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Reinaldo Azevedo

Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

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Reinaldo Azevedo, jornalista, escreve este blog desde 2006. É autor dos livros “Contra o Consenso” (Barracuda), “O País dos Petralhas I e II”, “Máximas de Um País Mínimo — os três pela Editora Record — e “Objeções de um Rottweiler Amoroso” (Três Estrelas).

2,2% dos professores da USP defendem a invasão. Adivinhem a que faculdade pertencem 88% deles…

Por: Reinaldo Azevedo

Vejam vocês. A USP não ensina O Príncipe direito, aquele, de Maquiavel, mas é craque no Pequeno Príncipe, aquele Bambi interestelar… Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Saiu um abaixo-assinado com 115 nomes de professores que dão total apoio aos invasores. A universidade tem 5.222 professores. O longo (?) abaixo-assinado representa 2,2% do total (e ainda há um aí da Unesp). Isso é que é maioria! Anotem uma coisa. As adesões estão assim distribuídas segundo a faculdade de origem.

FAU – 1 (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)
ECA – 1 (Escola de Comunicação e Artes)
FE – 7 (Faculdade de Educação)
IEB – 2 (Instituto de Estudos Brasileiros)
EACH – 2 (USP Zona Leste)
FCLAssis/Unesp – 1
FFLCH – 101 (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas)

Entenderam por que a suposta greve dos estudantes se resume à famosa Fefeléchi? Porque é na famosa Fefeléchi que estão os famosos professores que fazem questão de parar as aulas — se possível, antes que os próprios alunos o façam. Nos próximos dias, haverá uma assembléia da Adusp, a associação dos professores (mais um braço do PT). A maioria da minoria esmagadora que vai participar também será da Fefeléchi. E deve decretar uma greve. Que vai valer para a Fefeléchi. Já estamos em maio. Se possível, antecipam o recesso de julho.

Isso é histórico. A Fefeléchi foi sempre a primeira a armar as barricadas. E qual é a faculdade que, também historicamente, sempre viveu em piores condições? A Fefeléchi. Coincidência? Seguem o texto e os nomes dos valentes. Nota: é um descaramento falar nos “decretos” contra a autonomia. Já se sabe que isso é uma falácia. Mas são eles que estão ensinando história, geografia, letras e filosofia aos nossos jovens.

Professores contra os decretos e a repressão!

Nós, abaixo-assinados, professores da Universidade de São Paulo, unimo-nos a todos aqueles que, preocupados com a manutenção e ampliação democráticas do ensino, pesquisa e extensão das universidades públicas, têm empreendido lutas contra os decretos do governo Serra, os quais inviabilizam a autonomia universitária. Requeremos, por isso, a reabertura das negociações com os estudantes e funcionários que ocupam a Reitoria da USP e refutamos qualquer ação violenta de desocupação do prédio, tendo em vista a justeza de sua causa política em defesa da universidade pública.

1. Adma Fadul Muhana (FFLCH)
2. Adrián Fanjul (FFLCH)
3. Adriane da Silva Duarte (FFLCH)
4. Afrânio Mendes Catani (FE)
5. Alcides Celso Oliveira Villaça (FFLCH)
6. Alexandre Hasegawa (FFLCH)
7. Ana Cecilia Olmos (FFLCH)
8. Ana Fani Alessandri Carlos (FFLCH)
9. Ana Paula Pacheco (FFLCH)
10. Ana Paula Torres Megiani (FFLCH)
11. Angélica Chiappetta (EACH)
12. Antonio Vicente S. Pietroforte (FFLCH)
13. Aparecida de Fátima Bueno (FFLCH)
14. Augusto Massi (FFLCH)
15. Beatriz Daruj Gil (FFLCH)
16. Beatriz Raposo Medeiros (FFLCH)
17. Betina Bischof (FFLCH)
18. Bruno Barreto Gomide (FFLCH)
19. Carlos Serrano (FFLCH)
20. Celso Fernando Favaretto (FE)
21. Cilaine Alves Cunha (FFLCH)
22. Claudia Amigo Pino (FFLCH)
23. Edu Teruki Otsuka (FFLCH)
24. Elias Thomé Saliba (FFLCH)
25. Elisabeta Santoro (FFLCH)
26. Elizabeth Harkot de La Taille (FFLCH)
27. Elvio Rodrigues Martins (FFLCH)
28. Elza Assumpção Miné (FFLCH)
29. Emerson da Cruz Inacio (FFLCH)
30. Fábio de Souza Andrade (FFLCH)
31. Flavia Maria Corradin (FFLCH)
32. Flavio de Campos (FFLCH)
33. Flavio Wolf de Aguiar (FFLCH)
34. Francis Henrik Aubert (FFLCH)
35. Francisco Maciel Silveira (FFLCH)
36. Franklin Leopoldo e Silva (FFLCH)
37. Glória da Anunciação Alves (FFLCH
38. Hélder Garmes (FFLCH)
39. Heloísa Pezza Cintrão (FFLCH)
40. Henrique Soares Carneiro (FFLCH)
41. Homero Santiago (FFLCH)
42. Ieda Maria Alves (FFLCH)
43. Iris Cantor (FFLCH)
44. István Jancsó (IEB)
45. Iumna Maria Simon (FFLCH)
46. Ivone Daré Rabello (FFLCH)
47. João Adolfo Hansen (FFLCH)
48. João Paulo G. Pimenta (FFLCH)
49. Jorge de Almeida (FFLCH)
50. Jorge Schwartz (FFLCH)
51. José Horacio de Almeida Nascimento Costa (FFLCH)
52. Júlio César Suzuki (FFLCH)
53. Laura de Mello e Souza (FFLCH)
54. Laura P.Z. Izarra (FFLCH)
55. Leon Kossovitch (FFLCH)
56. Leyla Perrone-Moisés (FFLCH)
57. Ligia F. Ferreira (FFLCH)
58. Lucia Wataghin (FFLCH)
59. Lucia Wataghin (FFLCH)
60. Luís César Oliva (FFLCH)
61. Luiz Renato Martins (ECA)
62. Luiz Tatit (FFLCH)
63. Madalena N. Hashimoto Cordaro (FFLCH)
64. Mamede Mustafá Jarouche (FFLCH)
65. Manoel Mourivaldo Santiago Almeida (FFLCH)
66. Marcelo Vieira Fernandes (FFLCH)
67. Marcia Arruda Franco (FFLCH)
68. Márcia Regina Berbel (FFLCH)
69. Marcos Piason Natali (FFLCH)
70. Marcos Silva (FFLCH)
71. Margarida Maria de Andrade (FFLCH)
72. Maria Augusta da Costa Vieira (FFLCH)
73. Maria Cristina Cortez Wissenbach – FFLCH/DH
74. Maria Helena P. T. Machado (FFLCH)
75. Maria Lúcia C. Victorio de O. Andrade (FFLCH)
76. María Teresa Celada (FFLCH)
77. María Zulma M. Kulikowski-FFLCH
78. Marina de Mello e Souza (FFLCH)
79. Mario Miguel González (FFLCH)
80. Marli Quadros Leite (FFLCH)
81. Marta Kawano (FFLCH)
82. Marta Maria Chagas de Carvalho (FE)
83. Mayra Laudanno (IEB)
84. Michel Sleiman (FFLCH)
85. Neide T. Maia González – FFLCH
86. Olgária Chain Féres Matos (FFLCH)
87. Pablo Ortellado (EACH)
88. Paula da Cunha Côrrea (FFLCH)
89. Paulo Daniel Farah (FFLCH)
90. Paulo Martins (FFLCH)
91. Rafael de Bivar Marquese (FFLCH)
92. Ricardo Musse (FFLCH)
93. Roberta Barni (FFLCH)
94. Roberto de Oliveira Brandão (FFLCH)
95. Roberto Zular (FFLCH)
96. Rosane de Sá Amado – (FFLCH)
97. Rubens Pereira dos Santos (FCLAssis/Unesp)
98. Salete de Almeida Cara (FFLCH)
99. Samuel Titan Jr (FFLCH)
100. Sandra Guardini T. Vasconcelos (FFLCH)
101. Sheila Vieira de Camargo Grillo (FFLCH)
102. Tania Celestino de Macêdo (FFLCH)
103. Vima Lia de Rossi Martin (FFLCH)
104. Viviana Bosi (FFLCH)
105. Vladimir Safatle (FFLCH)
106. Waldemar Ferreira Neto (FFLCH)
107. Yudith Rosenbaum (FFLCH)
108. Maria Ligia Coelho Prado (FFLCH)
109. Paulo Arantes (FFLCH)
110. Otília Arantes (FAU)
111. Osvaldo Coggiola (FFLCH)
112. Lúcia Bruno (FE-USP)
113. Rosângela Gaviolo Prieto (FE-USP)
114. Cláudia Pereira Vianna (FE-USP)
115. Doris Accioly e Silva (FE-USP)

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Comentários

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88 comentários
  1. Alexandra

    Há professores de ponta na lista, sim. Quem disse isso, nunca estudou na USP (sim, porque a FFLCH pode ser criticada o quanto quiserem, mas é uma faculdade que atende várias outras).

  2. Fernando

    Reinaldo,

    A lista não tem 115 nomes… tem 114. Eles não sabem nem que “abaixo-assinado” só se assina 1 vez…. Imagina o que ensinam aos nossos jovens…

    57. Ligia F. Ferreira (FFLCH)
    58. Lucia Wataghin (FFLCH)
    59. Lucia Wataghin (FFLCH)
    60. Luís César Oliva (FFLCH)

    Abraços…

  3. JigSaw

    A lista é o “meu povo no poder”.

  4. Anônimo

    Agradeço ao anônimo das 7.02 e 7.12: refrescou a minha memória. He-he-he-he-he

    Mas, mesmo assim, acho que há gente que assinou pq ficava “feio” não assinar.

    L.

  5. Anônimo

    Tio Reinaldo,

    Seria possível me informar quanto esses professores ganham por mês e quantas horas trabalham efetivamente para a USP? Vai ser descontado o período não trabalhado, ou eles são isentos de desconto?

  6. Aline

    Reinaldo

    Você não tem direito de dizer que esses professores não ensinam nada além de proselitismo aos alunos. Embora eu saiba que nesta lista constem muitos picaretas, há gente muito boa também.Professores competentes, inteligentes e comprometidos com a faculdade. Não é justo diminui-los desse jeito. Ou você também mandou a justiça às favas e só quer atenção, como muitos dos grevistas?

  7. Anônimo

    Juca Mulato corrige

    Veja
    Lucia Wataghin asina 2 vezes, nas posições 58 e 59.
    Seria bom, ainda que os demais vissem se realmente assinaram.
    Para quem hackeia e-mail.

  8. Bruno Moreira Torres


    Dejá vu de meu tempo na faculdade de Letras-Inglês da UFES (quatro anos perdidos!). Aprendi nada de magistério, pouco de letras, e TUDO sobre como a sociedade capitalista é culpada por todos os males do mundo…

    Outra coisa que eu via – e aposto que a fefeléchi é igual nisso – era a politicagem desenfreada. Todos formavam panelinhas para prejudicar outras panelinhas – que, por isso, se sentiam no direito de prejudicá-las antes.

    Exemplo: por um semestre INTEIRO, nosso curso não pôde emprestar livros com a identidade estudantil. Tínhamos que apresentar o horário individual. Motivo? Erro de impressão no documento, mas leia-se briga entre os sindicatos e tudo fará sentido…

    É triste ver que a UFES não é excessão, mas regra.

  9. Anônimo

    114 DEMISSÕES POR JUSTA CAUSA!!!!!

    2 X A Lucia Wataghin (FFLCH)

    RUA E CADEIA PARA TODOS!!!!!

  10. Anônimo

    Pô, que decepção!!! Eu jurava que o nome da Marilena Chauí estava nesse abaixo-assinado. A dona até que anda quieta, mas ela não ter aparecido lá para dar uma aula-magda pros seus pupilos é uma tremenda mancada. Será que ela anda ocupada demais para assinar abaixo-assinados, procurando alguma nervura no que está acontecendo agora na Reitoria da USP?

  11. Anônimo

    Professores confusos que mentem para seus alunos e articulam movimentos calcados em premissas falsas não podem continuar lecionando.
    O Brasil precisa de gente séria ensinando nas faculdades.

    Professores que assinaram este manifesto, façam um bem a si mesmos, aos alunos e ao Brasíl, comecem a dizer a verdade e renunciem ao ensino.

    Por favor.

  12. Anônimo

    Esse é o nosso Brasilzão. Enquanto uma dúzia de desocupados privilegiados pára o país, a grande maioria tenta desenvolvê-lo e levar uma vida digna.
    Até quando?

  13. Paulo

    É isso aí Reinaldo, mata a cobra e mostra a cobra morta.

  14. enfático

    Ahahah! “refutamos qualquer ação violenta de desocupação do prédio”
    Agora… ocupação violenta pode “né”?.
    Ridícula essa esquerda tupiniquim.
    E pensar que aí no meio tem “profeçores” de filosofia..
    Se os distintos não entenderam o que quer o governo , o que será que eles ensinam hein?
    Invasão de fazendas? ocupação de prédios? , transgressão do direito de propriedade? Parem que eu quero descer.

  15. Anônimo

    São as típicas Excelências Inúteis.

  16. Anônimo

    Os remelentos que ocupam a reitoria da USP já deveriam ter saido para tomar um banho, tirar a remela dos olhos, passar talco Pom-Pom e pomada Hipoglós e trocar as fraldas Pampers. Tomar todynho com sucrilhos e comer um danoninho que vale por um bifinho. Já os funcionários RANHENTOS, deveriam lavar a cara, pingar Rinosoro nas narinas e assoar o nariz emporcalhado e escarrar o muco acumulado.
    Quanto aos professores da lista sugiro que tirem as sandalias, lavem os pés para remover o chulé e passem talco cremoso Tenys pé.

  17. Anônimo

    NO IFCH, versão Unicamp da FFLCH, os piqueteiros continuam agindo. E a direção da unidade com uma tremenda cara de paisagem. Feia.

  18. Anônimo

    Oh, injustiça a minha! A Leyla Perrone-Moisés claro que conheço. É especialista em Roland Barthes. E é dela esta inesquecível definição: “nos textos de Barthes, encontramos uma coisa rara: a presença da sensualidade, do afeto e do humor no discurso acadêmico. Um saber com sabor”.

  19. Anônimo

    Holly smokes! Alguns desses aí fazem bico de “jornalista” na Folha e assemelhados. Ou será que fazem bico de “professor” na faculdade? (O que não explica nem justifica a cobertura horrorosa da Folha sobre todos os fatos: os decretos do Serra, a invasão etc. Desde o início, a FSP “comprou” a versão decretos=perda de autonomia.)

    1. O Paulo Daniel Farah (89) é especialista em Islã, mas é “analista” (e tome aspas…) de política internacional na Folha. Deve ser “frila”. “Analisou” a recente visita do Papa.

    2. O Flávio Aguiar (33) é um velhote transviado, remanescente “revolucionário” lá dos anos 60/70. É editor-chefe da agência Carta Maior, que anda malíssima das pernas, quase quebrou, mas deve ter conseguido a little help do governo companhêro. Agência online, era hospedada no UOL, de onde saiu há pouco, certamente por falta de pagamento…

    3. A Olgária Matos (86) assina o que vier, até manifesto a favor do (ou contra o, whatever) Patriarca de Alexandria. Era uma das “famosas” do manifesto contra a condenação do Emir Sader, na ação movida pelo Bornhausen.

    4. O Paulo Arantes (109) é outro dos “darlings” da Folha. Freqüenta o caderno Mais! e é ouvido invariavelmente em matérias “progressistas”. Do professor Ruy Fausto sobre ele: “O discurso de Arantes é de estofo anarco-marxista. Tem a marca do Marx, mas também de uma crítica da posição marxista. As duas coisas desembocam num discurso que a meu ver é regressivo e niilista. No discurso de Paulo Arantes há ainda um antijuridicismo violento. E aí ele se funda no Carl Schmitt, que é um teórico radical da direita. Essa aliança não é ocasional. O que ele tira de Schmitt? Essa visão antijurídica, e através dela o ataque à democracia. Claro que Arantes não vai até a conclusão de Schmitt, que é o governo autocrático, e, no final, o governo nazista. Mas ele vai até a crítica da democracia. Trata-se de mostrar a cumplicidade da democracia com as formas totalitárias. Isso é perigoso.” (Caraca, meu!)

    5. Luiz Tatit (62), além de compositor, cantor e violonista, também professor do Departamento de Lingüística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. É parceiro do Zé Miguel Wisnik, outro dublê de músico e professor de lá. (Holly smokes again! Como é que o Zé Miguel ficou fora do abaixo assinado?) A Folha ama essa dupla e sua turma de pós-modernos… Caetano também. Na música, até que fizeram uma ou outra canção legal.

    6. Viviana Bosi (104) é filha do Alfredo Bosi, professor de lá, crítico literário e imortal da Academia Brasileira de Letras. O Bosi pai até merecia um verbete maior, mas agora me deu preguiça. Vou dormir.

    O resto da lista não conheço. E se não conheço é porque não fizeram grande coisa na vida… hehe (Sorry, mas as palavras em inglês refletem minha esperança de que, quando (ou se) o Brasil crescer, seja parecido com os EUA, e a USP, com Harvard, Yale ou qualquer outra das oito da Ivy League.)

  20. Daniela • Brasileira Insone

    tsc tsc tsc

    *

    Pessoal dos comentários, os remelentos e as mafaldinhas não estão invadindo o blog de vocês não? Ô povo sarna… ficam o tempo todo procurando quem os surre, para saciar a carência de limites…

  21. Anônimo

    Volta FHC!
    Volta para a USP!
    Volta para a FFLCH!
    Volta para as Ciências Sociais!

  22. Anônimo

    Só dá fefeleche na lista. É o problema da endogamia. O sujeito entra na graduação, depois faz mestrado e doutorado na mesma fefeleche. Depois fica puxando o saco dos mais antigos na casa para ser aprovado nas bancas de seleção de novos professores e de promoção na carreira. Fica fácil quando se repete os velhos slogans. Daí surge o pensamento único, deste emaranhado de minhocas hermafroditas fecundando-se entre si com os mesmos genes.

  23. ichug

    ¨e refutamos qualquer ação violenta de desocupação do prédio¨

    Então tá , a invasão pode ser violenta ja a desocupação…CAMBADA DE DESOCUPADOS

  24. André-sp

    Quero a lista dos aprendizes de vagabundos, se possível com o ano de matricula e curso.

    Esta lista precisa ser distribuida na imprensa para que todos esses vagabundos pastem depois de “formados”…

    Só vão conseguir empregos nos patidecos vermelhinhos!

  25. Anônimo

    Simples curiosidade:
    a) Flávio Aguiar (nº 33) é o mesmo dos anos 70?
    b) há laço de parentesco entre 109 e 110: Paulo e Otília Arantes? do tipo: dois irmãos, pai e filha, marido e mulher?
    L.

  26. Anônimo

    Da lista, conheço vários. Alguns me espantam. Assinaram mas devem estar meio incômodos.

    Alguns – os mais velhos – devem estar ocupando as suas próprias vagas depois de aposentados. O esquema é perfeitamente legal no Brasil embora imoral. Um docente (geralmente mulher) aposenta-se com 25 anos, volta e concorre à sua própria vaga, é julgado pelos seus próprios pares, ganha o concurso e dobra o salário.

    Na Alemanha, é proibido 2 docentes casados trabalharem na mesma Faculdade. Os alemães exageram, claro, mas têm outros pruridos.

    L.

  27. carlos

    Ô anônimo das 1:25 AM, por que você não vai se informar melhor sobre os motivos que levaram a este abaixo assinado, antes da falar tanta bobagem?

  28. Aluno da FEA...

    Esse povo recebe aposentadoria integral?!

  29. Anônimo

    Reinaldo,

    Puxa, os professores “dazumanas”, inclusive da faculdade de Letras, poderiam pelo menos ter o cuidado de retirar o hífen errado de “abaixo-assinados”, não é?

  30. Anônimo

    Este Serra é um fraco, como todos os pulhas do PSDB. Manda descer o cacête que esta greve acaba em um minuto. Ter governador sem culhão dá nisto e acaba ficando desmoralizado.Governo de fracos, povo de merda, país sem futuro…

  31. zé rodrigues

    Eu tenho um grande consolo por ver essa lista: nenhum deles é meu amigo de infância. O que pode signficar muita coisa: – que nenhum deles deu em nada que prestasse; que eles foram mais inteligentes e partiram para coisas mais úteis do que dar aula na USP; que eles se casaram com gringas ricas e estão morando no Exterior; que eles viraram garotos de programa; OU, assim espero, seguiram carreiras mais produtivas e ÚTEIS a si mesmos e à sociedade, como por exemplo, morreram e estão debaixo da terra, adubando-a para as gerações futuras (a propósito, por que esses professores aí não morrem, hein?).

  32. Daniel F. Silva

    O que essa racaille (salve, Sarkoza!) não faz pra vagabundear…

  33. marcelo

    Hehe,
    Eu estudei o príncipe…na FEA!

  34. Anônimo

    tenho uma suspeita horrível para esse índice enorme de fefelechentos de miolo mole: COCAÍNA E MACONHA.
    Quando estudei por lá, nos na virada das décadas de oitenta pra noventa, o que rolava solto por lá, sobretudo na História e Geografia, era TÓXICO.
    Não dava pra usar o banheiro da História à noite sem presenciar o trabalho dos traficantes. Não dava pra usar uma sala de aula vaga para um trabalho ou pra estudar, sem antes pedir licença a um usuário, mesmo que às 3da tarde.
    Essa gente não quer polícia no campus porque é conivente com, cliente e\ou sócia dos traficantes.

    Beth

  35. analfabeto funcional

    Que Deus me livre destes professores. O governo Serra quer apenas monitorar o dinheiro do povo e estes babacas estão achando coisas nessa atitude. bah!

  36. xarope

    Kakaakakaka , saiu no G1 que a turma da invasão pediu pinico para o Senilplicy ….Será que ele cantou lá??De qquer forma MENTIU dizendo que os documentos estão sendo preservados , já que um suposto invasor alardeia possuir e divulgar um doc interno no link :
    http://leonildoc.orgfree.com/cartap.htm
    Segundo um dos INVASORES :
    ” Suplicy foi chamado para evitar que a Polícia Militar obrigue os universitários a deixar o prédio à força.”
    Os valentes viram que sua suposta revolução “não colou” , e q podem ter seus privilégios auditados( quem mora no CRUSP ? Quem tem bolsa?Qual o desempenho escolar dos beneficiados com bolsas ou moradias ? só para dar um exemplo) e querem sair dessa
    sem borrachadas e punições futuras…

    Os invasores ja deveriam ter sido desalojados e , no minimo terem suas regalias la dentro ,como luz e internet(banda larga_ninguem e de ferro) cortados, coisa q ainda nao se fez.Para tripudiar sobre o estado de direito na pensão da suely promovem hoje a noite uma festa (Sera que os mestres tbem vão? A Reitora ? Ira rolar um “cachimbo da Paz” ?)
    Isso não é tolerância e sim leniência com a vagabundagem e prevaricação .Mas não basta a desocupação da Reitoria É NECESSÁRIA A PUNIÇÃO EXEMPLAR DOS BADERNEIROS E SEUS MESTRES!!!

  37. Antonio Pau

    Estes idiotas já estão devidamente desmoralizados, mas…

    …daqui a alguns anos estarão por aí ilustrando reportagens das TVs na qualidade de “especialistas sociais” aptos para culpar a sociedade e as vítimas pelos piores crimes perpetrados pelos piores bandidos…

    …e ainda os veremos com suas vozes e seus ares afetados, deitando falação e sendo festejados por entrevistadores-cabeça-engajados, enquanto, à luz do politicamente-correto, “explicam” e desculpam os crimes e os roubos descarados praticados pelos esquerdistas daqui e de todos os lugares.

  38. Anônimo

    Aquele texto do spam do tal Sergio Franco é assim mesmo truncado ou meus poucos neurônios estão queimados pela codeína?
    Prato cheio pra vosmicê desmontá, né não?
    E mais: ao lado dos nomes, tem como colocar qto elas/es ganham?

    Sabe, deve ser por causa desses cacos que o Mozart de Garanhuns disse aquilo sobre professoras ( mas deveria ter se limitado às universitárias):”porque não é justo uma professora se aposentar com 50 anos de idade, ganhando bem, enqto uma cortadora de cana tem de trabalhar até os 60 anos pra se aposentar , ganhando um salário mínimo.”

  39. Anônimo

    Dois fatos que devem ser considerados:

    1) A reitora da USP, Suely Vilela Sampaio, não pertence aos quadros da FFLCH.

    2) A FFLCH, sozinha, não tem a menor condição de eleger um reitor, ainda que todos os seus professores, funcionários e alunos nela tivessem votado.

  40. Anônimo

    Viram? Filosofia,hoje, não ensina a pensar. Na verdade não se ensina a filosofar, ensina-se apenas história da filosofia, o que é bem diferente.E filósofos não são aqueles que se formam em filosofia.Eu hein, ainda bem que Sócrates não estudou nas universidades brasileiras, é ou não é?

  41. Ibis

    Pronto. A lista está ai, agora é só mandar para o olho da rua os vagabundos junto com os seguidores de Che Guevara que tomaram de asssalto a reitoria da USP.

  42. André

    Um outro complemento, especificamente sobre o departamento de filosofia da FFLCH. Dos 35 professores do depto, apenas 5 assinam o documento (tá, vamos contar 6 pq a Marilena não está na lista mas é a favor)

    Abraço

  43. André

    Reinaldo,

    Para não denegrir a FFLCH, sugiro que vc poste a contrapartida, i.e., a posição OFICIAL da faculdade:

    http://noticias.usp.br/arquivos/RR__5983_FFLCH1705.pdf

    “Moção da Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
    (FFLCH)
    A Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da
    USP, em reunião extraordinária, nesta data, vem manifestar resoluto repúdio à
    invasão do prédio da Reitoria por estudantes da universidade, ocorrida no dia
    três de maio de 2007. Este Colegiado se recusa a ser complacente com o
    emprego de meios violentos no encaminhamento e resolução de demandas
    públicas.
    A violência, que ameaça dominar a sociedade brasileira, contra a qual temos
    nos manifestado insistentemente, não pode substituir o recurso à palavra e ao
    diálogo com interlocutores legitimamente constituídos, visando avanços no
    direito de maior número à educação pública de qualidade. Somente o diálogo e
    a negociação são capazes de deter a destruição do patrimônio da sociedade e
    conter ameaças de privatização da universidade pública.
    São Paulo, 4 de maio de 2007
    Prof. Dr. Gabriel Cohn
    Presidente da Congregação”

  44. Anônimo

    Onde estão os deputados estaduais do PSDB para combater a mentira desses professores? O socialismo é uma farsa.

    (R)

  45. Anti-terror

    professor da fflch que nao assinar perde o desconto vip no buteco… he he

  46. Luis Antonio

    Reinaldão,

    não conseguem fazer corretamente uma simples lista. Fico imaginando o que estão ensinando. Faltou o abaixo assinado com as mamães das Mafaldinhas e Remelentos. Agora, Bambi interestelar foi ótima ! háháhá.

  47. Anônimo

    Eu tambem andei a pesquisar no Lattes e nas outras bases de dados sendo que algumas não estão a disposição para a maioria das pessoas por serem,digamos exclusivas para os catedráticos e demais pesquisadores.
    Sem querer desmerecer aos muitos autores que assinam a esta lista e
    longe de mim em incorrer no êrro crasso da generalização,devo dizer que faço questão infelizmente de não nomea-los (por não ombrear-me a eles) de colegas,uma vez que deparei-me em muitos dos casos e dos nomes pesquisados com uma verdadeira enxurrada de ‘cultura inútil’ que sequer poderia ser qualificada em escolas medianas de “produção científica”.
    Mas quem sou eu afinal para criticar o trabalho dos outros.
    Um reles professor PHD que abandonou o Brasil faz mais de duas décadas justamente por conta de pessoas assim na Universidade Julio de Mesquita Filho.

  48. Anônimo

    Paulo Aranres está sempre na mídia, mas pensei que ele vivesse na França. Parece que é professor em Paris.

  49. Didi Iashin

    Eu tive dois semestres com o Francis Aubert, sobre tradução. Tive aula com o Hansen e com o Tatit.
    Lucia Watagin é um nojo só.
    Que pena …
    Acho que o cérebro virou maionese. que tá com a validade vencida.
    Pena.

  50. Anti-terror

    Eu sou suspeito pra falar, pois me formei no IFUSP (com maior orgulho desde que li a carta dos docentes, alguns dos quais foram meus professores).

    O que eu gostaria muito de fazer, se tivesse tempo para tanto, era dar uma pesquisada nos curriculos dos docentes que assinaram a lista. Saber o que e quanto eles publicam, quais as suas atividades cientificas (afinal, ciencia humana eh ciencia, certo?), enfim, como estah sendo investido o rico dinheirinho publico que paga os salarios e o cargo vitalicio desses bravos.

    A atividade mais lucrativa na fefelechi eh o boteco (esse eles nao estatizam…), que vive apinhado com intelequituais que pensam e discutem profundamente enquanto apreciam aperitivos etilicos…