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03/10/2011

às 16:45

“Esse Israel tem de desaparecer”. E ninguém soltou um pio de protesto!

É curioso! Muitos analistas brasileiros atribuem aos palestinos a candura que eles próprios não se atribuem. Imaginem se um diplomata israelense de um recanto qualquer dissesse: “Essa Autoridade Nacional Palestina deve desaparecer…” Seria um escândalo. Na sexta, numa palestra a universitários, Ibrahim Alzeben, embaixador palestino no Brasil, afirmou com todas as letras: “Esse Israel deve desaparecer”.

Para que não pesasse nenhuma dúvida sobre o que ele estava querendo dizer, fez questão de deixar claro: “E não é o embaixador do Irã nem o presidente (Mahmoud) Ahmadinejad quem está falando”. Logo, ficou evidente que ele não estava querendo dizer que Israel tem de desaparecer da Cisjordânia. É desaparecer do mapa mesmo, conforme pregou Ahmadinejad. Mas, claro, muitos dirão: “Ah, ele não manda nada!” Pois é! Ele reflete um debate interno, quem sabe uma estratégia.

Ciente de que o Hamas, que também acha que Israel tem de desaparecer, não vai parar de jogar foguetes contra Israel, Alzeben afirmou: “Israel está preparando provocações para um novo conflito. Duvidem da origem dos próximos foguetes partindo da Palestina”. Afirmou ter informações da contra-inteligência segundo as quais Israel estaria infiltrando agentes em Gaza para disparar mísseis contra o próprio território, entenderam?

Estado judeu
Ao afirmar que “esse Israel tem de desaparecer”, Alzeben escancara a natureza da “luta”, que muitos especialistas, inclusive os nossos, se negam a admitir.

Quando a Autoridade Nacional Palestina se nega a reconhecer Israel como um “estado judeu”, quer deixar a volta dos ditos “refugiados” como uma causa a pautar as gerações futuras. Como não conseguem eliminar “esse Israel” pelas armas, sonham um dia eliminá-lo pela demografia.

Não vai acontecer. “Esse Israel” não vai desaparecer nem de um jeito nem de outro. O anti-semitismo pode estar seguro de que sua luta também não tem tempo para acabar… Arre!

Por Reinaldo Azevedo

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99 Comentários

  1. Casiane

    -

    25/11/2011 às 10:45

    Tenho compaixão por essas pessoas que acham que Israel pode desaparecer, será que não sabem a história dessa nação que tantos já tentaram destruir e não conseguiram, é o mesmo que travar uma guerra com Deus. Leiam a Biblia e encontrarão as respostas.

  2. andreia

    -

    04/11/2011 às 14:47

    o povo que fala bonito, uns falam melhore que outros , já sei que conhecem bem a historia.
    israel povo santo nação santa

    PODE MANDAR BOMBARDEIO E TUDO MAIS . DIZ: EIS QUE O POVO SE LEVANTA COMO LEOA E SE ERGUE COMO LEÃO; NÃO SE DEITA ATE QUE DEVORE A PRESA E BEBA O SANGUE DOS QUE FOREM MORTOS.
    COMO PODE AMALDIÇOAR A QUEM DEUS NÃO AMALDIÇOOU?COMO PODE DENUNCIAR A QUEM O SENHOR NÃO DENUNCIOU? NM23:8.24

  3. junqueira

    -

    15/10/2011 às 18:53

    Este Alzeben é um idiota como todos os que pensam da mesma maneira. É só observar como fala asneiras, deve ser amigão do lula, hugo chaves etc, seres amorfos de uma geração bastarda.

  4. ABRAHÃO ISRAEL PITKOWSKI

    -

    15/10/2011 às 14:07

    Qualquer um que desejar que Israel desapareça do cenário do Oriente Médio, como exemplo de um estado democrático de direito, está tentando dar um tiro no seu próprio pé, seria o mesmo que querer que o sol desapareça.Israel tem dado exemplo para o mundo civilizado, a democracia lá é real, palpável.

  5. Renato

    -

    15/10/2011 às 8:17

    Estes são os “democratas” que os “pensadores’ do PT admiram!

  6. jandaia

    -

    07/10/2011 às 20:22

    Espero que voce continue escrevendo e educando o povo brasileiro em um pouco de historia do oriente médio.

  7. Alexandre

    -

    05/10/2011 às 21:52

    E claro que ninguem soltou um pio! Essa “palestra” foi no dia do ano novo judaico!!! A organização sabia que todos os judeus estariam na sinagoga naquela data e horario!

  8. Sergio Srour

    -

    05/10/2011 às 11:59

    Parabens pelo excelente artigo, enfim alguem disposto a falar a verdade, nao deixe de visitar o link http://www.memritv.com/ para saber mais sobre a “luta” do Islã no mundo.

    Forte abraço

  9. Deborah Srour

    -

    05/10/2011 às 11:35

    Reinaldo, muito bom artigo. Escancara mesmo a natureza dos palestinos. Abbas em seu discurso na ONU também o deixou claro quando disse que os palestinos estao ocupados desde o dia da Nakba, da criação do estado de Israel. Em 1948 não haviam territórios ocupados (o que ocorreu em 1967). Assim, está claro que o objetivo deles nunca foi a criação de um estado palestino mas apenas e tão somente a destruição de Israel.

  10. Cedê Silva

    -

    05/10/2011 às 11:19

    Olá. Sou um dos co-autores da reportagem em questão, e comento aqui porque sou leitor do blog.

    1. Se 10 pessoas escrevessem uma reportagem sobre a palestra, seriam 10 reportagens diferentes.

    2. É evidente que tudo o que está na reportagem foi realmente dito pelo embaixador (ou pelo cônsul de Israel, também entrevistado).

    3. A reportagem não diz que Alzeben pediu a destruição de Israel. Está lá: “O embaixador palestino no Brasil, Ibrahim Alzeben, pregou (…) o fim da ocupação israelense”.

    4. Se existe um “trecho completo”, o trecho completo é esse mesmo: “Esse Israel tem que desaparecer, e não é o embaixador do Irã nem o presidente Ahmadinejad quem está aqui falando”. Não houve interrupção ou outra frase entre uma coisa e outra.

    5. O embaixador, plenamente ciente da presença de jornalistas e inclusive fazendo referências a isso durante a palestra, decidiu usar uma frase forte para condenar a ocupação da Cisjordânia. É notícia! Alguns podem pensar que “pegou mal”. Mas não é responsabilidade do repórter amaciar o que foi dito. Foi o que ele disse: “Esse Israel deve desaparecer”.

  11. Sérgio

    -

    05/10/2011 às 10:12

    E mais um prêmio Nobel, de Química, para um Israelense, para a inveja dos anti-semitas enrustidos.

  12. PARTIDO - PÊQUÊPÊ

    -

    04/10/2011 às 22:39

    ..
    TÊSSUTO DO EDGAR FEITOSA (POGREÇÇISTA) COMENTADO POR PARTIDO – PÊQUEPÊ (REACIONARIO)
    ..

    edgard feitosa – 04/10/2011 às 9:48
    .
    EF -Israel não quer e jamais vai permitir a criação do estado Palestino por uma simples razão:
    PPQP – PUXA ! UMA COISA SÓ RESUME TUDO, UMA SIMPLES RAZAO.. NOSSA, ISSO DEVE SER QUENTE…
    .
    EF – o EXPAN SIONISMO israelense não tem limites;
    PPQP – VERDADE, EDGARD … OUVI DIZER QUE JA CHEGARAM NA CHINA, DISFARÇADOS DE CHINESES…
    .
    EF – por outro lado sempre posar de vítima é a sua estratégia hipócrita;
    PPQP – É MESMO, NAO? E É OTIMA, POIS OS PALESTINOS SEMPRE A USAM. OS POGREÇISTA EM GERÁR A USAM BASTANTE…
    .
    EF – interessante que a volta dos palestinos NÂO PODE; mas o EXPAN SIONISMO das colônias nas terras palestinas ISSO PODE,
    PPQP – NAO É INTERESSANTE. É TRAGICO MESMO. E NAO É SIMPLES COMO VOCE PENSA…
    .
    EF – mesmo que tenham que destruir as casas dos palestinos;
    PPQP – NAO ME DIGA ? VOCE SE REFERE AQUELAS CASAS CUJOS PROPRIETARIOS MATARAM INOCENTES, INCLUINDO CRIANÇAS EM ISRAEL ???…
    .
    EF – o povo “ELEITO” por Deus;
    PPQP – OLHA A INVEJA…
    .
    EF – o povo que tem uma “MISSÃO” divina PODE TUDO,
    PPP – OLHA O COMPLEXO DE INFERIORIDADE…
    .
    EF – inclusive holocaustear o povo palestino;
    PPQP – “HOLOCAUSTEAR”…
    .
    EF -um povo que sofreu os horrores nazistas ao invés de aprender a tolerância,
    PPQP – SEI, PELO JEITO VOCE CONHECE BEM HISTORIA E O QUE SE PASSA POR LA… PORQUE SERA QUE ALGUNS PAISES QUE MANDAM DINHEIRO PARA OS TERRORISTAS PALESTINOS FAZEREM O TERRORISMO, ELES NAO MANDAM DINHEIRO PARA HOSPITAIS , ESCOLAS E COMIDA PARA OS CIDADAOS COMUNS PALESTINOS ? NAO É POR FALTA DE DINHEIRO ! E PORQUE SERA QUE QUEM AJUDA DE VERDADE OS PALESTINOS SAO OS AMERICANOS E OS ISRAELENSES ?…
    .
    EF – aplica os mesmos métodos de genocídio como os praticados nos campos de Sabra e
    Chatilla; sob a responsabilidade de Ariel Sharon.
    PPQP – PUXA ! OS PALESTINOS ESTAO SENDO EXTERMINADOS FRIAMENTE, SADICAMENTE E SISTEMATICAMENTE EM CAMARAS DE GAS E EXECUÇOES SUMARIAS ?
    !

  13. OLHANDO O MUNDO

    -

    04/10/2011 às 20:25

    Luis Jorge e Guilherme Casarões

    Eram muito mais dieretos os dirigentes palestinos de outros tempos. Os atuais fazem joguinho de cena, dizem uma coisa para uma platéia e outra coisa para outras, usam expressões que podem ter mais de um significado, para provocarem os judeus e ao mesmo tempo os desacreditarem diante de dos anti-israelenses.

    Muito mais direta era a fala de gente como o então chefe do departamento militar da OLP Zuheir Muhsin, que disse em 1977 “não há diferença entre jordanianos, palestinos, sírios e libaneses. Todos são parte da mesma nação”, e disse também “ é só por razões políticas que cuidadosamente definimos a identidade palestina, porque é do interesse dos árabes encorajar uma entidade palestina separada por razões táticas. A criação de um estado palestino será um novo instrumento na nossa batalha continua contra Israel.”

    Alguém dirá que isso são coisas antigas. Mas discuros semelhates são ditos todos os dias em Gaza e na Margem Ocidental. A única diferença é que diziam abertamente coisas assim em inglês no passado, e agora, geralmente, só falam essas coisas em árabe (mas o pessoal do Hamas continua sendo sincero e soltam a língua em inglês também).

  14. Sérgio

    -

    04/10/2011 às 20:16

    “Findou o martírio europeu que durou séculos nas mãos avaras dos judeus.”

    Ora, vai tomar cajú com sua judeofobia de pasquim.

    Foram os europeus sim que explorarm os judeus, que acreditaram ser cidadãos europeus e deram inestimáveis contribuição para a cultura Ocidental como filósofos, cientistas, matemáticos, escritores, músicos e empreendedores e no final foram praticamente exterminados.

    Agora a Europa quer se livrar de sua culpa pelo holocausto posando de moralista e apontando o dedo para Israel. Ora, que cuidem do seu quintal, que vai muito mal. A Europa sempre foi ciclotímica, produzindo sempre o melhor e o pior e com claras tendências suicidas. Veremos se ela conseguirá evitar o seu martírio nas mãos dos demopatas islâmicos. Quem (sobre)viver, verá.

  15. Sérgio

    -

    04/10/2011 às 20:05

    O Brasil deve ser uma teocracia também. Afinal, os evangélicos podem parar o trânsito da cidade para fazer suas manifestações, prejudicando o resto da população. E temos todos esses feriados católicos (mas disso ninguém reclama, claro).

  16. OLHANDO O MUNDO

    -

    04/10/2011 às 20:03

    Feitosa

    Que raio de expansionismo é esse que entregou Gaza a troco de nada. A margem ocidental é um território pequeno, o Sinai é muitas vezes maior. A margem ocidental tem apenas frutas e verduras, o Sinai tem petróleo e e gás. Os israelenses entregaram o Sinai em troca de uma assintaura num pedaço de papel, que os egípicios podem rasgar quando quiserem. Entregaram o Sinai e agora compram gás do Egito, e se os egípcios fecharem a torneira, os israelenses não podem fazer nada. Se os israelenses não entregassem o Sinai, não havia nada, legalmente que os egípcios pudessem fazer, pois perderam o Sinai numa guerra onde eles, os egípcios, eram os agressores. E nem podiam usar o truque da “terra palestina” porque o Sinai já era egípcio muito antes de 48.

    Só uma pessoa ignorante ou mal-intencionada pode falar de “expansionismo israelense”. Temo que as duas coisas se apliquem a você.

  17. OLHANDO O MUNDO

    -

    04/10/2011 às 19:54

    Alexis

    Certamente a Inglaterra não é uma “teocracia”, não é mesmo? Agora me diga, há algum orgão religioso ao qual o parlamento israelense esteja formalmente (ou informalmente) submetido? Há partidos religiosos? Os há em inúmeros países, e existem por existem eleitores. Em Israel, como em inúmeros países, são minoritários e só servem de contrapeso nos embates entre os grandes. Isso não tem comparação nenhuma com o que acontece no Irã, por exemplo, onde um orgão religioso DESAUTORIZA o parlamento. No Irã é necessária a aprovação dos religiosos para que alguém possa ser candidato.

  18. Sérgio

    -

    04/10/2011 às 19:35

    “O Irã não é uma democracia assim como Israel também não.”

    Eis aí o tipo de equivalência moral estúpida que grassa na mente dos moralizadores de Israel. É preciso ser muito apedeuta e/ou um anti-semita convicto para dizer uma M****
    dessas.

  19. "PATRULHA" do PARTIDO POGREÇISTA PORCARIA VIGARISTA

    -

    04/10/2011 às 16:44

    !!
    AVISO:
    !
    MAIS UMA PESSOA FLAGRADA DIZENDO VERDADES !! JA AVISAMOS QUE NAO ADMITIMOS A VERDADE, OÇÊIS TEM BASTANTE EXEMPRO DE COMO SE DEVE MENTIR I ETISSÉTARA, ENTAO PAREM COM ESTA MANIA DE VERDADE, DEIXA NÓIS MENTIR EM PAIS.
    !
    AQUI VAI O TEXTO VERDADEIRO E DIRETO; COISA EZECRÁVER.
    !!
    !!
    Myrian Elizabeth Dauer – 04/10/2011 às 15:24
    Fatos que não são citados:
    1. Nenhum país árabe aceita os palestinos de bom grado. Se um cidadão sírio casar com uma palestina ela não terá a cidadania do marido e vice versa. Um palestino jamais poderá pedir a cidadania de nenhum país árabe e eles podem ser expulsos a qualquer tempo. É dificultado a eles o acesso à educação e a empregos em países árabes.
    2.Quando os judeus começaram a morar na palestina, compraram as terras aos árabes e palestinos que lá viviam. Compraram as terras para fazendas, kibutz, cidades e pagaram com dinheiro enviado por judeus do mundo todo, principalmente americanos.
    3.Moravam juntos, lado a lado, em cooperação judeus e palestinos e assim viveram até começar o terrorismo árabe que insuflava os palestinos contra os judeus, no princípio timidamente e aos poucos, com atos cada vez mais violentos. Realizaram progroms na própria palestina!!! Por fim espalharam o terror entre os palestinos que fugiram em massa quando da criação do estado judeu, disseminando que seriam massacrados pelos judeus.
    4.Judeus são palestinos originariamente e nada impediria sua boa convivência.
    5.Israel envia dinheiro, comida e ajuda aos palestinos semanalmente. Palestinas vão dar à luz em hospital israelense. Na última guerra um médico judeu morreu entre os pacientes palestinos que tratava.
    6.Hezbollah e Hammas são organizações financiadas com dinheiro árabe/mulçulmano com o único fim de impedir a paz naquela parte do mundo. No Alcorão está escrito que um muçulmano não poderá descansar enquanto houver judeus e infiéis na terra árabe.
    Então é preciso ser realista quando se fala a respeito de paz entre palestinos e israelenses. Não adianta ficar falando que os EUA protegem Israel sem falar na atitude árabe/muçulmana que insufla o ódio, a violência e a revolta. Não haverá paz nem estado palestino enquanto Irã e Síria por exemplo, não cessarem de pagar por mais guerra, sangue e ódio.
    Esses são os fatos. Quem não os conhece pode se informar pq é história. Quem os omite o faz por desonestidade.

  20. Myrian Elizabeth Dauer

    -

    04/10/2011 às 15:24

    Fatos que não são citados:
    1. Nenhum país árabe aceita os palestinos de bom grado. Se um cidadão sírio casar com uma palestina ela não terá a cidadania do marido e vice versa. Um palestino jamais poderá pedir a cidadania de nenhum país árabe e eles podem ser expulsos a qualquer tempo. É dificultado a eles o acesso à educação e a empregos em países árabes.
    2.Quando os judeus começaram a morar na palestina, compraram as terras aos árabes e palestinos que lá viviam. Compraram as terras para fazendas, kibutz, cidades e pagaram com dinheiro enviado por judeus do mundo todo, principalmente americanos.
    3.Moravam juntos, lado a lado, em cooperação judeus e palestinos e assim viveram até começar o terrorismo árabe que insuflava os palestinos contra os judeus, no princípio timidamente e aos poucos, com atos cada vez mais violentos. Realizaram progroms na própria palestina!!! Por fim espalharam o terror entre os palestinos que fugiram em massa quando da criação do estado judeu, disseminando que seriam massacrados pelos judeus.
    4.Judeus são palestinos originariamente e nada impediria sua boa convivência.
    5.Israel envia dinheiro, comida e ajuda aos palestinos semanalmente. Palestinas vão dar à luz em hospital israelense. Na última guerra um médico judeu morreu entre os pacientes palestinos que tratava.
    6.Hezbollah e Hammas são organizações financiadas com dinheiro árabe/mulçulmano com o único fim de impedir a paz naquela parte do mundo. No Alcorão está escrito que um muçulmano não poderá descansar enquanto houver judeus e infiéis na terra árabe.
    Então é preciso ser realista quando se fala a respeito de paz entre palestinos e israelenses. Não adianta ficar falando que os EUA protegem Israel sem falar na atitude árabe/muçulmana que insufla o ódio, a violência e a revolta. Não haverá paz nem estado palestino enquanto Irã e Síria por exemplo, não cessarem de pagar por mais guerra, sangue e ódio.
    Esses são os fatos. Quem não os conhece pode se informar pq é história. Quem os omite o faz por desonestidade.

  21. Mako

    -

    04/10/2011 às 14:45

    São declarações obtusas e descabidas de nexo como esta que contribuem para a tragédia palestina. Quando é que estes dois povos vão entender que seus destinos estão ligados para sempre e que o melhor é cooperar com a paz permanente?

  22. Pertison

    -

    04/10/2011 às 13:41

    Tocar em Israel é como tocar na menina do olho de Deus, diz a Bíblia. Zacarias 2.8: “Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: Depois da glória ele me enviou às nações que vos despojaram; porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho”.

    Nenhuma nação conseguirá destruir Israel.

    Zacarias 12.8,9:
    Naquele dia o Senhor protegerá os habitantes de Jerusalém; e o mais fraco dentre eles naquele dia será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o anjo do Senhor diante deles.
    9 E acontecerá naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém;

  23. Sérgio

    -

    04/10/2011 às 13:04

    É isso aí, Lucena, bem resumido.

    A propósito, é curiosíssimo como sempre aparecem especialistas em direito internacional para ficarem apontando o dedo para Israel, igualzinho ao Erdogan, o
    turco hipócrita.

    Dá um tempo.

  24. Thiago V F Neto

    -

    04/10/2011 às 13:01

    Então quer dizer que o blog divulga “notícias” sem qualquer embasamento e/ou checagem de fontes, veracidade, etc.? Alegar que “a frase está na imprensa” é tão leviano quanto desrespeitoso para com o leitor, que presume o real empenho do jornalista em passar a notícia VERDADEIRA, comprovada.

    Nos anos da Alemanha Nazista, também havia “frases na imprensa” dizendo que os judeus eram os cupins da sociedade, que destruiam a solidez da economia germânica e por aí vai – basta assistir Arquitetura da Destruição para tirar suas dúvidas.

    Não dou a mínima para seu trabalho e seus valores, mas sim, me preocupo com o grande número de leitores deste espaço por terem em sua frente informação desqualificada e erroneamente taxadas de “análises políticas”.

  25. Sérgio

    -

    04/10/2011 às 12:59

    Senhor feitosa escreveu mal-feito. Expansionismo é o c*****.
    Israel *devolveu* o Sinai em troca da paz com o Egito, assinada aliás pelo Likud que vc demoniza. Israel poderia, como todo mundo, ficar com o território conquistado me uma guerra. É assim no mundo todo. E recentemente, em 2005, o demôninho preferido dos anti-semitas disfarçados (ie., covardes), o general Sharon, fez a retirada de Gaza incluindo desmantelamento de assentamentos. E, Sabra e Chatila foi um massacre perpetrado por CRISTÂOS.

    Portanto, vai plantar batatas, seu feitosa.

  26. Salama

    -

    04/10/2011 às 12:38

    O mito da convivencia harmoniosa… Israel foi criado em 1948. MEUS ANTEPASSADOS foram expulsos primeiro de Alepo (Siria) e logo depois do Egito… na segunda metade do Sec. XIX… só por serem JUDEUS.

    Esse Edgar Feitosa deveria estudar HISTÓRIA (e nao se informar pelas cartilhas do politicamente correto) antes de falar as asneiras proferidas em seu comentário…

  27. SergioD

    -

    04/10/2011 às 12:14

    Reinaldo, sou solidário com o sofrimento do povo palestino, mas com lideranças como essas a paz e pátria ficam cada vez mais distantes. Parece um roteiro armado, não?
    De um lado Hamas e Hezbollah, e a Autoridade Palestina. Do outro Benjamin Netanyahu. Quanto os primeiros provocam soltando foguetes, o outro manda bombardear Gaza ou o sul do Líbano. Quanto a AP vai a ONU solicitar a Aprovação do Estado Palestino, Netanyahu manda construir mais casas na Jerusalém Oriental. Quer dizer, não vejo pessoas, em ambos os lados, interessadas no rompimento do status quo beligerante. Fica muito difícil de se conseguir paz desse jeito. A atuação da AP é, digamos assim, mais Light. Mas aí aparece um embaixador como esse e fala uma barbaridade dessas…

  28. Anónimo

    -

    04/10/2011 às 12:09

    Bravo Reinaldo, bravo!!!

  29. Lucas

    -

    04/10/2011 às 12:04

    Pelo amor de Deus, parem com citações bíblicas e/ou argumentos religiosos para apoiar ou discordar de Israel. Não confundam a Israel bíblica com a Israel histórica, cuja independência foi declarada em 1948. O país Israel traça suas origens no sionismo, que foi acirrado diante dos massacres efetuados contra os judeus na Europa desde sempre, mas principalmente no séc. XX. Exaltem Israel por sua natureza liberal democrática na região, e tragam legitimidade por suas conquistas e pelo sofrimento do povo judeu, mas não usem a bíblia ou o “Senhor” para expressar o seu apoio, pois muitos do que o dizem são cristãos que andam interpretando literalmente a bíblia. Reinaldo, é interessante mesmo como o anti-sionismo foi encampado pelas esquerdas mundiais.

  30. Fernando

    -

    04/10/2011 às 11:33

    Se a “coisa” está neste ponto: porque não os palestinos? O mundo, por acaso, sairia perdendo?

  31. Christiane Rebola

    -

    04/10/2011 às 10:53

    Prefito me calar, caso contrário posso ser processada por incitar à violência !!!

    FORÇA ISRAEL !!!!!!!

  32. Roder Rock

    -

    04/10/2011 às 10:29

    Para aqueles que desconhecem a verdadeira relação de boa vontade do Gov. de Israel para com os Palestinos, segue outro link (pdf). http://www.mfa.gov.il/NR/rdonlyres/7E5F65B8-5291-46BD-8140-B6A105332007/0/ImplementationProjectsGazaJuly.pdf

    Qual nação (que não deseja a paz) tem tão boa vontade em ajudar seus supostos inimigos?

    Qual nação árabe ofereceria sua mão, ajuda ou permissão para o progresso, educação, saúde, comércio e outros bens sólidos para qualquer judeu ou cidadão israelense?

  33. Roder Rock

    -

    04/10/2011 às 9:59

    Claro que Alzeben também criticou os EUA, como todos líderes e governos árabes fazem, mas omitiu que os EUA são o maior doador em dinheiro para a Palestina, segue; “Ajuda externa dos EUA para os palestinos – Do ano fiscal de 2008 até o presente, assistência dos EUA, bilateral anual para a Cisjordânia e na Faixa de Gaza tem uma média de US $ 600 milhões, incluindo as médias anuais de mais de US $ 200 milhões em ajuda orçamental directa e mais de US $ 100 milhões em não-letais de segurança assistência para o PA na Cisjordânia. Além disso, os Estados Unidos é o maior doador individual de estado para o Alívio da ONU e Agência para os Refugiados da Palestina no Próximo Oriente (UNRWA.
    http://www.fas.org/sgp/crs/mideast/RS22967.pdf

  34. olavo

    -

    04/10/2011 às 9:57

    Myrian, lembre-se do que a molusca disse que a crise foi causada por gente de olhos azuis e de cabelos louros. Quando esse racista será julgado ?

  35. Roder Rock

    -

    04/10/2011 às 9:52

    Para não desconstruir a causa árabe contra Israel, o embaixador Alzeben também negou algumas informações fundamentais aos estudantes em sua palestra: Em 2010, os estados árabes cortaram a ajuda financeira à Autoridade Palestina. Segundo o Ministério das Finanças na Palestina, o PA recebeu 583.500 mil dolares no apoio orçamental até Agosto de 2010, dos quais apenas 22 por cento vieram de países árabes. O restante foi de doadores internacionais, incluindo a União Europeia e os Estados Unidos e Israel. Salah Rafat, membro do Comitê Executivo da OLP, instou os países árabes para honrar seus compromissos financeiros “

  36. edgard feitosa

    -

    04/10/2011 às 9:48

    Israel não quer e jamais vai permitir a criação do estado Palestino por uma simples razão: o EXPAN SIONISMO israelense não tem limites; por outro lado sempre posar de vítima é a sua estratégia hipócrita; interessante que a volta dos palestinos NÂO PODE; mas o EXPAN SIONISMO das colônias nas terras palestinas ISSO PODE, mesmo que tenham que destruir as casas dos palestinos; o povo “ELEITO” por Deus; o povo que tem uma “MISSÃO” divina PODE TUDO, inclusive holocaustear o povo palestino;um povo que sofreu os horrores nazistas ao invés de aprender a tolerância, aplica os mesmos métodos de genocídio como os praticados nos campos de Sabra e Chatilla; sob a responsabilidade de Ariel Sharon.

  37. Roder Rock

    -

    04/10/2011 às 9:33

    Vejam o quanto Israel é “mau” para os palestinos neste link (sobre tais fatos o Sr. Embaixador Alzeben ficou calado); Humanitarian & civilian activities towards the Gaza Strip – monthly report for August 2011 http://www.mfa.gov.il/MFA/HumanitarianAid/Palestinians/Humanitarian_civilian_activities_Gaza_Strip_monthly_report_August_2011.htm

  38. Cezar

    -

    04/10/2011 às 9:27

    Um embaixador de uma nação é a própria nação em outra terra! Assim, esse indivíduo fala por seu governo,sim.
    É um tremendo sofisma dizer que eles querem terra em troca de paz. O que eles querem é o fim de Israel, nada menos do que isto!
    Sabemos, pela profecia bíblica, da qual muitos debocham, que o pior para israel ainda está para vir, muito pior do que o homocausto da Segunda Guerra. Mas, além de outras, o Reinaldo disse uma grande verdade: Israel vai sobreviver a tudo, mesmo ao “tempo de angústia para Jacó, quando Jerusalém estará cercada de nações”. O tempo disto se aproxima, pois os Estados Unidos, o grande protetor de Israel, começam sua curva de descenso, a queda do grande império, e Israel sabe que o seu tempo de solidão está chegando.
    É impressionante o ódio a Israel por uns e o desprezo por outros. Não se acha explicação para isso fora da profecia bíblica. Só lamento que, depois de Oswaldo Aranha, o nosso Brasil tome uma atitude tão irrefletida contra Israel.

  39. Roder Rock

    -

    04/10/2011 às 9:20

    Só um embaixador cretino como esse tal de Alzeben tem a coragem de mentir descaradamente ao afirmar aos jovens brasileiros que “Israel está preparando provocações para um novo conflito. Duvidem da origem dos próximos foguetes partindo da Palestina. Afirmou ter informações da contra-inteligência segundo as quais Israel estaria infiltrando agentes em Gaza para disparar mísseis contra o próprio território.” – Esse senhor é deplorável.

  40. Roberto

    -

    04/10/2011 às 7:30

    “Feliz és tu,Israel, povo salvo pelo Senhor, malditos serão os que te amaldiçoarem

  41. Lucerna Juris

    -

    04/10/2011 às 5:28

    Rei,

    Esse assunto já deu o que tinha que dar. Está mais do que na cara que todo esse tró-lõ-lõ dos dirigentes palestinos não passa de pretexto. O que eles querem, mesmo, é destruir o Estado de Israel. Como não podem declarar abertamente que sua intenção é destruir o judaísmo, a maneira “politicamente correta” que encontram é a de pregar a destruição de Israel, como se uma coisa fosse sideralmente distinta da outra. Na sua cola seguem os “esquerdistas” de carteirinha, amiguinhos dos neo-nazistas e de outros tantos idiotas que andam por aí. Esses “esquerdistas” agem, mais ou menos, como os lulo-pestistas, verdadeiros fascistas enfurnados, que vivem elogiando a liberdade de Imprensa, mas que, em verdade, estão loucos é para acabar com ela, para tanto inventando mil e uma formas cínicas e indiretas de tentar atingir seu objetivo. O problema dos árabes que habitam a região da Palestina — mera região geográfica, assim denominada pelos romanos que destruiram a Judeia, não Povo palestino, não Nação palestina, nâo Estado palestino, que estes nunca existiram — nunca vai ser solucionado, enquanto tiverem os dirigentes que têm, a partir do democrata Arafat. Do mesmo modo, o problema do antissemitismo não vai ser solucionado. E sabe por quê ? Simplesmente porque a frustração, a inveja, o ressentimento, a ignorância, a estupidez, a idiotice, o sentimento de manada, a sacanagem, a pilantragem, a falta de educação, a falta de ética, tudo isso faz parte da natureza humana e continuará a dela fazer parte parte para todo o sempre, enquanto o homem for homem, de modo que, enquanto o homem for homem (e a mulher for mulher, para não parecer “politicamente incorreto”…), haverá antissetimismo, agora travestido de “anti-sionismo”, este como modo “politicamente correto” de poder expressar todas as “virtudes” acima, imaginando-se que se está a acobertá-las com um “manto político” . Mas é ótimo que os antissemitas (menos inteligentes, menos sofisticados, mais estúpidos do que aqueles que se proclamam “anti-sionistas) se expressem abertamente, como também que se expressem abertamente esses anti-sionistas (que, mais sofisticados, imaginam esconder seu antissemitismo sob a capa da política), porque, assim, se torna muito mais fácil identificar os invejosos,os frustrados, os boçais, os idiotas, os cretinos, os cínicos, os que estão sempre à busca de bodes expiatórios para suas maldades ou para sua impotência, sua incapacidade, sua, sua, sua, etc, etc, etc.

  42. Alexis de Tocqueville

    -

    04/10/2011 às 4:39

    A circunstância de a Igreja Anglicana ser nominalmente dirigida pelo ocupante do trono britânico não faz dela uma religião oficial nem torna o Reino Unido um Estado confessional. Não há hipótese de um Estado teocrático garantir a liberdade religiosa, pois simplesmente perderia sua razão de ser se assim procedesse.

  43. Alexis de Tocqueville

    -

    04/10/2011 às 4:28

    Reinaldo,
    À luz dos princípios que norteiam o Direito Internacional Público, a moldura institucional do Estado de Israel é um tema de interesse exclusivo de seu povo na medida em que eles buscam resguardar a soberania dos Estados Nacionais desde a celebração, nos idos de 1648, dos Tratados de Westfália – que puseram termo à sangrenta Guerra dos Trinta Anos ao chancelar a independência dos numerosos Estados de que se compunha a Europa Central. Partindo-se da premissa de que o reconhecimento diplomático de um Estado tem por finalidade precípua assegurar sua soberania, seria absurdo que um Estado manifestasse oficialmente seu assentimento ao sistema político de outro, que, cumpre ressaltar, pode muito bem sofrer alterações ao longo do tempo. Os palestinos que foram despojados arbitrariamente de suas terras durante a guerra travada entre o recém-criado Estado de Israel e uma coalizão de nações árabes são considerados refugiados pelo simples fato de terem sido forçados a abandonar o território no qual viveram por várias gerações. Os líderes políticos palestinos, pertençam eles ao governo da Autoridade Nacional Palestina ou ao Hamas, certamente jamais irão reconhecer Israel como Estado judeu, pois se assim o fizessem estariam não só legitimando a expulsão de seus antepassados como também desistindo de antemão de qualquer reinvindicação que buscasse assegurar a estes e a seus descendentes, senão o direito de retorno, ao menos alguma forma de reparação pelos prejuízos que sofreram.

  44. Luis Jorge

    -

    04/10/2011 às 1:41

    Reinaldo e a frase em que o embaixador se refere ao presidente do Irã, você está a usando para responder posts aqui, é muito simples de ser quebrada coo argumento… Ele quis dizer que “Este Israel” ou seja o país Israel que faz assentamentos em regiões indevidas, entre outros erros, deve acabar, e não´é o presidente do Irã que disse isso, porque o assassino maluco que acha que fala com o décimo segundo imã, acaha que QUALQUER ISRAEL, tem que acabar, ous eja, não pode existir NENHUM país de Israel. Já o embaixador claramente se refere ao fato delenão ser o presidente do Irã, e por isso mesmo não desejar o fim do país de Israel, e sim apenas desejar o fim do país de Israel que invade territórios alheios e faz assentamentos no mesmo, e que não deseja, JAMAIS a criação de um Estado Palestino ao seu lado, ao menos na opinião dos governantes que hoje estão no poder em Israel! P.S: Terrorista palestinos e árabes existem aos milhares infelizmente, mas quem matou Rabin, é bom lembrar, foi um fanático judeu! Fanáticos existem em todos os lados, principalmente quando não vemos, ou fingimos não ver, os erros de um lado e vemos só do outro ( que por mais que erre muito, não erra sozinho).

  45. Guilherme Casarões

    -

    04/10/2011 às 1:35

    Caro Reinaldo,

    A frase está num artigo do Estadão (porque a matéria da Veja a respeito desta mesma palestra sequer menciona tal ponto), cujo autor conhecemos. O próprio autor (embora não publicamente) admitiu ter chamado a atenção para a frase mais marcante da fala do embaixador, contando com a “boa fé” do leitor que inferisse, *do restante da matéria*, que o embaixador estava se referindo a uma circunstância específica, do “Israel ocupante”.

    O problema é que não parece ter havido esforço – nem de quem escreveu a matéria, muito menos da leitura que foi apresentada aqui – de situar a discussão no seu devido contexto.

    Quando ele falou de Ahmadinejad, a comparação foi utilizada para mostrar que, ao contrário das estripolias ditas pelo presidente do Irã, havia um clamor claro (e moderado) contra a presença física de Israel na Cisjordânia. Fez o paralelo para dar ênfase, nada mais. Não louvou, de maneira alguma, ditos ou atos de tal ou qual.

    Agora, convenhamos: rebater argumentos dizendo que a frase “está na imprensa” é subestimar a inteligência dos seus leitores e enfraquecer seu próprio raciocínio, que – mesmo discordando de muito do que você diz – costuma ser impecável.

  46. Ricardo

    -

    04/10/2011 às 1:34

    Aproveitando a deixa do Rodolfo e a sua lenda de “judeus e árabes vivendo harmoniosamente”, lembro que dia 2 de outubro o massacre de 21 judeus (sendo a maioria mulheres e crianças) em Tiberias completou 73 anos. Pra quem sabe fazer contas eu lembro que Israel só foi criado em 48…

  47. Ricardo

    -

    04/10/2011 às 1:30

    Eu entendo a revolta de alguns dos comentaristas. É óbvio que um representante palestino – ainda mais um membro do “moderado” Fatah! – nunca seria capaz de negar o direito de existência de Israel. É culpa da imprensa, claro!
    Abbas Zaki, embaixador palestino no Líbano, disse coisas parecidas numa entrevista pra al-Jazira (até ela os ‘sionistas’ já controlam…), mas fica claro pra qualquer um que distorceram as palavras dele também. Ou então doparam ele e usaram de controle da mente pra obriga-lo a fazer as afirmaçõs contidas no video abaixo.
    http://www.memritv.org/clip/en/3130.htm

  48. Luis Jorge

    -

    04/10/2011 às 1:26

    Hamas e alguns palestinos querem que Israel suma do mata = a FATO… Alguns, muitos mas ainda bem não a maioria, quer que os Palestinos se danem, continuem sendo humilhados e tratados como cidadãos de terceira classe, fazendo assim 80% da população palestina pagar pela idiotice de 20% que são idiotas fundamentalistas e terroristas = A FATO. A diferença é que do mesmo jeito que esquerdistas tolos defendem os palestinos só para poder falar mal de Israel, você Reinaldo, não cita, nenhum , NENHUM vez, de modo claro os erros e o FATO de o governo de Israel não querer, para NUNCA, a criação de um estado Palestino na região!!!!

  49. Myrian Elizabeth Dauer

    -

    04/10/2011 às 1:06

    Eu sei que a minha opinião não muda nada e nem importa para os envolvidos, mas acho que essa choradeira palestina já deu!
    O direito que eles têm a uma terra se confunde em meio às dezenas de outros direitos que eles se arrogam, em meio às violências que perpetram contra inocentes e principalmente, com o fato de que eles não desejam uma terra, mas toda a terra.
    Se Israel que ser reconhecido como um estado judeu, é direito deles. Ninguém lhes paga as contas nem vai morrer em suas fronteiras por eles. É desonestidade deixar que o anti-semitismo encubra as violências a que Israel é submetido diuturnamente.
    Esse palestino mau caráter que insinua que os ataques são feitos por judeus, quer esconder fatos como o ataque de hoje a uma mesquita em Israel ter sido feito por terroristas palestinos. Tão burros que ainda escrevem recadinhos para explicar o ataque.
    Desejo toda a força a Israel, pq acredito que eles têm a mais difícil missão, reservada a eles por Deus. São eles a primeira brigada na luta que se aproxima e ainda viremos a dever muito a eles.
    Qt ao nosso “governo”, deveria chamar às falas esse “embaixador” que vem aqui enxovalhar um governo amigo de um povo amigo do Brasil. Aliás, como pode haver um embaixador palestino se não existe um estado palestino

  50. Rodolfo

    -

    04/10/2011 às 0:47

    Olá Reinaldo,
    acho que existe um equívoco no seu post e vou comentá-lo da maneira mais didática possível.
    Os pronomes demonstrativos demonstram a posição de um elemento qualquer em relação às pessoas do discurso.
    No presente caso, o embaixador Ibrahim Alzeben estava fazendo uma referência, que na sua citação está completamente descontextualizada, à um tema específico que ficou muito claro durante a palestra. Existe o entendimento por parte do diplomata de que o Estado de Israel possui, entre outras características (dentre as quais destacou a proximidade fraterna com seus irmãos árabes) um braço militar de ocupação do território palestino, definido em Assembléia da ONU em 1967.
    Segundo o próprio embaixador, essa inclinação à ocupação representa parte pequena do grande Estado de Israel, ainda, não faz jus à grandiosidade do povo hebreu, que durante séculos viveu harmoniosamente com seus irmãos árabes.
    “Esse” Israel, este que acabei de descrever, Israel ocupacionista, é que deve acabar segundo o embaixador.

    Justifica-se assim que ninguém na platéia tenha soltado nenhum pio. Pois, ainda que universitária, a platéia não era composta por nenhum terrorista ou fanático, era sim composta por gente disposta a ouvir um discurso na sua forma mais interessante, que apenas uma palestra proporciona, a íntegra.

    Assim, como universitário que sou, íntegro que me sinto, e tendo ouvido uma palestra de mais de 2 horas, me pergunto, será que ainda vivemos em um mundo de citações descontextualizadas e sensacionalismo barato? Será que nem os mais longos e sangrentos anos deste conflito nos ensinaram a, pelo menos, debater sem distorcer?

    REINALDO RESPONDE E COMENTA
    A frase está na imprensa. A referência que ele fez a Ahmadinjad também foi em outro contexto?

  51. Incisiva

    -

    04/10/2011 às 0:45

    Essa eu recebi por e-mail, Reinaldo, e achei ótima:
    Um engenhoso exemplo de oratória e política, ocorrido recentemente na ONU, fez sorrir a comunidade mundial lá presente:

    O representante de Israel na ONU:
    - “Antes de começar meu discurso queria contar-lhes algo sobre Moisés (todos curiosos…): Quando Moisés golpeou a rocha e dela saiu água, pensou ” que boa oportunidade para tomar um banho”. Tirou a roupa, a deixou junto a pedra e entrou na água. Quando acabou de banhar-se e quis vestir-se, a roupa tinha sumido! Os palestinos tinham-na roubado!!
    O representante da Palestina levantou-se furioso e bradou:
    - Que bobagem, nem haviam Palestinos naquela época!!!
    O representante de Israel sorriu e disse:
    -Muito bem, e agora que ficou claro quem chegou primeiro a este território e quem foram os invasores, posso começar meu discurso…

  52. Thiago V F Neto

    -

    04/10/2011 às 0:11

    Caro Reinaldo,

    1. O Sr. NÃO ESTAVA PRESENTE na tal palestra, à qual eu fui e te desafio a me provar do contrário.

    2. A frase citada pelo Sr. foi completamente retirada de contexto, o que torna a informação que passada por este blog MENTIROSA.

    3. Com a exposição que uma revista como a VEJA tem no Brasil (espantosamente grande dado o nível baixíssimo de qualidade da mesma), esse tipo de informação distorcida da realidade torna-se fato para uma grande parcela da população, o que empobrece o debate e transforma verdades em mentiras, mentiras em verdades, inocentes em culpados, civis em terroristas e por aí vai…

    Em suma: o nível de leviandade dessa sua afirmação aqui no blog é assustador. Espero que seus leitores possam ter acesso a este comentário, uma vez que todos CONFIAM NO SR. PARA TER UM SUPOSTO ACESSO À INFORMAÇÕES DE QUALIDADE.

    Sem mais,
    Thiago V Fontoura Neto

  53. David

    -

    04/10/2011 às 0:09

    Caro Rei,

    Nós católicos iremos para Israel para defender o Estado da liberdade, da diversidade, da religiosidade e da democracia. Fosse um Estado islamita tudo seria como são os Estados islamitas ao redor de Israel, uma intolerância só.

  54. Guilherme Casarões

    -

    03/10/2011 às 23:49

    Caro Reinaldo, estive na referida palestra e as frases que serviram como base do teu post foram totalmente retiradas de seu contexto original.

    Nenhuma das aspas, infelizmente, é fiel ao que foi dito – e sua habilidosa retórica foi capaz de distorcer as colocações ainda mais.

    O engraçado é que ao menos um dos jornalistas que estavam no evento e (quero acreditar, ingenuamente) colocaram as frases “bombásticas” em suas matérias sabe do teu post e não fez nada – até agora – em direção a um “mea culpa”.

    Digo isto porque estou convicto de que você não se encontrava lá. A não ser que eu tenha perdido o chapéu panamá de vista.

    REINALDO RESPONDE E COMENTA
    A frase está na imprensa. A referência que ele fez a Ahmadinjad também foi em outro contexto?

  55. Dieter Schröder

    -

    03/10/2011 às 23:25

    A realidade impõe infinitamente novas perspectivas, a criação do estado de Israel foi uma das mais perspicazes ações do ultimo milênio, os EUA e o Reino Unido resolveram quase todos os problemas que se apresentavam na Europa ao fim da II guerra, o dos europeus, notadamente o dos alemães; o dos judeus perseguidos em quase todos os países envolvidos no conflito, e que tinham anseio por autodeterminação; e ate o dos Brasileiros, pois o Amapá era considerado como um possível destino do futuro estado de Israel; só não se considerou(ou não se quis) que a 2.000 anos aquelas terras eram habitadas pelos Palestinos, não formavam uma nação, mas estavam lá. Nem a Bíblia , nem o Al corão são justificativa para a formulação de pretensões históricas sobre aquele território, o que se impõem é a realidade atual, e esta aponta para o fato de que este conflito deve ser resolvido entre Judeus e Palestinos sem recorrer a padrinhos e “aliados”, pois estes já se mostraram muito mais intereçados em suas próprias conveniência do que na paz ou futuro da região. Milhares de vidas, e infinitos recursos são desperdiçados em nome de valores que não tem um propósito construtivo. Enterrem as ortodoxias e sejam felizes e prósperos.

  56. Sérgio

    -

    03/10/2011 às 23:14

    O Magnolito, “cientista político” (que diabos será isto) podia disse que disse das maravilhas da “primavera árabe”, o despertar das juventude islãmica, que a mocidade muçulmana de padre-miguel é um grupo moderado que estaria se adaptando á modernidade, enfim, todas estas estultices que poderiam ter sido propostas por qualquer membro da Fundação Cacique Cobra Coral. O Egito é um estado falido, já tivemos ataque à embaixada, ataque terrosista via Sinai, explisão de gasoduto toda hora, sem contar com perseguição sistemática dos coptas. Óbviamente, vai dizer que é uma “fase de transição” ou outra parvoíce do tipo. Dizer que errou feio, isso nunca vamos ver.

  57. Sérgio

    -

    03/10/2011 às 22:58

    Ao “ingênuo” que vem com esse papo de “ei, palestinos não podem ser anti-semitas pois são semitas”: se vc está insatisfeito com a definição das palavras vá reclamar ao Aurélio. Mas, no caso, se vc está tão preocupadinho, pode trocar anti-semitismo por judeofobia ou racismo anti-judaico ou usar o termo original alemão: judenhass.

    Haja paciência…

  58. OBSERVANDO O MUNDO

    -

    03/10/2011 às 22:46

    Alexis

    Você mente ao afirmar que os israelenses estão bloqueando um acordo. Em todas as ocasiões anteriores foram os palestinos que abandonaram as conversações, justamente após os israelenses terem cedido em pontos importantes. Cada vez que os israelenses cediam isso era considerado como uma afronta. Quando os israelenses saíram UNILATERALEMENTE de Gaza, isso foi considerado como uma terrível afronta, punído com uma chuva de mísseis que vem durando muitos anos.

  59. OBSERVANDO O MUNDO

    -

    03/10/2011 às 22:39

    Alguns tem afirmado que Israel é um estado confessional. Em primeiro lugar, isso é falso. Em segundo lugar, mesmo que fosse verdade, isso não significaria que o governo fosse subordinado ao clero, nem significaria que os de outras religiões seriam perseguidos.

    A Inglaterra e alguns outros países europeus são formalmente estados confessionais, com igrejas nacionais. Não só isso não leva os não cristãos a serem perseguidos, como nem mesmo impede que os cristãos sejam perseguidos lá, visto que a maioria dos governos europeus tem uma ideologia fortemente anti-cristã. Em todas as grandes universidades do primeiro mundo, há muitos anos se ensina que a cultura judaico-cristã é o mal do mundo, e que todas as pessoas “de bem” devem lutar para extingui-la. A maioria dos governantes aprendeu bem a lição dos tempos de faculdade, e freqüentemente não tem escrupulos de quebrar ou torcer princípios constitucionais para por isso em prática. Cristãos ainda serão muito perseguidos aqui no Brasil (na verdade, já começou).

  60. Chacon

    -

    03/10/2011 às 22:37

    A salvação vem dos Judeus. se a Salvação vem dos Judeus, o que será que vem dos extremistas islâmicos? Os caras são uns sacanas, fala sério, essa coisa de querer se matar pra ter 7 virgens é uma sacanagem, são uns pervertidos, bom pelo menos eles querem 7 virgens O Shakira da S. Francisco quer sete moções contra sete reitores, ai ele vai ao êxtase. Abraço

  61. Alexis de Tocqueville

    -

    03/10/2011 às 22:29

    O fato de Cuba e Coréia do Norte serem Estados comunistas não levou a comunidade internacional a reconhecê-los como tal, visto que a configuração político-institucional de um país é assunto que diz respeito exclusivamente a seu povo. Tendo em vista que o instituto do reconhecimento diplomático se assenta nos princípios da soberania e autodeterminação, as formas de governo adotadas pelos diferentes Estados lhe são absolutamente indiferentes.

    REINALDO RESPONDE

    É um argumento falacioso – talvez o mais falacioso desse debate. Se os palestinos não reconhecerem Israel como estaod judeu, isso significa que a demana pela volta do que chama “refugiados” continuará – e, portanto, o risco da beligerância. Por que Israel deveria facilitar a luta daqueles que querem descaracterizá-lo é uma dessas exigências que só se fazem aos judeus. Espero que assim não seja só porque são judeus, não é?

  62. O Pic-pau

    -

    03/10/2011 às 22:22

    Hum… Atacar a si mesmo e depois colocar a culpa nos outros… Interessante… Idéia brilhante que só poderia sair de uma mente tão genial quanto a desse senhor Alzeben. Aí, petralhas: O que vocês acham de lançarem um ataque terrorista contra vocês mesmos e colocar a culpa no PSDB e no DEM?

  63. OBSERVANDO O MUNDO

    -

    03/10/2011 às 22:22

    Alexis

    1. Você diz inverdades. Primeiro, ninguém neste gabinete de governo, ou em qualquer outro precedente, defendeu a retirada de diretitos de não judeus. VoCê não pode provar isso pelos discursos daqueles a quem você acusa, então você usa as “interpretações” daqueles que odeiam o atual governo israelense para “provar” esse ponto. Poste aqui qualquer discurso inteiro de algum membro do gabinete de onde se entenda isso que você falou. A não ser que você tenha o preconceito de “entender” isso, independentemente do que realmente tenha sido dito.

    2. “Libertar a palestina”, conforme já declararam inúmeras autoridades da ANP, significa do Mar Mediterrâneo ao Rio Jordão. O próprio Abbas já declarou que não permitiria “nenhum judeu morando na palestina” (que em todos os mapas deles compreende toda a Terra Santa). Logo, é o contrário do que você falou, são os palestinos que querem tirar a cidadania dos judeus.

    3. Estado judeu é simplesmente o que está definido na partilha da palestina, conforme a ONU. Haveriam dois estados, um árabe o outro judeu. Foi definido como um “lar nacional para os judeus”. Isso não significa que os não judeus não tem cidadania, significa apenas que os judeus não podem perder a cidadania (como aconteceu em ínúmeros países do OM, onde judeus cujos ascendentes viviam lá por muitos séculos, inclusive desde antes da chegada dos árabes, e foram obrigados a sair com a roupa do corpo; foram mais de um milhão de refugiados), nem se tornar dhimis. Todas as populações não mulçumanas em muitos países de maioria mulçumana são dhimis, e sofrem coisas que você não imagina. Pesquise a situação dos cristãos no Paquistão, no Egito, na Somália. Eu acho muito justo que seja proíbido os judeus tornarem-se pessoas inferiores em Israel.

    4. Você diz que os árabes israelenses são pessoas inferiores em Israel. Eles são cidadãos, podem ser eleitos para o parlamente, e tem o poder de ajudar tirar a maioria de um primeiro-ministro e dar a maioria a outro. Na maioria dos países mulçumanos, o povo não tem poder contra o govarno. Vocâ apenas repete como um papagaio a propaganda anti-israelense disfarçada de noticiario que você viu ou ouviu.

  64. Alexis de Tocqueville

    -

    03/10/2011 às 22:05

    Os EUA, que sabidamente são os principais apoiadores de Israel na comunidade internacional, jamais o reconheceram como Estado judeu. Não me parece razoável nem realista exigir que os palestinos tratem Israel com deferência maior que a exibida pelos americanos. Conforme bem assentou Demétrio Magnoli, o reconhecimento diplomático de um Estado repousa em sua soberania, não no modo como ele se organiza politicamente. Se o Estado de Israel for reconhecido internacionalmente como Estado hebreu, nada mais natural que o Irã tenha o direito de demandar seu reconhecimento como Estado islâmico.

    REINALDO RESPONDE

    Por quê? O Irã não é é uma “república islâmica”? Pergunte ao Demétrio.

  65. MARCIO

    -

    03/10/2011 às 22:02

    Perai. Quer dizer que o embaixador da Autoridade Palestina é Anti-semita. Dá um tempo. Os palestinos também são semitas, tanto judeus como árabes o são. Agora quanto a opinião dele eu concordo que ele perdeu uma boa oportunidade de ficar calado.

    REINALDO RESPONDE
    Ah, Márcio, tenha paciência. Não coloque o puro nominalismo a serviço da mistificação… De resto, eu não me referia aos árabes naquela passagem do texto

  66. Alexis de Tocqueville

    -

    03/10/2011 às 21:45

    A Autoridade Nacional Palestina reconheceu expressamente a existência de Israel ao firmar com ele os Acordos de Oslo em 1993, os quais prevêem, entre outras coisas, a criação do Estado Palestino. Ao reclamar dos líderes da ANP seu reconhecimento a Israel como Estado judeu, Benjamin Netanyahu busca apenas protelar o reinício das negociações de paz com os palestinos, pois tem plena consciência de que eles jamais poderão concordar com semelhante exigência.

  67. Curioso

    -

    03/10/2011 às 21:40

    Essa guerra não é uma guerra comum. É uma guerra muito mais poderosa, mais profunda. Mas terá um fim. Será um desmoronamento monumental do fanatismo mundial.

  68. Sérgio

    -

    03/10/2011 às 21:23

    Chama o Magnollito, aquele sociólogo-mãe-dilmah, que faz todas as previsões erradas e ainda fica dando uma de moralista. Alguns vícios a esquerda nunca perde, como o moralismo de fachada e o anti-semitismo mal-disfarçado.

    Ou seja, a inveja é uma m****.

  69. rod

    -

    03/10/2011 às 21:21

    Israel. Única democracia liberal na região, sendo porta de entrada, base, centro de difusão dos ideais liberais democráticos vindos do ocidente. Aliado dos EUA. Único país da região que não tem maioria muçulmana. País dos judeus. São vários os fatores que, juntos, põem comunistas e islamistas (sem falar nos simpatizantes do nazifascismo) contra esse país. Faz parte da agenda da esquerda.

  70. Idevam

    -

    03/10/2011 às 21:12

    A Voz do Dono. Assim diz o Senhor, aquele que designou o sol para brilhar de dia, que decretou que a lua e as estrelas brilhem de noite, que agita o mar para que as suas ondas ondas rujam; o seu nome é o Senhor dos Exércitos: “Somente se esses decretos desaparecerem de diante de mim”, declara o Senhor, “deixarão os descendentes de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre”, Assim diz o Senhor: “Se os céus em cima puderem ser medidos, e os alicerces da terra embaixo puderem ser sondados, então eu rejeitarei os descendentes de Israel, por tudo o que eles têm feito”, diz o Senhor. Jeremias 31: 35-37.

  71. Sebastião Marques Amorim

    -

    03/10/2011 às 20:39

    Sério mesmo é o sumiço de vários(10.000) mísseis da Líbia. Suspeita-se que estão nas mãos dos terroristas islâmicos.

  72. Gilberto Jacao

    -

    03/10/2011 às 20:06

    Muitos vão ler e me condenar, mas é que eu falo mesmo é na cara, só isso.

    Daqui algumas décadas quando o politicamente correto for superado e o mundo civilizado usar a responsabilidade que tem de maneira corajosa o mundo terá certeza que o muro que Israel construiu é pequeno, baixo, e inútil e no seu lugar será construído um EFICIENTE, e esse muro irá colocar o mundo Árabe junto com Israel, ambos do lado de lá. A diferença entre árabes e judeus é que os judeus são educados, no mais são como dizem os petralhas “são farinha do mesmo saco” são dominadores, sanguinários, guerreiros, e se ficar por conta deles, nosso mundo “civilizado” será destruído.

  73. @Medeyer

    -

    03/10/2011 às 19:58

    Rei, está chegando a hora de convidarmos nossos nêmesis para uma dança, bailando a música que eles querem ouvir…
    Leia “Samson Blinded: a Machiavellian Perspective on the Middle East”, de Obadiah Shoher: http://samsonblinded.org/
    O cara é a luz da razão em meio às trevas hipócritas q nos rondam, e ganhou o prêmio 2006People’s Choice Jewish&Israeli Blog Awards, como um dos mais influentes da sociedade israelense.
    Vc pode até não concordar com tudo q ele diz, mas não pode culpá-lo de ser covarde…
    Saudações, amigo!
    Shana Tová!

  74. Le Belle Femme

    -

    03/10/2011 às 19:54

    Que se poderia fazer por minha vinha,
    que eu não tenha feito?

    A VINHA DO SENHOR DOS EXÉRCITOS É A CASA DE ISRAEL
    Is.5,7

  75. Cc

    -

    03/10/2011 às 19:01

    Alexis de tocqueville, quanta besteira! O nao reconhecimento de israel esta intimamente ligado ao desejo de extincao do estado judeu. Quando voce nao reconhece o outro, nao ha negociacao, apenas eliminacao.

  76. Ricardo

    -

    03/10/2011 às 18:56

    Quem acha que o Demétrio Magnoli consegue escrever artigos “primorosos” sobre o Oriente Médio só pode estar de brincadeira.

  77. elizabeth the best

    -

    03/10/2011 às 18:47

    Mas que cansativos. Meu Deus que cansaço!
    este senhor tem os mesmos argumentos dos beócios que repetem ad nauseam, que os ataques às torres gêmeas foram obras de americanos.
    Repetem, repetem e acabam acreditando.
    E aí viram bombas.
    Até quando?

  78. Alexis de Tocqueville

    -

    03/10/2011 às 18:46

    Li atentamente a matéria que o jornal “O Estado de São Paulo” publicou dois dias atrás a propósito das recentes declarações que o embaixador palestino deu a uma platéia de universitários. Nela, resta claro que o diplomata em questão pregou o fim da ocupação militar israelense nos territórios palestinos ao declarar que “esse Israel tem que desaparecer”, não a eliminação pura e simples do Estado judeu conforme desejada pelo tresloucado presidente iraniano. O sociólogo Demétrio Magnoli escreveu dias atrás um primoroso artigo naquele jornal refutando a principal exigência de Benjamin Netanyahu para a efetiva retomada das negociações de paz com os palestinos, qual seja, a de que eles reconheçam Israel como Estado judeu. Dele, extraio o seguinte trecho:

    “Não se reconhece o Irã como ‘Estado islâmico’ ou Cuba como ‘Estado socialista’, mas apenas como Estados soberanos. Quando se firmaram os Acordos de Oslo, ninguém exigiu da OLP o que agora reclama o chefe de governo de Israel. Definir a natureza de Israel não compete aos palestinos, mas unicamente aos próprios israelenses, que sempre estiveram divididos acerca do complexo tema, com repercussões variadas sobre os direitos da minoria árabe e, também, sobre os privilégios legais dos judeus ortodoxos. Correntes radicais em Israel, com assento no Gabinete de governo, já propuseram cassar os direitos políticos da minoria não judaica.
    Ao demandar o reconhecimento de Israel como ‘Estado judeu’, Netanyahu exige algo duplamente impossível: que a OLP coloque um selo de legitimidade sobre a expulsão dos palestinos de suas terras na guerra de 1948 e que admita a hipótese de supressão da cidadania da minoria árabe-israelense. O primeiro-ministro sabe disso – e exatamente por saber insiste na exigência.”

  79. claudio do Amaral

    -

    03/10/2011 às 18:43

    Rei, se nós fossemos um país sério e que não comungasse com o terrorismo, este individuo de alta periculosidade, já teria sido chamado pelo itamarati, para se explicar. Se fossem nos estados unidos ou qualquer outro país, que sensura o terrorismo, o mesmo já teria pego um avião de volta para casa dos caral… digo, dos hamas. Ou se fosse o inverso, o embaixador de israel, falasse uma bestialidade dessa, com certeza, o governo brasileiro, o expulsaria do nosso território, pois mexer com terroristas, é mexer com os PTralhas! Será que estes filhos das trevas, e eu também inclúo os PTralhas, não sabem que Israel é a pátria aonde nasceu o salvador do mundo? E que no entanto, jamais será derrotada pelo satanás, que o mesmo já venceu, na crúz do calvário? Portanto, é mais fácil israel detonar com todos estes filhos do cão, do que o mesmo desaperecer. Já está pegando muito mal, para o governo brasileiro, que comunga com este tipo de gente, e o pior, é que o mundo todo já sabe, como também sabe, que o povo brasileiro, não comunga com o nosso governo, a respeito da situação referente aos terroristas. Querem um acento permanente no conselho de segurança da ONU, é dona Dilma? Vcs irão conseguir um acento permenente, não na ONU, mas sim, no conselho dos infernos! Xô satanás!

  80. Edson da Silva Paim

    -

    03/10/2011 às 18:42

    Esse conflito eterno tem apenas jogo de interesse, as duas partes se merecem…

  81. Elouquisa

    -

    03/10/2011 às 18:27

    Israel ontem,hoje e sempre.Assim diz o Senhor dos Exércitos!

  82. Tiago Fernandes

    -

    03/10/2011 às 18:18

    Verdade General,
    “Não vai acontecer. “Esse Israel” não vai desaparecer nem de um jeito nem de outro. O anti-semitismo pode estar seguro de que sua luta também não tem tempo para acabar… Arre!”e

    acrescento:-”Assim diz o Senhor, que dá o sol para luz do dia, e as ordenanças da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, bramando as suas ondas; o Senhor dos Exércitos é o seu nome.
    Se falharem estas ordenanças de diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.Jeremias 31:35,35.”

    Quando estas coisas acima acontecerem,Israel será enfim varrido do mapa como quer Ahmadinejad.Ou seja,dia de SÃO NUNCA DE TARDE(graças a Deus)

  83. Poty

    -

    03/10/2011 às 18:15

    Israel tem todo o direito de se defender continuando sua existência como O ÚNICO PAÍS DEMOCRÁTICO DAQUELA REGIÃO dominada por facinorosos comunistas. Queiram os esquerdopatas do PT ou não.

  84. Camada von Ozonio

    -

    03/10/2011 às 18:14

    ESSE ALZEBEN FOI MAUS….

  85. Chacon

    -

    03/10/2011 às 18:14

    Esses malucos já me encheram o saco. Ok, querem fazer israel desaparecer, então, como diria quando era moleque lá na Mooca: “tenta a sorte”. Por esse caras não tentam a sorte? Ainda na mooca: “chama sua turma” (Egito, Turquia, Irã, etc etc) e ataquem Israel, se ganharem tomem o território senão, enfia o rabo entre as pernas e calem a boca, é o que acho que va acontecer. Na Bíblia David matou Golias com a primeira das 5 pedras que tinha reservado para o gigante. Abraço

  86. WEIMAR

    -

    03/10/2011 às 17:16

    Talvez a criação do Estado de Israel tivesse sido um erro (e a mesma coisa se poderia dizer de qualquer outro país, como o Brasil, por exemplo). E o erro, no caso de Israel, teria sido da comunidade internacional, incluído o Brasil. Erro ou não, o fato é que existe o país. E ele, como qualquer outro país, não pode deixar de existir pela força.

    Weimar

  87. simplesmente maria

    -

    03/10/2011 às 17:10

    O embaixador palestino ‘não manda nada’?

    Um embaixador é o representante do Chefe de Estado do governo estrangeiro junto ao governo do país onde está acreditado. Ou seja, Alzeben é a voz oficial do Presidente da Autoridade Nacional Palestina no Brasil.

  88. Caminhos Por Onde Andei

    -

    03/10/2011 às 17:07

    Só quem já morou em Israel, quem tem amigos judeus e palestinos, quem trabalhou lá, quem tem estrela de Davi e lua e estrela musulmana tatuadas no braço, quem viu palestinos e judeus serem vizinhos, amigos, dividindo quintal e frutas, quem circulou por todo a região sem ter problema algum em entrar e sair e fotografar o que quer que fosse, sabe quem é que tem de DESAPARECER.
    eidia
    http://www.oquevivipelomundo.blogspot.com

  89. bpistelli

    -

    03/10/2011 às 17:07

    Em todos os países a autoridade política tem que se separar da religiosa ( separação Igreja-Estado ) e Israel quer união entre o clero judaico com o Estado para formar o estado judeu parecido com o de Caifás que crucificou Cristo, este estado judeu ninguém quer, mesmo 60% dos israelenses são contra e preferem o estado laico com dois povos ( hebreus e palestinos ) morando no mesmo país e com a lei civil comandando o povo.Um estado democrático,Israel ao lado do palestino ( cisjordânia ),separados com divisas estaduais e não com fronteiras, uma federação Israel-Gaza-Cisjordânia ou Israel-Palestina, onde no atual estado de Israel os hebreus teriam seu governo e palestinos teriam que dar liberdade total para os hebreus fazerem suas novas colônias, em troca os judeus teriam que permitir a volta do povo palestino ( netos e bisnetos dos fugitivos da guerra de 1948 ). O estado Curdo ( parcelas do Iraque, Turquia,Síria Irã ) parte deles resolveria outro problema.
    *** Porque a Arábia Saudita é um reino islâmico e o Irã uma república islâmica Xiíta ? Se Israel atual tem razão o Brasil teria direito de ser um estado espiritualista, onde os xamanistas (índios), candomblé, umbanda, (africanos) e o Kardecismo formam os pensamentos espírita-espiritualista e o Brasil não é um estado católico (50% do povo ) e sorte que os evangélicos não querem uma república evangélica no país ou os espiritualistas e depois os católicos teriam que sair do país ou serem estrangeiros no Brasil mesmo que nascido aqui, como os árabes israelenses são em Israel, eles não são palestinos e nem judeus, para eles é pior.
    Jerusalém é a capital que deveria ser dupla, com 40% dos palestinos, a capital da palestina e a parte judaica que seria a capital de Israel, a cidade toda teria um único prefeito e isto não seria inconstitucional pela carta de Israel que garante a indivisibilidade de Jerusalém.
    Os 20% cristãos seriam neutros e governados pelo patriarca latino de Jerusalém, o cristianismo é praticamente igual ao judaísmo exceto pela revelação de Jesus.

  90. DNA Petista

    -

    03/10/2011 às 17:06

    A petezada concorda em numero e grau com esse terrorista, o tal de Ibrahim Alzeben.
    Faz parte de DNA petista o antiamericanismo e o antissemitismo.

  91. ocidental

    -

    03/10/2011 às 17:05

    Acho que já está na hora de o dedo de Deus interferir nessa história.Israel merece viver em paz em sua terra.Já sofreu demais.Paz e vida longa para Israel! Estou rezando e torcendo!

  92. Rods

    -

    03/10/2011 às 16:59

    REI.
    OS “ESPECIALISTAS” EM ESPECIAL OS QUERIDINHOS DA IMPRENSA LACAIA, COONESTAM DESCARADAMENTE OS ATOS DESSES TERRORISTAS TRAVESTIDOS DE DIPLOMATAS.
    ELES ADERIRAM ATÉ UMA PRÁTICA COMUNISTA, MUTO COMUM NO BRASIL, QUAL SEJA, “ACUSE OS SEUS INIMIGOS DAQUILO QUE VC MESMO FAZ”.
    UM ACINTE ESTA NOTÍCIA.
    QUAL É MESMO A UNIVERSIDADE HONEY???
    Rods

  93. carlos

    -

    03/10/2011 às 16:58

    Infelizmente boa parte da imprensa já decidiu que Israel é o vilão que maltrata o pobre povo palestino, mesmo quando israelenses são mortos em ataques terroristas. Os palestinos são vítimas é do hamas e de gente como esse diplomata, é o pensamento assassino e rancoroso deles que impedem a paz na região.

  94. Roberto

    -

    03/10/2011 às 16:57

    Tudo indica que se Hitler nascesse de novo, ainda teria muitos adeptos, a começar pela cúpula do PT (vide a opção pelo autoritarismo, a censura à imprensa, ódio aos judeus e aos americanos). Só ia ter conflito quando Hitler mostrasse sua intolerância à mediocridade e aos comunistas.

  95. neo-liberal otimista

    -

    03/10/2011 às 16:57

    Eu já cheguei à seguinte conclusão: esse ETERNO conflito Israel x Palestina é uma GRANDE INDÚSTRIA, um negócio altamente lucrativo para ambos os lados, que movimentam BILHÕES de dólares em todo tipo de armamento e material bélico, fazendo a alegria da indústria bélica mundo afora, bem como a alegria dos contrabandistas de armas ! O dia que houver PAZ na região, ou seja, no Dia de São Nunca, essa PAZ virá acompanhada de uma tremenda recessão econômica, já que a indústria da guerra é que sustentam esses povos !!!

  96. ROBERTO

    -

    03/10/2011 às 16:52

    Reinaldo,

    estourou uma bomba no PIAUI, uma jovem foi assassinada, dizem que ela sabia demais……a morte dela TEM TIRADO O SONO DE POLITICOS NACIONAIS….já chamara até o KAKAY

 

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