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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

11:55 \ Economia

Distância diminui

A distância entre os dois nunca foi tão pequena

O ItaúUnibanco anunciou o seu lucro hoje – recordes dos recordes na história dos bancos brasileiros. Beleza. Mas a briga particular entre o maior banco privado brasileiro e o Bradesco nunca esteve tão acirrada desde que Itaú e Unibanco se uniram.

Um levantamento da consultoria Economatica revela que a diferença entre os ativos totais  dos dois bancões está no seu menor nível desde a fusão. No final de 2008, os ativos totais do ItaúUnibanco eram 40% superiores aos do Bradesco. No final de 2011, essa distância caiu para 11,8%.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

14:43 \ Esportes

De olho nas Olimpíadas

Handebol brasileiro poderá receber aporte de milhões de banco

O Bradesco está em conversas avançadas para patrocinar a Confederação Brasileira de Handebol. O banco segue agressivo na estratégia de se vincular a modalidades olímpicas – no ano passado, anunciou um patrocínio milionário para os Jogos de 2016 no Rio de Janeiro.

O Bradesco também é parceiro das confederações de remo, judô, natação, basquete e rugby. Já o rival Itaú continua soberano no futebol – patrocina a seleção brasileira e a Copa do Mundo de 2014.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 6 de setembro de 2011

11:02 \ Esportes

Sócio no Parque Olímpico

A Carvalho Hosken está atrás de um sócio para tocar as obras e a administração do futuro Parque Olímpico no Rio de Janeiro. Já foram sondados Bradesco, Caixa Econômica, Santander, Cyrela e Odebrecht.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 23 de agosto de 2011

11:42 \ Economia

Bradesco versus Itaú

Hoje de manhã, a cotação da ação do Bradesco na Bovespa superou a do Itaú. Às 11h22, a ação do Bradesco estava valendo 25,66 reais. A do Itaú valia 25,60 reais. Vem variando assim desde a abertura. Em valor de mercado, porém, o Bradesco continua atrás por uma distância de 20 bilhões de reais.

Segundo a consultoria Economatica, porém, na relação valor de mercado versus patrimônio, o Bradesco também já está na frente. Pelo visto, a disputa do tamanho em ativos, vencida pelo Itaú após a fusão com o Unibanco, está passando agora para o terreno do valor de mercado.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 27 de julho de 2011

9:41 \ Economia

NCR e Scopus se unem

A americana NCR, uma das maiores fabricantes de terminais de autoatendimento do mundo, anuncia logo mais a formação de uma joint-venture com a brasileira Scopus, fornecedora de serviços e soluções de TI no mercado brasileiro, subsdiária do Bradesco.

A parceria será formada com a compra, pela Scopus, de 49% do capital da NCR Manaus. A empresa que resultará dessa união terá como foco a produção e fornecimento de equipamentos de automação para instituições financeiras. O Bradesco, por exemplo, será um dos principais clientes. O mercado de ATMs do Brasil já é o quarto maior do mundo.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 22 de junho de 2011

16:20 \ Economia

Tempos difíceis

A taxa de juros está vencendo a Bolsa de goleada. Neste primeiro semestre, o CDI está rendendo 5,2%. Segundo estudo da Economática, as dez ações de maior liquidez na Bovespa tiveram rendimento negativo no período. ]

A empresa que menos perdeu é a BR Foods (apesar da trombada recente no Cade que fez seus papeis perderem valor), com queda de 5,3%. Em seguida, vem o Bradesco, com uma desvalorização de 6,3% entre o primeiro pregão do ano e ontem. Nada menos que cinco ações desse grupo estão perdendo acima de 10% (Itaú, Vale ON, Banco do Brasil e Petrobras ON e PN). BMFBovespa está caindo 17,7%, e a OGX segura a lanterna, com -27,5%.

Na comparação dos últimos doze meses, o quadro muda um pouco, mas não muito. O juro foi de 11%. Uma única ação entre essas 10 teve valorização superior. A do Bradesco, com 11,7%. As demais perdem e quatro ações estão no vermelho (BMFBovespa, Petrobras ON e PN e OGX).

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 15 de junho de 2011

9:33 \ Economia

O poderoso banqueiro

Lázaro de Mello Brandão, o único ser humano que faz chover no Bradesco, completa hoje 85 anos com plenos poderes. Porém, de acordo com o seu estilo low profile, nada de festas.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 8 de junho de 2011

11:58 \ Economia

O Bradesco avança

O Bradesco ultrapassou o Goldman Sachs em valor de mercado e passou a ser o sexto colocado no ranking dos dez maiores bancos dos EUA e América Latina, segundo dados da Economática. O valor de mercado do Bradesco era ontem de 69,3 bilhões de dólares, ante 68,8 bilhões de dólares do Goldman Sachs.

A lista é liderada pelo JP Morgan, seguido por Wells Fargo e Citigroup. Além do Bradesco, há outros três brasileiros na lista: o Itaú Unibanco, em quinto, o Banco do Brasil, o oitavo, e o Santander Brasil, em décimo.

O Bradesco foi o único dos dez mais a ganhar valor de mercado em 2011 (3,5 bilhões de dólares). O resto perdeu. Na soma, os dez bancos perderam 119 bilhões de dólares em valor de mercado, desde janeiro.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 1 de junho de 2011

12:39 \ Economia

O Bradesco, o Banco Postal e …a Vale

Quando o governo interveio na Vale, pressionando o Bradesco pela saída de Roger Agnelli – indicado pelo banco uma década atrás para o cargo – muita gente vaticinou: o Bradesco vai ceder, afinal, não vale a pena indispor-se com um governo com quem há tantas possibilidades de parcerias. Uma delas, era justamente com os Correios, no Banco Postal, que rendia ao Bradesco 5 milhões de correntistas e acesso a 6 200 agências . Pouco mais de um mês se passou, e o Bradesco foi atropelado pelo Banco do Brasil, agora novo parceiro dos Correios no Banco Postal.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 24 de maio de 2011

11:23 \ Economia

Meu querido locador

O Bradesco comprou na sexta-feira passada o Berj por 1,8 bilhão de reais. Com a aquisição, ganhou créditos tributários e o direito de administrar a folha de pagamento de 440 000 servidores do Rio de Janeiro. Até aí, beleza. Mas neste pacote surgiu uma surpresa: estavam lá quatro imóveis do Berj, todos que alugados para o ….Itaú Unibanco, que mantém agências nesses pontos. Será que esses contratos de locação serão renovados?

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 5 de maio de 2011

10:28 \ Economia

Bye bye, Morgan

De uma tacada só, o Morgan Stanley perdeu quatro executivos financeiros para o banco de investimentos do Bradesco.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 3 de maio de 2011

10:28 \ Futebol

Bancos em alta

Uma pesquisa inédita da Sport und Markt realizada com 8 214 pessoas em todo o país revela que os bancos estão em alta no futebol. Das cinco primeiras marcas associadas ao esporte, quatro são de instituições financeiras.

O Itaú e logo depois a Nike, patrocinadores oficiais da seleção, estão no topo do ranking. Surpreedente mesmo é o terceiro lugar. Ficou com o Bradesco, que curiosamente não tem contrato com nenhum grande clube e nem patrocina (como o Itaú) o futebol da Globo ou de algum canal por assinatura – neste caso, a força da marca falou mais alto que a razão.

O levantamento, realizado desde 2009, também aponta uma subida impressionante do BMG. Há dois anos, o banco estava apenas na 92ª posição entre as principais empresas lembradas pelo torcedor. Agora, já está na quarta posição.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 8 de abril de 2011

11:37 \ Esportes

Mais um lançamento olímpico

Depois da apresentação da marca das Olimpíadas na noite do réveillon, vem aí mais uma divulgação de peso do comitê Rio 2016. Está marcado para 26 de novembro o lançamento da logo oficial das Paraolimpíadas de 2016. O Bradesco, patrocinador oficial do evento, cuidará da festa no Rio de Janeiro.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 30 de março de 2011

9:31 \ Economia

Ataco ou não ataco?

Na semana passada, quando Roger Agnelli ainda lutava por sua permanência na Vale, um senador integrante da bancada da mineradora foi acionado para atacar Guido Mantega no plenário. Precavido, o tal senador ligou antes para o Bradesco para saber se era isso mesmo o que tinha que ser feito. A resposta foi “não”. E ele, evidentemente, calou-se.

Por Lauro Jardim

domingo, 27 de março de 2011

O que o governo quer da Vale

Nos últimos meses, dois pesos-pesados se movimentaram nas arenas mais poderosas do país. Se os dois pudessem ser resumidos com palavras de ordem, um levantaria a bandeira “pede para sair, Roger”; e o outro estenderia a faixa “tire as mãos da Vale”. Não é preciso entender de minério de ferro para perceber que no primeiro time joga o governo. E do outro lado estão Roger Agnelli e os que consideram a interferência do governo na sucessão da Vale um retrocesso inacreditável – o que, de fato, é.

Agnelli mobilizou aliados e trabalhou intensamente nos bastidores. Só que lutas contra governos costumam ser inglórias – sobretudo na área econômica. Por isso, nos últimos dias deu-se o desfecho previsível de uma fritura que começou há quase dois anos, mas que se tornou uma decisão de governo no final do ano passado, após Dilma Rousseff vencer a eleição.

Desde então, quem conversasse com os ministros e com os comandantes de fundos de pensão ouviria, sob a condição do anonimato, o seguinte mantra: a decisão está tomada, mas só será executada quando o contrato de Agnelli vencer, em maio.

O objetivo era disfarçar o indisfarçável. Ou seja, que o governo resolveu decidir o destino (e os investimentos) da maior empresa privada brasileira – a essa altura, aliás, o adjetivo “privada” ficaria melhor emoldurado com as devidas aspas.

O Bradesco, afinal o sócio privado mais relevante e berço de Roger Agnelli, foi avisado ainda no final do ano passado da intenção do governo. Mais de uma conversa foi realizada na sede do banco.

Ministros e presidentes de fundos de pensão lá estiveram com o trio que manda no banco, segundo reza a lenda: o “Lázaro”, o “Mello e o “Brandão”. Já há algum tempo o Bradesco concordara com o pedido do governo – afinal “pedido” de governos costuma ser ordem. Lázaro de Mello Brandão tinha e tem uma relação forte com Agnelli, que em dez anos de Vale só tem números portentosos para apresentar. Em situação normal de temperatura e pressão, preferiria que Agnelli ficasse onde está. O Agnelli que Brandão queria na Vale, porém, era o que exibisse lucros espetaculares e cultivasse boa relação com o governo. Agnelli, contudo, só conseguia encher a metade do copo.

Como o nome do sucessor não aparecia, Agnelli se movimentava como podia para ficar. Nem sempre da melhor maneira. Botou em risco até sua justa fama de bom administrador e executivo devotado ao lucro e ao mercado. Por exemplo quando topou descascar um abacaxi para o governo e dizer que participaria da bilionária construção da usina de Belo Monte, em substituição ao grupo Bertin, que morreu na praia.

Os últimos dias foram mais dramáticos. Desde segunda-feira, quando O Estado de S. Paulo estampou em sua primeira página uma reunião ocorrida três dias antes entre Guido Mantega e Lázaro de Mello Brandão, a guerra da sucessão ganhou contornos mais nervosos. Agnelli ainda trabalhou ferozmente para manter-se na cadeira.

Mobilizou todo mundo que podia. De petistas graduados a tucanos idem. Procurou Lula em busca de apoio. Foi a FHC que, por exemplo, chegou a dar um telefonema para Brandão no meio da semana. No meio da semana, esteve na sede da Previ. Relatou a Ricardo Flores, presidente do fundo, o processo de fritura. Reclamou muito. Agnelli só jogou a toalha mesmo na manhã de sexta-feira.

Nas mãos do governo, a Vale deverá ser outra Vale. Até por que só faria sentido tomar a Vale para si se for para usá-la de acordo com algumas receitas muito próprias. Para Dilma, “um empresário tem papel no desenvolvimento do país e não pode deixar de investir em algo importante só porque outro negócio é mais lucrativo para ele”.

Há alguns anos, Lula levou Agnelli a loucura ao insistir que a Vale investisse pesado na área siderúrgica. Na quinta-feira passada, no Planalto, durante uma reunião com líderes governistas no Congresso, Dilma disse textualmente, de acordo com um senador que lá estava: “Não dá mais para ficar exportando minério de ferro para a China e importar aço deles”.

Não resta dúvida, portanto, que esses investimentos siderúrgicos serão intensificados. Assim como parece claro que a Vale passará a investir em alguns megaprojetos de interesse do governo – como fazem os grandes fundos de pensão estatais e a Petrobras. Aliás, num exercício de projeção conservador pode-se olhar para a Petrobras da era petista e enxergar o que será a “nova” Vale daqui a alguns anos – uma empresa alinhada com o governo.

Por Lauro Jardim

domingo, 13 de março de 2011

Agnelli cuida de tributos e do pescoço

Roger Agnelli desembarca amanhã em Brasília para uma conversa desagradável com o governo. Vai reunir-se com o ministro Edison Lobão para tentar desenrolar uma megapendência de 4 bilhões de reais. Trata-se de uma dívida relativa aos impostos sobre mineração que o governo acha que lhe é devida e a Vale considera uma injustificável sanha governista por tributos.

Por causa da bilionária dívida, a conversa teria relevância em qualquer situação. Ganha, no entanto, um sabor especial por que acontece em plena guerra pela sucessão na Vale.

O novo confronto surge no momento em que Agnelli parecia ter saído das cordas, depois de meses tomando pancadas dadas por uma ala poderosa do governo.

Agnelli foi à luta nos últimos meses. Tratou de embalar um pacote de bondades sob medida para o governo. Prometeu entrar (e reservou alguns bilhões de reais para tanto) no consórcio que constrói Belo Monte para suprir a desistência da Bertin. Uma mãozinha de ouro que nenhum governo esquece – pelo menos é o que a Vale deve pensar. Reforçou seus investimentos no setor de fertilizantes, outra opção estratégica que o governo vê com ótimos olhos. Anunciou novas siderúrgicas, algo que desde Lula o governo cobra de Agnelli.

O atrito dos impostos surge, portanto, para lançá-lo novamente na berlinda. Nunca é demais repetir que o governo não deveria meter sua mão grande na Vale, uma empresa privada e altamente lucrativa. Mas no mundo real, a coisa não funciona assim. A Previ e o BNDES integram o grupo de controle da Vale. E ambos têm delegação do governo para procurar (fazendo o menor burburinho possível) um substituto para Agnelli.

O que o Bradesco e a japonesa Mistsui, também  grupo de controle da Vale,  pensam dessa articulação? Os japoneses preferem continuar com Agnelli, mas não se oporão a um novo nome se assim os seus sócios decidirem.

O Bradesco - origem, aliás, de Agnelli - não foi protagonista de qualquer movimento pela sua substituição. O que não significa que esteja alheio à discussão. Seu alto comando já conversou diversas vezes sobre o tema com gente do governo. Nunca se chegou a qualquer nome. Vários foram citados. Nenhum foi levado adiante como opção.

Defensores de Agnelli argumentam que o executivo dá ao Bradesco (e a todos os acionistas) lucro, muito lucro. Foram espetaculares 30 bilhões de reais em 2010.  Seria esta sua missão principal. Beleza. Não é o bastante, no entanto, nem para o governo e nem para o próprio Bradesco.

Para o Bradesco porque, no final das contas, o melhor executivo para a Vale será sempre aquele que leve a empresa a ótimos resultados (ponto para Agnelli) e não tenha problemas de qualquer espécie com o governo (ponto para os seus adversários). Não é satisfatório para nenhum grande banco qualquer atrito com governos.

Para o governo a alta lucratividade também não é o suficiente porque Dilma Rousseff trabalha com a ideia (assim como Lula trabalhava) de que a Vale é um patrimônio do país e que deve pensar antes no desenvolvimento do Brasil do que na rentabilidade. Disse, por exemplo, Dilma a um interlocutor no ano passado, durante um almoço privado: “Um empresário tem papel no desenvolvimento do país e não pode deixar de investir em algo importante só porque outro negócio é mais lucrativo para ele”.

E então, Agnelli cai ou não cai? Ninguém tem hoje essa resposta. Só o fato de não se tê-la, todavia, dá mostras do estado de tensão que vive o homem que dirige a Vale há dez anos. Amanhã, novamente ele desembarca em Brasília para escrever mais um capítulo de sua luta pela permanência no comando da maior empresa privada brasileira. Numa palavra, Agnelli vai ao Planalto Central cuidar de tributos e do próprio pescoço.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

10:34 \ Governo

A parceria de Bradesco, Banco do Brasil e Santander

O Cade poderá analisar na quarta-feira a parceria fechada entre Bradesco, Banco do Brasil e Santander para o compartilhamento de seus caixas eletrônicos. A Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça e a Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda apresentaram pareceres favoráveis à aprovação do negócio sem restrições.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

16:32 \ Economia

O caso PanAmericano

Resumo da ópera do caso PanAmericano:

1) O acionista controlador de um banco onde foi descoberta uma fraude saiu com seu patrimônio livre. Silvio Santos é um craque. Se o banco quebrasse, perderia tudo.

2) O Itaú, Bradesco, Santander, HSBC, que estão nesse segmento e teriam sinergias com o PanAmericano, não se interessaram pelo banco. O BTG Pactual que não tem, levou.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

11:46 \ Economia

Bovespa supera 1,5 trilhão de dólares

A Bovespa fechou 2010 superando o patamar do 1,5 trilhão de dólares de valor de marcado dos papéis ali negociados, segundo um estudo inédito da consultoria Economatica. É um recorde histórico. Nunca antes na história deste país etc… Até então, o maior valor de mercado alcançado pelo conjunto de empresas que integra a Bovespa fora em outubro, com um total de 1.463,8 trilhão de dólares.

Numa comparação com os EUA, esse 1,5 trilhão de dólares corresponde ao valor de mercado das seis maiores empresas de capital aberto dos EUA.

A Petrobras, apesar de o papel ter rastejado na bola em 2010, continua sendo a empresa brasileira (e latinoamericana) de maior valor de mercado. Fechou 2010 valendo 228 bilhões de dólares. Em seguida, aparece a Vale (166,2 bilhões de dólares), Itaú (96,4 bilhões de dólares), Ambev (86,6 bilhões de dólares) e Bradesco (67 bilhões de dólares).

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

18:26 \ Esportes

A segunda cota de patrocínio das Olimpíadas 2016

Saíram as regras para a concorrência pela segunda cota de patrocínio local das Olimpíadas de 2016. Na categoria telecomunicações, poderão concorrer empresas com faturamento anual superior a 1,5 bilhão de reais, com mais de 1,5 milhão de assinantes na telefonia fixa e três milhões na telefonia móvel. O resultado deve sair apenas no ano que vem.

No início do mês, o Bradesco foi anunciado como o vencedor na categoria serviços financeiros e seguros.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

7:23 \ Economia

Disputa em outro campo de jogo

A disputa entre Itaú e Bradesco está se dando agora nas arenas esportivas. Como o Itaú entrou com os dois pés no futebol (comprou os direitos de TV do futebol da Globo, virou patrocinador oficial da seleção e da Copa 2014), o Bradesco reagiu em outro campo — os esportes olímpicos.

Anteontem, fechou com o COI para ser o primeiro patrocinador oficial das Olimpíadas 2016. Não é só: sem alarde, virou patrocinador oficial de diversas modalidades. Já são cinco e em breve serão muito mais.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 9 de novembro de 2010

17:26 \ Diversos

Os bancos e a mídia

A Mídia B, especializada na consultoria de imagem, fechou um levantamento sobre o grau de exposição dos bancos brasileiros na imprensa durante as eleições. No sistema de pontuação criado pela empresa, o Banco do Brasil lidera o ranking, seguido de Santander, Bradesco e Itaú.

A diferença é o volume de informações negativas publicadas envolvendo o BB. Segundo a Mídia B, 25% das reportagens veiculadas entre julho e setembro falavam sobre a quebra de sigilo de Eduardo Jorge e o aparelhamento do banco.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

11:45 \ Economia

10 000 fundos

A indústria de fundos de investimentos segue sua trajetória de crescimento acelerado. O Brasil bateu a marca dos 10 000 fundos em outubro. Mais precisamente, 10 213, segundo levantamento inédito da consultoria Economatica. Cerca de 25% desse total é estão na categoria Multimercado Multiestrategia. Fundos de renda fixa representam 12% do total.

O Bradesco perdeu no ano retrasado o posto de maior banco privado nacional, mas continua no topo em vários segmentos dessa indústria. O maior fundo por ativos da industria é o Bradesco FI RF Master Previdência. Seus ativos no último pregão de outubro alcançaram 45,5 bilhões de reais. O fundo com o maior número de cotistas é um de ações, o Bradesco FICFIA. Possui 808123 cotistas.

Por Lauro Jardim
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Serra ganha os votos de Marina

Uma pesquisa nacional encomendada pelo Bradesco efechada ontem constatou que 47% dos votos de Marina Silva migraram para José Serra e 22% para Dilma Rousseff – pelo menos neste primeiro momento, claro.

Na disputa entre Serra e Dilma, segundo a pesquisa recebida ontem pelo Bradesco, ele teria 45% dos votos válidos e a petista, 55%.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

12:58 \ Economia

Os bancos não têm do que reclamar

O céu continua azul para os bancos brasileiros. Um estudo inédito feito pela consultoria Economatica com os 24 maiores bancos das Américas revelou que foram as instituições nacionais as que mais se valorizaram nas bolsas de valores no terceiro trimestre.

Os sete primeiros colocados do ranking da Economatica são brasileiros. Pela ordem, os três primeiros são o Bradesco (32,92% de valorização no período), Banco do Brasil (32,25%) e Santander (28,47%).

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Uma lista interminável…

A lista dos possíveis integrantes da equipe econômica de Dilma Rousseff não para de crescer. Agora, surge o nome de Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco, que poderia ocupar algum posto importante no Banco Central.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 31 de agosto de 2010

16:28 \ Economia

O Bradesco e a Selic

O economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, enviou hoje aos clientes top do banco um texto com sua aposta sobre o que sairá da cartola da reunião do Copom de amanhã. Nenhuma surpresa: a Selic fica onde está.

Em resumo, o BC “deverá interromper o ciclo de aperto da política monetária, mas sem tirar do radar os riscos existentes (…). O colegiado deverá decidir pela manutenção da taxa básica de juros no atual patamar de 10,75% que, a nosso ver, deverá ser mantido nas reuniões subsequentes que ocorrerão neste ano”.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

10:27 \ Economia

Uma resposta que vale bilhões

A grande incógnita do mercado financeiro hoje em relação aos grandes bancos é uma só: até onde vai a já prolífica parceria entre o Banco do Brasil e o Bradesco?

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 21 de julho de 2010

13:23 \ Economia

A aposta dos juros

Lá pelas sete da noite, os nove integrantes do Copom começam a votação que definirá a taxa de juros. No mercado, a maioria dos economistas mantém a aposta na subida de 0,75 ponto percentual. Alguns bancões, no entanto, jogam suas fichas numa alta de 0,5 ponto percentual. Um deles é o Bradesco que já cravou o percentual a um seleto grupo de clientes. O BTG Pactual, cujo economista-chefe é Eduardo Loyo, ex-diretor do BC na era Meirelles, foi na mesma direção.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 24 de junho de 2010

7:29 \ Economia

Briga no consignado vai atingir privados

Não ficará restrito ao Banco do Brasil os problemas com os seus contratos de exclusividade com estados e municípios para a concessão de crédito consignado aos servidores e pensionistas. Há também bancos privados na mira do Ministério Público. Entre eles, o Bradesco e o Santander, que têm contratos de exclusividade com as prefeituras de Manaus e Cuiabá, respectivamente.

Por Lauro Jardim

 

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