Blogs e Colunistas

25/07/2011

às 16:10

Amy Winehouse, João Pereira Coutinho, os abutres e por que Adele deve continuar a comer batatas

Estou de volta. Vamos lá. Discordar de quem habitualmente costumo discordar é exercício um tanto enjoativo. Penso, por exemplo, em Renato Janine Ribeiro, e começa a me dar aquela preguiça… Melhor discordar de alguém com quem, habitualmente, concordo. É o caso de João Pereira Coutinho, que escreve hoje na Folha Online sobre Amy Winehouse — de quem nunca falei no blog porque, de fato, ela não me dizia e não me diz nada. Prefiro Adele, que leva jeito de exagerar nas batatas. A grande arte extrai o incomum da vida comum. O artista marginal é uma invenção cretina do século 19.

Coutinho pôs seu talento para NÃO DISCUTIR um tema, desqualificando os que decidiram fazê-lo. Assim, escreveu o que parece ser um não-texto sobre um não-assunto. Vamos ver. Diz ele:
“Morreu Amy Winehouse e os moralistas de serviço já começaram a aparecer. Como abutres que são.”
Parece que abutres são todos os moralistas, não apenas os que buscam “moralizar” a morte da cantora. Sem usar umas duas ou três linhas a mais par especificar de que moralismo está falando, parece descartar por inútil boa parte da filosofia, que se ocupa justamente da moral. “Ele fala de ‘moralismo’, não distorça”. É? Não tenho eu de preencher o conteúdo que ele decidiu deixar em branco. O texto nos autoriza a jogar no lixo tanto o motorista de táxi inconformado com o “tóchico” como Santo Agostinho.

Coutinho não gosta do que anda lendo a respeito de Amy:
“Não há artigo, reportagem ou mero obituário que não fale de Winehouse com condescendência e piedade. Alguns, com tom professoral, falam dos riscos do álcool e da droga e dão o salto lógico, ou ilógico, para certas políticas públicas.”
Eu considero uma proteção civilizadora falar de quem morre com “condescendência e piedade”. Abutres destroem a carcaça e garantem a sua própria vida alimentando-se da coisa morta. A cultura da droga, esta sim, alimentou-se de Amy, referendando a mitologia estúpida de que aquilo que a destruía era a sua fonte de criação e de fruição. A cantora fez do mundo um palco e se esfarelou em praça pública.

Coutinho é dos melhores articulistas da imprensa brasileira, um dos mais cultivados, e sabe que toda vida é expressão de um conjunto de valores morais, queira o vivente ou não. Com mais propriedade o são as personalidades públicas, cujo trabalho depende dessa publicidade. Sua vida tem, queira ou não,  um sentido exemplar. Voltemos à mimese aristotélica: é preciso representar dramas críveis para que se possa extrair um sentido — com o perdão da palavra — MORAL do que está sendo encenado. Assim, que se busque, a partir de Amy, extrair uma espécie de moral da história, de sentença, é mais do explicável; é, na verdade, necessário; está dentro das regras do jogo.

Pergunto-me até onde — na verdade, afirmo-o — Coutinho não se quedou vítima do mal que denuncia. Segundo entendi, ele ficou irritado com o tom catequista e catequizador dos que decidiram falar sobre a morte de Amy, ignorando o fato em si para se fixar no que seria uma pauta, uma agenda. Não faz o autor a mesma coisa? Também ele não está forçando a mão para defender uma tese? Também ele não usa Amy para expressar um ponto de vista sobre o vício e sobre a legalização das drogas?

Deslegitimar um ponto de vista contrário, sem debatê-lo, como expressão de uma visão meramente reacionária ou atrasada de mundo, meu caro Coutinho, é prática corriqueira dos esquerdistas que vivem a atacá-lo e a me atacar com boçalidades — como se, de resto, pensássemos a mesma coisa; é que acham que pensamentos a mesma coisa só porque divergimos deles…

Segue Coutinho:
Amy Winehouse é, consoante o gosto, um argumento a favor da criminalização das drogas; ou, então, um argumento a favor de uma legalização controlada, com o drogado a ser visto como doente e encaminhado para a clínica respetiva. O sermão é hipócrita e, além disso, abusivo.
Por quê? O autor reclamou do salto “lógico, ou ilógico” dos que usam Amy como exemplo para debater certas políticas públicas. Muito bem! O que vai nessas linhas acima? Não está dado aí o salto “lógico, ou ilógico”. Aqui é preciso um pouco de cuidado. Eu, por exemplo, acho que, dado o desfecho trágico, é “lógico” que se defenda a criminalização das drogas — meu argumento principal, no entanto, como sabem todos, nunca esteve relacionado ao destino de pessoas tomadas individualmente; isso é incontrolável —, mas não vejo lógica na eventual defesa da legalização controlada. Adiante.

Sim, concordo em parte com Coutinho:
Começa por ser hipócrita porque este tom de lamentação e responsabilidade não existia quando Amy Winehouse estava viva e, digamos, ativa. Pelo contrário: quanto mais decadente, melhor; quanto mais drogada, melhor; quanto mais alcoolizada, melhor. Não havia jornal ou televisão que, confrontado com as imagens conhecidas de Winehouse em versão zoombie, não derramasse admiração pela ‘rebeldia’ de Amy, disposta a viver até o limite.
Sempre lastimei cá comigo — nunca escrevi a respeito porque, francamente, essa moça nunca tomou mais de cinco minutos do meu tempo — essa glorificação do pé-na-jaca. Sentia pena de Amy não porque me visse compelido a salvá-la ou porque me julgasse dotado de uma visão superior que ela ainda não havia alcançado, mas porque, se somos todos cadáveres adiados, ela era um dos casos de cadáver apressado. Mas que, atenção — e é esta dimensão que Coutinho ignora em seu texto — PRODUZIA VALORES. Era e é escandalosamente visível que seus fãs admiravam e admiram menos as eventuais qualidades estéticas de seu trabalho do que sua “entrega”. O que fazia de Baudelaire um Baudelaire? Eu ainda acho que era a sua habilidade em fazer versos.

Amy não era, como se lê agora, uma pobre alma afogada em drogas e bebida. Era alguém que criava as suas próprias regras, mostrando o dedo, ou coisa pior, para as decadentes instituições burguesas que a tentavam “civilizar”.
Não fica claro se Coutinho é irônico ao se referir às “decadentes instituições burguesas”. É possível que sim. Eu estou entre aqueles que acreditam que Amy fez as suas escolhas. E ponto! Mas o autor me parece errado ao afirmar que a cantora criava as suas próprias regras. Amy era um estúpido, aborrecido e, como todos, previsível clichê. São menos perversos — e ilógicos — ou “moralistas” os que usam sua morte como um alerta do que os cretinos que a consideram uma espécie de coroamento da obra.

A exemplo de Amy, Coutinho faz as suas escolhas, e eu também. Todo artista é, reitero, em certa medida, exemplar, a menos que produza apenas para si mesmo, e artista não é porque falta o “outro” que lhe confere sentido. Dado isso, a censura ao comportamento de Amy é muito mais civilizadora do que a apologia. Esta, sim, marca um compromisso com a morte. Nenhum estado é autoritário o bastante a ponto de proibir o suicídio, mas eu estou entre aqueles que têm um compromisso moral com a vida, sem a qual todo o resto é inútil.

E quando o pai da cantora veio a público implorar para que parassem de comprar os seus discos –raciocínio do homem: era o excesso de dinheiro que alimentava o excesso de vícios– toda a gente riu e o circo seguiu em frente. Os moralistas de hoje são os mesmos que riram do moralista de ontem.
Bem, acho que não. O raciocínio do pai de Amy não era moralista, mas apenas desesperado. A palavra é descabida. Há uma boa possibilidade de haver os “moralistas” de hoje que não riram ontem.

Mas o tom é abusivo porque questiono, sinceramente, se deve a sociedade impor limites à autodestruição de um ser humano. A pergunta é velha e John Stuart Mill, um dos grandes filósofos liberais do século 19, respondeu a ela de forma inultrapassável: se não há dano para terceiros, o indivíduo deve ser soberano nas suas ações e na consequência das suas ações.
Eis aí. Coutinho decidiu usar o caso de Amy para, digamos assim, testar a fortaleza de seu liberalismo. Os chamados “liberais-liberais” (à diferença deste “liberal-conservador”) fizeram certa aliança tática com as novas esquerdas na defesa da descriminação das drogas — e esse é o tema subjacente; Amy é só o cadáver do dia  — porque, afinal, todos têm o direito ao suicídio. A última aparição pública de Amy, visivelmente transtornada, foi no show de uma garota de 15 anos — na fila dos cadáveres apressados, segundo entendi —, fazendo praça de seu estilo de vida. Dano a terceiros? Acho que sim, Coutinho!

A reprimenda aos que fazem a apologia da morte e da autodestruição — especialmente quando, em razão de sua atividade,  podem influenciar o comportamento de outras pessoas, de jovens em particular — é a outra face da liberdade de expressão, Coutinho.

Bem dito. Mas não é preciso perder tempo com filosofias. Melhor ler as letras das canções de Amy Winehouse, onde está todo um programa: uma autodestruição consciente, que não tolera paternalismos de qualquer espécie. O tema “Rehab”, aliás, pode ser musicalmente nulo (opinião pessoal) mas é de uma honestidade libertária que chega a ser tocante: reabilitação para o vício? Não, não e não, diz ela. Três vezes não.
Nada haveria a acrescentar ao texto não fosse Amy parte da indústria de entretenimento e não vendesse valores. “Honestidade libertária”? Honestidade, talvez: “Sou drogada mesmo, e daí?” Mas “libertária”? A liberdade que nasce de um vício é uma revolução conceitual que requer desdobramentos.

Respeito a atitude. E, relembrando um velho livro de Theodore Dalrymple sobre a natureza da adição (”Junk Medicine: Doctors, Lies and the Addiction Bureaucracy”), começa a ser hora de olhar para o consumidor de drogas como um agente autônomo, que optou autonomamente pelo seu vício particular –e, em muitos casos, pela sua destruição particular.
Não conheço o livro. Mas, se a síntese é essa, a sociedade tem o dever, além do direito, de combater os viciados, especialmente aqueles que podem, dada a força do exemplo, convencer outras pessoas de que se produz civilização com autodestruição. O drogado faz a sua escolha, e a sociedade também; ele enfia o pé na jaca, e a ordem legal se encarrega, então, de isolá-lo. Ocorre que as coisas estão caminhando em outro trilho. Já chego lá.

As drogas não se “apanham”, como se apanha uma gripe; não se “pegam”, como se pega um doença venérea; e não são o resultado de uma mutação maligna das células, como uma doença oncológica. As drogas não “acontecem”; escolhem-se. O drogado pode ficar doente; mas ele não é um doente - é um agente moral.
Ah, bem. E os que censuram os drogados também são agentes morais, e, portanto, a moral está de volta à conversa. Eu concordo com Coutinho nesse particular. Por isso mesmo, acho essencialmente imoral que a sociedade tenha de arcar com os custos da chamada “reabilitação dos drogados”, como se tornou moda defender hoje em dia. Notem que, respondendo ao autor, estou aqui a debater política pública de combate às drogas, seguindo o salto “lógico, ou ilógico”, do articulista.

Acho a descriminação do consumo de drogas uma tese estúpida também porque ela vem sempre associada às políticas públicas de reabilitação, que custam uma fortuna. Por que os cidadãos não-drogados, os aborrecidos “produtivistas”, que enchem os cofres do estado com parte do seu trabalho, têm de financiar as conseqüências da escolha moral dos viciados? Que escolham! Mas que se reserve à sociedade da ordem a prerrogativa de afastá-los do convício social. Coutinho tem razão: o viciado não é uma vítima; é alguém que escolheu um caminho.

Mais: como explica Dalrymple, que durante décadas foi psiquiatra do sistema prisional britânico, o uso de drogas implica um voluntarismo e uma disciplina que são a própria definição de autonomia pessoal. E, muitas vezes, o uso de drogas é o pretexto para que vidas sem rumo possam encontrar um. Por mais autodestrutivo que ele seja. Moralizar o cadáver de Amy Winehouse? Não contem comigo, abutres.
É, nesse ponto, Coutinho volta à sua agenda, dando um salto perigoso: vidas sem rumo encontrariam nas drogas uma direção… A possibilidade aberta não difere em nada da velha mística que cerca as drogas, que abririam caminhos novos da percepção etc e tal. Eu estou entre aqueles que acreditam que Amy viveu e morreu como quis, sim. Mas isso não me basta porque tal constatação vale para algumas centenas de viciados anônimos que morreram hoje mundo afora. Como personalidade pública, ela representava um conjunto de valores, um estilo de vida, uma escolha moral e uma escolha ética. Nesse particular, ela é a expressão clara e insofismável de um desastre. Não só isso. Amy também significa a renovação de um mito estúpido, segundo o qual o talento — e há quem diga que ela era o “ó” do borogodó; não pra mim — nasce de uma espécie de maldição. E não custa notar: Coutinho moralizou o cadáver de Amy Winehouse. A diferença é que ele acha a sua moralização, digamos, moralmente superior à daqueles de quem discorda.

PS: Torço para que Adele continue a exagerar só nas batatas…

Por Reinaldo Azevedo
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208 Comentários

  1. Milena

    -

    22/08/2011 às 14:38

    Reinaldo,
    A única coisa que eu contesto no seu post é o fato de que, uma vez viciado, o drogado não tem mais escolha. Abandonar o vício é muito difícil e, neste caso, a reabilitação é importante (apesar de o índice de recaídas ser alto).
    Pessoalmente, sou a favor de internação compulsória (se a família quiser internar o viciado, ele não teria o direito de opinar, visto não ter vontade própria - ele está “amarrado” ao vício).
    Entendo o desespero do pai da Amy Winehouse. No lugar dele, eu teria dito o mesmo.
    E que Adele continue exagerando só nas batatas.

  2. Zágna Fortes

    -

    31/07/2011 às 15:13

    Não vale não postar a Norah Jones heim, Reinaldo! Ao menos qu não goste, viu.

    Pronto posta a Norah Jones. “Musiquinha” do mês próximo.. heheh

    Abraços

  3. Zágna Fortes

    -

    31/07/2011 às 14:54

    Ok, Reinaldo, ótimas considerações. Mas vamos lá, Adele já homenageou a amiga em seu site, afirmado que Amy pavimentou o caminho para artistas como ela- uaua!!rsrs- sabe-se lá se o gosto é só por batatas.. heheh-, brincadeira, só pra te provocar….

    Então, Reinaldo, outra “musiquinha’, vai.. Norah Jones, as filhotas agradecem..

    Abraços,

  4. Éden

    -

    30/07/2011 às 10:47

    hum… essa lógica de que o estado não deveria arcar com os prejuízos de saúde de um viciado - a princípio em drogas hoje ilícitas - não se aplicaria também às drogas hoje liberadas, como tabaco e álcool? ou então às ‘batatas’ - responsável por grande oneração dos sistemas de saúde?

  5. Augusto

    -

    27/07/2011 às 11:54

    El Carbong, novamente

    Reitero que, pela linha que expôs, o entendimento das bandeiras dos libertários está claramente confundido com “bagunça”, o que é o primeiro grande erro que acabou escrevendo e continuou embora de forma atenuada, no segundo post.

    Bom, um libertário não defende ausência absoluta de leis, mas defende que a liberdade deva norteá-las. Ou seja: não me interessa encarnar “o grande pai” do usuário de drogas supostamente em nome dos outros. Isso é uma questão de princípio! Não acho utopia defender princípios. Utopia é esperar uma transformação na sociedade, no homem, uma conversão a certos valores, etc, etc.
    Causa defendida pelos libertários vai de encontro a uma realidade bem paupável e possível, materialmente. Essa que vc citou dos impostos sobre as drogas, é uma alternativa, não a única.
    A rigor, se o sistema de saúde, por exemplo, fosse privatizado por completo, essa nem sequer seria uma questão de interesse do próprio Estado… “capiche”?
    E, é claro que tais idéias soam antipáticas a muitos, especialmente esquerdistas. Por isso é que raros são os parlamentares que ousam defender isso em público.
    Mas é certo que sustentar vagabundo com recursos públicos não é função do estado. Nem tampouco querer saber o que aquele rapaz faz naquela viela às 23:30 hs. Externalidades?

    Bom! Nesse particular, se a sua idéia é a de que o uso de algumas drogas como a maconha, por exemplo, vá colocar em risco toda a segurança do país… tenho a informar que em países civilizados, isso não se confirma. Basta irmos a Holanda, Suíça, Suécia, ao Japão…
    Ou seja, sua premissa de que legalização = aumento de crimes não procede. Não é uma lei natural ou cientificamente comprovável. uso de uma droga com alteração do caráter não se comprova e, apenas no caso do álcool e de drogas pesadas como a cocaína, o indivíduo DE FATO agressivo pode parar de reprimir impulsos violentos e agir deliberadamente de forma deletéria.

    Ser libertário não implica AUSÊNCIA DE LEIS. Se um libertário defende a maconha legalizada não quer dizer que defenda o crack. O fato de ser um libertário não implica em fazer um vôo cego sobre toda a discussão até porquê o que o define como tal é seu entendimento especialmente sobre Estado e Economia. De resto, a política é o imperativo racional lógico. E não há condições políticas para liberação de outras drogas que não a maconha. Esta sim, sem qualquer risco de Armageddon!

    No mais, como eu disse, se for começar a proibir tudo sob o conceito do “viável ao coletivo”, nos aproximamos, sim, dos esquerdistas a medida que tais “conveniências” passem também a admitir novas “proteções” a esse mesmo coletivo.

    A rigor, o crime sempre será combatido por libertários, conservadores, e até alguns esquerdistas. Por fim, insisto, a um libertário é muito mais custoso (politicamente e até economicamente) criar sistemas repressivos a liberar a possibilidade de certas práticas.

  6. Augusto

    -

    27/07/2011 às 11:23

    El Carbong, novamente

    Reitero que, pela linha que expôs, o entendimento das bandeiras dos libertários está claramente confundido com “bagunça”, o que é o primeiro grande erro que acabou escrevendo e continuou embora de forma atenuada, no segundo post.

    Bom, um libertário não defende ausência absoluta de leis, mas defende que a liberdade deva norteá-las. Ou seja: não me interessa encarnar “o grande pai” do usuário de drogas supostamente em nome dos outros. Isso é uma questão de princípio! Não acho utopia defender princípios. Utopia é esperar uma transformação na sociedade, no homem, uma conversão a certos valores, etc, etc.
    Causa defendida pelos libertários vai de encontro a uma realidade bem paupável e possível, materialmente. Essa que vc citou dos impostos sobre as drogas, é uma alternativa, não a única.
    A rigor, se o sistema de saúde, por exemplo, fosse privatizado por completo, essa nem sequer seria uma questão de interesse do próprio Estado… “capiche”?
    E, é claro que tais idéias soam antipáticas a muitos, especialmente esquerdistas. Por isso é que raros são os parlamentares que ousam defender isso em público.
    Mas é certo que sustentar vagabundo com recursos públicos não é função do estado. Nem tampouco querer saber o que aquele rapaz faz naquela viela às 23:30 hs. Externalidades?

    Bom! Nesse particular, se a sua idéia é a de que o uso de algumas drogas como a maconha, por exemplo, vá colocar em risco toda a segurança do país… tenho a informar que em países civilizados, isso não se confirma. Basta irmos a Holanda, Suíça, Suécia, ao Japão…
    Ou seja, sua premissa de que legalização = aumento de crimes não procede. Não é uma lei natural ou cientificamente comprovável. uso de uma droga com alteração do caráter não se comprova e, apenas no caso do álcool e de drogas pesadas como a cocaína, o indivíduo DE FATO agressivo pode parar de reprimir impulsos violentos e agir deliberadamente de forma deletéria.

    Ser libertário não implica AUSÊNCIA DE LEIS. Se um libertário defende a maconha legalizada não quer dizer que defenda o crack. O fato de ser um libertário não implica em fazer um vôo cego sobre toda a discussão até porquê o que o define como tal é seu entendimento especialmente sobre Estado e Economia. De resto, a política é o imperativo racional lógico. E não há condições políticas para liberação de outras drogas que não a maconha. Esta sim, sem qualquer risco de Armageddon!

    No mais, como eu disse, se for começar a proibir tudo sob o conceito do “viável ao coletivo”, nos aproximamos, sim, dos esquerdistas a medida que tais “conveniências” passem também a admitir novas “proteções” a esse mesmo coletivo.

    A rigor, o crime sempre será combatido por libertários, conservadores, e até alguns esquerdistas. Por fim, insisto, a um libertário é muito mais custoso (politicamente e até economicamente) criar sistemas repressivos a liberar a possibilidade de certas práticas.

    “À responsabilidade dos indivíduos, deverão ser sempre - suas, não da sociedade”.

  7. Movimento Pontedo Guaiba

    -

    27/07/2011 às 0:01

    Saiu um comentario na Impresa Gaucha e veio atrazar mais a construção da Nova Ponte do Guaiba.

    OPINIÃO DE LEIGO TEM TANTA VALIDADE QUANTO UMA NOTA DE R$ 3

    Dizem que: “de medico e louco todos temos um pouco”; realmente temos o habito de opinar em áreas que não são de nossa especialidade, mas tomar essas opiniões como verdade é preocupante. Exemplo disso foi à opinião emitida por um matemático referente a uma obra de engenharia. Esta comparação de laranjas e melancias colocou em dúvida a opinião de milhões de gaúchos no que se refere à construção da Segunda Ponte do Guaíba.

    O Movimento não questiona as qualidades e nem o profissionalismo do Matemático apenas estamos manifestando o que para nós foi uma informação totalmente equivocada na comparação da Segunda Ponte do Guaíba com a Ponte do Rio Paraná.

    O Movimento é composto por profissionais de diversas áreas, inclusive engenheiros, entretanto não queremos cometer o mesmo equivoco e analisar dados que não são de nossa especialidade (somos um movimento da sociedade civil), por isso, publicaremos abaixo um quadro com informações, retiradas do site do DNIT, e deixaremos a análise aos técnicos. Ressaltamos que estamos buscando a devida comparação com os profissionais de engenharia.

    Ponte s/ Rio Paraná
    DADOS PONTE S/ RIO PARANÁ FONTE:
    PROCESSO: DNIT nº 50600.000278/2010-76 http://www1.dnit.gov.br/anexo/Edital/Edital_edital0040_10-00_2.pdf

    EDITAL: Nº 0040/2010-00
    ORÇAMENTO DO EMPREENDIMENTO (moeda Set/09): R$ 114.988.274,99
    ORÇAMENTO DA OBRA DE ARTE: R$ 101.669.397,95
    ORÇAMENTO DOS ACESSOS EM ATERROS: R$ 13.318.877,04
    EXTENSÃO TOTAL DO EMPREENDIMENTO (m): 7.448,23 http://www.itti.org.br/portal/images/stories/gpontes/Rio%20Paran%C3%A1%20BR262/Relat%C3%B3rio%20de%20Programa%C3%A7%C3%A3o%20-%20Rio%20Parana%20BR-262.pdf

    EXTENSÃO EM OBRA DE ARTE (m): 1.344
    LARGURA DA OBRA DE ARTE (m): 11
    ÁREA DA OBRA DE ARTE (m²): 14784
    CUSTO OBRA DE ARTE / m² R$ 6.876,99

    Segunda Ponte s/ Rio Guaíba
    DADOS SEGUNDA PONTE S/ RIO GUAÍBA FONTE:
    PROCESSO: DNIT nº 50610.001611/2009-10 http://www1.dnit.gov.br/anexo/Edital/Edital_edital0765_09-10_0.pdf

    EDITAL: Nº 0765/2009-10.
    ORÇAMENTO DO EMPREENDIMENTO (moeda Jul/10): R$ 813.089.500,00 EVTEA - RPE - VOLUME 1- PÁG 385
    ORÇAMENTO DA OBRA DE ARTE R$ 702.639.500,00
    ORÇAMENTO DEMAIS SERVIÇOS (desapropriação, meio ambiente, projeto,…) R$ 110.450.000,00
    MAIOR LARGURA DA OBRA DE ARTE - SOB A ÁGUA - 4 FAIXAS (m): 27 EVTEA - RPE - VOLUME 1- PÁG 269
    ÁREA DA OBRA DE ARTE (m²): 121.524,00 EVTEA - RPE - VOLUME 1- PÁG 403
    CUSTO OBRA DE ARTE / m² R$ 5.781,90

    O Movimento vem buscando a construção da Segunda Ponte desde 2006 e apenas o Projeto de Viabilidade (EVTEA) e Traçado foi concluído em 13 de maio de 2011, e assim mesmo, o Estudo ainda não foi remetido à Brasília, embora tenha sido solicitado (em 18 de março) pela Presidente Dilma Rousseff, com prazo de 15 dias.

    Não somos os donos da verdade e nem queremos dizer que não aceitamos opiniões, pelo contrário estamos sempre abertos a manifestações construtivas, inclusive se as informações do matemático estivessem fundamentadas por Técnicos, tenham certeza de que essa manifestação estaria sendo ao seu favor.

    Não compactuamos com os fatos ocorridos nos órgãos responsáveis pela Construção da Segunda Ponte no Guaíba, até que nos prove contrário os valores citados estão corretos. Se em descordo aguardamos manifestação.

  8. Anônimo

    -

    26/07/2011 às 22:59

    O João Pereira Coutinho é parente do Philip Coutinho?

  9. Katia

    -

    26/07/2011 às 20:21

    “Que cobre impostos e com esse dinheiro crie uma matéria exclusiva sobre o uso de drogas nas escolas além, PELO AMOR DE DEUS, de centros de recuperação que hoje não existem.”

    Matéria exclusiva sobre o uso de drogas nas escolas???! Por que será que todo defensor da legalização de drogas, das duas uma, ou é usuário ou ingênuo a esse ponto (de pressupor que a PROMOÇÃO ainda maior das drogas teria o mágico efeito de reduzir o consumo)?

  10. Roberto

    -

    26/07/2011 às 19:54

    LIVRE ARBÍTRIO?
    Não tenho pena da Amy, lamento pelos parentes.
    Adoro a voz e o ritmo que ela impõe em suas músicas.
    O que ela fazia da sua vida, como pessoa popular, repercute sim na vida de muitos jovens. É óbvio exemplo a ser seguido por quem a admira. Portanto, querendo ou não, incita e continuará incitando muitos jovens ao uso de drogas, mesmo após sua morte.
    No entanto, não confundo esse caso em particular, com a chamada “descriminalização da droga”.
    Sou ferrenho defensor de que o Estado “venda” drogas no lugar das bocas de fumo, traficantes ou quem quer que seja, exceto o Estado.
    Que cobre impostos e com esse dinheiro crie uma matéria exclusiva sobre o uso de drogas nas escolas além, PELO AMOR DE DEUS, de centros de recuperação que hoje não existem.
    O triste não é a Amy ter sido uma “drogada”: O triste é uma criança de dez, doze anos cair no vício e os pais não terem onde internar depois que descobrem, tardiamente, estarem com um viciado dentro de casa. Ou será que agora crianças de 10, 12 anos devem ser largadas por ter sido da sua própria escolha (LIVRE ARBÍTRIO) fazer uso de drogas?
    Caro Reinaldo e gente que fez comentários, antes simplesmente sair digitando opiniões sobre esse assunto, visitem um centro de recuperação (se acharem algum) na sua cidade e vejam a desgraça real que as drogas trazem. E como as famílias estão desamparadas pela inexistência do Estado no auxílio a esse morticínio.
    Lembro que agora mesmo, em qualquer minimercado ou supermercado, pode-se comprar 1 LITRO de cachaça (de qualidade razoável) por menos de R$ 5,00 reais. Nem por isso se vê o mundo todo bêbado pelas ruas. Então por que não oficializar alguns tipos de droga? Por que não juntar todas as drogas em um pacote, cobrar impostos e abrir o jogo para toda a sociedade, incluindo na educação básica os riscos do seu consumo?
    Todos sabemos que o proibido apenas incita a vontade dos adolescentes na experimentação, que seja então uma proibição a menos.

  11. pedro

    -

    26/07/2011 às 18:45

    Achei interessante e procedente um comentário de Paulo Coêlho, que colhi do documentário cinematográfico de que participa Fernando Henrique (que fria!). Ele disse que a pessoa usa a liberdade (o livre arbítrio) para escolher o caminho da droga,mas, daí em diante, escravo do vício, já não terá mais liberdade de qualquer escolha. Parece-me que foi a coisa mais inteligente do filme documentário. Pareceu-me uma espécie de pacto com o Diabo: uso meu livre arbítrio para uma escolha que nunca mais me permitirá livre-arbitrarme (desculpem a licença).

  12. Silas S. Carvalho

    -

    26/07/2011 às 17:28

    Confesso não dispor de informação bastante para comentar Amy Winehouse, até por que não admirava tanto assim a personagem nem a pessoa, a ponto de procurar conhecê-las melhor. Mas com as reservas impostas pela minha ignorância, sinto que tanto Amy Winehouse como Janis Joplin (desta eu realmente gosto) foram vítimas da ganância de gravadoras e empresários inescrupulosos que, diante do sucesso estrondoso, as exploraram até o último suspiro, não lhes dando “folga” para buscarem a cura e matando, por assim dizer “as galinhas dos ovos de ouro”, e privando-nos precocemente do talento de ambas. Para mim, tanto Janis Joplin quanto Amy Winehouse pediam socorro desesperadamente através de suas músicas, mas ninguém lhes deu ouvidos, pois prá essa gente, os fins sempre justificam os meios.

  13. luiz

    -

    26/07/2011 às 16:54

    Rei, só fui saber que a tal moça cantava agora que morreu.

    Os jornais só mostravam ela em cenas “escandalizantes” nunca cantando realmente. Entre aspas pq não me causava escandalo, apenas nojo. Não vendiam sua musica, vendiam sua atitude, e nãos e trata mesmod e drogas, trata-se de se dopar, pois não vejo diferneças tão grandes entre a bebida dela e a minha, ou na sua, talvez, mas na atitude sim, aquilo era fuga.

    Parabéns Any conseguiu ser famosa pela música, cosneguiu fugir, era sensível, percebia o mal que se produz nesse mercado. Deviam te rouvido o pai dela,a cho que aunica frase lucida nisso tudo, parem de comprar, parem de incentivar.

  14. Almirante Kirk

    -

    26/07/2011 às 16:04

    AO “Kaos” ( ou será “Gilberto”,rs)
    -
    26/07/2011 às 14:12:

    Você vive a “pagar micos” homéricos,seja aqui(neste blog),seja em outros sites!
    Tente reler,com calma,o que contém o meu comentário;penso ter sido claro!Agora,qual é o curioso problema que dificulta-lhe o entendimento,ah!quanto a isso não faço idéia - talvez um psiquiatra,com sorte,possa elucidar,rsrs!
    Boa reflexão - caso puder,evidentemente…

  15. Anônimo

    -

    26/07/2011 às 15:48

    O capeta das drogas cobrou a dívida
    da alma vendida
    a preço de banana
    (prazer e fama de rebelde)
    ainda em vida,
    da pobre moiçola
    .
    e a posterior morte física
    veio quasi-instantaneamente
    rápida feito um crack, sei lá

  16. El Cabong

    -

    26/07/2011 às 14:14

    Ao Augusto.

    Sim, eu conheço os libertários, já até simpatizei com as causas deles. Se fosse possível, o ideal seria que nem Estado existisse.
    Mas a questão é que uma coisa é o mundo idealizado, outra é o mundo real. Não acredito em utopias, e, hoje, evito qualquer um deles. Acreditar em utopias é o primeiro passo para defender atrocidades.
    Quando eu falo das drogas, falo de uma coisa que torna o dependente um prisioneiro, capaz de fazer qualquer coisa por ela. E que, justamente por isso, pode fazer lambança e prejudicar os outros. Esse é o conceito de externalidade, que é justamente o que poucos libertários entendem (e, pela sua resposta, você tampouco entende)!
    Uma sociedade com vários viciados desesperados para conseguirem cocaína vai gerar custos para os demais cidadãos. Seja pela perda de bem-estar causada pelo aumento da violência, seja pelo aumento dos gastos de saúde pública ou, mesmo que não haja saúde pública, pelo combate à violência. Isso é fato!
    O máximo que alguém poderia dizer em favor da legalização das drogas é que o enfraquecimento do tráfico causado pela legalização ou uma possível cobrança de tributo na venda desses bens poderia compensar essa externalidade (coisa que eu duvido). Papo furado de soviéticos, proibição de refrigerante ou de biscoito recheado não cola. Aliás, é justamente entender o porque das drogas pesadas deverem ser proibidas o primeiro passo para poder contra-argumentar quando algum esquerdista propor proibir os primeiros.

  17. Kaos

    -

    26/07/2011 às 14:12

    1 - Almirante Kirk - 25/07/2011 às 18:32, escreveu …”autor da pérola “O livre-arbítrio é uma quimera inventada pelo cristianismo.”:Diante de uma frase tão estulta,pergunto-lhe:a estupidez contida em seu arrazoado é,também,fruto do cristianismo?!”
    Almirante, Almirante !!! se o senhor lêsse livros científicos ao invés da bíblia entenderia que o tal “LIVRE ARBÍTRIO” é o maravilhoso resultado de milhões de reações QUÍMICO-ELÉTRICAS do nosso corpo, do qual faz parte o cérebro. Livre arbítrio é EXATAMENTE igual, do ponto de vista neurológico, mas de uma maneira MUITO MAIS COMPLEXA, ao que aconteçe quando um CACHORRO “decide” atravessar a rua na faixa de segurança. Isto se chama EXPERIÊNCIA. Estude sobre a Teoria Computacional da Mente.
    2 - carlos-26/07/2011 às 11:11 escreveu …”Há adictos. Há artistas populares. Há artistas populares que são adictos. A vida dos adictos é em geral mais curta. Alguns usuários de drogas que não se tornam adictos (keith richards) sobrevivem mais tempo”.
    Ô,ô carlos! Adicto é quem não consegue viver sem certas drogas. Keith Richards é um adicto, só que não caiu no fundo do poço. Assim como muitas pessoas aparentemente “não adictas” mas que precisam da droga para trabalhar.

  18. mrbooz

    -

    26/07/2011 às 13:36

    Um achado essa Adele, Reinaldo.Faz meu gênero e já baixei para tê-la por perto.
    Gosto do Coutinho,igual a você, mas também não concordo com o enfoque que ele deu.
    Sou mais daqueles que não se incomodam com o que fazem os outros.Cada um é cada um.

  19. Ademar

    -

    26/07/2011 às 13:17

    Kaos escreveu:
    “Sentimentos, decisões, atitudes, “livre-arbítrio” são orgânicos. Não existe alma, espírito, mente.”
    Que coisa mais estúpida. Não senhor Kaos, v. pode ser um excelente neurologista, mas definitivamente não somos robôs orgânicos. Quer dizer que, não importa o que pense ou faça, uma pessoa já nasce condenada ao vício? ridículo! Algumas pessoas tem maior propensão ao vício do que outras, mas isso não quer dizer que o propenso SERÁ necessariamente um viciado.
    O “cerumano”, como diria Lulla, é muito influenciado por seus neurônios e seus hormônios, mas isso não quer dizer que ele não tenha noção do que é certo ou errado, ou do que é bom ou ruim. Com exceção, obviamente, dos psicopatas.
    Temos livre-arbítrio, sim senhor. Para consumir drogas, para matar, para roubar. E responderemos por isso.
    Os animais, esses sim, não tem livre-arbítrio, seguem apenas os instintos. E é por isso que não levamos pitbuls aos tribunais quando eles atacam criancinhas.

  20. EdUaRdO

    -

    26/07/2011 às 13:16

    1-No âmbito das artes, a obra do indivíduo não deve ser apreciada considerando suas escolhas na sua vida particular, como deve ser na política por exemplo, e sim pela capacidade que tem essa obra de nos comover…
    2-Gosto não se discute.
    3-Pra mim, nem comendo todas as batatas do mundo, Adele vai cantar como Amy cantou…

  21. Katia

    -

    26/07/2011 às 13:10

    FAVOR NÃO PUBLICAR

    Reinaldo, que bom ver seu blog na ativa! Ontem não conseguia acessar conteúdo novo, talvez por problemas técnicos, acho eu.

    Diferente de você, eu costumo discordar do João Pereira Coutinho não é de hoje. Motivo pelo qual ele já me enviou e-maill tentando explicar o inexplicável, uma vez que se trata apenas de um moleque deslumbrado com o palavra “liberal”.

    Particularmente, tenho certa ojeriza por essa palavra quando não vem acompanhada de princípios como responsabilidade, que, pelo que começo a entender, são da essência do chamado republicanismo (que diverge do liberalismo).

    Se puder escrever algo a respeito, ficarei grata. Estou tentando terminar de ler um livro de Bresser-Pereira chamado Construindo o Estado Republicano, cuja leitura precisei interromper há algum tempinho atrás e acho que esse é um campo de pesquisa sobre o qual toda pessoa com apreço pela política e com algum senso de civilidade neste país deveria se interessar.

  22. Augusto

    -

    26/07/2011 às 13:08

    El Carbong (10:46)… Cuidado! Assim também pensava muita gente soviética, inclusive aqueles que poupariam a saúde pública das criancinhas obesas por biscoitos recheados ou por refrigerantes. Sempre achei perigoso o protecionismo nessas bases. Ele cria de Robespierres a Stalins, tudo depende da dose de Estado que se queira ter na vida pública.
    A rigor, qualquer pessoa sofrendo de depressão já está aprisionada num mal. Evitar todas as decisões lamentáveis das pessoas é simplesmente impossível. Sob pena de cairmos na tentação dos soviéticos… O quê sugere? Que todos nós fechemos as indústrias opressoras por conta dos patrões autoritários, que controlemos o mercado contra a imoralidade ou que proibamos o lucro?

    Eu tenho outra visão de libertários. Acho muitos deles atentos ao fato de que, diferente do que o socialismo prometia (e muitos conservadores), fazer o paraíso na Terra é impossível. Quando um governo toma para si tal prerrogativa, o problema começa.

    Agora já imagino alguém tentando associar a “maconha”, por exemplo, a Breiviks da vida, ou a Fernandinhos Beira Mar. Enfim, dos dois lados têm extremos estúpidos.

    Também não vou entrar na seara da questão se a maconha POR SI SÓ induz ao vício em outras drogas. Minha experiência com o assunto diz categoricamente que o usuário de maconha, por exemplo, se vicia em outra droga por condições sociais favoráveis a sua promoção, inclusive a influência de amigos ou, simplesmente por ser no mesmo local do crack, e do mesmo vendedor, que irá obtê-la.

    Ademais, reavalie o conceito sobre libertários. Eles foram e ainda são fundamentais para a Democracia.

  23. saüdade

    -

    26/07/2011 às 13:04

    Prezado Reinaldo,
    Em relação às drogas, uma nota essa semana parece ter passado despercebida. É sabido que o governo petista conseguiu passar uma legislação, por assim dizer, bastante flexível sobre o problema. A lei atual praticamente descriminalizou o porte para uso de entorpecentes (uma conduta para a qual a lei prevê como conseqüência sancionadora uma mera “advertência” deixa, por óbvio, de pertencer a esfera do direito penal para se transformar em mera perda de tempo das autoridades envolvidas na ocorrência).
    Dizem os metidos nessa que um dos objetivos da lei sem nenhum rigor foi desabarrotar nossos presídios, tirando de lá quem tivesse praticado crimes que, segundo entendem, seriam de “menor potencial ofensivo”. Se a norma beneficiaria o tráfico, mormente aqueles que um secretário do Min. da Justiça chamam de tubarões, e eu chamo de Fórum de SP ou FARCs, nada foi dito.
    Pois bem. Não é que, ao menos no particular de não querer o governo petista gastar com a retirada do convívio social de criminosos, o tiro saiu pela culatra. Não é que, com a liberalização do uso, aumentou enormemente o consumo de drogas, e, por conseguinte, a venda, motivo pelo qual subiu muito o encarceramento de gente ligada ao tráfico (os pé-de-chinelo, claro, porque os inimputáveis de sempre sequer são investigados).
    Irônico, não? Ou não? Não? Não me diga que o objetivo de leis tais seria na verdade fomentar os negócios, já que nesse caso não se pode contar com a ajuda oficial de um BNDES?

  24. Tutano

    -

    26/07/2011 às 13:04

    Peço permissão para discordar de ambos.
    O problema não é a droga.
    O problema é o vício, no amplo sentido, em todas as suas formas: de droga, de jogo, de comportamento.
    A ciência não explica o mecanismo no vício.
    Ele está lá e pode acordar a qualquer hora.
    Quanto às drogas, não adianta criminalizar o usuário, metendo a piaçaba na sociedade. Do jeito que a coisa progride - num cenário orweliano - o restante da população teria que, forçosamente, trabalhar como carcereiro.
    O usuário não está estratificado, socialmente, sob nenhuma forma de classificação.
    O jovem devem ser preparado para a convivência com a droga. Ela está em todos os lugares. Seu coleguinha usa, a mãe do seu coleguinha usa, seu professor usa, os frequentadores dos mesmos lugares que ele usam…
    A solução para o problema é impedir a produção de qualquer droga, em qualquer lugar.
    Ou seja, não há solução.

  25. Surfista Prateado

    -

    26/07/2011 às 12:56

    Concordo com ele quando diz que o drogrado pode encontrar um rumo com as drogas: é o rumo do cemitério. Nenhum problema quanto a isso, desde que eu não tenha que pagar por seu vício, nem por seu enterro.

  26. Adriano

    -

    26/07/2011 às 12:34

    Rei, se ontem vc discordou dele aqui, hoje sua coluna na Folha impressa sobre o terrorista norueguês merece reprodução.

  27. Roberto Lemos - Recife/PE

    -

    26/07/2011 às 11:54

    Winehouse era apenas uma suicida. As drogas fizeram o trabalho lentamente, trabalho que uma pistola abrevia. Há quem goste de drogas, de drogados e das música da atormentada cantora. Existe gosto para tudo.

  28. Valdir A. C.

    -

    26/07/2011 às 11:32

    Gosto da artista, uma bela e forte voz embora o trabalho seja já velho na reutilização de batidas e ritmos antigos… uma linha seguida por Gabliella Cilmi e Duffy, entre outros. A pessoa era catastrófica, bêbada e drogada… o que a levou a isso não e da conta de ninguém! Drogas são drogas não importando o motivo que levou os sujeito a elas. Se não há moral, tudo pode!!! A mistificação do artista popular ja´vem de muito tempo e parece que querem que todo mundo seja igual em qualquer canto dessa terra (globalização cultural???, agenda do governo único planetário??) cultuando os mesmos (não) valores e para isso se usa tais artistas… temos uma lista interminável com figuras de todo o mundo.
    Se ela tivesse morrido de resfriado e nada tendo de condenável em seu estilo de vida o mencionado articulista teria se indignado com os imoralistas de plantão apontando e discutindo sua moralidade??? Duvido!

  29. carlos

    -

    26/07/2011 às 11:11

    Há adictos. Há artistas populares. Há artistas populares que são adictos. A vida dos adictos é em geral mais curta. Alguns usuários de drogas que não se tornam adictos (keith richards) sobrevivem mais tempo. Os que se viciam desaparecem cedo na overdose ou nas doenças que os vícios trazem. A morte de um adicto, ainda que artista popular, não deixa de ser a morte de um adicto. Assim como a morte de um aidético, mesmo que ele seja artista popular, não deixa de ser a morte de um aidético.

  30. Fabio

    -

    26/07/2011 às 10:50

    Para mim a questão é mais simples: uma excelente cantora, que, enquanto ser humano, ao invés de concentrar-se em seu trabalho optou (sim, optou, pois ela não nasceu viciada, e todos temos liberdade de escolha) pelo caminho das drogas, e foi por elas derrotada. Não vira santa por ter morrido, seus erros continuam sendo erros.

  31. El Cabong

    -

    26/07/2011 às 10:46

    Impressionante como os libertários, com o seu simplismo, não conseguem entender o conceito de externalidades. Resumindo:

    Um sujeito que se torna viciado perde a sua liberdade. Não é mais fator de escolha. Largar o vício é custoso e difícil. E o sujeito, se não tiver grana, irá roubar e matar, se necessário, para conseguir satisfazê-lo. Quando chega nesse ponto, os demais habitantes pagarão, de uma forma ou de outra.
    Não adianta chegar e dizer que “mas nós, libertários, somos contra o Estado na saúde pública”. Não entrarei nessa seara (sobre papel do Estado na saúde). Porque, se não houver o Estado para ajudar a tratar os viciados, haverá o Estado, de qualquer forma, tendo que aumentar o efetivo de segurança para impedir os crimes. Será o cidadão comum tendo que pagar mais imposto pelo vício do terceiro de qualquer forma.

  32. elias jorge

    -

    26/07/2011 às 10:33

    Uma sugestão para os partidários da liberação/legalização das drogas : usem fotos da cantora Amy Winehouse em suas campanhas.
    Vão conseguir adesões à causa em número nunca dantes vistos…
    Uma imagem vale mais do que mil palavras.

  33. Sherlock

    -

    26/07/2011 às 10:10

    Em tempo: excelente o comentário da Myrian Elizabeth Dauer
    - 26/07/2011 às 0:58

    Se a leitora me permite, assino embaixo.

  34. Sherlock

    -

    26/07/2011 às 10:08

    Rei,

    Retomo o seu post para comentar um aspecto que, pela pressa, deixei de comentar ontem: “Por que os cidadãos não-drogados, os aborrecidos “produtivistas”, que enchem os cofres do estado com parte do seu trabalho, têm de financiar as conseqüências da escolha moral dos viciados?”
    Ah, Rei, não poderia discordar mais de você. Se levarmos a questão a fundo, quase todo doente o é como resultado de escolhas próprias - será que preciso elencar? Apesar de crer firmemente na recriminação às drogas, concordo que é nosso dever (sim, nosso, dos “produtivistas”) arcar com os custos da reabilitação dos que a tanto se propõem. Sou fumante e espero poder contar com um sistema de saúde eficiente se um dia for pego no contrapé por um enfisema. Gordos colecionam problemas os mais diversos - e são gordos, em suma, por escolha - ou alguém os obriga a comer de modo exagerado? Devemos, por isso, largá-los à própria sorte?
    A levar adiante o raciocínio que não deveríamos arcar com custos de tratamentos de drogados porque são, em suma, vítimas das próprias escolhas, estamos defendendo um sistema de saúde perfeito - mas que só atende gente perfeitamente saudável.
    Quanto ao vício, fico com Shakespeare (acho que a frase é dele - você deve saber melhor do que eu): “os deuses são perversos, e fazem dos nossos vícios instrumentos para nos atormentar”.

  35. T. Carvalho

    -

    26/07/2011 às 10:00

    Bravo!

  36. Marcelo

    -

    26/07/2011 às 9:33

    “Acho a descriminação do consumo de drogas uma tese estúpida também porque ela vem sempre associada às políticas públicas de reabilitação, que custam uma fortuna.”
    E a proibição, por acaso, é “baratinha”?
    Com a proibição gastam-se fortunas muito maiores e, no fim do esquema, quem enriquece com estas fortunas são sempre os maiores criminosos enquanto a polícia, para “mostrar serviço”, superlotam as penitenciárias de jovens usuários pobres presos como “traficantes perigosos”.

  37. Kaos

    -

    26/07/2011 às 9:07

    Reinaldo, escrevestes … ” Por que os cidadãos não-drogados, os aborrecidos “produtivistas”, Coutinho tem razão: o viciado não é uma vítima; é alguém que escolheu um caminho.”
    Pessoal, o DEPENDENTE QUÍMICO é um DOENTE. Dependência química é uma DOENÇA. Para quem não conheçe o funcionamento é difícil entender isto. Convivi com um familiar dependente químico. Exatamente como alguém tem disfunções cardíacos, pulmonarens, renais, etc e etc, o dependente químico TEM disfunções cerebrais. Estudem o Mecanismo de Recompensa do nosso cérebro. NÃO SABEM o que é isto? Então não tem conhecimentos para opinar sobre os dependentes químicos. E também não tem conhecimento de como funciona o nosso corpo, do qual o cérebro faz parte. Não existe alma, espírito. Tudo o que somos são REAÇÕES QUÍMICO-ELÉTRICAS do nosso corpo. Sentimentos, decisões, atitudes, “livre-arbítrio” são orgânicos. Não existe alma, espírito, mente.
    Reinaldo, gostas de AÇUCAR? Se o teu médico te proibir de ingerir a mínima quantidade de açucar, conseguirás ou o teu MECANISMO DE RECOMPENSA é que “decidirá” se vais ou não procurar açucar. Ou chocolate, ou analgésico, ou cigarro, ou qualquer coisa que te faça sentir bem. Estamos falando de DOENÇAS. Estudem a FISIOLOGIA do cérebro para poder opinar com bases científicas. E vamos começar uma CAMPANHA URGENTE E SISTEMÁTICA nas escolas para prevenção do uso de drogas. Ah, esqueçi, a Dilma tá pensando só no trem bala!!!

  38. Maria Helena

    -

    26/07/2011 às 9:05

    Para quase todas as doenças, o homem criou suas respectivas vacinas. Para as drogas, existe a vacina da prevenção. Por que deixar, então, que o drogado adoeça, para só depois tentar levá-lo a uma cura sofrida e quase impossível? Não é mais lucrativo prevenir do que remediar? Então por que não acabam de vez com essa frescura moderninha de achar que droga pode e deve ser consumida sem restrição? O mal é mal e não tem outro nome, não. E os resultados estamos vendo diariamente.

  39. Akhenathon

    -

    26/07/2011 às 9:05

    99,9% dos comentários que li na rede sobre a morte de Amy Winehouse não foram de pessoas com as idéias e extensão cultural de um Coutinho ou de um Azevedo, mas de gente que a criticava com argumentos religiosos-fundamentalistas (”coisa de Satanás, vai para o inferno!”) ou cretinices do tipo: “antes ela do que eu, vou tomar um porre para comemorar”.
    .
    Particularmente eu lamento que ela tenha tirado a própria vida aos poucos. Tinha muito talento, em um cenário musical atual absolutamente indigente, de pseudo-artistas marionetes da mídia e do marketing.
    .
    Desculpe, Reinaldo, mas o argumento de que todo artista deve ser um “exemplo para a juventude” me soa como moralismo caipira. Amy Winehouse simplesmente cantava, nunca buscou ser um exemplo para ninguém. Se foi tragada pelo implacável “sistema”, ao menos deixou um trabalho de extrema qualidade.
    .
    Bem, nesta polêmica ao menos aprendi que sou um “liberal-liberal”…

  40. CASSILDO

    -

    26/07/2011 às 9:02

    Amy morreu e com ela morreu uma garota-propaganda de um estilo de vida que não engrandece ninguém nem a sociedade, pelo contrário, deteriora. Morreu uma finaciadora das drogas que gastava cerca de U$ 3.000,00 por dia (segundo seu cabeleireiro) com drogas e álcool. Morreu uma perdulária com 27 anos de idade que gastou com todo o tipo de desvario tudo o que amealhou numa curta carreira artística: U$ 10.000.000,00. Dizem que era uma boa cantora. E daí? Foi um péssimo exemplo.

  41. Anônimo

    -

    26/07/2011 às 8:20

    Uma pergunta:
    A procuradora Débora Duprat e o ministro Celso Melo irão ao enterro de Amy Winehouse ou preferirão se recolher ao silêncio obsequioso?

  42. AFORTUNATTA

    -

    26/07/2011 às 7:53

    Reinaldo, alguns “jornalistas” afirmam que a Amy morreu por nao “suportar o peso da fama “, eu diria peso das drogas , mas vamos lá ser politicamnete corretos .Ela morreu por nao suportar o peso dos cabelos!!!

  43. Fred Monteiro

    -

    26/07/2011 às 7:04

    Tio Rei: Espetáculo de texto, que cala fundo no juízo de quem ainda tem (pelo menos) um pouco de juízo neste mundo louco..
    Chega a beirar o “non sense” a defesa que o Sr. Coutinho faz do que ele considera “um direito à autodestruição”.. Embora eu me enquadre, na filosofia exdrúxula desse senhor, na categoria de “abutre”, escrevi minha versão popular acerca da morte dessa infeliz criatura numa linguagem que -julgo eu- pode o povão alcançar.. Apelo ao escândalo dessa morte anunciada? Acho que não.. Julgue quem quiser.. O texto -que publiquei no meu blog- quer atingir, espero, aos jovens que ainda não iniciaram o seu próprio e irreversível processo de autodestruição coutiniana.. aqui: http://www.seteinstrumentos.com/2011/07/historia-da-mulher-que-virou-po.html

  44. Almirante Kirk

    -

    26/07/2011 às 5:52

    AO “Anônimo”
    -
    25/07/2011 às 18:32,autor da pérola “O livre-arbítrio é uma quimera inventada pelo cristianismo.”:

    Diante de uma frase tão estulta,pergunto-lhe:a estupidez contida em seu arrazoado é,também,fruto do cristianismo?!
    LAMENTÁVEL!!!

  45. Michel Pereira

    -

    26/07/2011 às 5:47

    Amy Winehouse não era produtivista? Nem contribuinte? Nem empregadora?

  46. Almirante Kirk

    -

    26/07/2011 às 5:41

    Parabéns,cara “Norma Braga”
    -
    25/07/2011 às 18:17!!!

  47. Almirante Kirk

    -

    26/07/2011 às 5:30

    Excelente análise - como sempre -,caro Reinaldo!!!
    Parabéns!!!

  48. Golden90

    -

    26/07/2011 às 5:23

    Reinaldo
    Seja bem vindo. A expressao ” Se somos todos cadaveres adiados, ela era um dos casos de cadaver apressado ” e ponto final

  49. Cristina

    -

    26/07/2011 às 2:01

    Reinaldo,
    Bom tê-lo de volta.
    Quanto ao assunto Amy, penso bem diferente. Para começar, gostaria de enfatizar que a drogadição é uma doença fatal, assim como o câncer, e como tal deve ser tratada, i.e., com diagnóstico precoce e tratamento adequado. Quanto mais cedo se diagnosticar a doença maior será o seu controle e menor o dano. É uma falácia associar a dependência química com a criatividade. O auge artístico dessa moça foi em 2006, quando a doença ainda não estava tão avançada. Depois, tanto o ser humano quanto a artista entraram num declínio vertiginoso. Também surpreendo-me com a afirmação de que drogar-se seja uma escolha. O adicto na verdade não tem escolha. Você acha sinceramente que ela queria pagar aqueles micos no palco? Eu gostava da sua voz e das suas músicas e fiquei muito triste com a sua morte principalmente porque não lhe foi oferecido tratamento quando ainda haveria uma boa chance de sucesso terapêutico. Para tal, ele deveria iniciar-se nos primeiros sinais de compulsão. Provavelmente ela começou fumando um baseadinho hoje, outro amanhã, até passar a usá-lo rotineiramente. Quando o uso se torna rotineiro, é quando a família começa a se desconfiar que alguma coisa não está normal. E é aí que ela, a família, deveria agir. Mas, geralmente, a família nega a doença o que posterga o tratamento e a doença vai então se agravando e sue controle

  50. Tião

    -

    26/07/2011 às 1:51

    Essa cambada que faz apologia às drogas, seja nas redações dos “cadernos culturais” ou na “marcha da maconha” não querem discutir o assunto porque a cantora não foi atropelada por um cavalo ou sofreu um acidente de avião. Não…AMY WINEHOUSE MORREU DE OVERDOSE. Como a espinha dorsal do argumento da cambada pró-tráfico consiste na afirmação “DROGAS SÃO LEGAIS E SE DROGAR É BACANA”, ter alguém do mainstream morrendo miserávelmente e mostrando o que é o mundo dos tóxicos não é nada bom para os negócios. Gente como João Pereira Coutinho preferiria mil vezes que ela tivesse se suicidado.

  51. Sandra

    -

    26/07/2011 às 1:09

    Quanto às drogas terem-na matado, não adianta ficar bravo. “É mentira, Terta?”

  52. Myrian Elizabeth Dauer

    -

    26/07/2011 às 0:58

    Reinaldo
    Boa noite!

    Obviamente o cara está chamando de abutres os próprios colegas né? Quem se alimenta da carne dos mortos e das tragédias pessoais de artistas e celebridades é uma determinada parcela da mídia, que à falta de qualidade e competência para se impor no meio, usa dessas mazelas para juntar seus caraminguás.
    O resto da argumentação me parece um daqueles ataques que jornalistas ou formadores ede opinião costumam ter diante de alguns fatos, que os leva a tentar se elevar sobre os comuns mortais, querendo mostrar sua opinião isenta, ou revolucionária, os descolada, ou politicamente correta, ou seja lá o que essa gente julga que é melhor ou superior. Vc encontra disso por aí, às pampas.
    A Amy era linda e talentosa e quando começou parecia ainda um pouco a Adele. Era fornidinha, com um rostinho redondo e um sorriso de moça. A vida de artista somada às más companhias, à timidez e ao apelo fácil das drogas a destruiu. A canção rehab foi escrita pelo vício, não por ela. Quando não podia mais escolher, quando perdeu a liberdade para as drogas, perdeu o controle da própria vida e de tímida que era, passou a dar espetáculos rídiculos em bares, nas ruas, em shows. A imprensa marrom refestelou-se e vendeu como nunca.
    Fica para nós sua belíssima voz, suas canções tristes e seu estilo pessoal inesquecível.
    Infelizmente, desde que o vício a dominou, sua morte não era mais questão de “se”, mas de “quando”…
    @MyrianDauer

  53. Estow Palhaço

    -

    26/07/2011 às 0:40

    Política, droga e processos civilizatórios… dá um tempo…Pessoas choram com a poesia e a música da Amy sem precisar fumar, beber ou matar…Love is a losing game, e esse tal de coutinha é um babaca…relaxa, filho

  54. Sandra

    -

    26/07/2011 às 0:30

    Algum conservador aplaudiu aquela autodestruição?

  55. Alexandremk

    -

    26/07/2011 às 0:27

    “honestidade libertária” na música Rehab.Pergunto para uma pessoa com um mínimo bom senso. Desde quando que o vício é liberdade.Vício é suplício. Quantas pessoas pedem socorro, suplicam e fazem tudo para se livrar do vício?
    Na música ela nega a reabilitação, pois ela nega o vício. Ninguém vai para a reabilitação porque quer, vai porque precisa e admite que precisa.Forçar uma pessoa ir para a reabilitação é certeza da perda de tempo, gera revolta no viciado, gerando mais negação do problema.
    O João Pereira precisa urgentemente reavaliar seus conceitos.Esnobar a filosofia é cometer um atentado na sabedoria humana.

  56. Sobrinho

    -

    26/07/2011 às 0:00

    Tio Rei: vc diz: “O que fazia de Baudelaire um Baudelaire? Eu ainda acho que era a sua habilidade em fazer versos”. Ora, o que fazia Amy, Amy? A voz. Desde Janis não tinha ouvido uma pegada tão original na música internacional. Mesmo a Sharon Jones (fantástica no BMW Jazz Festival) não tinha uma “pegada” como Amy. Achei o texto do João Pereira Coutinho a melhor coisa que foi publicada sobre o assunto na imprensa brasileira. Repostei no facebook. Vamos parar com essa caretice de ficar fazendo exegese de vida de artista pra colocá-lo no altar ou no umbral dos santos ou demônios. Já basta a imprensa que vive comparando a turma que morreu com 27. O que fez Hendrix, Hendrix? Ou o que fez Charle Parker ser o que ele foi no jazz? A vida louca e cheia de drogas… aff! que papo chato!

  57. Jackson

    -

    25/07/2011 às 23:47

    Putz! Ainda tem gente sonhando com o potencial “revolucionário” das drogas! São pessoas que vivem no estágio estético, sem jamais conseguir chegar ao estágio ético ou ao estágio religioso, no dizer de Kierkegaard. E o pior é que essas pessoas se levam a sério: são “artistas”, “filósofos”, “pensadores”.
    Só mesmo estando muito cego para confundir escravidão mental com liberdade.

  58. Garoto do Brazil

    -

    25/07/2011 às 23:40

    Pois é, mas existem aqueles que querem liberar as drogas, mas querem proibir a propaganda de cerveja e batata-frita — dentro da agenda esquerdista-liberal, as batatas da Adele lhe são mais ofensivas que a heroína da Amy…

  59. Claudio

    -

    25/07/2011 às 23:19

    Não venham reclamar do meu “tals” no comentário anterior. Eu li Marcos Bagno e sei os meus direitos.

  60. ze pinto

    -

    25/07/2011 às 23:09

    Reinaldo, vou te contar uma historia rapidinha sobre droga. Entre 1987 e 1992 a minha vida foi destruida. Minha es mulher arrumou um amante e juntos poram pra quebrar em cima de mim. O minimo que conseguiram foi me internar numa clinica psquiatrica. Mas esta historia inacreditavel que passei (nenhum livro de ficcao chega perto do que eu sofri) Mas isso nao vem ao caso. Comessei a encher a cara e cheirar todas. Mas nunca deixei de fazer o meu trabalho. Sou corretor de imoveis. Numa noite de 1992 estava num boteco na V.Mariana ja eram mais de 2 da manha ja havia cheirado muito e tomado um monte de vodka. De repente estava conversando com um cara que ja tinha cheirado mais do que eu e tomado o dobro de vodka que eu havia tomado. Conversa vai conversa vem descobri quie o cara era todo de uma gde construtoa. Ofereci a ele entao uma area de 18 mil metros na regiao do Tatuape que daria para construir varias torres de edificios. Tinha uma planta da area no carro o cara se entusiasmou; disse-lhe que tinha os documentos em casa.Fomos ate a casa dos meus pais com quem morava tirei xerox e entreguei a ele. Em 15 dias fechei o negocio equivatente hoje a mais de 15 milhoes de reais e com comissao interamente minha sem participaçao de ninguem. Depois de mais alguns mesese sem nenhum motivo nunca mais usei droga nem nunca mais vi e muito menos vodka. Foi so uma fase passageira pela situaçao. Conclusao: Nem todos que usa drogas e bandido ladrao mau elemento e nem viciado

  61. wilson

    -

    25/07/2011 às 23:03

    No marketêz de hoje cantor, sambeiro, roqueiro,artista, sei mais o que tem que ser drogado e/ou droguista é riguer.

  62. vinicios

    -

    25/07/2011 às 22:56

    to chegando agora do trabalho.primeiro, boa volta sr reinaldo.ao assunto!? tem pessoas querendo viver, e outras querendo morrer.houve um momento que uma maioria acreditou que tudo no pais iria ficar melhor e com agrados há população. com boas praticas politicas de transparencias. e á agressividade com o trato publico diminuiria . que aumentariam as chanches de tornar facil o acesso á saúde e uma segurança tranquila.hoje muitos que não concordam com praticas ilicitas como há violência diaria, há um arrependimento querendo agora filtrar os que tem relaçoes de promiscuidade .que driblam as regras eleitorais. dando maus ex..e aproveitam-se para se lambuzar com o dinheiro publico.

  63. palm

    -

    25/07/2011 às 22:53

    Faço coro com o TÔ VENDO TUDO ! (25/07/2011, 17:26).

    Precisamos dar destaque ao comportamento blasfemador do apedeuta. Não aguento mais ver católicos e/ou cristãos apoiando lulla e cia. Temos que desmarcarar isso.

    Tio, ajude-nos!

    E seja bem-vindo de volta!

  64. Claudio

    -

    25/07/2011 às 22:51

    O rapaz da Folha iguala a consciência de um drogado à dele. Os dois têm o mesmo grau de percepção da realidade, segundo o texto dele. A moça negou a si o tratamento, mas qual era a capacidade de interpretação da realidade que ela tinha? Qual era o grau de sanidade dela? Nem isso o rapaz da Folha considera? Pra ele todos devem poder escolher até se matar mesmo que não estejam percebendo a realidade de forma correta? O rapaz é bastante leviano, não? Como médico, psicólogo ou filósofo ele daria um bom “escrevinhador”. Que ele continue apenas “escrevinhando”, para o bem dos viciados e tals.

  65. Brunatto

    -

    25/07/2011 às 22:16

    Era uma Chata.

  66. Ricardo

    -

    25/07/2011 às 22:11

    “Era e é escandalosamente visível que seus fãs admiravam e admiram menos as eventuais qualidades estéticas de seu trabalho do que sua “entrega”.”

    Isso é falso. Se o Tio Rei tivesse gastado mais que 5 minutos acompanhando os acontecimentos dos últimos 2 anos, principalmente pelas redes sociais, perceberia que a grande maioria dos fans sempre lamentou o estado em que ela se encontrava. Certamente ela recebeu muito mais mensagens com desejos de melhoras e pedidos para que se tratasse do que incentivos do tipo “isso, vai lá e se afunda”. Obviamente, sempre houve a meia dúzia de imbecis que agora depositam garrafas de vodka no portão da casa dela. No entanto, reforçar como “fato escandaloso” a hipótese de que o reconhecimento de Amy era fruto de seu comportamento e não de seu talento musical só me parece um bom artifício para depreciá-la pelo mesmo motivo.

  67. paulo

    -

    25/07/2011 às 22:08

    É preferível ver ídolos morrendo jovens de overdose a suportar nossos artistas “revolucionários pré-históricos” sobrevivendo de leis ROUANET e nas tetas gordas das verbas governamentais!

  68. Hernesto

    -

    25/07/2011 às 22:03

    Eu vivo como eu quero, faço o que quero e não sou um vegetal drogado.

  69. Hernesto

    -

    25/07/2011 às 22:00

    Que textinho adolescente desse Coutinho…

  70. Lincoln Porto

    -

    25/07/2011 às 21:56

    Caro Reinaldo

    Legal o comentário sobre a morte da Amy. Que tal agora um comentário sobre os mortos da noruega?

  71. Alessandro

    -

    25/07/2011 às 21:50

    Olá Reinaldo,

    Você tem uma pena afiada e um raciocínio rigorosamente aguçado que consegue captar sempre, o cerne da questão com muita propriedade, chega a ser soberbo os seus textos.

  72. Alexandremk

    -

    25/07/2011 às 21:37

    Pobre alma de quem?
    Ela escolheu os caminhos da drogas, e negava o fato de ser viciada,ela até fez uma música, e vivia na negação do fato em si mesma.Uma pessoa que vive chapada dopada e o diabo a quatro, com todos os entorpecentes não tem capacidade de ditar regras.”mostrando o dedo ou coisa pior,para as instituições burguesas que tentava “civilizar”:Isso não é rebeldia está mais para birra de pirralho; rebeldia você via nos hippies e punk.
    A burguesia se alimentava dela e vice versa. A burguesia e a massa se deliciava com as estripulias dela e até enaltecia. Ela representa o junkie burguês, a decadência da cultura ocidental que peca pelos seus excessos.O vazio e sentimento de profundo vazio.

  73. Marco Morales

    -

    25/07/2011 às 21:31

    Amy Winehouse deve estar agora no mesmo lugar de Cazuza, de Elis Regina, de Cássia Eller e de tantos outros que foram talentosos como músicos , mas péssimos como exemplo de vida . Foram pessoas infelizes que perderam uma ótima chance de passar coisas boas através de sua exposição pública. Resumindo : deram mau exemplo e viraram filmes e livros. VERGONHA

  74. Fundamentalista

    -

    25/07/2011 às 21:30

    Olha,como ser humano que foi ,eu tenho que lamentar o passamento dessa criatura;mas quanto a sua obra…o mundo não perdeu nada.

  75. abel

    -

    25/07/2011 às 20:32

    Reinaldo a gente fica te esperando, vc volta e não diz nada.

  76. Beto gaúcho

    -

    25/07/2011 às 20:31

    Parabéns,
    tucunaré, 25/07/2011 às 19:04
    Assino embaixo.
    .
    E não é só pela moça, porque ela faleceu e todos opinam, vale pra qualquer drogado que “perdeu a liberdade, já não consegue escolher!”

  77. Lucas R. Zaine

    -

    25/07/2011 às 20:13

    Olá! Sim, é subjetivo: “Valerie” é uma magnífica performance. Um abraço!

  78. JOSEFA LUCI MAIA

    -

    25/07/2011 às 20:11

    Oi Reinaldo, que bom que você voltou. Já estava com saudades.Mas é assim mesmo, férias, tem que passear com suas moças não é?.
    Com relação ao assunto (morte da Amy), não vou dizer que não fiquei triste. Fiquei, não porque conhecia qualquer música dela, mas pela forma como ela se autodestruiu. Pra mim o que restou foi uma espécie de mau exemplo que ela deu aos jovens pela forma como sempre se comportou durante sua rápida passagem pelo caminho musical.
    Ouvi a música de Adele. Gostei dela como pessoa e como cantora. Essa sim, parece com gente, bem comportada e tenho certeza, se não mudar será um grande exemplo para os jovens.
    Eu não consigo entender as bobagens que certas pessoas dos meios de comunicação disseram de sábado até hoje. Foi muita besteira. E o pior, tinha gente morrendo de piedade da criatura e ao mesmo tempo passando aquelas imagens pavorosas de quando a coitada esteve no Brasil e não conseguiu cantar uma só música de tão bêbada e drogada que estava. Se eram tão apaixonados por ela pra que mostrar aquelas imagens tão decadentes? Tenha dó.
    Pra mim o mundo apenas perdeu mais uma criatura que não soube preservar a vida que Deus lhe deu.

  79. Lucas R. Zaine

    -

    25/07/2011 às 20:10

    Olá! Sim, há o Comum! Vide “Pense positivo”, publicada na última página do Caderno Ilustrada, da Folha de São Paulo, em 12 de julho deste ano. Está lá. Um abraço!

  80. Leonardo

    -

    25/07/2011 às 20:07

    Não vou dizer que discordo de seu ponto de vista….em alguns pontos concordo plenamente…eu sou um dos “produtivistas”…trabalho 12 horas por dia pra pagar imposto e com o que sobra pagar a vida a prestação como bom classe média…só discordo de sua posição a respeito do financiamento público para tratamento de drogados, primeiro por um motivo lógico….os que se recuperam voltam a produzir e consumir coisas que podemos cobrar imposto sobre elas e lá se vai a economia….
    o outro é humano…o flagelo da droga afeta as pessoas cada dia mais cedo….as vezes antes de nascer e vamos fazer o que com elas..algumas foram por opção, outras foram por falta dela..com a minha parte dos impostos (se pudesse), deixariam que tratassem quantos viciados pudessem ser tratados

  81. FM

    -

    25/07/2011 às 19:57

    Deus é o caminho, mas Ele não obriga ninguém a seguí-lo. Ainda bem que uma criatura como Amy e outros,vivem pouco. Têm menos tempos para influenciar, principalmente, a juventude que os segue.

  82. B.H

    -

    25/07/2011 às 19:46

    Sr Reinaldo Azevedo:

    Desejo ao senhor e suas meninas um bom regresso.
    Quanto ao tema de hoje,cosidero-o muito sério.Não tem poder ou estado que exclua as pessoa,porém existe uma praga chamada de auto exclusão via drogas,isso é terrivel.Ver talentos se destruirem é triste,o sr citou Baudelaire,não menos triste,concordo com sua filosofia que enaltece a vida, para nós sempre é um motivo de tristeza saber que a morte de quem quer que seja nos deixam mais pobres.
    Saudações

    Ps Hoje o universo é tudo …menos Amy
    Não estou preocupado se me chamarem de moralista já passei da idade

  83. Alexandremk

    -

    25/07/2011 às 19:35

    Abutres são os tabloides.
    Não vejo nenhuma questão moral que seja relevante no caso.Pelo contrário parece que o pessoal tolerava a intoxicação excessiva e até exaltava, isso sim é questionável não no ponto de vista moral e sim ético.Ninguém critica os fãs que ficam depositando no local bebidas etilicas, é totalmente condenável.

  84. lvdovicvs

    -

    25/07/2011 às 19:26

    Só quero dizer que esta menina com vinte quatro anos tinha mais titulos e prêmios que toda a nossa musicapopularbrasilera com seus “artistasengajadossociais”.

  85. edson luchesi

    -

    25/07/2011 às 19:19

    Amy-cantora foi magistral.

  86. di Carvalho - Minas/ Sul

    -

    25/07/2011 às 19:18

    CARO, REINALDO,
    SÓ SEI QUE QUANDO VIVA, AMY, ALÉM DE UMA ÓTIMA VÓZ, DESPERTAVA CURIOSIDADE PARA SABER QUANDO ELA IRIA CAIR NO PALCO. AQUILO ERA ATRAENTE ATÉ PARA MIM QUE NÃO VIA NAQUELA MENINA UM FENOMENO. ME ENTRISTECI MUITO QUANDO FOI FALADO: QUANTO MAIS DECADENTE, MELHOR; QUANTO MAIS DROGADA, MELHOR; QUANTO MAIS ALCOOLIZADA, MELHOR.
    ESSE PARECIA SER O ESPETÁCULO, NÃO???

  87. Anônimo

    -

    25/07/2011 às 19:17

    Amy cantora foi magistral.

  88. Carlos Alberto Ramos

    -

    25/07/2011 às 19:12

    Reinaldo.
    Feliz com teu regresso.
    A trajetoria e morte de Amy Winehouse me lembrou de Chet Baker que, quando perguntado qual o lado negativo das drogas, respondeu: “O Preço.”
    Ela viveu e morreu como quis.
    O que nos cabe é avaliar se o “modus vivendi” dela nos serve para algo.

  89. PoPa

    -

    25/07/2011 às 19:12

    Neste caso específico, não havia necessidade de políticas públicas encaminhando a drogada para uma instituição. Ela tinha os recursos, tinha o conhecimento dos riscos e resolveu bancar ao custo da própria vida. O que isso tem a ver com políticas públicas? Se serve como exemplo, é para que não existam políticas públicas para drogados e alcoolicos. Afinal, se não existem leitos suficientes para nossos doentes, se há falta de equipamentos e, por que existirim nossos hospitais públicos, por que seria diferente para viciados de qualquer tipo de droga? Isso é apenas o reflexo do caos na saúde pública. Não é que não se queira tratar estes infelizes, o sistema simplesmente explodiu!

  90. PACATO

    -

    25/07/2011 às 19:06

    BOM REI.
    FELIZ REGRESSO!
    QUEM MORRE DROGADO,MORRE SEM ALMA!
    PORQUE É ISSO QUE TODAS AS DROGAS FAZEM: DURANTE O POUCO TEMPO DE VIDA QUE TODOS OS VICIADOS TEM, ELAS VÃO MATANDO A ALMA AOS POUCOS.
    COMO VEÊM,NEM ALMA SOBROU Á ESSA MOÇA …

  91. tucunaré

    -

    25/07/2011 às 19:04

    Nunca havia lido nada do Coutinho, mas não gostei do que li acima. Quer dizer que drogado vive isolado do mundo ? não tem contato com ninguém , ninguém depende dele e ele não depende de ninguém ?Nada que ele faz afeta o mundo ? nada que acontece no mundo afeta o drogado ?
    Cara , prá começar, drogado compra droga. De quem ? de traficante. E traficante é o que ? Bandido, assassino. E os pais ? e os filhos ? e o exemplo ? Se Mill escreveu essa bosta , bosta no Mill. Vício é uma escolha ? Só se for pra traficante que escolhe o cliente. Vício é dependencia biológica não é escolha merda nenhuma. Escolha pode ser fumar a primeira maconhinha. Depois disso o viciado não escolhe porra nenhuma. Amy era uma escrava não alguém que decidia o que queria conscientemente , livremente. Amy era uma coitada, uma derrotada. É triste, é muito triste que pessoas como Amy acabem assim. Liberdade tem o Coutinho para falar besteira e se fala é responsabilidade dele. Coutinnho e Mill pra mim já foram. Quem pensa e escreve o monte de asneiras que o cara escreveu é porque pensa muita asneira. Eu não preciso do Coutinho nem do Mill e nem de drogas. Já me ofereceram drogas e eu neguei. Estava isolado, sozinho, triste , frustado, o caralho, mas neguei, por que posso escolher e não sou escravo do vício. Nenhum viciado que chegue ao ponto que chegou Amy escolhe coisa nenhuma é dependente químico e pronto. E não pode viver em sociedade mais, pois vai causar o mal que Amy, sem querer causou não apenas a si propria mas a terceiros a começar pela família, pelo dinheiro que usou para financiar a compra de drogas, pela ilusão que criou em muitas cabeças adolescentes de que era livre e um bom exemplo a ser seguido. Amy perdeu não ganhou. Ninguém ganhou, a não ser os traficantes e os idiotas que defendem a liberalização das drogas. Ninguém pode fazer o que quiser porque ninguém consegue viver completamente isolado e portanto qualquer coisa que alguém faça tem efeito em alguém. Nasceu neste mundo, voce começa a ter responsabilidades com os outros, queira ou não queira. Não há liberdade de escolha em relação a ser ou não ser responsável. A escolha já está feita quando você nasce. Voce é responsável pela merda que fizer durante a vida. Mill está profundamente errado. Inultrapassavelmente errado. Coutinho está errado. Inultrapassavelmente errado. Isto é obvio. Só não entende quem não quer ou quem não consegue entender. Só há uma escolha certa NÃO, NÃO , NÃO E NÃO ÀS DROGAS .

  92. JV

    -

    25/07/2011 às 19:01

    Belo golpe. Exato. Não temamos quem adora a própria morte. “Rehab” é musicalmente boa.

  93. Marcelo Dumont

    -

    25/07/2011 às 19:00

    Esta Amy era uma pobre menina rica.
    Não cantava, cambaleava, jogava microfones, pedestais e rosnava umas notinhas.
    Não merece comentários.
    Cantar bem e profissionalmente exige muita dedicação epasar longe de drogas, bedidas e gandaias.

  94. Sr. Objetivo

    -

    25/07/2011 às 18:51

    A coisa é mais complexa do que parece. No universo da Amy e demais ídolos do gênero, viver “doidão” é estético e morrer “doidão” é heróico. É toda uma cultura, um culto à estética da entrega a uma vida desajustada. Muitos desejam morrer assim, sonham com isso.

  95. Antonio Augusto Carvalho

    -

    25/07/2011 às 18:46

    Ai, ai, ai… Essa gente cansa.

  96. to de olho

    -

    25/07/2011 às 18:45

    Tio Rei, nunca tive a menor paciencia para ver ou ouvir a Amy. Sua voz era bonita mas dava dó ve-la sempre bebada e drogada. Alguem se destruindo dia a dia. Tudo bem que a vida era dela mas como cantora era pessoa publica e tinha sim responsabilidades perante o publico.

  97. Não católico

    -

    25/07/2011 às 18:43

    A grande incongruência é defender ao mesmo tempo a liberalização e o tratamento pago pelos “abutres” trouxas. “Liberal” uma pinóia, senhor Coutinho, pague com a sua grana, não com a minha a “liberdade” desse babacas.

  98. Marcjaguar

    -

    25/07/2011 às 18:40

    Mestre

    Amy Winehouse, ídolo? Só se for de barro…ou melhor…de pó…hehe.

    Como diz a Bíblia Sagrada: “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”….Amy colheu o que plantou, nada mais do que isso!

    Abraços, Reinaldo!

  99. mimi

    -

    25/07/2011 às 18:39

    O Thor percebeu a manipulação da juventude.

  100. elizabeth the Best

    -

    25/07/2011 às 18:37

    Sabem o que eu acho disso tudo ?
    Eu não acho nada.

  101. UNK

    -

    25/07/2011 às 18:36

    Reinaldo e amigos,

    Reinaldo, larga a mão da Amy pega no pé da Dillma ella deve estar adorando sair das manchetes policiais e entrar o caso da Amy e da Noruega.Ô muiézinha do lulla de sorte sÔ!!!
    TEM QUE FAZER A LIGAÇÃO FERROVIÁRIA E RODOFERROVIÁRIA DA DILLMA COM A CORRUPÇÃO DO E NO MINISTÉRIO DO TRANSPORTE QUE O PAGOT MESMO FALOU QUE ERA PARA IRRIGAR A CAMPANHA DA DILLMA-LULLA.
    ==========================================================
    COMENTE a lambança que está sendo o Mentecapto se movendo pelo brasil com dinheiro público E JATINHOS PARTICULARES…
    ==========================================================
    comente as lambanças do Cabralzinho, o puddle da Dilma!
    ==========================================================
    FORA DILLMA! IMPEACHMENT JÁ……DEIXA A AMY PRÁ LÁ!
    ==========================================================

  102. Gerson

    -

    25/07/2011 às 18:35

    Coutinho, pelo que entendi, defende o fato de que o drogado escolheu e isso não diz respeito a ninguém. Será? Diga isso a uma família que tem um filho adolescente drogado. E será mesmo uma escolha? Quem conhece a vida de um sóciopata chamado Charles Mason sabe o poder que um indivíduo manipulador pode exercer em um adolescente. As esquerdas inclusive, tem no adolescente, sua massa de manobra em vista da facilidade de manipulação. Digo o mesmo dos traficAntes, dos “roqueiros” e por aí vai. É fácil filosofar quando não se esta envolvido com esse flagelo.

  103. Sr. Objetivo

    -

    25/07/2011 às 18:35

    O irônico é que o Keith Richards, guitarrista do Rolling Stones, ex-usuário de drogas pesadas e ainda consumidor inveterado de álcool e cigarros, cuja morte se espera desde a década de 70 (ele já está camihando para 70 anos de idade), aconselhou Amy há alguns anos a “pegar leve” com as drogas.

  104. Anônimo

    -

    25/07/2011 às 18:32

    A idéia de J.Stuart Mill de que desde o ato de uma pessoa não prejudique outra todo mundo é livre para fazer o que quizer. E a interdependencia entre pessoas? Nascemos em um meio que não escolhemos, recebemos valores que não escolhemos e somos co-participantes de coisas que não escolhemos. O livre-arbítrio é uma quimera inventada pelo cristianismo.

  105. Não católico

    -

    25/07/2011 às 18:32

    Sempre achei que imoralismo é moralismo de sinal invertido. Na verdade, os moralistas mais exaltados que conheço, são os moralistas da imoralidade. Logo, todo imoralista é hipócrita. Pelo menos, a maioria dos que conheço.

  106. mimi

    -

    25/07/2011 às 18:29

    A que ponto nós chegamos.Neste exato momento estou ouvindo jazz,esperando algo sobre o Thor e a amy fazendo esse barulho no meu ouvido.

  107. Isabela

    -

    25/07/2011 às 18:27

    Continuando…(Isabela - 25/07/2011 às 18:22)
    Traduzindo: grande parte dos viciados são VÍTIMAS, SIM, e o tratamento deles custa muito menos à sociedade que a repressão (ainda mais com corrupção, como por aqui) dos traficantes. As famílias deles sabem disso muito bem.

  108. BRASILEIRO DE LUTO

    -

    25/07/2011 às 18:23

    Prefiro falar de…
    -

    Não se poderia esperar coisa diferente, tendo reunidos: Kassab, Sanchez, Lula, Teixeira, min esportes, e outras peças raras.

    “Com o dinheiro do povo
    -
    -
    25 de julho de 2011 | 0h 00

    Carlos Alberto Sardenberg - O Estado de S.Paulo
    Mesmo que a abertura da Copa do Mundo de 2014 não aconteça no estádio do Corinthians, o time paulista já está no lucro. E que lucro! Uma arena novinha em folha, totalmente financiada com dinheiro público, parte emprestada, parte dada. Desde já, é o primeiro dono de um belo legado da Copa.
    O Corinthians tinha um terreno em Itaquera - doado pela Prefeitura de São Paulo - e um projeto de estádio, para o qual teria de buscar financiamento privado, como, por exemplo, está fazendo o Palmeiras em seu novo Palestra Itália. Ao se tornar estádio da Copa e, possivelmente, do jogo inaugural, depois de arquitetada a desclassificação do Morumbi, o empreendimento corintiano habilitou-se aos financiamentos e incentivos especiais. Mesmo não sendo a sede da abertura, o dinheiro público será providenciado, pois a nova arena permanecerá como única alternativa de jogos em São Paulo.
    Eis como ficou o pacote de R$ 820 milhões para a construção de um estádio de 48 mil lugares, com capacidade para ser ampliado para 68 mil:
    o BNDES emprestará R$ 400 milhões - isso, claro, não é dinheiro dado, pois o empréstimo terá de ser pago. Mas os juros são subsidiados e as condições gerais, melhores, por ser obra da Copa;
    e a Prefeitura de São Paulo concederá um benefício fiscal de R$ 420 milhões. Isso é praticamente dinheiro dado.
    A propósito, cabe aqui uma retificação. Tratamos deste assunto em artigos anteriores, salientando, então, que incentivo fiscal não é doar dinheiro. Como isso ocorreria? O empreendimento será administrado por um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) e construído pela Odebrecht. O incentivo tradicional seria cancelar a cobrança dos impostos municipais (IPTU e ISS) sobre as atividades diretas ali, no canteiro de obras. Por exemplo: a subcontratação de pequenas construtoras não pagaria ISS.
    Mas será mais do que isso. A Prefeitura emitirá uma espécie de títulos - Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento - e os entregará para o FII responsável pela construção da arena. Esse fundo poderá vender os certificados para empresas que tenham IPTU e ISS a pagar. Assim, contribuintes que pagariam seus impostos em dinheiro para a Prefeitura vão entregar certificados comprados do fundo.
    Por que fariam isso? Porque obviamente vão adquirir os certificados com desconto no mercado financeiro. Assim, um certificado com valor de face de R$ 1 milhão pode sair por, digamos, R$ 900 mil. O fundo “corintiano” embolsa os R$ 900 mil, cash, e a outra empresa abate R$ 1 milhão de ISS e IPTU. A Prefeitura recebe os títulos e os cancela. E deixa de receber cash os R$ 420 milhões. Todo o dinheiro fica para o fundo aplicar no estádio. Sem precisar devolver nada.
    Isso não cabe na expressão “dinheiro dado”?
    Há, ainda, um problema aqui. Construtora e Corinthians dizem que o estádio sairá por R$ 820 milhões, a serem cobertos pelo financiamento do BNDES e pelos certificados da Prefeitura. Mas como estes serão vendidos com desconto, o fundo construtor receberá por eles algo em torno de R$ 375 milhões, supondo um deságio de 10%. Feitas as contas, faltarão uns R$ 45 milhões para os R$ 820 milhões orçados. De onde virá isso?
    Além disso, se for confirmada como o palco do jogo de abertura (com a Seleção Brasileira), a arena corintiana vai receber mais investimento público. O governo paulista vai colocar algo entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões para instalar ali os 20 mil lugares provisórios e, assim, chegar aos 68 mil necessários para um “estádio abertura de Copa”. Como dizem diretores do Corinthians: o timão precisa de um estádio de 48 mil lugares; se a Prefeitura e o governo estadual querem a abertura, têm de pagar por isso.
    O governador Alckmin sustenta que o investimento é para obter a abertura da Copa, evento que considera muito positivo para melhorar a imagem mundial de São Paulo. O prefeito Kassab bate na mesma tecla. Ambos acrescentam que o evento trará muita gente e muitos negócios para a cidade.
    Será? Começa que essa conta é sempre muito duvidosa. Além disso, o caixa do governo é um só. O dinheiro que se gasta com Copa é subtraído de outras áreas e objetivos. Assim, cabe a questão: o que traz mais benefícios duradouros para o contribuinte-pagador, o evento Copa ou metrô, corredores de ônibus, escolas, hospitais, etc.?
    Isso vale para todos os governos estaduais e prefeituras de cidades-sede. Todos colocam cada vez mais dinheiro na Copa.
    Políticos e governantes fazem isso alegremente, tendo a certeza de que o povo quer a Copa e vai curti-la. Mas não pode ser assim, tão ligeiro. O certo seria ter colocado a questão claramente ao contribuinte. Assim: “Querem a Copa? O.k., mas é cara. Vai custar tantos bilhões de reais, a maior parte disso virá do governo, ou seja, do seu bolso. E esse dinheiro poderia ir para hospitais e escolas. Tudo bem?”.
    Não houve debate. Só se pensou naquilo: ganhar a Copa no Maracanã. E muitos governantes garantiram que não colocariam dinheiro em estádios e obras que não fossem permanentes. Agora, estão invertendo as responsabilidades e os compromissos. E nos dizem: “Não queriam a Copa? Então vamos ter de gastar, e rápido, porque já está atrasado”.
    Como se não fossem responsáveis por nada disso.
    Todos os países gostam de fazer Copas e Olimpíadas. Alguns fizeram bem feito, outros foram muito mal. Estamos indo pelos maus exemplos. Mas quem sabe o debate ajude a salvar a Olimpíada.
    E, para piorar tudo, a Seleção não joga bola. Já pensaram, gastar um dinheirão, gastar mal e ainda perder?
    JORNALISTA
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  109. Santana*100

    -

    25/07/2011 às 18:22

    Em resposta a patricia m. 25/07 às 17:46.
    Concordo plenamente com a senhora. Sou contra o Estado pagar qualquer tipo tratamento a viciados em drogas não lícitas.

  110. Isabela

    -

    25/07/2011 às 18:22

    CERTÍSSIMA a Ana - 25/07/2011 às 17:52

    As coisas podem ser ainda mais complexas do que parecem, existem doenças psiquiátricas associadas ao uso de drogas. A Amy poderia ser uma borderline, por exemplo.

  111. Maria

    -

    25/07/2011 às 18:17

    Amy, moça bonita, muito bonita, boa compositora e boa interprete, adulta, livre e morreu, e dai, do que morreu? Que importância tem isso agora, morrer vamos todos, uns disso outros daquilo, mas vamos todos, abrutres ou não.

  112. Norma Braga

    -

    25/07/2011 às 18:17

    (Reinaldo, desculpe se meu comentário pareceu autopromoção. Aqui vai o texto sem o link. Abraços.)

    Poxa, Reinaldo, perfeito seu texto. É engraçado. “Moralismo cristão conservador não pooooode, moralismo liberal-esquerdista pooooode.” Não existe coisa mais moralista que o pensamento politicamente correto, por exemplo. Mas os moralistas politicamente corretos estão sempre xingando os outros de moralistas e colocando-se em um lugar onde sua moral, que nunca se apresenta como moral, é inatacável, é a obviedade, o próprio “real”. E, sim, os liberais-liberais também (são muito parecidos em muita coisa, liberais-liberais e esquerdistas). Que triste que Coutinho também caiu nessa onda de tornar-se voluntariamente cego para o próprio moralismo.

    Eu sou uma das que atendeu ao pedido do pai de Amy, mesmo sem nunca ter tomado conhecimento desse desejo dele. Ouvi falar de Amy por causa da música Rehab e JAMAIS compraria um cd ou dançaria ao som de uma afirmação suicida, “não vou para a rehab”. Na verdade, a morte de Amy me enfurece, pois foi mais um bode expiatório do showbiz, com o apoio enlouquecido da turba, dos músicos, dos produtores. Seus apoiadores e fãs não a amaram, pois gozaram com seu sofrimento contínuo, vendo nela um sacrifício desejável para a deusa Arte. Estão agora pela net, afirmando coisas como “não importa, o que fica para mim é a sua arte”. Certo, e se fosse uma irmã, uma filha? A despersonalização de Amy começou em um ignorar deliberado da angústia permanente daquela moça, e tudo em nome da arte. Os moralistas da arte como religião (é preciso reconhecer e nomear seu moralismo!) são os que glorificam a morte e transformam o morto em um ídolo maior. Assim como fizeram com o cachorro que um “artista” na Nicarágua sacrificou em uma exposição. São eles os verdadeiros abutres, alimentando-se de uma pessoa de carne e osso enquanto se enganam: “É apenas música, é apenas arte.” Se não, o que raios poderia levar uma pessoa de mente sã a enxergar rebeldia, autenticidade e novidade em uma menina perdida que não parava de se autodestruir? Era uma pessoa, não um símbolo. A arte, em si, é dom de Deus; como religião, é cruel demais e faz vítimas de verdade.

  113. Leonardo

    -

    25/07/2011 às 18:16

    Reinaldo,estava ansioso por seus textos!!!

    Abçs!!!

  114. Francisco de Taubaté

    -

    25/07/2011 às 18:14

    Esta foi a primeira vez, porque foi aqui, que li algo sobre essa tal de Amy. Nunca me interessei pelo seu estilo “artístico-drogado”. Se ela procurou, então achou. Já era.

  115. mimi

    -

    25/07/2011 às 18:14

    O marlon brando morreu precocemente aos 80 anos.

  116. Elah

    -

    25/07/2011 às 18:14

    Rei! Já estava com crise de abstinência dos seus textos, rsrs
    Espero que o descanso tenha sido proveitoso.

    Quanto a Amy Winehouse: Imaginem o que teria produzido um dos maiores gênios da humanidade (senão o maior), Leonardo Da Vinci, caso ficasse se escondendo das mazelas dessa vida besta usando tudo quanto é tipo de alucinógeno…
    Amy colheu o que plantou. Ou seja…

  117. Paulista indignado

    -

    25/07/2011 às 18:13

    Que tal, a turma que defende a liberação da droga e drogados ricos, arcar com os custos de tratamentos?
    Têm muitos empresários da área de entretenimento que adoram e lucram com artistas “criativos” e drogados.

  118. ANTONIO

    -

    25/07/2011 às 18:11

    Não tive tempo para ler o texto inteiro, mas concordo quando você se refere à (má) influência sôbre os jovens admiradores de ídolos autodestrutivos. Soube de pelo menos um caso de suicídio ocorrido logo após a morte de Kurt Kobain; Quantos outros não terão ocorrido?

  119. mimi

    -

    25/07/2011 às 18:08

    Ainda bem que tem prazo de validade.

  120. Rolando

    -

    25/07/2011 às 18:06

    Esse texto do Coutinho daria uma boa aula para mostrar como esses nossos progressistas do atraso adoram acusar os outros de fazerem o que eles fazem.

  121. nena

    -

    25/07/2011 às 18:02

    Hendrix, Elvis, Billy Holiday, Elvis, Michael Jackson, Marlon Brando, Morrison, Janis Japlin, Bob Marley, Mercury, e agora Amy, todos que escolheram seus caminhos e se estropiaram são tomados como exemplos de realização e tornados imortais pelos órgãos de comunicação, que nunca deixam de louvar a ‘coragem’ de irem direto para o fundo do poço. É de dar pena ver documentários que mostram o estado de miséria a que chegaram no final de suas vidas, são seres subhumanos rastejando por um pouquinho de oxigênio, asfixiados pelo próprio vômito. Como suas escolhas não afetam terceiros?!
    Lembro do nosso Nelson Gonçalves - achem ele cafona se quiserem, eu tb acho! - mas sua determinação em vencer o vício nunca é lembrado, e olhem que ele enfrentou uma luta enorme, e pode chegar à velhice com respeito.

  122. Pedro

    -

    25/07/2011 às 18:00

    Caro Reinaldo

    acho que uma questão fundamental não foi tocado no seu texto: até onde podem ir as escolhas da sociedade?

    Pode a sociedade escolher proibir o tabaco? O álcool? A gordura vegetal hidrogenada? Os doces?

    O indivíduo não é inteiramente livre para fazer suas escolhas; ele deve respeitar as normas da sociedade. E a sociedade não é livre para fazer quaisquer escolhas porque ela deve… respeitar o indivíduo!

    A questão difícil é exatamente onde traçar a linha divisória. O Congresso não é guia moral da sociedade; ele não pode resolver proibir tudo que julgar “auto-destrutivo” ou “imoral”. É fundamental, numa sociedade democrática, buscar o equilíbrio entre escolhas do indivíduo e da sociedade - sob pena de termos governos petistas que, em nome da “sociedade” (deles), tentam submeter o indivíduo aos seus caprichos.

    Em tempo: sou contra todo tipo de droga, graças a Deus.

  123. mimi

    -

    25/07/2011 às 17:59

    Acho uma pena,agora que ela ia posar para a playboy.

  124. mimi

    -

    25/07/2011 às 17:53

    A cracolândia está forrada de amy.Vamos falar do Thor e dos trolls?

  125. Zezão

    -

    25/07/2011 às 17:53

    Pronto, Reinaldo. Depois do Coutinho, aguardamos um profundo e esclarecedor ensaio do Vladimir Safatle sobre o sujeito não-substancial da Noruega!

  126. Lucia Helena

    -

    25/07/2011 às 17:52

    Preferia não ter lido esse texto da lavra de Reinaldo. É lamentável quando um jornalista se coloca diante de um texto, para interpretá-lo como um leigo, que entende apenas o que quer.

  127. Ana

    -

    25/07/2011 às 17:52

    As coisas podem ser ainda mais complexas do que parecem, existem doenças psiquiátricas associadas ao uso de drogas. A Amy poderia ser uma borderline, por exemplo.

  128. ricardo carvalho

    -

    25/07/2011 às 17:51

    Quem sou eu para julgar Amy. Do alto dos meus 73 anos, digo apenas que suas letras são sensacionais e sua voz é única. Fiquei triste…

  129. Mac

    -

    25/07/2011 às 17:51

    Reinaldo, a Amy não daria a mínima bola para o que vc pensa ou deixa de pensar a respeito dela! Mudando de assunto, também sou fã da Adele!

  130. LGraciano

    -

    25/07/2011 às 17:51

    Abutre, eu?

    Vá te catar Coutinho.

  131. patricia m.

    -

    25/07/2011 às 17:50

    Elouquisa, eu nao quero alimentar os drogados nao. Eu sou a favor de larga-los na selva amazonica (rsrsrs), mas deixe que eles mesmos catem seus alimentos oras. Quanto a recolher os caras em locais apropriados, Amsterdam tentou isso ja e foi um fracasso, com a liberalizacao geral das drogas. Acho que tem mais eh que botar em cana mesmo, seja traficante seja viciado.

  132. cop

    -

    25/07/2011 às 17:49

    Lamentável esse texto de Coutinho.

    Ignora por completo a enorme influência que o “mito” exerce sobre seus “fãs”.

    Que NOSSA SENHORA DO CRACK se apiede de Amy Drugshouse e Coutinho.

    Eu não !

  133. patricia m.

    -

    25/07/2011 às 17:46

    Ahhhh alguem que fala a minha lingua! Eu tambem acho que usuarios de drogas fizeram suas escolhas e que nos pagadores de impostos NAO TEMOS ABSOLUTAMENTE nada a ver com isso. Eles querem tratamento que arrumem dinheiro para tal, eu que nao quero pagar, oras. Correndo o risco de parecer desumana, deixo aqui a minha opiniao, que alguns vao achar horrivel: sera que nao ha uma verdadeira selecao natural em relacao aos drogados, ou seja, sao seres fracos que nao se ajustam ao mundo e por isso deveriam ser deixados de lado mesmo? Eu sei que ha pais e maes principalmente que irao dizer que isso eh um absurdo, mas sei la, sempre penso sobre selecao natural quando leio sobre drogados.

  134. Camisa de Força

    -

    25/07/2011 às 17:46

    Reinaldo que bom sua volta!,

    Se você diz que o tal Coutinho é bom…bem…ok eu acredito!. Sou assinante da Folha e nunca tinha tomado conhecimento deste.
    (No 8º parágrafo em vermelho),” Bem dito. Mas não é preciso perder tempo com filosofias. Melhor ler as letras das canções de Amy Winehouse, onde está todo um programa: uma autodestruição consciente, que não tolera paternalismos de qualquer espécie”. Essa foi a frase mais absurda que me lembro desses últimos tempos!. Pode ou é difícil descer a lenha em pessoas próximas?!”, em amigos?!, conhecidos?!…mesmo assim, tio Rey, desceste a lenha com muita habilidade.
    Só discordo em parte do que escreveu sobre as internações a custo do Estado, (o dinehiro do contribuinte já é tão mal administrado: com estádios de futebol, com MST etc, acho que seria uma caridade cuidar dessas pessoas doentes, que aliás não tem condições para se autodeterminar, cabendo ao Estado a tutela. Os responsáveis por esse lixo cultural deveriam arcar com os danos causados.

  135. Zé Eduardo

    -

    25/07/2011 às 17:46

    Deixa as cantoras inglesas para lá e fale sobre a economia na Europa que me parece mais importante e interessante. 1 abraço.

  136. Joseph

    -

    25/07/2011 às 17:44

    Esse bobalhão do Coutinho não diz que drogados roubam e matam para manter seu vício. É um deslumbrado idiota esse cara.

  137. Joseph

    -

    25/07/2011 às 17:42

    a Folha é a lata de lixo onde se jogam todos os pseudo-intelectuais de buteco do país. Que texto imbecil e pretencioso.

  138. Exilado

    -

    25/07/2011 às 17:41

    Acho que este senhor estava vendo outra Amy que morava em outro lugar. Nunca vi Amy ser censurada ou “moralizada pelas instituicoes burguesas”. Obviamente nao queremos que nossos filhos sigam seus vicios, mas a imprensa inglesa sempre adorou seus exageros - nao me lembro de ter visto reprimendas… Alias, para quem mora em Camdem, reprimenda nao e’ algo usual. Burgesia menos ainda….

  139. joel pinheiro

    -

    25/07/2011 às 17:41

    O anti-apedeuta voltou com a corda toda. É isso aí. Ao vencedor, as batatas.

  140. fernandes

    -

    25/07/2011 às 17:40

    Excelente texto caro Reinaldo. Em relação as drogas, costumo defender a tese da política de prevenção. Se alguns jovens usam drogas para ficar na moda, outros as usam para aliviar a fome e o frio nas ruas das grandes e médias cidades brasileira. Infelizmente, o dinheiro que seria gastos em programas sociais para a juventude, está sendo roubados pelos ladrões dos cofres públicos.

  141. Zezão

    -

    25/07/2011 às 17:38

    Nunca vi tanta cretinice e irresponsabilidade junta!!! Não sei se esse Coutinho tem filho ou filha. Mas seria curioso saber se ele olharia da mesma forma uma filha sua - que Deus o livre! - seguindo este “rumo” na vida e se a veria naturalmente - sem moralismos!! - como alguma “agente autônoma, que optou autonomamente pelo seu vício particular” - cheia de “honestidade libertária”, acrescente-se. Esse cara está moralmente impedido de ser pai!

  142. neo-liberal otimista

    -

    25/07/2011 às 17:37

    Se não há danos para terceiros, o indivíduo é soberano em suas ações ! Ótimo, perfeito o conecito liberal de John Stuart Mills !! Acontece que na prática, PRINCIPALMENTE NO BRASIL, o consumo de drogas SEMPRE gera danos a terceiros ! O cara que encosta uma pistola na sua cabeça, à luz do dia, num cruzamento de trânsito, quer dinheiro pra que ? Pra investir na BOVESPA ? Oras, é claro que o bandido quer dinheiro pra comprar umas roupinhas de grife e sustentar o seu vício das drogas, que por sua vez, vai enriquecer o traficante da esquina ou do morro mais próximo, que por sua vez vai enriquecer mais ainda o mega traficante interncional de armas e de drogas !!! João Pereira Coutinho, suas teses estão MAIS FURADAS DO QUE TABULEIRO DE PIRULITO !!!

  143. Anônimo

    -

    25/07/2011 às 17:32

    Bomba!
    Não foi o Coutinho quem escreveu esse artigo!
    .
    Ele estava passando mal e não foi trabalhar hoje!
    (Fumou bosta de cavalo achando que era maconha!)
    .
    Quem escreveu o artigo foi um dos estagiários da redação da foia de sumpaulo
    .
    tá explicado…

  144. Elouquisa

    -

    25/07/2011 às 17:30

    Voltou com a corda toda!Seja bem vindo!Concordo que o indivíduo escolhe consumir a droga nas primeiras vezes,depois torna-se escravo dela.Concordo que devemos deixá-lo consumir e se consumir à vontade,mas longe da sociedade que trabalha e cria seus filhos!Acho que deveria existir locais para consumo irrestrito de drogas,à vontade!Vamos levar os viciados para o meio da floresta amazônica e deixá-los por lá,de vez em quando alguém joga água e alimentos e muita droga para esses vagabundos que são responsáveis por tantas mortes de pais e mães de famílias nos faróis das nossas cidades!Esse país é uma vergonha!

  145. Cesar

    -

    25/07/2011 às 17:29

    Muito infeliz o texto de João Pereira Coutinho. O usuário de drogas não se auto destrói apenas, sem nenhuma consequência a terceiros. Suas ações são devastadoras para as pessoas próximas como pais, avós, irmãos, esposa(o) e filhos que sofrem com o vício de quem amam. Em muitos casos até pessoas que não tem nenhuma relação familiar são afetadas: quantos crimes não são cometidos no Brasil por bandidos drogados? Quantas pessoas não roubam e matam para sustentar o vício?

  146. Edson

    -

    25/07/2011 às 17:27

    Não conhecia Winehause até há pouco tempo quando fui apresentado ao seu CD. Gostei de 2 ou 3 músicas. Quando esteve no Brasil no começo do ano, bebada e drogada, à vista de todos, senti pena. Não era um bom exemplo. Se as drogas eram sua fonte de inspiração, melhor seria se continuasse a ser uma pessoa simples, e viver a vida. Jamais trocaria a minmha vida pelos 27 anos de Amy.

  147. OLHO POR OLHO

    -

    25/07/2011 às 17:26

    REINALDO, CASOS COMO ESSE NAO MERECEM UMA UNICA LINHA. IDOLOS DESSA NATUREZA DEVEM SER IGNORADOS.

  148. TÔ VENDO TUDO !

    -

    25/07/2011 às 17:26

    Reinaldo, na quinta-feira passada o “apedeuta blasfemador” disse a frase abaixo em alto e bom som, e foi aplaudido no Teatro do Parque D.Lindu no Recife pela claque que lá se comprimia homenageando a Orquestra Cidadã. O vergonhoso que até hoje nenhum Líder Católico repudiou a blasfêmia de chamar o Sermão da Montanha de Nosso Senhor Jesus Cristo de bobagens por parte do “apedeuta” ! O Noblat naquele dia elegeu a frase como a frase do dia.

    FRASE DO DIA
    “Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra.”
    Lula
    Comente Ler comentários (86) BLOG DO NOBLAT

  149. Anônimo

    -

    25/07/2011 às 17:25

    A morte de Amy é um tiro no pé dos legalizadores de plantão, e ela é o retrato auto-evidente do avassalador poder destrutivo das drogas. Agora ficam de mimimi tentando achar alguma desculpa esdrúxula para o óbvio: as drogas acabaram com a vida da moça, assim como a de muitos antes dela. E este sr. João Pereira foi de uma desonestidade intelectual incrível.

  150. Sherlock

    -

    25/07/2011 às 17:23

    Rei,

    Antes de mais nada: bem vindo de volta!! Você não imagina a falta que faz.
    Li hoje o texto do JP Coutinho - e lamentei a argumentação (estranhamente) rasa de um articulista que admiro tanto. Fico feliz que você o tenha contestado. Aprendemos com ambos.
    Ignorar o efeito devastador do comportamento da Amy sobre a vida de muitos(as) adolescentes que viam nela uma referência é destoar da realidade - será que o JP Coutinho já ouviu falar das comunidades que “trocam figurinhas” sobre anorexia, bulimia e tantos outros distúrbios que, mais do que a vida do indivíduo, destrói também toda a estrutura familiar? Não creio.
    Discordo também um tanto de você ao tratar com um certo desdém o “artista marginal”. Lembrei-me na hora de seu artigo sobre Jean Genet - também ele um gênio marginal, embora, no caso, a marginalidade literal.
    Admiro o trabalho da Amy - assistir ao DVD da cantora é programa quase obrigatório a quem frequenta minha casa. Faço todas as ressalvas possíveis ao comportamento do indivíduo Amy - mas não consigo dissociar a capacidade de criação e interpretação da profunda angústia que a circundava.
    A ela, como disse uma comentarista ao artigo do JP Coutinho, deixo minha admiração pelo talento e uma prece. O exagero talvez fosse um pedido de socorro - que não foi atendido. O vício não é nada libertário (desculpe, Coutinho) - é, antes, o contrário disso.

  151. pf

    -

    25/07/2011 às 17:22

    Bom, entendo que é inegável que a intolerância não escolhe partido, não é um fenômeno que pertine exclusivamente as mentes de esquerda, nem de direita, nem de centro. É um fenômeno pessoal: a pessoa, o indivíduo escolhe ser ou não intolerante, escolhe conviver bem com a diversidade, ou escolhe entender que sabe o que é muito melhor pra si mesmo, e consequentemente, para outros (já que esta sabedoria lhe dá a confiança de que, de fato, suas escolhas devem ser as escolhas dos outros). Obviamente, também é inegável que uma doutrina, uma educação, como estimulantes dos sentidos que são, norteiam a conduta para a tolerância ou intolerância, para a destruição ou preservação do ser. O que é fato é que o ser humano, enquanto sujeito capaz, é ente soberano de si próprio. Ele apenas se aglomera por conveniência. Contrato social??? Isso justificava o aglomerado social em tempos passados, onde o nativo não civilizado era belo, ou, por outro lado, onde todos viviam em guerra contra todos etc. Ninguém atua porque observa leis. Ninguém obriga seus filhos a ler códigos legais para que sua conduta seja adequada do ponto de vista social. Muito pelo contrário. O conjunto de fatores que fundamentam uma conduta é tão grande que é difícil estudá-lo a partir de um único ramo do conhecimento. O que é certo é que: quem escolhe ser rebelde é o ente soberano que temos dentro de nós mesmo, enquato sujeitos de capacidade plena. À sociedade, ao menos a sociedade que sabe o que é melhor pra todos, não cabe decidir sobre a rebeldia individual: este não é um assunto que lhe pertine. A rebeldia tem limites? Isso também é certo: como já foi dito, o direito alheio é o limite. Mas onde está este limite entre particular e alheio? Certamente não onde os que acham mais que os outros, pois leram alguns livros a mais, querem. Nas leis? Pode ser. Na moral? Talvez. Na ética? depende. Como eu disse e reafirmo: pro comportamento totalitarista e intolerante, não existe partido. E de achismos, já bastam os do petismo. Achismo por achismo, cada um que fique com o seu.

  152. Albert Ihering

    -

    25/07/2011 às 17:22

    Das muitas bobagens e exageros de ontem, um me levou a pensar no antônimo, em algum canal de TV a voz solene leu aqueles textos medíocres:
    “[...] judia com voz de negra..” e se fizessem o contrário?
    Tomassem uma negra para dizer que ela tem voz de branca?
    Certamente o céu caíria, os petralhas patrulheiros pediram a imediata prisão… quanto desânimo.

  153. ricardo

    -

    25/07/2011 às 17:22

    e com esse argumento ridículo de o “viciado achar o caminho nas drogas”, o Coutinho simplesmente escarnece e desconsidera todas as pessoas que se libertaram dessa desgraça e renasceram…e faz com que todo o esforço empregado por pessoas que ajudam os outros a saírem das drogas pareca uma nulidade…

  154. Anônimo

    -

    25/07/2011 às 17:22

    e finaliza, o coitinho:
    “Não contem comigo, abutres.”
    .
    ele fala a língua dos abutres…

  155. Platão

    -

    25/07/2011 às 17:21

    A MORTE SÓ MATA AQUELES QUE NÃO VIVERAM,AQUELES QUE NINGUEM LEMBRA.PESSOAS COMO A AMY,POR BEM OU POR MAL,A MORTE NÃO MATA!

  156. Eduardo

    -

    25/07/2011 às 17:19

    Prezado, discordo do seu argumento: “Acho a descriminação do consumo de drogas uma tese estúpida também porque ela vem sempre associada às políticas públicas de reabilitação, que custam uma fortuna. Por que os cidadãos não-drogados, os aborrecidos “produtivistas”, que enchem os cofres do estado com parte do seu trabalho, têm de financiar as conseqüências da escolha moral dos viciados?”

    A repressão também custa uma fortuna, uma fortuna bem maior. Ao descriminalizar as drogas estaremos de fato aliviando o fardo do contribuinte. Aliás o estado pode arrecadar MUITO, da mesma forma que faz taxando fortemente alcool de tabaco.

  157. lock

    -

    25/07/2011 às 17:19

    Se ela estava sem rumo, causas pelo que se lutar e morrer não faltava, porque não tentou salvar os países africanos da fome, ou lutava pelo direito das mulheres em alguns países islâmicos?com todo dinheiro e fama que ela tinha poderia ter feito a diferença sim.Outra coisa , se o vicio dela não prejudicava todo mundo pois dinheiro caia como mágica na sua conta, prejudicava as pessoas que realmente amavam ela, e as outras antas que eram muito fãs dela que são capazes de seguir seus passos.
    Por isso sou contra a descriminalização do usuário, principalmente se esse for um ente publico, que viva disso, onde sua imagem reflete em boa parte da sociedade, oras se ela se droga alguém vende pra ela, ou compra por ela, quem faz isso? quem é o traficante que vende? isso é uma das formas de se combater o trafico, quer penas brandas tem que colaborar sim com a policia se não cadeia.

  158. Vitor

    -

    25/07/2011 às 17:17

    Reinaldo, só tem uma falha na sua argumentação: Os “Liberais-liberais” (ou Libertários ou Anarco-Capitalistas) não são a favor de tratamento aos drogados. Aliás, são (somos? Penso que me incluo no grupo) contra toda a forma de subsídio estatal, seja no tratamento de drogados, viciados em álcool, cigarro, comida gordurosa, não importa. Na visão nossa, todos são livres para se drogar e totalmente responsáveis pelas consequências de seus atos: Livre para ficar doidão, livre para eventualmente morrer. Não é bonito, mas adultos devem ser responsáveis por todas as suas escolhas. Um grande abraço.

  159. ricardo

    -

    25/07/2011 às 17:16

    esse libertários “full-time”, como o Coutinho, as vezes se perdem nos seus raciocínios apressados…essa de o sujeito sem caminho encontrar um “caminho” nas drogas eh digna de se colocar em uma placa…tremenda besteira…

  160. Heloisa

    -

    25/07/2011 às 17:16

    Também prefiro Adele. Ah, e aconteceu com esta moça o que todos esperavam. Nem todos têm a sorte dos Rolling Stones, né?! Agora o texto deste “senhor” é um absurdo!

  161. Rodolfo

    -

    25/07/2011 às 17:14

    Amy, R.I.P.!
    Reinaldo,
    Show de bola tê-lo de volta!

  162. ricardo

    -

    25/07/2011 às 17:12

    aquele “respetiva” ali eu ja vi em uns dois textos escritos por ele…pensei que fosse erro de digitação, mas parece que não eh…isso existe? eh alguma variação que se usa em Portugal da palavra “respectiva”?

  163. Sabah

    -

    25/07/2011 às 17:12

    No comments

  164. DuraLexSedLex

    -

    25/07/2011 às 17:12

    Caríssimo.
    É tudo parte do “Show Business”. E isto existe desde sempre. Nas gerações nem tão recente, temos James Dean, o eterno “rebelde sem causa”. Endeusado. Bruce Lee. Outro endeusado, MJ, este bem recente. Tudo “Show Business”. A quem importa as pessoas que citei? Aos jornalecos e programinhas de entrevistas matutinas ou vespertinas, para comentarem sobre a “over-dose” suposta? As “pessoas” (abutres) que gravitavam ao redor desses falecidos, que só interessavam-se do “glamour” e festinhas (festonas)? A Amy pouco falava a muita gente. A figura pública era apenas o que o “Show Business” queria que fosse, tudo manipulado, tudo “para a platéia”.
    “Artista”, é apenas “artista”, vamos esquecer que são “gente”. Claro que são “gente”, mas nas suas (delas) intimidade, que a nós pouco interessa. Aprendamos a apreciar as suas “artes”, vamos deixar de nos sentirmos “íntimos” dos “artistas”, só porque lemos ou ouvimos na mídia isto ou aquilo sobre a vida deles. Vamos deixar de nos iludirmos, “elegendo” “mocinhos” e “bandidos”, manipulado que somos pela mídia.
    Não conheci, nem poderia a Amy, nem os outros que citei acima. Que descansem em paz. Logo serão substituídos por outros…

  165. capc

    -

    25/07/2011 às 17:11

    Lendo alguns comentários apareceu uma sugestão interessante: Por que não se cria uma “fundação com o objetivo de tratamento de viciados e similares”. QUEM CONTRIBUI ? Expontânea — mas somente pessoa física. (Assim ficamos salvos do BNDES, Prefeituras, Governos Esdatuais, Federal e sem desconto ou incentivos para abater impostos).

  166. BETHS

    -

    25/07/2011 às 17:10

    Gosto muito da cantora Amy, mas discordo (e lamento, claro!) veementemente de seu estilo de vida e morte. Liberdade pelas drogas é o maior absurdo que já ouvi, vício é prisão, drogas são cadeias, dependência é sentença de morte.

  167. Anônimo

    -

    25/07/2011 às 17:10

    traduzindo para o português:
    .
    Amava uma Casa de Vinho
    .
    .
    .
    por isso que o portuga coutinho defendeu-a tão enfaticamente

  168. Ex-petista

    -

    25/07/2011 às 17:09

    Pô, Reinaldo!!!

    Não gosta de Bolero. Não gosta de samba. Acha a Amy sem graça.

    Afinal… de que música você gosta? Gosta de música?

  169. Ex-petista

    -

    25/07/2011 às 17:07

    Eu conheci uma garota nos anos 80 que teve o mesmo fim da Amy, e não era dotada de talento especial. Foi, como a cantora, só uma vítima da droga.

  170. Hummm...

    -

    25/07/2011 às 17:06

    Essa moça era uma espécie de Tim Maia britânico, naturalmente com menos swing. Em outras palavras, era MUITO mais conhecida pelas permanentes confusões do que pela obra. Aqui em Banânia já surpreendi alguns “fãs” chorosos que mal conseguiam apontar o nome de uma de suas canções. E a propósito, quem é Adele?

  171. Eliana

    -

    25/07/2011 às 17:04

    PARABEBS!!!! perfeito! concordo totalmente com suas criticas!!!

  172. Ex-petista

    -

    25/07/2011 às 17:04

    Coisa mais anos 60 aceitar o vício como acessório indispensável da genialidade.

  173. naldig

    -

    25/07/2011 às 17:00

    Amy Winehouse morreu.

  174. Hélio Ricardo

    -

    25/07/2011 às 16:59

    Além de parabenizar o autor pela perfeita reflexão de Reinaldo Azevedo acerca dos argumentos pouco convincentes (sempre iracundos e imbuídos de um revanchismo desnecessário) do João Pereira Coutinho. Acho que as pessoas precisam aprender mais sobre a vida e seus valores únicos, deixando delado essa filosofia barata e pretensiosa de que viver intensamente requer perigos e autodestruição.
    Infelizmente, em nosso país, a ditadura impediu o raciocínio lógico sobre o que é e o que não é liberdade: quem antes não podia fazer nada acha que, agora, pode fazer de tudo.
    Sou brasileiro, não moro em Candem Town. Não admirava a obra artística da Amy, mesmo reconhecendo seu valor como cantora. Atesto, porém, que NUNCA - vejam bem, eu disse NUNCA - tive QUALQUER informação ou notícia a seu respeito que não fizesse menção aos seus vícios e exageros.
    Ela se vendeu para comprar a droga que a matou. Perdeu a identidade de artista e tornou-se uma caricatura adoecida (ensandecida) de si mesma.
    E quem acha que é moralismo condenar o vício, que pegue seu filho e injete heroína em suas veias logo que nadcer.
    Como se diz por aí, pimenta no traseiro inglês é refresco…!

  175. mané brasileiro

    -

    25/07/2011 às 16:59

    Reinaldo
    A cantora fez do mundo um palco e se esfarelou
    em praça pública. Um resumo perfeito.

  176. Jorge Chequer

    -

    25/07/2011 às 16:54

    Excelente, Reinaldo.
    Gostaria de destacar:
    “Acho a descriminação do consumo de drogas uma tese estúpida também porque ela vem sempre associada às políticas públicas de reabilitação, que custam uma fortuna. Por que os cidadãos não-drogados, os aborrecidos “produtivistas”, que enchem os cofres do estado com parte do seu trabalho, têm de financiar as conseqüências da escolha moral dos viciados? Que escolham! Mas que se reserve à sociedade da ordem a prerrogativa de afastá-los do convício social. Coutinho tem razão: o viciado não é uma vítima; é alguém que escolheu um caminho.”
    .
    Não creio existir algum argumento que curve esta lógica.

  177. El Cabong

    -

    25/07/2011 às 16:54

    Ora, Rei, mas é claro que o autor esstá certo…

    As drogas dão um rumo aos que não o tinham… o rumo do precipício.

  178. Ilson de Pádua

    -

    25/07/2011 às 16:54

    Prezado Reinaldo,
    Embora a VEJA tenha outros “FERAS” no Jornalismo, a sua ausência foi notada. Seja bem vindo e espero que voc~e continue olhando para a pior praga que já apareceu no Brasil, chamada pt. Infleizmente ainda temos mais de quatro anos para continuar aguentando elles no puder, roubando todo dinheiro do caixa.!
    Abs,
    Ilson de Pádua

  179. Anônimo

    -

    25/07/2011 às 16:53

    Esse papo furado desse Coutinho…
    .
    Papo de traficante?
    (garantir o lucro certo com o vício/desgraça alheia)
    .
    ou papo de pedófilo?
    (enganar os inocentes)
    .
    Sai dessa, Coutinho!

  180. Marcia Lyrio

    -

    25/07/2011 às 16:52

    Batatas,como ‘tudo’em geral exagerado,fazem tão mal quanto.E se não se interessam…pq tanto “blábláblá”? Na verdade estão aproveitando o ‘gancho’ da morte da brilhante cantora(e, agora, sabemos bom ser humano tb que só fazia mal à si mesma e nos brindava com a sua linda voz)para fazer uma média ou mídia amparados nessa infelicidade.Ah “os abutres”…!!!

  181. leo

    -

    25/07/2011 às 16:51

    Sucessos instantâneos:

    Amy Winehouse - You know, i’m not good
    Waldemar Costa Neto - You know, i’m not honest
    Dila Rousseff - You know, i’m not a president
    Lulla Da Silva - Iu nou, ai uil bi beque.

  182. Anônimo

    -

    25/07/2011 às 16:50

    Enquanto isso, a avalanche comunista sofre um profundo golpe em Oslo, embora tente demonstrar que o autor do atentando era apenas um extremista. Imagino que seria importante que nosso escriba se detenha para nos brindar com sua sempre ilustrada opinião sobre tão terrível episódio que se sucedeu com os trabalhista.

  183. Darazoom

    -

    25/07/2011 às 16:49

    Reinaldo, uma vez mais nossas boas vindas, a você e a sua família que, espero, tenham tido merecido descanso nestes dias de ausência.
    Quanto à sua análise do texto do João Pereira Coutinho, pouco a comentar, pois em minha opinião beira a perfeição. Concordo com sua opção em discordar da maioria dos que veem nos drogados algo digno de admiração, quando na verdade estamos jogando dinheiro fora em financiarmos sua “reabilitação”.
    Mas acho que o busílis da coisa está justamente naquilo que o Coutinho tomou como um forte argumento em favor de sua (dele) tese, ao citar John Stuart Mill: “se não há dano a terceiros, o individuo deve ser soberano nas suas ações e na consequência das suas ações”. Explico: quando é que uma má ação de um indivíduo deixa de causar dano a pelo menos um terceiro dentre os quase sete bilhões de habitantes da terra? Sem conhecer a obra de Stuart Mill, vejo nessa assertiva uma grande ironia.
    David

  184. ANTI-PETISTA

    -

    25/07/2011 às 16:49

    REI,VOCÊ ESTÁ CERTO,PORQUE DEVO SUSTENTAR CLÍNICAS DE REABILITAÇÃO PARA VICIADOS,PORQUE VOU FINANCIAR PROGRAMAS DE HIV,QUANDO A GRANDE MAIORIA DOS INFECTADOS,PROCURAM SER PROMÍSCUOS E IRRESPONSÁVEIS,SÃO ESCOLHAS PESSOAIS,O PRAZER É INDIVIDUAL,MAS A SOLUÇÃO TEM QUE SER “COLETIVA”,INCLUSIVE O FINANCIAMENTO,NÃO VEJO OBRIGAÇÃO DE FINANCIAR ISSO TUDO…..

  185. Anônimo

    -

    25/07/2011 às 16:48

    Esse papo furado desse Coutinho…
    Papo de traficante ou papo de pedófilo?
    Sai dessa, Coutinho!

  186. leo

    -

    25/07/2011 às 16:46

    Amy ou Deixe-a.

  187. Jorge Silva

    -

    25/07/2011 às 16:45

    Amy Winehouse foi uma morte anunciada… Sem comentários!
    .
    Meus comentários de hoje vão para outro tópico:
    .
    Chávez planeja ficar no poder na Venezuela até 2031
    .
    O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou que está decidido a estar à frente do governo venezuelano até 2031 e garantiu que sua doença não o fez pensar nem por um só instante em deixar a Presidência

    http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/chavez+planeja+ficar+no+poder+na+venezuela+ate+2031/n1597099175858.html

  188. Vivara

    -

    25/07/2011 às 16:41

    Pois e. Tanto bla bla bla quanto da morte da Amy.

    Ha pouco menos de dois meses, oportunidade que ela tinha deixado um reab antes do tempo, afirmaram que se ela nao retornasse ao tratamento a morte dela viria em poucos dias.

    Dai nao da pra entender tanto bla bla bla.

    Mas e aquele negocio querem vender discos/albuns, etc…

    Amy viveu da forma escolheu e quis… e morreu. So isso!!

  189. COTISTA

    -

    25/07/2011 às 16:39

    Não demorará para sugerirem cotas para os “consumidores”. Afinal, eles querem uma porção e por ele são capazes de qualquer coisa. Quem sabe se receberem a porção gratuitamente diminua a criminalidade: homicídios, roubos, furtos, etc.

  190. Rodrigo

    -

    25/07/2011 às 16:39

    - contnuação - morrer desta maneira, totalmente evitável.

  191. Roberto

    -

    25/07/2011 às 16:39

    Depois de ler o artigo do Coutinho fiquei cá pensando: será que ele está com dor na consciência ou remorso por (eventualmente) estar também enfiando o pé na jaca?
    Mas em seguida me acalmei: parece que o (mal) exemplo está servindo para um monte de gente pensar a respeito de suas escolhas pessoais. Inclusive os que se acham “descolados”.

  192. Paula

    -

    25/07/2011 às 16:38

    Caro Reinaldo,

    O descanso te fez muito bem. Suas considerações estão perfeitas para o caso, embora eu tenha concluído algo diferente de vc qto a qual seja o rumo q as drogas podem dar aos indivíduos sem rumo. A mim parece q o rumo q Coutinho deseja aos desajustados é justamente esse q tomou Amy Winehouse: a morte. E isso tem um cheirinho de darwinismo social e eugenia… é como se Coutinho dissesse: aos mais aptos, os gozos e fruições da vida em sociedade, aos desajustados, q se matem logo.

  193. henrique lima

    -

    25/07/2011 às 16:38

    A escolha as drogas pode ser individual, mas no fundo do poço se exaure as forças de toda uma família.

  194. Rodrigo

    -

    25/07/2011 às 16:38

    Amy é mais uma destas pessoas viciadas ou que cometem excessos, famosas ou não, que convivem com um séquito de bajuladores de um lado e aproveitadores do outro, assim como tivemos Elvis, Morrisson Janis Joplin e outros nao tão famosos. É uma lastima uma jovem de 27 anos, talentosa (eu acho sua voz linda), bonita.

  195. Silvia

    -

    25/07/2011 às 16:36

    A garota só morreu, não levou ninguém com ela.

    No mais, excluídas aí todas as questões referentes ao estilo de vida que ela própria escolheu (”viver e morreu como quis”), resta a música. E essa sim, fará falta.

  196. Nando

    -

    25/07/2011 às 16:36

    Reinaldo, se você acha tudo isso da argumentação do Coutinho (e eu concordo plenamente), o que dizer do texto do seu colega/colunista Toni Beloto?

  197. Careca

    -

    25/07/2011 às 16:35

    “Coutinho tem razão: o viciado não é uma vítima; é alguém que escolheu um caminho”. Gostaria de ter tanta certeza quanto à “escolha” do viciado.

  198. ribeiro

    -

    25/07/2011 às 16:34

    Reinaldo, o Pagot e o Hideraldo Caron estão fora do Dnit!
    Amy é um assunto menos importante, embora eu tenha lido e concordado com voce.
    Vamos ao que interessa: Que que voce acha, o PR vai abrir com o PT e Dilma?

  199. João

    -

    25/07/2011 às 16:30

    Sou “liberal-liberal” e não faço “aliança tática” nenhuma com esquerda nenhuma na defesa da legalização das drogas.

    Não vejo lgitimidade nenhuma no estado-babá para tutelar o que um indivíduo em nada do que ela deva ler, assistir nem consumir. Seja omelete com bacon, cachaça ou maconha.

    Não há nisso nada em comum com a esquerda, que deseja dar ao estado (ou ao partido, estado de facto) o controle sobre os indivíduos, nem com os conservadores, que não são liberais e, nesse caso, também defendem o controle do estado-babá sobre os indivíduos.

    A “proibição” não impediu Amy de se drogar até morrer. Mas serviu para dar exclusividade de venda aos bandidos.

  200. Malur

    -

    25/07/2011 às 16:28

    Com o devido respeito aos fãs da cantora, entre eles alguns críticos, acho que imoral ou amoral foi terem sido jogados fora pelo menos uns 50 anos de vida.

  201. Anônimo

    -

    25/07/2011 às 16:25

    Nessa, o João Pereira Coutinho exagerou no lusitanismo!
    .
    Diga não às drogas!
    .
    Flagelo dos séculos XX e XXI!
    .
    O triste, previsível e antigo demônio do prazer
    a cobrar a alma vendida dos viciados, imediatamente!

  202. nihil

    -

    25/07/2011 às 16:24

    Isto é conversa de traficante.

  203. Claudio Almeida

    -

    25/07/2011 às 16:21

    Caro Reinaldo

    “too young to die, too drunk to live !”, uma pena quanto as escolhas , mas livre nos somos ate para , infelizmente, jogar fora o que mais nos eh precioso ( VIDA ) !!

    Um grande abraco

  204. pauloemanuel

    -

    25/07/2011 às 16:18

    UM MILHÃO DE VEZES A ADELE COM TODOS OS BANANAS SPLITS E HAMBURGUERS QUE ELA CONSOME POR HORA, DO QUE AMY E SUAS VEIAS PERFURADAS A HEROINA , OPIO , HAXIXE , ETC ETC ETC ALIAS …VOCES JA VIRAM A BRASILEIRA MICHELE MARA ( AMADORA ) CANTANDO ? DÁ DE DEZ A ZERO NAS DUAS …..

  205. Uma lástima

    -

    25/07/2011 às 16:18

    Que se repitam esses episódios funestos e poucos se dêem conta da causa verdadeira…


 

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