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AIDS: OMS finalmente admite o que as ONGs e o lobby gay esconderam por 25 anos

terça-feira, 10 de junho de 2008 | 5:59

A notícia está no jornal britânico The Independent. A Organização Mundial de Saúde confirma o que todos já sabíamos mais ou menos intuitivamente ou observando o que se passa ao redor: INEXISTE A AMEAÇA DE UMA EPIDEMIA DE AIDS ENTRE HETEROSSEXUAIS. A exceção é a África Subsaariana, onde ela já está presente. A informação é do chefe do departamento para HIV/aids da Organização Mundial de Saúde (OMS), Kevin de Cock — e nada de fazer trocadilho com o nome do homem… Ele também confirmou outra coisa que já sabíamos: fora da África, a doença é um problema grave entre homossexuais masculinos, usuários de droga e os chamados “trabalhadores do sexo” e seus clientes.

O que se noticiou, vejam lá, é que a ameaça da epidemia entre heterossexuais “desapareceu”. Bem, não pode ter desaparecido o que nunca existiu. Até porque a lógica indica o óbvio: como a informação era falsa, as políticas de combate à contaminação mundo afora foram pautadas pela mentira. Logo, o “desaparecimento” nem pode ser atribuído à eficiência do combate.

A questão é saber por que isso aconteceu. É simples. A pauta da OMS e de todos os organismos encarregados de combater a doença serviu ao lobby politicamente correto dos gays e de suas ONGs. Em alguns países, como é o caso do Brasil, grupos militantes respondem pelas políticas antiaids, a começar das campanhas publicitárias. Quem não se lembra? Passou a ser proibido falar em “grupos de risco”. Agora a OMS admite: eles existem.

Ora, África subsaariana, com grande contaminação de heterosseuxuais, e os grupos de risco fora daquela região indicam o óbvio: a aids contraída pela via sexual, a maioria dos casos, é uma doença do comportamento promíscuo, sim. Mas afirmá-lo era considerado “preconceito”, “discriminação”. Eu sei o quanto apanhei aqui e já no Primeira Leitura quando criticava as campanhas públicas de combate à doença, centradas exclusivamente no uso da camisinha. Mais: incentivam justamente a promiscuidade e o sexo irresponsável. Vocês encontram muitos posts no blog a respeito desse assunto.

Ah, mas qualquer abordagem que fugisse da pregação supostamente libertária era considerada coisa de carola, de reacionário católico. Por incrível que pareça, nem mesmo se dizia que o sexo entre duas pessoas saudáveis pode produzir neném, mas não doença… Numa das propagandas, um sujeito acordava assustado com alguém dormindo a seu lado, na cama. Ele nem lembrava como aquele “corpo” tinha ido parar lá. Só se tranqüiliza quando vê o invólucro da camisinha rompido. Acho que não preciso analisar a mensagem, né? Numa outra, um garoto tenta dar um pega na namorada no meio-fio mesmo. Ela pergunta: “Tem camisinha?” Sei, com o preservativo, vai na calçada mesmo…

Uganda é um caso raro de sucesso de combate à doença na África. E a campanha pública incentiva, olhem que esquisito!, castidade para os solteiros e fidelidade para os casados. Fala-se em camisinha, sim. Mas o centro da pregação é a responsabilidade individual. O número de contaminados caiu espantosamente. Nos países vizinhos, é um flagelo. Estou fazendo um uso moralista do assunto? Eu não. Só estou deixando clara a conclusão a que chegou a OMS, embora ela evite chamar as coisas pelo nome: a aids é uma doença típica da promiscuidade sexual — e, por razões que não vêm ao caso agora, boa parte dos gays masculinos opta pelo comportamento de risco.

Mesmo a matéria do Independent contribui para alguma confusão. Informa que a OMS é alvo de ataques por ter superestimado o risco da epidemia de aids, o que teria prejudicado o combate a outras doenças. E também diz que programas de abstinência sexual tiveram prioridade, em vez do uso da camisinha. Besteira! Onde é que a abstinência foi incentivada? Que eu saiba, só em Uganda. Mas os resultados são positivos, não negativos.

Volto à minha tese de sempre. Controlada a contaminação por transfusão de sangue, a aids é uma doença do comportamento, que vinha sendo tratada como um fatalismo da vida moderna. Não é. A Organização Mundial de Saúde demorou 25 anos para admitir isso. E só o fez porque, no mundo inteiro — exceção feita à África —, o número de heterossexuais infectados é muito baixo. Já o de contaminados entre os grupos de risco segue estável — e alto. O que eles têm em comum? Não gostam de limites — e, com freqüência, quem não aceita limites rejeita até a camisinha.

Fazer sexo, qualquer tipo de sexo, é uma escolha. Já escrevi umas 300 vezes: camisinha não é uma categoria moral. Mas, é claro, ninguém dirá que, nesse caso, João Paulo 2º e Bento 16 sempre estiveram certos, e os “cientistas” que cederam ao lobby, errados. Então eu digo. *

*Justiça se faça: muitos médicos sempre trataram como bobagem o risco da epidemia entre heterossexuais. Conheço alguns. Por que nunca se manifestaram? Porque nem todo mundo tem paciência para comprar briga. Isso é pro Diogo, pra mim, pro Olavo. Vocês sabem como muita gente no Brasil, a começar dos jornalistas, querem apenas ser boas pessoas, ainda que isso custe alguns desastres.

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93 comentários em “AIDS: OMS finalmente admite o que as ONGs e o lobby gay esconderam por 25 anos”

  1. Baco disse:

    Hoje mesmo vi no JN, Globo a divulgação da VACINA contra a AIDS. E quanto às doenças heterossexuais, HUM?

  2. Baco disse:

    Acabei de assistir no JN Globo, que praticamente acharam a vacina para o HIV. Fim de papo.

  3. Marcelo disse:

    Acredito que para afirmarmos qualquer situação devemos primeiramete entender tudo que esta ao redor.

    Seres humanos que não são tratados com gente decente provavelmente podem ter dificuldade de se gostarem e portanto de se cuidarem os responsáveis por isso podem ser justamente aqueles que condenam.

    Existe alguma pesquisa que demonstra que o Homossexual natural é promiscuo?

    Ou ainda que a repressão provocada desde o início da Idade Média deve permanecer, ou ainda incentivada. Algumas instituições acreditam que sim.

    Conheço pessoas que são homossexuais e não se cuidam, como conheço também muito pobre, idoso, negro, analfabeto, mendigo, que não se cuidam, coitados né!! Vilões ..

  4. Anônimo disse:

    Yara Chiara,

    Não costumo participar de conversas paralelas dos leitores do blog, mas como você chamou atenção para o meu comentário (obrigado pelo “articulado”), gostaria de fazer algumas considerações:
    Já fiz as pazes com o Reinaldo em um post mais recente referente ao assunto, o qual está mais claro;
    Quanto às piadinhas de homossexuais que se faz aqui, estas não me incomodam. O próprio Rei às vezes faz uns trocadilhos que alguns bocós acham de mau gosto… eu dou risada.
    Voltando ao tema, entendo, sim, que o problema da AIDS está no comportamento promíscuo (seja de gays ou héteros).
    Há de se convir que a nossa cultura (e não somente as campanhas anti-AIDS) exalta o macho “pegador” e neste caso, para fazer uma frase ao estilo Reinaldo, gays e héteros são igualmente estimulados a este comportamento porque são… homens!

    Quanto à postura do Rei neste post, achei fora da realidade, sim. Que o Bento XVI defenda a castidade e a monogamia e condene o uso da camisinha eu acho mesmo correto - o papa deve defender dogmas e valores, não modismos. Mas o Reinaldo, como leigo e, principalmente, pai, deveria estar mais antenado com os fatos. Acredito que qualquer pai responsável dirá às filhas (e reitero, a maioria dos pais, responsáveis ou não, não o faz aOS filhOS) que tenham comportamento sexual preferencialmente monogâmico. Entretanto, filhos têm o péssimo hábito de não dar ouvidos aos pais; e aí, cabe o MAS. Deve-se aconselhar o comportamento sexual responsável, castidade e monogamia, MAS, se não conseguir “segurar a onda”, deve-se, sim, incentivar o uso do preservativo.
    Teria ainda outras considerações a fazer, mas o comentário ficaria longo por demais.
    Suas palavras foram muito bem-vindas e tenho certeza que seríamos bons amigos se nos conhecêssemos!

    P.S. não uso bigode e não gosto muito de bigodudo… me dá cócegas.. hehe.

    abraço

  5. rocket disse:

    “…aids contraída pela via sexual, a maioria dos casos, é uma doença do comportamento promíscuo.” Não há como contestar. Ponto final.

  6. Anônimo disse:

    Parabéns, Reinaldo. Excelente texto. De alguma forma me sinto recompensado. Chamei tanto a sua atenção para o caso de Uganda…
    Espero conseguir lhe alertar sobre outros fatos a tempo de você poder denunciá-los com toda a sua competência.

    Léo

  7. hdrummond disse:

    Reinaldo, há trabalhos mostrando que as chances de contaminação pela Aids são bem maiores no passivo da relação, seja homo ou heterossexual.
    No caso de sexo anal, o risco é ainda mais aumentado por causa dos traumatismos e da grande concentração vascular do plexo hemorroidário.
    Acho temerária a frase da OMS, “INEXISTE risco de epidemia”.
    Podem ser mínimas as chances, mas lembro-me de um ótimo professor que sempre dizia em suas aulas: “la Medicine, c’est comme lámour, ni jamais, ni toujours”.
    Como AIDS não está escrito na testa de ninguém, muito cuidado em relações sexuais desprotegidas, independente de homo ou hetero.
    Como vc disse, a promiscuidade é que aumenta o risco do contágio.

  8. Daniel disse:

    No cometnário das 8:28AM o sujeito pensa estar nos tempos da Alemanha de Adolf Hitler.
    Para esse tipo pessoa (e não são poucos) o incentivo a promiscuidade sexual , a traição, ao mau caratismo, etc, esses valem serem exibidos para nossas crianças em horário nobre na tv em algumas novelas. É consiredo normal , aceitável por parte da sociedade.
    E existem alguns religiosos que pegam somente a parte da Bíblia que lhes convem o resto esquecem.
    Se esquecem também que o estado é laico.
    Que moral torta é essa ?

  9. Anônimo disse:

    Não consegui achar no texto onde está escrito que o sexo está liberado para os heteros. E tem gente já pensando no carnaval!

    A promiscuidade, independente da opção sexual, é que é responsável pela propagação da AIDS. Eu não me sinto bem vendo dois homens (ou duas mulheres) trocando beijos. Mas quem sou eu para dizer se isso é certo ou errado? Mas tenho o direito de não gostar, ou não tenho? Agora, o fato de eu não gostar de ver não quer dizer que acho que os homossexuais são os causadores da propagação da doença.
    A pesquisa diz que a AIDS se espalha mais entre os homossexuais, eu acho que se espalha entre as pessoas que levam uma vida desregrada e essas pessoas espalham para seus parceiros “regrados”, o que leva ao post que diz que cresce o índice de contaminação entre mulheres casadas e monogâmicas.

    Alguém também disse que “o controle da promiscuidade não é compatível com nosso tempo”. É por pessoas com esse pensamento que o mundo tá como tá.
    Eu não sou nenhuma fanática religiosa, mas acho que o controle dessa doença está sim na maneira de vivermos. Se todos se conscientizassem disso, com certeza viveríamos num mundo melhor. O problema dessa conscientização está justamente em pessoas com o pensamento citado acima. Essa visão de que a promiscuidade é “normal”, é dos “nossos dias”, é a “nossa realidade” e temos que aceitá-la, é que não deixa essa doença parar.

  10. Luis Antonio disse:

    Reinaldão,

    de fato, o que essa turma não quer são LIMITES.

    Agora, o nome do cidadão, o Kevin, lembrou-me uma situação engraçada no youtube, dessas que acontecem em programas ao vivo, segue o link:

    ao vivo

  11. Maria Rosa disse:

    Oi, Flávia R. (9h48)
    Obrigada pela atenção, deu certo.
    Abraços pra você também,
    M. Rosa – S. Paulo-SP

  12. Rose disse:

    Seu texto diz tudo o que muita gente nunca ousou dizer. É isso aí. Aos poucos a verdade sempre aparece.

  13. Marcio disse:

    Sua tese sobre o “controle da promiscuidade”, Reinaldo, tem, no mínimo, dois problemas. Primeiro, ela não é “compatível” com os nosso tempo - pode lamentar, pode espernear, pode orar por Bento XVI, nada disso vai adiantar.

    Virgem santa. A gente fala, fala sobre o que aconteceu em Uganda, em como a promoção da abstinência diminuiu a taxa de contaminação, e ainda me vem gente escrever coisas como essa de cima.

  14. Anônimo disse:

    EXCELENTE,caro Reinaldo!!!

    KIRK

  15. Anônimo disse:

    Resumindo: jogaram dinheiro fora. Dinheiro que poderia ter sido utilizado na pesquisa de novos tratamentos e na busca de uma vacina contra a AIDS. O politicamente correto é uma praga.

  16. Yara Chiara disse:

    Gente, eu não quero dar uma de “paz e amor”, mas há leitores que, no fundo, parecem concordar, sim, com o Rei, apesar de dizerem que discordam!

    Eu não quero policiar a opinião de ninguém. Mas há um caso ilustrativo, um leitor de boa-fé, articulado, que pode servir de exemplo de como se pode criar discórdia sem razão!

    Ó:

    Rei,

    Infelizmente, um artigo insensível.
    Sou seu grande admirador, mas neste post você parece estar vivendo em uma redoma, fora do mundo real.

    Para o fulano que nao aceita ver bigodudo se beijando, digo o que já foi dito: só queremos o direito de poder demonstrar o carinho que sentimos pela pessoa que está do nosso lado, como todo mundo¡ de qualquer forma, os termos usados por ele já mostram o nível para o qual ele quer levar a discussao.

    As estatísticas mostram (e a realidade também) que o índice de contaminados cresce entre mulheres heterossexuais e monogâmicas: levando em conta que o homem dificilmente pega aids de uma mulher, há muito heterossexual pulando a cerca com outros homens - mas claro, como o fazem fora das vistas de todo mundo entao nao tem problema… sei.

    Lamento pelo post. Uma das poucas vezes em que discordei de você.

    abraço.

    Oi! Por favor, não lamente pelo post! Risos. Primeiro porque é uma boa notícia: é bom saber que não há uma epidemia, entre os heterossexuais, de uma doença que faz tanta gente sofrer!

    De resto, sim, continua a existir risco, é óbvio: não haver epidemia não significa “risco zero” - responsabilidade sexual continua sendo importante.

    Agora, gostaria de me concentrar no exemplo que você citou: ué, o homem hipotético, que de fato pouco de hipotético tem, do seu exemplo, é justamente a prova do que o Reinaldo está dizendo: a prática do sexo irresponsável ou promíscuo aumenta o risco de contrair a doença! E, veja, como você bem salientou, são homens que traem suas mulheres com homossexuais: o problema entre os homossexuais precisa ser debatido, portanto?

    Lembro-me da leitora Cláudia. Extremamente lúcida. O Reinaldo diz exatamente o que ela disse: o movimento gay se preocupa com as questões erradas, acho.

    Em vez de, por exemplo, levantar-se, dentro do movimento gay, um debate sério a respeito da responsabilidade sexual e fazer campanhas a este respeito, os movimentos, atuando contra os interesses da maioria dos gays, acho, querem simplesmente descartar como lixo informações que são muito preciosas para que possam reverter, ou tentar reverter ao menos, um cenário muito triste: o risco maior, entre os homossexuais, de se contrair a doença.

    A informação da OMS e a reflexão do Rei são valiosas para os movimentos gay! Quem dera eles soubessem aproveitá-las, mesmo!

    De resto, veja, eu mesma sou muito religiosa, quase fanática, menina-bomba mesmo, assim, terrorista, mas não tenho nenhum, nenhum problema com o fato de “bigodudos” se beijarem em público; aliás, nem sei por que precisa ser o estereótipo do bigodudo. Risos. Demonstrações de carinho e afeto de forma alguma me ofendem, a não ser que as pessoas comecem a chegar nos finalmentes em plena praça pública, como já vi aqui no Brasil e lá fora. Disso, eu não gosto. Namorinho, tudo, ué, nenhum problema.

    Eu falo tudo isso como uma pessoa que conviveu com todo tipo de gente. Eu mesma não tenho experiência nenhuma. Como brinquei outro dia: meu ato de erotismo mais ousado foi assistir ao “Instinto Selvagem” com o meu…avô. :op

    Olha, agora entro num terreno perigoso.

    Eu, como judia praticante, sobrevivente!, cheguei a uma conclusão: homossexualismo não é pecado. Eu não acho. Eu não acho que a prática homossexual, em si mesma, seja errada; não acho. Tenho uma outra maneira de interpretar a Bíblia aqui, e eu tenho este direito.

    Que o conservadorismo bocó me fulmine, não estou nem aí!

    Eu me preocupo com a vida de pessoas concretas, como você. Se v

  17. Serginho/Sampa disse:

    Sr. J. Antônio Fernandes (1:06), eu gostaria de ter acesso a esses dados que o sr. menciona. Essa tal média? E a que grupo de homossexuais o sr. se refere? Homens ou mulheres? Quem é mais “promíscuo”, o homem ou a mulher? E com que base se pode afirmar isso? E o que o sr. entende por promiscuidade? Sexo seguro em local público entre dois homens é promiscuidade, mas sexo em casa com a esposa do vizinho não?
    A prostituição não é um flagelo da nossa sociedade? O abuso infantil como a pedofilia pela internet ou entre padres? Depois de tudo por que passamos nós continuamos a ser hipócritas assim?
    Ora vamos, apesar de alguns preferirem acreditar no contrário, a nossa sociedade é de natureza extremamente sexual (embora isso de maneira alguma nos defina).
    Sim, existem certos “grupos de risco” para a transmissão da doença, e os homossexuais masculinos estão lá no topo. E também é fato que não existe “epidemia” entre os heterossexuais, femininos ou masculinos. Mas não se engane, isso é puramente circunstancial.
    Ao meu ver o uso da camisinha deve ser estimulado desde sempre como a forma mais segura de proteção contra qualquer doença ou mesmo como uma forma de proteção anti-concepcional.

  18. Anônimo disse:

    O infectologista David Uip sempre disse que heterosexual não se contamina com AIDS e que era muito difícil a mulher contaminar o homem pelas próprias condições químicas da genitália feminina; o que acontece é que muitos homens que ele atendeu “se diziam” heterossexuais no começo das consultas e, depois confessavam a “escapada”.A culpa pela disseminação da doença entre pesoas fora do grupo de risco, são os bissexuais ( gillete, antigamente), termo muderno para gay enrustido.As campanhas em favor da camisinha levam, sim, à promiscuidade e cada vez que anunciam um novo coquetel antiviral, os gays se assanham e se esbaldam,crentes que serão curados.O que ninguém tem coragem de dizer para o povão é que adoença continua matando e sofrendo mutação, de modo que as drogas que se descobrem hoje, já não servirão amanhã. No invólucro da camisinha,o Ministério da Saúde devia informar: “dar o rabo pode ser prejudicial à sua saúde”.

  19. Anônimo disse:

    Pode nem ser grupo de risco, mas que a incidência tem aumentado entre homens heteros da 3º idade, é um fato. Por causa de medicamentos como Viagra e Cialis, muitos passaram a ter relações com profissionais do sexo, se contaminam e transmitem AIDS também para as esposas. Tenho 3 familiares médicos que confirmam o fato.

  20. Anônimo disse:

    Esse é o pior texto que você já escreveu. É, acho que a Aids foi um castigo de Deus para os pervertidos…que bobagem.

  21. Yara Chiara disse:

    disse…
    Calma aí! Está cheio querendo comprar a briga. Se o meu blog fosse lido, eu já teria sido processado mais do que o Diogo. A diferença é que vocês são famosos, eu, e muita gente que lê o seu blog, não.

    É o que o Rei quis dizer, acho.

    Não creio que ele quisesse desmerecer o seu blog ou de qualquer outro.

    Ele só contextualizou o debate entre os peixes grandes da mídia, digamos: lá, de fato, eles são os peixinhos cercados por um monte de tubarões!

    Se eles compram a briga, existe uma verdadeira repercussão; nós podemos, como leitores ou blogueiros, também nós com diferentes pontos de vista, comprarmos quantas brigas quisermos, mas, no final das contas, se não formos lidos, isso pouco impacto tem, certo?

    O que não desmerece o seu mérito de defender o que é certo!

    Aldrin Iglésias disse…
    E o que você entende por “epidemia”?

    A camisinha previne, também, outros males. Mas isso não o interessa, o seu alvo é outro.

    Mas pelo menos agora você diz o nome de quem você esta atacando.

    10:33 AM

    Oi, Aldrin. Ué, o Rei sempre disse quem estava atacando: Lula, Temporão, entre outros; ou seja, a política de combater a AIDS tendo como foco única e exclusivamente o uso da camisinha, sem estabelecer, entre a sociedade, o debate a respeito da responsabilidade que todo ato sexual envolve. Em alguns casos, os programas governamentais quase chegam a estimular a irresponsabilidade sexual!

  22. Cris disse:

    Off topic:

    O descobridor dos “neurônios da sensibilidade” (o Apedeuta, em mais uma das suas asneiras) botou lenha para a aprovação da nova CPMF hoje.

    Pessoal, se isto passar…será a maior afronta que já sofremos, os cidadãos. Aí, é protestar como podemos: ao cruzar um deputado, na rua ou no aeroporto, no shopping ou na praia, por favor, CUSPAM NELE. E, claro, atirem-lhe umas moedinhas. Mas não deixem de cuspir.

  23. Rodrigo V. Spagnol disse:

    Fala, Rei! Como sempre, cabe a poucos encarar estes assunto espinhosos. Parabéns.

    Caso você ou a dona Reinalda consigam ler esta mensagem, gostaria de lhes chamar atenção a respeito do lançamento da revista “DICTA & CONTRADICTA”, projeto encabeçado pelo IFE (Instituto de Formação e Educação). Será hoje a partir das 19:00 na Cultura do Conjunto Naiconal. Participarão nomes conhecidos por nós, de Luis Felipe Pondé, Ruy Goiaba à reprodução da última aula do Bruno Tolentino. Haverá inclusive a participação um colega meude graduação na Filosofia na USP, o Joel Pinheiro.

    Enfim, é o tipo de publicação que merece uma força.

  24. Anônimo disse:

    As vezes ouço amigos dizer que a AIDS é tão perigosa quanto o câncer.
    Costumo responder com uma afirmação simples:

    “SE VOCÊ FIZER QUESTÃO DE NÃO PEGAR AIDS VOCÊ NÃO PEGA. COM O CÂNCER NÃO É ASSIM”.

    É claro que torço pela descoberta da cura da AIDS, mas uma doença que pode ser seguramente evitada não pode ser considerada um flagelo da humanidade.

  25. Cris disse:

    Ei…

    Alguém aí já viu ou opuviu falar em um certo “neurônio da sensibilidade”? Vai dar Nobel! Lula descobriu!

    No Estadão:

    “Lamentavelmente o discurso do Jatene não mexeu nos neurônios da sensibilidade de alguns senadores”, alfinetou.”

  26. J. Antônio Fernandes disse:

    Existem umas poucas pessoas confusas. Em nenhum lugar do texto do post está escrito que os heterossexuais estão imunes à doença. Está apenas implícito que, na média, heterossexuais são menos promíscuos que os gays. NA MÉDIA.

  27. J. Antônio Fernandes disse:

    A conclusão natural, que já me saltou aos olhos há algum tempo, é que não foi o moralismo da Igreja Católica o fator que atrasou o combate à Aids nos anos 80, como “eles” sempre afirmaram, e que causaram tantas mortes desnecessárias, a maior parte de homossexuais. Foram os próprios militantes do gayzismo (como chama o Olavo) quem, ao negar os fatos e interditar o debate, causaram tantas perdas que talvez pudessem ter sido evitadas.

    Ainda me lembro dos protestos contra a denominação de “câncer gay”, que, apesar de formalmente corretos, já traziam embutidos a certeza de que o comportamento sexual não era o responsável pela transmissão da doença. Era só “moralismo”.

    Como sempre, idéias esquerdistas ou emcampadas pela esquerda produzem o contrário daquilo que pregam. Involuntária ou deliberadamente. Nesse caso, espero que ao menos tenha sido involuntário.

  28. Ricardo disse:

    Ongle Koenig: Esqueci de mencionar, em minha mensagem acima, que, entre os batalhadores pela “Igualdade na Aids” estão profissionais liberais: médicos, enfermeiros, e, principalmente PSICÓLOGOS. São ativistas, filiados ao GAPA (Grupo de Apoio e Prevenção da AIDS, que, pelas madrugadas a fora, tripulando Kombis, vão ao encontro de GLTBs nas ruas da Leal e Valerosa.

  29. Luiz Fernandes disse:

    Sua tese sobre o “controle da promiscuidade”, Reinaldo, tem, no mínimo, dois problemas. Primeiro, ela não é “compatível” com os nosso tempo - pode lamentar, pode espernear, pode orar por Bento XVI, nada disso vai adiantar. Para o bem (na opinião de muitos, como eu) ou para o mal (na opinião de alguns, como você), o sexo passou a ser encarado como natural, como casual mesmo. Em segundo lugar, o “controle da promiscuidade” não depende apenas de um indivíduo. Se, por exemplo, metade de um casal for promíscuo, a outra metade pode ser a mais fiel do mundo e ainda assim correrá o risco de ser infectada pelo HIV. O uso da camisinha é o exato oposto disso: além de estar em consonância com a moral dos nossos tempos, é uma decisão que, tomada pela metade do casal, protegerá (pelo menos naquela relação) o casal inteiro do risco da AIDS.

  30. Ricardo disse:

    Ongle Koenig: Sou médico no Sistema Prisional. Comprei, sim, brigas HOMÉRICAS com “pesçicólicas” e “açistentes soçial” por causa disso. depois do mal feito, a OMS faz mea-culpa. Quando já não adianta mais, pois os slogans e palavras de ordem já estão gravados a fogo nas cabeças dos intelectuais orgânicos. A infecção por HIV é um “previlejo” dos homossexuais masculinos e dos transfusionados pelo motivo mais simples do mundo: o HIV é um vírus. Como tal, não se reproduz, a não ser parasitando o aparelho genético do hospedeiro que está-veja só- nas células!Durante o intercurso sexual, o homem emite de 4 a 5 ml de esperma, com cerca de 280.000.000 de espermatozóides, CHEIOS DE MATERIAL GENÉTICO por ml. Além disso, o HIV é um microorganismo MUITO lábil. Não tolera, sequer, a exposição à a tmosfera. NÃO suporta, portanto, a acidez da vagina saudável, tornando a transmissão homem-mulher muitas vezes mais difícil do que a homem-homem (a mucosa retal é pouco espessa, entre outras vunerabilidades). Em MUITOS CASOS, de que sou testemunha, o homem, drogadicto, compartilha a seringa com sua mulher, contaminando-a facilmente. Como arremeter contr as drogas também não é muito libertário, a encrenca não é pouca, ainda mais se tratando de uma excrescência como um médico praticante do Catolicismo.
    O que relatei acima é um princípio tão básico que não é possível que onissapiente OMS desconhecesse. Abaixo a ONU, OMS, FAO, agentes de ditadores africanos sanguinários, do obscurantismo e do diabólico governo mundial!

  31. Diego disse:

    Reinaldo,

    é uma reportagem esclarecedora.

    Afinal nunca entendi, uma vez que nivelaram todos os tipos de relação sexual como de risco, porque as chances de se pegar AIDS eram onze vezes maiores em relações homossexuais do que em relações heterossexuais (informação no link abaixo).

    Se o risco era o mesmo, por que uma diferença tão absurda?

    O politicamente correto é realmente uma doença terrível.

    http://oglobo.globo.com/blogs/paulistana/post.asp?t=risco_de_aids_entre_os_homossexuais_ainda_11_vezes_maior&cod_Post=104149&a=55

  32. Anônimo disse:

    liberou geral!

  33. Anônimo disse:

    Tio Rei,

    Você viu que inocentaram o acusado de pedir dinheiro pro Padre Julio???

    Saiu ontem na uol a matéria.

    abraço,

  34. Anônimo disse:

    Reinaldo
    Faz poucos dias que descobri essa riqueza fantástica e elucidativa que é a sua página.
    Que alegria ouvir de alguém como você, baseado em fontes fidedignas, que “a aids é uma doença típica da promiscuidade sexual”. Um alívio e motivo de firmeza ainda maior para religiosos responsáveis (idependentemente da religião que professam), que sempre afirmaram isto.
    Continue proclamando e defendendo a verdade, não desanime. Um grande pensador disse o seguinte sobre a verdade:
    “A verdade é como uma tocha, quanto mais é sacudida, mais ela brilha.”
    Quanto mais sacudirem (atacarem) as verdades que você proclama (sejam políticas ou não), mais elas brilharão, não tenha dúvidas.

  35. francisco s disse:

    Só não vamos cair no caso contrário e dizer que o risco inexiste. Para quem sabia filtrar sempre esteve claro que o risco de o homem pegar da mulher era o menor, aumentava um pouco em sentido inverso e mais ainda, para ambos, se houvesse sexo anal.

    Mas se houver o risco de um homem pegar em um milhão e esse homem for você não adianta muito pensar que estatisticamente isso é irrelevante.

  36. Anônimo disse:

    Ôba, a OMS liberou geral!!! Viva, não corremos mais risco! Quanto tempo falta para o Carnaval? Mal posso esperar.

  37. Anônimo disse:

    “Vocês sabem como muita gente no Brasil, a começar dos jornalistas, querem apenas ser boas pessoas, ainda que isso custe alguns desastres”.

    É o mesmo que bater palmas para maluco dançar. Esse tipo de gente, os bonzinhos, deveriam ser banidos da imprensa. A verdade é única, doa a quem doer.

    (R)

  38. Anônimo disse:

    AS MAIORES CAUSAS DE MORTE NO BRASIL-ENTRE OS IDOSOS- SÃO AS DECORRENTES DE PRESSÃO ALTA E DIABETES.FOSSEM MEDICADOS DE MANEIRA COMPULSÓRIA PELO GOVERNO-COMO É FEITO COM OS AIDÉTICOS-SEQUELAS TERRÍVEIS DE AVCS,INFARTOS E DIABETE SERIAM EVITADAS.MAS OS VELHINHOS NÃO TEM LOBBY.E SAIRIA BEM MAIS BARATO,INFINITAMENTE MAIS BARATO E ABRANGENTE-QUE O COQUETEL ANTI-AIDS.MAS NÃO ADIANTA FALAR COM O TEMPORÃO,ELE É SURDO E CEGO;PENA QUE NÃO SEJA MUDO.

  39. Anônimo disse:

    A mentira da epidemia foi um pretexto para vender e propagar a camisinha e assim desviar bilhões de reais do Ministério da Saúde. Isso é claro como a luz do sol.

    (R)

  40. Anônimo disse:

    Rapaz das brasílicas highlands: Tio, ACORDA (eu e essa minha mania de te tirar “cedo” da cama), a secretaria de saúde da prefeitura de São Paulo já lançou nota contrariando o que este seu último post afirmou: é o lobby gay e as ongs em ação, sob a aba das calças de alguém que parece estar tentando levar uma imagem de descolado para descolar (ou decolar) em campanha; espero que o vislumbramento do poder não ludibrie o maior representante do partido (nestas eleições) que mais se aproxima de ser conservador no país (não que o aliado potencial não se aproxime, mas suas relações partidárias [e não pessoais] com os bizarros são mais promíscuas).

  41. Anônimo disse:

    O estilista que morreu de “aids”, citado às 6:29 AM, não foi o Denner, mas o Marquito. Começou com ele. Na época uma estranha doença.

    http://www.saberviver.org.br/index.php?g_edicao=tratamento025

  42. Artur disse:

    Caro Reinaldo,
    O artigo no qual voce baseou seu texto sugere que gastar dinheiro com programas de abstinencia e um desperdicio! Valores familiares realmente sao fabulosos, mas qual e a eficacia do poder publico em os difundir? Abaixo segue a parte do texto ao qual me refiro.
    Um abraco

    “Aids organisations, including the WHO, UN Aids and the Global Fund, have come under attack for inflating estimates of the number of people infected, diverting funds from other health needs such as malaria, spending it on the wrong measures such as abstinence programmes rather than condoms, and failing to build up health systems.”

  43. Anônimo disse:

    Reinaldo, entre heterossexuais nunca houve risco mesmo.
    O grande risco esteve, e ainda está, na bissexualidade.
    Há seis anos morreu uma grande amiga minha por ter contraído Aids de seu sempre “fiel” companheiro, que tinha uma meia dúzia de amantes masculinos.
    A horrível estatística que foi 10/1 para 3/1 de mulheres infectadas não foi por conduta heterossexual de seus companheiros, mas bissexual.
    Grande abraço.
    Daisy

  44. Paulo Boccato disse:

    ‘QUÉ VIM’ DO QUE MESMO ?…

    PERDAO !
    NAO AGUENTEI !!
    (RISOS)

  45. Anônimo disse:

    Esses “heterossexuais” que estão “vibrando” com o “libera geral”, não se dão conta de que, no íntimo são promíscuas, senão reagiriam com indiferença à notícia!

    É aí que mora o perigo!

    “Quem sai na chuva é pra se molhar!”

  46. Murilo Resende disse:

    E a melhor explicação do que é a AIDS:

    There are other, larger societal issues that resonate around AIDS. In AIDS: Virus or Drug Induced (1996), Duesberg writes:

    The AIDS virus [HIV] also proved to be the politically correct cause of AIDS. No AIDS risk groups [e.g., gay men] could be blamed for being infected by a God-given egalitarian virus. A virus could reach all of us. Nobody would be ostracized since ‘We are all in this together.’ Not so with drugs. The consumption of illicit psychoactive drugs implies individual and social responsibilities that nobody wanted to face… The perceived danger of an AIDS virus decimating the general public also provided the scientific and moral arguments for quick and unreflective action and for the complete dismissal of the competing drug-AIDS hypothesis.

  47. Anônimo disse:

    Corretíssima a abordagem, mais ainda porque o lobby gay agora quer considerar discriminatório o fato de que gay não pode doar sangue.
    Pombas, então deixemos os que tiveram hepatite (eu tive), esquistossomose, etc doarem sangue. Eu também sou discriminado, pois como tendo hepatite, não posso doar sangue.
    Basta de hipocrisia. Quer ser gay, tudo ok, mas não para sair contaminado com AIDS todo mundo, até porque esta foi uma forma de contaminação violenta nos primórdios da doença.
    Onde estão agora os herdeiros do Betinho, do Henfil e do Chico Mário que não estão gritando contra isto? Todo morreram por serem hemofílicos e receberem sangue contaminado. Claro, todos eram de “esquerda”, politicamente corretos e os herdeiros vão ficar caladinhos, né? Seria para não manchar a reputação dos ascendentes?

  48. Anônimo disse:

    Rapaz das brasílicas highlands: Reinaldo, meio fora de contexto, mas será que o Lula já pediu para a Interpol investigar minha participação nos incêndios da filarmônica de Berlim e no estúdio holywoodiano?

  49. Murilo Resende disse:

    Destaco este trecho de um dos textos… a OMS só esta admitindo o que já era conhecido desde o começo:

    With regard to sexual transmission, only 1 in 1,000 unprotected sexual contacts transmit HIV. One in 275 U.S. citizens has antibodies to this virus. Therefore, an uninfected person could have up to 275,000 random unprotected sexual contacts without acquiring sexually transmitted HIV. Prostitutes do not get AIDS, unless they are drug addicts; and wives of HIV-positive hemophiliacs do not contract AIDS from their husbands. Proponents of the HIV/AIDS hypothesis ignore these facts. The dire heterosexual AIDS epidemic predicted to occur in the U.S., Canada, and Europe twenty years ago has not happened, and the disease remains confined to the original two main risk groups – gay men (66 percent of all AIDS cases) and intravenous drug users, male and female (32 percent). The other 2 percent are hemophiliacs and babies born to mothers who used intravenous drugs during pregnancy. The easiest way to acquire HIV sexually is through receptive anal intercourse.

  50. Anônimo disse:

    “ainda que isso custe alguns desastres” . Que desastre houve?? No final das contas o alarmismo serviu para vocês conservadores espalharem medo por aqui e por lá. Há teses de evangélicos na internet que dizem que a camisinha não barra o vírus, pois este é muito pequeno … Ohhhhhhh.

    Trabalhadores do sexo e seus clientes são grupos de risco. Bom, considerando que a putaria é extremamente rentável para quem a pratica, pois o número de clientes é assombroso, podemos afirmar então, seguindo seu raciocínio, que sim há perigo para um monte de gente, a maioria casados, muitos deles moralistas como você que na frente da família são uma coisa e nos bordéis da vida se entregam a todo tipo de experiência. Você não conhece as pessoas, apenas acha que conhece a mentalidade esquerdista. Mas não as pessoas de verdade. Ou seja, suas firulas retóricas, não são nada mais do que isso.

    Ganso = firulas retóricas, só isso. É isso o que sabe fazer, junto com os alarmistas gays ou hetero. Haja saco para tanta merda e abobrinha.

  51. Anônimo disse:

    Ou seja : o grupo de risco é o mesmo de quando surgiu a doença.

  52. Anônimo disse:

    AMÉM! Até que enfim a VERDADE apareceu.Ponto par a IGREJA CATÓLICA que jamais deixou de falar o que é preciso dizer.A IGREJA é refém da VERDADE que está na BÍBLIA e não pode modificar uma vírgula do que alí foi escrito.AMÉM!Obrigado caro AMIGO por jamais deixar de lutar por ela.Dora Jardim

  53. Anônimo disse:

    Bom dia!
    Gostaria que você comentasse a foto de Marta Suplicy na Veja SP desta semana onde ela aparece, no meio da lama, dando um pulo acrobático.
    Não te parece ser montagem?No meio de tanto barro, como poderia ter dado um salto olímpico como aquele sem ter nenhum apoio( pelas proporções da foto~40cm). Os sapatos continuam sem barro e parecem que não possuem travas.
    Eu gostaria de ver como foi a aterrisagem( reversos acionados?)

    Saudações

  54. Anônimo disse:

    Rei,

    Infelizmente, um artigo insensível.
    Sou seu grande admirador, mas neste post você parece estar vivendo em uma redoma, fora do mundo real.

    Para o fulano que nao aceita ver bigodudo se beijando, digo o que já foi dito: só queremos o direito de poder demonstrar o carinho que sentimos pela pessoa que está do nosso lado, como todo mundo¡ de qualquer forma, os termos usados por ele já mostram o nível para o qual ele quer levar a discussao.

    As estatísticas mostram (e a realidade também) que o índice de contaminados cresce entre mulheres heterossexuais e monogâmicas: levando em conta que o homem dificilmente pega aids de uma mulher, há muito heterossexual pulando a cerca com outros homens - mas claro, como o fazem fora das vistas de todo mundo entao nao tem problema… sei.

    Lamento pelo post. Uma das poucas vezes em que discordei de você.

    abraço.

  55. Murilo Resende disse:

    Reinaldão… o buraco dessa historia é muito mais fundo. Ja ouviste falar de Peter Duesberg?

    http://www.duesberg.com/

    Vale a pena uma olhada!

    Abs

  56. Anônimo disse:

    OLA REI.
    NAO SEI QUANDO MAS A VEJA PUBLICOU UM ARTIGO COM O NOME: “DORMINDO COM O INIMIGO”.
    NELE FOI RELATADO VARIOS CASOS DE AIDS ENTRE CASAIS HETEROS. FOI BAMBASTICA A REPORTAGEM.
    AGORA COM ESTA SUPER NOTICIA SIGNIFICA DIZER O QUÊ?
    PODEMOS FICAR MAIS TRANQUILOS?
    ++ABÇS
    SRT

  57. Aldrin Iglésias disse:

    E o que você entende por “epidemia”?

    A camisinha previne, também, outros males. Mas isso não o interessa, o seu alvo é outro.

    Mas pelo menos agora você diz o nome de quem você esta atacando.

  58. - disse:

    Calma aí! Está cheio querendo comprar a briga. Se o meu blog fosse lido, eu já teria sido processado mais do que o Diogo. A diferença é que vocês são famosos, eu, e muita gente que lê o seu blog, não.

  59. Sandra disse:

    Reinaldo, conheci mais do que uma mulher monogâmica que morreu de AIDS, sendo que uma delas estava grávida. A AIDS espalhou-se devido a comportamentos irresponsáveis, mas as vítimas não são, necessariamente, quem têm esse comportamento. Mas concordo com o que você diz, que é o comportamento de risco que deve ser combatido. Se alguém nem lembra com quem transou, vai usar camisinha? Se alguém transa com quem nem conhece, no meio-fio, vai usar camisinha? Honestamente, até espantei-me com o índice alto de AIDS entre os profissionais do sexo, pois, apesar de tudo, o comportamento deles não é irresponsável. Apesar de tudo, sou contra separarmos doentes em grupo do bem e do mal, mesmo porque não sobrará ninguém no primeiro grupo. Se tratarmos apenas os corretos, teremos que negar tratamento aos obesos, fumantes, estressados, etc… Mas é totalmente improdutivo negar que uma doença é predominante num certo grupo.

  60. Nicão disse:

    O problema de “religiotizar” - ficou estranho, mas dá pra entender - a AIDS, é o mesmo de “politizar” a dengue e “ideologizar” a religião, só pra ficar com alguns exemplos.
    No primeiro, discute-se a “moral cristã” da política pública, e não o seu mérito. No segundo discute-se a “moral política” ao invés da ação para sua prevenção. No terceiro, tenta-se “carimbar” a fé em nome da “doutrina” política da esquerda.
    Não é difícil imaginar que, nos três casos, dá muita confusão e pouca solução.
    Não conhecia o exemplo de Uganda, mas, pelo jeito, é a contra-prova disso.

  61. Gunnar disse:

    Anônimo das 8:28 AM:

    Não imagino que os gays queiram que as pessoas “digam amém”. Eles querem apenas ter os mesmos direitos que sua família, incluindo a tia e a vovó.

    Você beija sua esposa/marido em público, no Shopping Center, na rua? Acha isso moralmente aceitável? Acha isso “normal”?

    Pois então deixe os bigodudos em paz.

  62. Anônimo disse:

    Nada melhor que um dia após outro,demorou um pouquinho para que o Tamburim,percebe-se a canoa furada que havia embarcado.

    09/06/08 13:28
    “BrOi” + ANGRA + ANDRADE + FUNDOS = ISSO CHEIRA MAL
    Os fundos de pensão mandaram Dantas embora da Brasil Telecom e colocaram no lugar um dos sócios do fundo Angra, o Sr. Ricardo K. Mas o Angra tem um fundo – o “AG Angra” – em sociedade com a “AG” – Andrade Gutierrez. O dinheiro do “AG Angra” vem dos fundos de pensão, que são os donos da Brasil Telecom.
    E o mascate, quanto tempo ainda continuará, firme naquela posição de que o BNDS,financiando negócios particulares,perdendo dinheiro e se endividando com o tesouro, faz parte de sua atividades fins.

  63. Anônimo disse:

    De fato, Reinaldo; há sim grupos de risco, e o mais arriscado de todos eles é o grupo das mulheres casadas, onde a AIDS mais avança atualmente.

  64. flávia r. disse:

    É M.Rosa!

    idiossincrasias da internet… Feche tudo e abra o blog de novo que uma hora vai.

    abraços

  65. Maria Rosa disse:

    Reinaldo,
    O que aconteceu com o blog?
    Não consigo ir além do segundo artigo, a página acaba. Seria um novo formato?
    Agradeceria as informações.
    Saudações,
    M. Rosa – S. Paulo-SP

  66. Anônimo disse:

    Se uma pessoa saudável fizer sexo com uma soropositiva, ela pode se contaminar ou não. Existe uma taxa de probabilidade da contaminação ocorrer. Eu não sei exatamente qual é, mas é menor do que se pensa. A taxa de contaminação por sexo anal é muito maior do que a do sexo vaginal. Como gays masculinos não tem vagina eles só podem praticar o sexo anal. Além disso, o medo de ter filhos é um incentivo a mais para usar o preservativo, o medo de casais gays masculinos engravidarem é de 99,8% (a esperança é a última que morre). Portanto, esse grupo tem um risco maior de contaminação.

  67. Betina disse:

    Rei

    Como tudo, existem os fatalistas do dinheiro alheio, concorda? Não existe veio melhor pra ficar ricaço do que essas Organizações e ONGS! Quando falamos em aquecimento global então aí que a coisa rende grana pra caramba!

    Mas com relação à AIDS você tem toda razão! É a promiscuidade sim e contra ela só a responsabilidade individual de cada um!
    Pessoas que ouvi falar que contrairam ou morreram estavam ligadas a vida sexual desregrada, gays ou fizeram uso das profissionais mais antigas do planeta!
    Mas conversando com uma médica do sistema de saúde público, muitas mulheres casadas têm contraído por causa das puladas de muro dos maridos! Isso não pode ser contestado! É uma realidade que tem nos assustado à todas!!
    E contra isso estou com você! Só a fidelidade ou castidade!

  68. xande disse:

    Vivemos num tempo em que comemoramos o óbvio. Em pouco tempo, quem descobrir que 2 + 2 = 4 ganhará a Medalha Fields.

    Em 2006, o CDC (Centers for Disease Control and Prevention) publicou uma pesquisa que mostra que 67% dos aidéticos (homens) dos EUA foram contaminados através de contato homossexual enquanto 16% foram contaminados por contato heterossexual de alto risco. Se considerarmos que 10% dos homens são gays, então o relacionamento homossexual é 38 vezes mais perigoso que o hetero.

    A fonte da pesquisa está abaixo:

    http://www.cdc.gov/hiv/topics/surveillance/resources/slides/general/

  69. Allan Ribeiro disse:

    Subscrevo com gosto a sugestão da criação de um partido no Brasil assumidamente de direita, com tudo que é direito, conservador, defensor de uma moral e de uma ética que não envergonhe nenhum cristão, democrático no âmago, capitalista até a alma (e neste ponto, econômicamente liberal, claro).

  70. Anônimo disse:

    Nossa! Esse das 6:33AM sofre de total esquizofrenia.

  71. Carlos Eduardo disse:

    Grande Reinaldo,
    Sempre fui taxado de reacionário, machão metido a besta, e por aí a fora. Tudo isto porque sempre disse que não havia risco de epidemia entre heterosexuais e que o HIV/AIDS era uma doença característica dos grupos de risco, tais como, gays, drogados e garotos e garotas de programa.
    Um médico meu conhecido, que desde a primeira hora trabalha com portadores de HIV/AIDS, me disse uma vez que mais de 80% dos casos por ele atendidos, , foi resultado de relações homosexuais, apesar das negações. De forma muito clara também me disse que se eu falasse que ele havia dito isto, ele negaria.
    O políticamente correto já causou muitos danos. Esta na hora de parar com isso.
    Assim sendo, deixe-me acrescentar que hoje pela manhã no Jornal da Rede Globo vi o retrato do país na pessoa de um baiano entrevistado em Salvador.
    Andava este baiano em uma motocicleta com sua filha. Apenas ela usando capacete. Ao responder a pergunta da reporter se isto era errado, a resposta pronta saiu:”errado é, mas qual brasileiro não erra? Não serei eu um a menos”.
    É a escola do apedeuta. Lei? Prá que lei? Os companheiros aloprados erraram mas não tinham intenção! Ô amigo baiano! Acorda!!!Tem muito, mas muito brasileiro que não erra e cumpre as leis! Não me compare a você!!!

  72. Anônimo disse:

    Todo o risco de contágio estará diretamente proporcional ligado à intensidade do “alívio” que esse grupo externar ao saber da notícia.

    Daí a irresponsabilidade da notícia!

  73. AC disse:

    Experimente, Reinaldo, perguntar ao departamento responsável do Ministério da Saúde qual o percentual de risco que um heterossexual corre ao manter relações com outro heterossexual (do sexo oposto obviamente)que esteja contaminado pelo vírus da AIDS. Desdobre a pergunta em seis: para cada modalidade de sexo (oral, genital e anal) e para cada gênero (masculino e feminino). Ou seja: qual o risco que um homem corre ao manter relação 1) oral 2) genital 3) anal com uma mulher contaminada - e o mesmo para uma mulher. DUVIDO que mesmo vc, Reinaldo, obtenha resposta. Repito: DUVIDO. Ao menos uma resposta OBJETIVA em números claros e com as devidas explicações.
    Aproveite e pergunte os números ABSOLUTOS da AIDS no Brasil e os critérios para determinar a “opção sexual” dos contaminados.
    Isso vale uma pauta, Reinaldo. Porque é um ESCÂNDALO. Passe por lá, pelo site do Ministério da Saúde, e veja vc mesmo: NÃO HÁ uma informação objetiva. Só a “pregação preservativa”.
    Enfim, são as três grandes fraudes globais: a AIDS heterossexual, o aquecimento global e o fim da Guerra Fria (traduzindo: o fim da ameaça russa às democracias do Ocidente).

  74. Anônimo disse:

    Reinaldo,
    na minha época, cientista era quem tinha realmente conhecimento. Era pesquisador e com caracter. Hoje, qualquer bunda mole é chamado de cientista. O absurdo é termos de aguentar idiotas dando opinião sem nenhum critério e pesquisas sem dar o peso adequado as variáveis mais relevantes como se fosse verdades absolutas. Cientistas políticos, então, é o que não falta. Virou comércio fazer pesquisa para justificar determinados procedimentos indecentes ou justificar ações, no mínimo, inadequadas. Os valores morais que se danem. É mais um processo petralha de enganar a população.
    J.Freire

  75. Anônimo disse:

    REI.

    OS ACUSADOS PELO PADRE JULIO LANCELOTTI DE EXTORQUÍ-LO, FORAM ABSOLVIDOS, VC VIU????

    LOGO, TINHA SIM “JACUTINGA” NO MATO!!!

    MAIS UMA PRA SUA COLEÇÃO DE ACERTOS.

    Rods

  76. Anônimo disse:

    Sou do tipo “careta”! Só transo com a minha mulher.
    Não tenho nada a ver com a vida dos outros, mas, a grande maioria que se vê envolvida com a Aids, drogas, e outras doenças, é do tipo que quer ter uma vida desregrada! Não aceitam limites, não querem obedecer as normas sociais e se dizem vítimas de preconceitos e discriminação.
    Como dizem aqui na minha região, são feitos tatus: “não podem ver um buraco que querem entrar”!
    Tudo bem, cada um é responsável pelo que faz, mas, tem um outro ditado: “Passarinho que come pedra, sabe o cu que tem”!!! Se querem comer pedra… tudo bem!
    Quem sofre de Aids, de cirrose por causa de bebidas, de doenças causadas pelo uso de drogas, etc., não deve culpar a “sociedade” ou os outros, tem que se responsabilizar pelos seus próprios atos!
    Vlad

  77. Anônimo disse:

    Eu acho que não se trata de “comprar briga”, o fato de deixar de fora os heterossexuais.

    Cada qual na sua! É pagar pra ver!

    Não entendi foi a intervenção extemporânea da OMS. Se todos, inclusive os “incontamináveis” heterossexuais, estavam “comportadinhos”, por que agora esse “libera geral”?

    Essa declaração, se existe, é de um irresponsabilidade que assusta!

    A contaminação se dá de forma objetiva, isto é, positivo no negativo! O HIV não está preocupado qual time o dito cujo “torce”!

    Será tão difícil assim de se entender?

    A quem interessa essa “guinada”?

    Diz-se que em time que está ganhando não se mexe! Por que agora essa revelação - como “um dos segredos de Fátima”? - com todo esse estardalhaço?

    Não se pode tergiversar sobre doença 100% letal!

    Isso está me cheirando a algum grupo “heterossexual” que não se conforma em ser posto na mesma linha de tiro dos homossexuais! Problema deles!

    Imagine-se uma notícia irresponsável dessa no meio dessa turma jovem que não controla os próprios hormônios!

    Eu não estou nem aí!
    O futuro dirá quem está certo!

  78. Anônimo disse:

    Eu já sabia que sendo monogâmico eu reduzo muito as chances de ser contaminado, mas é bom divulgar pra essa moçada que vive querendo tapar o sol com a peneira, que são promíscuos, sabem que estão no fio da navalha e acham que fazendo afirmações tolas como “não existe grupo de risco” vão se livrar da contaminação.

  79. Anônimo disse:

    sobre uganda, tem um jornalista da folha que está viajando a africa (pé na áfrica o nome do blog) e sobre uganda ele diz: “para minha surpresa, a campanha castidade - fidelidade - camisinha funciona” Para vc ver como é algo entranhado: um rapaz bom, mas tendo a cabeça lavada pelos “progueçistas”, mas foi capaz de reconhecer que uma experiência real que funciona deve ser estudada mais profundamente

  80. Anônimo disse:

    Meu Mestre,

    Parabéns por mais esse maravilhoso artigo.

    A sociedade já está de saco cheio dessa “massa socialista
    cor-de-rosa” que quer nos enfiar goela abaixo que o homossexualismo é normal.

    Nós agora somos obrigados a andar em um shopping com nossas famílias, incluindo senhoras idosas, crianças e nos depararmos com dois bigodudos se beijando como se fosse a coisa mais normal do mundo.

    Eu tenho o direito de estar na sala às 21 h com minha família e não SER obrigado a aceitar um beijo gay na TV, adoção por gays, etc.

    Uma perguntinha que não quer calar:

    Por que os gays não se contentam em fazer sexo no privado???

    Eu NUNCA soube de nenhum caso em que um viado fosse impedido de dar o C*!!!

    Oras, mas eles não querem apenas dar… Querem que todos vejam e digam AMÉM!!!

  81. Anônimo disse:

    Parabéns, Tio Rei!

    Canalhas petralhas!

    Cultura da morte!
    Da perversão!
    Da mediocridade!
    Do bestialismo!

    Do PT!

    E a OMS, FAO, UNESCO, ONU/Meio Ambiente, etc…TUDO CONTAMINADA PELOS DEMÔNIOS MEDÍOCRES….CULTORES DA MORTE!

    SANTO PADRE BENTO XVI, ROGAI POR NÓS!

  82. devisoeira disse:

    O cientista q, no início desse movimento “pró-AIDS”, afirmou q o estilo de vida dos contaminados era o responsável e não o vírus, foi de tal forma massacrado q nem me lembro do nome desse herói.

  83. Anônimo disse:

    Sim, outro erro absoluto é a divulgação em qualquer horário na tv aberta sobre pedofilia. Santo Deus! Reinaldo, essa cpi fez a coisa virar uma “epidemia”, sempre na melhor das intenções de informar os cidadãos.

    Mentira!

    Quer informar? Mostre esses criminosos dentro da cadeia com processo transitado e julgado rapidamente.

    Pois sim, essa coisa não avança porque esse mesmo lobby e ongs mencionadas em seu texto não querem regulamentação mais rígida para esses crimes.

    Vi recentemente uma estatística sobre o aumento no número de infectados entre adolescentes. E quem são eles? Ora, os grupos de riscos - drogados e homossexuais masculinos!

    Sim, os educadores sem aspas precisam informar às crianças que o lobo mau existe sim, e nessa categoria estão os grupos de risco, e repito, drogados e homessexuais masculinos. Sem essa de modificar a estoriazinha burguesa da chapeuzinho vermelho, tá? O perigo existe e mata.

    Aí está, muitos jovens com a vida inteira: 1. comprometida com uma doença incurável e 2. sustentada por toda a sociedade através do dinheiro público usado nesse programa de “proteção às vítimas” de AIDS. Entre aspas porque o vilão não é a doença, mas os adultos promíscuos.

  84. einesellesenie disse:

    Putz, agora é tarde: quem vai pagar pelas orgiaas que perdi por causa dessa josta!

    Saco!

  85. Anônimo disse:

    reinaldo,
    é por essas e outras que eu fico uma fera com o governo que distribui remedio de graça para aids (coqueteis ou qualquer que seja o nome) e não distribui medicamentos de graça para os pobres e aposentados que têm doenças que NÃO SÃO CONSEQUENCIA DE COMPORTAMENTO DE RISCO, e precisam comprar medicamentos caros.
    valderez

  86. Jose Pacheco Filho disse:

    MESTRE REINALDO.
    Em continência. Bravo-Zulu.
    Nada a comentar. Não ouso. Nem imaginando uma ida e entrada ao nosso botequim. Também não me imagino star em sala de aula. Bravo-Zulu é tudo. È saudação militar.
    Solto minha imaginação e fantasio: Os jornalistas que citas agora somados a vossa pessoa eu os chamaria de os Três mosqueteiros.Três mosqueteiros combatendo a mentira.Neste caso a mentira da AIDS.REINALDO DIOGO E OLAVO Vencem a mentira usando a espada da verdade que tanto cultuam.Dialógica entre o trio.Dumas conseguiu contrariar a matemática fazendo quatro serem conhecidos por três . Athos Porthos e Aramis já mosqueteiros eram quando foram encontrados por Dàrtagnan.E estes quatro amigos queiram ou não serão sempre lembrados com os três mosqueteiros.Este romance do falecido Frances Alexandre Dumas foi um livro que adorei ler quando ainda era estudante no primário.Depois assisti dezenas de vezes a adaptação para o cinema em diversas versões.A que mais gostei foi a que apresenta Gene Kelly como Dàrtagnan.Imperdível. O famoso bailarino esta magistral nesta versão. Suas coreografias nas cenas de luta foram inspiração para mim que brincava de espadachim tentando imitá-lo. Recomendo aos mais jovens que assistam a este filme quando tiverem oportunidade, Em alguma locadora deve ser encontrado. Vale a pena procurar. MESTRE voltando ao meu imaginário. Que tal os três mosqueteiros atuais REINALDO, DIOGO E OLAVO a exemplo dos mosqueteiros de Dumas que combateram o Cardeal Richelieu e Milady combaterem agora lula e Milady.Olha MESTRE tem muito detalhe que pode ser transportado para os dias atuais.Lula é tão charlatão como é Richelieu descrito no conto.E dilma tão falsa como Milady.Os mosqueteiros de Dumas lutaram ainda contra huguenotes e ingleses,O trio de jornalistas pode continuar combatendo como já fazem aos petralhas e ratazanas a serviço de lula.Milady ante s de conhecer Richelieu foi casada com um dos mosqueteiros o qual não me lembro agora.A mentirosa Dilma se foi casada não sei mas certamente com alguém virtuoso como o personagem de Dumas não deve ter sido.Bem Mestre só falta arranjar o quarto mosqueteiro.Não conhecendo de pronto o nome de nenhum vocês jornalistas e os nossos amigos leitores podem imaginar quem seria.Antes de encerrar quero informar aos menos avisados que a expressão Bravo-Zulu é o mesmo que cumprimentar dizendo.Parabéns por um trabalho bem Feito.Obrigado.

    Pacheco.(mosqueteiro quando menino).

  87. Yara Chiara disse:

    De fato, mesmo por pensamento seria difícil eu contrair a doença. Risos. E eu sou uma sobrevivente! Não aculturei. Sou judia hassídica, com muito orgulho. Agora, toda vez que vierem tirar sarro de mim porque não ligo o computador no sábado, que na verdade começa na sexta e já termina no próprio sábado (!???), vou dizer: estão vendo? Chamem a Yara de obscurantista, de doida, de maluca, de anti-sionista, de messiânica, de sei lá mais o quê.

    Com vossa licença, Rei, depois de muita provocação que sofri neste âmbito, principalmente da Al-Qaeda eletrônica que quis colar em açúcar o rótulo de sal:

    Yeaaaaaaaaaaaaaaaaaahroooowww (o meu sim com acento de tigre no final).

    Estou feliz, sim, porque a divulgação da notícia sobre o baixo risco da doença entre heterossexuais pela ONU é, além de tudo, uma boa notícia.

    E satisfaz uma vingancinha pessoal contra os petralhas. Risos. Ué, passaram um tempão me acusando disso e daquilo; quando não, tiraram sarro do meu Sábado. Agora, vão passear, sim, e os mais saidinhos, responsabilidade!!!

  88. Anônimo disse:

    Uma coisa é certissima : As Leis que colocou na Biblia é verdade pura ! Quem as segue tem uma vida de bencao.
    Quando o homem segue as suas proprias leis so´se ferra.O diabo toma conta dele, e ele se ferra.

    Mudando de assunto : Li agora no Globo : Os acusados , os quatro, do caso do padre Lancelotti foram absolvidos!! Padre Lancelotti e o advogado da defesa estao inconformados.

  89. Eny Seidel disse:

    É Reinaldo os petralhas começaram cedo os ataques a vocês.

    A questão da AIDS é falta de informação, de educação sexual, de prevenção.
    A educação sexual deve começar em casa, mas a maioria dos pais não têm esse tipo de conversa com os filhos, pensam que as filhas são sempre virgens e os garotões que transam com as filhas dos OUTROS, as deles nunca fazem isso, acham que os filhos sabem o que fazem, pois são os machos da família, os garanhões, e por aí vai se alastrando uma doença que pode ser evitada.
    Criei minha filha em USA e a atividade sexual começa bem cedo no meio dos adolescentes americanos, quando minha filha fez 15 anos levei ao ginecologista, conversei com ele sobre as informações que eu gostaria que ela tivesse, a receita de uma pílula, para que ensinasse o modo mais eficaz do uso da camisinha, os deixei no consultório e fiquei na sala de espera, mas são poucas mães que fazem isso, pais nem se fala.
    O melhor mesmo seria que não tivessem sexo antes do casamento e que, quando casados não o tivesse fora de casa, em alguns anos essa doença sumuria, mas isso é fantasia, sexo ainda é o modo de alto afirmação, coitado do(a) jovem que depois dos 16, 17, 18 anos seja virgens, serão motivos de gozação a torto e a direito.

  90. Anônimo disse:

    Entendo que divulgando a AIDS como uma grande ameaça para todos, e não somente para o Grupo de Risco, serviu para aumentar as verbas de pesquisas e distorcer as campanhas publicitárias anti-Aids. Interesses acima da verdade!

  91. Anônimo disse:

    Eu concordo com você quando diz :a aids é uma doença típica da promiscuidade sexual , porém sendo hetero ou homo. Porque não sei se é im pressão minha mas extra officilamente digamos assim os praticantes de qualquer religião demonizam o homossexualismo com uma intensidade muito maior do que por exemplo uma traição no casamento (que as vezes ,na maioria das vezes não é demonizada tanto assim).
    Ora trair não é pecado ?
    Será que é porque isso afstaria os fies que querem esquecewr essa parte da vrdadeira prática da religião ? É so vermos por exemplo como a mídia trata como uma coisa boa artistas, jogadores, etc que tiveram vários relacionamentos, as vezes um antes mesmo de acabar o outro. Promiscuidade não é pecado?
    Eu sei que na teoria é…mas na prática mesmo das pregações somente os homossexuais estão condenados ao fogo do inferno segundo o que vemos em alguma religiões…
    Aquel que traem, traem de novo, continuam traindo Ah esses tem salvação ?
    Uma coisa gozada também é que na maioria das culturas o homen que não trai, não tem um casinho fora do casamento, não teve várias mulheres, veja só é considera por alguns (e não são poucos) um gay, “que não curti a coisa”…

  92. Anônimo disse:

    Reinaldo, quando surgiu a AIDS, logo faleceu Dener famoso costureiro brasileiro. Um outro costureiro que na época um tinha programa de grande audiência na televisão , disse: “Vocês acreditam nessa nova doença chamada AIDS? Isso não existe! Vocês querem saber a verdade? Isso é apenas sujeira, gente que não se lava direito!”. Mas, para mim, o vírus da AIDS começou com praticas irregulares da sexualidade humana

  93. Anônimo disse:

    Sobre o assunto AIDS, achei muito grave a informação publicada na Folha de que estrangeiros vêm tratar-se no Brasil, aproveitando-se do nosso sistema universal de atendimento. Até portugueses, que nos expulsam de Portugal, vêm se tratar de graça aqui. Acontece que a universalidade do atendimento à saúde não abrange estrangeiros, mas só brasileiros, que pagam suados impostos para manter nossa precária rede pública. Alguém de peso como você precisa botar a boca no trombone.

    Publius

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