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humberto costa

06/10/2012

às 15:56 \ Eleições 2012

O PT e os astros no Recife

Já é tradição do ex-prefeito do Recife, João Paulo Lins e Silva (PT), recorrer à astrologia para definir grandes agendas de sua vida política. Após uma consulta a seu astrólogo Eduardo Maia, o petista anunciou que votará amanhã às 13h, no bairro de Santo Amaro, na capital pernambucana.

Candidato a vice-prefeito na chapa de Humberto Costa, que amarga apenas a terceira colocação na preferência do eleitorado, João Paulo recebeu um sinal dos astros de que o horário das 13h deste domingo de eleição será o momento mais favorável e com probabilidade de sucesso para a empreitada petista no pleito municipal.

Recorrer à ajuda, no mínimo inusitada, se justifica. Com chances reais de não conseguir chegar ao segundo turno, a dobradinha Humberto Costa-João Paulo, da coligação Para o Brasil seguir mudando, registra índices de intenção de voto menores que o do tucano Daniel Coelho, do PSDB. A preferência do eleitorado recifense recai sobre Geraldo Julio (PSB), apoiado pelo governador Eduardo Campos.

(Laryssa Borges, do Recife)

14/09/2012

às 21:07 \ Eleições 2012

Humberto Costa teme encontro entre Lula e Campos

O senador Humberto Costa, candidato do PT à prefeitura de Recife, está melindrado com o encontro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o governador Eduardo Campos, no domingo, em São Paulo. Onze pontos atrás do candidato de Campos, Geraldo Julio (PSB), o petista teme que o adversário use imagens do encontro e depoimentos de Lula nos programas de televisão. O governador Pernambucano desembarca na capital paulista com uma equipe de jornalista e cinegrafistas.

Campos almoçará com Lula no Centro de Tradições Nordestinas. O evento marcará o ingresso do governador pernambucano na campanha de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo. O objetivo é conquistar o eleitorado nordestino da cidade.

Embora os socialistas tenham sido os primeiros a fazer aliança com o PT em torno de Haddad, a relação entre o ex-presidente e o governador ficou estremecida depois que Campos rompeu a aliança com os petistas e lançou candidato próprio à prefeitura de Recife. De acordo com a última pesquisa Datafolha, divulgada nesta quarta-feira, Geraldo Julio, tem 34% das intenções de votos contra 23% de Humberto Costa.

Um camarote para cerca de 200 pessoas no CTN foi reservado para receber os convidados de Lula e Haddad. O governador Cid Gomes, do Ceará – que também rompeu com o PT e lançou candidatura própria à prefeitura de Fortaleza – e todos os governadores do Nordeste cujos partidos estão na base do governo Dilma foram chamados para o encontro. Cid, porém, já avisou que não comparecerá por estar fora do país.

(Thais Arbex, de São Paulo)

25/06/2012

às 21:51 \ CPI do Cachoeira

Leandro e Leonardo e Habermas

Humberto Costa lê o relatório em que pede a cassação de Demóstenes Torres: citações ecléticas (Foto: José Cruz/ABr)

É eclética a lista de citações do extenso relatório que a equipe do senador Humberto Costa (PT-PE) preparou para pedir a cassação de Demóstenes Torres: há, por exemplo, sete referências ao sociólogo Jürgen Habermas, duas à cientista política Hanna Arendt, duas à Bíblia, uma a Noel Rosa e uma a Leandro e Leonardo – sim, Costa cita a música “Entre Tapas e Beijos” quando se refere à relação entre Carlinhos Cachoeira e a máfia espanhola.

(Gabriel Castro, de Brasília)

12/06/2012

às 18:33 \ Eleições 2012

Para Lula, PSB e PT estão juntos no Recife. Só falta Campos concordar

Apesar dos sinais emitidos pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, de que o PSB pode lançar candidatura própria à prefeitura do Recife, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não admite a possibilidade de ser abandonado pelo PSB na capital pernambucana. No último fim de semana, Campos exonerou quatro secretários de estado, possíveis concorrentes ao pleito. Nesta terça-feira, porém, Lula deu sua palavra a Humberto Costa: PT e PSB estarão unidos em torno do nome do senador que, afinal, foi imposto pela direção nacional do partido no início de junho justamente para agradar ao governador pernambucano. Falta combinar com Campos.

Entre os exonerados por Campos estão Geraldo Julio (Secretaria de Desenvolvimento Econômico), Tadeu Alencar (Casa Civil), Danilo Cabral (Cidades) e Sileno Guedes (Articulação Social). Em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, Campos afirmou estar conversando com os partidos aliados da Frente Popular – num total de 16 – para decidir a posição do PSB. “A hora de tomar atitude vai chegar e na hora vamos tomar a atitude que for melhor para o povo do Recife”, disse ele. Nos bastidores, porém, os movimentos são vistos como uma forma de cacifar ainda mais o  apoio do PSB.

Campos desembarca em solo paulistano na sexta-feira para declarar ao ex-presidente Lula o apoio socialista à candidatura do ex-ministro Fernando Haddad à sucessão do prefeito Gilberto Kassab. Do encontro com Lula, também sairá a definição sobre o Recife.

Nesta terça-feira, em uma hora e meia de conversa no Instituto Lula, em São Paulo, o ex-presidente disse ao senador Humberto Costa que PT e PSB estarão unidos em torno de seu nome na disputa.

O encontro, que também teve a participação do presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão, começou por volta das 16h15. Costa, que pela manhã participou da reunião do Conselho de Ética do Senado, teve passagem relâmpago por São Paulo só para a conversa com o Lula. Sem almoçar, ao final do encontro comia barras de cereais enquanto conversava com o site de VEJA. “O presidente reafirmou o apoio dele à minha candidatura”, afirmou o senador. “Ele manifestou total confiança de que a minha candidatura será também a candidatura da Frente Popular lá no Recife. Não acredito que Eduardo Campos lançará candidatura própria. Ficamos de conversar entre amanhã e quinta-feira e estou muito confiante de que ele estará conosco. A unidade da Frente Popular é muito importante para o governo Dilma, para o governo dele e para Recife.”

Costa também afirmou que Lula prometeu trabalhar pessoalmente para construir a aliança entre os dois partidos. “Todo mundo sabe da relação positiva que Lula tem com o PSB e com Eduardo Campos”, disse. O ex-presidente também se comprometeu, disse o senador, a gravar participação nos programas de rádio e televisão para a campanha na capital pernambucana. “Assim que puder, o ex-presidente participará ativamente da campanha no Recife “.

Embora tenha se comprometido a procurar o prefeito João da Costa, que na tarde desta segunda com recurso ao Diretório Nacional do PT, pedindo revisão da decisão da executiva nacional do partido que impôs o nome do senador Humberto Costa como candidato à prefeitura da capital, o senador ainda não esteve com o prefeito. “Estou esperando a poeira baixar um pouco”, disse. “Houve uma disputa muito traumática. No momento que a coisa acalmar, vou procurá-lo”.

A direção petista tem uma reunião marcada para o próximo dia 25, em Brasília, mas o recurso de João da Costa não deve alterar a decisão da cúpula, que recorreu à resolução aprovada há um mês, em reunião do Diretório Nacional do PT em Porto Alegre, para intervir na capital de Pernambuco e indicar o nome do senador Humberto Costa. De acordo com a medida, a escolha dos candidatos à prefeitura das cidades – onde o partido não chegar a um consenso –  com mais de 200 000 eleitores, que tenham emissoras de rádio e televisão locais ou que sejam polos econômicos, terá de ser homologada pela direção nacional do partido.

(Thais Arbex, de São Paulo)

06/06/2012

às 23:02 \ Eleições 2012

Com a benção da chefe

No dia seguinte ao PT intervir no Recife para impor a candidatura Humberto Costa à prefeitura, o senador ligou para o chefe de gabinete da presidente, Giles Azevedo, para pedir o apoio da presidente Dilma Rousseff à sua campanha. O senador, que foi indicado com o aval do ex-presidente Lula, espera ser recebido por Dilma depois do feriado de Corpus Christi.

(Thais Arbex, de São Paulo)

05/06/2012

às 18:34 \ Eleições 2012

A guerra de manifestos dos petistas pernambucanos

O senador Humberto Costa e o prefeito do Recife, João da Costa: disputa nas mãos de Eduardo Campos

O diretório do PT em Recife vive hoje um dia decisivo. A Executiva Nacional do partido se reúne em São Paulo para decidir por uma intervenção no diretório municipal e impor o nome do candidato do partido a prefeito da capital pernambucana. Estão na disputa o atual prefeito, João da Costa, que não abre mão de disputar a reeleição, e o senador Humberto Costa, preferido pela cúpula petista por ser o nome que mais agrada ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB.

Campos aguarda essa decisão para anunciar – ou não – o apoio do PSB ao candidato do PT em São Paulo, Fernando Haddad.

Enquanto esperam pelas deliberações, os pernambucanos travam uma guerra de manifestos na tentativa de influenciar a cúpula do PT.

O grupo que apoiava a candidatura do secretário de Governo de Pernambuco, Mauricio Rands, e que agora trabalha para que Humberto Costa seja o candidato, divulgou carta exigindo “posição firme da Executiva Nacional ante o constrangimento provocado pelas más práticas e equivocada postura do prefeito João da Costa”. Segundo eles, o atual prefeito adota um discurso de “vitimização para confundir e disfarçar seu isolamento político”. O texto é assinado por 163 petistas.

“O nome do senador Humberto Costa é a única solução viável para reverter a difícil situação do partido”, diz o manifesto que repudia ainda o “direito nacional à reeleição” de João da Costa.

Em resposta, a corrente do PT pernambucano que apoia o nome de João da Costa divulgou outra carta aberta à executiva nacional, apelando à direção para “honrar” a resolução de 24 de maio, em São Paulo, na qual foi pedido a Rands e a João da Costa que aceitassem a derrota e apoiassem o candidato vencedor. O texto também afirma que o nome de Humberto Costa jamais foi submetido à apreciação das bases. “Indica-ló seria uma desconsideração com os filiados recifenses”.

“Uma intervenção no Diretório Municipal do Recife seria uma violência política desnecessária, injustificável e que ampliaria sobremaneira o desgaste do PT na capital pernambucana”.

A se considerar pela decisão do presidente municipal do PSB em São Paulo, Márcio França, de deixar o governo Geraldo Alckmin, os defensores de João da Costa estão gastando verbo à toa.

(Thaís Arbex)


24/04/2012

às 18:15 \ Câmara dos Deputados, Senado

PT escala senadores para CPI

A bancada do PT no Senado confirmou nesta terça-feira seus seis integrantes na CPI do Cachoeira. Humberto Costa (PE) e José Pimentel (CE) serão os titulares. Wellington Dias (PI), Walter Pinheiro (BA), Delcídio Amaral (MT) e Jorge Viana (AC), os suplentes.

Dentro do bloco governista, o PCdoB também anunciou a indicação de Vanessa Grazziotin (AM) e o PSB de Lídice da Mata (BA), que serão titulares.

O prazo para a indicação dos membros da CPI se encerra às 19h30 desta terça. Veja os nomes já confirmados:

Câmara:

PT – titulares: Odair Cunha (MG), Paulo Teixeira (SP) e Cândido Vaccarezza. Suplentes: Doutor Rosinha (PR), Luiz Sérgio (RJ) e Sibá Machado (AC)
PMDB – titulares: Luiz Pitiman (DF) e Íris de Araújo (GO). Faltam dois suplentes.
PSDB – titulares: Carlos Sampaio (SP) e Fernando Francischini (PR). Suplentes: Domingos Sávio (MG) e Rogério Marinho (RN)
DEM – titular: Onyx Lorenzoni (RS). Suplente: Mendonça Prado (SE)
PSB – titular: Paulo Foleto (ES). Suplente: Glauber Braga (RJ)
PTB – titular: Sílvio Costa (PE). Suplente: Arnaldo Faria de Sá (SP)
PR – titular Maurício Quintela Lessa (AL). Suplente: Ronaldo Fonseca (DF)
PDT – titular: Miro Teixeira (RJ). Suplente: Vieira da Cunha (RS)
PSC – titular: Filipe Pereira (RJ). Suplente: Hugo Leal (RJ)
PPS – titular: Rubens Bueno (PR)
PV – suplente:Sarney Filho (MA)

Senado:

PT – titulares: Humberto Costa (PE) e José Pimentel (CE). Suplentes: Wellington Dias (PI), Walter Pinheiro (BA) e Delcídio Amaral (MT) e Jorge Viana (AC)
PSDB – titular: Alvaro Dias (PR). Suplentes: Cássio Cunha Lima (PB) e Aloysio Nunes Ferreira (SP)
PMDB – titulares: Vital do Rêgo Filho (PB), Romero Jucá (RR), Jarbas Vasconcelos (PE)*. Falta um suplente
PCdoB – titular: Vanessa Grazziotin (AM)
DEM – titular: Jayme Campos (MT)
PTB – titular: Fernando Collor (AL)
PDT – titular: Pedro Taques (MT). Suplente: Acir Gurgacz (RO)
PP – titular: Ciro Nogueira (PI)
PR – suplente: Vicentinho Alves (TO)
PSB – titular: Lídice da Mata (BA)
PSOL – suplente: Randolfe Rodrigues (AP)**

* Vaga cedida pelo PSDB
** Vaga cedida pelo DEM

(Gabriel Castro, de Brasília)

10/02/2011

às 15:58 \ Senado

Senadores petistas divergem sobre corte de emendas

O corte de gastos no valor de 50 bilhões de reais anunciado pelo governo nesta quarta-feira gerou insatisfação não só da oposição, mas também de integrantes do PT. Alguns parlamentares consideram desnecessária a redução de recursos destinados a emendas individuais em torno de 86%. O corte, que atingiria 18 dos 21 bilhões de reais remetidos ao Legislativo, ainda não é consenso na bancada do PT no Senado.

Para o senador Delcídio Amaral (PT-MS), o contingenciamento deveria ser limitado às emendas de bancada. “Não precisa cortar emenda, mas administrá-la. Todo o mundo sabe, por exemplo, que você não cumpre emenda de bancada na sua totalidade. Já os parlamentares geralmente liberam todas as suas emendas individuais. Existem maneiras de não utilizar recursos, mas sem necessidade de cortes”, avaliou.

Pressão – Já o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), defende a ação adotada pelo governo. Segundo ele, a medida é emergencial diante da pressão inflacionária e a situação deve se normalizar no decorrer do ano. “Quando as receitas forem se confirmando, o governo vai paulatinamente liberando os recursos, inclusive de emendas parlamentares”, disse.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) também preferiu se alinhar à postura governista. Para ela, o Congresso Nacional precisa contribuir para os cortes, já que as emendas não costumam desenhar projetos de infraestrutura. Hoffmann admite, no entanto, que será difícil convencer os aliados: “Será o grande teste de fogo da nossa base”.

(Luciana Marques, de Brasília)

07/02/2011

às 16:15 \ Câmara dos Deputados

Bancada do PT na Câmara define prioridades para 2011

A bancada do PT na Câmara se reúne nesta segunda-feira, em Brasília, para definir a forma de atuação dos deputados do partido no primeiro ano da nova legislatura. O seminário, que se encerra nesta terça-feira, serve para que os parlamentares acertem os ponteiros e evitem divisões dentro da bancada – que é a maior da Câmara.

Salário mínimo – Um dos principais temas do encontro deve ser o posicionamento da bancada a respeito do salário mínimo. Na manhã desta segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff pediu ao líder do governo na câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), que garanta 100% dos votos do partido para o mínimo de 545 reais, defendido pelo Planalto. As centrais sindicais cobram um valor maior.

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), o líder do PT no Senado, Humberto Costa, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, e o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, participam do encontro.

(Gabriel Castro, de Brasília)

27/01/2011

às 19:57 \ Senado

Senado: revezamento na Vice-Presidência

A bancada do PT encontrou uma solução para o impasse na escolha do vice-presidente do Senado Federal. Como nem Marta Suplicy (SP), nem José Pimentel (CE) abriram mão de ocupar a vaga, eles vão se revezar na Vice-Presidência. Ou seja, um deles vai ocupar o cargo no primeiro ano legislativo e será substituído pelo outro no ano seguinte. Para isso, o primeiro a ocupar a Vice-Presidência terá de renunciar e haverá uma nova eleição.

Marta Suplicy negou que tenha brigado com o colega por causa da função. “Aqui não teve estresse nenhum”, afirmou após o encontro. Os senadores terão até a próxima terça-feira, dia da votação da Mesa Diretora, para decidir quem ocupará primeiro a função. “Toda a celeuma que havia até agora se transformou apenas em um debate sobre a oportunidade de quem começa”, afirmou o futuro líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

O critério de rotatividade se estenderá à Presidência das comissões. Os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Eduardo Suplicy (PT-SP), por exemplo, vão dividir o cargo de presidente da Comissão de Assuntos Econômicos.

Crise com PMDB – Os senadores petistas estão insatisfeitos com o critério apresentado pelo PMDB para escolha das comissões. O partido quer um critério baseado no tamanho das legendas e não no tamanho das bancadas, como é tradição na Casa, o que gera prejuízos ao PT. Com mais senadores eleitos, o PMDB garantiria mais espaço. Os petistas ficariam em uma condição pior do que a dos tucanos, por exemplo.

Petistas devem conversar com o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), para convencê-lo a adotar o critério baseado em blocos. Humberto Costa negou que haja crise entre os partidos antes mesmo do início da nova legislatura e disse que o apoio a José Sarney (PMDB-AP) à Presidência da Casa será mantido.

O PT quer formar um bloco com 30 senadores do PSB, PCdoB, PR, PRB e PDT. O PMDB aceitou a formação do bloco liderado pelos petistas, desde que o partido fique com a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) – a mais disputada do Senado.

(Luciana Marques, de Brasília)

 

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