Blogs e Colunistas

agnelo queiroz

06/05/2013

às 16:38 \ Eleições 2014

Do TCU para o governo do DF

Tarja Eleições 2014Diante do mau desempenho da gestão Agnelo Queiroz (PT) e da derrocada política de Joaquim Roriz (PSC) e José Roberto Arruda, novos nomes buscam espaço no cenário eleitoral do Distrito Federal para as eleições do ano que vem. Os deputados Reguffe (PDT), Luiz Pitiman (PMDB) e os senadores Rodrigo Rollemberg (PSB) e Gim Argello (PTB) cobiçam o cargo. Agora, outro nome entra na roda de especulações: Valmir Campelo, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), que se aposenta do cargo em outubro e pensa em voltar à política.

Campelo já foi senador e ficou em segundo lugar na disputa pelo governo do Distrito Federal em 1994. Uma das opções avaliadas pelo ministro seria ingressar no PMDB. Mas, por enquanto, a ideia esbarra em um adversário: o peemedebista Tadeu Filippelli, atual vice-governador do DF.

(Gabriel Castro, de Brasília)

18/04/2013

às 16:41 \ Política partidária

Luiz Estevão comandará PRTB em Brasília

O ex-senador Luiz Estevão vai assinar sua filiação ao PRTB nos próximos dias. Ele acertou, nesta quarta-feira, o ingresso na sigla do lendário Levy Fidélix. Cassado por corrupção há treze anos, o empresário vai comandar a legenda no Distrito Federal e deve usar sua influência para atrair nomes para o partido. Estevão não vai, entretanto, disputar eleições: “Estou inelegível até 2022. Não tenho pretensões político-eleitorais, até porque não posso tê-las”, disse ele ao site de VEJA nesta quinta-feira.

Antigo adversário do PT, o ex-senador agora diz que não veria problemas em se aproximar do governador Agnelo Queiroz. “Tenho uma boa relação com o PT, até porque o meu adversário era o Cristovam Buarque, que hoje está no PDT”. Na prática, o ex-senador já era aliado do petista: até hoje, Estevão estava filiado ao PMDB – a sigla do vice-governador Tadeu Filipelli.

(Gabriel Castro, de Brasília)

28/06/2012

às 12:39 \ CPI do Cachoeira

CPI deixa depoentes “de castigo”

O comando da CPI do Cachoeira resolveu fazer uma pequena maldade com dois dos depoentes convocados para esta quarta-feira. Marcello de Oliveira e João Carlos “Zunga” Feitosa, ex-funcionários do governo do Distrito Federal, pretendem se manter em silêncio na Comissão Parlamentar de Inquérito. Normalmente, a presidência da CPI dispensaria logo a dupla e depois passaria ao depoimento de Cláudio Monteiro, ex-assessor de Agnelo Queiroz – esse sim, disposto a falar. Mas os integrantes da comissão já estão impacientes com o excesso de testemunhas silenciosas.

O deputado Sílvio Costa (PTB-PE) sugeriu que Monteiro fosse o primeiro a falar, o que obrigaria Marcello e Zunga a aguardar longas horas até poder ir para casa. “Vamos deixar esse povo de castigo aí, por quatro ou cinco horas, senhor presidente!”, propôs Costa ao deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que preside a sessão. O petista consentiu: “Vou acatar a proposta de vossa excelência sem acatar os argumentos”.

(Gabriel Castro, de Brasília)

14/06/2012

às 11:08 \ CPI do Cachoeira

Oposição quer ampliar prazo de quebra de sigilos

A oposição vai pedir à CPI do Cachoeira que o período da quebra de sigilo dos governadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Agnelo Queiroz (PT-DF) seja de dez, e não de cinco anos, como programado. Isso porque, no caso de Agnelo, umas das interrogações diz respeito à compra da casa em que o petista vive, transação que ocorreu em março de 2007 – e, portanto, fora das informações obtidas pela CPI.

A comissão deve votar nesta quinta-feira a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico da dupla. A reunião da CPI, que estava marcada para as 10h15, sofreu um atraso de 40 minutos por causa de um impasse sobre a possibilidade de convocação do ex-presidente da Delta, Fernando Cavendish, e do ex-diretor do Dnit, Luiz Antonio Pagot. A sessão foi iniciada ainda sem acordo.

(Gabriel Castro, de Brasília)

13/06/2012

às 21:08 \ CPI do Cachoeira

Quebra de sigilo de Agnelo não explicará compra de casa

Agnelo na CPI do Cachoeira: esperteza ao abrir o sigilo bancário (foto: Wilson Dias/ABr)

Um dos pontos fracos do governador Agnelo Queiroz em seu depoimento à CPI do Cachoeira nesta quarta foi a compra de sua casa, que custou quase o dobro de todo o patrimônio declarado por ele à Receita Federal no ano anterior. O governador se recusou a dar detalhes da origem dos recursos empregados na transação. Dizia apenas que, como abriu mão de seu sigilo bancário e fiscal, os dados iriam responder os questionamentos. Mas não é bem assim.

Os investigados pela CPI tiveram o sigilo quebrado por um período de dez anos. No caso de Agnelo, testemunha, o prazo foi de cinco anos. Como a transação da casa foi feita em março de 2007, ficaria de fora dos dados financeiros do petista que serão encaminhados à CPI.

O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) também citou o fato de a Justiça já ter quebrado, no ano passado, os sigilos fiscal e bancário de Agnelo – dados que a CPI tem poder de requisitar – para ironizar a postura do petista, que ofereceu as informações à CPI : “Nao se quebra sigilo de sigilo já quebrado”.

(Gabriel Castro, de Brasília)

13/06/2012

às 13:19 \ CPI do Cachoeira

Torcida pró-Agnelo na CPI tem Agaciel Maia

O governador Agnelo Queiroz levou consigo à CPI do Cachoeira uma extensa equipe que incluiu seu vice, Tadeu Filipelli (PMDB), secretários de governo e cerca de 20 dos 24 deputados distritais. Na heterogênea base aliada do petista estão figuras como Rôney Nemer (PMDB), Aylton Gomes (PR) e Cristiano Araújo (PTB), que estiveram na berlinda durante a Operação Caixa de Pandora e foram leais aliados dos ex-governadores Joaquim Roriz e José Roberto Arruda – os mesmos que, indiretamente, Agnelo tem atacado em seu depoimento.

O time do governador no Congresso também conta com a presença de Agaciel Maia (PTC), ex-diretor-geral do Senado, que encontrou abrigo na Câmara Legislativa do Distrito Federal depois de ser demitido durante o escândalo dos atos secretos. “Acredito que não exista nada de grave, de concreto contra o governador”, afirmou Agaciel ao site de VEJA. Palavra de quem conhece o assunto.

Os deputados distritais e secretários não puderam demonstrar seu apoio presencialmente: foram barrados na porta da CPI e tiveram que acompanhar o depoimento do governador pela televisão, em uma sala ao lado.

(Gabriel Castro, de Brasília)

05/06/2012

às 10:59 \ Uncategorized

Escaldado, Agnelo reforça time no Congresso

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), exonerou dois deputados federais que tinham cargos em sua gestão: Paulo Tadeu, secretário de Governo, e Geraldo Magela, de Habitação. Tadeu era o mais poderoso subordinado do governador – e também foco de acusações de corrupção. Magela, petista influente, por pouco não concorreu ao governo no lugar do próprio Agnelo.

A decisão tem um objetivo claro: reforçar o claudicante time pró-Agnelo no Congresso. Na semana passada, a CPI Cachoeira aprovou a convocação do petista para falar sobre suas relações com o grupo do contraventor que comandava a máfia dos caça-níqueis em Goiás.

(Gabriel Castro, de Brasília)

31/05/2012

às 10:58 \ CPI do Cachoeira

Perillo falará à CPI em 12 de junho

A CPI do Cachoeira marcou para 12 de junho o depoimento do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). No dia seguinte, será a vez de Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal. A convocação da dupla foi aprovada nesta quarta-feira pela Comissão Parlamentar de Inquérito. Perillo, que pretendia depor já na terça-feira que vem, terá de esperar.

(Gabriel Castro, de Brasília)

17/05/2012

às 15:03 \ CPI do Cachoeira

Problema de agenda

A CPI do Cachoeira aprovou nesta quinta-feira a convocação de 51 pessoas para depor aos parlamentares. A notícia é boa porque permite o avanço das investigações. Ao mesmo tempo, a extensa lista pode atolar os trabalhos da comissão. A CPI vem se reunindo duas vezes por semana e ainda não conseguiu ouvir mais de um depoimento por dia.

Nesse ritmo, seriam necessárias 26 semanas apenas para ouvir os convocados pela comissão nesta quinta-feira – sem contar os nomes que os parlamentares devem acrescentar a essa lista. A agenda da comissão já está cheia até o fim de maio. Mantido o modelo atual de trabalho, os depoimentos só se encerrariam em dezembro. Acontece que o prazo de 180 dias para o funcionamento da CPI se encerra no fim de outubro.

O presidente Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB) admitiu nesta quinta-feira que pode aumentar de dois para três os dias de sessão da CPI – o colegiado passaria a se encontrar às segundas, terças e quintas. Outra opção é concentrar mais de um depoimento por dia. Ainda assim, o cronograma ficaria apertado. Não por acaso, há quem veja na aprovação das 51 convocações uma tentativa de travar o debate na CPI e poupar tanto as ligações da Delta com o governo federal quanto as investigações sobre os governadores Marconi Perillo e Agnelo Queiroz.

(Gabriel Castro, de Brasília)

07/05/2012

às 17:23 \ Câmara dos Deputados, Senado

O que diz o segredo

Para os integrantes da CPI do Cachoeira, esta segunda-feira foi o primeiro dia de consultas ao inquérito sigiloso da operação Vegas. Da análise das conversas, surge uma conclusão que reforça suspeitas anteriores: o senador Demóstenes Torres era usado como ponta-de-lança da quadrilha para se infiltrar no governo do Distrito Federal. Quando o grupo não conseguia o que queria junto à gestão de Agnelo Queiroz, pedia que o senador intensificasse as críticas à gestão petista na capital. Quando era preciso, o senador amansava o discurso.

(Gabriel Castro, de Brasília)

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados