sexta-feira, 14 de setembro de 2012
8:23 \ Judiciário
Mandinga da absolvição
Depois de ver a ex-diretora do Banco Rural Ayanna Tenório ser absolvida sem o seu advogado, Antônio Mariz, estar em plenário, e a repetição do movimento ontem, com a absolvição de Geiza Dias sem a presença de Paulo Sérgio Abreu, um grupo de advogados está repensando sua assiduidade nas sessões do STF.
Tags: absolvição, advogados, assiduidade, Ayanna Tenório, Geiza, Mariz, Mensalão, Sérgio Abreu



Após ataque, Cameron diz que país 'não cederá ao terror'
Adolescente envolvido em morte de PM é apreendido
Planalto zera impostos para segurar alta das tarifas de transporte em SP
Brasileirão 2013: artilharia pesada para balançar as redes
UFC 160: Cigano faz primeira luta após perda do cinturão







Deixe o seu comentário
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.
» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA
2 Comentários
Anete
-14/09/2012 às 9:51
Gostaria de saber sua posição sobre o mensalão tucano, a privataria tucana e a compra de votos pra comprar reeleição feita por um presidente da república que foi o beneficiado.
Eduardo
-14/09/2012 às 8:45
É lamentável a tese de que a Geiza, que concorreu para o esquema funcionar, seja inocentada. Talvez com uma pena mais branda, más, tinha que ser condenada. Então, os funcionários podem fazer o que o chefe manda com a certeza de que serão inocentados?