sábado, 3 de julho de 2010
1:20 \ Governo
Caças só depois da eleição
A decisão da compra dos 36 caças franceses ficou para depois da eleição. Lula não quer, em plena campanha eleitoral, bater o martelo num assunto de 5 bilhões de euros. Considera que seria como oferecer um fósforo para acender a fogueira da oposição. Mas o favoritismo francês não se alterou um milímetro. O anúncio do fechamento do negócio ficou, portanto, para o apagar das luzes do governo.
A decisão da compra dos
36 caças franceses ficou
para depois da eleição. Lula não quer, em plena campanha eleitoral, bater
o martelo num assunto de
5 bilhões de euros. Considera que seria como oferecer um fósforo para acender a fogueira
da oposição. Mas o favoritismo
francês não se alterou um milímetro.
O anúncio do fechamento do
negócio ficou, portanto, para o
apagar das luzes do governo. A decisão da compra dos
36 caças franceses ficou
para depois da eleição. Lula não quer, em plena campanha eleitoral, bater
o martelo num assunto de
5 bilhões de euros. Considera que seria como oferecer um fósforo para acender a fogueira
da oposição. Mas o favoritismo
francês não se alterou um milímetro.
O anúncio do fechamento do
negócio ficou, portanto, para o
apagar das luzes do governo.
36 caças franceses ficou
para depois da eleição. Lula não quer, em plena campanha eleitoral, bater
o martelo num assunto de
5 bilhões de euros. Considera que seria como oferecer um fósforo para acender a fogueira
da oposição. Mas o favoritismo
francês não se alterou um milímetro.
O anúncio do fechamento do
negócio ficou, portanto, para o
apagar das luzes do governo. A decisão da compra dos
36 caças franceses ficou
para depois da eleição. Lula não quer, em plena campanha eleitoral, bater
o martelo num assunto de
5 bilhões de euros. Considera que seria como oferecer um fósforo para acender a fogueira
da oposição. Mas o favoritismo
francês não se alterou um milímetro.
O anúncio do fechamento do
negócio ficou, portanto, para o
apagar das luzes do governo.


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10 Comentários
Wellington
-04/07/2010 às 20:33
Como Lula adora copiar FHC, vai acabar deixando a decisão para o seu sucessor, devido à “importância da decisão”.
Wellington
-04/07/2010 às 20:32
Como Lula adora copiar FHC, vai acabar deixando a decisão para o seu sucessor, devido à “importência da decisão”.
Carlos
-04/07/2010 às 5:29
Caro Anarquista,
É uma pena que daqui 10 ou 15 anos não terei a oportunidade de lhe “mostrar” a mentira da transferência de tecnologia do avião francês. O único projeto que realmente transfere tecnologia que pode ser absorvida (preste atenção), pode ser absorvida pelo Brasil é o do avião sueco.
Leia mais.
J.B.CRUZ
-03/07/2010 às 13:33
SERRA terá muito trabalho ao assumir a Presidência em 2.011..
Primeiro terá que fazer uma auditoria no PAÍS..
Segundo: colocar o BRASIL nos trilhos do desenvolvimento..
annalygia
-03/07/2010 às 11:31
Luxuócio acha mesmo que o BRASIL É UM PAÍS DE TOLOS…
Francisco Lins
-03/07/2010 às 8:13
A decisão já deve estar to,ada.
So sera levada a conhecimento do povinho, zé ninguém, depois das eleiçoes. É diferente.
Almir Bohana
-03/07/2010 às 7:15
Nessa decisão de Lula é que mora o perigo. Se Dilma ganhar as eleições,
a compra será fechada com os franceses. Se Dilma perder, ai, com certe-
za a compra será fechada com os franceses. EU QUERO MINHA COMISSÃO.
Afinal de contas, também sou brasileiro. E o Brasil é um país de todos.
Patrícia de Pinheiros
-03/07/2010 às 4:47
Eu soube que o Sarkozy costuma receber uma comissãozinha em cada negócio feito na França. E o Lulla, vai ficar só olhando??!! Du-vi-de-ó-dó!!!
anarquista
-03/07/2010 às 2:03
Lula está mais preocupado em caçar votos para a Dra. Dilma ganhar do secundarista Serra já no primeiro turno.
A questão dos caças franceses já está resolvida, apesar da gramsciana Veja – como sempre – preferir os caças americanos sem transferência de tecnologia.
Veja, quem não te conhece que te compre…
O problema é que depois da internet todo mundo conhece a Veja.
Resultado: ano a ano cai a vendagem da revista “mais vendida” do Brasil que, por acaso, recentemente se associou à Nasper, empresa de mídia sul-africana que deu sustentáulo ao aparthaid, como a Globo, a Veja, a Folha e o Estadão deram ao regime militar brasileiro.
Salam Ayek