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terça-feira, 19 de novembro de 2013

17:08 \ Congresso

Separados pelo Salão Azul

Sósia de Wellington Dias

Sósia de Wellington Dias

Segurança da Câmara, Edivaldo Leite vira e mexe se vê obrigado e repetir o mantra:

- Não, eu não sou o líder do PT no Senado. Só pareço o Wellington Dias.

Líder do PT

Líder do PT

Parece muito. O sósia do senador lida com bom humor e dá a medida da frequência em que tem de prestar o devido esclarecimento:

- Até deputado, de vez em quando, olha rápido e se confunde.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 2 de julho de 2013

14:28 \ Congresso

Mais um na multidão

Filho na rua

Os parentes do senador Rodrigo Rollemberg e do deputado Danilo Fortes (Mais detalhes em: O inimigo dorme ao lado e Casa de ferreiro) têm outro ilustre companheiro engrossando as manifestações.

O filho de Wellington Dias, líder do PT no Senado, foi outro a sair em marcha com a população. Mas Wellington deve torcer para que seus pares não descubram a bandeira defendida pelo seu filho: a suspensão imediata da contratação de médicos estrangeiros.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 25 de junho de 2013

10:34 \ Governo

Cabeça para baixo

Revendo prioridades

Os compromissos anunciado por Dilma Rousseff hoje à tarde vão virar a pauta do Congresso e a vida de Ideli Salvatti de pernas para o ar. Agora, a ordem é puxar para frente projetos ligados, principalmente, à transparência e mobilidade urbana, além de saúde e educação.

E a ordem já começou a ser repassada. Antes mesmo do fim da reunião com governadores, Wellington Dias já estava no Palácio do Planalto para se reunir com Ideli. Pelo visto, agora, os líderes vão ser lembrados como nunca (Leia mais em: De onde veio).

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 20 de maio de 2013

14:26 \ Congresso

Timing errado

Lei de Imprensa

Na semana passada, durante a votação da MP dos Portos no Senado, Wellington Dias aproveitou o plenário cheio para reclamar de uma notícia falsa contra Ana Rita.

A notícia, que se espalhou por redes sociais, dizia que Rita queria criar uma bolsa prostituta de 2 000 reais.

Por isso, Dias discursou aos senadores dizendo que seria preciso aprovar um projeto de Marcelo Crivella determinando que reportagens com repercussão negativa sobre a dignidade de alguém fossem levadas previamente ao conhecimento do personagem atacado.

O projeto de Crivella, de 2005, acrescentava um artigo na Lei de Imprensa.

O único problema de Dias foi o timing.

Em 2009 o STF derrubou a Lei de Imprensa por entender que ela era incompatível com a democracia e com a Constituição Federal.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

19:09 \ Congresso

Cinco nomes e três cadeiras

De olho na liderança

A bancada petista do Senado vai se reunir daqui a pouco, às 19h30, para tentar acomodar cinco nomes em três cadeiras a que o partido tem direito. Jorge Vianna, Wellington Dias, José Pimentel, Lindbergh Faria e Eduardo Suplicy disputam a liderança, a vice-presidência da Casa e a presidência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Vianna, Pimentel e Dias brigam pela liderança e pela cadeira da Mesa Diretora. As negociações estão abertas para definir quem vai sobrar. Disputam o comando da CAE Lindbergh e Suplicy.

Até o momento, porém, não há acordo para nenhum dos postos. Sem consenso, a batalha ocorrerá no voto, e, em se tratando de PT, nada impede que um elemento surpresa apareça na última hora.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Petistas faltosos

Para não perder a eleição, a saída é faltar no Senado

A coisa anda tão feia para os petistas na campanha país afora, que Humberto Costa e Wellington Dias (o painel eletrônico do plenário não deixa dúvidas) sequer deram as caras no Senado na sessão de ontem. Tanto Costa, no Recife, quanto Dias, em Teresina, estão correndo um grande risco de ficarem de fora do segundo turno das eleições. E olha que nos dois casos não existe “deus” Lula que faça milagre…

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Malogro petista

Eleições difíceis

O.k., ainda faltam duas semanas para as eleições, as coisas podem mudar, mas além dos problemas eleitorais petistas mais badalados, há dois outros que surpreendem o partido: Marcia Lopes, irmã de Gilberto Carvalho, está em terceiro lugar na corrida pela prefeitura de Londrina; e o senador Wellington Dias ocupa igualmente o terceiro lugar na disputa em Teresina.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

No Piauí

Tranquilão no Piauí

Candidato petista na disputa pela prefeitura de Teresina, o senador Wellington Dias está mais do que tranquilo com o julgamento do mensalão no STF. Segundo ele, a onda de desgraça dos mensaleiros, que poderia tirar votos do PT, não conseguiu chegar ao eleitorado piauiense. Dias analisa:

– Esse negócio do julgamento no Judiciário não pega no eleitorado, não. O povo gosta de assistir é processo de cassação, quando o cara é chamado de ladrão na tribuna. Esse negócio de “artigo tal, parágrafo tal” ninguém quer saber.

Por Lauro Jardim

“Lulamóvel” de volta

A todo vapor na campanha

A propósito da eleição em Teresina, Lula prometeu a Wellington Dias que irá à capital piauiense no próximo dia 9 de setembro, para participar de uma carreata do petista. Até um “Lulamóvel” está sendo preparado para o evento.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 11 de abril de 2012

7:33 \ Congresso

Bingo de Cachoeira

Sorteio para a relatoria do Conselho

Ao lembrar que o relator dos processos no Conselho de Ética é definido por sorteio, Wellington Dias não se conteve. Brincando, disse:

- Mas até aqui quem manda é o Cachoeira.

Antes mesmo dos membros do Conselho rirem da piada, um animado Pedro Simon emendou:

- O pior é que quem definiu essa regra foi o Demóstenes.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

12:27 \ Brasil

Lula e a careca

Lula brinca com senador

Pouco depois de Lula ter raspado o cabelo e a barba, Wellington Dias foi a São Paulo visitá-lo. Conversa vai, conversa vem, Wellington ameaçou puxar um daqueles papos no estilo “você vai sair dessa” (coisa que Lula já deve ter ouvido uma centena de vezes), quando foi cortado pelo próprio Lula:

– Deixa de frescura, Wellington. O que eu quero agora é saber da dona Marisa se é dos carecas que elas gostam mais.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 6 de julho de 2011

17:04 \ Congresso

Royalties da discórdia

Depois de reunirem-se com Edison Lobão, Wellington Dias e Marcelo Castro se encontram hoje com José Sarney para tratar das negociações sobre o rateio dos royalties do petróleo da camada pré-sal. Os dois parlamentares não estão nada satisfeitos com a ideia de Sarney de criar uma comissão para debater o assunto, iniciativa que tem tudo para recolocar o tema na geladeira.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 15 de junho de 2011

18:13 \ Governo

Meio de campo

Eduardo Campos e Marcelo Déda saíram do encontro de Dilma Rousseff com governadores do Norte e do Nordeste com uma missão: fazer um meio de campo com Sérgio Cabral e Renato Casagrande sobre a proposta de Wellington Dias de distribuição dos royalties do petróleo do pré-sal. Dilma alertou, no entanto, que a compensação dada aos estados e municípios produtores não poderá ficar apenas na conta da União.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 20 de abril de 2011

19:34 \ Congresso

Quer apito

Wellington Dias, senador que se classifica como “índiodescendente”, fará um giro com os integrantes da Comissão de Direitos Humanos do Senado pelas comunidades indígenas do país. Na sequência, o grupo tentará uma audiência com Dilma Rousseff.

Um dos pleitos dos senadores será a nomeação de um índio para a presidência da Funai. Argumentarão que, assim como um homem não comanda a Secretaria de Políticas para as Mulheres e tampouco um louro chefia a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, um homem branco não deveria dirigir a Funai. Resta saber o que pensam sobre o assunto a própria Dilma e José Eduardo Cardozo.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

14:04 \ Congresso

Negociando espaços

Trabalhando com o cenário de que a liderança do governo no Congresso ficará com José Pimentel, Wellington Dias tenta agora convencer Eduardo Braga a ficar com a presidência da Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas. Ambos estão de olho na liderança da maioria no Senado.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Heráclito e Ciro em pé de guerra

Empatados na terceira colocação na disputa pelo Senado no Piauí, Heráclito Fortes e Ciro Nogueira estão em pé de guerra. Os dois vêm trocando acusações dia sim dia também na imprensa do estado. À frente deles estão Wellington Dias e Mão Santa.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Ficha-suja em alta no Piauí

Dos 39 registros de candidatura questionados pelo Ministério Público no Piauí, quinze foram de concorrentes considerados fichas-sujas. O número corresponde a 38% dos impugnados. Na lista, o democrata Heráclito Fortes e o petista Wellington Dias, candidatos ao Senado e absolvidos pelo Tribunal Regional Eleitoral do estado. O MP recorreu ao TSE.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 13 de julho de 2010

MP pede impugnação de Heráclito e Wellington Dias

O Ministério Público Eleitoral no Piauí pediu hoje a impugnação das candidaturas ao Senado de Heráclito Fortes e de Wellington Dias. Segundo o MP, ambos estariam inaptos a se candidatarem por serem ficha-suja.

Heráclito foi condenado pelo Tribunal de Justiça do estado por uma ação do tempo em que era prefeito de Teresina, cargo que ocupou entre 1989 e 1992, mas até hoje o recurso da condenação está no Supremo.

Já Wellington Dias foi condenado no TSE por ter distribuído carteiras de motoristas pouco antes da última eleição.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Uma eleição cai no colo

Além de Heráclito Fortes, cuja candidatura a senador se sustenta por uma liminar, o ex-governador Wellington Dias, que lidera as pesquisas para o Senado no Piauí, também pode ser pego pela Lei da Ficha-Limpa. O TSE o condenou no ano passado a pagar multa de 30 000 Ufirs por ter distribuído carteiras de habilitação gratuitamente durante a campanha de 2006.

Apesar de ter tido a possibilidade de recorrer ao Supremo, Wellington preferiu pagar a multa para encerrar a dor de cabeça. O problema, e que problema, para ele é que a lei da ficha-limpa pode impedí-lo de ser candidato, já que sua condenação foi tomada por um órgão colegiado, no caso, o próprio TSE.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Piauí: fechado com PSDB, DEM seduz PTB, traído pelo PT, que amarra PSB

O senador Heráclito Fortes, do DEM do Piauí, reuniu-se ontem no seu gabinete com Elmano Ferrer, o petebista que assumiu a prefeitura de Teresina. Na conversa, falaram do panorama eleitoral no estado. Heráclito busca obter apoio do PTB para releger-se. Ainda mais depois que Wellington Dias, o governador do PT que jurava de pé junto que não concorreria a qualquer cargo público, ter entrado no páreo para uma cadeira de senador.
 
O movimento de Wellington Dias prejudicou principalmente outro senador, João Vicente Claudino, do PTB. Ele seria candidato ao governo com apoio de Dias. O ex-governador, porém, apoiará a candidatura de seu ex-vice Wilson Martins, atual chefe do Executivo.
 
Heráclito pretende trazer o preterido João Claudino, que ordenou aos trabalhistas que entregassem os cargos no governo, para seu lado. Só não pode lhe prometer a candidatura porque o tucano Sílvio Mendes deixou a prefeitura de Teresina para disputar o governo.
 
O PT também decidiu ontem que deve indicar o vice da chapa de Wilson Martins – uma tentativa indireta de evitar palanque duplo de Dilma Rousseff e Ciro Gomes no estado. Não tem nome ainda, porém.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 25 de março de 2010

19:03 \ Brasil

Causa própria

O governador do Piauí, o petista Wellington Dias, enviou na terça-feira para a Assembleia Legislativa uma proposta de lei elaborada exclusivamente para favorecê-lo. Dias quer que os piauienses paguem seus seguranças mesmo depois que ele deixar o governo.

A mensagem prevê que assim que Dias transmitir seu cargo para o sucessor, terá direito como ex-governador a indicar seis policiais militares do estado (dois deles com posto de oficiais) para trabalharem dando-lhe apoio e fazendo sua segurança. Além disso, o ex-governador receberia um carro-oficial.

Os privilégios durariam o mesmo tempo do mandato do governador, oito anos no caso de Wellington.

Por Lauro Jardim

 

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