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Nina

29/11/2012

às 13:14 \ Folhetinescas

Erros das mocinhas valem uma novela

Morena (Nanda Costa) bate o pé e vai para Turquia, deixando Théo (Rodrigo Lombardi): vacilo (Divulgação)

Um folhetim não sobrevive apenas das artimanhas dos vilões mas também dos erros dos mocinhos. Uns mais, outros menos espertos, os bons sempre arranjam um jeito de vacilar, no nobre objetivo de fazer a trama andar. Afinal, o que seria de Salve Jorge (Globo, 21h15) se agora, já com um pé no altar, Morena (Nanda Costa) não decidisse que o melhor é partir para uma aventura na Turquia?

No conforto do sofá, o telespectador inconformado esquece que mocinha é mesmo assim – boa, crédula, bem-intencionada e, em geral, cabeça-dura. Sem os erros dela, não há novela.

Abaixo, relembre cinco erros fatais de heroínas recentes, que deram o que falar:

Nina (Débora Falabella): Mocinha bem mais esperta que a maioria, Nina não deixou de cometer alguns vacilos durante a execução de seu plano de vingança contra Carminha (Adriana Esteves) em Avenida Brasil. Um deles entrou para a história da TV: com a faca e o queijo na mão, ela perdeu, uma a uma, as cópias das fotos que desmascarariam a vilã. Até hoje não entendemos por que ela não tinha um pendrive ou uma conta no Facebook.

 

 

 

Griselda (Lilia Cabral): Nem tão mocinha, mas já uma senhora experiente, a heroína ganhou na loteria e teve a oportunidade de mudar de vida logo no começo de Fina Estampa. Teria evitado diversos aborrecimentos se não decidisse, por puro orgulho, comprar uma casa no condomínio de sua arquiinimiga, Tereza Cristina (Christiane Torloni). Mas, pensando bem, o que seria da novela se não fosse esse passo em falso?

 

 

 

Marina (Paola Oliveira): Não há dúvidas de que o título de novela – Insensato Coração – foi bem escolhido. Entre os vários erros que a mocinha Marina cometeu durante a trama, o pior foi ter aceitado, por impulso, o pedido de casamento do vilão Léo (Gabriel Braga Nunes), depois de sofrer uma desilusão com Pedro (Eriberto Leão), seu grande amor.

 

 

 

Helena (Taís Araújo): Algumas mocinhas são folhetinescamente azaradas. Cansada da intransigência de Luciana (Alinne Moraes) durante uma viagem de trabalho pela Jordânia, a top model Helena (Taís Araújo) expulsou-a de seu carro particular em Viver a Vida. No ônibus com as demais modelos, a moça, filha do marido da protagonista, sofreu um grave acidente e perdeu os movimentos. Imagine quantos capítulos de sofrimento aquela decisão causou…

 

 

 

Maya (Juliana Paes): É verdade que Maya teve bons motivos para errar em Caminho das Índias. Grávida de um e casada com outro, a moça foi obrigada pela cultura indiana a manter o segredo sobre a paternidade de seu filho, sob o risco de pagar o deslize com a própria vida. Por causa disso, forjou até uma ultrassonografia – tudo para manter o maridão Raj (Rodrigo Lombardi) ao seu lado. O público, surpreendentemente, apoiou.

 

 

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28/11/2012

às 12:42 \ Folhetinescas

#OiOiOiPortugal faz a alegria de noveleiros do lado de cá

Em Portugal, Nina (Débora Falabella) finge ser amiga de Carminha (Adriana Esteves): o melhor está por vir (Divulgação)

Em crise de abstinência desde o fim de Avenida Brasil, há pouco mais de um mês, não são poucos os noveleiros que seguem a rotina de comentar a trama de João Emanuel Carneiro no Twitter. Graças a uma coincidência no mínimo curiosa, os fãs saudosos podem trocar Salve Jorge pelas aventuras de Carminha que estão no ar na SIC de Portugal.

A movimentação nas redes sociais é intensa e curiosa a partir das 21h30 daqui, quando Salve Jorge e Avenida Brasil começam, simultaneamente (em Portugal, 23h30). Do lado de lá, portugueses buscam informações adicionais sobre a trama, no momento em que Carminha (Adriana Esteves) vive em plena harmonia com a nova  cozinheira da família Tufão, Nina (Débora Falabella), sem saber que ela é a ex-enteada vingativa. Do lado de cá, os brasileiros instigam, alertando que o melhor ainda está por vir. Ao final, todos lamentam que o capítulo não encerre com o famoso congelamento, mas com cenas do próximo capítulo.

Provocações não faltam. Há quem aposte que a tag #oioioiportugal ainda vai subir aos Trending Topics – o que #salvejorge não tem conseguido. Na noite de ontem, no embalo do Prêmio Extra, cuja cerimônia era realizada no Rio, Avenida Brasil voltou à lista dos assuntos mais comentados na rede.

“Longe de mim querer causar polêmica, mas imagine #OiOiOiPortugal nos TTs na hora de Salve Jorge!”, escreveu @RuanMuller3 no Twitter.

Os mais entusiasmados repetem o #salveJEC a cada cena emblemática. E no meio do burburinho luso-brasileiro, o link que dá acesso a um live streaming da SIC é retuitado centena de vezes.

“A melhor novela de todos os tempos. Chega a arrepiar. História incrivel, elenco magnífico. De colar ao ecrã!!”, escreveu Suzana Isabel no Facebook.

Isso mesmo, centena de vezes. O “vale a pena ver de novo” extraoficial não tem poder, claro, de tirar a audiência substancial da atual novela das 21h. Mas é mais um indicativo de que Avenida Brasil agradou demais e Salve Jorge, menos do que se esperava.

Mesmo com todo esse frisson que não acaba, Avenida Brasil não é a maior audiência da SIC, principal parceira da Globo no exterior, como coprodutora e exibidora. A liderança na teledramaturgia está com Gabriela, avaliada como um primor pelo público além-mar.

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‘Avenida Brasil’ se recusa a terminar

“O sucesso é culpa da Rita”, diz Adriana Esteves no ‘Faustão’

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28/10/2012

às 20:14 \ Bastidores

“O sucesso é culpa da Rita”, diz Adriana Esteves no ‘Faustão”

Adriana Esteves com Fausto Silva: apresentador lembrou o início da carreira da atriz no seu programa, em 1989 (Divulgação)

Encerrada há mais de uma semana, a novela Avenida Brasil continua rendendo assunto na programação da Globo. Hoje foi a vez de Adriana Esteves passar meia hora no palco do Domingão do Faustão falando da saudosa Carminha. Já sem o megahair da Evita do Divino, a atriz participou do quadro Arquivo Confidencial, no qual antigos colegas de trabalho como a atrizes Maria Padilha e Claudia Jimenez, relembraram sua carreira.

Num dos melhores momentos da homenagem, Débora Falabella, a heroína Nina da novela, contou como as duas desenvolveram uma grande amizade nos bastidores. Comovida, Adriana emendou: “O sucesso é culpa da Rita!”, lembrando o bordão de Carminha que fez sucesso na internet. O autor João Emanuel Carneiro enalteceu o talento da atriz e disse que sem ela não teria escrito a novela. “Que bobagem…”, respondeu a atriz, com modéstia.

Não demorou para o programa dominar as redes sociais. A tag #AdrianaEstevesDivanoFaustao chegou rápido ao topo do TT’s nacional do Twitter. Entre as dez primeiras posições estiveram ainda Faustão e Amora Mautner, diretora da novela que apareceu queimadíssima de sol no seu depoimento.

19/10/2012

às 23:54 \ Folhetinescas

‘Avenida Brasil’ é mais “durante” do que “finalmente”

E a "duquesa" voltou para o lixão: mudanças físicas de Carminha formam conjunto memorável (Divulgação)

Quem foi pego desprevenido pelo congelamento da bandeira do Divino no mais do que esperado final de Avenida Brasil e já proferiu “nunca mais me prendo a novela nenhuma nessa vida” deve dar um desconto ao nosso querido folhetim. É que quanto mais uma novela é incrível nos seus quase 200 capítulos, mais ela cria expectativa sobre o seu final e, portanto, mais ela pode frustrar os telespectadores mais exigentes.

Como mandar uma figura tão incrível quanto Carminha (Adriana Esteves) para a posteridade? João Emanuel Carneiro foi pelo caminho da redenção e, para chegar a ela, fez a vítima trocar de lugar com a vilã. “O único antídoto da vingança é o perdão”, filosofou o autor, ao Globo Repórter que falou da novela logo depois do final – toda a grade da Globo se voltou para trama.

Sem fórmulas mirabolantes para explicar seus mistérios, a trama terminou de maneira competente, mas não bombástica. A assassina de Max (Marcello Novaes) era mesmo Carminha. E a praga que o ex-amante dela lançou antes de morrer – “A gente começou no lixão e vai terminar no lixão” – concretizou-se. Arrependida e em dia com a sociedade, a megera terminou morena e catadora de lixo, sob a asa de Lucinda (Vera Holtz). As mudanças físicas da personagem durante a novela, aliás, formam um conjunto notável.

A novela que se destacou ao ser ancorada no ódio e não no amor, ainda terminou fazendo um baita elogio ao simplório, com os cafonas vestidos de estampas mais chamativas do que nunca e Adalto (Juliano Cazarré), sujeito simpático, mas que beira a deficiência mental, como herói do Divino Futebol Clube.

Mas para preceder o Globo Repórter que ensinou que a vingança na vida real não é bacana, só mesmo o final feliz das rivais Nina (Débora Falabella) e Carminha se abraçando na sala de Lucinda – uma matou o filho da outra; a outra causou a morte do pai da primeira; e a mais velha traiu a mãe da outra. Chega de vingança, que esse tempo acabou. Também descobrimos, coisa mesmo para embasbacar, que a vilã amou Tufão (Murilo Benício) de verdade, embora tenha repetido durante toda a novela que era casada com um paspalho, e, mais, que adorava morar com a família que sempre demonstrou desprezar.

Verdade, Carminha? Ou será que você disse isso porque era final de novela?

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‘Avenida Brasil’ termina mas não acaba

 

19/10/2012

às 19:08 \ Folhetinescas

‘Avenida Brasil’ termina mas não acaba

Hasta la vista, dona Carminha!: foi bom enquanto durou (Reprodução)

Hora de dar tchau, tchau, tchau – essa piada certamente será feita ainda hoje no Twitter, sala de estar imensa e virtual onde os noveleiros se encontram todas as noites dos últimos meses para falar de Avenida Brasil. O destino de Tufão (Murilo Benício), Nina (Débora Falabella) e Carminha (Adriana Esteves) será conhecido logo mais, mas deve ecoar ainda por um bom tempo no imaginário do país, algo comum a ícones tão grandes quanto Salomão Hayalla (Dionísio Azevedo) de O  Astro (1978) e Adalberto (Cecil Thiré), o serial killer de A Próxima Vítima (1995).

A telenovela, que chegou a ter declínio previsto pelos críticos quando começou a competir com a internet, não para mais o país como em outros tempos porque não pode ser estática como antes. Avenida Brasil demonstra a força do gênero justamente pela capacidade de causar movimento, para durar muito mais do que aquela uma hora que fica no ar.

O que o telespectador pensa e espera das tramas sempre foi levado em consideração pelos autores desde os folhetins publicados em jornais no século 19. Obra aberta, oras, a novela tem mais é que se aproveitar da possibilidade de mudar os rumos ao gosto do freguês. Mas nada anterior pode ser comparado à influência das redes sociais no sucesso desta Avenida Brasil.

Frases da novela se espalharam pela rede

Seja analisando os acontecimentos, batendo palmas para as atuações, fazendo piadas ou buscando fofocas sobre quem namora quem nos bastidores, os internautas repassaram a novela e escreveram verdadeiras novelas paralelas. Num esquema que se retroalimenta, completado pelo poder da Rede Globo que não hesita em espalhar referências à trama por toda a sua programação, a ficção se tornou o assunto mais comentado no país.

Você ouve falar de Carminha e Nina por todos os lados. Andando na rua, ouve um rabo de conversa de alguém. Na escola do filho, a professora usa exemplos dos personagens para explicar certa matéria. Pega a barca para Paquetá e, de repente, se vê engajado num debate com quatro estranhos a respeito do pendrive que faltou a Nina. E hoje ainda pode ouvir um absurdo “bom final de novela para a senhora!” do moço da padaria. Isso não é parar o país. É fazer parte de um cotidiano fervilhante e ágil.

Pode-se arriscar que o segredo de tanto sucesso é o “orgulho suburbano” ou a “identificação com os personagens”, mas a verdade é que é divertido falar de novela boa.

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 Redenção de Carminha enfraqueceria ‘Avenida Brasil’ 

 

18/10/2012

às 14:49 \ Fotonovela

Nina acaba como vítima no sequestro de Tufão

Lado a lado: destinos da vilã e da heroína se cruzam até o fim em 'Avenida Brasil' (Divulgação)

Agora a nora que todo sogro pediu a Deus, Nina (Débora Falabella) tentará salvar Tufão (Murilo Benício) no sequestro orquestrado por Santiago (Juca de Oliveira), crime que agitará os dois últimos capítulos de Avenida Brasil. Na foto acima, enigmática, a heroína segue num carro ao lado do sogro e da ex-madrasta, Carminha (Adriana Esteves).

A partir daí, a ação deve se concentrar num aeroporto, já que Santiago pretende fugir para a Sicília, na Itália – irônico para um bandido como ele. Durante a libertação do rei do Divino, deve ocorrer o aguardado desfecho de Carminha. Entre as apostas que circulam nos bastidores, imprensa especializada e botequins, a mais forte é de que ela matará o pai, suicidando-se em seguida. Para os otimistas, ela pode se redimir ajudando a libertar o ex-marido, obter o perdão de Nina e, ainda, terminar como a nova “mãe do lixão”.

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Improváveis, porém suspeitos

Doze personagens e um segredo: quem matou Max?

 

 

17/10/2012

às 10:44 \ Folhetinescas

Improváveis, porém suspeitos

Culpado de quase todos os males passados e que ainda estão por vir nos últimos dias de Avenida Brasil, Santiago (Juca de Oliveira) é cada vez mais suspeito de ser o assassino de Max (Marcello Novaes). Entretanto, em novela, quanto mais óbvio é o suspeito, menos ele é culpado.

É por isso que a lista de candidatos a assassino pode ter mais do que doze personagens, já que nada impede que o autor João Emanuel Carneiro ponha aquela enxada ensanguentada nas mãos de qualquer um. Entre os mais improváveis algozes de Max, não deixa de pairar certa desconfiança. Diante disso, o blog pergunta: e se o assassino de Max fosse…

 

(Divulgação)

… o Picolé (João Fernandes)? – Grande dedo-duro do lixão, o filho adotivo da mãe Lucinda (Vera Holtz) é menor de idade e nenhum autor de novela ousaria lhe dar destino tão cruel. Mas e se ele fosse como a personagem do filme A Orfã (2009), um adulto psicopata fingindo ser criança?

 

 

 

 

 

(Divulgação)

… o Genésio (Tony Ramos)? – Há quem diga na internet que o pai de Nina (Débora Falabella) pode estar vivo, esperando para aparecer  no grand finale. Impossível, já que Tony Ramos dá expediente agora como o Bimbo de Guerra dos Sexos (19h). Afinal, como ele justificaria aquele bigodão?

 

 

 

 

 

(Divulgação)

… Zezé (Cacau Protásio)? – A empreguete não parece ser capaz de matar uma barata na cozinha da dona Carminha (Adriana Esteves). Mas no dia do crime, ela bem que tomou uma cachaça a cowboy no bar. Quem poderia prever o que aconteceu depois?

 

 

 

 

(Divulgação)

… o Silas (Ailton Graça)? – O dono do bar teve lá os seus momentos de destaque durante a trama mas, nos últimos tempos, anda meio desocupado. Está, portanto, com tempo livre para assumir o posto de culpado.

 

 

 

 

(Divulgação)

… a Betânia (Bianca Comparato)? – A melhor amiga da Nina ainda pode vir a figurar entre os suspeitos. Mas quem pode acreditar que ela teria força para empunhar uma enxada e matar um homem do tamanho de Max?

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‘Avenida Brasil’ usa truque de ‘Revenge’

 

13/10/2012

às 12:42 \ Folhetinescas

‘Avenida Brasil’ usa truque de ‘Revenge’

Nina (Débora Falabella) e a picareta do crime: impressão de culpa

A sequência eletrizante da morte de Max (Marcello Novaes) em Avenida Brasil guarda semelhanças com um dos pontos altos do seriado americano Revenge que, aliás, vendo sendo comparado à novela desde a estreia.

No capítulo de quinta (11),  Max lutava com Nina (Débora Falabella) quando ela é atingida na cabeça. Ao acordar do desmaio, ela se depara com o corpo do cafajeste e a picareta ensanguentada usada no crime.

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Na história de Emily (Emily van Camp), a vingativa americana, Daniel (Joshua Bowman) lutava com o mau caráter Tyler (Ashton Homes) na praia quando levou um golpe na cabeça. Ao acordar,  Tyler estava morto e o revólver usado estava ao seu lado.

Tanto Daniel quanto Nina não se lembram muito bem dos últimos acontecimentos, e desconfiam ser os autores dos assassinatos. Nos dois casos, os golpes denunciam que havia uma terceira pessoa na cena do crime, o que confunde os personagens e também o público. Vale anotar que,  embora as coincidências nos roteiros, a sequência da novela é muito melhor que a da série.

Será que o assassino de Revenge dá alguma pista sobre quem é o assassino de Avenida Brasil?

 

12/10/2012

às 12:18 \ Folhetinescas

Todas choram a morte do cafajeste Max em ‘Avenida Brasil’

Max (Marcello Novaes) em momentos finais: ele não vale nada, mas a gente gosta dele (Reprodução)

Nunca subestime o poder de sedução de um cafajeste, ainda mais um cafajeste de novela: no capítulo de hoje de Avenida Brasil, Max (Marcello Novaes) levará todas as suas mulheres ao cemitério para chorar, lamentar ou praguejar sua morte, ocorrida no capítulo de ontem.

A mãe Lucinda (Vera Holtz), a esposa Ivana (Letícia Isnard), a sogra Muricy (Eliane Giardini) e a amante Carminha (Adriana Esteves) vão em fila indiana dar o último adeus ao pilantra, a ser enterrado numa cova sem luxo – as cenas foram gravadas num cemitério em Guaratiba, na zona oeste do Rio. “Eu vou continuar te amando”, dirá Carminha.

Nem tudo é amor, entretanto. Max carregará um carma pesado para o além. Inconformada por ter sido traída debaixo de seu teto durante 12 anos, Ivana chega a jogar cal sobre o defunto – seria um indício de que ela o matou?

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Max é o saco de pancadas de ‘Avenida Brasil’

Doze personagens e um segredo: quem matou Max?

É um dado a amolecer o coração das telespectadoras que, como as mulheres da ficção, não resistem ao personagem interessantíssimo criado por João Emanuel Carneiro e composto por Marcello Novaes. Mas deveria ter morrido lá pelo capítulo 100, mas resistiu até a penúltima semana da trama porque daria uma pena danada dispensá-lo. Daí, ele apanhou mais, perdeu dois dentes, foi humilhado e até naugrafou – pobre Max.

Mas nada foi pior do que suas últimas revelações, de que, quando pequeno, viu o pai devorar sozinho um frango de padaria – “Você não me deu nenhum pedaço!” – e que, quando Jorginho (Cauã Reymond) era criança, foi ele que lhe deu a primeira bola de futebol – “Fala pra ele!”, fala pra ele, implorou a Carminha.

Depois, miolos espalhados, o cara passou fácil de vilão a vítima do sistema. Admita: você quase chorou.

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09/10/2012

às 11:03 \ Folhetinescas

Doze personagens e um segredo: quem matou Max?

(Divulgação/Globo)

Depois de passar a novela toda comprando inimizades, Maxwell (Marcello Novaes) não terminará vivo o capítulo desta quinta de Avenida Brasil, dando início ao “quem matou?” que vai embaralhar os momentos finais da trama de João Emanuel Carneiro até o final, no dia 19.

Jurado de morte diretamente por Carminha, Tufão, Leleco e Janaina, e já tendo sido vítima de um atentado executado por Lúcio, o bebezão do Divino terá ainda sete possíveis assassinos – Jorginho, Lucinda, Nilo, Nina, Ivana, Muricy e Santiago – ou seja, quase metade do elenco da novela.

Na noite fatídica, todos os personagens estarão no lixão, onde ocorrerá o assassinato, por diferentes motivos. A principal suspeita será Nina, mas como costuma acontecer nos casos de “quem matou?” desde a morte de Salomão Hayalla em O Astro (Janete Clair, 1978), todos darão pistas de que poderiam ter cometido o crime. Entretanto, é claro que a lista fica mais enxuta quando excluímos os personagens “do bem”, aos quais o final feliz já deve estar garantido e, com certeza, não tem a ver com anos e anos atrás das grades.

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