Daniela também processa YouTube, ao contrário do que afirmou em entrevista, informa site

por Aline Pinheiro, do site Consultor Jurídico: Daniella Cicarelli não diz a verdade quando afirma que não foi ela que entrou com a ação que resultou no bloqueio do site de compartilhamento de vídeos Youtube para todos os brasileiros. Ela é, sim, autora da ação, junto com seu namorado e coadjuvante nas cenas de alta […]

por Aline Pinheiro, do site Consultor Jurídico:

Daniella Cicarelli não diz a verdade quando afirma que não foi ela que entrou com a ação que resultou no bloqueio do site de compartilhamento de vídeos Youtube para todos os brasileiros. Ela é, sim, autora da ação, junto com seu namorado e coadjuvante nas cenas de alta temperatura erótica gravadas em vídeo e divulgadas no dito site, Renato Malzoni Filho. É o que se pode notar na decisão da Justiça que proibiu a exibição da peça e que foi reproduzida pela Consultor Jurídico. Ali consta o nome de Daniella como autora, junto com Malzoni.

Em entrevista à TV Globo e à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Daniella afirmou que o responsável pelo processo judicial é apenas seu namorado. “Eu não estou processando o YouTube. O processo é dos advogados do Tato [Malzoni]”, disse a modelo para a Folha. “Quando surgiu essa história toda, vi que, se quisesse processar, teria que processar todo mundo que divulgou a história: os jornais, as revistas, todo mundo. Decidi só processar o paparazzo.”

A ação originária, que foi ajuizada logo depois da divulgação das cenas de amor na praia espanhola, leva, sim, a assinatura de Daniella Cicarelli e do namorado. Já o agravo que resultou na interdição do Youtube, no início desta semana, e que faz parte do mesmo processo, leva apenas a firma de Malzoni.

A ConJur tentou falar com a modelo em seu celular, mas o telefone estava desligado. A revista ligou para o escritório de seu empresário. Foi informada que Daniella não tem assessoria de imprensa e que o escritório não está autorizado a passar informações sobre a vida pessoal dela. A ConJur também mandou um e-mail para Daniella, mas não obteve resposta até a tarde desta quarta-feira (10/1).

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  1. Comentado por:

    MarinhoCJ

    Caro Rei :
    É como dizem os fotógrafos para Cicarelli:“Olha o passarinho!!!”

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  2. Comentado por:

    macz

    O caso “Spocko’s Brain”, no qual o Pato Donald exigiu o fechamento doreferido BLOG, sinaliza o poder crescente desse meio de formação e informação.

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  3. Comentado por:

    Anônimo

    Então, para não processar “todo mundo”, ela decidiu que só processaria o fotógrafo? Até parece que ela conseguiria identificar “todo mundo”. Ah, me poupa. Historinha promocional mais chata essa. Passado o susto inicial, ninguém nem se lembrava mais do tal do vídeo. Aliás, foi justamente esse o problema do casal: a rápida desaparição pública depois de tanto esforço para ser notado.

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  4. Comentado por:

    Jorginho

    Falando nisso, todos os camelôs do Rio tinham o vídeo pra vender he-he-he.

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  5. Comentado por:

    Maria

    Já tenho uma tradução para o caso dessa mocinha: eles jogaram o lixo de sua casa na calçada do vizinho e… não suportando a fedentina, processaram o dito-cujo.

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  6. Comentado por:

    Anônimo

    Reinaldo, isso é irrelevante. A permanêcia do desembargador Ênio Santarelli Zuliani no cargo, isso sim, é relevante e deixa-me perplexo.

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  7. Comentado por:

    Tansa®

    Mas q menina paneleira sô!Cruz credo…Com tanta coisa mais importante do q isso, o que irrrrrrita é a presteza da dona Justa.Não foi só uma lata de manteiga q meteu uma coitada na cadeia, com direito a ficha suja e afastamento do convívio diário da filha.
    Outro caso de Justiça rápida e dura a gente vê nocaso seguinte “Juvenal Gomes do Nascimento, 18 anos, morador da cidade de Pedra, a 275 quilômetros do Recife. Condenado a cinco anos de prisão em regime semi-aberto, no Presídio de Canhotinho, no Agreste. Réu primário e confesso. O crime: ter roubado um galo e uma galinha de uma granja no município onde vive. Por essas informações, pode-se tratar de apenas um recorte pitoresco da rotina de execuções penais do estado. Mas não é. A história de Juvenal traz em seus desdobramentos todas as ponderações do que se pode considerar justiça. Porém, mais do que uma discussão sobre o que é justo ou injusto, mostra que o Estado ainda tem um longo caminho a percorrer para atingir o que se chama ressocialização e reintegração social de seus detentos.”A novela toda pode ser lida em http://www.expressodanoticia.com.br/index.php?pagid=TiyivtH&id=7&tipo=XN0Xw&esq=TiyivtH&id_mat=4934Tem o outro q era inocente e foi ‘esquecido’ numa cadeia por 12 anos, onde veio a ficar cego e desenvolver câncer e tuberculose…Sendo abandonado pela mulher e filhos.A Justiça é tão boa pra Cica, pra sanguessugas, mensaleiros, caixa2 de presidente safado, mentiroso….Dá nojo, o Brasil dá nojo.

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  8. Comentado por:

    Anônimo

    Só uma pergunta para essa prostituta célebre: trepar em área pública também não crime?Esse juiz que deu sentença favorável talvez esteja participando de uma chicana que dá ibope para 2 marginais e deve ter garantido uma graninha para ele. Esse juiz deveria ter é autuado essa vadia e seu cupincha e mandado os 2 passarem uns 2 dias, pelo menos, em cela comum, que a vadia não tem grau universitário prá se safar como os ladrões petralheiros, todos soltos e até reeleitos para jogar bosta na cara do Brasil.Eu nem quero dizer o que eu gostaria de falar para gente como esse juiz, a vadia e seu gigolô e a petralharia.O Brasil começa o ano muito mal: lula vadiando com o zeca-ladrão-do pt e uma prostituta ganhando espaço na midia para aumentar seu cachê de michê. Ah! que nojo!

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  9. Comentado por:

    Alexandre Core

    Liberdade e lei (pela qual a liberdade é limitada) são os dois eixos em torno dos quais gira a legislação civil. Mas, a fim de que a lei seja eficaz, em vez de ser uma simples recomendação, deve ser acrescentado um meio-termo, o poder, que, ligado aos princípios da liberdade, garanta o sucesso dos da lei. É possível conceber apenas quatro formas de combinação desse único elemento com os dois primeiros:A. Lei e liberdade sem poder (Anarquia).B. Lei e poder sem liberdade (Despotismo).C. Poder sem liberdade nem lei (Barbárie).D. Poder com liberdade e lei (República).
    Emmanuel Kant, in ‘Antropologia do Ponto de Vista Pragmático’

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  10. Comentado por:

    Marcia Graminhani

    Acho que não entendi: eles fazem o que fizeram em local público, mas quem viu, gravou e divulgou merece ser processado?Interessante…

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