09/02/2012
às 14:08A era dos analfabetos cheios de opinião
Publiquei, como se pode comprovar, um monte de comentários de pessoas que não concordam comigo na questão do aborto. Mas vetei, sim, outros tantos. Não é raro que alguém venha choramingar:
“Mas eu não falei palavrão, segui as regras dos comentários…”
É? Ocorre que muita gente esquece de seguir uma regra essencial: CONTESTAR O QUE ESCREVI, NÃO O QUE NÃO ESCREVI.
Vejam o caso do post anterior, em que faço uma breve reconstituição histórica do binômio “cristianismo-aborto”, tendo como referência o livro de um sociólogo, devidamente citado. Isso NÃO É um texto religioso! Eu APENAS estou contestando a tese segundo a qual o cristianismo se opõe ao aborto porque discrimina as mulheres. EU ESTOU DEMONSTRANDO QUE ISSO É UMA FARSA.
Mais ainda: encerro o artigo deixando claro que não é preciso ser cristão para ser contra a legalização do aborto. Digo com todas as letras que não é preciso acreditar que o corpo humano é sagrado; basta que se considere o corpo “morada do Homem”.
Aí vem uma dizer que tento “impor aos outros minha religião”. Tento? Com o meu blog??? Eu sou governo por acaso?
Uns tontinhos, certamente “desinstruídos” por alguns professores esquerdopatas, mais ignorantes do que eles próprios, escrevem coisas como:
“Só pra ver se eu entendi: A religião, no caso o cristianismo, protegeu as mulheres da humilhação, do sofrimento e da morte? Cara, isso deve ser alguma piada. Você é muito ingênuo ou muito mal intencionado, não sei qual seria pior.
O cretino acha “uma piada”, mas não diz por que é uma piada!
O bestalhão é só interrogativo e exclamativo. Não contesta nada, não argumenta. Ele só quer se indignar. Outra, ensandecida, tenta jogar no meu colo a Inquisição e todas as violências cometidas pela Igreja, como se eu negasse uma coisa ou outra, esquecendo-se que o combate às religiões matou muito mais. Em 30 anos, a China matou mais gente no Tibete do que a Inquisição em alguns séculos. Isso perdoa a violência da Igreja naquele caso? Não! Isso é apenas um fato.
De resto, eu não me oponho à legalização do aborto, já disse, “apenas” porque sou cristão. Meus textos não entram no mérito da fé, minha ou dos outros.
Finalmente, escrevi um artigo demonstrando a falácia, ontem ou hoje, dessa conversa de que a legalização do aborto é uma medida de proteção às mulheres. Errado! Ontem e hoje, a prática discrimina as mulheres. O silêncio covarde das ditas “feministas abortistas” sobre os abortos seletivos na China diz bem qual é sua moral profunda.
Sim, publico pensamentos divergentes aqui, como a área de comentários evidencia. Mas é preciso opinar sobre o que está escrito, em vez de me atribuir o que não escrevi para, então, responder. Aí não dá! Ninguém vai distorcer o que penso com a minha ajuda.
Tags: aborto


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111 Comentários
hidalgo
-14/02/2012 às 4:29
Embora a questão do aborto seja um claro e típico problema moral, com prescedência, portanto, à qualquer questão legal, resta perguntar a quem cita os direitos das pessoas à vida presentes em nossa Constituição e no Pacto de San José se o conceito de “pessoa” seria aplicável a fetos.
Sds!
Gustavo Menezes
-13/02/2012 às 3:29
Boa noite, Reinaldo.
Gostaria de acrescentar ao debate apenas uma informação jurídica.
Além da nossa Constituição Federal de 1988 assegurar o direito à vida para todos (incluídos aí os nascituros), o Brasil promulgou a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, conhecido como Pacto de San José de Costa Rica, através do DECRETO N° 678, DE 6 DE NOVEMBRO DE 1992. Para quem tiver alguma curiosidade e quiser consultar, em seu artigo 4° está assegurado a todos o direito à vida nos seguintes termos: “1. Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.”
Está bastante claro os termos do tratado de direitos humanos assinado pelo Brasil e em plena vigência desde 09 de novembro 1992 (data em que o decreto de promulgação do tratado foi publicado - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D0678.htm). O direito à vida é garantido a todas as pessoas e deve ser protegido pelo Estado desde a concepção, sendo que ninguém pode ser privado desse direito arbitrariamente. Portanto, qualquer ação do Estado - seja no Judiciário, Legislativo ou Executivo - deve respeitar o que está previsto nesse tratado de direitos humanos ratificado pelo Brasil. Conforme o entendimento do STF, os tratados que tratam de direitos humanos têm status supra-legal, ou seja, está abaixo da Constituição Federal e acima das leis. Sendo assim, qualquer ato dos três Poderes da República deve estar em harmonia com o que está protegido pelo tratado, isto é, a vida humana desde a concepção em face de qualquer arbitrariedade. Acredito que, antes de tudo, devemos observar os parâmetros legais que protegem os indivíduos, principalmente os tratados de direitos humanos que foram incorporados ao nosso ordenamento jurídico. A questão, portanto, não é religiosa, mas jurídica. Se o Brasil adota o tratado deve respeitá-lo. O Estado Brasileiro não pode adotar posturas que desrespeitem o direito à vida de qualquer ser humano, mas sim protegê-lo desde a concepção contra arbitrariedades, como manda o tratado de direitos humanos adotado pelo Brasil.
E só mais uma curiosidade, agora sobre a greve dos policiais: o artigo 16 do referido tratado - liberdade de associação - dispõe sobre a possibilidade de restringir esse direito aos membros das Forças Armadas e das polícias. Veja: “3. O presente artigo não impede a imposição de restrições legais, e mesmo a privação do exercício do direito de associação, aos membros das forças armadas e da polícia.”
Um abs,
Gustavo.
Raissa Pedra
-12/02/2012 às 19:14
Reinaldo,boa noite.
Sou mulher,não pratico qualquer religião e acredito que a vida entra no corpo com a primeira inalação de ar e se vai
com a última espiração. Assim tenho convicão sobre o aborto baseada na minha realidade.A mulher que o pratica
assume a responsabilidade do seu ato,quer criminalmente quer emocionalmente.Não compete ao Governo apoiar tal ato pois envolve uma problema de consciência da guardiã do feto e possível ser humano totalmente indefeso.Caso a lei seja modificada,passando a descriminalizar tal ato,dentro do conceito de humanidade não deixa de ser um assassinato pois uma vida humana será impedida de sua tragetoria na terra.Como mulher,não sentiria nada protegida com tal modificação,pois se por um lado facilita uma assistência médica na retirada do feto,os problemas emocionais se agravarão sem qualquer suporte médico.Na atualidade,só fica gravida a mulher que o deseja ou é muito idiota,pois além da camisinha existem vários meios de evitar.
Me parece que a abordagem desse tema pela Ministra foi mais um meio de aparecer na mídia,pois nem como guerrilheira era lembrada.Como estamos numa ditadura comunista bagunçada, é óbvio que quanto mais confusão e polèmica criarem mais estarão na mídia e esse e um tema propício a controversias e manifestações apaixonadas.
Pobre crianças que além dos maus tratos,pedófilos,miséria,
ainda correm o risco de serem assasinadas antes de nascer com o beneplacito das autoridades.
QUE MUNDO É ESTE?
Caco
-12/02/2012 às 19:12
A ordem que os militantes instrumentalizados recebem é “dar asas a imaginação e indignação”. Então usam de muita imaginação acompanhado de seu temperamento ranheta e rabugento. O que seria se a mãe deles tivesse as mesmas convicções que eles?
palm
-11/02/2012 às 22:51
Direitista - 09/02/2012 às 17:32, você só pode estar de zoação. De onde você tirou que a maioria dos abortistas é mulher? Quero números, por favor.
E aí, baseando-se nessa tese sem fundamento, as mulheres são as mais malvadas e precisam ser dominadas? Interessante que as estatísticas de autores de crimes violentos dizem o contrário.
Vade retro!!!
Geneuronios
-11/02/2012 às 12:29
Ô Reinaldo, cadê o meu texto que escrevi ontem??? Falo em bíblia e você me censura …
Dimitri Pontes
-11/02/2012 às 11:55
Caro Reinaldo, sua posição a favor do aborto é clara mas dizer que mortes para acabar com religiões mataram mais que as pela religião não procede.
Por mais que os países ditos comunistas tenham matado e perseguido diversas pessoas em busca do ateísmo, da revolução francesa em busca do secularismo, e o número de mortos por causa disso ser muito maior devido ao tamanho da população atual comparada aos tempos antigos, não chega nem perto das mortes provocadas pela religião.
Foram quase 700 anos de guerra entre Bizâncio e os Turcos Seljuks lutando pela supremacia religiosa da Ásia Menor e palestina. Mais 400 anos de de expansão muçulmana pelo norte da África e Ibéria, sendo mais 300 de reconquista. Tomada da Índia pelos Árabes e depois pelo Império Mughal sempre impondo sua religião e perseguindo a dos outros (islã sunita). A luta do islã para tentar converter o império do grande Qin (China)e sua posterior divisão em cliques. Só na China houve diversas guerras de conversão entre 1700 e 1900, sendo a revolta de Taiping a mais conhecida, onde um camarada teve uma visão e tentou fundar o reino celestial cristão na China, provocando a morte de quase 20 milhões de pessoas no processo.
Entendo que as perseguições atuais tentado acabar com as religiões em alguns países tenham causado muitas mortes principalmente por causa do aumento populacional, mas mesmo assim não se comparam em número relativo nem absoluto de quase 1 milênio e meio de guerras religiosas, ou assim ditas.
Abraços.
CerradoemChamas
-11/02/2012 às 9:43
Reinaldo,
Brrrrr, que frio congelante é este no Norte do Planeta, não? E aquele calor infernal previsto pela Igreja do Aquecimento Sem Fim dos Últimos Dias?
PoPa
-11/02/2012 às 2:30
Bem, sou ateu e contra o aborto, embora o admita em casos especiais como estupro, malformação grave do feto (anancefalia, por exemplo) e segurança física da mãe.
Ser favorável ao aborto apenas pelo controle do corpo pela mulher é atribuir à mãe o poder de matar filhos até depois de nascidos. Qual a diferença? Ter visto o rosto da criança? Abortar ou matar um recém nascido e jogá-lo no lixo tem diferença? Por que um ato gera repulsa e outro não geraria?
Paulo Duarte
-11/02/2012 às 1:24
O melhor remédio contra a concepção indesejada é um comprimido de Aspirina, é fácil, a mulher segura o comprimido entre os joelhos, e nõ poderá derrubnar, dificilmente ficar´grávida, e não vai abortar. Alias aborto é crime sim, assassinato puro e simples. Publiquem as fotos de um aborto ou um filme de como é feito, e quero ver quem tem coragem de defender o aborto, se tiver alguém que seja preso, porque é um perigo para a sociedade. O resto pé conversa fiada…
francisco
-11/02/2012 às 1:12
Reinaldo, concordo com você em gênero número e grau, pela inteligente maneira com que tratas do tema aborto, dentre outros. Sou pai de duas filhas adotivas e tenho uma terceira com dezenove anos, filha consanguíneo de um relacionamento fora do casamento, pela qual nutro profundo amor e dedicação à sua formação. Tenho muito orgulho de minha filha que cursa a faculdade de turismo, e a vejo com vocação para publicidade. Você imagine, meu caro Reinaldo, se decorridas as 12 semanas da sua concepçao, tivéssemos optado pelo aborto para evitar problemas de ordem moral, financeira etc. Hoje eu não estaria desfrutando da alegria de ser pai de uma joia rara. Que Deus abra a mente dessas feministas frustradas e as poupem desse dogmatismo falido. Por isso sou radicalmente contra o aborto e abomino qualquer campanha em favor desse crime que a sociedade, por imposição de certos políticos de ideologias retrógradas, vier institucionalizar.
Artur da Távola Ribeiro
-10/02/2012 às 16:35
Bravo, Rreinaldo! Dê-lhes esses “coices” eruditos, para que aprendam o mínimo necessário para a vida!
Marcelo
-10/02/2012 às 16:14
Não sou religioso nem tenho paciência pra pensar em corpo como “morada do homem”.
Meu problema com o aborto é, além da ideia de que sem a sua legalização as mulheres não tem 100% de controle sobre o próprio corpo (como se alguém tivesse), o fato de em países onde é legalizado ser muitas vezes utilizado apenas como mais um método contraceptivo.
Se DSTs - particularmente o HIV - são um problema gravíssimo no país imagine se houvesse mais uma desculpa para não usar camisinha (já que muitos o fazem principalmente para evitar gravidez).
Outro ponto que acho relevante mencionar é que a maior parte das supostas mortes por procedimentos feitos em casa se daria por infecção, o que ocorreria pela utilização de objetos para extrair o feto.
Até onde sei, até poucos dias após o ato sexual ou início da gravidez muitas mulheres com gravidez indesejada recorrem ao uso de comprimidos que se pode adquirir em farmácias por algo em torno de R$10 (o que elimina a ideia de que só faz aborto hoje em dia quem é rico).
Se os tais comprimidos não funcionarem devido a gravidez avançada é que, imagino, se recorre a objetos. Pois bem, digamos que seja legalizado o aborto até a 12ª semana de gravidez (o que é considerado tolerável nos países onde é legalizado) para se “evitar a morte de mulheres”.
Ora, até a 12ª semana (ou aproximadamente), as mulheres recorrem aos tais comprimidos - que, acredito, representam pouco risco de infecção; as que morrem por infecção devem ser as que não conseguiram abortar com o uso deles.
Digamos que, legalizando, a mulher vá ao hospital após a 12ª semana e tenha seu pedido rejeitado - visto que após esse período o procedimento seria ainda ilegal. O que aconteceria? Ela provavelmente iria para casa e usaria o “cabide”, ou seja, a maior parte das mortes por infecção continuariam ocorrendo.
Por último, gostaria de criticar os que dizem que a legalização pouparia a mulher do suposto trauma de carregar por nove meses um bebê indesejado. Para eles, aparentemente, um aborto é um ato sem efeito psicológico algum.
Ricardo Frota
-10/02/2012 às 14:50
Reinaldo, sou uma prova viva. Sou agnóstico e sou contra o aborto! Não conseguir ter fé na existência de Deus não me dá direito de achar que tirar a vida de uma criança em potencial seja moral! Existe moralidade dentre e fora da Igreja e, infelizmente, imoralidades são comuns onde houver ser humano. Portanto, sou agnóstico e sou contra o aborto!
ClaudioM
-10/02/2012 às 11:36
Esse tipo de visão de mundo povoa as áreas de ocmentários de jornais online, bem como páginas de ateístas no Facebook. Aliás gostaria de ler algum texto seu sobre essa onda de ateísmo capenga online, Reinaldo.
Que Povo!!!
-10/02/2012 às 10:54
Caro Reinaldo Azevedo,
Gostei muito do comentário “K” às 22:30
Fiz um comentário às 15:24,chamando atenção dos incautos.
Juliana
-10/02/2012 às 10:37
reinaldo, com relação a sua resposta ao genial josé gustavo, é sim SÓ um amontoado de células! sem cérebro, sem coração, sem membros, sem espinha, sem qq estrutura q lembre um humano e sem capacidade de sentir dor ou qq tipo de emoção.
e dizer o contrário não é legítimo do ponto de vista científico/biológico. isso, claro, se essa ainda for uma discussão leiga e racional! se já virou um “mas acredito q a partir da fecundação já é uma pessoinha” então não tem mais oq ser dito mesmo.
qse no mesmo tema… e pesquisa com células tronco? tb deve ser proibido matar os embriões pra esse fim? pela sua lógica sim.
Nilton Sparagna
-10/02/2012 às 10:03
Reinaldo, há ainda nessa questão do aborto um outro fator muito importante e que talvez você possa abordar: o lado psicológico da mulher que o pratica.
Moro na Irlanda há 4 anos. Aqui, o aborto é proibido. Então, várias garotas irlandesas viajam até a Inglaterra, onde é permitido, e lá o fazem. No entanto, ao regressarem, trazem consigo transtornos psicológicos intensos, pois sabem que o que fizeram, na verdade, foi tirar a vida de um pequeno ser humano totalmente indefeso e por elas mesmas gerado. Ou seja, arrastam por toda a vida em suas consciências a dor de terem matado o próprio filho.
Algumas não aguentam a barra, literalmente piram, como aconteceu com uma flatmate. Abortou furtivamente porque o pai era rígido e seria difícil explicar a ele a gravidez.
Em suma, o bebe morto, ela vivendo a base de medicamentos e seu pai se culpando por ambos os fatos.
Danos irreparáveis a toda a família.
Triste, muito triste.
Não dá pra comparar o aborto à obturação de uma cárie ou a uma cirurgia de hérnia. A dimensão das sequelas é imensamente maior.
marceu
-10/02/2012 às 9:13
Reinaldo, toda a discussão envolvendo a proteção aos ovos de tartarugas( futuras tartarugas), em oposição aos embriões humanos (que não mereceriam qualquer proteção), lembrei-me do Poeta quando no celebre poema citava o Tzar que matava homens, porém se horrorizou ao saber que em algum lugar as borboletas eram caçadas. Somente agora entendi as referências ocultas e tão bem escamoteadas, as práticas violentas da esquerda( Tzar), porém temperadas pelo amor ao que a natureza tem de belo.
Frank
-10/02/2012 às 8:20
Acredito que há casos em que o aborto deveria ser analisado, mas assim como a pena de morteo Brasil não tem competência pra julgar. Nesse caso a proibição é a solução mais eficaz. Com relação ao analfabetismo, acho que não diminui a capacidade de opinar, seu título é polêmico e preconceituoso.
Marco Binda
-10/02/2012 às 8:15
Melhor texto sobre aborto que já li:
http://www.olavodecarvalho.org/semana/101014dc.html
tito
-10/02/2012 às 7:32
Sr.. REINALDO
ESSA GENTE ADORA SEr comparada com aquele chef de cosinha que diz que adora comer placenta
tito
cuidado com a patrulha
-10/02/2012 às 5:31
´MÁRIO - 14:25 - 09/02/2012
petralha
Paulo Gustavo
-10/02/2012 às 5:08
Olá Reinaldo tenho 16 anos e faz um ano e meio que leio seu blog, Parabéns pelo texto. Entrando no assunto do aborto eu nem vou muito afundo mas fico pensando. Como pode alguém abortar uma criança? Como alguém pode defender isso? Mas sabe, é a luta do mais forte com o mais fraco, ou seja o indefeso.
hidalgo
-10/02/2012 às 4:06
Caros,
Este é um dos temas em que, claramente, o comprometimento ideológico embota os juízos. O comprometimento com um corpo dogmático só importa aos seus pares em crença. Por seu caráter universal, Ética alguma pode ser limitada a um determinado grupo moral. Onde inicia o dogma, por certo, acaba a razão.
Repito minha sugestão de reflexão:
Já que o conceito de autodeterminação parece ser um pressuposto básico e independente da posição pró ou contra o aborto, creio relevante refletir sobre a questão das liberdades individuais.
Portanto, quanto ao aborto, quem deve tomar a decisão? O governo? Algum líder relgioso? A grávida? Quem tem o direito de decidir sobre o aborto e por quê?
Sds!
Sobre a Fulana do aborto
-10/02/2012 às 2:59
Às 09/02/2012 às 21:56
O que eu quis dizer numa das frases era:
Até parece que ela só engravidou com o objetivo de abortar.
Alex dos Anjos
-09/02/2012 às 23:51
Reinaldo, só uma questão…
Atualmente parceiros* que engravidaram suas ficantes, namoradas,etc as pressionam para realizar aborto clandestino. Com o advento de uma possível legalização, essa pressão sobre as mulheres não pode crescer?
Outra coisa, as mulheres* se encorajariam ainda mais em realiza-lo, pois seria financiado pelo SUS? Apesar de imoral.
* vamos considerar que nem todos(as).
OBRIGADO
Felipe
-09/02/2012 às 23:37
Silva, seu texto apresenta alguns indícios de que sofres do mal que pragueja aos demais.
Sugiro que retome o estudo do português.
Encarecidamente.
K.
-09/02/2012 às 22:30
Somente após me debruçar sobre estudos sérios, principalmente de estudiosos estrangeiros, é que me dei conta do grau de desinformação e desonestidade do que se atribui à Igreja Católica.
O Vaticano realizou um simpósio internacional sobre o tema em1998, reunindo especialistas de diversas nacionalidades, religiões e escolas historigraficas.
Os arquivos do Santo Oficio foram abertos aos especialistas, para que pudessem coletar dados.
E os dados são muito diferentes do que imaginamos. Sobre as bruxas (tema que a mídia adora), a Inquisição espanhola condenou a morte 59, a itália, 36, e Portugal, 4. Isso contra 50000 pessoas condenadas a fogueira pelos tribunais civis, durante a idade Media.
Muito do que se atribui a Igreja, e responsabilidade do Estado. E, acho que é fato notório, que os reis não eram lá muito submissos à Igreja…
Convido a todos a conhecer esse material e as referencias utilizadas.
Estou em paz com minha consciência.
O Vampiro de Curitiba
-09/02/2012 às 22:10
Eu, como afirmei abaixo, sou contra o aborto. Inclusive em caso de estupro. Agora, eu daria um ferrorama (lindão, cheio de traquitanas) para saber o que as pessoas querem dizer com “espírito”, “alma” e coisas do gênero. Para quem estuda neurociência até o conceito de “mente” já vai ficando superado. Podem me odiar à vontade, mas “espírito”, “alma” são conceitos descartados já há alguns séculos.
Sobre o Laerte
-09/02/2012 às 22:08
Não sei se me escapou, mas não li publicado aqui no blog, vocês sabiam que naquele caso do restaurante com o LAERTE a mulher (de verdade) que estava no banheiro estava com a filha de 10 anos? (leiam em http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12798-travestis-a-transexuais-o-feminismo-falocentrico.html)
O que é isso? Antes deste país virar este lixo moral que é hoje o Laerte levaria no mínimo um processo acusando-o de tentativa de molestar uma criança! Aliás era o que a mãe ou o dono do restaurante deveriam ter feito!
Sobre a Fulana do aborto
-09/02/2012 às 21:56
Acho impressionante a volúpia com que essa gente defende o aborto, dá a impressão que o aborto resolveria metade ou todos os problemas do mundo. E essa fulana do governo que diz que fez dois abortos? E sequer cita um motivo! Até parece que ela só engravidou com o objetivo de engravidar. Fiquei imaginado os motivos possíveis que justificaria (na cabeça dela) cometer um (dois) abortos, por exemplo:
- Engravidou do marido da melhor amiga?
- Foi estuprada? Duas vezes?
- Tem alguma doença grave que a continuidade da gravidez a levaria à óbito? Então porque engravidou? Não leu os livrinhos de educação sexual do MEC?
Vou parar por aí … Agora esta é uma pergunta que a impressa faria para essa fulana (como muitas vezes fez perguntas indiscretas sobre questões envolvendo sexo para o Papa João Paulo II e para os poucos padres conservadores que ainda existem no Brasil) se não fosse toda ela comunista e ateísta, assim como todos os nossos “intelequituias”:
- Excelentíssima Sra. Fulana, porque a Sra. recorreu ao aborto?
Ora, eu imagino que mesmo a abortista mais fanática do planeta tenha que ter um BOOOOOOM motivo na sua cabeça para abortar, afinal abortar não é chupar picolé!
José Gustavo
-09/02/2012 às 21:44
Sempre tive o maior respeito por você e sua corajosa campanha todos esses anos de fazer o melhor jornalismo da mídia brasileira, mas quando se trata de aborto e outros assuntos impregnados de catolicismo, fica difícil entender tua posição.
Não acha que as mulheres têm o direito de decidir o quê se passa em seus corpos, no seu útero? Entenda que não é uma pessoa, mas sim um amontoado de células minúsculas, sem pensamento, sem personalidade.
Se isso fosse assassinato o próprio ato da masturbação seria um genocídio. É um ato moral não abortar, mas seria moral trazer essas crianças para passar fome e sofrer com doenças e humilhações para o resto da vida?
Já dizia Christopher Hitchens que moral não têm nada a ver com religião.
Vamos continuar defendendo a liberdade individual sem a intervenção do Estado e melhor ainda da Religião.
Com todo respeito e admiração pelo seu trabalho.
REINALDO RESPONDE
Já lhe ocorrreu que há quem ache, de modo iguamente legítimo, que não é um amontoado de céulas? Você defende que cientistas façam qualquer tipo de experimento com fetos humanos desde que a mulher permita, já que está no seu corpo? Já parou para pensar nas conseqüências?
Quanto à questão da masturbação, aí já é uma tolice de boteco, né? O espermatozóide não é nem feto nem embrião, rapaz. Fosse assim, o óvulo que resulta na menstruação seria um aborto.
Silva
-09/02/2012 às 19:57
Caro Reinaldo! Obrigado pelo seviço a razão e a humanidade que você tem feito a todos nós ao defender a VIDA! Os que defende o aborto, seja em qualquer circunstância, são desumanos e carniceros!!!
GENTE, ESTUDEM HISTÓRIA SEUS IGNORANTES!!! LEIAM E CONFIRAM QUE NUNCA SE CRIARAM TANTOS MITOS E MENTIRAS QUANTO A RESPEITO DA IGREJA CATÓLICA. O MELHOR DE TUDO É SABER QUE OS INIMIGOS DELA NUNCA, REPITO, NUNCA CONSIGUIRAM DESTRUÍ-LA….KKKKKKKKKKK
CW
-09/02/2012 às 19:48
Não quer ter filhos? Previna-se. É mais barato, menos traumático e dependendo do modo de proteção, evita-se um monte de DSTs. Simples!
emeesse
-09/02/2012 às 19:31
Quando leio comentários desairosos sobre religião, igreja X e Y, cruzadas, perseguições de tal igreja, Inquisição espanhola, com o objetivo claro de dizer que tudo isso, envolve um contexto que SÓ é de ser assunto ou tema de gente atrasada, ignorante, supersticiosa, fico decepcionado com a quantidade de gente imbecil que existe no Brasil; como se não bastasse a enormidade de petistas que assolam esta nação, acrescentam-se esses que dão pitaco em assunto do qual não entendem patavina.
Para se criticar religião no mínimo o cidadão precisaria ter lido e entendido todas as doutrinas cristãs, ter lido a Bíblia umas 40 vezes e o Novo Testamento umas 100 vezes, isso para dizer o mínimo, sem falar em ter feito um curso de hermenêutica e um de exegese bíblicas. O crítico não fez absolutamente nada disso, sobe em cima de uma caixinha de fósforos e deita a criticar religião, DEUS !!!!, o cidadão tem a petulância de criticar Deus, ( o Inferno é mais do que justo para ele ) e desqualifica os cristãos que amam a Deus e cumprem os seus mandamentos, mandamentos que o cara nem sabe quais são. É de causar náuseas!
ANTONIO
-09/02/2012 às 19:17
Como um cavalo salvou a vida de um preso político
Esse imbróglio ABORTO - TARTARUGAS lembrou Sobral Pinto:
“Ex-deputado alemão, Harry Berger veio ao Brasil em 1935 e só escapou de morrer no cárcere graças à Lei de Defesa dos Animais. Seu advogado foi o grande Sobral Pinto”
http://www.revistabrasileiros.com.br/edicoes/33/textos/958/
Eric
-09/02/2012 às 18:17
Hehehe… mais uma praquele arquivinho chamado “Samburá do Tio Rei”:
.
“Ninguém vai distorcer o que penso com a minha ajuda.”
simplesmente maria
-09/02/2012 às 18:03
Reinaldo, seu anterior post sobre o aborto foi mais uma produção magnífica de sua pena sobre a temática. Sem dúvida vou ler o livro do Rodney Stark, que me parece interessantíssimo.
Lado outro, trago para sua apreciação o seguinte fato revelador da moral das ‘feministas humanistas’ do pro-choice: estão em polvorosa com a entrada em vigor de lei texana que impõe a obrigatoriedade de a candidata a aborto ser submetida a um sonograma 24 horas antes da intervenção. Gritam as ofendidas: crueldade extraordinária imposta à mulher, que, segundo se reporta, estão tapando os ouvidos ou cantarolando para evitar ouvir a batida do coração da criança a ser abortada. Gritam ainda: absurdo o sofrimento imposto à mulher, que agora tem de fazer duas visitas à clínica para realizar um aborto e, assim, afastar-se do trabalho dois dias (puxa, um trabalho de canal por dentista envolve um ’sacrifício’ muito maior e ninguém reclama!). Fico pasma: e a crueldade que o aborto representa para o feto, arrancado do ventre materno!, essa não merece nenhuma indignação das moralistas feministas? Aparentemente a gritaria se explica: os indícios são de que muitas estão abandonando o projeto abortista após sujeitas ao sonograma. Recomendo googlar ‘texas abortion law sonogram’. A lei texana deveria ser um modelo a ser perseguido politicamente por evangélicos e católicos no Brasil, que a nossa Oposição (oops, esqueci que não existe mais isso) poderia abraçar.
emeesse
-09/02/2012 às 17:47
Mais algumas ponderações sobre o aborto:
O Estado concedendo ao indivíduo o “direito” ao aborto, está afirmando o direito sobre o homem para tirar a vida humana. No lugar do Estado conferir uma nova liberdade ao homem, na realidade ele está tirando a liberdade dele.
O Estado passa a agir como um senhor soberano sobre a vida. O direito de existir torna-se então uma concessão do Estado, que também tem o “direito” de matar um homem à vontade.
Permitir que o Estado legitime o aborto é conceder a ele o poder de vida ou morte.
Hoje é o aborto, amanhã são os incapacitados, depois os dementes, após isso os idosos, em seguida os ciganos, depois os judeus, os negros, os ricos, depois os milionários, os flanelinhas, os do PSDB, e aí caímos no nazismo.
Não podemos nos iludir, todo o poder que o Estado ganha, ELE USA!!!!
O Estado passa a ter o direito de definir o que é uma pessoa, um ser humano, não é mais a teologia, nem a medicina; é a ordem legal do Estado.
Podemos ser declarados como não pessoas pelo Estado se acessarmos o seu Blog, ou sermos adversários políticos do PT e acharmos que o Lula é isso e a Dilma é aquilo.
Um dos maiores perigos está no precedente que se abre.
leonardo abreu
-09/02/2012 às 17:46
Reinaldo,
discordo chamar a “Inquisição” de crime. A idéia subjacente era, à época, e é ainda hoje, excelente: quem mata o corpo pode merecer a pena de morte (é assim até a presente data, por exemplo, em alguns estados dos EUA); quem mata o espírito disseminando heresias também pode ser condenado à pena capital. Aos modernos, impregnados de relativismo moral e subjetivismo na apreensão da verdade, repugna esse processo histórico porque analisam tudo a partir do falso conceito de que “o homem é a medida de todas as coisas”. No debate desse tema junta-se também a oportunidade esperada de criticar a Igreja dando vazão ao secularismo, que é sempre anticlerical. A verdade histórica é que somente nos locais onde a Inquisição foi encampada pelos governos (caso notório da Espanha), crimes políticos foram cometidos em seu nome. No mais, ela fez um bem enorme à civilização ocidental.
Giuliano
-09/02/2012 às 17:45
Caro Reinaldo, é difícil esperar alguma argumentação sólida da massa de manobra esquerdiota. Você foi muito feliz ao citar: “O bestalhão é só interrogativo e exclamativo. Não contesta nada, não argumenta. Ele só quer se indignar.”
A velha tática de apontar e condenar baseado sabe-se lá Deus em que.
Gaúcho
-09/02/2012 às 17:40
Manda esses frescos sentar numa bicicleta sem o banco, porque aí poderão satisfazer o ego e massagear a zona pensante.
João G. Arantes
-09/02/2012 às 17:39
Também sou contra o aborto. Não lembro de ter lido nada no blog com relação a casos extremos como o estupro. Mesmo em caso de gravidez após estupro o senhor é contrário ao aborto? Um abraço. JG
GRAZINA
-09/02/2012 às 17:37
Gerson das 16:45- Concordo, o cinismo esquerdista COMUNISTA, conseguiu dá uma lavagem celebral, em grande parte dos estudantes Brasileiros. O fato já está chegando ás escolas de ensino fundamental. Conheço casos de crianças que chegaram em casa, falando do fantástico socialismo de CUBA, onde todos são iguais, não exite patrão, todos vivem em um paraiso. Também não deixaram por menos, e engrandeceram os atos da presidênte, quando na clandestinidade tinha suas atividades de guerrilheira, que ao invés de destribuir panfletos nas esquinas, pegou em armas para defender a democracia. Só não está sendo explicado para os futuros comunistas, é que o movimento que os discípulos de MARX queriam mesmo, era para tornar o Brasíl, uma ditadura sanguinária como a de CUBA.
Sidney
-09/02/2012 às 17:33
Reinaldo, exitei, por instantes, em escrever, mesmo pelo fato de entender que um comentário a mais , é, certamente, desnecessário, mas ouso a tecê-lo.
Não sou cristão, logo não me preocupo com debates acalorados que visem a “satanizar” ou “santificar” ações humanas. Para controlar vontades e impulsos bestiais(?), a sociedade, ao longo do tempo, intituiu, a lei, a norma, o julgamento, o direito positivo, enfim; fora desse ordenamento, tudo é facultado, digo isso para justificar que a importância do debate religioso, pragmaticamente, é ineficaz. Não sou daqueles que gostam de rememorar os séculos de “trevas”, mas não posso, sobremaneira, ignorá-los. Não creio em divindades, não vejo suas obras, tampouco as espero, respeito, pois, quem as vê, quem se realiza com a promessa da salvação etc…
Não posso, claro, respeitar, de forma alguma, instituições religiosas que exploram a boa fé, a ignorância de seus fieis, bem como o camuflar problemas graves com a sexualidade reprimida… Mas, finalizo, reiterando que existindo ou não a divindade, o mundo gira em torno de seu eixo - umbigo - ha milhares de anos.
Abraços!
valte
-09/02/2012 às 17:32
Eu sou a favor, acho que seria muito mais interessante saber que quer fazer, dar apoio psicologico, mostrar que existem maneiras de entregar o bebê para adoção, os impactos psicologicos que o aborto pode provocar na mulher e por ai vai do que simplesmente proibir e deixar um monte de mulheres sem a informação adequada correndo o risco de morrer por nada, é simples ver a desinformação
Quantas mulheres deixam os recem nascidos em latas de lixos, terrenos , etc correndo o risco de ser presa por abandono de incapaz. Se tivesse a informação correta saberiam que entregar o nenem para a adoção não é crime e não corre risco de ser presa. Talvez se o aborto fosse legalizado, ao procurarar um posto para realizar tal procedimento, uma simples conversa poderia em muito casos salvar mais vidas do que a simples proibição
Agora pergunto aos catolicos
O que importa mais a Lei de Deus ou a leis dos homens?
Porque se a lei de Deus importa mais , que diferença faz o estado legalizar o Aborto e a união estavel de homossexuais? e porque a Igreja se importa tanto em manter isso proibido segundo a leis dos homens?
Direitista
-09/02/2012 às 17:32
Vocês já perceberam que a maioria dos favoráveis ao aborto é feminina? E depois ainda enaltecem o suposto instinto materno, como se existisse em toda mulher.
A mulher, quando não tem uma boa natureza, é mais cruel que qualquer homem. Não é por acaso que se fala desde que o mundo é mundo da “crueldade feminina”.
Pelo bem da própria mulher, ela deve ser subjugada para que não dê vazão à sua maldade destrutiva.
tonio cunha
-09/02/2012 às 17:32
Certamente este tema reflete a divisao que existe na sociedade. Nao que os que defendem sejam maioria, nao acredito, mas sao mais ativos na defesa do tema. Qaundo se socializa a questao fogem da razao, na verdade nao vejo justiça em fa<zer a sociedade pagar pelos abortos que certamente serao feitos, na grande maioria, por pessoas que nao se protejem em relaçoes sexuais, na maioria das vezes irresponsaveis. Nao sou religioso, mas entendo quando o comentarista diz que o cristianismo defende a vida. E vejo que nos paises que combatem o cristianismo e outras religioes, que nao defendem a violencia, principalmente nos paises socialistas nao democraticos, a vida nao é respeitada e o estado decide sobre a mesma conforme sua necessidade.
Érico
-09/02/2012 às 17:28
Mando bem Rei! Mas na minha opnião vc nem prescisa retirar os comentarios, só deixar eles ai e algum leitor e comentarista vai acabar respondendo. O sr. não é governo mais é gerador de opnião. Obrigado Rei.
jose
-09/02/2012 às 17:18
Prezado Reinaldo, peço a gentileza de não publicar meu nome.
Durante a gestação descobrimos que nosso bebe era portador da síndrome de Down.
A possibilidade de aborto, nunca foi considerada, sequer comentada.
Ao ler estes imbecis falando sobre aborto, fico revoltado por dois motivos:
- Gravidez é consequência, portanto sexo inconsequente pode trazer este resultado;
- Aborto é assassinato, frio, planejado, premeditado e hediondo.
Quando vejo minha princesinha, hoje com um ano e meio, brincando no meio de outras crianças, afagando um cachorro (ela adora), ou fazendo um carinho na mamãe, fico estarrecido ao lembrar que muitos foram e são assassinados ainda no ventre por irresponsabilidade, medo ou covardia de quem os gerou.
Aborto é covardia, é acabar com a vida de alguém que não tem a menor chance de defesa.
É condenar à pena de morte uma vida que não cometeu crime nenhum.
Por fim, aos que me perguntam sobre minha filha, digo que ela nos escolheu e que por isto sou apaixonado por ela e agradecido a Deus por esta oportunidade.
Um grande e forte abraço.
Anônimo
-09/02/2012 às 17:06
Esse foi mais um “opinionista” que entrou no blog chutando a porta e recebeu em troca uma aula do generoso escriba. Acredito que alguns desses petralhas possam voltar ao blog um dia apenas para agradecer pela atenção a eles dispensada, impossível que não.
gilberto
-09/02/2012 às 17:05
Interessante seu texto, Reinaldo. Passo sempre por esse problema. Não sou católico, nem mesmo cristão, mas basta levantar argumentos contra o aborto ou criticar a Teoria da Evolução de Darwin (mantida por muitos como dogma sagrado da ciência) e logo me acusam de “religioso”. Não é porque critico o Evolucionismo que tenho que defender o Criacionismo! Para mim são dois extremismos incorretos. Sou terapeuta e já vi o estrago que o aborto pode fazer em uma mulher, especialmente sob o ponto de vista emocional, e que pode perdurar pela vida inteira. Não é preciso ser religioso para divergir de opiniões, basta argumentar com lógica e ponderação.
Manoel Bandeira
-09/02/2012 às 16:59
Tio Rei, nao pertenço a religiao nenhuma, sou contra o aborto,pois temos hoje em dia varias formas de evitar a gravidez indesejada.
richard smith
-09/02/2012 às 16:47
Como sempre, quando o assunto é Igreja Católica as pessoas repetem velhos chavões anticlericais, principalmente sobre a Inquisição, que entre outras coisas implantou o principio do contraditório no processo judicial, antes dominado pelo absurdo ORDÁLIO, implantado depois da queda do Império Romano pelas invasões bárbaras.
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Várias sandices sõ repetidas à exaustão, como uma que ouvi de um professor de História da USP (!) certa vez, dizendo que a Inquisição tinha matado “MILHÔES” de pessoas (certamente depovoando toda a Europa, não é?).
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É a falta de imfirmação - e de interesse - sobre as coisa da Religião Católica (sabe-se tudo do BBB “x” mas nada sobre os Sacramentos, por exemplo).
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A Sandra das 14:30hs. por exemplo, diz que a Igreja é CONTRA a Pena de Morte, mas isto não é correto. O Catecismo recente a Igreja, repetindo aliás doutrina bimilenar diz que é direito da autoridade a aplicação da pena de morte, mas que ela deve ser, sempre que possível, substituída por penas mais brandas,
O Vampiro de Curitiba
-09/02/2012 às 16:47
Reinaldo, eu (ateu) defendo a vida em toda sua plenitude, sendo, portanto, radicalmente contra o aborto.
Creio que podemos defender a vida sem termos de apelar para conceitos como “alma”, “espírito” e outros que podem ser muito belos na religião, mas que são ridículos para a ciência.
PS: A maioria dos ateus que conheço são contra o aborto. Todos são contra a Esquerda e pela liberdade do homem perante o Estado.
Gerson
-09/02/2012 às 16:45
Falei 2 vezes a mesma frase com um aluno e nas duas vezes ele não conseguiu interpretar o que eu falava. Apenas repetia feito papagaio frases feitas de militantes. Os nossos jovens e grande parcela da população perdeu a capacidade de interpretar o que ouvem ou leem. A imbecilização chegou a níveis perigosos. É um quadro de difícil reversão.
Jorge Silva
-09/02/2012 às 16:41
Reinaldo, na China o governo (comunista, diga-se de passagem) permite que as mulheres abortem. A maioria prefere abortar fetos femininos. Já está acontecendo uma desproporção sexual enorme na população, mais homens que mulheres, e isso afeta toda uma sociedade, pois todo mundo sabe que homem sem mulher é um bixo perigoso.
Silvia
-09/02/2012 às 16:38
Caro Reinaldo,
Sou a favor de que o aborto seja discriminalizado, essa decisão deve ser de foro intimo e não ditado pelo Estado. Não imagino que haja uma mulher que sonhe em fazer um aborto mas muitas vezes isso se faz necessário.
Veja por exemplo o caso dos fetos anencéfalos, eles não podem ser abortados, no entanto um adulto que tenha a morte cerebral constatada pode ter sua vida interrompida pelo desligamento dos aparelhos e ninguém parece se importar. Para adultos com morte cerebral tudo bem desligar os aparelhos, mas mulheres grávidas de fetos sem cérebro tem que se submeter a meses de sofrimentos sem medida.
Marcello Tupinambá
-09/02/2012 às 16:33
Caro Reinaldo.
Essa questão é de uma profundidade tão imensa, que são poucas as pessoas — e eu o reputo como uma delas — que consegue discorrer sobre o assunto com algum tipo de isenção ou equilíbrio, porque é o tipo de situação que carrega em si o dom de mudar radicalmente o pensamento, opiniões e crenças de uma pessoa em questão de minutos, bastando transformar-se de uma “tese de discussão” em fato na vida das pessoas.
Sempre fui contra o aborto por convicções morais e humanísticas, poucas religiosas, posto que não curto muito esse negócio de oração, reza, cruzes, santos, dogmas e tudo o mais associado às crenças, sejam elas quais forem.
Mas, também não era “Ahmadinejadiano” a ponto de apedrejar mulheres que tivessem optado por essa situação sem procurar entender os motivos e o contexto nos quais se situaram os acontecimentos.
Até então, tudo bem, levava minha vida como um convicto defensor da proibição do aborto e cheio de argumentos contra quem o defendia, até que essa situação aconteceu em minha vida, minha família, e vi-me de um momento para outro tendo que tomar ou apoiar a tomada de uma decisão que impactaria várias vidas pelo restante das mesmas.
Cara, foram os piores dias da minha vida, pesando a certeza de que uma nova vida seria muito bem vinda, traria alegria a uma família e ajudaria no amadurecimento da mãe, versus a constatação de que o evento também deterioraria uma conjuntura familiar, acabaria com as possibilidades da mãe crescer e desenvolver-se diante da atual situação de vida dela (25 anos e nem faculdade terminou) e tornaria muito dificil a constituição futura de uma família, visto ser líquido e certo que se atualmente os casais se formam mais tarde e os homens evitam ao máximo relacionamentos, em nada ajudaria à candidata a esposa carregar um filho de outro — desconhecido e ausente — à tiracolo.
No final das contas, incapaz de tomar uma decisão, eu, adulto de 50 anos deixei-a (covardemente, não importa o que digam a respeito da autononia, libre arbítrio, etc..) nas mãos da principal envolvida, apenas compromissado em apoiá-la fosse qual fosse a documentação, encontrando argumentos firmes e sólidos para justifica qualquer que fosse ela.
Ao final, a decisão foi pela interrupção e confesso que a mesma provocou-me algumas sensações únicas, entre as quais uma grande vergonha por sentir alívio pela decisão tomada, uma tristeza imensa e sentimento de culpa quando revejo a ultrasonografia com os batimentos cardíacos e a total ruptura de todos os meus conceitos anteriormente defendidos com tanta ênfase e certezas pétreas.
Concluí que é uma discussão ótima, revigorante e cheia de certezas e convicções aparentemente imutáveis e que nos proporciona o pleno exercicio da moralidade e defesa da dignidade e valores universais quando acontece na casa do vizinho.
Essa secretaria é uma bobinha que de repente ganhou palanque, holofotes e visibilidade que jamais teria se na presidência da republica houvesse uma pessoa séria, competente, preparada politicamente, experiente, independente e não alguém com a visão sobre o mundo e a sociedade distorcida pela catequização esquerdista dos anos 60/70.
medodissotudo
-09/02/2012 às 16:29
Não sou a favor do aborto, sou a favor da castração de sindicalistas. Já que não dá para saber se o feto vai ser sindicalista quando crescer. Já em relação aos ovos de tartarugas, bem, melhor o feto virar tartaruga do que sindicalista. As tartarugas são mais úteis a humanidade.
Jorge Silva
-09/02/2012 às 16:25
Acho engraçado isto:
http://br.noticias.yahoo.com/dilma-diz-ser-contra-anistiar-pms-que-incitaram-164625454.html
No texto da matéria, Dilma disse: “Atos ilícitos, crimes contra o patrimônio, crimes contra a pessoa, crimes contra a ordem pública não podem ser anistiados. Se você anistiar, aí vira um país sem regra”
Essa fala poderia ser perfeitamente aplicada à baderna da USP (que o PT apoiou) ou à Cracolândia, onde os viciados tomaram conta do patrimônio público, além dos moradores se sentirem ameaçados…
Zé Gomes
-09/02/2012 às 16:21
Explicando os velhos métodos de Inquisição:
(são os mesmos desde a pré-história, desde que deixamos de ser macacos e viramos homens-sapiens)
Moisés escreveu na Torah sobre o bode expiatório: o seu sacrifício (do animal bode ou carneiro)serviria para purgar a culpa da comunidade e sua frustrações.
A aplicação do ritual do bode expiatório logo substituiu o bode por seres humanos…
Ali, na tomada de Jericó: o unico cara que confessou que andou passando a mão no que viu de “jóia” quando tomaram a cidade, foi cuspido, amaldiçoado e apedrejado por todos - inclusive por aqueles que roubaram mais que ele e que até possivelmente foram os que deram o toque de “olha quanta coisa jóia, vamo pegar pra gente”. Por isto Jesus curou muitos anos depois, um cego em Jericó.
Jesus também foi tomado como bode expiatório, culpado de toda miséria, doença e maldição - foi acusado de herege e como achavam - um cara peca e Deus castiga o povo inteiro (vide Davi comendo Betsabá, que lorota do Estado!)
No tempo do romanos, todo mal era causado pelos cristãos, então matavam-nos. Depois na inquisição, idem: a lista de politicamente correto era ser cristão, então o povo podia denunciar judeus, bruxos, pagãos, hereges - pois seriam os culados de tudo dar errado.
HOje a lista para mandar pra inquisição mudou:
Ser acusado de direita, ou de homofobia, ou de preconceito racial, ou de ser contra o aborto, pois tudo tem que ser politicamente correto, segundo a lista hipócrita do que deve ser esta bosta,e é assim que são levados pela inquisição os condenados dos dias atuais, povo sempre enganado pela mídia que confunde tudo, e os malditos são culpados do mal que há no mundo e no país, devem ser apredejados.
É por aí, Reinaldo, levanta a bola e segue até o gol.
abrçs
Rafael França
-09/02/2012 às 16:13
Pergunte a qualquer criança abandonada se ela preferia continuar abandonada ou sequer ter nascido. A defesa da vida não escolhe idade.
Alberto
-09/02/2012 às 16:12
A repressão no Tibete e contra o budismo ou contra os desejos de autonomia política?
João Carlos Delboni
-09/02/2012 às 16:10
Sr. Reinaldo,
O que mais me espanta, é a falta de respeito à opinião alheia.
Acompanho seu blog e na maioria das vezes concordo com o sr.
Mas não sou obrigado a concordar. Simples assim. Que diabos de democracia querem alguns leitores que antes de argumentarem qualquer coisa, ofendem, agridem de tal forma virulenta, que parece mais uma disputa pessoal.
Eu pessoalmente sou a favor do aborto até a um determinado período (explico abaixo), mas leio com atenção tudo que se diz contra, pois posso, quem sabe, mudar de opinião. Basta que fique convencido.
Especificamente, sr. Reinaldo, quanto a questão do momento em que a vida começa,( se entendi, no momento da concepção, para o sr.) discordo e tento explicar a minha opinião.
Hoje em dia, é considerado por muitos (o fato de ser considerado por muitos não dá razão a ninguém, reconheço, é apenas meu ponto de vista)que a vida começa com a formação do cordão encefálico, que se dá por volta da sexta semana após a fecundação.
Li o artigo em que o sr. gostaria que lhe dissessem o que vem antes disso, se não é vida, é o que?
Eu acredito que o simples agregamento celular, não pode ser chamado de vida humana, pois não traz característica nenhuma para que assim possa ser definida.
Num exame de sangue(por favor, é só um exemplo, não estou comparando uma coisa com outra) você, retira células que permanecem vivas por muito tempo, nem por isso chamamos de vida dentro do tubo. É simplesmente um agregado de células.
Acho que antes desse momento (formação do cordão neural), nada está definido, e portanto não se define como vida HUMANA. Vivo com certeza é, mas não um SER vivo.
Espero de alguma forma ter contribuído com o debate e se puder e for interessante para o sr.dê sua resposta. agradeço o espaço.
abraço
Eduardo
-09/02/2012 às 16:09
Tio Rei, eles não compreenderam a parte do seu texto que fala do sociólogo, essa parte requer mais atenção na hora de ler. Eu reli aquela parte 3 vezes … certamente eles não fizeram o mesmo.
Senta Pua
-09/02/2012 às 15:58
Sou enfaticamente contrário ao ABORTO.
Porque?
Se não podemos proteger outro ser humano, tal absolutamente desprotegido, é vida que estamos vivendo?
Porque choram as mães e pais, no inferno que é perder um filho?
Se é legal fazer o aborto, porque não é legal matar qualquer outra pessoa que nos desagrade ou nos atrapalhe?
Ah! os direitos da mulher: porque ela teria esse direito, se é vetado a todos os outros: simplesmente matar quem nos atrapalhe, nossas vidas, nossas ambições.
Sou a favor do controle da natalidade e, aí o estado não tem feito nada.
Maurício
-09/02/2012 às 15:57
Reinaldo, Deus lhe continue dando paciência para aturar esses imbecis.
Kleyner Arley
-09/02/2012 às 15:52
Converse mais. Mais de uma vez já tentei colocar comentários (divergentes do seu, mas respeitosos e com argumentos) e nunca foram publicados.
Edir (sexo f)
-09/02/2012 às 15:47
Legalizar o aborto é legalizar o crime.
Rodrigo
-09/02/2012 às 15:45
Tio Rei, sei q lei pra esquerdeopata não serve de nada, mais devia esfregar o Pacto de São josé da Costa Rica na cara deles.
Artigo 4º - Direito à vida
1. Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.
Leonardo
-09/02/2012 às 15:45
Reinaldo, acho que você está certíssimo. Um bom debate deve ter os argumentos como ferramenta e não o fígado.
Fernando
-09/02/2012 às 15:42
Para contestar, é preciso ser inteligente. Contudo, quem é petista não é inteligente.
Logo, petista não sabe contestar. Ou a pessoa é inteligente, ou é petista.
brasil 2022
-09/02/2012 às 15:41
Gente, gente, este espaço é raro, é um vitrine nacional da opinião pública,diversa e democrática.
Foi difícil atingir isto…vamos manter e respeitar!
A Democracia se constrõi no dia a dia entre os cidadãos e nãos com os políticos.
Democracia precisa de democratas.
Hidalgo
-09/02/2012 às 15:38
Caro colunista,
Talvez o aborto seja, juntamente com a eutanásia, um dos objetos mais rumorosos da Ética prática. Portanto não vejo com surpresa o levante das mais variadas correntes morais, embora os juízos morais que pude acompanhar sofram quase sempre de graves inconsistências.
Já que o conceito de autodeterminação parece ser um pressuposto básico e independente da posição pró ou contra o aborto, creio relevante refletir sobre a questão das liberdades individuais:
Portanto, quanto a decisão pelo aborto, quem deve tomar a decisão? O governo? Algum líder relgioso? A grávida? Quem tem o direito de decidir sobre o aborto e por quê?
Sds!
Hidalgo
antonio
-09/02/2012 às 15:37
Constituição garante o direito à vida desde a concepção
Por Ives Gandra Martins
A Constituição brasileira declara, no caput do artigo 5º, que o direito à vida é inviolável; o Código Civil, que os direitos do nascituro estão assegurados desde a concepção (artigo 2º); e o artigo 4º do Pacto de São José, que a vida do ser humano deve ser preservada desde o zigoto. O argumento de que a Constituição apenas garante a vida da pessoa nascida — não do nascituro — e que nem sequer se poderia cogitar de “ser humano” antes do nascimento é, no mínimo curioso: retira do homem a garantia constitucional do direito à vida até um minuto antes de nascer e assegura a inviolabilidade desse direito a partir do instante do nascimento.
De rigor, a Constituição não fala em direito inviolável à vida em relação à pessoa humana, mas ao ser humano, ou seja, desde a concepção. Lembro-me, inclusive, do argumento do professor Jérôme Lejeune, da Academia Francesa, para quem, se o nascituro está vivo e não é um ser humano, então é um ser animal, de tal maneira que todos os que defendem essa tese admitem ter tido, no correr de sua vida, uma natureza animal, antes do nascimento, e uma natureza humana, depois dele.
http://www.conjur.com.br/2008-mai-28/constituicao_garante_direito_vida_concepcao
Ruffo
-09/02/2012 às 15:31
É fácil viver em um pais cristão(ofendendo os valores cristãos) .
Difícil é viver em um pais ateu ( China , Cuba , Coreia do Norte ). e defender os valores ateus .
WEIMAR
-09/02/2012 às 15:31
E SE FOR?
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Eu seria favorável ao aborto se me convencesse, sem margem a dúvida, de que o ser humano só seria tal coisa no instante em que deixasse o ventre materno. Nesse caso, o obstetra ou a parteira (que poderia ser a vizinha, ou mesmo o motorista do táxi) fariam o papel de Deus (para falar a linguagem dos religiosos) ou de um mágico (pra falar como um não-religioso).
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Puf! Saiu da barriga da mãe é, nesse instante maravilhoso, um ser humano, como eu, o Reinaldo e qualquer outro leitor do blog (mesmo aqueles leitores que, não sabendo ler, escrever e pensar, estão estupidificados). Até aquele exato instante, instante que não se pode precisar por qualquer engenho humano, salvo por uma aproximação matemática, era o feto qualquer outra coisa, algo não-humano, algo que nenhum abortista me disse o que seria. Um vegetal, um mineral, um outro animal? Seria um tipo de atemóia? Um passarinho, talvez?
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Teríamos, então, nessa hipótese, um instante mágico em que, pelas mãos da parteira ou, quem sabe?, pelas mãos do motorista do táxi, um novo ser humano surgiria na Terra!
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Como ninguém conseguiu me convencer de que errada seja a tese de que o feto seria uma forma inicial do ser humano, que passa de feto a bebê, de bebê recém nascido a uma criança, de uma criança a um adolescente, etc., fico entre os que se opõem ao aborto indiscriminado.
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Afinal, como lembra o Olavo de Carvalho (se não me engano na citação), o feto jamais será outra coisa que não um ser humano tal qual eu e todos por aqui no blog.
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Na possibilidade de que o aborto provocado seja, de fato, o assassinato de um ser humano, com meu grito tento segurar a mão criminosa do abortista.
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Weimar
Que Povo!!!
-09/02/2012 às 15:24
Caro Reinaldo Azevedo,
A propósito, os analfabetos “cheios de opinião” ao falar da inquisição,deveriam estudar o assunto.
Cláudius
-09/02/2012 às 15:24
As matérias do Reinaldo são didáticas. Não desafiam a contestação e sim uma meditação profunda. Eu sei o valor de uma família bem estruturada. Tenho dezessete irmão. Seis adotados. Todos cheios de diplomas de cursos superiores. Tem mestres e doutores. Todos dotados de humanidade. Mesmo os que não professam qualquer confissão religiosa. Dois, que são médicos cirurgiões, brincam com as Senhoras quando eles entram na sala de operação. Elas dizem que estarão com eles uma ruma de Santos e Santas. Tá bom, más peçam a eles para não entrarem todos de uma vez, pedem.
Tudo foi possível porque foi dada a todos a primazia familiar. Tenho um amigo que foi criado numa colônia agrícola, sem família. Este a preza mais que tudo. E tem mais. Muito mais. Não conheço médico favorável ao aborto!
Julio Daniel
-09/02/2012 às 15:20
(Não publicar) ATENÇÃO - ERRO DE EDIÇÃO: no parágrafo em vermelho, fala a aspas no final e, creio, a última linha em vermelho é texto seu e não do vivente.
pf
-09/02/2012 às 15:14
Como disse em outros comentários, se vivemos na era do analfabetismo funcional, o que nos espera no futuro é ainda pior: a era do analfabetismo desfuncional. Ter internet em casa, hoje em dia, é simples, pagavel. Entender o que se lê na internet é outra história. Aqui, no site de veja, nos blogs de veja, especialmente no de Reinaldo, os comentaristas - podemos generalizar - aparentemente são bem instruidos. Querem ver o bixo pegar??? Naveguem em outros portais onde a moderação é bem menos criteriosa. Um sociólogo ou outro, poderia até ser de esquerda, poderia estudar este fenômeno: a burrice como paradigma e como método; para onde este paradigma e este método vai nos levar como nação. Eu já tenho a resposta: o único futuro dessa gente é viver em um lugar um bem menos civilizado, mais bárbaro, mais parecido com a época do descobrimento do Brasil. Se já fomos um território governado por uma minoria letrada, atualmente vivemos o oposto da moeda: somos governados por um bando de amadores que não representam sequer seus eleitores.
Anônimo
-09/02/2012 às 15:06
MUDANDO DE CONVERSA, REINALDO:
ONDE ESTÃO OS PROFETAS DO APOCALIPSE DO AQUECIMENTO GLOBAL PARA EXPLICAR A ONDA DE FRIO POLAR QUE ASSOLA TODA A EUROPA? TERIA O FRIO CALADO SUA BOCA?
Gaucho
-09/02/2012 às 15:03
Os covardes assissinos alegam que somos contra o aborto só porque sommos cristaos, quer dizer que, por a gente nao roubar, nao matar, nao passar a perna nas pessoas,nao debochar das pessoas e infelizes,nao maltratar animais e tantas outras… é tambem frescura dos Cristaos?
Karol Wojtyla
-09/02/2012 às 15:00
É tudo muito simples porque biologicamente natural. O que vai no âmago do ser humano tem a ver com o instinto de sobrevivência da espécie. Daí a saudável condenação que fazem os religiosos brasileiros de vários credos ao casamento gay e ao aborto.
São frontalmente incompatíveis com essa índole genuína o homossexualismo estéril e o aborto abominável.
Enalteçamos a sábia engenharia divina contida no nosso código genético desde a criação do mundo e evoluída ao longo dos milênios …
Aos que agem diferente, há sempre a possibilidade da absolvição dos crimes contra a humanidade pelo arrependimento sincero e pela infinita bondade do Criador.
João Jose Augusto
-09/02/2012 às 14:55
Mais do que uma religiosa, Madre Tereza é a expressão do verdadeiro humanismo, onde o homem é o centro da história. Vale apena rever suas palavras sobre este assunto tão macabro.
“Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque
é uma guerra contra a criança - um assassinato direto da criança inocente -
assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar
até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas
que não matem uns aos outros?…”
(Madre Teresa de Calcutá)
“A pior calamidade para a humanidade não é a guerra ou o terremoto.
É viver sem Deus. Quando Deus não existe, se admite tudo. Se a lei permite o aborto
e a eutanásia, não nos surpreende que se promova a guerra!”
(Madre Teresa de Calcutá)
“Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que
chamamos de AIDS, mas matar crianças inocentes não nos assusta.
O aborto é pior do que a fome, pior do que a guerra”
(Madre Teresa de Calcutá)
“Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas a usar a violência para obterem o que querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.”
(Madre Teresa de Calcutá)
“O mundo que Deus nos deu é mais do que suficiente, segundo os cientistas e pesquisadores, para todos; existe riqueza mais que de sobra para todos. É só uma questão de reparti-la bem, sem egoísmo. O aborto pode ser combatido mediante a adoção. Quem não quiser as crianças que vão nascer, que as dê a mim. Não rejeitarei uma só delas. Encontrarei uns pais para elas. Ninguém tem o direito de matar um ser humano que vai nascer: nem o pai, nem a mãe, nem o estado, nem o médico. Ninguém. Nunca, jamais, em nenhum caso. Se todo o dinheiro que se gasta para matar fosse gasto em fazer que as pessoas vivessem, todos os seres humanos vivos e os que vêm ao mundo viveriam muito bem e muito felizes. Um país que permite o aborto é um país muito pobre, porque tem medo de uma criança, e o medo é sempre uma grande pobreza.”
(Madre Teresa de Calcutá)
Pedro
-09/02/2012 às 14:53
Caro Reinaldo
parabéns por levantar o debate. Admito que tenho muitas dúvidas sobre o aborto; já fui contra, já fui a favor, e hoje não sei.
Acredito que há apenas uma questão fundamental: quando começa a vida?
O resto é cortina de fumaça: “acabar com a hipocrisia contra mulheres pobres”; “questão sanitária”; “imposição religiosa”; e por aí vai.
Eu não sei quando começa a vida, se na fecundação, se depois. Se a vida começa na fecundação, então devemos proibir a “pílula do dia seguinte”, todos os abortos e, infelizmente, as clínicas de fertilização. Sim, pois essas clínicas fecundam dezenas de embriões sabendo que só vão utilizar alguns, e a maioria vai sistematicamente para o lixo. Ainda assim, me parece claro que técnicas de fertilização GERAM vida que não existiria, e não o contrário.
Será que o embrião passa a ser vida apenas quando está no útero? Ou seja, logo após a fecundação natural, ou logo após a inseminação artificial? Isso me parece razoável - até que alguém invente um meio de desenvolver um feto por meses fora do útero. Ou devemos estabelecer um prazo tanto para qualquer embrião, seja a fecundação artificial ou natural? Que prazo é esse? Zero, e proibimos clínicas de fertilização, que geram vida? Um dia? Dez? Cem?
Já pensei muito no assunto, sem conclusão nenhuma.
Mais uma vez, parabéns pelo debate.
Evandro de Faria
-09/02/2012 às 14:51
Por favor, não publicar.
No post “O aborto como libertação da mulher…”, no 3o parágrafo, uma colocação me chamou muito a atenção: a de que uma forma de pensamento, aparentemente compartilhada e expressa por algumas pessoas, ou muitas, não sei, nos comentários sobre a intenção ou vontade de se “eliminar” o pensamento cristão da sociedade e sua influência tem seu contraponto nas visões do apóstolo João em Apocalipse. Afora outras passagens de teor semelhante e de mesmo tema, neste caso Ap. 6:9. Aqui se fala de coisas ainda a acontecer, mas teu comentário fala de intenções presentes e que , à luz da profecia(embora genérica e s/ destinatário específico), vão acontecer de fato quando as condições (sociais, políticas, econômicas, religiosas, etc) assim o “justificarem”. Por isso creio na inerrância das escrituras como a reveleção verbalizada e propositiva de Deus para o homem, que sabe de antemão o que para nós ainda é futuro, visto que essa revelação vai se cumprindo aos poucos, se descortinando lentamente como que preparando as mentes para o que está por vir, enfim, para o que já havia sido revelado há muito tempo atrás. Acho muito difícil não fazer esse paralelo entre a situação atual e a reveleção. A meu ver, é uma questão de comparação.
Sou muito agradecido por ainda existirem pessoas com boa influência social(”latu sensu”) no Brasil.
Grato
Abç
Direitista
-09/02/2012 às 14:49
Você esqueceu de citar o comentário de uma feminista que, em nome do direito da mulher ao seu próprio corpo, formulou a tese esdrúxula de que o “feto” só não poderia ser eliminado depois de rompido o cordão umbilical.
Na cabeça da energúmena e potencial assassina, a mulher teria o direito de matar o filho mesmo depois do nascimento. O novo ser, para a monstrinha, só teria direito à vida se cortado o cordão umbilical.
João Jose Augusto
-09/02/2012 às 14:49
Eu fui professor de curso superior periodo noturno em escola privada (uns 4-5 anos passados). Entre o grupo de professores, alguns eram professores da Universidade Federal. Nas nossas conversas ficou gravado o o espanto de todos com a piora gradativa da qualidade dos estudantes universitários; seja na faculdade particular seja na publica. Única diferença: na pública grande parte dos alunos não respeita o professore.
Isso, certamente,ajuda a compreender porque nossos estudantes e bachareis não sabem compreender um texto bem escrito. Imagine, então, escrever, argumentar….
leo
-09/02/2012 às 14:49
Analfabetos cheios de opinião e idiotas cheios de iniciativas. Eis o drama deste país.
leo
-09/02/2012 às 14:48
A moça que diz que vc está impondo a sua opinião está certa.
Numa cabeça vazia, qualquer coisa que entra é imposta. (tecla SAP).
leo
-09/02/2012 às 14:46
Na área em vermelho…último parágrafo…”o cretino acha uma piada, mas não diz por que é uma piada”. Creio que esta frase deveria estar em preto, não em vermelho.
LINOS TATUQUARA
-09/02/2012 às 14:46
Veja, Reinaldo… O duro é que do outro lado estão ‘esquerdopatas’… eles NÃO QUEREM entender, querem impor suas crenças mal fundamentadas, de qualquer jeito… a todo pano! Nos últimos dias fiquei no Twitter lendo esse deputado do PSOL Jean Wyllys e o ator petralha José de Abreu discutindo sobre a greve da PM baiana… se não fosse trágico, devido ao amontoado de estupidez, seria hilário. A coisa funciona assim: se não é COMO eles pensam, não é possível EXISTIR. Mas, veja bem, eles dizem sempre: ‘respeito o que você…’, como se isso bastasse para assegurar-lhes civilidade. A aberração que eles defendem não importa… Eles estão SEMPRE certos. Mas o mais nojento foi ver a ação do MinJustiça exigindo ’serenidade’ dos editores dos veículos de comunicação. Serenidade que ELES não tiveram quando a greve dos policiais foi no governo de adversários políticos.
Neste caso, só a nomeação desta senhora para a Secretaria dos Assuntos da Mulher já é um acinte, uma pessoa que pensa como ela diz que pensa não pode querer tocar um órgão público desta magnitude. Minha mulher e minha filha estão desprotegidas pelo Estado… Isso não é inconstitucional?
alimped
-09/02/2012 às 14:40
Quando uma feminista vier defender o aborto perto de mim, eu vou me declarar a favor. Temos que ser avançados como a China! Ninguém deveria ser obrigado a ter uma filha mulher!
Velhinho Rabugento
-09/02/2012 às 14:40
Boa tarde, Reinaldo. SE e QUANDO criarem uma lei que permita o aborto, forçosamente terão de rever toda a fundamentação teórica que hoje alicerça o ECA (que particularmente considero uma “eca”!) Em especial os arts. 2º e 7º cominados, uma vez que se define criança como “a pessoa até doze anos de idade incompletos” e se garante a ela o “direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência”; No art. 8º se garante à gestante, através do SUS, “o atendimento pré e perinatal”. Ora, dar tal garantia à gestante contrapõe a prática de aborto provocado. A gestação começa a partir da fecundação do óvulo, portanto a gestante carrega em si uma pessoa humana - Como dizem! Um dia ainda me darão uma explicação de como uma pessoa não pode ser humana -, ou seja, uma criança, segundo o ECA. E aí? Como fica a credibilidade do Estatuto da Criança e do Adolescente?
Ataíde
-09/02/2012 às 14:36
Petralha ao quadrado
O petralha que escreveu isso, “Cara, isso deve ser alguma piada. Você é muito ingênuo ou muito mal intencionado, não sei qual seria pior.” é um petralha ao quadrado (se é que isso seja possível), pois sabe muito bem que, ser “ser muito ingênuo ou ser muito mal intencionado” (- das duas, uma), é relativo a esquerdistas/petistas/petralhas/socialistas. O petralha é que é, ou muito ingênuo ou muito mal intencionado (ele leu isso sobre ele, sentiu o drama e, para se confortar, tenta aplicar a máxima a outras categorias).
Rodrigo Tonietto
-09/02/2012 às 14:34
Texto perfeito. Eu venho comentando recentemente com amigos como pessoas ignorantes vêm utilizando as redes sociais como meio de proliferação de seus pensamentos incoerentes. Ou, como na maioria das vezes, pensamentos de outras pessoas repassados sem análise crítica, apenas por serem “politicamente corretos” e bonitos. A diferença dos “tempos atuais” para os “tempos antigos” é que hoje os ignorantes têm voz.
Thiago
-09/02/2012 às 14:33
Nosssa! Reinaldo quebrou as pernas desses malucos esquerdopatas
alimped
-09/02/2012 às 14:33
A última frase do texto em vermelho é sua ou do missivista? Acho que você pintou uma frase a mais de vermelho, certo?
Sandra
-09/02/2012 às 14:30
Que tolice! Uma pessoa pode muito bem não ser cristã e concordar com uma posição da Igreja.
Por exemplo, a Igreja é contra a pena de morte, aliás, pela mesma razão que é contrária ao aborto. Então, quem não é cristão, deve necessariamente apoiar a pena de morte, pois isso é coisa de carola?
A Igreja é contra a tortura. Então quem não é cristão deve ser a favor?
Claro que na Inquisição houve práticas abomináveis. Mas não entendo como isso possa justificar genocídio de crianças albinas, de gêmeos… Não tenho a opção de escolher entre uma barbárie atual e outra medieval. Eu vivo hoje e só tenho a opção de escolher entre as religiões e não-religiões DE HOJE! A Igreja evoluiu, e não tenho a opção de esperar 1500 anos para que outras evoluam também.
Jadir
-09/02/2012 às 14:29
Dá-lhe chicote no lombo..(eheh) Os molitontos não pensam, não raciocinam, estão cegos e surdos diante dos fatos. Só a causa petista importa. Cada vez me divirto mais vendo os petralhas quebrando a cara.. Dá-lhe Tio Rei.. Chicote neles.
Carlos H Correia
-09/02/2012 às 14:28
Por favor não publique, só para compartilhar uma notícia.
Não relacionado, mas interessante: Juiz Baltazar Garzon foi condenado por autorizar escutas ilegais.
http://www.bbc.co.uk/news/world-16965790
Fabricio
-09/02/2012 às 14:27
É caro Reinaldo. Infelizmente, muitos brasileiros e brasileiras são medíocres mesmos em seus pensamentos, suas convicções, em sua moral e na ética; deixam-se levar pelo revanchismo e pela onda de falta de idoneidade que permeia e assola este país. Não é por menos que estamos diante de tantos descalabros e o “povo” não se mexe ou assume “bandeiras” descabidas!
Mário
-09/02/2012 às 14:25
REINALDOXX!!!
alerj
-09/02/2012 às 14:19
Certa vez li um relato do emissário do rei chinês enviado às casas dos embaixadores francês e inglês. Isso foi no séc XIX.
O que mais o indignara foi os embaixadores terem apresentado suas respectivas esposas ao emissário. Ele achava as mulheres uns animais, sem merecerem qq apresentação.
Leandra Carneiro
-09/02/2012 às 14:18
Somos um país onde passar de ano em escola pública é a regra, independente de ter condições pra isso ou não. Formamos analfabetos funcionais que não sabem interpretar o que leiem.
djvolp
-09/02/2012 às 14:17
Reinaldo, eu sou ateu, e por um certo tempo quando me tornei um eu quase cai nas garras desse ateísmo militante anti religioso, até ler um texto seu que dizia que nós todos somos cristãos mesmo os ateus e eu concordo plenamente. Nós ocidentais somos fruto de uma sociedade moldada pelo cristianismo.
Sou ateu e sou anti aborto como você, eu como ateu não considero o corpo morada de Deus, mas como você o considero Morada do Homem.
Perfeito artigo.
MARIA
-09/02/2012 às 14:10
É interessante que observando pessoas como essa energúmena Eleonora Menicucci é fácil perceber que são pessoas instáveis, esquizofrênicas, desequilibradas, loucas. Uma pessoa que é obcecada por legalizar a matança de crianças no ventre das mães só pode ser alguém mentalmente perturbado. Percebam que legalização do aborto para essas loucas é uma questão de primeira ordem, como se a necessidade mais premente em uma sociedade fosse que todas as mulheres pudessem fazer aborto como se faz cocô. É assustador que uma horda de pessoas assim esteja governando nossa nação e também governando a NOÇÃO de muitos!!! É uma situação horripilante!