Não, não e não

O Fundo Garantidor de Crédito tentou até o último minuto passar o abacaxi chamado Cruzeiro do Sul. Ontem, por exemplo, ofereceu novamente o banco ao Itaú e ao Bradesco. Fez a seguinte proposta: quem quiser levaria o banco por 1 real e uma linha de crédito de 1,2 bilhão de reais ao custo do IPCA […]

Um banco micado

O Fundo Garantidor de Crédito tentou até o último minuto passar o abacaxi chamado Cruzeiro do Sul. Ontem, por exemplo, ofereceu novamente o banco ao Itaú e ao Bradesco.

Fez a seguinte proposta: quem quiser levaria o banco por 1 real e uma linha de crédito de 1,2 bilhão de reais ao custo do IPCA para ser pago em quinze anos.

O rombo de 5 bilhões de reais assustou. Ninguém quis tocar naquela cumbuca.

O FGC ofereceu ainda o Cruzeiro do Sul a vários outros bancos. Até instituições médias como o Daycoval foram contatadas.

Ainda ontem, André Esteves fez uma proposta. Ficava com o Cruzeiro do Sul, mas queria 5 bilhões de reais ao custo do IPCA por quinze anos. Foi a vez do FGC dizer não.

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