Blogs e Colunistas

quarta-feira, 18 de abril de 2012

20:23 \ Congresso

Cândido quer

Candidato a relator

Vicente Cândido é outro petista que colocou o nome à disposição de Jilmar Tatto para ser indicado a relator da CPI mista do Cachoeira. Cândido avalia que a missão será das mais pesadas, mas topa relatar a CPI se não restar ninguém para assumir. Ele diz:

– O que se fala é que CPI a gente sabe como começa, mas não sabe como termina. Mas essa está tão complicada que a gente nem sabe como começa.

Por Lauro Jardim
14:26 \ Congresso

Ideli veta Vaccarezza

Quer ser o relator da CPI

Enquanto boa parte dos petistas da Câmara corre da CPI mista do Cachoeira, Cândido Vaccarezza já avisou aos líderes que topa, sim, ser o relator da investigação. Quem não quer Vaccarezza na relatoria da CPI é Ideli Salvatti, a responsável direta pela queda dele da liderança do governo.

Como a popularidade de Ideli na Câmara anda mais baixa do que nunca (foi convocada em uma comissão com a ajuda da própria base), é bem capaz de Vaccarezza ser mesmo nomeado relator.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 17 de abril de 2012

17:04 \ Congresso

Amin e os serviços de Thomaz Bastos

Na roda dos petistas

Esperidião Amin conversava com colegas petistas em uma roda no meio do plenário da Câmara, na semana passada, quando o nome de Márcio Thomaz Bastos entrou no assunto. Impressionado ao saber que o bicheiro Carlinhos Cachoeira topou pagar 15 milhões de reais (leia mais em Taxímetro alto) para contratar os serviços de Thomaz Bastos, Amin não resistiu:

– Com todo esse dinheiro, deve estar no pacote de serviços até a redação do requerimento da CPI e a definição do que será investigado.

Por Lauro Jardim
14:25 \ Brasil

O buraco petista

Tombo feio

O ex-governador cearense Lúcio Alcântara passou o domingo falando cobras e lagartos de Luizianne Lins (PT) e sua gestão na prefeitura de Fortaleza.

Alcântara, que também governou Fortaleza, pedalava na Avenida Beira Mar por volta de 6h30 da manhã de domingo quando o pneu dianteiro da bicicleta travou em um buraco do calçadão.

Aos 68 anos, o ex-governador viu o mundo virar de cabeça para baixo, bateu com o rosto no chão e acabou indo parar no Hospital Monte Klinikum com muitos ferimentos.

Por Lauro Jardim
13:28 \ Governo

Silêncio sobre CPI

Dilma ainda não chamou

Apesar de todo o falatório em torno da CPI mista do Cachoeira, Dilma Rousseff ainda não conversou com Michel Temer sobre a abertura de investigação no Congresso. Dilma costuma recorrer aos serviços de Temer sempre que precisa enquadrar o PMDB. O problema é que quem precisa ser enquadrado no momento é o PT e seu discurso sobre o Mensalão. Rui Falcão que se cuide.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 13 de abril de 2012

11:43 \ Brasil

Intervenção no DF

Agnelo: intervenção?

Com Agnelo Queiroz cada vez mais atolado nas relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, voltou a circular nas rodas políticas do Congresso a tese da intervenção no Distrito Federal, nascida nos tempos de José Roberto Arruda.

Por Lauro Jardim

Longe do PT

Longe do PT

Enquanto o PT pernambucano discute a possibilidade de realizar prévias para escolher o candidato petista na corrida pela prefeitura do Recife (a briga é feia entre o atual prefeito João da Costa e Maurício Rands), Armando Monteiro anda dizendo no Senado que o PTB terá candidato próprio na disputa.

Monteiro não quer saber de apoiar Costa e também não está lá muito animado com a pré-candidatura de Rands. Quem conversou com Monteiro diz que ele repete a pergunta: se nem o PT se ajuda, por que o PTB vai se meter a fazer alguma coisa?

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 12 de abril de 2012

8:23 \ Partidos

Em crise com Agnelo

Problema no terreno

A cúpula do PMDB está a beira de um ataque de nervos com Agnelo Queiroz. Com 18 milhões de reais reservados para construir a nova sede nacional do partido, os peemedebistas foram informados que o próprio Agnelo mandou engavetar o processo de liberação do terreno para a obra.

Valdir Raupp reclama que desde maio de 2011 o partido espera uma definição de Agnelo, mas nem o vice Tadeu Filippelli é capaz de fazer o petista agilizar o processo. É mais uma crise para a coleção de problemas de Agnelo no DF.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 11 de abril de 2012

21:07 \ Congresso

O acordo PT-PMDB

Acordo com o PMDB

Walter Pinheiro procurou Renan Calheiros para propor o seguinte acordo: o PMDB do Senado indica o presidente da CPI mista do Cachoeira e o PT da Câmara leva a relatoria. Beleza. Acontece que Pinheiro esqueceu de combinar com os colegas petistas da Câmara.

Nenhum petista de proa quer ouvir falar em relatoria de CPI. Só o baixo clero, que faz tudo por cinco minutos de fama, cogita a tarefa. A repulsa pela relatoria tem diferentes justificativas, mas a maior está na parte mais cara ao político, as urnas: ninguém quer associar a imagem a um grande escândalo de corrupção em pleno ano eleitoral.

A propósito, Renan ficou de pensar na proposta de Pinheiro e levar à bancada a alternativa da presidência.

Por Lauro Jardim
21:02 \ Congresso

Quem tem medo da CPI?

Calejada pelos duros tempos de CPI dos Correios, que desencavaram o mensalão, uma ala da bancada petista da Câmara sente calafrios só de ouvir falar em CPI. São esses petistas que consideram um erro o fato de o Planalto ter alimentado o discurso favorável à investigação sobre os esquemas de Carlinhos Cachoeira. Nelson Pelegrino, por exemplo, tem um palpite sobre o perfil do relator:

– O relator tem que ser um deputado que não tenha filhos, ou que já tenha criado os filhos, porque não vai sobrar tempo para mais nada depois que essa CPI começar.

Já Virgílio Guimarães ironiza a decisão do governo de apoiar a CPI:

– Vai ser a CPI do fim do mundo parte dois.

E o paranaense André Vargas vai na onda:

– Depois da CPI do fim do mundo, vamos criar agora a CPI do fim do submundo.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 10 de abril de 2012

6:03 \ Congresso

A CPI do Cachoeira

Pressão dos colegas

Depois de passar 2011 com o rótulo de inimigo das CPIs, Marco Maia convive agora com a pressão dos colegas para instalar na Câmara uma investigação sobre as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com diferentes instâncias da República.

Maia abriu até o momento três CPIs para apurar denúncias de trabalho escravo, exploração sexual de crianças e adolescentes e tráfico de pessoas. Ele também mandou arquivar quatro pedidos de investigação alegando ausência de “fato determinado”. Diante de tantas evidências de envolvimento de parlamentares de diferentes partidos com Cachoeira, Maia vive o dilema.

Se abrir a CPI, corre o risco de detonar um processo que poderá tragar um número incerto de deputados, inclusive do seu próprio partido, o PT. Permanecendo indiferente ou até mesmo determinando o arquivamento do pedido, Maia arcará sozinho com o ônus de engavetar um dos casos de corrupção mais controversos dos últimos tempos.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 9 de abril de 2012

14:29 \ Brasil

Popularidade no adesivo

Mal na foto

Agnelo Queiroz está no governo do Distrito Federal há um ano três meses e quatro dias. A popularidade de sua gestão pode ser constatada nas ruas: taxistas apelidaram Agnelo de “Agnulo” e cada vez mais carros circulam com um adesivo preto com os dizeres em letras garrafais:

– Fora Agnelo!

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Ministros em campanha

Foco na campanha

Rui Falcão se reuniu anteontem com um rosário de ministros petistas na sede nacional do partido, em Brasília. A conversa varou a noite e não teve nada a ver com a Páscoa.

Falcão quer os ministros petistas engajados nas campanhas país afora e definiu as cidades que devem ser priorizadas na pré-campanha. São Paulo, claro, é prioridade das prioridades.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 29 de março de 2012

6:04 \ Congresso

Chinaglia na mira

Falta gastar sola de sapato

Aliados do ex-líder Cândido Vaccarezza estão jogando a culpa pela convocação de ministros e aprovação de projetos contrários aos interesses do governo nas comissões da Câmara em Arlindo Chinaglia. Argumentam que Chinaglia não tem a mesma humildade de Vaccarezza, que gastava sola de sapato percorrendo as comissões nos dias de votação para evitar derrotas do Planalto.

Um graúdo líder governista diz que Chinaglia “está bem mais fácil de lidar”, mas ainda não conseguiu adotar a mesma dinâmica de trabalho de Vaccarezza, que todo começo de semana realizava reuniões com os líderes para acertar a pauta e a orientação da base nas votações.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 27 de março de 2012

7:28 \ Congresso

Desconforto petista

Caso Cachoeira: petistas incomodados

 

Desconforto geral entre os petistas do Senado com a evolução das denúncias contra Demóstenes Torres e seu envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Depois de alguns integrantes da bancada terem utilizado a tribuna para defender Demóstenes, a leitura é que o próprio terá de retribuir a confiança recebida e retornar à tribuna prestar novos esclarecimentos.

Por ora, cobrar explicações de Demóstenes é o máximo que os petistas planejam fazer. A bancada não deve denunciar o senador do DEM ao Conselho de Ética da Casa para não parecer que está “pagando na mesma moeda” os anos de falso moralismo de Demóstenes na Casa. Diz um petista:

– Queremos e vamos cobrar, mas com cuidado, para não nos igualarmos às práticas dele.

Por Lauro Jardim
7:27 \ Congresso

O frade não peca

"Todo mundo peca, mas o frade não pode pecar"

Um dos petistas contrariados com a situação de Demóstenes Torres é Jorge Viana. O petista, ao lado de Eduardo Suplicy, usou o microfone para manifestar apoio a Demóstenes no começo da crise. Para Viana, Demóstenes sempre levantou a voz Senado para condenar deslizes éticos dos colegas e não poderia ter cometido o erro de praticar o que tanto condenou. Diz Viana:

– Todo mundo peca, mas o frade não pode pecar.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 23 de março de 2012

6:04 \ Governo

Inferno astral

Dilma: a crise começou no manifesto

Desde que o PMDB da Câmara resolveu fazer um manifesto para atacar o monopólio petista no governo (leia mais em PMDB versus PT), 23 longos dias se passaram no Planalto.

O homem do trem-bala na ANTT e os principais líderes de Dilma Rousseff foram degolados no Congresso e nada mais de importante para o governo foi aprovado na Câmara ou no Senado. Dependente crônico de cargos, o PR rumou para oposição entre os senadores, a bancada ruralista declarou guerra ao governo na discussão do Código Florestal e os evangélicos conseguiram entortar a articulação política do Planalto nos desencontros da Lei Geral da Copa e a polêmica sobre as bebidas.

Aprovado um dia antes da rebelião peemedebista, o projeto do Funpresp foi o último lampejo do governo no Congresso. Desde então, o texto segue parado no Senado, prejudicado por manobras da própria base governista. Depois de mais uma semana sem votações, é certo que nem o mais otimista dos peemedebistas apostaria em tanta confusão.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 21 de março de 2012

18:21 \ Congresso

Em guerra com Sarney

Pinheiro: revolta com Sarney

Inconformado com a atitude de José Sarney, que deu uma volta em todo mundo ao criar a comissão de notáveis para debater o pacto federativo no Senado (leia mais em Foco de tensão), Walter Pinheiro garante que nenhum senador petista participará dos debates do “grupo dos eleitos” de Sarney.

Pinheiro está bufando basicamente por dois pecados de Sarney: ter descumprido a promessa de privilegiar a CAE e a CCJ nos debates e ainda por cima não ter envolvido os demais senadores no debate sobre os “notáveis” que seriam indicados para compor o grupo. Diz o petista:

- Sei que o Sarney é experiente, mas ele não vai cometer a atrocidade de passar por cima da CAE e da CCJ. Nenhum senador vai participar da comissão de notáveis.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 16 de março de 2012

6:03 \ Governo

PR alojado

Com os companheiros de PR

Apesar da choradeira da cúpula do PR, quem conhece as entranhas do Ministério dos Transportes aponta na atual gestão de Paulo Sérgio Passos uma infinidade de indicados políticos do PR que ainda atuam segundo a velha distribuição de poder estabelecida por Alfredo Nascimento.

Comandante do Dnit nos anos gordos do PR, Luiz Antônio Pagot diz que o partido ainda mantém comando direto sobre cargos estratégicos em superintendências de oito estados e compartilha gestões com PMDB e PT em outras superintendências no Norte e Nordeste. Isso sem contar cargos em outros braços dos Transportes, como Antaq, Fundo de Marinha Mercante e a famosa Valec. Diz Pagot:

- Ninguém mexeu nessa estrutura nos estados. O PR continua nos mesmos postos que ocupava.

O que o PR faz é adotar a mesma lógica aplicada a Passos que, embora filiado ao PR, não é considerado um soldado da tropa.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 15 de março de 2012

18:02 \ Congresso

Resta “apertar botão”

Só resta apertar botão

Agora que Arlindo Chinaglia é o líder do governo e o grupo de Marco Maia tomou conta dos espaços de poder disponíveis ao PT na Câmara, um petista ligado a Cândido Vaccarezza resume a situação de sua ala na Casa:

- Esse ano não nos restou outra tarefa a não ser apertar botão e votar sim pelo governo.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 13 de março de 2012

20:30 \ Congresso

É do PMDB

Planalto reafirma acordo

O Planalto precisou entrar em campo nesta tarde para afastar ruídos com o PMDB em torno da indicação de Arlindo Chinaglia para a liderança do governo na Câmara.

Chinaglia vinha se movimentando para disputar a presidência da Câmara no ano que vem e sua indicação poderia ampliar sua margem de articulação.

Para evitar problemas já na chegada do novo líder, Ideli Salvatti telefonou a Henrique Eduardo Alves para dizer, em nome de Dilma Rousseff, que o PT irá cumprir o acordo de revezamento na presidência da Câmara. Disse Ideli:

- O candidato do governo é do PMDB. O PT vai cumprir o acordo.

Adotando o mesmo movimento, o próprio Chinaglia telefonou há pouco para Alves e transmitiu o mesmo recado: vai cuidar dos assuntos da liderança do governo sem cobiçar o comando da Câmara. Será?

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 12 de março de 2012

20:51 \ Governo

Vaccarezza balança

"Rodízio de líderes"

Líderes da base governista na Câmara foram informados agora à noite que Cândido Vaccarezza também será tragado pela onda que levou Romero Jucá Leia mais em Crônica da queda). Segundo os líderes, a saída de Vaccarezza deve ser anunciada amanhã, mas ainda não há um nome para substituí-lo. Diz um governista graúdo:

– Virou rodízio de líderes!

Vaccarezza, aliás, está neste momento no Planalto.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 9 de março de 2012

Isolamento petista no Ceará

PSB e PMDB estão muito próximos de fechar um acordo para excluir o PT nas eleições no Ceará. Socialistas e peemedebistas estarão juntos em qualquer cenário. Se o PT quiser se isolar…

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 8 de março de 2012

19:20 \ Congresso

Petistas irritados

Falou na hora errada.

Eduardo Suplicy entrou em conflito com a bancada petista no Senado quando decidiu apoiar o discurso de Demóstenes Torres, quando o senador do DEM apresentou na tribuna do Senado os argumentos para a amizade com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

A bancada petista havia combinado que ninguém apoiaria Demóstenes durante seu discurso. Suplicy não só desrespeitou o acordo com foi um dos primeiros a sair em socorro de Demóstenes. Diz o líder petista Walter Pinheiro:

- Vamos discutir esse assunto na próxima reunião da bancada. O Suplicy é muito midiático. Ele fez besteira.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 7 de março de 2012

19:28 \ Congresso

Recado para o PT

Um graúdo líder da base governista no Senado interpreta assim a queda de Bernardo Figueiredo da ANTT:

- É um recado claro de que o PT sozinho não consegue nada aqui. Isso aqui não é só o PT. A Dilma tem que saber que existe base também. Acabou esse negócio de mandar qualquer coisa aqui e a gente aprovar. Agora tem que conversar.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 5 de março de 2012

O dilema de Alves

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

Que enrascada se meteu Henrique Eduardo Alves nesse episódio do manifesto do PMDB contra o PT. Alves quer ser presidente da Câmara no ano que vem. Para consumar o projeto, ele precisa, antes de tudo, que os petistas cumpram o acordo de revezamento da presidência da Casa. Se a lógica fosse regra na política, Alves poderia fazer tudo, menos bater na bancada petista.

Mas Alves tem dentro da própria bancada peemedebista um problema tão grande quanto esse. Diante do monopólio petista na máquina de Dilma Rousseff, 45 dos 77 deputados peemedebistas chegaram ao limite da tolerância.

Se Alves não apoiar o movimento agora, corre o risco de ter a própria bancada como inimiga na sucessão de Marco Maia em 2013. O que se pode concluir é que, seja qual for o lado escolhido, Alves estará enrascado do mesmo jeito.

Para piorar, Inocêncio Oliveira, do ainda mais indignado PR, já começou a pedir votos para sua eventual candidatura à sucessão de Maia, e gente do próprio PMDB garante que Arlindo Chinaglia nunca esteve tão motivado em disputar o comando da Casa.

Por Lauro Jardim
8:22 \ Governo

Palestra de Ideli

Palestrante para petista ver

O PT vai realizar amanhã (só pode ser para fazer inveja nos peemedebistas) um encontro dos servidores petistas instalados no governo de Dilma Rousseff. Batizado de Fórum dos Petistas, o evento está programado para ocorrer na sede nacional do partido e terá como estrela principal Ideli Salvatti, que dará palestra sobre conjuntura política e econômica.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 2 de março de 2012

Em Campinas

Foco nas eleições de outubro

O presidente do IPEA, Márcio Pochmann, teve uma longa conversa com Rui Falcão ontem para tratar de sua pré-candidatura à Prefeitura de Campinas. Ficou combinado que a dupla vai bater o martelo sobre a candidatura na próxima quinta-feira. Pochmann é o preferido de Lula na disputa.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 1 de março de 2012

18:59 \ Partidos

Em estado de guerra

Crise na relação

A cúpula do PMDB monitora em silêncio a evolução do manifesto-rebelião (leia mais em PMDB versus PT) contra o monopólio petista no governo de Dilma Rousseff.

Quem conversou com Henrique Eduardo Alves e Michel Temer entre ontem e hoje garante: não há mais como segurar o movimento de insatisfação dentro do partido. Um peemedebista resume:

- Esse negócio de manifesto ganhou corpo e agora ninguém segura a insatisfação.

Por Lauro Jardim

Apoio total

Total apoio

Antes de começar a coletar assinaturas no manifesto de guerra ao PT (leia mais em PMDB versus PT), um grupo de deputados peemedebistas foi a Valdir Raupp apresentar o documento. Raupp não assinou, mas manifestou apoio irrestrito ao texto que critica o monopólio petista sobre o governo. Veja o que diz Raupp:

- Se sessenta deputados assinam, como é que o presidente não vai apoiar? O manifesto tem total apoio.

Por Lauro Jardim

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados