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quarta-feira, 26 de março de 2014

11:21 \ Brasil

Debutante ou convenção?

Cercado de colegas

Cercado de colegas

Aécio Neves deu sua impressão sobre o baile em comemoração aos 15 anos da filha de Geddel Vieira Lima, no sábado, em Salvador.

Presente ao evento, Aécio brincou sobre a quantidade de políticos convidados:

- Parecia mais uma festa de 60 anos do Geddel do que aniversário de 15 anos da filha dele.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

17:56 \ Partidos

Passou dos limites?

Chateado com Geddel

Chateado com Geddel

Michel Temer até agora não quer ouvir falar em Geddel Vieira Lima, que jogou no twitter seu pedido de exoneração da Caixa. Até então, as malcriações públicas de Geddel eram contemporizadas pela cúpula peemedebista, mas, desta vez, para Temer, Geddel extrapolou.

A proximidade do período eleitoral, contudo, poderá amolecer Temer novamente.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Geddel de saída

Geddel: discurso de oposição

Geddel: discurso de oposição

Geddel Vieira Lima deixa a vice-presidência da Caixa em dezembro para cair na estrada como candidato do PMDB ao governo da Bahia. Fora do governo estará livre para bater o bumbo ao lado da oposição – Aécio Neves ou Eduardo Campos.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Vamos conversar

Conversa com peemedebista

Conversa com peemedebista

Em tempos de alta turbulência entre PT e PMDB, Aécio Neves trocou figurinhas por cerca de meia-hora ontem com Lucio Vieira Lima, irmão de Geddel Vieira Lima, candidato peemedebista ao governo da Bahia e que vira e mexe bombardeia o comportamento petista com seus aliados.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 24 de junho de 2013

18:27 \ Congresso

‘Medo ou vergonha’

Trabalhando pela reunião

A reunião da Executiva do PMDB, marcada para amanhã, em Brasília, subiu no telhado e abriu nova crise dentro do partido – mais uma, ressalte-se.

Enquanto Geddel Vieira Lima argumenta ter coletado o número de assinaturas necessário para a convocação da reunião, Valdir Raupp e outros integrantes da cúpula da legenda adotaram o discurso da cautela.

Os caciques ponderam que, com as manifestações eclodindo pelo país, o momento pode ser inadequado para pôr a cabeça fora da toca.

Geddel não engole a justificativa e, ao seu estilo, manda ver:

- A Executiva não se reúne há sete meses. Voltar atrás agora e desmarcar o encontro é mostrar para as ruas que o PMDB tem medo ou vergonha de se reunir. O encontro seria inconveniente para quem? A menos que alguns integrantes do partido sintam-se desconfortáveis de sentar à mesma mesa com seus correligionários.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 12 de março de 2013

De olho

Opção de palanque na Bahia

Candidatíssimo ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima acompanha de perto as pretensões presidenciais de Eduardo Campos: num eventual cenário de racha na base baiana, com PMDB e PT em palanques diferentes, Geddel sonha com o apoio de Campos.

A propósito, Lúcio Veira Lima, irmão de Geddel, encontrou-se com Eduardo Campos no Recife, cerca de duas semanas atrás. Mas publicamente, Lúcio jura que a conversa ficou em torno da seca no Nordeste. Não convenceu ninguém.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 4 de março de 2013

17:04 \ Partidos

Curto-circuito

Geddel e Temer: atrito entre velhos companheiros

Há um ligeiro curto-circuito aceso entre Michel Temer e Geddel Vieira Lima. Tudo por causa da convenção do PMDB de sábado.

Um curto-circuito tambem surgiu entre Geddel e Dilma Rousseff. Tudo por causa da convenção do PMDB no sábado.

Dilma e Temer atribuem a Geddel versões de que o discurso dela sobre o vice no sábado não foi bem recebido no PMDB.

Temer e Geddel, amigos há décadas, acabam se ajeitando.

De Dilma e Geddel, cuja intimidade é bem outra,  não se pode falar o mesmo.

A vice-presidência de Geddel na Caixa corre perigo. Perigo de ser esvaziada ainda esta semana.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

13:22 \ Partidos

Ameaça de tiroteio

Em rota de colisão com Renan

A revolta da turma de Eduardo Cunha com Renan Calheiros, que trabalhou por Sandro Mabel na disputa pela liderança do PMDB na Câmara, quase entornou o caldo no último fim de semana, quando Cunha foi eleito.

Geddel Vieira Lima disse que iria redigir uma carta de repúdio a Renan. O grupo do deixa disso peemedebista teve que entrar em cena para conter o ímpeto de Geddel.

Passada a guerra, embora não tenha havido tiroteio público, o clima entre Renan e a turma de Cunha continua bem distante do ideal.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

18:01 \ Congresso

Temer e a turma de Cunha

Acalmando ânimos

A temperatura na disputa pela liderança do PMDB na Câmara está mais alta do que nunca. O sonho de Michel Temer é ver a desistência de pelo menos um dos três candidatos – Eduardo Cunha, Osmar Terra e Sandro Mabel. Obviamente, o primeiro é o que mais preocupa.

E Temer sabe disso melhor do que ninguém, tanto é que deverá se reunir esta semana com a turma de Cunha: Moreira Franco, Geddel Vieira Lima e Eliseu Padilha. Pedirá ao trio para segurar o ímpeto de Cunha. Se vai ser atendido, são outros quinhentos.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Entrevista “desastrosa” e “catastrófica”

Geddel: filme queimado

Eis alguns adjetivos que a entrevista de ACM Neto hoje a Folha de S. Paulo suscitou no Planalto, mais precisamente no gabinete mais importante do palácio: “desastrosa” e “catastrófica”. Em resumo, “uma entrevista de quem ainda não desceu do palanque”.

Na entrevista, Neto exaltou a vitória eleitoral de quatro “protagonistas da CPI do Mensalão”, Eduardo Paes, Gustavo Fruet, Arthur Virgílio e ele próprio.

Resultado: ACM Neto queimou algumas pontes com o governo federal e piorou muito a vida do seu aliado eleitoral Geddel Vieira Lima no Planalto.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Geddel anuncia apoio

Apoio para ACM será anunciado

Geddel Vieira Lima anuncia entre hoje e amanhã o seu apoio a ACM Neto no segundo turno. Hoje, reúne a bancada estadual e municipal do PMDB para discutir os detalhes da participação peemedebista na campanha.

Em troca, ACM Neto o apoiará em 2014 nas eleições para governador.

A propósito, ontem Geddel encontrou-se com Jaques Wagner num voo entre Brasília e Salvador. Ex-aliados, atuais adversários, não se viam há tempos.

A conversa, rápida, foi civilizada. Mas não marcaram de se ver novamente.

Por Lauro Jardim

Te cuida, Geddel

Mudanças na Caixa?

Se Geddel Vieira Lima apoiar ACM Neto em Salvador, a Caixa Econômica Federal pode  vir a ter um novo vice-presidente. Dilma Rousseff está no limite.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A turma de Geddel

ACM tem que procurar Geddel

ACM Neto conseguiu falar com Michel Temer hoje à tarde. Ouviu que a decisão sobre o caminho do PMDB em Salvador está nas mãos de Geddel Vieira Lima.

Jaques Wagner também está em contato direto com Temer e ainda acredita que é mais fácil uma vaca voar do que peemedebistas engrossarem o palanque de ACM Neto no segundo turno.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

PMDB e PT

Fé no apoio peemedebista

A campanha petista de Nelson Pelegrino tem dois motivos para acreditar que conseguirá o apoio do PMDB no segundo turno em Salvador: Geddel Vieira Lima não vai querer correr o risco de perder o cargo na Caixa Econômica Federal e o próprio candidato peemedebista Mário Kertész não topará comprar uma briga contra o candidato de Dilma Rousseff. Faz sentido, mas o fato é que Geddel já fechou o apoio num acordo intermediado por Aécio Neves.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Geddel e ACM Neto

Acordo via Aécio

Foi Aécio Neves quem negociou com Geddel Vieira Lima o apoio que o PMDB dará a ACM Neto no segundo turno da eleição em Salvador.

Mas isso só será assumido de fato por Geddel no dia 7 de outubro. Antes disso negará de pés juntos qualquer acordo.

No pacote, está incluído o apoio do PSDB a candidatura de Geddel ao governo da Bahia em 2014.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

19:38 \ Partidos

Motivado e trabalhando

Geddel esclarece: "estou motivado"

Alcançado pelo tiroteio no ninho peemedebista, Geddel Vieira Lima nega ter planos de deixar a Caixa Econômica Federal, garante “estar motivado e trabalhando”, e avisa que sabe quem está alimentado os rumores de sua eventual saída (leia mais em Carta de demissão). Diz Geddel:

- Não sou escritor para escrever carta de demissão. Estou motivado, trabalhando e fazendo o que tenho de fazer.

Além de dizer que está satisfeito com a vida de executivo da Caixa, Geddel aproveita para expor a insatisfação com Henrique Eduardo Alves. Para ele, transformar Alves em presidente da Câmara não pode ser uma prioridade do partido. Diz Geddel:

- Não vejo o porquê de tanto estresse só para eleger o presidente da Câmara. Acho que é um erro do Henrique. Não é prioritário eleger presidente da Câmara agora. Isso não pode ser prioridade para o partido.

Por Lauro Jardim
19:36 \ Partidos

Calmante no PMDB

Preocupado em acalmar os ânimos dos colegas peemedebistas, Henrique Eduardo Alves vai passar as próximas horas ao telefone, tentando desfazer o mal-estar com Moreira Franco (leia mais em Fechou o tempo no PMDB). Alves nega que tenha creditado a Moreira a movimentação peemedebista para tirar a pasta das Cidades do PP:

– Vou ligar para o Moreira para desfazer isso. Em nenhum momento ele ou o PMDB reivindicaram as Cidades.

Alves aproveita para desfazer qualquer mal entendido com Geddel Vieira Lima no caso da suposta carta de demissão. Diz Alves:

– Não sei de carta de demissão. Se ele pensasse em pedir demissão, eu seria o primeiro a tentar convencê-lo a não pedir. O Geddel é uma das pessoas mais importantes do PMDB, é um craque da política e do PMDB.

Por Lauro Jardim
17:02 \ Governo

Carta de demissão

Geddel Vieira Lima parece ter cansado da vida de banqueiro na vice-presidência da Caixa Econômica Federal. Ele anda dizendo por aí que está com a carta de demissão pronta — e Henrique Eduardo Alves está louco para que Geddel entregue.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

15:02 \ Brasil

Vada a bordo

No pé de Wagner

Geddel Vieira Lima não perdeu a oportunidade de provocar Jaques Wagner durante o passeio do governador baiano a Cuba. Ontem à noite, no twitter, depois de criticar problemas de violência na Bahia, Geddel apropriou-se da celebre frase que marcou o naufrágio do Costa Concordia, na Itália, e mandou:

– Vada a bordo, governador Jaques Wagner!

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

17:26 \ Brasil

Talk show do Geddel

Geddel Vieira Lima resolveu se aventurar no ramo jornalístico. No blog em que reúne notícias contra a administração petista de Jaques Wagner, Geddel montou uma espécie de talk show no qual entrevista convidados desconhecidos e até personalidades como FHC, entrevistado no final do ano passado.

Geddel arranca histórias famosas como quando FHC sentou na cadeira antes da hora, na disputa pela prefeitura de São Paulo em 1985, ou quando o ex-presidente apoiou Lula e o PT no segundo turno de 1989. Diz FHC:

- Lançamos o Covas como candidato a presidente, que não ganhou, mas ficou bem situado, e apoiamos o Lula naquela ocasião. Tentei negociar com o PT, mas vi que era impossível porque eles achavam que era uma revolução e não uma eleição.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

8:29 \ Governo

Geddel queria mesmo é voltar…

Saudade da esplanada

Geddel Vieira Lima tem dito aos mais próximos que já está cansado da “vida de banqueiro” na Caixa Econômica Federal e que gostaria mesmo é de voltar à Esplanada. Mas o próprio Geddel é cético quanto a isso:

– Eu queria mesmo é voltar ao ministério, mas ninguém me quer…

Por Lauro Jardim

sábado, 10 de dezembro de 2011

0:32 \ Governo

Briga baiana

Com dendê - Geddel: questões baianas nos caminhos da Caixa

Estava tudo certo para a CEF administrar a folha de pagamento dos servidores do governo da Bahia — até que a rixa entre o PT e o PMDB baianos falou mais alto.

O acordo selado diretamente entre Jaques Wagner e Jorge Hereda, presidente do banco, enfureceu Geddel Vieira Lima, o vice-presidente de pessoa jurídica da Caixa.

Além de pedir vistas ao processo de contratação e melar um negócio de milhões de reais, o peemedebista escalou o irmão, o deputado Lúcio Vieira Lima, para atazanar ainda mais a vida da cúpula do banco.

Na semana passada, Lúcio apresentou um requerimento convocando diretores da Caixa para falar no Congresso sobre o assunto.

Por Lauro Jardim

sábado, 29 de outubro de 2011

3:09 \ Partidos

Novo rumo

Em retirada - ACM Neto: ele também está desistindo do DEM

ACM Neto está negociando com Geddel Vieira Lima o seu ingresso no PMDB. As conversas andam céleres, mas Neto só dará bye-bye ao DEM depois de deixar a liderança do partido, no início de 2012. Não quer perder a visibilidade queo cargo lhe confere.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 7 de abril de 2011

14:18 \ Governo

Mexidão na Caixa

Dilma Rousseff deu uma mexida geral na Caixa. Após ter colocado Jorge Hereda na Presidência do banco estatal, hoje foram nomeados oito vice-presidentes. O nome mais conhecido é do peemedebista Geddel Vieira Lima.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 24 de março de 2011

15:10 \ Governo

Sorte grande

O martelo foi batido e o anúncio oficial será logo mais: Geddel Vieira Lima será o novo diretor de Loterias da Caixa Econômica Federal. O cargo, aliás, foi de Moreira Franco no governo passado.

O PMDB suspira aliviado. Acha que está começando a ser destravada a porteira das nomeações.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

15:33 \ Governo

A Chesf para Geddel?

O PMDB vai pedir o comando da Chesf para Geddel Vieira Lima. Acha mais viável do que a presidência da Petrobras Distribuidora, também ambicionada.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

8:24 \ Brasil

Lúcio sai do chão

O recém-eleito deputado Lúcio Vieira Lima, irmão de Geddel, passou por uma prova de fogo na semana passada: viajou de jatinho entre Iguaí e Salvador. Foram 500 quilômetros nos céus da Bahia.

Em 22 anos foi a primeira vez que Lúcio saiu do chão. Conhecido pelo pânico de aviões, Lúcio diz que resolveu encarar a parada, até porque seria difícil ir a Brasília todas as semanas de carro desde Salvador.

Mas a aventura da semana passada foi apenas o primeiro passo. Lúcio prepara-se agora para encarar o segundo degrau: entrar num voo de carreira como um mortal comum. Ele promete que encarará o desafio ainda em fevereiro.

Por Lauro Jardim

domingo, 23 de janeiro de 2011

PMDB versus PMDB versus governo

Sem alarde, a briga do PMDB com o governo por cargos (pelo que mais seria?) está entrando numa nova fase que poderá ser percebida com mais clareza nos próximos dias. Está mais para PMDB versus PMDB do que para PMDB versus governo Dilma. Tudo isso com a chancela do governo.

A chave para a mudança foi a percepção do governo, Antonio Palocci à frente, de que o PMDB que está estrilando, pelo menos neste momento, não é o de Michel Temer, Moreira Franco, Renan Calheiros, José Sarney, Eunício Oliveira e Geddel Vieira Lima.

Quem está acendendo o fósforo, segundo sacou o Palácio do Planalto depois de conversas e mais conversas com o sexteto elencado acima, são dois peemedebistas ruidosos, Henrique Eduardo Alves e Eduardo Cunha.

O tom do discurso agora é: “não tem crise com o PMDB; a tensão é com os dois Eduardos”. Do outro lado do ringue peemedebista, um dirigente do partido fustiga:

- Os dois não fazem parte da direção nacional do PMDB. Portanto, a briga com o governo não é nossa. É uma briga pessoal deles, dos Eduardos.

Como interessa ao Palácio do Planalto e à essa ala peemedebista, praticamente combinou-se entre que a dupla seria isolada. Não será fácil fazê-lo. Cunha e Alves têm na ponta da língua alguns postos para os quais querem nomear seus preferidos. Além do que já têm, Alves quer também a vice-presidência de crédito da CEF, uma diretoria do Banco do Nordeste e o comando do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Cunha quer Furnas e alguns postos em fundos de pensão.

É evidente que essa nova conformação só se sustentará se o governo efetivamente nomear quem Renan, Sarney & Cia pedirem mais à frente — e essa turma aceita esperar fevereiro para discutir outras nomeações. Uma delas, é a de Geddel Vieira Lima.

Do contrário, essa turma que momentaneamente está apartada de Cunha e Alves voltará a se unir. E aí, como sempre, sai de baixo.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Para valer?

Pelo menos por enquanto, a oposição celebra na Bahia a falta de repercussão da reaproximação entre Dilma Rousseff e Geddel Vieira Lima entre alguns prefeitos e líderes locais do PMDB.

Geddel rompeu com Dilma depois que ela apoiou abertamente Jaques Wagner na disputa pelo governo baiano, mas na semana passada reafirmou que trabalhará pela candidatura governista à Presidência.

A aposta de DEM e PSDB é que, machucada pelo abandono de Dilma e Lula, a base do PMDB baiano não siga o mesmo rumo.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Apoio, apesar de tudo

De Geddel Vieira Lima, agora há pouco, explicando o porquê de ter topado pedir votos para Dilma Rousseff no segundo turno, depois de ter sido escanteado por Lula e pela própria Dilma na disputa pelo primeiro turno na Bahia:

- Como é que eu poderia ficar contra o Michel (Temer) e contra o PMDB?

A propósito, Geddel acaba de despedir-se de Temer, que foi a Salvador para um encontro com cerca de 1 000 prefeitos peemedebistas.

Por Lauro Jardim
 

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