ACADÊMICOS DO TUCURUVI
ESCOLA DE SAMBA ACADÊMICOS DO TUCURUVI
http://www.academicosdotucuruvi.com.br/index.html
Fundação: 1º de fevereiro de 1976
Cores: azul, branco, vermelho e amarelo
Quadra: Avenida Mazzei, 722 – Tucuruvi
Fone: (11) 2204-7342
Campeonatos:
Presidente: Hussein Abdo El Selam (Jamil)
Diretor de carnaval: Arnaldo Almeida
Mestre sala e porta bandeira: Robinson da Silva e Thaís Paraguassú
Diretor de Harmonia: Júnior e Ernandi
Diretor de bateria: Reginaldo Tadeu Batista de Souza (Mestre Adamastor)
Comissão de frente: Cheila Fusco
Musa da bateria: Reneé de Oliveira
Princesa: Dani Sperle
Madrinha: Caroline Bittencourt
Rainha da bateria: Valéria de Paula
Carnavalesco: Wagner Santos
Intérprete: Vaguinho
Carnaval 2012
Enredo: “O esplendor da África no reinado da folia”
Samba-enredo:
Autores:
Ouça o samba:
Letra do Samba:
Sinopse do enredo:
O ESPLENDOR DE UMA CIVILIZAÇÃO QUE O MUNDO NÃO VIU.
Negros primitivos de várias tribos, governados por reis e rainhas, habitavam o coração da África, que naquela época possuía uma terra fértil. A Mãe África preparou um lindo enxoval para acolher seus filhos, para garantir que eles tivessem uma vida próspera repleta de felicidade e paz, um continente onde havia fartura de ouro e diamantes. Sendo todo o reino protegido por bravos guerreiros. Seus povos viveram da criação de animais, da agricultura, da caça e da pesca. A região se transformou com o tempo em uma referência no comércio. Um povo dedicado ao trabalho que respeitava as suas autoridades, uma sociedade organizada que vivia com dignidade sem vestígios da interferência e existência do homem branco, era o esplendor de uma civilização primitiva.
O RESPEITO PELA NATUREZA, O SEU MAIOR TESOURO.
Os povos da África se consideravam filhos da natureza, por habitarem o berço da natureza mais rica e exuberante da região. Dividiam suas terras com toda a fauna e a flora nascida do ventre da Mãe África e revoadas de pássaros que voam colorindo o céu. As savanas são o refúgio, o habitat dos animais exuberantes típicos da fauna, entre caça e caçador na luta pela sobrevivência. A biodiversidade marinha guardou verdadeiras obras esculturais de diferentes formas de espécies de peixes nas águas dos rios que banham a região. Ninguém até hoje pode provar a existência dos jardins suspensos da Babilônia, mas acredita-se que os jardins ostentados entre as florestas da África eram tão belos e perfeitos como os tais jardins que vários historiadores já descreveram e idealizaram. O mais incrível na cultura do povo ficou marcado no caráter de cada cidadão no respeito que eles tinham pela natureza, a preocupação em usufruir e desfrutar de seus recursos sem agredir e nem devastar, a conscientização pela preservação. Sendo a natureza o seu maior tesouro.
A FÉ E A RELIGIOSIDADE CULTURAL.
Um povo de muita fé, crenças culturais e uma filosofia de vida onde seus líderes espirituais tinham poder nas decisões tomadas pelos governantes. Entre seu povo havia as mães feiticeiras, curandeiras que utilizavam recursos da natureza como plantas medicinais e partes de animais mortos em rituais de magias para a cura de diversas doenças e maldições sendo consideradas doutoras das tribos, também realizavam partos de mulheres e animais e contribuíam na preparação dos banquetes nas festas religiosas. Outros personagens importantes para a sociedade, eram os conselheiros sábios das tribos, homens que possuíam domínio sobre previsões do futuro, utilizavam búzios e dentes de animais em suas consultas. Estes sábios aconselhavam reis e generais nas estratégias de guerra, na organização e na administração de todo o reino, ou até mesmo executavam o ofício de professores na educação das crianças, passando para a futura geração todo seu conhecimento. Uma cultura rica em tradições religiosas, marcada por rituais de danças ao som de tambores em agradecimento a Mãe África pela fartura e pela paz que reinava nas tribos, celebração de casamentos, festivais e danças tribais para celebrar a chegada de um novo filho ou a abundância da colheita; rituais de magia invocando os espíritos das florestas pedindo a proteção para seu reino dos espíritos maus da floresta, responsáveis pela peste, a miséria e a destruição das matas e das tribos. Eles acreditavam que foram criados pelo espírito da Mãe África e que eram protegidos pelos seus guardiões e que após a morte existia um reino perfeito onde eles iriam morar, sendo governados pela Mãe África livre de todo mal. Realizavam cultos sagrados em um grande templo construídos todo em pedras rústicas e palha para fazer suas orações e seus sacrifícios.
RIQUEZA DA ARTE AFRICANA.
O artesanato estava presente no dia a dia e em todos os momentos de suas vidas para suprir as suas necessidades. Utilizavam muita palha na confecção de cestos e trançados muito úteis na vida doméstica. A palha também era a principal matéria prima na confecção das casas das tribos, junto com a madeira, prezando a característica própria e rústica na arquitetura. As mulheres eram as principais artesãs das aldeias. Passavam grande parte de seu dia confeccionando peças e artigos para seus lares e ensinavam seus filhos. Confeccionavam suas próprias roupas com peles de animais e linhos. Faziam roupas bem coloridas, redes e colchas, adornos com dentes e búzios para utilizarem em rituais ou simplesmente para se enfeitarem. Amuletos para rituais e para proteção dos espíritos ruins da floresta. Extraíam do fundo dos riachos o barro muito bom para cerâmica, muito importante para os povos das tribos. Confeccionavam diversos tipos de vasos, de vários tamanhos, formatos e cores. Os nativos pediam permissão à natureza para extrair de suas árvores o material necessário para execução de suas casas, canoas, armas de guerra como arcos e flechas, lanças e esculturas talhadas em madeira. A arte era expressa pelas danças alegres das tribos, com indumentárias especiais e pinturas coloridas sobre o rosto e o corpo, ao som de tambores e flautas primitivas com movimentos fortes e sensuais.
ARTE E CULTURA BRASILEIRA HERDADOS DOS FILHOS DA ÁFRICA.
O ritmo do samba executado pelas baterias das agremiações, desde o início, esteve profundamente relacionado à África em sua essência, visto que, o ritmo originário do batuque africano, era utilizado nos cultos e rituais dos negros. E ao ser transplantado para as terras brasileiras, o batuque foi se adaptando às características locais sem perder sua estrutura e função. A batida dos tambores segundo o compasso das batidas do coração, seguia o ritmo pelas veias inspirando os movimentos do corpo na dança. Os negros que aqui se instalaram, na transição dos séculos XIX e XX na Bahia, tinham na cultura herdada pelos povos africanos um dos principais motivos de socialização e de conservação de seus costumes. Essa associação entre música e culto religioso foi um dos fatores que contribuiu bastante para a instituição de grupos diversos, que levou o ritmo africano para as ruas da cidade. Começou no nordeste e ao longo do tempo se expandiu para o sudeste brasileiro até chegar à Terra da Garoa. Adotando assim o samba, como elemento principal nos cordões, ranchos, blocos e, no final desse processo, as Escolas de Samba, que surgiram a partir da fusão de elementos de diversas manifestações carnavalescas. As disputas realizadas pelo negro, antigamente, era roubar o pavilhão rival através da dança, resultando hoje no bailado do mestre sala sendo guardião de sua porta bandeira. O cortejo rememorando a ancestralidade Afro-Brasileira não está apenas no batuque do samba, mas na ginga da capoeira, trazida pelos negros usada como defesa e transformada em arte com a mestiça brasilidade. A riqueza da gastronomia brasileira herdada das mulheres quituteiras, vindas da África trazia muito tempero e muita pimenta agregada às especiarias já existentes nestas terras, deixando o Brasil com um novo sabor. E hoje a raiz da nossa raça, traz os traços da beleza negra. Nesta noite, a Acadêmicos do Tucuruvi, homenageia este povo de grande valor, que fez desta maravilhosa escola de samba ser o que é hoje, o quilombo da folia. Agradecemos ao negro por nos presentear com sua rica cultura que será exaltada na maior festa do mundo, o Carnaval Brasileiro, onde neste enredo a Tucuruvi é a guardiã da cultura Afro-Brasileira.
————————————————————-
————————————————————–
CARNAVAL 2011
ESCOLA DE SAMBA ACADÊMICOS DO TUCURUVI
http://www.academicosdotucuruvi.com.br/index.html

Fundação: 1º de fevereiro de 1976
Cores: vermelho, amarelo, azul e branco
Quadra: Avenida Mazzei, 722 – Tucuruvi
Fone: (11) 2204-7342
Campeonatos:
Presidente: Hussein Abdo El Selam (Jamil)
Diretor de carnaval: Arnaldo Almeida
Mestre sala e porta bandeira: Robinson da Silva e Thaís Paraguassú
Diretor de Harmonia: Comissão de Harmonia
Diretor de bateria: Reginaldo Tadeu Batista de Souza (Mestre Adamastor)
Comissão de frente: Cheila Fusco
Musa da bateria: Reneé
Madrinha: Sheila Mello
Rainha da bateria: Valéria de Paula
Carnaval 2011
Enredo: “Oxente, o que seria dessa gente sem a nossa gente. São Paulo, capital do meu nordeste!”
Carnavalesco: Wagner Santos
Samba-enredo:
Autores: VAGUINHO, EDU LEÃO, DOUTOR, RIGOLON e ANDRÉ UNIÃO.
Intérprete: Fredy Vianna
Ouça o samba: httpv://www.youtube.com/watch?v=cy4pfkbh7Mo&feature=related
Letra do Samba:
VOU EMBARCAR NESSA AVENTURA
EM BUSCA DE UM LUGAR AO SOL
TRAGO NO PEITO DESAFIO ESPERANÇA
NA BAGAGEM A LEMBRANÇA
SONHO OU REALIDADE?
VOU CONSTRUINDO ILUSÃO
ERGUENDO OS PILARES DA CIDADE
DEIXANDO MARCAS DA MINHA TRADIÇÃO
AO SOM DO TAMBOR, A FÉ EM LOUVOR… RELIGIÃO
OXENTE FESTERIA, ACENDE A FOGUEIRA… É SÃO JOÃO
VEM, VEM PROVAR
O SABOR QUE VEM DE LÁ
ESSE GOSTO, ESSE TEMPERO
É O GOSTO BRASILEIRO
DA SANFONA UM ACORDE
TOCOU FORTE O CORAÇÃO
OLHA O POVO DANÇANDO PRA LÁ
ARRASTANDO A SANDÁLIA PRA CÁ
O FORRÓ TÁ DANADO DE BOM
UM SORRISO É A MOLDURA DO MEU TRAÇO CULTURAL
QUANDO AGENTE SE ENCONTRA
A MISTURA É NATURAL
CARREGO NA ALMA A BRAVURA
E O ORGULHO DE SER QUEM EU SOU
VAI MEU SAMBA, VAI … RECONHECE MEU VALOR
SOU CABRA DA PESTE, VIM LÁ DO NORDESTE
SÃO PAULO É MINHA CAPITAL
LEVANDO ALEGRIA, EU VOU POR AI
EU SOU VALENTE, SOU TUCURUVI



































Deixe o seu comentário
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.
» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA
31 Comentários
Fora racistas imundos
-13/09/2011 às 22:45
nodestinos racistas atacam o povo paulista
Fora racistas imundos
-13/09/2011 às 22:41
RACISTAS AGRESSORES DE SÃO PAULO.
RACISMSO É UM CÂNCER
RACISTAS ATACARAM SÃO PAULO E O POVO PAULISTA
AGRESSORES!
nicolau
-24/04/2011 às 20:17
olá tucuruvi! o meu sonho é ver vocês prestando uma homenagem à africa,
pois estão de parabéns com as homenagens que têm feito, pois a áfrica merece ser homenageada por vocês!!! um grande abraço.
Maria Ester Motta Lopes
-17/03/2011 às 16:16
Tbm sou de sangue puro paulistano desde minha mãe…já minha avó era Espanhola e meu avô Português…mas muito idiota essa briga e preconceito…imaginem se os índios daqui tbm impedissem meus avós e outros povos de buscar residência no Brasil…como seria??? Sai pela escola…junto com meus filhos e amigos…e todos com muito orgulho… trajando uma camiseta dizendo;”Não ao preconceito!!!”… Basta disso né!!!
Luiz Fernandes
-04/03/2011 às 13:10
Depois da homenagem a Ouro Preto em 2009, me apaixonei pela Tucuruvi, escola de raça e emoção, dá pra brigar pelo título sim.
Saudações ouropretanas,
Luiz
dylard cesar
-07/01/2011 às 18:19
samba enredo muito bom, se depende-se só desse quesito seria uma forte candidata ao título do carnaval de 2011, mas capricha nos outros quesitos que voces podem chegar ao seu primeiro titulo, boa sorte unidos do tucuruvi
deley borjas
-30/12/2010 às 16:54
**** o preconceito e o racismo são o câncer da alma das pessoas. É isso aí tucuruvi. é só carnaval e nada mais ********
thomas
-26/12/2010 às 23:21
Meu nome é THOMAS, nascido em São Paulo, e considero todo paulista trabalhador, honesto e o estranho que algumas pessoas vem aqui pra ofender outras culturas, so pra lembrar antes de seer paulista eu sou brasileiro e com muito orgulho e fico feliz que parte da sociedade paulistana reconhece o que o nordestinos fizeram por nosso desenvolvimento da nossa cidade e estado, e eu considero quase impossivel que alguem nao tenha um amigo ou familiar que é ou tem um descendete nordestino e é bonito vermos essa homenagem, e fica a ideia de homenagear nosso país tem o sul o centro oeste o norte para ser exaltado também!Sou Gaviões da Fiel e moro na Freguesia do ó onde tb torco para o rosa de ouro mas nesse carnaval vou fazer questao de ver a Academicos do Tucuruvi ,pois eh carnaval e tenho certeza que vai ser lindo, so confesso uma coisa nao gosto muito de nordestino, nem de gaucho e nem negro, indio, ja as nordestina ,as gauchas, as negras e as indias eu amo!rsrsr brincadeira!boa sorte Tucuruvi!
Christoffer
-17/12/2010 às 23:16
esperneiem ? agora é o senhor que esta sendo desrespeitoso, pena que no posso apagar seus comentarios
ra ra ra
vamos colocar os pingos nos is, a letra alem de afrontar os paulistas insinuando que somos incapazes, na sinopse diz que o migrante nao teve uma recepçao calorosa como na sua terra
mas seria nossa obrigaçao recebe-los ? quem os chamou ?
eles vieram pq quiseram, nao foram obrigados e ainda ofendem o povo paulista ao dizer com arrogancia que foram eles que construiram SP, quando começaram a vir pra ca SP ja estava de pé, nao tinhamos enchentes e o pcc nao existia
jbarros
-17/12/2010 às 22:27
OK, esperneiem à vontade, mas sem ofensas, sem xenofobia e sem campanha orquestrada… Abs
jbarros
-17/12/2010 às 22:15
Soberania? Você está proclamando a independência de SP? Rá rá rá!!!
Eder
-17/12/2010 às 22:10
Caro Julio Cesar, eu acredito que também pode ser considerado xenofobia, fazer uma “homenagem” em que o povo paulista é subjulgado, colocado como incapaz, e totalmente dependente, de um povo alheio a sua cultura, e que por sinal, é o que mais se beneficia do “suor” do trabalho dos paulistas, com programas sociais paternalistas.
Lamentável
Christoffer
-17/12/2010 às 21:34
soberania nao é xenofobia
jbarros
-17/12/2010 às 19:44
Christoffer, é sua opinião. Com educação e sem xenofobia eu não tenho razão para cortar…
jbarros
-17/12/2010 às 19:36
Caro Gabriel, continua achando que não há ofensa aos paulistas. O projeto de que você fala é coisa de gente burra. Mas um erro não justifica outro. O simples fato de haver uma campanha orquestrada para atacar o enredo da escola já mostra o erro de visão. As pessoas devem ser julgadas individualmente, pelos seus talentos e defeitos, independentemente da origem. Tem muito paulista pilantra afundando o estado e o país. Origem não é determinante do que o sujeito é.
Opiniões de indivíduos são respeitáveis, campanhas que conduzem a opinião de manada, não. Se vocês têm críticas ao enfoque do enredo da escola, escrevam para a direção da escola. Mas pelo caminho do diálogo sincero e honesto, não por meio de campanha do tipo SP para os paulistas. Este é um dístico fascista.
Christoffer
-17/12/2010 às 19:33
pois nao vejo motivo algum pra uma escola de samba paulistana homenagear a cultura nordestina, nunca vi a cultura paulista ser homenageada em lugar algum, só depreciada
gostaria que nao apagasse esse comentario, pra pelo menso ficar registrada minha indgnaçao
Gabriel
-17/12/2010 às 18:41
Jbarros, ridículo é homenagear uma região diminuindo outra, dizendo que sem os nordestinos São Paulo não seria o que é hoje, isso é um desrespeitos para com todos paulistas que trabalharam e ainda trabalham duro por nossa terra, não tiro de modo algum o mérito dos nordestinos nesse processo, mas dar a entender (como o título do samba enredo faz) que os únicos responsáveis, ou os maiores responsáveis pelo crescimento do estado foram nordestinos é sim um desrespeito não só a São Paulo, mas a todos os paulistas.
E outra, você disse q comentários como o meu são xenófobos, e projetos de lei visavam impor a matéria de cultura nordestina nas escolas publicas paulistas é o que? Divulgação cultural? Pra mim isso é insulto. Graças a Deus que isso não passou, pois era só o que faltava para fazer com que a cultura paulista desaparecesse de vez!
Não sou xenófobo e nem hipócrita para dizer que não precisamos de nordestinos aqui, pq precisamos sim, o que me indigna é que sua cultura e costumes são postos em um patamar muito maior que a nossa cultura, e dizer que desaprova isso é ser automaticamente rotulado de fascista, xenófobo e preconceituoso.
Como ja disse, não desaprovo homenagens a culturas diferentes, mas não desrespeitem a nossa, pois fazendo isso estão desrespeitando automáticamente o povo está aqui a gerações e gerações fazendo desse estado o que ele é hoje!
jbarros
-17/12/2010 às 14:28
Gabriel, seus argumentos são ridículos. Desde quando o enredo da Tucuruvi rebaixa a “cultura” paulista? E se essa cultura está precisando de homenagem, por que você ou outro qualquer não a homenageia, em vez de atacar os outros? Não tem nada a ver com o enredo. Tem a ver com xenofobia, bairrismo ou coisa que o valha. A Tom Maior homenageia São Bernardo do Campo, o Peruche os 100 anos do Teatro Municipal, a Vai-Vai o maestro paulista João Carlos Martins, expoente da nossa alta cultura. Como é que não se homenageia São Paulo? Conversa fiada. Cuidado para não cair nos braços do fascismo…
Gabriel
-17/12/2010 às 12:58
Não sou contra homenagear outras culturas, desde que a minha não seja excluída e rebaixada, a cultura paulista (cururu, catira, enfim, a verdadeira cultura caipira, CULTURA PAULISTA) é deixada de descanteio, a cultura nordestina e o estereótipo tropicalista faz a décadas uma lavagem cerebral afirmando e IMPONDO tais seguimentos como única expressão cultural brasileira, tudo isso com o apoio da grande mídia, escondendo cada vez mais a cultura paulista dos paulistas!
Nosso estado de São Paulo perdeu a identidade e nao foi por culpa dos paulistas!
Pra mim esse tipo de “homenagem” feita pela escola, nada mais é que um desrespeito a nossa terra, ao nosso povo paulista!
jbarros
-07/12/2010 às 17:23
CARO CHRISTOFFER. ISSO AQUI NÃO É LUGAR DE FAZER PROSELITISMO. DEIXEI PASSAR A OPINIÃO DE ALGUNS, SEMPRE COM UM MÍNIMO DE RESPEITO. OFENSAS E CAMPANHAS ORQUESTRADAS EU NÃO VOU PERMITIR AQUI. A ESCOLA ESTÁ HOMENAGEANDO OS NORDESTINOS QUE VIVEM EM SP, VOCÊS NÃO GOSTARAM DO ENREDO E JÁ SE MANIFESTARAM. É O SUFICIENTE. NADA DE CAMPANHA POR AQUI, POR FAVOR.
Christoffer
-07/12/2010 às 17:03
vejo que meu post foi apagado, parace que todos sao obrigado a achar lindo e a aplaudir essa ofensa ao povo paulista
Jurivan
-06/12/2010 às 22:34
Viva o povo nordestino, salve o povo paulista. As opiniões contrárias de meia dúzia de idiotas que se julgam dono do Estado de São paulo não contam, pois são preguiçosos que acham que, se são paulo se tornasse independente, sobrariam mais oportunidades e ganhariam dinheiro na moleza. Vão estudar e trabalhar, e deixem de falar asneiras.
wilson
-06/12/2010 às 22:17
Depois dizem que no Brasil só tem a Mayara que ofende os povos de outros estados.
zaratustra
-06/12/2010 às 0:05
Belo samba. Realmente, São Paulo deve muito ao povo nordestino. Uma bela homenagem. Torcerei por essa escola.
Rafael Ribeiro
-05/12/2010 às 22:21
Que vergonha, não acredito que isso seja sério, isso mancha a reputação dos verdadeiros paulistas que tanto trabalham e amam esta terra.
Debora C.
-05/12/2010 às 22:07
São Paulo é capital do bravo estado de São Paulo, terra de gente hospitaleira e ingênua.
Esse samba enredo é uma ofensa! Estão zombando de nossa cultura!!!
luiz
-05/12/2010 às 21:59
SP a capital do nordeste ?!
Criem vergonha na cara !!!!!!
[2]
Eder
-03/12/2010 às 14:19
SP a capital do nordeste ?!
Criem vergonha na cara !!!!!!
Josias
-03/12/2010 às 10:29
São Paulo Capital do Nordeste a PQP!!!!!!!!!!!!!!!
ernandi jorge machado
-22/10/2010 às 0:39
Caro,
Gostaria de informar que ocorreu mudança de 02 ou 03 palavras no samba, que já foi gravado pela Liga/sp, pesso a gentileza de entrarem em contato com a escola para verificarem a letra correta.
Grato.
Ernandi Machado -
joselia carvalho
-27/09/2010 às 17:58
OI PARABENS AS ESCOLAS DE SAMBA DE S PAULO NÃO DEVE NADA A RIO BELO DESFILE . PRINCIPALMENTE ACADEMICOS DO TUCURUVI ABRAÇOS A TODOS OS DIRETORES