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agnelo queiroz

06/11/2013

às 15:35 \ Uncategorized

Amizade intacta

fotomaquiQuando VEJA mostrou o exército de perfis falsos criados a mando do governo do Distrito Federal para espalhar elogios a Agnelo Queiroz e atacar adversários nas redes sociais, o petista disse que nada tinha a ver com o caso. Mas, pelo visto, o governador não ficou muito irritado com Sérgio Diniz e Rosa Sarkis, o casal que operava a fábrica de robôs na internet. Ele continua se encontrando com os responsáveis pela farsa, donos de uma empresa que recebeu recursos públicos do governo do DF. Na semana passada, Rosa esteve ao lado do governador e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no evento que celebrou os dez anos do Bolsa Família – e cuja presença era restrita a convidados. Orgulhosa, ela exibiu a foto na internet.

A propósito, a fábrica de perfis falsos de Rosa e Diniz continua operando, embora mais discretamente.

(Gabriel Castro, de Brasília)

 

06/05/2013

às 16:38 \ Eleições 2014

Do TCU para o governo do DF

Tarja Eleições 2014Diante do mau desempenho da gestão Agnelo Queiroz (PT) e da derrocada política de Joaquim Roriz (PSC) e José Roberto Arruda, novos nomes buscam espaço no cenário eleitoral do Distrito Federal para as eleições do ano que vem. Os deputados Reguffe (PDT), Luiz Pitiman (PMDB) e os senadores Rodrigo Rollemberg (PSB) e Gim Argello (PTB) cobiçam o cargo. Agora, outro nome entra na roda de especulações: Valmir Campelo, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), que se aposenta do cargo em outubro e pensa em voltar à política.

Campelo já foi senador e ficou em segundo lugar na disputa pelo governo do Distrito Federal em 1994. Uma das opções avaliadas pelo ministro seria ingressar no PMDB. Mas, por enquanto, a ideia esbarra em um adversário: o peemedebista Tadeu Filippelli, atual vice-governador do DF.

(Gabriel Castro, de Brasília)

18/04/2013

às 16:41 \ Política partidária

Luiz Estevão comandará PRTB em Brasília

O ex-senador Luiz Estevão vai assinar sua filiação ao PRTB nos próximos dias. Ele acertou, nesta quarta-feira, o ingresso na sigla do lendário Levy Fidélix. Cassado por corrupção há treze anos, o empresário vai comandar a legenda no Distrito Federal e deve usar sua influência para atrair nomes para o partido. Estevão não vai, entretanto, disputar eleições: “Estou inelegível até 2022. Não tenho pretensões político-eleitorais, até porque não posso tê-las”, disse ele ao site de VEJA nesta quinta-feira.

Antigo adversário do PT, o ex-senador agora diz que não veria problemas em se aproximar do governador Agnelo Queiroz. “Tenho uma boa relação com o PT, até porque o meu adversário era o Cristovam Buarque, que hoje está no PDT”. Na prática, o ex-senador já era aliado do petista: até hoje, Estevão estava filiado ao PMDB – a sigla do vice-governador Tadeu Filipelli.

(Gabriel Castro, de Brasília)

28/06/2012

às 12:39 \ CPI do Cachoeira

CPI deixa depoentes “de castigo”

O comando da CPI do Cachoeira resolveu fazer uma pequena maldade com dois dos depoentes convocados para esta quarta-feira. Marcello de Oliveira e João Carlos “Zunga” Feitosa, ex-funcionários do governo do Distrito Federal, pretendem se manter em silêncio na Comissão Parlamentar de Inquérito. Normalmente, a presidência da CPI dispensaria logo a dupla e depois passaria ao depoimento de Cláudio Monteiro, ex-assessor de Agnelo Queiroz – esse sim, disposto a falar. Mas os integrantes da comissão já estão impacientes com o excesso de testemunhas silenciosas.

O deputado Sílvio Costa (PTB-PE) sugeriu que Monteiro fosse o primeiro a falar, o que obrigaria Marcello e Zunga a aguardar longas horas até poder ir para casa. “Vamos deixar esse povo de castigo aí, por quatro ou cinco horas, senhor presidente!”, propôs Costa ao deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que preside a sessão. O petista consentiu: “Vou acatar a proposta de vossa excelência sem acatar os argumentos”.

(Gabriel Castro, de Brasília)

14/06/2012

às 11:08 \ CPI do Cachoeira

Oposição quer ampliar prazo de quebra de sigilos

A oposição vai pedir à CPI do Cachoeira que o período da quebra de sigilo dos governadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Agnelo Queiroz (PT-DF) seja de dez, e não de cinco anos, como programado. Isso porque, no caso de Agnelo, umas das interrogações diz respeito à compra da casa em que o petista vive, transação que ocorreu em março de 2007 – e, portanto, fora das informações obtidas pela CPI.

A comissão deve votar nesta quinta-feira a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico da dupla. A reunião da CPI, que estava marcada para as 10h15, sofreu um atraso de 40 minutos por causa de um impasse sobre a possibilidade de convocação do ex-presidente da Delta, Fernando Cavendish, e do ex-diretor do Dnit, Luiz Antonio Pagot. A sessão foi iniciada ainda sem acordo.

(Gabriel Castro, de Brasília)

13/06/2012

às 21:08 \ CPI do Cachoeira

Quebra de sigilo de Agnelo não explicará compra de casa

Agnelo na CPI do Cachoeira: esperteza ao abrir o sigilo bancário (foto: Wilson Dias/ABr)

Um dos pontos fracos do governador Agnelo Queiroz em seu depoimento à CPI do Cachoeira nesta quarta foi a compra de sua casa, que custou quase o dobro de todo o patrimônio declarado por ele à Receita Federal no ano anterior. O governador se recusou a dar detalhes da origem dos recursos empregados na transação. Dizia apenas que, como abriu mão de seu sigilo bancário e fiscal, os dados iriam responder os questionamentos. Mas não é bem assim.

Os investigados pela CPI tiveram o sigilo quebrado por um período de dez anos. No caso de Agnelo, testemunha, o prazo foi de cinco anos. Como a transação da casa foi feita em março de 2007, ficaria de fora dos dados financeiros do petista que serão encaminhados à CPI.

O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) também citou o fato de a Justiça já ter quebrado, no ano passado, os sigilos fiscal e bancário de Agnelo – dados que a CPI tem poder de requisitar – para ironizar a postura do petista, que ofereceu as informações à CPI : “Nao se quebra sigilo de sigilo já quebrado”.

(Gabriel Castro, de Brasília)

13/06/2012

às 13:19 \ CPI do Cachoeira

Torcida pró-Agnelo na CPI tem Agaciel Maia

O governador Agnelo Queiroz levou consigo à CPI do Cachoeira uma extensa equipe que incluiu seu vice, Tadeu Filipelli (PMDB), secretários de governo e cerca de 20 dos 24 deputados distritais. Na heterogênea base aliada do petista estão figuras como Rôney Nemer (PMDB), Aylton Gomes (PR) e Cristiano Araújo (PTB), que estiveram na berlinda durante a Operação Caixa de Pandora e foram leais aliados dos ex-governadores Joaquim Roriz e José Roberto Arruda – os mesmos que, indiretamente, Agnelo tem atacado em seu depoimento.

O time do governador no Congresso também conta com a presença de Agaciel Maia (PTC), ex-diretor-geral do Senado, que encontrou abrigo na Câmara Legislativa do Distrito Federal depois de ser demitido durante o escândalo dos atos secretos. “Acredito que não exista nada de grave, de concreto contra o governador”, afirmou Agaciel ao site de VEJA. Palavra de quem conhece o assunto.

Os deputados distritais e secretários não puderam demonstrar seu apoio presencialmente: foram barrados na porta da CPI e tiveram que acompanhar o depoimento do governador pela televisão, em uma sala ao lado.

(Gabriel Castro, de Brasília)

05/06/2012

às 10:59 \ Uncategorized

Escaldado, Agnelo reforça time no Congresso

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), exonerou dois deputados federais que tinham cargos em sua gestão: Paulo Tadeu, secretário de Governo, e Geraldo Magela, de Habitação. Tadeu era o mais poderoso subordinado do governador – e também foco de acusações de corrupção. Magela, petista influente, por pouco não concorreu ao governo no lugar do próprio Agnelo.

A decisão tem um objetivo claro: reforçar o claudicante time pró-Agnelo no Congresso. Na semana passada, a CPI Cachoeira aprovou a convocação do petista para falar sobre suas relações com o grupo do contraventor que comandava a máfia dos caça-níqueis em Goiás.

(Gabriel Castro, de Brasília)

31/05/2012

às 10:58 \ CPI do Cachoeira

Perillo falará à CPI em 12 de junho

A CPI do Cachoeira marcou para 12 de junho o depoimento do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). No dia seguinte, será a vez de Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal. A convocação da dupla foi aprovada nesta quarta-feira pela Comissão Parlamentar de Inquérito. Perillo, que pretendia depor já na terça-feira que vem, terá de esperar.

(Gabriel Castro, de Brasília)

17/05/2012

às 15:03 \ CPI do Cachoeira

Problema de agenda

A CPI do Cachoeira aprovou nesta quinta-feira a convocação de 51 pessoas para depor aos parlamentares. A notícia é boa porque permite o avanço das investigações. Ao mesmo tempo, a extensa lista pode atolar os trabalhos da comissão. A CPI vem se reunindo duas vezes por semana e ainda não conseguiu ouvir mais de um depoimento por dia.

Nesse ritmo, seriam necessárias 26 semanas apenas para ouvir os convocados pela comissão nesta quinta-feira – sem contar os nomes que os parlamentares devem acrescentar a essa lista. A agenda da comissão já está cheia até o fim de maio. Mantido o modelo atual de trabalho, os depoimentos só se encerrariam em dezembro. Acontece que o prazo de 180 dias para o funcionamento da CPI se encerra no fim de outubro.

O presidente Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB) admitiu nesta quinta-feira que pode aumentar de dois para três os dias de sessão da CPI – o colegiado passaria a se encontrar às segundas, terças e quintas. Outra opção é concentrar mais de um depoimento por dia. Ainda assim, o cronograma ficaria apertado. Não por acaso, há quem veja na aprovação das 51 convocações uma tentativa de travar o debate na CPI e poupar tanto as ligações da Delta com o governo federal quanto as investigações sobre os governadores Marconi Perillo e Agnelo Queiroz.

(Gabriel Castro, de Brasília)

 

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