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	<title>VEJA na Olimpíada - VEJA.com</title>
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		<title>Guia de viagem: Big Ben</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 13:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonasoliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Você não sente que está de fato em Londres até o momento em que avista o Big Ben. Tal qual a Torre Eiffel em Paris ou o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, o relógio à beira do Rio Tâmisa é o ícone mais marcante da capital inglesa. É a imagem que estampa cartões postais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/bigben.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-12341" src="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/bigben.jpg" alt="" width="460" height="307" /></a></p>
<p>Você não sente que está de fato em Londres até o momento em que avista o Big Ben. Tal qual a Torre Eiffel em Paris ou o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, o relógio à beira do Rio Tâmisa é o ícone mais marcante da capital inglesa. É a imagem que estampa cartões postais e capas de guias de viagem, a foto sem a qual os turistas não voltam para casa.</p>
<p>No último dia dos Jogos Olímpicos, 12 de agosto, o relógio aparecerá em destaque nas transmissões da maratona, que tem a região central de Londres como percurso. A imagem do Big Ben seguramente será repetida à exaustão bem antes disso, quando os primeiros atletas começarem a desembarcar em Londres.</p>
<p>Mas poucas pessoas podem dizer que viram de fato o Big Ben: o nome é originalmente o apelido dado ao sino de 13 toneladas da torre. Há diferentes teorias sobre o surgimento do nome; a mais aceita é de que se trata de uma homenagem a Benjamin Hall, parlamentar encarregado pelas obras de construção da torre. O uso popular consagrou Big Ben como forma de se referir à torre, ao relógio ou ao sino &#8211; cujos nomes oficiais são Clock Tower, Great Clock e Great Bell.</p>
<p>Após um incêndio que destruiu quase todo o antigo Palácio de Westminster, em 1834, o novo edifício em estilo gótico &#8211; do qual faz parte a Clock Tower &#8211; começou a ser construído em 1840. O palácio abriga as duas câmaras do parlamento britânico: a House of Commons, formada por membros eleitos democraticamente, e a House of Lords, formada por membros da igreja anglicana e da nobreza britânica.</p>
<p>Cidadãos britânicos e estrangeiros têm direito a assistir gratuitamente às seções do parlamento, desde que estejam dispostos a enfrentar fila. A entrada é sujeita à disponibilidade de lugares, e em algumas seções os britânicos têm preferência. Aos sábados e durante o verão , o parlamento oferece uma visita guiada ao palácio, por 15 libras.</p>
<p>De segunda à sexta, há ainda um tour gratuito pela torre, em que os visitantes sobem 334 degraus. Além da ver a cidade de uma altura de 62 metros, é possível conhecer o interior do relógio e a sala que abriga seus mecanismos. A visita, porém, é limitada a cidadãos britânicos.</p>
<p>Recentemente, o parlamento inglês recebeu uma proposta de que se mude o nome da Clock Tower para Elizabeth Tower, em homenagem ao Jubileu de Diamante da rainha. Por mais admiração que possa ter de seus súditos, é improvável que a própria Elizabeth II deixe de se referir ao maior símbolo de Londres como simplesmente Big Ben.</p>
<p><a href="http://www.parliament.uk/visiting/visiting-and-tours/overseasvisitors/summeropening/">Parlamento britânico</a><br />
Sábados, das 9h15 às 16h30<br />
Diariamente entre 27 /7 e 1/9 e entre 19/9 e 6/10<br />
Ingressos:<br />
Adultos: £15<br />
Crianças de 5 a 15 anos: £6<br />
Menores de 5 anos: gratuito<br />
Estudantes e maiores de 60 anos: £10</p>
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		<title>COI define finalistas para 2020</title>
		<link>http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/londres/coi-define-finalistas-para-2020/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 11:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonasoliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres]]></category>
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		<description><![CDATA[Ainda falta mais de um ano para que a cidade do Rio de Janeiro conheça sua sucessora nos Jogos Olímpicos, mas a disputa para sediar o evento em 2020 tem agora apenas três candidatas. Em uma convenção realizada ontem na cidade de Quebec, no Canadá, o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que a escolha será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/COI.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-12171" src="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/COI.jpg" alt="" width="460" height="306" /></a></p>
<p>Ainda falta mais de um ano para que a cidade do Rio de Janeiro conheça sua sucessora nos Jogos Olímpicos, mas a disputa para sediar o evento em 2020 tem agora apenas três candidatas. Em uma convenção realizada ontem na cidade de Quebec, no Canadá, o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que a escolha será entre Istambul, Madri e Tóquio. A vencedora será anunciada no dia 7 de setembro de 2013, em Buenos Aires.</p>
<p>Foram eliminadas do processo as cidades de Doha, no Qatar, e Baku, no Azerbaijão. A disputa poderia prosseguir com cinco cidades, mas o COI optou pelo corte de ambas. A candidatura de Doha, a mais forte no aspecto financeiro, pretendia mudar o calendário dos Jogos para outubro, enquanto a de Baku sofria de deficiências técnicas.</p>
<p>Roma, que também pretendia sediar o evento em 2020, anunciou sua desistência em fevereiro deste ano. A candidatura não tinha apoio político no país, uma vez que sediar um megaevento esportivo não seria nada prudente em tempos de crise.</p>
<p>Por esse ponto de vista, é surpreendente que Madri siga firme em seu intuito de receber os Jogos Olímpicos &#8211; é a terceira vez seguida em que a cidade se candidata. A Espanha é um dos países mais afetados pela crise europeia, com taxas de desemprego ao redor de 24%. O governo acredita que a Olimpíada poderia gerar empregos e aquecer a economia.</p>
<p>Mas o exemplo da Grécia pós-2004 não é dos mais animadores. No fim, restam os benefícios intangíveis trazidos pelos Jogos, como o orgulho por receber o evento e a oportunidade de obter sucesso esportivo diante da torcida. No caso de Madri, me parece haver também um desejo de suplantar a rival Barcelona como exemplo bem-sucedido de organização.</p>
<p>O longo processo de candidatura é também um ponto a ser considerado com atenção. Há sete anos, quando Londres ganhou o direito de sediar os Jogos Olímpicos, os britânicos não imaginavam que atravessariam uma recessão às vésperas do evento. Se pudessem prever este cenário, o Reino Unido teria pensado duas vezes antes de investir quase 10 bilhões de libras (30 bilhões de reais) na realização dos Jogos &#8211; e, se decidisse fazê-lo, teria bem mais trabalho para convencer a opinião pública.</p>
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		<title>BBC flagra revenda ilegal de ingressos</title>
		<link>http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/londres/bbc-flagra-revenda-ilegal-de-ingressos/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 11:13:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonasoliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[bbc]]></category>
		<category><![CDATA[comitê olímpico ucraniano]]></category>
		<category><![CDATA[ingressos]]></category>

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		<description><![CDATA[A poucas horas do início da venda dos últimos ingressos para os Jogos Olímpicos, uma reportagem da rede de televisão BBC revelou que um representante do Comitê Olímpico Ucraniano estaria disposto a revender ilegalmente até 100 ingressos para as competições de Londres 2012. Volodymyr Gerashchenko, secretário geral do comitê, foi procurado por um repórter da BBC [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/bbctickets.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-12121" src="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/bbctickets.jpg" alt="" width="460" height="276" /></a></p>
<p>A poucas horas do início da venda dos últimos ingressos para os Jogos Olímpicos, uma <a href="http://www.bbc.co.uk/news/uk-england-london-18161743">reportagem da rede de televisão BBC</a> revelou que um representante do Comitê Olímpico Ucraniano estaria disposto a revender ilegalmente até 100 ingressos para as competições de Londres 2012.</p>
<p>Volodymyr Gerashchenko, secretário geral do comitê, foi procurado por um repórter da BBC que se fez passar por cambista. Por telefone, o ucraniano afirmou que o suposto cliente seria &#8220;prioridade número 1&#8243; caso houvesse ingressos disponíveis.</p>
<p>Mais tarde, os dois se encontraram em um hotel próximo ao Parque Olímpico, em Londres. Gerashchenko afirmou que deverá comercializar de 50 a 100 ingressos que a entidade ucraniana receberá do Comitê Olímpico Internacional (COI), mas não pretende utilizar. Ele também se manifestou sobre a forma de pagamento de sua preferência &#8211; dinheiro vivo.</p>
<p>Cada comitê olímpico nacional recebe uma generosa cota de ingressos do COI, mas revendê-los é contra as regras da entidade. No Reino Unido, a revenda a cambistas também é crime, com multa prevista em até 20000 libras (65000 reais).</p>
<p>Ao saber que havia sido flagrado pela BBC, Gerashchenko afirmou que não tinha a real intenção de revender os ingressos, mas que havia sido diplomático com o potencial comprador. O Comitê Olímpico Ucraniano já anunciou seu afastamento.</p>
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		<title>As estrelas de 2012: Chen Ruolin</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 16:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonasoliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atletas]]></category>
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		<category><![CDATA[salto sincronizado]]></category>
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		<description><![CDATA[Por um momento o público chinês presente ao Cubo d&#8217;Água temeu pelo pior. Na competição individual de saltos ornamentais da plataforma de 10 metros, em Pequim 2008, uma canadense ameaçava tirar da China o ouro em seu esporte mais bem-sucedido. Após a quarta série de saltos, Emilie Heymans liderava a competição. Mas o último salto da chinesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/chen.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11741" src="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/chen.jpg" alt="" width="460" height="307" /></a></p>
<p>Por um momento o público chinês presente ao Cubo d&#8217;Água temeu pelo pior. Na competição individual de saltos ornamentais da plataforma de 10 metros, em Pequim 2008, uma canadense ameaçava tirar da China o ouro em seu esporte mais bem-sucedido. Após a quarta série de saltos, Emilie Heymans liderava a competição.</p>
<p>Mas o último salto da chinesa Chen Ruolin, de apenas 15 anos, esteve próximo da perfeição. Com quatro notas 10 e três notas 9,5, a jovem atleta conseguiu recuperar-se na competição e subiu novamente ao lugar mais alto do pódio (veja vídeo abaixo). Nove dias antes, ela já havia conquistado o ouro com a compatriota Wang Xin, no salto sincronizado.</p>
<p>Não é preciso ser especialista em saltos ornamentais para perceber o mérito de Ruolin. Além da graciosidade dos movimentos, impressiona sua entrada na piscina, que faz espalhar uma quantidade ínfima de água. A sensação é de absoluta leveza, como se o peso da atleta ao tocar a água fosse mínimo.</p>
<p>De fato, o peso era um grande aliado de Ruolin. Em Pequim 2008, ela tinha 1,42m de altura e apenas 30kg. Alguns jornais repercutiram os rumores de que a atleta, que treinava o esporte desde os 4 anos de idade, era submetida a uma rigorosa dieta para não ganhar peso.</p>
<p>Aos 19 anos, Ruolin tem agora 1,55m e 40kg. Nos últimos anos, manteve seu reinado nas piscinas, tendo conquistado o ouro em quase todas as competições que disputou, nas competições de salto individual ou sincronizado. O último deles foi na Copa do Mundo de Saltos Ornamentais, disputada no Centro Aquático de Londres este ano &#8211; um dos eventos-teste dos Jogos Olímpicos.</p>
<p>Desde que disputou pela primeira vez as competições de saltos ornamentais, em Los Angeles 1984, a China já conquistou 49 medalhas no esporte, sendo 27 de ouro. No quadro histórico de medalhas, os chineses só perdem para os Estados Unidos, que acumulam 131 medalhas, 48 delas de ouro. O domínio recente, porém, é inquestionavelmente da China.</p>
<p>A mais significativa derrota recente de Chen Ruolin foi na Copa do Mundo de Saltos Ornamentais de 2010, disputada em Changzhou, na China. O ouro ficou com a também chinesa Hu Yadan, que na ocasião tinha 14 anos. No início deste ano, em Londres, Yadan foi prejudicada por um primeiro salto muito ruim, que a deixou em último lugar ao fim da primeira série. Mas recuperou-se nos quatro seguintes e terminou com a prata na plataforma de 10 metros, atrás apenas de sua compatriota.</p>
<p>Em Londres 2012, Chen Ruolin ainda é a grande favorita. Mas ainda que algo saia errado e ela deixe escapar o ouro, é bem provável que a medalha viaje para a China após o Jogos, ainda que por outras mãos.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=NSBDU9c4ukQ">www.youtube.com/watch?v=NSBDU9c4ukQ</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Londres 2012 divulga design dos ingressos</title>
		<link>http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/londres/londres-2012-divulga-design-de-seus-ingressos/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 08:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonasoliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres]]></category>
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		<description><![CDATA[O Comitê Organizador de Londres 2012 (LOCOG) divulgou ontem o design dos ingressos dos Jogos. Os bilhetes têm um pictograma do esporte correspondente e cor que remete ao local das competições. Há ainda um holograma, código de barras e nome do comprador, para evitar falsificações. Em algumas semanas, os ingressos começarão a ser enviados pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/tickets.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11781" src="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/tickets.jpg" alt="" width="460" height="248" /></a></p>
<p>O Comitê Organizador de Londres 2012 (LOCOG) divulgou ontem o design dos ingressos dos Jogos. Os bilhetes têm um pictograma do esporte correspondente e cor que remete ao local das competições. Há ainda um holograma, código de barras e nome do comprador, para evitar falsificações.</p>
<p>Em algumas semanas, os ingressos começarão a ser enviados pelo correio. Os compradores também receberão o <a href="http://www.london2012.com/spectators/travel/games-travelcard/">Games Travelcard</a>, cartão que dá direito a utilizar gratuitamente o transporte público de Londres no dia da competição para a qual se adquiriu ingresso. O bilhete não poderá ser usado em cidades que também sediam eventos olímpicos, como Manchester ou Newcastle, que receberão partidas do torneio de futebol.</p>
<p>Nesta quarta-feira, 23 de maio, terá início a <a href="http://www.tickets.london2012.com/">última rodada de venda de ingressos</a> para os ingleses. Na semana passada, a venda foi dedicada apenas a quem já havia tentado comprá-lo anteriormente. Ainda havia bilhetes para as competições mais nobres, mas na maioria dos casos restavam apenas os assentos mais caros &#8211; como as finais da natação, disponíveis por 450 libras (1450 reais).</p>
<p>Para quem reside no Brasil, ainda é possível adquirir ingressos pelo site da Tamoyo, única agência que tem permissão para vender os bilhetes no país. Até março, 30000 entradas já haviam sido adquiridas pelos brasileiros &#8211; em Pequim 2008, foram apenas 18000. Diante da enorme procura, o LOCOG <a href="http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/esportes/olimpiadas-de-londres-cedem-mais-ingressos-para-brasileiros/">liberou um novo lote de 8000 ingressos</a> para o Brasil.</p>
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		<title>A corrida pela tocha olímpica</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 10:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonasoliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres]]></category>
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		<category><![CDATA[tocha olímpica]]></category>

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		<description><![CDATA[A chama olímpica chegou a solo britânico na última sexta e ainda tem um longo caminho a percorrer até o início dos Jogos. Até 27 de julho, dia da cerimônia de abertura, 8000 pessoas terão carregado a tocha, percorrendo uma média de 300 metros cada. Mas antes mesmo de correr as distâncias que lhe cabem, alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/tocha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11681" src="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/tocha.jpg" alt="" width="460" height="306" /></a></p>
<p>A chama olímpica chegou a solo britânico na última sexta e ainda tem um longo caminho a percorrer até o início dos Jogos. Até 27 de julho, dia da cerimônia de abertura, 8000 pessoas terão carregado a tocha, percorrendo uma média de 300 metros cada.</p>
<p>Mas antes mesmo de correr as distâncias que lhe cabem, alguns portadores começaram outra corrida em um site de comércio eletrônico, conta hoje o <em><a href="http://www.telegraph.co.uk/sport/olympics/news/9278971/London-2012-Olympics-Rush-of-Olympic-torches-for-sale-on-eBay-after-one-fetches-150000.html">Telegraph</a></em>. Nos últimos dias, dezenas de tochas olímpicas foram colocadas à venda no site ebay, após a divulgação da notícia de que uma moradora de Somerset havia arrecadado 153300 libras (480000 reais) para uma instituição de caridade.</p>
<p>Os portadores têm a opção de adquirir a tocha por 215 libras (690 reais), mas alguns foram presenteados por patrocinadores. Cada exemplar tem 80 centímetros de altura, pesa 800 gramas e é feito de liga leve de alumínio. Um dos vendedores do ebay fixou o preço mínimo em 175000 libras (560000 reais), valor que também inclui o uniforme de portador da tocha.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Guia de viagem: Catedral de St Paul</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 17:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonasoliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[christopher wren]]></category>
		<category><![CDATA[grande incêndio de londres]]></category>
		<category><![CDATA[st paul's]]></category>

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		<description><![CDATA[Era o 114º dia seguido em que o exército alemão bombardeava Londres. No dia 29 de dezembro de 1940, enquanto a cidade ardia em chamas, o fotógrafo Herbert Mason subiu no topo do edifício do jornal Daily Mail e registrou a cena: entre a fumaça, reluzia o domo da Catedral de St Paul. A foto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/stpauls.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10781" src="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/stpauls.jpg" alt="" width="460" height="307" /></a></p>
<p>Era o 114º dia seguido em que o exército alemão bombardeava Londres. No dia 29 de dezembro de 1940, enquanto a cidade ardia em chamas, o fotógrafo Herbert Mason subiu no topo do edifício do jornal Daily Mail e registrou a cena: entre a fumaça, reluzia o domo da Catedral de St Paul.</p>
<p>A foto <a href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-1342305/The-Blitzs-iconic-image-On-70th-anniversary-The-Mail-tells-story-picture-St-Pauls.html">estampou a capa do jornal</a> dois dias depois e se tornou uma das mais célebres imagens da Segunda Guerra Mundial. Durante o confronto, a catedral tornou-se um símbolo da resistência inglesa. O então primeiro ministro britânico, Winston Churchill, teria pedido que todos os esforços fossem direcionados para proteger St Paul: se a catedral viesse abaixo, com ela viria a autoestima dos britânicos.</p>
<p>A Catedral de St Paul sobreviveu à guerra sem grandes danos, apesar de ter sido atingida por duas bombas. Construída entre 1675 e 1710, a igreja é na verdade a a quinta a ocupar o local desde o ano 604 &#8211; sua antecessora foi destruída no Grande Incêndio de Londres, em 1666.</p>
<p>A igreja é a obra-prima do arquiteto Christopher Wren, que também foi o responsável pelo projeto de diversos edifícios e igrejas construídos após o incêndio que devastou a cidade. Com 111 metros de altura e o segundo maior domo do mundo, menor apenas que o da Basílica de São Pedro, em Roma, St Paul é um dos elementos mais marcantes da paisagem londrina.</p>
<p>É possível avistar o domo de diversos pontos da cidade &#8211; e não é por acaso: a vista da catedral é protegida por lei. Não se podem construir edifícios que a impeçam de ser vista de determinados pontos da cidade, como Alexandra Palace, Parliament Hill e Richmond Park. Até 1962, ela era o edifício mais alto de Londres.</p>
<p>Ao longo dos anos, a igreja foi palco de importantes acontecimentos, especialmente ligados à família real. Em 1981, recebeu o casamento de Charles e Diana; em 2002, a celebração de ação de graças ao jubileu de ouro da Rainha Elizabeth II. No dia 5 de junho deste ano, receberá novamente a rainha, que desta vez comemora seu jubileu de diamante.</p>
<p>Em outubro do ano passado, as escadarias da igreja foram tomadas por manifestantes do movimento Occupy London, que seriam removidos pela polícia em fevereiro deste ano. Durante o período, o movimento tornou-se uma espécie de atração turística, mas a Catedral não se beneficiou do fato: fechada para visitas por questões de segurança, calcula-se que St Paul tenha acumulado um prejuízo diário de 20000 libras (60000 reais).</p>
<p>O valor é explicado pelas 15 libras (45 reais) cobradas pela entrada entre segundas e sábados &#8211; aos domingos, a igreja está aberta apenas para celebrações. O ingresso dá direito a um guia multimídia e acesso à cripta, onde estão enterrados heróis nacionais, como o almirante Horatio Nelson e o Duque de Wellington, e o próprio arquiteto da catedral, Christopher Wren.</p>
<p>O bilhete também permite ao visitante subir aos três níveis do domo. Para chegar ao primeiro, chamado Whispering Gallery, são 259 degraus. O nome vem do fato de que um sussurro feito contra a parede pode ser ouvido do outro lado do domo, graças à sua acústica. Para chegar ao segundo nível, a Stone Gallery, são 378 degraus.</p>
<p>O ponto alto da visita, com o perdão do inevitável trocadilho, é a Golden Gallery. Para alcançar os 85 metros de altura são necessários nada menos que 528 degraus. Mas o esforço é compensado por uma das mais belas e completas vistas de Londres, de onde só se sente falta, por motivos óbvios, de um dos grandes marcos da paisagem londrina: o próprio domo de St Paul.</p>
<p><a href="http://www.stpauls.co.uk/">St Paul&#8217;s Cathedral<br />
</a>Horário: segunda a sábado, das 8h30 às 16h<br />
Domingos: aberta apenas para celebrações<br />
Entrada:<br />
Adultos: £15<br />
Estudantes e maiores de 65 anos: £14<br />
Crianças (6 a 17 anos): £6<br />
Bilhete familiar (dois adultos e duas crianças): £36</p>
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		<title>O efeito dos Jogos na economia britânica</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 07:43:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonasoliveira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/recession.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11401" src="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/recession.jpg" alt="" width="460" height="312" /></a></p>
<p>O Banco da Inglaterra divulgou ontem uma previsão otimista sobre os efeitos dos Jogos Olímpicos na economia do Reino Unido. Na avaliação do órgão, os gastos internos e a presença de turistas será capaz de reverter a recessão no país, provocando um crescimento de 0,2% no terceiro trimestre do ano.</p>
<p>Ainda que o número seja modesto, é preciso colocá-lo em perspectiva. Os gastos domésticos gerados pelos Jogos Olímpicos podem ser apenas uma transferência de outros setores da economia. O dinheiro empregado em um ingresso para as competições deixa de ser gasto no cinema; o souvenir ligado aos Jogos substitui um presente convencional.</p>
<p>Mesmo o fluxo de turistas estrangeiros durante as Olimpíadas pode não ser tão positivo: muita gente deixa de visitar o país no período, para evitar o caos e os preços elevados de hotéis e passagens. Em 2004, por exemplo, o número de turistas na Grécia foi 10% menor que no ano anterior.</p>
<p>Em julho passado, o economista Stefan Szymanski e o jornalista Simon Kuper  <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/so-vale-mesmo-pela-felicidade">escreveram um artigo para VEJA </a> alertando os brasileiros sobre as expectativas irreais criadas em torno da Copa de 2014. Autores do livro Soccernomics, eles defendem que sediar megaeventos esportivos trazem como benefício apenas o sentimento de um propósito comum que se cria no país.</p>
<p>Segundo os autores, até hoje não há comprovação de que a Copa do Mundo ou os Jogos Olímpicos sejam capazes de gerar o crescimento econômico. Em contrapartida, há um consenso de que a gastança desenfreada da Grécia para concluir as obras para os Jogos de Atenas 2004 teve reflexos na crise atual &#8211; um exemplo nada animador para os britânicos.</p>
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		<title>Beckham, o polivalente</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonasoliveira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/beckham.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11301" src="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/beckham.jpg" alt="" width="460" height="309" /></a></p>
<p>Ele estava em Cingapura em julho de 2005 quando Londres foi anunciada como sede dos Jogos de 2012. Trocou abraços com o então prefeito da cidade Ken Livingstone e o primeiro ministro britânico Tony Blair.</p>
<p>Ele foi fotografado assistindo às competições de atletismo nas arquibancadas do Ninho do Pássaro em 2008, novamente ao lado do prefeito e do primeiro ministro &#8211; desta vez Boris Johnson e Gordon Brown.</p>
<p>Na cerimônia de encerramento, lá estava ele chutando uma bola do topo de um ônibus double-decker, ao lado de Leona Lewis e Jimmy Page, para marcar a transição entre Pequim e Londres.</p>
<p>Em 2011, quando a Samsung lançou a campanha para nomear os portadores da tocha Olímpica, ele posou para fotos ao lado de Zara Phillips, neta da rainha Elizabeth II. Também estrelou um vídeo da rede de supermercados Sainsbury&#8217;s para promover os Jogos Paralímpicos.</p>
<p>David Beckham dispensa maiores apresentações. Seu currículo vitorioso como jogador de futebol é frequentemente ofuscado pelo fato de que ele é o atleta mais midiático da história. Não é surpresa alguma que autoridades e patrocinadores queiram aproveitar seu prestígio para promover Londres 2012.</p>
<p>Nascido em Leytonstone, próximo ao Parque Olímpico, Beckham é embaixador dos Jogos de Londres desde o período de candidatura da cidade. Na época, ele ainda era parte do elenco de galáticos do Real Madrid. Hoje, joga pelo Los Angeles Galaxy, nos Estados Unidos.</p>
<p>Ontem, o jogador foi recebido na Casa Branca com seus companheiros de clube por Barack Obama, que os homenageou pela conquista da MLS Cup (veja o vídeo abaixo). O presidente norte-americano não resistiu a fazer uma piada com o inglês. &#8221;Ele é um homem raro, que pode ser durão em campo e também ter sua própria linha de cuecas&#8221;.</p>
<p>Mas Beckham não terá muito tempo para comemorar o título em Los Angeles. Também ontem foi anunciando que ele estará nesta sexta-feira em Atenas com a delegação que trará a tocha olímpica ao Reino Unido. A chama será transportada em um recipiente cerimonial (uma espécie de lampião) em um avião dourado da British Airways.</p>
<p>A missão de carregar a chama caberá à Princesa Anne, filha da rainha Elizabeth II, que é também presidente do Comitê Olímpico Britânico (BOA). Ela é também a única representante da família real a ter disputado os Jogos Olímpicos, nas competições de hipismo em Montreal 1976. Sua filha Zara, que também pratica o esporte e já foi campeã mundial em 2006, tem chances de disputar os Jogos neste ano.</p>
<p>O fato de que Beckham não será o responsável por carregar a chama em Atenas aumenta a expectativa de que ele ainda terá um papel de destaque como portador da tocha. Especula-se que ele pode ser escolhido para acender a Pira Olímpica na cerimônia de abertura.</p>
<p>Beckham tem esperança de ser convocado pelo técnico Stuart Pierce para defender a seleção olímpica da Grã-Bretanha no torneio de futebol. Seu último jogo pela seleção inglesa foi nas eliminatórias da Copa de 2010 &#8211; uma vitória por 3 x 0 contra a Bielorússia, em que ele começou no banco de reservas.</p>
<p>Com tantos serviços prestados fora de campo, será notável se ele arranjar tempo para também representar o país jogando futebol.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=vxEV99ZbNeY">www.youtube.com/watch?v=vxEV99ZbNeY</a></p>
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		<title>As estrelas de 2012: Novak Djokovic</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 10:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jonasoliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Metade da missão já estava cumprida. Ao entrar na quadra central de Wimbledon para disputar a final do mais tradicional dos Grand Slams, em 2011, Novak Djokovic sabia que ao fim do dia seria o tenista número 1 do mundo, mesmo que não vencesse Rafael Nadal. Graças a uma temporada espetacular, em que chegou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/djokovic.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10751" src="http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/files/2012/05/djokovic.jpg" alt="" width="460" height="323" /></a></p>
<p>Metade da missão já estava cumprida. Ao entrar na quadra central de Wimbledon para disputar a final do mais tradicional dos Grand Slams, em 2011, Novak Djokovic sabia que ao fim do dia seria o tenista número 1 do mundo, mesmo que não vencesse Rafael Nadal. Graças a uma temporada espetacular, em que chegou a vencer 43 partidas seguidas, o sérvio já havia garantido os pontos necessários para chegar, merecidamente, ao topo do ranking da ATP.</p>
<p>Mas comemorar tal feito com uma derrota na final não teria o mesmo sabor. Apesar dos números incontestáveis, sua performance na grama ainda era vista com desconfiança. Por duas vezes Djokovic havia chegado às semifinais de Wimbledon, mas uma lesão no pé em 2007 e uma derrota para o checo Tomas Berdych em 2010 o privaram de disputar a final.</p>
<p>Pois Djokovic comeu a grama e venceu Rafael Nadal na final, por 3 sets a 1. A ordem dos fatos, aliás, não foi exatamente esta: com uma expressão de incredulidade após a vitória, o sérvio ergueu as mãos ao céu, benzeu-se, acocorou-se e comeu um tufo de grama da quadra de Wimbledon (veja o vídeo abaixo). &#8220;Eu me senti como um animal, queria saber qual era o sabor&#8221;, disse mais tarde.</p>
<p>Desde então, Djokovic manteve-se como o número 1 do mundo, tendo vencido mais dois Grand Slams &#8211; o US Open de 2011 e o aberto da Austrália deste ano -, além de outros torneios. No fim deste mês, ele terá a chance de vencer Roland Garros, o único grande torneio que lhe falta, antes de voltar a Wimbledon.</p>
<p>Mas a temporada de 2012 reserva outra oportunidade para que Nole possa saborear a grama do All England Lawn Tennis and Croquet Club. Três semanas após a final de Wimbledon, ele voltará a Londres para o torneio olímpico de tênis, que assim como nos Jogos de 1908 será disputado no local. Wimbledon é, aliás, a única sede de um Grand Slam a receber também os Jogos Olímpicos.</p>
<p>Assim como em outros esportes, a Olimpíada não tem a mesma importância dos demais torneios da temporada de tênis. Entre o troféu de prata de Wimbledon e a medalha de ouro olímpica, Djokovic e seus adversários seguramente escolheriam o primeiro &#8211; até porque ele vem acompanhado de um generoso prêmio, que no ano passado chegou a 1,1 milhão de libras (3,3 milhões de reais).</p>
<p>Mas diferentemente do futebol, por exemplo, em que o limite de idade faz com que as seleções não sejam representadas por seus melhores jogadores, o torneio olímpico de tênis terá a elite do esporte. Desde 2004, ele também conta pontos para os rankings da ATP e da WTA, o que aumenta o interesse dos jogadores. Em Pequim 2008, o torneio foi disputado em quadras de piso duro e vencido por Rafael Nadal, que bateu o chileno Fernando González na final. Djokovic ficou com o bronze, após ter sido eliminado pelo espanhol na semifinal.</p>
<p>Desde então o jogo do sérvio evoluiu bastante &#8211; especialmente o saque, que tornou-se mais preciso &#8211; e hoje ele já é considerado um dos jogadores mais completos da história. E Djokovic chegou a este posto sem ter uma aura de invencibilidade, galgando seu lugar entre os grandes ao vencê-los um por um. Sua irreverência e carisma também o tornam uma figura extremamente simpática ao público.</p>
<p>Para conquistar o ouro em Londres, Djokovic pode ter pela frente um dos grandes desafios que ainda lhe falta. Apesar de já ter enfrentado Roger Federer 24 vezes em sua carreira, com 14 vitórias para o suíço, os tenistas nunca se enfrentaram na grama. O torneio olímpico pode ser mais uma oportunidade para que o sérvio possa enfim encarar em Wimbledon um dos maiores tenistas da história, que é conhecido como &#8220;rei da grama&#8221;. Apetite para vencer, Djokovic já provou ter.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=sapjCb3jidk">www.youtube.com/watch?v=sapjCb3jidk</a></p>
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