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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

11:23 \ Brasil

Propaganda de Furnas

Acabaram as eleições, voltaram as concorrências

Acabaram as eleições, voltaram as concorrências

Furnas acaba de soltar um edital de concorrência para escolher a agência de propaganda da estatal. Serão 20 milhões de reais por ano.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

13:19 \ Economia

Conta gorda

Furnas iniciará em breve a terceira concorrência para sua bilionária conta de seguros. Em jogo, um patrimônio de 12,6 bilhões de reais. Os dois primeiros pregões eletrônicos foram impugnados em julho e neste mês (o primeiro foi vencido pela Itaú Seguros e o segundo pela SulAmérica).

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

9:27 \ Governo

Mudanças em Furnas

A nova diretoria de Furnas será anunciada em breve. Os nomes, quase todos indicados pelo presidente, Flavio Decat, estão neste momento passando pelo pente-fino do Gabinete de Segurança Institucional.

Serão nomeados (se, claro, o GSI der o o.k.) Marcio Abreu para a diretoria de Engenharia e Construção, que será recriada; e a atual assessora da presidência da Eletrobrás, Olga Simbalista, para uma diretoria que será criada. Luís Fernando Paroli Santos, diretor de Gestão Corporativa, indicado pelo PT, será mantido.

Por Lauro Jardim

sábado, 30 de julho de 2011

0:01 \ Governo

Mais faxina?

A luz se apagou - Cunha: segundo garante o governo nos bastidores, desta vez  o poderoso deputado peemedebista ficará sem poder em Furnas

A luz se apagou - Cunha: segundo garante o governo nos bastidores, desta vez o poderoso deputado peemedebista ficará sem poder em Furnas

A diretoria de Furnas começa a ser trocada dentro de dez dias. Sai quase todo mundo. Segundo consta, nenhum dos escolhidos será indicado por Eduardo Cunha.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 29 de julho de 2011

12:28 \ Brasil

Muito pouco seguro

No mês passado, Furnas suspendeu a concorrência sua para a milionária conta de seguros, mesmo depois de ter declarado a Itaú como vencedora e publicado a informação em seu site. Agora, o Itaú Seguros recorreu do cancelamento da licitação. Mas a estatal não acolheu o recurso.  Nova licitação foi aberta.

Enquanto isso, Furnas segue com os seus 12,6 bilhões de reais em equipamentos sem cobertura de seguro.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 9 de março de 2011

6:03 \ Governo

A hora das mudanças

Por enquanto, só o presidente de Furnas mudou. A partir de amanhã, no entanto, o governo começa a negociar a troca da diretoria da ambicionada estatal. Os cargos serão divididos entre PT, PMDB e PSC, que manterá a diretoria que tem (mas com outro ocupante). O governo garante que não há chance de Eduardo Cunha indicar alguém.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

14:03 \ Governo

O outro Cunha

Líderes do PT estão preocupados com a possibilidade de Odair Cunha, petista mineiro que também perdeu posições em Furnas, dar o troco no governo na votação do salário mínimo na Câmara ou na tramitação de projetos nas comissões da Câmara. Em uma plenária do partido, referindo-se à decisão de Dilma de mudar a direção da estatal, Cunha disse aos colegas “não ter medo de cara feia”.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

18:52 \ Congresso

Segurando a fera

Cândido Vaccarezza já conversou com Eduardo Cunha a fim de evitar que a crise gerada pela substituição da cúpula de Furnas contamine as votações na Câmara. Se a conversa vai ter efeito, são outros quinhentos.

Por Lauro Jardim
18:52 \ Congresso

Queimou o filme

A propósito, a bancada do PMDB da Câmara acha que Edison Lobão pisou na bola por não ter costurado melhor as mudanças na direção de Furnas.

Por Lauro Jardim
10:06 \ Governo

O preferido de Decat

Originalmente, o candidato de Flávio Decat para a presidência de Furnas era Paulo Roberto Ribeiro Pinto, atual diretor de Novos Negócios da Light e ex-diretor Financeiro de…Furnas.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

20:13 \ Governo

Dilma peitou Cunha

A decisão de Dilma Rousseff de nomear Flávio Decat para a presidência de Furnas foi uma peitada inédita que Eduardo Cunha levou.  (No governo Lula, apesar de tudo o que o ex-presidente falava dele pelos quatro cantos,  Cunha fez o presidente de Furnas.)

Há quase dez dias, Cunha escudado por Henrique Eduardo Alves vinha pressionando para continuar mandando em Furnas. Na madrugada de hoje, numa reunião com Antonio Palocci (veja mais detalhes na nota postada hoje, às 10h34), Alves disse que o seu PMDB não admitia ficar fora de Furnas.

Parecia que o impasse demoraria dias a ser resolvido – pelos menos assim era o padrão Lula de resolver crises. Dilma não aceitou a faca no pescoço e reagiu.

Agora, virá a reação de Cunha, Henrique Eduardo Alves & cia. O troco peemedebista será dado, como sempre, nas votações do Congresso. Será a hora de ver quem tem mais munição para esse jogo pesado.  O fato, porém, é que Dilma pagou para ver.

Por Lauro Jardim
10:34 \ Governo

Cunha bate o pé por Furnas

Terminou por volta de 1h30 desta madrugada a reunião entre Antonio Palocci e a cúpula do PMDB para começar a definir o segundo escalão do governo. Terminou tarde e muito mal, ressalte-se.

A encrenca da noite, que não deixou nada andar, atende pelo conhecido nome de Furnas, que tanto atiça o apetite do PMDB de Eduardo Cunha.

Henrique Eduardo Alves disse que não aceitava a ideia do governo de nomear Flavio Decat como presidente de Furnas e deixar Cunha longe da estatal. Não é o que achavam Michel Temer e Renan Calheiros, também presentes à reunião, mas o PMDB é assim mesmo – uma espécie de condomínio em que cada um fala por uma ala. Alves, falando em nome de Cunha, bateu pé. O encontro terminou sem solucionar o caso Furnas.

Por Lauro Jardim

domingo, 30 de janeiro de 2011

A guerra de Furnas

As disputas por cargos nos governos podem ocorrer de maneira mais ou menos ruidosa. Algumas delas, raras, não vazam para o distinto público. Em outras, a maioria, o embate público transcorre em níveis razoáveis de decibeis. E, de vez em quando, a coisa sai do controle da turma da boquinha e se transforma numa estridente e constrangedora torrente de ataques. A guerra que se desenrola pelo comando de Furnas enquadra-se na terceira categoria. Como acabará?

Antônio Palocci já avisou aos interessados (ou seja, PMDB e PT): Furnas será do PMDB, sim. Mas não de Eduardo Cunha. O governo quer que o PMDB indique uma lista tríplice de técnicos do setor e Dilma Rousseff faz a escolha final. Mas, repita-se, que os nomes apareçam sem as impressões digitais de Cunha.

O governo, porém, não quer decidir nada oficialmente antes da eleição para a presidência da Câmara, marcada para terça-feira. Não é que não queira. Não deve, não pode. O motivo é que ninguém sabe o tamanho do porrete de Eduardo Cunha na eleição do dia 1. Ou, mais precisamente, qual é o tamanho da “bancada do Cunha”. Na legislatura passada, Cunha tinha uns 20 deputados-carneirinhos que votavam de acordo com suas instruções. E agora? Ninguém sabe ao certo se a bancada de Cunha emagreceu ou manteve-se. Aposta-se que, pelo menos neste início de legislatura, deve ter diminuído. Mas diante da eleição de um presidente da Câmara ninguém quer pagar para ver.

Na semana passada, Cunha esteve com Michel Temer. Estava com as duas mãos cheias. Numa, trazia defesa detalhada das acusações de irregularidades em Furnas que favoreceriam pessoas ligadas a ele, conforme dossiê confeccionado pelo PT fluminense. Na outra mão, levava um dossiê contra Valter Cardeal, diretor da Eletrobras e um dos quadros preferidos de Dilma no setor elétrico. É o estilo Cunha. Na sexta-feira passada, em conversa com um interlocutor sobre uma troca de acusações entre ele e o ex-aliado Anthony Garotinho, via twitter, Cunha demarcou:

- Vai ser baixaria? Tudo bem, topo qualquer parada.

Nos bastidores do governo o que se garante é que Dilma Rousseff decidiu mudar toda a diretoria de Furnas, um consórcio petista-peemedebista. Não é só. O governo quer também “matar esse poder e arrogância do Cunha”, na expressão pouco sutil de um ministro petista.

Diz-se que Dilma Rousseff detesta as intromissões de Eduardo Cunha nas negociações de cargos. Tem horror ao deputado. Assim, estaria liberada aos petistas a tentativa de “matar esse poder e arrogância do Cunha”. O controvertido deputado, porém, sobreviveu ao mesmo sentimento que sabidamente Lula nutria por ele. Como se movimenta bem pelas aleias peemedebistas e de alguns partidos satélites, tem mantido sua força.

De qualquer forma, o que se verá a partir de quarta-feira, quando o presidente da Câmara for finalmente escolhido, será uma espécie de caçada ao Cunha. Como o ousado deputado não está acostumado a apanhar calado, muita podridão não republicana pode ser destampada a partir dessa guerra.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

16:08 \ Governo

A batalha por Furnas

Os adversários da  indicação do ex-presidente da Usiminas Marco Antônio Castello Branco à presidência de Furnas já trataram de espalhar um obstáculo na articulação do PT mineiro – Fernando Pimentel à frente.

E não está se falando das denúncias de assédio moral e sexual que envolveram consultores contratados por Castello Branco durante sua pssagem conturbada pela Usiminas, de onde saiu demitido em abril passado.

Em 2008, como dirigente da siderúrgica, Castello Branco vivia às turras com o sistema Petrobras. A Transpetro chegou a divulgar que o preço das lâminas de aço vendidas pela Usiminas era o dobro das similares chinesas e coreanas.

Por Lauro Jardim
14:49 \ Brasil

Enquanto PT e PMDB brigam por Furnas…

Em meio à briga pesada entre PMDB e PT por Furnas, a rede elétrica da estatal padece. Na noite que passou, uma falha no sistema de transmissão de Furnas, em Itatiaia, provocou interrupção do fornecimento de energia em várias cidades do Rio de Janeiro. Barra Mansa ficou sem luz por 40 minutos. Volta Redonda, Barra do Piraí, Pinheiral, Quatis e Rio Claro ficaram às escuras por três minutos.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

18:39 \ Governo

Olheiros de Dilma

Cedo ou tarde, Dilma Rousseff fará um limpa nos cargos mais sensíveis do setor elétrico, segundo uma pessoa próxima da presidente. Tirará do que considera postos-chaves indicados dos partidos (principalmente do PMDB) e colocará pessoas de sua confiança.

O conselheiro disse que um dos principais alvos é Furnas. E ele diz o motivo:

– Está para estourar um escândalo lá a qualquer hora.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 19 de março de 2010

10:57 \ Economia

Com um pé em cada consórcio

A Eletrobrás anuncia hoje de que forma entrará no leilão para a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, um dos maiores negócios da década no Brasil. A Eletrobrás (cuja nova logomarca está reproduzida acima), pode se dizer desde já, estará no consórcio vencedor do leilão marcado para o dia 20 de abril.
 
Como? Cada um dos consórcios terá uma dupla de empresas do sistema Eletrobrás como parceiras. Um terá a Eletronorte e a Chesf e o outro terá a união da Eletrosul com Furnas.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 11 de março de 2010

9:32 \ Economia

A nova marca da Eletrobras

 
Foto: Divulgação

Guardada a sete chaves para um grande lançamento no dia 22, está pronta a nova marca da Eletrobras -  agora, é sem acento, assim como a Petrobras. É mais um passo para a transformação da empresa na ‘Petrobras do setor energético’.
 
A nova marca usará as cores verde, amarelo e azul. Todas as subsidiárias da estatal vão adotar o padrão. Assim, Furnas e Chesf, por exemplo, passarão a se chamar Eletrobrás-Furnas e Eletrobrás-Chesf.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

9:21 \ Brasil

Medo de apagão

Parece brincadeira, mas não é: em frente ao prédio-sede do Real Grandeza, o fundo de pensão dos funcionários de Furnas, no Rio de Janeiro, foi colocado um megagerador para prevenir-se dos apagões.

Por Lauro Jardim

 

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