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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

‘Todo mundo sabe’

Convite à mesa

Convite à mesa

Candidatíssima ao Senado pelo PSB baiano, Eliana Calmon não se declara na disputa para evitar embates com a Justiça Eleitoral.

Numa análise sobre o lugar onde deseja dar expediente a partir de 2015, Eliana diz acreditar que a bancada dos honestos é mais numerosa do que a da turma da lama. Nem por isso tem dúvidas do que encontrará se for eleita.

Para se ter ideia, Eliana acredita que verá mais sujeira no Congresso do que no período em que criou a alcunha “bandidos de toga”, quando ainda estava à frente do CNJ.

Eliana explica:

- Há mais senadores honestos, mas os desonestos acabam tendo mais destaque. Acho que vou me deparar com mais práticas pouco republicanas no Senado do que no CNJ, mas pelo menos, se for senadora, terei a tribuna e a TV para me expressar ostensivamente e de igual para igual.

Quando perguntada o que pensa sobre Renan Calheiros, Eliana sai com essa:

- Sobre o presidente do Senado, eu não preciso achar nada porque todo mundo sabe exatamente quem ele é.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Vem conosco

Convite à mesa

Os caciques do PPS não esquecem Eliana Calmon: integrantes do partido vão procurá-la nos próximos dias e reiterar o convite para ela se filiar.

Dentro do partido, a avaliação é que Eliana seria um excelente nome para disputar o governo da Bahia ou do Distrito Federal e, caso ela prefira o Parlamento, o PPS também bancaria a candidatura para Senado ou Câmara.

Resumindo: com o broche do PPS, Eliana, praticamente, poderá ir para onde bem entender em 2014.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 15 de março de 2013

19:29 \ Judiciário

Sobrou para o Carlos Alberto

PEC da bengalinha

Parte da bancada mineira na Câmara estava articulando, com sucesso, a aprovação da chamada PEC da Bengalinha, que autoriza presidentes de Tribunais a concluírem seu mandato caso fizessem 70 anos durante o mandato.

A PEC beneficiaria o mineiro Carlos Alberto Reis de Paula, que acabou de tomar posse na presidência do TST, mas não completará dois anos no comando da Corte pois fará setenta anos em fevereiro que vem.

Até aí, tudo bem. Acontece que alguém se lembrou de outro possível beneficiado com a PEC. Ou melhor, outra: Eliana Calmon.

Devido aos problemas de saúde de Gilson Dipp existe a possibilidade de ele antecipar sua aposentadoria e não assumir a presidência da Corte no ano que vem, deixando a vaga para Calmon, que completaria os setenta anos durante o mandato.

Ao saberem do cálculo Calmon o grupo de deputados acabou desistindo da PEC da Bengalinha.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

10:28 \ Judiciário

Falando de Eliana

Companheiros de STJ e CNJ

Enquanto no STJ há ministros convencidos de que Eliana Calmon está articulando sua entrada na política, no CNJ parte de seus antigos companheiros vai mais longe: diz que ela sairá candidata ao governo da Bahia.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

10:23 \ Judiciário

Sem habeas corpus

Interina na presidência

Há uma expectativa no STJ com a chegada de Eliana Calmon à presidência: a redução do número de habeas corpus apresentados durante o plantão.

Ela mesma acredita que, devido à sua fama de linha dura, os advogados vão preferir esperar o final do plantão e enviar os pedidos de liberdade quando a corte voltar ao trabalho, em fevereiro.

Por Lauro Jardim
6:02 \ Judiciário

Presidente ou presidenta?

Sem inovação

Ao contrário de Dilma Rousseff, Eliana Calmon não vai reinventar a gramática. Quer ser chamada de presidente do STJ, e não presidenta. Veja o que diz:

- Presidente é o certo para os dois. Acho que se tentou essa coisa de presidenta, mas não deu pé.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

13:29 \ Judiciário

Rodízio no STJ

Comandando o plantão

Félix Fischer resolveu dividir o plantão Judiciário do STJ com Eliana Calmon. Ela assume a presidência da Corte no dia 15 e fica no cargo até o final do recesso.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

18:31 \ Judiciário

A sombra de Calmon

Grupos no CNJ

Conselheiros do CNJ ligados à magistratura não estão nada satisfeitos com Francisco Falcão que, como sua antecessora, Eliana Calmon, está mais próximo dos representantes do Ministério Público e da advocacia do que deles.

Nem mesmo a ausência do corregedor na última sessão do CNJ devido a um problema de saúde na família foi perdoada pelos representantes da magistratura, que já o apelidaram de Francisco Faltão.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 27 de novembro de 2012

8:23 \ Judiciário

Eliana, Barbosa e o CNJ

Rumos do CNJ

No encontro que Eliana Calmon terá com Joaquim Barbosa nesta tarde, três temas principais serão abordados: a advocacia praticada por advogados que são parentes de magistrados, o financiamento e patrocínio de empresas para encontros de juízes, e a independência da magistratura.

Eliana tem dito a interlocutores que ela e Barbosa pensam de maneira bem parecida em relação a estes temas.

Além da agenda de trabalho,Eliana vai aproveitar a visita para dar um abraço em Barbosa, coisa que não conseguiu desde a posse na presidência.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

8:31 \ Congresso

Mérito Legislativo 2

Dois pesos, uma medida: Eliana Calmon

Para a Câmara, esse pessoal merece tanto quanto: Daiane dos Santos, Eduardo Henrique de Rose, Clodoaldo Silva, Eliana Calmon, um professor e servidores que também receberão a medalha hoje.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 13 de novembro de 2012

10:21 \ Judiciário

Jogo duro

Bandidos de toga

Joaquim Barbosa conversou com algumas figuras-chaves do Judiciário e garantiu que, sob sua gestão, haverá uma grande repressão contra juízes que praticam malfeitos ou corrupção.

Uma pessoa próxima diz que as ações de Barbosa deixarão muitos bandidos togados com saudades de Eliana Calmon.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

19:32 \ Judiciário

Na Escandinávia

Descansando no exterior

Adepta de viagens a roteiros não tão populares, Eliana Calmon deixou o CNJ e partiu para a Escandinávia. Lá, está fazendo passeios de barco. Apesar disso, teve tempo de ligar para colegas no Brasil e elogiar a escolha de Teori Zavascki para o STF.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

20:02 \ Judiciário

Sem falsidade

Despedida do CNJ

No seu discurso de despedida do CNJ, Eliana Calmon fez questão de citar e agradecer o apoio que recebeu de Gilmar Medes e Ayres Britto.

Não falou, porém, o nome do ex-presidente que mais tempo ela teve de conviver no CNJ: seu desafeto Cezar Peluso.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

18:04 \ Judiciário

Comemoração

Deixou o conselho

Adversária de Cezar Peluso no CNJ, Eliana Calmon deixou ontem o posto de corregedora nacional de Justiça.

Após sua última sessão, os conselheiros ligados a Peluso, Vasi Werner, José Roberto Neves Amorim e José Lúcio Munhoz foram jantar no restaurante Le Vin, do Park Shopping de Brasília.

Se uniu ao grupo outro desafeto de Eliana: Emmanoel Campelo, que pouco antes de seu ingresso no CNJ foi duramente criticado pela ex-corregedora.

Os inúmeros brindes chamaram a atenção dos clientes que estavam no restaurante.

Munhoz, no entanto, garante que a comemoração nada tinha a ver com a saída de Calmon do CNJ, e que houve somente uma reunião realizada tradicionalmente nas terças-feiras. Acredite, se quiser.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 4 de setembro de 2012

20:02 \ Judiciário

Boicote na despedida

Processos no plenário do CNJ

Hoje, na última sessão de Eliana Calmon na corregedoria do CNJ, seis de seus processos foram retirados de pauta, dois adiados e dez tiveram pedidos de vista feitos pelos demais conselheiros.

Foi uma reação de parte do CNJ à mulher que ganhou a opinião pública no papel de xerife do Judiciário.

Por Lauro Jardim
10:06 \ Judiciário

Despedida

Última sessão

Hoje será realizada a última sessão do CNJ com a corregedora Eliana Calmon.

Quase todos os itens da pauta são de sua relatoria.

Há de processos disciplinares contra magistrados, investigações abertas pela corregedoria, até o caso de fraude nos precatórios de Rondônia, que ficaram conhecidos como os maiores do país – giram na casa dos cinco bilhões de reais.

Grande parte dos conselheiros do CNJ concorda num ponto: Não deve ter muita sorte quem for julgado na sessão.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

13:20 \ Judiciário

Mais surpresas

Servidores e colegas

Depois do abraço que os servidores do STJ deram ontem no prédio da Corte num protesto para marcar a saída de Ari Pargendler da presidência do Tribunal (Leia mais em Surpresa), quem prepara nova alfinetada é a colega Eliana Calmon.

Em seu discurso na hora da passagem da presidência de Pargendler para Felix Fischer, Eliana não citará o nome do ex-presidente, mas dirá que ela e os demais ministros esperam que o recém empossado entre para a história como aquele que resgatou a imagem do STJ.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 5 de julho de 2012

14:22 \ Judiciário

Eliana fominha

Prioridade

Quem assistiu à sessão do CNJ de anteontem viu Eliana Calmon entregar um pedaço de papel ao conselheiro Jorge Hélio enquanto ele proferia seu voto num caso que levou à aposentadoria compulsória de um desembargador.

Ao ler o bilhete, Hélio fez uma careta e anunciou ao plenário que não poderia apressar seu voto.

Não foi necessário muita imaginação por parte dos conselheiros para entender o recado de Eliana. Ela pediu para o colega acabar logo com o seu processo pois queria priorizar o tempo do plenário para os seus próprios casos.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 21 de junho de 2012

17:22 \ Judiciário

No caso Pinheirinho

Justiça

Juízes paulistas estão preocupados com o pedido de investigação feito pelos advogados dos antigos moradores do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), à corregedoria do CNJ.

Com a proximidade da saída de Eliana Calmon do cargo, temem que uma punição a magistrados que estiveram no caso possa ser transformar no gran finale para a corregedora.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 13 de junho de 2012

19:33 \ Congresso

“Pelusiano” ou “calmoniano”?

"Falconiano" no CNJ

Sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça nesta tarde, o ministro Francisco Falcão, indicado para substituir Eliana Calmon na corregedoria do CNJ, foi colocado em uma encruzilhada por Pedro Taques.

Ao defender que o “pus” e o “lixo” existente na magistratura sejam colocados para fora dos tribunais de Justiça, Taques perguntou a Falcão:

– Como corregedor do CNJ, o senhor será mais pelusiano ou calmoniano na atuação?

Diante de constrangidos sorrisos, por causa da alusão ao entrevero de Eliana Calmon com Cezar Peluso no episódio dos “bandidos de toga”, Falcão esquivou-se rapidamente:

– Serei falconiano, senador.

O que é falconiano? Falcão, como se sabe, notabilizou-se por empregar parentes quando era juiz federal em Pernambuco.

Por Lauro Jardim

domingo, 10 de junho de 2012

7:04 \ Judiciário

Em família

Falcão: nomeação nas mãos do Senado

Francisco Falcão, escolhido pelos pares na semana passada para substituir a rigorosa Eliana Calmon na corregedoria do CNJ, se notabilizou, em seus tempos de juiz federal em Pernambuco, por empregar a mulher, a filha e a irmã em seu gabinete. Seu nome ainda precisa ser aprovado pelo Senado.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 8 de junho de 2012

16:23 \ Brasil

Rondônia sem lei

Ameaças de morte contra familiares de juízes

Uma das coisas que chamou a atenção de Eliana Calmon no caso dos precatórios bilionários de Rondônia – que tiveram os pagamentos suspensos pelo CNJ – foi o grande número de ameaças de morte contra familiares de juízes e servidores que se recusavam a participar do esquema.

Depois de receber o processo do desembargador Vulmar de Araújo, suposto cabeça do esquema de corrupção, o juiz Delano Serra, que se recusava a dar decisões no sentido de liberar o pagamento dos precatórios, recebeu a seguinte mensagem em seu celular:

- Cale-se. Para de anunciar pelos quatro cantos que você não vai nem tocar no processo. Lembra que você tem um filho Lucas e uma mulher dentista sozinhos em outra cidade.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 11 de maio de 2012

17:27 \ Judiciário

Mais um para tocar o horror

Voto vencido

O CNJ vem pelejando com a magistratura de Mato Grosso desde 2010, quando mandou aposentar compulsoriamente três desembargadores e sete juízes envolvidos num esquema de desvio de recursos do Tribunal de Justiça para uma loja maçônica de Cuiabá.

Nessa semana, contudo, o CNJ agiu na contramão de decisões anteriores e resolveu promover a desembargador o juiz Fernando Mirando Rocha, às voltas com problemas disciplinares e na Justiça.

A decisão não agradou em nada a corregedora Eliana Calmon. Durante a sessão, sussurrou aos conselheiros que, como ela, foram contra a promoção. Disse o seguinte:

- Pronto, agora vai se juntar aos outros bandidos que estão lá para tocar o horror.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 27 de abril de 2012

8:33 \ Judiciário

Os dois lados de Eliana

Nova fase

Com Cezar Peluso na presidência do CNJ, Eliana Calmon represou uma série de processos em seu gabinete. Para a próxima sessão, vai levar nada menos que 26 casos para o plenário. Há situações que ela tenta punir magistrados, mas também há uma série de recursos contra reclamações e pedidos de providência que ela mandou arquivar.

No CNJ muitos se perguntam se ela segurou os processos por receio de Peluso proteger magistrados que ela quer punir ou por medo do ex-presidente sair dizendo que ela, como os outros corregedores, também manda processos para o arquivo.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 26 de abril de 2012

13:33 \ Judiciário

Os aviões de Eliana Calmon

Reta final

Na reta final de seu mandato no CNJ, Eliana Calmon vai priorizar as regiões Norte e Centro-Oeste para a entrega de aviões apreendidos do tráfico de drogas através do Programa Espaço Livre – Aeroportos.

Estão na sua lista os Tribunais de Justiça do Piauí, Maranhão, Amazonas, Rondônia, Acre e Roraima.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 2 de abril de 2012

14:28 \ Economia

Os privados querem

Se os bancos estatais não querem, os privados estão muito atentos com a possibilidade de serem liberados para disputar as licitações de depósitos judiciais dos tribunais (leia mais em 300 milhões de reais). A Febraban já conversou com a ministra Eliana Calmon, do CNJ, e aguarda uma autorização para os bancos privados participarem desse serviço.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 2 de março de 2012

16:33 \ Judiciário

O silêncio de Peluso

Sem barulho no Judiciário

Eliana Calmon foi ao Senado na terça-feira passada para falar sobre as propostas de emenda à Constituição que fortalecem o CNJ. Bem ao seu estilo, Eliana foi logo defendendo punições para “juízes vagabundos” do Judiciário.

Pois dois dias se passaram desde então e um conselheiro do CNJ percebeu: não se ouviu um sussurro sequer dos lados de Cezar Peluso.

A postura contrasta com o estardalhaço armado por Peluso no ano passado, quando Eliana denunciou “gravíssimos problemas de infiltração de bandidos, escondidos atrás da toga”. Diz o conselheiro:

- Vai ver ele aprendeu a lição.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

7:32 \ Congresso

Senado debate CNJ

Nem convite recebeu

Passados quase trinta dias do julgamento do STF, que devolveu ao CNJ os poderes para investigar magistrados, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado vai discutir hoje à tarde as propostas de emenda à Constituição que blindam ainda mais os poderes do conselho.

Nelson Jobim, Eliana Calmon e líderes de entidades confirmaram presença. Só o Supremo, como de costume, seguirá longe do debate. Desta vez, porém, Cezar Peluso sequer foi convidado pelos senadores.

O motivo: ainda estão frescas na memória dos senadores as declarações de Peluso ironizando, em outubro do ano passado, um convite para debater com Eliana Calmon a crise do CNJ no Senado. Disse Peluso:

– Não posso primeiro por impedimentos institucionais, segundo, porque debate já foi uma época em que apreciava muito quando era estudante.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

14:02 \ Judiciário

Crítica apaixonada

Discurso emotivo

Surpreendeu quem estava no plenário do STF nesta manhã o tom apaixonado de Cezar Peluso no tradicional discurso de abertura dos trabalhos da Corte. A impressão era que Peluso cairia em lágrimas a qualquer momento, ao defender o Judiciário. Um interlocutor presente no plenário nesta manhã ironizou:

– Ao criticar o debate apaixonado sobre o CNJ, Peluso acabou se revelando ainda mais apaixonado.

Ainda na esteira da polêmica, ao arquivar ontem o pedido de investigação contra Eliana Calmon, na véspera do julgamento do STF sobre a atuação do CNJ, Roberto Gurgel virou uma espécie de salvador dos defensores do conselho. Para um conselheiro, a postura do procurador-geral da República foi “um recado claro”:

– O Gurgel botou pressão no Supremo.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

19:03 \ Judiciário

Eliana Calmon troca gasolina por água

Pela paz

O clima ficou tão quente no CNJ nesta semana que Eliana Calmon teve de largar o posto de incendiária para atuar como bombeira na guerra entre um grupo de conselheiros e Cezar Peluso.

Diante do acirramento dos debates na imprensa, Eliana passou a semana disparando telefonemas para pedir calma aos colegas amotinados. A situação deve piorar na próxima semana, quando os rebelados tentarão votar medidas que poderão reduzir o poder de Peluso no conselho.

Por Lauro Jardim
 

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