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24/03/2011

às 17:18 \ governo Dilma Rousseff

Estudantes querem 10% do PIB para educação

O presidente da UNE, Augusto Chagas, entrega reivindicações à presidente Dilma. (Foto: Antonio Cruz/Abr)

Representantes do movimento estudantil entregaram nesta quinta-feira à presidente Dilma Rousseff, ao ministro da Educação, Fernando Haddad, e ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, um documento com 59 emendas ao Plano Nacional de Educação. A principal reivindicação é a ampliação dos recursos destinados à área de 4% para 10% do Produto Interno Bruto (PIB).

Os integrantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) fizeram uma manifestação na Esplanada dos Ministérios na manhã desta quinta, interrompendo o trânsito no Eixo Monumental nos arredores do Congresso Nacional. Depois os líderes do movimento reuniram-se com a presidente Dilma no Planalto. O encontro não estava previsto na agenda presidencial.

Os estudantes também pediram aprovação do projeto que destina 50% do fundo social do pré-sal para a educação. “Faz todo sentido apostar a riqueza do país no futuro do país”, concordou a presidente na reunião. Ela reafirmou seu compromisso com a educação e disse que o Planalto está de portas abertas aos movimentos.

O presidente da UNE, Augusto Chagas, avalia que houve avanços na educação, mas que ainda há deficiências a serem corrigidas. “Acreditamos que a caminhada é longa e ainda estamos distantes do que desejamos para a educação brasileira”, defendeu.

Manifestantes da UNE mergulham no espelho d'água na frente do Congresso Nacional: protesto virou festa. (Foto: Marcello Casal Jr./Abr)

(Luciana Marques, de Brasília)

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7 Comentários

  1. Gilberto Ramos

    -

    13/10/2011 às 16:30

    Utopia e o Caminho

    Uma visualização da estrutura do Estado em relação a singularidade e sua particularidade, se assim posso afirmar ,determina uma maior intervenção na aparência e não a partir das razões manifestar a extinção da instituição como estratégia para transformação da sociedade,esta Negação transforma a verdade no sujeito corruptível, desfavorável a participação nos espaços de decisões políticas.
    Somente a Educação à partir da maior transmissão do conhecimento dos direitos do cidadão pelos meios de comunicação e sua manutenção em geral e não somente a cifra na participação do PIB mas também a participação concreta da sociedade como novo sujeito nos espaços de decisão do Poder Parlamentar.
    A problemática do ensino publico em relação ao privado, torna distintas não somente a metodologia e sua pratica mas também expõe e ridiculariza o educando e desvaloriza o educador nas ferramentas usadas pelo Estado nas avaliações individuais e seus múltiplos aspectos da totalidade. Unificar a estrutura do ensino privado as instituições forjando o maior acesso ao conhecimento, transformaria a sociedade e evoluiria o processo da construção do Poder Popular.
    Acredito na transformação da sociedade por conviver e contribuir nos diferentes espaços e meios ao aceitar suas diferenças e gerar tendência ontológicas.Nega-las aumenta a distância da evolução no consciente e o que falamos e o que fazemos continuarão DISTINTAS.

    Gilberto Ramos
    Assentado no Projeto de Reforma Agrária -SIPRA
    (MST- Goiás)

  2. Francisco Kaveski

    -

    01/04/2011 às 16:46

    É verdadeiro, legal e ñ é gasto politiqueiro sem retorno algum.
    O Chile tem ensino em tempo integral e nós ñ temos. E ainda queremos ser chamados de paiz de 1o mundo.
    Minha Presidenta Dilma de todas as criancinhas brasileiras, que em suas casas ñ tem as 3 refeições diarias exigidas para o seu desenvolvimento, que tambem é do BRASIL. Olhe por élas e entre nessa revolução educacional. O certo certissimo é 20 % para a educação.
    Mas vamos fazer por etapa, comece com 10 % e vá subindo paulatinamente até os 20.Ensino em tempo integral c/ 3 refeições diarias + transporte + uniforme e mat. escolar
    As creches e as merendas escolares estão precisando que a Sra. tome medidas drasticas, aplicando a lei com severidade nos inhumanos serventuarios publicos que roubam as boalachinhas das boquinhas das crancinhas brasileiras.
    Estou escrevendo e chorando, porque eu sei o que é que a má alimentação fáz com os cerebros, são mal formados e ñ podem ser recuperados, por mais que a ciência médica queira recuperar.
    O Brasil está cheio de seres com má formação cerebral.
    Por isso ainda vamos demorar e muito, para sermos o Brasil de nossos sonhos. Por favor, ñ perca esta oportunidade de ajudar as criancinhas braileiras. Bom Trabalho e saúde boa-SHALOM!!!!!!!

  3. Mineiro Idiota

    -

    29/03/2011 às 10:57

    Cadê o cerimonial que não obrigou esse ‘molecote’ ir de treno e gravata à reunião com a Autoridade Máxima do Brasil, em exercício.
    Ah! o ‘molecote’ da ‘une’ que não estuda e nem trabalha pode ir de chinelo e camiseta ‘demosntrar força política’ e ou ‘intimidade com as autoridades do Brasil’. Como se expressa o Bóris (que por sinal foi afastado… por quê?…): “é uma vergonha…’

  4. Brasilino Brasa

    -

    25/03/2011 às 9:42

    Dez porcento do PIB? Nunca conseguirão, não neste país, não com este povo. A pressão popular por informações honestas e verdadeiras sobre o que fazem e o que votam é quase zero. Alegar que o povão tem a obrigação de ler Diários Oficiais e ter acesso a Sistemas de gerenciamento do governo para se informar é uma é um absurdo. Quanto muito tem a mídia e só. Às vezes, nem ela temos. É mais fácil o povo enriquecer e ajudar a educação do país do que depender do bom senso e abnegação dos que hoje estão onde estão.

  5. Jose

    -

    24/03/2011 às 22:43

    Nao pediram aumento da grana que o governo passa pra eles?

  6. Jonathan

    -

    24/03/2011 às 22:12

    O grande problema da educação no Brasil, ao meu ver, é a obrigatoriedade da mesma; ora, a tempos vi em algum lugar uma reportagem sobre pais que preferem educar seus filhos em casa, o resultado foi o conselho tutelar batendo na porta deles só porque os filhos não iam a uma escola para responder chamada, na escola estadual(SP) que estudava, muitos alunos não estavam preocupados com a sua educação, estão em se mostrar com roupas de marca, o que não tenho nada contra. A grande verdade é que os jovens brasileiros não estão preocupados com sua educação e sim com coisas fúteis. Me pergunto qual protesto os jovens acima querem mostrar pulando dentro do espelho d’água?

  7. polyana gouvea

    -

    24/03/2011 às 17:31

    bom eu acho legal os jovens lutar por algo q querem mas as vezes peso que eles nao estao preparados para isso ,nao tem informacoes que necessitao para consiguir chegar onde querem tenho 16 anos e busco todo dia msis conhecimento porque quero cobrar meus direitos com protesto pois sao necessarios mais sem que virarem baderna !poly


 

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