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23/10/2013

às 11:51 \ Política partidária

Pros amplia base de Haddad na Câmara de SP

O recém-criado Partido Republicano da Ordem Social (Pros) montou uma bancada com três vereadores na Câmara Municipal de São Paulo. O trio vai integrar a base do prefeito Fernando Haddad (PT). A bancada do Pros foi formada com dois ex-parlamentares do PSB: Masataka Ota, pai do menino Ives Ota - sequestrado e assassinado aos 8 anos em 1997 -, e pela cantora gospel Noemi Nonato. Além deles, o Pros conseguiu adesão de Ari Friedenbach, que será presidente do diretório municipal da sigla, segundo sua assessoria de imprensa. Eleito pela primeira vez pelo PPS, Friedenbach é pai da adolescente Liana Friedenbach – também sequestrada e morta, aos 16 anos, em 2003.

As trocas de partido, incentivadas pelo governo nos bastidores, deixaram o PSB sem nenhuma vaga na Câmara paulistana. O vereador Eliseu Gabriel, presidente do PSB paulistano, licenciou-se para assumir a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho no início do ano. O PPS, de oposição ao prefeito, ficou com apenas um parlamentar, o empresário Ricardo Young, que só não saiu da legenda porque a Rede Sustentabilidade teve registro negado pela Justiça Eleitoral. Vereadores do PSD e PSDB também foram convidados a migrar para o Pros, mas não houve baixas nessas legendas até agora.

(Felipe Frazão, de São Paulo)

08/10/2013

às 16:41 \ Eleições 2014

Em paródia de canção, PPS ironiza ‘Eduardo e Marina’

marinaeduardo

Depois de rejeitar – pelo menos por enquanto – apoio à aliança de Marina Silva e Eduardo Campos, o PPS publicou nesta terça-feira em seu blog uma paródia do sucesso de Renato Russo e da banda Legião Urbana. “Eduardo e Marina” ironiza os bastidores do jogo político que culminou na aliança entre Marina e o governador de Pernambuco para disputarem a Presidência da República nas eleições de 2014.

Antes de oficializar sua decisão, Marina foi sondada pelo PPS e também pelo PEN, que lhe ofereceu a presidência do partido. Nem Dilma foi poupada: ”Porque 2014 a luta é dura/Tem o Aécio e tem o Lula/E a presidente Dilma tá bolada/Pensando só na reeleição”.

Eduardo e Marina

Quem um dia irá dizer

Que existe razão

Nas coisas feitas pela oposição?

E quem irá dizer

Que não existe razão?

 

Eduardo abriu os olhos, mas não quis polemizar

Devolveu os cargos, bons cabritos não berram

Enquanto Marina tentava montar a sua Rede

Mas parou no TSE, como eles disseram

 

Eduardo e Marina um dia se encontraram sem querer

Nem conversaram muita coisa pra tentar se conhecer

Um carinha do partido do Eduardo que disse

“A Rede não tá legal, eles querem se unir”

 

Governo estranho, com base esquisita

“Eu vou pro outro lado, não aguento mais petista”

E a Marina riu, e quis saber um pouco mais

Sobre o governador que poderia apoiar

E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa

“Se eu não ligar pro Lula, eu vou me ferrar”

 

Eduardo e Marina trocaram telefone

Depois telefonaram e decidiram se aliar

O Eduardo sugeriu uma vice-presidência

Mas Marina queria mesmo era se candidatar

 

Eduardo e Marina eram nada parecidos

Ele estava na rabeira e ela tinha 26

Ela fazia discurso contra o velho esquemão

E o PSB no mundinho pequeno-burguês

 

Ela gostava do Sirkis e do Gabeira

Do Castells e de Sambô

E o Eduardo gostava era de frevo

E ocupava o cargo que era do seu avô

 

Ela falava coisas sobre sustentabilidade

Também ecologia e metabolização

E o Eduardo ainda estava no esquema

“Escola, hospital, porto, transposição”

 

E, mesmo com tudo diferente

Veio mesmo, de repente

Uma vontade de concorrer

E os dois se encontravam todo dia

E a campanha crescia

Como tinha de ser

 

Eduardo e Marina querem chegar em Brasília

Com o PPS e até o Kassab na coligação

Porque 2014 a luta é dura

Tem o Aécio e tem o Lula

E a presidente Dilma tá bolada

Pensando só na reeleição

 

E quem um dia irá dizer

Que existe razão

Nas coisas feitas pela oposição?

E quem irá dizer

Que não existe razão?

 

04/10/2013

às 13:42 \ Eleições 2014

Roberto Freire reforça convite do PPS a Marina

freire

O presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), usou a internet para reforçar o convite a ex-senadora Marina Silva para ingressar no partido. Na sua conta no microblog Twitter, nesta sexta-feira, escreveu: “Reafirmo convite do PPS para que junto com a Rede se integre conosco para se candidatar e disputar 2014″.

Marina convocou a imprensa para uma coletiva às 15h, quando deve comunicar sua decisão a respeito da eleição presidencial, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inviabilizar a criação do seu partido, a Rede, a tempo de disputar as eleições.

O PPS está reunido na sede do partido, em Brasília, aguardando um contato da senadora, o que não ocorreu até o início desta tarde. As conversas entre a Rede e o PPS foram retomadas esta semana, após Marina elogiar o partido em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

(Com Estadão Conteúdo)

02/10/2013

às 16:12 \ Eleições 2014

Sem Serra, PPS faz aceno a Marina

Depois de ver o plano frustrado de ter o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) como candidato à Presidência, o PPS acenou com uma última cartada para ex-senadora Marina Silva – que tenta registrar até esta quinta-feira a Rede Sustentabilidade. O Blog do PPS, escrito por jornalistas do partido em São Paulo, publicou nesta terça-feira um texto em defesa da candidatura de Marina à Presidência. “Trata-se de uma oportunidade ímpar poder votar nesta mulher que nos dá uma lição diária de vida, com equilíbrio, força, sensibilidade e inteligência, nesse país que precisa dia a dia derrotar a violência, a desigualdade, o preconceito, a injustiça e a pobreza”, diz o texto. “A candidatura presidencial de Marina Silva em 2014 é essencial para o Brasil.”

Questionada sobre um plano B – no PPS ou no PEN – diante da ameaça de naufrágio da Rede em obter registro do Tribunal Superior Eleitoral, Marina elogiou os socialistas em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo:  “O PPS é um partido que vem fazendo um movimento buscando a renovação, defende as candidaturas independentes, a quebra dos monopólios da política pelos partidos. E esse reconhecimento eu venho fazendo há muito tempo…”

Apesar disso, há resistências mútuas de aliados de Marina ao PPS – deputados do partido deram apoio ao Código Florestal – e também de correligionários do PPS a marineiros.

(Felipe Frazão, de São Paulo)

12/07/2013

às 20:05 \ governo Dilma Rousseff

Oposição pretende entrar com ação contra ministra

Após a Polícia Federal concluir que não é possível apontar a origem nem os responsáveis pelos boatos do fim do Bolsa Família, os partidos de oposição pretendem entrar com ações contra a Caixa Econômica Federal e a ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos). PSDB, PPS e DEM questionam o banco por ter antecipado o pagamento do benefício, e a ministra por ter sugerido que os partidos de oposição estariam por trás da boataria.

Para o líder da minoria na Câmara dos Deputados, o tucano Nilson Leitão (MT), o presidente da Caixa, Jorge Hereda, deve ser responsabilizado pelos tumultos ocorridos em maio em doze estados. “Por que o presidente da Caixa mentiu publicamente e disse que nada estava acontecendo? Que espontaneidade é essa?”, apontou Leitão, referindo-se à liberação antecipada dos pagamentos. “Ele tem de responder criminalmente”, defendeu.

“Espontâneo por não ter sido orquestrado, mas foi responsabilidade do próprio governo e da Caixa”, comentou no Twitter o presidente do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP).

Já o líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO), disse que cabe uma representação contra o banco e a ministra Maria do Rosário, esta última por ter “colocado o problema no colo das oposições” e por ter “vestido a camisa do partido”. “Ficou claro que o erro foi a Caixa ter antecipado e a ministra ter caluniado as oposições”, concluiu. Segundo Caiado, a Polícia Federal sabia desde o início das investigações que a Caixa Econômica falhou no processo e que os boatos eram dispersos, que seria difícil apontar a origem deles .

(Com Estadão Conteúdo)

15/04/2013

às 12:03 \ Câmara dos Deputados

Um teste para o PPS

A combatividade do PPS contra a corrupção passará por um bom teste nos próximos dias. Na quarta-feira, o partido vai oficializar sua fusão com o PMN. A partir de então, a deputada Jaqueline Roriz, hoje no PMN, será colega de bancada de deputados como Rubens Bueno, líder do PPS na Câmara. Em 2011, Bueno defendeu a cassação de Jaqueline, que foi filmada recebendo dinheiro sujo, e anunciou que sua bancada votaria em bloco pela punição da colega. No plenário, em votação secreta, Jaqueline escapou. Com a fusão, os oriundos do PPS finalmente terão poder para punir a deputada.

(Gabriel Castro, de Brasília)

12/04/2013

às 18:19 \ Eleições 2014

Serra fala em fortalecer a oposição e ataca Dilma

Tarja Eleições 2014Em evento do PPS, o tucano José Serra afirmou nesta sexta-feira que trabalhará para fortalecer a oposição contra a candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff no próximo ano. “A nossa responsabilidade é muito grande, a responsabilidade de estarmos juntos aqui, porque juntos precisamos encontrar uma alternativa”, disse. O ex-governador deixou no ar a possibilidade de a oposição lançar mais de um nome na disputa. “Não sei se unindo tudo em torno de uma candidatura ou se tendo várias candidaturas. Tendo até a achar que a segunda hipótese é a mais plausível, é a melhor”, afirmou.

Questionado diretamente por jornalistas se ele seria um dos candidatos da oposição, Serra desconversou: “Não significa que eu esteja me colocando [na disputa]“. Líderes do PPS, que negociam o fortalecimento do partido por meio de uma fusão com o PMN, já ofereceram legenda ao ex-governador e defendem que ele volte a concorrer ao Palácio do Planalto em 2014.

Nesta quinta, o também tucano Aécio Neves compareceu à convenção do PPS, fez um discurso de pré-candidato à Presidência da República e anunciou que assumirá o comando do PSDB. Questionado sobre disputas internas no passado,  Serra afirmou que “está zerado” com Aécio e que apoiará a escolha do senador mineiro para chefiar o partido.

Serra também disparou críticas à gestão de Dilma Rousseff e afirmou que o próximo presidente do Brasil “vai encontrar o país no chão”. “Nós vamos encontrar um país no chão, imagine ainda se tem reeleição. Vai ser abaixo do nível do chão”, disse. O tucano também atacou o PT: “É um grupo que capturou o poder do Brasil. Esse grupo não aceita a independência de poderes, não aceita a imprensa livre”.

(Marcela Mattos, de Brasília)

08/04/2013

às 20:04 \ Eleições 2014

PPS negocia fusão com o nanico PMN

Tarja Eleições 2014De olho nas eleições de 2014, a direção do PPS discutirá neste sábado a fusão com o nanico PMN. Segundo o presidente do partido, Roberto Freire (SP), a nova formação política está em discussão desde 1992, quando o PCB transformou-se em PPS. Freire afirma ter afinidade com o PMN, que tem apenas três deputados, e diz que há interesse das duas partes, “mas ainda nada concreto”.  Se houver consenso na reunião de sábado, será convocada um sessão do Congresso Nacional para confirmar a fusão.

Freire diz ainda que a aliança poderia culminar no lançamento de um nome para a disputa da eleição à Presidência. “Se tivermos só um candidato de oposição, as eleições serão resolvidas no primeiro turno. Que tenha mais de um candidato oposicionista. Nem Lula nem Dilma ganharam no primeiro turno”, disse.

(Marcela Mattos, de Brasília)

25/03/2013

às 17:05 \ Congresso Nacional

PPS quer explicações de ministro sobre elo com matadouro

SEM FISCALIZAÇÃO - O abate dos animais é feito com desrespeito total às mínimas exigências sanitárias (Sergio Dutti)

O PPS anunciou que vai protocolar até a manhã desta terça-feira na Mesa Diretora da Câmara um requerimento cobrando explicações do novo ministro da Agricultura, Antônio Andrade, sobre sua parceria com um abatedouro clandestino no município mineiro de Vazante. Reportagem de VEJA desta semana mostra que o Antônio Andrade, conhecido criador de gado, é cliente e amigo do proprietário do matadouro, que já foi autuado por abate ilegal e condições de higiene precárias.

“Trata-se de uma denúncia grave que precisa de um esclarecimento imediato do ministro. Como pode uma autoridade responsável por zelar pela saúde animal de nosso rebanho compactuar e se beneficiar de uma situação destas?”, afirmou o líder do partido, deputado Rubens Bueno (PR).

A reportagem de VEJA mostra que o novo ministro da Agricultura tem seis propriedades rurais em Vazante, sua base eleitoral, e um rebanho de mais de 3.000 cabeças de gado. Andrade fornece animais para o abate e usa a carne para alimentar funcionários de suas fazendas.

A Câmara tem prazo de 15 dias para enviar o ofício ao Ministério da Agricultura. Após o recebimento, Andrade terá 30 dias para apresentar uma resposta.

O Ministério Público de Minas Gerais solicitou à Polícia Ambiental uma inspeção no local de abate, a ser realizada na manhã desta terça-feira. De acordo com o promotor José Geraldo Rocha, a interdição será pedida caso o laudo aponte irregularidades no estabelecimento.

(Marcela Mattos, de Brasília)

27/02/2013

às 11:20 \ Uncategorized

Ex-vereadora será primeira brasileira no Parlamento da Itália

A ex-vereadora de Curitiba Renata Bueno se tornou a primeira mulher brasileira a conquistar uma vaga no Parlamento da Itália. Filha do líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno, ela obteve, nas eleições para o Legislativo, uma das vagas destinadas a sul-americanos que possuem cidadania italiana. Além dela, foram eleitos quatro deputados e um senador da América do Sul.

Renata tem 34 anos e, no ano passado, abriu mão da candidatura à prefeitura de Curitiba para que seu pai assumisse o posto de vice na chapa de Luciano Ducci (PSB). Entre 2009 e 2012 Renata cumpriu mandato de vereadora em Curitiba, sendo eleita com uma campanha que surfava na popularidade de Rubens Bueno e usava slogan “Tal pai, tal filha”. No último ano do seu mandato, ela ganhou destaque na imprensa local ao figurar como a campeã de faltas da Câmara Ao todo, foram 93 faltas (quase 24% das sessões daquele ano, entre faltas justificadas ou não). Em outubro ela não conseguiu se reeleger e amargou a suplência.

Há dez anos, a ex-vereadora iniciou uma especialização em Direitos Humanos pela Universidade de Padova. Foi quando se aproximou da política italiana e do PD – a principal legenda do bloco de centro-esquerda que se opõe ao grupo do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi.

Nas eleições italianas, a chapa de Renata recebeu no Brasil 21.000 votos. Sua assessoria estima que quase 90% dos votos tenham ido para a ex-vereadora. Se confirmada, é uma votação quase quatro vezes superior aos cerca de 5.000 votos que Renata recebeu em Curitiba em 2010, quando não conseguiu se reeleger.

(Gabriel Castro, de Brasília, e Jean-Philip Struck)

 

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