Blogs e Colunistas

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

7:32 \ Congresso

Senado debate CNJ

Nem convite recebeu

Passados quase trinta dias do julgamento do STF, que devolveu ao CNJ os poderes para investigar magistrados, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado vai discutir hoje à tarde as propostas de emenda à Constituição que blindam ainda mais os poderes do conselho.

Nelson Jobim, Eliana Calmon e líderes de entidades confirmaram presença. Só o Supremo, como de costume, seguirá longe do debate. Desta vez, porém, Cezar Peluso sequer foi convidado pelos senadores.

O motivo: ainda estão frescas na memória dos senadores as declarações de Peluso ironizando, em outubro do ano passado, um convite para debater com Eliana Calmon a crise do CNJ no Senado. Disse Peluso:

– Não posso primeiro por impedimentos institucionais, segundo, porque debate já foi uma época em que apreciava muito quando era estudante.

Por Lauro Jardim

Deixe o seu comentário

Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.

» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA

6 Comentários

  1. Erasmo MOraes Oliveira

    -

    29/02/2012 às 9:46

    Ninguem vai Comentar o “GOLPE” que o Pelozo vai dar no MENSALÃO a Pedido do “lula” , vai se aposentar Antes do TEMPO inviabilizando o Julgamento Este Ano .

  2. érika

    -

    28/02/2012 às 17:45

    O ministro Peluzo está certo. Onde já se viu ministro do Supremo debater no Senado matéria que estava “sub judice”? Esses são os políticos eleitos pelo povo com a pior educação das Américas

  3. joão batista de souza

    -

    28/02/2012 às 10:34

    O único reparo é a presença do tal do Jobin, sei que alguém poderá dizer que ele já foi ministro, já foi deputado, que conhece profundamente a nossa CF e coisa e tal, mas ao que eu saiba, ex não manda, não apita mais nada, só atrapalha com os seus cuidados e intervenções. O CNJ precisa e deve ser revigorado, com normas claras e concisas, que não deixem margem para interpetrações malandras.

  4. jorge macedo

    -

    28/02/2012 às 9:09

    Acorda Brasil estamos numa ditadura branca com os tres poderes fazendo revezamento, cada hora um comete barbaridades, o PT nunca mais vai sair do poder compra todo mundo da legislativo e indica todo o STF, só a midia ainda não percebeu diretas inclusive para o STF, as coligações devem ser proibidas e o n de ministros limitados senão até 2020 deveremos uns 80.

  5. diniz dos santos

    -

    28/02/2012 às 8:22

    Eu ainda não consigo avaliar o quanto a sociedade brasileira ganha com a Instituição Senado Federal? Um gasto gigantesco com salários, mordomias, cujo custo benefício é dos mais duvidosos. Nesses últimos anos, qual a relevância desse órgão, na vida política do país, nenhuma, suas funções se baseiam, somente, em homologar as decisões do Executivo, reunir Comissões, cujas decisões ninguém leva a sério e por último, ser alvo de denúncias e mais denúncias sôbre comportamento, mordomias, enriquecimento ilícito, malversação de verbas, propinas etc. Então prá que serve o Senado Federal?

  6. Fe/Brasil

    -

    28/02/2012 às 7:54

    LEGISLATIVO PAMONHA… ATÉ QUANDO? – O Legislativo precisa saber que o Judiciário “tá coisando e andando” para ele. Os deputados e senadores só interessam aos juízes no momento em que são chamados a votar o orçamento e aumentos salariais para a toga. Durante muitos anos o Legislativo não legislou e acabou abrindo espaços para os juízes legislarem através decisões, sumulas e jurisprudências, muitas vezes descaracterizando completamente as leis. A posição do Legislativo com respeito ao CNJ é da maior relevância. Oxalá não fique apenas nisso.


 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados