A última dos invasores de Reitoria. Ou: Tio Rei e Justin Bieber estão na mesma fila. Ou: “Baby, baby, baby oooh”

Eu, hein!!! A coisa tá ficando feia pro meu lado! Depois de descobrirem que sou sócio das privatizações — trabalho 18 horas por dia só para disfarçar… —, agora circula uma outra entre invasores da USP e seus aliados: eu teria um filho de esquerda também punido pela Reitoria. Leiam uma das mensagens: “Você esqueceu […]

Eu, hein!!!

A coisa tá ficando feia pro meu lado! Depois de descobrirem que sou sócio das privatizações — trabalho 18 horas por dia só para disfarçar… —, agora circula uma outra entre invasores da USP e seus aliados: eu teria um filho de esquerda também punido pela Reitoria. Leiam uma das mensagens:

“Você esqueceu de dizer, seu Renato, que um dos expulsos da USP pelo reitor É O SEU TÃO AMADO FILHO, o Bruno, que ‘estudava’ artes plásticas na USP. Acho que é importante o pessoal que lê seu blog ter conhecimento de que talvez você reprove tanto os movimentos sociais na USP porque seu filhinho faz parte. Beijos”

Voltei
Huuummm… Beijos pra você também, seja lá quem for. Mas não! Eu não tenho “filho” nenhum — não que eu saiba ao menos —, só filhas. E não invadem reitoria. Ah, sim: eles se referem a “Renato” porque um jornaleco xexelento lá deles que costuma me esculhambar chama-me “Renato Azevedo” — suponho que seja para se precaver de processos.

Fosse verdade, eu seria, então, de uma severidade e correção absolutas, não? Mesmo com um filho punido pela Reitoria, estaria a defender a medida. O contrário seria pior: porque teria um filho invasor, defenderia o ato criminoso. Segundo um outro, esse meu suposto filho, o “Bruno”, seria bastardo. Eita!!! Teria virado esquerdista por isso??? Ah, não! Sendo como sou, eu certamente o amaria igualmente, e ele não teria razões pessoais para aderir a ideologias… bastardas.

Se há marmanjo por aí se dizendo filho meu, não acreditem, hein? Eu sou do tipo que sempre acreditou em filtro solar — vocês certamente conhecem aquele texto que não é do Pedro Bial — e em camisinha, embora esta não substitua, claro, um conjunto de valores morais.

E, bem…, se tivesse filho invasor de Reitoria, tentaria convencê-lo a fazer a coisa certa! Se o marmanjo insistisse, eu cortaria o sucrilho, o toddynho e a mesada do bruto. Se ele persistisse, acho que lhe dava uns petelecos para aprender a se comportar como um cidadão civilizado numa sociedade democrática e de direito.

Era só o que me faltava, né? Agora somos eu e Justin Bieber candidatos à fila do exame de DNA…

Baby, baby, baby oooh
Baby, baby, baby no
Baby, baby, baby oooh

PS – Se vocês virem por aí um senhor roubando pirulito de criança e dando peteleco na orelha de velhinhos, não sou eu, tá?


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