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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

16:33 \ Congresso

Convergências acreanas

Apesar das divergências, Jorge Viana garante que não brigou com Marina Silva por causa do Código Florestal:

- Eu entendia que a Marina não podia fazer tudo o que queria quando estava no Ministério do Meio Ambiente; e tenho certeza que ela entende que o Código de agora é o possível.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

11:47 \ Diversos

Em NY

Depois do SWU, que incluiu o Fórum Global de Sustentabilidade e reuniu gente como Neil Young, Bob Geldof, Darryl Hannah e Marina Silva, Eduardo Fischer embarcou para Nova York para participar amanhã da da cerimônia de lançamento da Rio+20. Será o único empresário brasileiro presente no evento.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

7:02 \ Brasil

Nova Ipixuna na Al-Jazeera

Documentário revela carta de extrativistas que Marina Silva recebeu

A Al-Jazeera transmitirá na semana que vem o documentário The Crying Forest, sobre o casal de extrativistas morto em maio em Nova Ipixuna (PA). José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo denunciavam a ação de madeireiras na região desde a década de 90.

O filme, com uma hora de duração, será veiculado para 70 milhões de residências pelo mundo a partir de quinta-feira à noite. Depois, ficará disponível na internet.

Um dos pontos altos do filme é a revelação de uma carta escrita por Maria em 2004 para a então ministra do Meio-Ambiente, Marina Silva. Nela, a extrativista relatava que o casal estava sendo ameaçado de morte e sentenciava:

- Os inimigos da natureza estão trabalhando noite e dia.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 27 de julho de 2011

19:03 \ Brasil

Marina sem tucanar

Marina Silva nega aproximação com PSDB (Foto: Divulgação)

Marina Silva afirmou há pouco no Twitter que não há negociação para que ela apoie candidatos do PSDB mineiro nas eleições do ano que vem. Marina disse que o compromisso dela é “com a nova política” – sabe se lá o que isso quer dizer. No seu blog, Marina se disse “honrada” pelo título de cidadã honorária que recebeu do governo de Minas (leia mais: Tucano esverdeado).

Por Lauro Jardim

sábado, 23 de julho de 2011

0:02 \ Brasil

Tucano esverdeado

Antonio Anastasia vai assinar um decreto concedendo a Marina Silva o título de cidadã honorária de Minas Gerais. Oficialmente, Anastasia justifica a honraria “em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao estado…”. Trata-se, evidentemente, de uma tentativa de aproximação tucana.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 8 de julho de 2011

19:58 \ Partidos

Alvo petista

Marina Silva e o deputado petista Alessandro Molon andaram conversando nos últimos dias sobre um novo partido político em 2013.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 6 de julho de 2011

11:33 \ Partidos

Em retirada

Luciano Zica, coordenador da campanha de Marina Silva no ano passado, deixará o PV amanhã, mas garante que não se filiará a nenhum partido. O mesmo não pode ser dito de alguns companheiros verdes que namoram o PSD nas últimas semanas.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 29 de junho de 2011

12:03 \ Partidos

Serra, Marina e PPS

José Serra entrou em campo para tentar melar a aproximação entre Marina Silva e o PPS. Está de olho, claro, no espaço que terá para tentar disputar as eleições de 2014.

Por Lauro Jardim

sábado, 25 de junho de 2011

1:31 \ Partidos

Estratégia de desembarque

Ainda está verde - Marina: já está sondando futuros companheiros

Marina Silva tem dito a deputados que quer deixar o PV só depois das eleições de 2012. Seu grupo considera impossível reunir em tão pouco tempo as assinaturas necessárias para criar um novo partido. Parlamentares do PT e PDT  já foram sondados para aderir ao projeto no futuro.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 30 de maio de 2011

17:46 \ Brasil

Marina em observação

Acometida por uma inflamação no braço, Marina Silva está neste momento em observação no hospital Sarah Kubitschek, em Brasília. Marina espera o resultado dos exames para saber quais medicamentos tomar por conta da inflamação (ela tem que ter todo o cuidado com remédios, já que sofreu de leishmaniose e malária, entre outras enfermidades). Foi esse o motivo que a fez cancelar sua participação esta noite no Roda Viva.

Uma das hipóteses clínicas é de que houve uma crise de estresse, dada a ativa participação de Marina durante as negociações da votação do Código Florestal na Câmara dos Deputados.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 23 de maio de 2011

18:29 \ Governo

Marina e os dois Paloccis

Não é à toa a defesa feita por Marina Silva de Antonio Palocci no caso do aumento exponencial do patrimônio do superconsultor. Durante as negociações da votação do Código Florestal na Câmara, Marina tem falado com Palocci sem intermediários. Tem lhe repassado as reivindicações dos ambientalistas.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 12 de maio de 2011

20:22 \ Governo

Marina e Palocci

Marina Silva e Antonio Palocci conversaram bastante ao longo das discussões em torno do projeto do Código Florestal.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 4 de maio de 2011

7:23 \ Congresso

Marina articula 1

Em Brasília com a missão de tentar adiar a votação do Código Florestal, Marina Silva procurou o apoio do governo e da oposição. Além de reunir-se com Antonio Palocci, Marina telefonou para FHC e Aécio Neves.

Por Lauro Jardim
7:22 \ Congresso

Marina articula 2

A propósito, apesar de integrada por grande parte da bancada do PV, a comitiva liderada por Marina Silva não contou com a presença de José Luiz Penna. O presidente do PV mandou avisar que estava cuidando da saúde da mãe.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 5 de abril de 2011

13:28 \ Partidos

Verdes de raiva

O grupo de Marina Silva aguarda um sinal de José Luiz Penna para saber se o colega retrocederá da decisão de manter-se à frente do PV por tempo indeterminado. Caso contrário, recomeçará o tiroteio contra Penna e seus aliados.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 10 de março de 2011

9:24 \ Congresso

Marina volta ao Senado

Convidada pela Comissão de Meio Ambiente para debater a reforma do Código Florestal, Marina Silva deverá voltar ao Senado nas próximas semanas pela primeira vez desde o início da nova legislatura.

O requerimento com o pedido de sua presença no debate, assinado entre outros senadores por seu aliado Jorge Viana e seu adversário Blairo Maggi, mostra que Marina poderá tanto aproveitar a oportunidade para fazer da comissão um palanque como corre o risco de se tornar alvo de seus críticos.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

19:29 \ Brasil

Marina sem chances no Rio

Não existe possibilidade de Marina Silva ser candidata a prefeitura do Rio de Janeiro em 2012. Quem garante é Alfredo Sirkis, presidente do partido no estado.

Por enquanto, a bolsa de apostas para o cargo gira em torno de Eduardo Paes e Indio da Costa.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

11:23 \ Brasil

Em busca de um lar

Mesmo com o marido morando em Santos, Marina Silva seguirá em Brasília depois que acabar o mandato de senadora em 2011. No momento, está a procura de um imóvel para alugar.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

6:34 \ Cultura

Marina para inglês ler

A editora Mundo Cristão prepara a tradução de Marina Silva – A Vida por uma Causa para começar a vender o livro em outros países. A biografia de Marina Silva terá uma versão em inglês em breve.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Vice dos sonhos

Dono de uma fortuna declarada ao TSE de 1,2 bilhão de  reais, Guilherme Leal ficou 12 milhões de reais (ou mais precisamente  12 190 265,64 reais) menos rico por causa eleições. Este foi o valor que o vice de Marina Silva doou para as contas do PV e da campanha à Presidência da República do partido.

Por Lauro Jardim

54 milhões de reais

A campanha de Marina Silva gastou 54,34 milhões de reais, 60% do teto de 90 milhões de reais estimado que informou à Justiça Eleitoral. Arrecadou 54,38 milhões de reais. Sobrou, portanto, cerca de 35 700 reais.

(Atualização às 12h01 do dia 2: Marina Silva arrecadou na campanha para presidente 24,9 milhões e, com uma despesa muito próxima da arrecadação, sobrou apenas seis centavos)

Por Lauro Jardim

… e (por enquanto) cumpre promessa

A propósito, Eike injetou outros 500 000 reais no comitê de Marina Silva. É parte da promessa de investir em todos os (viáveis) candidatos a presidente. Como os balanços de Dilma Rousseff e José Serra ainda não foram fechados, é impossível saber se ele honrou o compromisso.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Caça aos verdes

A campanha de Dilma Rousseff saiu em busca do apoio de ambientalistas, depois que o PV e Marina Silva declararam neutralidade no segundo turno das eleições. Promoverá hoje um encontro com representantes do setor para divulgar os compromissos da candidatura governista com a preservação do meio ambiente.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O voto dos presos do Rio

Assim como em São Paulo, os presos do Rio de Janeiro também preferiram Dilma Rousseff no primeiro turno. De 478 detentos aptos, 100 escolheram a petista (65,3% dos votos válidos). Marina Silva teve 31 votos (20,2%) e José Serra, 21 (13,7%). A abstenção entre os detentos alcançou 61,1% (292 eleitores); brancos e nulos marcaram 33 votos.

Em São Paulo, Dilma teve 63,5% dos votos dos presos (830 votos); Marina, 20,65% (270 votos); e Serra, 14,38% (188 votos).

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Batalha no Paraná

Líderes do PMDB do Paraná acham difícil virar o jogo a favor de Dilma Rousseff no estado no segundo turno. Avaliam que Beto Richa, agora governador eleito, terá muito mais poder de barganha na negociação de apoios com prefeitos e líderes partidários. Lá, José Serra recebeu 43,9% dos votos válidos no primeiro turno, contra 38,9% de Dilma. Marina Silva somou 15,9%.

Por Lauro Jardim

Guerra religiosa eleitoral

httpv://www.youtube.com/watch?v=lcHDPtAI3uk

Silas Malafaia, que trocou em cima da hora o apoio a Marina Silva pelo de José Serra, mais uma vez usou o seu programa na Band para falar da eleição. Desta vez, negou ser fonte inspiradora de “boatos sobre Dilma Rousseff” e criticou as propostas do PT para aborto e homossexuais. Disse Malafaia:

- Eu não sou fabricante de boatos, não sou criança. Não vim aqui satanizar partido político. Tenho o maior respeito pelo presidente da República, até o admiro. Mas presidente, aqui não é boataria não. A questão é a seguinte: durante quatro anos, de maneira fechada, o PT jogou em duas áreas: aborto e a PL 122 (projeto de lei que pune o crime de homofobia). A autora da PL 122 é uma deputada do PT.

Malafaia jura respeitar o direito dos homossexuais, mas afirma que também quer ter o direito de critica-los:

- Quem disse que estamos aqui dizendo que homossexual não tem direito nenhum? O direito é igual para todos. Cada um seja o que quiser. Agora, criminalizar aqueles que são contra a prática homossexual ? Que estado democrático é esse? Não quero que os candidatos digam que são contra os homossexuais. Aqui não tem ignorante não. Uma coisa é criticar práticas e condutas. Outra coisa é discriminar pessoas. Nós criticamos a prática homossexual, mas não somos a favor de discriminar os homossexuais. Lamento dizer que o PT lutou para aprovar essa lei esdrúxula que não tem em lugar nenhum do mundo. Não adianta esconder.

No final do vídeo de pouco mais de quatorze minutos, Malafaia torna pública a sua posição nas eleições:

- Preste muita atenção em quem você vai votar. Nós somos quase 25% da população. Eu sou cidadão e pago imposto também. Temos o direito de opinar e interferir sim senhor. Não vai ter colher de chá, tem que se posicionar. Nós não estamos elegendo nem Fernando Henrique nem Lula. Estamos elegendo Dilma ou Serra. Quem é que tem a competência de dirigir esse país? Pra mim, é o Serra.

Por Lauro Jardim

De olho no ringue eleitoral

Dlma Rousseff e José Serra esqueceram de Marina Silva no debate. Mas Marina, do alto de seus quase 20 milhões de votos, ficou de olho na dupla antes, durante e depois do programa da Band. E, a julgar pelo que postou no seu twitter, não gostou do que viu. Ontem à noite, ela tuitou nove comentários.

Diante do clima de confronto, Marina criticou o chamado “vale-tudo eleitoral” dos candidatos. Recomendou-lhes que descessem do “ringue” e subissem no “palanque”. Ao final, queixou-se do fato de os eleitores continuarem “sem saber quais são as propostas de Serra e Dilma”. Disse Marina:

– Lamento que os candidatos não tenham percebido o que quase 20 milhões de brasileiros sinalizaram sobre como se deve decidir o futuro do país.

O apoio de Marina a um dos dois está mais longe do que nunca de tornar-se realidade.

Por Lauro Jardim

domingo, 10 de outubro de 2010

O novo desafio de Marina: domar um saco de gatos chamado PV

As derrotas não têm todas a mesma cara. Ao candidato derrotado o que interessa, para saber se valeu a pena o esforço de campanha, cabe numa indagação: ele saiu da eleição maior ou menor do que entrou? Marina Silva pode dizer tranquilamente que saiu das urnas do dia 3 com outro tamanho.

Beleza. O que parecia ser o mais difícil, Marina conseguiu. Só que o triunfo foi tão expressivo que agora Marina tem diante de si uma nova e urgente tarefa, sem a qual seus planos de manter-se como uma referência na política brasileira podem sofrer um baque: tem que domar um saco de gatos chamado PV. Precisa virar, pelo menos neste momento, uma espécie de liderança inconteste.

Na campanha, para além dos 19 milhões de votos, Marina teve outros triunfos a contabilizar. Driblou temas que no início pareciam que a empurrariam para um gueto: por exemplo, o debate sobre o criacionismo (e o seu eventual ensino nas escolas) e, consequentemente, a submissão da de suas políticas às questões religiosas.

Mais: como num equilíbrio perfeito, além de não ter perdido votos por causa disso, manteve e ampliou o dos evangélicos.

Marina Silva também conseguiu fugir da armadilha monotemática. Incluiu, como era de se esperar, a temática verde em seus discursos e propostas, mas deixou espaço para falar de segurança, habitação, saúde etc. – não se está analisando aqui se eram ideias consistentes ou meros estandartes vazios, mas o fato de Marina ter abraçado outros assuntos. E, tão importante quanto, Marina saiu da campanha sem qualquer acusação relacionada à ética ou corrupção.

Agora, Marina precisa pensar no futuro. Como agir para manter e ampliar esse capital eleitoral para 2014? Como fazer para não virar uma espécie de Ciro Gomes ou Anthony Garotinho de saias? Em 1998, Ciro alcançou 11% dos votos. Repetiu o resultado em 2002. Hoje, depois de uma série de erros estratégicos, é apenas um político sem mandato que perdeu o bonde da história e faz um bico como “coordenador da campanha de Dilma no Nordeste”.

Garotinho conseguiu impressionantes 18% quando candidatou-se a presidente. Assim como Ciro, viu seu capital político derreter nos últimos anos. Foi eleito hoje o deputado federal mais votado do Rio de Janeiro – quase nada para o tamanho de suas ambições.

Assim como saiu maior dessa eleição, Marina também ficou maior do que o Acre. Por isso, agora que não tem mais mandato de senadora, após dezesseis anos, irá fixar-se em São Paulo ou no Rio de Janeiro.

Numa dessas duas cidades, Marina usará um veículo certo para pilotar sua carreira política até a próxima eleição. Ficará à frente de uma ONG, a IDS (Instituto Democracia e Sustentabilidade), e com ela rodará o país, em campanha permanente – ainda que o road show não leve oficialmente o nome de campanha.

O que o entorno de Marina planeja para ela é um caminho semelhante ao trilhado por Lula. Derrotado três vezes, Lula continuou rodando o Brasil mesmo derrotado e, afinal, chegou lá. Há, no entanto, uma diferença fundamental entre os dois: Lula sempre teve um partido para sustentar suas ambições.

E o PV? Bem, o PV é ainda uma colcha verde de retalhos. Cabe de tudo do partido — tudo de ruim, inclusive. Marina terá que trabalhar duro para também tomar as rédeas do PV – assim como tomou as de sua campanha, que foi feita por uma turma à parte do comando do partido.

Na semana que se inicia, Marina terá o seu primeiro embate de verdade com o PV. Marina quer a neutralidade no segundo turno. Parte expressiva da cúpula do partido prefere apoiar José Serra em troca de cargos – assim como alguns diretórios regionais inclinam-se por Dilma pelos mesmos motivos.

Na semana passada, os primeiros ruídos das posições divergentes foram ouvidos. Nada que ainda não possa ser contornado. Como será resolvido o imbróglio? Com que conseqüências?

Já nos próximos dias se saberá se Marina está conseguindo administrar o capital surpreendente que tirou das urnas.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PV na pindaíba

O PV está sem dinheiro para montar uma convenção partidária nos moldes da proposta feita por Marina Silva para definir a posição do partido no segundo turno. A Secretaria de Finanças do PV calcula que um encontro com filiados de todo o Brasil custaria cerca de 500 000 reais.

Depois de uma campanha presidencial cara, não há a mínima condição de arcar com a despesa no momento. Por isso, a decisão sobre a posição do partido no segundo turno deve ficar a cargo da Executiva Nacional mesmo.

Por Lauro Jardim

Marina, o livro: sucesso evangélico

Marina atraiu mesmo a atenção dos evangélicos durante as eleições. Lançada em agosto, a sua biografia Marina Silva – A Vida por uma Causa vendeu até agora 30 800 exemplares – algo como dez vezes a tiragem média de um livro no Brasil.

O mercado regular (ou seja, Saraiva, Cultura e outras redes tradicionais) adquiriu 40% da tiragem. O resto está todo concentrado em livrarias especializadas em vendas para o mercado cristão.

Por Lauro Jardim

 

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