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04/05/2012

às 7:17

ABANDONO AFETIVO É PURA MANIFESTAÇÃO DE “DIREITO CRIATIVO”! É DEGRADAÇÃO DA CULTURA DEMOCRÁTICA. OU: QUANTO CUSTA O AMOR PATERNO?

Os Cachoeiras e, sobretudo, as cascatas que tomam conta da vida pública acabam nos levando a deixar de lado alguns temas relevantes, que dizem respeito não exatamente à política como jogo do poder, mas à cultura política entendida como uma ética de relação com o outro e com o mundo. Estamos nos tornando um país de fanáticos do sentimentalismo, de pervertidos da reclamação, de ditadores da reparação. Aquele que tiver a sorte, para desdita de muitos, de manejar o aparato do estado impõe, então, o seu fanatismo, a sua perversão, a sua ditadura. E ao arrepio da lei! Lei pra quê? O que importa é “fazer justiça” segundo a metafísica influente.

Em uma decisão inédita, a 3º Turma do STJ reconheceu o direito que tem uma filha, hoje com 38 anos, de receber uma indenização de R$ 200 mil de seu pai. O “crime” dele: “Abandono Afetivo”!!! É inútil procurar essa caracterização em qualquer código. Não existe. Trata-se de um manifestação de “Direito Criativo” — área em que o Brasil desponta para o mundo com farta produção —, formulado com base em umas tantas considerações de ordem subjetiva feitas por juízes. Vocês certamente acompanharam o caso. Um senhor teve uma filha fora do casamento. Depois de uma ação judicial, ela foi legalmente reconhecida e assistida materialmente. Goza de todos os direitos dos demais herdeiros. Mas reclama que não foi devidamente amada quando criança…

A exemplo da Lei da Palmada, a decisão da Justiça constitui uma intromissão absolutamente inadmissível do estado na vida dos indivíduos. Como mensurar se esse pai deu amor demais ou de menos? Como estabelecer um padrão mínimo — garantida a assistência material, que existiu — de dedicação amorosa, de modo que possa ser mensurada num tribunal? O que sabem aqueles juízes das altercações e dificuldades que pai e mãe, numa relação não-familiar, tiveram ao longo da vida? Por que é ele, necessariamente, o vilão da história?

A relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, argumentou por um caminho curioso:
“O cuidado é fundamental para a formação do menor e do adolescente. Não se discute mais a mensuração do intangível — o amor —, mas, sim, a verificação do cumprimento, descumprimento ou parcial cumprimento de uma obrigação legal: cuidar.”
O pai dispensou, segundo consta, o cuidado que está estabelecido em lei. A filha está reclamando é de falta de amor.

E, ora vejam, contrariando, então, o que diz a ministra, é justamente esse amor que está sendo mensurado. A mulher havia perdido a causa em primeira instância. Recorreu ao Tribunal de Justiça e ganhou, com uma indenização fixada em R$ 415 mil. O STJ reformou a decisão para R$ 200 mil. Fico cá me perguntando: como chegaram àquele primeiro valor? Aqueles R$ 15 mil, em particular, desafiam a minha quietude: o que ele deveria ter feito para que fosse, sei lá, apenas R$ 400 mil? Por que o próprio STJ considerou que o “abandono afetivo” não vale tanto, podendo ficar por R$ 200 mil mesmo?

Este trecho da reportagem do Estadão é espetacular:
“A ministra afirmou que a filha conseguiu constituir família e ter uma vida profissional. ‘Entretanto, mesmo assim, não se pode negar que tenha havido sofrimento, mágoa e tristeza, e esses sentimentos ainda persistam, por ser considerada filha de segunda classe’, disse Nancy.”
Entendi. Ela recebeu o devido aporte material, leva uma vida normal, constituiu família, tudo nos conformes. Mas sobrou “a dor”. Ora, Val Marchiori já nos ensinou em “Mulheres Ricas”, certo? Não há dor que o dinheiro não cure… Relooouuu!!

Ineditismo por ineditismo, por que essa filha, que é herdeira do pai (como os irmãos), não recorreu à Justiça para obter, então, um mea-culpa, um pedido de desculpas, um reconhecimento público da falta de cuidado amoroso, um abraço? Não! Nada disso! Existe um preço para a falta de amor! Era R$ 415 mil, mas pode ficar por R$ 200 mil.

No mérito, o caso é, parece-me, eticamente escandaloso. Mas também é uma aberração jurídica. O Judiciário brasileiro acaba de legislar, mais uma vez, criando o crime do “abandono afetivo”? Cadê a lei, santo Deus? Não há! Eis aí. Vivemos o que chamo a era dos fanáticos do sentimentalismo — juízes, agora, acham que podem pôr um preço nas sensações e subjetivismos. Vivemos a era das perversões da cultura da reclamação: basta que o “oprimido” saia por aí proclamando a sua dor para gerar solidariedade automática. Com sorte, encontra pela frente os ditadores da reparação, que resolverão, como costumo dizer, fazer justiça com a própria toga.

Está criada a jurisprudência, embora a decisão não seja vinculante. Cabe a cada juiz decidir. Mas adivinhem só… Nesse caso, pobre pai!, ele é culpado antes mesmo de qualquer juízo objetivo. Afinal, teve uma filha fora do casamento, só reconhecida depois de uma ação judicial, com quem ele não conviveu — embora tenha cumprido todas as obrigações QUE AS LEIS EXISTENTES LHE IMPUNHAM. Ele só não sabia que estava na mira de uma lei desconhecida porque… simplesmente inexistente!

Quanto tempo vai demorar para que quiproquós familiares comecem a lotar a Justiça ainda mais do que hoje? Quanto serão os filhos, mesmo frutos de uniões estáveis e vivendo sob o teto familiar, que alegarão, a depender dos conflitos, esse tal “abandono afetivo”? Não havendo lei, pode-se acusar qualquer coisa: “Olhe, quero dizer que o meu pai (ou mãe) me sufoca”… Pobre pai! Em breve, estará impedido de exercer, digo com ironia, até aquele papel que Freud lhe reserva, não é? Não poderá mais ser o saudável repressor, a quem cumpre dizer que os limites existem.  Quem sabe chegue o dia em que o parricida alegará no tribunal que só cumpriu seu gesto tresloucado porque seu aparelho psíquico, malformado pelo morto, não operou a necessária interdição, e a morte simbólica de Laio na disputa por Jocasta se fez física,  pelas mãos de um Édipo que era, sei lá, contador…

Uma perguntinha à ministra Nancy Andrighi e a seus colegas: esse valor pelo “abandono afetivo” foi estabelecido, suponho, com base na condição financeira do pai, certo? Um homem muito pobre seria condenado a compensar a subjetividade ferida da filha com um pão com mortadela? O “abandono efetivo” de Eike Batista custaria R$ 200 milhões, em vez de R$ 200 mil? Havendo boas respostas, juro que publico. O pai disse que vai recorrer ao Supremo. Considerando o que se anda fazendo por lá ultimamente, corre o risco de a indenização sair pelo dobro. Ou o nosso Supremo não tem protagonizado cenas explícitas de “Direito Criativo”?

Caminhando para o encerramento, pergunto: a filha vitoriosa troca os R$ 200 mil por um abraço e por um pedido de desculpas?

O assunto parece besta? Mas não é! A rigor, acreditem, é mais importante do que essa canalha que vive assaltando o dinheiro público. A cada pouco, há uma! Precisamos é metê-las na cadeia. Ou bem se tem um estado de direito funcionando, que proteja a coletividade e os indivíduos, a nação e o estado, ou ficamos à mercê do indeterminado. Se podemos ser punidos por um crime que não está tipificado e obrigados a fazer alguma coisa em razão de uma lei que não existe, então estamos numa ditadura. Ainda que uma ditadura exercida, com freqüência, por alguns juízes.

Por Reinaldo Azevedo

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488 Comentários

  1. Eduardo

    -

    23/07/2014 às 1:50

    JAN:

    você tem de entender que v. é filho por acidente (igual a mim). Seu pai teve uma rápida e fortuita relação com sua mãe e você veio, indesejado. Os filhos que ele teve no casamento são os que ele planejou ter com a mulher que quis para ser mãe de seus filhos. De você ele só tem o desprezo.

    Acontece, rapaz. É um fato da vida que acontece a milênios. Conheci um caso agora a pouco de um rapaz que conheceu uma moça pelo Tinder (aplicativo de relacionamento para smartphones) e a engravidou no primeiro encontro! Segundo ele, por irresponsabilidade dela (disse que poderiam ter relação desprotegida e ele acreditou). Quais as consequencias disso para a criança? É de se esperar que esse pai queira alguma coisa com a criança que está por vir? Lógico que nenhuma. Ele mal a conhece. Nem sabe seu nome direito. Não quis nada com ela além de um encontro sexual. Cabe a mãe dessa criança ter uma conversa franca com esse filho e explicar o ocorrido e fazer todo o possível para que isso não afete sua mente.

    O que me chateia nisso tudo é que você dá importância a isso! Você fez a escolha de ser depressivo e com problemas de relacionamento. Estrututou sua vida em torno de uma pessoa que não gosta de você e que nunca lhe quis. Nossa, cara, olhe para trás e veja o que você fez a si mesmo. Está movendo todos os esforços que pode em vão.

    Eu te pergunto: se esse cara fosse um, sei lá, um pobretão, um alcoolatra, um zé ninguém, você teria dado tanta importância? Será que o fato de ele ser rico influenciou sua cabeça? Afinal, olhou para si e se comparou a seus irmãos. Acredite, influencia. O fato de meu pai não ser rico e ter mais 7 filhos, inconscientemente me fez não dar tanta importância a isso. Acho que se fosse rico eu teria ido atrás. É de se pensar….

    Você está fazendo umas escolhas erradas em sua vida, rapaz. Se cuida. Viva a vida. Ser depressivo é muito fácil. É só não fazer nada. Ser feliz dá trabalho!

  2. maria Eulalia

    -

    17/07/2014 às 18:37

    a falta de amor,a ausência de um pai na infância não se paga com dinheiro, mas todos tem que ter a consciência de que botar filho no mundo não é como trocar de roupa, tem que ter responsabilidade pensar na criança não só em si próprio, so quem foi criada sem pai sabe o buraco que fica dentro de cada um, a vida tem que seguir em frente é o jeito nimguem vai parar de viver porque não tem um pai. mas é muito difícil, principalmente quando chega o dia dos pais e voce não tem um, nem para entregar o cartãozinho que é feito na escola por isso é bem feito que todos que abandonassem seus filhos fossem obrigados a pagar uma indenização alta para os filhos, para poder amenizar os anos de necessidade financeira e sentimental que a pessoa passou.

  3. osmar alves da silva

    -

    16/07/2014 às 21:51

    Ha coisas na justiça, que até DEUS, duvida. amor se paga com amor e não com bufunfa. o amor não tem preço, só o amor paga. Eu também, discordo de muitras coisas e procedimentos, que ao meu ver, não traz nenhum bem a ninguem. parabens por assim penbsar, o mundo precisa de gente que nem voce.

  4. andreia de souza correa

    -

    11/07/2014 às 10:46

    amor de pai eu nunca tive

  5. andreia de souza correa

    -

    11/07/2014 às 10:45

    eu só quero saber o que eu fis para o meu pai não querê saber nem da minha pessoa se eu ligo ele só fala que não pode me ajudar mais os meus irmão ele paga escola partícula e viagem com afamilia no final do ano em quanto estou limpam do privada para sustentar meu filho e meus estudo .para que ele me féis em tão se não me ama mais mesmo assim eu gosto dele

  6. Cris

    -

    07/07/2014 às 15:12

    Desculpe-me Sr. Reinaldo Azevedo, mas certamente o sr. nunca deve ter sido menosprezado, tratado de forma diferente dos outros filhos, quando criança e até na vida adulta.
    O depoimento do Jan postado aqui nos comentários é tocante e mostra exatamente um caso onde cabe indenização por abandono afetivo.
    Eu também fui abandonada, abandonada não meu pai nunca sequer falou comigo, minha mãe, não tinha muitas condições financeiras, trabalhava como doméstica e em troca recebia da família para a qual trabalhava só comida e moradia (na casa em que trabalhava).Trabalho escravo mesmo
    A dona da casa onde minha mãe trabalhava conhecia pessoas no judiciário e entrou na justiça para ele me registrar e ele alegou na minha cara que eu não era filha dele feito o exame de DNA veio o resultado positivo para paternidade.
    Mesmo assim, a dona da casa onde minha mãe trabalha fez um acordo com ele e ele nunca pagou pensão, minha mãe não tinha instrução e não sabia correr atras dos meus direitos como filha.
    Lembro de uma vez que pedi uma boneca para ele e ele enviou uma caixa fechada com algo que parecia solto dentro da caixa, fiquei feliz por pensar que seria duas bonecas, mas quando abrir, foi decepcionante a caixa estava aberta e a boneca era de plástico, usada e com os braços quebrados, senti-me muito mal.
    Sempre que minha mãe foi procura-lo para nos ajudar ele disse que não podia, ele teve duas outras filhas uma delas engravidou bem cedo e e ele sempre manteve as filhas e depois a neta, mas comigo ele sequer falava.
    Quando tive que fazer faculdade comecei uma faculdade particular, mas passava por muitos constrangimentos pois só recebia 360 reais de um estágio que fazia e não conseguia pagar a mensalidade, minha mãe o procurou e ele disse que não ajudaria, todos os dias eu ia para a faculdade chorando, tive que parar a faculdade.
    Foram anos muito difíceis, minha mãe chorava de um lado eu do outro,era muito dificíl eu olhava para minha mãe e doía na alma,minha mãe trabalhava dia e noite para que pudéssemos comer e dormir na casa daquelas pessoas, sabia que tinha que ajudá-la, no auge da minha loucura e dos meus 18 anos; prometi a Deus que se eu não passasse na universidade federal cometeria suicídio (que doideira) mas isso me fez estudar feito louca e graças a Deus eu estudei muito e consegui passar no curso mais concorrido no meu Estado, passei para direito na Universidade Federal.

    Meu genitor nunca foi presente em minha vida e a única coisa que tive dele foi desprezo, indiferença, tratou-me como se eu fosse um nada, como se eu não existisse e isso é muito ruim.
    Agora respondo a sua pergunta a filha não deveria jamais trocar os 200 mil por um pedido de desculpas ou por um abraço, exatamente por que as desculpas não seria sinceras e o pedido de desculpas falso. Falso como tudo o que esse filho recebeu do pai a vida toda.
    Concordo plenamente com estas indenizações, isso serve de exemplo para que canalhas não saiam por ai colocando filhos no mundo e agindo como se eles não existissem. Deixando que sofram sem amor, sem palavras de força quando precisam sem orientação para os problemas da vida, os pais tem o dever de orientam, educar e dar amor. se não querem ter responsabilidades não tenham filhos.
    Não estou generalizando como o autor fez no texto para defender seu ponto de vista alegando que todos os filhos vão querer processar seus pais por falta de amor, mas há casos que há muito mais, há falta de amor, indiferença, desprezo, a pessoa diz não para você para coisas simples como um abraço, um afago,uma orientação sobre os caminhos da vida, não quer nem saber das suas qualidades ou defeitos (simplesmente te ignora), mas para os outros filhos faz tudo. Isso dói muito e faz a diferença na vida de uma pessoa.

  7. Jan

    -

    01/07/2014 às 0:47

    A cada dia que passa as pessoas ficam mais e mais frias, são tão calculistas que não dão conta do quanto uma rejeição pode prejudicar um ser humano.
    Fui rejeitado desde criança, meu pai nem ao menos me registrou, cresci cobrando o vazio que senti. Eu o vi pela primeira vez quando tinha uns 12 anos, ele casado com mais 2 filhos e como criança inocenente achei o maximo. Enquanto criança nunca encherguei nada. Um dia minha mãe ligou para cobrar dele minha paternidade e pedir para que ele me ajudasse entao me lembro que estava na casa dele e escutei ele perguntando minha mãe se ela tinha certeza que eu era filho dele, sendo assim quando voltei p casa escutei isso por muito tempo dentro da minha cabeça. Minha mãe entrou com processo de paternidade e eramos muito pobres então não tinhamos condições de pagar um exame de dna, se fossemos esperar o estado não saberiamos quanto tempo esperariamos pelo exame. O Juiz determinou que meu pai pagasse ja que era contra e que caso minha mae perdesse teria que pagar com juros o exame. Hj entendi o que ele fez. Eu tinha de 15 psra 16 anos, ele pagou o exame em 12 vezes, quando estava fazendo 17 anos chegou por correspondência o exame. 99,9999 % que eu era filho dele. O Juiz estimulou uma pensão que durou mais um ano. Eu morava em outra cidade e em minhas visitas a ele me lembro perfeitamente dele me deixando na rodoviaria sozinho com o dinheiro da passagem e do lanche. Isso foi por volta dos meus 13 ate 17. Nunca me senti bem vindo e quando acordei pra vida consegui enchergar que realmente eu não era bem vindo. Ele nunca teve assunto comigo e sempre com a expressão fechada.
    Meus redimentos na escola eram mínimos, não conseguia focar em estudos, era rebelde, enfim…
    Com 19 anos tive uma oportunidade de ir para Irlanda trabalhar em um frigorífico e pedi ajuda a ele para comprar a passagem, recebi um d os maiores sermões de minha vida, insisti por varias vezes, e então me lembro das palavras dele perfeitamente: * vou psgar sua passagem mas nunca mais me peça nada, é a última vez que te dou alguma coisa. *
    Fui embora e com tres meses liguei para lhe devolver o dinheiro, ele não quiz receber. Tentei de todas as formas chamar a atenção dele mais ele nunca deu atenção, fui motivo de criticas para ele e a esposa dele que nunca teve simpatia por mim.
    Resumindo, hj tenho 33 anos, meus irmãos por parte dele são bem sucedidos, um formou em engenharia elétrica e o outro esta para formar em administração. Meu pai é um empresário de sucesso, tem uma empresa de terra planagem, ele e a esposa nunca deixaram os filhos deles padecerem em nada, dizem que eles sofreram muit, mais nunca se interessaram no que eu passei. Fui pedir emprego a ele que me questionou de que eu tralharia, como se eu não tivesse competência ou qualificação para trabalhar na empresa dele, disse pra eu pegar meu dinheiro e montar um buteco wue eu sobreviveria, que esta velho e que a empresa é para os meninos dele. Fui e embora em prantos e ate hj não consigo esquecer as palavras dele. Ele disse que nao sabe como eu sobrevivi ate hoje. Entrei com um processo recentemente do qual o advogado pediu uma varredura de todos os bens dele, foram colocados todos em nome da mulher, eles estão preparando a anos para que eu não tenha parte em nada. Parei com o processo porque não aguentei de tanta angústia, estou tentando entender até hj o pq disso tudo. Se eu somar tudo que ele fez por mim em minha vida incluindo a pensão não soma R$10.000,00.
    Fazer teorias ou espor uma opinião desprovida de senso a realidade alheia é facil, estar na pele é bem diferente. 33 anos e ainda sinto um buraco dentro do peito, não tenho a confiança que as pessoas tem umas nas outras, não consigo ter amizades para passear como muitos fazem, minha cabeça é bloqueada, tenho surtos de angústia do nada, no trabalho, sempre me sinto rejeitado, tenho vontade de voltar a ser criança, la pelo menos não sentia isso tão forte, não sabia distinguir uma pessoa boa de uma ruim.
    É isso. :-/

  8. Regiane Nogueira

    -

    14/06/2014 às 10:13

    Adorei tudo isso que Reinaldo Azevedo falou.Ele me deixou num estado de êxtase.Me deixou mais esperançosa por uma aceitação que espero do meu enteado:desculpar seu pai,pois ele(enteado) não soube realmente os fatos.Acho que as pessoas mudam quando a maturidade chega.Repensamos sobre atos e a vida,assim quando se reconhece o erro verdadeiramente acho que perdoar é o melhor a fazer,assim podendo conhecer mais os pais.Nada melhor que perdoar e curtir novos membros da família,irmãs,por exemplo.

  9. vera lucia marvila

    -

    03/06/2014 às 1:37

    Estou desesperada o pai da minha neta está fazendo exatamente isso com ela e a menina está desenvolvendo vários distúrbios emocionais o que devo fazer legalmente para obriga lo a dar afeto a filha por favor me ajude ela só tem 12 anos

  10. Leticia

    -

    27/05/2014 às 15:17

    É fácil falar quando não se passa pela situação. Eu e minhas irmãs fomos abandonas há 6 anos pelo nosso pai. Ele se casou novamente e nem no nosso aniversario ele liga mais. E quando ligamos ele não atende. Isso nos trouxe tanto transtorno psicológico que você nem imagina. Minha irmã quase se matou, entrou em depressão, eu tenho problema para dormir até hoje. E isso pode sim ser enquadrado no dano moral, o que dá direito a indenização. INDENIZAÇÃO DANOS MORAIS – RELAÇÃO PATERNO-FILIAL – 7 PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA – PRINCÍPIO DA AFETIVIDADE. A dor sofrida pelo filho, em virtude do abandono paterno, que o privou do direito à convivência, ao amparo afetivo, moral e psíquico, deve ser indenizável, com fulcro no princípio da dignidade da pessoa humana (Acórdão do Tribunal de Alçada de Minas Gerais – AC nº 408.550-5, de 01.04.2004 7ª Câmara Cível). Uma outra solução seria ajustar na justiça, com o pai, encontros periodicos para começar uma nova convivência.

  11. amanda

    -

    09/05/2014 às 13:30

    Bom dia! Eu gostaria de saber se a avó pode pagar pensão alimentícia para uma neta? Na verdade a história é a seguinte… Eu moro com meus avós paternos desde 8 meses de nascida, acontece que o meu avó morreu quando eu tinha 13 anos, então ficamos só eu e minha vó, sendo que quem recebe o dinheiro da minha avó é minha tia e agora tenho 24 anos e minha avó por motivos de saúde foi morar com ela e eu fiquei aqui na casa dela morando sozinha, eu dependo da minha avó financeiramente e agora mais ainda, pois fui demitida de meu emprego e estou a 1 ano de terminar meu curso na faculdade, a minha tia não tem deixado a minha avó me ajudar nem a fazer as comprar daqui de casa e eu não sei o que faço, pois estou desesperada porque emprego não tá fácil e eu não quero parar meu curso agora que já estou na reta final, me ajudem, não sei o que devo fazer??? aguardo a resposta de vocês.

    atenciosamente,

  12. Anônimo

    -

    07/05/2014 às 10:45

    Senhores(as), bom dia.

    Esse é um caso que merece uma atenção especial por parte da sociedade. Na atualidade observa-se o abandono afetivo, como algo criado. O que como foi colocado por um de nossos amigos, que ´deu a entender que ser PAI ou mesmo MÃE é poder pagar.
    Entretanto, Esquece ele que o ser humano não nasce sabendo e com todos os controles sobre seu desenvolvimento. A necessidade de um apoio moral, afetivos antes de mais nada, deve ser levado em conta para o desenvolvimento de um ser humano bem desenvolvido, inclusive civil e moralmente.
    Gostaria de ressaltar que o ganho dessa senhora precisa ser vista não pelo preço da idenização, até por que o valor estabelecido não paga todo o sofrimento e sentimento de abandono sofrido por ela.

    Parabéns a Justiça Brasileira.

  13. lana

    -

    02/05/2014 às 13:06

    então qual seria a solução?

  14. Cleide

    -

    21/04/2014 às 1:28

    Concordo o pai tem que ser presente, sofro isto na pele pois minha filha foi totalmente abandonada pelo pai, e já era uma criança calada,hoje é bem pior passa aniversário, natal pascoa e outras datas comemorativas e nem um oi. quando do mesmo podia dar uma pensão melhor queria a guarda e me pro sessor, hoje briga na justiça pra dar 130 reais, e fica ai minha opinião… Uma futura adulta com uma história de um pai pode se falar que é órfã de pai vivo neste caso falta mesmo é a presença. Pelo dinheiro … Sem palavras.

  15. Aida

    -

    15/04/2014 às 15:02

    Concordo que o ideal é apoio moral, afetivo. Mas se os inúteis não são capazes de serem pais…amor não se pode cobrar, mas dinheiro pode! Ao menos que se mexa onde mais se importam…suas contas bancárias, pq fazer é fácil! E vamos combinar, que sofrer com grana pra tratamento é bem melhor do q sofrer sem ter nada! Se ajudou a prejudicar, q ajude a tratar!Assim, pode ser q pensem mil vezes antes de jogar vidas por aí!

  16. Ricardo

    -

    10/04/2014 às 21:08

    Concordo com o autor. A maioria das mulheres só recorrem a justiça para receber pensões quando os “ex” possuem condições financeiras razoáveis.Depois que passam a receber o dinheiro deixam o filho por conta de seus pais,avós da criança, e saem para rua de novo atrás de amores. Elas mesmo não se dedicam, não cuidam como sugerem que o pai deveria ter cuidado, mas dinheiro sempre querem mais. O filho somente serve para elas pegarem dinheiro no final do mês. Claro que tem exceções, mas de uma forma geral, é isso!

  17. Adami

    -

    30/03/2014 às 22:00

    Muitas vezes, onde dói mais em um pai ausente é exatamente o bolso! Meu ex nunca procura a filha, hoje com 17 anos, foi somente após 15 anos eu solicitar a pensão que ele começou a perturbar. Tudo pq eu mexi com o bolso dele. Hj minha filha mora com os avós paternos e a pensão vai para minha conta, no segundo mês que ela estava com eles, o pai dela me liga pra me “lembrar” de fazer a transferência para o pai dele. Ele nunca ligou nem pra saber se a filha estava bem enquanto morava comigo! Tem pessoas que merecem sim levar um belo de um processo! E eu estou pensando bem nisso! Detalhe: ele pensa em ter filho com a atual esposa…será que merece?!

  18. Hosana

    -

    21/03/2014 às 17:33

    Minha sogra se separou do marido dela há muitos anos, pq ele bebia e batia nela com mas eles tiveram 2 filhos……e ele nunca mais procurou os filhos mal pagava a pensão ate fome deixou passar, só não dormiram na rua pq amigos da epoca ajudou. Hoje o pai do meu marido esta com 51 anos e esta muito debilitado devido a bebida meu marido hj tem 29 anos e minha cunhada com 26 e só 26 anos depois q lembraram q os dois existe…eles querem sim ajudar mais somente na parte financeira mais a filha dele do segundo casamento quer q minha cunha leve ele pra casa dela….ela tem que levar mesmo ou só ajuda financeira basta….e sem contar q esta filha dele ate na justiça ja entrou pra conseguir pensão pra ele, não estamos recusando ajuda financeira sonão queremos ter q por dentro de nossa casa um homem estranho.

  19. Maria das Dores

    -

    10/02/2014 às 15:51

    Estou passando pela fase mais difícil da minha vida.A esposa de um sobrinho do meu marido faleceu deixou uma criança, comecei a ajudar a cuidar e quando ela tinha 5 meses,ele a deixou de vez na minha casa.Combinamos que ela ficaria a semana comigo e os finais de semana com ele, só que ele nunca pegava ela, durante 10 meses ele só a pegou 1 vez.O tempo foi passando e ela ficando comigo e a mãe que ela conhece sou eu.E no meio de tudo isso a criança tem uma pensão que hoje é o meio de sobrevivência dele.E dia 25/01/2014 ele pegou a criança na minha casa e disse que iria fazer uma viagem com ela de uns 15 dias, deixei ele é o pai.Resultado de tudo é que ele não volta mais, hoje sofro demais e a criança tambem. Será se a justiça me daria algum direito de lutar pelo bem dessa criança?

  20. Anónimo

    -

    10/02/2014 às 12:32

    Acredito que a maioria dos adolescentes que estão nas ruas matando,roubando em fim nas drogas.Um dos pontos principais é o abandono tem filhos com pais e mães dentro de casa mas estão abandonados,o filho muitas vezes espera um conselho um abraço, em fim um gesto de amor e tudo isso pode salvar seu filho de uma grande tragédia. Lucimar 09/02/2014.

  21. Sandra

    -

    04/02/2014 às 15:53

    Aqui em Barra Mansa RJ dizem que e muito dificil ganhar esta acao de abandono efetivo

  22. Tulio

    -

    01/02/2014 às 18:15

    Oportunismo ?
    Vc sabe p que é viver anos sem conhecer seus avós,tios, primos.Vc sabe o que é ter uma irmã e ela nem saber da sua existência ? vc sabe o que é viver mais de 20 anos tendo visto teu pai 3 vezes ( uma delas pra fazer DNA),passei por cirurgias,minha mãe teve câncer, meu vô se foi,minha vó infartou, tudo entre meus 12 e 14 anos e quem eu tinha ao meu lado ? Ninguém
    Vc acha que eu vou entrar na justiça por oportunismo ? Hj tenho 21 anos,estudo direito em uma Federal e mesmo assim lhe falo a dor que vive não passou.

  23. NORMA

    -

    21/01/2014 às 21:12

    Só acho que existe de verdade filhos com grandes traumas na vida justamente causados pelo próprio pai ou mãe, então acho que os verdadeiros causadores de falta de afeto seja punido sim não em indenização mas chamado pela justiça e esclarecer o acontecido pra ver se toma vergonha na cara e seja um pai com mais amor e afeto para não transformar filhos bons em filhos com traumas e mal humorados.

  24. luis Oberti Bernardes

    -

    17/01/2014 às 23:25

    Por que nossa justiça é tão cega,minha mulher que tem a guarda provisória dos meus filhos saiu de casa na segunda feira com a nossa filha para ir ao médico e não voltou até agora sexta só três dias depois ela ligou pra dar noticias alegando ter sido ameaçado por mim se nem quando descobri a traição dela não toquei um dedo nela pelo contrario ela me agrediu fisicamente inclusive o filho de 13 anos.
    Sinto que a lei maria da penha favorece as mulheres e não a justiça,pois uma mulher trai o marido e ainda faz falsas denuncias de ameaça usando inclusive parentes e amigos em suas mentiras em beneficio próprio.
    Sem se preocupar com os sentimentos dos filhos e do pai que sofrem com a distancia.Ai eu pergunto pode uma mãe manter uma filha de 7 anos como prisioneira em uma casa estranha longe do convívio do pai e do irmão de 13 anos que ela tanto amo.
    Eu vejo tantos depoimentos dizendo que os interesse dos pais não podem se sobrepor ao das crianças,então porque a lei continua conivente com as mentiras de algumas mulheres que só levar vantagens do marido.
    Peço que me ajudem,pois eu e meus filhos estamos sofrendo muito com esta separação por conta das mentiras da mãe a policia.Meu nome é luis Oberti Bernardes moro em sapucaia do sul rs e estou fazendo um apelo nunca fiquei tanto tempo longe dos meus filhos.A mãe deles esta mentalmente perturbada e sob influência de pessoas mau intencionadas que só querem tirar a nossa casa pra fazer um centro de macumba.Não tenho nada contra a religião dos outros desde que não prejudiquem os meus filhos.estou sendo castigado com a falta da minha filha que esta numa casa onde ela não pode sair no patio,por favor se alguém pode me ajudar antes que fação algo de ruim á ela até mesmo como sacrifício em magia negra.que esta ficando tão comum nos dias de hoje.ela se encontra na rua parati ao lado direito do n 76 no bairro vargas em sapucaia do sul.só não tirei-a dela por conta de uma medida protetiva que o advogado da minha esposa arranjou com as falsas denuncias de ameaças.sendo que quando descobri que estava sendo traído ela é quem me agrediu a mim e meu filho de 13 anos estou implorando ajuda.minha mulher sofre de depressão é bipolar e é extremamente agressiva,principalmente quando é contrariada

  25. rose

    -

    03/01/2014 às 18:09

    Faz um favor crie uma lei que obriga homens e mulhres que caso venham a ter um filho sem vinculo afetivo ou que nao tenha interesse em forar familia que caso venha nascer uma crianca e obrigacao de ambas partes darem total apoi atencao e carinho ate sua maior idade caso se decupre cabe a eles pagarem uma multa referente a todos os danos.

  26. Francisco

    -

    10/12/2013 às 21:49

    Deixo a vocês o seguinte comentário: Estavamos morando em cidades diferentes, e com o passar do tempo vi a necessidade de estar mais presente na vida do meu filho mesmo ele tendo ainda 1 ano e 5 meses, mesmo assim conversávamos todos os dias pelo skype, eram diversos telefonemas no decorrer do dia para que ele escutasse a minha voz, resolvi por um basta nisto disse para minha ex ou tu vem embora ou nos separamos, ela hesitou em responder então findamos o casamento. Minha Ex simplesmente após o fim do casamento, deixou de colocar meu filho no skype, passou a não querer me atender, tão pouco a passar informações sobre meu filho, começou a fazer viagens fictícias para dificultar que filho e pai se vissem, bom ela me mandou ir a justiça que só assim eu iria conviver com meu filho, eu fui. e a partir dai ela começou inventar mentiras dando ate queixas de que a agredi bem como ameacei sequestrar meu filho. Vejo relatos de mães que sofrem ao ver os filhos sentindo a falta do pai. cheguei a passar 2 meses sem ve-lo por conta destas mentiras dela, mas no dia da audiencia o juiz mandou que ela me entregasse o menino para que pelo menos almoçasse comigo, inacreditáveis 4 horas, pois chorei um monte ao ver o sofrimento de meu filho, a todo instante vinha me abraçar e me dava beijos. Agora fica a pergunta que tipo de mãe é esta que deixa o filho sentir a falta do pai somente pelo prazer de machucar alguem (neste caso eu).

  27. mirela

    -

    05/12/2013 às 7:24

    QUANTO OPORTUNISMO E PIOR A JUSTIÇA VEM COMPACTUANDO COM ISSO!

    PROCURA UM SERVIÇO NINGUÉM MAIS VAI QUERER BASTA PROCESSAR UM PAI QUE DEU ANGU E FEIJÃO DURANTE VINTE E TANTOS ANOS..

    PARA OS QUE CONCORDAM COM ISSO SÃO PETISTAS, COMUNISTAS_ VULGO MINISTRA DO STJ

  28. MAIZ

    -

    24/11/2013 às 20:15

    FALA ASSIM PORQUE NÃO SABE A DOR DE SER REJEITADO PELO PRÓPRIO PAI E OS TRAUMAS QUE A PESSOA CARREGA POR TODA A VIDA. ESSA LEI TEM QUE SER APROVADA SIM

  29. Josiane

    -

    16/11/2013 às 0:10

    Quero uma luz, como defender uma criança de um pai que diz que quer ver, mas nos dias determinados pela justiça mente dizendo que vai trabalhar, só pra não ficar com a criança. Como a justiça não tira o direito de um pai desse. Quero proteger a minha filha desse sofrimento. O que eu posso fazer quanto a isso, nenhum advogado me da esperanças. Se alguem poder me ajudar…

  30. luiza

    -

    29/09/2013 às 10:37

    porque entao se a mae abondona um filho e descriminada, torna-se sem valor por todos. agora. quando um pai abandona um filho ainda sendo gerado na barriga da mae.o filho nasce a mae pede por misiricordia para o pai ve-la .,a criança fica doente mae anuncia ao pai ele nao se importa, diz porque voce nao cuido esta doente,… e nesse tempo o pai está onde nos bares bebendo,com mulhers para nao dizer o tipo de mulheres.o pai esta nas festas eventos nas baladas e a mae enquanto isso esta no hospital sozinha com sua filha nos braços entre a vida e a morte tudo isso passei.esses 200 mil nao e nada perto do que a justiça divina ira fazer cadeia e o minimo por um pai que nao quer saber de um filho. um ser tao fragil indefeso que nao tem culpa de vir ao mundo ,quando minha filha foi gerada foi de comum acordo nao veio por acaso.a minha vontade e de chamar esse ser de animal mas como aqui nao posso dizer palavroes.ainda nos encontaremos nos tribunais e so questao de tempo.ja pedi implorei ,orei, para esse pai ver sua propia filha .quato esse critico ai do texto.certamente nao foi abandonado pelo seu pai.nao sabe o qunato doi isso.acho bom se colocar no lugar dos outros um pouco tomara que seja aprovada o mais rapido possivel essa lei.ja que nao quer dar amor por bem ,terá que dar por mal.sem contar que a justiça divina nao falha .o castigo sobrevirá e biblico e pode tudo passar mas as palavras do criador nao passara.eu confio muito em deus .e na justiça parabens a juiza que condenou esse pai a pagar.

  31. marcia

    -

    15/08/2013 às 10:15

    eu acho que dar indenisaçao nao resolve o pai das minhas filhas nao quer ver elas porque a outra mulher nao deixa eu nao quero dinheiro eu que ele vai pra cadeia e fique sosinho la que nem eledeixa elas aqui so que eu quero

  32. jean

    -

    07/08/2013 às 23:39

    … Filho não é um objeto que se adquire, larga num canto e pronto. É um ser humano que PRECISA de afeição e carinho. Esse cara é um babaca além de ignorante jurídico.

  33. Ariane

    -

    18/07/2013 às 14:17

    E detalhe… a esposa traída deveria pedir indenização para o marido e para o outra (mãe da moça que pediu o reparo), pois ela possivelmente sofreu danos emocionais e os dois que fabricaram a moça em questão sabiam que estavam magoando outras pessoas como adultério.

  34. Ariane

    -

    18/07/2013 às 14:12

    E quando a mulher foi abandonada pelo marido ou cujo marido não lhe dirige a palavra? E a traição? Pelo que eu saiba, não cabe indenização por conta de traição, mas e o prejuízo emocional? Conheço mulheres que entraram em depressão profunda após a traição.Se for possível indenização no caso acima, também será possível em outros casos… Não pode haver dois pesos e dua medidas.

  35. thais

    -

    06/07/2013 às 21:17

    Não tenho nenhum afeto com o meu pai.Ele nunca quis saber de mim,pouco se importa.Minha mãe entrou na justiça para receber pensão,ele pagou por alguns meses e depois parou.Isso já faz 5 anos,em dezembro eu completo 19 anos.Ainda posso receber o dinheiro que ele deixou de pagar?

  36. Alexandra

    -

    20/06/2013 às 7:02

    Nao tenho qualquer relacao com a minha mae , por varios motivos , e acontece que ela quando nos ve na rua; a mim e a minha filha vem sempre falar a minha filha mesmo contra minha vontade , a minha filha entre outros problemas e autista e nao a conhece nem percebe porque e que aquela pessoa lhe fala . Que posso fazer para que isso nao se repita? Obrigada.

  37. Carolina

    -

    04/06/2013 às 11:15

    Cabe corrigir o autor em alguns aspectos, especialmente quanto a esfera civil, a qual não cria crimes, nem sequer os aprecia. Responsabilidade civil é justamente para indenizar danos ocorridos, independentemente de serem lícitos ou ilícitos.
    Creio que falta conhecimento e respaldo jurídico ao autor desta matéria.
    A questão do amor em momento algum foi posta em mérito, e sim o cuidado.
    Infelizmente a nossa realidade protege e enaltece os homens que têm filhos (extraconjugais ou não) deixando-os apenas com a responsabilidade material por uma vida que criaram. À mãe, em contrapartida, cabe dar todo o suporte. Mas claro.. o homem não quis isto. E a mãe poderia ter “tirado” se quisesse. Foi apenas um caso único que “deu” no filho indesejado. Pensão alimentícia não supre as necessidades de um filho. A questão não é o amor, e sim a responsabilidade pela criação. Que é devida a qualquer dos pais.

  38. Ruthi Rocha

    -

    11/05/2013 às 14:03

    Concordo que seja um assunto que tenha que ser muito bem discutido, pois dar preço a determinados tipos de sentimentos é muito complicado. Mas em relação aos direitos dos filhos e as obrigações dos pais, isso está bem claro em nossas leis exclusivamente no ECA.Para mais exclarecimentos: CapítuloII, art.16 V. CapítuloIII, art.19, art.20, art.21, art.22.Esse outro art. faço questão de escreve-lo “Descumprir, dolosa ou culposamente, os deveres inerentes ao “PÁTRIO PODER” ou decorrente de tutela ou quarda, bem assim determinação da autoridade judiciária ou conselho tutelar: Pena – multa de três a vinte salários de referência, aplicando-se o dobro em caso de reincidência” (ECA,Capítulo II-Das infrações administrativas art. 249, 2005.p.56). Bem, vimos que na própria lei existe multa para quem não cumpra seus deveres como genitores,sendo que essa multa fica em poder do Governo aí pode e é justo?

  39. Bia

    -

    03/05/2013 às 17:12

    O que a maioria das pessoas não entende é que não se trata de quantificar o amor e sim atribuir responsabilidades (que deveriam estar no consciente coletivo de todos), fui abandonada aos 3 anos, conheço o senhor meu genitor, porém nunca em toda minha vida, vi zelo, preocupação, nunca recebi um telefone de aniversário ou coisa parecida, é justo que ele viva plenamente e eu não, por incapacidade dele de amar/zelar/cuidar qualquer sentimento nobre e inerente a seres humanos normais?

  40. maria lucia lopes alves

    -

    26/04/2013 às 20:14

    foi muito bom ter lido esta reportagem`pois a minha filha se encontra na mesma situaçao. foi constatada a paternidade eele ate hoje nao deu amiiniima. ha 43anos atras ele era casado eeu tambem era casada .e hoje ele so vive enganando. agora nao engana mais nao obrigado por ter aberto os nossos olhos…….
    viva dr reinaldo azevedo que deus te abencoe

  41. dinarte francelino de moura

    -

    15/02/2013 às 7:48

    Dr. Reinaldo azevedo, Gostaria de parabeniza-lo pela coragem de discutir e comentar um assunto de tao importancia, pois se não tomarmos essa atitude que o Senhor tomou, opnde iremos parar com tantas decisões absurdas existentes em nosso meio jurídico, o idela seria fazer uma corrente em todo pais sobre essa materia e aqui faco uma pergunta e um filho que em toda a sua vida só trouxe problemas para os pais, como fica? ele também vai ser reparado pela dano causado pelo filho?, e essa onda de que filho pode roubar do pai que não da nada e pai que rouba do filho pode responder criminalmente? é muito complicado isso, na minha opinião essa lei tem que ser reformulada urgentimente, pois como vai ser do judiciário brasileiro, acho se essa onde pegar, vai ser uma catastrofe no judiciário brasileiro e se for estendida para outros paises o bicho vai pegar e acobra vai fumar, na minha opinião o amor, o carinho, a dedicação, o respeito e etc, isso nao existe valor o tempo e quem diz, parabens Dr. Reinaldo,Dr. Reinaldo por motivos particulares tive que trancar minha matricu-la no curdo de direito no estado onde moro, em Natal/RN, mas gosto de ler materias de direitos como essa do Sr., que sem dúvuda servirápara mutos advogados em todo o pais, mais uma vez parabens

  42. Fábio de Oliveira

    -

    12/02/2013 às 17:15

    É um absurdo essas decisões,será que os majistrados não têm noção do que estão fazendo ? Será que eles não despertaram para a realidade que estão lidadndo com vidas,e que uma decisão pode arruinar uma vida ou pior várias vidas….
    Não quero ser machista mas quando comecei a ler já adivinhava que era uma decisão de uma juíza(ministra),não que um juíz não faria isso;Mas é intrigante que na maioria de um pedido de uma mulher no tribunal,caso seje uma outra mulher que julgue,difícilmente será improcedente,mesmo nos casos mais absurdos como este ;É como se houvesse uma complicidade,uma defesa prévia,onde sempre o “homem não presta” ,mas a mulher “é sempre um anjo”,sempre vítima do terrível ,cruel e ditador do Homem;
    Parece até piada…..Eu acredito que um dia ainda vamos fazer um órgão sério ,onde serão analizados com muito rigor as decisões dos magistrados,e serão severamente punidos com rigor decisões que não se enquadra na lei,onde decisões como esta e como muitas outras,como por exemplo a juíza que disse em sua decisão,negando a presunção de inocência:
    -Eu sei que devemos observar a presunção de inocência como o stf nos orienta,mas é que neste caso ,se as vítimas dessem prosseguimento ao caso,ele seria condenado(ela estava se referindo a um caso onde um cidadão ter sido impedido de tomar posse em cargo público,por ter um registro policial,em que alguém o acusou de lesão corporal,…Mas essa suposta pessoa não deu prosseguimento,e foi arquivado; ); Agora observem, a suposta vítma não colocou o caso pra frente,e o estado sequer ajuizou provas,nem mesmo um boletim de ocorrência contra o cidadão foi anexado ao processo,não se sabe a veracidade das acusações,nem se houve a agressão e nem se havia de fato um registro,porque não foi incluso nos autos ,o que havia era somente a palavra do estado,acusando sem prova um cidadão;e mesmo assim a juiza,condenou o cidadão sem sequer ter provas e nem mesmo sentença contra o mesmo,e ainda deu uma de “Mãe Dináh ” adivinhou se virasse um processo ele seria condenado,então de ela rasgou a constituição,com a hipótese de “se” virasse um processo,coisa que não houve ,ela ignorou a relidade dando lugar a a uma ilusão..”Se”.

  43. josé s. f. matos

    -

    10/02/2013 às 1:10

    Justiça somente à Deus. “O homem tem dominado homem para sua desgraça”.

  44. Pnunes

    -

    30/01/2013 às 23:02

    Exelências dos tribunais, vocês são a decisão de uma vida,que cada pai pague um preço justo para um filho que foi abandonado,pessoas sem caráter merecem punição, principalmente aqueles que nunca reconheceram se quer com o sobrenome isso é o mínimo que eles podem fazer, porque não tem nada no mundo que pague a necessidade de uma criança quando necessita de uma assistência emocional e financeira , a cada refeição que falta no prato, a cada passo dado a pé pela falta da passagem de õnibus, pelo pela injustiça da criança reconhecida pelo pai ter um maior direito do que aquele seu irmão paterno,pelo descaso de muitas vezes pela falta de uma ajuda financeira,não ter acesso a uma formação de qualidade, pela frustração de um futuro adulto, Meretissímos, punição para esses mau-caráteres já.

  45. Vilma

    -

    28/01/2013 às 21:48

    minha filha abandonou minha neta aqui comigo,quero saber que obrigações ela tem que cumprir.

  46. Leticia

    -

    27/01/2013 às 6:09

    Meu nome é Letícia estou prestes a fazer 14 anos. Bom, quando eu era pequena, eu sempre perguntava pra minha mãe pq que eu não tinha pai, e as outras garotas sim? Ela sempre meio que fujia do assunto, quando eu tinha uns 4, 5 anos (não lembro direito), ela mi contou td, que meu pai havia ido embora quando soube que ela havia engravidado, que ele não queria assumir responsabilidades como pai. Nossa eu achava aquela sensação orrível pra ser sensata eu sentia muita dor, assim eu via um monte de pai indo buscar suas filhas na escola, abraçando elas, beijando, mostrando carinho, eu chorava muito.

  47. Fernando

    -

    26/01/2013 às 17:22

    tenho um filho com uma pessoa,tem 6 anos,sempre cumpri com minhas obrigaçoes tanto monetariamente como afetivo,dou te tudo do melhor a ele,mas com o convivio com parentesco maternal,todos indus ele contra mim,falando mal de minha pessoa,sempre colocando ele contra mim,pois ele mesmo sita,confesso que nao sei mais o que fazer,pois por mais que fico irritado com eles jamais falei mal da mae dele para ele e enm de nenhum da familia dele,pois ao contrario todos me detonam,enclusive quando e o meu dia de ficar com ele , sempre arrumam algo ,para que nao possa esta com ele,como viajem para sitio ou parques bem no dia que tenho que velo,so podendo sim velo quando vao sair para algum lugar e nao possam levalo,pois confesso que nao aguento mais isso , nao vou deixar de pagar a pensão,mais to pensando muito em nao ver mais ele ,e mesmo sabendo dessa lei ,nao vou me importa o valor que for ,pois sei que essa lei que nao verdade nem lei é,e sim mais para aproveitadores,pois dinheiro nenhum no mundo paga o querer ou ter carinho de alguem,sofrendo muito com essa situaçao, e as pessoas julgam sem ter vivido a situação,sei que tem varios pais que nao querem saber mesmo de nada,mas como no meu caso,estou sendo forçado agir assim,pois vejo que nesse mundo que vivemos realmente,o importante nao e o amor,e sim o dinheiro,pois desde de agora neste desabafo,lavei minhas mãos,nao importam o que falam ,vou pensar mais em mim e procurar ganhar bastante dinheiro,,para que um dia for processado ter o dinheiro para pagar o mal que fiz,pois nem juiz nem lei fez eles agir correto e nao quero mais briga quero ter uma vida sem encrencas,pois a situaçao esta me prejudicando demais e se nao sou eu para cuidar disso,concerteza nao havera ninguem,mas com toda minha historía,nao quero passar por certo ou errado,sim ser compredido e respeitado como pessoa.obrigado

  48. Amanda M

    -

    26/01/2013 às 0:48

    Cada um que discorda com a decisão do STJ, deveria se colocar no lugar dessa mulher e de cada pessoa que passa por isso.Tenho 22 anos,e não conheço meu ”pai”,sempre sofri com isso apesar de ter um padrasto que e mais que um pai pra mim,sempre me deu do bom e do melhor,mas sempre fica aquele sentimento em saber como e a pessoa que te fez,conhecer um pouco da sua raíz…
    Natal,aniversario,dia dos pais…sempre em datas comemorativas me lembro dele,na verdade imagino como seria se ele estivesse por perto,pois eu não o conheço,não sei como ele e,nunca ouvi a voz dele….Já tentei contato com ele mas sem sucesso,ele nunca quis falar comigo,se eu disser que hoje tenho o mesmo sentimento que antes estarei mentindo,antes era um sentimento puro e sincero com quem ao menos fez questão de me conhecer,hoje meu sentimento por ele e exclusivamente FINANCEIRO, isso mesmo FINANCEIROOOO…Há pessoas que irão me julgar,mas antes se coloquem no meu lugar,como vc se sentiria se fosse rejeitada pelo poprio pai?se vc tivesse mais 2 irmãos que o seu ”pai” desse todo carinho e atenção pra eles e pra vc nada,nem ao menos quis te conhecer? E muito triste,só quem passa que sabe como é…. O comentario da Alecxandra disse tudo o que senti em toda a minha vida!

  49. Liliane Del Neri

    -

    24/01/2013 às 23:43

    Essa idenização não é para compensar a falta de amor ou atenção desse pai, mas sim uma chamada de consciência, porque existe muitos pais e até mesmo mães que colocam filhos na mundo que não dão o minímo para a criança, tem alguns que pagam a escola e acha que isso é o suficiente. Eu mesma estou passando por este problema, a mãe sai para trabalhar e estudar quando chega e nem pergunta dá menina e nem para a menina, se está tudo bem, chega final de semana ela se deita no sofá e fica dormindo o dia inteirinho, só sai para comer e olhe lá, àsvezes só sai para ir dormir na cama. E quanto ao pai, argüenta que trabalha longe, fica sem ver a crianças por muito tempo, e quando digo a eles, que são muito ausentes, argumentam que não. Eu arrumei um emprego e nem posso ir porque eles não tem a responsabilidade com nada, e cada vez que me dirijo a eles, que precisam mudar essa atitude, minha filha me xinga muito e o rapaz some por mais tempo ainda. E tem mais ele sai de férias e não vem vizitar a garota e a minha filha pega férias na época que a criança está na escolinha. Agora me diga esse tipo de pais merencem o que? Uma indenização é pouco porque esse desprezo mexe com a criança gerando revolta, falta de autoestima e muito, muito mais. Liliane Del Neri

  50. VERÔNICA TRINDADE VIANA

    -

    24/01/2013 às 2:43

    ACHO JUSTO, CERTO E COERENTE ESTA DESCISÃO DA 3º TURMA DO STJ, CERTOS TIPOS DE PESSOAS NÃO NASCERAM PARA SER PAI E AS VEZES NEM MÃE. SE QUEREM FAZER SEXO, QUE SE PREVINAM PARA QUE NÃO HAJA UMA GRAVIDEZ INDESEJADA, MAIS SE OUVER ELES TEM QUE ENTENDER QUE A CRIANÇA NÃO TEM CULPA NENHUMA E SÓ POR TER SIDO FRUTO DE UM BREVE RELACIONAMENTO (AS VEZES APENAS DE UMA NOITE) NÃO DEVEM SER IGNORADAS OU RENEGADAS, DEPOIS DE NASCIDAS, TENDO QUE A JUSTIÇA OBRIGAR A ESSE PAI OU ESSA MÃE DAR UMA PENSÃO ALIMENTICIA. TEM QUE LEMBRAR QUE NAS VEIAS DAQUELE INDIVIDUO CORRE SEU SANGUE E ELE NÃO PEDIU POR ISSO. SÓ QUE MESMO ASSIM AS VEZES, NÃO CONSEGUEM TER SENTIMENTOS E COM ISSO ACHAM QUE NÃO TEM RESPONSABILIDADE COM AQUELE INDIVIDUO QUE ELES PRÓPRIOS PUSERAM NO MUNDO, AI SÓ MESMO FAZENDO DOER NA CARTEIRA, PARA QUE ESTA PESSOAS SOFRAM POR TODO ESTE ABANDONO, JÁ QUE ESTA CRIANÇA JÁ SOFREU BASTANTE E CARREGARÁ ESTA DOR POR TODA SUA VIDA.

  51. LUCIA SOUSA

    -

    20/01/2013 às 13:41

    Respondendo: Por que é ele, necessariamente, o vilão da história? _Porque ele é quem se torna omisso na vida dessas crianças que estão em formação, que qualquer informação mau transmitida a elas poderá causar malefícios durante sua infância e sua vida adulta; porque ele é quem se vinga da mulher ignorando os filhos e os maltratando. Porque eles têm que saber que existe ex-mulher, ex-marido, mas não existe ex-filho. Porque abandonar, ignorar ou tratar um filho com indiferenças, o responsabiliza sim, pela a dor, pela a falta, pela a ausência de respostas que essas crianças tem ao londo de suas vidas.
    Tenho quarenta anos e não tive o amor de pai nem a presença dele, pois o mesmo abandonou a minha quando eu tinha ainda três meses de vida, até os meus onze anos sofri todas as perguntas possíveis, interiores e exteriores, não encontrava respostas e nem me davam essas respostas, digo respostas plausíveis que me convencesse, porém, quando nos chegou a informação que ele havia sido assassinado, vi que não era mais necessário me preocupar em achar respostas. Achei ser a melhor resposta que uma mãe pode dar ao seu filho quando ele não tem essa presença pai, que seria pior se ele convivesse conosco e nos maltratasse por conta das indiferenças existentes entre ele e minha mãe.
    Hoje a minha história se repete com o meu filho, mas sinto ser bem mais dolorosa que antes, pois o pai dele fez questão de vir morar a cinco quarteirões da nossa casa, deixando-o sempre na esperança de vê-lo, coisa que nem sempre acontece.

  52. sam

    -

    18/01/2013 às 11:58

    Olha eu comecei a ler os seus argumentos sobre o dinheiro não paga a falta de amor e não tira a dor de uma pessoa por ser abandonada afetivamente. Realmente não paga. Eu cresci com meu pai me ignorando. Desde os 5 anos de idade fazendo jogos psicológicos para atingir minha mãe pelo fracasso do casamento. Não tive nenhuma referência de pai mesmo tendo o nome dele na minha certidão de nascimento é realmente uma dor muito grande. É como se faltasse um pedaço. O Pai passava em frente ao meu prédio onde morávamos de carro bem devagar eu e meu irmão gritávamos o nome dele e ele fingia que não via…Uma tortura tão grande!Até hoje choro por isso e por inúmeras outras situações onde ele nos ignorou e ele até hoje nos trata com uma indiferença muito grande. E em inúmeras situações ficamos desamparados. Minha mãe sempre foi uma guerreira e sempre lutou pela gente. Atentei várias vezes contra a minha vida..me tornei uma adulta insegura…Eu realmente acredito que o dinheiro não tira essa dor por completo, mas com certeza lavou a alma dela. E ela pode expor toda a dor e todo sofrimento a que ela foi submetida. No meu caso foram várias torturas psicológicas e uma psicóloga chegou a chamar meu pai para conversar com ela e ele não apareceu. Literalmente ela falou para a mãe que eu corria o risco de desenvolver uma patologia psiquiátrica. Eu gaguejava com 5 anos de idade tamanho o stress que eu tinha sido submetida com as palhaçadas dele. Não sei se isso pode ser caracterizar como abandono ou tortura psicológica os bacharéis em direito sabem melhor…É um trauma que criou raízes na minha personalidade por mais que eu nem lembre direito das situações as consequências se refletem no meu comportamento as vezes emotivo demais fraco demais…baixa auto estima…isso deveria sim ser crime…

  53. Alecxandra

    -

    15/01/2013 às 22:06

    Realmente afeto e amor não tem preço, e o buraco que essa falta nos deixa muito menos, assim como as indenizações por morte(acidente de carro, construções mal feitas, e tantas outras dignas de indenização) não devolve vidas!! Tenho 36 anos e sofri até os 26 anos por não conhecer e não ter o nome do meu pai. Lembro do pavor que eu tinha dos trabalhos da escola em que eu tinha escrever e ainda apresentar para a turma a origem da minha família, minha árvore genealógica ou arrumar uma desculpa para não participar do dia dos “Pais”.
    Depois de adulta o trauma foi preencher fichas de emprego, de crediário ou qualquer outra em que precisava ser escrita a filiação! Lembro que as pessoas, ao ler a ficha, me alertavam: “faltou o nome do pai”… e eu, morta de vergonha, engasgava e falava baixinho “não tenho”, daí todos olhavam em minha direção, até hoje não sei se com pena ou com desprezo. Então aos 25 anos entrei na justiça após ter procurado meu pai várias vezes e ter ouvido secamente: “procure seus direitos”!! Após o DNA (positivo) foi feita a retificação da minha certidão de nascimento e meus problemas foram todos resolvidos, certo?? Errado, meu pai, presidente de uma multinacional, nunca me recebeu, não conhece seus 2 netos, e na última vez que tentei falar com ele por que seus netos queriam conhecê-lo, fui barrada na porta da sua empresa… enfim continuo não sabendo minha origem, quem é minha família, e pior, meus filhos também estão sendo obrigados a carregar essa herança maldita: a de ser rejeitado, renegado, de simplesmente não existir para o meu lado paterno!!! Daí eu pergunto: DIREITO CRIATIVO?? Que nome fantástico para quem certamente nasceu numa família completa, que mesmo com todos os problemas de qualquer família, é uma família…

  54. miriane

    -

    13/01/2013 às 12:24

    Minha filha fez 12 anos, e já foram feitos 2DNA… sendo que foi pedido pelo pai,os 2 com resultados positivos, sendo que eu nunca tive duvidas nenhuma da paternidade… a mais ou menos 1 ano e meio o juiz sentenciou o caso e pediu a correção no resgistro de nascimento dela, mas ate hoje o pai ainda nao me entregou o registro. No dia da audiencia o advogado dele se manifestou reclamando que eu nao o deixava ver a criança, sendo que eu nunca proibi, mas dai eu disse ao juiz q as visitas só nao aconteciam pq ele nunca a procurou, e disse tbm que a partir daquele dia eu estava dando carta branca pra ele visitar quando quizesse e sentisse vontade… Pois bem, passou uns 2 meses e ele veio me pedir para viajar com ela nas ferias junto com a familia dele, e eu claro deixei que ele a levasse. Só que era a primeira vez que ela ficava na companhia dele, e era tudo muito novo pra ela, eles viajaram para niteroi, cabo-frio e búzios. Dai, depois q eles voltaram o tempo foi passando e nada dele me entregar a certidão de nascimento, e eu sempre ligava pra ele perguntando sobre o q tinha acontecido?? e ele sempre arrumava uma desculpa, dizia q tinha perdido a cópia da sentença do juiz, que nao encontrava o advogado dele pra pegar a segunda via, só mentiras encima de mentiras, ate que um dia eu liguei novamente e ele veio novamente com as desculpas dele, e começou a menosprezar a própria filha, dizendo que tinha a levado para viajar, e que ela quase nunca saia do quarto pra se reunir com a familia na sala, dai eu falei pra ele, que tudo aquilo tava sendo muito novo pra ela, que era pra ele ter carinho e paciencia, pois somos de familia pobre, e ele tinha a levado para um “outro mundo”, que era como se ela estivesse nascendo dnovo, falei pra ele q ela era muito timida e que ele tinha q ter paciencia com ela, conquista-la, dar amor e carinho… foi quando ele virou e falou bem assim: menina boba! eu a levei pra buzios e ela estava sempre triste nunca conversava, nunca participava das reunioes de familia na sala, ficava só no quarto! Foi quando eu percebi o que ele tinha feito com a minha filha, e disse mais uma vez a ele que ela devia estar com vergonha, pois as crianças q lá estavam eram crianças de nivéis sociais diferentes do dela, que pra ela era tudo muito novo.. o Primeiro Dna foi feito quando ela tinha 4 anos e antes disso ele nunca tinha me ajudado em nada, sendo q este primeiro dna foi feito particular e pago pela mãe dele, quando saiu o resultado a mãe dele me propos me dar uma ajuda em dinheiro pra me ajudar com as despesas dela, dai eu falei pra ela que o que eu queria mesmo era o registro de nascimento, ela espantada me pediu pra nao entrar na justiça q ela ia resolver tudo, já se passaram 8 anos e o registro dela ainda nao saiu, mesmo depois da audiencia com o juiz, ate agora nada! Minha filha chora pelos cantos, e sempre reclama pelo pai q nao a procura, que sente saudades dele, e ele nada! Vou entrar novamente na justiça e reclamar todos os direitos dela. Por conta dessa maldade dele, ela já perdeu de ano na escola 2 vezes e eu como mãe nao aguento mais ver minha filha sofrer. Quando eu engravidei tinha apenas 17 anos e meus estudo nao tinha sido concluidos, por conta da maternidade parei d estudar, nao tenho uma profissão hoje pq optei por cuidar de minha filha,nunca a abandonei! Ela é uma criança muito dependente, precisa de acompanhamento de pscicólogo tudo por conta da indiferença do pai com ela. Quero e vou lutar pelos direitos dela e se Deus quizer vou conseguir!

  55. Heloísa Cerrado

    -

    12/01/2013 às 23:21

    Como se obriga alguém legalmente a amar e se dedicar emocionalmente ao outro? Se esta posição é válida para filhos, deveria ser válida para os pais abandonados nos asilos também, ou aos cônjuges que são traídos, ou quem sabe aos doentes que precisam de carinho e apoio psicológico nas filas dos hospitais públicos. Afinal, quem indenizará cada ser humano que sentir-se desprezado emocionalmente ?

  56. nubia mota

    -

    27/12/2012 às 20:05

    Esta aprovadíssima , ao meu ver a nova lei de processar ou condenar o individuo que se diz pai, por nao dar assistencia emocional ao filho. E deve ser punido na forma da lei, conforme o padrao de cada um,p que com a nova lei nao venhamos a nos deparar c filhos rebeldes, drogados ou ate marginalizados por falta de carinho e atencao. Que sociedade teríamos com esse procedimento dos filhos , abandonados ou rejeitos pelos seus genitores???? Vcs imaginam o estrago que um pai, ou mae pode causar ao se esquivar de dar carinho, amor e dedicacao a um filho??? Eu estou vivenciando esse *CRUEL* momento c um filho de 06 anos. Eu nao quero um filho problemático, rebelde ou revoltado por conta de um pai irresponsável. A lei é digna de troféu e PARABÉNS a Juiza responsavel.

  57. Fernanda Machado

    -

    27/12/2012 às 11:10

    A respeito desse assunto tenho uma posição bem certa de que exigir amor é impossivel, porém a responsabilidade é de suma importancia, porém a penalidade deve ser observada sendo que se o pai não for penalizado assim continuará sem ao menos sentir nenhum tipo de responsabilidade. Vou a um exemplo prático, um pai esteve com seu filho desde a concepção até seus dois anos, ele muito apegado e com suas obrigações plenas de um papai amoroso e cuidadoso, um belo dia ele vai embora e some por uns tempos achando que isso nada implicará no desenvolvimento da criança. Fato equivocado sendo que o menos sofre a ausencia, chora tem febre tudo pela falta do abrupta do referido pai. Na minha opiniao ele deve sim ser penalizado porque o sofrimento é muito triste e causa marcas na personalidade do menor. Tenho certeza que se deve ter obrigaçoes afetivas para com o menor. acho extremamente importante ele ter uma pena por tal merito, porque a responsabilidade nao se estende apenas no julgo financeiro. Obrigada

  58. Luciana

    -

    26/12/2012 às 2:58

    Não tem como exigir o amor, mas é dever exigir a responsabilidade. Segundo o ECA(Estatuto da Criança) É dever dos pais zelar e acompanhar, com responsabilidade a educação dos filhos… (Em nenhum lugar diz que a responsabilidade é somente da mãe) Então pq não se pode cobrar?! Se fosse visto de forma mais rigorosa a irresponsabilidade não seria tanta! Já é tão difícil o mundo hj em dia, onde a mulher se desdobra pra ser mãe, dona de casa e ainda trabalhar fora para garantir o sustento, como dar uma educação de qualidade, como acompanhar, segundo exige as leis, sem dividir essa responsabilidade com alguém?! É um tanto contraditório… Não acho nada injusto que ele tenha que pagar algo que faltou em algum lugar da vida dessa filha… Não substitui o amor mas pode reparar os danos causados pela falta dele… O bom seria que as leis fossem mais rigorosas afim de que não chegasse a esse ponto.

  59. Luciana

    -

    26/12/2012 às 2:08

    E por acaso “abraço” paga analista? Pedido de desculpa “cura” tudo o que ela passou?! Acho que só quem passa por uma situação dessas está apto a falar sobre…

  60. Roberto

    -

    24/12/2012 às 10:26

    “Estamos nos tornando um país de fanáticos do sentimentalismo, de pervertidos da reclamação e de ditadores da reparação”: perfeito Reinaldo, disse tudo o que eu também penso. Isto tudo é fruto do “Estado babá” que está se tornando o Brasil. Grande parte dos juristas brasileiros estão determinando penalidades sobre coisas subjetivas, que não estão previstas em lei, o que os fazem ter grande potencial de cometer injustiças.

  61. albertina Silva

    -

    15/12/2012 às 23:49

    Boa noite!
    Ao ler este artigo, me comovi muito, pois em nosso pais ainda temos que dizer que as leis muitas das vezes se aplica em partes, outras fica apenas no papel. Pois ainda temos muios filhos sofrendo a falta de um pai, a falta do carinho do pai, a presença marcante do seu pai. E por ai vai. Parabenizo este autor que esccreveu este artigo pois se todas as autoridades visse o quento doi um filho incompleto em situação familiar, basta se por no lugar da vítima. para ver o quanto doi. Que nossas leis sejam mais rígidas e bem aplicadas. Obrbriga. Albertina Silva Gestora de RH. Aracati-Ce.

  62. Luana Anunciação

    -

    13/12/2012 às 19:53

    Minha tia foi casada a muito anos o pai do meu primo de 11 anos registrou ele so que nunca deu nada,agora depois de 11 anos ele ta pedindo o exame de dna…
    Pra naum pagar pensão!
    So que meu primo naum quer fazer o exame!!!
    E naum quer nada do pai…
    Minha tia vai ser obrigada a fazer o exame….?

  63. SUSELEI

    -

    13/12/2012 às 11:50

    O MENINO TINHA 7 ANOS QUANDO NOS SEPARAMOS,NUNCA ELE DEU 1 LITRO DE LEITE PRO FILHO.TRABALHA FEITO LOUCA PRA DAR O QUE COMER E ELE BEBENDO EM BARES SEM PENSAR NO FILHO EM UM CARINHO OU MESMO NA PENSÃO,SÓ NÃO FUI ATRAS DA PENSÃO PQ MEU FILHO CHORAVA QUANDO EU DIZIA QUE IA NA JUSTIÇA EU FICAVA COM DÓ DELE E NÃO IA.EU COMO SOU TONTA ELE NÃO TINHA ONDE MORAR DEIXEI QUE FICASSE EM UM QUARTINHO NO FUNDO ONDE EU MORAVA, ISSO SERIA POR 20 DIAS ACABOU FICANDO UM ANO E MANDEI QUE SAISSE, POIS NUNCA PAGAVA UMA ÁGUA OU ALGUMA COISA,ILUDIU O MENINO DESDE DE PEQUENO COM UMA HERANÇA QUE IA RECEBER E HJ NADA DA PRA ELE.SOU CARDIACA,APOSENTEI,ELE NEM SEQUER TROCOU O NOME DO FILHO , SÓ O DELE.ISSO PRA MIM NÃO É PAI E SIM MONSTRO.ATÉ OS ANIMAIS CUIDAM DOS SEUS FILHOTES E UM SER HUMANO NÃO TEM CAPACIDADE,[ DIGO EM RELAÇÃO HÁ MEU CASO]FUI LESADA NESSA HISTORIA,E ELE TB.SEJA OBJETIVO,TENHO RAZÃO EM RECLAMAR ALGO NA JUSTIÇA?

  64. mariangela

    -

    05/12/2012 às 14:18

    AMOR É UMA DADIVA DE DEUS,SE CONQUISTA, NÃO SE EXIGE, NEM SE OBRIGA….É O AMOR VERDADEIRO.

  65. Aida

    -

    02/12/2012 às 2:19

    Olá! Sou separada há 12 anos, meu ex nunca levou os filhos pra sua casa e esconde tudo deles. Sempre ficou convivendo dentro da minha casa e como eu o amava ainda, mantivemos relações sexuais por 10 anos após a separação. Eu sempre cobrava a situação, pq não queria ficar sendo amante de ex, e achava a situação cômoda, pq ele não tinha compromisso com os filhos, e aparecia um tempinho aos sábados e tinha amorzinho da ex ainda. Até que descobri que ele mantinha relações com outras mulheres e não quis mais saber. Eu tenho transtorno afetivo bipolar, essa dor dupla por separação sempre fez mal pra meu tratamento, e aos filhos, consequentemente, ele sabe desta patologia e mesmo assim aproveitou-se de sentimentos, torturando com sua presença constante, foi cruel não deixar eu me desligar dele por tanto tempo. Nunca saia de mãos dadas ou passava noites, só me enrolava qdo eu perguntava o q ele sentia e o q queria…fazia sexo e ia embora…eu sofri muito. O casamento já havia acabado por uma traição, quando eu estava grávida da minha filha, hoje com 12 anos, e tenho outro, hoje com 13. Ele saiu de casa deixando um de 5 anos, um de 1 ano e 8 meses e uma de 5 meses….ficamos sem luz, passamos fome….foi muito difícil…as doenças foram desencadeando em todos nós…teve outras chances e errou de novo?!Ainda qdo n quis mais ser só amante, ele parou de ver os filhos, depois via de vez em qdo na minha casa ou nos shoppings, mas se eu digo que tem q assumir de 15 em 15 dias na casa dele, ele diz que estou dificultando as coisas e desaparece de novo. A gente paga aluguel, ele tem renda boa, mora bem, tem carros, e dá tudo pra atual mulher e não pode nem sequer levar os filhos lá e ajudar em tratamentos que eles precisam com psicólogos (dois depressivos diagnosticados). O meu mais velho tem 17 anos e operou-se recentemente da fimose e canal e ele nem apareceu. Sou professora estadual, ganho pouco, e pedi empréstimo pra anestesia,porque ele alegou não ter dinheiro. Ele tem várias rendas! Além de ser meu convênio que paga cirurgia, eu que dou remédios, curativos. Ele dá boa pensão, mas usa tudo o que paga para coações e ameaças. Tudo q dá cobra e usa pra negar visitar e se eu cobro ameaça cortar isso ou aquilo. É injusto termos passado tantas coisas….e hoje os filhos não desfrutam nem de sua companhia e nem de seu conforto. Psicólogos, psicopedagoga, psiquiatras…tudo é tão difícil! Não posso obrigar ele a levar os filhos lá….estou revoltada e eles também….meu mais velho que mais sofre com ausência. minha menina já tentou suicídio e não rende na escola. O do meio é pró-ativo mas vai acabar precisando de ajuda também.Estou em tratamento, ainda tenho crises….as vezes tenho ódio dele…outras entro em depressão. Ele poderia ser mais presente na vida dos filhos, ajudar a estabilizar já q eu tenho esse distúrbio, os amos e batalho por eles há 12 anos sozinha…a carga está pesada….minha filha está muito revoltada e n consigo mais sozinha! Sou professora estadual e estou afastada com laudo psiquiátrico pq não dou conta mais das atividades….sou sozinha com eles. Tive um bebê de um namorado….eles amam a maninha…houve um erro médico….esse namorado n assumiu e aguardo DNA…ele nem quer ver a criança. Amor não se cobra e estou cansada de lutar…cabe aqui abandono socioafetivo? Como procedo? Procuro Foro? Advogado? O que ele fez sabendo da minha patologia, e tendo convivido dentro da casa dos filhos, tendo a mãe somente pra sexo, criando em mim e neles expectativas de reconciliação, qdo ele nem cogitava isso….agravando os sintomas da minha doença cada vez que me procurava e me deixava, até estar numa nova relação e hoje nem falar com nenhum de nós…provocando revolta dos filhos….isso é dano moral? por favor….estou tão perdida e procuro por justiça! Meus filhos sempre sofreram as consequências de tudo isso…e eu sozinha não tenho mais forças.

  66. Cleber

    -

    30/11/2012 às 12:16

    Quanto ao resto não me pronunciarei, só deixo uma observação! Assim como não se pode cobrar o amor, não se DEVE brincar com fazer criancinhas! Pense nisso tambêm.

  67. Trapo de ser humani

    -

    18/11/2012 às 13:31

    Quanto custa 35 anos de dedicação parceria e respeito?
    Respondam-me só os que sofrem isso na carne.Vivo sozinha no mundo,sem 1 parente sequer e com medo de pedir ajuda a amigos, afinal o ser humano é bem estranho… só faz o bem por conveniência.Não vejo o amor incondicional imperar,ainda não vi.Existe?

  68. Trapo de ser humani

    -

    18/11/2012 às 13:25

    Poderá uma mulher exigir indenização do marido por abandono afetivo? Depois de 35 anos de casada, me vejo só,sem nenhum parente mesmo,com 62 anos,deficiente física,fico pensando… :- Meu Deus, como um homem que vivia e viveu maravilhas num casamento se torna meu inimigo? Do nada ele arrumou uma “biscate” foi embora, não me liga,não me atende, o judiciário resolve isso ou só Deus? Resolvi brigar, pra sobreviver,lutar,me socorrer sozinha. choro, mas não tenho ninguém fui criada em orfanato,não sei quem sou, mas Deus saberá para onde vou.Porque ministros e juízes no Brasil me jogariam num asilo.Como existem pessoas más,não é?Mas todas nossas escolhas é conosco mesmo,dizem que Deus está cansado, se eu perguntasse ao meu “cachorros” sei que o bravo diria manda fazer picadinho da Yoki,ponha na mala e jogue longe,mas prefiro me fazer melhor.Vivo,só com medo de “gente” , o amanhã espero que seja melhor.

  69. nivaldo dantas de carvalho

    -

    17/11/2012 às 19:33

    Com todo o respeito a pedagoga do comentário 419, digo como pai e advogado, que é brilhante a manifestação sobre abandono afetivo em comento, eis que, a justificativa exposta pela pedagoga apoiando a meu ver a absurda decisão do judiciário, efetivamente demonstra o grau de conhecimento da sociedade que hoje em dia pensa que tudo deve ser decidido pelo judiciário, quando na verdade a sociedade esta dando corda para se enforcar, posto que, pior do que uma ditadura militar é a ditadura do poder judiciário. Imaginem ficarmos a mercê do incerto, do bom ou mal senso de algum juiz ou dos juízes, sermos julgados sem a existência de uma lei, pura e simplesmente porque o pensamento,a avaliação, o querer,o achar , enfim a “criação” deles, irão ditar a sua vida e como voce deverá agir até no aspecto sentimental e amoroso. Cuidado com o que apoiem.

  70. simone pedagoga

    -

    13/11/2012 às 12:51

    com todo respeito ao senhor que pronunciou,o senhor entende de lei mas não entende de infancia e os processos que o ser humano,”a criança”,busca para se desenvolver.É claro que vocês não entendem sobre pedagogia né,para que a educação?educação infantil é somente brincar e cantar!
    No meu cotiano em sala de aula percebo todas as mudanças negativas que vão influenciando a formação da identidade da criança.Infelizmente,quase sempre seus históricos são de abandono por parte dos pais ou mães,mortes prematuras dos mesmos,prisões criminalidades,descuidos etc.O que o senhor queria?Que obrigassem o pai a ficar o resto da vida dela compensando com amor?Pelo menos a decisão judicial servirá de exemplo pra muitos pensarem antes de colocar filho no mundo e abandonar.”Faça Pedagogia é o melhor curso universitário pois fala de valores humanos”!

  71. Lucimar

    -

    11/11/2012 às 14:46

    Antes de mais nada, esclareço que sou casada há 30 anos, meu marido adora meus filhos e sempre tive o amor do meu pai e não trocaria por dinheiro nenhum.
    Não concordo com a matéria, conheço vários casos de filhos que não tiveram a presença do pai, os traumas gerados pela carência paterna que nenhum dinheiro é capaz de compensar. Acredito que o filho quando busca o dano moral na Justiça pelo abandono, na verdade, ele quer dizer para o pai: “-Eu existo, sou parte de você, eu quero despertar algum sentimento em você, mesmo que seja a raiva, pai, tudo, menos a indiferença.” Certamente, este filho trocaria qualquer indenização por um abraço sincero, um pedido de desculpas e a certeza de que dali para a frente, o pai iria se importar com ele. Agora, como o exemplo citado, “trocaria o dinheiro por um abraço?” Isso já é duvidar da inteligência de qualquer um.
    Também é muito machismo culpar somente a mulher porque ela se envolveu com um homem casado. Na minha opinião, quem está errado é o homem porque ele sim estava traindo a mulher e se não fosse com uma, seria com outra. E no caso de gerar um filho a culpa é dos dois porque existem várias maneiras tanto para o homem, quanto para a mulher, de se evitar uma gravidez. Mas se não pensaram nisto antes, então, assumam as responsabilidades.
    A juíza está certíssima em sua decisão e com isto muitos outros pais (homens e mulheres) pensarão daqui para a frente antes de sair por aí colocando crianças no mundo sem um mínimo de responsabilidade.

  72. maria

    -

    11/11/2012 às 11:57

    acho um absurdo criticarem poque os pais muitas vezes aleinam seus bens e não estão nem ai com seus filhos , acham que apartir do momento que ele inici uma nova vida com outra familia ele nao tem mais obrigação com seus filhos , abandono de afetivo é uma coisa que surge de novo , claro que um pai que deixa de ver seu filho tem que ser punido sim pela justica , a criança tem direito de partilhar o amor ,,,,e nao o abandono.

  73. Cesar

    -

    10/11/2012 às 20:31

    Há serviços públicos e desserviços públicos. Imaginem os contribuintes, e aí incluem-se os servidores do judiciário, os magistrados entulhados de processos até o pescoço se todas as pessoas que se sentem mal amadas resolverem buscar na administração pública judiciária reparação pecuniária por ausência de afeto. Às vezes e no final de um sonho encantador penso que estou em outro mundo, mas quando acordo deste sonho, vejo que estou no Brasil.

  74. valerio

    -

    08/11/2012 às 13:47

    Ora senhores, afinal nos colocar- mos no lugar do outro é a melhor maneira para tirar-mos conclusões, ao invés de nos desdobra-mos em falácias sem fundamento algum, todos sabemos que litígios de cunho familiar, são singulares, repletos de efemeridades. O Direito surge apartir dos acontecimentos, e nada mais justo que apartir desse caso concreto surja uma nova decisão. Percebam que a parte Ré já mantinha um relacionamento de 8 anos com a mãe da reclamante, e a abandonou grávida da filha que hoje é uma mulher madura, se bem sucedeu constituiu familia e tudo. Não somos obrigados a conceber os filhos, mas se os concebemos, temos que ser responsaveis por eles. Aos pais existe a opção conceber ou não um filho, e aos filhos não existe nenhuma opção ele simplesmente nasce, frutos de amor ou não. Então nos eximimos da responsabilidade de cuidar do filho. Responsabilidade que muitas vezes nos da prazer em exercê-la. Inclusive tem pais que buscam o judiciário para exercer o direito da responsabilidade de cuidar. Não somos obrigados a amar ninguém e nem haveríamos de ser. Agora como podemos conceber que um pai não ame seu filho? Não foi esse filho concebido por ele? Não somos responsaveis pelos nosso atos? Ora senhoras essa filha foi rejeitada ainda no ventre da mãe. Afinal os filhos têem culpa do relacionamento se desfazer, do interesse sexual do pai pela mae acabar. Senhores a reclamante esperou trinta e oito anos pelo abraço, pela atenção, pelo telefonema do pai, e agora ela recebe 200.000,00 do pai que é abastado e que teve outros filhos num casamento que só aconteceu depois dele ter abandonado sua mãe. Ela acompanhou que seus irmãos que assistem dos mesmos direitos constitucionais que ela, viviam em situação de privilêgio com o pai, tendo tudo; inclusive o acompanhamento do pai. Realmente não há como obrigar alguém a nos amar. Mas há como obrigar a alguém que deixe de nos amar? Ou seja, obrigue a um filho bastardo ou não , desejado ou não, que não ame seu pai sua mãe. Ou a uma mãe que não ame seu filho. Como realmente é subjetivo litígio que envolva afeto! Afinal ele a reconheceu por via judicial, pagou pensão por via judicial, e em sua defesa alegou que não se aproximou da filha porque a mulher era agressiva, alegou alienação! ele nunca procurou o judiciário para pleitear o direito de ver a filha. Em sua defesa disse que a mulher foi no seu casmento e fez um barraco. Meus amigos ela foi abandonada gravida pelo homem que estava se casando com outra mulher. Isso foi ou n ão foi uma violência doméstica? e agora trinta e tantos anos depois que o ricasso perde duzentinho porque colocou mais um filho no mundo e não cuidou vamos acha-lo um coitadinho. Senhores ele poderia ter acabado com esse litégio a trinta anos atrás não o fez. E no mais a ação é de dano moral que so cabe pena por multa pecuniária ai dele se fosse um dano na mesma oproporção!

  75. Nadja

    -

    08/11/2012 às 0:50

    Pois é Irlan, é isso que eu falei. Vocês não querem afeto, querem dinheiro, mas pergunte pra sua mãe se ela perguntou se ele queria ser pai?

  76. Nadja

    -

    08/11/2012 às 0:40

    Concordo plenamente, onde fica a responsabilidade da mãe de se relacionar como um homem casado? Afeto não se compra, mas se toda dor for indenizada, para de doer e ela esquece tudo. Como sentir afeto poe quem não amamos? Isso é pura vingança, quem sabe se não é também inveja dos irmãos? Onde fica o direito da esposa de não querer ver a encarnação da humilhação de ter sido traída, se fosse a mãe dela, será que ela gostaria de ter junto de seus filhos o fruto do adultério passeando pela sua casa. Ela merece é um kit com óleo de Peroba e fanela para passar na cara dela e não criar cupim.

  77. Aluno do Ensino Médio

    -

    07/11/2012 às 9:42

    Achamos a decisão injusta, porque a indenização não mudaria em nada o afeto que ela não recebeu de seu pai. Assim como ela já tinha os direitos financeiros dela garantidos, a indenização não faria diferença. E em momento algum ela mostrou interesse em se aproximar mais do pai e conseguir o que ela nunca teve.

  78. Alessandra

    -

    23/10/2012 às 22:35

    BOA NOITE,gostaria de saber o que posso fazer para ajudar minha mãe,que hoje é interditada,por causa do meu avô,ela tem problemas emocionais hereditário,ela não é casada um amigo que é seu procurador,desde que minha avó morreu,a família da minha avó e avô deram as costas a mim e a minha mãe.A unica pessoa que nos é o amigo dela.A minha tia que é 5 anos mais velha que minha mãe,logo apos o falecimento de minha avó,tentou mata-la,dentro da nossa própria casa.A Juíza nada fez.quanto o meu avô o juiz obrigou a dar meio salario+ remédios,o ruim que ele trata ela muito mal,isto desde a separação dos meus avos,eu não tinha nem nascido,por isso que minha mãe ficou doente.Na beneficência Portuguesa disse que é um caso raro e genético,eles disserem que o meu avô desencadeio o fator genético,de tanto maltrato, ódio, humilhações,etc.Minha teve que fazer ate uma cirurgia de cabeça para que os remédios passassem a ter efeitos.Ate hoje ela faz tratamentos com neurologia,mas meu avô ate hoje é o mesmo.O ruim dele que ele não cumpre a sentença que foi dada,ele atrasa nas medicações,sem contar a falta do carinho.Olha eu peço ajuda a um promotor,porque minha mãe esta mais doente,semana passada teve hemorragia intestinal,ficou internada,e descobriu que esta com problema no rim direito também.O pior de tudo que meu avô chamou minha mãe hoje e a humilhou mais ainda,e jogou nela que a partir do mês que vem não vai dar nenhum centavo da pensão dela e quanto ao remédio ele já faz 2 mês que não da,nos fomos atras do promotor da nossa cidade de Aparecida varias vezes e ele nunca atende.Gente minha mãe tem 33 anos,e é interditada como pode isto?POR ISSO QUE ESTOU PEDINDO AJUDA DE URGÊNCIA,QUANDO MINHA MÃE VAI PODER SER ATENDIDA POR UM PROMOTOR?EM VEZ DA SECRETÁRIA FICAR MANDANDO PARA A DELEGACIA.

  79. erivaldo oliveira

    -

    20/10/2012 às 15:38

    Meu pai faleceu e em vida não me registrou.Eu já tinha planejado entrar com o pedido de paternidade, mas infelizmente ele faleceu.Sou um dos filhos mais velho,antes do casamento dele eu já existia. Ele e minha mãe teve apenas um relacionamento, uma namoro, mas que deu fruto.Eu agora pretendo fazer um exame de dna pra confirmar ,e, participar dos bens que ele deixou. É possível fazer o exame com minhas irmãs, mesmo tendo com mãe diferente?Qual a probabilidade do exame dá positivo? É confiável? Me ajude por favor…

  80. linda

    -

    16/10/2012 às 8:49

    Tenho um filho de 10 anos ,NO QUAL O PAI SO IRÁ RECONHECER A PATERNIDADE APÓS O EXAME DE DNA,QUE JA FOI REALIZADO.No dia do exame o meu filho ficou muito revoltado ,chegou até a passar mal no laboratório ,e está fazendo varias sessões com psicólogo por esse motivo.O pai leva uma vida normal com o outro filho e a esposa ,o que meu filho passou é totalmente abandono afetivo , o que vcs acham que devo fazer?

  81. melissa

    -

    15/10/2012 às 11:44

    eu acho que diqueiro nao paga a falta de um pai ou de uma mae tenho dois filhos estou passando por uma situaçao dificil meu es-mario alega que todo vida deu a pensao acha que isso foi o sulficiente que a crianças vivian soda quela pessao que a presensa dele nao era necessaria hoje ele vem a justisa e conseque a guarda provissoria por meus filhos tomarem remedio medicado por medico para para de urinar na cama e por picuinhas ,tudo o que eu pude fazer para meus filhos eu fiz carinhos muinto amor e atençao nunca deixei de dar meus filhos para min e tudo estou sofrendo com esta situaçao e com esta lei quem tem mais tem mais direito do que quem teve sepre ali deu amor carinho estudo sempre teve ali ajudando e ensinando e educando

  82. daniele

    -

    14/10/2012 às 9:41

    bom dia,
    eu gostaria de saber se existe um processo q o meu marido possa mover contra uma mulher na qual ele teve um afer bem antes d mim, e na época q ele terminou com ela, logo em seguida ela apareceu gravida, ele abordou a mulher e perguntou se esse filho era dele e ela disse q nao.Depois d um tempo a criança nasceu e ele a abordou novamente e afirmou para ela q a criança era dele,ela mais uma vez disse q nao,quando a criança estava com +- 2 anos ele disse a ela q a criança parecia mto com ele e mesmo assim ela negou.Conclusão se passaram sete anos, meu marido se mudou da localidade em q morava perto deles, refez a vida comigo, e agora depois q a criança está com sete anos, ela du entrada com um pedido d pensão,a intimação chegou no antigo local de trabalho dele e ele compareceu ao onibos intinerante,sendo assim a juíza perguntou porque ele nao pagava pensão esses anos todos.Ele informou a juíza q ela sempre negou q o filho era dele e q na época nao tinha condicoes d fazer um exame d dna e a juiza perguntou a mae se era mesmo verdade q ela negava a paternidade ao pai, a mesma disse q sim!! entao foi cancelado o pedido da pensao e aberto um pedido d dna na qual foi feito e esperamos o resultado. Oq gostariamos de saber é q se existe um processo q possamos abrir contra essa mulher q tirou o direito d um pai d ter laços afetivo com ele durante sete anos! esse tempo nao voltará mais.A lei mtas das vezes é a favor da mae,mas neste caso será q ele tem algum recurso a tomar.Por favor gostaria mto q vcs pudessem me responder! Mto obrigada!!

  83. Rosana Souza Nascimento

    -

    05/10/2012 às 9:07

    eu também passo por isso tenho 43anos e nunca tive o apoio do meu pai para nada ,nunca me deu amor carinho e coisas materiais dos meus irmãos sou a unica filha que tenho o sobre nome de meu pai,hoje sei que ele formou outra familia com outra mulher a minha dúvida é sera que tenho direito de procurar pelos meus direitos como filha na ausencia dele desculpe minhas palavras mais é que no meu caso acho que nunca existiu amor de pai para com filha nao sinto nada pelo meu pai nesse caso sou fria e quero procurar pelos meus direitos ,porque ele nunca me deu nada a vida toda se os filhos que ele tem hoje tem direito eu acho que tambem tenho por isso vou procurar um advogado para saber sobre isso

  84. Ricardo

    -

    30/09/2012 às 15:54

    Dinheiro paga Amor sim, eu vivo a mesma situação dessa garota e isso me faz muito mal, abandono afetivo por partr de pai, e agora vendo esse caso vou fazer o mesmo, quando tiver 18 vou recorrer dos meus direitos vou processa-lo, na hora de fazer o filho é bom mas na hora de cuidar neguin tudo foge!
    Eu sei o que eu vivo acho que é ate pior, uma vez meu pai recorreu para tirar minha pensão, o juiz não aceitou…
    Ele já me provou varias vezes ser uma pessima pessoa e futuramente vou atrás dos meus direitos

  85. joão

    -

    19/09/2012 às 15:38

    É muito fácil ,cômdo criticar uma sitiação que vc não viveu!Minha filha cuida de meu neto sozinha,pois quando engravidou o pai da criança voltou para ex-mulher.Sempre fizemos tudo para ajuda la a cuidar bem do menino que hoje esta com quase 8 anos.Apesar de todo cuidado,dedicação,amor a crinça com teve sintomas de depressão aos três anos de idade.Nessa época perguntava pelo pai,como disse tinha todos ao seu redor,mas falatva algo,pois sabemos que cada tipo de amor é único,insubstituivél,isso porquê cada pessoas ocupa um papel fundamental na nossa vida,a qual inconcientemente reservamos um espaço de nossas vidas para cada determinada pessoa ocupar,pois amamos de formas diferentes cada pessoa de nossa família.Como disse sou avô,mais antes disso sou pai e,ambém cometi erros com meus filhos,erros graves que vejo as consequencias na vida de meu filho de 34anos de idade.Tem coisas que fazemos sem perceber,magoamos pessoas as vezes com palavras,gestos agressivos ou até mesmo machucamos alguém que amamos,por não os faze los de maneira possitiva.Como disse percebi meu erro um pouco tarde,mais tento ser o melhor pai do mundo ha 17 anos,vivo por meus filhos inclusive uma adotada que salvamos da morte.
    Acredito que existam dois tipos de pais,os que eram por falta de maturidade,responsabilidade e outros por ganâcia,egoímo.Acredite caro amigo,na maioria dos casos como pode ler nos depoimentos abaixo,segunda opção é avassaladora sobre a primeira,no relato da grande
    maioria , pai ponha tudo oque o satisfaz acima de todos que julga não ser importante para sua felicidade.
    Agora te pergunto é com esse tipo de “pai”que vc esta preocupado,na verdade é uma ofença para nós pais chamarmos pessoas assim de “pai”.Para esse tipinho pagar com béns materiais é muito pouco,mais concerteza a lei sabe que para esse tipo o lugar onde mais ferri digamos seus “sentimentos”é o bolso.Pai que da valor as filhos não tem medo de processo,não fica preocupado com mudanças que estão sendo propostas para melhorar a falta de bom senso dos homens,antes de fazer um filho e largar para a mãe a responsabilidade e preocupação de querer o melhor para o filho,muitas abrem mão de tudo por eles,essas são abençoadas por Deus pode tercerteza.
    AMOR NÃO TEM PREÇO,MAIS A FALTA DE CARACTER E RESPONSABILIDAE DE POR UM FILHO NO MUNDO E NÃO CRIA LO,DANDO A ELE TODA A ASSSISTENCIA NECESSARIA,TEM SIM!
    Acredito que a inteção é fazer com que não se colque filho no mundo ser ter certeza de deseja lo,ama lo evitadando assim processos como esse.Pai que ama os filhos aprova a a atitude da moça,pois quem não deve não teme.

  86. Daychelle Tatiane Malaquias da Silva

    -

    13/09/2012 às 8:29

    tenho 12 anos faço 13 em outubro, meus pais se separarão faz 1 mês, meu pai nunca deu a atenção devida pra nós filhos dentro de casa, como passeios em familia, dia de natal, ano novo dia das crianças, aniversários os presentes e festa q nos tivemos foi tudo a minha mãe que fazia as dividas e deixava para ele pagar, ainda assim ele reclamava, hoje nem sinto nada por ele, dei graças a Deus pela separação que por essas ações do meu pai não consigo sentir nada por ele, eu queria saber se com a minha idade eu posso recorrer a justiça por falta de atenção no lar com os filhos contra meu pai, somos em 4 filhos em casa

  87. Irlan Soares Ribeiro

    -

    06/09/2012 às 9:55

    Você acha justo os filhos do casamento ter as oportunidades de maneira mais fácil, enquanto o rotulado “BASTARDO” ter que se virá sozinho para vencer e isso quando consegue. Pois o afeto nunca será alcançado, por que nem sempre o abraço vai ser sincero e sim uma maneira de não se desembolsar os 200mil.Enquanto todos tem educação de boa qualidade o bastardo se virá na escola publica. Temos que atingir aonde doe mais,que infelizmente é o bolso.

  88. Anônimo

    -

    04/09/2012 às 14:50

    Numa sociedade em que o governo é capaz de tirar uma criança do convívio familiar por não achar seus pais capazes de lhe criar, por condições financeiras ou piscicológicas, dão direito a uma mãe de entregar seu filho para adoção mesmo na maternidade, como jugar depois essas pessoas por abandono efetivo? Confesso que não acredito no que a legislação brasileira vem se tornando e as pessoas parecem não perceber que no fundo estão perdendo aos poucos os seus direitos. Eu posso dar meu filho logo após o nascimento mediante a legalização constitucional, mas depois posso ser processada por abandoná-lo efetivamente… Brincadeira viu !!

  89. Andreza

    -

    03/09/2012 às 20:57

    Creio que este é um assunto muito polemico. Fui criada pelos meus pais, porém ele abusou de mim sexualmente aos 5 anos de idade e depois dos 13 aos 16. Sei que deve ser ruim crescer longe de um pai, mas confesso que preferia que o meu tivesse me abandonado no ventre da minha mãe que mesmo sabendo de tudo nunca o abandonou. Tenho 29 anos hoje e sofro com traumas e mágoas que carrego no peito. Creio que não há dinheiro no mundo que cure ou diminua essa dor. Mas acho melhor que um pai que não ama seu filho o abandone efetivamente do que lhe cause sofrimento e marcas na alma ainda maiores do que a dor do abandono…

  90. Rayan

    -

    01/09/2012 às 3:29

    Quando nasci meus pais se separaram, e quando meu pai foi embora levou o dinheiro da minha mãe junto. Ele vem me visitar uma vez por mês ou a cada dois meses e vem e fica uns 20 minutos apenas aqui em casa, ele mora na mesma cidade que ele, tento contato com ele todo dia mas sempre falam que ele se encontra, mas ele se encontra ele pede pra falar que não esta pois já fiquei la na frente da empresa dele e ele estava la e liguei e falaram que nao se encontrava isso sempre acontece. Porem ele não tem nada no nome dele, colocou tudo no nome dos filhos que moram com ele. Não recebo pensão nem nada do tipo, e ele na minha vida inteira me deu um único presente, que foi um carrinho de controle remoto que guardo ate hoje de recordação, estou com 17 anos. Quando falam nome dele ou falam a palavra “Pai” já da um aperto no coração por eu não ter convivência com ele e sim ele vir aqui a cada um ou dois meses para me relembrar que ele existe, sinto muita falta dele, etc… Mas tento conseguir contato e ele evita. Será que consigo ter direito a recorrer judicialmente por falta de afeto?

  91. Adriana

    -

    22/08/2012 às 19:30

    Sou filha única de um casamento com duração de dois anos, quando se separaram tinha 09 meses.Fui morar com meus avós maternos meu pai me buscou até os 7anos depois sumiu do nada isso afetou meu psicológico e depois que eu o procurei nunca tive amor de pai e muito menos uma palavra de carinho apenas repreensão. Fez o mesmo com minha filha quando tinha 7anos porque simplesmente ela fez uma birra e emburrou e sou filha única.Precisa de repreensão pois agora afetou meu filho e também a mim.Tenho direito a recorrer judicialmente pelo meu abandono e a dos meus filhos ele é um inconsequente!!!

  92. Newton Rodrigues

    -

    22/08/2012 às 14:51

    Abandono afetivo gerando danos morais. Coitado dos pais.Sendo obrigados a dar afetividades,nem sempre corres-
    pondidos.É complicado esta decisão do STJ . Será que os pais também poderão exercer o mesmo direito? Eu acho que sim. Seria uma boa. Afetividade não se compra, é expontânea.
    Filhos são filhos,sejam havidos fora ou não do casamento, não devendo haver níveis de tratamento. Se esta
    translouquice desta aberração jurídica algum dia gerar jurisprudencia os pais estarão presos a uma obrigação não
    por amor, sim imposta pelo Estado.

  93. Elton

    -

    21/08/2012 às 19:30

    Muito bonito seu discurso amor não tem preço e o que vai acontecer com nossa sociedade .porém a de se ressaltar que abandonar um filho é uma total irresponsabilidade e causa sim danos psicológicos a criança mesmo que por sua vez a criança consiga superar esses traumas você falou sobre o preço do amor lindo realmente amor não tem preço porém criação de um filho se baseia em diversos gastos financeiros e também claro um grande vazio afetivo

  94. ena

    -

    20/08/2012 às 0:26

    Faço minha as palavras da Eli. Meus pais são separados e não tive o mesmo tratamento que os meus irmãos do casamento, porém consegui conquistar até o momento muitas coisas na minha vida. Na minha opinião amor não se compra, não se obriga. O que irá acontecer a partir de agora é muitos pais sendo forçados a dá atenção, carinho, afeto a seus filhos e acabar em tragédias, pois para cuidar vc deve ter sentimentos e muitas mães se aproveitando da situação. Casais antes de se relacionarem devem ter consciência, pois filho é benção no momento certo e quando ambos desejarem. Carinho, afeto não há dinheiro que pague.

  95. Adriana Cruz

    -

    18/08/2012 às 13:34

    Sabe porque você critica, pois não foi você que passou sua infância sendo humilhado perante à sociedade por não ter pai. Por chorar nos dias das comemorações dos dias dos pais percebendo que todos amiguinhos havia para quem homenagear e você não. Sempre se sentindo escluído,pois o sustento financeiro ajuda mas não supre a necessidade de se sentir segura sabendo que seu pai está por perto. Pode crer que o valor indenizatório não conseguirá restituir todo prejuízo causado,mas a inciativa é válida para servir como exemplo e reflexão para outros pais, para que estes não desprezem e rejeitem seus filhos. Pode crêr que essa decisão é fundamental para diminuir os sofrimentos futuros.Repercussão e abrangencia esta que um simples pedido de desculpas ou abraço não tomariam.

  96. Caroline

    -

    16/08/2012 às 10:24

    O pai não cumpriu todas as obrigações previstas em lei, pois não zelou e cuidou de sua filha, faltou com o poder familiar que é obrigatório dos pais. Se vai rejeitar um filho não o faça e se o fez seja um bom pai ou mãe, pois filho é uma benção e eles não tem culpa de terem nascido.

  97. Luisa

    -

    15/08/2012 às 22:38

    Pois é acabo de entrar com o mesmo processo contra meu pai. Tenho 55 anos e o juiz indeferiu por ter passado o tempo de reclamar. Mas vou recorrer e tenho certeza que vou ganhar. Só quem passa por isso é que sabe o que sinto.

  98. LEILA

    -

    13/08/2012 às 17:20

    UM HOMEM MUITO POBRE, JAMAIS DARA OBRIGADO PELA LEI UM PAO COM MORTADELA AO SEU FILHO COMO INDENIZACAO.SABE PORQUE. POBRE SABE AMAR. LEILA

  99. LEILA

    -

    13/08/2012 às 17:14

    PESSOAL E FACIL JOGAR A PRIMEIRA PEDRA.PASSEI E PASSO PELO MESMO PROBLEMA COM MEU FILHO HOJE COM 31 ANOS.ABANDONADO AFETIVAMENTE DEPOIS DO CASAMENTO DO PAI, SE ATIROU NAS DROGAS. PERGUNTO, MEU FILHO CANSOU DE PROCURAR AO PAI PARA CONVERSAR E TALVEZ TER ESSE ABRACO E UM PEDIDO DE DESCULPAS. MAS COMO, UM PAI DEVE PEDIR PERDAO AO FILHO. ELE NAO FEZ NADA! SIMPLESMENTE DEIXOU O FILHO PARA TRAS AFINAL VIERAM DUAS FILHAS DO ATUAL CASAMENTO.AGORA PERGUNTO,MEU FILHO FOI VISITAR O PAI E LEVOU A FILHA DE SEIS MESES PARA O AVO CONHECER E ELE NEM SEQUER ATRAVESSOU A RUA PARA CONHECER A NETA E NORA., E AINDA PEDIU PARA N’AO APARECER MAIS LA.A CULPA DISSO TUDO E MINHA (O Pai acha), SO QUE QUEM ABANDONOU O FILHO FOI
    ELE. AS FILHAS ANDAM DE CARRO IMPORTADO E MEU FILHO SEM NENHUM APOIO AFETIVO DO PAI.SR REINALDO AZEVEDO, VC J[A VIU UM HOMEM DE 31 ANOS CHORAR QUANDO FALA DO PAI, ACHO QUE NAO. POIS EU VEJO SEMPRE. SEI QUE NINGUEM OBRIGA NINGUEM A AMAR SEU FILHO, NAO EXISTE LEI, SAO COISAS DO CORACAO.E EU ACHO QUE ISSO TEM PRECO SIM, PARA MANTER O FILHO EM TERAPIAS. O MEU EX MARIDO N’AO E EIKE BATISTA, MAS QUASE E JURO O DIA QUE MEU FILHO PERMITIR ENTRAREI SIM COM UM PEDIDO DE INDENIZACAO, POIS COM ISSO MEU FILHO NAO CONSEGUIU CONSTITUIR FAMILIA E TER UMA PROFISSAO.PARABENS MINISTRA NANCY ANDRIGHI. CONTINUE SEMPRE ASSIM. LEILA

  100. CARLA

    -

    08/08/2012 às 18:49

    EU TENTO SUPORTAR A DOR DO ABANDONO AFETIVO CAUSADO A MINHA FILHA ODIANDO O PAI DELA. MAS ELA O AMA!E CHORA TANTO … AS VEZES SÓ QUER MOSTRAR PRAS AMIGUINHAS DO COLÉGIO QUE TAMBÉM TEM UM PAI,MAS ELE NÃO FAZ QUESTÃO DE AJUDÁ-LA. É TOTALMENTE IMPIEDOSO. HOJE ELE TEM OUTRA FILHA NO QUAL VIVE JUNTO E LHE DÁ CARINHO. MAS A MINHA FILHA NUNCA É LEMBRADA , NEM UM CARTÃO NO NATAL, UM PARABÉNS MESMO QUE POR TELEFONE NO ANIVERSÁRIO DELA,NADA. HÁ QUEM SEJA CONTRA ESSA LEI, E EU SÓ SEI QUE É QUASE DESUMANO UM ABANDONO DESSE!CAUSA ESTRAGOS SIM!

  101. renato bandeira

    -

    08/08/2012 às 18:10

    boa tarde meu nome e renato tenho 22 anos con vivi sem meu pai a te os 19 anos e so fui reconhecido porque tive que colocalo na justiçã hoje com 22

  102. cesar

    -

    06/08/2012 às 22:16

    Boa noite, informo que ao parecer das citações de maneira clara e provada nunca, jamais sera considerado o termo (emoções no tribunal)isso e fato de aprendizagem de estudos comprovados em aula pratica.As acusações tem que ser revista e relidas com atenção.

  103. Anónimo

    -

    05/08/2012 às 1:05

    estou na mesma situação, espero que tenha alguma lei para esses pais, pois tenho uma filha e o pai não quer ve-la pois seu orgulho é mais forte, mas minha filha de 3 anos ja pede pelo pai, eu tento falar pra ele venha conhece-la e ele diz que não quer, o que digo pra ela?ainda não sei e isso dói demais

  104. Elisângela

    -

    03/08/2012 às 12:48

    Li este artigo porque estou em busca de um texto que faça alguma referência aos pais que cumpriem com todas as suas responsabilidades e amam seus filhos, “àcima de qualquer suspeitas” e, no entanto ao educarem seus filhos como por exemplo que uma menina de 15 anos tem que chegar em casa e cumprir com o horário combinado a tal hora, a mãe ouvindo que “cuidado com o que diz porque hoje em dia existe o conselho tutelar”, possa mostrar também uma lei que a ampare no sentido de exercer o direito de proteção, afeto e responsabilidades com relação aos filhos. Agradeço se me responder por e-mail. Obrigada.

  105. Rejane

    -

    18/07/2012 às 22:29

    Eu concordo com o julgado, porque a maioria dos pais acham que quando se separam ou tem uma filha fora do casamento, as mães são obrigadas a cuidar dos filhos sozinhas. Não basta só pagar pensão alimentícia, o pai deve ajudar a cuidar e zelar do filho.O ECA, a Carta Magna de nosso país declara que os pais devem cuidar e zelar dos filhos, amparando na saúde, educação, alimentação, entre outros. Muitos pais quando se separam das mães, acham que separaram dos filhos, muitas vezes, constituem novas famílias e se esquecem dos filhos já existentes, tomara que esse projeto sobre o abandono afetivo seja votado, para que esses pais irresponsáveis possam ajudar as pobres mães a zelar dos filhos.Realmente, a falta do pai prejudica os filhos, deixa sofrimento, mágoa, dor e muito mais, e muitos filhos não conseguem ser felizes devido a essa falta, pergunte aos psicólogos, já que alega ser um absurdo caro Reinaldo Azevedo, fica aqui o meu protesto e a minha opinião.lendo também muitas opiniões, vemos que a maioria dos que estão protestando, são homens que já nascem insensíveis e acham que os filhos devem ficar somente nas costas das mulheres.

  106. Flávia Oskiano

    -

    16/07/2012 às 15:28

    Muito bom este tema.
    Tenho um filho com 5 anos e o pai,Cristiano Cueto,registrou mas nunca veio ve-lo,e sofro com isso,5 anos alimentando um sonho da aproximação do meu filho com o pai.É mto sofrimento ver um filho ser rejeitado.
    Gostaria mto que ele tivesse maturidade para assumir seu filho como gente,Ñ apenas dentro da LEI e sim dentro da LEI dos homens,dando amor,carinho.

  107. Rodrigo Carvalho

    -

    15/07/2012 às 17:12

    Bem , Caro Reinaldo Azevedo, Obrigado por ter aberto o tema em sua coluna e dado tal importância a esse assunto.Porém , discordo de algumas colocações , pois eu passei por isso e tenho uma opinião contrária.Esse tipo de caso tem ocorrido muito ultimamente e isso demonstra o total desapego do pai pelo filho , que em muitas vezes ficou doente, precisou de uma ajuda financeira , de atenção ou de um simples conselho.Eu estou entrando com uma ação judicial com muito atraso pois espero a 20 anos algum tipo de atenção que nunca vem… as pessoas não mudam …é nisso que acredito!! Corra atrás de seus direitos e nada mais.

    Obrigado.

    Rodrigo Moreira.

  108. Sara

    -

    12/07/2012 às 15:25

    Bom, na realidade, a gente só entende uma coisa e não acha “aberração jurídica” quando sentimos o problema na pele. Coitado do pai, coitada da filha, pois ela não vai receber essa grana.
    Também nao tenho pai, trocaria mta coisa pelo carinho ou, no mínimo, consideração dele. Mas já que isso não é possivel, como no caso dessa moça, então, que toque no bolso. Só assim a coisa anda.

  109. Simone Borges

    -

    11/07/2012 às 2:21

    Tenho um caso em andamento, o pai da min ha filha de 7 anos, não dá atenção, não liga não aparece na escola em dias de apresentações, ela inocente ainda clama pela atenção deste pai, ultimamente começou a dar trabalho na escola e em casa, passou por acompanhamento psicológico, que me informou ser falta do pai, e isso é desde que ela nasceu,já tivemos muitos desentendimentos por esta falta de atenção e descaso com a filha, eu sinceramente tenho vontade de processa-lo, pois está causando um grande mau a minha filha…

  110. Eli

    -

    10/07/2012 às 21:59

    Realmente estamos vivendo o tempo da infantilização. Tantos são os depoimentos sentidos, sofridos, de pessoas adultas porque não foram amadas. E o Judiciários escancara suas portas para perpetuar essa postura. Sou mãe divorciada, crio o meu filho sozinha, sem assistência material ou emocional do pai, e me envergonharia se um dia ele -meu filho- viesse a buscar um tipo de reparação destas. Pra mim seria o atestado de que ele não amadureceu, precisa de uma compensação, não processou uma rejeição, não se fez adulto. A minha postura é neutra na relação dele com o pai, mas em outras “rejeições”, de colegas da escola, de um primo, de um tio, procuro mostrar que o mundo é assim, diverso, que nem todos nos amarão e que não amaremos a todos. Acrescento ainda que tantos são os pais que moram na mesma casa e são frios com os filhos, não têm muito amor pra dar. Que exigir deles? Não acho que seja uma nova indústria a surgir: a dos mal amados. Acredito mesmo que essas pessoas não conseguiram superar a rejeição, e cada vez mais vão se manter na posição de vítimas, buscando uma compensação. Diante de tudo isso o que ainda tranquiliza é que essa “punição” do pai que não deu amor limitou-se à esfera patrimonial. Imaginemos se os filhos mal amados resolverem obrigar os pais a amá-los? Teríamos decisões judiciais obrigando o pai a levar o filho, adulto mesmo, ao teatro, ao cinema, para jantar, a CONVERSAR com ele, ensinar-lhe o que sabe da vida… E tudo sob pena de incorrer no crime de desobediência. Lamentável. É o que tenho a dizer.
    não porque o pai

  111. ALINE

    -

    08/07/2012 às 23:32

    achei bem corajosa, pois estou na mesma situação fui reconhecida no papel mas na vida real passo a ser uma desconhecida ser direito a nada nem carinho, educação fui privada de tem uma boa educação e nem puder me formar como seu demais filhos se formarão. tive minha vida e do meu irmão(somos gêmeos) privados de muitas coisas por isso ela está de parabéns

  112. ALINE

    -

    08/07/2012 às 23:32

    achei bem corajosa, pois estou na mesma situação fui reconhecida no papel mas na vida real passo a ser uma desconhecida ser direito a nada nem carinho, educação fui privada de tem uma boa educação e nem puder me formar como seu demais filhos se formarão. tive minha vida e do meu irmão(somos gêmeos) privados de muitas coisas por isso ela está de parabéns

  113. katya

    -

    06/07/2012 às 15:11

    Gostaria de ter essa mesma coragem pra buscar justiça,pois eu tenho o nome do meu pai nos meus documentos mas na pratica nunca tive um pai,pq ele me abandonou aos 4 anos de idade e nunca quis saber se eu estava viva ou morta.Hoje aos 35 anos olho para tras e vejo uma vida com muitas paginas em branco marcadas por magoas e abandono dói vc saber que um dia teve um pai ao seu lado e agora é uma orfã de pai vivo.O sentimento é um misto de dor e ódio ao mesmo tempo gostaria de ficar frente a frente com ele não pra exigir bens materiais mas pra mostrar tudo o que eu passei sem ele e pra questionar se algum dia em sua existencia ele se lembrou de mim….

  114. Ricardo

    -

    04/07/2012 às 11:49

    E no meu caso? que faço? Sou privado de estar com meu filho. Embora ele já tenha 15 anos, foi criado pela mãe desde os 09 anos quando nos separamos. Percebo que cada vez mais estou mais distante do meu filho, mesmo sempre ligando para sair com ele, passear, viajar, etc. Sou estrangeiro e tenho negocios aqui no Brasil. Quis viajar nessas ferias com ele para que ele pudesse voltar ao seu país de nascimento, o qual veio para o Brasil aos 03 anos de idade. Ela não deu a autorização para viajar-mos e desde então coloca-o contra mim. Quero ter uma relação mais próxima com meu filho, mas essa mulher não deixa.´Pago a pensão e estou aguardando a venda dos meus bens para dá os 50% que a justiça disse que ela tem direito. Gostaria de uma orientação. Como posso proceder com essa mulher para que consiga ter uma relação mais proxima com meu filho. Não poderia entrar com um processo pedindo o cancelamento da pensao, uma vez que não consigo me relacionar com ele. Essa medida seria somente para ameaca-la, pois ela só pensa no dinheiro. Ou então entrar com pedido de anulação do que ficou determinado no acordo da separação. Por favor, gostaria de um auxílio, pois sinto que meu filho quer muito voltar ao país que nasceu. Já me confidenciou em outras oportunidades que conversamos, mas depois ele muda de idéia porque ela fala que vai com ele, etc. Essa mulher tem feito da minha vida um inferno. Só quero participar da educação do meu unico filho. Deve existir alguma lei que esteja a meu favor.

  115. Andrea Finger

    -

    02/07/2012 às 13:22

    Para homens que não querem filhos, atualmente ainda temos como recursso a vasectomia. Simples.

  116. Andrea Finger

    -

    02/07/2012 às 12:58

    Acho que o carinho e o interesse de um pai e uma mãe é fundamental para o bom desenvolvimento de uma criança,o que acontece é que muitas vezes ou na maioria delas a mãe
    ocupa os 2 papeis: de pai e mãe. Filho é 50% de responsabilidade para o pai e 50% para mãe e o filho sente
    a ausência do pai quando existe negligência e irresponsabilidade no que se refere ao cuidado paterno.
    E como mãe, fico muito feliz com essa decisão judicial, acho que estamos progredindo moralmente, e que o judiciario se preocupa com o progresso das crianças de nosso país, não se pode virar as costas para um filho, para toda ação existe uma reação, não basta somente aguardarmos pela justiça divina, criança não se abandona,não se maltrata, não se ignora, não se lê o estatuto da criança de cabeça para baixo. Parabéns ao judiciario por uma causa justa eu tenho a esperança de que num futuro proximo não haja tanta criança sem assistência paterna eles sofrem com este abandono mesmo que a mãe seja um ser superior e consiga superar todas as espectativas sendo mãe e pai ao mesmo tempo. Vamos lutar para um bom desenvolvimento psicosocial de nossa sociedade, com crianças saudaveis psicologicamente formando um pais mais justo e mais verdadeiro.

  117. isabella

    -

    02/07/2012 às 11:11

    eu tenho 12 anos e sofro muito sem o amor do pai… tem coisas q eu não tenho e os outros filhos dele tem isso e o amor dele faz muita falta para mim

  118. Eleni

    -

    01/07/2012 às 19:38

    Tenho 41 anos e só fui reconhecida agora, depois de um exame de Dna que deu positivo assim mesmo meu pai duvidou e recorreu 4 vezes, a justiça finalmente decidiu a meu favor, vou entrar na justiça por abandono afetivo,apesar de ter uma vida financeira confortavel ele nunca me apoiou em nad.

  119. sandra f kenner

    -

    30/06/2012 às 13:43

    espero a muito tempo por esta lei pq sou mae solteira e meu filho de dez anos foi recomhecido pelo pai aos 5 anos e o pai nunca dei carinho a ele nunca jogou bola que era uma queixa do meu filho no ano passado o pai dele faleceu e nao tem preco a dor dele nao ter o carinho do pai meu filho tem esta queixa e magoa,e tenho uma menina que vai fazer 3 anos e o pai manda so amiseria da pensao por obrigacao e nao da amor a filha e eu ja vou entrar na justica nao quero q por falta das leis mais um filho venha a sofrer pelos erros meus e dos pais sem coracao.

  120. Paulo Junqueira

    -

    21/06/2012 às 18:05

    É incrível como a justiça cega e ineficaz do Brasil, faz gestos translocados. Não é analisado os motivos pelo qual o pai não visitou os filhos. Esses filhos queriam ver o pai? Depois de serem inflamados com perversidades ditados pela mãe. A grande maioria das mulheres que se separam por vários motivos, tendem a usar a criança como arma para prejudicar o ex-marido. Não acho justo se estipular valor por um sentimento que por muitas vezes foi negado. Desta maneira o pai pode pedir indenização ao filho por não lhe procurar, por não lhe dar atenção, por falta de amor. Quantos filhos jogam os pais num asilo, por não terem tempo, amor, carinho para com quem cuidou deles na infância. Veja a justiça alem de ineficaz é cega.

  121. jozilene barreto

    -

    17/06/2012 às 8:28

    Percebí muitas criticas em relação a esse assunto, e o que voces me dizem de um pai que abandona 3 filhos um com 3 anos e gemeas com 7 anos sendo uma especial? me obrigando a assinar uma unica casa que tinhamos em São Lourenço,corrigindo tinhamos um apartamento mas ele alugou com debito e o locador tomou posse! hoje tenho 3 filhos traumatizados e acho sim que ele deveria pagar e muito caro pela vida infancia e conforto que não pude dar a eles,pois nem condições de trabalhar eu tinha! cheguei a invadir uma casa sem portas janelas nem bacia sanitaria, e não me envergonho.Cozinhava na lenha pois nem fogão eu tinha e dormiamos em um colchão os 4 e ai? o que voces me dizem?só Deus mesmo me amparou e me deu forças! gostaria sim que ele pagasse pelo menos teriamos uma vida melhor HOJE!! até uma idenização que ele receberia por ter sido demitido o fgts depois ele mandou um papel assinado para eu tirar,mas uma advogada que contactei rasurou o papel e até hoje não pude receber! descupem mas é o que penso à respeito!obrigada pela oportunidade.

  122. jandaia moreira

    -

    17/06/2012 às 1:12

    Boa noite! meu nome é jandaia tenho 29 anos e passo por isso eu tenho um (pai) que se separou de minha mãe quando eu tinha 1ano e 9 meses, e que me procurava quando pequena porque minha mãe forçava ele em fim essas coisas,ele já tem outra fámilia uma companheira e 4 filhos homens mas oque eu fico triste é que ele nunca me procurou nunca ligou ou seja nunca fez parte da minha vida, e isso me faz muinto mal tenho depreção mas tento conviver com isso pois tenho um companheiro duas filhas lindas uma de 10 anos e a outra de 4 anos, sendo que a mais velha ele viu a ultima vez com 4 meses porque fui levar para que ele a conhesese, eu sinto falta dele gostaria que me procurase queria que me ligase ou seja fizese parte de minha vida, porque é tão dificil o meu pai me procurar ou me ligar que é uma das coisas mais faceis de fazer hoje em dia eu só quero a atenção dele eu não estou morta eu não sou uma coisa para ser esquecida poxa eu sou um ser humano a onde eu sei os meus de veres como mãe e que não posso ter os meus direitos como filha, queria sim botar meu pai na justiça mas não por dinheiro não mesmo, só para que eu pudesse olhar nos olhos do meu pai e perguntar? oque eu sou tua, quantos anos eu tenho, que dia eu faço aniversário , pai tu sabe quem eu sou, oque eu represento pra ti em fim tu me esqueceu pois eu nunca te esqueci e sempre sonho que um dia tu vai me procurar! Bom queria deixar aqui não só um comentário e sim um desabafo de uma filha que tem um pai que foi registrada por ele, e que foi só oque ele deu nesses quase trinta anos, um pedaço de papel a onde consta o meu nome e a dos meus pais!! Uma boa noite atodos e desculpe qual quer coisa.

  123. MORAES

    -

    14/06/2012 às 14:06

    boa tarde a todos!!!
    Entendo que amor não tem preço mesmo, mas concordo que filho sem atenção, sem carinho, sem companhia, sem participação e presença do pai…deve ter um preço à pagar sim…pois a falta desde pai pode acarretar prejuízos psicologicos e magoas por uma vida inteira em um ser humano. Concordo com o pagamento de indenização, pelo simples fato, da falta de amor e de responsabilidade do pai com os seus filhos…pai não é aquele que paga apenas pensão alimenticia, mas sim aquele que comparece, visita, tem afeto, amor e transmite estes ao seu filho. O pai que sabe que tem uma filha (o), e não visita, este tem que ser punido, como não pode ser preso por isso, tem que pagar por uma indenização e se comprometer em mudar o seu comportamento e, passar a visitar os seus filhos…
    O ser humano esquece que ter um filho é uma a oportunidade para o seu desenvolvimento espirítual e como pessoa…e esta é uma oportunidade unica para se tornar um ser humano melhor…mas o pai prefere não ver, não acompanhar o ser crescimento e se ausentar de todas as responsabilidades…ficando tudo nas costas da mãe…há a mãe, uma mulher que cuida, trabalha, sustenta, leva para a escola, educa, orienta, acompanha e está em todas as horas e lugares…sou a favor das indenizações e cumprimento do papel do pai para com seu filho.

  124. Ana Bom

    -

    03/06/2012 às 21:37

    Se mais homens fossem conscientizados da responsabilidade que implica gerar um ser, o judiciario estaria menos abarrotado de questoes de foro intimo. Homens que geraram e geram filhos aos milhoes de maneira inconsequente e negligente, tem que ser despertados aonde mais lhes afeta, o bolso.
    Famosos ou desconhecidos, todos sao meros reprodutores de indignidades a seres humanos.
    O ativista Abdias Nascimento, que defendeu arduamente os direitos dos negros, rejeitou um fliho gerado levianamente. Foi necessario a intervencao judicial e exame de DNA, para comprovar o obvio. Lamentavel, tamanha demagogia.

  125. jesse costa

    -

    03/06/2012 às 15:08

    creio eu que o afeto dispensado a uma crianca estar dentro do dever de cuidar, e que fa parte da formacao da personalidade, sendo o mesmo intrasnimissivel e irrenuciaveis, nao podendo sofrer limitacão voluntaria. art.11, codigo civil,2002. abracos

  126. neusa

    -

    30/05/2012 às 18:22

    Parabéns, as duas mulheres, a filha e a ministra por tamanha coragem que com esta decisão fez com que os pais passem a pensar que não existe ex-filhos são seres humanos e dá trabalho e precisa de muito amor para criar.
    R$200.000,00 não cura os traumas do abandono, mas é um berro no ouvido deste pai para que reconheça o mal que fez a filha. Pedido de desculpas…piada, esse pai não reconhece o erro, senão esse processo não teria ido tão longe.
    As leis mudaram com o divórcio veio a liberdade de casar novamente, os filhos tidos fora do casamento tem o mesmo direito dos filhos tidos dentro do casamento, mas os PAIS esqueceram que não existe ex-filho é pra sempre sua carne e seu sangue e abandoná-los emocionalmente é um crime contra o filho que não pediu para nascer.
    Amor não tem preço…. por isso cresce o numero de crianças abandonadas, sociopatas, pisicopatas feridos na alma por esse abandono de pais TEMPORÁRIOS.
    Porisso dou parabens para essas duas mulheres.

  127. Andréa

    -

    15/05/2012 às 8:53

    Não confunda ato ilícito com crime….se quer escrever sobre Direito procure se informar um pouco sobre os conceitos antes. Ressalto que também sou contra o dano afetivo, mas valho-me de argumentos consistentes e não dessa histeria aqui externada.

  128. PAULA

    -

    14/05/2012 às 3:29

    Quem acha injusto que um pai corrija os erros dele do passado, presente e futuro provavelmente não sabe amar e é desmerecedor desse tipo de sentimento…

    Lutar a vida toda por um direito que é seu não é uma vergonha, mas sim uma imagem de coragem… Uma pessoa que com todas as perspectivas e julgamentos negativos e ainda sim não desistiu e foi atrás com toda força daquilo que lhe é direito… pra mim é uma guerreira digna de admiração…

    O julgamento dos fracos que dizem que viveram assim e assado… e que nada disso os atingiu… ou é hipócrita ou não tem noção nenhuma de cuidado parental… de direitos… e de amor… este último talvez justamente pela falta dele… ou então somente por causa do QI inferior…

    Primeiramente colocaremos em pauta a ciência… todos os mamíferos necessitam do cuidado parental para sua sobrevivência… partindo do princípio que são mamíferos e precisam da mãe para amamentá-los se não morrem… isso é fato e não pode ser contestado…

    “Em zoologia chamam-se cuidados parentais aos atos que um ou ambos os progenitores realizam para assegurar que os seus descendentes sobrevivam até adquirirem características que lhes permitam sobreviver por si próprios – e eventualmente produzir nova descendência, ou seja, reproduzirem-se.
    As aves e algumas espécies de peixes constroem ninhos onde depositam os ovos, ali os incubam e alimentam os filhotes até eles se poderem defender ao sair do ninho e encontrar os seus próprios alimentos.
    Por um lado, o ninho é uma estrutura onde, tanto as crias, como os próprios progenitores, se encontram mais protegidos dos predadores do que no ambiente natural. Por outro, a própria incubação dos ovos pelos pais, não só protege os ovos, como assegura que uma maior proporção deles ecloda com sucesso.
    No caso dos mamíferos, é normalmente a mãe que procura um lugar protegido para o parto e para proteger os recém-nascidos, proporcionando-lhes alimentos – primeiro o próprio leite materno e, mais tarde, alimentos semelhantes aos que os adultos comem. Nesta última tarefa, os pais também podem (ou não, dependendo das espécies) participar, assim como no acompanhamento das crias para fora do “ninho” ou toca, ensinando-os a defenderem-se ou a atacar as suas presas.”.

    O mais engaçado da ciência é que ela mostra que animais irracionais zelam pela sua prole… enquanto os homens… os homo sapiens… que tem o privilégio da racionalidade… do amor ao invés apenas do instinto… conseguem questionar o valor da obrigação do cuidado pelos seus filhos… isso é demonstração de muita racionalidade mesmo… uma racionalidade usada apenas para fugir das suas obrigações…

    É necessário para se entrar em uma discussão como essa que se tenha o mínimo de conhecimento sobre direito… biologia… psicologia e amor…

    Não lutar pelos seus direitos é irracional… partindo do principio que lei é lei e deve ser cumprida…

    Dinheiro… nome… certidão de nascimento não lhe garantem uma noite tranquila por saber que nada irá lhe acontecer, pois há um pai… uma figura masculina que lhe dará segurança… Nós humanos temos a imagem e a noção de proteção… “fisiologicamente” o homem é mais forte… isso é a prova de que é ele que envia a imagem de proteção a uma criança… esse é um outro fato incontestável… provado pela biologia e pela história…

    Não ter isso pode causar danos e traumas irreparáveis tanto físico como emocional… cada pessoa difere da outra em suas necessidades… prioridades… personalidade… caráter… Não se pode comparar e quantificar o que é necessário para cada um…

    Esse tipo de situação destrói coisas que dificilmente consegue-se reparar… e as consequências são devastadoras… Como falta de autoestima… falta de segurança… falta de confiança… revolta… e pode afetar a criança… a pessoa… tanto na parte escolar… intelectual… até mesmo na parte sexual… E ninguém tem o direito de afetar uma pessoa assim…

    Questionar essa decisão é extremamente contraditório… vivemos em um país que culpa a falta de estrutura familiar por inúmeros problemas… principalmente como a violência… Julgar ou condenar uma pessoa que luta pelo que a sociedade pede… reclama… questiona… e cobra… como condições básicas para que uma família possua estrutura familiar é absurdamente hipócrita… chega a beirar o preconceito… Vivemos em um país onde a maioridade se dá aos 18 anos de idade… onde é proibido trabalhar antes dos 16… salve as exceções de menor aprendiz aos 14 anos… onde é obrigação dos pais os cuidados básicos até os 18 anos… e qualquer atitude que fuja das regras… das leis… é crime… passível de pena… Amor… carinho… presença… tudo isso faz parte dos cuidados básicos para que uma criança cresça no mínimo com a sua saúde física e mental preservadas…

    Se todos os responsáveis fossem punidos e a lei fosse realmente cumprida… a probabilidade de pessoas que se sintam encorajadas a tomar certas atitudes egoístas e podres como essa é que diminua…

    Nenhum dinheiro apaga o que passou… nem diminui a dor de saber que o pai ou a mãe não quer “te querer”… não cura traumas… não alivia mágoas e nem constrói o amor… ou a relação afetiva comum que se deveria haver… mas acalma a consciência… saber que se fez de tudo pelo que era seu de direito e que ninguém… principalmente aquele que te colocou no mundo tem o direito de te tirar… que é o de ser feliz… a infelicidade causada pela falta de respeito… consideração e obrigação devem ser reparadas… partindo do princípio que não se pode voltar no tempo… que ela seja reparada conforme a lei manda… o “dinheiro” pode consertar muitas coisas… Quem garante que decisões uma pessoa tomaria e quão ela se tornaria se fosse reconhecida afetivamente pelo pai… O que o pai tirou dela nunca mais poderá ser devolvido… como confiança… autoestima… e na real… dentro das condições dele… R$200.000,00 não é nada comparado as danos causados a ela…

    Ninguém é obrigado a amar ninguém… mas todos os pais tem a obrigação de cuidar dos seus filhos… se a pessoa não tem responsabilidade de amar seu filho… que não tenha a irresponsabilidade de colocá-lo no mundo… Nesse caso principalmente… por seu um homem que possui instruções e posses… o que lhe dá mais acesso a informações e em obter métodos contraceptivos… O crime dele deve ser reparado sim…

    Eu queria ter metade da coragem dela… tenho uma história muito parecida… meu pai saiu de casa quando eu tinha 12 anos e nunca mais fez questão de me ver… mas eu sempre fui atrás dele… sempre atrás das migalhas sórdidas de atenção… isso porque nós tínhamos uma relação normal e boa de pai e filhas… pois tenho mais 2 irmãs… fora ele ter saído ocorreu vários outros episódios enquanto ele vivia conosco… depois que saiu… ele nunca disse onde morava… e nunca convidou nenhuma filha para visitá-lo… é como se todas tivéssemos morrido… o que ele me tirou não pode ser substituído… o dinheiro que ele sempre continuou dando não pode comprar minha tristeza… minha rebeldia… minha carência… minha infelicidade… minha falta perspectivas… meu fracasso perante os padrões “normais” da sociedade… hoje eu tenho o diagnóstico de disturbio bipolar afetivo sem crise… o que poderia não ter se manifestado e eu talvez pudesse levar uma vida calma… normal e feliz como a dele… Fora isso ele possui um filho fora do casamento… nas mesmas condições desse processo… ele nunca viu o rosto do filho dele… que já é um homem…

    O final da minha “boa hipócrita” relação com ele foi quando ele soube que eu conheci meu irmão… ele ficou decepcionado e com raiva… e não fala comigo ao não ser o necessário… Eu fiz muitas coisas erradas no auge da minha rebeldia… coisas que passaram… fiz não faço mais e me arrependo… mas ele é um adulto que errou a vida toda… Hoje ele trata a mim e as minhas irmãs diferentes… deu a elas uma garantia de futuro e sua presença… e pra mim mal dá um bom dia… Eu sei o que essa moça passou e passa… tenho 30 anos… um filho de 11 anos e não sei falar sobre isso sem sentir raiva… mágoa… revolta… E o pior de tudo é que eu o amo… demais até… e não posso nem dar um abraço nele… e se recebesse um abraço dele me sentiria culpada pelo meu irmão… Que direitos tem uma pessoa em destruir tantas vidas???

    NINGUÉM NO MUNDO TEM O DIREITO DE PREJUCAR E MACHUCAR OUTRA PESSOA EMOCIONALMENTE… POIS PRA ISSO NÃO EXISTE NENHUMA MEDIDA REPARADORA… ESPERO QUE ESSE SEJA APENAS O PRIMEIRO PROCESSO… E QUE A PENA APLICADA SEJA CUMPRIDA!!!

  129. Também

    -

    13/05/2012 às 0:40

    No nosso caso, tenho uma enteada de 8 anos que não temos mais contato, apesar de morarmos no mesmo bairro. Cansamos de lutar contra a mãe dela. Foram 5 anos aguentando xingas, gritos, palavrões no portão, ela mandando eu chamar meu “marido vagabundo que não paga pensão” detalhe: estava atrasada 5 dias, meu marido havia acabado de desempregar. Agora, há 3 anos decidimos tirar mãe e filha das nossas vidas. Quem diz que ele não soube ser pai sabe que ele está apenas defendendo nosso casamento. Agora é começar a juntar o dinheiro do pagamento do abandono afetivo, mas que a gente não quer mais ver, não quer.

  130. Fenix

    -

    12/05/2012 às 19:32

    Ai vai um recadinho para os filhos que foram criados sem pai,
    Tbm fui criado sem pai, conheci ele com 7 anos, nunca me ajudou em nada, tbm não tenho o nome dele na minha certidão de nascimento, nem por isto eu deixei isto me abalar, pelo contrário procurava ser melhor do que as outras crianças,sempre fui um grande orgulho pra minha mãe, minha mãe sempre foi a minha base como referência, no carater, honestidade e bondade, ele sempre me apoiou até quando eu não vencia, más me encinou uma coisa, a ter percistência e sempre acreditar em mim mesmo nunca esperar ajuda das pessoas, sempre fazer acontecer.
    Como era difícil acreditar,que eu ia chegar onde estou, Que minha vida iria mudar, e mudou.
    Sem perceber larguei a escola,fui atrás do que quis
    Sabia só assim, podia ser feliz
    Eu quero ser feliz
    Quem não quer ser feliz, me diz?
    Então é preciso chegar em algum lugar
    Ter algo bom pra comer e algum
    Lugar pra se morar.
    Hoje tenho 29 anos, trabalho desde os 15 anos, tenho uma qualidade de vida muito boa, e não tenho magoa do meu pai só tenho a agradecer ele, por que eu nasci e fiz minha historia de muitas vitorias, não julgo ele, hoje penso que ele deve ter tidos seus motivos para fazer isto, e todo meu sucesso dedico a minha mãe, não adianta chorar o leite derramado.

  131. maykon shioda

    -

    11/05/2012 às 17:00

    Reinaldo Azevedo, meu caro…
    sou filho sem pai, tenho sobrenome do mesmo e ate hoje nao o conheço, e tambem estou movendo um processo por abandono afetivo, sendo que morei na mesma cidade que ele, onde o mesmo jamais quis me conhecer e sequer pagou pensão alimentícia, hoje tenho 24 anos e ele vai arcar com um dinheiro a irresponsabilidade de nao assumir um filho, nao e pelo dinheiro e sim pela magoa tristeza e transtornos psicologico e profissionais o qual eu sofro,
    deveria rever certos conceitos meu querido!

  132. Alocl

    -

    11/05/2012 às 8:52

    É muito fácil falar sem sentir na pele a falta que faz um pai.. Morar com irmãos por parte de mãe e sentir a diferença do tratamento e do amor que o pai deles da a eles e que vc nunca teve, prioridades em todas as coisas em que vc sabe que pra vc Nunca vai acontecer.
    Tenho 30 anos não sou registrado pelo meu pai biológico, soube que tinha um pai com uns 7 anos de idade, mas minha mãe ja havia casado novamente, desde então sempre quis conhece-lo. A vida foi passando e eu cresci pedindo a Deus que meu pai me procurasse, me reconhecesse como seu filho e participasse da minha vida assim como o pai dos meus irmãos. Agradeço ao meu padastro e minha mãe pela minha criação mas tenho que confessar que não foi nada fácil pra mim viver a vida inteira em segundos planos. Aos 23 anos de idade resolvi procura-lo, consegui chegar ate ele, mas não tivemos chance de conversarmos sós, pois a esposa dele não nos deu espaço, ele pegou todos os meus números, e-mails etc, e disse que entraria em, contato, mas ate hj nada… Ele é um homem bem sucedido, casado e tem um filho. Encontrei meu irmão por parte de pai em uma rede social e vi que ele leva uma vida muito boa, com viagens internacionais, frequenta bons lugares, bons carros etc…
    Justamente por saber dessa condição social elevada dele não quis mais o procurar por medo de acharem interesse da minha parte e por achar que ele deveria me procura já que eu o procurei primeiro e ele prometeu me ligar.
    Todos os dias eu penso como poderia ser diferente, eu me esforço, e corro atras do meu futuro, ainda não me formei, tranquei meu curso de psicologia no 6º período por falta de dinheiro e não consigo voltar, tomo alguns psicotrópicos que me ajudam a dormir a 3 anos, o especialista que me acompanha diagnosticou vários fatores que decorrem desde a infância, não posso contar com meus pais pq eles só ajudam meus dois irmãos, uma se formou com 100% de ajuda dos meus pais e ou outro não quer saber de faculdade, entrou e saiu varias vezes mas não da continuidade, eu pedi para me ajudarem já que ele(meu irmão) não quer e eles se recusam inventando varias coisas, fora que já sofri varias humilhações sobre o assunto de não ter pai, meus irmão sempre fizeram isso…
    Resumindo, vivi e vivo uma vida de indiferença mas mesmo com muita magoa continuo os amando… Quando eu fico mau eu sempre lembro da minha avó me dizendo pra ser forte e que isso tudo um dia vai passar, mas a unica coisa que eu consigo pensar é que se meu pai tivesse presente desde que eu nasci ate hj minha historia seria outra…
    Não sei o que faço, tenho vontade de procura-lo mas ao mesmo tempo tenho medo.. Tenho vergonha de pedir ajuda mas ao mesmo tempo acho que ele me deve por tudo que não fez…
    É impossível dizer tudo, mas creio que 0,5% eu consegui descrever…
    Grande abraço a todos
    A vida continua…

  133. Claudia

    -

    10/05/2012 às 19:22

    Recomendo a leitura da colunista Eliana Brum, da revista Época, sobre o assunto. Texto extraordinário! Wagner (logo abaixo), acho que você vai se interessar!

  134. marisete pontes

    -

    10/05/2012 às 16:09

    Cada ser humano e único e ninguém sabe o q vai no coraçao do outro. Para mim sangue nao e agua. Um pai que executa seu papel jamais sera cobrado.

  135. Rosângela

    -

    10/05/2012 às 9:44

    É verdade que o nosso pais é muito pobre se tratando de lei em geral. porem essa do ABANDONO AFETIVO na minha opiniao é uma maneira de fazer com que ambos seja responsavel pelos os seus atos, afinal uma criança nao pedi para nascer, nao é gerada só e nao pode ser panalisada pelos os pais. Só quem passa por certas situaçoes é quem sabe gente! eu sou exemplo de muitas coisas. Tenho um filho que vai fazer 12 anos e o pai(progenitor)nao é referencia pra nada e nem ninguem. peço ajuda a ele para ao menos conversar com o garoto e nem isso o mesmo tem a capacidade de fazer, larguei minha vida para cuidar do meu filho,ate hoje eu nao posso sair para trabalhar por que nao tem com quem deixa-lo e o pai nao ta nem ai pra nada e ja refez a vida dele e tudo mais… a criança nao é um bicho qualquer que só precisa de comida,ela tambem precisa de amor e carinho de ambos, entao de alguma forma eles tem que arca e ja que muitos nao sao capaz de execer o papel de pai, que seja punido de alguma maneira.

  136. Wagner

    -

    09/05/2012 às 22:54

    Brilhante comentário da leitora Cláudia, logo abaixo. Muitas vezes os filhos, por conta do que puvem das mães, viram inimigos ds pais e estes como dorma de evitar mais mágoa se afastam para evitar maiores probemas. Meu filho não tem obrigação nenhuma de gostar de mim e nem eu dele. Como pode a justiça se meter em algo dessa natureza? Se meu filho nào quer me ver e nem eu a ele porque teria eu que pagar indenização? Não parece lógico alguem abandonar o que o perturba? A mina presença não faria mais mal do que traria benefícios ua vez que ele só ouve a mãe???

  137. Claudia

    -

    09/05/2012 às 18:02

    Um fato interessante é como as pessoas, em geral, se esquecem das mães alienadoras. Quem não conhece pelo menos uma que se denomina super mãe, fala mal do pai, atrapalha as visitas, está sempre no caminho e tem por missão se vingar da separação, ocorrida há séculos? Por favor, não venham me dizer que isso não existe: existe e está presente por todos os lados na sociedade. A alienação parental é quase que uma exclusividade da mulher; quando comparados, poucos são os casos de homens que usam de tal artimanha. O que um homem nesse caso pode fazer? Como colocar preço no amor que foi impedido de ser mostrado? Como condenar um pai que, pelas circunstâncias, teve que se afastar por simplesmente não conseguir vencer uma luta desse tipo? Essa decisão dá medo, pois o judiciário está se intrometendo em assuntos que não lhe pertencem – emoções, amor, sentimentos – e que são extremamente difíceis de serem julgados. Relações familiares são muito complicadas e só quem as vive sabe a dor que podem trazer. Eu, no lugar dessa mulher, teria vergonha de estar me prestando a tal papel e, se quisesse mesmo uma demonstração de afeto, pediria uma retratação, como bem colocou o autor do texto, e não dinheiro. Mas, de repente, o dinheiro pode, sim, apagar toda a dor de anos de separação…pode compensar pela falta de telefonemas e presença em Natais e aniversários. No caso, 415 – que viraram 200.

  138. João

    -

    08/05/2012 às 22:15

    Como ficará a situação dos pais cujo afeto não é reconhecido, dos pais que foram vencidos pela alienação parental quase sempre presente e quase nunca comprovável? Como ficam os pais cujos filhos são levados para outros munícipios, cidades e países por mães que não movem um dedo pelo contato entre pai e filho? Os pais frequentemente ficam com o ônus de manter uma casa que era mantida por dois, somado ao ônus da pensão e, se quiser visitar, que pague por isso! Enquanto isso, mães não prestam contas (nem todas é claro)e fazem exigências. Pensão alimentícia é muito justo, mas é cômodo para quem recebe e um inferno para para quem paga. Se não puder pagar, o pai fica a mercê de graves injustiças. A mesma justiça que não julga com celeridade os pedidos de revisão ordena o encarceramento por inadimplência. Ausência de pai tem muitos motivos, mas nenhum deles justifica picaretagem e falta de caráter de pessoas que buscam as brechas do sistema como forma de vida fácil. Lembremos ainda que sobre os pais pagadores de pensão recai o ônus do pedido de exoneração quando o filho atinge a maioridade (aos 18 anos); todavia há inumeros casos de filhos maiores, capazes e que trabalham, retardando voluntariamente seus estudos e invocando o direito ao contraditório como forma de assegurarem o que se converteu em fonte de renda. Esses espertalhões que não tem escrupulos para sugar pais e mães são, em geral, os que ficam ofendidos e indignados quando confrontados por pedidos de exoneração. O que farão agora diante da possibilidade de outras formas de extorsão? Será que estamos preparados? Onde vai parar isso? E quando indivíduos resolverem se achar menos amados que seus irmãos? Receberão indenização também?

  139. Giacomo Penachioni

    -

    08/05/2012 às 18:10

    Cabe lembrar que ele não foi condenado por um crime. O que houve foi uma ação de reparação civil, por danos morais.

    Mas a decisão é bem estranha, mesmo…

  140. Claudia

    -

    08/05/2012 às 17:14

    Texto absolutamente incrível e corajoso. As consequencias de tal decisão podem ser desastrosas a longo prazo. Muito em breve veremos filhos processando pas por serem frios, demonstrarem pouco carinho ou não darem tudo que tais filhos acreditam merecer. Precisamos de menos emoção e mais racionalidade; mais inteligência e menos estaalhaço. Parabéns pela reflexão!

  141. ex petista ou pt nunca mais

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    08/05/2012 às 14:14

    Colaciono o texto abaixo, por que tenho a mesma opinião e porque recentemente, discutindo, debatendo a matéria com o meu sogro (juiz aposentado) que compartilha que a decisão do STJ é “correta, adequada”, meu filho de 7 anos que escutava tudo, intrometendo-se na conversa, com os olhos cheios de lágrimas, com a voz tremula, falou bem alto: – Pai, se algum dia tu deixar de me amar eu te processo. Meu Deus! Meu coração pulou, peguei ele no colo (um baita guri)e disse que jamais deixaria de ama-lo, e que ele também nunca deixasse de me amar, mas se algum dia ele deixasse de me amar, eu não o processaria. Ele com 7 anos (na cabecinha dele) tem esse direito, ninguém mais.

  142. Carla

    -

    08/05/2012 às 3:49

    Que é doloroso se sentir rejeitada pelo próprio pai, ninguém tem dúvida…mas concordo plenamente com o Reinaldo, é perigoso juízes aplicarem as leis baseados em algo tão subjetivo. Se o pai foi negligente nas suas obrigações com os gastos da educação, saúde e lazer da garota até os 18 anos justifica a indenização, mas por falta de amor? Ninguém dá o que não tem, quem pode ser obrigado a sentir aquilo que não sente? É algo espontâneo, não? Sem criar vínculos é difícil alimentar afeto. O que dizer de todas as pessoas que passam pela nossa vida e nos magoam? Vamos pedir indenização para todas elas?

  143. OBSERVANDO O MUNDO

    -

    08/05/2012 às 0:14

    Moto que há quem recrimine esse homem pelo fato dele ter exigido exame de DNA para reconhecer a filha. Mas qual o problema? Ou alguém aqui duvida que, se os homens não exigissem isso, as aventureiras iriam inventar mentiras a rodo?

    Conheço um advogado que chama essas aventureiras de “seqüestradoras”: mantem um parente da vítima sob sua guarda para tirarem dinheiro do sujeito.

    Eu, que já não queria nada com aventureiras, agora muito menos. São gente perigosa.

  144. @newclair

    -

    07/05/2012 às 23:00

    Reinaldo, eu queria mesmo era ver qual a “fundamentação jurídica” do STJ e do Tribunal para as aberrações que foram essas decisões em duas instâncias!
    Meu finado ex-marido nunca deu 1 centavo sequer em vida para a minha filha! Cuidei só e a mantive só! Nunca lhe estimulei a ter rancores e ela é uma garota equilibrada e justa!
    Sinceramente, não vejo o menor sentido nessa decisão!

  145. cristina

    -

    07/05/2012 às 22:09

    Pessoas, que escrevem opiniões como essas, provavelmente foram criados com seus pais,e como todos que têm asas e não sabem voar, não sabem exatamente o tesouro que têm. Somente quem passa por situação semelhante, sabe o qto doloroso é viver a vida inteira se perguntando ‘POR QUE NÃO MERECE O AMOR DE SEU GENITOR COMO OS OUTROS FILHOS?”.Seria muito bom, se como sanção o obrigasse a amá-la, mas sabemos que é inexistente!Então como alguém que é agredido verbalmente merece idenização e não aceita desculpas como pena, porque não,pagar por esse abandono?!Com cesteza a dor no bolso desse homem será proporcional a dor causada na vida desta moça!Ah, mas em uma coisa concordo com este indivíduo que escreveu esta matéria, o valor da falta de afeto realmente foi muito baixo!

  146. ana maria rangel

    -

    07/05/2012 às 21:48

    Com certeza não é ‘amor’ o que está sendo cobrado desse pai em juízo. Pode ser qualquer coisa, menos amor. A contrário senso, a prevalecer tal entendimento, torna-se possível pagar pelo ‘não amor’, significando que qualquer dos pais pode optar por “pagar duzentos mil” ou outro valor que não se sabe como for tabelado, e eximir-me de amar o filho… Pagou é como se tivesse amado.

    Filho é mercadoria? Amor filial é mercadoria? É bem comercializável? Imaginem que essa filha se tornar credora dessa esdrúxula decisão pode negociá-la no mercado, pode fazer cessão de direitos e e com esse “amor indenizado” comprar apartamento, carros, pacotes de viagens etc.

    Será que há outras “virtudes” indenizáveis por aí? É preciso investigar, ou estamos desperdiçando preciosidades valiosas por aí.
    E por falar nisso, amor de pai custa R$200.000,00. E amor de mãe deve custar mais caro, com certeza.
    Boa indagação: será que se esse pai fosse pobre (porque certamente nã o é) ficasse doente, num leito de cama, e essa filha tivesse recebido amor (não em espécie, mas ‘in natura’) estaria aos 38 anos de idade disponível para amá-lo assistindo-o material e afetivamente?

    É bom lembrar que, agora, se tal sentença por absurdo vier a ser liquidada,esse pai adquiriu o direito inexorável de ser cuidado material e afetivamente por essa filha na sua velhice…

    Há lógicas muito ilógicas além de incompreesíveis por aí, lamentavelmente…

  147. Maria

    -

    07/05/2012 às 20:43

    Vamos refletir sobre essa inovação:abandono afetivo. Será que os juízes não levaram em consideração a dor da esposa legítima quando soube da traição dupla de marido e pai de sua família quando se deixou levar por uns momentos de insansatez numa relação extraconjugal inconsequente e leviana? O que se espera para um filho bastardo, senão a o amparo material sob a forma de pensão amparada por lei?
    É preciso fortalecer o s vínculos da família jurídica e/ou religiosamente constituída. Juízes ,não abram precedentes além do que a lei preconiza,criando figuras subjetivas e oportunistas para quem descortina dinheiro fácil, como essa aberração do “abandono afetivo” que não tem nada de afetivo mas sim de pura vigarice..

  148. Padre Quevedo sobre o emprego do Diogo Mainardi na VEJA

    -

    07/05/2012 às 13:36

    Isso non excsiste !

  149. aventureiro.

    -

    07/05/2012 às 11:38

    PREZADA FULANA DE TAL VULGO……

    CUIDA DA TUA VIDA E DEIXA EU EXPRESSAR A MINHA OPINIÃO.

    OU TAMBÉM FUTURAMENTE APAREÇERÁ UMA JUIZA ESTABELECENDO QUE QUEM EXPRESSA UMA OPINIÃO TERÁ QUE PAGAR UMA INDENIZAÇÃO….?

  150. Tadeu Ribeiro

    -

    07/05/2012 às 10:06

    Se em vez de “Reinaldo Azevedo” você tivesse colocado “Tadeu Ribeiro” embaixo do post, não teria errado! Faço das suas, minhas palavras!

    Excelente texto!

  151. Wagner

    -

    07/05/2012 às 0:37

    Você é obrigado a dar dinheiro para o seu filho mesmo quando fica desempregado. Se não der carinho tem que dar mais dinheiro. JUIZES CEGOS SERÁ QUE NÃO VÊEM QUE ISSO É MAIS UM CANAL PARA EXTORQUIR DINHEIRO. SE FOSSE O DE VOCÊS DUVIDO QUE DARIAM DINHEIRO PARA ALIMENTAR VAGABUNDOS!!!

  152. Wagner

    -

    07/05/2012 às 0:26

    Excelente matéria. Acho mais curioso é que o tal “crime de abandono” só tem acontecido justamente quando a pensão acaba, poi a justiça fabrica vagabundos pilotados por mães que metem a marreta nos pais, pois estão em contato constante com os filhos e tem todo o tempo para envenenar quem nào está presente para se defender, dando pensões até 24 anos. Quando a pensão acaba, como os monstros que a justiça cria vão se virar? Simples – é só LEGALMENTE alegar que ficaram constrangidos pois há pais que querem se livrar do desprazer de ver seus filhos começarem a questionar suas atitudes pilotados pelas mães são penalizados a pagar por não mais amar seus filhos como antes. Os idiotas que julgam procedente uma estupidez dessas me faz ter VERGONHA de ser brasileiro. A JUSTIÇA NESTE PAÍS É RIDÍCULA!!!

  153. OBSERVANDO O MUNDO

    -

    06/05/2012 às 23:49

    Tenho nojo de gente ressentida. “O mundo é mal, eu sou a grande vítima”!

    Esse tipo de gente não tem receio nenhum de chamar o estado para ser porta-voz de todas as suas demandas, por mais íntimas que sejam. E o estado não se faz de rogado: Quer mesmo é ser o senhor sobre todas as questões, sobre todas as mentes. Para o estado moderno, não pode existir nada que seja íntimo, se lhe for instrumento adequado de poder. E que poder pode haver maior que o fim do império da lei? Onde as subjetividades de cada juiz (controlado pelo exército dos “politicamente corretos”) vale mais do que toda a lei, todos sabem que não há segurança jurídica nenhuma, e todos buscam a segurança no ato de lamber as botas do Partido, que domina sobre tudo.

  154. maria

    -

    06/05/2012 às 22:33

    Não que o amor seja mensurado em valores,mas a medição do vazio que e deixado!só uma ser que sabe que tem um pai,e que esse pai não lhe faz juz, sabe o quanto doi.tambem é erro da mãe, mas não podemos esquecer que não se faz um filho sozinha, o sofrimento da cça tambem e sentido pela mãe, e o arrependimento por não ter feito escolhas certas.Infelizmente as veses eles so sabem fazer quando vira lei ou quando atinge o bolso.
    “antes um pai morto, que um pai ausente”

  155. Vanessa Pâmila

    -

    06/05/2012 às 22:14

    Mais um comentários, vcs homens tambem devem usar preservativo, caso não queiram um filho ok, e as mulheres se cuidem porque os filhos na maioria das vezes ficam sob seus cuidados então cuidem-se essa história de amor acaba e no final fica um filhos frustrado por não ter uma estrutura familiar .

  156. Vanessa Pâmila

    -

    06/05/2012 às 22:02

    Crio minha filha sozinha e o “pai” manda uma pensão de R$ 170,00 casou-se novamente e não da mais a mínima para minha filha …. na verdade eu acho que eu deveria processa-lo por deixar tudo nas minhas costas. A lei é desumana.

  157. Marli de Fátima Takabatake

    -

    06/05/2012 às 21:55

    Prezado: fulano de tal vulgo “Gringo Aventureiro”
    Só imagino como vc deve ser com sua filha, certamente é um pai prestimoso e com todo amor do mundo… Pois eu acho !!!
    que o que a JUÍZA, decidiu está muito certo… Até que enfim estou vendo a justiça ser feita… Que isso sirva não só para o pai desnaturado com os parentes que dão apoio, deveria ser também estipulado indenização a ser pago para o filho abandonado por parte dos irmãos,avós,etc… quanto a vc Gringo, vai cuidar da tua filha que já está de bom tamanho. e deixa a justiça cumprir as leis. Parabens Ecelentiossíma Juíza !!!

  158. geovana correa

    -

    06/05/2012 às 21:31

    meu pai nunca me deu um apoio,em todos os sentidos a unica vez q vi ele fui humilhada por ele nao tenho nenhum bem material minha mae ja faceleceu.e ele nunca me ajudou ele e advogdo e empressario.nome dele e jairo de souza desde de ja obrigada

  159. Lili

    -

    06/05/2012 às 15:37

    Ué ????? e a mãe da desamparada ? Não vai ser processada por nada ? Porque, no meu modesto entendimento, ela é parte efetiva do desafeto, já que teve esta filha com um homem casado ! Então que os filhos dele, do primeiro casamento, peçam indenização à ela por causar tanto transtorno á família dita legítima ! Nada mais justo.

  160. aventureiro.

    -

    06/05/2012 às 13:55

    SOU GRINGO, TENHO RESIDENCIA PERMANENTE NO BRASIL, TENHO FILHA BRASILEIRA, PAGO PENSÃO MENSALMENTE COMO MANDA A LEI.
    ANTES DE QUALQUER COISA ME DESCULPEM POR O MEU JEITO DE ESCREVER PORTUGUES, ESPERO QUE VOCES TODOS ME ENTANDAM BEM.
    NO ASSUNTO DO “ABANDONO AFETIVO” EU NÃO SÓ CONCORDO E APOIO TOTALMENTE O COMENTARIO DO OPINIONISTA DA REVISTA “VEJA” REINALDO AZEVEDO, COMO QUERO ENCREMENTAR ESTE COMENTARIO COM ALGUMAS MINHAS CONSIDERAÇÕES.
    EM PRIMEIRO LUGAR A JUSTIÇA NÃO DEVE SER “HUMANA” DEVE SÓ SER “JUSTA”,JÁ É HUMANA EM QUANTO FEITA POR HOMENS E MULHERES, POR SER HUMANOS. QUERO DIZER QUE A JUSTIÇA NÃO PODE E NÃO DEVE SE ENTROMETER EM SENTIMENTOS ONDE ATÉ DEUS NUNCA SE METEU E NUNCA SE METERÁ, O AMOR É UM DESTES SENTIMENTOS. O AMOR É PURO, ESPONTANEO, SINCERO, DISINTERESSADO, LIMPO E POR ISSO MARAVILHOSO E QUANTO NÃO MEXER COM ELE. SE O SER HUMANO MASCARADO DE JUIZ TRANSFORMARÁ ESTE SENTIMENTO EM UM PRODUTO DE SUPERMERCADO COM VALORES ECONOMICOS DIFERENTES, DEPENDENDO DA CLASSE SOCIAL DO PAI,TRANSFORMARÁ ESTE SENTIMENTO EM ALGO DE FRIO, DE MECANICO DE CALCULADO, UM PRODUTO COMERCIAL ESTO VIRARIA O AMOR, SERIA O FIM DO SENTIMENTO MAS PURO QUE DEUS DOOU AO SER HUMANO.
    O AMOR NÃO TEM PESO, MEDIDA, VOLUME, COR, RAÇA, NÃO SE VENDE E NÃO SE COMPRA, A FALTA DELE NÃO SE RESOLVE SIMPLESMENTE COM UMA QUANTIA DE DINHEIRO, NEM TUDO NA VIDA SE COMPRA COM O DINHEIRO, O AMOR COMO O ORGULHO NAÕ SE COMPRA, NÃO TEM PREÇO POR ESTES TIPOS DE SENTIMENTOS.
    A JUSTIÇA NÃO PODE CHEGAR A ESTE NIVEL, A SOCIEDADE NAÕ PODE ACEITAR ISSO, NÉ A PIOR DITATURA OBRIGA A AMAR SUB PENA DE MULTA.
    TODOS CONHEÇEM A IMAGEM CLASSICA DA PESSOA (O CONDENADO) QUE ENTRA NO FORUM COLOCA A MÃO SOBRE A BIBLIA E JURA DE DIZER TODA A VERDADE SÓ A VERDADE, NADA MAS QUE A VERDADE. A JUSTIÇA QUER A VERDADE. MAS SE ESTES DOIS PROJETOS DE LEI QUE ESTAM TRAMITANDO NO CONGRESSO SERAM APROVADOS E VIRARAM LEI, OBRIGARAM O PAI QUE NUNCA DEU AFETO AO FILHO A PAGAR A ELE UMA INDENIZAÇÃO EM DINHEIRO SE O FILHO O COLOCARÁ NA JUSTIÇA.BOM, ISSO É O PRIMEIRO PASSO PARA INCENTIVAR UMA MENTIRA LEGALIZADA, NO SENTIDO QUE OS PAIS DEVERAM OBRIGATORIAMENTE DAR AFETO, CARINHO E APOIO PSICOLOGICO AOS FILHOS, NÃO POR ESPONTANEA VONTADE MAS PARA EVITAR UM MULTA, AÍ QUE SUB-ENTRA A MENTIRA LEGALIZADA, COM ESTA LEI SE CELEBRARÁ O TRIUNFO DA MENTIRÁ LEGALIZADA. NINGUEM SABERÁ MAS SE O AMOR DO PAI SERÁ VERDADEIRO OU FALSO, INDUZIDO POR MEDO DE SER PROCESSADO E CONDENADO;SERÁ TAMBEM O FIM DE UM SENTIMENTO QUE QUANDO É VERDADEIRO É CAPAZ DE MOVER AS MONTANHAS TÃO É FORTE, MAS QUANDO É FALSO, SE TRANSFORMA EM UMA PALHAÇADA DE CIRCO, PERDENDO O SENTIDO DO SENTIMENTO QUE DEUS SEMPRE ESPANDEU NO MUNDO, “O AMOR”, MAS DEUS NUNCA OBRIGOU NINGUEM A AMAR NINGUEM.
    UM SENTIMENTO, OU SE TEM, OU NÃO SE TEM, MAS UMA QUANTIA EM DINHEIRO NEM AJUDA NEM RESOLVE NO ASSUNTO DO AMOR, RESOLVE SÓ OS ASSUNTOS ECONOMICOS QUE MUITAS VEZES SÃO ESCONDIDOS ATRÁS DE UM SENTIMENTOS POR APAREÇER MAS DIGNOS.
    FILHOS MAL ENTENCIONADOS TERAM AS PORTAS ABERTAS PARA REENVINDICAR “MASCARADOS DE ABANDONO AFETIVO” UM DETERMINADO VALOR X EM DINHEIRO DO PAI E PROTEJIDOS POR UMA LEI INJUSTA, PODERAM TRANQUILAMENTE EXPLORAR ECONOMICAMENTE, USANDO COMO MOTIVAÇÃO (DESCULPA) A “FALTA DE AMOR” QUE A MESMA LEI (SE APROVADA) PERMITIRÁ DE COMERCIALIZAR ESTE SENTIMENTO COMO FOSSE UM PRODUTO COMERCIAL.
    ENTÃO SE CHEGARÁ A VENDER O AMOR E VENDER POR VENDER, A PROFISSÃO DE MULHER DE PROGRAMA QUE VENDE O SEU CORPO EM TROCA DE DINHEIRO, EM COMPARAÇÃO AO COMERCIO DO AMOR PATERNO, VIRARÁ UMA MISSÃO SANTA, COM UMA DIFERENÇA A MULHER DE PROGRAMA VENDE O SEU CORPO NÃO O SEU AMOR.

  161. ivaldo

    -

    06/05/2012 às 13:40

    ESSES JUIZES DA TERCEIRA TURMA DO STJ DEVEM TER TITICA DE GALINHA NA CABEÇA ! TEMPOS DIFICEIS ESTES EM QUE VIVEMOS !

  162. Douglas

    -

    06/05/2012 às 0:24

    Caro Reinaldo,

    como sempre os seus textos são de uma simplicidade que me faz: i) rir de alguns trechos pela situação envolvida e esdrúxula, ii) perceber a seriedade neles. Então, só completando quero dizer que o “nosso” judiciário é pau pra toda obra. Eis que existem casos e mais casos que poderíamos citar. Mas no tocante a essa seara de família (para não mexer na vara) existem algumas intrigantes. Contudo, os ditos “togados” (porque não dizer embriagados?) costuma taxar como sendo “é cediço”. Por exemplo, décimo terceiro não consta como sendo parte para desconto. Não é lei. Mas é cediço pelos tribunais. O mesmo pode ser referente ao 1/3 de férias do pai (na maioria esmagadora dos casos). Também é cediço que só quem bem cuida de filho(a) é a mãe. Ora, me poupem senhores “togados”. Por outro lado, a questão da palmadinha é de uma falta de vergonha tremenda. Filhos podem namorar, podem encher a paciência, chegar bêbado em casa, arrumar confusão para os pais, pode engravidar, pode desobedecer mãe e pai, não querer ir para a escola, etc, etc. Mas não pode levar uns safanões? Não pode trabalhar? Que esculhambação é essa? Deve ficar até, pasmem, beirando os 30 anos com uma boa pensão alimentícia porque o(a) filho(a) não tem condições de lixar para conseguir um emprego? Não. Isso é uma pouca vergonha. E com detalhes de crueldade para aqueles que, em geral, passaram noites e noites, cuidando, levando para hospitais, levando para a escola, limpando os seus dejetos, etc, etc. Agora quando estão grandes vem a perversidade amparada pelo judiciário? Assim já é demais.

  163. jeremias-no-deserto

    -

    05/05/2012 às 23:55

    Compartilho inteiramente com os comentários da Priscila Garcia. O que os arquitetos do governo petista pretendem é exercer o contrôle social no país. Decisões como essa, sem dúvida fazem parte de um sinistro projeto de engenharia social através do qual o estado finalmente será o grande mentor da família brasileira ,exatamente como nos regimes fascista e nazista.

  164. CEKA

    -

    05/05/2012 às 23:33

    Com mais algumas sentenças semelhantes, o número de abortos vai começar a crescer…ou o de vasectomias…

  165. Marta

    -

    05/05/2012 às 23:25

    Caro Reinaldo, quanto a análise do ponto de vista jurídico, você tem toda razão. Se não há amparo legal e usou-se de subjetividade na sentença,há um erro jurídico.
    Mas, convenhamos, já passou da hora de tratarmos de forma tão banal o fato de “um senhor ter uma filha fora do casamento” e “depois de uma ação judicial, ela ser legalmente reconhecida e assistida materialmente.”.
    É realmente muito difícil estabelecer um valor para compensação dos danos causados por esse “senhor”. Não só à filha “ilegítima”.

  166. João Lavador.

    -

    05/05/2012 às 22:31

    nO MEU ENTENDIMENTO :1- nO CÓDIGO CIVIL CONSTA QUE O HOMEM SÓ PODE COLOCAR SEU NOME NA CERTIDÃO DA CRIANÇA SE A MÃE O PERMITIR E, NO CASO DE FILHO MAIOR , SE ESSE O PERMITIR.2-mÃES AINDA DIFICULTAM A CONVIVENCIA DE SEUS FILHOS COM SEUS eX-MARIDOS, PAIS DAS CRIANÇAS.3-È, O AMOR NÃO SE COMPRA E, NESSE CASO, QUE HOUVE DIFICULDADE IMPOSTA PELA MÃE, O HOMEM AINDA VAI TER DE PAGAR PELO AMOR DIFICULTADO.dURMA-SE COM ISSO TUDO! qUANTO À JUSTIÇA BRASILEIRA DE HOJE EM DIA: É MESMO A JUSTIÇA COM A PRÓPRIA TOGA! BASE NA LETRA E NO ESPÍRITO DA LEI, QUASE NADA!

  167. João Lavador.

    -

    05/05/2012 às 22:07

    No meu entendimento:Tudo aí de novo! De minha parte, lamento os conceitos, os parâmetros, os paradigmas e juízo de valor( o que o valha!) dessa filha. Eu pagaria os 200.000 e lhe diria :Só me apareça depois da minha morte para pegar a parte que te cabe da herança, sua avarenta de mão cheia! E não digas que és avarenta por minha causa , pois como mesmo teNS alegado, NÃO FUI EU QUE TE EDUQUEI, POIS CONTIGO NÃO CONVIVÍ!

  168. naldig

    -

    05/05/2012 às 19:07

    Se não gostar de mim, eu processo!

  169. Anônimo

    -

    05/05/2012 às 18:50

    UMA TRISTE REALIDADE…A JUSTIÇA BRASILEIRA SEMPRE PRATICOU O COMUNISMO, ESSA ABJETA FORMA DE AUTORITARISMO ANTI-DEMOCRÁTICO…DESDE A JUSTIÇA DO TRABALHO E SUA “PROTEÇÃO” AO TRABALHADOR, ATÉ A CONTAMINAÇÃO EM TODAS AS OUTRAS ESFERAS (A PENAL, É O EXEMPLO MAIS DOLOROSO DESSA CONTAMINAÇÃO ANTI-DEMOCRÁTICA E ANTI-BRASILEIRA)
    .
    O MONSTRO FOI SÓ CRESCENDO E AGORA ESTÁ FORA DO CONTROLE
    .
    JUIZINHOS DE M****, METIDOS A DEUSES ESCLARECIDOS E COMUNISTÓIDES…TAMBÉM, 11 BABACAS IMPÔEM SUA VONTADE A 200 MILHÕES E FICA POR ISSO MESMO…

  170. Anônimo

    -

    05/05/2012 às 18:44

    CADÊ O CNJ PRÁ INVESTIGAR OS AUTORES DESSA ESDRÚXULA SENTENÇA?
    .
    AÍ TEM, CNJ…

  171. Anônimo

    -

    05/05/2012 às 18:43

    A JUSTIÇA BRASILEIRA É UMA PIADA DE MAU GOSTO…
    .
    PROTEGE ASSASSINOS, ESTUPRADORES, TRAFICANTES, TERRORISTAS,
    CORRUPTOS, MENORES INFRATORES, ABORTISTAS etc
    .
    PERSEGUE (E PRENDE) QUEM MATA UM TATU, COLHE UMA BROMÉLIA, DERRUBA UMA ÁRVORE PODRE, É DONO (USUCAPIÃO) DE UM PAPAGAIO, QUEM SE DEFENDE DE UM ATAQUE DE JACARÉ…
    .
    E FAZ UMAS EXCRESCÊNCIAS COMO ESSA DO ” MENOR ABANDONADO ÔNUS-AFETIVAMENTE ENQUANTO EX-CAÇULINHA”
    .
    JUSTIÇA BRASILEIRA…PIADA MUNDIAL…DE MAU GOSTO E PRÉ-COLOMBIANA

  172. Surfista Prateado

    -

    05/05/2012 às 18:17

    Voltando ao caso do “direito criativo” no caso das cotas. Por que não as cotas para burros (ou prejudicados intelectualmente)? Por que alguém que tem dificuldades com a matemática não pode ser engenheiro? A pobre pessoa sonhou a vida inteira em construir edifícios, máquinas, mas desgraçadamente não consegue entender o conceito de raiz quadrada… Então, é discriminada por estes malditos testes e vestibulares excludentes, tem sua dignidade humana ferida, seus sonhos destruídos? NÃO É JUSTO! Tem sim o direito de se formar em Engenharia e construir belos edifícios para muita gente morar, projetar motores para mover o mundo! Cotas para todos os burros em todas as faculdades! De Direito à Medicina, passando pelas Engenharias (inclusive nuclear) e Computação! Pela dignidade da “pessoa humana”!

  173. Tito

    -

    05/05/2012 às 17:33

    Pois é, vai haver recurso no STF.
    O que os nossos paladinos da justiça decidirão? Alguém tem dúvida?

  174. Cesar de Lima

    -

    05/05/2012 às 17:15

    extremamente pertinente o assunto abordado…também tenho visto com muita apreensão da lenta tomada do poder dessa ideologia perversa que nos conduz cada vez mais para baixo das asas de um Estado Pai/Repressor…a conta vai ser alta e não haverá mais judiciário para socorrer os órfãos…

  175. Sempre angustiado

    -

    05/05/2012 às 16:49

    Primeiro aspecto: o assunto abordado pelo Reinaldo é sob a ótica jurídica; em nosso direito, nossas ações são analisadas para enxergar em que lei se enquadra nosso procedimento, seja ele qual for, diferente do direito norte americano, onde a decisão do certo e do errado, depende do julgamento subjetivo dos magistrados e das evidências e provas constantes do processo. Nesse caso em tela, o que houve foi a inexistência de uma lei na qual pudesse ser enquadrado o pai ausente. Mesmo assim ele foi condenado porque cometeu uma falta que nunca foi mencionada em artigo nenhum, de lei nenhuma, de código algum. Acho até que nesse caso, se o pai recorrer ao STF, encontrará guarida naquela corte, apesar da desconfiança do blogueiro nas sentenças aplicadas pela Suprema Corte. Outro aspecto: tenho a impressão de que o amor dos pais reconhecidos, é totalmente diferente do amor dos filhos em relação a eles. Os laços da paternidade são eternos enquanto duram. Os laços da descendência já não o são e oscilam ao sabor do entendimento que os filhos tem da qualidade desse relacionamento. Poderíamos inverter o quadro, com o pai reinvindicando na justiça indenização pelo amor que a filha ingrata não lhe dispensou! Seria ela condenada por isso? Fica aí a pergunta.
    Conheço um cara que criou uma bela família, com mulher e quatro filhos; ele não era rico, mas tinha uma situação estável o bastante para proporcionar uma vida confortável a esposa e aos filhos: boa escola, vestuário adequado, alimentação farta, lazer, viagens, apoio educacional, carinho, atenção etc. Quando as crianças cresceram e começaram a ter sua visão de vida, a coisa começou a desandar. Os filhos se voltaram contra o pai repressor e se achegaram à mãe protetora. Ainda nova, a mãe veio a falecer de maneira incompreensível até que 20 dias antes da sua morte, se descobriu que ela contraíra o vírus HIV, e veio a falecer porque não houve tempo para iniciar um tratamento adequado. O pai, felizmente não foi infectado, mas ouviu de seus pimpolhos a condenação de que fôra ele quem infectara a mãe! Só para situar, ele está saudável e não foi infectado pelo HIV! Quarenta dias após a morte da esposa, o filho mais velho, com 36 anos à época, se suicida, ninguém sabe porque! No dia do suicídio do filho, e ao mesmo tempo que o fato ocorria nos EUA, o pai leva uma tremenda surra de seus tres filhos, dentro de sua própria casa e de lá é expulso (claro, que pela preservação da vida de cada um, não tomou nenhuma atitude), deixando a vida de cada um ao sabor de seu próprio entendimento. Nenhum dos filhos fala com ele. Pergunto: se ele entrasse na justiça com uma reclamação contra os filhos, pedindo uma indenização, seria atendido? Vai saber né? Mas o relato foi só para mostrar a enorme distância que existe entre o pensamento de diferentes gerações! A lógica e a razão dos filhos andam muito distantes da dos pais! É triste, porém verdade!

  176. Angelo

    -

    05/05/2012 às 16:24

    Senhores,pelo que eu simples mortal entendí,o amor e agora
    o abandono afetivo independente da situação na época dos
    pais,está mensurado em $$$valores,é a poesia valendo-se
    das penas ditatoriais de juizes nestePaís,é o Final dos
    Tempos,salvem-se quem puder!!!

  177. *anônimo

    -

    05/05/2012 às 15:59

    Criar um sistema de pontos para mostrar o amor de pai para o filho que não é de sua guarda, à semelhança dos agentes que fiscalizam liberdade condicional de criminosos.
    Dizer ao filho ( eu te amo ) dá um ponto positivo, até 3
    mais de 3 vezes em uma hora é estupro de vulnerável pois configuraria pedofilia segundo a moral petralha.
    Ao filho homem o limite seria cinco eu te amo;
    Abraço de amigo urso ( forte e rápido ) dez pontos.
    Abraço meigo e que demore mais de 15 segundos daria no filho homem força e demonstraria carinho: 50 pontos.
    “Na filha mulher seria cronometrado o tempo e se o pai encosta o corpo nos seios da filha, 15 segundos no máximo seria considerado amor, igual filho homem, 30 segundos não daria ponto algum e mais de um minuto cada abraço seria considerado relação sexual sem conjunção, apenado por estupro de vulneráveis e suicidado na delegacia.
    A asquerosa forma de ranqueamento petralha poderia dar até mil pontos se o pai der filiação partidária no PT e sua educação política partidária e a moral dos ateus comunas.
    FORA PETRALHADA IMUNDA E SABUJA DO REI DA CACHAÇA BRAVA.

  178. LUG

    -

    05/05/2012 às 15:13

    A moça deu-se bem. Acho o fato escandaloso, mas é minha opinião. Tomara que os filhos da espertinha algum dia tambem se achem abandonados, afetivamente…

  179. MALDONADO

    -

    05/05/2012 às 14:33

    NESSA DA DAÍ REI, SE TÁ PERDIDO, NUM TEM SALVAÇÃO, LÁ COM O BASTARDO INJUSTIÇADO PLUTARCO DA VIDA DU CRUSP, ALÉM DE NEGAR TODAS PRÁ ÊLE, DE TODINHO ATÉ FÉRIAS, DEIXOU PRÚ CARA “U” CASTIGO DE LER SOBRE “US HOMI” ILUSTRES DE PLUTARCO, “TUDU” ISSO AI, É MUITO PRÁ “CATCHOLA”.

  180. Paulo Suzano

    -

    05/05/2012 às 14:17

    Reinaldo,

    O tão decantado e assoberbado “sufoco” alardeado pelos membros do Poder Judiciário tem como gênese, isto sim,
    litígios envolvendo questiúnculas muitas vezes ridículas e risíveis. Causas infimas, muitas vezes motivadas por litígios que não deveriam ser resolvidos em público, muito menos envolver o Estado. Vale lembrar que esse estado de coisas de deve, e muito, a propaganda em que o Poder Judiciário faz auto promoção, insinuando ser a panacéia para todos os males. Nesse curso, se vê fortalecido para aumentar a sua máquina, sustentada pelo contribuinte. Outra sintoma dessa realidade, é que o Judiciário se sente no direito de legislar. Se o Legislativo esboça uma reação estapafúrdia, como controlar os atos do Judiciário, vem aquela reação entoando a separação dos poderes. Pergunto: isto é ou não é uma ditadura.

  181. gabriel

    -

    05/05/2012 às 13:21

    Reinaldo, acerca da crescente fúria legiferante do Poder Judiciário, veja o excelente artigo de Luiz Carlos Lodi da Cruz publicado em 5/5/2012 no site Jus Navigandi sobre a legalização do aborto de fetos anencéfalos decretada pelo STF.

  182. joao abel

    -

    05/05/2012 às 12:47

    Certamente essa “solução” vai ajudar, e muito, a relação dela com o Pai e o(s) meio(s)-irmão(s)……

  183. Varlice

    -

    05/05/2012 às 11:54

    Vê-se que o que menos importa à filha é o abraço, meu caro.

  184. AZUL

    -

    05/05/2012 às 11:52

    BOM DIA REINALDO
    ESTA AÇÃO DEVERIA SER CONTRA A MÃE DELA E NÃO CONTRA O PAI.
    A MÃE TEM UM CASO COM UM HOMEM CASADO, DEVERIA ELE LARGAR ESPOSA E FILHOS, PARA LHE DEDICAR PRESENÇA 24 HORAS.

  185. Leonardo

    -

    05/05/2012 às 10:35

    O Peleh que se cuide!!!

  186. Anônimo

    -

    05/05/2012 às 9:57

    Uma EX-CAÇULINHA, agora, pode processar o PAPI, para uma indenização milionária, por ABANDONO AFETIVO…é só procurar a ministreca do STJ paulista (desde já, candidata fortíssima à próxima ministreca do STF da dilma)
    .
    EX-CAÇULINHA?…é aquela menininha que ERA o xodó da família, a bonequinha do pedaço, até o momento que o inadvertido (e pervertido?) PAPI encomenda outra menininha à cegonha…PRONTO!…Surge uma nova CAÇULINHA reinando absoluta no pedaço e, a EX-CAÇULINHA, é relegada ao mais absoluto ABANDO AFETYIVO-CAÇULAU…GRAVÍSSIMO!
    .
    Tô achando que essa metrtríssima ministreca paulista é EX-CAÇILINHA….PAPI, TI ODEIOOOOOO!

  187. Robert

    -

    05/05/2012 às 9:50

    O STJ, no REsp 757.411-MG, Rel. Min. Fernando Gonçalves, julgado em 29/11/2005, entendeu de forma contrária, publicando sua decisão que, a seguir, se resume: “Entendeu que escapa ao arbítrio do Judiciário obrigar alguém a amar ou a manter um relacionamento afetivo, que nenhuma finalidade positiva seria alcançada com a indenização pleiteada.”

  188. aldo soares

    -

    05/05/2012 às 9:30

    Quem pensa que pra entender de lei tem de ser advogado, engana-se! pra fazer dela ofício, aí é outra parada. Tantos processos pendentes e importante nas prateleiras empoeiradas do judiciário de todo país e eis que, de repente, surgem estas inovações pra ferrar cada vez mais os pais (por que mãe raramente paga pensão). Passei trinta anos da minha vida viajando mundo afora: era casado;filhos dois. pago pensão há mais de 20 anos. Já pensou se essa idiossincrasia da exmª criar uma jurisprudência? estamos ferrados (meu filho,calma! eu te amo). Aonde vou buscar dinheiro para pagar essa “falta de amor”.No meu caso tenho como comprovar: extrema necessidade do serviço! será que pode? Enfim! no meu entender juiz nunca foi deus: erram sim! em interpretação como todos nós e que às vezes corrigimos, retrocedemos: E o juiz? Brilhante argumento Reinaldo, serias um grande magistrado: ou melhor já é.Parabéns disse tudo.

  189. Jorge Medeiros

    -

    05/05/2012 às 8:56

    Errei, é Jorge, não Korge, Sab, teclas contiguas e falta de atenção.

  190. Korge Medeiros

    -

    05/05/2012 às 8:54

    Vai começar chover reclamações. A justiça, que mal dá conta do que tem legalmente a ser julgado, não vai dar conta dessa oportunidade de criativas alegações desafetivas.
    Estamos nos tornando um pais surreal.
    Garanto que vai ter muitos filho e filha, que tiveram tudo, incluindo amor, encontrando, em algum momento da vida, ou de dificuldade, entrando com alguma ação reparadora.
    Pode se tornar um enorme fator de desunião familiar, Teremos que ter pais e mães PERFEITOS.
    E, quando começarão as ações contra filhos imperfeitos, rebeldes, desobedientes, ingratos, etc?

  191. Angela

    -

    05/05/2012 às 8:46

    Para o Wilker: você só tem 19 anos, seja hetero ou homossexual, não importa, é a idade da esperança, de traçar metas para o futuro, de definir a carreira (parece que você já optou por medicina). Então, digo, liberte-se da obsessão por seu pai e enxergue a vida que está à sua frente, que pode ser rica em experiencias e amores, só dependendo de você. Deixe ele viver a vida dele e viva a sua, sabendo apenas que se tem 19 anos e vai entrar numa graduação, a pensão é obrigatória até completar os 25 anos. Acerte esse assun to, esqueça seu pai e seja feliz.

  192. Woshington R Silva

    -

    05/05/2012 às 8:04

    Como será a reclamação no futuro das crianças adotadas por dupla gay, quando desejarem saber quem é meu pai, quem é minha mãe, vendo seus colegas e amigos com pai e mãe. Como os cavalos marinho, nasceu se vira.

  193. André Nogueira

    -

    05/05/2012 às 2:36

    Reinaldo,

    Analisando melhor, pode-se ver, claramente, que se trata é de um poderoso golpe contra a família e não um movimento a favor dela. Imagine a quantidade de “pestinhas”de vinte e cinco anos a levar seus pais aos tribunais alegando o tal “abandono afetivo”. E veja que no caso de filho “dentro” do casamento, a “chorumela”pode ser ainda maior, já que, o filho bastardo está diante de uma situação concreta e prática de distanciamento físico, já o outro pode alegar, por derivação da “solidão a dois” uma solidão a três ou sei lá. Isso pode render muito, sempre contra a sociedade e a família e a favor dos espertalhões. São açougueiros, estão vendendo muito caro as suas entranhas.

  194. Luciane Flores

    -

    05/05/2012 às 2:10

    Reinaldo, “Tema relevante” e necessário, ufa! ainda bem que essa decisão veio ser vista por esta filha que está com certeza sofrendo muito; mesmo com a decisão favorável a ela, pois só ela sabe que o que fez está sendo doloroso, penoso, e mesmo com tal indenização ela mesmo assim talvez não venha a ter o amor querido e guardado sufocado e perdido pelo tempo… necessário a qualquer homem de bem, que só bastaria existir para tê-lo de pronto por aqueles que os colocaram no mundo! Muito simples seria se este “pai” fizesse o mínimo que é o papel de qualquer filho de Deus[...], amar o próximo como a ti mesmo[...], não fazer ao outro o que você não gostaria que fisese a si mesmo!!! Ninguém deve viver com código de seja lá o que for mais criá-los é preciso e ainda bem que escândalos existe para que este ou outros fatos não fique banalizados; assim as injustiças feitas pelo homem à criaturas, que nesse caso não é você, ainda bem, pois você se faz necessário neste escândalo pois veio a tona com grande veemência o que está chamando de vilão (pai) ou poderia ser ela (mãe) como existe, sabemos!esse valor cogitado vai fazer homens de bens! Como? primeiro muitos outros serão levados a esta mesma justiça e estes faram o seu exercício de amor forçado e daqui a pouco ele vai ver com os próprios olhos como o amor gratuito é bom e vai aprender a ser um verdadeiro homem de bem!(CRIME DE ABANDONO AFETIVO) maravilhoso!! nesse momento várias pessoas estão radiosas pela coragem e a esperança que este assunto tão doloroso tenha vindo neste momento!(saberão que há um modo de chamar atenção para que o amor que tem de ser dado a um filho esteja passando por expectativas de melhores esperanças para muitos filhos desprovidos de amor e demais coisas que a vida naturalmente pede do ser humano.DISSE ASSUNTO BESTA? mentes como a sua não é totalmente degradante não desejaria a cadeia a você por falar tanta sandice mais uma GRANDE REFLEXÃO sobre o assunto, aí estaremos tratando dois tipos de homens: o que abandona um filho e outro que não sabe nem mesmo o que é ser amado! Ainda bem que os escândalos são necessários e a sua existência contribuir para extirpar de vez do mundo tão carecente de homens de bem que precisa realmente saber cê-los.

  195. anticorruptos e anticorruptores

    -

    05/05/2012 às 0:53

    Qual é o problema dessa juíza? Asnice, exibicionismo ou petralhice?
    .
    “Constituição da República Federativa do Brasil de 1988
    (…)
    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
    (…)
    XXXIX – NÃO HÁ CRIME SEM LEI ANTERIOR QUE O DEFINA, NEM PENA SEM PRÉVIA COMINAÇÃO LEGAL
    (…)”
    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/ConstituicaoCompilado.htm
    .
    Os perniciosos petralhas, incitados e chefiados pelo Apedeuta maligno, açulados pela Dilmaligna, não respeitam a legislação, tampouco a moral e os bons costumes.

  196. ademar branco

    -

    05/05/2012 às 0:44

    Prezado Wilker, das 21:26 – fiquei chocado com a tua história – não porque teu pai não te deu tudo aquilo que você esperava dele, mas porque você culpa teu pai por todas as tuas frustrações. Você é um homem, ou você é um verme. Você ainda está precisando de colo? Lamento por você, mas detesto quem faz papel de coitadinho! Vá lá e peça uma bolsa família para o Lula, se isto te conforta!

  197. Right

    -

    05/05/2012 às 0:29

    Bom seria
    que os comprometidos não pulassem a cerca.
    que todas as famílias fossem felizes.
    que não fosse necessário DNA ou processo para se reconhecer um filho
    que todos os pais dessem seu nome seus filhos
    que todos os pais se responsabilizassem material e moralmente pelos filhos
    que todos os pais amassem sua prole
    que os filhos se sentissem amados
    que dinheiro não importasse tanto…
    que os domingos fossem de sol e que os almoços em família fossem momentos de alegria e paz.
    -
    Mas a realidade – sim, a execrada realidade – não é assim, não é?
    Deveria ser, devemos ns esforçar para que seja assim, mas sabemos que não
    -
    É certo que o Reinaldo e muitos de seus leitores não estão defendendo a conduta dos pais que não se responsabilizam plenamente pelos seus. Ao contrario.
    -
    O que se está discutindo é a judicialização da vida familiar.
    -
    O Estado e seus juízes nao devem nos dizer como educar nossos filhos, nem decidir se amamos ou nao o bastante. Menos ainda promover revanchismos.
    -
    Ou alguém acha que essa decisão favorece uma eventual reconciliação da família?
    -
    Criminalizamos a “falta de afeto” e liberamos o consumo de drogas, o aborto, a prostituição? Reduzimos as penas de exploração sexualmente como quer a comissão de juristas?
    -
    Perdemos o bom senso?

  198. Martha

    -

    04/05/2012 às 23:57

    Estamos vivendo tempos sombrios. Os progressistas têm um modo todo peculiar de pensar e agir. E o pior é que eles têm o poder na mão e agem como bem entendem.

  199. Right

    -

    04/05/2012 às 23:33

    Espero o dia em que seremos processados por dar formação religiosa aos nossos filhos…
    -
    O cristianismo nunca vai ser progressista o bastante para essa gente.

  200. fighter

    -

    04/05/2012 às 23:20

    Em estrevista recente, a filha declarou que não foi pelo dinheiro. Então ela que doe a quantia a uma instituição de caridade. O pai, empresário, acho que não está nem aí para o montante. A filha jamais vai ter afinidade com seu progenitor. Esse será o maior castigo dela.

  201. Caipira do Vale

    -

    04/05/2012 às 22:10

    Brasil
    Um país de bastardos.
    Cultura de um povo.
    Pai do apedeuta, após formar família no nordeste, migra para o Sul.
    Esquece compromisso e faz outra família.
    Como animais, nem todos, o fazem.
    Meu avô, veio da Itália e deixa mulher e filha por nascer.
    Após cinco anos, volta à Itália para buscar mulher e filha.
    Isso em 1895.
    Mais de 120 anos e o Brasil continua o mesmo.
    Um país de bastardos.
    Espertos demais.

  202. *anônimo

    -

    04/05/2012 às 21:55

    Solução gratuita que evitará casos futuros: Homens, cuidado com a sexualidade, camisinha é grátis e previne problemas.
    Não importa a religião de cada homem, o p**** tem que usar um véu (camisinha), “não digam que ele é islâmico”.

  203. Wwender Dian Machado Rodrigues

    -

    04/05/2012 às 21:50

    Caro irmão, perante ao pai maior; Lamento e muito uma decisão impensada, não apenas neste caso, pois se amar existe preço fixado, gostaria de perguntar o seguinte: Então, quanto valeria o amor de DEUS? Será que o pai de todos esqueceu alguns? Se as pessoas tem condições, é DEUS o responsável? E as que não tem? Ele também é o responsável? Há!!! Ele não gosta de todos? Então alguns não são seus filhos? Seriam apenas criados? criaturas?
    PARCEIRO, Ainda sou do tempo em que se acredita em DEUS, o maior, O pai celestial, aquele que não abandona e nem ignora os irmãos… Acredito sim ser filho de DEUS como todos, não ignora a justiça e sim as injustiças…

  204. Wilker Delgado

    -

    04/05/2012 às 21:41

    Bacharel em direito é um tipo estranho. O sujeito nem credenciado pela OAB é, e se acha O juiz, O entendido do assunto. O indivíduo fica tão tarado que até para ir comprar pão na padaria vai de terno e gravata.

  205. Wilker Delgado

    -

    04/05/2012 às 21:41

    Bacharel em direito é um tipo estranho. O sujeito nem credenciado pela OAB é, e se acha O juiz, O entendido do assunto. O indivíduo fica tão tarado que até para ir comprar pão na padaria vai de terno e gravata.

  206. Wilker

    -

    04/05/2012 às 21:26

    Caro Reinaldo, vc acha q eu n fico noites em claro? Tento descobrir por ql motivo meu pai me rejeita? N fumo, n bebo, n faço nada de errado. Sou um filho q todo pai quis ter, e o meu pai nunca me quis. Pra vc ver, q no final do ano tentei suicidio pelo fato de n ser bem quisto pelo meu pai. É eu n sei se posso chamar ele de PAI, pois nunca fez nada por mim e sim so pra minha irmã. Pra eu conseguir algo a minha irmã tem q pedir pra ele, fingindo ser pra ela, e no final é pra mim. É somente isso q tenho a te dizer, somente podemos criticar qndo sentirmos na pele. Pra qm ta de fora, criticar é facil. Ah como eu qria ser amado pelo pai, no dia dos pai dar uma abraço nele, no meu aniversario qria tanto q ele me ligasse, mais nada disse acontece. É lastimavel, vou tocando o barco até aonde der.

  207. Wilker

    -

    04/05/2012 às 21:21

    Caro Reinaldo, as suas criticas aos juizes e a filha n procede, pois vc n sabe o q é ser rejeitado por um pai. O amor de um pai q n tive me afeta até hj. Posso ir aos locais aonde, pai e filho estão de bem. Esses dias pude ver ao vivo e a cores uma amiga minha dizendo ao seu PAI: PAI TE AMO, e o pai respondeu tb te amo filha, fica com Deus. Eu abaixei a cabeça e entrei no coleégio e toda a noite eu fico matutando, pq será eu sou um filho de segunda classe. Vc n sabe a dor, a magoa q fica no peito, sem ter aa oportunidade de falar PAI TE AMO. O meu pai meu ve nos locais comprimenta todos menos eu. Me abandonou aos 12 anos, da uma miseria de pensão, recebe bem, tem carro do ano, e eu ando de onibus, tem duas casas, trata de uma criança q n é co-sanguineo dele. Agora eu estou tendo ingressas em uma universidade de medicina, e somente com o dinheito da minha maãe estou pagando o cursinho, troco o almoço pela janta, enqnto ele come do bom e do melhor. E tem mais eele sempre fez tudo pra minha irmã, pagou faculdade, pagou pensão até ela formar, esta pagando pos graduação e pagando os concursos no Brasil. EU preciso ir prestar vestibular fora pois qm qr medicina n escolhe local, estou sacrificando. Mais tenho fé em Deus q irei conseguir os meus objetivos e provar o qnto eu tenho valor. É lastimavel as suas criticas caro Reinaldo Azevedo, somente qm passa por isso sente as magoas, hj tenho 19 anos e o meu pai entrou com exoneração de pensão, ele aposentou esta bem de vida, deu um carro para minha madrasta e um para minha irmã, e pra mim? Sabe o q ele me deu, uma carta do juiz. É caro Reinaldo, estou lutando com todas as forças para conseguir meus objetivos, e n qro nada dele, as duas unicas coisas q eu estou lutando um é justiça q faz é manter a minha pensão miseravel e outra é um dia poder falar pra meu pai, PAI EU TE AMO.

  208. Pimenta

    -

    04/05/2012 às 20:36

    Amor pelo filho é algo natural?
    A História prova que não. Sociedades do passado, como a Roma Antiga, não tinham o menor problema em rejeitar filhos.
    Além do mais, se assim o fosse mães não abortariam filhos, muitas sem o menor constrangimento, e pais não cogitariam de convencer ou obrigar as mães a fazê-lo.
    Idealmente todo filho deveria ser concebido por livre vontade de homens e mulheres, mas a realidade não é assim.
    É acho que mesmo não desejado todo filho deve ser minimamente cuidado.
    O que me preocupa realmente é essa sede de se “fazer justiça”, o subjetivismo (que parece comprovar certo dito popular) que acomete até os bem-pensantes.

  209. Priscila Garcia

    -

    04/05/2012 às 20:30

    …e atenção, comentadores: o MESMO MODELO que cria um mecanismo legal de controle social estatal, e que manda que o pai indenize a filha por motivos “afetivos”, AMANHÃ será usado para que os filhos denunciem seus pais caso eles tentem ESCAPAR, de alguma forma, a qualquer âmbito da tirania imposta pelo Estado. Vão lá tomar conhecimento de como funcionou o Terceiro Reich, por gentileza. Qualquer semelhança com o sistema de controle social que está sendo implantado aqui NÃO SERÁ “mera coincidência”.

  210. Priscila Garcia

    -

    04/05/2012 às 20:30

    …e atenção, comentadores: o MESMO MODELO que cria um mecanismo legal de controle social estatal, e que manda que o pai indenize a filha por motivos “afetivos”, AMANHÃ será usado para que os filhos denunciem seus pais caso eles tentem ESCAPAR, de alguma forma, a qualquer âmbito da tirania imposta pelo Estado. Vão lá tomar conhecimento de como funcionou o Terceiro Reich, por gentileza. Qualquer semelhança no sistema de controle social que está sendo implantado aqui NÃO SERÁ “mera coincidência”.

  211. Gustavo

    -

    04/05/2012 às 20:23

    Em breve seremos processador por amar de menos, odiar de mais, sentir saudade de menos, ficar triste de mais e por qualquer outra inadequada expressão de sentimentos que os doutores considerem indenizáveis.

  212. Priscila Garcia

    -

    04/05/2012 às 20:20

    Reinaldo, atenção: o paradigma do Foro de São Paulo, que é a organização que REALMENTE governa o Brasil, é NAZI-MARXISTA. Adolf Hitler jamais cometeu uma única ilegalidade, e TODOS os atos do Terceiro Reich foram previamente legalizados pelo Judiciário nazista. Portanto, a atual FUNÇÃO do Judiciário brasileiro consiste em CRIAR mecanismos LEGAIS de controle social que permitirão ao governo brasileiro EXERCER, de forma legal, este brutal controle. EXATAMENTE como foi no nazismo.

  213. Pimenta

    -

    04/05/2012 às 20:14

    Pergunta ao pf (advogado?):

    - Como se prova dano moral?

    No caso da mulher: como ela prova que sofreu dano moral? Afinal, ela tocou sua vida e pelo que se sabe tem profissão e é casada com um vereador de Votorantim.

    Entendi sua argumentação sobre a diferença entre a esfera cível e a penal, mas ainda resta a questão da arbitrariedade da aferição da indenização. Se não houvesse arbitrariedade na definição da mesma a sentença não teria sido parcialmente reformada.

    Em tempo: o mais sensato no caso do pai seria ele ter desde cedo reconhecido a filha e pago a boa vida para essa mulher e ponto final. Nada como uma vida confortável, ainda mais à custa dos outros, para minorar “dores” de desamor.

    Pimenta

  214. Camila

    -

    04/05/2012 às 20:08

    Aceito com todo respeito sua opinião, mas com certeza o senhor não vivenciou esta situação de abandono por parte do seu pai. Não existe dinheiro ou lei no mundo que possa reparar esta situação, é um dano eterno e irreparável, assim como a morte da adolescente no parque de diversão, qual o valor desta vida??!!!!! Impossível se calcular. No caso citado, ela se foi, os pais continuam aqui, é uma forma de acalento por um dano causado por terceiro independente da vontade da vítima. Assim como esta filha, o dano foi causado e garanto que são danos terríveis, irreparáveis e arrisco a afirmar que equiparado a morte. Por isso, sempre existe os dois lados da moeda. E graças a evolução, globalização ou como queira chamar, a nossa justiça está despertando.

  215. Angela

    -

    04/05/2012 às 19:41

    Reinaldo, concordo com sua opinião, mas quero falar de outro assunto que também tem a ver com decisão judicial: é o caso do jogador oscar, tema a meu ver importante, pois a paixão pelo futebol permeia a maioria dos lares no Brasil.
    Um ministro do TST deu um habeas corpus a oscar, permitindo que ele jogue onde quiser, pois um trabalhador não pode ser privado de fazer o que gosta, independente de ter ou não contrato assinado com outro clube. Esse ministro é casado com a filha de um conselheiro do Inter de Porto Alegre, portanto parente da parte interessada. Como fica isso???? Para ele, os contratos não têm valor, o que vale é a vontade do trabalhador “pois a época da escravidão já passou…” Gostaria de saber a sua opinião.

  216. vimvivenci

    -

    04/05/2012 às 19:27

    Reinaldo,

    Relooouuuuu feito vc disse, homem e branco no Brasil tá virando escravo, se for rico então NUNCA será perdoado. Se for inteligente… ferrou e se for alto e bonito… adeus. Isso mesmo Rei, grite e proteste por que os seus dias de liberdade estão contados, afinal vc é homem, branco, inteligente etc kkkkkkkk

  217. Roberto

    -

    04/05/2012 às 19:24

    Trabalho desde os seis anos de idade, apanhei muito e mesmo assim sempre amei meu Pai e Mãe. Não sou retardado nem tenho nenhum trauma que eu saiba hehehe.. e amor não tem preço. E como fica os Pais agora que se mata de trabalhar para sustentar um bando de vagabundos e ainda são ameaçados pelos filhos ?????????????????????????

  218. Paulo Bento Bandarra

    -

    04/05/2012 às 19:19

    Já não existe mais o princípio constitucional de que ninguém é obrigado a fazer, ou deixar de fazer, a não ser o que está explicitado em lei. Outro absurdo é querer obrigar alguém a amar outro, por mais próximo sejam ou pareça natural tal relação.
    .
    Quanto a se sentir como filha de segunda categoria, isto tem enorme participação a sua mãe. No caso foi um pai “achado na rua”!

  219. Anónimo

    -

    04/05/2012 às 18:51

    Ao pf:

    Seu raciocínio teria sido perfeito não fosse um pequeno detalhe: o dever de das assitência moral (e não afeto, que é um sentimento involuntário) é do genitor que tenha a guarda do menor e de assistência material, de ambos os genitores. No caso em tela, o pai não tinha a guarda da filha. Assim sendo, não lhe cabia a assistência moral, mas sim tão só a material, o que ele prestou. Incorre em abandono moral quem, tendo o pátrio poder, não dá ao filho a orientação moral e educacional devida.

  220. Israel

    -

    04/05/2012 às 18:24

    Reinaldo,
    Sou teu fã e perco as contas da quantidade de pessoas ás quais indiquei teu blog. Todavia, esse caso carece ser analisado, após a leitura do acordão cujo acesso vc nos facilita (li em teu outro texto), de forma imparcial, como deveriam ser os demais jornalistas.
    Nesse caso, gostei e votaria junto com a decisão de nossa Suprema Corte, pois o pai (réu) é daqueles cidadãos que se acostumam a sair fazendo filhos e, antes da era DNA, limitavam-se a dizer que o filho não era dele.
    A humilhação que a filha passou por ter sido ignorada é de difícil reparação, lembrando que o réu não lhe pediu opinião antes de fazê-la.
    Em minha opinião, se cada filho ignorado passar a ter um custo significativo para os pais, como nesse caso, nossa sociedade se tornará mais justa

  221. Sidney

    -

    04/05/2012 às 17:56

    Vai me desculpar, mas o pf das 16,21 se acha “o” advogado para querer criticá-lo. Se ele é, e não disse, digo eu: sou advogado e acho suas observações sobre decisões jurídicas ótimas. Você está certíssimo, continue assim. Como decidir sobre questão tão subjetiva e ainda arbitrar valores? Ninguém desconhece que o dano moral deva ser indenizado, ainda que também seja matéria subjetiva, no entanto, o fundamento da ação em questão foge totalmente à boa lógica.
    Esse pf das 16,21 deve ser apenas um petralha, não advogado.

  222. GETULIO NEIVA

    -

    04/05/2012 às 17:53

    PARA ONDE CAMINHA NOSSOS TRIBUNAIS SUPERIORES?
    NO MOMENTO SÓ ME OCORRE PERGUNTAR SE INCIDE IMPOSTO DE RENDA(27,5%) SOBRE ESSA INDENIZAÇÃO. VAMOS TER QUE RECOLHER NO CARNÊ LEÃO?

  223. Lúcia - Gyn

    -

    04/05/2012 às 17:52

    Não entendo de leis mas, parece que o caso foi julgado na esfera do direito civil (Desirée às 15:04) e portanto existe a lei; fica esclarecido a parte legal, ponto.
    Em se tratando do emocional, neste caso especificamente, não quero comentar, pois não temos detalhes do processo. Não sabemos se pai ou filha estão certos, mas, com certeza a juíza que deu a sentença sabe. Devemos confiar no julgamento dela.
    Existem pais que só assumem filhos fora do casamento porque são OBRIGADOS por lei, sem um pingo sequer de afeto e existem também filhas (e mães) golpistas, nesse caso, sempre quando os pais são ricos.Portanto, deve ser julgado caso a caso.
    Acabei me estendendo muito naquilo que desconheço, posso até ter dito bobagens, o que gostaria mesmo de dizer é o seguinte: todos os homem e todas as mulheres que têm filhos, dentro ou fora de uma relação estável,devem ter obrigaçôes sim,afetivas e de sustento! Quem não quer passar por isso que tome suas precauções e não saia fazendo sexo descuidado por aí.

  224. Drakko

    -

    04/05/2012 às 17:43

    Aos dezessete anos tive uma namorada que depois de três (quase quatro!) anos de relacionamento meteu o pé na minha bunda. Sofri (e sofro!) até hoje. Desenvolvi na época uma espécie de síndrome de abandono que acabou complicando meu futuro profissional e minhas relações afetivas posteriores.
    Hummmm… vou meter um processo naquela ingrata hoje mesmo!

  225. Claudius

    -

    04/05/2012 às 17:41

    O STJ está engarrafando fumaça.

  226. neoliberal otimista

    -

    04/05/2012 às 17:37

    Jotinha, 17:30
    Aonde eu assino ?
    Espetacular o seu comentário, simplesmente nada a acrescentar ! Perfeito ! Subscrevo e aplaudo !

  227. Jotinha

    -

    04/05/2012 às 17:30

    A FILHA: Se ela queria um relacionamento afetivo com o pai, errou o caminho. Com o processo, demonstrou que não busca a atenção paterna, e sim a locupletação. A solução do imbróglio poderia advir naturalmente com a retirada da ação e um pedido de desculpas. Ela bem que poderia tentar… Ainda que seu pai nunca a perdoasse. O que ela conseguiu até agora, de fato, foi construir um abismo entre eles. Deveria tentar ser feliz de outra forma, e deixar o coroa viver a vida dele em paz. Lá na frente… Quem sabe os dois poderiam ser bons amigos? O PAI: Não lhe restou recorrer da sentença e passar mais alguns anos de amargura. O processo não vai colaborar em nada para que passe a gostar da sua filha, muito pelo contrário. O JUDICIÁRIO: Bem! Estamos na Era da Boçalidade. A sentença é um belo exemplo do “Direito Achado na Rua” tão difundido nos últimos anos pela petralhada racista, abortista, heterofobista, maconhista, anticristianista, fascista, progressista vigarista…

  228. José do Norte

    -

    04/05/2012 às 17:29

    Reinaldo,

    A mentalidade do brasileiro foi destroçada, não coisa que tape o emissor de tolices.

  229. Sergio S. Oliveira

    -

    04/05/2012 às 17:23

    Que país é este, hein? Meu Deus. A frase do texto “Não há dor que o dinheiro não cure…” define tudo.

  230. gaúcha indignada

    -

    04/05/2012 às 17:22

    O Poder Judiciário foi exterminado pelo partido da quadrilha. E o cidadão brasileiro???????

  231. Fabiana

    -

    04/05/2012 às 17:14

    Se as mulheres puderem processar também todos os homens cafajestes que as deixaram arruinadas… xiii…
    Seria interessante, mas só é possível ter parâmetros se há lei escrita pra isso.

  232. Fabiana

    -

    04/05/2012 às 17:11

    Gramsci tá botando pra quebrar no judiciário.
    A intenção é bagunçar total.
    Se não tinha lei que previa, não existe isso.
    Não seria o caso de haver pareceres da OAB, CNJ, etc.?

  233. Anônimo

    -

    04/05/2012 às 17:10

    Só resta ao pobre pai, o STF…ou seja: coitado, a coisa vai piorar…BRASIL, O PAÍS DAS NOVELAS GLOBAIS: O PAÍS MAIS BURRO DO MUNDO, MUITO MAIS DO QUE PORTUGAL!

  234. Fabiana

    -

    04/05/2012 às 17:08

    Se todo mundo for processar os pais por algo que lhes prejudicou psicologicamente na infancia, a zona vai ser total.

  235. Solucionador

    -

    04/05/2012 às 17:06

    Indústria farmacêutica, por favor inventem urgente uma pílula anticoncepcional para o sexo masculino! Quem sabe assim reduz essa polêmica toda e essa mulherada não “baixa a bola”…o Mundo agradece!

  236. Fabiana

    -

    04/05/2012 às 17:06

    Um filho processando uma mãe, teria o mesmo efeito sim, desde que a mãe fosse rica.
    Afinal, as ‘minorias’ não são ‘minorias’ qdo não são da esquerda, como no caso heraldo pereira.

  237. Maristela, sp

    -

    04/05/2012 às 17:00

    Reinaldo, não precisa publicar. Escrevi um pequeno comentário sobre este post o qual não foi publicado. Penso que não tenha chegado. Agora, lendo os comentários de todos, com raras exceções, percebi na maior parte deles uma expressão preconceituosa contra a mulher- a filha abandonada pelo pai e a juiza. Será que se fosse a mãe que tivesse que pagar a indenização ao filho, definido por um juiz, os comentários seriam semelhantes? Tenho minhas dúvidas.

  238. ze amarelinho

    -

    04/05/2012 às 16:55

    O Brasil é o país que tem mais advogados do mundo, sozinho o nosso país tem metade dos advogados do mundo inteiro oque faz o supremo tibunal esta arrumando serviço para eles assim como arrumou cotas, teremos muito mais AQUÍ É O COMEÇO DO MUNDO,a justiça esta se fromando agora.

  239. Maria Ruth

    -

    04/05/2012 às 16:54

    Querem uma sentença de cunho afetivo? Condenem o pai a almoçar duas vezes por semana com a filha até o final de seus dias!!!Agora, vamos combinar que ganhar dinheiro fácil é um absurdo. O amor do pai é trocado por dinheiro???????????

  240. Domenico DiCocco

    -

    04/05/2012 às 16:47

    Certeza absoluta que daqui a pouco um deputado federal fara um projeto de COTAS para os ” abandonados afetivos” . Obrigatoriedade de reservar 20 por cento de amor para os cotistas . Mais des por cento se for Afro descendente, Mais dez por cento se for gay e mais dez por cento se Indio ou quilombola.

  241. Claudia

    -

    04/05/2012 às 16:46

    O Direito Civil não é assim tão simples como o Direito Penal, meus caros, cujos crimes estão lá, todos bem definidinhos, mas que mesmo assim deu ensejos a pérolas como a “legitima defesa da honra”, do assassinato da Angela Diniz. E cuidado, não conhecemos o inteiro teor do processo ora em discussão. Pode ser muito pior…

  242. Paula Costa

    -

    04/05/2012 às 16:45

    Amado tio Rei,

    Malgrado a sua lógica impecável, não há o q fazer. A única saída para o cidadão brasileiro, hoje, é o aeroporto.
    De q vai adiantar ao réu (ainda tem acento?) alegar, no STF, q ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa, segundo a Constituição, senão em virtude de lei?
    Bons tempos em q a lei era dedicada aos inimigos…

  243. Ana Paula

    -

    04/05/2012 às 16:43

    Interessante é que a filha processou um pai rico. Queria ver se fosse pobre de dar dó, o que ela pleitearia???? Dividir a miséria??

  244. nathaniel

    -

    04/05/2012 às 16:32

    .
    Caro triste – 04/05/2012 às 12:04
    Entendo o que vc diz, o problema é que não existe lei pra isso, se vc acha correto uma indenização por estes motivos pressione seu deputado ou senador a criar esta lei, no VOTO DISTRITAL, isso é não só possível como da resultado no sistema eleitoral via voto distrital , mas não podemos permitir que decisões contrárias ou não tipificadas em lei sejam tomadas pelo STJ e pelo STF, isso é perigosíssimo, e o dr Lulla pai di Lullinha sabe e incentiva isso, imagine que no caso do STF 11 pessoas definidas pelo presidente da república estão agora legislando em seu nome, sem receber votos nem mandato de ninguém pra isso? Percebe? Esse é o problema. Cuidado com o rabo de arraia, quando vc menos espera ele te derruba no chão e vc nem vai saber de onde veio.
    .
    No Brasil da era da mediocridade os petralhas não dão pingo sem nó, tudo é feito para implantar a ditadura do partido único com voto proporcional (que garantiu figuras como protógenes queirós e joão paulo cunha no congresso sem votos para isso) e voto em lista fechada (metade das vagas e cada modelo).

  245. ari

    -

    04/05/2012 às 16:32

    Reinaldo, sou formado há 12 anos em direito, mas jamais exerci a profissão. Do pouco que sei, que vivenciei e conversei com colegas de turma, sempre se diz “o Brasil não tem tradição em dano moral”. Todos sabem que a cultura dos tribunais brasileiros é de arbitrar indenizações relativamente baixa – se comparada com o que ocorre nos EUA, por exemplo – para os casos de dano moral. Há poucos meses minha esposa teve seu carro “emprestado” por um manobrista do hospital em que trabalha. O rapaz que pegou o carro dela para dar uma “voltinha” se envolveu num acidente deixando duas vítimas fatais (o caso foi amplamente divulgado pela imprensa). Enterei-me, na ocasião, sobre a questão do dano moral e sempre a resposta que obtinha era de que os valores praticados não correspondiam nem a décima parte dos R$ 200 mil ora concedidos a esta senhora. Desconfio, sinceramente, de que nossos tribunais superirores não só estão viciados nesta discricionaridade, estão acima de tudo cumprindo uma agenda “progressista”.

  246. pf

    -

    04/05/2012 às 16:21

    Reinaldo, você é um grande jornalista, um excelente analista político, melhor escritor ainda. Sou seu leitor, e crítico. Mas quando você entra no jurídico, o resultado é desinformação. Você desinforma seus leitores com argumentos completamente fora da realidade jurídica. Você pode ter certeza que se algum de seus leitores forem vítimas de acidente de carro – exemplo corriqueiro – e procurarem um advogado em busca de uma indenização de quem causou o acidente, serão informados que poderão pleitear uma indenização material e moral. Estou lhe dando um exemplo muito simples, que acontece todos os dias aos montes. Acompanhe audiências por uma tarde num juizo cível e veja como funciona o negócio. Lógica é o seguinte: causou um dano, o dano é provado, indenização cabida, seja material ou moral e ponto.

  247. nathaniel

    -

    04/05/2012 às 16:17

    Percebam que estas decisões se acumulam neste ano e no ano passado pra mim faz parte do trabalho de desacreditação de mais uma instituição nacional que garante a democracia combatida pelos petralhas desde sempre, o foco continua a ser a ditadura dos capita
    Istas amigos do pudê, visando armar o circo pra absolver todos os mensaleiros.

  248. Felipe Goltz

    -

    04/05/2012 às 16:13

    Parece masoquismo da minha parte, mas já o li este post três vezes e até agora não consigo acreditar no que esta juíza de nome Nancy Andrighi conseguiu fazer! Depois do fim dos crucifixos em repartições públicas, O Brasil realmente é o país onde se encaixa à perfeição na expressão: Sem fé, sem rei e, agora, sem lei!

  249. Ricardo

    -

    04/05/2012 às 16:12

    Para alegria indústria do direito brasileiro,só comparada a indústria dos cartórios, hoje mais um recorde foi quebrado. Afeto do pai tem preço agora e custa R$200.000,00. Pergunto quanto custa outros tipos de afetos , namorada(os), tia(os)? Se o afeto eh tão importante nesta causa e o dinheiro não, por quê não foi feita uma doação a orfanatos e as crianças que precisam tanto de afetos.

  250. nathaniel

    -

    04/05/2012 às 16:12

    Olha a barata
    Formiga Solitaria – 04/05/2012 às 14:49

  251. pf

    -

    04/05/2012 às 16:10

    Dano moral. O que é dano moral? É natural que o dano moral seja subjetivo e relativo, embora existam alguns critérios para sua aferição objetiva. Pagar uma indenização por dano moral não é pagar por um crime não tipificado – alias, esse argumento, pra não dizer pobre, é ridículo. art. 186 do CC 2002. Provado o dano, o nexo de causalidade entre a ação e o resultado, é cabido a indenização. A indenização por dano moral – seu valor – também funciona como reprimenda educativa e será relacionada à gravidade do dano e o poder econômico do causador do dano. A fixação do valor do dano não é aleatória, como parece. Obedece critérios consignados em doutrina e jurisprudência, já que seria ridículo tabelar a moral das pessoas em lei – em se tratando de danos morais, cada caso é um caso e isso é pacífico. Não existe surpresa nenhuma nisso, não. Esse assunto é simples e não mostra novidade – já é estudado a séculos -, qualquer livro de direito civil trata do tema. O que acontece é uma confusão entre a esfera política e jurídica – não sei de onde vem essa confusão diante da clareza do tema, mas imagino que seja isso. O dano moral é coisa do cotidiano jurídico – de cada 100 ações que tramitam num juizado especial cível, 90 pretendem danos morais, mas poucas, de fato, “ganharão” a pretendida indenização. O sistema jurídico deve ser entendido no todo, sob pena de leituras desvirtuadas de dispositivos legais isolados. É farta a legislação que obriga – eu disse “obriga” no sentido de “dever” legal – os pais a darem boa educação e afeto aos seus filhos, basta uma simples pesquisa. Pra quem acha a moça esperta, deve saber como foi sua relação com seu pai. Leiam alguma coisa sobre dano moral.

  252. BOB

    -

    04/05/2012 às 16:07

    Este pai deveria entrar na justiça contra a filha, já que visivelmente não é amado por ela. Indenização já!

  253. BOB

    -

    04/05/2012 às 16:06

    PETRALHA ÀS 14:49. REINALDOX NELE!

  254. MINEIRIN INVOCADIN

    -

    04/05/2012 às 16:05

    Reinaldo,muito válida a interrogação postada por “Felipe Dias – 04/05/2012 às 15:36″. Incontáveis são os casos em que um dos cônjuges usa e abusa dos filhos como forma de vingança! No caso em foco,será que a julgadora teve ao menos a virtude de observar se “a moeda tinha TINHA FRENTE E VERSO DIFERENTES”,ou seja,procurou ouvir as duas partes, DE FATO,antes de exarar seu veredito OU simplesmente teria sido mais um típico caso de “julgamento nas coxas”?

  255. nathaniel

    -

    04/05/2012 às 16:02

    Pronto agora o IBOPE entra na pendenga estrangeira criada no brasil e diz que mais de 90% dos brasileiros se preocupam com a questão ambiental. É a típica pergunta nem nem, só pra dar respaldo pra Dilma vetar o código ficar bem com a opinião pública, o Brasil que trabalha na roça que se exploda, afinal continuam votando no Lulla pai di Lullinha… Com votos garantidos por uma política de educação publica baseada no bla bla bla e em textos esquerdopatas enfiados goela abaixo dos estudantes brasileiros. Poderia perguntar quantos se preocupam com saúde ou quantos se preocupam com educação, ou com emprego e porraí vai…

  256. MINEIRIN INVOCADIN

    -

    04/05/2012 às 15:57

    Reinaldo,há um forte odor de estrume no Blog:”Formiga Solitaria – 04/05/2012 às 14:49″
    DESINFETE-O,POR FAVOR! ARGHHHHHHHHHHHHH!

  257. JB

    -

    04/05/2012 às 15:53

    Quando li esta notícia, fiquei estarrecido. Não sei se é por influência do executivo ou do legislativo, mas nosso “judiciário” está ficando cada vez mais desacreditado. Concordo com o que disse o sr. Daniel Martins, às 11:43: uma cadeira de lógica nos cursos de Direito deveria ser obrigatória. Por fim, meus parabéns Sr. Reinaldo.

  258. Julio

    -

    04/05/2012 às 15:53

    Priscila escreveu abaixo:”Neste caso ele sustentou a mesma mas nunca a reconheceu foi necessario a justiça então ele a discriminalizou perante sua familia e irmãos. Deixa-se claro como a exemplo do Pele que não a aceitava e pronto. O que a justiça está pontuando é a falta do convivio das brincadeiras, passeios e afins. O pai pode ter pago os estudos porem só aparecia quando era interessante e só deu o nome quando a justiça obrigou”. E voce acha que alguem pode ser OBRIGADO a amar? Nem a justica pode obrigar um pai a amar uma filha. E um sentimento que se tem espontaneamente ou simplesmente nao se tem. E nao dinheiro tambem nao pode compra-lo ou substitui-lo. – Agora, uma perguntinha: sera que se tivesse sido um FILHO processando uma mae, a justica teria dado ganho de causa? Duvido muito…

  259. Bruno Assunção

    -

    04/05/2012 às 15:46

    Vou entrar na justiça (e provavelmente ganhar) contra todas a namoradas que me derem um pé na bunda a partir de agora! Dado que eu as amo, elas não me amarem de volta e me largarem caracteriza abandono afetivo (e efetivo)!

  260. MINEIRIN INVOCADIN

    -

    04/05/2012 às 15:42

    Reinaldo,na mesma linha vagabunda,creio que se enquadra a pilantragem da obrigação de avós etc serem OBRIGADOS a arcarem com PENSÃO ALIMENTÍCIA para netos etc,quando o pai não puder! Quer dizer,na hora de “virar os olhinhos”, o sujeito pode,mas na hora de assumir a responsabilidade,a “justiça” simplesmente usa a safadeza de “TOMA QUE O FILHO AGORA É SEU”? Ou seja, a PUNIÇÃO ULTRAPASSA A FIGURA DO CRIMINOSO! Como diria o macaco “sócrates”: “eu só queria entender!”

  261. nathaniel

    -

    04/05/2012 às 15:39

    Caro Reinaldo e colegas comentaristas, ouvi no rádio agora a pouco um discurso do Dr Lulla pai di Lullinha com a Dilma falando que a zelite do Brasil não gosta do bolsa família, antigo bolsa escola do FHC chamado pejorativamente de bolsa esmola pelo Lulla (que teve a cara de pau de dizer que oo Serra chamava o bolsa família de bolsa esmola… O cara mente sem ficar vermelho), porque não quer distribuir renda.
    .
    AÍ EU PERGUNTO A VCS: um país onde os cidadãos pagam 40% de imposto já não esta distibuindo renda? Não esta claro que o dinheiro existe mas fica no caminho, na forma de sustento da máquina estatal, que cresceu absurdamente durante os 3 mandatos do Lulla pai di Lullinha e na forma de corrpção? Então cade a oposição? Cadê o Traécio Neves pra ser a oposição no senado? Será que ele quer ser presidente auando como atua ou como não atua, no senado?

  262. Paulo Castilho

    -

    04/05/2012 às 15:39

    Em tempo: Não sei por que a celeuma. Esse caso mostra que Nelson Rodrigues já tinha previsto a tese há tempos e agora chegou ao STJ. Disse o dramaturgo: “O dinheiro compra tudo. Até o amor verdadeiro”.

  263. Felipe Dias

    -

    04/05/2012 às 15:36

    Prezado Reinaldo,
    Sem dúvida é um tema rico para debate.Eu acrescentaria mais um “ingrediente”: qual teria sido a participação ou influencia da mãe nesta relação pai e filha?
    Sabemos que muitas vezes as mães, ou pais, usam os filhos para se agredirem mutuamente, e quem sai perdendo, sempre, são os filhos.
    Abraço,

  264. Rodrigo

    -

    04/05/2012 às 15:32

    É mais que absurdo… é, de fato, assutador o que vem ocorrendo nos tribunais brasileiros.

  265. nathaniel

    -

    04/05/2012 às 15:30

    No estadinho de hoje “CUIABÁ – Terminou a greve nos canteiros de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte (UHBM) em Volta Grande do Xingu em Altamira do Pará. A decisão foi tomada pelo Sindicato da Construção Pesada do Pará (Sintrapav/PA) depois das 20 horas da quinta-feira. O vice-presidente da entidade sindical, Roginel Gobbo, disse que foram “obrigados” a encerrar o movimento  por causa da pressão de decisões jurídicas: a decretação da ilegalidade da greve pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 8ª Região que imputou multa de R$ 200 mil por dia parado e a liminar de interdito proibitório.”
    .
    Esse é o governo do PT administrando uma greve com seus sindicatos comprados, mandam o judiciário amigo dos cumpanhêru e a polícia em cima (em brasília mandaram a polícia retirar moradores de área do DF que haiam invadido sem nem mesmo ter entrado na justiça para pedir reintegração de posse, no Acre deceram o sarrafo mesmo mulheres saíram com o olho roxo)
    .
    É o Brasil medíocre e raivoso se enraizando e garanindo o pudê pra tipos como o Dr Lulla pai di Lullinha milionário sócio da Oi e pecuarista de sucesso sem conhecer de gado. Quem toca as fazendas do Lullinha é o pessoal da JBS abastecidos com dinheiro dos impostos de brasileiros através do BNDES

  266. Lilyane

    -

    04/05/2012 às 15:29

    Desculpe por mudar o foco, mas fiquei pasma com uma chamada no Estadao online.: “CALOTE DOS MORADORES de São Paulo atinge maior nível(…)” – o grifo é meu – enquanto que no UOL: inadimplência em São Paulo aumenta. O que acontece com o Estadão? Vontade de ‘caçar’ clientes moderninhos ou mudou a linha editorial? Caramba, tá ficando difícil.

  267. Márcio

    -

    04/05/2012 às 15:22

    Reinaldo, um juiz de primeira instância – portanto, DE CARREIRA – havia negado a indenização. O problema é que A CÚPULA se acha, cada vez, mais políticia que jurisdicional. Demos nomes aos bois e não generalizemos.

  268. Helena

    -

    04/05/2012 às 15:21

    Qual a unidade de medida será usada para medir a afetividade… ou falta de…
    Quantos metros de afetividade mensal?
    Quantos quilos…?
    Quantos amperes…?
    Quantos watts…?
    quantos pés…?
    Quantos Reais de afetividade ….ahhhh achei é essa a medida e o critério a condição financeira.
    Me poupe

  269. Janine

    -

    04/05/2012 às 15:16

    Quanto o Estado Brasileiro deveria pagar a titulo de indenizacao aos milhares de brasileiros abandonados pelo sistema de educacao e pelo sistema de saude?
    Os juizes sao sempre muito objetivos quando se trata de cobrar a um privado e quanto ao estado que abandona “afetivamente’ seus filhos?

  270. Cesar Andreazza

    -

    04/05/2012 às 15:16

    Esta aberta a porteira para que ex-casais ou até mesmo ex-namorados se processem…

  271. mauro

    -

    04/05/2012 às 15:15

    A propósito: o TJ/SP entendeu que ele devia indenizar porque cuidou bem de outros filhos, de outra “relação”. A Desembargadora chegou a invocar o princípio constitucional da igualdade (juro!).

    Isso significa que se ele tivesse tratado mal TODOS os filhos, talvez não tivesse sido condenado…

  272. mauro

    -

    04/05/2012 às 15:10

    Reinaldo, achei o acórdão do TJ/SP, que foi ligeiramente modificado pela Nancy Andrighi. Nele está a explicação para os R$ 15 mil – os R$ 415 mil equivaliam a 1000 salários-mínimos. Veja aqui: https://esaj.tjsp.jus.br/cjsg/getArquivo.do?cdAcordao=3393292

    Coincidência: tanto o acórdão do TJ quando o do STJ foram relatados (isto é, “conduzidos”) por mulheres.

  273. *anônimo

    -

    04/05/2012 às 15:09

    Parece decisão de tribunais norte-americanos que acatam os pactos pré-nupciais onde a mulher estipula um valor em dinheiro em caso de infidelidade, UMA BOLSA CHIFRE.
    Aqui Dilma poderá alegar abandono afetivo de brasileiros que se opuseram a ela no pleito passado e obrigar todos a votarem nela ou no canabrava Lula, Lula se dia o pai dos pobres e Dilma a mãe do PAC, pode no STF mandar seu fux paulistinha e outros petralhas supremamente togados a exigir IR adicional de oposicionistas para curar suas dores por declararem-se inimigos eleitorais de Dilma.
    Deputados, senadores terão que se aliar a quem esteja no poder, um gigantesco PMDB com todos os parlamentares se formaria, ou o STF daria multa por ofender a mãe ou pai.
    *** O STF pode declarar que as palavras em sentido diferente tenham a mesma interpretação. Será como no jogo do bicho VALE O QUE ESTÁ ESCRITO.

  274. Vilma Z. Pastrello

    -

    04/05/2012 às 15:08

    O amor paternal também se conquista, não indo para a justiça mais amando de fato os pais.

  275. Marcia Gonçalves

    -

    04/05/2012 às 15:08

    Reinaldo, sou mulher mas não compactuo com determinados abusos das mulheres. Esta ação, me parece, começou há 12 anos. Hoje, a “vítima” tem 38, quer dizer, entrou com a ação aos 26 anos, já grandinha, maior de idade, já criada e, quem sabe, mãe. Quer dizer : teve a vida inteira para pensar na ação contra o pai. Outra coisa: além da herança (a que já tem direito), ela ainda vai receber mais 200 mil. Essa moça é uma “abandonada afetiva muito esperta”, não? E boa parte da mídia ( a Globo, principalmente) comemorou esta decisão absurda como se fosse um avanço da Justiça brasileira. Avanço pra trás, né. E você tem razão : isso não está em nenhum Código. não existe. Esperem pela enxurrada de ações de filhos e filhas “abandonados” que não querem abraço, querem grana. E com a postura de certos promotores e juizes, preparem o bolso, pais. Vamos esperar que o STF corrija este delírio do STJ.

  276. Francisca Naiara da silva

    -

    04/05/2012 às 15:05

    Meu caro Reinaldo Azevedo,ser pai é muito mais que garantir alimentação,é ser presença constante na vida do filho,imagine-se como todo que o dinheiro possa comprar,porém sem o amor,compreensão e os outros sentimentos que são imprescindíveis na vida.Ela apenas fez ele sentir onde as pessoas mais sentem dor no mundo de hoje,no bolso!

  277. Luis Alberto Pereira

    -

    04/05/2012 às 15:05

    Reinaldo, concordo com vc e gostaria de trazer a tona um outro problema. Conheço pais que estão desesperados lutando por terem uma maior participação na vida dos filhos e quando vão à justiça são tratados com um enorme preconceito, principalmente pelos “profissionais” das varas de infância que só faltam usar a boina do Che para defenderem as supostas minorias, neste caso, as mulheres.

    Não obstante, esta causa pelo menos deveria servir à advogados que lutam por estes país.

    Em curtas palavras: Se um indivíduo ganha uma ação dessas, o inverso também deve ser tratado com o mesmo peso. Qual seja: Será que país que são obrigados ver seus filhos quinzenalmente não podem entrar com uma ação acusando o genitor detentor da guarda de ser um cerceador desse mesmo afeto, que por lógica, caracterizaria um abandono afetivo forçado ?

  278. Desirée

    -

    04/05/2012 às 15:04

    Ainda não tenho uma opinião definitiva sobre a situação…..Mas gente, tenhamos cuidado com as imprecisões de textos como esses, que podem gerar conclusões equivocadas, e preconceituosas… No caso estamos na esfera do Direito Civil, e não penal, em que não há que se falar em crime, mas em responsabilidade civil, que pode acarretar em obrigação de indenizar em caso de omissão, que gere dano ainda que moral, conforme previsto nos artigos 186 e 927 do código civil, e art. V da CRFB, de maneira que também não há que se falar em ausência de lei. A questão deve ser analisada com base no caso concreto…e não todo pai que não participa da criação deve indenizar automaticamente. De qualquer maneira a análise não é meramente subjetiva, pela falta de amor, mas sim pela falta de convívio com o pai, por ser direito do filho e direito/dever do pai…..percebo reflexos de machismo latente no texto, como que mulher só gosta de dinheiro! Acho até leviano comparar a autora da ação a sem noção da Val Marchiori, sem conhecer os detalhes do processo. Fica uma pergunta, vcs realmente acham que o Pelé está certo no modo como trata a filha???

  279. Mairalur

    -

    04/05/2012 às 15:03

    Vamos dar mais um tempinho e, quem sabe, posso cobrar uma grana do Reynaldo Gianecchini por não me amar, mas amar a Gaby. A gente chega lá, com os juízes que aí estão.

  280. MINEIRIN INVOCADIN

    -

    04/05/2012 às 15:03

    Reinaldo,a achologia chegou à seara do “direito”(para mim, mais “torto” impossível!),ratificando a sabedoria popular,no que tange a “cabeça de juiz e fralda sempre podem trazer surpresas!”. Essas “togas iluminadas”(haja holofotes!!!)devem ter parido um “sentimentômetro”,com o qual passaram a avaliar o grau de sofrimento,desconforto, desamor,dissabor,diarreia etc! A ilustre( fico por aqui,para não ser processado!)deve estar legislando sob causa própria,numa espécie de sentença purgativa e de vendeta por algo que a deve ter constrangido em vidas passadas! No caso,um “belo” exemplo da aplicação do “direito achado na rua”! Se a moda pega,descobriu-e mais um filão de ouro(extorquir pais e mães sob a falácia do “abandono”)!

  281. Felipe Donadi

    -

    04/05/2012 às 14:56

    Se você, pai, não ama o seu filho, passe a amar. Agora é lei.

  282. BOB

    -

    04/05/2012 às 14:53

    E como é que fica aquela filha do molusco, que quase foi abortada? Quantos milhões ela pode pedir de indenização?

  283. BOB

    -

    04/05/2012 às 14:50

    A juíza ainda declarou que estava iniciando uma nova fase de “subjetivação da justiça”, como se isso fosse alguma vantagem…

  284. Jeferson

    -

    04/05/2012 às 14:50

    Artigo 186 do Código Civil: “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”. Em complemento a este dispositivo legal, vem o Artigo 927: “Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo”.

    Então, não vejo porque seja “direito criativo”

  285. Formiga Solitaria

    -

    04/05/2012 às 14:49

    REINALDOXX!!!

  286. Célia

    -

    04/05/2012 às 14:48

    O preço do AMOR ira variar , conforme a classe social, ou ja tem planos para ser tabelado?

  287. Anónimo

    -

    04/05/2012 às 14:47

    No meio modo de ver, se a falta do pai foi afetiva a sentença também deveria sê-lo: o pai deveria almoçar com a filha, duas vezes por semana até o fim da vida. Aí sim, seria uma setença correta!!!!

  288. Frassineth Gomes

    -

    04/05/2012 às 14:45

    Tenho me perguntado para que tantos juízes numa corte, se já existe um relator. Vejo que os demais não pensam nas sentenças que darão, pois os outros seguem o voto do relator, o que ele diz, tá dito e eles só dizem AMÉM…
    Gostaria de saber se esses senhores tivessem julgado a causa da filha de pelé que teve que recorrer 13 vezes se eles teriam julgado da mesma maneira.
    Onde já se viu m filha colocar um pai na justiça por causa de falta de amor!! É como você diz: “… será que se ele fosse pobre seria condenado a compensar a filha… com pão e mortadela…?” Amor não se compra, se conquista!! O que ela mais quer, é dinheiro. Eu sendo pai dela, recorreria quantas vezes fosse necessário para não pagar o qu os tais juízes decretaram até vê-la perder na justiça para deixar de ser espertalhona. Ora, ela já tem pensão e é até herdeira igual com os outros filhos. Ela até que é sortudo, ai fica colocando chifre em cabeça de cavalo. Mesmo que ela não tivesse constituído família e não tivesse um emprego´não teria necessidade de uma indenização por falta de amor…
    Até os pais de santo estão colocando o bloco na rua para reinvindicar um direito que nunca vi ser negado, pois eles batem seus tambores e colocam seus despachos na hora e no lugar que querem… É, a minoria quando se acha prejudicado recorrem logo a marchas e fazerem badernas. ESSE TIPO DE GENTE ESTÁ PRECISANDO DE UMA BOA TROUXA DE ROUPA PARA LAVAR…

  289. teles de carvalho

    -

    04/05/2012 às 14:43

    Olá Reinaldo,
    me faz lembrar aquela música do Ultraje a Rigor (Rebelde sem causa) em que o moleque reclamava de ser demasiadamente bem tratado pelos pais, faltando-lhe, por isso, a necessária repressão freudiana que lhe justificaria a coolness da juventude. Quem sabe um dia nossos jovens poderão cobrar dos pais, na justiça, a falta daquela saudável repressão que lhes justificaria a rebeldia sem causa?

  290. Blumenau

    -

    04/05/2012 às 14:42

    Rei.
    Vi a entrevista dela no JA e ela disse que dinheiro não é tudo…com lencinho nos olhos.
    Então poderia doar tudo para um orfanato para dar um pouco de conforto para quem não teve pai,nem mãe e nem casa.
    Quem deve estar muito satisfeita com essa decisão judicial,deve ser a mãe dela,que com certeza deve ter infestado os ouvidos da filha até chegar onde chegou.
    Deve ser mesmo insuportável esta mulher,que não conquistou um homem por amor,e de castigo e capricho ele vai ter que pagar,mesmo que para isso ela tenha usado a própria filha.
    Coitados dos netos dela.Mas a filha deve ser perfeita,nada faltará aos herdeiros,ensinou-lhes como ganhar dinheiro.

  291. Walter

    -

    04/05/2012 às 14:41

    Pelo que entendi não estamos aqui para discutir se o pai ou a filha estão certos ou errados, mas sim a aplicação da lei. Se o próprio tribunal não faz o seu papel e se apoia no sentimentalismo, estamos perdidos. É ter a ditadura de volta numa forma muito mais repugnante e cruel. Todos nós correremos o risco de cair no precedente do “abandono afetivo” “assim entendeu o STJ…”. Qualquer um chega lá conta uma mentira, como já acontece TRT (ganha quem mente mais). Se a lei não é respeitada pela toga, ficamos a mercê da justiça que controlará nossas vidas pondo fim no estado democrático.

  292. gino/sp

    -

    04/05/2012 às 14:39

    Agora tá bom demais!!! É o vale tudo que chegou a justiça brasileira, aqui se da asilo a terrorista assassino, toma-se terras e propriedades de fazendeiros para fazer reserva indígena, aprova-se cotas raciais apesar da constituição e agora mais essa!!! Que tal os milhões de brasileiros que sofreram e sofrem com os péssimos serviços oferecidos pelo estado, que são sua obrigação constitucional, processarem o estado solicitando indenização pelo constrangimento e sofrimento a que foram submetidos? Melhor ainda, vamos processar os responsáveis pelos 3 poderes por todo sofrimento e constrangimento a que deixaram o povo ser submetido por que não foram cumpridos as obrigações constitucionais!!
    Essas atitudes transloucadas do nosso STF só fazem aumentar a desconfiança dos que querem investir no Brasil, principalmente os estrangeiros.

  293. alan

    -

    04/05/2012 às 14:36

    Quantos pais moram com os filhos, nunca assumiram a paternidade mateiral e amorosa, que dicam os internados na antiga Febem.

  294. João Vale

    -

    04/05/2012 às 14:33

    A lei e a constituição estão sendo substituidas pelas idéias do juiz ou dos juizes. Só que a lei e a constituição são fixas, escritas. São as mesmas para todo mundo. Já as idéias de um indivíduo são coisa totalmente mutável, imprevisível, incerta, subjetiva. Estamos, no Brasil, regredindo e caminhando para um fascismo justiceiro social. Isso termina em matanças, ditadura e miséria. O mundo já cansou de ver este filme.

  295. Manauara

    -

    04/05/2012 às 14:33

    É meu caro Rei, a esse estado de indeterminação é que chamamos de insegurança jurídica. Ai daquele que não amar o seu próximo, será condenado a despir-se de seu patrimônio, pois a dignidade já terá ido pro brejo mesmo…

  296. estado de direito, já!

    -

    04/05/2012 às 14:31

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    ESTADO DE DIREITO, JÁ!!!!!!!!!!!!!
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    SEGUIMOS POR UM CAMINHO SEM VOLTA…
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    SEMPRE DEFENDI O FIM DA INDICAÇÃO POLÍTICA PARA O CARGO DE MINISTRO, E EM TODOS OS TRIBUNAIS…..
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    custou, mas chegamos lá… pior, não podo ficar…….. AINDA BEM QUE O MINISTRO MARCO AURÉLIO ESTÁ SE RECUPERANDO……. ERA O ÚNICO EM QUEM EU CONFIAVA…. ME DECEPCIONOU EM ALGUMAS DECISÕES, MAS ME APRCE QUEE STA´RECUPERADO, ESEPRO, DE CORAÇÃO, PERECISAMOS DE GENTE ASSIM, QUE CUNMPRA A lei, a contItuição, NÃO SE DEIXE LEVAR POR MODISMO, POR ACLAMAÇÃO POPULAR, POR QUALQUER BABAQUICE DESTAS QUE TEMOS VISTO NOS ÚLTIMOS TEMPOS…….. o veklho Rui tibnha razão:
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    “O ensino, como a justiça, como a administração, prospera e vive muito mais realmente da verdade e moralidade, com que se pratica, do que das grandes inovações e belas reformas que se lhe consagrem. “ Obs.: Plataforma de 1910. Rui Barbosa

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    “Medo, venalidade, paixão partidária, respeito pessoal, subserviência, espírito conservador, interpretação restritiva, razão de estado, interesse supremo, como quer te chames, prevaricação judiciária, não escaparás ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz covarde.” Rui Barbosa
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    - COM ESA DECISÃO, OU ANTES MESMO, COM A ENTRADA DO PROCESSO, SE HAVIA ALGUMA CHANCE DE DIALOGO ENTRE PAI E FUILHO, SE ACABOU………a grana falou mais alto……… alias, ela quem move os nossos destinos, atualenmte……
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  297. João Vale

    -

    04/05/2012 às 14:28

    Este país está ferrado. Como se não bastasse termos leis frequentemente absurdas, agora temos que nos curvar às idéias exóticas de indivíduos togados. E mais, antes o STF era uma segurança contra isso. Você dizia: vou recorrer e este absurdo será corrigido. Mas, e agora? Agora o STF está no embalo do “dane-se a constituição, vamos fazer justiça”. Ferrou, está virando um salve-se quem puder.

  298. Oliver

    -

    04/05/2012 às 14:28

    Já estou pensando em ir ao Paraguai, comprar uma arma, para promover um “abandono racional desencadeado pelo abandono afetivo”. É quando o sujeito, cansadode ser tungado pela justiça, resolve brincar de Batman, ou de “um dia de fúria”. Essa justiça, deste lugarzinho chamado brasil, é uma foto, não é mesmo ? Um retrato acabado e mal pago da condição necessária, mas não suficiente; é necessário ser inteligente para ser juíz, mas não suficiente. Basta ver a justiça que temos. Uma lástima.

  299. Jose Roberto - Recife

    -

    04/05/2012 às 14:22

    Rei!
    Será que este apedeuta já é participante do Guinnes-book?
    ” Analfabeto com maior titulo de doutoramento do mundo”
    O cara não sabe escrever – vide um recado que postado por voce, quando da visita na maternidade de um neto.

    Ig Noticias
    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira (4) títulos de doutor honoris causa das cinco universidades públicas fluminenses: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). A presidenta Dilma Rousseff participou da cerimônia

  300. peregrino

    -

    04/05/2012 às 14:13

    Esta decisão da justiça é uma aberração jurídica!!!!!

  301. Moacyr

    -

    04/05/2012 às 14:10

    Rei, se está assim no caminho, imagina na festa! Com um pouco de humor negro (sem trocadilho) imagina quando os cotistas de hoje chegarem à magistratura.

  302. Lamentável

    -

    04/05/2012 às 14:04

    Como o exemplo vem de cima, a consequência da substituição do STF pelo STJS (Supremo Tribunal dos justiceiros sociais) será toda sorte de decisões malucas vindas de justiceiros sociais por este país a fora.

  303. ocidental

    -

    04/05/2012 às 14:03

    Ora, Reinaldo,institui-se,com essa sentença , que o amor tem um preço. O pai em questão deixou de dar amor durante X anos .Agora deve pagar 200 mil reais por tal carência. Então divide-se 200 mil reais pelos X anos do abandono afetivo e ter-se-á o quanto ele pagaria por ano . Dá até para saber quanto ele deve pagar por mês,dia, minuto e segundo…Basta montar a equação: se a pessoa ‘devedora de amor’ -e que tiver bens-[(pai,mãe,tia,avó,avô , bisavô ,filho,filha,professor,Estado ...afinal , acho que todos nós, de alguma forma somos devedores de amor a alguèm muito carente (e possivelmente muito safado)e que se julga 'credor')] falhou nessa ‘obrigação de dar amor durante ,por ex. 15 anos, então é só multiplicar por 15 o quantum de um ano de amor… Ora, aqui está mais um ‘capítulo’ a ser inserido no estudo do Direito das Obrigações,curso que tanto amei fazer nos idos de 80 na querida UEM: ‘Do Direito de Dar Amor no país do samba do crioulo doido’ .Por favor, não me acusem de nada : A expressão ‘samba do crioulo doido’ não é minha,acho que é do genial Stanislau Ponte Preta,pseudônimo do querido Sérgio Porto,já falecido. E que não sejam condenados os herdeiros a pagar indenização aos afros, pois estudei,também em Direito, que as dívidas do ‘de cujus’ não se transferem aos herdeiros,a não ser que os bens deixados pelo ‘de cujus’ cubram as tais dívidas. Mas aí já estamos entrando no Direito das Sucessões,outra área encantadora do Direito como um todo e que vale a pena preservar,antes que ‘os bárbaros’ a desmontem também.

  304. Paulo

    -

    04/05/2012 às 14:01

    Reinaldo, isso é a mercantilizacao do afeto, a judicializacao do carinho. Acabo de ver a figura caricata no JH e agoro entendi pq os petralhas gostam tanto do dinheiro publico, faltou amor de pai.

  305. nathaniel

    -

    04/05/2012 às 13:45

    Na era do confronto e da mediocridade o judiciário escolhe ser criativo ou não de acordo com o direcionamento do dr Lulla pai di lullinha nunca investigado e seus petralhas de estimação

  306. Artur

    -

    04/05/2012 às 13:45

    Ultimamente o que sai da cabeça de muitos juizes é o mesmo que sai de um cidadão com dor de barriga ao ir ao banheiro.A propósito se o pai desta cidadã fosse um pobre operario que morasse em uma favela, ela pediria indenização pelo tal abandono afetivo?Toparia receber 30,00 por mes do pobre pai?Brasil um País de irresponsáveis.

  307. maria de jesus

    -

    04/05/2012 às 13:41

    Vem cá, a filha de 38 anos reclamou do pai biológico na justiça, pediu uma indenização pelo que afirma ter sofrido até agora. Então, é certo que este pai, agora é que não vai querer assunto com esta filha biológica. Será que daqui há alguns anos ela irá reclamar outros tantos de Reais de novo pela possível indeferença do pai??? Ou ela vai se contentar com o que o STJ decidiu?

  308. rocha

    -

    04/05/2012 às 13:38

    Isso abre espaço para qualquer filho ferrar os pais.
    Um sujeito viciado em drogas pode alegar que sofreu abandono afetivo porque não foi criado pelo pai,pode dizer que entrou nas drogas por falta de amor paterno e vai por ai.
    Essa ministra tem cocô na cabeça,está no lugar errado.
    O estado ainda vai nos dizer o que comer, o que lê e como limpar o traseiro.
    Essa decisão abre as portas para que filhos tomem tudo dos pais.
    Só no Brasil.È o fim

  309. Cláudia

    -

    04/05/2012 às 13:34

    O encerramento do seu artigo está perfeito. São vários os casos que demonstram o abuso de poder a que os cidadãos estão sujeitos. Vide caso da lei seca no Rio que multou o dono de uma bicicleta elétrica por se recusar a usar o bafômetro. Isso porque, sendo um repórter fotográfico, ele resolveu registrar que a blitz estava montada em cima da ciclovia. A bicicleta foi inclusive apreendida quando não existe lei que determine a obrigatoriedade de registro para a bicicleta elétrica e muito menos de carteira para dirigi-la. O Código Nacional de Trânsito não contempla essa matéria, o nosso Governador diz que tem que ter, o Prefeito diz que não tem. Já estamos vivendo sim em uma ditadura plena.

  310. anônimo

    -

    04/05/2012 às 13:34

    O abandono afetivo paterno não configura ato ilícito e, portanto, não gera o dever de indenizar. Este foi o entendimento majoritário da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que confirmou sentença do juiz Março Ligabó, da Vara Única de Extrema, Sul de Minas.

    Alegando abandono afetivo, um rapaz ajuizou ação de reparação de danos morais contra o pai. Nascido de um relacionamento extraconjugal, o rapaz argumenta que o pai tomou conhecimento de sua existência quando ele tinha um ano de idade e jamais quis manter contato, nem mesmo em datas especiais, e nunca se interessou por suas atividades escolares. Ele pediu que o pai fosse responsabilizado, “pois, ao manter relacionamento extraconjugal, não poderia ter privado do convívio familiar o filho gerado de relacionamento”.

    O pai se defendeu alegando que sempre pagou a pensão alimentícia e ainda ajudou o filho financeiramente quando ele precisou, pagou um tratamento odontológico e o material de construção que o filho pediu para erguer um cômodo. Ele argumentou que o abandono afetivo foi de ambas as partes porque o filho também nunca se aproximou dele e ajuizou ação de danos morais justamente após completar dezoito anos, quando ele, o pai, pediu ao juiz a desoneração da pensão alimentícia.

    O juiz Março Ligabó julgou o pedido improcedente por considerar que não é contra a lei não dar afeto. Em recurso ajuizado pelo filho, o desembargador Nilo Lacerda (relator) votou pela procedência dos danos morais sob argumento de que o pai negou ao filho o direito de “convivência familiar” previsto na Constituição Federal. O magistrado considerou que a privação desse direito fere a “dignidade da pessoa humana, que é um dos fundamentos da República”. “O fato de um pai deixar de prestar a assistência afetiva, moral e psicológica a um filho, violando seus deveres paternos, certamente deve ser considerado uma conduta ilícita, ensejadora de reparação no campo moral”, concluiu o relator.

    Mas os desembargadores Alvimar de Ávila e Saldanha da Fonseca votaram pela não procedência do pedido. Alvimar de Ávila afirmou que “não obstante defender a valorização dos laços familiares e, embora presumível que o rapaz possa ter passado por privações emocionais em razão da ausência e omissão de afeto e carinho de seu genitor, não vislumbro como solução atribuir ao pai a obrigação indenizatória, porquanto não houve a prática de qualquer ato ilícito capaz de gerar o dever de indenizar, por absoluta falta de previsão legal, já que ninguém é obrigado a amar ou a dedicar amor”.

    No mesmo sentido, Saldanha Fonseca esclareceu que “o abandono paterno atém-se à esfera da moral, pois não se pode obrigar o pai a amar o filho”. “O laço sentimental é algo profundo e uma decisão judicial não será capaz de sanar eventuais deficiências aí existentes”, completou o desembargador.

  311. Tarquinio

    -

    04/05/2012 às 13:31

    Pois na Justiça do Trabalho já vigora a indenização por dano existencial. Uma empresa foi condenada a pagar essa indenização porque a empregada trabalhava quatorze horas por dia, e assim ela ficou impedida de estudar, de ir ao ciname, de se divertir, de viver melhor, enfim. Já havia ganho a indenização patrimonial pelas horas extras.
    Mas, Reinaldo, se a moda pega, vários políticos vão ter que meter a mão do bolso.

  312. Right

    -

    04/05/2012 às 13:28

    A gente reclama do STF, mas não vê que a fonte está na turma criativa do STJ…
    -
    Essa não é a primeira que eles aprontam. Você se lembra das decisões sobre estupro presumido de menores?
    -
    Correto, Reinaldo, este tema é muito mais grave que o Cachoeira. E vem mais: o STF reconheceu repercussao geral para julgamento de uma açao sobre uniao tripartite (direito de pensão para amante… ). Ah, o amor…
    -
    Espero que a maioria conservadora expresse seu desacordo, enquanto ainda pode fazê-
    E que o Legislativo reaja, porque de judiciário e executivo legislando ja estamos fartos.
    -
    Mas, infelizmente, não vai faltar que ache esse “sentimentalismo” politicamente correto.

  313. Gabriel Miranda

    -

    04/05/2012 às 13:25

    Ué, Reinaldo! Não era Nelson Rodrigues quem dizia que o dinheiro compra até amor verdadeiro?

  314. Macabeu

    -

    04/05/2012 às 13:25

    Fico assombrado, perplexo, estupefato com a falta de lógica dessas decisões. Agora, o pior, o que infunde temor, é a constatação de que a magistrada foi invencioneira a ponto de criar um tipo penal ao arrepio da lei. Digo que a lógica quando se afasta da realidade faz mal pra saúde. Folheando algumas páginas de Chesterton constato que a ministra fez “a conexão de uma coisa a outra num mapa mais elaborado que um labirinto”. Todos deveríamos cuidar da saúde.

  315. Betina kirstein

    -

    04/05/2012 às 13:22

    Ler a reportagem do profissional em questão, nota se claramente a revolta em relação a decisão,porém, aconselho se assim permitir estudar os autos do processo,e concordo quando cita, de que forma chegaram ao valor ,portanto precisamos lembrar que dano sempre será irreparável, nada irá mudara história, mas será uma grande lição ao senhor do qual foi condenado,á repensar em seus atos.

  316. Lucio Fabio

    -

    04/05/2012 às 13:19

    Se esta causa cair nas mãos dos “supremos trambiqueiros”, não só vai sair pelo dobro, como terá efeito vinculante!
    Vamos torcer para o “papai” aceitar a decisão dos “superiores trambiqueiros” sem contestar, que o Brasil decente agradece.

  317. Marcos Daniel

    -

    04/05/2012 às 13:19

    Tribunais devem decidir de acordo com as leis e a Constituição que, harmonizados, formam o chamado “ordenamento jurídico”. A afetividade está no mundo das relações humanas e não do direito. Se questões afetivas passarem a ter consequências jurídicas vai ser pior que o samba do crioulo doido.

  318. Daniel

    -

    04/05/2012 às 13:17

    Tio Rei, publica minha resposta ai que é boa: “isso só pode ser piada!”

  319. Ricardo Kput

    -

    04/05/2012 às 13:15

    Caro Reinaldo, no passado enviei uma carta ao senador Marcelo Crivella, quase que prevendo a cena hoje vista.
    Aí segue a famigerada:
    Exmo. Sr.
    Senador Marcelo Crivella

    Senhor Senador,
    Pela presente venho respeitosamente questionar Vossa Excelência sobre o projeto de lei 700/07 de sua autoria, que prevê indenização por dano moral a filhos que não tenham recebido a devida assistência afetiva de seus pais.
    Para tanto, reproduzo um trecho do artigo “congresso quer obrigar os pais a verem os filhos”, publicado no jornal Folha de São Paulo pela jornalista Johanna Nublat, dizendo: “o projeto de lei do senador Marcelo crivella (PRB/RJ) diz que deixar de prestar assistência moral ao filho menor sem justa causa é crime punível com detenção de até seis meses” e ainda segundo a advogada Vanessa Viafore “juridicamente, a indenização se sustenta, desde que comprovado prejuízo ao filho”.
    Caro senador, estou ciente que não compete a eu discutir o mérito deste, a meu ver, encolero projeto, porém tendo em vista que Vossa Excelência representa, sobretudo, a soberania dos interesses dos cidadãos brasileiros, eu o farei enquanto parte destes.
    Como é dito no fragmento, a pouco citado, o projeto avalia que a educação dos filhos é uma responsabilidade não da família, mas sim do estado. Dessa maneira fica entendido que a posição que Vossa Excelência tenta fixar, com força de lei, traz pretensões implícitas no que se refere a ampliar o raio de influência do estado, o que necessariamente enfraqueceria as determinações da família, obrigando-a a fazer concessões ao estado que sobre ela se agiganta. Nesse contexto a pergunta que deve ser feita diz respeito exatamente sobre o tipo de democracia que se espera do congresso, se é que dele a podemos esperar.
    Francamente, nobre senador, posto à integridade indiscutível da boa fé que coloca Vossa Excelência em suas atribuições a frente do poder legislativo, entendo que este projeto desperta temeridade pelo fato de extrapolar aquilo que é devido ao estado. Lembrando Chaplin: “falei muitas vezes como um palhaço, mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria”, ao dizer sobre boa fé, sinceridade e coisas do tipo que todos nós, cidadãos de bem, temos.
    Estou certo de que Vossa Excelência não acredita que a educação que o governo pretende impor ao seu filho é moralmente mais valiosa e acertada que a sua. Pois, é este o risco que corremos em garantir a uma instituição um pretenso poder empírico capaz de avaliar o grau de desagregação ou satisfação da sociedade, pois, isto seria a instrumentalização do próprio individuo.
    Quanto à competência jurídica, da qual não sou especialista, embora neste caso nem precisasse sê-lo para ver a arbitrariedade que cerca o texto, pergunto-lhe Senador Crivella, caso o senhor saiba me responder, como é possível avaliar o descontentamento de um filho? Como determinar se o amor dado a ele é realmente aquele esperado? Portanto, caso a matéria seja aprovada, também seria necessário o governo fabricar uma escala de desagregação ou satisfação, ou ainda as duas juntas, estabelecendo um parâmetro que oriente a jurisprudência da lei.
    Numa suposta situação, mesmo que comprovado o descaso de um pai para com seu filho; seriam indenizações, um “amor” compulsório gerado pela presença forçada ou qualquer outra medida mecânica a solução para o impasse?
    A resposta todos sabe… Não.
    Não há nada que possa reparar a ausência de um pai, eminente senador. A força do estado é um ato inconsistente, na medida em que não é espontânea, é artificial, selecionada contra a naturalidade, contra o tempo das coisas.
    Vossa excelência há de concordar comigo, assim com concordo com santo Agostinho, nobre senador; que existem bens absolutos, tal qual são as virtudes: o amor, a honestidade, a boa fé, onde não há bens em potência, tão pouco bens concorrentes que possam substituí-los, portanto, a virtude não pode ser ensinada. Data vênia Excelência, não consigo ver justa causa em deixar de prestar assistência moral a um filho ou a qualquer indivíduo.
    Com os respeitosos cumprimentos e melhores votos.

  320. Jackson

    -

    04/05/2012 às 13:11

    Este caso me chamou a atenção. Pensei que deveria ser abordado aqui no blog e agora você o fez de forma magistral. Excelente!
    Se a ação chegar ao STF, danou-se tudo! Já imagino Ayres Brito discorrendo sobre novos paradigmas, sobre o lado do cérebro responsável pela intuição, sobre a importância das emoções e blá, blá, blá.

  321. Flavio

    -

    04/05/2012 às 13:10

    Essas questões do direito de família são um verdadeiro zoológico. Juízes tomam decisões que querem tomar, sem qualquer preocupação com a lei, direitos individuais, etc. Fazem todo um processo inúmeros documentos, provas, evidências, onde tudo não passa de um teatro. Depois sentenciam com a própria opinião pessoal. Meus filhos foram sequestrados para o Chile pela mãe. Tentei buscá-los de volta. Como sou pai, me acusam de sequestro comum dos meus próprios filhos, como se fosse um terceiro pedindo resgate. São decisões imprudentes que colocam uma pessoa contra a parede de maneira indescritível. Até a hora que esta pessoa não aguenta mais…

  322. Marcos

    -

    04/05/2012 às 13:08

    Como o próprio tio Rei diz, é asqueroso!
    Infelizmente, por meio deste blog ficamos sabendo oficialmente que o bolivarianismo já está de pé no Brasil. Tenho lá minhas dúvidas se o PT sairá do poder pelo voto. Não por que seja unanimidade entre os eleitores, mas por se confundir com o próprio estado.
    A segurança jurídica está praticamente acabada. Esse pessoal só não é bobo para afastar investimentos, mas para os cidadãos só resta ter sorte.

  323. Rodolfo

    -

    04/05/2012 às 13:05

    Engraçado é que o Judiciário adora legislar em diversas causas que eles julgam ser “humanas”, mas quando é para julgar humanamente POLÍTICO LADRÃO e CORRUPTO, eles protelam o julgamento até não poder mais!

  324. capitão

    -

    04/05/2012 às 13:02

    OFF-TOPIC
    TÍTULOS COMO BANANAS
    Rei, num dia ele aparece com bengala, noutro as matérias dizem que estava sem a bengala, mas que precisou ser amparado.
    Sei que o problema de saúde dele existe, mas, com todo o respeito, parece que o tratam como se fosse um Chávez terminal.
    Um leitor desinformado poderia pensar que ele anda e fala como estivesse vivo.
    E ainda recebe cinco títulos de uma vez!
    Do Terra:
    “ANDRÉ NADDEO
    Direto do Rio de Janeiro
    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira cinco diplomas de doutor honoris causa, concedidos por universidades públicas do Estado do Rio de Janeiro em reconhecimento a sua trajetória política e pelo desenvolvimento do ensino superior em seus oito anos de gestão no Palácio do Planalto. O evento ocorre no teatro João Caetano, no centro da capital fluminense, e conta com a presença da presidente Dilma Rousseff e do governador do Rio, Sérgio Cabral.
    A batalha de Lula contra o câncer
    Dispensando a bengala usada em evento na última quinta-feira na sede do BNDES, no Rio, Lula ainda assim precisou de amparo para chegar ao palco e receber a toga vermelha que caracteriza a cerimônia. Ele foi homenageado de braços dados com Dilma e ainda mancava levemente em função da recuperação de um câncer na laringe, que o deixou debilitado fisicamente. Lula foi anunciado pela mestre de cerimônia, a atriz Camila Pitanga, como “eterno presidente do Brasil”.

  325. Rodolfo

    -

    04/05/2012 às 13:01

    O Judiciário é uma grande INDÚSTRIA! Talvez a MAIOR desse pais!
    E ainda dizem que a indústria vem encolhendo…

  326. Claudio Almeida

    -

    04/05/2012 às 13:01

    Reinaldo

    Tenho uma proposição a fazer ao “REÚ” do caso em questão, que ele DOE , se puder , o dobro para um orfanato qualquer , de livre escolha por parte da FILHA .

    E que o advogado desta FILHA abra mão da sucumbencias .

  327. Priscila

    -

    04/05/2012 às 13:00

    Não concordo 100% mas acredito servir de aviso a outros pais que geram filhos em casos furtivos e depois dão a desculpa de que não convivem devido as mães. Sei que as vezes uma mãe pode dificultar e muito o convivio mas ai ele dizer que “desistiu” então nem se aproxima-se mesmo que meramente da filha. Neste caso ele sustentou a mesma mas nunca a reconheceu foi necessario a justiça então ele a discriminalizou perante sua familia e irmãos. Deixa-se claro como a exemplo do Pele que não a aceitava e pronto. O que a justiça está pontuando é a falta do convivio das brincadeiras, passeios e afins. O pai pode ter pago os estudos porem só aparecia quando era interessante e só deu o nome quando a justiça obrigou.

  328. Vinicius

    -

    04/05/2012 às 12:56

    A justiça brasileira realmente está apodrecendo. Um dia desses topei com um blog de um juiz, onde ele tecia comentários sobre o Primeiro de Maio. No seu comentário ele cita também o dia 8 de março e diz que o Dia Internacional das Mulheres é uma homenagem a um incêndio que matou várias trabalhadoras grevistas nos EUA em 1857. Mandei um comentário dizendo que isso era um mito, criado por comunistas franceses. Ele não aprovou meu comentário – é um direito dele – mas não corrigiu a falsa informação. É isso: a verdade não importa mais, apenas os mitos que mantém nossos delírios vivos.

  329. Luiz

    -

    04/05/2012 às 12:56

    Esta notícia deveria ser publicada em todos os jornais do mundo; para que o mundo inteiro fique sabendo das “peripécias” do nosso INIGUALÁVEL Judiciário; Será uma GARGALHADA MUNDIAL!!! O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O NOSSO JUDICIÁRIO???????????

  330. Fábio

    -

    04/05/2012 às 12:55

    Quatro perguntinhas à ministra Nancy Andrighi e a seus colegas: a quem devo processar por ter nascido feio e não conseguir ser capa de revista ou apresentar algum programa e ganhar R$1.000.000 por mês? Meu pai, minha mãe ou meus 4 avós? E por não ser um excelente jogador de futebol? Meu pai, minha mãe ou meus 4 avós? E por ter que pagar tantos encargos e impostos e não ter as condições de vida adequadas? A quem devo processar por ter que pagar um plano de saúde, escola particular e segurança privada quando estes deveriam ser fornecidos pelo governo?

  331. Fabio

    -

    04/05/2012 às 12:55

    É o ativismo jurídico reformando o Brasil. O STF já deu um golpe branco, reescreveu a constituição. O que é um peido pra quem está cagado, não é mesmo?

  332. Anónimo

    -

    04/05/2012 às 12:54

    Será que nossos juízes estão querendo se rebelar contra a natureza humana? Vai ver estão chegando à conclusão de que a natureza humana é “politicamente incorreta”. É o fim da picada e o ápice da hipocrisia.

  333. David

    -

    04/05/2012 às 12:54

    Caro Rei, começa a me preocupar essa sua mania de escrever o que penso.

  334. PARTIDO - PÊQUEPÊ

    -

    04/05/2012 às 12:51

    .
    CARISSIMO REINALDO,
    .
    SE FOSSE UM FILHO HOMEM A COBRAR DE UMA MAE , ELE NAO GANHARIA A CAUSA. PODE ACREDITAR QUE HOUVE FEMINISMO NEUROTICO E TAMBEM TEVE pOGREÇISMo NESTA DECISAO. O PAI , ALEM DE SER HOMEM, TEVE A OUSADIA DE SER RICO
    .
    VOU COBRAR DOS MEUS PAIS AQUELE CAMINHAOZINHO CEGONHA DE PLASTICO VAGABUNDO, CHEIO DE CARRINHOS VAGABUNDOS, QUE TANTO QUIS QUANDO TINHA CINCO ANOS DE IDADE, COM JUROS E CORREÇAO MONETARIA rsrs SOFRI MUITO POR ISSO. E O TAL DO OVO DE PASCUA ?!! PUTS, ESSE EU SO FUI GANHAR O PRIMEIRO DEPOIS DE GRANDE
    .
    MEREÇO UM CAMINHAO-CEGONHA DE VERDADE, CHEIO DE OVOS DE PASCUA NO LUGAR DOS CARROS !! FAZ SENTIDO, NE ?
    .

  335. Anónimo

    -

    04/05/2012 às 12:50

    É absolutamente absurda essa decisão, se realmente o “ilícito civil” imputado o genitor da autora houver sido a falta de afeto em relação a ela. Todo direito pressupõe um dever, e assim também o é no caso do dano moral. Causa dano moral quem descumpre dever imaterial em relação a alguém, submetendo-o consequentemente a uma dor moral.

    Como então se pode atribuir a causação do dano moral à falta de afeto de alguém que não tinha o dever jurídico de dar afeto?? Ninguém pode impor sentimento de amor a outrem, pois ninguém sente amor por obrigação.

    Prefiro pensar que na verdade o motivo tenha sido outro, ou então é melhor fechar as portas dos nossos tribunais por manifesta inépcia dos seus togados.

  336. Pimenta

    -

    04/05/2012 às 12:48

    Nascida em Votorantim, em 21 de janeiro de 1974, Luciane Nunes de Oliveira Souza tinha tudo para ter uma infância tranquila, uma carreira promissora e uma vida feliz em família. Pelo menos dinheiro não faltaria.
    Seu pai, o empresário Antonio Carlos Jamas dos Santos é o dono da distribuidora e de postos de combustível Ruff – com mais de 70 postos e uma grande distribuidora em Paulínia (São Paulo). Só na região de Sorocaba, ele tem dez postos próprios.

    Porém, a história não foi tão alegre. O empresário assumiu a paternidade da menina após encerrar um relacionamento de oito anos, fora do casamento, com Maria Olinda Nunes, mãe de Luciane, segundo informações do processo arquivado na 5ª Vara Cível de Sorocaba.

    Pagou pensão alimentícia de dois salários mínimos mensais de 1974 a 1995, mas não teria visitado a criança durante sua criação. Ele alega que a mãe permitiu que visse a menina.

    Luciane se casou, em 1995, as pensões cessaram, de acordo com a lei, mas ela decidiu processar o pai no ano de 2000 por danos morais por abandono afetivo.

    A professora alega ter sofrido com a ausência dele por não ter recebido suporte afetivo na infância e na adolescência e ter sido tratada de forma diferente dos outros três filhos dentro do casamento do empresário (o mais velho deles tem 36 anos, dois anos a menos que ela).

    Nesta quarta-feira (2), o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que para o pai, “amar é faculdade, mas cuidar é um dever”. Em decisão inédita, a ministra Nancy Andrighi, relatora do caso, determinou que o empresário pague uma indenização de R$ 200 mil a Luciane por danos morais por abandono afetivo (ocorre quando um dos pais deixa de dar assistência moral ou afetiva, independente da pensão alimentícia).

    Segundo ela, a discussão no processo não era o amor do pai pela filha, mas o dever jurídico que ele tem de cuidar dela. “Entre os deveres inerentes ao poder familiar, destacam-se o dever de convívio, de cuidado, de criação e educação dos filhos, que envolvem a necessária transmissão de atenção e o acompanhamento do desenvolvimento socio-psicológico”, escreveu a ministra.

    Segundo o advogado do empresário, Antonio Carlos Delgado, a decisão não é definitiva. “Ainda cabe recurso”, afirma. “Não existe a possibilidade de medir, em valores, a falta de amor e de carinho.”

    O empresário não se manifestou. Luciane, por sua vez, vai conceder entrevista hoje sobre os motivos que a levaram a processar o pai. “Acredito que a decisão não será reformada”, diz João Lyra Neto, advogado de Luciane.

    Justiça negou indenização para casos semelhantes

    A decisão a favor de Luciane Nunes de Oliveira Souza foi dada pela terceira turma do STJ, que ainda não havia analisado o tema. Em 2005, a quarta turma negou indenização para caso semelhante. Em 2009, em recurso ao Supremo Tribunal Federal, houve nova recusa.

    Filha de empresário é casada com vereador

    A professora Luciane Nunes de Oliveira Souza é casada com Fernando de Oliveira Souza, vereador de Votorantim pelo DEM. Procurado na Câmara, ele não quis falar sobre o processo.

    Fonte: http://diariosp.com.br/noticia/detalhe/20422/Sorocabano+e+condenado+por+abandono+afetivo

  337. Maristela, sp

    -

    04/05/2012 às 12:48

    Reinaldo, conheço uma adolescente de 17 anos que a coisa que ela mais deseja receber do pai é um telefone dele no dia do aniversário. Isso, é verdade, não há dinheiro que pague. Nem a justiça criativa…

  338. Bruna Francine

    -

    04/05/2012 às 12:47

    Muitos podem ate achar que essa filha só quer o dinheiro e que esse caso é uma bobagem, porem a justiça agora toma uma posição para esse canalhas que nunca assumiram suas responsabilidades; a justiça sempre foi falha no aspecto de que o pai só poderia arcar com a pensão depois que a justiça determinar o pagamento, contudo a mesma deveria obrigar o pai a pagar todo o retroativo porque muitos só querem fazer o registro apos os 18 anos completados pelo filho, será que esse filho não merece a indenização, pois não é justo que só o pai ou a mãe arque com algo que é de responsabilidade de ambos. E essa criança que sofreu a ausência de uma figura tão importante que é a paterna. Se muitos pais fogem de suas obrigações ou as cumpre por força judicial e acham injusta essa decisão é porque não passam de canalhas que devem serem mesmos punidos onde mais dói para eles que é o bolso já que a consciência essa nunca se quer deixou que esses maravilhosos pais perderem uma noite de sono, enquanto a mãe tem que suportar toda a carga financeira e emocional. Caro Reinaldo Azevedo defender a covardia e o mal caratismo é algo muito fácil, gostaria de saber como o senhor se posicionaria se fosse o senhor o abandonado, se tivesse que lutar por algo que é direito minimo seu e como seria a sua magoa de ter que saber que sempre foi um rejeitado sempre foi uma obrigação de pensão alimentícia é fácil opinar na dor dos outros.

  339. Impagável.

    -

    04/05/2012 às 12:45

    Estamos vivendo a época dos “coitados”. Toda pessoa que se sinta prejudicada por alguma coisa pode pedir reparação.E também vivemos a época dos juízes que não seguem a letra da lei, são pensadores, filósofos, legisladores. São sábios supremos, detentores de toda verdade.

  340. Surfista Prateado

    -

    04/05/2012 às 12:41

    Fico pensando em outras variantes… A filha que acha que o pai, mesmo tendo educado-a como aos irmãos, o fez menos que o vizinho, e portanto ela se sentia abandonada afetivamente durante toda a infância, o que gerou enorme complexo que a prejudicou pelo resto da vida… A do filho que acha que o pai o tratou bem de mais, e não o ensinou as agruras da vida, e portanto o prejudicou… A do filho que acha que a herança genética do pai foi ruim, ele é feio, e por isso deseja uma indenização… As possibilidades são infinitas… :-)

  341. aldo

    -

    04/05/2012 às 12:40

    Infelizmente, devido ao fato de vivermos sob um ditadura brutal e um estado policial que escuta ilegalmente os cidadãos, não posso dizer nem o que penso sobre essa ministra e muito menos o que penso sobre a mulher. Só sei que esse país virou uma verdadeira piada e se eu quiser constituir família, é melhor ir para um país mais livre, onde existe o mínimo de razão e respeito a lei, por isso acho que me vou para Cuba, lá ao menos não há criminalidade e ainda tenho o belo mar do Caribe ao meu lado. Nesse país o melhor que temos a fazer é nos fechar no quarto escuro, pois a qualquer momento a patrulha pode resolver nos acusar. Já pensou se as garotas de programa resolvem acusar os clientes de “abandono afetivo”? O antigo país do futebol, virou país da hipocrisia e agora está atrás do título de maior circo pastelão do mundo. O pior é a mídia apoiando essa decisão, nem Roberto Bolaños pensaria em dissertar algo tão hilário… uma pena que isso não é comédia. E parabéns pelo artigo abaixo sobre “aquecimento” global, digo isso há anos e ninguém acreditava.

  342. Carlos Emiliano

    -

    04/05/2012 às 12:40

    Uma filha disse que troca a ação judicial dela por um par de botas de inverno e a outra por um livro do Stephen King. Estou pensando em constituir advogado para mediar nossa contenda, pôr as coisas no papel, para que mais tarde eu possa alegar que fiz acordo. Certa vez afirmei pra uma professora de Psicologia que acabaríamos justificando assassinatos em massa por conta de a mãe ter deixado de dar o peito e ido atender o telefone. Começamos a trilhar esse caminho também e, pior, vai ter juiz que vai aceitar isso. Acho que vou levar as duas filhas ao cinema, depois pizzaria, guardar os recibos de tudo isso pra provar “pai-ticipação” em um eventual processo. E preciso lembrar onde foi que comprei o presente de aniversário pra pegar uma segunda via da nota. Essa criatura não quer mesmo um pai, um afeto; quer dinheiro, mais nada.

  343. Valter

    -

    04/05/2012 às 12:39

    O Brasil fica a cada dia mais insuportavel!

  344. Eduardo Cezar Bento

    -

    04/05/2012 às 12:38

    Reinaldo,
    Isso é um caso típico de mídia, da parte do judiciário, que mantém em seus quadros, pessoas desprovidas de senso, ou seja, o ciúmes está comendo solto nas esferas inferiores do judiciário…querem aparecer a qualquer custo…E,quem sofre com isso???É o fim da picada!!

  345. Marco Barcelos

    -

    04/05/2012 às 12:20

    Essa fundamentação do STJ, que também entendo absolutamente fora de lugar – verdadeiro atestado do pior tipo de autoritarismo possível, imantado do típico paternalismo estatal brasileiro – me parece desdobramento nefasto de uma prática comum no meio forense, completamente consolidada, e que deveria, no entanto, ser muito mais discutida ou repensada. Trata-se da absoluta liberdade conferida ao julgador de fixar, com base no mais puro subjetivismo, o montante a ser pago em condenações por danos morais – e o tal ‘abandono afetivo’ me parece ser apenas uma nova modalidade criada para justificar a condenação, na espécie, do pai em relação à filha.

  346. professor da Poli

    -

    04/05/2012 às 12:17

    Nancy Andrighi… Essa não gosta de pai pois no rumoroso caso Sean Goldman ela decidiu sempre contra o pai verdadeiro do menino. Foi inclusive voto vencido quando relatora de uma das questões. Mas esta Sra. é mais uma dentre muitos que fazem o ativismo togado. Estamos fritos pois esta turma já está nos mais altos escalões do judiciário e faz tempo que lecionam para os futuros advogados. Para chorar e pensar profundamente sobre o brejo para onde rumamos.

  347. Agnes

    -

    04/05/2012 às 12:16

    Reinaldo.
    Fico pensando se agora na hora do almoço,meus 4 filhos me questionem a quantidade de amor e dedicação que tenho por eles.
    Daí vai ser assim:se a senhora não me amar o suficiente,pedirei uma indenização,ok?
    Tenho certeza que tem picareta pensando nisto seriamente.

  348. odair

    -

    04/05/2012 às 12:15

    Em 1969, uma colega de curso sequestrou um avião e foi presa. Como ela não foi na formatura, quero saber se posso requerer pensão, igual a do Lula, (sem desconto de I.R.)por ter ficado psicologicamente abalado.

  349. Caio Rolando

    -

    04/05/2012 às 12:12

    Pronto, arrumarou o motivo para petralhas criarem a BOLSA AFETIVA com cartão estampado a figura dos pais apedeuta e dilmANTA. Se o camarada sentir a falta de afeto, é só olhar as fotos.
    -
    Apedeuta vai requerer bolsa afetiva com direito a indenização do estado por ser alvo de “bullying”, sendo chamado de CACHACEIRO, inclusive na mídia internacional, causando sérios problemas de caráter e moral.
    -
    Pensando bem, as características de cachaceiro ele herdou de DNA do genitor, então, a genitora escolheu mal o seu parceiro. Neste caso a culpada não é a mãe?
    -
    Ah, deixa pra lá……..

  350. Alvaro

    -

    04/05/2012 às 12:05

    Fantastica análise. Para mim o Brasil já foi… isso aqui não tem mais conserto.

    Parabéns Reinaldo

  351. triste

    -

    04/05/2012 às 12:04

    Olha, julga uma pessoa por ela ter processado o pai, ficar criticando ela n é correto. Eu passei por situação acho q parecida com ela, meu ¨dignissimo pai¨ arrumou trocentos filhos, e eu nunca tive assistencia dele nem afetiva nem financeira, somente qndo eu estava com 29 anos ele reconheceu minha paternidade,hoje estou com 37. Bom eu tmbm sou uma pessoa que tnho uma vida profissional bm resolvida, tnho curso superior e pós-graduação, e nem por isso as magoas que ficaram por conta da indiferença dele qnto a mim ficaram resolvidas, me lembro bm dele sair com outros filhos que ele tinha, passava por me de carro e nem ao menos tinha consideraçao em m comprimenta. Isso é correto, deixa uma criança ou um adolescente passar por isso? Agora ficam julgando se esta correto se o pai tm q paga ou n, tm mais é q paga mesmo, para outros pais terem vergonha na cara e n fazer uma criança sofrer, chorar, e se sentir rejeitada, afinal de contas essa criança n fez nda para vir ao mundo. E digo mais esse valor é irrisório perto do sofrimento causado a um ser humano. So quem passa por isso sab o qnto doi ter esse sentimento de rejeiçao, pq n é suficiente ir la e reconhece o filho, ou mesmo ir la e dar ajuda financeira, tem q participa da vida da crinça. E ai alguem pod pensa se n basta ir la e ajuda financeiramente, pq então essa filha processou o pai? Sab pq? Pra que ele sinta no bolso o que ele deixou de fazer pra filha que era o simples ato de TER CARINHO, AMOR, ACOMPANHAR O CRESCIMENTO DE SUA FILHA e olha que isso é gratuito. E n venham dizer q a mãe dificultou, pq isso é desculpa. Todos sabemos que a justiça garanti o direito do pai tmbm. Era so ele ter ido fazer valer seu direito de pai, coisa que é mais comodo n fazer. Ahhhh! e sobre uma parte que foi citada que n a dor que o dinheiro n cure, n é o valor que irá curar a ferida deixa no ser humano, mas sim mostra para aqla pessoa que o que ela fez esta errado e infelizmente tem pessoas que so percebem isso qndo sentem o valor sendo descontado do bolso. Parabenizo a JUSTIÇA BRASILEIRA por essa decisão, e que vcs pais que possam estar lendo isso aki, reflitam mais antes de n acompanha a vida de seus filhos, mesmo que esses filhos n fossem desejados, a CRIANÇA n tm culpa de um descuido do pai ou da mae. Sei bm o que é isso, e mesmo que hj meu DIGNISSIMO pai tenha m reconhecido como filha, nda irá muda o passado, as magoas, a rejeiçao, nda poderá tira isso d m, e que com certeza se eu fizesse o mesmo com ele, ai sim ele iria sentir que o q ele fez foi errado sim, pq na cabeça dele ele ainda fez um favor d m reconhece. Bom vou entra em muitos detalhes n, pq isso m faz sofrer ainda mais. NOVAMENTE PARABENIZO A JUSTIÇA BRASILEIRA!!!

  352. Francisco

    -

    04/05/2012 às 12:03

    E eu Reinaldo querendo adotar uma filha não consigo, pois os burocratas de plantão no judiciario fazem um monte de situações que impedem de se ter um filho ou filha.É a mesma coisa no transplante órgãos.Muitos morrem na fila de espera devido a ignorância de muitos.Menos eu é claro.

  353. Ellen

    -

    04/05/2012 às 12:01

    Um detalhe que esqueci para encerrar: Não existe Lei que ampara “Abandono Efetivo”, é isso que o Reinaldo está explicando. De acordo com o laudo do Psicologo ou Psiquiatra, o Advogado (que também é responsável) em enquadrar qual Lei tal situação ampare. E o Juiz acata ou não.

  354. nathaniel

    -

    04/05/2012 às 12:01

    Reinaldo a síndrome de alienação parenteral não se aplica ao caso? Ou seja a mãe aliena o filho em relação ao pai metendo o pau nele (ops se o cara for gay pode achar que estou querendo dizer que a mãe esta incentivando o filho a meter o pau no pai, ou melhor, pra não dar dupla interpretação, incentivando o filho a bater no pai).
    .
    E aí como fica? a juíza conhece a mãe? Sabe como foi a criação que teve?
    .
    é o Brasil da era da mediocridade saindo do buraco a cada dia seguindo o exemplo que vêm de cima.
    .
    Nossa essa do Dr Lulla tentando blindar o Cabral saindo de mãos dadas com ele para tentar deixar o mau estar provocado pela pressão que fez pela CPI é o maior morde e assopra que já ví, só os aliados não percebem que ele cria dificuldades para todos para depois vender facilidades. São medíocres mesmo.
    .
    PARA ACABAR COM A ERA DA MEDIOCRIDADE SOMENTE O VOTO DISTRITAL MESMO.
    .
    VCS VERÃO QUE O JEG E A BESTA SÃO TOTALMENTE CONTRA O VOTO DISTRITAL, E ESSE É UM DOS MOTIVOS PARA SERMOS A FAVOR.
    .
    SAIBA MAIS SOBRE O VOTO DISTRITAL E PORQUE ELE PODE NOS LIVRAR DA ERA DA MEDIOCRIDADE NO BLOG DO MOVIMENTO

  355. Blumenau

    -

    04/05/2012 às 12:00

    Rei.
    Creio que na verdade verdadeira ,isto faz parte de um conjunto de atitudes de autoridades,ao longo do discurso petista,que só valoriza os escandalosamente vigaristas.
    Veja o caso do pelé,tinha uma filha,se recusou mesmo com DNA a dar carinho e sair na foto com ela.Ela já faleceu faz uns anos,contava em reportagens sempre muito discreta,que esta dor do abandono nunca saiu do seu coração.ele preferiu pagar,mas não chegar perto.Ela é herdeira comprovadamente,e daí?
    Defender o que acontece dentro das casas das famílias é muito fugaz.Os problemas só mudam de endereço.
    Vai ter muito marmanjo vadio,dizendo que é assim ou assado por causa do pai ou da mãe,ou da tia.
    E tem filho que ouve a vida toda a lamúria da mãe que não foi a escolhida para ser a companheira,mas engravidou no meio do caminho.
    Se quiseres Reinaldo faça uma enquete e pergunte,quem teve a companhia física e afetiva do pai,ou conhece alguém brilhante que nunca conheceu seus pais.
    Aqui na minha cidade tem um médico famoso,competente,e é filho de um estupro.A mãe dele,mesmo com o fato desta gestação tumultuada,deixou seu coração amoroso,ensinar ao filho ter compaixão deste pai que nunca conheceu.O médico é tão feliz e realizado,que agradece ao pai a vida que hoje tem.
    Esta decisão judicial vai deixar o Brasil mais pobre e demagogo.Assim está o governo.Esta é a intenção delles,
    o plano é manter o povo no cabresto.
    Quem admira Cuba,Irã,Coréia do Norte, e tudo que desarrazoado não bete bem da cachola.
    O pt está se acabando,por ter entrado em tanta falcatrua,que se esqueceu de governar.

  356. Sofia

    -

    04/05/2012 às 11:55

    O Brasil esta ficando perigoso demais, estão indo pelas “beradas” para chegar num ponto onde seremos vigiados, cerceados, pois tudo estão transformando em crime para o homem de bem. Quer horror estão derrubando aos poucos todos os artigos, incisos e parágrafos da Carta Magna. Isso cheira realmente comunismo, querem acabar com o artigo 5º da constituição, levou-se tempo para termos uma democracia ampla, agora querem a ditadura civil. Brasileiros juntos somos mais, porque vamos permitindo que dia a dia ” uns poucos” nos obrigam a fazer o que eles acham que é o certo e não um pai ou uma mãe.Veio a lei das palmadas, veio a lei dos gays, veio a lei dos negros, e dai eles vão aos poucos nos tirando nossos direitos e apenas protegendo alguns que com tirania derrubam os artigos, incisos e paragrafos da Constituição Federal, onde em seu artigo 5º que reza que todos, todos sem discriminação tem direito e deveres. Enojada dessa falta de vergonha na cara dos togados, milionários, que ao invés de julgarem o MENSALÃO, que ja esta quase prescrevendo pois se passarm 7 anos e nada de se habilitarem em julgar a quadrilha de ladrões do nosso dinheiro, e se prendem somente em aprovar casamento de gays, palmadas de pais, retirada de simbolos religiosos, somente coisa que sequer eles quem deveriam estar julgando, mas os togados milionários tem que mostrar serviços , mesmo que seja com coisas pequenas. BRASIL eu te amo demais, por isso sofro de saber que estão de toda maneira querendo acabar consigo. Deus é justo, e um por um há de cair, é apenas saber esperar.

  357. Ellen

    -

    04/05/2012 às 11:53

    Setembrino Aparecido de Jesus da Silva – 04/05/2012 às 10:55
    Desculpe-me em discordar de você num ponto: Problemas afetivos é resolvido com Psicólogos. Se esta senhora não tivesse recursos financeiros para arcar com as despesas, com um laudo do profissional da área de saaúde, mais os comprovantes de despesas, então poderia na RECUSA, a filha pedir a intervenção do Judiciário. Juiz não é o todo poderoso não.

  358. Sandra Tay

    -

    04/05/2012 às 11:52

    Creio que, muito em breve, teremos cotas nas universidades para filhos que sofreram abandono afetivo. O STF está pronto para julgar procedente essa aberração. Também, depois de julgarem inocente um estuprador de menores, alegando que elas se prostituiam, esperar o que da justiça brasileira?

  359. Eduardo M. de Carvalho

    -

    04/05/2012 às 11:51

    Prezado Reinaldo
    Você é um homem inteligente, ilustrado e dotado de raro pensamento lógico. Eu o admiro muito por essas qualidades, por isso sou leitor assíduo do blog. Mas sua análise está desprezando elementos jurídicos, existente no sistema de princípios do Direito. Não havia lei que amparasse a união estável até 1996, mas, anteriormente à previsão constitucional de 1988, os Tribunais brasileiros garantiam efeitos concretos de tais uniões por intermédio da jurisprudência, ainda que na ausência de lei. Aplicavam extensões analógicas, baseados no instituto do casamento.
    A lei 12.376/2010 dispõe:
    “Art. 4º Quando a lei for omissa (lacuna legal), o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito.
    O Código civil prevê e o ‘dano’ em seu art. 186.
    “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”.
    A norma de Direito (lei) possui um caráter de generalidade e abstração; fixa tipos normativos, os quais se referem a uma série de casos indefinidos e não a casos específicos ou determinados (casos concretos). Os acontecimentos da vida estão previstos no conceito abstrato da norma, o que permite que sejam enquadrados nos conceitos normativos.
    Assim, o Código Civil não elenca uma lista de quais situações específicas o dano seria aplicável; a tarefa fica para o interprete juiz, que aplicara para os casos reais da vida. ‘Abandono Afetivo Parental ‘ é uma derivação do dano civil, causado pelo genitor.
    É absolutamente impertinente a sua colocação de “onde está a lei”, pois ela existe. Baseado nos deveres estabelecidos na Constituição, no Estatuto da Criança e do Adolescente (lei) e no Código Civil (lei), reconhece-se o dano da falta de afeto.
    Concordo que estamos nos tornando uma sociedade que não tolera o mínimo sofrimento, mesmo aqueles que são naturais da vida, mas, no caso específico, a decisão possui bases jurídicas consolidadas.
    Abraços fraternais.

  360. capitão

    -

    04/05/2012 às 11:50

    LEITORES

    Reinaldo, acompanho o seu blog há vários anos. Além da diversão, por você desancar tão bem os malfeitores, e de escrever com tanta clareza e lógica, o que vale muitas aulas de Jornalismo, ainda leio todos os comentários que posso.
    É fantástico constatar como tantas pessoas estão cansadas dessa demagogia barata, do esquerdismo infantil, do show para a mídia.
    O ativismo judicial parece ser, agora, a atividade da moda entre os jurisladores de plantão nos tribunais.
    Ainda bem que isso não passa desapercebido.

  361. anônimo

    -

    04/05/2012 às 11:49

    A ministra Nancy Andrighi, designada relatora, decretou em seu voto que: “amar é faculdade; cuidar, é dever”.

    Conforme a ministra, o que se discutiu não foi a falta de amor, mas a obrigação jurídica de cuidar que o pai tem para com a filha.

    Senhora Ministra, acorda, volta pra Terra, não sonha, não viaja. Cuidar já é uma forma de Amar.

    Seria mais ou menos assim: “Amar é gênero do qual cuidar é espécie”, pois quem ama, consequentemente cuida.

    Ademais, acho que a ministra não sabe que o abandono afetivo é punível, segundo a lei, com a perda do pátrio poder e dos direitos comuns aos pais.

    Não existe, para estes casos, uma sanção de cunho monetário.

  362. nathaniel

    -

    04/05/2012 às 11:48

    Reinaldo me desculpe fugir do assunto, mas o que foi o comentário daquele Wagner Ribeiro empresario do Neymar, ficou chateadinho pois o Neymarzinho dele não ganhou o prêmio de jovem liderança do esporte. Perdeu para o Cielo, campeão olímpico e mundial engajado em causas sociais e um grande exemplo de perseverança pras novas gerações, inclusive por causa dele a natação recebeu um novo sopro de vitalidade. Agora fala “Infelizmente ganhou o doping. Neymar é uma jovem Liderança Mundial. Mas perdeu o prêmio para Cielo” é de uma dor de cotovelo e de uma deselegância sem igual. É mais um reflexo da era da mediocridade,agora no esporte, onde o empresario, que pelo visto não sabe perder (deveria representar melhor o próprio Neymar, sempre um “gentleman” com os adversários que saem derrotados de embates contra o Santos) acha que quem ganha dele é porque rouba e por diversos outros motivos deve ser desqualificado, SEM NUNCA DIZER OS MOTIVOS PELOS QUAIS ACREDITA ESTAR CERTO E O OUTRO ERRADO (NO CASO O MOTIVO PELO QUAL O NEYMAR DEVERIA TER CONQUISTADO O PRÊMIO AO INVÉS DO CIELO).
    .
    É Reinaldo a mediocridade esta se espalhando pelo Brasil, afinal o exemplo vêm de cima … Vide dr Lulla pai di Lullinha sócio da Oi jamais investigado (gente imaginem só o Dr Lulla, também milionário, fez do Marconde Perillo seu desafeto mor pra mostrar o que acontece, e o grau de rancor que é capaz de ter, com quem não age conforme a música, lembrando que o pecado de Perillo para Lulla foi que ele confirmou a todos que havia dito ao Dr Lulla que o mensalão existia, confirmado também por diversos aliados dele, mas que não receberam o mesmo tratamento pois aceitam as benesses de cargos no poder, mas imaginem o que aconteceria com quem tentasse investigar o Lullinha sócio da Oi e mega pecuarista, já é dito por todos os lados que por trás da pecuária do Lullinha esta a JBS que recebe fortunas, bilhões, do BNDES)
    .
    PARA ACABAR COM A ERA DA MEDIOCRIDADE SÓ O VOTO DISTRITAL ONTEM

  363. Claudio

    -

    04/05/2012 às 11:47

    É verdade, estamos caminhando para uma sociedade totalmente esquisofrênica. De um lado, o Estado nos enfiando,goela abaixo da população (que pode pagar diga-se bem), um monte de determinações, tipo: não pode beber, tem que soprar o bafômetro, não pode fumar em lugar nenhum, não pode comer biscoito de chocolate, não pode dar palmada no filho, não pode passar de 60 km/h,não pode deixar de pagar imposto de renda, tem que dar assistência afetiva, etc.
    Por outro lado, o descalabro dos poderosos: pode tudo, pode roubar a luz do dia, pode fazer tráfico de influência, pode trabalhar só 2 dias na semana, pode empregar quem quiser sem concurso, pode ter conta na suiça, pode ser anti-ético a vontade, etc.

    Assim ninguém aqui em baixo aguenta!

  364. Ellen

    -

    04/05/2012 às 11:44

    Fiquei espantada com a decisão proferida pelo juíz, eu que nem tenho formação em Direito! Quem nunca colheu sentimentos afetivos desagradáveis nesta vida??? – E, eles são bons porque amadurecem e nos tornam melhores, Deus nos fez perfeito e completo, agora chega um juiz e quebra regras naturais. Agora muitas feito as marias chuteiras, carminhas (personagens da novela da globo)verão nesta sentença um forma de não trabalhar e ser beneficiadas por injustiças. É o fim do mundo! E isso é Bíblico.

  365. Eder

    -

    04/05/2012 às 11:43

    É por essas, e por outras, que não nos desenvolvemos… Acabamos gerando uma sociedade do “coitadismo”. Desde quando isso leva alguém a algum lugar?!

  366. Daniel Mathias

    -

    04/05/2012 às 11:43

    Bom dia Reinaldo,
    é impressionante a precisão jurídica da sua análise, especialmente pelo fato de você não ser advogado. Realmente, nossa Constituição Federal assegura, em cláusula pétrea (art. 5º, II), que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Não há lei que obrigue a amar e se um dia for editada norma neste sentido estaremos, ainda mais, nos afundando na teratologia jurídica.
    A conclusão que chego, vendo sua análise de jornalista quanto a um tema jurídico, é que a cadeira de Lógica deveria ser obrigatório nos cursos de Direito.
    Abraços.

  367. rere

    -

    04/05/2012 às 11:41

    Moça esperta. Vale tudo por $$$$$$$$$$$. Não é essa a mentalidade atualmente? Abandono afetivo_________ dinheiro compensa afeto. Eta nóis!

  368. Dorival Sell

    -

    04/05/2012 às 11:41

    Se essa senhora conseguiu uma indenização dessas, o que dizer do aborto que foi legalizado nos casos de fetos que nascem sem cérebro, nós não temos o direito de tirar a vida de quem quer que seja.Se uma criança nasce sem cérebro e ainda não tem nem o direito de nascer,porquê não deixar nas mãos de DEUS decidir se ela vai viver ou morrer.
    Todas as pessoas que conheço nasceram com cérebro imagino, mesmo assim, o que vemos hoje, até parece que muitas pessoas no Brasil não fazem uso.
    As ultimas decisões que temos acompanhado fazem crer que a própria DEMOCRACIA esta correndo um sério risco.
    Não temos mais segurança juridica.

  369. Oliver

    -

    04/05/2012 às 11:40

    REINALDO
    Já que você toca no assunto com rara competência, permita-me usar minha própria experiência para demonstrar o quanto estúpida pode ser a justiça neste país de tolos.
    Meu pai foi muito rico. Milionário. Teve quatro filhos, de dois casamentos. Juntou três deles em seus negócios nebulosos menos eu, que não quis compactuar com certos métodos de se ganhar dinheiro. Fui trabalhar sem direito a nada. Ele e seus três rebentos gastaram tudo o que tinham ao longo da vida, com jetskis, jogo, falências aos montes e burrices, enquanto eu suava duro a camisa para criar e manter minha família. No final da vida, quebrados, acharam por bem que tinham que dividir comigo o tratamento do pai com câncer. E o presidente topetinho promulgando a lei do abandono paterno. Como é que fica ? Meu filho foi sequestrado de minha casa, aos onze anos de idade. Ao contrário da maioria, ele morava comigo e não com a mãe, sendo filho de meu primeiro casamento. A mãe o levou morar com os avós, em troca de afirmar que precisava da pensão alimentícia, apesar de já morar com o amasiado. Consegui na justiça um “mandato de busca e apreensão do menor” e fui buscá-lo. Mas ele não quis voltar, para tentar ajudar a mãe. Cedi, para tentar ajudá-lo. A justiça promulgou um decisão que me tornou o “Mick Jagger” dos pais; 25% dos meus ganhos deveriam ir pra ele. Façamos as contas: Um salário com alíquota de imposto de 27,5%, mais 10% de encargos, mas 25% de pensão alimentícia dariam 62,5%. Me sobram 37,5%. Com uma família de 3 pessoas ( eu, minha mulher e meu segundo filho ), se dividisse o dinheiro em três partes iguais, eu, que trabalhava para sustentar todo mundo teria direito a 12,5% do meu salário. Meu filho playboy teria direito ao dobro. É ou não é para mandar a justiça deste país para um lugar quente ? Nunca mais pude trabalhar com carteira assinada, por conta desta decisão estúpida. Fui prejudicado pela justiça torta deste país de cretinos. Nunca um assistente social acompanhou meu caso, para saber quem tinha razão. E agora, serei eu ameaçado pela tal lei do abandono afetivo ? Mais encostados querendo viver do meu trabalho ? Fala serio. Minhas malas já estão prontas de novo. Neste lixo que finge ser um país eu não quero mais viver. Deixa para Dilmas e Demóstenes; eles, que são probos, que se entendam.

  370. Paulo Santos

    -

    04/05/2012 às 11:36

    Apesar de estar bem casado ha 10 anos, acho que vou processar minha primeira namorada, de quem eu era apaixonado e que me abandonou. É esse pessoal está perdendo o senso do ridículo.

  371. maria de jesus

    -

    04/05/2012 às 11:33

    Primeiro a transcrição dos dispositivos, ao final, minha opinião: Quanto à previsão legal para a reparação cível, basta ver o Artigo 186 do Código Civil: “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”. Em complemento a este dispositivo legal, vem o Artigo 927: “Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo”.
    Bem, se nas relações entre pais e filhos (que pertence à área Cível, porém na seara das relações de família) for cabível estas duas disposições legais, em quaisquer de seus aspectos, acaba de nascer a primeira pedra do efeito dominó, há representar, por exemplo, um tipo de relação de consumo de sentimentos, de paixões e afeições)…dá para visualizar uma chuva de ações intermináveis. A degredação da família (aquela constituída e que divide o mesmo teto) já é fato nos dias de hoje. Há “N Casos” de Pais e Filhos convivendo sem amor, sem respeito(como avaliar a reparação pecuniária nestes casos?). Outra: entre 200 mil e uma salsicha, há uma enorme diferença – O rico mal amado pelo pai biológico também rico, sente um tipo de dor, que, neste caso concreto, é a dor reparada em pecúnia; o pobre mal amado pelo pai biológico também pobre, não faz questão nem da “salsicha”.
    Cai, então, por terra, a música do Roberto Carlos: “Só vou gostar de quem gosta de mim”(não vou ficar chorando até o fim). Será que acrescentarão artigos na “Lei de Alimentos”, obrigando que entre alimentado e alimentando não haja sofrimento, mágoa e tristeza, caso contrário, caberá indenização? Francamente, se o amor tem preço, um abraço é impagável. Talvez por isso a reclamante optou por UM AMOR COM CÓDIGO DE BARRAS.

  372. Bruno Assunção

    -

    04/05/2012 às 11:32

    “Ainda a Juízes em Berlim”. Temo que essa sentença, antes motivo de confiança e esperança, está é virando motivo de pesadelos no Brasil.

  373. JORGE FONSECA

    -

    04/05/2012 às 11:31

    Concordo com Reinaldo que o STJ nos últimos tempos vem legislando a seu bel prazer de “interpretação” no minimo curiosa.
    Mas, há de concordar que um homem ou mulher que coloca uma criança no mundo tem o dever jurístico e o dever moral de cuidar dessa criança. Cuidar de uma uma criança não só dar comida, tem que ter a afetividade, o carinho e as orientações. Você estão esquecendo que o ser humano não é um bichinho de estimação, dar alimento, algumas carícias e tudo bem. As crianças em especial, têm uma ligação muito forte com os pais, é o exemplo, o modelo, a referência etc. Quando chega a idade de ir para à escola, e essa criança percebe a maioria das crianças de tem pai e mãe, logo o questionamento, por que só eu não tenho pai? Já imaginou a frustração dessa criança?

  374. Marcelo - Vítima da Bancoop

    -

    04/05/2012 às 11:31

    200 mil É POUCO!
    Tio Rei, aqui é um daqueles raros momentos em que discordo de você.
    O valor foi arbitrado, assim como é arbitrado o valor a ser pago aos pais de uma criança que foi atropelada e morta. A vida da criança tem preço? Claro que não! Mas o atropelador, se considerado culpado, deve pagar pelo seu erro.
    Essa moça estabeleceu um valor, não importa se 400 mil ou 1 milhão. Ela pediu o que pensou ser justo. Claro que amor não tem preço! Mas a compensação financeira é um instrumento absolutamente válido, sim!!!
    Essa vitória é moral e é muito importante!
    Chega de acobertarmos esses desgraçados puladores de cerca.
    Eu processaria meu pai, com toda a certeza!
    PERCEBA, Tio Rei, que O DESCASO e INDIFERENÇA deste senhor pulador-de-cercas-metido-a-garanhão se perpetuou!
    Ele não a reconheceu como filha A NÃO SER depois que a justiça o obrigou!
    Tio Rei, nessa não estou contigo, parceiro!

  375. Caipirão

    -

    04/05/2012 às 11:29

    Precisamos combater a entrada e o uso de tóxicos no país.

  376. Pinheiro

    -

    04/05/2012 às 11:27

    O advogado é o primeiro juiz da causa e único com capacidade de postular em juízo. Espero que não utilizem esse tipo de jurisprudência, pois certamente há de ferir sua formação pessoal e jurídica.

  377. Felipe Goltz

    -

    04/05/2012 às 11:19

    Cuidado, Reinaldo.
    O STF ainda vai condená-lo a pagar, digamos, um valor mais substancial que um pão com mortadela, caso continue e “ferir os sentimentalismos” de outrem com os seus artigos, Reinaldo. Que tempos em que vivemos! Lei da Palmada, Lei da Homofobia, cotas raciais, indenização por “afetividade roubada” e por aí vai. Que apocalipse de São João, que nada! Tivesse conhecido o Brasil de hoje, talvez São João seria ainda mais contundente em suas perorações quanto ao fim do mundo.

  378. cuidado com a patrulha

    -

    04/05/2012 às 11:18

    Ainda estamos no estágio anterior.
    Se o regime cumunista se instalar, ai que o bicho vai pegar
    , pois, vai ser um tal de filho dedurando os pais…

  379. Mestre

    -

    04/05/2012 às 11:17

    Como ficam os casos da filha de Pelé e da filha do ex vice presidente? Ambas foram renegadas por seus genitores.

  380. cuidado com a patrulha

    -

    04/05/2012 às 11:15

    CORRIGINDO…
    …capitulo e disse que NÃO iria mais se “casar”.

  381. Paulo Castilho

    -

    04/05/2012 às 11:14

    Nas clássicas lições de direito de família se aprende a imoralidade e principalmente a ilegalidade do “Pacto Corvina”, isto é, não se pode negociar herança de pessoa viva.
    Agora, sob a chancela de “abandono afetivo” é possível exigir de imediato seu quinhão, antes do falecimento do autor da herança. Em suma: para que esperar o falecimento do pai ou da mãe, evento de prazo incerto, para receber um bom dinheiro? Alegue que foi vítima de abandono afetivo…

  382. cuidado com a patrulha

    -

    04/05/2012 às 11:10

    Outro caso recente da indústria da indenização.
    Um casal vivera juntos durante 9 anos.Tinham um negócio em
    comum onde eram sócios e tinham 2 filhas.
    Deu um estalo na cabeça da mulher e tchan:vamos nos casar
    conforme manda o figurino, com direito a presentes e a
    festa.Três dias antes da festa marcada o cara (marido já
    na prática) capitulou e disse que iria mais se “casar”.
    Bingo!
    A mulher está processando-o e reinvindicando uma generosa
    INDENIZAÇÃO!

  383. Pinheiro

    -

    04/05/2012 às 11:09

    A mesma justiça que quer permitir a morte através do aborto, impõe indenização contra aquele que não expressa amor. O prato da balança está torto, ou melhor, pendente para a esquerda.

  384. emeesse

    -

    04/05/2012 às 11:08

    Dentre os requisitos para ser indicado a ministro dos tribunais superiores, além dos já existentes, que não são obedecidos, como o de notável saber jurídico, poderíamos acrescentar o de poeta e humanista-sentimental-piegas bem no estilo de compositor de boleros.

  385. lu

    -

    04/05/2012 às 11:07

    MAis uma do nosso competente e criativos STJ. Voce que é pai,de agora em diante tera que “provar o tamanho de seu”amor”(será que vão inventar uma balança especial)para com seus filhos. Se a moda pega, o STJ vai trabalhar muuuuuuuuuuuuito!Crianças orfãs,pelo andar da carruagem,terão o “bolsa amor de pai” para reparar a falta do mesmo! Só vale como piada e muito sem graça. Que Juizes são estes? Sinal do fim dos tempos!Ou seria o fim da competencia e seriedade? Só faltaesta: pai é preso por não pagar 2 quilos de amor!E depois falam dos portugueses!

  386. Celso

    -

    04/05/2012 às 11:05

    Tenho um filho prestes a completar 14 anos de idade.
    Desde que nasceu não consigo mínima convivência razoável com ele. Aos 3 anos foi alcoolizado pela genitora que me incriminou e respondi a processo de destituição do pátrio poder. Há um ano ele(?) me escreveu uma carta dizendo que não quer me ver. A mando de quem? Preciso dizer? Isso tudo tem nome. Chama-se Síndrome da Alienação Parental- Dr Richard Gardner, psiquiatra americano. O filho é manipulado, ensinado a odiar o pai, sofre lavagem cerebral, tudo provocado pela própria mãe, num ato de vingança; a real culpada da história, que não ensinou o filho a amar o pai, mas odiá-lo, a ponto do filho ingressar com ação judicial contra o próprio pai e que encontra guarida no judiciário ignorante, usurpador da função de psiquiatras e psicólogos.

  387. Oswaldo

    -

    04/05/2012 às 11:03

    Essa filha precisava sim de um pouco de atenção paterna na infância, agora vemos que umas boas palmadas fizeram muita falta.

  388. jacir

    -

    04/05/2012 às 11:01

    EU NÃO ENTENDO O NOSSO JUDICIARIO, ELES JULGAM VARIAS COISAS SUPERFLUAS, E NÃO CONSEGUEM PUNIR, CONDENAR E DEVOLVER O QUE FOI ROUBADO POR UM “POLITICO CORRUPTO”, SÓ CONDENAM POBRE LADRÃO DE COMIDA

  389. anônimo

    -

    04/05/2012 às 11:01

    Lembrando lá o Jabuti, puseram preço no que não tem remédio, vergonha ou juízo.Fazer sentido…

  390. Teresa

    -

    04/05/2012 às 11:00

    Caso a mãe da moça tivesse requerido judicialmente a pensão alimentícia que caberia à filha desde o seu nascimento até a data do seu reconhecimento, vá lá…Afinal, ela arcou sozinha com todas as despesas da menina enquanto não reconhecida. Mas esse tal de abandono afetivo, é meio estranho mesmo.

  391. Pinheiro

    -

    04/05/2012 às 11:00

    Urge acabar com a indicação e nomeação política para ministros do STJ e do STF. Uma verdadeira herança vitalícia e maldita. Até quando vamos aceitar passivamente essa desgraça?

  392. mauro

    -

    04/05/2012 às 10:59

    É parte do zeitgeist, não é? Daqui a pouco, seremos processados por fazer nascer os filhos, por trazê-los a este vale de lágrimas…

    E, olha, já me sinto um personagem do Graham G., de tanta culpa que carrego por fazer filhos neste Brasil.

    Não sei se você já comentou isso (acho que sim), mas acho que é um sintoma da ditadura da felicidade: desde que aprenderam com o Jefferson o direito a perseguir a felicidade, esqueceram dos outros sentimentos todos, que também nos fazem humanos íntegros.

    Falta um pouco de estoicismo por aqui. Sofrer engrandece às vezes, não é?

    Às vezes acho que o mundo se divide entre estóicos e epicuristas – mas o Brasil, entre epicuristas e hedonistas…

  393. Setembrino Aparecido de Jesus da Silva

    -

    04/05/2012 às 10:55

    Não é tão simples assim Reinaldo, não conheço o caso e creio que grande parte do que está nos autos não veio ao público por correr em segredo de justiça. Mas fico cá imaginando uma menina, mesmo que formalmente assistida materialmente pelo pai, ser completamente ignorada por ele sabendo, por exemplo, que o pai saiu em viagem com todos os seus irmãos e nem sequer a convidou a ir junto. Sentimentalismo? Pode ser. Mas o fato da hoje mulher de 38 anos ser bem sucedida não implica que ela esteja livre das mágoas do passado. E um outro ponto Reinaldo, você considera uma intromissão inadmissível do estado na vida privada dos indivíduos? Mas esse mesmo estado proíbe que um filho indesejado seja abortado. Então, sendo assim, esse estado pode sim exigir que um pai ou uma mãe pelo menos finja que ama o filho nascido por uma obrigação imposta por esse mesmo estado, algum erro na argumentação? E, por último, é claro que o valor estabelecido para a indenização é subjetivo, assim como todas as indenizações estabelecidas para o dano moral. Aliás, acho que dano moral seria mais adequado ao caso do que o inexistente na lei “abandono afetivo”.

  394. ivanor

    -

    04/05/2012 às 10:55

    Já imaginaram um filho ou filha descobrir que o pai em momentos íntimos,masturbou-se. Vão alegar que, esse ato, lhes impediu de terem mais irmãos e isso lhes acometerá uma dor intensa de não poderem ter convivido com diversos irmãos que ficaram pelo caminho e nem siquer tiveram oportunidade de disputar a penetração no óvulo. Mais uma forma de milhões de jovens exigirem indenizações.

  395. Papai Sabetudo

    -

    04/05/2012 às 10:53

    Há um nome moderno para isso: “Ativismo Judicial”. Está na moda. O STF resolveu palmilhar por essa zona nebulosa. Justifica lá os seus motivos. Não convence. O resultado é insegurança juridica, além de ser flagrantemente inconstitucional. Cadê a lei? Os juízes precisam parar de “inventar”, recheando com palavras bonitas a sua sentença para impressionar a massa da população que, por desconhecer os seus danosos efeitos num estado democrático e de direito, apoia e aplaude decisões que tais. O que tem mesmo que fazer, esses respeitáveis juízes, é julgar seguindo rigorosamente a letra da lei. Não precisa alongar-se com palavras inacessíveis ao vulgo. A fundamentação é imprescindível, mas tem que ser sucinta. Ao Judiciário cabe julgar o caso concreto, adaptando-o à lei posta, ou “lei substantiva”. E ao aplicá-la, não pode realizar um julgamento “com equidade”, que é quando o juiz “ameniza” o sentido da lei porque entende assim. E, como pertence a um tribunal superior, acha que pode isso!
    De repente os juízes dos tribunais superiores começaram a escrever bonito e decidir segundo o seu sentimento! Não podem! A lei veda esse direito. Vejam o que diz o art. 127 do CPC: “O juiz só decidirá por equidade nos casos previstos em lei”. Me mostre a lei onde está escrito isso! Onde o pai deve indenizar o filho pelo amor que lhe negou! O seu direito como filho já foi reconhecido e terá garantida a sua fatia na herança. Que lhe resta ainda?
    Não se pode mensurar um sentimento, mesmo porque ele é resultado da interação entre os envolvidos. Mesmo no seio de uma família ajustada há diferenças. É comum o pai ser acusado de “amar” mais o filho “A” do que o “B”. Neste caso, caberia uma ação judicial para “reparar” a diferença ?
    Não estou temeroso porque chamo antes prum acordo!

  396. Andre SP

    -

    04/05/2012 às 10:52

    Será que agora ex-namoradas(os) podem recorrer ao mesmo “abandono afetivo” quando são deixados, largados, seja lá o que for? Haja tribunal e haja indenisações!

  397. marco antonio do pra

    -

    04/05/2012 às 10:52

    Uma correção, este absurdo foi cometido pela 3ª turma togada do stj e não pelos togados do stf, que tb não são flores que se possam cheirar não.

  398. Pinheiro

    -

    04/05/2012 às 10:51

    O Brasil é um país doente. Basta verificar na jurisprudência que a perda de um órgão ou da própria vida nunca chegou a um valor expressivo a título de indenização.

  399. Ramom Macedo

    -

    04/05/2012 às 10:50

    Adolfo Sachsida, suas palavras, são as minhas palavras…

  400. Claudino

    -

    04/05/2012 às 10:49

    Bela defesa do caso fez “Donizeti- 04/05/2012 às 9:21″.
    Não é o caso do Donizete, mas tem gente que defende o aborto para evitar casos como este em tela. Ou seja, se os pais da moça tivessem resolvido abortar o “parasita indesejado do útero da mãe” a guisa de um “direito da mulher ao seu corpo” e de ambos a interromperem uma “gravidez indesejada” cometida com muito desejo, querem muitos que não deveria haver crime nenhum. E muitos seguem impunemente este caminho desde sempre. Talvez o pai da moça tenha sido trouxa por não te feito o mesmo, certo?

  401. marco antonio do pra

    -

    04/05/2012 às 10:49

    Caro Reinaldo: Diante de tamnho absurdo desta “decisão ” absolutamente estapafurdia dos togados do stf a pergunta que eu faço é a seguinte: Será que elles não tem mais o que fazer.

  402. anônimo

    -

    04/05/2012 às 10:49

    Tadinha da ministra Nancy Andrighi…tô até com pena dela.

    Ministra Nancy Andrighi, “data maxima venia”,
    Psicojurissocialmente falando, a senhora deu uma “viajada” ein.

  403. fontana

    -

    04/05/2012 às 10:45

    As pessoas portadoras de complexos, principalmente de inferioridade, tem nessa visão dos jurados, um prato cheio para entrar na justiças contra os seus supostos desafetos.

  404. cuidado com a patrulha

    -

    04/05/2012 às 10:40

    Não, eu não quero indenização!
    Se eu contar a história da minha vida para esta senhora,
    ela vai chorar e provavelmente ela mesma pode querer me
    indenizar.
    Falta de maturidade e oportunismo!
    .
    Por que a senhora não virou punk?
    .
    Aproveita essa grana e procure um bom psiquiatra.

  405. Heitor

    -

    04/05/2012 às 10:40

    Esses juízes estão se pautando pela hermenêutica do STF, inaugurando uma ditadura judiciária. Se não há leis, criam-nas. Não punem um moleque homicida, mas punem um pai que só trabalhou a vida inteira.

  406. anônimo

    -

    04/05/2012 às 10:35

    STJ = sentimentalismo demagogo.

    Ninguém pode obrigar a outrem a ter sentimentos, que no caso em tela é o amor, mas devemos ser obrigados a manifestá-lo mesmo quando ele não existe?? é isso STJ!?!?
    Esse é cada vez mais o país da falsidade, da mentira, da demagogia!!!
    E a democracia, onde fica?? Ah, já sei…é só demagogia também. Não pode existir de fato a democracia nesse país.
    Mesmo que fossemos obrigados a amar, quanto valeria esse amor?? 200 mil reais?? Só isso!!!!!!!
    eu também queria obrigar as mais gatas mulheres desse mundo a me amarem, mesmo porque eu sou amoroso, carinhoso, atencioso, enfim, tudo de bom…mas se elas não me amarem, ai eu entro com uma ação de indenização contra elas, pelo fato de elas não retribuirem o meu amor por elas.

  407. Heitor

    -

    04/05/2012 às 10:35

    Nas favelas, deve custar uns R$ 2,00

  408. Claudino

    -

    04/05/2012 às 10:33

    Vejam a invertida que levei com nossa “Justiça” e comparem:
    Fui casado com uma mulher por exatos 10 anos e com ela tive três filhos, todos hoje com mais de trinta anos: uma médica de 32 anos, um ecólogo de 34 e um sociólogo de 36. A separação de fato ocorreu em 1983 e o divórcio em 1992. Sempre paguei pensão, que depois do divórcio passou a ser descontada em folha de pagamento à razão de 7,5 para cada filho e 7,5% para a ex-mulher. À medida que os filhos iam completando 18 anos pedia a exoneração da pensão paga à mãe e passa a pagar a eles diretamente; no caso da filha, mais jovem, por imposição da “ex” que negociou comigo repassar os 15% que recebia para manutenção da filha enquanto esta cursava medicina fora de São Paulo, para depois então haver a exoneração de ambas.
    Quando ao final do caso cobrei o cumprimento do acordo e não fui atendido, entrei na justiça com uma ação de exoneração que só me foi atendida com relação à parte da filha. Com relação à parte da “ex”, que já recebia uma aposentadoria do INSS, após 30 anos de contribuição, da ordem do valor da minha pensão por 10 anos de convivência comum apenas, e a quem eu ainda havia doado minha a parte do dinheiro apurado com a venda da casa que tínhamos. A sentença dizia que (cito de memória, mas o texto real é até mais confuso e mais absurdo):
    “Embora seja direito do reclamante conforme artigo ‘tal’ do Código Civil pleitear a exoneração da pensão que paga à ex-mulher, ainda mais porque esta, além de já receber uma aposentadoria do INSS, também evoluiu cultural e profissionalmente depois da separação, tendo concluído uma universidade e estando empregada com ‘tanto’ de salário, o que lhe perfaz uma renda de R$ xxxx,xx que é, como comprova o reclamante, superior em 50% superior à renda média per capita dos membros da sua nova família, e embora, ainda, o reclamante comprove ‘cometer’ a liberalidade de ajudar financeiramente os filhos que com a ré teve, este tribunal decide indeferir o pedido de exoneração porque, por um lado, o reclamante pode pagá-la, considerando sua renda composta com a renda de sua atual e jovem esposa, que está empregada e ganha bem, e a ré aplica o produto da pensão ao fim nobre de ajudar financeiramente os filhos que passam por constantes necessidades”.
    Não ficou aí a impressão de que a “atual e jovem esposa empregada e ganhando bem” tem o dever de pagar pedágio à injustiçada esposa anterior pelo atual “uso” de seu ex-marido?
    Recorri. Perdi de novo, porque a segunda instância manteve a sentença alegando que (vai novamente de memória):
    “Embora o MP não veja razão para se manifestar no caso, visto não se evidenciar subtração de direito de desvalido, e embora o reclamante ainda demonstre que sua atual família aufira uma renda ‘per capita’ inferior à da ré e que tem que custear escola particular para um filho de 7 e um plano de saúde para toda a família, benefício que a ré tem pago pelo seu empregador, seria temerário, dada a idade já avançada (exatos 60 anos) da ré, subtrair-lhe os proventos da pensão, razão porque este colegiado mantém a sentença de primeira instância”.
    É ou não é um caso de “justiça feita com a própria toga” tão absurdo quanto este do post do Reinaldo?

  409. Fernando

    -

    04/05/2012 às 10:32

    “As sem-razões do amor

    Eu te amo porque te amo,
    Não precisas ser amante,
    e nem sempre sabes sê-lo.
    Eu te amo porque te amo.
    Amor é estado de graça
    e com amor não se paga.

    Amor é dado de graça,
    é semeado no vento,
    na cachoeira, no eclipse.
    Amor foge a dicionários
    e a regulamentos vários
    …”

    (Mario Quintana)

  410. capitão

    -

    04/05/2012 às 10:31

    OFF-TOPIC
    CHÁVEZ E LULA

    Pelo que se lê no blog Runrunes, do jornalista Bocaranda, um dos mais confiáveis da Venezuela, o Chávez está usando fraldas e é obrigado a usar cadeira de rodas, que nunca aparece em fotos oficiais, e a cada dia estaria com a saúde mais debilitada.
    E o estado de saúde de Chávez contamina a saúde política do país, que já não ia bem.
    Fala-se em atrasar as eleições, em golpe militar, em guerra-civil, além das revelações sobre o envolvimento de chefes militares estarem envolvidos com o tráfico de drogas.
    Enquanto isso, na Bananolândia, Lula aparece agora de bengala em evento.
    Charminho (parece que gostou de ternos e chapéus pretos) ou necessidade?

  411. ClaudioM

    -

    04/05/2012 às 10:30

    O politicamente correto está criando uma sociedade infantilizada, de fracotes, de crianças crescidas. Todos são sempre vítimas dos “poderosos”, do “capital”, das circunstâncias…

  412. Renato

    -

    04/05/2012 às 10:25

    Amor de pais para filho sempre foi natural e sempre houve exceção porém agora virou obrigação não por lei mas de acordo com o humor dos “meretríssimos”.”Tamo, cada dia mais, fu”.

  413. balato

    -

    04/05/2012 às 10:24

    E nós, que nos entristecemos, lamentamos e até choramos às vezes pelo descaso dos governantes com a atenção à moral, à segurança e à saúde? Que indenização vamos pedir ao governo, que tem a responsabilidade de nos garantir tudo isto e muito mais?

  414. Léo

    -

    04/05/2012 às 10:23

    O esquerdismo que tem afetado os juízes brasileiros combinado com a sua exposição na TV vem produzindo essa bazófia, essa ridicularidade no poder judiciário.

  415. Anônimo de Todo Dia

    -

    04/05/2012 às 10:23

    Quando eu tinha 8 anos minha mãe se separou do meu pai e mudou de cidade. Passamos a viver a 750Km de distância um do outro, de forma que a partir dali meu pai foi pouco presente na minha vida. Vou entrar com ação de indenização de danos morais contra minha mãe por ter me privado de uma maior presença do meu pai na minha vida…quanto será que vou levar?

  416. Alfenas

    -

    04/05/2012 às 10:22

    Um pai que levanta uma filha de 5 anos pelos pés e a espanca e “é filmado “, é solto e ninguém se manifesta ( classe politica ou judiciária).

  417. Luiz Costa

    -

    04/05/2012 às 10:20

    Em jornal televisivo em magistrado comemorou a decisão informando que ela reforça outras no mesmo sentido que vinham sendo proferidas pelo Judiciário de seu Estado.Atualmente está difícil entender algumas decisões. Cansados da monotonia da fundamentação legal buscam o ineditismo. Isso não é privilégio do Judiciário. Legislativo e Executivo já se utilizam do ineditismo co propriedade. Uma coisa puxa outra.

  418. claudio melo

    -

    04/05/2012 às 10:19

    O judiciário tem se notabilizado por querer decidir sobre questões alheias/estranhas à seara judicial. Os Tribunais superiores estão sedentos por holofotes e espaço no JN e Fantástico, daí que essa situação esdrúxula é levada ao crivo do Judiciário e o mesmo se arvora em juiz de relacionamentos pessoais, condenando a parte por motivo/fundamento inexistente.

  419. Eduardo

    -

    04/05/2012 às 10:19

    Inacreditável, sou aluno da escola da Ajuris desde fevereiro desse ano e aprendo mais sobre o direito nesse blog do que na escola.

  420. Exilado

    -

    04/05/2012 às 10:17

    Como disse Thachter, o problema do estado moderno e’ que os governamntes “sentem” demais, e nao PENSAM o suficiente.

  421. estado de direito, já!

    -

    04/05/2012 às 10:16

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    velho RUI, recorro a ele, comos empre, popis está mais atual do que nunca.
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    O MODISMO TOMOU CONTA DO PAÍS E DAS INSTITUIÇÕES…..
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    “O ensino, como a justiça, como a administração, prospera e vive muito mais realmente da verdade e moralidade, com que se pratica, do que das grandes inovações e belas reformas que se lhe consagrem. “ Obs.: Plataforma de 1910. Rui Barbosa

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    “Medo, venalidade, paixão partidária, respeito pessoal, subserviência, espírito conservador, interpretação restritiva, razão de estado, interesse supremo, como quer te chames, prevaricação judiciária, não escaparás ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz covarde.” Rui Barbosa
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  422. neil ferreira

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    04/05/2012 às 10:12

    Minha mulher e eu convidamos para jantar uma amiga, jovem em relação à nossa idade e recém-divorciada após 5 anos de casamento. Após uma taça de um generoso vinho, abriu-nos sua intimidade e disse que “em 5 anos de casamento nunca tinha gozado”. Querendo baixar o nível de tensão que tal inconfidência havia provocado, aconselhei-a com um sorriso a procurar o dr. Márcio Thomaz Bastos e que talvez ele podesse sugerir uma ação por “relações não contabilizadas” (foi uma das maiores gafes da minha vida).

  423. Kaoma

    -

    04/05/2012 às 10:11

    Concordo com a ideia de que dinheiro nenhum paga o abandono… Independente do valor, um dia ele acaba.
    Quer dizer então que enquanto estiver dando pra ser usado, irá sanar todo o tempo de rejeição?! ou melhor, depois que acabar a dor voltará? Mas a questão é fazê-lo pagar de alguma forma o mal causado… A moça ainda foi assistida de maneira financeira, e quanto aqueles que se quer ganharam uma mamadeira do pai quando criança?
    Sou filha de pai/mãe, isso quer dizer que meu pro genitor (o qual não merece titulo de pai) jamais me ofertou nada, de um gesto carinhoso a uma caixa de leite…
    Então eu penso: o pai deste caso, terá de pagar os 200 mil, isso porque ele tem condições, mas e aquele que não tem, pagará quanto pelo abandono? (…)
    O meu maior desejo não é puni-lo com um processo como esse, e sim tirar o sobrenome dele que carrego, como também, excluir de todos os meus documentos o seu nome, pois prefiro deixar um “X” em seu lugar.

  424. Anónimo

    -

    04/05/2012 às 10:10

    Reinaldo, tenho um amigo pessoal, filho legítimo de um pai que cedo abandonou a esposa, saindo mundo afora multiplicando filhos bastardos. Estes recorreram à justiça para receber pensão do pai, que era pobre. O que a justiça decidiu? que como o pai era pobre, o ônus deveria recair sobre o filho melhor de vida, ou seja, o meu amigo, que também foi abandonado em tenra idade e que acumulou seu patrimônio com estudo e trabalho. Ou seja, a justiça brasileira o transformou no bode expiatório das aventuras amorosas do pai. É uma indecência. Ele está tendo de criar os meio-irmãos.

  425. estado de direito, já!

    -

    04/05/2012 às 10:08

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    Reinaldo, TUDO BEM, vamos aceitar a tese dos ministros, AÍ, PERGUNTO: como podem dizer uam coisa dessas se APROVARAM O CASAMENTO GAY????????/ onde está a figura do PAI????????????????????????????
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    isso me elmbra essa turam de esquerda, que “lutaram” pela democracia, contra o regime militar, MAS ADORAM, VENERAM O REGIME CUBANO, e outros…….. DEMOCRATAS E JURISTAS DE PRIMEIRA LINHA…. tenham paciência!!!!!!!!!!!!!!
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    Nota: adorei a posse do Joaquim… não demora muitoe veremos minsitro realtando seu voto, deitado, ou em uma rede, montado em um cavalo, coisas desses tipo… fosse na época da jovem guarda, montado em uma lambreta, k k k
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    NA MESMA LINHA, TEMOS OS INDENIZADOS E PENSIONADOS COM AS BOLSAS DITA DURA……..
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    - VOTO DE LOUVAR, NO CASO DAS COTAS, PARA O MINISTRO QUE PARECE RESURGIR DAS CINZAS….
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  426. Alexandre

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    04/05/2012 às 10:07

    Podem me chamar de machista, ou do que quiser, mas isso é fato típico de gente rancorosa e sentimentalista, tanto filha quanto da juíza, que não soube pautar sua decisão com base na razão, no bom censo e no perdão. Se acharmos que o mundo ou alguém nos deve alguma coisa, NUNCA entenderemos a nossa real missão aqui ou seremos verdadeiramente felizes…o “abandonado” Steve Jobs que o diga…Li ontem parte da ação em que a filha reclamava do “amor” do pai e que o mesmo era “próspero e bem sucedido”…ora bolas se o pai fosse por exemplo um servente de pedreiro ela reclamaria por uma permuta afetiva em valores monetários?? Acredito que a decisão apenas polarizou o rancor entre as partes…não trocaria um abraço e um jantar a mesa com meu pai (já falecido)nem por 1 milhão de reais…no fim da vida essa senhora verá a diferença, como foi para o pai de Steve Jobs…já disse o Mestre a dois mil anos que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males….e eu, quero distância dos sentimentalistas.

  427. Kant

    -

    04/05/2012 às 10:07

    Caros e Caras: A bebesona de 38 anos já aprendeu o jogo da vagabundagem financeira indenizatória. Parece ser uma coisa muito inocente porém não deixa de ser mais um elemento de propaganda negativa contra as relações entre pais e filhos.Pior é que tem gente na cúpula do Poder Judiciário que não percebe, ou finge que não, tais aberrações e jogos chantagistas muito em voga nos dias atuais.

  428. Renata

    -

    04/05/2012 às 10:06

    Se aquela filha que Pelé reconheceu mediante exame de DNA fosse viva, imaginem o tamanho da indenização por “abandono afetivo” a que ela teria direito! Pois, mesmo após o reconhecimento, Pelé continuou não convivendo com ela.

  429. Domenico DiCocco

    -

    04/05/2012 às 10:02

    Vamos ver quanto irá demorar para alguma esposa ou esposo, insatisfeito, entrar na justiça por “abandono orgástico” e de quanto será a indenização e de qual forma .

  430. mts

    -

    04/05/2012 às 10:01

    Eh muito serio a falta de inteligencia desses juizes. Nao se trata so de um escandalo. Mas impressiona que essa juiza, em particular, nao se de conta do subjetivismo e dos possiveis efeitos. Juizes querem ser amados, juizes agora, querem mostrar seu lado humano…
    vppqp!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!petralhas de toga!!!!

  431. augusto

    -

    04/05/2012 às 9:56

    Reinaldo, creio que a bestialidade tomou conta do judiciários. Essa decisão é completamene fora da realidade. O pior: não existe garantias que o STF possa ter um entendimento diferente deste, se levarmos em conta as suas rescentes decisões. Aqui no Brasil Fantasia, cabeça de juiz é que nem bumbum de criança, a gente sabe o que sai, porém a consistência…..

  432. GamoR1

    -

    04/05/2012 às 9:53

    Excelente reportagem, você mostra com clareza a aberração moral que estamos vivendo nos dias de hoje.
    ” Fico cá me perguntando: como chegaram àquele primeiro valor? Aqueles R$ 15 mil, em particular, desafiam a minha quietude:”. A minha quietude também foi desafiada, não entendi mas calculei 7,5%, hêhê.

  433. Rods

    -

    04/05/2012 às 9:48

    REI.
    BRILHANTE!!!
    REALMENTE É UM ESCÂNDALO, EM QUE PESE QUE MUITOS BAJULADORES APLAUDIRÃO TAL TERATOLOGIA, MAS, ISSO NÃO QUER DIZER QUE ELA SERÁ MENOS ABSURDA, E “DATA VENIA”, DEMAGÓGICA E CRETINA.
    Rods

  434. Rafael

    -

    04/05/2012 às 9:48

    Correção: Ora, ao pai cabia sustentar materialmente a filha, coisa que ele fez. O Direito só pode obrigar alguém a prestar atos de cunho material, no caso, poderia obrigar o pai a sustentar a filha que gerou”.

  435. Rafael

    -

    04/05/2012 às 9:47

    É incrível mas é verdade: agora se você não ama alguém, está sujeito a pagar indenização. É o Direito brasileiro ensinando para mundo que o Estado pode, sim, tomar conta de cada aspecto da vida humana, se metendo até em fenômenos absolutamente pessoais e intangíveis, como o sentimento afetivo de uma pessoa por outra. Antes desta decisão, não amar alguém, mesmo um filho, não era um “ato ilícito”. Ora, ao pai cabia sustentar materialmente a filha, coisa que ele fez. O Direito só pode obrigar alguém a prestar atos de cunho material, no caso, poderia obrigar o pai a sustentar a filha que o gerou. Mas não poderia jamais considerar indenizável a falta de um sentimento. Isto é grotesco, bizarro, monstruoso. Sentimentos humanos não podem ser considerados lícitos ou ilícitos, geradores de indenizações para quem não se sente amado. Com isto, o Estado diz que você é “obrigado” a amar(!)quem te exige amor. Decisão ridícula, absurda e boçal. Infelizmente, muitos idiotas aplaudirão esta decisão, exatamente porque não percebem que o Estado já está tomando conta de absolutamente todos os setores da vida.

  436. fernando a c ramos

    -

    04/05/2012 às 9:46

    Finalmente o Judiciário “monetarizou” o afeto paternal!!!!

  437. Elah

    -

    04/05/2012 às 9:46

    “Ora, Val Marchiori já nos ensinou em “Mulheres Ricas”, certo?”

    Errado!
    “Nos” ensinou, o quê, cara-pálida? rs rs rs Que que é isso, meu Rei? Mulheres Ricas?! “Perdi” TODOS os episódios, Graças a Deus! rs rs

  438. Andre M. Andrade Jr

    -

    04/05/2012 às 9:45

    Está na hora de reformular o ensino de direito nesse país.Pelo andar da carruagem vão acabar com a prova que ainda consegue impedir que verdadeiros analfabetos entrem para a OAB.
    Talvez tenhamos que requisitar professores de direito da Itália,França ou Estados Unidos para ensinarem o beabá do direito e do respeito à constituição .O Supremo já é caso perdido.Deixaram o Lula nomear um bando de idiotas[até sujeito que não passa em concurso para juiz pode ocupar cadeira no Supremo!].Vamos chegar à situação da Argentina sem sequer termos sido um país exemplar como ele chegou a ser.

  439. zuneide

    -

    04/05/2012 às 9:43

    Direito criativo, direito alternativo. Essa porcaria começou à uns anos atrás a criar corpo nas escolas e faculdades de direito, e todo mundo achava ”bonitinho” e ”mudééérrno”.
    Agora esse lixo juridico infesta até o supremo (com minúscula mesmo), com aquela bobajada midiática das decisões recentes. Brasil, um país de tolos.

  440. capixaba atento

    -

    04/05/2012 às 9:39

    Reinaldo, bilhantíssimo o seu comentário, digno de constar em anais das melhores justiças do Planeta. Na verdade, entre outras aberrações vividas pelo poder público atualmente, estamos TAMBÉM desgovernados juridicamente. Não há no Brasil, do PETISMO, qualquer segurança juridica. Esses juízes estão, rigorosamente, jogando a nossa Constituição e os nossos Códigos de Leis, no L I X O … Vemos, isto sim, que os nossos juízes atuais são mal formados em cultura jurídica ou carentes de ética para a função. Que absurdo !!! Além disso, as decisões judiciais são, também, quase sempre POLÍTICAS ! Enquanto isso, esses juízes DESCUMPREM nossos códigos, como o Estatuto do Idoso, por exemplo, que prescreve PREFERÊNCIA aos maiores de 60 anos na tramitação de suas ações, o que não acontece em nenhuma esfera de nossa justiça … Ao contrário, há idosos que estão aguardando julgamento de seus pleitos há mais de 5 anos, quando esse prazo não poderia passar de 180 dias … Mas, apesar disso, ainda somos obrigados a assistir aberrações como esta em nossos Tribunais. O que fazer? Apelar para quem nessa República literalmente sem LEI.

  441. José Ary

    -

    04/05/2012 às 9:36

    Reinaldo, sempre digo para meus clientes, que um Juiz continua, apesar da profissão, uma pessoa com pais, irmãos, filhos, e todos os problemas existenciais que existem nas famílias.
    Alguns familiares devem no banco, outros brigam, etc.
    Então, digo que suas sentenças, são um complemento de sua vivencia.
    Advogando para um vereador que não tendo depositado a pensão de sua filha menor, com o aumento do salário daquele mês, foi intimado a depositar esta diferença. Apenas depositou. Não informou o Juízo de haver depositado. Emitido o Mandado de Prisão, foi preso e levado para a delegacia.
    Juntei os recibos, e falando com o Juíz para agilizar a soltura, este me perguntou – Os policiais foram educados com o vereador?
    Quando eu disse que dependia de quem o havia prendido este se surpreendeu, e eu lhe respondi – Se o policial que foi cumprir o mandado tiver uma irmã que reclama todo mês que seu ex marido não pagou a pensão, o vereador foi jogado no camburão. Se por outro lado, este policial, paga pensão para sua ex mulher, levou o vereador sentado no seu lado no banco da frente.
    São pessoas.
    José Ary

  442. nex

    -

    04/05/2012 às 9:33

    É a Lei das mal amadas!

  443. Luiz Antonio

    -

    04/05/2012 às 9:28

    Realmente absurdo. O pai por sua vez, poderia também lançar queixa do abandono afetivo, e mais, visto os sentimentos que se apresentam, pedir indenização por danos morais à mãe da moça, pois fica evidente um caso de sindrome da abstinência parental. Por outro lado, visto que a mãe detinha a guarda, a obrigação maior do cuidado era dela. Ou nâo????

  444. nathaniel

    -

    04/05/2012 às 9:26

    Este tipo de decisão dos tribunais superiores somente existe para testar até onde os ministros escolhidos por Lulla, na função de destruir a instituição do poder judiciario, podem ir para justificar a não condenação dos mensaleiros sem provocar uma derrota para o petismo nas eleições, ou seja sem atrapalhar o projeto de manutenção de poder petralha a qquer custo.
    .
    É o melhor judiciário da historia destepaiz criando outros assuntos para tirar o mensalão da mídia ao mesmo tempo em que vê até onde pode ir pra justificar a não condenação dos mensaleiros.
    .
    VOTO DISTRITAL ONTEM, COM VOTO DISTRITAL VC SABERIA EM QUEM VOTOU PARA DEPUTADO E SENADOR E SABERIA SE ELE APROVOU OS MISNISTROS DOS STF NA SABATINA QUE ELES PASSAM ANTES DE ASSUMIR O CARGO E PODERIA NUNCA MAIS PERMITIR QUE ELE FOSSE ELEITO NOVAMENTE, O QUE TERIA IMPEDIDO A DEFORMAÇÃO DO JUDICIÁRIO BRASILEIRO PELOS PETRALHAS.
    .
    VOTO DISTRITAL ONTEM

  445. maria de jesus

    -

    04/05/2012 às 9:25

    Uma das análises mais brilhantes que já li. Perfeito. Parabéns. A defesa do recorrente pode ser enriquecida com esta magna exposição. À Justiça não cabe mensurar o sentimento das pessoas.

  446. Ubiraci Bagno

    -

    04/05/2012 às 9:24

    Ou a medicina no Brasil encontra um jeito de produzir clones do Reinaldo Azevedo, ou este país vai mesmo pro brejo. Ele é, sem dúvida, a única inteligência existente por aqui. É ou não é, senhores juízes? (da primeira entrância ao STF).

  447. Adolfo Sachsida

    -

    04/05/2012 às 9:23

    Caro Reinaldo,

    Tenho algumas perguntas que gostaria que voce respondesse (afinal ninguém mais o fará):

    1) Se um pai pode ser condenado por não amar a filha, então qual a pena para a mãe que quer abortar? Afinal, em matéria de gravidade, parece que querer tirar a vida (aborto) deve ser mais severo do que não amar.

    2) Se o pai não quer o filho, e pede para a mãe realizar o aborto, ainda assim ele seria responsabilizado por não amar o filho? Ou será que o fato do pai ter tido “um grave distúrbio psiquiátrico” que o impede de ter condições de ser pai invalida a decisão do STJ?

    País estranho esse… abortar pode (ou alguém duvida disso), mas deixar de amar é crime….

    Adolfo
    http://www.bdadolfo.blogspot.com

  448. Donizeti

    -

    04/05/2012 às 9:21

    O post indaga por várias vezes que crime este pai cometeu. Encerra, inclusive, com a seguinte afirmação: “Se podemos ser punidos por um crime que não está tipificado e obrigados a fazer alguma coisa em razão de uma lei que não existe, então estamos numa ditadura”. De fato, o pai em questão não cometeu crime nenhum. Seu ilícito não foi penal, foi cível. Quem comete ilícito crimin al está sujeito a cumprir pena de prisão. Não foi o caso, evidentemente, do pai objeto deste post. Então, crime de fato ele não cometeu. Mas ilícito cível, em tese, ele cometeu sim. Digo em tese porque somente as provas produzidas no processo é que podem dirimir a dúvida. Com o devido respeito, Reinaldo Azevedo, às escreve coisas geniais, mas às vezes dá umas escorregadas. O caso concreto, o que de fato houve, não sabemos. Só as partes, os advogados e os juízes é que sabem. Mas é possível sim um pai, nas circunstâncias, causar dano moral ao filho sim, passível de ser reparado via indenização. E o abandono material e afetivo pode causar dor e sofrimento à pessoa. Tudo isto em tese, repita-se. Não nos esqwueçamos que o ilícito, tanto criminal como cível, pode ser gerado por ação ou omissão. Quanto à previsão legal para a reparação cível, basta ver o Artigo 186 do Código Civil: “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”. Em complemento a este dispositivo legal, vem o Artigo 927: “Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo”. Ora, o pai que não dá assistência ao filho, dentro das suas possibilidades, é claro, não age com negligência? E esté abandono não causa dano ao filho? Acredito que o abandono do filho, seja material ou afetivo, pode causar sequelas morais e psíquicas para o resto da vida. Olha o que escreveu o já falecido Jurista Gaúcho Francisco Raitani: “É necessário que o homem tenha a responsabilidade plena de seus atos, não somente no terreno das transações comerciais e políticas, mas também no mundo recôndito e misterioso de suas relações íntimas, porque estas têm repercussão na vida social.
    É essa ausência de sentimento moral e de responsabilidade que acarreta a superpopulação dos asilos e penitenciárias, bem como o aumento dos prostíbulos. Homens incapazes da prática de um furto, não obstante se vangloriam de haver seduzido a uma inocente moça,e, no entanto, perpetraram um delito mil vezes mais grave e iníquo, porque à vilania da sedução acrescentam, quase sempre, o abandono deliberado do filho. Em sua consciência, não pensam que os delinqüentes precoces, de cujo crime se horrorizam, o menor mendigo e vagabundo, cuja vida repudiam, pode ser seu próprio filho, condenado pela covardia de quem os engendrou. Bastariam este argumento de profundo sentido real e humano para que todo homem sentisse a responsabilidade que naturalmente emerge do ato da procriação”. Francisco Raitani – Práticas de Processo Civil – 1º volume – pág. 506 – Ed. Saraiva – 19ª Edição.
    Então, Reinaldo, em tese não há absurdo nenhum na decisão judicial. No caso concreto é necessário analisar os fatos, as circunstâncias em que ocorreu e as provas. O que gera o direito não é o fato em si, mas as circuntâncias em que se deram os fatos.
    Era isso. Desculpe o comentário longo e os eventuais erros de português. Um abraço. Donizeti.

  449. roberto

    -

    04/05/2012 às 9:19

    Como diz aquela parodia : Os advogados criaram o Caos.

  450. Kahlil

    -

    04/05/2012 às 9:17

    Perfeito post Reinaldo, esse assunto é fundamental para a garantia das nossas liberdades individuais, que o petismo, com a ajuda dos juízes politicamente corretos mas juridicamente incorretos, estão fazendo com a nossa sociedade. Sugiro uma matéria de capa da Veja sobre o assunto. Abracos, Kahlil.

  451. Felipe Ferreira

    -

    04/05/2012 às 9:12

    Estou quase pedindo exame de DNA da mãe gentil.
    Hoje me sinto como Integrante de uma população que vive sob uma força de ocupação.
    Na verdade, quse tudo que aprendi como certo e bom hoje está errado.
    O País está doente. Não deixo de ficar perplexo todo dia

  452. A. Silva

    -

    04/05/2012 às 9:12

    Seu post sobre o assunto é oportunissímo. Desde que li sobre a decisão judicial fiquei com um farnizim no juízo para tentar entender o que significa este tal de “abandono afetivo”. A que ponto chegamos? Quando juízes começam a criar leis, começam a julgar fatos reais com base na subjetividade, na similitude, no achismo, a democracia e o estado de direito correm sérios riscos. Ditaduras não se originam somente nos quartéis. A pena e a toga são tão mortais quanto as armas. As leis não precisam ser isto ou aquilo. Para serem justas e perfeitas basta que sejam como a água: insípida, inodora e incolor. Já que a analogia está em moda, deixo aqui uma pergunta: pode um pai ajuizar uma ação contra filho(a) que não lhe dedicou amor e afetividade coerentes com a relação familiar?

  453. Rubens Mesquita

    -

    04/05/2012 às 9:09

    PARABÉNS REINALDO, VOCÊ É A VOZ QUE CLAMA NO DESERTO, FICA COM DEUS.

  454. Zémané

    -

    04/05/2012 às 9:08

    Caro Reinaldo
    não sou advogado, mas sei que existe na constituição um artigo – se não me engano de autoria declarada do ex-Ministro Nelson Jobim – que diz mais ou menos o seguinte: não há crime sem lei que o defina, nem pena sem prévia cominação legal.
    Haja criatividade!

  455. Hans Brinker

    -

    04/05/2012 às 9:05

    Tio Rei, realmente vivemos tempos interessantes. Me consta que o pai da “vitima” alega que não conviveu mais por causa da agressividade da mãe. E deve ser isso mesmo, o que elas querem é dinheiro, não tem nada a ver com “abandono afetivo”, é pura vingança. Aprende direitinho como fazer nas novelas de tv, aonde até ensina como armar essas situações por cima dos abastados. Garanto que não acontece aos que tem o pão com mortadela.

  456. marcus

    -

    04/05/2012 às 9:02

    Ha cara, por mim quem tem trai, tem filhos fora do casamento tem mais é que se ferrar mesmo. Nesse caso, pega-se o que mais importa para o pai, o dinheiro. Pedido de desculpas? Seria válido de o pai realmente se importasse. Se tivesse honra. Mas ele deve ser um daqueles boçais arrogantes que acha que o dinheiro resolve tudo. Nesse caso, a mordida no dinheiro dele foi mais do que ele esperava. Aí ele se importou.

  457. clePTomaníaco

    -

    04/05/2012 às 8:59

    E quando um pai (ou mãe) é constrangido por um ex-cônjuge ou por seu par, inviabilizando a relação com um ou mais filhos? Quem é culpado de que?

  458. Nando

    -

    04/05/2012 às 8:51

    Caro Reinaldo,
    Primeiramente obrigado.Me parece que você é um dos poucos,apesar de não conhecer outros, que se preocupam com temas que a “grande mídia” parece fazer questão de não se aprofundar.Em outras palvras, o STJ disse que não há mal que o dinheiro não cure.
    Abraços,
    Fernando.

  459. Ibn Nacle Abu Nacle Ras

    -

    04/05/2012 às 8:50

    Essa foi de lascar. Curioso. Também gostaria de saber qual foi o critério para a fixação do valor.

  460. Sidney

    -

    04/05/2012 às 8:49

    Então a filinha de segunda classe agora quer fazer umas comprinhas no shopping para esquecer o sofrimento? Será que com bolsa e sapatos novos conseguirá? É a coisa mais idiota que já vi! Ela deveria dar graças a Deus por ter sido assistida pelo pai. Quem garante que se tivesse sido filha de primeira classe não continuaria sendo uma recalcada? Tudo pelo dinheiro, hein! Agora está explicado a razão dela ser uma filha de segunda classe. Será que a mãe dela também não é culpada?

  461. arqueleu

    -

    04/05/2012 às 8:47

    Caro Sr. Reinaldo, tenho saudades do passado. No passsado, mesmo havendo as “maracutais”, nao eram tão exacerbadas como agora. No maximo agente malhava a classe política, hoje a coisa tá feia mesmo! Confiar em quem ou no que, na lei, que lei? É, a coisa tá feia mesmo! Quero de volta o passado”

  462. Carlo Germani

    -

    04/05/2012 às 8:47

    Caro Reinaldo-E os casos em que a mãe executa a ALIENAÇÃO PARENTAL impedindo o pai de se aproximar dos filhos? Uma verdadeira usina de desqualificação,de ódio e de rejeição é executada pela mãe em detrimento do pai (e dos próprios filhos,também).Firma-se,neste momento,o sentimento de adandono,de desequilíbrio da criança em relação a seu pai,não raro inocente,que não consegue exercer a paternidade em plenitude.E tem “mães” que exigem uma “reparação” pela via financeira.A presença do pai como educador,referência moral,cultural,intelectual e espiritual não tem importância alguma.O que importa é a
    perpetuação da fraude de que a mãe é a verdadeira e única estrutura de amor com os filhos,e o pai,o mal que deve ser impedido.PS-Não há dinheiro que substitua um crime de alienação parental.E a maioria das mães que executam esse procedimento de “santas” não tem nada.PS2-Os filhos da alienação parental,verdadeiros reféns do ódio materno em relação ao pai,estão psicológicamente destruídos para sempre.PS3-E para complicar essa tragédia vem o judiciário
    corroborar essa insanidade.

  463. Jayme Guedes

    -

    04/05/2012 às 8:42

    Reinaldo, o pai condenado a indenizar por falta de assistência afetiva deve entrar imediatamente com uma ação contra a filha cobrando pelo corpo que proporcionou a ela. Para quem está nesse mundo da experiência sensorial não há nada mais valioso do que o corpo e todo pai tem direito a 50% do valor do corpo. Bem, mas que valor nossos sábios togados atribuirão ao corpo? Não consigo sequer imaginar mas penso que vale muito mais do que a assistência afetiva. Para os demais pais minha sugestão vai no sentido de que colham mensalmente as assinaturas dos filhos ou de seus representante legais num recibo com firma reconhecida e duas testemunhas, onde declaram ter recebido toda a assistência – material, afetiva, espiritual e outras mais – que um filho pode esperar de um pai,nada tendo a reclamar no presente ou no futuro. Além disso, os pais devem procurar as seguradoras que em breve estarão oferecendo seguro para deficiência afetiva.
    Decididamente, o Brasil é a morada da burrice.

  464. Solo

    -

    04/05/2012 às 8:40

    Ditadura exercida por juízes sabidos, e não juízes sábios. O que seria deste país, se não fosse você e a revista Veja? Muito obrigado Reinaldo Azevedo.

  465. Leticia

    -

    04/05/2012 às 8:39

    Lembro de um caso próximo. Enxotaram o pai com uma bela alienação parental “informal” construída por anos, o cara finalmente desistiu e sumiu. Imagine se agora, depois de velhos, os filhos choramingam na Justiça…

    Fator complicador resolver falta de afeto com grana. Pelo menos para as mentes dignas.

  466. PMS

    -

    04/05/2012 às 8:38

    Esta decisão é reflexo da crescente intromissão do estado mesmo nas questões mais cotidianas.

    Quando atitudes que deveriam ser tomadas individualmente em função de princípios morais/valores passam a ser impostas por lei, a sociedade está a um passo de ser escravizada pelo grande Leviatã – a realização final dos delirantes seguidores de Gramsci, onde o certo ou o errado só o são em função daquilo que o estado define, e não uma decisão autônoma do indivíduo com base em seus princípio morais e valores.

  467. Silva

    -

    04/05/2012 às 8:38

    São os famosos deuses ateus, Reinaldo. Habitam o “Monte Psicopatologicus” que observam o “Codicus Absurdus Ideologicus Ditatorialis Autoritarius”. Estamos subjugados a eles já há algum tempo.

  468. capitão

    -

    04/05/2012 às 8:37

    AMOR DE PAI.
    Meu pai morreu há quinze anos. Quanta saudade!
    Tivemos, eu e meus irmãos, a sorte de uma infância no interior de São Paulo: pé no chão, goiabeiras, pés de manga, bois, cavalos, ruas de terra. Meu trabalhava como um danado, manhã, tarde e noite. Minha mãe era professora primária.
    Nos deu inúmeros exemplos de retidão, bom caráter, senso de justiça. E, quando podia, fazíamos algumas viagens de trem para a casa de nossos avós.
    No dia a dia estávamos mais próximos de nassa mãe, é natural. Escuto hoje em dia falar em pai ausente. Não sei o que é isso. O meu fazia todo o esforço por nós.
    Quando podia, vivia com os filhos com intensidade e verdadeiro amor. Isso tem preço?
    Uma de minhas lembranças mais agradáveis é de uma noite de Natal, 1955, em Martinópolis, SP, em que ele apontou para o céu, imensamente estrelado, naquela escuridão típica interiorana, e disse: “lá vem o Papai Noel”, e riscou o céu com o indicador de um lado a outro. Buscamos atentos e ávidos a passagem do velhinho. Creio mesmo tê-lo visto.
    Mais tarde encontramos nossos presentes junto a um pequeno pinheiro. Isso tem preço?

  469. juka

    -

    04/05/2012 às 8:37

    Engraçado…e aquele artigo do Código Penal que diz o seguinte: “Não há crime sem lei anterior que o defina; não há pena sem prévia cominação legal”, foi revogado???

  470. Felipe

    -

    04/05/2012 às 8:32

    Onde esta escrito “oras”, leia-se normas.

  471. Victor

    -

    04/05/2012 às 8:31

    Bom, seguindo este precedente jurídico então, alguém que tenha experimentado tristeza com um parente, um filho morto na maca do hospital esperando atendimento poderia processar o governo.

  472. Felipe

    -

    04/05/2012 às 8:31

    Concordo parcialmente Reinaldo. O pai nao foi condenado por crime algum, trata-se de decisão de natureza cível reparando danos morais. E evidente que em tais casos sempre haverá um juízo subjetivo. Nao acho que neste caso houve uma judicializacao ou manifestação criativa do Tribunal. O que há e uma situação concreta onde a reparação e buscada com base nos dispositivos de responsabilidade civil.

    E impossível imaginar que o legislador vai conseguir disciplinar todas as situações passíveis de ocorrerem na vida social. Por isso as oras são gerais e abstratas, para que os fatos se enquadrem nelas, e nao elas se enquadrem nos fatos.

    No entanto, concordo com você quanto ao mérito, nao acho que devia ensejar o pagamento de uma indenização o chamado abandono afetivo. Isto apenas contribui para se criar uma industria do dano moral, a exemplo do que ocorre nos EUA, enfraquecendo e sobrecarregando o judiciário.

    Quanto aos acentos, estou escrevendo do telefone!

  473. capitão

    -

    04/05/2012 às 8:26

    Indústria de indenizações.
    Reinaldo, eu havia lido essa notícia e pensei em mandar aqui para o seu blog, mas não deu, escapou. Ainda bem que você comentou.
    Creio que uma pessoa que a essa altura da vida tem a coragem de fazer algo assim, é ela que dá provas de falta de afeto ou amor pelo pai.
    Há uma indústria de indenizações em funcionamento no Brasil, além de uma deformação do caráter nacional que parece ser por conta da água que se bebe. Esta semana mesmo advogados fizeram chegar à imprensa que sugeriram a uma modelo, que raspou os cabelos ao vivo, em show de TV, que entrasse com ação contra a emissora. A moça, digna, ao que parece, disse: “raspei porque quis”.
    Uma das primeiras coisas que a mãe de uma menina que morreu em um parque famoso, em um acidente, recentemente, disse foi: queremos três milhões como indenização! Um preço pela filha? Acho que há advogados inescrupulosos forçando a barra em muitos casos… mas certas decisões somos nós mesmos que temos que tomar, não é mesmo?

  474. ELOUQUISA

    -

    04/05/2012 às 8:24

    Rei,ainda ontem em conversa com uma amiga,discutíamos as cobranças que as crianças nos fazem hoje em dia!Nossos filhos,por muitas vezes,chegam a nos sugar ao limite,e ainda,nos cobram mais atenção!A palavra certa é atenção!Por mais que você faça,os pequenos e os adolescentes(também)querem atenção.No nosso caso,não por falta dela,mas pela necessidade de serem o centro das atenções!Lembramos de quando éramos pequenas,os pais trabalhavam o dia todo,minha mãe como professora com 2 padrões não tinha muito tempo de sobra e isso não interferiu na minha vida ou na minha infância,nós entendíamos e respeitávamos os nossos pais!Hoje em dia as crianças não querem entender nada e não querem respeitar ninguém!Essa jovem senhora com 38 anos,reclama de falta de atenção,creio que a mesma precisa de análise em vez de dinheiro!Aprendi com meu pai,já falecido e que foi doado quando pequeno,de que não podemos colocar nos ombros de outra pessoa as nossas frustrações,somos responsáveis pela nossa própria felicidade!

  475. Luxor

    -

    04/05/2012 às 8:20

    Reinaldo, parabéns pelo texto primoroso.

  476. Sandra

    -

    04/05/2012 às 8:20

    Acho que pai faz falta, realmente, mas não sei como a lei pode fazer algo a respeito e nem sei se esse foi o caso.

  477. jose afonso

    -

    04/05/2012 às 8:14

    Seria preciso conhecer o processo anterior, aquele da obrigacao de reconhecer a paternidade. Mas so de ter havido um processo obrigando um pai a reconhecer um (a) filho (a) ja sabemos muito sobre essa pessoa. Eh preciso parar com paternidades/maternidades irresponsaveis. Se ele impos a uma crianca viver a vida na percepcao de que seu pai a renegava e rejeitava, aceitando-a somente apos uma peleja judicial, qualquer valor de indenizacao financeira eh muito pouco. A expressao “saudavel repressor” tem uma elasticidade que talvez voce nao imagine. Certa vez chamei a policia para uma ocorrencia numa casa de veraneio ao lado da que estavamos. Havia mais de meia hora que uma mae espancava uma crianca. Sabe o que me disseram: “o senhor nao tem nada com isso. Deixa a mae educar o filho dela”. A lei da palmada – nem a conheco mas imagino o que seja, deve existir e deve se fazer cumprir. Sao monstros os que levantam as maos para uma crianca. Quanto ao valor a ser estabelecido, fazer o que? A justica tera que estabelece-la dentro das condicoes de pagamento do reu: ira de um pao com salame ate 200 milhoes sim. Para os que cresceram em um lar constituido e normal, nao ha a menor possibilidade de entender essa situacao em toda a sua plenitude. Acho a decisao correta e espero que muitas mais sigam a ela.

  478. Fe/Brasil

    -

    04/05/2012 às 7:53

    O LEGISLATIVO DA TOGA! – Como o nosso Legislativo não legisla, a toga o faz. Pior: “Juiz Legislando, é uma desgraça, uma merda. Vejamos:

    Os recentes casos do “casamento” de homem com homem e mulher com mulher, a cota para estudantes negros (uma violência contra a dignidade da pessoa humana) e agora o “abandono afetivo” mostra o despreparo de nosso Judiciário e sua subserviência ante “companheiros” do governo, os eternos “padrinhos” que os nomeiam.

  479. Maria Helena

    -

    04/05/2012 às 7:53

    Fiquei estarrecida! Não pensava que falta de anor se paga com dinheiro. E muito dinheiro! Assim sendo, os pais brasileiros(e não são poucos!)que se cuidem, porque eles, via de regra, mal dão conta de fornecerem pensão, imaginem AMOR! Foi o maior absurdo que caiu no colo da nação, desta feita. Sabem o que a justiça poderia começar a condenar? Mulheres vagabundas – não estou afirmando que seja este o caso – que assediam os homens, mentem sobre preservativos, escondem doenças, com objetivos espúrios. E ninguém faz absolutamente nada contra isso. Só mulheres boazinhas é que têm o dever de sofrer. As safadas – repito: não estou afirmando que seja este o caso, mesmo porque não os conheço – ficam livres, leves e soltas pra sacanear à vontade. Pensam que mulheres do tipo não as há? Vão pensando!

  480. emeesse

    -

    04/05/2012 às 7:48

    Reinaldo,
    é Sua Excelência, Ayres Brito, criando a escola de direito do 3 Olho!
    “Temor, tremor de noiva se abrindo em flor, na primeira noite de amor “

  481. Mariazinha

    -

    04/05/2012 às 7:46

    Por que a quase quarentona não busca ajuda num consultório psiquiátrico? Esse troço chamado “abandono afetivo” é mais uma forma de se conseguir dinheiro sem trabalhar. Será que a filha seria capaz de trocar o dinheiro pelo abraço do pai? Não é amor e afeto que ela quer? Também não consigo entender o cálculo para mensurar o amor não recebido, tudo é muito nebuloso e misterioso.

  482. mauro28

    -

    04/05/2012 às 7:43

    SIMPLESMENTE ESPETACULAR O TEXTO, PARABÉNS. DEIXO A PERGUNTA QUE VALE COMO RESPOSTA.
    Caminhando para o encerramento, pergunto: a filha vitoriosa troca os R$ 200 mil por um abraço e por um pedido de desculpas?

  483. Romeu

    -

    04/05/2012 às 7:42

    Eita Reinaldo! Como é mesmo: “Onde houver contradições, acirrá-las. Onde não houver contradições, criá-las.(V.Lenin). Acho que isso está também no estatuto do PT. Mas senão estiver o STF/STJ dá um jeito de estar. Direto do inferno em ligação direta com o capeta.

  484. RONALDE

    -

    04/05/2012 às 7:28

    Há incontáveis casos de pais e filhos que não se suportam vivendo no mesmo teto. Não há obrigatoriedade afetiva entre pais e filhos. Antipatia não considera parentesco.
    Estamos na era da total falta de razão. O judiciário nos está enviando ao mundo dos irracionais e o que é pior, é o Supremo.

 

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