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03/02/2012

às 6:00 \ Democratas, Eleições 2012, EUA, Obama, Republicanos, Romney

Primeira Impressão (O Mito do Declínio Americano)

USA! USA! USA!  A patriotada apenas aumenta em campanha eleitoral, com setores republicanos inclusive questionando o patriotismo do presidente Barack Obama. Solução, muitas vezes, é ser mais realista do que o rei. E Obama se enrola cada vez mais na bandeira, para rechaçar as críticas de que seja derrotista, declinista ou avesso a aceitar o excepcionalismo americano. USA! USA! USA! Melhor ainda, como no jogo, o negócio é tentar roubar a bandeira do adversário.
 
Marotamente, a assessoria da Casa Branca anuncia que o presidente simplesmente ficou “enamorado” do ensaio de Robert Kagan, na revista New Republic  contra o mito do declínio americano. E quem é Kagan? É assessor da campanha de Mitt Romney para segurança nacional e política externa.  No ensaio (que é um enxerto do seu novo livro The World America Made), Kagan argumenta ser falsa a narrativa sobre o declínio americano ou que seu poder e influência estejam se desvanecendo devido a problemas econômicos, ascensão de outras potências mundiais, o fracasso americano para resolver grandes problemas e vai por aí.

 
Kagan reconhece que declínio é um risco e se acontecer será perigoso. Ele salienta que declínio é uma “escolha’”, arrematando que “impérios e grandes poderes ascendem e caem e que a única questão é quando. Mas o quando importa. Se os EUA começarem o declínio nas próximas duas décadas e não por outros dois séculos será muito importante, tanto para os americanos, como para a natureza do mundo em que vivemos”.
 
Não é preciso se enrolar na bandeira nem ser americano, para aceitar um fato: na frase da ex-secretária de Estado, Madeleine Albright, os EUA serão uma “nação indispensável” por um bom tempo, num mundo de maior ou menos multipolaridade geopolítica e geoeconômica. Será que alguém vai se enrolar na bandeira chinesa e achar que Pequim tenha envergadura para assumir tão cedo as responsabilidades (com a carga e privilégios) de uma liderança global?
 
Nos referenciais de política doméstica e jogo eleitoral,  os republicanos advertem que o declínio será acelerado se Obama e os democratas seguirem à frente do país. Mitt Romney, o chefe de Kagan, ja disse em debate que “nosso presidente acredita que os EUA estejam em declínio. Está se ele é o presidente. Não estará se eu for o presidente”. Obama, ainda presidente e em busca de reeleição, como eu disse, quer roubar a bandeira do adversário. No seu discurso sobre o estado da união, na semana passada, Obama afirmou “qualquer um que diga que os EUA estejam em declínio ou que sua influência esteja minguando, não sabe do que está falando”.
 
E todos os candidatos estão falando: USA! USA! USA!
Colher de chá para a Carmem! Carmem! Carmem! (dia 3, 9:47), que seus desejos se realizem.

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140 Comentários

  1. Pedro I.

    -

    02/05/2012 às 9:24

    “Carmem – 03/02/2012 às 21:20″
    Na verdade, eu tenho mestrado completo em administração (somente um dos meus dois cursos superiores. ambos com mérito), e estou agora selecionando onde fazer o meu doutorado. A senhora deveria ser menos ARROGANTE e deixar de personalizar os seus comentários.

  2. L.Fernando

    -

    09/02/2012 às 22:34

    Difícil entender uma pessoa difusa como você Reinaldo MaisValia, eu NÃO disse que a religiosidade era sua, disse antes que você mistura tudo, pastel religião, corínthans (já que o jogo que aconteceria no Pacaembu era do timão) Obama etc… ou seja você se não é o Reinaldo é um otário clone confuso e maluco. Entrei pra turma do cansei…

  3. maisvalia

    -

    06/02/2012 às 21:36

    O maisvalia pediu que eu provasse a ele com um mísero comentário em que aborda religião e eu copiei o comentário inteiro (abaixo). E agora mané?

    ele coloca de forma sutil Jesus,
    ACHO QUE PRECISO DESENHAR.
    EU NÃO ABORDEI A MINHA RELIGIOSIDADE OU NÃO RELIGIOSIDADE.
    EU POSTEI A CARA DE PAU DO OBAMA DE SE TORNAR RELIGIOSO.
    O REINALDO PODE SER CATÓLICO FERVOROSO, EU NÃO.
    ESTOU QUASE PARA AGNÓSTICO.
    ENTENDEU AGORA MANELÃO?
    A CAMINHO SUAVE É UM BOM COMEÇO, HEHEHEHE

  4. L.Fernando

    -

    06/02/2012 às 17:46

    O maisvalia pediu que eu provasse a ele com um mísero comentário em que aborda religião e eu copiei o comentário inteiro (abaixo). E agora mané?

  5. L.Fernando

    -

    06/02/2012 às 17:45

    O Maisvalia (reinaldo azedo) escreve tanto que se esquece das asneiras publicadas por ele no blog do democrático Caio. Leia abaixo e confirme o que eu disse, mané.

    maisvalia
    - 03/02/2012 às 8:19

    VOU REPETIR, PORQUE MOSTRA O QUANTO O REI ESTÁ NU:
    O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta quinta (2) que reza todos os dias pela manhã e molda aspectos de sua política econômica nos ensinamentos de Jesus Cristo. Obama afirmou que os desafios enfrentados pelos Estados Unidos exigem que ele escute a Deus, evite “falsa religiosidade” e assuma atitude corajosa “diante da resistência ou indiferença”. A declaração foi dada durante um pronunciamento no evento denominado “Café-da-Manhã da Oração Nacional” para cerca de 3 mil participantes em clima de campanha eleitoral.
    AGORA,O USA USA USA.
    O GALLUP MOSTRO QUE EL PERDE NA MAIORIA DOS ESTADOS, NUMA DIFERENÇA DE 108 VOTOS.
    A ÁGUA JÁ PASSOU DO TORNOZELO E O PROMESSINHA DEMAGOGO HUSSEIN ESTÁ MOSTRANDO SEU DESESPERO, HEHEHEHE
    HOJE VOU ANDAR E NADAR NO PACAEMBU, NA SAÍDA COMO DE HÁBITO VOU TOMAR CALDO DE CANA NA BARRACA DA MARIA E JÁ VOU AVISAR QUE O CAIO NO FIM DE ANO VIRÁ ESPECIALMENTE PAGAR E PROVAR SEU PASTEL, HEHEHEHEHE
    Nada como um leitor

  6. Maurício

    -

    05/02/2012 às 23:20

    CC:
    Com os rumos incertos na Libia e o exemplo do Egito a OTAN tb tem que botar as barbas de molho antes de se meter em outra enrascada. Ou não?
    De qualquer forma quem está vetando resoluções contra a Siria são a Russia e China.

  7. Carmem

    -

    05/02/2012 às 22:48

    O fim da bipolaridade que marcou aquele período histórico está a reclamar uma urgente reformulação das Nações Unidas, a qual deve começar pela ampliação e democratização de seu principal órgão diretivo.
    .
    Totalmente de acordo. O jurássico Conselho de Segurança já perdeu o prazo de validade e representatividade, precisa de um makeup urgente.
    Abs
    Até aí, Carmem,nenhuma novidade. Um orgao diretivo mais multipolar significa demoras decisorias multipolares, mas antes disso será uma lenga lenga para decidir quem vai ter o upgrade, sem falar ad questao explosiva se o poder de veto sera abolido ou usado em circunstancias especiais, abs, Caio

  8. carlos cezar

    -

    05/02/2012 às 22:39

    “Não dá para fazer” é resposta para crianças.
    Caro Carlos, cresça: olhe a geografia interna da Siria, a correlacao de forças internas, o impacto de uma intervencao militar, as duvidas na Otan, as divisoes no Conselho de Segurança, uma nova guerra ao lado do Iraque, uma regiao em que o Irã é aliado da Sïria, o caldeirao libanes, o Hezbollah. Realmente nao é coisa para criança, se houver algo seria uma intervencao direta do mundo árabe, talvez como parte de uma guerra regional, rearrumacao do tabuleiro regional, abs, Caio
    PS- relaxe, é domingao ou o que sobrou dele

  9. carlos cezar

    -

    05/02/2012 às 22:26

    Caio, quase vomitei ao ler sobre o que está acontecendo na Síria neste fim de semana. Seja sincero com a gente, meros mortais aqui embaixo (leitores): por que a OTAN não age como fez na Líbia???
    porque nao dá para fazer, abs, Caio

  10. Gustavo C.

    -

    05/02/2012 às 22:11

    Caio, uma coisa é criar um neologismo, coisa que se faz todo dia, outra é transferir todo o debate político atual para outro paradigma histórico, o que eu chamei de vietnamizar O DEBATE. Minha opinião é que essa rede de paralelos forçados com a II Guerra interessa aos EUA, que se vendem como os salvadores do mundo nos anos 40, e que precisam de liberdade de ação para continuarem se sacrificando pela humanidade hoje, e é ruim para a discussão, que perde em qualidade intelectual. Abs
    Caro Gustavo, nao vejo muito este debate, existe nostalgia da “greatest generation”, que está desaparecendo, mas creio que o debate é outro, como ocorrer a retraçao organizada do papel americano, selecionando pontos de atuaçao, diante da dificuldade de ser policia do mundo, e na verdade o paralelo que mais se faz hoje nos EUA é com a guerra fria, no sentido de que a guerra contra o terror sera longa e exigira paciencia, abs, Caio

  11. maisvalia

    -

    05/02/2012 às 21:58

    L.Fernando
    PELO TEOR ESQUERDOPATA TERCEIROMUNDISTA A CULPA SEMPRE É DOS OUTROS DOS COMENTÁRIOS DEVE SER O VERÍSSIMO DIRETO DE SEU APARTAMENTO EM PARIS, HEHEHEHEHEHE

    JESUS
    MOSTRE UM MÍSERO COMENTÁRIO QUE EU COLOQUEI RELIGIÃO. DEVE ESTAR ASSOMBRADO OU COM MEDO DE ALGO, HEHEHE

    pastel, pacaembu/corinthians e uma intimidade reveladora com o blogueiro
    MORO NA REGIÃO ANTES DO RA E SOU, COMO MUITOS DAQUI SABEM,
    S A N T I S T A ROXO,
    HOJE DE CABEÇA QUENTE, HEHEHEHE
    PORTANTO, ANTE O EXPOSTO, NÃO SOU O REINALDO, HEHEHEHE
    MAS VOCÊ DEVE SER O VERÍSSIMO, HEHEHEHEHE

  12. Gustavo C.

    -

    05/02/2012 às 21:38

    Caio, mas por que a II Guerra? Por que não, p. ex., “vietnamizar” o debate atual? Não tem nada a ver? E a II Guerra tem? Repito: a quem interessa mais essas comparações esdrúxulas e em que medida elas ajudam a compreender o que está acontecendo? Abs
    Caro Gustavo, nada errado com paralelos historicos ou licoes historicas, desde que sejam pertinentes. Por exemplo, voce citou “vietnamizar”, no caso se tornou uma estratégia para “domesticar” uma guerra. Creio que voce entende a ironia do termo domesticar. No caso agora do Afeganistao, a ideia é fazer como no Vietnã, passar o encargo para as forças locais, abs, Caio

  13. Magno Adão de Souza

    -

    05/02/2012 às 21:29

    O direito de veto de que desfrutam os membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas conduz muitas vezes à virtual paralisia de seu processo decisório, na medida em que impede aquela organização internacional de intervir decisivamente em guerras civis e conflitos externos. O papel decorativo a que as Nações Unidas estiveram condenadas durante a Guerra Fria deveu-se em larga medida aos vetos sistemáticos que a União Soviética opusera a propostas de resolução apresentadas pelos EUA, o que fez com que o sisudo e arguto diplomata Andrei Gromyko recebesse a alcunha de “Mr. Niet” (Senhor Não). O fim da bipolaridade que marcou aquele período histórico está a reclamar uma urgente reformulação das Nações Unidas, a qual deve começar pela ampliação e democratização de seu principal órgão diretivo. O ditador Bashar al-Assad será apeado do poder muito em breve em virtude do crescente prestígio popular dos grupos oposicionistas que movem luta armada contra seu regime, a qual já atingiu as cercanias de Damasco. A intensa animosidade que a maioria sunita devota aos alauítas, grupo étnico do qual faz a elite dirigente que controla a administração pública e as Forças Armadas, infelizmente fará com que atos de vingança inomináveis se espalhem pela Síria após a queda de Assad, a qual, ao contrário do que insistemente apregoam militantes esquerdistas incapazes de enxergar nuances, não terá qualquer relação com os pérfidos estrategemas que, segundo eles, as potências ocidentais estão a desenvolver para se assenhorear daquela nação árabe, eliminando, por conseguinte, o principal aliado do regime iraniano no Oriente Médio.
    Bom comentario ,caro Magno, mais sobre o tema na coluna de segunda feira, abs, Caio

  14. L.Fernando

    -

    05/02/2012 às 21:14

    Interessante observar que dentre os seus leitores, muitos aprovam a liderança imperialista dos norte americanos mundo afora. Fico pensando o que faz um ser humano brasileiro gostar de uma nação que invade, mata e aniquila, governos e populações inteiras, de forma tão cega e subserviente? Será que alguns jornalistas tem a ver com isso? Fala Caio.
    Falô, abs, Caio

  15. L.Fernando

    -

    05/02/2012 às 21:09

    Descobri que o seu leitor Maisvalia na verdade é o Reinaldo Azedo muito simples de concluir pois ele coloca de forma sutil Jesus, Obama pastel, pacaembu/corinthians e uma intimidade reveladora com o blogueiro…
    Olha, pastel da feira do Pacaembu é coisa séria, abs, Caio

  16. Gustavo C.

    -

    05/02/2012 às 20:45

    Claro, Caio, a II Guerra virou matriz universal no discurso político, resta ver quem tira vantagem da criação desse imaginário – os EUA continuam combatendo a mesma guerra desde 1941 -, e se ele traz alguma vantagem intelectual para o debate sobre as questões atuais. Abs
    Caro Gustavo, mudaram os inimigos, nao? Império que ocupa e coopta os inimigos até que dá para o gasto (alemaes e japoneses) Abs, Caio

  17. Elias

    -

    05/02/2012 às 19:40

    EUA… aqui se faz… aqui se paga!! Nos anos 70.. os EUA vetaram resoluções contra a África do Sul(apartheid) na ONU… agora… recebam o troco. Estou rindo a toa!!!
    Puxa, Elias ,voce é bom mesmo para desmascarar os americanos, Caio

  18. maisvalia

    -

    05/02/2012 às 18:02

    Chávez disse que a ele e a seu homólogo boliviano, Evo Morales, “nos parece muito positivo” o veto destes países à medida que levaria a ONU a condenar a repressão perpetrada pelo regime do ditador sírio, Bashar Assad.

    O venezuelano afirmou que Morales propôs que a Alba (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América), que se encontra reunida em Caracas para sua 11ª cúpula, se some ao veto.

    Ele recordou que uma última resolução do tipo, aprovada contra o regime do então ditador líbio Muammar Gaddafi, levou ao bombardeio do país por parte da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) no início de 2011.

    “Bombardearam, destruíram um país, assassinaram seu presidente, como se nada houvesse passado neste mundo. É a esquizofrenia do imperialismo, não só no econômico, mas no ético, no político. Agora arremetem contra a Síria, ameaçam o Irã, ameaçam a Alba”, protestou.

    Chávez ainda recordou que, após o ataque da coalizão internacional à Líbia, “desapareceram” as reservas econômicas do país calculadas em aproximadamente US$ 300 bilhões (cerca de R$ 516 bilhões).
    ALGUNS AQUI ESTÃO EM BOA COMPANHIA.
    A IDIOTIA AVANÇA.
    COMO DIZ O DINOSSAURO COMUNOPETRALHA HOBSBAW, A AMÉRICA LATRINA É O JURASSIC PARK DA IMBECILIDADE, HEHEHEHE

  19. Elias

    -

    05/02/2012 às 17:35

    Nossa… eu magooei bastante os fiéis da seita anti-Assad
    Elias, você magoa apenas o bom senso. Caio

  20. Gustavo C.

    -

    05/02/2012 às 16:34

    Caio, interessante sua divagação (“nem sei porque leitores começaram a discutir Hitler e Stalin”), é algo para refletir. Se você prestar bem atenção, vai ver que é difícil algum debate na sua coluna, ou em qualquer forum de discussão americano, não desgalhar para algum ponto de referência na II Guerra. “Islamofascismo”, “EIXO do mal”, qualquer regime do qual não se goste é “totalitário”, qualquer pessoa à esquerda do debatedor da vez é “comunista” ou “stalinista”, qualquer tiranete do OM é o “novo Hitler”, qualquer pacifista é o “novo Chamberlain”, Bush era o “novo Churchill” (agora Gingrich tentou)… Ninguém reflete sobre como toda essa terminologia é desgastada e não tem nada a ver com a realidade atual. Os EUA devem tirar alguma vantagem em cultivar essa obsessão, eu acho apenas um cansativo sintoma de preguiça mental. Abs
    Caro Gustavo, não se esqueça do outro lado, nao faltam referencias do tipo nazisionismo ou Gaza é o novo gueto de Varsóvia, Bush é o novo Hitler, etc abs, Caio

  21. icaro sem penas

    -

    05/02/2012 às 16:27

    Caio, caro, logo mais você irá participar das festa do 1 bilhão de garrafas de cerveja e torcer pelo marido da Gisele?
    abração, I
    Include me out, hehehe, abs, Caio

  22. maisvalia

    -

    05/02/2012 às 15:16

    VOU REPETIR PARTE SÓ ATUALIZANDO:
    …É interessante e ao mesmo tempo triste ver a incoerência da esquerda brasileira.

    Elogiam a ditadura sanguinária de Cuba – TROCO POR SIRIA, destilam ódio aos Estados Unidos.

    No entanto, os computadores que usam para isto são uma invenção americana e não cubana ou soviética (aliás para os menos avisados a União Soviética já acabou a mais de 20 anos).

    Os programas que usam são também desenvolvidos nos Estados Unidos e não em Cuba ou Coréia do Norte, programas da Microsoft ou da Apple.

    Os telefones celulares que usam também são desenvolvidos nos Estados Unidos.

    Os carros e os aviões que usam para se transportar de um lugar para o outro são de fabricas oriundas de países capitalistas.

    Ok Caio
    O NOÇO AMIGO USA A EXPRESSÃO ZERO KILLED DEVE ACHAR QUE É SOVIÉTICA, HEHEHEHEHE
    SEGUINDO O ALDO:
    POR QUAL TIME DE LUDOPÉDIO ELE TORCE?

    MAS NA BANANIA ISSO, O ANTIAMERICANISMO BOCÓ É BEM DIFUNDIDO POR COLEGAS SEUS CARO CAIO.
    HOJE PARA COMENTAR SOBRE A NEGATIVA DE VISTO PARA A BLOGUEIRA YOANI, O SERGIO AUGUSTO CONSEGUIU A PROEZA DE FALAR NOS PARENTES DE FIDEL, QUE SÃO MAUS PORQUE REPUBLICANOS, INDO INDO ATÉ METER O PAU NO ROMNEY E NO RUBIO, POIS APOIADO PELOS GUSANOS PARENTES DO COMA ANDANTE.
    DA TIRANIA NADA NADICA.
    CLARO QUE TAMBÉM O JORNALISTA ESQUERDO É BOBAMISTA.
    PARENTE É SERPENTE:
    …Herdeiro do eleitorado do irmão (PARENTE DE FIDEL), Mario Rafael é o representante do 21o distrito da Flórida no Congresso, desde o ano passado. Tem 24 anos de experiência legislativa e é um dos políticos latinos mais conserva dores de Miami. Feroz defensor do embargo a Cuba, também combateu o plano emergencial de estabilização econômica de Obama de 2008. Aliás, o que Obama propuser, ele é contra. Nem o assassinato de Osama bin Laden aprovou. Surpreendentemen- te, defende o Dream Act, aquela medida que possibilita a legalização dos filhos de imigrantes que se diplomem numa universidade ou prestem dois anos de serviço militar. Só nisso parece discordar de Mitt Romney, o provável candidato republicano às próximas eleições presidenciais, em cuja campanha mergulhou de cabeça, mesmo sabendo que, se necessitasse de um vice cubano para arrancar votos do eleitorado latino, Romney escolheria Marco Rubio. Este, quando nada, é mais fotogênico.
    É MOLE OU QUER MAIS?

  23. Fabricio Juliano

    -

    05/02/2012 às 14:38

    É verdade Caio. Outra diferença, na minha opinião, é que o povo alemão realmente adorava Hitler, para falar a verdade muitos alemães hoje em dia ainda tem orgulho apesar de não demonstrarem. Quanto a Stalin, posso estar enganado, mas os povos da URSS (maioria) não “adoravam” ele, ou sequer gostavam.
    Fabricio, poucos alemaes hoje em dia, agora as pesquisas de hoje mostra como o Stalin ainda é querido por muitos russos, abs, Caio</strong>

  24. maisvalia

    -

    05/02/2012 às 14:32

    E caro Fabricio, apenas pelo prazer de argumentar num domingao: voce nao pestanejou para dizer que o regime saudita é tao ou mais tiranico do que o da Siria (o que é correto), mas na sua resposta nao havia nada similar para dizer que o regime soviético era tao ou mais tiranico do que o nazista. Abs, Caio
    MAS CARO CAIO, SE ELE FIZER ISSO COMO ELE VAI PODER PARTICIPAR DOS ENCONTROS DEMOCRÁTICOS DO PC DO B BANANEIRO, AQUELE QUE MANDA CONDOLÊNCIAS À CORÉIA DO NORTE PELA MORTE DE SEU TIRANO, QUE TROUXE PROSPERIDADE E BONANÇA AO SEU POVO, HEHEHEHEHE

  25. Fabricio Juliano

    -

    05/02/2012 às 14:28

    Ok Caio, mudando o foco da discussão iniciada com o esforço dos povos da URSS na segunda guerra, não entendo em que acrescenta o fato dos regimes de Hitler e Stalin serem tirânicos e sanguinários da mesma forma, ou mais para um ou outro. Ninguém discute que foram dois ditadores brutais, ponto. Ninguém discute que foram dois regimes brutais. O próprio Stalin disse que tanto queria a aliança com Hitler, e acreditava nela, que os dois unidos seriam invencíveis. Porém Hitler tinha asco do regime soviético e dos povos do leste. Na minha opinião muitos fatores relevantes diferenciavam essas ditaduras, inclusive no trato com seu próprio povo. Os nazistas exterminaram quem julgavam ser seus inimigos, os judeus por exemplo. Os soviéticos não vacilavam em massacrar seu próprio povo. Essa é uma diferença.
    Alias, nem sei porque leitores comecaram a discutir Hitler e Stalin nesta coluna ou os heroicos esforcos do povo sovietico contra o nazismo.
    PS_ o Hitler tambem nao vacilava em massacrar o seu proprio povo (ariano), estava disposto a fazer isto em 1945, abs, Caio

  26. Fabricio Juliano

    -

    05/02/2012 às 13:56

    Caio, primeiramente, em momento algum defendi o regime soviético. Disse e repito que o esforço dos povos da URSS foi decisivo. Não mencionei Stalin como isso ou aquilo, ou sequer o elogiei, ou a seu regime. Elogiei os povos do leste, principalmente os russos, e o farei sempre. Segundo, em momento algum defendi o regime sírio, ou sequer o citei. Terceiro, não considero que a Arábia Saudita seja um desvio, na verdade é um regime tão ou mais tirânico do que o da Síria, mas é aliado de quem controla os meios midiáticos. São “gente boa” não importa o que façam desde que nos obedeçam. Isso é muito claro para quem, de maneira imparcial, busca analisar o contexto geopolítico dessa região. A Arábia Saudita vive, de fato, conforme as leis islâmicas, de modo primitivo, com extremo preconceito com mulheres e etc etc etc. Não vejo isso na mídia o tempo todo, será porque? Portanto a Arábia Saudita não é desvio de forma alguma, é um estrada tão podre, ao modo ocidental de ver, quanto a Síria, ou até mais.
    Correto, caro Fabricio, voce nao fez isto, mas eu creio ser importante nao esquecer na narrativa o duplo sacificio do povo sovietico. Sobre o final, creio que nao fui claro. Eu quis dizer que a Arabia Saudita é usada por leitores como o Elias como um desvio argumentativo para justificar o Assad e até trata-lo de forma respeitosa. De resto, o que acontece na Arabia Saudita nao é minimizado na imprensa, de onde voce tirou esta ideia que o regime saudita é considerado “gente boa”?Ele no maximo é considerado um aliado, como Stalin foi dos paises ocidentais durante a Segunda Guerra Mundial. E finalmente seu ranço antiamericano é atavico, nao existe esta coisa de analisar “imparcialmente” o quadro geopolitico. Voce, eu e a torcida do Flamengo temos viés ideologico,Abs, Caio
    PS- E caro Fabricio, apenas pelo prazer de argumentar num domingao: voce nao pestanejou para dizer que o regime saudita é tao ou mais tiranico do que o da Siria (o que é correto), mas na sua resposta nao havia nada similar para dizer que o regime soviético era tao ou mais tiranico do que o nazista. Abs, Caio

  27. Fabricio Juliano

    -

    05/02/2012 às 13:39

    Pois é Elias, temos que levar em consideração o que é impossível de se esconder, por exemplo, a devastação que os alemães causaram aos diversos povos da URSS, sendo que os russos e ucranianos foram os que mais sofreram. Só em perdas civis estima-se que algo em torno de 12 milhões morreram, porém falar nisso não da, nem um pouco que seja, o entendimento para um brasileiro que vê nisso apenas números, algo muito distante de sua compreensão. Os povos do leste eram tidos pelos alemães como sub-raças, e foram tratados como animais. Os soviéticos retaliaram? Não fizeram 1% do que sofreram, e ainda assim são desmerecidos. Só para constar, Hitler, em seus momentos finais, inconformado com o desânimo alemão frente a força esmagadora que enfrentava, disse que o povo verdadeiramente forte era o povo do leste. E são mesmo, algo, digo novamente, muito distante do alcance e compreensão de um brasileiro orientado por mídia e demais entretenimentos moldados para manter as colônias dóceis.
    Sim, Fabricio, o sacrificio e o valor do povo russo (soviético) na luta contra o nazismo devem ser reconhecidos, mas que tal uma palavrinha sobre o sofrimento e mortandade do povo inflingidos por Stalin, um genocida da escala de Hitler? Se voce fizer isto, seus argumento historicos devem ser tratados com respeito. Voce esta nesta dobradinha com o leitor Elias, que esta despejando barbaridades a favor do regime Assad e repetindo a linha oficial do regime de Damasco. Eu pessoalmente fico horrorizado com viuvas de Hitler, de Stalin e com gente que ainda consegue justificar Assad, pegando o desvio que a Arabia Saudita é um regime infame. Abs, Caio

  28. Ryan Riddell

    -

    05/02/2012 às 13:36

    Bota mito nisso.
    Os Estados Unidos da América não vão nos deixar órfãos tão cedo.Ainda bem.Mesmo que percam o posto de maior economia para a China,os sábios ainda apontarão qual será,entre as duas nações,o melhor lugar para se viver,trabalhar e,obviamente,pensar.A China não alcançará o PIB per capita americano neste século.Nos parece claro isso.
    Declínio econômico (EUA não estão em declínio econômico) nem sempre é sinônimo de desprestígio cultural ou político.O Japão,segunda economia mundial durante boa parte da segunda metade do século XX, não tinha tanta influência,no que se refere à política e cultura,na Europa ou,até mesmo,na própria Ásia.Civilizações decadentes jamais conseguiriam entrar em um determinado território sem permissão para eliminar o terrorista mais procurado da História!
    O Lar dos Bravos ainda serão o norte do mundo por mais tempo do que os pessimistas imaginam.

  29. Elias

    -

    05/02/2012 às 13:16

    Fabricio… e veja outra.. no dia de memoria do holocausto judeu, o exercito vermelho é tratado como libertador.
    Mauricio.. você conhece o Tratado de Versalhes? Ele foi imposto pelos vencedores da 1ª guerra (Inglaterra, França e EUA) para a Alemanha, após a 1ª guerra. Alemanha estava proibida de se rearmar, de ter grande exercito, teria que aceitar uma zona desmilitarizada na Renania etc.
    Os paises ocidentais toleraram a violação do Tratado por Hitler pq tinham mais fobia da URSS. Hitler só caiu em desgraça perante os anglo-franceses depois da assinatura do pacto Ribbentrop-Molotov.
    Hitler invadiu a Polônia (antiga aliada dele) França e Inglaterra lhe declararam guerra, mas mesmo assim ambos os paises fizeram uma “drôle de guerre) (guerra de mentira) até a “Batalha da França” (quando Hitler tomou a França).

  30. Francisco Pintão

    -

    05/02/2012 às 13:12

    A noite de ontem foi a mais chata dessas prévias republicanas. Resultado previsível, vitória folgada do Romney no caucus de Nevada, demora impressionante para apurar pouquíssimos votos. Ainda está faltando metade dos votos em Las Vegas, por isso Romney está com 48%, deve terminar com 53 ou 54%, conforme atestam as pesquisas do caucus. Dessa vez venceu entre os muito conservadores e os extremamente favoráveis ao Tea Party. Mas, olho no Santorum. Terça ele tem muitas chances de levar o caucus de Minnesota, além das primárias do Missouri. Pesquisas apontam ainda que ele terminará em 2º no Colorado, atrás do Romney. Com isso, ele poderá retomar uma boa fase e se posicionar como a opção conservadora anti-Romney, até porque ele tem em quase todos os Estados os números mais positivos na análise pessoal dos candidatos. Se tivesse uma maior estrutura seria um duro adversário para o Romney, até porque não tem o passado conturbado do Gingrich e é o queridinho da base.

  31. Fabricio Juliano

    -

    05/02/2012 às 12:56

    Os alemães lançaram o melhor de seu aparato militar, que era, de longe, o melhor do mundo á época, contra a URSS. Praticamente todas as divisões de elite, dos blindados da força aérea e da marinha, formaram a força de ataque. Os mesmos exércitos alemães que pulverizaram os poloneses, gregos, noruegueses, holandeses e etc…e humilharam os franceses e ingleses na batalha da França, rumaram para as estepes russas e pegaram um inimigo desprevenido e despreparado, ao menos naquele momento. Italianos, romenos, finlandeses e diversos outros povos de países aliados da Alemanha se juntaram no ataque. Se existe um consenso entre historiadores militares e peritos da área, é o de que a grande guerra se deu no leste. Ver brasileiros, que na verdade repudiam o regime soviético, querendo desmerecer quem de fato venceu os nazistas, é mais um tétrico sintoma da vassalagem aguda.

  32. icaro sem penas

    -

    05/02/2012 às 12:45

    Elias, caro, invasão conjunta é fogo.
    Maurício, obrigadíssimo.
    Realmente umas penas agora no carnaval até que vai bem…
    abs a todos

  33. Maurício

    -

    05/02/2012 às 11:54

    Elias, vc falou, falou, falou e não vi em todo seu texto sinal de hipocrisia ou conivência ocidental. Houve, claro, resistência americana a entrar numa guerra de tão grande escala.
    Ainda voto pelas asas do Icaro.

  34. Elias

    -

    05/02/2012 às 11:43

    icaro… por favor.. fale tambem da politica hipocrita do ocidental em relação a Hitler. Hitler pisou no Tratado de Versalhes com a conivencia ocidental.Hitler rearmou o exercito, ocupou a Renania, ocupou a Austria (que era proibido pelo Tratado), com a conivencia ocidental. Mandou tropas pra Espanha pra ajudar Franco na guerra civil com a conivencia ocidental. Ocupou a Checoslovakia com a mesma conivencia… e inclusive houve o acordo de Munchen com a presença de Hitler, Mussolini, Daladier e Chamberlain. Hitler organizou as Olimpiadas de 1936. Vários ocidentais exigiram o boicote dos Jogos, mas as autoridades ocidentais preferiram desrespeitar o boicote, apesar de estarem cientes dos abusos nazistas(44 anos depois boicotariam os Jogos de Moscou alegando direitos humanos… que hipocrisia). Em suma… o ocidente foi conivente com Hitler (até a assinatura do pacto nazi-sovietico em 1939) , por que o via como uma ponta de lança contra o comunismo. Sobre a Polonia, antes dela ser invadida, ela era aliada da Alemanha. Tanto que que houve um pacto nazi-polonês de não-agressão. Inclusive.. houve acordo entre ambos os paises pra invasão da Checoslovakia. A Alemanha pegou a maioria do pais … e a Polonia e Hungria pegaram o restante. Alemanha invadiu a ex-aliada por causa da questão de Danzig. Em suma… ninguém é santo na história!! Seja o Eixo…seja os Aliados.
    http://es.wikipedia.org/wiki/Pacto_de_no_agresi%C3%B3n_germano-polaco_%281934%29

  35. Rudnei

    -

    05/02/2012 às 11:22

    USA!
    Para os que torcem pelo declinio americano, sao anti-USA, podem se enrrolar na bandeira chineza ou russa, ou, melhor ainda, como gostam muitos brasileiros, na bandeira verde e amarela.
    Soh que quando o bicho pega, vao correr humildes pedir ajuda ou reclamar que os USA nada fazem.
    Os USA deveriam dar uma banana e nao mais se envolver em assuntos externos que nao traga benefico a grande naçao norte-americana.
    Long Live America!

  36. Elias

    -

    05/02/2012 às 11:20

    Chorem… fanáticos anti-Assad!!!!

    Chora!
    Não vou ligar
    Não vou ligar
    Chegou a hora
    Vais me pagar
    Pode chorar
    Pode chorar
    Mas chora!

    Chora!
    Não vou ligar
    Não vou ligar
    Chegou a hora
    Vais me pagar
    Pode chorar
    Pode chorar
    Elias, qual é a sua com seu poema policialesco? Você está abençoando a repressão do regime Assad e neste tom desumano e vingativo? Caio

  37. Maurício

    -

    05/02/2012 às 0:16

    Proponho uma vaquinha para compra de asas ao ícaro em pagamento por sua boa contribuição as 23:00

  38. icaro sem penas

    -

    04/02/2012 às 23:00

    Betty, cara, nunca é demais lembrar que a Russia só começou a lutar contra os alemães depois de 1941, quando foi invadida pelos ex-aliados. Até então era a grande aliada de Hitler. A WWII começou com uma invasão conjunta da Polônia pelos exércitos da Alemanha e da Russia. Fruto de ” pacto de amizade” entre os dois países, assinado em Moscou com a ilustre presença – física – de Stalin no infame ato.
    Nessa mesma ocasião foi acordado o retalhamento conjunto da Polônia.
    Inglaterra e França declararam guerra a Alemanha. A França foi invadida. Assim, de 1940 até 1941, a Inglaterra lutou sozinha.
    A grande contribuição russa durante esse período foi instruir o PC francês e outros a promover o ” pacifismo “. Guerra só interessa aos sujos capitalistas, diziam. Somente quando as panzer invadiram a Rússia os PCs mudaram de tom e viraram ardentemente ” pro guerra”.
    O resto é história. Mas até o último dia antes da invasão continuavam a chegar a Alemanha trens abarrotados de grãos da Ucrânia. Por falar em grãos, a Rússia começava a colher o que plantou.Foi salva graças a bravura de seu povo, a visão política de Churchill em fechar rapidamente uma aliança com a URSS, as primeiras e preciosas ajudas anglo – americanas, e finalmente, a entrada total dos EUA no conflito.
    Pena que Roosevelt só acordou para a realidade que Churchill tanto lhe alertava quando já era tarde demais.
    abs, I

  39. carlos cezar

    -

    04/02/2012 às 21:55

    Geopolítica. China e Rússia fazem o trabalho sujo referente à Síria e exigem que Estados Unidos fechem o bico sobre o Irã. Oriente médio e Pacífico/Sul são regiões estratégicas. Há que se dividir o bolo. Perdoem a frieza.

  40. carlos cezar

    -

    04/02/2012 às 19:49

    Grande país onde? Vá pesquisar os índices. Procure compreender o roubo do governo na arrecadação de impostos, a incompetência do governo na prestação de serviços na área de Educação, Segurança e Saúde. Quer ser feliz? Monte sua tenda em frente ao congresso nacional e proteste. Seja realista.

  41. Fabricio Juliano

    -

    04/02/2012 às 19:36

    Toda a desgraça feita pelo país, tema do artigo, não valeria a vida de UMA criança de qualquer dos territórios ocupados…

  42. Betty

    -

    04/02/2012 às 18:37

    Um dos companheiros mencionou que a vitoria contra os nazistas se deveu ao exercito Soviético. Calma ai’. Se est. ermos falando de carne humana como bucha de canhão, pode ate’ ser. NAo tenho números xo provados das perdas de cada aliado. So’ prestar atenção para que os números nAo se embaralhem com as perdas nas conquistas da Polônia, Rumania, Tchecoslovaquia(a antiga) etc, etc. Stalin, aquela Grande figura humana, aproveitando a bobeira do FDR e a honestidade ingênua de Truman, foi engolindo um a um e isto também custou mais bucha de canhão, antes de baixar a cortina de ferro.

  43. Betty

    -

    04/02/2012 às 18:24

    Fascinate! China e Russia votam contra a intervenção na Siria! Volta Império Americano, volta!

  44. brasil 2022

    -

    04/02/2012 às 17:30

    Corrigindo…para http://www.sae.gov.br/brasil2022, é nóis!
    Oh, MV, deixa de ser materialista!

  45. brasil 2022

    -

    04/02/2012 às 17:11

    Si Io hablo el español, pero mi lengua es portugues , chico, ahahaha.
    É uma questão estratégica, o português vai crescer e se impor atraves do espanhol!
    Aliás, eu não estou de brincadeira, eu não sou de brincadeira, sem broma, hermano, ahhahahh.
    Brasil 2022, na verdade é um grande projeto de desenvolvimento do do nosso grande país : http://www.brasil2022.gov.br, ahhahah sucks, MV! é uma marca que está pegando, hahhahh, é nóis!

  46. brasil 2022

    -

    04/02/2012 às 15:19

    Os otimistas acham que o império vai acabar.
    Acabou o império soviético.
    Acabou o III Reich, ninguém mais quer viver na Alemanha, 4ª economia do mundo.
    Acabou o imperio Japonês, Mandchuria, estupros, muitos na Coréia, China, etc….f#& com o país – 3ª economia do mundo!!!
    Fim do império não é o fim do país, nem uma grande tragèdia!
    O Mahabarata, Grande India …está voltando, Namastê!

  47. Maurício

    -

    04/02/2012 às 15:15

    Curtas e nem tão finas:
    Embaixadas Sirias atacadas.
    A pressão só aumenta.
    Assad vai cair mesmo.
    Quando e o que virá depois só Nostradamus poderá dizer.

  48. maisvalia

    -

    04/02/2012 às 14:44

    O coro anticapitalista dos ricos envergonhados
    Artigo de Sardenberg, disponível no site Millenium:
    Ricos envergonhados são assim: quanto mais dinheiro ganham, mais adotam posições políticas contra o capitalismo em geral e o sistema financeiro em particular. O patrono da categoria é George Soros ( EU – E ALGUEM DUVIDAVA QUE SERIA ESTE CANALHA ), que, aliás, continua lucrando com seus fundos especulativos, mas há representantes espalhados por toda parte. O número cresceu exponencialmente depois da erupção da crise global.
    É como se fosse uma defesa antecipada. Reparem: a era de prosperidade do final do século passado e início deste trouxe um aumento da desigualdade. Centenas de milhões de pessoas deixaram a pobreza, formaram-se novas classes médias nos países emergentes, mas os ricos se deram melhor no mundo todo. Ganharam mais, aumentaram sua participação no bolo na fase de expansão e, se perderam muito no auge da crise, conseguiram melhor recuperação.
    Logo, se os ricos foram os principais beneficiários disso tudo, então necessariamente são os culpados ou pelo menos os principais suspeitos, certo? Errado, respondem seus representantes. O problema está no sistema capitalista, explicam, apresentando-se como apenas uma peça da engrenagem. Vai daí, engrossam o coro anticapitalista e clamam por reformas.
    INTEGRA
    http://www.imil.org.br/destaque/e-o-sistema/

  49. Maurício

    -

    04/02/2012 às 13:33

    Hablas espanhol 2022?
    ou portugues?

  50. carlos cezar

    -

    04/02/2012 às 12:45

    Bom dia, ao colunista e aos leitores.
    Hoje é sábado ahahahhah…dia de zoeira hahahh…brincadeirinha… (homenagem ao maior comediante da coluna) – essa figura é impagável!!! Caio Blinder, colher de chá todos os dias para BRASIL 2022.
    É nóis! mano!!!

  51. brasil 2022

    -

    04/02/2012 às 11:38

    Ninguém mais quer saber de Império!
    Nós queremos é PAZ, comida diversão e água!
    Os EUA vão ter que sinalizar o país todo em Espanhol.

  52. jorji

    -

    04/02/2012 às 10:29

    Entendamos essa questão de declinio sob ponto de vista da história, império romano é um clássico exemplar, existe o início que é a formação, o ápice que é o poderio militar, político e a consequência riqueza, e o declinio que é o custo de manter este poderio, somado a imigração de outras etnias, raças e religiões que buscam estes impérios, o grande império romano sucumbiu. Vejamos o caso dos EUA, este país nada mais é do que a continuidade do império britânico, foi colonizado pelos ingleses, e herdou todas as grandes virtudes, enquanto o restante do continente americano foi colonizado pelos espanhóis e portugueses, me desculpem, mas fora Canadá e os EUA, somos todos atrasados, e o fato dos americanos serem ricos, manter essa riqueza, somado com a intensa imigração, mesclando filosofias, religiões, etnias, raças, pouco a pouco se incrementa a promiscuidade de pensamento, o declínio a longo prazo é irreversível, e a mudança constante na liderança é salutar para a humanidade, cedo ou tarde, os chineses serão novamente a maior potência do mundo, estão no caminho certo, ainda tropeçarão, mas investem de forma correta, a educação, na formação do indivíduo, como fizeram a Inglaterra e os EUA, onde o ditado é ” primeiro se constrói uma escola, depois a igreja”.

  53. Rodrigo

    -

    04/02/2012 às 10:11

    Quinze anos sem Paulo Francis.

  54. brasil 2022

    -

    04/02/2012 às 8:31

    O império americano…acabou, escafedeu-se, is over!
    É diferente de decadência do povo americano, da grandeza e importância do páis.
    A Itália é menos importante, infeliz por que acabou o império romano, a sua influência no mundo…acabou?
    Acabou a influência do império grego? Egipcio?
    Vejam a maravilhosa série Rei DAvid , na TV, o que seria do mundo ocidental sem o Reinaldo, ops, reinado do REi DAvid? de quem descendeu….JESUS CRISTO!!! hahah, essa foi pra desgalhar!!!
    Quer saber? Nem os americanos querem mais saber de Império! Eles não conseguem mais absorver 1 MILHÃO DE imigrantes LEGAIS! por ano, com mais prováveis 1 Milhão de ilegais!
    Isso não é antiamericanismo! é realidade, o 3º mundo nos EUA já é maior que a população de muitos páises no mundo! isso são números.
    Obama é consciente disso, por que…viajou além da FRança.
    Romney…é o último imperador, como metáfora, que ainda acha que pode, que manda, etc….
    Obama, no achismo, ainda , ainda seria a melhor opção , seria perder menos!
    Eu amo e admiro a América.
    Viu, MV, senão fosse o brasileiro, de origem judia, que o esperto Zuckberger deu “banho”…nãos existiria o facebook! Veja…a Veja!!!! ahahahhah
    Go, Banânia go, rocks, a caminho da 5ª economia! é nóis!
    visitem http://www.saovicente.gov.br

  55. Alexandre

    -

    03/02/2012 às 23:16

    O declínio relativo do estados unidos é um fato indiscutível,mas não vejo uma substituição pela China e sim um mundo mais múltipolar,o que não é necessariamente ruim.o que realmente deveria preocupar é a desindustrialização galopante,a perda de empregos do setor fabril era compensada pela pletora de vagas geradas pelas bolhas da construção civil e do varejo alimentados Por credito sem lastro,tanto os empregos q migraram para Ásia quanto os nuble jobs não vão voltar.

  56. Pedro Innecco

    -

    03/02/2012 às 23:11

    Edson, Caio:
    Vou mais uma vez dar uma de advogado do diabo aqui…
    Não foi só os EUA não, viu? A URSS (a qual eu acho que ninguém aqui gosta, muito menos eu) foi quem deu uma bela surra na alemanha Nazista.

  57. Pedro Innecco

    -

    03/02/2012 às 22:31

    Caio:
    Gostei do contra-comentário :)
    Acho que ao contrário também vale. Os dois vão de mãos dadas.

  58. jorji

    -

    03/02/2012 às 22:16

    Os EUA não são um império na acepção da palavra, impérios ocupam vasta extensão territorial, ocupam militarmente outras nações, impérios vivem em conflitos continuos com o dominados, o último império foi o russo, ou seja, a antiga União Soviética, a America é a nação mais rica e influente, está na vanguarda da tecnologia, possui as melhores universidades, é a maior potência militar e política, não acredito no declinio a curto ou médio prazo, mas dentro de um século, a China se tornará a maior potência do mundo em quase todos os aspectos, o futuro está no leste da Ásia, li recentemente na veja nas páginas amarelas onde o entrevistado afirma o que estou dizendo, China, Japão, Coréia e países do sudeste asiático serão o que são os EUA e a Europa hoje, a não ser que Jesus Cristo volte e………………

  59. Francisco Pintão

    -

    03/02/2012 às 22:10

    Sobre as eleições, interessante notar que o Romney anda levando todos os swing states nas primárias. Levou New Hampshire, levou Florida, levará Nevada e, em seguida, muito provavelmente Colorado. Perdeu na Carolina do Sul, que votará em qualquer republicano, seja ele qual for. Perdeu em Iowa, que já foi swing state, mas que hoje vota sempre nos democratas para Presidente, o Obama ganhará seja contra Romney ou outro. Dado que pode mostrar força do Romney, já que esses são os Estados decisivos.

  60. Gustavo C.

    -

    03/02/2012 às 22:05

    Caro Samuel,
    A PPC não mede o tamanho da produção nem do consumo de um país, mas a capacidade de consumo interno. A produção brasileira aumentou muito nos últimos 10 anos, sem falar na apreciação do câmbio, por isso o Brasil hoje está com uma das maiores reservas internacionais do mundo, e também é por isso que os brasileiros estão com poder aquisitivo relativamente alto para gastar no exterior – tudo isso é medida do PIB nominal. Já a PPC brasileira quase não aumentou, porque o custo de vida dentro do Brasil aumentou muito – os preços dos imóveis são um exemplo claro. Por outro lado, a PPC chinesa é muito mais alta que o PIB nominal, porque o custo de vida na China é muito baixo. Como a PPC é uma medida relativa (a de um país pode aumentar ou diminuir não em razão da produção, mas, p. ex., da inflação), não faz sentido somar o GNP PPP de todos os países para obter o share de cada um. A vantagem deste indicador é dar uma medida mais exata do padrão de consumo de um povo, sem as flutuações da taxa de câmbio. Abs

  61. J.R.Monteiro

    -

    03/02/2012 às 21:26

    Como se pode falar em declínio se sob qualquer stress, todos correm para o Dolar, abandonando suas próprias moedas.
    Se importa muito mais do que exporta, e seu mercado interno é fundamental para as outras economias.
    Se tem a melhor e mais bem treinada força de trabalho do mundo, com inovações cientificas em quase todas as areas, maior concentração de detentores de patentes e prêmios Nobel do planeta.
    Mais bem equipado e treinado exercito profissional, com capacidade de aniquilar qualquer oponente que seja identificavel. O terrorismo está obrigando a America a se aperfeiçoar em áreas, que há bem pouco tempo, eram completamente vulneráveis.
    Se isso é declínio eu queria muito que o nosso Brasil começasse a declinar, e rápido, para a Coreia não declinar na nossa frente.

  62. Francisco Pintão

    -

    03/02/2012 às 21:23

    Caro Caio, esse discurso do “podia estar pior, como na Europa” é exatamente a via de ataque do Romney, diga-se de passagem, concordo com ele. Os EUA não podem se contentar com a situação atual, acho que o Obama está fracassando sim, mas esperemos a eleição, afinal a situação naquele momento é que importará para o eleitorado, é a impressão que fica. Não adianta cair agora e disparar às vésperas da eleição. Para falar a verdade, não vejo mudanças tão promissoras a partir das idéias dos candidatos… Os debates republicanos acrescentam apenas coisas vagas “reduzir os impostos”, “livre iniciativa”, enfim, nada concreto. Por outro lado, o Obama passou todo esse tempo sem também fazer coisas concretas que proporcionassem um outro panorama. É isso.

  63. Carmem

    -

    03/02/2012 às 21:20

    “Doeu? Então leia Michael Porter que sara! Faça-me o favor, tsc, tsc…”.
    .
    Nada como uma… seguida de outra. Como é mesmo?
    Idéias por si só não significam NADA. Para executar idéias precisam-se de vários fatores, entre eles a “favourable environment”. .
    Baby, de onde saiu o tal do “favourable environment”?
    Vc acha realmente, levando em conta o seu primeiro ano de administração de empresas, q se a apple não tivesse penetração na China , não produziria seus gadgets em outro lugar? Ohhh mas o lucro ia ser menor.. Oh yeah, provavelmente, e daí? Isso prova o q? Q as firmas americanas aproveitam as oportunidades onde elas estejam? Oh yeah..
    Não tente escapar da besteira q vc escreveu!!! Se a Apple não produzisse na China, produziria em qq outro lugar, ohhhhh, até nos EUA se fosse o caso.
    Volte para fazer o segundo ano de administração, pq pelo visto vc não entendeu muito bem o primeiro.
    abs

  64. Fabricio Juliano

    -

    03/02/2012 às 21:11

    O pensamento pusilânime de alguns brasileiros que, com orgulho, batem no peito e agradecem o fato da colônia brasileira estar sob as asas do império norte americano, é, ao mesmo tempo, triste e patético. Digo isso como brasileiro, e sei que muitos outros pensam da mesma forma, ainda bem. Quando essa espécie de ovelha-humana lê o que eu disse, como de costume diz: e você queria estar sob o domínio dos chineses? Dos nazistas? Dos soviéticos? Do exército dos clones? A resposta é simples: Como um país supostamente soberano, não só gostaria como exigiria que estivéssemos sob o controle de nós mesmos, brasileiros. Gostaria que aprendêssemos com nossa experiência ordinária e mundana, com nossa própria luta, nossas dificuldades superadas, nossas vitórias e aprendizados, nossos erros e acertos, nossa matriz cultural e étnica. Os EUA são um país, não têm o monopólio da verdade e da justiça. Se alinhar aos EUA não fazem de um governante ou de um país mais ou menos sério. Mas, infelizmente, a única coisa que interessa para essa parcela da população brasileira é se comportar conforme o dogma e prestar o culto americano, para o bem exclusivo DAQUELA SOCIEDADE. Daqui algumas décadas, ou séculos, livros de história irão mostrar como essa relação era, como o é hoje, patética.

  65. Edson E Jesus

    -

    03/02/2012 às 20:42

    Como dizia, o grande Winston Churcill,”você sempre pode contar com os americanos para fazer a coisa certa – depois que eles tentaram todo o resto” é impressinante como o mundo é “ingrato” com os EUA, a China, comunista, deve sua independência as forças americanas que acabaram com o império japonês, o Japão deve seu longo período de paz e prosperidade graças ao seu alinhamento com os EUA a França, ressentida, também, deve ser o que é hoje graças aos EUA, senão seria um satélite nazista e a Alemanha deve, igual ao Japão, sua prosperidade e, pasmem, um longo período de paz e quem conhece a história da Alemanha sabe do que estou falando, aos EUA eu não quero nem pensar no mundo alternativo que viveríamos, se é que viveríamos, ao invés do softpower americano o hardpower nazista e japonês.
    Boa perspectiva historica, caro Edson, abs, Caio

  66. Estevam Cortez

    -

    03/02/2012 às 20:31

    http://video.foxnews.com/v/1417172992001/obama-birther-court-hearing-in-georgia
    Vamos ver se você é homem para defender o indefensável. A sua incompetência e o seu despreparo para escrever para a mídia a cada dia fica mais clara.

    Por ora, vejo a sua incompetência e o seu despreparo para ajeitar a concordância verbal. Caio

  67. maisvalia

    -

    03/02/2012 às 19:33

    O TEXTO É DO RA.

  68. maisvalia

    -

    03/02/2012 às 19:31

    Decadência de quem ???

    Yoani não obtém visto. Deve ser culpa do embargo americano e da prisão de Guantánamo, não é, Maria do Rosário? Não é, Dilma?

    O Brasil concedeu o visto para a blogueira cubana Yoani Sánchez, mas o governo cubano não lhe deu permissão para sair do país.

    Pois é… Como diria a ministra Maria do Rosário, com aquela inteligência e perspicácia que a todos espantam, deve ser tudo culpa do embargo imposto pelos Estados Unidos. Ou, como quer Dilma, que não nos surpreende menos nos dons do pensamento, até que não se ponha fim à prisão de Guantánamo, como permitir que as pessoas sejam livres para ir e vir?

    Como é mesmo o nome daquela professora de história da USP que afirmou que Dilma estava certíssima em não tocar no tema dos direitos humanos em Cuba? Ah, lembrei: Maria Tereza de Aquino! Explique aí, acadêmica!

    O Brasil, claro!, não vai querer se meter num assunto interno de outro país, certo? Só continuará a jogar dinheiro fora — “grande oportunidade de negócios”, querem alguns — sustentando uma ditadura decrépita e assassina.
    CULPA DUZMARICANUS DECADENTES.
    DO BUXI.
    E É ESTE PAÍS BANANEIRO QUE TÁ SE ACHANDO A 6. ECONOMIA, HEHEHE

  69. Francisco Pintão

    -

    03/02/2012 às 19:26

    8,3% não é uma taxa de desemprego que possa animar os americanos, sinceramente. O avanço ainda é mínimo e a geração de empregos bem inferior a média mensal, por exemplo, do Brasil (claro, países distintos, em momentos distintos, apenas utilizei o parâmetro pois a população brasileira é bem inferior à americana). O Obama não conseguiu reduzir, de fato, o índice nesse período de governo, apenas melhora uma coisinha ali, depois tem uma queda aculá. Se no próximo mês a taxa subir, volta o discurso de incompetência do governo Obama em manejar a situação. Não acho, portanto, esses dados tão animadores. Aliás, vi essa semana o comparativo do mapa da Florida quando o Obama assumiu e atualmente, é espantoso o crescimento do desemprego em praticamente todas as regiões. Cito a Florida por ser um swing state e que será decisivo na eleição. Não à toa, Romney empata em uma pesquisa e ganha por 5 pontos em outra ali na Florida.
    Francisco, 8.5% desanima mais, abs, Caio

  70. brasil 2022

    -

    03/02/2012 às 18:59

    O RomNey vai gastar dinheiro a toa! Deveria usar no PAC americano…seria mais produtivo ou doar à Igreja.
    Dilma via a Vóchinton, como diz Schvarzenegger, em Março para dar uma força ( empregos = votos, estúpidos).
    Não é a só a economia, estúpido…são empregos! What about me???
    Obama vai ser o Jimmy Carter que deu certo.
    Inclusive o Arnold…Toynbee em história da civilização bem explica o que está acontecendo….

  71. carlos cezar

    -

    03/02/2012 às 18:12

    Caro Caio, acabei de lembrar, ao ler sobre os egípcios acusando “forças externas” na quase desestabilização do regime: li no Estadão há uns quatro ou cinco anos um artigo desse Kagan em que ele estimulava abertamente a infiltração de agentes americanos em território iraniano para jogar uns contra os outros e criar uma guerra civil. Isso é bandido pra ninguém botar defeito. O Obama não está em boa companhia… a não ser que também ele já esteja querendo mudar o método de “aproximação” com outros países.
    Abs.

  72. Pedro Innecco

    -

    03/02/2012 às 18:09

    Caio:
    Seu último comentário me fez rir. Não quero inovar nada. Isso que eu disse é assunto de PRIMEIRO ANO curso de administração. É FATO que a Apple tivesse o seu assembly line nos EUA, os lucros da Apple não chegariam nem perto destes 14bi. O iPod provavelmente não seria o CASH COW que ele é provavelmente seria um DOG.
    .
    E é baseado nisso que eu disse que a Apple pega carona no dragão chinês.
    Oi Pedro, e por que nao o contrario? Abs, Caio

  73. Samuel

    -

    03/02/2012 às 18:07

    Caro Gustavo C.,
    Acredito que o PIB por PPC é melhor do que o PIB nominal porque o que ele mostra por exemplo no caso do Brasil, que tanto em 2002 quanto em 2010 o nosso país representava 2,9% da produção e do consumo mundial. Se um carro no Brasil custava o mesmo em dólar em 2002 do que nos EUA e agora custa o dobro, não dobramos a nossa economia, nem o nosso peso no mundo, o que tem que ser medido é o aumento na produção de carros e dos demais produtos e serviços da economia para saber se o país avançou. Não adianta ter PIB nominal grande se isso não se reflete numa produção de bens e serviços grande.

  74. Érick

    -

    03/02/2012 às 17:58

    “O Destino Manifesto é o pensamento que expressa a crença de que o povo dos Estados Unidos é eleito por Deus para comandar o mundo, e por isso o expansionismo americano é apenas o cumprimento da vontade Divina.” Essa ideia impulsionou os primórdios do imperialismo NORTE americano culminando na compra do Alasca, parte do território mexicano e impulsionou os avanços sobre o México (Guerra Mexicano-Americana) e também sobre o Pacífico. Essa ideia vai e volta em ciclos, primitiva, ela postulava que os EUA deveriam avançar pelas Américas e tornar todos os povos escravos “Be strong while having slaves”, frase de propaganda política do século XIX. Essa coisa é antiga e já caiu em desuso, mas nos mostra um pouco da psique do povo. Tem razão quem compara o período de dominação dos Norte Americanos com outros notórios exemplos como: França, Inglaterra, Roma, etc. Comparando com todos esses, de todos os males, esse parece ser realmente o menor. Talvez, graças aos tempos e não a eles. Alguns se apressaram em dizer que preferem lamber botas americanas… E eu digo! Quem dera tivéssemos um pouco do espírito deles! Talvez esse seja o segredo das potências imperiais.Abraço Caio! Bom tema esse!
    Pais complicado, nao, Erick? Heheheh,abs, Caio

  75. Gustavo C.

    -

    03/02/2012 às 17:51

    Caio, eu sei, e meu primeiro comentário foi mais geral, depois é que me concentrei nesse ponto do PIB, e daí é que veio o comentário do leitor Samuel, diante do qual senti necessidade de dar uma informação mais completa. Outros leitores aqui também estão se concentrando em um ou poucos pontos: a hegemonia dos EUA na educação, a indústria de tecnologia, etc. Impossível falar de tudo de uma vez. Abs
    Caro Gustavo, o debate com leitores trazendo pontos diferentes justamente mostra a necessidade de mostrarmos todos estes componentes e aqui esta a importancia do texto do Kagan, abs, Caio

  76. Gustavo C.

    -

    03/02/2012 às 17:40

    Caio, meu “problema” é examinar com atenção os dados para formar uma opinião sobre como o mundo realmente é, e não como eu gostaria que fosse. Se eu mostro com dados do BM que o share dos EUA no PIB mundial se reduziu em um terço nos últimos 10 anos e você interpreta isso como “ranço antiamericano”, fazer o quê? O tema da coluna era o artigo de Robert Kagan, em que ele desafia a tese dominante de que os EUA estão em declínio, e usa a participação de alguns países no PIB em anos escolhidos para demonstrar a tese. Eu comentei que a análise dos dados levava à conclusão contrária. O Samuel disse que meus dados não eram verdadeiros, porque analisou o GNP PPP. Eu agora apresentei os dados detalhados do PIB nominal para mostrar que não estava mentindo, e esclareci que a medida PPP não se presta a calcular o peso de um país na economia mundial. Só isso. Claro que eu sei este dado é MAIS UM dado, que existem vários outros que poderiam ser debatidos, mas realmente não haveria tempo nem espaço. Abs
    Caro Gustavo, o artigo do Kagan é mais amplo, levando em conta fatores militares, soft power, desafios politicos, etc, abs, Caio
    De resto voce faz esta autoatribuicao de objetividade que, como se diz em ingles, é selfserving, para justificar o seu viés, que voce tem, como eu e a torcida do Flamengo, abs, Caio

  77. maisvalia

    -

    03/02/2012 às 17:28

    A DECADÊNCIA VISTA DA BANANIA:
    A FALTA DE COERÊNCIA
    É interessante e ao mesmo tempo triste ver a incoerência da esquerda brasileira.

    Elogiam a ditadura sanguinária de Cuba, destilam ódio aos Estados Unidos.

    No entanto, os computadores que usam para isto são uma invenção americana e não cubana ou soviética (aliás para os menos avisados a União Soviética já acabou a mais de 20 anos).

    Os programas que usam são também desenvolvidos nos Estados Unidos e não em Cuba ou Coréia do Norte, programas da Microsoft ou da Apple.

    Os telefones celulares que usam também são desenvolvidos nos Estados Unidos.

    Os carros e os aviões que usam para se transportar de um lugar para o outro são de fabricas oriundas de países capitalistas.

    Como estariam estes esquerdistas vivendo hoje sem a tecnologia desenvolvida pelos americanos?

    Não teriam computadores, não teriam celulares, estariam andando de carroças, já que até em Cuba os carros são de fabricação americana de 50 anos atrás.

    Os americanos desenvolvem a tecnologia e os chineses e japoneses constroem os equipamentos sofisticados.

    Os chamados Tigres Asiáticos, que se desenvolveram de forma surpreendente nos últimos 50 anos são todos países capitalistas.

    É triste ver como estes adeptos do esquerdismo e anti americanismo não vivem sem produtos desenvolvidos e movidos a tecnologia norte americana.

    Pobres coitados. Não conseguem acompanhar o desenvolvimento e continuam correndo inútilmente atrás do vento.F.Castro

    Aliás ainda não vi nenhum deles pedindo asilo ou emigrando para Cuba ou Coréia do Norte. Podem ser bobos, mas não são doidos ao ponto de abandonar o conforto do capitalismo pela miséria do socialismo.

  78. maisvalia

    -

    03/02/2012 às 17:22

    Tomorrow’s Nevada caucuses may not hold much drama for Republicans in or out of the Silver State, according to the latest PPP poll of likely caucus-goers. The only suspense will come from seeing whether Mitt Romney can win a majority:

    Mitt Romney is headed for a dominant victory in Nevada on Saturday. PPP finds him polling at 50% to 25% for Newt Gingrich, 15% for Ron Paul, and 8% for Rick Santorum.

    SERÁ QUE NÃO VAI DAR PARA O BOBAMA FAZER O SHOW NO INTERVALO DO SUPERBOWL COM UMA MELANCIA NO PESCOÇO?
    Bem,hoje com os numeros do mercado de trabalho esta mais para choro republicano do que piadinha com melancia, abs, Caio

  79. daniel

    -

    03/02/2012 às 17:09

    Caio lembro que me disse que assistia o programa do Bill Maher na HBO, olha eu não sei se poderia você pode avisar isso aqui no teu blog, mas a partir de hoje o talk show começa a ser exibido em real time mesmo para o Brasil! Ao vivo! Quem puder assista recomendo, só que graças aos fusos vai passar é 1h da madrugada no canal HBO Signature. Se alguém dormir ou precisar de legendas, reprisa sempre na próxima sexta as nove da noite legendado.
    Agora espero que um outro certo programa muito bem humorado sobre política um dia também seja em real time…
    Obrigado pela dica, caro Daniel, recomendo, abs, Caio
    PS- sobre nos, a logistica é complicada para ir ao vivo, mas valeu.

  80. maisvalia

    -

    03/02/2012 às 16:48

    Inovação, ou idéias? Idéias para se tornarem inovações precisam ser executadas com sucesso.
    ENTÃO TÁ. SE NÃO FOR NA CHINA, VAI SER QUE ENM A NIKE, NO VIETNAN,TAIWAN, CAMBODJA OU EM OUTRO PAÍS ASIÁTICO.
    ACHO QUE NÃO PRECISO DESENHAR NÉ?
    SE TIVER CURIOSIDADE, PESQUISE O ROL DAS UNIVERSIDADES.
    VEJA QUEM SÃO AS 20 PRIMEIRAS O OBSERVE A DECADÊNCIA AMERICANA, HEHEHE
    ATÉ SAIU UMA NOTINHA NOS JORNAIS DE HOJE PARA QUEM FOR UM ESTUDANTE BURRO AMERICANO VIR ESTUDAR NA NOSSA PRIMEIRA, A USP.
    PS QUE SORTE A SUA DE NÃO SER ESQUERDISTA, HEHEHEHEHE

  81. quimario

    -

    03/02/2012 às 16:40

    Se você gasta mais do que arrecada um dia certamente irá quebrar a cara. Isso é o que está acontecendo com os EUA e seus deficits monumentais. No mundo atual, a prosperidade econômica dos países é simplesmente o fruto de uma política fiscal séria. Pode comparar quem está subindo com quem está descendo. O Brasil apanhou muito para aprender isso. Os EUA estão imprimindo dólares.
    Caro Quimario, comentario importante, abs, Caio

  82. quimario

    -

    03/02/2012 às 16:06

    Cristianismo republicano: http://teapartyjesus.tumblr.com/

  83. elizabeth

    -

    03/02/2012 às 15:58

    o artigo comentado esta disponivel no site http://www.brooking.edu/opinions/2012/0117-us-power-Kagan.aspx?p=1

  84. Alexandre A. C. Resende

    -

    03/02/2012 às 15:53

    Creio que depois do declínio da URSS, quando os EUA se tornaram o real império de nosso tempo, agora chegou a hora de um certo rearranjo de forças, pois em um mundo complexo, globalizado, interligado e interconectado nenhum país consegue ser império hegemônico na concepção tradicional. A própria relação EUAxJapão, EUAxChina, mostra a total interdependência, mesmo com divergências ideológicas. Talvez o que estejamos vendo não se trata de um declínio, mas sim de um rearranjo onde várias nações se complementarão em suas forças, levando a uma nova era de prosperidade, não sem percalços, onde a tradicional definição de imperialismo perde um pouco de seu sentido. Quanto aos EUA ser superior, basta comparar, PIB, número de patentes, número de prêmios nobel, quantidade de empresas inovadoras, tempo de criação de valor por empresas (google, facebook, etc…), quantidade de países com livre comércio, poder tecnológico militar, capacidade militar. Somente uma improvável catástrofe pode mudar o cenário a curto prazo (100 anos).
    Caro Alexandre, bom comentario, abs, Caio

  85. Felipe Goltz

    -

    03/02/2012 às 15:38

    Caro Caio,
    Eu sei que não tem nada a ver com a coluna, mas acho que a netrevista do Dmitry Peskov para o NY Times hoje vale a pena. Abs

    http://www.nytimes.com/2012/02/04/world/europe/putin-aide-promises-significant-changes-in-russian-political-system.html

  86. Gustavo C.

    -

    03/02/2012 às 15:33

    Caro Samuel (14:42),
    A PPP é um critério “mais preciso” para comparar o custo de vida em cada país, mas não para comparar o peso de cada país na economia mundial. Seguem dados do PIB nominal de 2001 (http://www.pdwb.de/archiv/weltbank/gdp01.pdf) e de 2010 (http://siteresources.worldbank.org/DATASTATISTICS/Resources/GDP.pdf) do Banco Mundial, depois posso procurar também o PPP, na verdade não varia tanto assim:
    2001 – Mundo: 31.121.436 (bilhões de dólares)
    EUA: 10.065.265 (32,34%)
    Brasil: 502.509 (1,61%)
    2010 – Mundo: 63.048.823
    EUA – 14.582.400 (23,12%)
    Brasil – 2.051.412 (3,25%)
    Gustavo, estou no meio de um longo dia de trabalho, sem tempo para grande debates, mas creio que o seu problema nem é tanto o ranço antiamericano, mas focar em referenciais muito economicistas para medir ascensao e queda de potencias, abs, Caio

  87. Pedro Innecco

    -

    03/02/2012 às 15:22

    Carmem:
    Idéias por si só não significam NADA. Para executar idéias precisam-se de vários fatores, entre eles a “favourable environment”. Uma idéia de 1m de dólares é o mesmo que lixo se o retorno não é favorável (is it feasible? is it suitable? is it acceptable?). E como operating costs sempre é o decision factor na avaliação de todo o projeto, é exatamente por isso que a China é a ponta da lança do assembly line de empresas como a Apple, Microsoft, etc.
    .
    Doeu? Então leia Michael Porter que sara! Faça-me o favor, tsc, tsc…
    Caro Pedro, voce quer inovar, mas estao fazendo jogo de palavras, abs, Caio

  88. Pedro Innecco

    -

    03/02/2012 às 15:08

    Rafael _ Dyslexia I Love:
    Gostei do comentário. Estive pensando aqui em que animal ou figura mitológica poderia representar o Brasil. O tamanduá bandeira, que “come formiga” (e a bandeira vale pelo patriotismo!) o bicho preguiça, ou o Sasci Pererê, que é lenda e ainda por cima deficiente.
    .
    Cheguei a pensar no beija-flor… Mas eu sou mais a mangueira, ou até mesmo a onça. Mas a onça eu não achei. Só os amigos dela! =)

  89. Thiago2

    -

    03/02/2012 às 15:06

    Na minha opinião os Estados unidos estão se recuperando da crise lentamente, mas esta conseguindo algo o que é importante!
    Prefiro os estados unidos do que a china como lider da politica global e vc Caio? que pergunta óbvia! hehehe! fui abs!
    Resposta obvia, nao? Abs, Caio

  90. Pablo Vilarnovo

    -

    03/02/2012 às 14:50

    Sempre quando leio sobre o “declínio dos EUA” lembro de uma passagem da biografia de Greenspan onde ele fala que foi condidado pela Rússia para falar sobre o funcionamento do FED. Ao passar por enormes plantações ele percebeu que os tratores eram os mesmos da década de 50. Ao perguntar porque o uso de tratores tão antigos os russos responderam: porque ainda funcionam.
    Os EUA é a nação onde as palavras de Shumpeter são mais levadas a sério. Os EUA hoje dependem da China? Sim, mas a China depende muito mais dos EUA. O modelo chines pode, com maior ou menor grau, ser copiado por outras nações. Fábricas já estão deixando a China para se instalarem no Vietnam por exemplo. Não duvido nada que daquia a algum tempo veremos fábricas americanas em Cuba. Mas o modelo de sociedade americana é muito difícil de ser copiado. Não é perfeito, está longe disso, mas as nações com mais sucesso copiam esse modelo em algum ponto. Mesmo as nações do eurocomunismo praticam parte do modelo americano tanto é que muitas delas estão acima dos EUA no ranking de liberdade econômica.
    Boa, caro Pablo, abs, Caio

  91. brasil 2022

    -

    03/02/2012 às 14:48

    Ou seja MV, uma economia que deve para ela mesmo, ou seja sem lastro real! Não deixe o mundo saber dessa mentira! Era melhor ficar quieto.
    Empregos em janeiros 240 mil, projeção ano + mais de 2 mihões de empregos/famílias= 10 milhões de voto, sucks, MV, sucks…hahahahh
    Obama rocks, with Jesus ( and Mohammed) in his heart! Allahu Akbar! Allah Bama!
    Sr Gustavo e outros que desreitam ao Caio, e a nós! Vcs não sabem viver em democracia, por isso ela é tão cara de ser conquistada. Isso não é civilizatório, se iluminem, se eduquem!

  92. Samuel

    -

    03/02/2012 às 14:42

    Caro Gustavo C. (13:40),
    O site do FMI apresenta a participação do PIB mundial dos países em paridade do poder de compra desde 1980, mais preciso do que o PIB nominal. Os EUA tinham 24,6% do PIB mundial em 1980, caíram levemente para 23,5% em 2000 e atingiram 19,5% em 2010. Cairam fortemente, 4% de participação em 1 década, mais não os quase 10% que você apresentou.
    O Brasil tinha 3,9% do PIB mundial em 1980 e declinou para 2,89% em 2002. Entre 2002 e 2010, na era Lula, ainda que apresentem muito triunfalismo, terminamos 2010 com 2,92% um valor praticamente igual a 2002, não avançamos nem retrocedemos nesses 8 anos. Em 2006 atingimos o fosso histórico com 2,76%.
    Quem avançou mesmo foi a China que tinha 2,19% do PIB mundial em 1980 passou para 7,1% em 2000 e para 13,6% em 2010.

  93. caioblinder

    -

    03/02/2012 às 14:35

    Pessoal, peço desculpas, estou amarrado com outras tarefas profissionais, sem tempo para dedicar mais atenção aos comentários dos leitores. Estão sendo liberados a toque de caixa. Nas últimas horas, só parei para responder ao comentário de Gustavo Lima, um dos campeões de grosserias neste espaço. Abs, Caio

  94. Samuel

    -

    03/02/2012 às 14:22

    Caio os EUA continuarão sendo o principal pilar do mundo nos próximos 50 anos, ainda que com menor intensidade devido ao tamanho das economias do Brics, que só em diminuirem um pouco a distância na renda per capita já criaram economias enormes devido ao tamanho da população. A China, o principal candidato a potência hegemônica, enfrentará nos próximos 30 anos, fora a questão política, o declínio mais rápido de um país na história de sua população economicamente ativa devido a política do filho único, uma crise ambiental gigantesca (poluição do ar e da água, falta de água, carvão emitindo C02, ausência de área agricultável) e uma bolha imobiliária que já está mais inflada do que a dos EUA em 2008. Por isso a tendência da China é de estabilização e não de crescimento.
    Por fim só uma curiosidade, há um tempo atrás pedi um prognóstico seu para as eleições com a taxa de desemprego americana estando em 3 patamares: 7%, 8% e 9%. Você disse que estando em 7% o Obama ganhava fácil. Hoje saiu o resultado de janeiro: 8,3%.
    Oi Samuel, precisaria ficar perto de 8% e a percepcao de melhora para realmente tornar mais provavel a vitoria do Obama, a trajetoria é positiva, mas ate novembro tem chao, por ora o quadro ainda esta um pouco mais promissor para o Obama, mas nada fenomenal,abs, Caio

  95. Carmem

    -

    03/02/2012 às 14:19

    “Inovação, ou idéias? Idéias para se tornarem inovações precisam ser executadas com sucesso. E é Apple só consegue executar as suas idéias com a ajuda da China.”
    .
    Ai ai ai ai ai.. isso doeu.
    Tem colher de pimenta aí?
    Q bobagem.
    abs

  96. Ronaldo

    -

    03/02/2012 às 14:08

    Quanto ao declínio americano, especificamente, é difícil dizer mas pode até ser. Ou todos esquecemos que decadências de impérios (mesmo que no sentido metafórico, como é o caso em questão) podem levar séculos? Ainda forçando as comparações, pode-se dizer que a decadência romana começou muito antes do séc. V; não podemos achar, com nossa vidinha curta vamos perceber ou testemunhar o apogeu, o declínio e o fim.

    Quanto às eleições especificamente, o que você acha melhor, em tese, Caio, para o Brasil especificamente, um republicano ou um democrata?
    O grave para o Brasil é uma conversa mais protecionista dos dois lados e supreende pois os republicanos costumam ser mais livre comercio abs, Caio

  97. Gustavo C.

    -

    03/02/2012 às 13:40

    Caio, em relação à sua reposta ao Fernando dos Santos, após a segunda guerra mundial os EUA respondiam por cerca de 50% do PIB mundial, hoje são responsáveis por pouco mais de 20%. O Kagan diminui a importância desse declínio manipulando dados, dizendo que o percentual atual é mais ou menos o mesmo desde meados dos anos 70. Na verdade, houve flutuações importantes desde a crise do petróleo, como o colapso da URSS e seus satélites, e principalmente um ciclo de crises no mundo capitalista que afetou muito mais o terceiro mundo e ampliou o fosso entre países ricos e pobres – quando ele diz, p. ex., que a fatia brasileira no PIB mundial em meados dos anos 70 era de 2%, a mesma de hoje, ignora o fato de que nos anos 80 e 90 o Brasil, como outros países latinoamericanos, viveu um inferno de hiperinflação, crise da dívida externa e várias outras crises nos anos 90, e agora está em seu melhor momento, com tendência crescente. Por isso e muito mais, no início do governo do segundo Bush, a fatia americana era de pouco menos de 30%, e a tendência é decrescente. Abs

  98. Carmem

    -

    03/02/2012 às 13:29

    Olha aí minha colher de sopa para vc.
    http://www.economist.com/blogs/democracyinamerica/2012/01/republican-nomination-9
    Gostinho:
    The Republican nomination
    Incoherent party, incoherent candidates
    abs

  99. icaro sem penas

    -

    03/02/2012 às 13:21

    Um pensamento sobre um comentário abaixo, mui nobre e inteligente, pero que a economia mundial não é um bolo imutável e finito. Pelo contrário. cada vez cresce mais. Caso India e Brasil se tornem potências econômicas de primeira grandeza, os EUA agradecem. Pois eles crescerão também. Mais países ricos para fazer negócios é sempre bom, afinal todos ganham. China, Europa, todos.
    abs, I

  100. Carmem

    -

    03/02/2012 às 13:16

    Reforço aos otimistas! Rosa Brooks,Georgetown law professor

    “[A]s Reagan recognized, a decline in relative American power is a good thing, not a bad thing — if we can turn rising states into solid allies. Remember “Gulliver’s Travels”? True, it wasn’t much fun for Gulliver to be the little guy in the land of Brobdingnagian giants, but it was even less fun to be a giant among the Lilliputians. Like Gulliver, America will prosper most if we can surround ourselves with friendly peer and near-peer states. They give us larger markets and improve burden-sharing; none of the global problems that bedevil us can be solved by the United States alone.”
    abs
    ps: ainda estou procurando…

  101. Rafael _ Dyslexia I Love

    -

    03/02/2012 às 13:14

    Fernando dos Santos:
    Discordo de que vai demorar (já duram 80 anos), os ‘impérios’, ao passo do tempo, tem sido maiores e mais curtos, e se dividem em territórios pequenos e brigões entre sí. Mas são cada vez mais curtos (compare sumérios, egípcios, gregos, romanos, ingleses, americanos (etc) e veja a trajetória do tempo na liderança.

  102. icaro sem penas

    -

    03/02/2012 às 13:07

    o meu deus, – um erro a ser corrigido – ( ao que parece duas vezes…)

  103. Pedro Innecco

    -

    03/02/2012 às 13:05

    maisvalia:
    Inovação, ou idéias? Idéias para se tornarem inovações precisam ser executadas com sucesso. E é Apple só consegue executar as suas idéias com a ajuda da China. Se isso dói para os esquerdistas ou não, eu não tenho idéia porque não sou de esquerda.
    .
    Voltando mais para o ponto específico da coluna. Acho que depende do ponto de vista. Realmente no quisito ecômico os EUA podem estar passando por turbulências, mas estão longe de perder a posição de líder.
    .
    Porém no que diz respeito a ética e moral, e na percepção que o resto do mundo tem dos EUA neste ponto, houve um certo declínio sim.

  104. Rafael _ Dyslexia I Love

    -

    03/02/2012 às 13:05

    Pedro Innecco:
    Ouch! Este é o ponto. Em breve o Dragão passa a Águia, sente-se poderoso demais, tenta dominar os outros e é domado novamente. No passado tem vários destes casos, e todos sabem que a história tem suas próprias maneiras de provar e repetir a sí mesma.
    Nesta, aparecem os… não sei que animal poderia bem representar o Brasil… aparecem, salvam todos, e viram a ‘Nova Roma’. Já aconteceu antes, aliás vem acontecendo ao longo dos milênios, e vai acontecer novamente; a história…blá blá blá!

  105. Gustavo

    -

    03/02/2012 às 13:05

    “O vagabundo do Caio Blinder…”

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

    Coitado do Blinder, tá certo que jornalismo e vagabundagem são quase sinónimos, mas… enfim.
    O de sempre, extremistas se encontram, o de esquerda com o o de direita, Caio

  106. icaro sem penas

    -

    03/02/2012 às 13:04

    Caio, caro, agora está claro.
    Não foi coincidência o ataque dos SEALS coincidir com o discurso de Obama no Senado. Vale tudo para ganhar. Até mesmo dizer que Jesus é o inspirador do que ele, Obama, ” O Renascido ” propõe para a economia. Ual!
    Os EUA são um país formidável.
    Muitas vezes foi,( e é ) a última e dramática esperança que a civilização e a liberdade prevalecessem sobre a barbárie e a tirania.p
    A América é odiada – e amada- por isso. O atual presidente não está a altura de tão grandes aspirações. Não tem a paixão que move os grandes homens. Pelo contrário,um auto pastiche disso.
    Medíocre e popularesco. Sem sonhos. O poder pelo poder.
    Obama, hoje, é apenas um erro a ser corrido.
    abraços,I
    Nao vejo nenhuma lideranca ocidental hoje realmente equipada para as tarefas, liberais ou conservadores, abs, Caio

  107. Gustavo

    -

    03/02/2012 às 12:58

    Esse Obama é um vagabundo, mesmo. Agora vem com essa de patriotismo e de dizer que governa sobre a fé cristã. Pelo amor de Deus. O Romney precisa ganhar essa eleição logo. Depois disso o foco é destruir o Irã junto com Israel e ir se preparando para pegar a China no futuro. Ficaremos na esperanaça de uma intervenção no Brasil, também. Afinal, um país que mata em dois anos o que a guerra do Iraque matou em 10 não tem o direito de ser soberano. O fundamental, agora, é dar cunho desenvolvimentista ao país não só do ponto de vista econômico, mas do ponto de vista externo, isto é: armar uma engenharia sólida junto aos países amigos para que seja possível destruir esse surto protecionista e estatizante mundial que, muitas vezes, escondem uma ditadura sobre capa de democracia.

    Contudo, vejo o retorno do valente povo do norte ao topo do mundo como sendo evolutivo nas suas insulficiências naturais, humano nas suas contradições inevitáveis.

  108. Fernando

    -

    03/02/2012 às 12:50

    Tem coisas que eu ouço desde o segundo-grau…
    1- “O império americano esta decadente…”
    2- “A revolução é iminente pela falência do capitalismo. As massas estão se agitando…”

    Eu já confessei aqui que li “O Capital”, mas li como uma curiosidade histórica, como quem vai assistir um bom filme de ficção científica.
    A questão é que todo bom filme de ficção científica depois rende uma fauna de malucos fantasiados de Darth Vader e Spock em convenções mundo afora. O “farol da humanidade” já foi a URSS, a China e até a Albânia, agora voltou a ser Marx. Daqui uns 100 anos vai que alguém diz que Enver Hoxha tinha razão…

  109. maisvalia

    -

    03/02/2012 às 12:45

    PARA REFLETIR SE É BOM OU RUIM:
    Quem São Os Maiores Compradores da Dívida Americana?
    China? Japão? Não. Vejam a lista: 1. Federal Reserve and Intragovernmental Holdings U.S. debt holdings: $6.328 trillion, the biggest single holder of U.S. government debt is inside the United States and includes the Federal Reserve system and other intragovernmental holdings. Of this number, The Fed’s system of banks owns approximately $1.65 trillion in U.S. Treasury securities (as of January 2012), while other U.S. intragovernmental holdings – which include large funds such as the Medicare Trust Fund and the Social Security Trust Fund – hold the rest. SELVA BRASILIS

  110. Henrique

    -

    03/02/2012 às 12:39

    Os EUA não estão em declínio nem entrarão em declínio no futuro próximo. O modelo de desenvolvimento americano – tal como disse o Caio num comentário, de “democracia liberal e livre mercado” – fez o país se tornar o que é: uma nação próspera e que resiste a turbulências (nem o crash de 1929 levou os EUA à decadência, se bem que ali ainda havia muito espaço pra crescimento). O espírito inovador dos empreendedores americanos é único no mundo, e a classe política se importa com o lugar em que vive (certo, a safra atual não é das melhores, mas acho, sim, que os políticos americanos se importam, de fato, com o país, a despeito das brigas partidárias). Além disso, a China, como maior potência emergente, se vale de um modelo – um capitalismo estatal autoritário – que lança diversas incertezas sobre a sua sustentabilidade no médio e longo prazos. A China tem muito a crescer no oeste – e crescerá, inevitavelmente – mas é nesse país, e no modelo escolhido pelas autoridades para alcançar o intento de “maior economia do mundo” que residem as maiores dúvidas: ok, a economia deslanchará, mas e os anseios da sociedade? E a inevitável sede por liberdade que acompanha o crescimento no bem-estar? Tudo isso já está resolvido nos EUA – um país que possui instituições, a meu ver, sólidas o bastante pra não permitir que tudo vá por água abaixo.
    Correto o final, caro Henrique, abs, Caio

  111. Daniel Tavares

    -

    03/02/2012 às 12:30

    Caro Caio,
    acho que não deixei bem claro no meu comentário, mas quis dizer que esses dois pontos seriam decisivos para o eventual aumento ou diminuição do poderio americano.
    Por um lado, prorrogando a liderança, a extrema capacidade de inovação, estudo, técnica dos EUA.
    Por outro lado, ameançando, o crescimento e, mais importante, o “potencial” dos emergentes.
    É por aí.
    Um abraço!

  112. brasil 2022

    -

    03/02/2012 às 12:28

    Errata, no post anterior favor tirar o segundo “hahahahah”, aquele primeiro Primeiro de Maio…não foi nada engraçado!

  113. brasil 2022

    -

    03/02/2012 às 12:27

    O Norberto Keppe já falava disso há 30 anos! Foi preso, hahahahh.
    Saco e Van Setti, ops Vanzetti, hahahha não falam mais!

  114. Gustavo C.

    -

    03/02/2012 às 12:16

  115. maisvalia

    -

    03/02/2012 às 12:15

    ASSIM TÃO, É CLARO.

  116. maisvalia

    -

    03/02/2012 às 12:14

    Principalmente o fato de que a bald eagle da Apple só voa tão alto assim porque está montada em um dragão Chinês alado.
    E DAÍ MEU CARO.
    A INOVAÇÃO É YANKEE E O LUCRO TAMBÉM.
    SE A COISA FOSSE ASSIM TÁ FÁCIL OS CHINESES FARIAM SIMILARES COPIADOS.
    MAS A APPLE DÓI PARA OS ESQUERDISTAS, HEHEHEHE

  117. Ricardo Platero

    -

    03/02/2012 às 11:58

    Caro Caio,

    Se não me falha a memória, Kissinger aponta em Woodrow Wilson como o presidente americano que criou a marca que os Estados Unidos devem liderar o mundo por um dever moral, quase celestial. Fazem mais de oitenta anos que os Estados Unidos entram em guerras justas e injustas encenando o papel do messias da liberdade, o arauto da igualdade e acionista principal do self-made man. Quando li sua coluna, acabei por me perguntar: o americano acredita ainda nisto? Essa escola de pensamento ainda é a “religião” da nação norte-americana, ou só o Ron Paul acredita nisto?
    Os Estados Unidos ainda estão longe de seu declínio, pois sua cultura é a dominante do mundo (para bem ou para mal), e mesmo com declínio econômico (inevitável, diga-se de passagem) suas empresas são as mais cobiçadas. Para evidenciar, é só qualquer leitor deste blog reiniciar seu computador para ver o velho Windows dominando o seu dia.
    Abraços.
    Caro Ricardo, os americanos entram em guerras justas e injustas ha mais de 80 anos. Na verdade a guerra contra a Espanha no final do seculo 19 eh considerada a primeira com carater mais imperialista do pais, antes houve conquista de territorios é claro do Mexico, abs, Caio

  118. Fernando dos Santos

    -

    03/02/2012 às 11:47

    Se não me engano Roma levou um ou dois séculos para ruir completamente.Creio que o declinio dos Estados Unidos também será um processo bastante lento.Não vai ser como o Império Britânico que se esfacelou em um espaço de tempo relativamente curto.
    Contudo os Estados Unidos já não parecem ter mais tanto poder quanto tinham uns vinte ou trinta anos.O país com certeza ainda lidera com folga o ranking das nações mais poderosas e influentes do planeta, porém me parece que já teve mais poder e influência, se não me falha a memória.
    Em termos de fatia do PIB mundial os EUA creio que estao melhores do que apos a segunda guerra mundial. abs, caio

  119. Pedro Innecco

    -

    03/02/2012 às 11:37

    maisvalia:
    Acho que o seu comentário da Apple é muito subjetivo e desconsidera diversos fatos. Principalmente o fato de que a bald eagle da Apple só voa tão alto assim porque está montada em um dragão Chinês alado.

  120. Betty

    -

    03/02/2012 às 11:35

    Enquanto os EUA continuarem a produzir os Facebooks, Googles, Amazones da vida, o mundo livre dorme mais tranquilo. O mercado , num passado recente, nAo ficou muito entusiamado com os Ladas, prefere as obras artísticas de Wei Wei do que o modelito Chinês.
    Quanto ao inquilino da WH enamorar-se de Kagan ou ” cair de joelhos e rezar pelo bem estar da Nação” ( juro que ele falou isso), vai ser bom de campanha la’ na………..Índia! Abs
    ou ….nos EUA, abs, Caio

  121. Anouk

    -

    03/02/2012 às 11:31

    Oi Caio,
    Correto! Lapso de pena.
    Imagine, sua opiniao, abs, Caio

  122. Carmem

    -

    03/02/2012 às 11:31

    “Carmem, espero que voce tambem traga os artigos da Economist sobre a secura republicana”
    .
    Ok. Mas vou ter q procurar hehehe
    Obrigada pelo chá!
    abs

  123. Rafael _ Dyslexia I Love

    -

    03/02/2012 às 11:13

    Caio:
    Concordo, vai existir uma era dos governos mundiais, que vai ter lugar em uns 100 anos no máximo. A existência de exércitos nacionais torna as relações mais fracas, pois quem tem o poder da ultima ratio pode fazê-la prima ratio a seu bel-prazer; quanto menos militarizada a sociedde, mais prosperidade ela pode gerar com menos esforço. Isto é, claro, comprovado pela história.
    Os americanos já pensam sobre governaça mundial, mas ainda certas partes do planeta não visualizaram sua necessidade e / ou não concordam com os americanos liderando. Sem contar que fazer um ‘estados unidos da terra’ passa longe dos projetos de muitos, menos dos americanos, óbvio!

  124. maisvalia

    -

    03/02/2012 às 11:11

    PARA AQUELES QUE FALAM EM DECLÍNIO E INOVAÇÃO:
    LUCRO DA APPLE = 14 BILHÕES DE DÓLARES.

  125. Gustavo C.

    -

    03/02/2012 às 11:10

    No meu comentário escrevi “senão” quando deveria ter escrito “se não”, por favor não repare. Abs

  126. Daniel Tavares

    -

    03/02/2012 às 10:54

    Prezado Caio,
    não sei precisar o tal “quando” mas, efetivamente, são fartos os indícios de que os EUA entrarão em declínio de sua liderança global. Dois fatores serão decisivos sobre isso: inovação (talvez, a maior qualidade dos americanos) e estabilidade sócio-econômica dos emergentes.
    Mas, comungo do pensamento de alguns amigos comentaristas: ainda prefiro o velho e bom Tio Sam do que algum dragão chinês.
    Um abraço!
    Caro Daniel, inovacao na verdade é um fator que pode prolongar o poderio americano, abs, Caio

  127. Rafael _ Dyslexia I Love

    -

    03/02/2012 às 10:50

    Caio:
    Gostei do tema, bem escolhido e transformado em palavras.
    Geofrey Blainey repete que ascensão e queda são fenômenos comuns às organizações humanas. Claro, EUA um dia vai cair do seu atual altar ou patamar, mas quem o substituirá? Não será a China, porque tem que ser alguém com postura humanista e sabemos que não é a praia chinesa e dificilmente alguém da Europa, pois a tempos que eles perderam a liderança mundial e não conseguem recuperar. A história revela que um grande novo império é formado à sombra de um outro grande império. Explicando, os Romanos admiravam os gregos, assim como os medo-persas os Sumérios e os EUA a Inglaterra. Os mais novos viram a força do mais velho, e os imitaram em quase tudo. Depois, ao melhor estilo artes marciais, alunos – mais jovens e vigorosos – vencem os mestres.
    Alguns fatores como o ódio e amor que vários paises nutrem pelos americanos lembra o mesmo tratamento dispensado à Inglaterra, analogamente falando. Assim como romanos, britanicos, chineses etc, os americanos fizeram inimigos demais, fronts demais, gostos demais. Deixaram de ser aquela unanimidade do pós segunda guerra e antes do Vietnã.
    O país que mais admira a cultura americana, entre todos que admiram e odeiam, que mais pretende copiar seus trejeitos e cultura, entre outros fatores, é o Brasil, que encontra-se a menos de 50 anos destes eventos.
    A China não terá a liderança mundial, creio que vai pegar o papel já representado por Alemanhã, França, Pérsia, Cártago e Mitt Romney: segundo lugar, o derrotado! Representam todos, ora pois; afinal, o nome não é teatro de operações?
    Caro Rafael talvez multipolaridade bem dispersiva por um bom periodo,abs, Caio

  128. Gustavo C.

    -

    03/02/2012 às 10:37

    Caio, sobre as suas opiniões expressas no artigo, já deixei comentários nos últimos dias. Achei bom você lembrar que os EUA são hoje o país mais patrioteiro do ocidente, senão do mundo. Muita gente critica o Brasil por isso, e quando alguém em um país em desenvolvimento toca no nome de seu próprio país, há quem chame isso de “terceiromundismo”. Minha crítica vai para o artigo de Kagan: ele manipula os números a seu bel-prazer – escolhe alguns anos para fazer a comparação do declínio do PIB relativo sem explicar o contexto de cada época; não leva em conta a dificuldade cada vez maior que qualquer potência tem atualmente, em relação aos tempos do auge do poder americano, para impor suas políticas; e finge que acredita na propaganda ideológica dos próprios EUA, caindo numa armadilha pueril: se o Brasil e a Índia, que são democracias, aumentam seu poder global, isso não implica em declínio dos EUA – ora, claro que implica. Abs
    Caro Gustavo, em patriotada a competicao com a Franca é dura, com a Gra Bretanha, com a Russia, com o Equador, e vai…Abs, Caio

  129. Rodrigo

    -

    03/02/2012 às 10:26

    Sera que em duas decadas vamos assistir ao declinio da Europa? E os EUA vao assumir mais responsabilidades?
    Creio que nao, caro Rodrigo, existe muita demagogia de campanha republicana sobre uma presença superativa no mundo, mas aqui o tio Ron Paul tem um pouco de razao, e quem vai pagar a conta? Abs, Caio

  130. Anouk

    -

    03/02/2012 às 10:09

    Oi Caio,
    Obama é, sim, um fator de instabilidade e decadência para os Estados Unidos. Falta-lhe amplidao política para governar. Mas nao creio que seja o comeco do fim para os Estados Unidos, antes, o fim do comeco para o Obama. E eu daqui também clamando: USA! USA! USA!
    Anouk, nao vou gritar Obama! Obama! Obama!, mas ele é um presidente normal, (mediocre), nao é um fator de decadencia, abs, Caio

  131. Carmem

    -

    03/02/2012 às 10:07

    Oi Caio,
    Artigo ótimo sobre a “fairness” do Obama.
    http://www.economist.com/node/21545847 – maisvalia, vc vai adorar esse.
    .
    Gostinho:
    But what does Mr Obama have in mind when he deploys the f-word?
    It may not be the case that fairness is, as Scott Adams, the creator of Dilbert, puts it, “a concept invented so dumb people could participate in arguments”
    Carmem, espero que voce tambem traga os artigos da Economist sobre a secura republicana, fairness, hehehe, abs, Caio.
    Baaad SOTU!!!!!
    abs

  132. aNTONIO

    -

    03/02/2012 às 10:07

    RESUMINDO : EUA ainda é e será, durante muito tempo , a melhor opçao como FAROL GUIA da humanidade. Até porque, nenhuma outra naçao deste planeta, chega se quer, perto de seu poderio bélico, economico ,cultural e humanístico.
    Ruím com ele , píor sem ele !

  133. ari alves

    -

    03/02/2012 às 10:04

    O vagabundo do Caio Blinder deve ter atingido o orgasmo com essa lista da Foreign Policy.
    Pessoal, em geral nao publico os comentarios do Ari Alves porque eles tem excesso de insultos e palavroes, mas para quem estava com saudades do elemento, aqui publico o da sexta feira, abs, Caio

  134. Carmem

    -

    03/02/2012 às 9:47

    Oi Caio,
    Eu tb acho q o “império” esta longe do seu declínio. As nações em ascensão estão nessa posição justamente pq adotaram (em parte) políticas semelhantes as americanas. Os desequilíbrios atuais fazem parte da incorporação de mais países (enormes) a economia de mercado. Minha opinião é de q os EUA sairão mais fortes a medida q os desequilíbrios forem sendo resolvidos num mundo cada vez mais democrático.
    abs
    Um pouco otimista, como eu, Carmem, mas colher de chá. Reitero que nao torço em si pelos EUA, mas pela preservacao destes canones de livre mercado e democracia liberal, abs, Caio

  135. Alexandremk

    -

    03/02/2012 às 9:42

    A alegação de Kagan dizendo que o declínio será perigoso, é um tanto exagerado.Se há um declínio de fato, vale uma análise, mas a sensação que os USA está indo ladeira abaixo, isso é inevitável.
    Caro Alexandre, a explicacao é muito de geopolitica, sem hegemonia pode fazer desequilibrios no sistema, abs, Caio

  136. Ronaldo

    -

    03/02/2012 às 9:27

    Ironias da História, não Caio? Até porque os EUA são os primeiros a fingir que a ONU não existe quando o decidido não lhe convém. O caso é que a coisa não funciona. O simples fato de haver países com poder de veto já mostra que a “trolha” é mais um aparato burocrático para tentar resolver o que não se resolve apenas com vontade e canetada.
    Mas divago, a questão central é que sempre houve potências (fossem expancionistas, imperialistas, colonizadores, agregadoras, influentes…) e dentre as opções viáveis atuais, acho que não há dúvida, considerando que não há a opção viável de isonomia entre as nações.
    Ronaldo, a ideia da ONU mais especificamente do conselho de seguranca é de sindico do predio, obviamente que existe arbitrio e isonomia so na assembleia geral, abs, Caio

  137. Ronaldo

    -

    03/02/2012 às 9:15

    Concordo, Caio, que os EUA ainda têm um papel indispensável no mundo, mas não exatamente porque a China, por exemplo, não estaria preparada para uma liderança mundial; simplesmente porque quantas pessoas em sã consciência preferiam que o país mais influente e poderoso do mundo fosse China ou Rússia em lugar “duzamericanu”? Potências transnacionais sempre houve desde que a civilização humana assentou. O sonho por trás de iniciativas como ONU, Liga das Nações, Tribunal de Haia etc é bonito, mas um tanto infantil. Se for para ter alguém metendo o nariz mundo afora é preferível os EUA de sempre do que comunistas, nazistas, czaristas, capitalistas de estado…
    Caro Ronaldo, a ONU foi basicamente um sonho americano, abs, Caio

  138. carlos cezar

    -

    03/02/2012 às 8:54

    Bom dia,Caio.
    Acredito que se houver realmente um declínio americano, não será para breve. Talvez coisas para nossos netos verem. Obviamente os Estados Unidos têm agido de maneira errada em alguns aspectos, mas Obama e sua equipe estão tentando corrigir isso, aos poucos, lentamente, e mais um mandato será ideal para ele neste sentido. A China é a única ameaça à superpotência atual, mas também tem seus problemas, como centenas de milhões de pessoas ainda muito pobres e dúvidas sobre seu sistema político e econômico. Portanto, ainda ouviremos muito: usa, usa, usa os métodos e os princípios moderados americanos e chegarás aonde deseja.
    Abs.
    Comercial de campanha, caro Carlos, abs, Caio

  139. Gustavo

    -

    03/02/2012 às 8:35

    Com todos os seus defeitos, agradeço aos céus toda manhã que os EUA sejam a grande potência mundial de nossos tempos. E espero que sejam pelos próximos dois séculos.
    Vamos, ver, caro Gustavo. Esclareço que o leitor Gustavo é mais um Gustavo, nao os habituais Gustavos que aqui escrevem. Pediria que voltando a escrever, seria um prazer, que coloque a inicial do sobrenome, abs, Caio

  140. maisvalia

    -

    03/02/2012 às 8:19

    VOU REPETIR, PORQUE MOSTRA O QUANTO O REI ESTÁ NU:
    O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta quinta (2) que reza todos os dias pela manhã e molda aspectos de sua política econômica nos ensinamentos de Jesus Cristo. Obama afirmou que os desafios enfrentados pelos Estados Unidos exigem que ele escute a Deus, evite “falsa religiosidade” e assuma atitude corajosa “diante da resistência ou indiferença”. A declaração foi dada durante um pronunciamento no evento denominado “Café-da-Manhã da Oração Nacional” para cerca de 3 mil participantes em clima de campanha eleitoral.
    AGORA,O USA USA USA.
    O GALLUP MOSTRO QUE EL PERDE NA MAIORIA DOS ESTADOS, NUMA DIFERENÇA DE 108 VOTOS.
    A ÁGUA JÁ PASSOU DO TORNOZELO E O PROMESSINHA DEMAGOGO HUSSEIN ESTÁ MOSTRANDO SEU DESESPERO, HEHEHEHE
    HOJE VOU ANDAR E NADAR NO PACAEMBU, NA SAÍDA COMO DE HÁBITO VOU TOMAR CALDO DE CANA NA BARRACA DA MARIA E JÁ VOU AVISAR QUE O CAIO NO FIM DE ANO VIRÁ ESPECIALMENTE PAGAR E PROVAR SEU PASTEL, HEHEHEHEHE
    Nada como um leitor focado no tema da coluna ,hehehe, boa caminhada, nadada, caldo de cana e pastel, abs, Caio

 

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