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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

9:32 \ Governo

Em Myanmar

Celso Amorim bateu o martelo: para a nova embaixada que será aberta em Myanmar, irá o embaixador, José Carlos Fonseca, atualmente ministro-conselheiro em Nova Delhi.

Por Lauro Jardim
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10 Comentários

  1. Augusto

    -

    07/01/2011 às 7:13

    Como ignorar um país como Myanmar que registrou o terceiro maior crescimento mundial na década 01/10, com média de 10,3% ao ano?
    Da mesma forma, outros países onde se abriram embaixadas e nesta coluna criticados, estão entre os que mais cresceram.
    Vide ranking no “The Economist” http://www.economist.com/node/17853324?story_id=17853324&fsrc=rss

  2. ETIENNE

    -

    10/02/2010 às 7:59

    eu acho bom eles abrirem embaichada até na lua, porque depois da eleiçao

    todos petralhas que não vão ser eleitos( graças a DEUS) serão embaichadores

    até na somalia. ELES MERECEM!

  3. RAIMUNDO

    -

    09/02/2010 às 23:56

    Essa gestão petista no Itamaraty se supera a cada oportunidade. Uma embaixada na ex-Birmania, antro de tiranos, é demais…
    Murrinhas!

  4. Julio Cesar Ferreira Santos

    -

    09/02/2010 às 23:46

    Será que esta é a melhor solução que esses comentadores pensam a respeito de uma ditadura: o isolamento internacional? Isolar um governo que destoa da dita “comunidade internacional” quanto à prática política é fatal e o chanceler sabe disso, tanto que defende o oposto. É preciso manter o diálogo a fim de negociar aberturas e amainar posturas. O Brasil tem estatura moral para fazê-lo, o mesmo não pode ser dito dos EUA e da Europa, que fizeram miséria no Sudeste Asiático.

  5. Just-for-fun

    -

    09/02/2010 às 23:03

    Tudo isso só para acomodar mais uma penca de boquinhas, e haja imposto para tanta sinecura!

  6. João Mauricio Fragoso de Moraes

    -

    09/02/2010 às 18:55

    Só mesmo a dupla dinâmica formada pelo intolerável Marco Aurelio Garcia, aquele que celebrou com o célebre top top televisionado a tragédia dos passageiros do voo da Gol, e pelo indefectível Celso Amorim, que representa a negaçao permanente dos melhores valores da Casa de Rio Branco poderia ter a idéia de mandar este pobre ministro conselheiro para uma embaixada em Myanmar. Torço para que o referido ministro seja um atleta, músico ou escritor diletante, caso contrário estará condenado a morrer de tédio cercado pela ditadura sanguinária que governa a ex-Birmania. Aliás, ditadura, seja de que matiz for, é o tipo favorito de regime de Batman Amorim e Robin Garcia (ou seria o contrário?) que não se cansam de bajular Hugo Chavez, Evo Morales, Rafael Correa e o desastrado bigodudo Zelaya, definitivamente defenestrado do poder na miserável Honduras graças ao profundo conhecimento de diplomacia e atuação desastrada e desastrosa do semi-analfabeto Garcia e a atenção do sempre desatento, entediado e entediante Amorim. Rio Branco, Araujo Castro e outros grandes nomes da nossa diplomacia devem se envergonham e se revirar em seus tumulos com o que o patético Garcia, com a conivencia atuante de Amorim, fizeram com aquela que ja foi uma das melhores diplomacias do mundo. Peço a algum leitor que cite um, apenas um, livro, trabalho acadêmico ou mesmo ensaio escrito por Marco Aurelio Garcia sobre diplomacia. Nada encontrará. Como podem entregar a diplomacia do Brasil a um senhor sem nenhuma qualificação? Como pode Amorim ter a coragem e a desfaçatez de entregar o Itamaraty nas mãos do petismo que faz diplomacia de governo e não de Estado? Onde estão os diplomatas brasileiros que não se rebelam diante de tamanho descalabro? Boa sorte ao Ministro Fonseca. Ele vai precisar antes da provável e merecida Paris depois de Myanmar. Palavra de quem conhece a Casa.

  7. Lucas Medeiros

    -

    09/02/2010 às 16:59

    “Myanmar” é a b do ditador que está lá, que quer que todo mundo naquele canto do globo vá lá “lhyanmar”. O nome do país é Birmânia.
    Ninguém muda nome histórico de um país numa caneta unilateral ditatorial.
    É como se o bigodudo tivesse declarado que o Brasil, a partir do seu “governo”, fosse se chamar Sarneya.
    Escreve aí Lauro, escrevam aí Itamaraty: Birmânia.
    Quanto ao fato de construirem uma embaixada lá, acho que precisamos de mais informações, tanto da parte da imprensa quanto do governo: é necessária? Há brasileiros lá? Tem alguma influência política positiva termos uma embaixada lá?
    Aguardamos mais esclarecimentos.

  8. Vanderlei Simionatto

    -

    09/02/2010 às 15:16

    Myanmar é aquele país administrado por ditadores militares, que por ocasião do terremoto que matou muita gente e deixou milhares de desabrigados e famintos impediu a chegada de ajuda internacional?
    Seria algo parecido com o que ocorre na Coréia do Norte? De certa forma se parece com o governo do Sudão? Onde há tanta democracia como na Líbia? É? Ah, então tá explicado. Marco Aurélio Garcia, o rei do tártaro, adora tiranos.

  9. Elton

    -

    09/02/2010 às 14:11

    Se não bastasse a quadrilha sanguinária que a (des)governa há anos, agora a Birmânia ainda contará com um enviado de Celso Amorim!

    Pior que isto, só o Brasil, que, se não bastasse a quadrilha sanguinária que o (des)governa há anos, ainda conta com O PRÓPRIO Amorim!

  10. Natalie

    -

    09/02/2010 às 10:42

    Que absurdo!!!! Será que o Brasil está interessado em apoiar comercialmente a junta militar que governa ilegitimamente a Birmânia (no mínimo desde 1989)? Comprará esmeraldas, teca, etc? VERGONHA.


 

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