não psicografou) na sua página no O Globo faz bem uns cinco anos.
    Hoje 500 pessoas foram trucidadas na Nigéria. Dá para pensar!

  171. Fernandez

    -

    08/03/2010 às 22:37

    “-Não há acerto possível com um passado tão abjeto e repulsivo” -

    É como se alguém quisesse culpar e punir outro alguém pela escravidão no Brasil. O fato é que não existem culpados a serem punidos pela escravidão porque ela não era considerada uma crueldade ou uma desumanidade, como é hoje.
    Infelizmente, a conciência era outra.
    Na história da humanidade a escravidão foi prática natural e perfeitamente aceita nas sociedades.
    Quanto às consequências nefastas, há acerto, sim.

  172. Ari

    -

    08/03/2010 às 22:36

    De memória: “do ponto de vista dos genes, uma galinha é só um meio de que um ovo se utiliza para conseguir outro ovo”.
    Os genes são dotados de um impulso vital que os faz expandirem-se indefinidamente, sendo refreados pelas circunstâncias dos meios em que se propagam.
    As espécies difundem seus genes por todos os espaços passíveis de ocupação, num ativo e custoso processo de superação e conquista.
    Do ponto de vista dos genes da raça negra, a escravidão foi um sucesso inacreditável; permitiu-lhes alastrarem-se por um novo continente inteiro, e passivamente, ocupá-lo.

  173. A. B. Carleial

    -

    08/03/2010 às 22:35

    Recomendo a Miriam Leitão e aos leitores deste blog o verbete da Wikipedia em inglês Slavery in modern Africa. Leiam as referências originais nele citadas. Escravidão é assunto sério e, infelizmente, atual. É, também, prática antiquíssima. Não fomos nós (brasileiros de todas as cores) nem nossos ancestrais portugueses e ancestrais africanos igualmente adeptos da prática que a inventamos. Não somos devedores entre nós, hoje, uns aos outros, por ela fazer parte de nossa história. O senador tem razão. Precisamos é de liberdade e igualdade de direitos no presente para construirmos, juntos, um futuro melhor.

  174. Lord Acton

    -

    08/03/2010 às 22:34

    Prezado Reinaldo,

    Como criar cotas raciais num país com alta miscigenação como o Brasil? Quem vai determinar quem é branco, preto, índio ou amarelo? A Miriam Leitão? Essa, eu quero ver. (Parece que muitos não aprenderam nada com o exemplo dos gêmeos da UNB; reflexão ponderada, afinal, é para quem pensa, não é?).

    Abraços democráticos.

  175. AC

    -

    08/03/2010 às 22:32

    Não sei se já postei aqui, mas assista a este excelente documentário pela tv moçambicana sobre o trafico de escravos na Africa: http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2009/06/documentário-muito-interessante-e-factual-em-que-alguns-mitos-são-desfeitos-apresentado-pela-tvi24-sobre-a-histór.html

  176. Sandro Moretti

    -

    08/03/2010 às 22:24

    Caro Reinaldo,
    Você me lava a alma quando atira sua bem-vinda metralhadora giratórias contra alguns barões-otários que infestam a nossa imprensa como Miriam Porcão e Élio Gasparetto. Pena que você não leia (ou leia de maneira menos acurada) a imprensa carioca, leia-se O Globo, e certos colunistas energúmenos que ali campeiam como Arthur Xexéo, Cora Rónai e Arnaldo Bloch.
    O Globo é recordista mundial de colunistas e articulistas débeis mentais e certamente tem o maior número de imbecis-que-se-acham-o-rei-dos-animais-por-metro-quadrado entre os jornais de todo o planeta.
    Tenha pena de nós cariocas, e dispare sua santa ira contra eles!
    Grande abraço,

  177. pangaré

    -

    08/03/2010 às 22:23

    Já considero o sistema de cotas como favas contadas. Já ganhou, infelizmente…

    Agora espero com ansiedade o próximo passo. Como farão os iluminados para descobrir neztepaiz que sempre se orgulhou de ser um cadinho de raças, quem é preto, quem é branco, quem é índio ou quem é oriental?

    Isto aqui está parecendo a Alemanha nazista, quando os cientistas estavam buscando uma forma de determinar um padrão para a raça pura. Estamos vivenciando uma espécie da nazismo às avessas, uma forma de “racismo do bem”.

  178. pangaré

    -

    08/03/2010 às 22:23

    (cont.)
    Proponho então a proporcionalidade da vaga conforme o grau de pureza africana do candidato, determinada pela percentagem de genes africanos:

    - 100% africano = 1 vaga
    - 75% africano = ¾ de vaga
    - 50% africano = ½ vaga
    - 25% africano = ¼ de vaga

    Desta forma quem tiver menos genes africanos, terá que ter um número de acertos maior na prova para poder ter a vaga. Basta criar um sistema arbitrário de pesos e determinar quantos pontos faltam para compensar a falta de genes africanos. Pronto! Agora temos um sistema mais justo.

  179. einesellesenie

    -

    08/03/2010 às 22:23

    De novo, chocante!

    Lembraste bem: economista, como Simonsen, Roberto Campos, despejando esse lixo ideológico manchado com preconceito e mau-caratismo… lamentável.

    A rudeza, porém, já é conhecida…

  180. Marcos

    -

    08/03/2010 às 22:22

    “multiplicação de negros” no Brasil escravista apenas por intermédio do Tráfico Negreiro. Compare, p.ex., com o tráfico para o sul dos EUA. Lá eles importaram 400.000 africanos, O Brasil importou 4 milhões e meio (+ ou -). Enquanto durou, o tráfico intercontinental fazia do escravo uma mercadoria relativamente barata e, por isso, a lógica empresarial do colono buscava acelerar o uso da m.d.o – o resultado é, sim, a alta mortalidade dos cativos.
    Deixe de lado o Freyre por um instante – Leia Manolo Florentino.

    abs,

  181. Anônimo

    -

    08/03/2010 às 22:22

    Reinaldo, meu filho de 14 anos vai ler este texto. Vai ser lição de casa. Muito obrigado. abraços.

  182. Fernandez

    -

    08/03/2010 às 22:22

    Pelo que li, acho que ela encheu-se de idealismo e entusiasmo e daí deslanchou a escrever bobagens.
    Na intenção de ser o mais dramática possível, ela enfiou no texto um “genocídio”, um “pobreza de espírito”, fez uma confusão na história e jogou a obra para os seus leitores.
    Deusmelivre.
    O “pobreza de espírito” foi demais.

  183. Bobby

    -

    08/03/2010 às 22:22

    Sugestão para você

    Reinaldo -

    Se você está pensando em escrever um outro livro, por favor, inclua esse post na obra. Você dá uma brilhante aula sobre vários pontos fundamentais do assunto, incluindo entre eles a lamentável injustiça cometida por Miriam Leitão.
    Um abraço -

    Bobby

  184. Luizmar Martins

    -

    08/03/2010 às 22:22

    Boa Noite, Reinaldo.

    Sempre leio seus post, e admirou sua posição clara e firme e – acima de tudo – seu português.
    Contudo, fiquei com uma dúvida na seguinte proposição:

    “(…)À época, eu achava que ela estava equivocada — o que ficou claramente evidenciado (…)”

    Não seria Há época (????), ou seja, verbo haver (???) para indicar passado, transcorrido… como está não estaria futuro (???)

  185. César

    -

    08/03/2010 às 22:19

    Os “negros” ocupa, no imaginário dos esquerdistas de hoje, o mesmo papel antes ocupado pelos “proletários”.

    Eles estão em busca de uma CAUSA, algo que os diferencie do resto dos mortais, que alivie suas consciências culpadas e que lhes permita serem absolvidos de tudo.

  186. Newcomer

    -

    08/03/2010 às 22:19

    O que está fugindo do foco das pessoas que defendem o modelo de cota implantando nos Estados Unidos é que a discriminação do ser humano pela cor da pele foi políca de estado até o fim da década de 60. O negro era proibido por lei de frequentar escola, locais públicos e até mesmo de casar com branca(o). No Brasil, se não me falha a memória, discriminação não foi política de estado após o fim da escravidão. Começa a ser agora ao se implantar o sistema de cotas pela cor da pele. E como ficam os descendentes de famílias miscigenadas? O acesso do negro à universidade não é nosso maior problema educacional. Uma educação básica de qualidade para todos é que deveria, sempre, ser prioridade do País.

  187. Sandra

    -

    08/03/2010 às 22:17

    Essa tchurma acha que cala o adversário com pito e cara feia.

  188. Gione Oigen

    -

    08/03/2010 às 22:17

    Pelo jeito ela esta a serviço do Lula.

    O artigo dela foi uma porcaria.

  189. Tony

    -

    08/03/2010 às 22:16

    Caro Reinaldo,

    vou repetir um comentário. No meu modo de entender, o excelente senador Demóstenes cometeu um estultice ao ter dito o que disse.

    Deu munição aos inimigos… Quando se fala para tolos, não tem utilidade a erudição do argumento.

    Obviamente as razões dele são corretas e valiosas, mas num debate desses, com interlocutores vigaristas, é preciso saber como se posicionar e ele não soube.

  190. Marcos

    -

    08/03/2010 às 22:14

    Reinaldo,

    Gilberto Freyre foi um grande pensador. Ele é indispensável. Mas ele tá bem antigo agora e depois dele mta coisa boa surgiu. Não fique só no velho pernambucano. Leia, por exemplo, Manolo Florentino e vai ver que a sua frase “(…)a economia colonial não incentivou o genocídio, mas a multiplicação de negros” está equivocada. Genocídio é uma palavra complicada para este contexto, mas do ponto de vista econômico permitiu aos senhores superexplorar os cativos para diminuir intervalo do desembolso da compra para o reembolso, aumentando a rotação do capital, daí derivando uma mortalidade escrava sem precedentes na América.

  191. anônimo

    -

    08/03/2010 às 22:14

    Bingo !

    Reinaldo -

    Esses lamentáveis equívocos da inteligente e bem instruída jornalista do Globo constituem um excelente exemplo do que resultou de uma das maiores injustiças já cometidas no Brasil.
    Refiro-me ao fato de terem colocado no ostracismo o livro DOIS AMORES, DUAS CIDADES, de Gustavo Corção. Muitos jovens ficaram privados da leitura de um dos mais didáticos ensaios históricos já publicados no Brasil, se não for o mais .
    Lendo a ótima análise que você fez do artigo de Miriam tive que escrever este meu comentário.

  192. Marilena

    -

    08/03/2010 às 22:13

    Altivo Moreno 9:26 pm

    Como leitora, posso assegurar que posição editorial de O Globo não é pro-cotas. A opinião da Miriam Leitão é pessoal.

  193. Flávio

    -

    08/03/2010 às 22:12

    É incrível como a fala dessa turma se parece. Miriam falou o que Gaspari falou. É a multiplicação da boçalidade. E ainda usam verdadeiros pensadores como referencias das suas asneiras. Sugiro a Míriam Leitão que venha até Pernambuco conhecer a Fundação Gylberto Freire e a Fundação Joaquim Nambuco para aprender um pouco mais sobre História do Brasil e Origem da Sociedade Brasileira.

    Obs: O pior é que ela forma opinião! pobre Brasil.

  194. Vox Populi

    -

    08/03/2010 às 22:08

    Reinaldo, se o ensino fundamental médio for ineficiente não há cotas que resolvam.
    Sou contra as cotas, e contra a faculdade gratuita. Quem quer estudar e está apto para freqüentar uma faculdade que lhe seja oferecido o crédito educativo. O jovem estaria ciente de sua responsabilidade como estudante e cidadão. Não ficaria rolando anos e anos pela universidade como cabo eleitoral ou vomitando ideologias jurássicas, beneficiado com o dinheiro alheio.
    O crédito educativo lhe lembraria que entrar na faculdade significa estudar. Com certeza uma vez formados médicos, engenheiros, advogados etc…cobrarão pelos seus serviços (nada contra).

  195. geo

    -

    08/03/2010 às 22:06

    Só lembrar os Espíritas que acham interessante o Comunismo:
    A primeira questão que se apresenta é esta: Por que não são igualmente ricos todos os homens? Não o são por uma razão muito simples: por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar. E, alias, ponto matematicamente demonstrado que a riqueza, repartida com igualdade, a cada um daria uma parcela mínima e insuficiente; que, supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio em pouco tempo estaria desfeito, pela diversidade dos caracteres e das aptidões; que, supondo-a possível e durável, tendo cada um somente com que viver, o resultado seria o aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e para o bem-estar da Humanidade; que, admitido desse ela a cada um o necessário, já não haveria o aguilhão que impele os homens às grandes descobertas e aos empreendimentos úteis. Se Deus a concentra em certos pontos, é para que daí se expanda em quantidade suficiente, de acordo com as necessidades.

  196. Jefferson

    -

    08/03/2010 às 22:06

    Bem, ela é fraca como analista. Claro que postura é quase tudo… convence muitos, mas ela prefere ser superficial do que arriscar demais e errar novamente.

    No mais, ignorância.

  197. IP

    -

    08/03/2010 às 22:04

    Excelente!!

    Até que enfim apareceu um jornalista corajoso para contestar a Miriam dona da verdade.

  198. Marilena

    -

    08/03/2010 às 22:03

    Reinaldo, especificamente neste post, cuidado com os oportunistas.

  199. marina

    -

    08/03/2010 às 22:03

    hmmm..está parecendo a fúria e o destempero de dois conhecidos reverendos: Al Sharpton e Jesse Jackson

  200. Tirando a mascara da Leitoa

    -

    08/03/2010 às 21:58

    Não tem desculpa não ! A Miriam Leitão demostrou em seu comentário, o péssimo caráter que possui.
    Miriam, pessa perdão ao senador Demóstenes , perdão mesmo !

  201. Paranaense enojado

    -

    08/03/2010 às 21:51

    Aqui no PR conheço vários cotistas sociais que fizeram cursinho preparatório. Então não é cotista, ora. Pegou o canudo da escola publica mas aprendeu mesmo no cursinho? E se acha no direito de usar a tal cota social? A Secretaria de Educação cortou aulas de Matemática, de Física e de Quimica das 3 séries do EM e encheu de Sociologia e Filosofia (idéia do casco duro). Agora não acham professor para as tais matérias e estão contratando QQ PESSOA!

  202. A

    -

    08/03/2010 às 21:50

    O interessante é que ninguém diz, mas foi o capitalismo que destruiu a escravidão e a servidão. Talvez Miriam tenha lido Adam Smith, onde tem a explicação, que os americanos aprenderam bem. Destruíram sua escravidão a bala, porque era o atraso. Não o fizessem, não seriam a potência de hoje. Mas só o Brasil é levado ao cadafalso pelo crime da escravidão, implantada em época bem distinta de hoje, com um mercantilismo ainda cheio de resquícios feudais e ainda com a servidão na Europa. Aliás, quem visita o Coliseu, a Acrópole e tantas outras maravilhas européias muitas vezes esquece que foram erguidas por escravos (brancos). Como fez a Europa com sua herança? Fez a cotas? Só louco pensa em cotas

  203. Bernardo

    -

    08/03/2010 às 21:50

    O despreparo de certos formadores de opinião, como essa economista, é lamentável. Ao que parece, o importante é chegar lá, mesmo queimando etapas. E olha que este país já produziu muita gente boa, que poderia servir de exemplo.

  204. Coutinho

    -

    08/03/2010 às 21:50

    Neste momento, lá na Nigéria, negros estão matando negros, sem piedade, mais de quinhentos foram mortos de ontem para hoje. Se agora eles fazem isto, porque não venderiam seus compatriotas como escravos, nos séculos passados? Mesmo no Brasil, muitos negros eram escravistas, portanto não me venha querer fazer pagar esta conta

  205. Francisco Magalhães Barros Junior

    -

    08/03/2010 às 21:49

    Isso não é nada comparando com as mentiras que ela propaga quando fala sobre Amazônia e trabalho escravo, inexistente aqui, só no cabeção dela e dos ongueiros.

  206. Marilena

    -

    08/03/2010 às 21:47

    Reinaldo, não se trata de concordar com você, mas de não brigar com os fatos. Os defensores das cotas, como você disse, sempre argumentam mais com o fígado do que com o cérebro.

    PS: Mesmo assim, Miriam Leitão continua sendo uma das melhores analistas de economia do país.

  207. Carlo Germani

    -

    08/03/2010 às 21:45

    Parte 2:

    Alguma vez,Miriam disse que o falso equilíbrio econômico/financeiro do Brasil, na era Lula (2003-2010), não nos protege de eventos externos? Nunca.

    Pratica a opção de ocultar a verdade (medo de perder o seu trabalho e o ganho financeiro pessoal ?), uma vez que a realidade oculta do Brasil é outra. Somos um país de ficção ( em tudo).

    Quando o governo oculto mundial detonar para valer o projeto da Nova Ordem Mundial,a partir da bancarrota dos EUA, o Brasil e o mundo serão desestabilizados com um “tsunami” de grande destruição.

    Tenho tolerância zero com estes jornalistas-economancistas que vivem da apologia do existencialismo puro, sem questionamentos e sem verdades.

  208. Antonio Maria

    -

    08/03/2010 às 21:44

    Nossa! Estou chocado! Eu que gostava tanto da Miriam Letão. Nunca pensei que tivesse lugar para um pensamento tão torto. Raças não existem!, como diria o Pe. Quevedo. Sou descendente de alemães que vieram para o Brasil depois da abolição. Nunca tivemos escravos. O que meu filho, que é brasileiro (NUNCA “euro-descendente”), e que vai prestar vestibular para a UFRGS, deve aos “afro-descendentes”? O que ele tem a “reparar”?

  209. P Faustini

    -

    08/03/2010 às 21:42

    Obrigado mais uma vez Reinaldo por bater nestes idiotas; esta história de cotas é mais uma destas jabuticabas que por aqui florescem. Eu particularmente não devo nada a raça nenhuma, meus avós vieram para o Brasil depois da abolição, inclusive para substituir os negros nas lavouras , trabalharam duro, como meus pais trabalharam e me ensinaram a fazer, venceram por mérito e muito suor, não devemos nada, talvez a Miriam tenha algum avô proprietário de escravos e ela deva.

  210. Maurício (MG)

    -

    08/03/2010 às 21:40

    Reinaldo

    Agora só falta o Merval Pereira também dar uma de irresponsável para que não haja mais, no Sistema Globo, um comentarista que seja com um pingo de credibilidade. Eu me senti traído pela sra. Miriam Leitão depois que li o tanto de asneiras que ela escreveu. Como é possível?

  211. mateus

    -

    08/03/2010 às 21:40

    A noção de reparação é no mínimo curiosa: quem a merece, o negro brasileiro, que na média vivem em melhores condições que o africano, ou o branco brasileiro, que na média vive em piores condições que o europeu?

  212. alvaro

    -

    08/03/2010 às 21:39

    O melhor filme de Steven Spilbeg, que fez pouquíssimo sucesso, se chama “Amistad”. O filme é lindo e Anthony Hopkins no papel de John Quincy Adams está magistral. Spilberg fez o filme porque seus dois filhos adotivos negros pediram. Fica claro no enredo que alguns negros africanos traficavam outros negros para países mais ricos por razões econômicas. O ser humano erra e comete loucuras, mas esse é um fato histórico que foi narrado por um cineasta que é pai de crianças negras.
    No mais, ficam esses babacas do politicamente correto criando situações que podem render algum dividendo eleitoral.

  213. Carlos Morales

    -

    08/03/2010 às 21:38

    dedetizado.

  214. A

    -

    08/03/2010 às 21:38

    Não sei qual dos meus ancestrais foi escravo. Mas pelo menos um deles foi (homem ou mulher, ou ambos). Ninguém está aqui para defender a escravidão. Muita gente esquece que o capitalismo destruiu a servidão e a escravidão, incompatíveis com o trabalho assalariado. Uma vista em Adam Smith e tudo fica claro. Se não bastar, veja-se a guerra civil americana. A escravidão era o atraso que devia ser extirpado. Mas a Leitão deve se embevecer, em suas férias européias, com o Coliseu, a Acrópole e tantas outras maravilhas, e esquece que foram construídas por escravos. Todos os impérios da Antigüidade foram escravistas. Fizeram cotas por lá? Como a Europa resolveu sua chaga? Com cotas?

  215. Oritas

    -

    08/03/2010 às 21:37

    Acho que a Miriam Leitão se cansou de brigar sozinha, ainda mais após uns 15 anos mais velha, sem contar que tá todo mundo se bandiando pro outro lado ela não quer se passar por doida, nesse caso das cotas mesmo, tem muito mais pessoas indo na onda por conveniencia do que por convicção.

  216. ama.jr

    -

    08/03/2010 às 21:34

    Muito bem colocada a crítica.Há um ditado singelo mas a calhar para o caso Miriam Leitão: Cada macaco no seu galho.Ela sabe de economia ,mas de sociologia é uma topeira.Será,e me parece, ultimamente, pelas suas colocacões, que ela é uma abduzida?
    Estamos em época muito estranha: todos querem ser políticamente corretos.

  217. teresa

    -

    08/03/2010 às 21:33

    Só lembrando Reinaldo, a sra. Miriam Leitão errou feio tb em relação a Honduras. Sua boa era uma constante falando em golpe. Me parece que em assuntos que não sejam de economia, a moça deveria não opinar.

  218. Aristarco.

    -

    08/03/2010 às 21:33

    Eu não esperava esse comportamento abjeto da Sra. Miriam Leitão.
    Embora Leitão, nunca a imaginei fazendo uma porcaria dessas.
    Há tempo para se retratar;faça-o, A Sra. crescerá aos olhos das pessoas sérias,cultas e de bom caráter.

  219. Jorge G.

    -

    08/03/2010 às 21:32

    Reinaldo:
    Análise contestatória perfeita, confronto de palavras difícil de rebater. Mas lamento por ser não ressonante, porque toda vez que alguém critica outra pessoa tentando desqualificá-la, não me resta esperança de um debate construtivo.
    A Míriam Leitão utiliza o mesmo artifício dos petistas, dos cotistas, dos onguistas e terroristas do clima que se recusam a discutir conteúdos enquanto tentam emporcalhar seus contestadores.

  220. Flavio

    -

    08/03/2010 às 21:30

    continuando o comentário anterior:
    os bonificados por raça, não raro, são os que mentem. Não havendo como atestar se alguém é negro ou branco, resta isso: a UFMG acaba premiando a MENTIRA, a FALSIDADE, o OPORTUNISMO.

  221. Cassio

    -

    08/03/2010 às 21:30

    Essa cegueira furiosa dela quanto ao tema vem de longe: pelo menos de 2001.

    Um artigo do Olavo de Carvalho, que tem filhos mulatos, em que ele comenta um debate do qual havia participado com a Miriam Leitão, e que teve o racismo como um dos assuntos. Vale a pena:

    http://www.olavodecarvalho.org/textos/mentracismo.htm

  222. José

    -

    08/03/2010 às 21:29

    Não é de hoje q a Dona Miriam vem falando besteiras.
    Ah, e na economia ela ainda reza com a cartilha velha.

  223. Jorge Nogueira Rebolla

    -

    08/03/2010 às 21:28

    Uma parte dela ainda continua fiel ao pc do b. Talvez somente uma mãe-de-santo seja capaz de fazer o caboclo lenin subir… ou melhor, descer, descer de vez para o quinto… o quinto dos infernos.

  224. Carlo Germani

    -

    08/03/2010 às 21:27

    Caro Reinaldo,

    Tenho por hábito ouvir a CBN no horário do almoço. Quando é o momento da Miriam Leitão, preciso de paciência para ouvi-la.
    Com a peculiar “gagueira” (típica de quem não tem certeza do que diz),a jornalista de “economancia” voa sobre tudo sem se embasar em nada.

    Por exemplo:Alguma vez questionou os atos do governo oculto mundial? Nunca. Questionou o projeto satânico da Nova Ordem Mundial em plena execução? Nunca.

    Diz repetitivamente ( por ignorância ou má-fé), que a crise financeira mundial de 2008 (com início programado a partir dos EUA), acabou. Como acabou se ainda não começou (2008 foi um ensaio para detonar a Nova Ordem Mundial, com o farsante Obama).

  225. Flavio

    -

    08/03/2010 às 21:27

    GRANDE REINALDO AZEVEDO!!!

    De alma lavada com um texto tão certeiro e inteligente, reproduzo um comentário um comentário meu de dias atrás. Sobre as cotas:
    Aqui na UFMG, tá “assim” de lourinho se autodeclarando negro para conseguir um bônus no Vestibular. O sistema funciona assim: quem estudou em escola pública durante alguns anos (não lembro exatamente quantos) ganha dez por cento de bonificação sobre os pontos que efetivamente fez nas provas. Quem, além disso, se autodeclara negro, consegue quinze por cento. Há distorções tanto num caso quanto no outro: muitos dos bonificados de escola pública fazem cursinho preparatório (o que claramente atenta contra o sentido de “cota social”) – cont.

  226. ALTIVO MORENO

    -

    08/03/2010 às 21:26

    A “grobo” e a “folha” parecem sucursais ou extensão de algum departamento das centrais sindicais. Essa senhora deveria pelo respeitar o conhecimento, já reiterado, do senador. O mesmo não se pode dizer da jornalista “depromada”, com certeza. Essa deve ter estrelinha na capa da carteira de trabalho, ah se tem!
    Como alguém já disse aqui, é bom mesmo esses jornalistas oriundos [do meio pelego] darem as caras, assim a gente não perde mais tempo tem ler os artigos que eles escrevem nem o que falam na telinha da plim plim…

  227. JoãoQ

    -

    08/03/2010 às 21:25

    Quem sabe se o Brasil enviar milhares escravos de pele branca para a África, conseguirá pagar essa dívida com o passado…

    Mas que história é essa de dívida com o passado? O Brasil tem dívida é com o presente de milhões de brasileiros. Negros sim, mas também morenos e brancos, pobres e maltratados pelo poderes públicos.

  228. POLY

    -

    08/03/2010 às 21:24

    Tenho sérias dúvidas, dos verdadeiros objetivos destes comen-
    taristas. Eles, atualmente, na minha opinião, são muito pautados
    por interesses obscuros. Para o jornalismo Brasileiro é lamentável.
    Por isso, não assino mais menhum jornal.

  229. Nelson

    -

    08/03/2010 às 21:20

    Reinaldo, quando você vai nos brindar com uma análise da solução de cotas à luz da nossa constituição?

    Abraços,

    Nelson

  230. Nelson

    -

    08/03/2010 às 21:19

    Reinaldo, o problema desta “solução” de cota racial é que ela é segregacionista. Somos quase da mesma idade (sou de 61). Lembro-me muito bem que na minha infância era mais ou menos comum a gente ver no JN que fulana ou fulano de tal, negro, tinha sido barrado em algum lugar de acesso público por causa de sua cor de pele. Com o passar dos anos, a coisa melhorou e, creio, este tipo de situação passou a ser raro. Agora já não sei se não estamos patrocinando a volta deste tipo de situação. Se o estado limita o acesso de brancos, por exemplo, a uma determinada instituição pública, por que um particular não limitaria o acesso de negros, por exemplo, em seu próprio estabelecimento comercial?

  231. claudemir

    -

    08/03/2010 às 21:19

    Rei….

    muito bom,muito bem.

    vc não precisa, mas….parabéns.
    ab. clau

  232. PPMIX

    -

    08/03/2010 às 21:19

    Reinaldo, boa noite
    Creio que a Sra Miriam Leitão deveria seguir seu conselho, e desculpar-se com o senador Demóstenes Torres.
    Ela foi mais do que infeliz. Esse papo de “feliz é a nação…” é conversa “miolo de pote” como dizia meu avô.
    Saudações.

  233. lilian

    -

    08/03/2010 às 21:17

    Muito bom seu post, Reinaldo. Também me solidarizo com o senador Demóstenes. Fiquei decepcionada com os ataques profundamente injustos que Míriam Leitão fez a ele. Como é possível que ela se alie ao subjornalismo para distorcer a esse ponto o que ele disse?! Só mesmo o ódio militante é capaz de filtrar assim o pensamento de uma jornalista tão competente.

  234. Castro

    -

    08/03/2010 às 21:17

    Aprendi que o que conta são os fatos. Mas também que fatos ocorridos há mais de cem anos não podem ser julgados com os valores(?) de hoje. Uma pessoa sentada num gabinete, ar condicionado, telefones, TV, celular, frigo bar, outras comodidades tecnológicas, não podem fazer juizo de valores sobre os usos e costumes de cem, duzentos ou mil anos atras. A História se desenvolve sobre fatos. É por isto que surgem versões dos fatos que nem sempre corresponde a VERDADE. Julgar assim…? Concordo com o final:”…só produziram injustiças e uma montanha de cadáveres”.

  235. Chacon

    -

    08/03/2010 às 21:16

    Olha Reinaldo, acho até interessante que esses josrnalistas falem, pois assim muita gente pode conhecê-los de verdade. Eles querem tumultuar inputando palavras na boca do Senador. Se cotas raciais fossem um artigo da Constituição não teriamos problema, o caso é que não é, pelo contrário, a própria Miriam citou o artigo, onde todos somos iguais, não há distinção de raça, o Estado tem que intervir, no meu entender, de acordo com a condição da pessoa (negro, branco, asiático, nórdico, índio, etc etc), ou ingervir lá atrás no ensino báscio. Quem fala demais dá bom dia a cavalo, acho que é o que ela faz… Abraço.

  236. Robert

    -

    08/03/2010 às 21:13

    Não acho a Miriam nada racional,pois quando ela fala com o Sardenberg na CBN parece o Papa falando aos cristãos,no caso os ouvintes.A diferença é que o Papa tem atrás de si uma instituição sólida e milenar,base da civilização Ocidental,e a Miriam
    é a papisa de si mesma.Como ela foi comuna e torturada,quando fala sobre o tema é a mesma coisa:as palavras saem pelo fígado, ela fica transtornada,irada,a racioanalidade se evapora.Há outros temas em que o comportamento dela é igual,daí a fama de brigona.Até no perfil dela,na Wikipédia, toca-se neste ponto:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Miriam_Leit%C3%A3o

  237. marcos moraes

    -

    08/03/2010 às 21:10

    liga não; é pra contrabalançar o fato de que é prima de edmar-castelo-moreira…
    MAM

  238. Sandra

    -

    08/03/2010 às 21:09

    Pois é, senhora. O Reinaldo tem razão: E o branco pobre, que nunca escravizou ninguém, e cuja família, idem?

    Sempre se fala dele, fala, fala,… e continua-se falando.

  239. Valterlucio

    -

    08/03/2010 às 21:09

    Reinaldo
    O argumento masis contundente contra as cotas raciais foi dado na pelo professor professor Sérgio Danilo ao afirmar que não há estrita correlação entre ancestralidade e cor da população brasileira. No Nordeste, por exemplo, em média o sujeito auto-declarado NEGRO tem 54% de ancestralidade EUROPÉIA. Um sujeito auto-declarado BRANCO (eu, por exemplo) tem em média 24% de ancestralidade AFRICANA. Em outras palavras, não tem essa história de dívida racial com afrodescendentes, pois eles podem ser brancos, consequentemente, em muitos casos, as cotas podem servir para incluir indivíduos ancestralmente eurodescendentes e excluir afrodescendentes.

  240. lf500

    -

    08/03/2010 às 21:07

    Reinaldo,

    um recadinho p´rá Miriam: Pô, Miriam. Depois dessa, peça desculpas ao Senador e peça, também, a conta. Saia de fininho, ninguem vai notar.
    Eu morreria de vergonha se tomasse uma “esfregada” dessa.
    Como sempre, Reinaldo, vc arrebentou. Parabéns.

  241. Dr.Spock.-

    -

    08/03/2010 às 21:06

    Sr.Reinaldo.-
    …ainda hoje em pleno seculo 21 não continua sendo praticada a mesma politica entre as mais diversas tribus africanas???

    …quantas noticias são dadas diariamente sobre o morticinio de crianças africanas, estupros, assasinatos de homens de tribos rivais??????
    …relatos de trabalho escravo em paises de terceiro mundo e em desenvolvimento (inclusive Brasil);;;
    …analfabetismo, ignorancia, tambem são uma forma de escravidão…

  242. João

    -

    08/03/2010 às 21:05

    Acho que ela está querendo “limpar” a biografia dela, e com sofreguidão. Coitada… nunca vai ser aceita na “tribo”…

  243. Maurício.

    -

    08/03/2010 às 21:04

    Reinaldo, a moça pirou. Em seu texto de hoje “Brasil: 111º no ranking da participação feminina na política” ela defende também a cota para mulheres no Congresso.

    Só esqueceu do seguinte: há mais eleitoras que eleitores. Então AS PRÓPRIAS MULHERES não votam nas mulheres. Ou seja, a maior discriminação das mulheres vem delas mesmas.

    Viramos o país das cotas. O famoso “tapar o sol com a peneira”.

  244. Sandra

    -

    08/03/2010 às 21:03

    Cotas não ajudam os negros. Ajudam ongueiros para os quais os mestiços terão de vender sua alma: você atua a favor dos negros? É umbandista ou católico? Gosta de samba e carnaval ou de rock? Alisa o cabelo ou o deixa no estilo black power? É casado(a) com branca(o)? Agora senta, deita, rola,… Parabéns… Ganhou sua vaga!

  245. Pedro Erik

    -

    08/03/2010 às 21:03

    A minha tese, Reinaldo, é que a defesa intransigente do aquecimento global aproximou a Miriam Leitão das ONGs e daqueles esquerdistas malucos das universidades paulistas. Aí, a mulher pirou o cabeção. Foi tragada pela burrice.

    Abraço,
    Pedro Erik

 

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