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terça-feira, 21 de julho de 2015

14:23 \ Congresso

Jucá pode furar a fila

Jucá fiel a Renan

Jucá fiel a Renan

Há quem veja na crescente aproximação de Romero Jucá de Renan Calheiros um possível apoio de Renan a Jucá para a presidência do Senado em 2017.

Seria uma tremenda rasteira em Eunício Oliveira. Tanto de Renan, que recebeu o apoio de Eunício este ano em troca de apoiá-lo na próxima eleição, quanto de Jucá, que chegou a fazer um acordo com Eunício para ser o próximo líder do PMDB (leia mais aqui).

Por Lauro Jardim
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terça-feira, 14 de julho de 2015

6:02 \ Governo

O perigo de setembro

Dilma está mal, na avaliação de um grupo de senadores

Dilma está mal, na avaliação de um grupo de senadores

A orelha de Dilma deve ter ardido há alguns dias em um jantar na residência oficial do presidente do Senado, quando Renan Calheiros recebeu um time seleto.

Entre uma taça e outra de vinho, José Sarney, Fernando Collor, Romero Jucá  e Lindbergh Farias trocaram impressões sobre o cenário político.

E bateram o martelo: do jeito que está, Dilma não passa de setembro no Palácio do Planalto.

(Atualização, às 12h34: A assessoria de imprensa de Lindbergh Farias telefonou para dizer que o senador não participou da conversa. O Radar mantém a informação.)

Por Lauro Jardim
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terça-feira, 7 de julho de 2015

11:32 \ Governo

Em campanha por Madri

Simões tem se articulado

Simões tem se articulado

Indicado por Dilma para a embaixada do Brasil em Madri, Antonio Simões tem se articulado para evitar ser boicotado pela oposição em sua sabatina no Senado.

Durante a leitura do relatório da indicação, Romero Jucá e Edison Lobão foram à Comissão de Relações Exteriores elogiá-lo.

O temor é que o clima contrário à política externa do governo para a América do Sul prejudique sua indicação.

Atualmente, Simões é subsecretário-geral de América do Sul no Itamaraty e, portanto, está diretamente envolvido nas relações com os países vizinhos.

Por Lauro Jardim
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terça-feira, 23 de junho de 2015

18:20 \ Congresso

PMDB na relatoria

Jucá, o profeta

Jucá é o escolhido de Renan

Renan Calheiros acaba de escolher Romero Jucá para relatar a reforma política no Senado.

A comissão sobre o assunto será presidida por Jorge Viana.

Por Lauro Jardim
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quinta-feira, 11 de junho de 2015

7:03 \ Congresso

O pacto de Eunício e Jucá

Eunício: pacto com Jucá

Eunício: pacto com Jucá

Eunício Oliveira e Romero Jucá fizeram um pacto visando ao longo prazo. Em troca do apoio a Eunício para a presidência do Senado em 2017, Jucá será o líder do PMDB.

Por Lauro Jardim
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domingo, 31 de maio de 2015

6:01 \ Congresso

Os três mosqueteiros

senadores

Com agrados e promessas, o Planalto quer seduzir o trio

O governo aposta num trio de senadores do PMDB para tentar minar Renan Calheiros e mantê-lo no isolamento político. São eles: Eunício Oliveira, Jader Barbalho e Romero Jucá.

Eunício está cada dia mais próximo do governo, diante da promessa de apoio para a presidência do Senado em 2017. Jader é pai de ministro e está afinadíssimo com Michel Temer. Já Jucá até se disse independente, mas tem se posicionado contra o radicalismo de Renan e dia sim, dia não, atravessa a rua e vai despachar no Planalto ou na Vice-Presidência.

Por Lauro Jardim
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quinta-feira, 7 de maio de 2015

20:21 \ Congresso

Jucá, o independente

Jucá, o profeta

Jucá: líder do governo por doze anos

A propósito, Romero Jucá, que agora também se intitula “independente”, chegava em uma roda de parlamentares e jornalistas, ontem, quando ouviu alguém comentar que Delcídio Amaral tivera dificuldades na Comissão de Constituição e Justiça, ao estrear como líder do governo e ter que pedir vistas de vários projetos.

Disse Jucá:

- Falei com o Delcídio que é difícil ser líder do governo. Só eu sei, depois de carregar esse governo nas costas durante doze anos. Nada como ser independente!

Por Lauro Jardim
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sexta-feira, 27 de março de 2015

19:29 \ Congresso

O Titanic e os violinistas

Jucá, o profeta

Jucá, o profeta

A frase é atribuída a Romero Jucá, sobre a postura de alguns ministros de Dilma 2.0:

- É como o Titanic. O governo afundando e a turma tocando violino.

Por Lauro Jardim
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segunda-feira, 9 de março de 2015

11:24 \ Congresso

Sem chances

Janot: sem chances na CCJ

Janot: sem chances na CCJ

A turma do PMDB no Senado, grande parte aliada de Renan Calheiros, Romero Jucá e Valdir Raupp, conversou pelo telefone no fim de semana. Comentaram a lista de encrencados na Lava-Jato, falaram mal do governo e de Dilma (para variar) e bateram o martelo: a recondução de Rodrigo Janot só passa na Comissão de Constituição e Justiça do Senado por cima dos cadáveres deles.

O PMDB é o partido com mais vagas na CCJ no Senado.

Por Lauro Jardim
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

14:21 \ Congresso

10 milhões em emendas

Jucá: emendas de 10 milhões de reais

Jucá: emendas de 10 milhões de reais

Pepe Vargas foi ontem ao gabinete de Romero Jucá, relator do Orçamento. Conversaram sobre a emenda de Jucá, que dá direito a emendas de até 10 milhões de reais para cada parlamentar apresentar este ano.

Pepe não reclamou, e disse que o governo está de acordo. Foi-se o tempo que o Planalto vetava alguma emenda.

Por Lauro Jardim
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domingo, 9 de novembro de 2014

7:39 \ Brasil

Controle total

Favorável à liberação das biografias

Renan: junto com Jucá cuidando dos detalhes da saída de Sérgio Machado

A nota em que Sérgio Machado comunica o seu afastamento da Transpetro foi redigida a quatro mãos. Seus mentores intelectuais foram Renan Calheiros, o padrinho de Machado, e Romero Jucá.

Por Lauro Jardim
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terça-feira, 27 de maio de 2014

18:06 \ Congresso

Drible de Graça

Nova metodologia

Cortando caminho

O PT deu um jeito de blindar Graça Foster hoje de manhã no Senado.

Assessores de Delcídio Amaral avisaram a servidores que trabalham com Romero Jucá que Graça entraria pelo gabinete do senador peemedebista, com acesso direto à garagem, para evitar a porta principal do Congresso e, claro, a saraivada de perguntas dos jornalistas.

Jucá ainda não havia chegado, e Graça cortou o caminho desejado, driblando as perguntas desagradáveis, antes de chegar à sala onde ocorreu a oitiva da CPI da Petrobras.

Por Lauro Jardim
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segunda-feira, 5 de maio de 2014

14:32 \ Congresso

Faz o gol

Sem esforço

Sem esforço

José Sarney anda dando todos os sinais de que será candidato à reeleição ao Senado pelo Amapá. E vem contando com a solidariedade de sua turma.

Romero Jucá articulou na Câmara a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) determinando que a União incorpore os servidores dos ex-territórios Amapá e Roraima. Quando o projeto chegou ao Senado, Jucá assumiu a relatoria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Jucá participou da tramitação, fez o relatório favorável à PEC, mas entregou para José Sarney assiná-lo e capitalizar a provável aprovação na CCJ, na quarta-feira. A ideia, lógico, é dar uma forcinha para o correligionário ter o que apresentar aos seus eleitores no Amapá.

Por Lauro Jardim
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sexta-feira, 2 de maio de 2014

17:32 \ Congresso

Inclua-me fora dessa

Proposta recusada

Proposta recusada

Eunício Oliveira já tinha seu preferido para presidir a CPI da Petrobras: Romero Jucá. Mas o plano foi por água. Jucá disse que, envolvido com a relatoria do Orçamento e na campanha em Roraima, provavelmente não poderá topar a empreitada.

Como líder do bloco da maioria, Eunício deve indicá-lo, não à presidência, mas para integrar a CPI, além de Ciro Nogueira e Clésio de Andrade. O próprio Eunício anda querendo ser membro da comissão e deve se auto-indicar a uma das sete vagas que lhe cabem.

Por Lauro Jardim
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terça-feira, 29 de abril de 2014

Qualquer um contra Dilma

Linha direta

Atraindo base aliada do governo

Romero Jucá ainda tem dúvidas sobre qual candidato apoiar na corrida ao Palácio do Planalto, mas sabe exatamente contra quem estará: Dilma Rousseff.

Jucá dificilmente fará campanha pública, subindo no palanque ou coisa que o valha. Nos bastidores, porém, trabalhará feito um louco por Aécio Neves ou Eduardo Campos.

Quem tiver na frente das pesquisas, com chances de ir ao segundo turno e derrotar Dilma, poderá contar com o empenho do ex-líder do governo, defenestrado do cargo por Dilma.

A tarefa de atuar contra Dilma ficou mais fácil desde que o PT sinalizou que não apoiará o candidato de Jucá ao governo de Roraima.

Por Lauro Jardim
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7:26 \ Congresso

Amplamente impositivo

Filme torrado

Projeto-bomba

Romero Jucá está finalizando um projeto que tende a levar o governo à loucura. Trata-se de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para estender as regras do orçamento impositivo às emendas coletivas ou de bancada, ou seja, elaboradas por mais de um parlamentar.

Desde o ano passado, quando o orçamento impositivo foi aprovado, o governo é obrigado a executar pelo menos parte das emendas parlamentares individuais.

A ideia de Jucá é: a cada ano, o relator do Orçamento definirá uma lista das áreas prioritárias para o governo. A partir daí, um percentual das emendas de bancada terão que destinar melhorias aos setores pré-estabelecidos.

No fim das contas, se a PEC caminhar e for aprovada no Congresso, o resultado para o governo será um só: perda de autonomia sobre o orçamento.

Por Lauro Jardim
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

17:59 \ Congresso

Nomes do orçamento

Escolhidos do PMDB

Escolhidos do PMDB

Eunício Oliveira anunciará na terça-feira os nomes que ocuparão duas relatorias-chave para o governo: a da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e do Orçamento propriamente dito. As duas indicações cabem ao PMDB.

Romero Jucá e Vital do Rêgo serão os escolhidos. Jucá, retirado da liderança do governo no Senado por Dilma Rousseff, deverá ficar com o mais espinhoso, o Orçamento.

Por Lauro Jardim
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terça-feira, 8 de abril de 2014

19:04 \ Congresso

Na contramão

Depois do fuzilamento, o recuo

Planalto queria CPI sepultada

Romero Jucá, relator do processo sobre a abertura da CPI da Petrobras, votou pela abertura da investigação ampla, na sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O parecer de Jucá favorece uma CPI que alcance, além da Petrobras, os contratos do metrô de São Paulo e as obras no Porto de Suape, em Pernambuco.

Para o governo, ao incluir no escopo da comissão negócios que respinguem no PSDB, caso de São Paulo, e em Eduardo Campos é apenas o menor dos males.

O fato é: a decisão de Jucá está longe dos sonhos do Palácio do Planalto, que gostaria de ver o sepultamento do plano de CPI, seja qual for o alvo.

Jucá foi procurado pelo governo, antes da sessão da CCJ. O último apelo era para que, como relator, trabalhasse pelo adiamento da discussão. Jucá disse ‘não’, adiantando aos emissários de Dilma Rousseff o voto dado horas depois na CCJ.

O PMDB abraçou o projeto de botar a CPI nos trilhos (Leia mais aqui), ainda que incluindo no alvo da investigação Campos e PSDB. A bancada do PT sequer foi consultada pelos aliados.

Jucá adiantou sua decisão a Renan Calheiros e Eunício de Oliveira, ontem à noite, e a Eduardo Cunha, hoje de manhã.

Por Lauro Jardim
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

17:33 \ Partidos

Estamos juntos

Pacto de autoproteção

Pacto de autoproteção

A cúpula peemedebista do Senado se reuniu pouco antes do recesso no gabinete de Renan Calheiros para tratar do futuro. Além de Renan, Romero Jucá, Eunício Oliveira, Vital do Rêgo e Eduardo Braga trocaram impressões sobre o que os aguarda em 2014.

Da conversa saiu uma espécie de pacto de socorro a quem for derrotado nas eleições de outubro. Quem não tem voto tem medo. Renan, Jucá, Eunício e Braga provavelmente disputarão a cadeira de governador de seus estados. Vital sonha com o Ministério da Integração.

O grupo fechou que os representantes da turma que caírem nas urnas ou não chegarem à Esplanada, caso de Vital, contarão com o apoio dos colegas para ocupar os cargos de destaque que pertencem ao PMDB no Senado.

O compromisso não passaria de mero protocolo partidário, se ninguém soubesse que Eduardo Braga e Renan não se suportam. Isso sem falar na rixa criada entre Eunício e Jucá, que disputaram a liderança do partido no início de 2013.

Por Lauro Jardim
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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

18:58 \ Congresso

Relatos no plenário

Vítima do golpe

Vítima do golpe

Senadores levaram ao plenário hoje relatos de um golpe aplicado por telefone (Leia mais em: Golpe contra deputados). Romero Jucá, Alfredo Nascimento e outros já foram procurados pela quadrilha.

A pernada acontece da seguinte maneira: o bandido liga para um parlamentar se passando por um colega de Congresso. Diz que está no estado de origem da vítima e sem dinheiro para comprar uma passagem de volta para Brasília. O malandro finaliza pedindo que o suposto colega deposite um valor numa determinada conta-corrente.

O gabinete de Jucá recebeu uma ligação de um sujeito que se apresentou como o deputado Renan Filho, sim, da prole de Renan Calheiros, seu histórico aliado. Jucá diz que seu funcionário não caiu na conversa mole. Já Alfredo Nascimento relatou que, no seu caso, o bandido tentou se passar por Magno Malta.

Nascimento brincou com a situação:

- Emprestei um dinheiro para o colega Magno Malta, e ele nunca me pagou.

Por Lauro Jardim
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PSD de Jucá

Em campanha

Romero Jucá anda trabalhando com sangue nos olhos para conseguir se eleger governador de Roraima no ano que vem. Em um acordo com Gilberto Kassab, está prestes a fechar o apoio do PSD.

Jucá agora deu início a uma intervenção prática no comando do PSD local, de acordo com os dirigentes do partido. Jucá quer substituir o presidente do diretório estadual por seu aliado Urzeni Rocha e levar os correligionários de Kassab para o palanque do atual governador, José Anchieta, que deverá brigar por uma vaga do Senado.

O atual presidente do PSD roraimense, o deputado federal Rui Lima resolveu chutar o balde contra Jucá, seu antigo aliado no estado, e está arrumando as malas para deixar a legenda.

- Romero é do PMDB, mas está mandando no PSD. Ele me ameaçou: ‘se você não apoiar o atual governador para o Senado, eu te tiro do comando do partido’. Fui falar com Kassab sobre esse absurdo e Kassab disse que precisava de Romero até 2014.

Por Lauro Jardim
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quinta-feira, 23 de maio de 2013

21:11 \ Congresso

Não é bem assim

Depois do fuzilamento, o recuo

Romero Jucá explicava aos jornalistas pontos do texto final de sua proposta de regulamentação da Emenda Constitucional das Domésticas. Jucá repetia uma tese bizarra que havia apresentado pouco antes, durante a reunião da comissão especial formada para discutir o tema.

Câmeras ligadas, Jucá defendeu que mesmo os empregados demitidos por justa causa tivessem direito a indenização. Obviamente, foi fuzilado por repórteres. Uma delas sintetizou, com um exemplo prático:

- Então, se eu filmar a empregada que trabalha na minha casa espancando minha filha ou roubando meus objetos e eu decidir demiti-la, terei que pagar a mesma multa que pagaria a um empregado que foi demitido por motivos menores?

Jucá afirmou que sim, tentou manter-se firme em seu propósito e terminou a entrevista argumentando em favor de sua proposta. Eis que, passados poucos mais de dez minutos, um assessor de Jucá procura os mesmo jornalistas para anunciar: “gente, o senador voltou atrás”.

Assim sendo, Jucá pediu e retornou aos microfones com outra versão: em casos de agressão ou furtos, o empregado não terá direito à multa. Já nas outras demissões por justa causa, a regra para lá de questionável será mantida

Por Lauro Jardim
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quinta-feira, 9 de maio de 2013

14:28 \ Congresso

Mais uma

Mais uma comissão

Renan Calheiros parece ter se inspirado em Dilma Rousseff, com sua penca de ministérios, e arrumou novas cadeiras para abrigar colegas.

O Senado aprovou anteontem, em votação relâmpago, a criação de mais uma comissão permanente, a julgar pelo nome, de absoluta irrelevância: trata-se da Comissão do Senado do Futuro.

A criação do colegiado misterioso – projeto de de autoria da Mesa Diretora, ressalte-se – tramitou em tempo recorde. Sob os cuidados do relator Romero Jucá, foi proposto no dia 18, gerido e aprovado no plenário em impressionantes vinte dias. Hoje, havia senador que sequer sabia da novidade.

Agora, para quem ainda não conseguiu alcançar a importância da nova comissão, que terá onze integrantes, aí vai o resumo da função do colegiado: “promover discussões sobre grandes temas e o futuro do país, bem como aprimorar a atuação do Senado nessa questão”.

Deu para entender?

Por Lauro Jardim
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terça-feira, 30 de abril de 2013

19:29 \ Congresso

Fora da festa

Proposta recusada

Romero Jucá era a imagem do abatimento hoje, no Congresso. O texto da PEC das Domésticas deverá entrar em vigor sem a principal sugestão de Jucá.

A redução da multa indenizatória nos casos de demissão sem justa causa de trabalhadores domésticos ainda não passou na goela do governo. A proposta chegou a ser desautorizada publicamente por Renan Calheiros, que emitiu nota oficial criticando a redução.

O fato é: a regulamentação da PEC não sairá do papel antes do 1º de maio, impedindo tanto Jucá como o governo de capitalizarem politicamente a nova lei.

Por Lauro Jardim
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quarta-feira, 27 de março de 2013

19:23 \ Congresso

Corre, Jucá

O porta-voz

A brincadeira interna no PMDB é acertar em quanto tempo Romero Jucá, escanteado na disputa pela liderança do PMDB para dar lugar a Eunício de Oliveira, abandonará a próxima reunião para ser o primeiro a falar com jornalistas.

Seus correligionários têm dito que, nos últimos encontros do partido, a cadeira de Jucá parecia estar queimando, tamanha a ansiedade para sair e chegar aos microfones.

Por Lauro Jardim
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terça-feira, 19 de março de 2013

19:23 \ Congresso

Velha dupla

Juntos na comissão

Romero Jucá e Cândido Vaccarezza não têm em comum apenas o fato de terem sido guilhotinados da liderança do governo na mesma época por Dilma Rousseff. A dupla agora está capitaneando os trabalhos da comissão mista formada para elaborar alterações no Regimento Comum do Congresso.

A ideia é sugerir mudanças na bíblia do Legislativo e evitar o mico recorrente de o STF ter que entrar no circuito para bater o martelo a respeito de temas do Parlamento, como ocorreu com os vetos presidenciais e o Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Vaccarezza preside o colegiado, e Jucá é o relator. A expectativa é que o texto final, com as propostas, deverá ser votado na comissão e chegar ao plenário no final da maio.

Por Lauro Jardim
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sexta-feira, 15 de março de 2013

17:22 \ Partidos

Segundo capítulo

Desejo por mais espaço

Um cala-boca para o PMDB mineiro da Câmara, um novo nome do PDT e quem sabe um carinho no PR e uma sinalização para o PSD. Mas se Dima Rousseff acha que a chiadeira por cargos vai estancar após a reforma ministerial, não conhece o PMDB e deveria pedir para Ideli Salvatti dar um pulinho no Senado.

Os senadores do partido que não dizem amém a Renan Calheiros incondicionalmente – leia-se todos menos José Sarney e Romero Jucá – assistiram às substituições na Esplanada à distância e terminaram chupando o dedo. Agora, começará um processo de pressão e envio de recadinhos ao Planalto, até que Dilma resolva agraciá-los.

A avaliação dos peemedebistas é que o núcleo Renan não tem mesmo do que reclamar: patrocinou Edison Lobão e Garibaldi Alves, além de responder por um latifúndio em cargos de segundo escalão de outros braços do governo fora da Esplanada.

Um integrante da cúpula peemedebista, descontente, resumiu:

- Eles vão ficar com tudo? Se ela acha que agradando só PMDB da Câmara e a panelinha de Renan, já basta, é bom saber que a bancada do Senado tem vinte parlamentares: outros dezessete não querem saber de Renan.

Por Lauro Jardim
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

18:08 \ Congresso

Bate boca

Elevando o tom

Ronaldo Caiado e Romero Jucá bateram boca, hoje à tarde, durante a reunião de líderes no Congresso.

Na tentativa de convencer a oposição de votar o orçamento esta semana, Jucá falou grosso e lembrou que um acordo firmado no final do ano passado determinava que a matéria fosse apreciada logo após o fim do recesso parlamentar.

Caiado reagiu, elevando ainda mais o tom:

- Não venha com vestal de cumpridor de palavra que você é quem mais desrespeita acordos fechados aqui.

Por Lauro Jardim
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

6:01 \ Congresso

Perdeu Jucá

Novo líder

Os últimos três dias transcorreram na mais alta temperatura na bancada do PMDB do Senado. O último capítulo da guerra começou com a ameaça iminente de racha e monitoramento constante do Planalto. E terminou com o recuo de quem passou a semana dizendo que não recuaria: Romero Jucá.

Na segunda-feira, Michel Temer reuniu-se com Eunício de Oliveira e saiu com a certeza de que a desistência não partiria dele. Muito pelo contrário.

Em outra ponta e diferentes momentos, Ideli Salvatti e Eduardo Braga deliberavam sobre como evitar o que ambos e Eunício não queriam: Jucá líder do bloco partidário que o PMDB integra e Eunício, do partido.

O trio sabia que, se as lideranças fossem divididas, Eunício e Braga seriam esvaziados e, pior, o Planalto teria bem mais problemas do que está disposto.

Montou-se então a estratégia ou, em outras palavras, a ameaça de racha.

Unha e carne de Jucá e Renan, Gim Argelo recebeu um recado: se o quadro permanecesse como estava, Eunício poderia abandonar a ideia de liderança e lançar uma candidatura alternativa e de última hora à presidência do Senado. Era blefe, mas Gim e Renan não quiseram pagar para ver. Óbvio.

Eunício postulando a Mesa Diretora seria tudo o que Renan (amplamente desgastado frente à opinião pública) não precisava e mais do que seus adversários sonhavam. Claro, sendo do PMDB, Eunício teria total legitimidade para ocupar a cadeira que hoje é de José Sarney.

Sem alternativas, Renan fez agora o que poderia ter construído há seis meses: administrou Jucá, tirando-lhe da parada e empurrando-lhe goela abaixo a segunda vice-presidência da Casa.

Ao fim e ao cabo, a Jucá sobrou uma saída honrosa e uma promessa: a vice-liderança do PMDB e a sinalização de que Eunício será candidato a governador do Ceará em 2014.

Mas até lá, o Planalto e os adversário de Renan, Jucá e Gim esperam já ter outra carta na manga.

Por Lauro Jardim
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

18:30 \ Congresso

Acordo peemedebista

Jucá: acordo fechado

Romero Jucá e Eunício Oliveira se entenderam. Acabou a disputa entre os dois. Ainda hoje será anunciado o acordo.

Eis o que está fechado: Jucá desiste de tentar a liderança do PMDB, abre espaço para a candidatura única de Eunício e aceita a 2ª vice-presidência do Senado.

Por Lauro Jardim
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