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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

13:42 \ Economia

Vinho nacional

Vinho brasileiro faz sucesso no exterior

O vinho brasileiro não é lá essas coisas, mas ganhou mercado pelo mundo em 2011. As exportações cresceram 33% no ano passado e alcançaram a marca de 3,06 milhões de dólares

Trinta e um países provaram os rótulos daqui – quatro a mais do que no ano anterior.

Por Lauro Jardim

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30 Comentários

  1. Carlos Pedroso Silva

    -

    07/04/2012 às 22:10

    Fico muito contente em ver tantos leitores defendendo os vinhos nacionais. Que continuem a tomar estes vinhos, e deixem os importados – mais baratos e melhores – para aqueles que entendem.

  2. Maryna Bittencourt

    -

    15/02/2012 às 17:13

    Eu sou a favor de degustação dos vinhos brasucas, pois só assim a gente conhece! Todo mundo acha o máximo Santa Carolina e etc, mas nem imaginam o processo de produção do vinho. Vinícolas pequenas ou mais tradicionais que buscam outras formas, pensando na qualidade ao invés da quantidade, são as que fazem a diferença.
    Claro que nosso mercado tem muito a que evoluir, tanto o público quanto os produtores, mas que surpreendemos muita gente ‘entendida’ de vinhos, ah estamos!
    Assim como cada um tem um gosto, cada um tem seus comentários. Então deixo aqui os meus e o convite para conhecer as vinícolas do Sul do Brasil, que surpreendem em estrutura.

  3. Mônica Aparecida Bittencourt

    -

    15/02/2012 às 16:56

    Ah e fica a dica!! Tinto Zelindo da Suzin, Chardonnay 2008 da Monte Agudo, Rosé da Villaggio Grando, Brut da Kranz e o Rosé da Villa Francioni.

  4. Mônica Aparecida Bittencourt

    -

    15/02/2012 às 16:55

    Lauro, fica aqui um desafio: Conheça os vinhos de altitude de Santa Catarina. Depois conversamos!!!

  5. Sérgio

    -

    01/02/2012 às 18:53

    Acho que esse “entendido” em vinhos nunca foi ao Vale dos Vinhedos, nem à Campanha Gaucha, nem a Campos de Cima da Serra e muito menos ao Alto Uruguai, só pra citar as principais regiões de vinho do RS. Então com certeza ele também não sabe da qualidade dos vinhos de altitude da Serra Catarinense. Informação é muito importante para opinar com segurança!

  6. Paulo Umpierre

    -

    01/02/2012 às 18:18

    Alguns comentários, são dignos de quem entende mesmo é de cerveja, não é a toa que no Brasil o consumo de vinho per capta, não chega a 2 litros/ano(o vizinho Uruguai consome 30), mas concordo que gosto não se discute, cada um tem o seu, porém um formador de opinião deve ter um mínimo de conhecimento ao falar sobre um assunto, para não induzir os seus leitores ao erro, com opiniões desconetadas da realidade.

  7. Eduardo

    -

    31/01/2012 às 14:29

    Para este jornalista afirmar isso presumo que não tenha visitado nossos vinhedos e vinícolas, conferido o trabalho feito por enólogos e viticultores nos últimos anos e assim entender por que o vinho nacional é reconhecido e premiado internacionalmente, sem querer afirmar que todo vinho produzido seja excelente. Sequer deve ter degustado alguns dos valorosos rótulos nacionais e talvez esteja despreparado para lidar com um assunto que é levado tão a sério por tantos profissionais do setor vinícola. Faço um convite para vir a Bento Gonçalves, um pouco de informação e cultura a respeito pode lhe fazer bem!

  8. Vanja

    -

    30/01/2012 às 13:32

    Lamentável o comentário, prova total de desconhecimento do que se produz nesta terra…

  9. Vicente Lovera

    -

    30/01/2012 às 11:48

    Que consumidores tenham opiniões divergentes sobre o consumo e qualidade, vá lá. Gosto não se discute, é extremamente individual. Que um jornalista expresse suas opiniões, para bem ou mal, ótimo. Só poderia esse mesmo jornalista comparecer aqui, nesta timeline, para ao menos explicar o que seria esse “não é lá essas coisas.” Isso, claro, se realmente for consumidor de vinhos.

  10. Julio Moreira

    -

    30/01/2012 às 11:26

    Lauro, eu discordo. Temos vinhos brasileiros excelentes. E infelizmente, importamos muita coisa ruim. Como o Nelson Rodrigues dizia, temos um grande complexo de vira-latas, achando que tudo que é de fora é superior. Atualmente, temos vinhos fantásticos, basta não ter preconceitos e experimentá-los.

  11. Kleber Taffarel

    -

    30/01/2012 às 9:41

    Salvo alguns onde o preço é maior do que importaos, realmente não dá para comparar. Compre uma garrfa de vinho nacional de R$ 15,00 e uma de um chileno, quanta diferença. Eu gostaria de poder tomar mais vinho nacional, mas as vezes dá vontade de fazer vinagre com algumas marcas. Os bons saem 40, 50, 60 reais, ai prefiro comprar com esse valor 3 ou 4 garrafas de chilenos.

  12. Jonas Barros

    -

    29/01/2012 às 18:06

    Estamos longe de oferecer vinhos, salvo poucas marcas, com densidade, adstrigencia (uma espécie de travor), peso, perfume e outros componentes exigidos pela alta qualidade dos entendidos. Isso não é possível ainda, pois predomina o velho jeitinho brasileiro (enrolação) de se produzir vinho. Misturas esdruxúlas, aguardentes adicionadas, são algumas manobras que amargam aquilo que a gente engole “seco”!!!

  13. Jose Alves

    -

    29/01/2012 às 4:28

    O espumante nacional e os brancos frisantes nacionais dão para o gasto, mas quanto aos tintos tenho preferido Chilenos e Argentinos que chegam a ser mais em conta inclusive. Houve um inflacionamento do preço dos nacionais, pagar 70-80 reais num Lote 43 da Miolo é insano, pega-se tinto muito melhor da Argentina e Chile por menos.

  14. Valentim-Pr

    -

    29/01/2012 às 4:11

    ERRATA – Desconsiderem meu comentário de; 29/01/2012´- Às 0:12.
    Temos bons vinhos e espumantes produzidos aqui.
    Quanto àos impostos, os Paises citados cobram pouco em comparação
    ao Brasil. Em média, 6% dos produtos. Quanto a cambada; está mantido
    o comentário.

  15. Valentim-Pr

    -

    29/01/2012 às 0:12

    Vinho tinto nacional?… melhorou muito mesmo!
    Agora o sagú fica bem melhor.
    Falam tanto dos espumantes coisa e tal…os miózinhos,
    são tão caros(impostos) que não vale a pena. Vou direto nos
    importados que são ótimos e baratinhos(custo/benefício).
    Na Argentina-Itália-França-Portugal-Espanha-Chile Etc,
    vinho é considerado alimento,e livre de impostos, portanto
    produtores,vão espernear com a cambada que está no governo.

  16. Isabel Osdrovás

    -

    28/01/2012 às 10:09

    Esse “pirata” deve ser representantes dos vinhos estrangeiros que chegam de forma “pirata” no Brasil. Duvidar da qualidade dos espumantes brasileiros é quase um pecado, um sacrilégio. Recomendaria rezar 20 terços inteiros, de joelhos em rolhas de espumante, para alcançar o seu perdão! Vai ser preconceituoso assim lá…

  17. Orestes de Andrade Jr

    -

    28/01/2012 às 9:45

  18. Diego

    -

    28/01/2012 às 8:39

    Realmente um visao jornalística míope !!! Alem da evolução da qualidade do vinho brasileiro no Rio Grande do sul, com regiões promissoras com Serra do Sudeste, Alto Uruguai e a ja consolidada Campanha Gaucha, temos excelentes vinhos em SC e no Vale do Sao Francisco … E nem estamos falando dos espumantes que tem mais de 800 medalhas internacionais !!! Meu caro amigo abra a sua cabeca abra um vinho do Brasil !!!

  19. Observadordepirata

    -

    28/01/2012 às 1:15

    Até o espumante nacional caiu de qualidade. Já foi melhor. Não sei o que está acontecendo, mas alguns que eram bem razoáveis , agora estão intragáveis. Os mais caros e melhores , atingiram um preço que os torna muito pouco competitivos no mercado.

  20. Orestes de Andrade Jr

    -

    28/01/2012 às 0:04

    Meu caro, Oswald. O Lauro Jardim está muito bem informado. O valor – US$ 3 milhões – está corretíssimo. O que o jornalista não está bem informado é sobre a qualidade do vinho brasileiro, especialmente nos últimos cinco anos. Te garanto, Lauro, como disseram os teus leitores nos comentários aqui, que você se surpreenderia com os rótulos verde-amarelos, tanto brancos quanto tintos, sem falar nos consagrados espumantes. Faço inclusive um desafio: uma prova de vinhos importados e brasileiros às cegas para ver se sua opinião continua a mesma! Em recentes degustações assim (com os rótulos escondidos), os vinhos brasileiros ganharam a preferência dos provadores… Para o “observadordepirata”, sim, a alta carga tributária ainda é a grande vilã no que se refere aos preços dos nossos vinhos, cujas garrafas contém mais de 50% de impostos. Lembrando que, conforme acordo do Mercosul, os vinhos argentinos e chilenos entram no Brasil sem pagar nada de imposto de importação! Um grande abraço! Orestes de Andrade Jr. (assessor de imprensa do Ibravin – Instituto Brasileiro do Vinho)

  21. joão

    -

    27/01/2012 às 22:39

    Afirmar que o nosso vinho não é lá essas coisas é pedantismo de um enochato.

  22. g mariante

    -

    27/01/2012 às 21:46

    A gauchada fica louca, mas é verdade. Bons, somente espumantes, onde a acidez é bem vinda. Os tintos são tânicos e vazios

  23. Virgínia

    -

    27/01/2012 às 17:19

    Concordo plenamente com o Prisco e diria mais, o vinho brasileiro “não é lá essas coisas”, É MUITO MAIS!!!!!!!!!! Sugiro que o colunista faça uma bela incursção no Sul do País, passando por lugares lindo e degustando vinhos como os feitos na Don Laurindo. MAIS INFORMAÇÃO, antes dos comentários, PLEASE.

  24. Juvencio

    -

    27/01/2012 às 17:14

    Existem ótimos vinhos brancos nacionais. E por incrível que pareça de baixo preço considerando a qualidade.

  25. Allan

    -

    27/01/2012 às 16:26

    Puro preconceito do colunista a classificação que ele faz do vinho nacional.
    Boa parte dos brasileiros gostam mesmo de rebaixar mesmo aquilo que temos de bom.

  26. Oswald

    -

    27/01/2012 às 16:16

    3,06 milhões de dólares? Lauro, esse valor está errado, tem certeza?

  27. Prisco

    -

    27/01/2012 às 15:22

    O colunista está desinformado acerca do vinho nacional.

    No Sul do País, principalmente na região de Bento Gonçalves, temos excelentes rótulos da Salton, Miolo e Casa Valduga, dentre outros produtores. Muito melhores, inclusive, do que famosos rótulos chilenos e argentinos.

    Nossos espumantes têm recebido diversos prêmios internacionais, comparados, muitas vezes, aos idolatrados rótulos de Champagne.

    A idéia apresentada é antiga e deve ser reformada, sob pena de injusta desvalorização do produto nacional.

  28. G. Carvalho

    -

    27/01/2012 às 14:30

    Ao contrário da maioria dos políticos brasileiros, o vinho nacional não é desprezível. Pedi a um enólogo estrangeiro que experimentasse amostras representativas do produto e sua resposta foi melhor do que o esperado: razoáveis, com potencial de melhora. Quantos dos produtos e serviços tupiniquins receberiam esse tipo de atestado?

  29. Observadordepirata

    -

    27/01/2012 às 14:06

    Deve ser vendido lá fora por 1/3 do preço praticado no mercado interno com seus impostos absurdos. Só assim para ter mercado. Pois a competição é forte em preço e qualidade, principlamente com os vinhos da Argentina e Chile.


 

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