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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

14:51 \ Economia

Flores sai

Flores: fora da Brasilprev

Ricardo Flores acaba de enviar um comunicado para os sócios da Brasilprev dizendo que, por motivos pessoais e familiares, está se desligando da função de diretor-presidente da empresa.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

12:23 \ Brasil

Bem na fita

Rose: intimidade com o poder

Na Brasilprev, Rosemary Noronha estava como o diabo gosta. O ex-marido, José Claudio, era suplente do conselho de administração. E o presidente da empresa é Ricardo Flores, que tem excelentes relações com ela há tempos.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

17:00 \ Economia

Mudanças na Vale

Flores: fora da Vale

Quatro meses depois de deixar a presidência da Previ e três semanas depois assumir o comando da Brasilprev, Ricardo Flores renunciou à presidencia do conselho de administração da Vale. O anúncio oficial deve sair a qualquer momento.

Seguiu o mesmo percurso do antecessor, Sérgio Rosa, que também deixou a presidência do conselho da Vale quatro meses depois de sair da Previ.

Agora, a Previ vai indicar Dan Conrado, seu presidente, para a cadeira que Flores está deixando vaga.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

13:23 \ Economia

Bendine na cola

Rixa com Flores continua

Ricardo Flores assumiu a presidência da Brasilprev na segunda-feira. Beleza. Mas Aldemir Bendine, presidente do BB, resolveu nomear um aliado seu, deixando patente que sua rixa com Flores não terminou. Carlos Madi será o novo diretor financeiro da seguradora. Sua missão é travar as ações de Flores.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 5 de junho de 2012

8:33 \ Governo

Seguro do Flores

Transição

Procurador do MP no TCU, Marinus Marsico enviou um pedido de informação ao Banco do Brasil.

Ele quer saber se Ricardo Flores pediu sua inscrição no Programa de Alternativas para o Executivo em Transição (Paet) – uma espécie de seguro-desemprego de luxo para os executivos que deixam o banco.

Se a resposta for positiva, Marinus vai questionar se o fato de Flores ter, para efeitos legais, pedido demissão da Previ, e não ter sido demitido por Dilma Rousseff, foi uma manobra para garantir o dinheiro do Paet.

(Atualização: o BB respondeu oficialmente ao TCU ganrantindo que  a inscrição de Flores no Paet foi feita dentro do processo normal do banco)

Por Lauro Jardim

terça-feira, 29 de maio de 2012

17:34 \ Economia

Mantidos na Previ

Flores: influência na Previ continua

O governo decidiu não mexer em dois homens de confiança da gestão Ricardo Flores na Previ. O diretor de investimentos, Renê Sanda, e o diretor de participações, Marco Geovane Tobias da Silva, serão mantidos em seus postos sob o comando do ex-vice presidente do Banco do Brasil, Dan Conrado.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 25 de maio de 2012

12:52 \ Economia

Compra legal

Banco do Brasil apura compra de imóvel

O Conselho Deliberativo do Banco do Brasil reuniu-se hoje para debater o processo administrativo que investigou a compra de um imóvel de Ricardo Flores (que preside a Previ até o dia 31). Os seis conselheiros decidiram pela legalidade da operação e pelo arquivamento do processo.

A compra da casa de Flores em Brasília, cujo pagamento foi feito em parte com dinheitro vivo, era um dos combustíveis que os seus adversários usavam na briga de poder dentro do Banco do Brasil.

Por Lauro Jardim
11:07 \ Economia

A cabeça de Flores

Flores: fora da Previ

De acordo com a versão do Palácio do Planalto, Ricardo Flores começou a cair da Previ no final do ano passado, quando foram publicados na imprensa detalhes sigilosos da compra do Banco Postal pelo Banco do Brasil – detalhes que não deixavam Aldemir Bendine bem na foto.

O Planalto acredita que o ex-vice do BB, Allan Toledo, vazou os dados numa estratégia montada junto com Flores. E, ainda de acordo com o Planalto, sua situação ficou insustentável quando a guerra interna do BB chegou ao Congresso.

Em conflito com Aldemir Bendine, Marco Maia aliou-se a Flores. A partir daí, era só uma questão de tempo, pois  Dilma decidiu cortar a cabeça de Flores inapelavelmente.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 18 de maio de 2012

7:28 \ Economia

O candidato do Dida

Bendini: apoio a Dan

Se depender de Aldemir Bendini, presidente do Banco do Brasil, o substituto de Ricardo Flores no comando da Previ será Dan Conrado, vice-presidente de Varejo do BB.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

20:09 \ Brasil

Versão real

Um graúdo petista que acompanha com lupa a guerra no Banco do Brasil relata o que garante ser a versão real dos fatos: Aldemir Bendine e Ricardo Flores receberam um chamado claro do Planalto ontem à noite. Acabou o festival de intrigas e acusações pela imprensa. Ninguém mais fala nada sobre o entrevero nas presidências do BB e da Previ. Se o assunto morrer na mídia pode ser que ninguém seja degolado. Será?

Por Lauro Jardim

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

18:22 \ Economia

A guerra no Banco do Brasil 1

Governo já cogita substituir presidente do banco e da Previ

Como a temperatura da guerra interna no Banco do Brasil não para de subir, o governo já trabalha com a alternativa mais radical: tirar Aldemir Bendini e Ricardo Flores das presidências do BB e da Previ, respectivamente.

A bola, agora, está com Guido Mantega, a quem Dilma Rousseff atribuiu a missão de apagar esse fogo.

Por Lauro Jardim
18:21 \ Economia

A guerra no Banco do Brasil 2

Bendini não quer papo com rival da Previ

Quando Nelson Barbosa, presidente do conselho de administração do BB, convocou no final de semana Aldemir Bendini e Ricardo Flores para uma conversa com o objetivo de acabar com a briga, nada aconteceu. Bendini disse que não queria conversa com Flores. Esticou a corda, dando a entender que a situação era “ou ele ou eu”.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 5 de abril de 2011

17:38 \ Economia

Surpresa na Vale

A decisão sobre quem seria o novo presidente da Vale foi articulada na última sexta-feira. Murilo Ferreira, até então esquecido nas bolsas de apostas para o cargo, foi entrevistado naquele dia pela consultoria CT Partners, contratada para cuidar do recrutamento.

Ontem, Murilo ficou sabendo oficialmente da escolha após um telefonema de Ricardo Flores.

Por Lauro Jardim

domingo, 27 de março de 2011

O que o governo quer da Vale

Nos últimos meses, dois pesos-pesados se movimentaram nas arenas mais poderosas do país. Se os dois pudessem ser resumidos com palavras de ordem, um levantaria a bandeira “pede para sair, Roger”; e o outro estenderia a faixa “tire as mãos da Vale”. Não é preciso entender de minério de ferro para perceber que no primeiro time joga o governo. E do outro lado estão Roger Agnelli e os que consideram a interferência do governo na sucessão da Vale um retrocesso inacreditável – o que, de fato, é.

Agnelli mobilizou aliados e trabalhou intensamente nos bastidores. Só que lutas contra governos costumam ser inglórias – sobretudo na área econômica. Por isso, nos últimos dias deu-se o desfecho previsível de uma fritura que começou há quase dois anos, mas que se tornou uma decisão de governo no final do ano passado, após Dilma Rousseff vencer a eleição.

Desde então, quem conversasse com os ministros e com os comandantes de fundos de pensão ouviria, sob a condição do anonimato, o seguinte mantra: a decisão está tomada, mas só será executada quando o contrato de Agnelli vencer, em maio.

O objetivo era disfarçar o indisfarçável. Ou seja, que o governo resolveu decidir o destino (e os investimentos) da maior empresa privada brasileira – a essa altura, aliás, o adjetivo “privada” ficaria melhor emoldurado com as devidas aspas.

O Bradesco, afinal o sócio privado mais relevante e berço de Roger Agnelli, foi avisado ainda no final do ano passado da intenção do governo. Mais de uma conversa foi realizada na sede do banco.

Ministros e presidentes de fundos de pensão lá estiveram com o trio que manda no banco, segundo reza a lenda: o “Lázaro”, o “Mello e o “Brandão”. Já há algum tempo o Bradesco concordara com o pedido do governo – afinal “pedido” de governos costuma ser ordem. Lázaro de Mello Brandão tinha e tem uma relação forte com Agnelli, que em dez anos de Vale só tem números portentosos para apresentar. Em situação normal de temperatura e pressão, preferiria que Agnelli ficasse onde está. O Agnelli que Brandão queria na Vale, porém, era o que exibisse lucros espetaculares e cultivasse boa relação com o governo. Agnelli, contudo, só conseguia encher a metade do copo.

Como o nome do sucessor não aparecia, Agnelli se movimentava como podia para ficar. Nem sempre da melhor maneira. Botou em risco até sua justa fama de bom administrador e executivo devotado ao lucro e ao mercado. Por exemplo quando topou descascar um abacaxi para o governo e dizer que participaria da bilionária construção da usina de Belo Monte, em substituição ao grupo Bertin, que morreu na praia.

Os últimos dias foram mais dramáticos. Desde segunda-feira, quando O Estado de S. Paulo estampou em sua primeira página uma reunião ocorrida três dias antes entre Guido Mantega e Lázaro de Mello Brandão, a guerra da sucessão ganhou contornos mais nervosos. Agnelli ainda trabalhou ferozmente para manter-se na cadeira.

Mobilizou todo mundo que podia. De petistas graduados a tucanos idem. Procurou Lula em busca de apoio. Foi a FHC que, por exemplo, chegou a dar um telefonema para Brandão no meio da semana. No meio da semana, esteve na sede da Previ. Relatou a Ricardo Flores, presidente do fundo, o processo de fritura. Reclamou muito. Agnelli só jogou a toalha mesmo na manhã de sexta-feira.

Nas mãos do governo, a Vale deverá ser outra Vale. Até por que só faria sentido tomar a Vale para si se for para usá-la de acordo com algumas receitas muito próprias. Para Dilma, “um empresário tem papel no desenvolvimento do país e não pode deixar de investir em algo importante só porque outro negócio é mais lucrativo para ele”.

Há alguns anos, Lula levou Agnelli a loucura ao insistir que a Vale investisse pesado na área siderúrgica. Na quinta-feira passada, no Planalto, durante uma reunião com líderes governistas no Congresso, Dilma disse textualmente, de acordo com um senador que lá estava: “Não dá mais para ficar exportando minério de ferro para a China e importar aço deles”.

Não resta dúvida, portanto, que esses investimentos siderúrgicos serão intensificados. Assim como parece claro que a Vale passará a investir em alguns megaprojetos de interesse do governo – como fazem os grandes fundos de pensão estatais e a Petrobras. Aliás, num exercício de projeção conservador pode-se olhar para a Petrobras da era petista e enxergar o que será a “nova” Vale daqui a alguns anos – uma empresa alinhada com o governo.

Por Lauro Jardim

sábado, 11 de dezembro de 2010

7:31 \ Economia

Novos tempos na Vale

Até o mês passado, as reuniões do conselho de administração da Vale eram conduzidas por Roger Agnelli, embora ele seja presidente executivo da empresa. Ricardo Flores, presidente da Previ e o novo presidente do conselho, assumiu essa função. Agnelli continuará participando das reuniões, mas não mais como seu condutor. Sem dúvida, são novos tempos para Agnelli na Vale.

Por Lauro Jardim

 

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