quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Vossa excelência
Veja como a Polícia Federal de Minas Gerais anda com a estima nas alturas. No dia 24 de janeiro, o corregedor Kemyo Melo Guimarães editou um parecer para estabelecer que todo delegado da PF mineira passe a ser tratado pelo apodo de “excelência”.
Kemyo justificou o mimo aos colegas alegando que o delegado exerce “relevante função social”. Dito isso, o emprego de “excelência” passou a ser obrigatório nos documentos oficiais de todas as repartições da PF no estado.
Kemyo, que também é “excelência”, só não contava com a contrariedade da Federação Nacional dos Policiais Federais, que desde a instituição da curiosa regra vem articulando para derrubá-la.
A federação argumenta que o Manual de Redação da Presidência da República estabelece que o pronome de tratamento destinado às autoridades em geral é “Vossa Senhoria”.
Tags: Federação Nacional dos Policiais Federais, Polícia Federal



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96 Comentários
eutiveacesso
-26/02/2012 às 18:53
A Corregedoria deve estar sem ter o que fazer. Não bastam as denúncias enviadas de tortura com arma de choque, corrupção, prevaricação, dentre de outras, que partiram contra a delegacia da cidade de Divinopolis, interior de minas gerais e até agora não apuradas, ficam inventando a roda novamente. Vamos apurar os crimes de TORTURA, senão, voltaremos a condição análoga da ditadura, tão criticada. Ou estão esperando a revista VEJA divulgar primeiro?
rodrigo rister
-20/02/2012 às 10:36
A decisão deveria ser mais abrangente, possibilitando ao servidor que escolha ele próprio a designação com que pretende ser tratado pelos interlocutores, ainda que impressos. Por exemplo, o servente da repartição: “faxinência”. O escrivão: “ghostwriterência”. O alcaguete: “dedodurência”. O carcereiro: “gradência”. Os demais: “bobolências”. Viva Séergio Porto, o Stanislaw Ponte Preta!
Jessica Pimenta
-14/02/2012 às 10:56
Esse tipo de atitude só mostra a falta de humildade de uma pessoa que quer exigir um tratamento de excelência sem merecimento. Tenho profundo sentimento de pena e caridade por uma pessoa como essa, que não enxerga que esse tipo de tratamento só engrandece aqueles de alma pequena.
Antonio Silva
-13/02/2012 às 23:29
Prezado Delegado Paulo:
Acho que é vc que está confundindo as coisas. A maioria dos Delegados é que são frustrados por não conseguirem passar em concursos para MP e Magistratura. O que os Agentes querem, é uma Polícia Federal de primeiro mundo (nos moldes do FBI, Gendamerie, Scotland Yard, ou seja: SEM DELEGADOS ou burocratas). Os Agentes que acham que esse é um sonho distante, fazem concurso pra outros órgãos. Nos últimos anos vi colegas APF´s e EPF`s saindo para órgãos como ABIN, TCU, Câmara Federal e Procuradores Estaduais e Federais. Se VOCE era um Agente que sonhava ser Delegado, legal pra voce! Mas garanto que os Agentes fazem isso tão-somente por causa do salário. Ninguém sonha em passar a vida “tocando inquéritos”, e morrendo de medo que o MP reclame de um prazo perdido. Muitos também acham nojenta e pouco profissional essa questão de vaidades envolvendo “Vossas Excelências”. Os alunos de Direito que querem ser Delegados, com certeza não conhecem a realidade. Eles pensam que o Delegado é um “Super Agente” (o que de fato não é). Ah, e a propósito: “Deputies” NÃO SIGNIFICA “Delegado” (melhore seu inglês!). Deputie é o cargo “vala comum” (carreira ÚNICA) dos Marshalls, ou seja: ele é um AGENTE!
Diomeds dos Santos
-13/02/2012 às 22:43
Não contentes com sua função totalmente desnecessária, ainda se acham acima dos outros e querem ser bajulados. Ridículo.
ricardo
-12/02/2012 às 14:54
Um tal de delegado paulo disse que deputies em português significa delegado, quer dizer os analfa dos delegados ficam arrumando traduçoes para uma merda de cargo que só existe no brasil, depois de sheriff vem aí o deputies. Delegado traduzindo para ingles é mais facil ser de-puta, que é uma abreviaçao de filho da puta. O cara foi agente, deve ter sido um merda de agente, agora é uma merda de delegado, kkkkk.
Renato Porciúncula
-12/02/2012 às 10:08
Eu acho que Vossa Excelência é até pouco. Deveria ser Vossa SANTIDADE
Francisco Rizzo
-11/02/2012 às 21:41
Repassando:
Era uma vez….
A Fábula do Rei Durepox e o Príncipe Sole Myo de BeagaLândia »
Era uma vez um reino distante chamado Beagalândia, onde o Rei Durepox tinha um filho chamado Sole Myo, que havia estudado em várias escolas, inclusive com estágio na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts, onde foi colega de varinha do Harry Porter que lhe ensinou o primeiro uai.
Um dia na aula do professor Dumbledore, ele descobriu que no primeiro andar da Hogwarts Scholl havia a Sala da Transformação, onde tudo poderia ser transformado, intrigado, ele guardou aquilo na cabeça.
Durante todo o ano letivo em Hogwarts tentou entrar na Sala de Transfromação, onde tinha a esperança de se transformar em excelência, um velho sonho. Não conseguiu, já que era trouxa e a sala era proibida para os trouxas. (OBS: Os imperadores são chamados de trouxas no Reino da Beagalândia).
Apesar de ter nascido trouxa e saber que nunca poderia pertencer a Sonserina Jurídiccus, ele não esqueceu o sonho maior: Ser Excelência. Esse sonho virou obsessão para Sole Myo e quando retornou para BeaGalândia procurou seu pai, o Rei Durepox, desesperado.
Diante de seu pai indagou: Pai eu que estudei até na escola do Harry Porter, fiz estágio com a realeza do Senhor dos Anéis, e se até adido policial em Godric`s Hollow fui, por que não posso ser chamado de excelência?
Seu pai que tinha um temperamento forte, com ares de ditador respondeu: Boa pergunta meu inteligente e alquímico filho! Talvez seja por má educação dos súditos de Beagalândia, e para consolar o triste filho, revelou como havia conseguido que todos o chamassem de doutor.
Olha Filho, essa mania de grandeza que você tem deve ser coisa do nosso DNA, já que quando eu fui coroado rei ninguém me chamava de doutor e quando fui saber por que, descobri que os terroristas da FENAPESTE subverteram o cérebro dos Beagalandeses, pregando que somente as pessoas que fizessem doutorado, com defesa de tese em universidade registrada no MEC, poderiam exigir o título de doutor, espalharam até que doutor era título acadêmico e não forma de tratamento.Subversão explícita e real.
Ao terminar de contar o irado Rei Durepox gritou: SABE O QUE EU FIZ MEU EXCELENTÍSSIMO FILHO?
Ataquei sem dó essa facção criminosa chamada FENAPESTE e após algumas torturas psicológicas, processos disciplinares contra os subversivos terroristas, ameacei instaurar inquéritos rigorosos contra os desobedientes e tocá-los até a prescrição, como fazemos sempre, e como bullying, intimação pra depor toda semana, sem parar.
Como rei, determinei que todos me chamassem de doutor, afinal esse sempre foi o meu sonho real. Olha meu excelentíssimo e quiçá no futuro meu meritíssimo filho, quem sonha, mas não acorda e levanta para trabalhar na efetivação de seu sonho não merece sua realização e morrerá sonhando.
Olha filho, confesso que não adiantou as ameaças, os processos e os inquéritos mofados contra os terroristas da FENAPESTE, mas eu não desisti e não teve jeito, baixei um decreto também rigoroso, cheio de ameaças, principalmente pra quem estava em estágio probatório, determinando que todos os súditos me chamassem de doutor, e você sabe que nunca fiz doutorado e nem mesmo pós-graduação.
A pena que determinei para quem não cumprisse a ordem foi que os desobedientes seriam banidos para Cuba e uma vez por semana teriam que ouvir um discurso do Fidel Castro. Foi tiro e queda! Até hoje todos me chamam de doutor em Beagalândia.
O neófito Sole Myo olhou feliz para o seu pai ditador e perguntou se também poderia fazer um decreto para que todos o chamassem de excelência, seu pai respondeu: Pode não, deve meu amado e lindo filho, não se esqueça que você é um trouxa com muito orgulho.
Assim o príncipe Sole Myo exigiu imediatamente que todos o chamassem de doutor (pediu para o pai Durepox fazer uma emenda no decreto incluindo o seu nome como doutor) e assim, como seu pai, acabou virando doutor sem doutorado.
O Tempo passou e Sole Myo não agüentava mais não ser chamado de excelência, doutor não serviu e possuído por um espírito irascível ao invés de estudar para alcançar a excelência, pegou sua varinha de trouxa e gritou bem auto para todos no reino de Beagalândia:
Transformatun Excelemtius Imediatus Sin Intermidiatus.
Mas como diz um mineirim de Berabalândia : U Castigu vem di Ferrari e u feitiçu podi virá contra o feiticeiru, sô !
Não deu outra. Sem saber o príncipe Sole Myo invocou um feitiço que contrariava o Ministério da Magia e era um feitiço banido pessoalmente pela Rainha Dilma que mandou lançar no Manual de Redação e Feitiçaria. Além disso, se encontrava cravado nas cláusulas pétreas na tábua dos mandamentos e não poderia ser modificado. A pena para o seu uso é tomar dois litros de Chá Kotta por dia durante trinta anos!
Apavorado por ter usado um feitiço banido e proibido, ele correu para os braços de seu pai Durepox e aos prantos disse:
Papaiiiiiii me ajude socorro, juro por Marco Aurélio Mello que não sabia que não poderia usar o feitiço para me transformar em excelência. Eu juro pai. Ajude-me, pelo amor de Marco Aurélio Mello, estou tomando Chá Kotta todos os dias não agüento mais, o cartunista Duke fez uma charge me gozando em toda a corte e saiu até na Revista Veja a minha enfeitiçada cagada real.
O Rei Durepox, ficou observando o sofrimento do filho por alguns instantes e finalmente falou: Filho, talvez a culpa seja minha que te criei com esse complexo de superioridade. Eu deveria ter te alertado sobre a proibição pétrea de usar o feitiço “Transformetun Excelemtius Imediatus Sin Intermidiatus “, não me lembrei, quem usou pela última vez esse feitiço foi o seu avô Collorido Mello .
Preste atenção amado filho, disse o rei: Infelizmente não vou poder te ajudar, é perigoso eu fazer alguma coisa a favor desse feitiço proibido , tem essa mídia golpista que vai me entregar e a Rainha Mãe Dilma já cortou a cabeça de oito ministros em um ano.
O único jeito é você tomar o Chá Kotta com galhardia e como um trouxa de verdade. Não tem jeito. O seu avô Collorido acabou sendo banido do reino por causa disso, portanto, pra não estender o castigo de tomar Chá Kotta para toda a família trouxa, vou dizer que não sabia igual o primo Rei Lullis fez no dia em que foi flagrado na apuração do dinheiro não contabilizado de mensalidades legislativas que não era de ninguém.
Meu filho, você ainda tem muito futuro pela frente, é neófito no reino e além de ser trouxa é atirado, maroto e cá entre nós, você é novo, faz academia, é danadinho e não precisa dessa porcaria de excelência e nem de Viagra para atingir o orgasmo.
Para encerrar, o rei determinou: Filho! Você é o corregedor, portanto corrija isso e diga que desistiu de ser excelência, mas avise todo o reino de Beagalândia, que se não te chamarem de doutor, você instaurará processo e inquérito longo, mofado e rigoroso, não podemos desmoralizar todos os trouxas.
Nos dias de hoje Sole Myo ainda está tomando Chá Kotta, mas aprendeu que para ser excelência é preciso estudar e fazer jus ao tratamento. Ninguém consegue o respeito de seus convivas e pares por decreto ou por osmose.
No Exílio, a FENAPESTE comemorou com alegria a desmoralização e a pena de tomar Chá Kotta e ainda de forma terrorista, lançou dois feitiços, um no Sole Myo e outro no seu pai Durepox.
O Presidente WINKUS pegou a varinha apontou e lançou:
Sole Myo , “Nyuncas Serús Extecelentius nu Marras Sim Passarius Vergunhatyus”
Em seguida apontou a vara para o Rei Durepox e mandou:
“Riddikulus”
Nota da Joanne Kathleen Rowling, conhecida como J. K. Rowling:
Pronúncia: Ri-DIK-uh-lous
Descrição: Usado para transformar o Bicho-Papão em algo menos aterrorizante ou em algo engraçado que o Bruxo esteja pensando.
Etimologia:Palavra latina para “ridículo”, “tolo”, “absurdo”.
Nota:O efeito do feitiço parece depender inicialmente do estado mental do bruxo. Não necessariamente muda a forma do bicho-papão em algo engraçado, mas em qualquer coisa que o bruxo estiver se concentrando no momento e esse é o perigo. Te cuida Durepox .
ATENÇÃO: Qualquer Semelhança com figuras humanas ou não, mortas, zumbizadas ou vivas é uma mera e possível coincidência.
*Francisco Carlos Garisto, Ex-presidente da FENAPESTE e minerin naturalizado.
Fonte: Blog do Garisto
FRANCO BETTIO
-11/02/2012 às 14:37
A Constituição Mineira não outorgou ou disciplinou tal tratamento. A EC 82, que alterou parte da redação do Art. 140 da Constituição Mineira somente disse que delegado de PC é “carreira jurídica”. O resto é ilação. Os oficiais da PM agora também, pela EC 83. Claro, a PMMG já viu que tendo bacharéis de direito em seus quadros, talvez, possa futuramente conduzir inquéritos, TCO´s, pois outras investigações já fazem – PM2. Há ainda a falta de contingente de delegados na PC, milhares de inquéritos mofando nas prateleiras, prescrições. Afora os concurseiros, que logo passam em outros concursos e vão embora, etc. aumentando o caos, que hoje é estampado em tudo quanto é jornal de MG.
Vamos a Constituição Mineira, inicialmente pela alteração.
EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 82
Acrescenta parágrafo ao art. 140 da Constituição do Estado.
A Mesa da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, nos termos do § 4º do art. 64 da Constituição do Estado, promulga a seguinte emenda ao texto constitucional:
Art. 1° – O art. 140 da Constituição do Estado fica acrescido do seguinte § 4°:
“Art. 140 – (…) § 4° – O cargo de Delegado de Polícia integra, para todos os fins, as carreiras jurídicas do Estado.”.
Art. 2° – Esta emenda à Constituição entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio da Inconfidência, em Belo Horizonte, 14 de abril de 2010; 222º da Inconfidência Mineira e 189º da Independência do Brasil.
Vejamos: não falou nada em pronome de tratamento.
Vamos ao Art. 140 da Constituição Mineira
Polícia de carreira e organizado de acordo com os princípios da hierarquia e da disciplina, incumbem,
ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração, no território do
Estado, das infrações penais, exceto as militares, e lhe são privativas as atividades pertinentes a:
I – Polícia técnico-científica;
II – processamento e arquivo de identificação civil e criminal;
III – registro e licenciamento de veículo automotor e habilitação de condutor.
Art. 140 – A Polícia Civil é estruturada em carreiras, e as promoções obedecerão ao critério
alternado de antigüidade e merecimento.
• (Vide Lei Complementar nº 23, de 26/12/1991.)
• (Vide Lei Complementar nº 84, de 25/7/2005.)
§ 1º – O ingresso na Polícia Civil se dará em classe inicial das carreiras, mediante concurso
público de provas ou de provas e títulos, realizado privativamente pela Academia de Polícia Civil.
§ 2º – O exercício de cargo policial civil é privativo de integrantes das respectivas carreiras.
§ 3º – Para o ingresso na carreira de Delegado de Polícia, é exigido o título de Bacharel em
Direito e concurso público, realizado com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil,
Seção do Estado de Minas Gerais, e exigido curso de nível superior de escolaridade para a de
Perito Criminal.
• (Vide Lei Complementar nº 84, de 25/7/2005.)
§ 4° – O cargo de Delegado de Polícia integra, para todos os fins, as carreiras jurídicas do Estado.
• (Parágrafo acrescentado pelo art. 1º da Emenda à Constituição
nº 82, de 14/4/2010.)
Art. 141 – O Chefe da Polícia Civil é livremente nomeado pelo Governador do Estado dentre
os integrantes, em atividade, da classe final da carreira de Delegado de Polícia.
Os Oficiais da PMMG também o são, igualmente, EC 89. Os Procuradores do Estado, Defensores Públicos, Advogados públicos também o são e não são chamados de “Vossas Excelências”.
Somente para esclarecer, em nome da verdade.
Marco Antônio Resende
-11/02/2012 às 12:56
Que raciocínio genial! Destaco: “Foi, então, que o Corregedor, aplicando o princípio da simetria, resolveu que tal norma deveria se estender aos Delegados da PF já que a razão jurídica seria a mesma”. Bingo! Ora, por este tal princípio da SIMETRIA, portanto, os Agentes, Escrivães e Papiloscopistas, que também são cargos de NÌVEL SUPERIOR da Carreira Policial Federal, retificação feita no último caderno MPOG 57, tendo em vista a Lei 9266/96 devem, assim como os Peritos e Delegados, auferir os subsídios de nível superior. Está mais que óbvio. Quanto aos Delegados, com certeza irão exigir vencimentos ou subsídios correspondentes ao Nível Excelentíssimo. Interessante o fato dos Peritos ganharem o MESMO salário dos delegados e não perderem tempo com essas “pompas”. Devem ter mais o que fazer do que ficar com a mão pra trás da cabeça e os pés em cima da mesa em salad com ar condicionado, esperando para assinar tudo que foi coletado, caprichando na gravata para aquela nova entrevista ao final do expediente…Literalmente, esses caras gostam de gozar com o pau dos outros!!!
José Augusto Carvalho
-11/02/2012 às 8:46
Legislar sobre matéria linguística não é para leigos. Uma expressão de tratamento como “O Senhor” ou “Vossa Excelência” pode tanto designar respeito quanto distanciamento. A uma filha que chega a horas tardias a casa o pai pode tratar de “senhora” não por respeito, mas para mostrar desagrado. Respeito é algo que se adquire e não que se imponha por decreto.
Ricardo
-10/02/2012 às 1:29
A Fenapef está dando plantão aqui. Nesses anos todos, o que conseguimos nessa sanha ridícula de desmoralizar os Delegados? NADA. Hoje, um policial legislativo (isso existe) ganha o dobro de nós, sendo meros seguranças do congresso nacional. E agora Garisto? E agora Wink? Qual perspectiva nós temos? Vamos fazer igual aos PMs da Bahia?
Marcio
-09/02/2012 às 11:13
O valor do ser humano está em suas realizações e não em sua rotulação!
Carlos Rodrigo Muniz de Leon
-09/02/2012 às 9:54
Sou Inspetor de Polícia e conheço bastante bem a atividade dos delegados, sejam eles federais ou não. Sinceramente, são os agentes policiais que desempenham essa “relevante função social”. São eles que recolhem o lixo social das ruas, na maioria das vezes fazendo todo o trabalho dos delegados, pois sabem melhor o que está acontecendo fora da delegacia.
Edvaldo
-08/02/2012 às 19:25
Ô Kemio, a PF com tanta falcatrua de drogas para investigações e você agora vem com esssa. Daqui há pouco você vai querer também um título de SIR da Rainha da Inglaterra. Batalhe pelo melhor aparelhamento de inteligência da PF nos Portos e Aeroportos e vamos enjaular os gangsters nos seus devidos lugares.
Denilson
-08/02/2012 às 16:04
KKKKKKKK…. Cada uma que a gente vê hj em dia!!! Só faltava essa. Esses delegados que já são chamados de DOUTORES( devem ser médicos tbm ), agora querem ser chamados de VOSSO EXCELÊNCIA, o q q eles fazem pra poder receberem esse nome? Aparecem na tv depois que todas as equipes já fizeram o verdadeiro trabalho? Depois que os agentes já investigaram e colocaram a vida em risco p poder acabar com essa corja de banditos que toma conta do nosso país? Me perdoem, mas essa não dá pra engolir… Vão trabalhar seus delegados atôas…
Denise
-07/02/2012 às 21:25
Essa história se resume em apenas uma coisa: a vaidade, a vontade de aparecer desses delegados. A PF é uma instituição séria, merecedora de respeito por tratar de assuntos tão relevantes que afetam diretamente a segurança e ordem de nosso país, mas o que nos entristece como mero cidadãos que somos é ver esse tipo de coisa, a gente sabe que os verdadeiros “trabalhadores” da PF são os agentes que saem de suas casas, enfrentam os perigos, dão mesmo a cara a tapa enquanto que as vossas excelências só aparecem pra dar entrevistas na tv, engravatados e falando bonito do que na verdade não participaram ativamente. E o pior, o salário deles é um absurdo!!! Mas estamos no Brasil por isso nada mais nos surpreende, a não ser a vaidade dos nossos “queridos” delegados.
RENATO CEZÁRIO NASCIMENTO
-07/02/2012 às 16:11
mensagem ao Saulo, provavelmente um frustrado que não conseguiu passar no concurso para Delegado de Polícia Federal. Mostre a sua cara, meu filho. Certamente, você é daqueles sindicalistas que se escondem atrás de pseudônimo para escrever aberrações e ofensas, sem qualquer elemento fático ou jurídico que a sustente. Vá estudar!
roberto
-07/02/2012 às 14:23
Que cara idiota, a pf é muito maior que voce delegado kemyo
roberto
-07/02/2012 às 14:17
Sou estudante de direito, e pretendo fazer concurso pra delegado da pf, mas quando li essa reportagem sobre” vossa excelencia”, desanimei. Acho que a pf deveria ser feita de homens e não de princesas. Pessoas assim so tem o intuito de rebaixar os companheiros de trabalho.
dilson pereira
-07/02/2012 às 14:10
Acho que o sindicato deveria agir. É obvio que expor a imagem da PF dessa forma ridícula é passivel de procedimento administrativo,mas como no Brasil nada funciona e esse idiota é um corregedor. Ja viu, tudo vai termnar em pizza!
jonathan
-07/02/2012 às 14:04
Sou estudante de direito e pretendo prestar concurso pra delegado da pf, mas quando li a reportagem sobre ‘vossa excelencia”, desanimei. É obvio que esse delegadinho de merda queria desmerecer os outros funcionários da instituição com essa idéia imbecil. Delegado Kemio, vai trabalhar, sua bicha inrrustida
PAULO
-07/02/2012 às 10:50
Prezado APF SAULO,
Creio que o senhor não entendeu o que eu disse. Sendo assim, sinto-me na obrigação de extrair o seguinte excerto do meu texto:
“Repito que para mim a questão é irrelevante. Não me atrai esta ou outra forma de tratamento especial. Para mim, qualquer tratamento respeitável e impessoal me serve”.
Agora, se o concurso é fácil, bem, eu não creio, parece-me revanchismo puro. Os professores de Direito que eu conheço me dizem que nove entre dez dos seus alunos sonham em ser Delegados da PF, mais do que ser juizes ou promotores. Sem dúvida, nenhum deles sonha em ser agente da PF ou escrivão. Alguns se tornarão, decerto, mas de forma acidental, por não lograr êxito no concurso de Delegado e continuarão estudando até passar. Fui agente durante anos, não desisti, insisti no meu projeto. Acho natural que as pessoas queiram vencer com o seu esforço ao invés de ficar se escondendo, procurando uma boquinha em projetos espúrios.
Aliás, da minha turma, hoje temos 03 juízes e dois Procuradores da República. Então, o nível do concurso não é baixo como falou. A maioria preferiu não fazer outro certame, por estar satisfeita com o cargo que galgou.
Prefiro manter o nível do meu comentário a cair na vala comum na qual Vossa Senhoria se insere, onde a baixeza, a leviandade e a falta de caráter encontram terreno fértil para imperar.
Entretanto, fica um conselho e você segue se quiser: antes de fazer comentários estúpidos, leia e releia aquele que deseja rebater.Tivesse esse cuidado, saberia que acho algo totalmente irrelevante ser chamado de Excelência. Como já disse, não me atrai, não me agrega valor. Só o que peço é respeito, que é algo que, infelizmente, não sabe o significado.
SAULO
-07/02/2012 às 9:20
Mensagem à Vossa Excelência o Dr. Delegado Paulo, que postou dia 06/02/2012 às 19:33.
Primeiro: Você não é excelência e ponto final! Usando seu próprio argumento, se você quer ser chamado de Vossa Excelência, faça um outro concurso. Por sinal, dizem por aí que dos concursos reservados aos “adevogados”, o mais fácil é o concurso de delegado… Quem estuda mais vira promotor ou juiz…
Segundo: Se você não fez doutorado, você não é doutor, mas sim dotô.
Terceiro: O inquérito é tão importante que vocês, delegados, precisam ficar o tempo todo “pregando”, “justificando”, “defendendo” sua importância. Interessante só vocês, delegados, pensarem assim, não? Mas, se não fosse o importante inquérito, que sobraria de “prerrogativas” aos delegados?
Quarto: Você já parou para pensar quais seriam os motivos de vocês, delegados, serem ridicularizados por todos? Quem gosta de delegado é só o próprio delegado… Também curioso, não?
O país está cansado de pessoas como vocês, que só buscam as próprias “prerrogativas” e esquecem o que acontece no mundo lá fora. Parafraseando Vossa Excelência Joaquim Barbosa, “Vossa ‘excelência’ não está na rua, vossa excelência está na mídia, destruindo a credibilidade da Polícia Federal com corregedores fracos e projetos mirabolantes que não funcionam, como CINTEPOL e VANT”.
Cuidado com suas colocações pois você expõe ainda mais as vaidades do cargo que representa…
Triste.
Ricardo
-06/02/2012 às 21:58
Sou agente de Polícia Federal desde 2001. Não concordo que qualquer autoridade seja chamada de Vossa Excelência, nem os Delegados, nem os juízes ou promotores. O “Excelência” parte de uma premissa no mínimo equivocada. No entanto, devo concordar com o que escreveu o colega Paulo. Há muito rancor e ressentimento na Polícia Federal contra o Delegado. Da minha parte adoro o que faço, e faço bem, diga-se de passagem, o que não me impede de dizer que já fiz três concursos para o cargo de Delegado. Não passei, mas não desisti. Este ano tentarei de novo, vou passar. Foi por isto que optei por fazer Direito. Sei que na PF há uma briga fratricida entre as classes que a integram. Lamentável. Já fui policial civil, lá não tem isso. Por outro lado, tem muita coisa boa na instituição e muita gente boa também. No final, o que há de positivo supera em muito todas as adversidades e é por isto que estou lá e sei que o povo brasileiro confia e admira o nosso trabalho. Então, não acho saudável alongar a polêmica inútil do pronome de tratamento, somos maiores que isso. Por fim, a discussão deve se manter num nível respeitoso. Inadmissível os ataques à sexualidade do Corregedor. Ainda que ele fosse homossexual, bem, este seria um problema (hoje em dia nem sei se é problema) seu e de mais ninguém. Mas, sinceramente, acho que nem é o caso.
PAULO
-06/02/2012 às 19:33
Para mim, a questão é irrelevante, mas, devo dizer, há uma grande distorção em torno da matéria. A Constituição do Estado de Minas Gerais foi alterada no sentido de se dispensar ao Delegado de Polícia o mesmo tratamento dado às carreiras jurídicas, incluindo-se aí o pronome de tratamento.
Houve, daí, a formulação de um questionamento junto à Corregedoria Regional de Polícia de Minas Gerais acerca da aplicabilidade desse dispositivo aos Delegados de Polícia Federal, já que a norma constitucional estadual dizia respeito, a priori, aos Delegados de Polícia Civil.
Foi, então, que o Corregedor, aplicando o princípio da simetria, resolveu que tal norma deveria se estender aos Delegados da PF já que a razão jurídica seria a mesma.
Repito que para mim a questão é irrelevante. Não me atrai esta ou outra forma de tratamento especial. Para mim, qualquer tratamento respeitável e impessoal me serve.
Por outro lado, percebo o enorme rancor das pessoas que postaram aqui neste blog. Alguns questionaram até a sexualidade do Corregedor. A maioria sem sequer conhecê-lo ou mesmo ter lido qualquer documento seu. Partiram de um raciocínio simplório de que se ele quer ser chamado de Excelência é vaidoso, almofadinha, maricas, etc. E o pior é que alguém que se diz psicóloga endossa tal coisa. Como pode fazer tal julgamento com base em uma nota de módicas dez linhas publicadas no blog? Seria ético isso? Seria digno de uma profissional ciosa dos seus deveres, de suas responsabilidades?
Também percebi que muitos dos posts são da lavra de agentes e escrivães da PF, classes que possuem um profundo sentimento de inferioridade em relação aos Delegados. O próprio site deles destila um ódio sem precedentes em relação aos Delegados. O detalhe é que a maioria dos sindicalistas – todos que são formados em Direito, e são muitos – já fizeram concurso de Delegado de Polícia Federal, uma, duas, três, quatro vezes. Não passaram e não passarão. Isso os recalcados, os conspurcadores da honra alheia. Os policiais sérios estudarão e passarão. Foi o meu caso. Fui agente por cinco anos antes de passar no concurso de Delegado, o que sou há seis anos, com orgulho e dedicação. Aliás, o concurso público é a forma de seleção por excelência, nele, os melhores passarão, o que beneficia a sociedade e evita os “pistolões”.
Alguns até disseram que na PF há concurso para chefe e que em outros órgãos, v.g, o Exército, tal não existe. Não há concurso para chefe. O que existe são atribuições distintas. O trabalho do Delegado é diferente do trabalho do Perito, que, por sua vez, é deferente do trabalho do Agente, que também não é igual ao trabalho do Escrivão ou o do Papiloscopista. O trabalho de todos eles se complementam e se reúnem no Inquérito Policial, este instrumento tão importante e, ao mesmo tempo, tão desvalorizado por certos segmentos, em que pese ser responsável pela condenação de ao menos 99% dos presos que se encontram encarcerados. Há muitos Delegados que não são chefes, e são a maioria. Então, não há vinculação entre Chefia e Delegados.
Alguém disse que nos EUA o Delegado americano seria uma espécie de Xerife, que já não seria grande coisa e, para corroborar seu pensamento, citou que era eleito pelos habitantes locais. Há um detalhe que não foi citado: lá, os promotores e juízes também são eleitos pelo povo. E aí? Diminui o MP e a magistratura em alguma coisa? Não, foi só uma opção do arcabouço jurídico local. Mas será que no Brasil ter Delegados, Promotores e Juízes eleitos pelo povo seria a melhor opção? Creio que não, mas aos que acham que sim, fomentem esta discussão, quem sabe algum dia esste ponto de vista mudará a forma de seleção desses profissionais.
A propósito, o US Marshalls (uma das polícias federais americanas, são várias) é comandadada pelos Deputies, que, traduzindo para o português, não é Deputado, mas Delegado. Seria uma função irrelevante? Definitivamente, não.
Infelizmente, houve uma contaminação ideológica muito profunda sobre o que se escreveu aqui. Não sou Excelência, não me apetece, mas, quanto ao rancor e fúria aqui vistos, só lamento. Não há vencedores, nem vencidos no que se lê aí.
julio andrade
-06/02/2012 às 18:05
Que assunto chato!
OPF
-06/02/2012 às 17:01
Entre o trabalho dos Garis, os nossos benditos coletores de detritos, que nos livrando da proliferação de ratos (nem todo tipo) e doenças deixam a nossa cidade limpa, doutro lado o trabalho dos famigerados delegados de polícia federal que ganham horrores, que só visam o status, a vaidade, que são cercados de pompas e circunstâncias, mas produzem lixos e mais lixos de inquéritos, lixo esses que contribuem sobremaneira com a defesa da bandidagem – não é a toa que se prende num dia e os Capas de Batman (os Juízes) soltam noutro, aqueles tipo de servidores públicos que demonstram todo o seu “pavonismo” ao virem uma câmera da Rede Globo, e que além de receberem seus já vultosos salários engordam a conta bancária e aumentam o patrimônio com diárias e ajudas de custos que a sociedade nem suspeita e a Receita Federal faz que não viu… Tá na hora de desmistificar esse engodo que é a polícia federal e, principalmente, os engravatados “que se querem” (sic) excelência. Quando fizerem 10% da EXCELÊNCIA (maiúscula) do trabalho dos Garis, não nos entregando os lixos e mais lixos, e sim recolhendo o lixo humano que empesteia e dilapida o patrimônio público… Aí quem sabe?
Afinal, quem exerce RELEVANTE FUNÇÃO SOCIAL Garis ou Delegados? Na minha modesta opinião rendo a minha homenagem a SUA EXCELÊNCIA O DR. GARI.
Lembremo-nos que o pessoal da PF já ficou por quase 90 dias em greves (re-um-ne-ra-das)… oopss!!! Se você não precisou de passaporte na época não lembrou né?!?!?!?!? Mas acredite, já… Agora imaginemos os Garis em greves por alguns dias?
ARMANDO COELHO
-06/02/2012 às 15:18
Excelentíssimos Leitores. Não sou contra nem favorável ao tratamento de EXCELÊNCIA, embora ache certos tratamentos fora de época. Mas, chamo a atenção para o fato, até onde sei, qualquer vereador semi-analfabeto em qualquer rincão deste País é, obrigatoriamente, tratado por Vossa Excelência. Na Câmara Federal, o nobre deputado Tiririca é, sim, Excelência.
Douglas Ribeiro
-06/02/2012 às 10:44
Esse delegado Kemio deve dar a bunda escondido!
Oficial EB
-06/02/2012 às 10:33
Caro João, não é preciso ser inteligente para perceber que você se identificou com o reino encantado, com muitas princesas, da Dr. Ana Elisa. Isso não é problema algum, mas eu me admiro a sua falta de coragem em assumir os fatos. A polícia Federal é uma instituição muito superior a essas pessoas com pensamentos pequenos. Mas, infelizmente, ainda existem, e existiram, pessoas retrógradas que se sentem ameaçadas por jovens capacitados e, muitas vezes, mais qualificados. Dai a necessidade de se tentar diminuir os demais com atos normativos, como se normas fossem mudar atitudes. É incrível a ingenuidade de uma pessoa que acha que uma simples norma consegue mudar a visão das pessoas que a cercam. No Exército, temos muito disso também, mas com uma diferença fundamental. Aqui para se chegar ao topo da carreira é preciso vir de baixo, ganhando experiência aos poucos, o que faz com que os “chefes” sejam pessoas, em geral, maduras, sem tanta ingenuidade. É claro que possuímos nossas excessões, mas nesse caso eu te digo que em 99,9% das situações, um comandante teria ouvido o parecer de seu subalterno.
Existem diferenças grandes entre chefiar e liderar, e parece que muitos não percebem isso. Quem lidera, fez por merecer sabe o que fazer e quando erra tem o apoio de todos ao seu redor para que o erro seja corrigido a tempo. Chefiar é isso aí que estamos vendo. Esse é um dos grandes problemas do serviço público, a falta de pessoas que mereçam estar onde estão. As politicagens ainda vão durar um tempo, mas como na maior parte das nações desenvolvidas, essa situação vai mudar.
Abraços.
Paulo
-05/02/2012 às 13:47
Isso é um perfeito IDIOTA! Só pode ter sofrido bullying quando era criança.
João Carlos Araújo
-05/02/2012 às 0:12
É uma tropa de babacas falando do que não entendem. Primeiro, seus babacas, vão estudar, inteirarem-se do assunto, das normas que o regem, para depois falarem alguma coisa a respeito dele. Olha, fiquem tranquilos, “o cão ladra e a carruagem passa”, naturalmente. E mais, opinião de desqualificado não tem qualquer valor, ainda mais de recalcados e incompetentes. Mas não nos preocupamos com o que ladram, o “jus esperniandi” é um “direito constitucional”, fiquem bem à vontade para ladrarem o quanto desejarem, sabendo que isso não os socorrerá em suas burrices.
delegado da pf em minas
-04/02/2012 às 21:26
sou delegado da pf em minas. quase não acreditei quando recebi o documento orientando tratar meus colegas e demais delegados de polícia por excelência. fiquei mais incrédulo com o teor da consulta que acarretou tal orientação e com os argumentos do colega Kemio para fundamentar a sua decisão. merecem aplausos o parecer anterior à decisão do corregedor, no qual outro colega, ao apreciar previamente a questão, disse tratar-se de assunto inócuo que só podia ser motivado por simples vaidade. ainda bem que o superintendente teve o bom senso de revogar a determinação da corregedoria.
Luiz Claudio
-04/02/2012 às 19:32
Realmente e uma situacao muito preocupante do Sr. Corregedor em querer ser mimado com Vossa Excelencia… Por que nao se preocupar com os delitos Brasil afora em desfavor da sociedade brasileira???
Mauricio
-04/02/2012 às 15:24
Moro nos EUA e procuro sempre saber o que esta acontecendo no Brasil, mas desafortunadamente tenho que ler, ouvir e ver coisa como essas.
Sr. Kemyo acorde para a realidade do Brasil, saia do mundinho que o Sr. vivi, peça desculpas a todos e vá trabalhar, prestar um seviço de qualidade ao seu país que acredito ser o Brasil.
Infelizmente pensamentos como esse, vindo de pessoas na função que o Sr. está, faz com que eu e qualquer outra pessoa decente fique triste,desapontado,pasmo e nao sei mais o que dizer.
Coisas como essas fazem com que pessoas como eu e outras que vivem fora do Brasil, tenham que explicar p/ os demais, que o Sr. faz parte da máquina administrativa do Brasil, mas nao sao todos como o senhor.
“ESPERANÇA É A ÚLTIMA COISA QUE MORRE.” Um dia o Brasil terá em sua maioria administradores e políticos comprometidos com o país, com o povo, com o futuro sadio de sua própria família, nao cultivando a hipocrisia, a desonestidade e também um povo comprometido como o seu próprio país.
Rosane Maria Zuquim Gonçalves
-04/02/2012 às 12:27
Relevante função social exercem todos nós policiais federais, seria o caso de todos sermos chamados de excelência? Acho que não, porque o fato não é dado à relevância social dos serviços prestados, mas aos mimos queridos por nossos “colegas” delegados.
Parabenizo a federação dos policiais federais, prestadores de serviços com relevância social, pela posição legalista tomada. Espero que tenham sucesso na defesa da aplicação do Manual de Redação da Presidência da República, e que consigam estancar os delírios crescentes das massas delegadas.
junior
-04/02/2012 às 10:18
Quem cumpria função social é o policial.
DELEGADO apenas coloca no papel o serviço do policial.
Não pode ser porque este delgado é solteiro e tem mais de quarenta anos que a mídia poderá descriminá-lo de “PRINCESA”, pois a opção sexual de cada um é livre e é preconceito falar do estado civil da pessoa para afirmar que é homossexual.
Mayra
-03/02/2012 às 23:59
Estudei nos EEUU e por lá pude perceber que “DELEGADO” é ajudante de xerife (SHERIFF).O Xerife é eleito pela população de uma ou outra cidadezinha(muitas vezes chamadas de Condados). Depois de eleito pela população, como quem é eleito para síndico, os “xerifes” escolhem à dedos seus ajudantes e estes recebem a alcunha de delegados. Isto se faz por que as funções a eles atribuídas são “delegadas” pelo xerife eleito. Xerife não é lá essa autoridade toda e delegado menos ainda. Sendo destituídos da função até se o Xerife acordar de mau humor.
Agora assistimos aqui uma arrogância destas por parte de um servidor público, no mínimo sonhador e prepotente. Como foi que esse senhor passou no concurso para delegado da PF. Já estou começando achar que tem gente entrando pela janela, através de nepotismo ou apadrinhamento.
Onde ele se formou, não ensinaram a quem se deve dirigir o tratamento que ele deseja obter?
Acho melhor ele procurar um cartório de registro de pessoas naturais e se registrar com o nome de “EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR DELEGADO KEMIO” só assim ouvirá o som das palavras do jeito que quer ouvir. Ou se tiver mais bom gosto…troca de nome…”KEMIO” parece marca de cigarro paraguaio bem ordinário. Imaginem só:
“FUME KEMIO, QUEIME-O BEIÇO E O CÉREBRO” – “O ministério da incompetência adverte: FUMAR KEMIO ACABA COM SEU ÚLTIMO NEURÔNIO”
Desculpem-me mas não aguentei….KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Mayra
-03/02/2012 às 23:54
Estudei nos EEUU e por lá pude perceber que “DELEGADO” é ajudante de xerife (SHERIFF).O Xerife é eleito pela população de uma ou outra cidadezinha(muitas vezes chamadas de Condados. Depois de eleito pela população, como quem é eleito para síndico, os “xerifes” escolhem à dedos seus ajudantes e estes recebem a alcunha de delegados. Isto se faz por que as funções a eles atribuídas são “delegadas” pelo xerife eleito. Xerife não é lá essa autoridade toda e delegado menos ainda. Sendo destituídos da função até se o Xerife acordar de mau humor.
Agora assistimos aqui uma arrogância destas por parte de um servidor público, no mínimo sonhador e prepotente. Como foi que esse senhor passou no concurso para delegado da PF. Já estou começando achar que tem gente entrando pela janela, através de nepotismo ou apadrinhamento.
Onde ele se formou, não ensinaram a quem se deve dirigir o tratamento que ele deseja obter?
Acho melhor ele procurar um cartório de registro de pessoas naturais e se registrar com o nome de “EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR DELEGADO KEMIO” só assim ouvirá o som das palavras do jeito que quer ouvir. Ou se tiver mais bom gosto…troca de nome…”KEMIO” parece marca de cigarro paraguaio bem ordinário. Imaginem só:
“FUME KEMIO, QUEIME-O BEIÇO E O CÉREBRO” – “O ministério da incompetência adverte: FUMAR KEMIO ACABA COM SEU ÚLTIMO NEURÔNIO”
Desculpem-me mas não aguentei….KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Paulo pf
-03/02/2012 às 22:10
E uma vergonha essa discursão, enquanto os senhores doutores conhecedores do direito penal, civil,
Constitucional, etc…. Debatem tamanha questão, tão importante, neste momento milhares. De cidadões
Brasileiros passam fome, carecem de assistencia medica digna, e tudo mais que já sabemos. Daqui a pouco
Teremos que chamar opíticos de excelencia também, acho que o PAÍS esta precisando muito mais doque titulos, e sim de atitudes!!! Entao cambada de babaca deixem a excelencia de lado e vai trabalhar sr corregedor, vai arrumar o que fazer, vai prender vagabundo, sai de traz da mesa, e se assume gatinha manhosa !!!!
HUGO
-03/02/2012 às 19:09
ESE DELEGADO DE MERDA DEVE SER VIADO, PRA SE SENTIR TÃO INFERIORIZADO ASSIM. É UM DOENTE….
Robert Peres
-03/02/2012 às 18:11
É lamentável!!!
Chega de Excelências, senhores!!
Arranjei um tempinho para classificar meus arquivos. Encontrei esse artigo que salvei em algum momento e esqueci de dividir essa pérola com meus poucos leitores.
Embora o artigo tenha sido escrito há alguns anos é material para as antigas, as atuais e as futuras gerações.
Cidadania é isso. Ninguém nasce com títulos. Títulos se adquirem, mas não devem mudar a postura ética e moral de ninguém.
Chega de Excelências, senhores!!
Em 13/6 , um juiz do Paraná desmarcou uma audiência porque um trabalhador rural compareceu ao fórum de chinelos, conduta considerada “incompatível com a dignidade do Poder Judiciário”.
Não muito antes, policiais do Distrito Federal fizeram requerimento para que fossem tratados por “Excelência”, tal qual promotores e juízes.
Há alguns meses, foi noticiado que outro juiz, este do Rio de Janeiro, entrou com uma ação judicial para obrigar o porteiro de seu condomínio residencial a tratar-lhe por “doutor”.
Tais fatos poderiam apenas soar como anedotas ridículas da
necessidade humana de criar (e pertencer a) castas privilegiadas. No entanto, os palácios de mármore e vidro da Justiça, os altares erguidos nas salas de iência para juízes e promotores e o tratamento “Excelentíssimo” dispensado às altas autoridades são resquícios diretos da mal resolvida proclamação da República brasileira, que manteve privilégios monárquicos aos detentores do poder.
Com efeito, os nobres do Império compravam títulos nobiliárquicos a peso de ouro para que, na qualidade de barões e duques, pudessem se aproximar da majestade imperial e divina da família real.
Com a extinção da monarquia, a tradição foi mantida por lei, impondo-se diferenciado tratamento aos “escolhidos”, como se a respeitabilidade dos cargos públicos pudesse, numa república, ser medida pela “excelência” do pronome de tratamento.
Os demais, que deveriam só ser cidadãos, mantiveram a única qualidade que sempre lhes coube: a de súditos (não poderia ser diferente, já que a proclamação não passou de um movimento da elite, sem nenhuma influência ou participação popular).
Por isso, muitas Excelências exigem tratamento diferenciado também em sua vida privada, no estilo das famosas “carteiradas”, sempre precedidas da intimidatória pergunta: “Você sabe com quem está falando?”.
É fato que a arrogância humana não seduz apenas os mandarins estatais. A seleta casta universitária e religiosa mantém igualmente a tradição monárquica das magnificências, santidades, eminências e reverências. Tem até o “Vossa Excelência Reverendíssima” (esse é o cara!).
Somos, assim, uma República com espírito monárquico.
As Excelências, para se diferenciarem dos mortais, ornam-se com imponentes becas e togas, cujo figurino é baseado nas majestáticas vestimentas reais do passado. Para comparecer à sua presença, o súdito deve se vestir convenientemente. Se não tiver dinheiro para isso, que coma brioches, como sugeriu a rainha Maria Antonieta aos esfomeados que não podiam comprar pão na França do século 18.
Enquanto isso, barões sangram os cofres públicos impunemente. Caso flagrados, por acaso ou por alguma investigação corajosa, trata a Justiça de soltá-los imediatamente, pois pertencem ao mesmo clã nobre (não raro, magistrados da alta cúpula judiciária são nomeados pelo baronato).
Os sapatos caros dos corruptos têm livre trânsito nos palácios judiciais, com seus advogados persuasivos (muitos deles são filhos dos próprios julgadores, garantindo-lhes uma promiscuidade hereditária), enquanto os chinelos dos trabalhadores honestos são barrados. Eles, os chinelos, são apenas súditos. O único estabelecimento estatal digno deles é a prisão, local em que proliferam.
A tradição monárquica ainda está longe de sucumbir, pois é respaldada pelo estilo contemporâneo do liberal-consumismo, que valoriza as pessoas pelo que têm, e não pelo que são.
Por isso, após quase 120 anos da proclamação da República, ainda é tão difícil perceber que o respeito devido às autoridades devia ser apenas conseqüência do equilíbrio e bom senso dos que exercem o poder; que as honrarias oficiais só servem para esconder os ineptos; que, quanto mais incompetente, mais se busca reconhecimentos artificiais etc.
Numa verdadeira República, que o Brasil ainda há de um dia fundar, o único tratamento formal possível, desde o presidente da nação ao mais humilde trabalhador (ou desempregado), será o de “senhor”, da nossa tradição popular.
Os detentores do poder, em vez de ostentar títulos ridículos, terão o tratamento respeitoso de servidor público, que o são. E que sejam exonerados se não forem excelentes!
Seus verdadeiros chefes, cidadãos com ou sem chinelos, legítimos financiadores de seus salários, terão a dignidade promovida com respeito e reverência, como determina o contrato firmado pela sociedade na Constituição da República.
Abaixo as Excelências!
Fausto Rodrigues de Lima, promotor de Justiça do Distrito Federal
Folha de São Paulo, 16 de julho de 2007, caderno Tendências/Debates, página A3
Ana Gralha
-03/02/2012 às 18:08
NOSSA! ESTOU CHOCADA! COMO PODE ALGUÉM SE PREOCUPAR COM QUESTÃO TÃO IRRELEVANTE? SÓ MESMO PARA SATISFAÇÃO DOS GRANDES EGOS DO PODERIO DAQUELES QUE SE ENTENDEM PODEROSOS E PRIVILEGIADOS. LAMENTÁVEL.
Ana Gralha
-03/02/2012 às 18:07
NÓÓÓÓÓ NEGUIM. QUE RIDÍCULO. RALA PEITO COM ESSE PROJETO!!!
Gilson
-03/02/2012 às 18:04
Kemyo justificou o mimo aos colegas alegando que o delegado exerce “relevante função social”…
“relevante função social”…. kkkk certamente os demais da PF o fazem, pois este ai breve quer ser “alteza”. se cuida príncipe willian, tem gente de olho no teu posto…
Tito
-03/02/2012 às 17:59
Sua excelência, a “otoridade de puliça”.
alex
-03/02/2012 às 17:07
SÓ NO BRASIL (e apenas aqui)
existem os Institutos do:
inquérito policial, escrivão e delegado de polícia
nossa segurança pública está no século XIX
até quando senhores congressistas ?
Flávio
-03/02/2012 às 16:48
Vai estudar pra juiz ou procurador sr. Kemyo! Não tem mais nada para fazer não? O Brasil está cheio de bandidos e “Vossa Senhoria” preocupado com o pronome de tratamento que será utilizado para fazer referência à sua pessoa. Vaidade tem limites, colocar o uniforme pra ir prender meliante nada né? Acho que Vossa Senhoria prestou concurso para a “Pelúcia Federal”.
Porto
-03/02/2012 às 16:47
Orgulhosamente sou Agente aposentado da Polícia Federal. Agente com muito orgulho! Cumpri (e cumpri bem) meu dever e me aposentei por tempo de serviço. Poderia ter continuado na ativa perfeitamente. Entretanto, após aturar por mais de 30 anos as palhaçadas emanadas dessas “otoridades de puliça” fui embora. Enquanto o Brasil teimar em manter as figuras do Delegado de Polícia e do Inquérito Policial, nunca teremos uma polícia séria e profissional. Enquanto um menino fizer um concurso direto para ser chefe e, após um cursinho valita de seis meses em Academia de Polícia, passar a chefiar e entender de tudo sobre a profissão, a população e a justiça continuará ao Deus dará. Porque não há concurso público para Desembargador ou Oficial General de qualquer força? Por que o indivíduo deve começar pela base de sua profissão e, por seus méritos, alcançar o topo. Na polícia do Brasil é diferente, pessoas sem mérito algum, sem saberem nada sobre a profissão entram diretamente como “Generais de Polícia” e o resultado e esse que nós vemos no dia a dia, o camarada que não tem o que fazer e nem sabe fazer, inventando.
Enivaldo A. de Lima
-03/02/2012 às 16:39
Tenho certeza absoluta de que este tipo de pensamento é, verdadeiramente, uma exceção dentre os integrantes, de todos os níveis do Departamento de Polícia Federal.
Certamente o Sr.Kemyo, Ilustríssimo Corregedor da SR/DPF/MG, teve alguns dias de contratempos, de toda sorte.
Acredito, sinceramente, que quando voltar ao normal, repensará esta atitude e verá o quão ridícula foi.
Certo está que Sr. Superintendente deverá anular a dita portaria ou instrução de serviço, até como manda o bom-senso.
gustavo
-03/02/2012 às 15:54
Por falar em investigação criminal nos Estados Unidos, lá o chefe de polícia é eleito e dispensado pelo voto popular, os promotores de justiça também. O investigador é contratado pelo Estado como se contrata um empregado privado, e se não produzir a contento ou se for um mala é demitido, ou senão é rebaixado para fazer policiamento fardado de rua.
Nelson
-03/02/2012 às 15:11
Só me ocorre uma coisa neste momento. É UM RIDÍCULO.
adriana
-03/02/2012 às 15:08
Sou delegada da policia civil, ao invés do tratamento de Excelência, preferia o salário e condições de trabalho da PF. Eu trabalho e muito, além de inquéritos e APFs, já tive que ser carcereira, psicóloga, assistente social, etc. Fora os plantões noturnos onde muitas vezes ja tive que fazer mais de cinco procedimentos concomitantemente. Gostaria que a nossa classe, não só os delegados, mas todos policiais, PC, ou PF tivessem um pouco mais de reconhecimento e respeito pela sociedade. A verdadeira autoridade vem do caráter e da competência do profissional, não é um pronome de tratamento que vai dar tal prerrogativa.
Jerônimo Cursino
-03/02/2012 às 14:36
Concordo com a colocação da psicóloga Ana Elisa, melhor mesmo é chamá-lo de “alteza”.
Mamed
-03/02/2012 às 14:27
É lamentável.
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A perda de tempo e recursos em coisa tão inútil em nada colabora com o país.
.
Enquanto isso o DPF fecha postos na fronteira do Amazonas, abrindo um corredor expresso de drogas entre os narcotraficantes vizinhos e o entreposto brasileiro ficando em Manaus. Daqui, segue-se para os postos de distribuição Brasil e mundo afora.
.
Mais utilidade teria Sua Excelência, a Princesa (triplo feminino) se fosse colocado como Chefe da Base Anzol – da PF na fronteira com a Colômbia. Lá, a turma animada das FARC’s certamente o chamaria de Excelência!
.
Só no Brasil “mermo”. Meu Deus!
Souza
-03/02/2012 às 14:24
Será que tem Processo Disciplinar por expor a Polícia Federal ao ridículo?
Ribeiro
-03/02/2012 às 14:18
“PEDE PRA SAIR”
“NUNCA SERÁ”
Carlos Andrade
-03/02/2012 às 14:11
Só quero dizer uma coisa: “Vai trabalhar, VOSSA EXCREMÊNCIA”.
Edson Andrade
-03/02/2012 às 10:19
A gloriosa Polícia Federal é merecedora de elogios pela sua atuação, apesar do limitado contingente. O Brasil vive a tragédia das drogas e das armas entrando no país, impunemente. Como professor de português, aprendi, há muito, que o melhor tratamento para os delegados referidos é “vossa senhoria”. Aliás, pela bandalheira que se instalou em todos os poderes da República, Vossa Excelência somente o merece nossa presidenta.
Carla
-03/02/2012 às 9:31
Minha única dúvida: suponhamos que alguém de nível hierárquico inferior ao Delegado, tenha o diploma de doutorado em alguma área específica de conhecimento. Como ficaria a situação? Por exemplo, uma secretária com doutorado, ou qualquer outra pessoa em outro cargo. O Delegado chamaria essa pessoa de “Doutor (a)” e essa pessoa chamaria o Delegado de “Vossa Excelência”?
Como seria isso?
Att.
Carla
Marilena Paraty
-02/02/2012 às 21:55
Sou profissional da área médica e o texto dessa moça Ana Elisa sobre o assunto futil e divertido é impecável e impagável! A grande sacada da moça foi mostrar que, ao invés de exigir um desnecessário, porém másculo, usual e repressor Doutor antes do nome, Kemyo outorgou-se a Excelência! Por obvio não o conheço, mas aposto que é um homem vaidoso, unhas feitas, cabelo impecável, veste-se com apuro, sala arrumada e tratamento distante e formal característicos do reprimido que Ana Elisa rápida e contundentemente desenhou. Kemyo, bacharel em direito por ser delegado, queria a Excelencia, provavelmente quis ser diplomata ou magistrado que recebem o título, mas parou na Senhoria. Ana Elisa tem razão, Dr. Kemyo: só dá pra resolver esta Excelência reprimida no inconsciente no carnaval que vem ai! Uma sugestão: que tal desfilar pelas belas ruas de Diamantina montado numa personagem deslumbrante e exageradamente maquiada, com um lindo vestido armado de 7 saias, peruca gigantesca e jóias enormes e falsas numa versão terceiro milênio espetaculosamente carnavalesca de uma Chica da Silva rediviva só que agora auto-batizada de Sua Excelência, a Duquesa de Diamantina!??? Dr. Freud, a notável Chica da Silva e a galera nas calçadas do carnaval da bela Diamantina aplaudiriam com fervor este armário que se abriu liberando uma Chica presa no corpo de um delegado-corregedor da Policia Federal!
joão
-02/02/2012 às 21:52
Oficiais generais são chamados de VExa. Considerando que ganham muito menos que delegados e até que de alguns agentes, justo que sejam excelências, não pelo estudo, mas pelos ganhos.
Gabriel
-02/02/2012 às 21:15
Isso é o que chamo fazer tudo errado do começo ao fim: o delegado Kemyo foi dormir Sua Senhoria, acordou no dia 24 (dia 24???) decidido a virar Sua Excelência, foi trucidado pela Dra. Ana Elisa no post dela e vai dormir hoje, no mínimo, com a PF de MG inteira chamando-o de Princesa. Solta essa franga Sinhazinha!!!
Fernando
-02/02/2012 às 19:18
O pior é que muitos deles ficam cururu inchados de raiva ao serem chamados pelo nome de batismo e não pelo prefixo “doutor”, como outros servidores são chamados naturalmente. E pasmem, chegam a perseguir colegas de trabalho por menos disso!
Será que isso, Dr.Freud, Vossa Excelencia explica?
Jatobá
-02/02/2012 às 18:51
Esse no minimo não passa de um excremento dentro do armario como diz a Dra. doida pra ser chamada no feminino sem querer sair do armario o sacana deve ser um delegado bem fajuto querendo notoriedade pronto ja teve seus 15 minutos de fama seu otario de merdas
PROCTÓ-GENIS
-02/02/2012 às 17:11
Melhor seria “Vossa Insolência”.
Significado:
1. Qualidade ou caráter de insolente.
2. Ato ou palavra insolente; atrevimento, desaforo, ousadia.
3. Maneira insólita de proceder; inconveniência.
4. Coisa fora do comum, insólita.
Ou ainda, “Vossa excrescência”
Significado:
s.f. Saliência, elevação.
Fig. Coisa inútil ou desnecessária; superfluidade.
Coisa que afeta ou desequilibra a harmonia de um todo.
Medicina Tumor, mais ou menos volumoso, na superfície de um órgão.
Marcio Alvarenga
-02/02/2012 às 17:06
Vai te catar, vai.
Fernando Castro
-02/02/2012 às 16:52
Concordo plenamente, só lamento que os Delegados do DPF não sejam transferidos para o Ministerio Publico e assim fazendo, no DPF so existiria a carreira essencialmente policial!
Joaquim siqueira
-02/02/2012 às 15:50
Se levantar a vida desse idiota, todo mundo saberá que a empáfia esconde coisas. Não passa de sepulcro caiado.
xxxxx
-02/02/2012 às 15:15
xxxx
Ermiano
-02/02/2012 às 15:12
….
Almeida
-02/02/2012 às 14:51
Está é faltando serviço para o sujeito, pois emprego ele já tem. Vá trabalhar que da mais certo sua Excelência. kkkkkkkkkkk…
J. E. Hoover
-02/02/2012 às 14:47
Vale acrescentar que delegado é um cargo que só existe no Brasil. Todo o trabalho que ele faz é refeito depois pelo promotor. Nos países anglo-saxões o delegado é uma figura tão desonhecida que a própria palavra “delegado” não existe em inglês.
pedro couto
-02/02/2012 às 13:45
Como não sou psicólogo para definir o perfil do “Doutor Delegado”, assim sendo, vou tentar descrever no popular mesmo. É muita arrogância para uma só pessoa. Este Senhor, deve ter sido um Inspetor de quarteirão, ou um guarda noite daqueles que existiam em muitas cidadezinhas do interior, na década de 50. Chegando ao cargo de Delegado, se achou no direito de se auto-promover. É como dizem, “Quer conhecer uma pessoa, dê a ela um cargo”.
Roberto
-02/02/2012 às 13:27
Muito boa a análise de Sua Excelência, a psicóloga Ana Elisa. Pelo que ela diz, o tratamento mais adequado às “princesas” da PF é Sua Alteza Real.
Roberto
-02/02/2012 às 13:22
Excelente! Excelente!
Gustavo
-02/02/2012 às 13:09
Concordo, em princípio, com o Sr. Kemyco, ops! Kemyo; Farei isso à partir de agora. Só uma dúvida: Preciso fazer isso também com os delegados corruptos? Se não precisar a tarefa será mais fácil. Digo até que rara…
David
-02/02/2012 às 12:58
Já os juízes homens serão chamados de meritissimos e as juízas de meretrizes
julia kollenz bastos
-02/02/2012 às 12:48
discussão ridícula
João Augusto
-02/02/2012 às 12:45
Isso é falta do que fazer.
Fausto
-02/02/2012 às 12:00
eae Kemyo Melo Guimarães seu arrombado do caralho!!!!!
Coelho
-02/02/2012 às 12:00
Só paizinhos de Terceiro mundo que adoram esses tipos de “mimos”..!!!
Na republica das bananas não seria diferente!!! Vergonha!!!
francisco
-02/02/2012 às 11:50
Pede para este “excencia” estudar mais um pouco ou fazer o que é devido,pq quem tem esse tratamento são os juízes e a presidente(a)ou ele quer se igualar aos maiorais?
Oswald
-02/02/2012 às 10:49
É muita petulância!
Think tank
-02/02/2012 às 10:25
Mais um meliante formal achou que com este mimo poderia amançar os rastreadores de larápios do erário.
Ana Elisa
-02/02/2012 às 10:00
Sou psicóloga e um colega de consultorio leitor diário da coluna me mostrou a nota. O desejo do tratamento no “feminino” deste delegado Kemyo, manifesto expressamente quando incabível, revela desejo inconsciente do tratamento no feminino. Estamos, aparentemente, diante de um caso que une o desejo reprimido do feminino com o poder que a expressao traz consigo. Recomendo ao delegado que, se nao quiser se aprofundar na questao com um profissional qualificado, que simplesmente saia vestido de Princesa numa escola de samba mineira ou carioca e resolva isso tudo rapida e freudianamente: o tratamento, neste caso, de Vossa Alteza (um duplo feminino), publico, cercado de pompa e…o melhor de tudo: publico e no carnaval. Vai dar (nenhum trocadilho maldoso por favor) uma princesa maravilhosa. Vamos torcer.
Ana Elisa
-02/02/2012 às 9:57
Sou psicóloga e um coluna de consultorio leitor diário da coluna me mostrou a nota. O desejo do tratamento no “feminino” deste delegado Kemyo, manifesto expressamente quando sequer incabível, revela desejo inconsciente do tratamento no feminino. Estamos, aparentemente, diante de um caso que une o desejo reprimido do feminino com o poder que a expressao traz consigo. Recomendo ao delegado que, se nao quiser se aprofundar na questao com um profissional qualificado, que simplesmente saia vestido de Princesa numa escola de samba mineira ou carioca e resolva isso tudo rapida e freudianamente: o tratamento, neste caso, de Vossa Alteza (um duplo feminino), publico, cercado de pompa e…o melhor de tudo: publico e no carnaval. Vai dar (nenhum trocadilho maldoso por favor) uma princesa maravilhosa. Vamos torcer.
Geraldo
-02/02/2012 às 9:52
Caso TIPICAMENTE brasileiro onde a CANALHICE impera.
Jatobá
-02/02/2012 às 9:30
Os ordinarios dos ratos quando veem queijo se lambuzam os mesmos ditos se referem a poder deve ter sido um ordinario a vida toda hoje querendo ser paparicado a força eu quero é prova eu chamar uma porra dessa de exelencia
ZE ROBERTO
-02/02/2012 às 9:21
DIGA PARA ESTE DELEGADO, QUE O TITULO, O APELIDO. O PRENOME OU SEJA LA O QUE FOR. NAO MUDA O CARATER E NEM A VONTADE DE TRABALHAR .
José Prestes
-02/02/2012 às 8:34
Esse corregedor é um fanfarrão, só no Brasil para ser ter uma palhaçada dessa. Este ano tem eleições. VAI BRASIL…!!!
Natal Santana
-02/02/2012 às 8:28
“Excelente delegado”? kkkkk… eu sei que o certo seria Excelentíssimo, mas, não resisti a um trocadilho infame! Eu bebi cedo ou li mesmo isso? Delegados querendo ser chamados de EXCELÊNCIA?! kkkkkkkk
ed nelson
-02/02/2012 às 8:24
mais um exemplo da republica de sindicalista e funcionários públicos que virou o Brasil, é muita pretensão e soberba.