Blogs e Colunistas

30/09/2008

às 4:49

Alunos da UnB: vinguem-se da escória com livros!

Lembram-se daquela história de ontem, a do professor que resolveu desconstruir Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo? Pois é… Dei um cartaz tremendo para o bruto. Isso sempre acontece. Basta eu falar aqui de qualquer imbecil, e ele é logo catapultado para a fama. O debate pegou fogo na tal pagineta do mestre. Alguns alunos saíram numa defesa ensandecida do seu Sócrates. Cicuta nele, hehe…Uma boa parcela dos defensores do apedeutinha diz que eu sou autoritário e reacionário, ou coisa parecida, ao apontar os erros do seu texto. O nome da disciplina é “Escrita e Sociedade na América Latina”. Huuummm… Se o português não lhe cai bem, então que tente o guarany… Sou ortodoxo: acho que um professor de escrita deve zelar pela escrita, assim como um cirurgião deve saber, como direi?, corte e costura…

A Universidade de Brasília, aliás, é um caso sério. A universidade fez eleição direta para escolher o seu reitor. Venceu o professor José Geraldo de Souza Júnior, a principal expressão daquela maravilha já tantas vezes abordada aqui: “O Direito Achado na Rua”. Trata-se de uma corrente do, vá lá, pensamento jurídico brasileiro que acredita, sem peias, que o legítimo (sempre as causas ditas “populares”) se sobrepõe ao legal — que estaria a serviço, então, das causas impopulares — vocês sabem: coisa da tal Dona Zelite.

Vá lá… Sou tentando a pôr um pouco de pimenta nessa história e observar que algo que começou com Darcy Ribeiro não poderia dar em coisa muito boa. Mas seria injusto com tanta gente competente, esforçada, trabalhadora, que está na UnB e não endossa a vigarice populista que tomou conta da universidade faz tempo. Há lá bons acadêmicos e alunos que não se deixam cavalgar pela estupidez politicamente correta. Deve ser uma trabalheira danada. São verdadeiros heróis num ambiente completamente conspurcado pela militância a mais estreita, a mais boçal.

Espero que, no país dos petralhas, continuem a resistir aos que tentam criar a universidade dos petralhas. Proponho aos verdadeiros estudantes da UnB: resistam a esses caras; vinguem-se deles. A melhor vingança, acreditem, é estudar, é ler. Um livro, para essa gente, funciona como a kriptonita para o Super-Homem.

Por Reinaldo Azevedo
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48 Comentários

  1. flaydner

    -

    01/10/2008 às 11:18

    É uma pena mas a eleição para reitor só tinha candidatos caricatos, folclóricos…

    E pensar que Gilmar Mendez também é professor de Direito na UnB.

  2. UnB Agência

    -

    30/09/2008 às 23:24

    “Quero resgatar a utopia da UnB”

    Em entrevista concedida logo após o anúncio da vitória,
    José Geraldo fala sobre seu principal projeto para a universidade

    Rafael Fontana e Ana Luiza Gomes
    Da Secretaria de Comunicação da UnB

    José Geraldo de Sousa Júnior venceu o segundo turno da disputa pela Reitoria da Universidade de Brasília (UnB), com 51,61% dos pontos. Seu adversário, Márcio Martins Pimentel, conquistou 48,39%. O resultado foi anunciado pela Comissão Organizadora da Consulta (COC) às 3h, no Centro Comunitário Athos Bulcão.

    José Geraldo pretende resgatar o
    projeto original da universidade
    Como primeiro passo, José Geraldo pretende aproximar a administração dos três segmentos e resgatar o projeto original da universidade. Ele também considera fundamental o papel dos estudantes durante a campanha. Confira, abaixo, a entrevista concedida logo após a divulgação.

    UnB AGÊNCIA - O senhor disse que professores, alunos e servidores escolheram um novo projeto para a universidade. Qual é o seu projeto?

    JOSÉ GERALDO DE SOUSA JÚNIOR - O resgate da sua utopia. Quero humanizar a produção de conhecimento, que a instituição descubra na juventude brasileira e brasiliense o seu potencial generoso e vigilante. Foram os estudantes que mais rapidamente se deram conta do momento difícil que a universidade vivia e que mais rapidamente se mobilizaram, contagiando o resto da universidade.

    Por isso, é preciso que professores e servidores tenham a consciência de sua responsabilidade com essa juventude e possam imprimir ao projeto da universidade a condição qualitativa para realizar a utopia. Esse é o sonho dos fundadores, é o sonho da continuidade da redemocratização.

    Aqueles reitores da fundação e da redemocratização estão presentes neste momento em que, novamente, a universidade se recompõe e se reorienta para o futuro.

    UnB AGÊNCIA - Qual foi a estratégia para conseguir uma votação tão alta e o crescimento do número de eleitores entre os professores?

    JOSÉ GERALDO - A autenticidade, a afirmação de uma plataforma que se construiu no compartilhamento dos apoiadores, daqueles que vêem a universidade como o seu centro de referência. É a autenticidade do projeto, pois ele não foi construído artificialmente. Foi consultado nos seus momentos plenos de concretização e a comunidade percebeu isso na cultura da universidade.

    Nós autenticamos as propostas no diálogo, no confronto das posições e nos debates. Esses momentos permitiram testar a autenticidade do projeto. Eu e meu vice somos antigos na casa. Temos trajetória e a comunidade percebeu isso.

    UnB AGÊNCIA - Qual será o seu primeiro passo?

    JOSÉ GERALDO - Construir imediatamente essa ponte do diálogo para resgatar a universidade para o seu projeto autêntico. Ela passou por momentos difíceis e, nessa transição, algumas fraturas foram expostas. É preciso consolidar essas rupturas e construir a passagem para o futuro da universidade. O reitor tem que abrir o diálogo, a interlocução. Deve se comunicar com todos os segmentos e afirmar o compromisso com o projeto que foi reconhecido e aprovado.

    UnB AGÊNCIA - Qual foi a participação dos estudantes nessa vitória?

    JOSÉ GERALDO - A participação foi a do contágio. Eles já se mobilizavam em torno do resgate do projeto autêntico da UnB, abriram a comunicação com a sociedade para mostrar que a instituição estava em um processo de descaminho. Eles tiveram um protagonismo contagiante.

    Eles se unificaram nessa experiência, distinguiram os projetos que estavam nos debates, percorreram sala a sala, mobilizaram servidores e professores e tiveram papel fundamental. O resultado disso é consagrador, mas é também uma tremenda responsabilidade porque pode frustrar essa expectativa.

    UnB AGÊNCIA - A comemoração vai ser onde?

    JOSÉ GERALDO - Já é aqui. E agora é seguir o coração dos estudan

  3. joca

    -

    30/09/2008 às 22:39

    É isso aí. Livros.
    Bendito o que semeia livros
    Livros a mancheia, e manda o povo a pensar
    um livro caindo n’alma
    é o germe que faz a palma
    é a agua que faz o mar……..
    É a melhor arma contra a “inguinorança”.Fácil de levar, de guardar, não sai de moda e como diz o millor, livro não enguiça…

  4. Polarbaerchen

    -

    30/09/2008 às 21:57

    Puxa, Reinaldo. Como Vieira poderia ter falando em Nordeste, se sequer existia o tal “Nordeste”? Nao nos esqueçamos de que, até algumas décadas atrás, a região Nordeste sequer incluia a Bahia, que participava da regiao Leste com o Rio, Espirito Santo e Minas. E na época de Vieira a designacao só tinha conotação direcional, não cultural, nao denotava nenhuma regiao. A invasao e permanência só diz respeito mesmo a pernambuco e alagoas (que era parte de pernambuco na época). Para o Recife isso teve um significado fundamental, afinal de contas a cidade foi fundada pelos holandeses, antes apenas existindo como vila. Para os holandeses isso é até hoje um capítulo importante da história deles (aprendem isso nas aulas de história); Recife seria transformada em capital do império holandês. Quando o rei e rainha da holanda viajaram recentemente ao Brasil, visitaram, além de Brasilia, justamente Recife ! O resto do hoje chamado “Nordeste” não teve participaçao nisso. Apenas um asno afirmaria um absurdo desses. Exceto à Holambra, hahaha, a Holanda concerne, no Brasil, ao Recife e a Pernambuco…

  5. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 19:18

    Por falar em livros

    Reinaldo -

    Já que você falou sobre a leitura de livros, permita-me recomendar esta excelente obra de um grande pensador brasileiro (falecido há trinta anos):
    - DOIS AMORES, DUAS CIDADES.

    O autor: Gustavo Corção.

    Bem sei que você é um homem muito ocupado. Mas, tente ler esse notável ensaio histórico, publicado pela AGIR em 1967.

    Um abraço.
    Ass. : um leitor assíduo deste blog.

  6. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 17:38

    Caro Rei,
    Já Já está chegando o modelo chavista de educação, pegou aquele grande predio da PDVSA, no centro de caracas e criou a universidade bolivariana para os pobres, não precissa vestibular, reduziú o tempo dos cursos, de 5 para trés anos e ainda paga US$180,00 para cada aluno, de aquí a uns anos a venezuela ao igual que cuba terá todo mundo com curso superior, seguindo a ideia do allende da universidade para todos, acham que assim conseguiram criar tec. e fazer os paise dos sonhos ou seja dos pesadelos.

  7. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 15:57

    oi reinaldo,
    só por curiosidade…
    quantas vezes você já foi na unb?

  8. heróis anônimos

    -

    30/09/2008 às 15:37

    REINALDO,

    Porque você não reproduz, aqui, os panfletos da campanha “Diga não à Doutrinação”, da Escolas Sem Partido?

    Recebi-os por e-mail;são muito bons!

    Robes Mendes

  9. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 15:33

    Você deixaria um medico formado por quotas na universidade de Brasília, enviar um bisturi no seu corpo?
    Entregaria uma causa a um advogado formado nas mesmas condições?
    Entregaria a construção de sua casa?
    Essa tropa, juntamente com os formando dos inúmeros cursos existentes serão FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, ganhando a vida com o nosso dinheiro. .
    Aqueles que se filiarem ao PT, terão a seu dispor quase 100.000 empregos de cargos de confiança até o final do mandato desse grande ilusionista que governa o país.

  10. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 15:32

    Reinaldo,

    Que tristeza descobrir que o professor (sic) José Geraldo venceu as eleições para reitor da Unb. Fui aluno dele no curso de direito da Unb. Foi o pior curso que fiz por lá. Ele fazia uma roda na sala de aula com as cadeiras. Supostamente para que a aula fosse uma grande discussão. Mas muitos acreditavam que a razão era outra. Ele passava boa parte do tempo era olhando para as pernas das garotas. Velho babão. Uma vez foi deprimente. Uma garota chegou atrasada e teve que sentar na cadeira ao lado da dele, que era sempre a última a ser ocupada. Ele passou a aula toda olhando para as pernas dela (ela estava de saia curta). Ele nem disfarçava. Era constrangedor. Sobre as “teorias jurídicas” que ele defende: bem, com certeza foram achadas na rua, em algum lixão. Desculpe o baixo nível do email. Eu nunca tinha escrito no seu blog. Mas uma notícia dessas eu não esperava.

    PS: pode censurar a mensagem, é só um desabafo, fruto do desalento.

  11. Simone B.

    -

    30/09/2008 às 15:13

    Olá Reinaldo, não costumo recomendar nada, mas fiquei muito satisfeita ao entrar no blog de um professor da UnB (Marcelo Hermes) e ver seu texto postado lá. O cara parece que é um resistente. Torço para que haja muitos outros por lá e que, com o tempo, tenham coragem - e estômago - para nadar contra a maré.
    Um abraço

  12. direita x esquerda

    -

    30/09/2008 às 15:02

    Reinaldo,

    Vivemos a era do PRÉ-SAL, tudo negro, tudo esuro, tudo sombrio na mente esquerdopata.

  13. heróis anônimos

    -

    30/09/2008 às 14:58

    Pensando bem, o despertar tem que vir da minoria pensante-como sempre! A maioria silenciosa é hoje uma maioria anestesiada.

    Cabe àqueles que ainda pensam enfrentar as forças do atraso que hoje represam o pensamento acadêmico-editorial, sob uma ditadura do dogmatismo esquerdista e do simplismo populista do politicamente correto.

    Infelizmente a história mostra que a indepedência e liberdade de pensamento sempre foram defendidas pelas minorias pensantes.Num quadro como o nosso atual, em que a visão superficial e a mediocridade predodominam nos meios de comunicação e nas universidades, as dificuldades são enormes.

    Cegos pelos ilusórios resultados decorrentes em grande parte de fatores exógenos e de medidas tomadas anteriormente, até muitos daqueles de quem se poderia esperar um mínimo de racionalidade se comportam como toda massa de manobra,como dóceis e ingênuas ovelhas.

    Parece que, como sói acontecer, somente um choque será capaz de provocar um despertar para a realidade.

    Precisamos acordar logo, antes que essa longa noite de obscurantismo tome conta dos nossos dias.

    Robes Mendes

  14. Blog & Roll

    -

    30/09/2008 às 14:46

    Excelente o comentário de Mário Fernando (12:27PM)!

  15. disciplinador azul

    -

    30/09/2008 às 14:43

    Muito bom!

  16. Garganta

    -

    30/09/2008 às 14:43

    Caro Reinaldo,

    O interessante é que não importa o que o professor disser, ele já denunciou a própria estupidez.

    Com os melhores cumprimentos,

    Garganta.

  17. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 14:26

    Genial! Livro neles! Precisamos impedir, a qualquer custo e de forma urgentíssima, que esses energúmenos dominem completamente o nosso país.
    A ditadura da incompetência é a pior que existe, pois sufoca o crescimento da nação através do estudo, do conhecimento e da competição saudável. O esquerdismo tenta, de todas as formas, nivelar nosso povo por baixo, cultural e intelectualmente, criando uma legião de incapazes para lhe dar sustentação política. Vejam o sucesso que tem alcançado - é só ver a última pesquisa sobre a aprovação do governo.

  18. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 13:45

    O nome do professor é:
    Andrei Suarez Dillon Soares

    O currículo lattes dele está aqui:
    http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4794762E8

    O Enquadramento Funcional é Professor Voluntário, Carga horária: 4 (não pode fazer tanto estrago assim…)

  19. Daniel M.

    -

    30/09/2008 às 13:44

    Reinaldo
    A primeira coisa que um “forasteiro” nota na UnB é a quantidade de cartazes colados nas paredes, lixo espalhado, banheiros imundos etc… É, as aparências NÃO enganam!
    abç

  20. ex-petista

    -

    30/09/2008 às 13:35

    Reinaldo,

    O Andrei (não é professor, nem professorzinho, hehe) publicou uma réplica ao seu post e aos comentários que colocamos lá.

    Vale a pena ler: parece a história do ‘eu disse mas não foi bem o que eu quis dizer’.

    E ele atribui os erros de português ao fato de preparar as aulas cansado, desatento… Isso que é responsabilidade !

  21. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 13:32

    Corrigindo!

    Reinaldo -

    Peço desculpas pelo erro que cometi ao citar os versos de memória.

    O correto é :

    - Oh! Bendito o que semeia
    Livros, livros à mancheia,
    E manda o povo pensar.
    O livro caindo n’alma
    É germe que faz a palma,
    É chuva que faz o mar.

    Obrigado!

    Léo - (vale do Paraíba)

  22. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 13:17

    Rei,

    é só cobrar uma publicação por ano; fiscalizar pra não haver plágio; exigir pós graduação, com tempo limitado, com duas línguas e esse pessoal caí fora depressinha!

    Ninguém quer trabalho, eles só querem bolsa de estudos e emprego público.

  23. Raskolnikoff

    -

    30/09/2008 às 13:17

    Ao ler Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo,tive a mesma sensação daquele personagem do “mito da caverna” do filósofo Platão.Depois de ler,reler e continuar sendo um contumaz leitor,pude ver como vivi cego e em meio a sombras da ignorância.Acreditava que existia um país (Brasil),heróis(Che Guevara,Fidel,etc..).Mas o que há é apenas uma farsa mal contatada.
    Obrigado Mainardi,obrigado Reinaldo,por não permitir que morresse na escuridão da ignorância.

  24. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 12:58

    Rapaz das brasílicas highlands: “As avaliações do MEC indicam essa Universidade como uma das melhores do país”, anônimo das 9:23? Se estivesse no mínimo entre as três primeiras, sim, mas 11ª, e por atrair estudantes de uma vasta região? Certamente, não! Não entra nem no rastro das melhores do sudeste, e isso é fato. Mas você acha que vai tomar outros rumos com a chefia que tem agora? “Basta eu falar aqui de qualquer imbecil, e ele é logo catapultado para a fama” Falou tudo, e foi isso mesmo que aconteceu: você mexeu com eles há pouco mais de um ano, eles souberam aproveitar disso e, voilá, votaram nele os “anti-reacionários”, infelizmente maioria entre os alunos (Reinaldo, confessa, se você enquanto jovem estudasse aqui, juntaria-se a esta cambada, por isso cabe a ti perdoá-los). Quanto aos conselhos, ah cara, saiba que o maior admirador do seu trabalho não está aí, no coração econômico do país, e sim nas “highlands” (ou midlands, porque não?): “A melhor vingança, acreditem, é estudar, é ler” é isso aí: AUTONOMIA É VIDA!

  25. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 12:34

    entrei na “pagineta”.saí.não frequento lorpas.rei,ignore-os.

  26. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 12:27

    Reinaldo,

    Sou pernambucano mas moro em Brasília faz tempo. Dois dos meus irmãos formaram-se na UnB e vários amigos meus também. Já fiz um curso lá e o considero muito bom. A Unb também tem excelência.
    Mas, infelizmente, suas críticas são verídicas, principalmente na área de humanas. Pegam jovens, quase todos imaturos, emocional, cultural e intelectualmente, e carregam na doutrinação. É covardia, como já disseste. Eles ainda não possuem capacidade de reagir criticamente.

    A boa notícia é que, como a seleção é dura, os mais inteligentes, em geral, são aprovados e muitos deles, mais tarde abandonam o credo.

    Só concordo parcialmente quando você diz que o antídoto contra esses cretinos é ler livros. A maioria deles faz e sugere leitura enviesada, só aproveitando o que interessa, tudo o que contradiz o credo é devidamente achincalhado.

    Se me permite um conselho, aconselhe os jovens a ler livros de forma honesta, criticando o escrito; observando quem é o escritor e por que ele escreveu o texto, com qual a intenção. Que eles o confrontem com a realidade, com a história, com a coerência.

    Abraços, Mário Fernando

  27. RRibeiro

    -

    30/09/2008 às 12:23

    Bom que a resistência universitária leia e muito, mesmo que isso nunca sirva de argumento num debate com um jovem petralha. Sabe como é né?? Para um petralhinha a socialista chapeuzinho vermelho dividindo sua renda com a vovozinha foi jantada pelo lobo capitalista que não só comeu a renda como também a menina operária. Na seqüência comunista, secreta é claro, o libertador caçador dominou a todos debaixo do poder de seu trabuco e com apoio dos seus comparsas, opss … camaradas.

  28. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 12:17

    a unb já teve gênios como zé carlos azevedo ,e o nunca suficientemente citado roberto salmeron(excepcional físico que trabalhava no cern-bélgica,esse de que todo mundo fala agora);entretanto o que lá vicejou não foram estes 2 exemplos,mas o pior da petralhada analfabeta,especialistas em falsear a verdade e trucidar,espezinhar,liquidar o idioma português.

  29. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 12:11

    Professor que resolveu desconstruir Diogo e Reinaldo, é boa, hein. Desconstruir???

  30. heróis anônimos

    -

    30/09/2008 às 12:10

    Vivemos, em Banânia, um período de obscurantismo.

    Há uma politicamente poderosa seita cujos membros, fanatizados pelos seus dogmas, agem no sentido de sufocar a liberdade de pensamento, de opinião e de crítica.Há um indisfarçavel movimento pelo opressão da liberdade e imposição de uma “verdade”, de um “pensamento” único.

    É preciso resistir; é preciso que aqueles que não aceitam se submeter anenhum tipo de escravidão do pensamento reajam; é preciso que a maioria silenciosa saia de seu comodismo e grite: BASTA! CHEGA! COMIGO, NÃO!

    Vamos pegar as nossas armas: livros (*) e livros às mancheias, gente!

    (*)Do MEC, não! Nem, é claro, dos analfabetos culturais como “Frei” Betto, E. Sáder e de todos aqueles representantes do atraso.

  31. Victor

    -

    30/09/2008 às 12:09

    Estou impressionado com as matérias sobre a UNB postadas em seu blog. Sou estudante de relações internacionais e estudo na Universidade do vale do Itajaí (UNIVALI) vá lá, não é das melhores e o curso é recém-nascido, mas eu sempre acreditei que quem faz a qualidade da faculdade são os alunos, pois é deste que parte o interesse por se especializar na área escolhida.

    Claro que os professores auxiliam na formação do bacharel, mas convenhamos, não é a mesma coisa que o ensino fundamental onde o Professor é onisciente.

    Se a qualidade do ensino na UNB está desta maneira, sinto muito, mas seus alunos (se não forem ignorantes) poderiam muito bem adquirir uma base teória por esforço próprio.

  32. JS

    -

    30/09/2008 às 11:44

    Alô Reinaldo…

    É melhor dar a dica de que livros ler. Corre o risco de ir todo mundo comprar o livro do Tarso Genro.
    Já pensou…

  33. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 10:56

    Sugestão: doe um exemplar de seu livro para a biblioteca da UnB!

  34. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 10:17

    A UnB hoje é um imenso lixão ideológico. Não produz nada e só vivem e sobrevivem à custa do Estado.

  35. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 10:00

    Rei, onde está o que voce já escreveu sobre Darcy Ribeiro ?

    Rodrigo

  36. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 9:45

    Lembrando o grande Castro Alves

    Reinaldo -

    Nesta hora seria bom lembrar o grande poeta condoreiro, quando escreveu:

    - Oh! Bendito o que semeia
    Livros, livros a mão cheia,
    E manda o povo pensar.
    O livro caindo n’alma
    É germe que faz a palma,
    É chuva que faz o mar.

    Mas, hoje temos lá em cima um “líder” que se gaba de nunca ter lido um livro…

    Léo - (vale do Paraíba)

  37. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 9:23

    As avaliações do MEC indicam essa Universidade como uma das melhores do País
    E se o aluno de Brasília nnão passa na UNB já é considerado um cidadão de segunda categoria.

  38. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 9:05

    O tal professor já tirou licença remunerada?

  39. flávio nogueira

    -

    30/09/2008 às 8:48

    É Reinaldo, faz tempo que a Unb está mesmo cheia de idiotas,tive o desprazer de enfrentar alguns dessa cambada. Felizmente ainda há excelentes resistências a esta mediocridade.

  40. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 8:37

    Universidade Brasileira = Lixo

  41. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 8:36

    Reinaldo,

    Bom dia!

    Me permita auqela risada enlatada;

    Quahhhaaaaa ká quahhhaaaa Ká

    Acredite! Não é de deboche, e por de Alegria!
    Sim tem na UnB, alunos que estudam… o remédio de vingaça contra a patrulha ideologica e boçal, crescer com estudo foi (motivo da minha alegria) a orientação de Caridade para todos aqueles que, querem a Inteligencia acima da vontade e também para aqueles com a vontade cega que já jogou a inteligencia no lixo e acham que não podem mais resgata-la…

    Como para Deus nada é impossível, sua matéria Reinaldo, pode salvar com essa Luz (a da Caridade) até a esse professor. Mas… a muito outros hoje “alunos” é bem mais provável.

    Muito obrigado, Reinaldo.

    Bom dia, Reinaldo!

  42. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 8:36

    É bom fazeres a ressalva; tenho lido bons artigos do pessoal de lá, disponíveis na internet, e sem ranço esquerdopata.
    Não nos esqueçamos de que cristóvão, o que foi despedido por telefone, também foi reitor lá e tem uma interessante folha-corrida.

  43. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 8:34

    Reinaldo:

    Um exemplo de um bom acadêmico politicamente correto e corajoso da UNB: O Professor André Assis, engenheiro geotécnico, que já foi Presidente da International Tunneling Association - ITA e é um dos profissionais do setor de obras subterrâneas mais respeitados no mundo. Foi um dos consultores que lideraram a equipe do IPT responsável pelo relatório sobre o acidente da Estação Pinheiros do Metrô Paulistano. Semana passada, ocorreu um evento internacional da área de túneis, em Agra - Índia, e o Prof. André apresentou um trabalho sobre o acidente. Foi elogiado pela comunidade tuneleira internacional pela excelência do trabalho e pela coragem com que conduziu o relatório, adverso à vários interesses.
    Este é um bom exemplo de quem está na academia para produzir, formar uma boa base tecnológica para a nossa infra-estrutura, e que não fica perdendo tempo com esquerdopatias e filosofias que ainda existem do outro lado dos escombros de um muro caído…em Berlim.

  44. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 7:33

    Vixe Reinaldo!!!

    Quando será que irá aparecer um curso de reciclagem para “corações e mentes” esquerdistas de butique?

    De certa forma critica, séria e bem humorada, você e o Diogo, mais o Olavo, já fazem isso, né?… rsrs

    Mas os “potenciais alunos”, não querem saber de frequentar suas aulas e muito menos, lerem suas “apostilas de realidades”

    Eles preferem esbravejar, perguntando antes, “de onde é que vem seus “diproma?”…

    Infelizmente tudo isso é trágico!

    Mas não tem jeito de não se divertir um pouquinho, com esses “morlocks” petralhistas, não acha?

    Abrasso Reinaldo
    E vamos lá
    Enfrente!…

    Bom Dia!

  45. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 7:21

    Reinaldo,

    Sou ex-aluno da UnB. E, é verdade, ela sempre foi um centro de excelência em inúmeras áreas, mas hoje, infelizmente, é essa porcaria que você expôs no seu blog.

    Não é por acaso a enorme quantidade de cursos e escolas de ensino superior, que são abertas nesta cidade.

    A UnB andou para trás. Ela é hoje uma universidade petralha. Mas, como sempre, há muitas exceções entre os seus alunos, felizmente!

  46. Anônimo

    -

    30/09/2008 às 7:11

    O Apedeutinha da UNB certamente tem uma sinecura petralha.Existem conselhos de burocratas em Brasilia de toda especie. Este novo reitor é tão fanatico que não hesitaria em dar a vida´pelo Apedeuta. È do tipo deslumbrado. O Apedeuta em primeiro lugar. È daqueles xiitas petralhas que dão tudo, inclusive a honra pelo molusco.Se precisar imolam mãe, esposa e filhos no altar da criminalidade petralha.

  47. Galista

    -

    30/09/2008 às 6:53

    Não bastasse um pai-padrasto feito o nada saudoso darcy ribeiro, ainda houve a reitoria populista e atrasada de cristóvão buarque, que depois fez no “governo” do Distrito Federal o que hoje lullalau faz no país inteiro.

  48. atojr

    -

    30/09/2008 às 6:07

    Dentro do quadro dos ditos movimemtos, existe um que a mídia dá pouco “cnt/sensus/ipope”. Trata-se do besteirol movimento estudantil.

    Ele está nas mãos do “MR-8″, da tal juventude revolucuionária Oito de Outubro(JR-8); o mesmo MR-8 que andou fazendo terrorismo com o Diogo Mainardi.

    Na bela Praia Grande, em Abril,elegeram para coordenador Pedro Campos Pereira,o mais bolivariano do movimento.

    Na ocasião, foi debatido sobre o socialismo e sobre a “revolução nacional e democrática”.

    De Valério Bemfica da UMES:” A cultura pode tanto atuar pela revolução ou pela conservação das relações sociais…por exemplo, o Império Romano,incorporava palavras,culto aos deuses e costumes de outras culturas. Por quê?Porque sabia que quanto mais identificação o dominado tivesse com o dominador, melhor…aqui no Brasil…o negro era posto para rezar para Santa Bárbara, mas rezava para Yemanjá…dessa unidade,os negros conseguiram preservar sua cultura”.

    Certamente a UNB tem lá sua JR-8 e esse “MODELO” de professor.Esperar o quê?

    Mas, como disse o Reinaldo, há os outros que não fazem parte dessa desconstrução.E a esses nosso respeito.


 

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