terça-feira, 5 de junho de 2012
E o RIC ficou no papel
Sempre que tinha oportunidade, Dilma Rousseff perguntava a José Eduardo Cardozo por que o novo Registro de Identidade Civil (RIC), que deveria ter tido seu boom em 2011, não saía do papel.
Depois de várias tentativas de consertar o projeto inicial, o Ministério da Justiça resolveu admitir que o RIC se transformou num grande problema.
Com todo tipo de dificuldade técnica e operacional para coordenar a produção das novas e modernas carteiras de identidade, todo o projeto foi reformulado.
Cardozo deve divulgar, em 40 dias, um novo pacto com os estados e um novo cronograma para a distribuição das carteiras.
Tags: cronograma, Ministério da Justiça, MJ, prazo, problemas, Registro Identidade Civil, RG, RIC



Nasa lança programa para rastrear e capturar asteroides
PM será rigorosa com vândalos, diz Alckmin
Filme de '50 Tons de Cinza' vai ser dirigido por uma mulher







Deixe o seu comentário
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.
» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA
14 Comentários
Natália
-06/03/2013 às 11:15
Você sabe qual é o esquema do dígito verificador do identificador do RIC?
mts
-08/06/2012 às 0:39
NO GOVERNO PETRALHA A UNICA COISA QUE NAO FICA NO PAPEL EH O MENSALAO.
LULLA, O EX “PRIZIDENTO” MENSALEIRO!!!
CURIOSIDADE: P Q ESSA RAÇA IMUNDA Q ADORA MENSALEIRO, GOSTA DE CHAMAR A ERENICE ROUSSEF DE PRIZIDENTA? ELLES NAO SABEM QUE ESSA PALAVRA NAO EXISTE? QUE PRESIDENTE NAO TEM GENERO? PODE SER PARA M OU H?
P Q PETRALHA EH TAO ANORMAL, VAGABUNDO, IMORAL, IGNORANTE E MULHERZINHA DE CORONEL?
SERA QUE SAO DESSE PLANETA?
Rodolfo
-06/06/2012 às 0:03
PORQUINHO INCOMPETENTE! Ou então, cria-se o problema para depois fazerem tudo às pressas e SEM LICITAÇÃO!
J.B.CRUZ
-06/06/2012 às 0:00
A unificação de todos os documentos, seria de extrema valia tanto para o Estado como para o Cidadão…Até o cumprimento das Leis seria mais respeitados…Prá frente, Presidenta !!!!
Emmanuel Fonseca
-05/06/2012 às 21:39
Não saiu do papel, mas algum partido ficou RICo com isso…
RONALDE
-05/06/2012 às 20:54
Mais uma demonstração inequívoca da imensurável incompetência do governo petista!
Gleuton
-05/06/2012 às 20:53
Não saiu do papel e nem pode sair. Trata-se de um documento com validade e suporte em plástico ao custo de, no mínimo, R$ 10,00. O suporte em papel custa R 0,04 – ambos a unidade. O papel é seguro e viável. Não dá para entender a opção pelo plástico.
sidney
-05/06/2012 às 19:44
Lauro
Triste eeee sabermos que o Mundo la fora ; esta muito mais avancado em diversos niveis e ; no Brasil fazem estudos e runioes do – OBVIO – para tentar construir/desenvolver e ate criar alguma coisa.
De um toque neles todos e diga que a – RODA JA FOI INVENTADA HA TEMPOS !!!!
O tempo das carrocas ja se foi ha bastante tempo tambem !!!!
Ate quando mesmo ????
Baita abraco
Ormenio Ribeiro
-05/06/2012 às 19:44
Sou admirador do senhor José Eduardo Cardozo desde aqui de Spaulo,mas incopetência tem limite…
Maria de Lourdes
-05/06/2012 às 19:08
Tudo neste desgoverno escandaloso está empacado. Tome como exemplo o Pac.
Falando em Pac, Dilma é a mãe do PAC: PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DA CORRUPÇÃO!
lul@ o Chefe do MENSALÃO
-05/06/2012 às 18:35
… Já que o ric tá difícil e não saiu do papel, que tal ressuscitar o CU – Cadastro Único.
marcos henrich
-05/06/2012 às 18:17
Nesse governo petista não há chance alguma de algo dar certo….
duduvieira10
-05/06/2012 às 17:50
Prezado LJ;
Isso chama competência do
Estado que não é capaz de fornecer um documentos digno para os seus cidadões, ´Nota-se o maior sacrifício para tirar um simples passaport, é nisso que dá em aparelhar o Estado com a companheirada, um bando de incompetentes!!
Mairalur
-05/06/2012 às 16:28
Programinha que não é para distribuir dinheiro, não sai mesmo do papel. Como essa raça é ruim de serviço, meu Deus!