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quinta-feira, 5 de julho de 2012

11:29 \ Judiciário

Acidente de carro

Atentado

No depoimento que deu ao CNJ devido ao pedido de afastamento da Monte Carlo, o juiz Paulo Moreira Lima disse a conselheiros que não temia por sua vida de maneira imediata.

Emocionado, falou que sua vida teria acabado depois de mandar Carlos Cachoeira para a cadeia. Seu temor, contudo, não seria o de um tiro durante um passeio ou uma aparição pública.

O que Moreira Lima disse temer é que um misterioso acidente de carro, daqui a uns cinco anos, tire sua vida.

Por Lauro Jardim

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13 Comentários

  1. joao batista de souza

    -

    06/07/2012 às 9:51

    Por esse raciocínio, todo melado de merda, só vai escapar com vida o juiz Tourinho, o único que fez de tudo para livrar o réu da cadeia, os demais, que sistematicamente tem negado os pedidos de liberdade, já podem ir encomendando as suas missas de sétimo dias. Se oriente magistrado, não envergonhe os seus pares, tampouco as pessoas de mediana inteligência. Que coisa.

  2. Francy Granjeiro

    -

    05/07/2012 às 18:01

    Não deveria ter publicado a foto.

  3. arnaldo

    -

    05/07/2012 às 16:31

    Sr. Dr. Juiz, mostra medo mesmo, aí que acontece coisa! Deve ter uns príncipios no direito que lhe protege moralmente, espiritualmente…

  4. João Fernando

    -

    05/07/2012 às 16:11

    Então será que isto explica porque nossos Juízes são tão bonzinhos com a bandidagem?
    É público e notório que a impunidade campeia no Brasil. O que o Juiz alega, e deve ser um temor real, pode ser generalizado no Judiciário, daí porque os processos não andam ou/e quando andam em sua maioria recebem absolvições ou penas pequenas.
    Quem assume a função de Juiz não pode ter medo, precisa enfrentar suas obrigações com altivez.
    Do contrário teremos que permitir também, que Promotores, Delegados e Policiais em geral tenham esse medo e com isso não combatam a criminalidade.
    Se vale para os Juízes, vale para todos que lutam contra o crime.
    E assim a criminalidade organizada avança no país.

  5. Claudio Manoel

    -

    05/07/2012 às 16:09

    Minha cara Maria, fazer o que né? Depois dizem que 1964 foi golpe… 1964 foi consequência…

  6. JOE BASH

    -

    05/07/2012 às 15:58

    o tal do juiz deu um exemplo do que é ser “cagão”.

  7. ARAFAT

    -

    05/07/2012 às 15:33

    CUIDADO COM O POLONIO. O PESSOAL DE CUBA TEM ACESSO.

  8. Maria

    -

    05/07/2012 às 14:57

    quinta-feira, 5 de julho de 2012
    Supremo deve seguir tese de que não há provas técnicas da prática do mensalão e absolverá maioria dos réus
    Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net Leia também o site Fique Alerta – http://www.fiquealerta.net
    Por Jorge Serrão

    A famosa “tese”, sempre repetida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que “o mensalão jamais existiu”, tem tudo para sair vencedora no julgamento que começa a partir de 2 de agosto, no foro privilegiado do Supremo Tribunal Federal. A maioria dos 11 ministros do STF – nenhum deles especialista em direito criminal – tende a concordar com o argumento “técnico” de que não existem provas concretas que comprovem a prática do pagamento mensal, ou constante, de recursos públicos para remunerar, ocultamente, parlamentares que votam ou votaram a favor do governo.

    Nos bastidores do Judiciário, já se dá como muito provável a previsão de absolvição para a grande maioria dos 38 supostos mensaleiros. A tendência é que a maioria dos ministros do STF considera que não se pode comprovar o mensalão. No entanto, para não deixar no ar alguma impressão de impunidade, desagradando a opinião pública e publicada, o STF deve aplicar condenações aos réus que, comprovadamente, cometeram algum tipo de crime de lavagem de dinheiro. As acusações de peculato e formação de quadrilha, com o mensalão “incomprovável”, ficariam prejudicadas – o que facilitaria a absolvição dos principais acusados.

    Das 600 testemunhas ouvidas na fase de instrução criminal do processo do mensalão, apenas o ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente do PTB, insistiu na denúncia de que existiria o pagamento de uma espécie de mesada a parlamentares da base aliada no Congresso, em troca de votos favoráveis ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2005. O problema maior é que, além da negativa das testemunhas, são nada consistentes as tais “provas técnicas” da prática do mensalão. No raciocínio simples, como o mensalão não pode ser comprovado, não se pode punir quem é acusado de promovê-lo.

    Cabeça de magistrado é sempre imprevisível – ainda mais em um tribunal em que os membros são indicados politicamente pelo Poder Executivo. Mas, nos bastidores da Justiça, vazam tendência previsíveis. Devem endurecer com os mensaleiros os ministros Carlos Ayres Britto, presidente da Corte suprema, e Joaquim Barbosa, relator do processo. Tendem a embarcar na tese “técnica”, os ministros Celso de Mello, Marco Aurélio e Gilmar Mendes (este último, apesar de sua reconhecida bronca com Lula e a petralhada). Os ministros “técnicos” devem complicar a vida dos réus diretamente envolvidos na manipulação de recursos de campanha – que podem receber condenações leves, que não chegam a levar réus primários para a cadeia.

    Os demais ministros do STF – indicados na gestão Lula e Dilma – devem embarcar na tese de que o mensalão não existiu, derrubando as denúncias da Procuradoria-Geral da República. Assim, provavelmente em setembro, antes da eleição municipal de outubro, os réus políticos do mensalão devem se livrar das máculas capazes de atrapalhar suas campanhas – como é o caso de João Paulo Cunha, que concorre à Prefeitura de Osasco (SP), considera estratégica para os atuais esquemas do PT. E o grande vitorioso da história deve ser José Dirceu de Oliveira e Silva, que recupera seus direitos políticos, e ainda terá condições de processar todos que “prejudicaram sua imagem”, pedindo ao Estado ou a particulares uma polpuda indenização.

    A tendência a uma absolvição em massa no STF é enorme. Os réus contam com os melhores advogados criminalistas do País que vão se defrontar com ministros que não são especializados na matéria criminal. A não ser que, por milagre, ocorra alguma oculta “pressão externa” – como a que derrubou, em altíssima velocidade político-jurídica, o bispo Lugo da presidência do Paraguai -, o episódio do mensalão vai acabar, como se diz no popular, em pizza calabresa – sabor preferido pelas máfias da ficção cinematográfica.

  9. Felipe Lima

    -

    05/07/2012 às 14:43

    O Luiz Carlos já deve estar preparando o golpe, né Luiz ??

  10. Anônimo

    -

    05/07/2012 às 13:54

    Prezado Lauro,

    creio que você não deveria publicar a foto do juiz ameaçado. Todo tipo de cautela deve ser tomado para ajudar alguém que está em risco por exercer suas funções.

  11. juscelino

    -

    05/07/2012 às 13:31

    Viram como as MÁFIAS são fortes na ROUBALHEIRA do pais ? E agora QUEM PODERÁ NOS DEFENDER ?Obs ; odeio chapolin , mas a frase vem a calhar .

  12. Luiz Carlos

    -

    05/07/2012 às 12:34

    NOSSA!!! QUE IMAGINAÇÃO!!! DAQUI HÁ CINCO ANOS??? QUE DIA E HORA???

  13. Paulo Bento Bandarra

    -

    05/07/2012 às 12:24

    Celso Daniel que o diga, se tivesse vivo.

 

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