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quinta-feira, 14 de março de 2013

8:33 \ Diversos

Concorrência no Vaticano

Escolha de argentino agradou

Em Brasília, parte dos políticos ficou aliviada com a escolha de um argentino e não de um brasileiro para ser o novo Papa. Diz um desses políticos:

- O Papa é  obviamente um polo de poder importante. Um Papa brasileiro dividiria obrigatotiamente o poder com o presidente do país, quando desse suas opiniões ou eventualmente fizesse críticas. Ninguém gosta desse tipo de concorrência.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Russomanno e o laranjal da Delta

Russomanno na casa do Abbud, com Adir Assad e o presidente estadual do PRB

Veja como esse mundo é mesmo pequeno. Quem poderia imaginar uma festinha entre os fornecedores de notas fiscais do laranjal da Delta Construções Adir Assad e Marcelo Abbud (leia mais em Se a PF procurar, acha) com o líder das pesquisas em São Paulo, Celso Russomanno?

Pois a imagem aí de cima mostra tudo isso e mais alguns personagens, como o presidente estadual do PRB, Vinicius Carvalho, em uma alegre noite de maio deste ano na casa de Abbud. Qual será a justificativa de Russomanno para conviver tão intimamente com essa dupla que a Delta e outras grandes empreiteiras usam para lavar dinheiro? Será que ano eleitoral é também ano de fazer novas amizades?

Para quem não lembra, Assad e seu sócio Abbud estão por trás de um conjunto de empresas fantasmas identificado pelo Coaf como destinatário de pelo menos 93 milhões de reais em recursos da empreiteira de Fernando Cavendish, entre janeiro de 2010 e julho de 2011. Registradas no nome de laranjas, as empresas foram abertas nos anos eleitorais de 2008 e 2010.

Mas a dinheirama não foi usada para abonar serviços de engenharia. Ela saiu do caixa da Delta principalmente para pagar propina a servidores públicos e abastecer caixa dois de campanhas eleitorais. O esquema de Assad e Abbud está tão enraizado nos partidos que o seu silêncio na CPI mista do Cachoeira é garantido a peso de ouro.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 16 de julho de 2012

7:03 \ Partidos

Uma série A

E ainda pode piorar

Enquanto o PEN assedia de Jaqueline Roriz a Romário (leia mais em Romário no PEN e em Mais três), o sistema político brasileiro já registra a mastodôntica marca de trinta partidos em funcionamento. É uma série A mais metade da Série B do Brasileirão. E nada indica que vai parar por aí.

Por Lauro Jardim

 

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