Blogs e Colunistas

03/02/2012

às 6:00 \ Democratas, Eleições 2012, EUA, Obama, Republicanos, Romney

Primeira Impressão (O Mito do Declínio Americano)

USA! USA! USA!  A patriotada apenas aumenta em campanha eleitoral, com setores republicanos inclusive questionando o patriotismo do presidente Barack Obama. Solução, muitas vezes, é ser mais realista do que o rei. E Obama se enrola cada vez mais na bandeira, para rechaçar as críticas de que seja derrotista, declinista ou avesso a aceitar o excepcionalismo americano. USA! USA! USA! Melhor ainda, como no jogo, o negócio é tentar roubar a bandeira do adversário.
 
Marotamente, a assessoria da Casa Branca anuncia que o presidente simplesmente ficou “enamorado” do ensaio de Robert Kagan, na revista New Republic  contra o mito do declínio americano. E quem é Kagan? É assessor da campanha de Mitt Romney para segurança nacional e política externa.  No ensaio (que é um enxerto do seu novo livro The World America Made), Kagan argumenta ser falsa a narrativa sobre o declínio americano ou que seu poder e influência estejam se desvanecendo devido a problemas econômicos, ascensão de outras potências mundiais, o fracasso americano para resolver grandes problemas e vai por aí.

 
Kagan reconhece que declínio é um risco e se acontecer será perigoso. Ele salienta que declínio é uma “escolha’”, arrematando que “impérios e grandes poderes ascendem e caem e que a única questão é quando. Mas o quando importa. Se os EUA começarem o declínio nas próximas duas décadas e não por outros dois séculos será muito importante, tanto para os americanos, como para a natureza do mundo em que vivemos”.
 
Não é preciso se enrolar na bandeira nem ser americano, para aceitar um fato: na frase da ex-secretária de Estado, Madeleine Albright, os EUA serão uma “nação indispensável” por um bom tempo, num mundo de maior ou menos multipolaridade geopolítica e geoeconômica. Será que alguém vai se enrolar na bandeira chinesa e achar que Pequim tenha envergadura para assumir tão cedo as responsabilidades (com a carga e privilégios) de uma liderança global?
 
Nos referenciais de política doméstica e jogo eleitoral,  os republicanos advertem que o declínio será acelerado se Obama e os democratas seguirem à frente do país. Mitt Romney, o chefe de Kagan, ja disse em debate que “nosso presidente acredita que os EUA estejam em declínio. Está se ele é o presidente. Não estará se eu for o presidente”. Obama, ainda presidente e em busca de reeleição, como eu disse, quer roubar a bandeira do adversário. No seu discurso sobre o estado da união, na semana passada, Obama afirmou “qualquer um que diga que os EUA estejam em declínio ou que sua influência esteja minguando, não sabe do que está falando”.
 
E todos os candidatos estão falando: USA! USA! USA!
Colher de chá para a Carmem! Carmem! Carmem! (dia 3, 9:47), que seus desejos se realizem.

Deixe o seu comentário

Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.

» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA

Envie um comentário

O seu endereço de email não será publicado

140 Comentários

  • Pedro I.

    -

    2/5/2012 às 9:24

    “Carmem – 03/02/2012 às 21:20″
    Na verdade, eu tenho mestrado completo em administração (somente um dos meus dois cursos superiores. ambos com mérito), e estou agora selecionando onde fazer o meu doutorado. A senhora deveria ser menos ARROGANTE e deixar de personalizar os seus comentários.

  • L.Fernando

    -

    9/2/2012 às 22:34

    Difícil entender uma pessoa difusa como você Reinaldo MaisValia, eu NÃO disse que a religiosidade era sua, disse antes que você mistura tudo, pastel religião, corínthans (já que o jogo que aconteceria no Pacaembu era do timão) Obama etc… ou seja você se não é o Reinaldo é um otário clone confuso e maluco. Entrei pra turma do cansei…

  • maisvalia

    -

    6/2/2012 às 21:36

    O maisvalia pediu que eu provasse a ele com um mísero comentário em que aborda religião e eu copiei o comentário inteiro (abaixo). E agora mané?

    ele coloca de forma sutil Jesus,
    ACHO QUE PRECISO DESENHAR.
    EU NÃO ABORDEI A MINHA RELIGIOSIDADE OU NÃO RELIGIOSIDADE.
    EU POSTEI A CARA DE PAU DO OBAMA DE SE TORNAR RELIGIOSO.
    O REINALDO PODE SER CATÓLICO FERVOROSO, EU NÃO.
    ESTOU QUASE PARA AGNÓSTICO.
    ENTENDEU AGORA MANELÃO?
    A CAMINHO SUAVE É UM BOM COMEÇO, HEHEHEHE

  • L.Fernando

    -

    6/2/2012 às 17:46

    O maisvalia pediu que eu provasse a ele com um mísero comentário em que aborda religião e eu copiei o comentário inteiro (abaixo). E agora mané?

  • L.Fernando

    -

    6/2/2012 às 17:45

    O Maisvalia (reinaldo azedo) escreve tanto que se esquece das asneiras publicadas por ele no blog do democrático Caio. Leia abaixo e confirme o que eu disse, mané.

    maisvalia
    - 03/02/2012 às 8:19

    VOU REPETIR, PORQUE MOSTRA O QUANTO O REI ESTÁ NU:
    O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta quinta (2) que reza todos os dias pela manhã e molda aspectos de sua política econômica nos ensinamentos de Jesus Cristo. Obama afirmou que os desafios enfrentados pelos Estados Unidos exigem que ele escute a Deus, evite “falsa religiosidade” e assuma atitude corajosa “diante da resistência ou indiferença”. A declaração foi dada durante um pronunciamento no evento denominado “Café-da-Manhã da Oração Nacional” para cerca de 3 mil participantes em clima de campanha eleitoral.
    AGORA,O USA USA USA.
    O GALLUP MOSTRO QUE EL PERDE NA MAIORIA DOS ESTADOS, NUMA DIFERENÇA DE 108 VOTOS.
    A ÁGUA JÁ PASSOU DO TORNOZELO E O PROMESSINHA DEMAGOGO HUSSEIN ESTÁ MOSTRANDO SEU DESESPERO, HEHEHEHE
    HOJE VOU ANDAR E NADAR NO PACAEMBU, NA SAÍDA COMO DE HÁBITO VOU TOMAR CALDO DE CANA NA BARRACA DA MARIA E JÁ VOU AVISAR QUE O CAIO NO FIM DE ANO VIRÁ ESPECIALMENTE PAGAR E PROVAR SEU PASTEL, HEHEHEHEHE
    Nada como um leitor

  • Maurício

    -

    5/2/2012 às 23:20

    CC:
    Com os rumos incertos na Libia e o exemplo do Egito a OTAN tb tem que botar as barbas de molho antes de se meter em outra enrascada. Ou não?
    De qualquer forma quem está vetando resoluções contra a Siria são a Russia e China.

  • Carmem

    -

    5/2/2012 às 22:48

    O fim da bipolaridade que marcou aquele período histórico está a reclamar uma urgente reformulação das Nações Unidas, a qual deve começar pela ampliação e democratização de seu principal órgão diretivo.
    .
    Totalmente de acordo. O jurássico Conselho de Segurança já perdeu o prazo de validade e representatividade, precisa de um makeup urgente.
    Abs
    Até aí, Carmem,nenhuma novidade. Um orgao diretivo mais multipolar significa demoras decisorias multipolares, mas antes disso será uma lenga lenga para decidir quem vai ter o upgrade, sem falar ad questao explosiva se o poder de veto sera abolido ou usado em circunstancias especiais, abs, Caio

  • carlos cezar

    -

    5/2/2012 às 22:39

    “Não dá para fazer” é resposta para crianças.
    Caro Carlos, cresça: olhe a geografia interna da Siria, a correlacao de forças internas, o impacto de uma intervencao militar, as duvidas na Otan, as divisoes no Conselho de Segurança, uma nova guerra ao lado do Iraque, uma regiao em que o Irã é aliado da Sïria, o caldeirao libanes, o Hezbollah. Realmente nao é coisa para criança, se houver algo seria uma intervencao direta do mundo árabe, talvez como parte de uma guerra regional, rearrumacao do tabuleiro regional, abs, Caio
    PS- relaxe, é domingao ou o que sobrou dele

  • carlos cezar

    -

    5/2/2012 às 22:26

    Caio, quase vomitei ao ler sobre o que está acontecendo na Síria neste fim de semana. Seja sincero com a gente, meros mortais aqui embaixo (leitores): por que a OTAN não age como fez na Líbia???
    porque nao dá para fazer, abs, Caio

  • Gustavo C.

    -

    5/2/2012 às 22:11

    Caio, uma coisa é criar um neologismo, coisa que se faz todo dia, outra é transferir todo o debate político atual para outro paradigma histórico, o que eu chamei de vietnamizar O DEBATE. Minha opinião é que essa rede de paralelos forçados com a II Guerra interessa aos EUA, que se vendem como os salvadores do mundo nos anos 40, e que precisam de liberdade de ação para continuarem se sacrificando pela humanidade hoje, e é ruim para a discussão, que perde em qualidade intelectual. Abs
    Caro Gustavo, nao vejo muito este debate, existe nostalgia da “greatest generation”, que está desaparecendo, mas creio que o debate é outro, como ocorrer a retraçao organizada do papel americano, selecionando pontos de atuaçao, diante da dificuldade de ser policia do mundo, e na verdade o paralelo que mais se faz hoje nos EUA é com a guerra fria, no sentido de que a guerra contra o terror sera longa e exigira paciencia, abs, Caio

  • maisvalia

    -

    5/2/2012 às 21:58

    L.Fernando
    PELO TEOR ESQUERDOPATA TERCEIROMUNDISTA A CULPA SEMPRE É DOS OUTROS DOS COMENTÁRIOS DEVE SER O VERÍSSIMO DIRETO DE SEU APARTAMENTO EM PARIS, HEHEHEHEHEHE

    JESUS
    MOSTRE UM MÍSERO COMENTÁRIO QUE EU COLOQUEI RELIGIÃO. DEVE ESTAR ASSOMBRADO OU COM MEDO DE ALGO, HEHEHE

    pastel, pacaembu/corinthians e uma intimidade reveladora com o blogueiro
    MORO NA REGIÃO ANTES DO RA E SOU, COMO MUITOS DAQUI SABEM,
    S A N T I S T A ROXO,
    HOJE DE CABEÇA QUENTE, HEHEHEHE
    PORTANTO, ANTE O EXPOSTO, NÃO SOU O REINALDO, HEHEHEHE
    MAS VOCÊ DEVE SER O VERÍSSIMO, HEHEHEHEHE

  • Gustavo C.

    -

    5/2/2012 às 21:38

    Caio, mas por que a II Guerra? Por que não, p. ex., “vietnamizar” o debate atual? Não tem nada a ver? E a II Guerra tem? Repito: a quem interessa mais essas comparações esdrúxulas e em que medida elas ajudam a compreender o que está acontecendo? Abs
    Caro Gustavo, nada errado com paralelos historicos ou licoes historicas, desde que sejam pertinentes. Por exemplo, voce citou “vietnamizar”, no caso se tornou uma estratégia para “domesticar” uma guerra. Creio que voce entende a ironia do termo domesticar. No caso agora do Afeganistao, a ideia é fazer como no Vietnã, passar o encargo para as forças locais, abs, Caio

  • Magno Adão de Souza

    -

    5/2/2012 às 21:29

    O direito de veto de que desfrutam os membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas conduz muitas vezes à virtual paralisia de seu processo decisório, na medida em que impede aquela organização internacional de intervir decisivamente em guerras civis e conflitos externos. O papel decorativo a que as Nações Unidas estiveram condenadas durante a Guerra Fria deveu-se em larga medida aos vetos sistemáticos que a União Soviética opusera a propostas de resolução apresentadas pelos EUA, o que fez com que o sisudo e arguto diplomata Andrei Gromyko recebesse a alcunha de “Mr. Niet” (Senhor Não). O fim da bipolaridade que marcou aquele período histórico está a reclamar uma urgente reformulação das Nações Unidas, a qual deve começar pela ampliação e democratização de seu principal órgão diretivo. O ditador Bashar al-Assad será apeado do poder muito em breve em virtude do crescente prestígio popular dos grupos oposicionistas que movem luta armada contra seu regime, a qual já atingiu as cercanias de Damasco. A intensa animosidade que a maioria sunita devota aos alauítas, grupo étnico do qual faz a elite dirigente que controla a administração pública e as Forças Armadas, infelizmente fará com que atos de vingança inomináveis se espalhem pela Síria após a queda de Assad, a qual, ao contrário do que insistemente apregoam militantes esquerdistas incapazes de enxergar nuances, não terá qualquer relação com os pérfidos estrategemas que, segundo eles, as potências ocidentais estão a desenvolver para se assenhorear daquela nação árabe, eliminando, por conseguinte, o principal aliado do regime iraniano no Oriente Médio.
    Bom comentario ,caro Magno, mais sobre o tema na coluna de segunda feira, abs, Caio

  • L.Fernando

    -

    5/2/2012 às 21:14

    Interessante observar que dentre os seus leitores, muitos aprovam a liderança imperialista dos norte americanos mundo afora. Fico pensando o que faz um ser humano brasileiro gostar de uma nação que invade, mata e aniquila, governos e populações inteiras, de forma tão cega e subserviente? Será que alguns jornalistas tem a ver com isso? Fala Caio.
    Falô, abs, Caio

  • L.Fernando

    -

    5/2/2012 às 21:09

    Descobri que o seu leitor Maisvalia na verdade é o Reinaldo Azedo muito simples de concluir pois ele coloca de forma sutil Jesus, Obama pastel, pacaembu/corinthians e uma intimidade reveladora com o blogueiro…
    Olha, pastel da feira do Pacaembu é coisa séria, abs, Caio

  • Gustavo C.

    -

    5/2/2012 às 20:45

    Claro, Caio, a II Guerra virou matriz universal no discurso político, resta ver quem tira vantagem da criação desse imaginário – os EUA continuam combatendo a mesma guerra desde 1941 -, e se ele traz alguma vantagem intelectual para o debate sobre as questões atuais. Abs
    Caro Gustavo, mudaram os inimigos, nao? Império que ocupa e coopta os inimigos até que dá para o gasto (alemaes e japoneses) Abs, Caio

  • Elias

    -

    5/2/2012 às 19:40

    EUA… aqui se faz… aqui se paga!! Nos anos 70.. os EUA vetaram resoluções contra a África do Sul(apartheid) na ONU… agora… recebam o troco. Estou rindo a toa!!!
    Puxa, Elias ,voce é bom mesmo para desmascarar os americanos, Caio

  • maisvalia

    -

    5/2/2012 às 18:02

    Chávez disse que a ele e a seu homólogo boliviano, Evo Morales, “nos parece muito positivo” o veto destes países à medida que levaria a ONU a condenar a repressão perpetrada pelo regime do ditador sírio, Bashar Assad.

    O venezuelano afirmou que Morales propôs que a Alba (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América), que se encontra reunida em Caracas para sua 11ª cúpula, se some ao veto.

    Ele recordou que uma última resolução do tipo, aprovada contra o regime do então ditador líbio Muammar Gaddafi, levou ao bombardeio do país por parte da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) no início de 2011.

    “Bombardearam, destruíram um país, assassinaram seu presidente, como se nada houvesse passado neste mundo. É a esquizofrenia do imperialismo, não só no econômico, mas no ético, no político. Agora arremetem contra a Síria, ameaçam o Irã, ameaçam a Alba”, protestou.

    Chávez ainda recordou que, após o ataque da coalizão internacional à Líbia, “desapareceram” as reservas econômicas do país calculadas em aproximadamente US$ 300 bilhões (cerca de R$ 516 bilhões).
    ALGUNS AQUI ESTÃO EM BOA COMPANHIA.
    A IDIOTIA AVANÇA.
    COMO DIZ O DINOSSAURO COMUNOPETRALHA HOBSBAW, A AMÉRICA LATRINA É O JURASSIC PARK DA IMBECILIDADE, HEHEHEHE

  • Elias

    -

    5/2/2012 às 17:35

    Nossa… eu magooei bastante os fiéis da seita anti-Assad
    Elias, você magoa apenas o bom senso. Caio

  • Gustavo C.

    -

    5/2/2012 às 16:34

    Caio, interessante sua divagação (“nem sei porque leitores começaram a discutir Hitler e Stalin”), é algo para refletir. Se você prestar bem atenção, vai ver que é difícil algum debate na sua coluna, ou em qualquer forum de discussão americano, não desgalhar para algum ponto de referência na II Guerra. “Islamofascismo”, “EIXO do mal”, qualquer regime do qual não se goste é “totalitário”, qualquer pessoa à esquerda do debatedor da vez é “comunista” ou “stalinista”, qualquer tiranete do OM é o “novo Hitler”, qualquer pacifista é o “novo Chamberlain”, Bush era o “novo Churchill” (agora Gingrich tentou)… Ninguém reflete sobre como toda essa terminologia é desgastada e não tem nada a ver com a realidade atual. Os EUA devem tirar alguma vantagem em cultivar essa obsessão, eu acho apenas um cansativo sintoma de preguiça mental. Abs
    Caro Gustavo, não se esqueça do outro lado, nao faltam referencias do tipo nazisionismo ou Gaza é o novo gueto de Varsóvia, Bush é o novo Hitler, etc abs, Caio

  • icaro sem penas

    -

    5/2/2012 às 16:27

    Caio, caro, logo mais você irá participar das festa do 1 bilhão de garrafas de cerveja e torcer pelo marido da Gisele?
    abração, I
    Include me out, hehehe, abs, Caio

  • maisvalia

    -

    5/2/2012 às 15:16

    VOU REPETIR PARTE SÓ ATUALIZANDO:
    …É interessante e ao mesmo tempo triste ver a incoerência da esquerda brasileira.

    Elogiam a ditadura sanguinária de Cuba – TROCO POR SIRIA, destilam ódio aos Estados Unidos.

    No entanto, os computadores que usam para isto são uma invenção americana e não cubana ou soviética (aliás para os menos avisados a União Soviética já acabou a mais de 20 anos).

    Os programas que usam são também desenvolvidos nos Estados Unidos e não em Cuba ou Coréia do Norte, programas da Microsoft ou da Apple.

    Os telefones celulares que usam também são desenvolvidos nos Estados Unidos.

    Os carros e os aviões que usam para se transportar de um lugar para o outro são de fabricas oriundas de países capitalistas.

    Ok Caio
    O NOÇO AMIGO USA A EXPRESSÃO ZERO KILLED DEVE ACHAR QUE É SOVIÉTICA, HEHEHEHEHE
    SEGUINDO O ALDO:
    POR QUAL TIME DE LUDOPÉDIO ELE TORCE?

    MAS NA BANANIA ISSO, O ANTIAMERICANISMO BOCÓ É BEM DIFUNDIDO POR COLEGAS SEUS CARO CAIO.
    HOJE PARA COMENTAR SOBRE A NEGATIVA DE VISTO PARA A BLOGUEIRA YOANI, O SERGIO AUGUSTO CONSEGUIU A PROEZA DE FALAR NOS PARENTES DE FIDEL, QUE SÃO MAUS PORQUE REPUBLICANOS, INDO INDO ATÉ METER O PAU NO ROMNEY E NO RUBIO, POIS APOIADO PELOS GUSANOS PARENTES DO COMA ANDANTE.
    DA TIRANIA NADA NADICA.
    CLARO QUE TAMBÉM O JORNALISTA ESQUERDO É BOBAMISTA.
    PARENTE É SERPENTE:
    …Herdeiro do eleitorado do irmão (PARENTE DE FIDEL), Mario Rafael é o representante do 21o distrito da Flórida no Congresso, desde o ano passado. Tem 24 anos de experiência legislativa e é um dos políticos latinos mais conserva dores de Miami. Feroz defensor do embargo a Cuba, também combateu o plano emergencial de estabilização econômica de Obama de 2008. Aliás, o que Obama propuser, ele é contra. Nem o assassinato de Osama bin Laden aprovou. Surpreendentemen- te, defende o Dream Act, aquela medida que possibilita a legalização dos filhos de imigrantes que se diplomem numa universidade ou prestem dois anos de serviço militar. Só nisso parece discordar de Mitt Romney, o provável candidato republicano às próximas eleições presidenciais, em cuja campanha mergulhou de cabeça, mesmo sabendo que, se necessitasse de um vice cubano para arrancar votos do eleitorado latino, Romney escolheria Marco Rubio. Este, quando nada, é mais fotogênico.
    É MOLE OU QUER MAIS?

  • Fabricio Juliano

    -

    5/2/2012 às 14:38

    É verdade Caio. Outra diferença, na minha opinião, é que o povo alemão realmente adorava Hitler, para falar a verdade muitos alemães hoje em dia ainda tem orgulho apesar de não demonstrarem. Quanto a Stalin, posso estar enganado, mas os povos da URSS (maioria) não “adoravam” ele, ou sequer gostavam.
    Fabricio, poucos alemaes hoje em dia, agora as pesquisas de hoje mostra como o Stalin ainda é querido por muitos russos, abs, Caio</strong>

  • maisvalia

    -

    5/2/2012 às 14:32

    E caro Fabricio, apenas pelo prazer de argumentar num domingao: voce nao pestanejou para dizer que o regime saudita é tao ou mais tiranico do que o da Siria (o que é correto), mas na sua resposta nao havia nada similar para dizer que o regime soviético era tao ou mais tiranico do que o nazista. Abs, Caio
    MAS CARO CAIO, SE ELE FIZER ISSO COMO ELE VAI PODER PARTICIPAR DOS ENCONTROS DEMOCRÁTICOS DO PC DO B BANANEIRO, AQUELE QUE MANDA CONDOLÊNCIAS À CORÉIA DO NORTE PELA MORTE DE SEU TIRANO, QUE TROUXE PROSPERIDADE E BONANÇA AO SEU POVO, HEHEHEHEHE

  • Fabricio Juliano

    -

    5/2/2012 às 14:28

    Ok Caio, mudando o foco da discussão iniciada com o esforço dos povos da URSS na segunda guerra, não entendo em que acrescenta o fato dos regimes de Hitler e Stalin serem tirânicos e sanguinários da mesma forma, ou mais para um ou outro. Ninguém discute que foram dois ditadores brutais, ponto. Ninguém discute que foram dois regimes brutais. O próprio Stalin disse que tanto queria a aliança com Hitler, e acreditava nela, que os dois unidos seriam invencíveis. Porém Hitler tinha asco do regime soviético e dos povos do leste. Na minha opinião muitos fatores relevantes diferenciavam essas ditaduras, inclusive no trato com seu próprio povo. Os nazistas exterminaram quem julgavam ser seus inimigos, os judeus por exemplo. Os soviéticos não vacilavam em massacrar seu próprio povo. Essa é uma diferença.
    Alias, nem sei porque leitores comecaram a discutir Hitler e Stalin nesta coluna ou os heroicos esforcos do povo sovietico contra o nazismo.
    PS_ o Hitler tambem nao vacilava em massacrar o seu proprio povo (ariano), estava disposto a fazer isto em 1945, abs, Caio

  • Fabricio Juliano

    -

    5/2/2012 às 13:56

    Caio, primeiramente, em momento algum defendi o regime soviético. Disse e repito que o esforço dos povos da URSS foi decisivo. Não mencionei Stalin como isso ou aquilo, ou sequer o elogiei, ou a seu regime. Elogiei os povos do leste, principalmente os russos, e o farei sempre. Segundo, em momento algum defendi o regime sírio, ou sequer o citei. Terceiro, não considero que a Arábia Saudita seja um desvio, na verdade é um regime tão ou mais tirânico do que o da Síria, mas é aliado de quem controla os meios midiáticos. São “gente boa” não importa o que façam desde que nos obedeçam. Isso é muito claro para quem, de maneira imparcial, busca analisar o contexto geopolítico dessa região. A Arábia Saudita vive, de fato, conforme as leis islâmicas, de modo primitivo, com extremo preconceito com mulheres e etc etc etc. Não vejo isso na mídia o tempo todo, será porque? Portanto a Arábia Saudita não é desvio de forma alguma, é um estrada tão podre, ao modo ocidental de ver, quanto a Síria, ou até mais.
    Correto, caro Fabricio, voce nao fez isto, mas eu creio ser importante nao esquecer na narrativa o duplo sacificio do povo sovietico. Sobre o final, creio que nao fui claro. Eu quis dizer que a Arabia Saudita é usada por leitores como o Elias como um desvio argumentativo para justificar o Assad e até trata-lo de forma respeitosa. De resto, o que acontece na Arabia Saudita nao é minimizado na imprensa, de onde voce tirou esta ideia que o regime saudita é considerado “gente boa”?Ele no maximo é considerado um aliado, como Stalin foi dos paises ocidentais durante a Segunda Guerra Mundial. E finalmente seu ranço antiamericano é atavico, nao existe esta coisa de analisar “imparcialmente” o quadro geopolitico. Voce, eu e a torcida do Flamengo temos viés ideologico,Abs, Caio
    PS- E caro Fabricio, apenas pelo prazer de argumentar num domingao: voce nao pestanejou para dizer que o regime saudita é tao ou mais tiranico do que o da Siria (o que é correto), mas na sua resposta nao havia nada similar para dizer que o regime soviético era tao ou mais tiranico do que o nazista. Abs, Caio

  • Fabricio Juliano

    -

    5/2/2012 às 13:39

    Pois é Elias, temos que levar em consideração o que é impossível de se esconder, por exemplo, a devastação que os alemães causaram aos diversos povos da URSS, sendo que os russos e ucranianos foram os que mais sofreram. Só em perdas civis estima-se que algo em torno de 12 milhões morreram, porém falar nisso não da, nem um pouco que seja, o entendimento para um brasileiro que vê nisso apenas números, algo muito distante de sua compreensão. Os povos do leste eram tidos pelos alemães como sub-raças, e foram tratados como animais. Os soviéticos retaliaram? Não fizeram 1% do que sofreram, e ainda assim são desmerecidos. Só para constar, Hitler, em seus momentos finais, inconformado com o desânimo alemão frente a força esmagadora que enfrentava, disse que o povo verdadeiramente forte era o povo do leste. E são mesmo, algo, digo novamente, muito distante do alcance e compreensão de um brasileiro orientado por mídia e demais entretenimentos moldados para manter as colônias dóceis.
    Sim, Fabricio, o sacrificio e o valor do povo russo (soviético) na luta contra o nazismo devem ser reconhecidos, mas que tal uma palavrinha sobre o sofrimento e mortandade do povo inflingidos por Stalin, um genocida da escala de Hitler? Se voce fizer isto, seus argumento historicos devem ser tratados com respeito. Voce esta nesta dobradinha com o leitor Elias, que esta despejando barbaridades a favor do regime Assad e repetindo a linha oficial do regime de Damasco. Eu pessoalmente fico horrorizado com viuvas de Hitler, de Stalin e com gente que ainda consegue justificar Assad, pegando o desvio que a Arabia Saudita é um regime infame. Abs, Caio

  • Ryan Riddell

    -

    5/2/2012 às 13:36

    Bota mito nisso.
    Os Estados Unidos da América não vão nos deixar órfãos tão cedo.Ainda bem.Mesmo que percam o posto de maior economia para a China,os sábios ainda apontarão qual será,entre as duas nações,o melhor lugar para se viver,trabalhar e,obviamente,pensar.A China não alcançará o PIB per capita americano neste século.Nos parece claro isso.
    Declínio econômico (EUA não estão em declínio econômico) nem sempre é sinônimo de desprestígio cultural ou político.O Japão,segunda economia mundial durante boa parte da segunda metade do século XX, não tinha tanta influência,no que se refere à política e cultura,na Europa ou,até mesmo,na própria Ásia.Civilizações decadentes jamais conseguiriam entrar em um determinado território sem permissão para eliminar o terrorista mais procurado da História!
    O Lar dos Bravos ainda serão o norte do mundo por mais tempo do que os pessimistas imaginam.

  • Elias

    -

    5/2/2012 às 13:16

    Fabricio… e veja outra.. no dia de memoria do holocausto judeu, o exercito vermelho é tratado como libertador.
    Mauricio.. você conhece o Tratado de Versalhes? Ele foi imposto pelos vencedores da 1ª guerra (Inglaterra, França e EUA) para a Alemanha, após a 1ª guerra. Alemanha estava proibida de se rearmar, de ter grande exercito, teria que aceitar uma zona desmilitarizada na Renania etc.
    Os paises ocidentais toleraram a violação do Tratado por Hitler pq tinham mais fobia da URSS. Hitler só caiu em desgraça perante os anglo-franceses depois da assinatura do pacto Ribbentrop-Molotov.
    Hitler invadiu a Polônia (antiga aliada dele) França e Inglaterra lhe declararam guerra, mas mesmo assim ambos os paises fizeram uma “drôle de guerre) (guerra de mentira) até a “Batalha da França” (quando Hitler tomou a França).

  • Francisco Pintão

    -

    5/2/2012 às 13:12

    A noite de ontem foi a mais chata dessas prévias republicanas. Resultado previsível, vitória folgada do Romney no caucus de Nevada, demora impressionante para apurar pouquíssimos votos. Ainda está faltando metade dos votos em Las Vegas, por isso Romney está com 48%, deve terminar com 53 ou 54%, conforme atestam as pesquisas do caucus. Dessa vez venceu entre os muito conservadores e os extremamente favoráveis ao Tea Party. Mas, olho no Santorum. Terça ele tem muitas chances de levar o caucus de Minnesota, além das primárias do Missouri. Pesquisas apontam ainda que ele terminará em 2º no Colorado, atrás do Romney. Com isso, ele poderá retomar uma boa fase e se posicionar como a opção conservadora anti-Romney, até porque ele tem em quase todos os Estados os números mais positivos na análise pessoal dos candidatos. Se tivesse uma maior estrutura seria um duro adversário para o Romney, até porque não tem o passado conturbado do Gingrich e é o queridinho da base.

  • Fabricio Juliano

    -

    5/2/2012 às 12:56

    Os alemães lançaram o melhor de seu aparato militar, que era, de longe, o melhor do mundo á época, contra a URSS. Praticamente todas as divisões de elite, dos blindados da força aérea e da marinha, formaram a força de ataque. Os mesmos exércitos alemães que pulverizaram os poloneses, gregos, noruegueses, holandeses e etc…e humilharam os franceses e ingleses na batalha da França, rumaram para as estepes russas e pegaram um inimigo desprevenido e despreparado, ao menos naquele momento. Italianos, romenos, finlandeses e diversos outros povos de países aliados da Alemanha se juntaram no ataque. Se existe um consenso entre historiadores militares e peritos da área, é o de que a grande guerra se deu no leste. Ver brasileiros, que na verdade repudiam o regime soviético, querendo desmerecer quem de fato venceu os nazistas, é mais um tétrico sintoma da vassalagem aguda.

  • icaro sem penas

    -

    5/2/2012 às 12:45

    Elias, caro, invasão conjunta é fogo.
    Maurício, obrigadíssimo.
    Realmente umas penas agora no carnaval até que vai bem…
    abs a todos

  • Maurício

    -

    5/2/2012 às 11:54

    Elias, vc falou, falou, falou e não vi em todo seu texto sinal de hipocrisia ou conivência ocidental. Houve, claro, resistência americana a entrar numa guerra de tão grande escala.
    Ainda voto pelas asas do Icaro.

  • Elias

    -

    5/2/2012 às 11:43

    icaro… por favor.. fale tambem da politica hipocrita do ocidental em relação a Hitler. Hitler pisou no Tratado de Versalhes com a conivencia ocidental.Hitler rearmou o exercito, ocupou a Renania, ocupou a Austria (que era proibido pelo Tratado), com a conivencia ocidental. Mandou tropas pra Espanha pra ajudar Franco na guerra civil com a conivencia ocidental. Ocupou a Checoslovakia com a mesma conivencia… e inclusive houve o acordo de Munchen com a presença de Hitler, Mussolini, Daladier e Chamberlain. Hitler organizou as Olimpiadas de 1936. Vários ocidentais exigiram o boicote dos Jogos, mas as autoridades ocidentais preferiram desrespeitar o boicote, apesar de estarem cientes dos abusos nazistas(44 anos depois boicotariam os Jogos de Moscou alegando direitos humanos… que hipocrisia). Em suma… o ocidente foi conivente com Hitler (até a assinatura do pacto nazi-sovietico em 1939) , por que o via como uma ponta de lança contra o comunismo. Sobre a Polonia, antes dela ser invadida, ela era aliada da Alemanha. Tanto que que houve um pacto nazi-polonês de não-agressão. Inclusive.. houve acordo entre ambos os paises pra invasão da Checoslovakia. A Alemanha pegou a maioria do pais … e a Polonia e Hungria pegaram o restante. Alemanha invadiu a ex-aliada por causa da questão de Danzig. Em suma… ninguém é santo na história!! Seja o Eixo…seja os Aliados.
    http://es.wikipedia.org/wiki/Pacto_de_no_agresi%C3%B3n_germano-polaco_%281934%29

  • Rudnei

    -

    5/2/2012 às 11:22

    USA!
    Para os que torcem pelo declinio americano, sao anti-USA, podem se enrrolar na bandeira chineza ou russa, ou, melhor ainda, como gostam muitos brasileiros, na bandeira verde e amarela.
    Soh que quando o bicho pega, vao correr humildes pedir ajuda ou reclamar que os USA nada fazem.
    Os USA deveriam dar uma banana e nao mais se envolver em assuntos externos que nao traga benefico a grande naçao norte-americana.
    Long Live America!

  • Elias

    -

    5/2/2012 às 11:20

    Chorem… fanáticos anti-Assad!!!!

    Chora!
    Não vou ligar
    Não vou ligar
    Chegou a hora
    Vais me pagar
    Pode chorar
    Pode chorar
    Mas chora!

    Chora!
    Não vou ligar
    Não vou ligar
    Chegou a hora
    Vais me pagar
    Pode chorar
    Pode chorar
    Elias, qual é a sua com seu poema policialesco? Você está abençoando a repressão do regime Assad e neste tom desumano e vingativo? Caio

  • Maurício

    -

    5/2/2012 às 0:16

    Proponho uma vaquinha para compra de asas ao ícaro em pagamento por sua boa contribuição as 23:00

  • icaro sem penas

    -

    4/2/2012 às 23:00

    Betty, cara, nunca é demais lembrar que a Russia só começou a lutar contra os alemães depois de 1941, quando foi invadida pelos ex-aliados. Até então era a grande aliada de Hitler. A WWII começou com uma invasão conjunta da Polônia pelos exércitos da Alemanha e da Russia. Fruto de ” pacto de amizade” entre os dois países, assinado em Moscou com a ilustre presença – física – de Stalin no infame ato.
    Nessa mesma ocasião foi acordado o retalhamento conjunto da Polônia.
    Inglaterra e França declararam guerra a Alemanha. A França foi invadida. Assim, de 1940 até 1941, a Inglaterra lutou sozinha.
    A grande contribuição russa durante esse período foi instruir o PC francês e outros a promover o ” pacifismo “. Guerra só interessa aos sujos capitalistas, diziam. Somente quando as panzer invadiram a Rússia os PCs mudaram de tom e viraram ardentemente ” pro guerra”.
    O resto é história. Mas até o último dia antes da invasão continuavam a chegar a Alemanha trens abarrotados de grãos da Ucrânia. Por falar em grãos, a Rússia começava a colher o que plantou.Foi salva graças a bravura de seu povo, a visão política de Churchill em fechar rapidamente uma aliança com a URSS, as primeiras e preciosas ajudas anglo – americanas, e finalmente, a entrada total dos EUA no conflito.
    Pena que Roosevelt só acordou para a realidade que Churchill tanto lhe alertava quando já era tarde demais.
    abs, I

  • carlos cezar

    -

    4/2/2012 às 21:55

    Geopolítica. China e Rússia fazem o trabalho sujo referente à Síria e exigem que Estados Unidos fechem o bico sobre o Irã. Oriente médio e Pacífico/Sul são regiões estratégicas. Há que se dividir o bolo. Perdoem a frieza.

  • carlos cezar

    -

    4/2/2012 às 19:49

    Grande país onde? Vá pesquisar os índices. Procure compreender o roubo do governo na arrecadação de impostos, a incompetência do governo na prestação de serviços na área de Educação, Segurança e Saúde. Quer ser feliz? Monte sua tenda em frente ao congresso nacional e proteste. Seja realista.

  • Fabricio Juliano

    -

    4/2/2012 às 19:36

    Toda a desgraça feita pelo país, tema do artigo, não valeria a vida de UMA criança de qualquer dos territórios ocupados…

  • Betty

    -

    4/2/2012 às 18:37

    Um dos companheiros mencionou que a vitoria contra os nazistas se deveu ao exercito Soviético. Calma ai’. Se est. ermos falando de carne humana como bucha de canhão, pode ate’ ser. NAo tenho números xo provados das perdas de cada aliado. So’ prestar atenção para que os números nAo se embaralhem com as perdas nas conquistas da Polônia, Rumania, Tchecoslovaquia(a antiga) etc, etc. Stalin, aquela Grande figura humana, aproveitando a bobeira do FDR e a honestidade ingênua de Truman, foi engolindo um a um e isto também custou mais bucha de canhão, antes de baixar a cortina de ferro.

  • Betty

    -

    4/2/2012 às 18:24

    Fascinate! China e Russia votam contra a intervenção na Siria! Volta Império Americano, volta!

  • brasil 2022

    -

    4/2/2012 às 17:30

    Corrigindo…para http://www.sae.gov.br/brasil2022, é nóis!
    Oh, MV, deixa de ser materialista!

  • brasil 2022

    -

    4/2/2012 às 17:11

    Si Io hablo el español, pero mi lengua es portugues , chico, ahahaha.
    É uma questão estratégica, o português vai crescer e se impor atraves do espanhol!
    Aliás, eu não estou de brincadeira, eu não sou de brincadeira, sem broma, hermano, ahhahahh.
    Brasil 2022, na verdade é um grande projeto de desenvolvimento do do nosso grande país : http://www.brasil2022.gov.br, ahhahah sucks, MV! é uma marca que está pegando, hahhahh, é nóis!

  • brasil 2022

    -

    4/2/2012 às 15:19

    Os otimistas acham que o império vai acabar.
    Acabou o império soviético.
    Acabou o III Reich, ninguém mais quer viver na Alemanha, 4ª economia do mundo.
    Acabou o imperio Japonês, Mandchuria, estupros, muitos na Coréia, China, etc….f#& com o país – 3ª economia do mundo!!!
    Fim do império não é o fim do país, nem uma grande tragèdia!
    O Mahabarata, Grande India …está voltando, Namastê!

  • Maurício

    -

    4/2/2012 às 15:15

    Curtas e nem tão finas:
    Embaixadas Sirias atacadas.
    A pressão só aumenta.
    Assad vai cair mesmo.
    Quando e o que virá depois só Nostradamus poderá dizer.

  • maisvalia

    -

    4/2/2012 às 14:44

    O coro anticapitalista dos ricos envergonhados
    Artigo de Sardenberg, disponível no site Millenium:
    Ricos envergonhados são assim: quanto mais dinheiro ganham, mais adotam posições políticas contra o capitalismo em geral e o sistema financeiro em particular. O patrono da categoria é George Soros ( EU – E ALGUEM DUVIDAVA QUE SERIA ESTE CANALHA ), que, aliás, continua lucrando com seus fundos especulativos, mas há representantes espalhados por toda parte. O número cresceu exponencialmente depois da erupção da crise global.
    É como se fosse uma defesa antecipada. Reparem: a era de prosperidade do final do século passado e início deste trouxe um aumento da desigualdade. Centenas de milhões de pessoas deixaram a pobreza, formaram-se novas classes médias nos países emergentes, mas os ricos se deram melhor no mundo todo. Ganharam mais, aumentaram sua participação no bolo na fase de expansão e, se perderam muito no auge da crise, conseguiram melhor recuperação.
    Logo, se os ricos foram os principais beneficiários disso tudo, então necessariamente são os culpados ou pelo menos os principais suspeitos, certo? Errado, respondem seus representantes. O problema está no sistema capitalista, explicam, apresentando-se como apenas uma peça da engrenagem. Vai daí, engrossam o coro anticapitalista e clamam por reformas.
    INTEGRA
    http://www.imil.org.br/destaque/e-o-sistema/

  • Maurício

    -

    4/2/2012 às 13:33

    Hablas espanhol 2022?
    ou portugues?

  • carlos cezar

    -

    4/2/2012 às 12:45

    Bom dia, ao colunista e aos leitores.
    Hoje é sábado ahahahhah…dia de zoeira hahahh…brincadeirinha… (homenagem ao maior comediante da coluna) – essa figura é impagável!!! Caio Blinder, colher de chá todos os dias para BRASIL 2022.
    É nóis! mano!!!

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados