Efeito colateral

O fracasso da fusão Pão de Açúcar-Carrefour trouxe outro efeito colateral para o BTG Pactual. No início do mês, parecia que o BTG assumira a liderança de fusões e aquisições no Brasil no primeiro semestre. O banco contabilizou justamente a operação que dias depois virou pó. A Thomson Reuters relatou no seu ranking que o […]

O fracasso da fusão Pão de Açúcar-Carrefour trouxe outro efeito colateral para o BTG Pactual. No início do mês, parecia que o BTG assumira a liderança de fusões e aquisições no Brasil no primeiro semestre. O banco contabilizou justamente a operação que dias depois virou pó.

A Thomson Reuters relatou no seu ranking que o BTG trabalhou em fusões que totalizaram cerca de 18 bilhões de dólares. Desse total, quase 11 bilhões de dólares correspondiam ao Pão de Açúcar-Carrefour.

Agora, se o ranking for refeito pela Thomson, o BTG Pactual cairá para a quinta colocação, atrás do Santander, Goldman Sachs, Credit Suisse e Itaú.

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