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terça-feira, 17 de abril de 2012

13:28 \ Governo

Silêncio sobre CPI

Dilma ainda não chamou

Apesar de todo o falatório em torno da CPI mista do Cachoeira, Dilma Rousseff ainda não conversou com Michel Temer sobre a abertura de investigação no Congresso. Dilma costuma recorrer aos serviços de Temer sempre que precisa enquadrar o PMDB. O problema é que quem precisa ser enquadrado no momento é o PT e seu discurso sobre o Mensalão. Rui Falcão que se cuide.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 16 de abril de 2012

17:28 \ Congresso

Refém de novo

No comando de novo

A propósito da CPI mista do Cachoeira, as revelações envolvendo Fernando Cavendish e a Delta Construções dividiram o PMDB em dois sentimentos. Não há como negar a preocupação com os efeitos da CPI em administrações intimamente ligadas a Cavendish, como o governo de Sérgio Cabral no Rio de Janeiro e a própria gestão petista na República, que repassou verbas bilionárias à Delta nos últimos anos.

Por outro lado… José Sarney, Renan Calheiros e Romero Jucá estão radiantes com o fato de Dilma Rousseff estar novamente refém dos seus serviços no Congresso. Dilma tentou enfraquecer o trio ao trocar Jucá por Eduardo Braga na liderança do governo, mas com a CPI prestes a ser instalada, ela nunca foi tão dependente de Renan, Jucá e Sarney como agora.

Por Lauro Jardim

Em campanha

Foco eleitoral

Os caciques do PMDB vivem reclamando que o partido deveria ter ministérios mais representativos no governo Dilma Rousseff e que nenhuma das pastas ocupadas por seus quadros serve para conquistar votos nos estados. Titular da Agricultura desde agosto do ano passado, Mendes Ribeiro discorda dessa choradeira e diz que vai percorrer o país nos próximos meses para pedir votos aos candidatos do PMDB. Será o ministro salvador do PMDB? Diz Mendes:

– Não sei se salvo ou atrapalho, mas vou fazer campanha.

Mendes, aliás, vai ter atenção especial em Porto Alegre, onde o filho do meio, Pablo, resolveu se lançar candidato a vereador.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 13 de abril de 2012

14:34 \ Congresso

Sessenta horas de grampos

Horas e horas de conversas

Integrantes da cúpula do PMDB no Senado receberam nesta semana uma informação que dá uma ideia do tamanho do trabalho que a futura CPI mista do Cachoeira terá quando o STF finalmente repassar cópia do inquérito da Operação Monte Carlo. Só as conversas de Demóstenes Torres com o bicheiro Carlinhos Cachoeira totalizam cerca de sessenta horas de gravações.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 12 de abril de 2012

17:21 \ Congresso

O clima na República

Silêncio na Esplanada

Veja como o clima tenso em torno da CPI mista do Cachoeira mexe com a rotina da República. Desde que os grampos da Operação Monte Carlo começaram a pipocar diariamente na mídia, o PR não incomodou mais o Planalto para ter cargos no governo, as especulações de queda de ministros cessaram e quase não se ouve mais as picuinhas diárias das alas rebeladas do PMDB. Diz um graúdo deputado governista:

– O melhor agora é ficar na toca e não falar alto para ver se esquecem de você.

Por Lauro Jardim
8:23 \ Partidos

Em crise com Agnelo

Problema no terreno

A cúpula do PMDB está a beira de um ataque de nervos com Agnelo Queiroz. Com 18 milhões de reais reservados para construir a nova sede nacional do partido, os peemedebistas foram informados que o próprio Agnelo mandou engavetar o processo de liberação do terreno para a obra.

Valdir Raupp reclama que desde maio de 2011 o partido espera uma definição de Agnelo, mas nem o vice Tadeu Filippelli é capaz de fazer o petista agilizar o processo. É mais uma crise para a coleção de problemas de Agnelo no DF.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 11 de abril de 2012

21:07 \ Congresso

O acordo PT-PMDB

Acordo com o PMDB

Walter Pinheiro procurou Renan Calheiros para propor o seguinte acordo: o PMDB do Senado indica o presidente da CPI mista do Cachoeira e o PT da Câmara leva a relatoria. Beleza. Acontece que Pinheiro esqueceu de combinar com os colegas petistas da Câmara.

Nenhum petista de proa quer ouvir falar em relatoria de CPI. Só o baixo clero, que faz tudo por cinco minutos de fama, cogita a tarefa. A repulsa pela relatoria tem diferentes justificativas, mas a maior está na parte mais cara ao político, as urnas: ninguém quer associar a imagem a um grande escândalo de corrupção em pleno ano eleitoral.

A propósito, Renan ficou de pensar na proposta de Pinheiro e levar à bancada a alternativa da presidência.

Por Lauro Jardim
17:00 \ Brasil

PMDB quase esqueceu Ulysses

Abatido por uma febre, José Sarney faltou ao jantar do PMDB, mas não foi a única personalidade peemedebista ausente. Passados todos os discursos, já com a cerimônia encerrada, alguém soprou para Michel Temer, que correu ao microfone anunciar:

-Gente, esquecemos de lembrar o Dr. Ulysses!

Por Lauro Jardim
6:02 \ Congresso

Bate-boca e desculpas

Entrevero antigo

Depois do bate-boca no Senado ontem, Pedro Simon procurou Renan Calheiros longe dos holofotes e pediu desculpas.

Ontem, Simon desceu a borduna em Renan durante reunião do Conselho de Ética do Senado. Usando uma declaração do líder peemedebista publicada na imprensa, Simon provocou:

– O líder do PMDB diz no jornal que não é tradição do PMDB apoiar CPI. Não é desde que vossa excelência assumiu a liderança, isso é verdade. Mas as maiores CPIs do Congresso sempre foram assinadas pelo PMDB.

Renan então reagiu:

– Eu disse que o PMDB sempre teve compromisso com investigação dos fatos. Vossa excelência não pode ser injusto.

Simon prosseguiu:

– A CPI do impeachment do Collor nasceu no meu gabinete. Vossa excelência não pode dizer que não é tradição do PMDB patrocinar CPI. Hoje não é. Mas era!

Depois do entrevero, longe dos holofotes, Simon procurou Renan e pediu  desculpas.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 10 de abril de 2012

19:32 \ Partidos

O jantar do PMDB

Sarney perdeu o título

O PMDB vai dar um jantar nesta noite, em Brasília, para comemorar seus 46 anos de fundação. Desde que José Sarney deixou o Planalto, é a primeira vez que os peemedebistas irão festejar o aniversário com um dos seus no comando da República (Michel Temer esquenta a cadeira até amanhã, quando Dilma Rousseff retorna dos EUA). Um graúdo peemedebista faz galhofa:

– O Eliseu Padilha já fala em tomar o comando do país quando a Dilma está aqui. Com ela fora, então… Durma-se com um jantar desses.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 9 de abril de 2012

10:23 \ Congresso

Praga da Marinor?

De volta ao Senado

Jader Barbalho tomou posse no Senado em 28 de dezembro de 2011. Desde então, vem sofrendo seguidos problemas de saúde que praticamente o impedem de começar as atividades do mandato no Congresso.

Entre os peemedebistas, em tom de galhofa, atribui-se o inferno astral de Jader a uma suposta praga de Marinor Brito, a suplente do PSOL que ocupava seu lugar até a liberação do STF. Praga ou não, Jader (agora recuperado) diz que estará de volta ao Senado nesta semana.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 5 de abril de 2012

12:20 \ Congresso

Demóstenes, o DEM e o PMDB

Ainda no DEM

A história de Demóstenes Torres com o DEM foi encerrada na última terça-feira, mas até o final desta manhã, a página do Senado ainda apontava o partido comandado por José Agripino Maia como sigla do senador goiano.

Enquanto o Senado não se atualiza, uma pergunta irônica corre entre os parlamentares do DEM: será que Renan Calheiros continua interessado em levar Demóstenes ao PMDB?

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 4 de abril de 2012

19:22 \ Congresso

O castigo de Sarney

De castigo no hospital

Pedro Simon deixou as atividades do Senado nesta semana para cuidar da saúde. Não foi um ato voluntário. Simon seguiu as ordens da mulher, Ivete, que obrigou-o a fazer todo tipo de exame. No meio da bateria de testes, Simon acabou descobrindo um coágulo no intestino, nada grave, mas o suficiente por deixá-lo mais algumas horas no estaleiro.

Quem conhece Simon sabe que ele detesta hospitais. O período de exames foi, portanto, uma espécie de castigo para o senador gaúcho e virou motivo de gozação entre peemedebistas do Senado:

- O Simon não foi falar mal do Sarney na VEJA? Então, deu no que deu. É castigo.

Por Lauro Jardim
18:12 \ Governo

A Dilma da Dilma

Gleisi atropelou Ideli

A criação de um bloco parlamentar entre PR e PTB no Senado azedou o clima entre as mulheres de Dilma Rousseff no Planalto. Antes dedicada exclusivamente à burocracia da Casa Civil, Gleisi Hoffmann atropelou Ideli ao articular ontem o encontro dos senadores dos dois partidos com Dilma. Ideli Salvatti sentiu-se enfraquecida e ficou uma arara com a interferência.

Diante dos desencontros no palácio, a parcela de Renan Calheiros no PMDB está em festa. O ato, além de escantear Ideli, mostrou que Eduardo Braga (outro atropelado por Gleisi) não é o canal obrigatório dos governistas com Dilma. Diz um graúdo peemedebista:

- Agora que a Gleisi resolveu dar uma de José Dirceu e Palocci, ninguém precisa mais da Ideli.

(Atualização, às 19h05: Ideli telefona para dizer que não existe crise entre ela e Gleisi e que tudo não passa de intriga do Congresso. As duas estão juntas neste momento conversando no palácio.)

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 29 de março de 2012

15:22 \ Congresso

A bondade de Renan

Telefonemas para Demóstenes

Tem peeemdebista dizendo que não foi por bondade que Renan Calheiros resolveu usar a bancada para blindar Demóstenes Torres no Conselho de Ética do Senado. Renan teria muitos motivos para dispensar a Demóstenes o mesmo tratamento rigoroso recebido quando teve de renunciar à presidência do Senado em 2007.

Por que então Renan quer deixar o caso “apenas na esfera jurídica”? Por que ele e Demóstenes conversaram muito por telefone no período em que a Polícia Federal interceptava as ligações do senador goiano. Renan queria levar Demóstenes para o PMDB e ainda não se sabe se os termos dessas conversas foram relatados no inquérito entregue ao STF.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 28 de março de 2012

17:15 \ Partidos

Peemedebista de carteirinha 

Zimmermann filiado


Márcio Zimmermann, o número dois do Ministério de Minas e Energia, assina filiação ao PMDB amanhã, em Santa Catarina. Vai virar peemedebista de carteirinha para substituir Edison Lobão no final do ano, caso ele deixe a pasta para presidir o Senado. 

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 23 de março de 2012

16:28 \ Congresso

Braga na chuva

Presidente capenga

Êxtase total na cúpula peemedebista do Senado nesta manhã com a entrevista de Jarbas Vasconcelos à Folha de S.Paulo. Jarbas chama Dilma Rousseff de “presidente capenga” e diz que ela “quer ganhar tudo no grito, com cara feia”.

Qual a novidade nisso? Jarbas desce a borduna em Dilma uma semana após Eduardo Braga ter falando e “fortalecer a interlocução” do Planalto com o pernambucano. De quebra, Jarbas diz que a troca de Romero Jucá por Braga “não muda muita coisa” na visão sobre Dilma. Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney estão rindo à toa.

Por Lauro Jardim
6:04 \ Governo

Inferno astral

Dilma: a crise começou no manifesto

Desde que o PMDB da Câmara resolveu fazer um manifesto para atacar o monopólio petista no governo (leia mais em PMDB versus PT), 23 longos dias se passaram no Planalto.

O homem do trem-bala na ANTT e os principais líderes de Dilma Rousseff foram degolados no Congresso e nada mais de importante para o governo foi aprovado na Câmara ou no Senado. Dependente crônico de cargos, o PR rumou para oposição entre os senadores, a bancada ruralista declarou guerra ao governo na discussão do Código Florestal e os evangélicos conseguiram entortar a articulação política do Planalto nos desencontros da Lei Geral da Copa e a polêmica sobre as bebidas.

Aprovado um dia antes da rebelião peemedebista, o projeto do Funpresp foi o último lampejo do governo no Congresso. Desde então, o texto segue parado no Senado, prejudicado por manobras da própria base governista. Depois de mais uma semana sem votações, é certo que nem o mais otimista dos peemedebistas apostaria em tanta confusão.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 22 de março de 2012

12:32 \ Partidos

Muro das lamentações

Melhor não contrariar a mulher

A cúpula do PMDB se reuniu no Palácio do Jaburu no começo da semana para um jantar. O prato servido foi o mesmo: reclamações e mais reclamações de Dilma Rousseff e seu modo peculiar de fazer política. Renan Calheiros, por exemplo, esbravejou até cansar, mas no final se resignou, afinal, não dá para perder os cargos da Transpetro.

Por Lauro Jardim
7:04 \ Congresso

Líder, somente líder

Chinaglia não concorrerá à presidência

Quando foi escolhido para ser o novo líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia ouviu uma instrução de Dilma Rousseff, dada por Ideli Salvatti: que ele esquecesse qualquer pretensão de disputar a presidência da Câmara.

Pelo menos foi esse o recado passado ao PMDB, que quer Henrique Alves disputando tranquilo (e com o apoio do PT) o cargo em janeiro do ano que vem.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 21 de março de 2012

13:22 \ Congresso

“Bombeiros aqui dentro”

Receita para acabar com a guerra no Senado

No corpo a corpo com senadores para garantir a aprovação do Funpresp, Garibaldi Alves Filho circulava ontem pelo plenário do Senado quando foi instado a avaliar a crise na Casa, com peemedebistas se bicando, o PR na oposição e as votações paralisadas pela troca de Romero Jucá por Eduardo Braga. Bem ao seu estilo, Alves deu a receita para acabar com a guerra no Senado:

– Tem que colocar uns bombeiros aqui dentro, com umas mangueiras daquelas grandes, com um jato bem forte. Só assim pra resolver.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 19 de março de 2012

17:21 \ Congresso

Climão com Braga

Espumando de raiva

A turma de Renan Calheiros, Romero Jucá e José Sarney está explodindo de raiva com as declarações de Eduardo Braga publicadas na imprensa no fim de semana. A intenção de abrir espaço na interlocução do governo para Jarbas Vasconcelos, Pedro Simon e afins foi encarada com provocação das grossas.

Apesar do clima pesado, Braga diz que conversou com Sarney nesta manhã e identificou nele uma postura “compreensiva” em relação ao novo método de trabalho. Dizendo que Renan “é seu líder no Senado” e que Sarney “também tem suas virtudes”, Braga diz que o PMDB precisa se unir.

Por Lauro Jardim
14:29 \ Governo

Danilo Forte e os números

Ela não gostou do que viu

Ao tomar conhecimento do levantamento que mostra como a Funasa foi generosa com o Ceará no ano passado (leia mais em O cofre da Funasa), Danilo Forte foi atrás dos números e garante que o estado recebeu 36,4 milhões de reais e não 43,6 milhões de reais como mostra o relatório repassado recentemente a Dilma Rousseff.

Forte, aliás, reclama que a maior parte dos recursos diz respeito a obras do PAC e só 7,9 milhões de reais correspondem a emendas parlamentares destinadas aos 184 municípios do Ceará. Diz Forte:

- Esse fogo-amigo está desinformado. Eu sou parceiro. Estou com esse Lula desde 1989. Só não votei no Lula uma vez, quando o Ciro foi candidato.

Quem sabe Dilma se comove. Por ora, o que consta é que Dilma ficou mais do que surpresa ao ver a dinheirama enviada ao estado de alguém que reclama tanto do governo.

Por Lauro Jardim
7:22 \ Congresso

O cofre na Funasa

Um ano gordo para os aliados no Ceará

Líder maior da recente rebelião do PMDB da Câmara, Danilo Forte arrancou da Funasa no ano passado 43,6 milhões de reais para municípios de sua base eleitoral no Ceará. O relatório detalhado desses dados está na gaveta de alguém muito brava que despacha no terceiro andar do Palácio do Planalto.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 16 de março de 2012

12:22 \ Congresso

Veto no Senado

Ele não.

Assim que o nome de Edison Lobão apareceu na imprensa como “preferido” do Planalto na sucessão de José Sarney no Senado, o grupo de rebelados do PMDB começou a trabalhar.

Peemedebistas que ambicionam o lugar de Sarney fizeram chegar a Lobão a seguinte mensagem: a bancada não tem qualquer ligação com ele, não o reconhece como referência para ser indicado a um posto tão destacado, e não apoiará a manobra para jogá-lo de paraquedas na cadeira número um do Senado. Um graúdo peemedebista define o ambiente em torno de Lobão:

– Se ele sair do ministério para vir aqui ser candidato, vai ter disputa. Tem pelo menos três senadores aqui que não querem, mas topam disputar a presidência se o Planalto tentar nos empurrar o Lobão.

Por Lauro Jardim
6:03 \ Governo

PR alojado

Com os companheiros de PR

Apesar da choradeira da cúpula do PR, quem conhece as entranhas do Ministério dos Transportes aponta na atual gestão de Paulo Sérgio Passos uma infinidade de indicados políticos do PR que ainda atuam segundo a velha distribuição de poder estabelecida por Alfredo Nascimento.

Comandante do Dnit nos anos gordos do PR, Luiz Antônio Pagot diz que o partido ainda mantém comando direto sobre cargos estratégicos em superintendências de oito estados e compartilha gestões com PMDB e PT em outras superintendências no Norte e Nordeste. Isso sem contar cargos em outros braços dos Transportes, como Antaq, Fundo de Marinha Mercante e a famosa Valec. Diz Pagot:

- Ninguém mexeu nessa estrutura nos estados. O PR continua nos mesmos postos que ocupava.

O que o PR faz é adotar a mesma lógica aplicada a Passos que, embora filiado ao PR, não é considerado um soldado da tropa.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 15 de março de 2012

16:02 \ Congresso

Enquanto isso na Câmara…

"Continuo independente"

Pouco depois de Blairo Maggi ter decretado ontem a decisão de levar a bancada do PR para a oposição no Senado, Lincoln Portela, o líder do partido na Câmara, respondia assim sobre a possibilidade de o PR fazer o mesmo na Casa:

- Aqui não tem isso. O PMDB não tem dois grupos? O PMDB não faz manifesto e se rebela? Então, o PR também pode. Eu continuo independente.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 14 de março de 2012

19:22 \ Congresso

Partidos unidos

Presidentes e representantes de dezoito partidos se reuniram nesta tarde na liderança do PMDB do Senado para discutir uma estratégia que possa reverter a decisão da Justiça Eleitoral de barrar candidatos com contas de campanha reprovadas. O levante contra a resolução do TSE se dará em forma de apoio a um recurso do PT apresentado ao ministro Arnaldo Versiani.

Caciques de todos os partidos vão assinar uma moção apelando para que a Justiça Eleitoral siga o recurso petista e respeite a regra segundo a qual mudanças na legislação eleitoral só podem vigorar até um ano antes de cada pleito.

Por Lauro Jardim
18:52 \ Congresso

Jucá de bem

Romero Jucá ocupa a tribuna do Senado neste início de noite para dizer pela milésima vez que sai da liderança do governo sem mágoas e que irá fazer de tudo para apoiar Eduardo Braga a cumprir sua função. Chegou até a ensaiar o choro. Evidentemente, um discurso para inglês ver. Dilma fingirá que acredita no que ele disse. E Jucá fingirá que acredita no que disse.

Por Lauro Jardim
15:23 \ Congresso

Braga e a oposição

Toda ajuda é bem-vinda

Eduardo Braga procurou a oposição ontem, antes mesmo de assumir o posto de Romero Jucá, para abrir canais de diálogo. Braga disse a Alvaro Dias que pretende conversar para tornar mais cordial  a convivência entre governo e oposição. Nessa hora, toda ajuda é bem-vinda.

Por Lauro Jardim

 

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