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Arquivo da categoria É página virada

21/05/2013

às 12:36 \ É página virada

‘Amor à Vida’ refaz troca de bebês de ‘Por Amor’

No hospital da família, Paloma (Paolla Oliveira) amamenta um bebê sem saber que é sua filha desaparecida, em 'Amor à Vida': são as voltas que o mundo dá, como em 'Por Amor', de 1997

O drama da heroína Paloma (Paolla Oliveira), que foi separada da filha logo no primeiro capítulo de Amor à Vida, novela das 9 que estreou na Globo na noite desta segunda (20), revive um dos mais emocionantes imbróglios da teledramaturgia brasileira, espinha dorsal da de Por Amor, de 1997.

No capítulo desta terça da novela de Walcyr Carrasco, o bebê tirado de Paloma por Félix (Mateus Solano) será encontrado por Bruno (Malvino Salvador). O herói acabou de perder a mulher Luana (Gabriela Duarte) e o filho, no parto. E, diante da tragédia de perder um bebê e a sorte de encontrar um recém-nascido atirado no lixo, ele conseguirá convencer a médica Glauce (Leona Cavalli) a adulterar a documentação. Dessa forma, criará Paulinha (Klara Castanho) como sua filha.

O mesmo tipo de situação e, também de sentimento, envolvia o caso de Por Amor, novela de Manoel Carlos que alcançou grande sucesso ao mostrar um amor incondicional de uma mãe por uma filha. A mãe era, claro, uma Helena, talvez a mais controversa das “Helenas de Maneco”, vivida por Regina Duarte. A mesma Gabriela Duarte, que fez uma participação especial em Amor à Vida para morrer logo na estreia, era a Maria Eduarda que recebia, sem saber, o irmão no lugar do seu bebê morto.

Gabriela Duarte como a Maria Eduarda de 'Por Amor': o filho era o irmão (Divulgação)

Numa cena que se tornou um clássico do drama nacional, durante uma tempestade e num hospital que tinha ares fantasmagóricos, Helena convencia o médico César (Marcelo Serrado) a alterar a documentação. Como a Glauce de Amor à Vida, que é apaixonada por Bruno, ele toma a atitude por amor, já que sempre amou Maria Eduarda.

Por fim, há ainda duas coincidências que aproximam os acontecimentos que originaram as duas novelas: as presenças de Susana Vieira e Antonio Fagundes como figuras centrais. Em 1997, ela era a terrível Branca Letícia que – a atriz já andou dizendo por aí – recebe agora sua homenagem na interpretação de Pilar. Fagundes, por sua vez, vem no mesmo clima do  doce Atílio, um dos melhores partidos que a teledramaturgia já produziu, pai da criança que Helena deu para a filha, sem pensar na dor do marido.

Com  um capítulo de tirar o fôlego e num padrão de produção que supera a novela anterior, Amor à Vida não parece ter chegado para reinventar a roda. Mas nem precisa. Seu maior trunfo está nas boas interpretações – a mais evidente, de Mateus Solano no excelente papel de Félix – e no apelo a alguns dos pilares do melodrama. E, nesse terreno, não há referência melhor do que Por Amor.

Confira a cena da troca de bebês abaixo:

13/05/2013

às 11:17 \ É página virada

‘Avenida Brasil’ volta ao ar hoje

Carminha (Adriana Esteves) e Nina (Débora Falabella): uma semana para matar saudade (Divulgação)

Apenas sete meses depois de encerrada e ainda gravada na memória dos fãs, Avenida Brasil começa a ser reprisada hoje no Vídeo Show (Globo, 13h50). A trama de João Emanuel Carneiro ocupará o quadro Novelão, que repassa novelas de sucesso durante uma semana. Mas, neste caso, serão três semanas.

A volta da novela-sensação não é das mais oportunas, justamente nos dias em que vão ao ar os últimos capítulos de Salve Jorge, trama que sofreu comparações com sua antecessora. Além da reprise, o programa receberá o ator Murilo Benício, o Tufão, para falar sobre a novela.

Na semana passada, teve boa repercussão nas redes sociais a reprise de A Favorita (2008), também de João Emanuel, que só deve voltar escrever uma novela em 2015. Enquanto isso, Avenida Brasil também rende frutos em Portugal, onde é apresentada com grande sucesso pela SIC – chega a ter um terço da audiência, ficando atrás apenas do remake de Dancin’Days, novela de Gilberto Braga de 1978 que é contada em produção local.

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17/04/2013

às 14:04 \ É página virada

‘Guerra dos Sexos’ vira remake de ‘Vale Tudo’

Nieta (Drica Moraes) dá uma surra em Carolina (Bianca Bin): filha da noveleira é uma alpinista social que estudou com a cartilha da Maria de Fátima (Glória Pires) de 'Vale Tudo' (Divulgação)

Não fosse Nieta (Drica Moraes) uma noveleira inveterada, a surra que ela deu na filha Carolina (Bianca Bin), no capítulo desta terça (16) de Guerra dos Sexos (Globo, 19h30), não teria tanto sabor. As duas atrizes praticamente reencenaram a marcante sequência de Vale Tudo (1988) em que Raquel (Regina Duarte) arma uma tremenda briga com Maria de Fátima (Glória Pires), já vestida de noiva para aplicar um golpe do baú em Afonso (Cássio Gabus Mendes).

“Acabou a novela”, gritou a mãe, em volume digno de Regina Duarte, transtornada depois de descobrir que Carolina armou um exame de gravidez falso para tentar prender o distraído Felipe (Edson Celulari). O vestido de noiva, o mau-caratismo das filhas ingratas e até mesmo o cenário eram referências também gritantes à novela Gilberto Braga. Não por acaso, o autor Silvio de Abreu já prestou outras homenagens ao amigo novelas anteriores e declarou, em momento “inveja boa”, que gostaria de ter escrito Vale Tudo.

Mas fora a cena de ontem, não deve haver muitas coincidências entre os destinos Maria de Fátima e Carolina, agora que a trama chega aos momentos finais. Na novela original de 1983, a aprendiz de vigarista acabava se redimindo, voltando a trabalhar com a mãe na feira e, no último capítulo, perdoada por Felipe – será igual no remake? Já Maria de Fátima, ardilosa das piores, não teve correção – casou com um ricaço italiano e levou o amante para um “felizes para sempre” de falcatruas.

Abaixo, confira a cena emblemática cena de Vale Tudo:

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25/02/2013

às 14:02 \ É página virada

Após sumiço, Tony Ramos tira mais um sotaque da manga

Com sua retirada estratégica ainda rendendo dentro e fora de Guerra dos Sexos (Globo, 19h30), Tony Ramos volta à cena na semana que vem com sotaque português. Ele não se apresentará a Charlô como Otávio, mas como Dominguinhos, primo distante que vem reclamar sua parte na herança. Como o blog adiantou, será no capítulo do dia 7.

É mais um sotaque da longa carreira de Tony, que entre dezenas de novelas, já interpretou sujeitos de todos os cantos – para o paranaense de Arapongas, só falta fazer um japonês.

– Totó, o italiano

Em Passione (2010), mais uma vez com Silvio de Abreu, ele caprichava no “capisce?” para contar a história do camponês que descobria ser filho de uma milionária brasileira.

 

– Opash, o indiano

Em Caminho das Índias (2009), de Glória Perez, o ator apareceu como o indiano que aprisionava a família nas regras mais tradicionais da cultura local.

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– Nikos, o grego

Em Belíssima (2005), Tony chamava Glória Pires de “Zulia” na novela de Silvio de Abreu, em que interpretava um grego corajoso.

– Juca, o paulistaníssimo

Em A Próxima Vítima (1995), também de Silvio de Abreu, Tony era o dono de uma barraca de frutas no Mercado Municipal de São Paulo que falava com o mais autêntico sotaque paulistano.

– Riobaldo, o cabra da peste

Na maravilhosa adaptação de Grande Sertão: Veredas, dirigida por Walter Avancini em 1985, ele capricha na prosa mineira para interpretar o sertanejo seduzido por uma jagunça que se passava por homem.

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16/02/2013

às 12:57 \ É página virada

“Beijei, amiga…”

Como uma onda...: depois de servir de ombro amigo, Márcia (Fernanda Paes Leme) acaba beijando – ou sendo beijada? – por Théo (Rodrigo Lombardi) em 'Salve Jorge' (Divulgação)

Márcia só precisou levar um “caldo” no mar para cair nos braços de Théo (Rodrigo Lombardi) e sair da praia beijada pelo grande amor da sua melhor amiga, Érica (Flávia Alessandra), no capítulo de ontem (sexta) de Salve Jorge (Globo, 21h).

A sequência, que extrapolou a carga de cafonice aceitável dos folhetins, teve direito a continuação com Théo tomando banho de chuveiro, através da cortina de plástico e em câmera lenta. Estaria o capitão arrependido? Tudo não teria passado de um devaneio de verão? Ou será que ele já pensa em propor casamento a Márcia, como já fez com Morena (Nanda Costa) e Érica?

O galã das 21h, como se sabe, é imprevisível, e talvez só venha a tomar uma atitude sensata lá pelo final da novela – beijar a amiga da ex-namorada foi dos seus maiores vacilos.

Mas Théo não está só. Tabu na vida real, envolvimentos como o dele e de Márcia renderam alguns bons babados na teledramaturgia. Relembre cinco:

→ Como em 1983, a Juliana (Mariana Ximenes) de Guerra dos Sexos escondeu durante um bom tempo um caso com Fábio (Paulo Rocha), marido da insuportável Manoela (Guilhermina Guinle), que se julgava sua amiga-confidente.

 

 

 

 

→ “Ela é amiga da minha mulher, pois é…” – a música de Seu Jorge era perfeita para o caso fugaz entre Olenka (Fabiula Nascimento) e Silas (Ailton Graça), naquele momento marido da melhor amiga dela, Monalisa (Heloísa Périssé) em Avenida Brasil (2012).

 

 

 

 

→ Mais do que amigas, Manuela (Marjorie Estiano) e Ana (Fernanda Vasconcellos) eram irmãs em A Vida da Gente (2011). Primeiro, foi Ana que namorou Rodrigo (Rafael Cardoso), de quem engravidou. Ao voltar de um coma de seis anos, ela se surpreende ao descobrir que o amado estava casado com ninguém menos que Manu – sem dúvida foi um dos maiores enroscos que a faixa das 18h já viu.

 

 

→ Em Viver a Vida (2009), Luciana (Alinne Moraes) trocou um gêmeo, Jorge, pelo outro, Miguel (Mateus Solano). Não bastasse a saia-justa familiar, havia ainda o fato de que Renata (Bárbara Paz), namorada de Miguel na ocasião, era amiga dela.

 

 

 

 

→ Cidinha (Vera Fischer) e Leda (Silvia Pfeifer) eram amigas de infância em Perigosas Peruas (1992), e desde sempre competiram em tudo. Claro que a disputa tinha de envolver um homem, com a pimenta típica de uma novela das 19h: Belo (Mário Gomes), casado com Cidinha, engravidou as duas ao mesmo tempo. Na maternidade, o bebê de Cidinha não vingou, e ele tratou de pôr o filho de Leda no lugar – uma confusão que durou até o “felizes para sempre” escrito por Carlos Lombardi.

 

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14/02/2013

às 18:31 \ É página virada

‘Guerra dos Sexos’: Bianca Bin apanhou mais que Lucélia Santos

Barraco em 'Guerra dos Sexos': Luana Piovani, a Vânia, parecia ser capaz de quebrar o pescoço da vilã de porcelana (Divulgação)

Chegou a dar pena da diabólica Carolina, personagem da aparentemente feita de porcelana Bianca Bin, levando uma surra da Vânia de Luana Piovani no capítulo de ontem (quarta), de Guerra dos Sexos (Globo, 19h).

Na novela original, de 1983, o mesmo barraco teve oponentes mais proporcionais: Lucélia Santos, a Carolina da vez e com o mesmo tipo mignon de Bianca, levou uns bons tapas da Vânia de Maria Zilda (veja abaixo). E ao comparar as duas cenas dá para concluir que Bianca “apanhou” muito mais do que Lucélia – no remake, Luana parecia ser capaz de torcer o pescoço da pequena vilã.

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07/02/2013

às 12:43 \ É página virada

Você conhece a Terezinha Romano?

Te conheço?: Célia Biar como a Kiki, divertida dona de fábrica de cuecas no sucesso 'Sassaricando', novela de Silvio de Abreu de 1987 (Divulgação)

Funcionária da Charlo’s que a gente nunca vê no batente, Terezinha Romano é tida em Guerra dos Sexos (Globo, 19h) como aquela que tudo sabe, para desespero de Frô (Marianna Armellini). “Quero só ver o que a Terezinha Romano vai dizer agora!”, diz a destrambelhada funcionária da lanchonete, vira e mexe citando a personagem que jamais foi vista em cena.

Mas Terezinha Romano não é um nome estranho para os noveleiros mais atentos, ainda mais para os que conhecem a obra do autor Silvio de Abreu. Houve uma Terezinha Romano em Torre de Babel (1998), enfermeira misteriosa vivida rapidamente e em participação especial pela diva Célia Biar (1917-1999). “Fiz o convite porque ela e Cleyde (Yáconis, com quem Célia contracenava) eram grandes amigas e eu gostava muito dela como atriz, principalmente fazendo grã-finas paulistas que depois dela e da Rosita Thomás Lopes, ninguém mais consegue fazer. Mesmo porque esse tipo nem existe mais na sociedade, morreram com elas”, diz o autor ao blog, sem revelar se alguma atriz ainda será escalada para encarnar a Terezinha Romano de Guerra dos Sexos.

Grand monde: Célia Biar, como Silvia e com sua pose preferida de grã-fina, ao lado de Hélio Souto, o Zé Tião, em 'Locomotivas', novela deCassiano Gabus Mendes de 1977 (Divulgação)

Fora o porte altivo de dama do teatro, no qual começou levada por Cacilda Becker, Célia ganhou fama de “mulher elegante de plantão” por ter apresentado, de 1965 a 1967, a Sessão das Dez, uma faixa de filmes da TV Globo. Para introduzir a atração da noite, entrava em cena com uma piteira na mão – algo impensável nos dias de hoje – e um gato angorá branco chamado Zé Roberto, que se tornou um bichano muito popular entre as crianças da época.

Famosa por papéis como o de Tia Miquita no sucesso Minha Doce Namorada (de 1971, a novela que fez de Regina Duarte a “namoradinha do Brasil”), a Violante de A Moreninha (1975), a Silvia de Locomotivas (1977) e a Francine de Brega & Chique (1987), Célia foi do elenco do humorístico Viva o Gordo, de Jô Soares, nos anos 1980, e trabalhou com Silvio de Abreu ainda em  Sassaricando (1987). “Era uma divertida dona de uma fábrica de cuecas”, lembra ele, em referência à personagem Kiki.

 

Célia como apresentadora da 'Sessão das Dez' em 1965, ao lado do angorá Zé Roberto (Divulgação)

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23/01/2013

às 19:08 \ É página virada

Sucesso em 2006, ‘O Profeta’ volta ao ar em fevereiro

Amor e clarividência: na trama escrita por Thelma Guedes e Duca Rachid a partir da obra homônima de Ivani Ribeiro, Marcos (Thiago Fragoso) sofre para ficar com Sônia (Paola Oliveira) (Divulgação)

Para substituir Da Cor do Pecado, que não vem agradando no Vale a Pena Ver de Novo (14h40), a Globo tira da gaveta a partir de 25 de fevereiro o sucesso O Profeta, de 2006. A novela, originalmente apresentada às 18h, conta a história de um vidente que questiona seu dom e vive atormentado pela culpa da morte do irmão. É uma adaptação da trama homônima de Ivani Ribeiro, levada ao ar pela TV Tupi em 1977, e marca a estreia das autoras Thelma Guedes e Duca Rachid, como dupla e como titulares.

Ambientada nos anos 50, é uma novela de encher os olhos, com belos figurinos e direção de arte caprichada. Nos papeis principais estão Thiago Fragoso (Marcos) e Paola Oliveira (Sônia), par perfeito para agradar aos noveleiros mais românticos.

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22/12/2012

às 15:02 \ É página virada

‘Guerra dos Sexos’ reproduz clássico de Hollywood

Semiramis (Debora Olivieri) e Nenê (Daniel Boaventura): como em 'A Um Passo da Eternidade'

Muito divertida da cena do capítulo de ontem de Guerra dos Sexos em que Semiramis (Débora Olivieri) tem um sonho acordada com o malandro Nenê (Daniel Boaventura). Aconteceu em plena Praia do Boqueirão, Foi uma brincadeira com o clássico A Um Passo da Eternidade, de 1953, onde Burt Lancaster e Debora Ker deram um dos beijos mais famosos do cinema.

Burt Lancaster e Debora Kerr no clássico de 1953

A personagem, uma solteirona da Mooca, delirava com o irmão mau-caráter de Nieta (Drica Moraes), quando a vizinha falava que coisa boa só acontece em novelas – por isso não adianta sonhar. Semiramis sonhou alto – talvez atordoada pelo sol e a comilança na farofa à beira-mar –, e tratou de se botar logo como uma das maiores deusas de Hollywood.

Abaixo, veja a cena original.

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02/12/2012

às 14:04 \ É página virada

Celulari revive os tempos de “tio Glauco”

Felipe (Edson Celulari) se arrisca na pista com Vânia (Luana Piovani): a Lurdinha de 'América' adoraria (Divulgação)

Em forte crise meia-idade, o atrapalhado Felipe tem feito papel ridículo em Guerra dos Sexos (Globo, 19h30). Ao ver o personagem em figurino adolescente, tentando seguir os passos da “galera” numa pista de dança com Vânia (Luana Piovani), o blog não resiste lembrar de Edson Celulari como o Glauco de América (2005).

O “tio”, como ficou conhecido, monopolizou as atenções na novela de Glória Perez quando engatou romance com Lurdinha, amiga de sua filha. O papel lançou Cléo Pires na TV com grande estardalhaço – ela vinha do cinema, onde fez sucesso como a Ariela do longa-metragem Benjamim (2003), de Monique Gardenberg.

A determinação da lolita e o humor delicado das cenas conquistou o público a tal ponto que o casal vingou e terminou junto, com direito a casamento na igreja.

Abaixo, uma das cenas mais divertidas do romance: Lurdinha inventa que precisa entrevistar o “tio” para um trabalho de escola, mas ela só quer saber de namorar.  É o primeiro beijo dos dois.

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