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13/05/2013

às 19:49 \ Eleições 2014, Geraldo Alckmin, Presidência

PRB flerta com Eduardo Campos


Tarja Eleições 2014

O apoio do Partido Republicano Brasileiro (PRB) à reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014 é tendência, mas não está garantido. Segundo acenou nesta segunda-feira o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, a sigla tem simpatia pela pré-candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), ao Planalto. Campos tem apoio do PRB no governo do estado.

Depois de encontrar Campos na sede do PRB em Recife, Pereira disse que, “no cenário atual, estamos (o PRB) com a presidente Dilma”. Ele ressalvou, porém, que a decisão ainda passará por avaliações de pesquisas e do cenário econômico brasileiro: “Temos que aguardar e conversar com o governo, ver se a economia vai deslanchar, se vai melhorar, para poder ver para que lado a gente vai em 2014″.

No pacote, há o interesse do PRB em receber apoio do PSB em São Paulo. O PRB tende a lançar a candidatura do ex-deputado e apresentador de TV Celso Russomanno ao governo paulista. O PSB, por sua vez, teria assegurado um palco para Campos em São Paulo. Atualmente, o PSB integra a base do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

(Com Estadão Conteúdo)

01/05/2013

às 12:54 \ Eleições 2014

Campos quer Beltrame na disputa pelo governo do Rio

Tarja Eleições 2014No ensaio de sua pré-candidatura à Presidência da República, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), também movimenta algumas peças no xadrez político dos estados. Campos tenta a filiação do secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, para concorrer ao governo nas eleições do próximo ano. O objetivo é claro: assegurar um palanque forte no terceiro maior colégio eleitoral do país.

Segundo o jornal O Globo, Beltrame confirmou o convite de Eduardo Campos, mas não não respondeu se aceitou a proposta. Ele também é disputado pelo PMDB, que pretende lançá-lo como vice na chapa de Luiz Fernando Pezão, candidato do governador Sérgio Cabral.

30/04/2013

às 18:59 \ Congresso Nacional, STF

Gilmar Mendes recebe apoio de parlamentares

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes recebeu nesta terça-feira um grupo de dez senadores contrários ao projeto que inibe a criação de novos partidos políticos no país. O encontro foi organizado pelo líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF), autor do mandado de segurança acolhido por Mendes, que paralisou a tramitação da proposta.

“A simples apreciação desse projeto já gera prejuízos para os partidos que estão em formação. Se o projeto fosse aprovado de forma célere e os partidos precisassem entrar com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) posteriormente à aprovação, isso desmobilizaria os partidos. Provavelmente essa Adin só seria apreciada depois do prazo de filiação, e aí o prejuízo estaria consolidado”, afirmou Rollemberg.

Viemos externar que a decisão do ministro Gilmar Mendes acudiu a democracia, acudiu o estado democrático de direito. Além disso, viemos deixar claro que somos contrários à ação retaliatória de maiorias parlamentares contra o Judiciário. Não é aceitável uma proposta de emenda constitucional que retira atribuições do Supremo”, declarou Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).

Pedro Taques (PDT-MT) disse que o encontro serviu para mostrar que um grupo de senadores está de acordo com a decisão de Mendes: “É o Supremo colocando o Congresso Nacional nos eixos”. Ele afirmou também que há “um ar de revanchismo” na articulação de alguns parlamentares em aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita a atuação do Supremo.

Após a liminar de Mendes, o plenário do STF deverá deliberar sobre o tema em maio.

Leia também: Os interesses em jogo no projeto que cria novos partidos 

(Gabriel Castro, de Brasília)

26/04/2013

às 17:55 \ Eleições 2014

‘Bem-vindo à oposição’, diz Aécio a Eduardo Campos

Tarja Eleições 2014O senador tucano Aécio Neves (MG) aproveitou as críticas feitas ao governo Dilma Rousseff pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, no programa exibido pelo PSB em rede nacional, para dar “boas-vindas à oposição” ao seu possível adversário na disputa pela Presidência em 2014.

“Na verdade, dou as boas-vindas ao companheiro Eduardo Campos no campo oposicionista. É uma demonstração clara da fragilização por que vem passando o governo. Estamos falando de setores que eram governo e que vêm para o campo da oposição, e são muito bem-vindos”, disse Aécio, durante encontro de prefeitos e vereadores do DEM em Belo Horizonte.

Para o tucano, o descolamento de Eduardo Campos da base aliada de Dilma, onde o PSB ainda ocupa cargos, não atrapalha suas pretensões de chegar ao Planalto. “Para que a população tenha opções, nós, do PSDB, estimulamos que outras candidaturas possam surgir, independente de disputarem conosco.”

Aécio também voltou a elogiar a candidatura da ex-ministra Marina Silva. “Acho que a própria, eventual, candidatura, da ex-ministra Marina Silva, que também já pertenceu aos quadros do PT, já foi ministra de Estado, dá pluralidade, enriquece o debate”, disse.

(Com Estadão Conteúdo)

18/04/2013

às 15:27 \ Partidos

Eduardo Campos chama de casuísmo aprovação de projeto

O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, se posicionou na noite desta quarta-feira contra o texto-base do projeto de lei que inibe a criação de partidos, limitando o acesso de novas legendas ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda no rádio e TV. “Não podemos ser favoráveis a uma manobra antidemocrática, como esta, que limite espaço de expressão de uma corrente de opinião legitimamente reunida em torno da liderança da ex-senadora e ex-ministra Marina Silva“.

A aprovação torna praticamente inviável uma candidatura de Marina, que tenta criar seu partido, o Rede Solidariedade. “É um casuísmo lamentável, contra o qual o PSB, como partido, se posiciona firmemente”, reiterou, ao lembrar que a legenda ajudou a viabilizar o PSD do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, em 2011. “Agora, até por coerência, não podemos ser favoráveis a uma manobra deste tipo.”

Campos disse não ter informação que tenha havido pressão por parte do governo federal e de ministros – a exemplo da ministra Ideli Salvatti – sobre os parlamentares, visando à aprovação do projeto. “Sei que o pessoal da base do governo fez isso, o que é um casuísmo lamentável”, reiterou, sem dar detalhes. Ele saudou a criação da Mobilização Democrática (MD), fusão do PPS e do PMN, oficializada na quarta-feira antes da aprovação do projeto, sob a liderança do deputado federal Roberto Freire (SP), sem se pronunciar sobre a possibilidade de a MD vir a apoiá-lo numa disputa presidencial.

(Com Estadão Conteúdo)

05/04/2013

às 20:35 \ Eleições 2014

Em SP, Campos é recebido como candidato

Tarja Eleições 2014

Governador de Pernambuco e provável candidato à Presidência em 2014, Eduardo Campos foi recebido em clima de campanha eleitoral em Santos, no litoral paulista, por cerca de 2.000 militantes do PSB. Foram usadas faixas e camisetas com os dizeres “Eu quero o novo” e “Campos: um novo caminho para o Brasil”.

Apesar do PSB integrar a base de sustentação do governo Dilma, Campos disse no evento – um congresso que reúne mais de 600 prefeitos paulistas – , que a economia brasileira precisa de um “novo tempo” e de “uma nova agenda”.

“Está na hora de termos consciência de que o Brasil melhorou muito, mas dentro deste país ainda tem mais ganho, mais direitos [a serem oferecido à população]”, afirmou.

(Com Estadão Conteúdo)

01/02/2013

às 10:27 \ Senado

Campos articulou candidatura do PSB ao Senado

O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, decidiu aproveitar a eleição do presidente do Senado para mostrar poder de fogo e dar início à primeira de uma série de enfrentamentos com o PMDB que pretende ter daqui para a frente. Campos orientou na quinta-feira todos seus aliados a rejeitar a candidatura de Renan Calheiros (AL), do PMDB, favorito na disputa.

De acordo com um interlocutor de Campos, com essa atitude de enfrentamento, o PSB pretende medir forças com o PMDB, demarcar terreno na disputa política nacional e mostrar que almeja ter posição de destaque na base de apoio à presidente Dilma Rousseff.

Apesar da interferência do governador nos bastidores, a bancada do PSB já havia anunciado na quarta-feira que não votaria em Renan. Tratava-se de uma rebelião da sigla pelo fato de terem sido escanteados na formação da Mesa Diretora. O PSB não deve ocupar nenhum cargo de comando no Senado.

Na semana passada, Eduardo Campos conversou com o senador Antônio Carlos Valares (PSB-SE): disse que atuaria na eleição do Senado, propôs que Valadares se candidatasse e se dispôs a tentar unir os descontentes. O primeiro passo foi orientar o senador Armando Monteiro (PTB-PE) a criticar a candidatura de Renan, o que foi feito. Em seguida, tentou unir os chamados independentes em torno de Valadares. Mas, após reuniões seguidas, eles preferiram ficar com Pedro Taques (PDT-MT).

(Com Estadão Conteúdo)

17/01/2013

às 10:23 \ Câmara dos Deputados

Campos tenta ficar neutro na disputa pela Câmara

Nome cotado para a sucessão presidencial em 2014, o governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, procura se equilibrar na disputa pela presidência da Câmara e manter uma posição de neutralidade mesmo com a candidatura do correligionário Júlio Delgado (PSB-MG). Nesta quinta-feira, Campos recebe o deputado mineiro para um almoço no Recife. Mas já marcou para a próxima terça-feira um encontro com o candidato do PMDB, o deputado Henrique Eduardo Alves (RN), favorito para suceder Marco Maia (PT-RS) no comando da Casa.

A entrada de Delgado na eleição da Câmara foi patrocinada pela bancada do partido. Até agora, o governador manteve-se distante da campanha do mineiro, que tentará emplacar a versão de que o almoço no palácio do governo Pernambucano representa o apoio explícito à sua candidatura. Nas últimas semanas, Campos afirmou a colegas de legenda que defende Delgado, mas o apoio até agora se restringe aos bastidores.

Embora tenha interesse no desgaste do PMDB, o governador não está disposto a medir forças com o partido no momento. Qualquer apoio público de Campos a Delgado será feito com cuidado, dizem aliados. Ao mesmo tempo, Campos teme associar sua imagem à de Henrique Eduardo Alves – deputado há 42 anos –, citado em recentes denúncias e acusado de enriquecimento ilícito em ação de improbidade administrativa.

(Com Estadão Conteúdo)

27/12/2012

às 21:03 \ Eleições 2012

Prefeito do PSB indica petista como secretário em Campinas

O prefeito eleito de Campinas (SP), Jonas Donizette (PSB), anunciou nesta quinta-feira a nomeação do vereador Jaírson Canário, do PT, como seu secretário de Trabalho e Renda.

A escolha foi feita mesmo após a aprovação há 15 dias de uma resolução do diretório municipal do PT que proíbe filiados do partido de ocuparem cargos no governo de Donizette, que derrotou os petistas na disputa pela prefeitura no segundo turno. Donizette é ainda um aliado local do PSDB e seu vice, Henrique Magalhães Teixeira, é tucano.

De acordo com a decisão do PT, qualquer filiado do partido que participar do governo vai ser levado à comissão de ética, que pode determinar expulsão.

Durante as eleições, a disputa em Campinas, a exemplo do Recife e Belo Horizonte, opôs os diretórios nacionais do PT e do PSB. O ex-presidente Lula apoiou a candidatura de Marcio Pochmann (PT). Já o governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, deu prioridade para a campanha de Donizette.

Canário, eleito vereador mais votado pelo PT pelo segundo mandato consecutivo, é líder comunitário em Campinas, no Parque Oziel.
Ao explicar a escolha, Donizette disse que a nomeação do petista é coerente de governo, já que ele mesmo fez parte da base do governo federal no Congresso quando era deputado federal. “Acho que seria contraditório ter uma posição em Brasília e outra em Campinas”, disse.

(Com Estadão Conteúdo)

01/11/2012

às 19:26 \ Eleições 2014

PSB descarta negociação de cargos no governo Dilma

O PSB anunciou nesta quinta-feira que não pretende ampliar sua participação em cargos do governo Dilma Rousseff. Atualmente, os socialistas ocupam apenas os ministérios da Integração Nacional, com Fernando Bezerra, e dos Portos, com Leônidas Cristino.  A nota do partido explica que a aliança entre as siglas é natural, e existe desde 1989, com o apoio à candidatura do ex-presidente Lula naquele ano.

O texto declara que o PSB “não manifestou – e não manifestará – qualquer intenção nesse sentido, porque o apoio ao governo Dilma é desdobramento da aliança que vigorou nos dois mandatos de Lula”.

A relação entre o ex-presidente Lula e Eduardo Campos, presidente do PSB, ficou estremecida durante o pleito de 2012. Os socialistas, que integram a base aliada do governo federal, optaram por romper a tradicional aliança com os petistas em cidades importantes no nordeste. Em Recife, o socialista Geraldo Julio, candidato de Eduardo Campos, venceu já no primeiro turno. Os petistas amargaram a terceira colocação do pleito com Humberto Costa. Em Fortaleza, Roberto Cláudio, do PSB, derrotou Elmano de Freitas (PT) no segundo turno.

Aécio Neves (PSDB), possível candidato tucano à Presidência em 2014, aproveitou-se do momento de incertezas entre PT e PSB e tentou uma aproximação com os socialistas. Ele esteve em Campinas para fazer campanha para o candidato do PSB, agora eleito, Jonas Donizette, por exemplo.

 

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