segunda-feira, 11 de junho de 2012
Um estado perigoso
Enquanto as investigações da CPI mista do Cachoeira avançam sobre os sigilos de envolvidos no esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira, outra comissão parlamentar de inquérito instalada no Congresso vem registrando um lado assustador da violência contra a mulher no Brasil.
Criada em julho do ano passado, a CPI mista da Violência Contra a Mulher já percorreu seis estados identificando situações críticas como a registrada no Instituto Médico-Legal de Maceió, com corpos em estágio avançado de decomposição porque o sistema de refrigeração estava quebrado.
Com 102 municípios, o estado de Fernando Collor é o segundo mais violento (só perde para o Espírito Santo) e mesmo assim só tem três delegacias de proteção à mulher. Pior: dessas três delegacias, duas ficam em Maceió e mal funcionam. De passagem pela capital em uma sexta-feira, os parlamentares da CPI dizem ter encontrado a delegacia fechada.
Tags: Alagoas, Congresso, CPI mista da Violência Contra a Mulher, Delegacia da Mulher, Espírito Santo, fechada, Fernando Collor, Maceió



Fifa muda decisão do juiz e tira gol de nigeriano contra Taiti
Cientologia separou Penélope Cruz de Tom Cruise
BC atua 2 vezes, mas dólar sobe a 2,178 reais; Bovespa sobe 0,77%
Mali assina acordo de cessar-fogo com rebeldes tuaregues
Aquarelas com frutas de Dalí são leiloadas por R$ 2,5 milhões







Deixe o seu comentário
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.
» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA
2 Comentários
toninho malvadeza
-11/06/2012 às 20:42
Pois é,e o Carcará correndo atrás de jornalista.
Paulo Bento Bandarra
-11/06/2012 às 18:33
Para ver como é fácil enganar o eleitor. Este cidadão já foi presidente da República quando seu estado é uma vergonha nacional. Lembremos que quando PC Farias morreu o IML da capital tinha um termômetro clínico e uma faca para fazer os exames. Parece que nada mudou até hoje e nem vai mudar. O PT dá todo o apoio ao Collor.