Blogs e Colunistas

14/02/2012

às 15:20

Aplausos para uma professora da USP!!!

Aplausos mais uma vez para a advogada e professora de Direito Penal da USP Janaína Conceição Paschoal, que já mereceu elogios deste blog. Ela não se deixa intimidar pela patrulha e tem a coragem de dizer as coisas certas e óbvias, num ambiente contaminado pela verdade oficial.  Leiam trechos de seu artigo na Folha de hoje intitulado Cuba é uma grande Guantánamo:
*
No último dia 28, um editorial desta Folha (”Dilma em Cuba”) mostrou que a presidente da República estava perdendo uma grande oportunidade de se manifestar sobre o desrespeito aos direitos fundamentais em Cuba.

No dia 29, Julia Sweig, especialista em Cuba, publicou um texto (”Na ilha, não é o blog de Yoani Sánchez que merece atenção”) ressaltando que os benefícios da visita da presidente seriam mais efetivos do que as críticas feitas por dissidentes ao regime, citando expressamente a blogueira Yoani Sánchez. Ela, na opinião de Sweig, não faz uma oposição leal e nacionalista.

O debate sobre qual haveria de ser a agenda durante a visita a Cuba ficou mais acirrado após manifestação do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, no sentido de que não haveria problemas com direitos humanos na ilha.

A afirmação do ministro foi equivocada. No entanto, ela é totalmente coerente com a história do Partido dos Trabalhadores e com as teorias desposadas pelos intelectuais que lhe dão suporte, muitos dos quais responsáveis pela educação de nossos jovens, no ensino médio e nas universidades.

Vigora entre os educadores e intelectuais brasileiros uma correta e justificável ojeriza às ditaduras de direita. Infelizmente, o mesmo vigor não é encontrado quando se trata de ditaduras de esquerda.

As notícias de perseguições, prisões, greves de fome, fuzilamentos e fugas envolvendo opositores às duras ditaduras esquerdistas são ignoradas. Quando fica impossível deixar de falar a respeito, são comuns alegações de que há exagero da imprensa ou, pior, sugestões de que os dissidentes são egoístas que, em nome do individualismo, ameaçam um regime que deveria servir de exemplo.

São as velhas táticas de questionar a liberdade de imprensa quando as notícias são desfavoráveis e de desmerecer o opositor, em vez de enfrentar as opiniões contrárias com argumentos. Nesse cenário, defende-se a coerência de acolher pessoas condenadas por crimes, desde que estejam alinhadas com o esquerdismo, e expulsar jovens que procuram uma vida diferente.
(…)
Já é hora de pretensos defensores da democracia assumirem que, na verdade, são contrários a algumas ditaduras e que desconhecem o real significado dos direitos humanos, que não podem ser relativizados.

Mas a exigência de tal transparência costuma ser estigmatizada como reacionária. Nas universidades brasileiras, constitui verdadeira heresia ousar dizer que Cuba não é melhor que Guantánamo.

Por Reinaldo Azevedo

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84 Comentários

  1. Heloísa - a da direira

    -

    15/02/2012 às 19:14

    Obrigada, Professora Janaína!

  2. Janaina Paschoal

    -

    15/02/2012 às 13:44

    Caro Reinaldo Azevedo,

    Agradeço o apoio e o espaço dados ao meu artigo sobre Cuba. Também é sempre muito gratificante poder conferir os comentários dos seus leitores. Esse retorno nos ajuda a amadurecer as ideias e procurar evoluir sempre. Abraço grande, Janaina.

    REINALDO COMENTA
    Um abraço, professora. E parabéns pela coragem!

  3. Ali

    -

    15/02/2012 às 9:32

    “companheiro” Lunardeli, pelo visto faz tempo que não lê algo fora da mídia esquerdopata. Mubarak se foi, e nunca foi aliado dos EUA, era tudo uma questão de dinheiro (tipo mensalão, ou vc acha que Maluf e Collor são mesmo aliados de Lulla?), assim como os emires que contam com dinheiro e apoio americano para manter suas dinastias. Quanto a falar em ditaduras naquelas paragens, basta lembrar que, a UNICA DEMOCRACIA por lá é ISRAEL…ou talvez, aos seus olhos, há democracia no Irã ou Síria.

  4. ze´mané

    -

    15/02/2012 às 0:37

    quando é que cuba vai pagar o financiamento do BNDES para o porto de Mariel…?? a) quando o Zé Dirceu voltar para Cuba. b) quando Lula der outra refinaria para Evo Morales. c)quando triplicarmos novamente a energia de Itaipú para o paraguai. d) Cuba não vai pagar por causa do embargo econômico dos USA.

  5. Luiz Carlos

    -

    15/02/2012 às 0:16

    Parabens professora !.

  6. LUNARDELI

    -

    14/02/2012 às 23:26

    Reinaldo, até pouco tempo atrás a Itália fazia grandes negócios com o Cadafi, na Libia; os americanos até hoje defendem os “ditadores” dos Emirados Árabes e Arábia Saudita, e até pouco tempo atrás os americanos eram unha e carne com o Mubarak; o Reino Unido e o Japão são grandes parceiros comerciais do Bahrein, outra nojenta ditadura. Claro que os motivos para o apoio a essas ditaduras foram e são outros, mas no final, junto com o Brasil, são tudo farinha do mesmo saco.

  7. José Policarpo

    -

    14/02/2012 às 22:40

    Pessoas de coragem, caráter e inteligência como a professora Janaína Conceição Paschoal nos levam a acreditar que a USP ainda tem jeito. Que o Brasil ainda pode ter jeito. Condutas como a dessa professora fazem bem à alma, ao cérebro e ao coração. Nota-se que ainda há vida inteligente no Brasil.

  8. Burduna nelles !!!

    -

    14/02/2012 às 22:38

    cuba trocou a mafia dos jogos e prostituição pela mafia dos asnos comunistas, este comandante tem milhoes fora do país e até hj nenhum juizinho espanhol resolveu confiscar, isto é um absurdo.

  9. Daniel

    -

    14/02/2012 às 22:31

    É isso aí, professora. Não dê moral para essa esquerdalha imunda que distorcem os fatos históricos.

  10. Jorge Silva

    -

    14/02/2012 às 22:29

    Excelente artigo desta professora. Vejo que ela é uma das poucas que não fazem parte do “conselho de doutrinação marxista” da nossa juventude universitária.

  11. Rudnei

    -

    14/02/2012 às 22:24

    E eles adoram Cuba. Chico, Cae, Gil, Paralamas, Djavan e grande maioria dos “artistas”

  12. Rudnei

    -

    14/02/2012 às 21:54

    Chico Buarque e a grande maioria de “artistas” sao LAMBE BOTAS DA DITADURA PETISTA. E ganham bem para isso. Subsidio estatal para qualquer showzinho ou pecinha de teatro.

  13. EDUARDO

    -

    14/02/2012 às 21:47

    Reinaldo, o pf (18:24) não sabe ler ou espera que nós não saibamos. A Professora (com P maiúsculo, diferente do pf) se referiu a direitos humanos, e não a direitos fundamentais.

  14. Wilsonn

    -

    14/02/2012 às 20:35

    pf 18:24. Em Cuba não há liberdade de opinião ? Nao. Direito de ir e vir ? Não. É uma ditadura. Ponto final. Vc deve ser mais um daqueles turistas que vão à Cuba e retornam cheios de opiniões. Como os estrangeiros que visitam deslumbrados as favelas mas à noite se abrigam no conforto do ar refrigerado dos hotéis. A condição humana dos visitados é apenas um passatempo.

  15. Roubocoop

    -

    14/02/2012 às 20:05

    CUBA X GUANTÁNAMO.
    .
    Pode se ver fotos horripilantes. Ninguém viu um preso de Guantánamo morrer, ou de fome ou a tiro. Cuba ganha de goleada escandalosa no quesito morte.
    .
    Comparar Cuba a Guantánamo é uma injustiça, com Guantánamo.

  16. Anderson Soares

    -

    14/02/2012 às 19:58

    A novilíngua petralha é de lascar. Que meleca significa uma “oposição leal e nacionalista”?. De qual cabeça de jerico saiu essa aberração?.

  17. Anderson Soares

    -

    14/02/2012 às 19:53

    Felizmente, ainda há PROFESSORES na USP. Parabéns à doutora Janaína.

  18. Observadordepirata

    -

    14/02/2012 às 19:32

    Fidel Castro tem mais de 400 milhões de dolares em contas no exterior, segundo a revista Forbes. Capitalismo e liberdade de ir e vir, é só para ele, sua famiglia e os aspones que sustentam sua ditadura sanguinária. O resto do povo chafurda na escassez, na falta de liberdade e na mediocridade. E se rebelando conra isso, é morte certa!

  19. Eduardo

    -

    14/02/2012 às 19:26

    Algumas poucas vozes começam a se fazer ouvir, sem medo de sofrerem o buling da patrulha esquerdopata.

  20. Observadordepirata

    -

    14/02/2012 às 19:24

    Debate com essa esquerdalha tem lógica zero e 100% de cinismo. Se voce tem sangue de barata, dá para conversar 3 minutos!

  21. Jacob Samuelson

    -

    14/02/2012 às 19:15

    A coisa na cabeça deles funciona assim:
    Guantánamo é Privataria.
    Cuba é Concessão.

  22. Sérgio

    -

    14/02/2012 às 18:57

    “As notícias de perseguições, prisões, greves de fome, fuzilamentos e fugas envolvendo opositores às duras ditaduras esquerdistas são ignoradas. Quando fica impossível deixar de falar a respeito, são comuns alegações de que há exagero da imprensa ou, pior, sugestões de que os dissidentes são egoístas que, em nome do individualismo, ameaçam um regime que deveria servir de exemplo.”

    Curioso é que gente como o Zeraldo-à-esquerda e o J´aguar-de-cana, premiados com bolsa-ditadura tungada do nosso bolso para eternizar até a velhice a sua ridícula militância etílica, não são considerados egoístas, mas vítimas, companhêros que merecem reparação, uns coitados enfim.

  23. cleusa

    -

    14/02/2012 às 18:30

    Há mais de 30 anos, Cuba é exaltada em prosa e em versos, por esse Brasil a fora. Pobres alunos, principalmente aqueles que nunca foram em busca de outra opinião, além daquele mantra repetido por muitos professores, que também só falavam de “ouvi” dizer. Cuba é o paraíso dos esquerdistas brasileiros, mas nunca se ouviu dizer que algum deles foi lá e por lá ficou. Ufa!

  24. pf

    -

    14/02/2012 às 18:24

    Direitos fundamentais (princípios fundamentais) se relitivizam, sim. O critério a ser observado é o seguinte: Direitos fundamentais podem se chocar, em determinado caso concreto, e diante disso, um deve ceder. Diferente da colisão de regras, que se repelem - na superposição de uma, a outra fica afastada e não será aplicada -, a colisão de princípios, que dão abrigo aos direitos fundamentais, e sua solução busca equalizar a eficácia e efetividade de ambos princípios, sem solapar a aplicabilidade de um ou outro, mas um irá prevalecer - critério da proporcionalidade e seus requisitos. Qualquer livro de Direito Constitucional - e digo qualquer mesmo - aborda o tema e essa é uma posição consolidada na doutrina. Casos simples se resolvem de maneira simples. Casos complexos requerem argumentos mais profundos, em acordo com a profundidade da questão. Meu comentário não tem viés político, sendo que remete apenas a questões técnicas.

  25. FABRICIO

    -

    14/02/2012 às 17:45

  26. Marcelo F

    -

    14/02/2012 às 17:44

    Reinaldo,
    não precisa publicar esta, mas dê uma olhada na resposta do J.P Coutinho (tréplica, na verdade) ao “seu amigo” V.Safatle. O Safardana da USP virou pó de traque. E o que me enoja: os comentários dos visitantes destilando preconceito contra argumentos.
    Abs.,
    de Marcelo.

  27. Rodrigo R. Pedroso

    -

    14/02/2012 às 17:35

    Petista mal-educado enchendo o saco:
    cuidado com a patrulha
    -

    14/02/2012 às 16:35

  28. Ségolène

    -

    14/02/2012 às 17:32

    A que ponto chegamos! Aplaudir (no meu caso com o maior gosto) o óbvio!

  29. Marco Antonio

    -

    14/02/2012 às 17:26

    E seu lhe disesse, Reinaldo, que ainda por cima se trata de uma mulher bonita? Pois é… Na visão de um ex-aluno, afirmo que o departamento de direito penal da USP era muito bem aquinhoado nesse campo com as professoras Janaína e Alice Bianchini, rsrs.. Além disso, eram mulheres firmes e sérias, que conheciam a fundo seu campo de estudo, um belo exemplo para as meninas da turma.

  30. peregrino

    -

    14/02/2012 às 17:18

    CUBA É UM GRANDE GUANTÁNAMO, perfeita a professora Janaína, parabéns pela lucidez.

  31. O Comentarista

    -

    14/02/2012 às 17:10

    Também bato palmas para a professora: CUBA É UMA GRANDE GUANTANAMO.

  32. WEIMAR

    -

    14/02/2012 às 16:59

    Os motivos!, os motivos fazem uma enorme diferença:

    Os prisioneiros em Guantanamo foram presos com armas em suas mãos; os prisioneiros de Fidel foram presos por causa de palavras — oh, o perigo!, palavras!– ao vento.

    Weimar

  33. Cristina Vega

    -

    14/02/2012 às 16:56

    São essas coisas que me fazem acreditar na USP ainda.

  34. ClaudioM

    -

    14/02/2012 às 16:48

    Como ex-uspiano, não sei qual a ladainha que ouvi mais: o discurso anti-TV Globo ou sobre a coleção de maravilhas da ilhota de Fidel…

  35. luis

    -

    14/02/2012 às 16:47

    O que esta professora falou é a mais pura verdade. Só pode causar espanto a quem vive uma realidade paralela, esquisofrênica, pautada pela ideologia dos esquerdopátas onde os delitos deles são perdoáveis…tudo pela causa. Francamente, dilma não representou os brasileiros nem o posto que ocupa como presidente de um país de 190milhões de cidadãos. Foi lá representar o pt e admirar aqueles velhos decrépitos sanguinários que fizeram de um país, o quintal de casa. Quem não concordava ia para o “paredon”!

  36. Silva

    -

    14/02/2012 às 16:45

    Porque essa idiotização dos universitários brasileiros que os impede de analisar os horrores das ditaduras de esquerda? Eficácia da psicologia de massa? Preguiça mental? Incapacidade de análise crítica? Incapacidade de leitura da realidade? Porque não percebem que estão sendo vítimas do aparelhamento ideológico das faculdades por pessoas altamente mal intencionadas? Isso já é um processo antigo e chegaria a dar pena se não estivesse em jogo um processo altamente perigoso para todos os cidadãos.

  37. glorinha malta

    -

    14/02/2012 às 16:44

    Prezadíssimo Reinaldo
    hoje, começo a acreditar que, assim como voce e a Prof. Janaina outras vozes de escol começam a soar.Poucas…mas fortes, cobertas de seriedade,dignidade que advem dos homens de carater,da inteligencia e da cultura. Vozes destemidas.Sua coluna acima me leva a fazer coro para tb aplaudir aProfessora Janaina que dignifica a area juridica,a qual pertenço. Aplausos igualmente merecidos para jornalista, cá de destas Minas Gerais, Paulo Cesar de Oliveira, que com seu personalissimo perfil de “sem papas na lingua”publicou no JORNal de Brasília e no Diario do Comercio de hoje artigo Aumentos demagogicoa que merece ser lido! Atenciosamente, glorinha “Aumentos demagógicos
     Paulo Cesar de Oliveira
    Jornalista e diretor-geral da revista Viver Brasil
    Esta movimentação das polícias em vários estados, em
    greve, motins, ou seja lá que nome se queira dar a
    estes atos de homens armados, nos deixa uma lição:
    política não pode ser tratada como brincadeira, como
    instrumento de demagogia. E foi por pura demagogia que
    se chegou a esta PEC 300, uma aberração patrocinada pelo
    deputado paulista Arnaldo Faria de Sá, do PTB.
    A justificativa da emenda está sustentada por outro ato
    demagógico e, para ser suave, inconsequente, do ex-presidente
    Lula que concedeu aumentos com índices absurdos
    aos policiais do Distrito Federal, pagos com recursos da
    União em 2006 e 2008, inspirando Faria de Sá a propor que
    os salários de Brasília fossem transformados em piso
    nacional para militares e bombeiros militares.
    O ex-presidente Lula não pode nem usar em sua defesa
    que agiu para corrigir possíveis injustiças com policiais
    brasilienses. Tinha plena consciência de que estava agindo
    de forma imprudente, tanto que, em 2009, levou a então
    pré-candidata Dilma a uma solenidade onde foi histericamente
    homenageado pelos policiais de Brasília.
    E ele ainda brincou com seu então aliado, governador
    Arruda, dizendo: “Nós corremos um risco, viu, Arruda?
    Porque, a partir do que aconteceu em Brasília, vamos ter
    outros Estados querendo”. Alguém poderia duvidar de que
    isto realmente aconteceria. Nem ele duvidou tanto que, na
    sequência do discurso tratou de transferir o problema para
    outros governantes anunciando que os demais estados só
    poderiam fazer o mesmo que fez em Brasília, com a
    continuidade do crescimento econômico. Inocente ele não é
    para pensar que alguém ia mesmo esperar melhores
    condições para reivindicar. Não quero aqui discutir quanto
    deve ganhar um militar. Questiono apenas a forma como
    isto foi tratado em sua origem.
    Que há distorções salariais nos diferentes níveis de
    governo, em todas as atividades, ninguém pode negar. É
    um problema histórico que, no entanto, não pode ser
    corrigido de uma vez, e ainda mais com demagogia. Nada
    mais sem propósito do quê criação de pisos nacionais de
    salário. É tratar igualmente estados com situações tão
    díspares. Disse bem o presidente da Câmara, Marco Maia.
    Questão salarial de servidores estaduais é mesmo para ser
    tratado nos estados, não no Congresso. Então que se vote
    logo, que se rejeite esta PEC 300 que serviu apenas para
    criar expectativas infundadas numa categoria que, como as
    demais, merece ser tratada com respeito. Que se traga para
    os estados a discussão.
    Servidores e autoridades à mesa discutindo com seriedade
    o assunto, partindo do princípio, de um lado, que os
    salários precisam ser melhorados, e de outro que os estados
    têm limitações financeiras. Eles não produzem receita.
    Simplesmente arrecadam a parte que lhes cabe naquilo que
    a sociedade produz. Que seja um diálogo franco e honesto,
    sem falácias de lado a lado e sem argumentos do tipo usado
    por uma liderança dos oficiais da PM do Distrito Federal de
    que os policiais precisam ganhar bem para não serem
    adotados pelos criminosos. Nem precisa perguntar, como
    fez, qual seria a opção da sociedade diante desta situação. A
    opção é clara: punição para quem se deixar corromper,
    estendida àqueles que admitem a hipótese de isto ocorrer.”

  38. Achmed

    -

    14/02/2012 às 16:43

    A única diferença é que em Guantánamo os presos são supostos criminosos. Já em Cuba nada se alega para manter inocentes encarcerados!

  39. lucia

    -

    14/02/2012 às 16:38

    Parabéns Profª Janaina. Seu texto é claro, explícito , direto.Torço para que outros professores do Brasil manifestem seu ponto de vista,neste Tribunal Democrático,e com o crivo de Reinaldo, sabe-se, muito exigente com a verdade.Receber tão meritório elogio deste colunista já a credencia aos aplausos de todos nós viciados neste blog do bem.Queria dizer aos defensores dos castristas que o Brasil não impede ninguém de, em Cuba se estabelecer.Lá, o céu é o limite!Levem junto o injustiçado Cesare Batistti e a inocente ELEONORA que acha lindo a sucção de bebês. Esta sim é uma barbárie!

  40. moi même

    -

    14/02/2012 às 16:37

    A Prof. Janaína Conceição Paschoal flechou no lugar certo: CUBA é uma coisa, Gauntánamo é outra coisa. CUBA é o território onde viceja uma DITADURA IMPLACÁVEL, desde que a REVOLUÇÃO CASTRISTA chegou ao poder e decidiu ali implantar um regime cognominado de SOCIALISMO. Guantánamo é uma excrescência de outra NATUREZA. Isto a nossa intelectualidade não consegue ver ou não quer ver. Sobretudo, aquela mantida pelo CABIDE DE EMPREGO PÚBLICO que alimenta a produção do pensamento da ESQUERDA BRASILEIRA,a USP. Certo, criticar a DIREITA LATINOAMERICANA é fácil, além de ser uma obrigação de todos. CRITICAR, uma DITADURA DE COMPANHEIROS, ahh, isto É IMPOSSÍVEL, porque a dita intelectualidade está toda comprometida ideológica e emocionalmente com ela. O mesma tipo de impossibilidade que tem a intelectualidade francesa de esquerda de CRITICAR O QUE FOI O PERÍODO DO TERROR na REVOLUÇÃO FRANCESA, comandado por ROBESPIERRE. Olha que este fato histórico aconteceu há 200 anos, mesmo assim ela continua na INCAPACIDADE DE CRITICAR o que foi O TERROR, onde MORRERAM milhares e milhares de pessoas de todas as classes sociais. Foram mortos sem apelação na GUILHOTINA (inclusive, ele, ROBESPIERRE e, até mesmo, o sr. Guilhotin, INVENTOR DA MÁQUINA DA MORTE). OS HISTORIADORES FRANCESES da linha marxista arranjam inúmeros motivos para JUSTIFICAR a matança política perpetrada pelos homens que estavam no comando do PODER REVOLUCIONÁRIO. Os nossos intelectuais usam o mesmo procedimento para JUSTIFICAR O REGIME CASTRISTA. Se não houvesse GUANTÁNAMO ELES INVENTARIAM UMA OUTRA GUANTÁNAMO. NUNCA criticar Castro e seus energúmenos. Finalmente, a MORAL DA HISTÓRIA é a seguinte: o cara picado pelo veneno do esquerdismo é um ANIMAL POLÍTICO que vive do almoço que lhe é ofertado pela bandeja da DEMOCRACIA para janta-la na calada da noite; ou melhor, ele é o escorpião que mordeu o lombo do ELEFANTE quando, este, generosamente o transportava para o outro lado da margem. Parabéns e coragem , professora, por enfrentar esta corja no terreno em que ela está anquilosada.

  41. Noah Shuster

    -

    14/02/2012 às 16:36

    Perfeito.

  42. Humberto

    -

    14/02/2012 às 16:36

    Prezados.

    Não tem nada a ver com o post, mas como não encontrei outro canal, aqui vai um trabalho interessante publicado pelo pessoal da Poli:

    http://polignu.org/projeto/camaraws/pca

    Vale a leitura.

    Abraço.

    HMC

  43. cuidado com a patrulha

    -

    14/02/2012 às 16:35

    REINALDOXX!!!

  44. marina

    -

    14/02/2012 às 16:31

    só pude ler o título, mas tenho objeções pois em Cuba não há um posto da Cruz Vermelha que dá toda a assistência aos terroristas lá abrigados. eles têm inúmeras regalias como futebol no pátio à beira mar, uma copia do Corão em cada cela, advogados,e o presídio dá acesso a jornalistas que queiram visitar as instalações.
    Cuba de Fidel é outra história.

  45. LINOS TATUQUARA

    -

    14/02/2012 às 16:30

    Reinaldo,
    O link com a opinião da professora direciona para o UOL, que exige senha para ser lido.

  46. Picheu

    -

    14/02/2012 às 16:30

    Eis aí Reinaldo. Felizmente ainda há juízes em Berlim e Mestres na USP.

  47. Marc

    -

    14/02/2012 às 16:30

    Ainda podem publicar esse tipo de artigo no Brasil?
    Depois da prisão do padre que distribuía panfletos achei que não fosse mais possível…

  48. Pinheiro

    -

    14/02/2012 às 16:27

    A USP possui prestígio tão somente por selecionar os melhores alunos através do vestibular. É fácil ser professor onde todos estão dispostos a estudar. Diante deste fato o corpo docente deveria abaixar o nariz. Urge acabar com a vitaliciedade dos cargos públicos.

  49. Ricardo

    -

    14/02/2012 às 16:27

    O “povo” não pode sofrer porque é apenas um nome para designar um agrupamento de pessoas. Já os “indivíduos” podem sofrer, sim - e muito.

    Eis o grande problema da grande maioria dos intelectuais e eruditos de todas as épocas e nações: deleitam-se com as abstrações, afagam demoradamente as metáforas pomposas e apelativas, atingem verdadeiros orgasmos mentais ao imaginarem-se sentindo a tal “dor do outro”… Só que, na prática, no dia-a-dia, estão pouco se lixando com o bem-estar das pessoas que lhe são mais próximas ou mesmo com o bem-estar daqueles a quem, por dever profissional ou auto-imposto, deveriam se dedicar.

    “Hipócritas!”, já dizia Jesus dois mil anos atrás!!! Pouca coisa mudou desde aquele tempo…

  50. Ataíde

    -

    14/02/2012 às 16:22

    Existe então vida inteligente em marte… Quero dizer, na USP.

  51. Ratoeira

    -

    14/02/2012 às 16:20

    Impecável!

  52. Robes Mendes

    -

    14/02/2012 às 16:18

    Por sua heresia em fazer críticas à religião dominante nas universidades, Janaína corre sérios riscos de ser queimada numa fogueira.

  53. Elton R. Araujo

    -

    14/02/2012 às 16:17

    Boa tarde Reinaldo, tudo bem?

    Sobre essa reportagem, infelizmente temos visto, como diria um velho comentarista aqui de Minas: “No Brasil, o errado é que é o certo.”
    Temos visto uma inversão tão grande de valores que fico pensando até onde chegaremos.
    De tanto ver desvios de comportamento nos mais diversos níveis, tenho receio que o povo esteja vivendo anestesiado e, por isso, perderam a capacidade de se indignarem.
    Se fossemos um país sério, com a queda de 7 ministros suspeitos dos mais diversos desvios e enriquecimentos, com mais dois ministros sub-júdice e a Casa da Moeda sendo “assaltada” por quem deveria tomar conta dela, teríamos a destituição do Governo que aí esta.
    Na India, por terem sido flagrados vendo pornografia no celular, DOIS MINISTROS PEDIRAM DEMISSÃO.
    Isso no Brasil soa como uma piada. Infelizmente.
    Sou contra qualquer tipo de revolução armada mas, pelo caminho que as coisas estão tomando e com tantos desmandos, corrupção, etc, sinceramente não vejo com bons olhos o final desta história.
    Sou otimista e espero que encontremos um caminho.
    Definitivamente isso não ocorrerá com esses petralhas no poder.
    A propósito, sobre seu post em que trata do plágio do Chalita(versão Edir Macedo da Igreja Católica), vejo que ele está bem alinhado com a nos “ESCOLHIDA DO APEDEUTA”.
    Veja o link a abaixo.

    http://www.estadao.com.br/noticias/geral%2cdilma-rousseff-admite-erro-em-curriculo%2c399151%2c0.htm

    Grande abraço

    ELTON

  54. Anônimo

    -

    14/02/2012 às 16:15

    Mas todo mundo já sabe que o propósito dessa gente é desviar recursos para lugares onde possam confiar que não serão denunciados ou descobertos como verdadeiros ladrões que são. O resto é pura conversa fiada.

  55. Rodrigo Netto

    -

    14/02/2012 às 16:10

    Caro Reinaldo, e por falar em professor da USP, mas por razões opostas a essa aí acima, veja isso:

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/1048131-resposta-a-vladimir-safatle.shtml

    Diário da Europa
    FSP - 13/02/2012-18h02

    Resposta a Vladimir Safatle

    Nada tenho contra a ignorância. Na melhor tradição socrática, sei que a ignorância é a base de qualquer conhecimento válido.
    Coisa diferente é a ignorância atrevida; ou a má-fé intelectual de quem falsifica os factos para construir uma narrativa “apropriada”.
    Vladimir Safatle é um caso: dias atrás, escrevi nesta Folha que o seu texto sobre o conflito israelense-palestino revelava desconhecimento sobre aspectos básicos do problema, que qualquer um dos meus alunos aprende no 1º ano de faculdade.
    Lendo a resposta de Safatle à minha resposta, vejo que me enganei –e devo um pedido de desculpa aos leitores.
    Safatle não revela apenas desconhecimento; revela desconhecimento, desonestidade e um desagradável traço de grosseria.
    Sobre a grosseria, digo apenas isto: no meu texto, em nenhum momento teço considerações pessoais sobre Safatle. Não há uma linha sobre a sua ascendência cultural; e nunca me passaria pela cabeça atribuir-lhe qualquer maleita psiquiátrica.
    Que Safatle tenha evocado a minha condição de português para, alegadamente, eu não entender certas palavras (no fundo, um velho clichê racista) e levantado suspeitas sobre as minhas “alucinações negativas”, eis uma postura que define a criatura.
    Em condições normais, não haveria resposta ao texto de Safatle. Mas, por respeito aos leitores da Folha, gostaria de esclarecer alguns pontos sobre a “polêmica”.
    Em primeiro lugar, Safatle afirma que um “muro” é um muro e que eu, de forma demente, teria transformado o Muro (com maiúscula) em “barreira de segurança”. Para que não restem dúvidas, mantenho o que disse: a parte em cimento da “barreira de segurança” da Cisjordânia constitui apenas 5% da totalidade dessa barreira (que, na verdade, é mais uma cerca que outra coisa).
    Isto não é um pormenor; é uma forma de tratar as palavras (e a realidade) com um mínimo de decência. Bem sei que é mais dramático afirmar que Israel construiu um Muro (”o Muro da vergonha”, “um novo Muro de Berlim” etc. etc.) para separar os israelenses dos palestinos. Lamento: Israel apenas construiu esse Muro quilométrico na retórica de Vladimir Safatle.
    Uma vez estabelecidos os factos, convém lidar com as implicações: a “barreira de segurança” vai além das fronteiras pré-1967 e anexa território alocado aos palestinos? Verdade.
    Mas não é a “barreira de segurança” (ou os assentamentos na Cisjordânia, já agora) que impede uma solução para o conflito e a existência de um estado palestino que inclua a totalidade de Gaza e a (quase) totalidade da Cisjordânia (já lá iremos).
    Israel retirou de Gaza em 2005 e, para o efeito, evacuou povoações inteiras (Netzarim, Morag, Dugit etc.). Aliás, a evacuação não se limitou a Gaza; incluiu também outras povoações na Cisjordânia, como Ganim ou Homesh.
    Nenhuma novidade. O mesmo já sucedera depois dos acordos de Camp David (em 1979) quando a paz com o Egito levou Israel a desmantelar a totalidade dos assentamentos no Sinai.
    Dito de outra forma: nem os assentamentos, nem a “barreira de segurança”, ambos removíveis por definição, são os verdadeiros obstáculos da paz.
    E quando, mais acima, escrevi sobre a possibilidade de um estado palestino que inclua a totalidade de Gaza e a (quase) totalidade da Cisjordânia, nem esse “quase” é um obstáculo real: o
    Plano Clinton já previa que os 94%-96% da Cisjordânia palestina seriam completados por 6%-4% de território israelense anexado a Gaza. Mas nem isso levou Arafat a aceitar um acordo histórico para os palestinos.
    E Arafat não aceitou o acordo porque exigiu o regresso dos 4 milhões de refugiados palestinos (tradução: o regresso dos filhos dos filhos dos filhos dos refugiados originais) a Israel, e não ao novo estado palestino, como seria lógico.
    Com imensa bondade, Safatle concorda que esse regresso em massa seria um suicídio demográfico e cultural para Israel. Mas depois pergunta por que motivo não se tenta encontrar uma solução de compromisso que passe pela “absorção de uma parte e a compensação financeira dos demais”.
    Se Safatle tivesse lido alguma coisa a respeito, ele saberia que “absorção de uma parte” e “compensação financeira dos demais” foi precisamente o que foi proposto por Ehud Barak em Camp David.
    Para sermos precisos, Barak propôs absorver uma parte dos refugiados palestinos ao abrigo de um programa de reunificação familiar; e propôs também compensações no valor de 30 bilhões de dólares. Arafat recusou na mesma.
    Por último, Safatle horroriza-se com a minha frase: “a existência de um Estado autônomo e respeitoso das fronteiras de 1967 tem sido sucessivamente proposto pelas lideranças israelenses desde 1967″.
    Não entendo o horror. Se esquecermos que, antes da Guerra dos Seis Dias, foram sempre os árabes a recusar a existência de um estado palestino junto a um estado israelense (1917, 1937, 1948), o que dizer depois da Guerra?
    Depois da Guerra, ainda em 1967, quando Israel estava disposto a trocar a terra conquistada por paz, reconhecimento e negociação, a resposta árabe ficou célebre na Cúpula de Cartum, que a história registou para a posteridade como a “Cúpula dos Três Nãos”: não à paz com Israel; não ao reconhecimento de Israel; e não à negociação com Israel.
    Apesar de tudo, um estado palestino respeitoso das fronteiras de 1967 (embora, como referi, implicando “trocas de terra” em que Israel cederia parcelas do seu território para compensar perdas na Cisjordânia) voltou a ser oferecido em 2000, em Camp David; e retomado por Ehud Olmert, em 2008. A resposta árabe foi sempre a mesma: não, não e não.
    É pena. Os palestinos, que Safatle me acusa de ignorar em tom melodramático, mereciam melhor destino.
    Mereciam, por exemplo, que as lideranças palestinas não tivessem desperdiçado as várias oportunidades de alcançarem um estado palestino independente depois de 1967.
    E mereciam que, antes de 1967, quando Gaza e a Cisjordânia estavam sob domínio egípcio e jordano, respectivamente, os “irmãos árabes” tivessem integrado os refugiados palestinos nas suas sociedades.
    Exatamente como Israel integrou os milhares de refugiados judeus que, durante a Guerra da Independência de 1948, partiram ou foram expulsos dos países árabes da região.
    Discutir o conflito israelense-palestino, ao contrário do que pensa Vladimir Safatle, é um pouco mais complexo do que soltar umas interjeições adolescentes (”um muro é um muro!”, “há situações inaceitáveis sob quaisquer circunstâncias!” etc.) que talvez impressionem alguns alunos pós-púberes.
    Infelizmente, senhor professor Safatle, não me impressionam a mim.

    João Pereira Coutinho, escritor português, é doutor em Ciência Política. É colunista do “Correio da Manhã”, o maior diário português. Reuniu seus artigos para o Brasil no livro “Avenida Paulista” (Record). Escreve às terças na “Ilustrada” e a cada duas semanas, às segundas, para a Folha.com

  56. Robes Mendes

    -

    14/02/2012 às 16:09

    Existe vida inteligente na USP!!!

  57. José

    -

    14/02/2012 às 16:08

    Cuba não é melhor que Guantánamo. Na 2a. prisão os presos têm o que comer.

  58. simplesmente maria

    -

    14/02/2012 às 16:07

    Sim, a Dra. Janaína Conceição Paschoal merece uma retumbante salva de palmas. Seu artigo é vigorante para aqueles que tentam alimentar esperanças de que o petralhismo conhecerá seu fim proximamente. Alentador ver que há exceções no sistema institucional, que ousam levantar sua voz contra o patrulhismo esquerdopata. Há vozes democráticas, sabemos, nas instituições, mas os esquerditas e ditos ‘progressistas’ tendem a ser os mais vocais, abafando as expressões de um pensamento livre e republicano.

  59. carlos amendola

    -

    14/02/2012 às 16:07

    O pensamento petista domina a imprensa através da publicidade do governo e suas empresas.
    Qualquer jornalista idiota sabe que o regime cubano é um dos piores do mundo, mas no Brasil a mentira é verdade.

  60. Joel Segalla Robinson

    -

    14/02/2012 às 16:06

    ‘Porque essa cambada que adora Che, Fidel (que autorizou a morte do camarada) não vão de muda para a ilha?
    Vão ajudar os cubanos, deixem de uasr celular, carros novos, remedios da industria capitalista, pasta de dente, fraldas descartaveis, absorventes e vão ter uma vida mais proxima da natureza comunista. Bando de hipocritas. Esse mundo de intelectualoides bizzaros deveriam ir ficar com el comandante até a sua morte. Alias vai ser uma peregrinação dessa gentalha até a ilha, mas sem passagem de volta ao Brasil.

  61. Fabio Santana

    -

    14/02/2012 às 16:06

    Gostaria que vc comentasse:

    Poucos se fala que o caso do Lindemberg ele foi preso em flagrante, foi filmado ao vivo matando uma adolecente e acusado de mais 11 crimes (tentativa de homicidio,carcere privado e outros) e mesmo assim DEMOROU 3 ANOS PARA SER JULGADO.
    Não é a toa que o Mensalão demora de 6 a 7 anos para ser julgado…

  62. SILVIO

    -

    14/02/2012 às 16:05

    VC PODERIA PUBLICAR O ARTIGO PARA SER LIDO ? GRATO

  63. MAC

    -

    14/02/2012 às 16:04

    Fala Tio Rei…Como você bem disse, a UFSC já tiraria do ar a entrevista da “ministra do aborto” em seu site. E tirou mesmo…

  64. Filipe Trielli

    -

    14/02/2012 às 16:00

    Cuba é pior que Guantánamo. Não é o simples acaso que decide quem vai ou não para a prisão americana em Cuba. Há, ainda que frágeis, motivos para as pessoas estarem ali. Já o povo cubano, como diz Olavo de Carvalho, são apenas pobres espermatozóides que deram o azar de cair na ilha dos Castro.

  65. Júnior

    -

    14/02/2012 às 15:59

    Clareza e simplicidade não são, definitivamente, atributos dos idiotas de esquerda. Eles precisam da retórica balofa para impor suas teses infantilóides. A professora da USP, de forma serena, sem acrobacias, disse tudo. Parabéns professora. já havia lido o seu texto na Folha de hoje.

  66. Dirk

    -

    14/02/2012 às 15:55

    Cuba respeita o direito de dois humanos : Raul e Fidel

  67. Rods

    -

    14/02/2012 às 15:51

    REI.
    IREI MORRER REPETINDO: “AS PESSOAS ESPERAM DEMAIS DO POSTE DE SAIA, COMO SE ELA FOSSE UMA UNGIDA COM ALTOS PRINCÍPIOS MORAIS”.
    SERÁ QUE OS EPISÓDIOS DE SUA VIDA PREGRESSA COMO TERRORISTA DE NADA VALEM? DE SUA PÍFIA ATUAÇÃO NO GOVERNO DO APEDEUTA? DE SUA PÍFIA ADMINISTRAÇÃO? DE SUA CONDUTA COMO PRESIDENTE? DE SEUS MODOS? DE SUA ÚLTIMA NOMEAÇÃO PARA UM MINISTÉRIO ATIVISTA?
    O BRASILEIRO TEM MANIA DE TRATÁ-LA DE FORMA CORTÊS E ATE CONDESCENDENTE, COMO FIZERAM E FAZEM COM O APEDEUTA, QUANDO ELES NOS TRATAM DOM DESDÉM, DEBOCHE E, COMPLETA E TOTAL FALTA DE EDUCAÇÃO, POIS ITERATIVAMENTE INSULTAM NOSSA INTELIGÊNCIA.
    Rods

  68. Marcos F

    -

    14/02/2012 às 15:51

    Comparar Cuba a Guantanamo?
    Guantanamo é uma base militar, rígida, hoje também usada como prisão de terroristas. Fim.
    Cuba é um país que deveria ser uma pátria, E NÃO É! Deveria abraçar todos os seus habitantes, MAS OS EXPULSOU! Deveria produzir bens, naturalmente, mas preferiu VENDER-SE À RUSSIA, destruindo sua primitiva mas compensadora produção de açucar.
    Cuba, podia, ao menos, ser uma ditadura de Partido - como gostam os petistas - mas não teve opção, engolindo em seco um Traidor da Pátria - Fidel (olha o nome!) Castro - virou uma bela piada de mal gosto, para Chávez da Venezuela espelhar-se, e os petistas do Brasil, fazerem carnavalito.
    Ninguém entra ou sai de Guantanamo.
    Ninguém entra ou sai de Cuba.
    Mas … não nos confundamos. Cuba massacrou seus filhos, Guantanamo não.

  69. mac z

    -

    14/02/2012 às 15:49

    Aplausos sim!…ainda que ela ainda esteja pisando em ovos, o que demonstra o grau de patrulhamento vigente.

  70. Marcelo

    -

    14/02/2012 às 15:46

    E o motivo pelo qual os petistas adoram uma ditadura de esquerda é óbvio: essa sempre foi a utopia desses tarados ideológicos. Não podendo instalar uma ditadura de esquerda no Brasil, graças aos militares, eles agora se contentam em adorar os ícones que atingiram tal utopia em outros lugares como Fidel Castro, em Cuba.
    Os esquerdopatas não lutaram pela democracia em 64. Eles queriam mesmo era vencer os militares e transformar o Brasil na matriz sulamericana dos ideais marxistas. Quebraram a cara mas continuam sendo as eternas viúvas do Karl. E quanto mais genocida e opressor dos direitos humanos for o ditador de esquerda, mais os petistas derramam seu choro pérfido pelos tiranos.
    Dá nojo ver um esquerdista declarar seu amor por Fidel Castro, o facinoroso. E dá vergonha também.

  71. Moacir Rauber

    -

    14/02/2012 às 15:46

    Merece aplausos e também mereceria ampla repercussão!

    Estive em Cuba no ano de 1999 e escrevi um texto intitulado “Zoológico humano”, em que “El comandante en jefe Fidel Castro” era o administrador de um modelo que serve de modelo para esquerdistas de todo mundo. A diferença real é que os espécimes a serem visitados são pessoas…

    Parabéns pelo texto, professora!

  72. Raul Gomes

    -

    14/02/2012 às 15:45

    Creio que seria mais correto dizer que “Vigora entre os educadores e intelectuais brasileiros uma correta e justificável ojeriza às ditaduras de direita e uma míope e injustificável ojeriza aos regimes democráticos, quando de direita”.

  73. Luiz

    -

    14/02/2012 às 15:45

    Por falar em USP, Raquel Rolnik, aquela petista da ONU, sobre moradia, participará de “ato de apoio ao Pinheirinho”.

  74. Christiane Rebola

    -

    14/02/2012 às 15:41

    Rei, a tal Yoani Sánchez é pau mandado .

  75. Fábio - SC

    -

    14/02/2012 às 15:38

    Olá.
    Não sendo assinante da folha, não é possível ler o artigo da professora. Uma pena.
    Abraços

  76. rod

    -

    14/02/2012 às 15:36

    A esquerda nunca foi e nunca será a favor da democracia, isso que a faz ser a esquerda haha. É uma característica básica da esquerda ser contra a democracia liberal representativa que vigora atualmente.

  77. Pedro Barth More

    -

    14/02/2012 às 15:36

    Ops, sem dúvidas que Guantanamo é muito MELHOR do que Cuba! Tenho certeza que na primeira sua população come 3 vezes aos dia, tem luz e material higiênico, o que não ocorre na parte comunista da ilha.

  78. brasileiro de LUTO

    -

    14/02/2012 às 15:36

    GOVERNO DA “CLEOPATRA DO PARANOA” ADERE A FICCAO…. sempre viveu da propaganda, como o governo do Apedeuta, agora, VAI DE NOVIDADE FICTICIA EM NOVIDADE… cada dia inventa uma, MAS FUNCIONAR….. fica para 2014….
    -
    “FILHO DO BRASIl” – “MAE DO PAC” – “AVO DO ABORTO” – “GRANDE IRMAO” – “ALOPRADOS” – MENSALEIROS” – ” aviao espiao da fronteira”, ETC, ETC….. e o povinho que adora essas babaquices…… PRESIDENTAAAA… so isso ja mostra o padrao da “Rainha Mae, do PAC”
    -
    terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
    -

    Governo | 14:08
    -
    Dilma quer monitoramento estilo “Grande Irmão” para as principais ações de governo
    -
    Durante a reunião do Conselho Político, com líderes da base aliada, o governo anunciou que está ampliando o sistema de monitoramento dos serviços prestados a população na área de saúde.
    O sistema será nos moldes inspirado no Grande Irmão, personagem do livro 1984, de George Orwell, que a tudo via e ouvia o tempo inteiro.
    O sistema foi experimentado pela ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, durante as festas de fim de ano, para monitorar o movimento nos aeroportos no fim do ano passado.
    A idéia é que até o final deste ano, todos os ministérios tenham um sistema de monitoramento on line de suas principais ações de governo voltados para a população.

  79. Marcelo - Vítima da Bancoop

    -

    14/02/2012 às 15:36

    Sim, merece elogios e um “bravo”!
    Realmente não é nada fácil manter posições coerentes frente aos companheiros patrulheiros que infestam a USP.

  80. Opinião

    -

    14/02/2012 às 15:33

    Excelente. Os esquerdistas odeiam ditaduras de direita mas amam ditaduras de esquerda. Ou seja, eles são a favor de ditaduras da patota deles. É uma gente que não vale nada, sabe disso, e por isso mesmo gosta de fingir que são democratas. Não são. Não enquanto baterem palmas para terroristas de esquerda e ditadores como Fidel. Eu sou contra qualquer ditadura e contra qualquer terrorista. Os esquerdistas não podem dizer o mesmo sem mentir.

  81. P Faustini

    -

    14/02/2012 às 15:33

    Reinaldo infelizmente o artigo só esta disponivel para assinantes, não da para disponibilizar?

  82. O locutor

    -

    14/02/2012 às 15:29

    Por essas e outras que sempre devemos estar atentos e aplaudir essa advogada e professora!!!!


 

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