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15/12/2010

às 6:00 \ Geopolítica, Irã, Oriente Médio

Ataque Preventivo de Israel contra Irã Está no Horizonte

Proteja-se, Ahmadinejad - Foto Atta Kenare/AFP

O tempo regulamentar se esgota para Israel. O governo Netanyahu está mais pessimista sobre o impacto de sanções internacionais e das negociações diplomáticas, sobre as quais nunca depositou muita fé. Com o desfecho frustrante e na ausência de uma ação militar americana contra as instalações nucleares iranianas, Israel poderá lançar seu ataque unilateral já no primeiro semestre de 2011. Existem advertências, como a do secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, de que tal ataque não funciona. Apenas adiaria o programa nuclear iraniano, que, na avaliação de boa parte da comunidade internacional, tem a bomba como objetivo final.

Há também as advertências de que as consequências militares, geopolíticas e econômicas de tal ataque preventivo serão intoleráveis. O raciocínio de Israel é inverso. É a bomba iraniana que terá consequências intoleráveis, inclusive existenciais, para o país. Você pode tomar o caminho que considera correto neste debate, mas fique seguro (ou inseguro) que, para qualquer lado, o terreno estará minado.  

Um jornalista muito mais bem informado do que eu, Jeffrey Goldberg, entrevistou 40 figuras influentes do complexo militar-político-acadêmico de Israel, para uma reportagem na revista The Atlantic. Goldberg se convenceu que é provável que um ataque israelense de fato venha aí nos próximos meses se os americanos não tomarem providências antes. Aliás, este foi o apelo a Washington de vários dirigentes do mundo árabe, de acordo com os documentos secretos divulgados pelo site WikiLeaks. 

Outro insider, Martin Indyk, ex-embaixador dos EUA em Israel, acredita ser mais provável que os EUA bombardeiem o Irã e não Israel, Como se vê, existe uma guerra de informações entre os bem informados. Um dia, serão revelados documentos realmente esclarecedores sobre os bastidores do processo decisório na crise nuclear iraniana.

Fixar datas para um ataque é altamente arriscado. E o mero aceno faz parte da guerra psicológica. De qualquer forma, no caso de Israel, existe uma lista de condições para uma ação militar: contínuas exortações por Mahmoud Ahmadinejad e companhia pela destruição do estado judeu, fracasso completo das pressões diplomáticas e sanções, assim como dos esforços clandestinos (sabotagem, guerrilha cibernética e assassinato de cientistas) para sustar os avanços nucleares e, obviamente, a viabilidade técnica de uma operação. Outras condições estão se amadurecendo para um ataque: existe crescente preocupação em Israel com a sofisticação do programa de mísseis iranianos e os triunfos republicanos no Congresso em Washington encorajam os pendores israelenses para uma ação preventiva.

Nos cenários especulativos, é fundamental tomar nota do que está falando o guru estratégico israelense Efraim Inbar, diretor do Centro de Estudos Estratégicos Begin-Sadat, da Universidade Bar-Ilan. É sintomático que seu mais recente ensaio tenha saído na publicação do establishment militar americano, Defense News. O julgamento de Inbar é fulminante: “Infelizmente, a diplomacia esgotou seu curso, enquanto sanções econômicas geralmente são fúteis. Somente a ação militar pode deter a corrida iraniana por armas nucleares”.

Este senso de inevitabilidade nas recomendações de alguém do calibre de Inbar nos remete à frase de efeito do senador John McCain, aquele derrotado por Barack Obama nas eleições presidenciais americanas de 2008. McCain disse que só existe uma coisa mais grave do que um ataque contra as instalações nucleares iranianas: é o Irã com a bomba nuclear.

Talvez um bombardeio contra o Irã não resolva as coisas. Quem sabe, até piore. Mas se o Irã tiver a bomba, o Oriente Médio e o mundo ficarão ainda mais perigosos.

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322 Comentários

  1. veja.abril.com.br

    -

    16/05/2011 às 18:33

    Ataque preventivo de israel contra ira esta no horizonte.. Great! :)

  2. carlos cezar marques

    -

    28/01/2011 às 23:25

    Prezado Caio,
    Fiquei surpreso com sua falta de tato ao me puxar a orelha. Você não reparou que meu nome foi citado por um comentador? Não tenho o direito de resposta? E você perdeu uma ótima chance de puxar a orelha do outro também, pois não fui eu que continuei insistindo com tal assunto. Ou você só puxa a orelha de quem fala a verdade sobre os bandidos estadunidenses e de suas destruições?
    Caro Carlos, não puxo orelhas de ninguém. Há semanas existe este debate, mas traga argumentos ao invés de ficar com esta linguagem de “sabujos ou bandidos”. É isto. Que história é esta que você não tem direito de responder? Ë tanta resposta, é tanta discurseira, que eu como leitor estou cansado.

  3. carlos cezar marques

    -

    28/01/2011 às 17:30

    Aos sabujos que insistem em lamber as botas cheias de titica e de sangue dos bandidos estadunidenses, é preciso estar sempre lembrando: seria muito bom se os Estados Unidos se satisfizessem em promover o horror e a barbárie em seus próprios territórios; em matar, torturar e mutilar dentro de suas próprias cidades; em roubar e desviar dinheiro e enganar seus próprios irmãos em vez de nativos de outros países. É terrível que estejam fazendo todas essas coisas em outros países, prejudicando e matando outros povos em vez de matar os próprios norte-americanos. É terrível que Israel esteja destruindo aos poucos a Palestina, em vez de causar a destruição dentro de suas próprias fronteiras. Mas o Irã, enquanto outros destroem efetivamente e matam muitos, o Irã fez apenas algumas ameaças, e é triste ver que alguns obtusos usam isso para incentivar mais guerras, invasões e destruição.
    Caro Carlos, sou um comentarista tolerante, mas suas observações repetitivas e palanqueiras estão realmente me cansando. Você parece ser interessado em questões internacionais, tente dar uma contribuição mais interessante e menos discursiva. Será produtivo para todos. Você continua usando a seção de comentários de um texto antigo para fazer a ladainha. Dê um tempo, pense em outros temas, participe de outros debates.

  4. Guerra

    -

    28/01/2011 às 13:07

    Não resisto. Os néscios não me deixam quieto.
    Em réplica ao Jeremias, o CCM atribuiu aos EUA o crime maior de invadir e destruir países. Acontece, ô Carlos, que o tipo de ditador sanguinário referido pelo Jeremias não se satisfaz em promover os seus festivais de horror exclusivamente dentro de suas fronteiras, não. Seu verdadeiro orgasmo é procurar e, se possível, desestabilizar a paz mundial. Alcançasse a satisfação plena só com o martírio de seu próprio povo, o problema ficaria nos limites dos direitos humanos e seria tratado naquela porcaria denominada ONU. Mas esse tipo de delinquente sente necessidade de causar insônia também aos povos estrangeiros, obrigando-os a percebê-lo como sujeito poderoso a ponto de ser mundialmente temido! O Chávez, por exemplo, é um energúmeno que não perde uma única chance de rosnar valentia diante das grandes nações. Certamente, não consegue dormir direito imaginando-se chefe de uma super potência a impor tirania a norte-americanos, ingleses, franceses, japoneses e alemães. Rosna tanto, que levou um cala-boca do rei Juan Carlos. Daí ficar protagonizando as ridicularias que consegue, como expulsar embaixadores e coisas do gênero. Era a doença do Sadam Hussein, que, além de sumariamente fuzilar adversários políticos, cortar língua de criança, surrar a seleção nacional de futebol por causa de uma derrota internacional etc., após tentar a invasão militar do Irã, conseguiu invadiu o Kuwait, obrigando a formação de uma coalisão armada que pudesse detê-lo. Tivesse continuado à vontade, é certeza que estaria azucrinando na região, perigosa por natureza. Atualmente, são dois os delinquentes mundialmente perigosos: o Kim Jong-Il e o Ahmadinejad. O primeiro, que já dispõe de armamento nuclear, doido pra reiniciar o quebra-pau com a Coreia do Sul, vive exibindo músculos para azucrinar o vizinho de fronteira e o Japão. Chegou até a disparar canhonaços contra uma ilha sul-coreana. Sua coceira é a mesma sentida pelo Ahmadinejad, que não consegue sufocar a vontade de opor desafios às potências ocidentais, especialmente aos EUA. Só que, com ele, a coisa realmente é feia. Trata-se de um marginal racional e lavado a sério como governante, predicados que não habitavam o fanfarrão Saddan Hussein. Por outro lado, é tomado por uma peste que não afeta o Kim Jong-Il: o radicalismo religioso com que santifica o terrorismo matador de inocentes e a convicção de ser um messias incumbido de recuperar o mundo para Alá. Alega ter direito à tecnologia de enriquecimento de urânio, que as grandes potências dominam. Tudo bem. O argumento é correto. Mas quem não vê que sua pretensão é implantar no Irã a indústria bélica nuclear? E quem não percebe, pela carência de síntese crítica e narcisismo exacerbado de que padece, no que é idêntico a Adolf Hitler, que não conseguirá manter o armamento nuclear encaixotado?
    É o problema com esse tipo de marginal, em relação a quem as mesas de negociações não funcionam. O que sobra é o porrete. Quanto à tal “guerra santa”, evidente que o problema não é o Islã, mas alguns alucinados que têm nos “vícios ocidentais” – moda, modelo social, libertinagem sexual, emancipação da mulher, educação infantil, regime familiar, ânsia consumista etc – o reino de satã, a ser ensandecidamente combatido numa cruzada religiosa. E, é óbvio, a esse ápice sagrado só se chegará começando pelas grandes potências e seu principal acólito: Israel. E nós ficaremos com a sobra do mingau, pior do que ele próprio, que, pelo menos, mata na hora.

  5. carlos cezar marques

    -

    27/01/2011 às 13:23

    Mais incompreensivel é que ainda exista um bando de idiotas que apoia a invasão e a destruição de países. Aos vassalos que vivem se fazendo de tapete para os bandidos estadunidenses tirarem as titicas das botas, meus pêsames…

  6. Jeremias-no-deserto

    -

    27/01/2011 às 0:35

    O que causa estupor não é que haja ditadores insanos como Ahmadinejad. Sempre haverá espaço no universo político para a emergência desses loucos que pregam a destruição do mundo( ou a salvação dele, segundo a sua crença). O que é absolutamente incompreensível é que ainda exista um número sigificativo de imbecís que aceitam essa catilinária e o que é pior ainda, estejam prontos para engrossar essa cruzada genocida.

  7. amauri

    -

    22/01/2011 às 9:51

    Pepe Eliaschev
    Os 4.500 milhões de dólares que o governo do Irã começou a injetar em sua maquinaria internacional, para fortalecer drasticamente sua influência e operações na América do Sul, poderiam configurar um grave e preocupante novo cenário para a Argentina. Ingnora-se se a embaixada argentina em Caracas e a cúpula da Secretaria de Inteligência mantêm a presidenta Cristina Kirchner informada destes assuntos, que a essas horas mistura turismo, negócios e protocolo pelo volátil Oriente Médio.
    De repente, em Teerã, o governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad aguarda o ano novo persa (1390), que celebra-se em março, para deslocar essa massa de recursos ao fortalecimento da Guarda Revolucionária, da milícia Basij e, sobretudo, da Força Quds de ações especiais. Esta estrutura militar tem o encargo de incrementar substancialmente suas ações em três teatros principais de influência: a tripla fronteira argentino-paraguaia-brasileira, Panamá e Venezuela.
    O comandante da Força Quds, Qassem Soleimani, acaba de aprovar a nomeação de 150 posições de staff na América Latina durante 2011, incluindo cargos burocráticos no quartel general, assim como posições operativas na região. Como parte dessa massa de US$ 4.500 milhões, Soleimani transferiu US$ 87 milhões para a Força Quds destinados a ser usados na América Latina, incluindo 7 milhões de dólares para financiar ações da unidade de operações internacionais do Hizbulah nesta região.
    No Irã comenta-se que Soleimani vê a América Latina como um cenário de enorme potencial para os interesses do seu país, pelo qual os recursos a injetar devem estar a altura desse diagnóstico. Para Soleimani, a Força Quds (sobretudo ações violentas de Hizbulah em ultramar) têm hoje um poderio maior em zonas onde habitam comunidades de origem chiita. Ahmadinejad teve a ousadia de subtrair esse orçamento de uma vasta rede de infra-estruturas civis do Irã, uma decisão assombrosa que os serviços de inteligência da Europa e América do Norte coincidem em atribuir ao propósito de confrontar, sobretudo, a intranqüilidade social que ferve na República Islâmica. Na visão de organismos de inteligência, o regime de Ahmadinejad quer potencializar a Força Quds para revigorar suas ações irregulares e clandestinas em vários continentes.
    O artigo completo para interessados: http://notalatina.blogspot.com/2011/01/pacto-venezuela-ira-o-perigo-dos.html
    abs

  8. amauri

    -

    22/01/2011 às 8:39

    Bom dia Caio!
    O artigo abaixo (apenas um trecho), coloca como alguns jornais são isentos em seus comentarios:
    “Em muitos países do Terceiro Mundo, o jihad contra cristãos está ganhando terreno em sua tentativa de expulsá-los. Há quase três semanas, uma igreja copta no Cairo foi alvo de uma bomba incendiária, deixando um saldo de 21 (vinte e um) mortos. Ontem (11/01/2011), um policial egípcio abriu fogo contra um trem que ia para o Cairo, matando um cristão e ferindo outros cinco.

    Seguindo o figurino de minimizar a violência jihadista, o New York Times reportou:

    Ainda é incerto se o homem, que usou um revólver, selecionou apenas cristãos como alvo…

    Enquanto isso, a BBC fez coro:

    …[N] ão ficou claro se o ataque foi sectário.

    Na verdade, ficou perfeitamente claro. O New York Times e a BBC deixaram de fora um detalhe assustador, reportado pelo jornal egípcio Al Masry Alyoum:

    As forças de segurança declararam que o atirador tinha inspecionado passageiros à busca da tradicional cruz verde tatuada nos pulsos de cristãos coptas no Egito. Depois de identificar vários coptas, o acusado matou um deles e feriu outros cinco.”

  9. maisvalia

    -

    21/01/2011 às 14:47

    O que o querido CCM não existiu, não existe e nunca existirá, hehehehe

    Talvez, felizmente.

  10. carlos cezar marques

    -

    21/01/2011 às 11:32

    Perdão, Karen, não era minha intenção querer ultrapassar os limites.

  11. karen

    -

    21/01/2011 às 0:33

    CCM nao me chame de querida, me trate como os outros comentaristas e assim vamos dialogar. Sugestoes: Prezada, Cara, Sra ou Karen.
    Eu concordo com vc que a palavra dominio nao soa bem mas a verdade e que sempre havera um pais/ou paises liderando, positivamente ou nao (dependendo do ponto de vista, credos ou simpatias que nutrir ou acreditar). Quisera o mundo ser capaz de viver pacificamente, sem ganhadores e perdedores. Mas a raca humana tem um ego muito grande para tal e com isto vamos ter sempre uma disputa pelo topo. Boa noite!

  12. carlos cezar marques

    -

    20/01/2011 às 23:01

    Querida, é esse o gravíssimo erro. O mundo verdadeiro não deve estar sob o domínio de nenhuma nação. Assim como Deus não é a ficção que está nos livros hebraicos tradicionais, que alguns chamam de velho testamento, cada qual deve ter a sua própria representação de mundo e de Deus.

  13. karen

    -

    20/01/2011 às 22:08

    E caro Amauri, secularismo e a chave, viver e deixar viver: com Deus, sem Deus, ou ate acreditar que Deus esta numa simples flor ou no sol ( e muito mais pacifico e poetico). Boa noite!

  14. amauri

    -

    20/01/2011 às 19:18

    Caro Carlos C. Marques. Não morro de amores pelos EUA mas, destilar odio nesta nação e não dizer nada dos extremistas e ditadors que populam pelo mundo é fora de qualquer entendimento meu. não tenho capacidade intelectual para entender isto. Extremistas islamicos querem exterminar a cultura judaica-cristã-budista-hinduista e os extremistas ateistas querem exterminar todos os anteriores e os muçulmanos para então ungir o novo mundo com uma religião bionica.
    Caio, foi por isso que perguntei o que erá uma governo secular, por que há muita confusão com governo ateista que impõe o ateismo como regra.
    Acusem os crimes dos EUA mas, com a mesma força acusem o crime de outras nações.abs
    Oi Amauri, governo secular te dá o direito de ter religião, nao ter religiao e nao impoe religiao oficial, vive la France, abs, Caio

  15. karen

    -

    20/01/2011 às 18:41

    CCM, os sintomas apresentado por vc ao ouvir EUA e odio mesmo: nausea, vontade de cuspir, …quisera vc ter tido oportunidade de viver aqui apesar do bandidismo tao alardeado por ti e outros e assim se curar desse sentimento amargo e destrutivo ao ver um povo, na maioria, bem legal e generoso. Este e um pais unico e vital para o mundo, vc queira ou nao. Se um dia o mundo ficar sob o dominio de outra potencia posso ate te ver sentindo saudades dos bandidos estadunidenses…

  16. carlos cezar marques

    -

    20/01/2011 às 15:17

    Caro Amauri, não tenho ódio aos Estados Unidos, pelo contrário, minha revolta é que, justamente em pleno século XXI, quando supostamente teria de haver um padrão moral superior, uma outra maneira de enxergar as relações entre os povos, bandidos estadunidenses continuam matando aos milhares em outros países, num ato terrorista que pode se transformar na maior carnifica de todos os tempos.

  17. maisvalia

    -

    20/01/2011 às 14:16

    Caro Amauri, não ligue, São as viúvas do muro de Berlin tentando, a moda de Stalin e dos terroristas da banânia, reescrever a história. Stalin apagava os ex-aliados das fotos.
    Muitos dos sem muro, que foi saudado na banânia, assim como a Albânia – farol para o João Amazonas – se abrigaram na Igreja Mundial do Aquecimento global do Sétimo Dia, até o Hugorilla e o morales estão nessa. Outros, mais radicais, ainda querem impor o regime “popular democrático”que vitimou apenas 100.000.000 de burgueses idiotas. Os mais espertos entraram para o PT e mudaram de classe social, hehehehe

  18. amauri

    -

    20/01/2011 às 10:43

    Olá Caio!
    Mas foi isto que eu pretendi defender. Ou fiz uma colocação contraria?
    abs
    Estamos de pleno acordo, abs, Caio

  19. amauri

    -

    20/01/2011 às 10:26

    Boa dia Caio!

    Por que tanto odio aos EUA? Não são anjos mas, dai partir por um odio unilateral? Se não vejamos: O general George S. Patton, o mais genial dos generais do front europeu na II gerra mundial, achou que seria esmagar o comunismo ali mesmo, enquanto havia chance de faze-lo ao menor custo de vidas americana. Ele não foi ouvido pelos presidentes aliados.
    Patton foi deixado sem combustível na arrancada final para Berlin, todos os exércitos ocidentais (todos) pararam de avançar, por ordem de Roosevelt (AMERICANO tá) através de Eisenhower, até que os russos chegassem a Berlin, como ficaria acertado nas reuniões entre os Três Grandes em Teheran e Yalta
    Já Stalin não cumpriu com nenhum dos acordos que assinara alem de fazer mais exigências em Potsdam, que só foram aceitas pela covardia de Truman, só superada pela de Roosevelt nas duas anteriores. Roosevelt um socialista declarado que pela primeira vez tinha posto funcionar um programa socialista nos EUA – o New Deal – tinha tal fascinação do ditador soviético que o chamava de Uncle Joe.
    Ao final da segunda guerra houve o expansionismo da URSS para todos os países conquistados pelo Exercito Vermelho. De comunismo um só país chegou-se a um bloco de 12 países submetidos à sovietização forçada na Europa Oriental. E hoje os militantes dos partidos de esquerda, acusam os EUA de imperialistas, pode uma coisa desta, onde está a coerência meu Deus. Será que o odio é pelo motivo dos EUA ainda não serem totalitarios como o outro lado?abs
    Caro Amauri, paises democraticos nao podem travar guerra permanente,nao podem submeter sua populacao a sacrificio infindavel como Stalin ou Mao, abracos, Caio

  20. carlos cezar marques

    -

    20/01/2011 às 9:17

    Prezado D.v.
    O que você explicou é o mesmo que eu estava dizendo: cidadãos israelenses de origem árabe não podem votar em Israel. Nunca vi tanta discriminação e injustiça. Quanto a dizer “bandidos estadunidenses”, as únicas coisas que sinto são náusea e vontade de cuspir.
    Caro Carlos, tudo bem? Estou acompanhando o longo debate, longo demais para o meu gosto, mas por favor, argumente com alguns fatos elementares, de almanaque. Claro que cidadaos israelenses de origem arabe votam, ha partidos que os representam, eles estao na Corte Suprema, etc, etc, etc. Nao vou dourar a pilula, as relacoes sao complicadas, eles sofrem discriminacao, em contrapartida existe ambiguidade por parte de setores desta comunidade sobre a realidade de um estado judaico e democratico. Mas quisera que minorias fossem tratadas como os israelenses de origem arabe no resto do oriente medio. abracos, Caio

  21. Devildom voyeur

    -

    19/01/2011 às 23:12

    Ao c.c.m.
    Você deve estar se referindo a uma proposta que obriga os árabes israelenses ou os não judeus que quiserem obter cidadania israelense a jurar lealdade ao Estado de Israel como “Estado judeu e democrático” ou desistir da cidadania israelense. Uma proposta que a comunidade árabe interpretou como uma provocação desnecessária. Em relação aos “bandidos estadunidenses” (você deve sentir orgasmo ao dizer isso), eu não vou mais perder tempo tentando explicar as diferenças entre as ações de forças armadas de estados democráticos e as ações de organizações terroristas de fanáticos religiosos. Nem as diferenças entre assassinos e soldados, porque isso seria o mesmo que tentar falar com uma parede ou com uma porta. Mas eu gostaria de parabenizá-lo pela sua lógica impecável de querer justificar ataques terroristas praticados por malucos suicidas com guerras que aconteceram depois e não antes dos ataques terroristas praticados por malucos suicidas.

  22. amauri

    -

    19/01/2011 às 18:12

    Boa tarde Caio!
    Pelos comentários percebemos que o filme profético 1984, se consumou, a prova da segunda realidade está em alguns comentários.
    No Brasil foi ensinado nas universidades um socialismo bizarro, que beira o absurdo. Mesmo se fosse ensinado um socialismo mais serio,
    a teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. abs.

  23. carlos cezar marques

    -

    19/01/2011 às 16:09

    Que coisa engraçada. Vi em vários lugares sobre a sem-vergonhice do knesset a respeito de cidadãos israelenses de origem árabe… será que todos estavam mentindo? Você sabe alguma coisa sobre isso, dv? Pode explicar melhor? Talvez eu não tenha entendido bem. Sabe, não tenho nenhum problema com os Estados Unidos, apenas acho errado eles invadirem e destruírem países. Será que estou muito sozinho? E também não quero reduzir nada, só me sinto angustiado ao saber das matanças que os invasores vêm promovendo nesses últimos oito anos em vários territórios. Ai, ai… tantas coisas me despertam tanto nojo como o relativismo moral que procura defender com unhas e dentes o massacre de milhares de nativos nos países invadidos por bandidos estadunidenses…

  24. Devildom voyeur

    -

    19/01/2011 às 12:19

    Ao c.c.m.
    Caro, eu não gostaria de ser responsabilizado pela política externa porca e imbecil daquele patético e megalomaníaco ministro das Relações Exteriores do governo daquele ex-presidente ignorante e analfabeto. Lamento dizer, mas você tenta justificar ações que nada mais são do que atos covardes e medíocres com especulações as mais diversas que refletem certo ressentimento pelo fato de os EUA serem uma superpotência. Especulações estas que, no fundo, pretendem reduzir toda e qualquer motivação para os principais conflitos geopolíticos àquela velha e desgastada ideia de “oprimidos” contra “opressores”, ignorando completamente o fato de que os terroristas que praticaram os ataques em questão eram fundamentalistas islâmicos. Poucas coisas me despertam tanto desprezo como o relativismo moral que tenta legitimar as ações de vermes que sequestram aviões comerciais cheios de civis para lançá-los contra prédios civis. Aliás, eu gostaria de me desculpar com os vermes pela comparação porque eles fazem a decomposição da matéria orgânica e são, portanto, dignos de respeito.
    .
    PS – aos leitores deste espaço, eu gostaria de esclarecer que o knesset nunca aprovou lei nenhuma impedindo cidadãos de descendência árabe de votarem em Israel.

  25. carlos cezar marques

    -

    18/01/2011 às 19:49

    Ahn… por falar nisso, caro Rone, não foi o knesset que aprovou uma lei impedindo cidadãos de descendência árabe de votarem em Israel?
    Caro D.v.
    sobre meu comentário de 27/12, é preciso levar em conta o seguinte. Alguns árabes e muçulmanos estavam bastante irritados com estadunidenses devido ao longo histórico de intervenções e apoio a golpes de estado, como, por exemplo, o problema no Irã em 1953, as interferências em vários países da Ásia e da África nas décadas seguintes, o apoio maciço à Arábia Saudita, o apoio ao Iraque e contra o Irã na década de 80, o apoio a Israel e contra a Palestina etc e tal. Isso, no meu entender, é cutucar a onça com vara curta. Em 2001 houve a resposta. Agora, quantos inocentes morreram no último meio século devido ao mencionado apoio estadunidense? Até uma parcela da população norte-americana chegou à conclusão de que os Estados Unidos mereciam há muito tempo aquela investida.

  26. Rone

    -

    18/01/2011 às 17:49

    Em uma DEMOCRACIA vc não é obrigado a servir por dois anos!
    E se não ;vai preso!
    Que Israel tem seus meritos tem em alguns casos não se pode e nao deve comparar com os demais paises arabes em sua volta, que tem uma cultura completamente diferente devido a religião!( opio do O.M.)
    Mas uma democracia ela não o é por completo, dá pra comparar a muitas ditaduras latino americanas…

  27. Devildom voyeur

    -

    18/01/2011 às 16:55

    Ao c.c.m.
    Tudo bem, temos diferentes visões de mundo, mas eu não tento distorcer a realidade dos fatos para encaixá-los na minha visão de mundo. Isso não me espanta, e na verdade eu nem deveria estar perdendo meu tempo tentando explicar isso a você, considerando-se o fato de que a sua indignação pela morte de civis inocentes é seletiva. No seu comentário de 27/12/2010 às 16:06, você disse o seguinte: “Quando deu certo o plano espetacular que destruiu os prédios, os estadunidenses já vinham cutucando a onça com vara curta”. Ou seja, no seu entendimento moral, civis inocentes não só podem como merecem ser explodidos desde que sejam do “outro lado”. Mas eu posso tentar esclarecer os leitores bem intencionados. Eu não sei o contexto desse caso específico citado por você, mas em se tratando de uma guerra entre as Forças Armadas israelenses e organizações terroristas como o Hamas é vigarice — como os fatos da última ação militar israelense na Faixa de Gaza já comprovaram — querer atribuir igual responsabilidade pela morte de civis a ambos os lados do conflito. Essa ilustração (http://www.realclearpolitics.com/blog/israel_palestine_cartoon.gif) mostra a diferença entre um soldado israelense e um “soldado” terrorista. Na ilustração mencionada, quem é o bandido?
    .
    Para aqueles com “apego psicótico à mentira já mil vezes desmoralizada” é bom lembrar que Israel é uma democracia. E o país sabe muito bem coexistir com seus vizinhos; Egito e Jordânia provam que é possível coexistir pacificamente com Israel desde que, de fato, se queira uma coexistência pacífica. Quem tem problemas em coexistir com Israel são as ditaduras e tiranias árabes que ainda não reconheceram o Estado de Israel, a teocracia persa e grupos terroristas que desejam destruí-lo.
    .
    PS – excelente o comentário do Guerra, com destaque para este trecho: “terrorismo é isso mesmo: prática subversiva dependente de que seus resultados medonhos sejam divulgados pela imprensa, hoje tremendamente bem servida pela comunicação visual via satélite. Suas vítimas inocentes e indefesas, geralmente compatriotas, são material de campanha.”

  28. Guerra

    -

    18/01/2011 às 12:47

    ÚLTIMA INTERVENÇÃO
    O DV é pleno de razão. O Carlos se impressiona com a miudeza da guerra, processo que se caracteriza como uma demorada sucessão de horrores. Mesmo as operações autorizadas pelo Direito da Guerra produzem horror. Ou será que a visão de soldados despedaçados por uma granada não expressa horror? Daí a racionalidade mandar que se reprima quem a deseja. Depois de iniciada … A cena do pai e filho colhidos pelo fogo cruzado, mostrada pela televisão, sem dúvida, é horripilante. Dá vontade de invadir o televisor para socorrer os desesperados. Mas, não se iludam, ela é típica das táticas terroristas, que almejam exatamente esse tipo de reação! Os guerrilheiros do Hamas atacam Israel plantados num território densamente povoado por seus “irmãos” árabes. E o fazem, precisamente, no objetivo de transformar as respostas israelenses no horror que se vê. É o objetivo último de suas ações, que a mídia televisada se encarrega de espalhar mundo afora, com um discurso vergonhosamente incriminador das forças irsraelenses. Aliás, naquela guerra contra o Hezbollah, de 2006, alguns desavergonhados argumentaram que – vejam só o absurdo – “Israel respondia com desproporção”! Pode? Ou seja: se o meu vizinho atirou na minha vidraça, eu não poderia mais do que atirar na vidraça dele. Se fui lá e dei-lhe um merecido pau, agí com desproporção! Naquele caso, o Hezbollah disparava mísseis Katyusha sobre cidades israelenses. Logo, Israel não poderia senão fazer o mesmo, disparando o mesmo número de mísseis Katyusha sobre cidades libanesas! Não é conversa de bêbado, não, mas de sacana! E terrorismo é isso mesmo: prática subversiva dependente de que seus resultados medonhos sejam divulgados pela imprensa, hoje tremendamente bem servida pela comunicação visual via satélite. Suas vítimas inocentes e indefesas, geralmente compatriotas, são material de campanha. Objeto de sua preocupação é a opinião pública, fonte da pressão política com que espera desestabilizar um sistema político implantado. Podem observar que isso ocorre em todos os conflitos guerrilheiros. Foi assim na Argélia, no Vietnã e no Afeganistão, ao tempo da ocupação soviética, para ficarmos com três exemplos mais conhecidos e recentes. A saída dos EUA do Vietnã foi imposta pela opinião pública norte-americana. O Nixon não suportou a pressão política gerada pela massiva exposição midiática da Hanoi bombardeada, de veteranos aleijados, de cenas de combate transmitidas ao vivo e das manifestações públicas. Um entre as centenas de milhões captados por essa tática perversamente criminosa, o Carlos Cezar que o diga! Em 2006, no Líbano, sabendo que os israelenses bombardeavam os pontos de lançamento de mísseis dectados por satélite, os guerrilheiros do Hezbollah dispararam uma bateria deles a partir de um abrigo lotado de crianças e mulheres. No dia seguinte, divulgando as iagens terrorificantes de crianças e mulheres trucidadas pelo bombardeio, a imprensa mundial caiu de pau sobre o governo israelense, como se ele tivesse pretendido matar crianças e mulheres! É um tática criminosa, fraticida e covarde, que incinera pessoas inocentes e indefesas pelo ego político. E o mais revoltante é ver esse tipo de covardia criminosa e insana sendo enaltecida em camisetas, chapéus, bonés, tatuagens etc., por ignorantes que falam e agem desprovidos da mais incipiente capacidade de crítica, porque sem conhecer nem ao menos o ponto inicial do traço. Profundamente repugnante, portanto, o ato concedente de refúgio ao Battisti, um terrorista que, almejando desestabilizar nada menos que a democracia italina, simplesmente invadiu estabelecimentos comerciais para assassinar pais de família, como se tivessem qualquer responsabilidade por sua fracassada e criminosa pretensão política, que nem por isso estariam expostos aos seus caprichos perversos. No boxe, a tática terrorista consitiria em golpear o adversário e proteger-se atrás do juíz, expondo-o ao contra-ataque. Não há baixaria mais degradante. E pensar que, com os cinco meses de trabalho que anualmente entregamos ao leão da receita, estamos custeando gordas pensões a muitos desses tipos desprezíveis que assassinaram, arrancaram pernas e braços e deformaram muitos brasileiros que simplesmente passavam por um determinado local, à caminho de casa ou do trabalho, ou aguardavam o(a) namorado(a) que atrasara!! Uma dessas pobres vítimas teve que renunciar ao sonho de ser piloto de jato de carreira. Quem arrancou-lhe a perna está sendo pensionado. Ele, no entanto, não sei.

  29. carlos cezar marques

    -

    18/01/2011 às 10:58

    Caro Rone,
    Mais uma vez quero dar os parabéns a você, pois se houvesse efetivamente uma tutela internacional para a região, tudo seria mais fácil. O problema maior, neste caso, seria tirar a bomba atômica de Israel que, acredito, é o maior obstáculo no momento para uma possível paz. Ou então será preciso deixar o Irã e outros países fazerem logo a sua – apenas para dissuasão.

  30. Rone

    -

    18/01/2011 às 6:20

    O que existe no O.M. é intolerancia!
    Israelensses, judeus em sua maioria e muçulmaos Palestinos e de outros paises da região, jordnia, Siria, Libano etc, não sabem COEXISTIR, nunca houve uma COEXISTENCIA PACIFICA entre ambos os lados!
    Portanto a melhor maneira de promover uma PAZ é assegurar que ambos se contenham que fiquem com um armamento caseiro, administrativo e domestico!
    Uma intervenção em ambos os lados!
    Declarar o O>M> livre de armametos e promover uma Paz a força mas intermediada e gerenciada por paises de fora da região!
    Já que muitos criticam o apoio dos EUA a Israel que fique de lado e deixe a cargo da ONU!
    Mas que se faça um intervenção nas fronteiras de ambos os paises que. já deram mostras suficientes que nunca vão conseguir chegar a um acordo?
    Nem os bloguistas e comentartistas…..

  31. carlos cezar marques

    -

    17/01/2011 às 19:07

    Caro D.v.
    Você se lembra daquela cena de um pai e um filho se encolhendo em meio a um tiroteio entre palestinos e israelenses? Nem palestinos nem israelenses tiveram a “audácia” de interromper a brutalidade para salvar pai e filho, que morreram logo depois. Bem, há bandidos dos dois lados, você vê a coisa de um modo e eu vejo de outro – paralaxe. Assim como a destruição do Afeganistão e do Iraque é para mim um monstruoso ato terrorista, para você não o é. Isso está me parecendo religião e futebol, portanto, jamais chegaremos a um acordo. Resta torcer para que os verdadeiros responsáveis por esses desastres despertem um dia… e interrompam a carnificina. Quem sabe?
    Abraços.

  32. Devildom voyeur

    -

    17/01/2011 às 18:21

    (continuação)
    E que “fóruns mais respeitáveis do mundo” seriam esses que acusam os EUA de praticar “terrorismo de estado”? Por acaso você está falando daquela piada chamada Conselho de Direitos Humanos da ONU? E que jornais são esses que denunciaram crimes cometidos por “bandidos estadunidenses” contra civis iraquianos? Será que são os mesmos que denunciam uma terrível crise humanitária em Gaza? Eu não sei se você entendeu, mas em relação às guerras envolvendo os EUA, eu me limitei a expor as brutais diferenças entre as Forças Armadas de um país democrático e soberano e as ações terroristas de grupos fundamentalistas islâmicos que podem explodir mulheres e crianças à vontade porque não podem ser responsabilizados por crimes de guerra.

  33. Devildom voyeur

    -

    17/01/2011 às 18:19

    (continuação)
    Quanto a terroristas que são considerados heróis, o mais famoso chamava-se Yasser Arafat. Os palestinos glorificam terroristas nomeando lugares e eventos, por exemplo. O exemplo mais recente foi um quarteirão nomeado em homenagem à terrorista Dalal Mughrabi, que matou 37 civis e feriu 71 num atentado a um ônibus, em 1978. Em outra ocasião, um torneio esportivo foi nomeado em homenagem a Abu Jihad, o terrorista que planejou o ataque de Mughrabi. Onde estão os exemplos de glorificação de terroristas por israelenses? Eu até entendo o seu esforço de tentar igualar tudo e todos, porque você não faz ideia do poder destrutivo exercido pela lavagem cerebral religiosa no cérebro de um indivíduo, quando ela é feita desde a infância. Eu sei disso não por que eu li em algum lugar, mas porque eu conheço fanáticos religiosos não-islâmicos e sei que em nome da religião e do Deus deles, essa gente é capaz de jogar a dignidade, o caráter e a honra na lata do lixo. Mas se os fanáticos religiosos não estão apenas entre os muçulmanos, qual a diferença, então, entre o mundo judaico-ocidental e o mundo islâmico? A diferença está no fato de que no mundo judaico-ocidental há separação entre religião e estado; já no mundo islâmico, essa separação não existe. Será que é tão difícil entender isso? No Estatuto do Hamas há um trecho que diz o seguinte: “É necessário colocar nas mentes de todas as gerações de muçulmanos que o problema da Palestina é um problema religioso”. Ou seja, o problema da Palestina não é de território nem de fronteiras, e muito menos de “oprimidos” contra “opressores”. O problema da Palestina é religioso. E quem acha que o Fatah pensa diferente do Hamas, basta ver que ainda hoje a Autoridade Palestina se recusa a reconhecer Israel como um estado judeu.
    .
    (continua)

  34. Devildom voyeur

    -

    17/01/2011 às 18:17

    Ao c.c.m.
    Caro, Israel não comete ações terroristas nem chacinas. O problema de Gaza é o seguinte. Os terroristas do Hamas lançam foguetes no território israelense, e quando o número de ataques torna-se intolerável, as Forças de Defesa israelenses atuam para retaliar esses ataques (como na recente operação militar em Gaza, dois anos atrás). Nesse caso, o que fazem os valentes e honrados defensores dos fracos e oprimidos do Hamas? Bem, eles usam hospitais, escolas e mesquitas como base de lançamento de foguetes e mulheres e crianças como escudo humano, porque eles sabem que mesmo que Israel nunca seja condenado por crimes de guerra que eles mesmos estão cometendo, não faltarão imbecis mundo afora para chamar Israel de “estado terrorista”. Esta é a chamada guerra de propaganda. Em relação aos pobres “cientistas”, não seja ingênuo. O Paquistão, por exemplo, conseguiu a tecnologia para a bomba atômica por meio de um engenheiro que praticava espionagem industrial. Segue trecho de uma reportagem da Veja de 2004 (http://veja.abril.com.br/110204/p_056.html):
    “O paquistanês Abdul Qadeer Khan, pai da ‘bomba islâmica’, admitiu na semana passada o que há quinze anos se suspeitava e o governo do Paquistão sempre negou: a venda, por baixo do pano, de equipamentos e tecnologia para os programas de armas nucleares do Irã, da Líbia e da Coréia do Norte, três países governados por regimes extremistas e perigosos. Assim, confirmou-se pela primeira vez a existência de um mercado negro de proliferação nuclear, liderado pelo Paquistão.”
    Será que este senhor era um pobre trabalhador paquistanês, um simples funcionário público apenas seguindo ordens do governo?
    .
    (continua)

  35. carlos cezar marques

    -

    16/01/2011 às 22:59

    Caro D.v.Israel comete várias ações terroristas, como a chacina de uma família inteira em uma praia em Gaza em 2007. Aí dizem que confundiram com terroristas e a coisa morre aí. Esse é o terrorismo de estado. Quanto a um monte de bandidos israelenses fabricar passaporte para entrar e matar em outro país, é, sim, um ato terrorista. Ou qualquer assassinato pode ser cometido e justificado de acordo com esse ou aquele interesse? Agora, dizer que cientistas que trabalham para um governo não são civís inocentes, efetivamente extrapola todo bom senso. Ufa, que argumento rasteiro…Quantos terroristas israelenses mataram e expulsaram palestinos de suas casas e hoje são considerados herois? E também vejo que não há interesse, de sua parte, em discutir os motivos da invasão e semi destruição do Iraque… simplesmente porque é uma política de terrorismo de estado praticada por bandidos estadunidenses, condenada até às últimas instâncias nos fóruns mais respeitáveis do mundo. E aquela coisa de entrar, estuprar e matar, tem sido cometida exatamente por bandidos das tropas invasoras, como alguns jornais denunciaram… aliás, como é prática comum em várias prisões controladas pelos invasores. E dessa invasão arbitrária praticada por bandidos é que sobressai uma grande parte de “cadáveres e mutilados”, igualmente como as vítimas das ações dos participantes da Resistência. Mas tudo acaba sendo de responsabilidade da invasão arbitrária e covarde dos bandidos estadunidenses (ainda que pertançam a “instituições sólidas” não passam de bandidos, pois agem contra determinações da onu e de muitos outros países contrários à semidestruição e aos saques). Aos outros vassalos e propaladores de invasões e destruição não direi nada, pois são muito fraquinhos.
    Abraços.

  36. maisvalia

    -

    16/01/2011 às 21:46

    Caro Devildom voyeur.

    Qualquer pessoa que em sã consciência ler o que você posta e comparar com seus debatedores lhe dará razão, mas eu acho que você está perdendo seu tempo, porque, infelizmente, eles foram atingidos pela doença do antiamericanismo bocó, originária e inerente dos esquerdos, pois foram doutrinados pelas escolas brasileiras a pensar que os EUA são o grande satã do capitalismo democrático e se eles apoiam Israel este passa a ser um diabinho também, assim eles se unirão a qualquer regime ditatorial, tirânico, terroristas, qualquer coisa ou lixo que seja contra uzmericanus. Não conseguem pensar por si só, não leem nada que fuja da cantilena marxista, da teoria dos oprimidos, do Paulo Freire, frei betto, emir sader. Sempre começam textos chamando os outros de bandidos, não acrescentam nada ao debate, distorcem fatos históricos e continuam sempre a falar as mesmas bobagens, argh.
    Em resumo, são embotados intelectualmente e nunca deixarão de ser.

  37. Guerra

    -

    16/01/2011 às 21:23

    Ora Carlos,
    A guerra é uma sucessão prolongada de operações armadas. Por isso, o que acontece em seu curso, no seu dia a dia, não autoriza conclusões sobre a justeza de suas causas, o caráter das potências envolvidas e a legitimidade de suas presenças no campo da luta. O que importa é a causação do conflito. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos militares alemães revelaram nobreza de caráter e humanidade. Erwin Rommel foi um deles. Extremamente competente na destruição do inimigo, guiava-se pela ética mais apurada. Passou à História como pessoa extremamente honesta e justa. Gerd von Rundestedt e Eric von Manstein também integram o rol, ao lado de inúmeros outros oficiais generais, superiores e subalternos. No entanto, lutavam pelo Nazismo, regime demoníaco comandado por uma das mais insanas quadrilhas de todos os tempos. Por outro lado, dentro das forças aliadas, então defensoras do mundo democrático, muitos desmandos foram praticados. Mas, não há dúvida, a culpada pela hecatombe européia foi, unicamente, a Alemanha. Ademais, uma potência em guerra executa operações armadas das mais diversas, dentro e fora de suas fronteiras. Afinal, estando em guerra, precisa garantir a derrota do inimigo. Aliás, estado de guerra é uma realidade disciplinada por um Direito específico – Convenção de Genebra, que, veja bem, não admite a ação terrorista. Para a Convenção de Genebra, em um estado de beligerância, o terrorista, também denominado “guerrilheiro”, é criminoso, independentemente de suas convicções políticas e do lado pelo qual combate. Sem a proteção do tratado, uma vez detido, fica exposto a fuzilamento sumário. O ataque de 11 de setembro, causa da intervenção americana no Afeganistão, contra o Taleban, caracterizou uma ação terrorista. Seus mentores e executores, portanto, não encontram amparo no Direito de Guerra, como não a encontram os militantes do Hamas e do Hezbolah, que direcionam mísseis tipo Katyusha sobre cidades e vilarejos israelenses. Tudo isso é causa e/ou consequência de guerra. Assim, o melhor a fazer é evitá-la, coisa que não se consegue reconhecendo a pregadores da destruição de povos o direito a armas nucleares. Me desculpe, mas a sua argumentação carece de fundamento e de lógica. Apega-se a elementos secundários, pondo de lado os fundamentais. Quanto a evocar o passado, nada melhor a fazer. A História é a nossa grande instrutora. O futuro sempre será a reedição da História, com pequenas variantes, especialmente no âmbito político. Para não errarmos, pelo menos não errarmos clamorosamente, precisamos tê-la em conta. E uma coisa que ela sempre revelou é que o poder, especialmente o poder armado, sempre foi a alucinação de megalômanos messiânicos.

  38. Devildom voyeur

    -

    16/01/2011 às 19:36

    (continuação)
    Em relação às guerras do Afeganistão e do Iraque, o número de mortos em CASUALIDADES é bem menor que o número de mortos em atentados terroristas. Não me interessa discutir, aqui, as motivações para a guerra do Iraque, mas neste trecho do seu comentário: “entrando na casa dessas famílias, de madrugada, e estuprando as mulheres e matando os homens, é atirar bombas até sobre festas de casamento e matar quarenta inocentes de uma vez, é deixar, sobre um monte de cadáveres, outro monte de mutilados e orfãos.”, você descreve um perfeito ataque terrorista, que é o oposto das ações militares de um país democrático cujas instituições são sólidas o suficiente para investigar e punir qualquer desvio de conduta militar que possa acontecer durante uma guerra.
    Não deveria ser difícil de entender as diferenças entre países como os EUA e Israel — que prezam a tolerância religiosa, a democracia, o respeito pelos direitos das minorias — e organizações terroristas que doutrinam seus jovens no ódio e os ensinam a glorificar o “martírio” de homens-bomba. Em nome de Deus ou pela “causa”. Honra e coragem são os sentimentos que fazem os homens enfrentarem seus inimigos cara a cara. Desde o tempo das cavernas. Pequenos contingentes armados de “oprimidos” incapazes de combater forças militares superiores através de uma guerra convencional têm a guerrilha (ou guerra assimétrica) como alternativa de combate — desde que ataquem apenas alvos militares. Mas como honra é uma palavra que terroristas desconhecem, eles geralmente atacam alvos civis. Em relação ao Estado de Israel e o grupo terrorista Hamas, por exemplo, os relativistas morais têm o direito de ter a opinião que quiser em relação às ações de ambos; mas é hipocrisia, para não dizer vigarice, considerar que um país soberano matar — em ações militares ou clandestinas — para defender seu território e proteger seus cidadãos trata-se de algo moralmente inaceitável, enquanto que ações como explodir ônibus escolares ou explodir-se em Cafés lotados tratam-se apenas de “luta de resistência”.

  39. Devildom voyeur

    -

    16/01/2011 às 19:36

    Ao c.c.m.
    Caro, eu não estou me fazendo de inocente. No meu entendimento, atos terroristas são ações criminosas contra civis inocentes. E cientistas que contribuem para o programa nuclear de um fundamentalista islâmico que ameaça destruir outro país não são civis inocentes. No caso do assassinato num hotel em outro país, se você estiver se referindo ao terrorista Mahmoud al-Mabhouh, que foi morto num hotel em Dubai, bem, este senhor podia ser qualquer coisa, menos um civil inocente. Ele estava envolvido em várias ações do Hamas, incluindo o sequestro e assassinato de dois soldados israelenses. Mas o simples fato de ele ter sido um dos líderes do Hamas já era um bom motivo para matá-lo. Se você ler a Carta de fundação do grupo terrorista (o Estatuto do Hamas), você lerá a seguinte preciosidade: “Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele.” Precisa dizer mais alguma coisa?
    .
    (continua)

  40. carlos cezar marques

    -

    16/01/2011 às 10:09

    Caro D.v.
    Você sabe muito bem o que eu quis dizer. Não se faça de inocente. No início do ano passado, bandidos israelenses cometeram assassinato num hotel em outro país, e há fortes suspeitas de que o mossad esteja por trás dos assassinatos de cientistas iranianos. Quanto ao terrorismo, o mais cruel deles é praticado pelos bandidos estadunidenses no Iraque e no Afeganistão, a saber: destruição de famílias inteiras, entrando na casa dessas famílias, de madrugada, e estuprando as mulheres e matando os homens, é atirar bombas até sobre festas de casamento e matar quarenta inocentes de uma vez, é deixar, sobre um monte de cadáveres, outro monte de mutilados e orfãos. Enfim, os atos mais monstruosos da atualidade são cometidos por bandidos estadunidenses, e não por alguém que se arrebenta, matando a si mesmo e outros, na tentativa de expulsar o invasor, porque este é o único meio que ele possui diante da devastação criada pelos bandidos estadunidenses.

  41. Rone

    -

    15/01/2011 às 22:30

    O O.M. deve sofrer uma ação “internacional” deixar Israel ou apoiar um ataque ao Irã não resolve nada .ambos os lados tem fanaticos religiosos!
    Os EUA devem rever sua posição em ficar ajudando tanto economicamente quanto militarmente Israel.
    Está perdendo o controle não é mais ouvido pelo aliado e por conta disso a imagem dos EUA em boa parte por defender os interesse de Israel está desgastada em boa parte do planeta!
    Os Estados Unidos não são “bandidos” !
    Podem até estar sendo enganados!
    Ou fazer de conta!
    Mas a situação pode voltar favoravel !
    Basta dar um “xeque mate”!
    Repito: “uma intervenção em ambos os lados”

  42. Devildom voyeur

    -

    15/01/2011 às 21:44

    Ao c.c.m.
    Em relação ao seu último comentário, o que você quis dizer com os trechos “assassinando pessoas em outros países” e “há terrorismo em ambas as partes”? No meu entendimento, “o terrorista, como se sabe, só se ocupa de promover a maior atrocidade possível, sem nenhuma estratégia política que atenue sua perversidade” (trecho da reportagem “A bomba nas mãos de insanos”, da revista Veja de 3 de junho de 2009, já citada em comentários anteriores). Também há uma boa explicação do que seria um terrorista num trecho de uma entrevista concedida pelo poeta alemão Hans Magnus Enzensberger ao editor Jerônimo Teixeira, publicada na edição da Veja de 24 de junho de 2009:
    .
    “Por que o senhor tem chamado os terroristas islâmicos de ‘perdedores radicais’? Perdedor radical é aquele tipo inconformado e violento que, por exemplo, parte para uma matança desenfreada no escritório do qual foi demitido. Quase sempre um solitário, ele nutre uma ilusão de superioridade quando encontra abrigo numa ideologia coletiva. O islamismo — a versão ideologizada da religião — enquadra-se nisso. Alimenta o ressentimento pelo declínio da civilização árabe, sempre atribuído a um culpado externo. E tem um forte caráter autodestrutivo.”
    .
    Também há outra explicação ótima nestes trechos do artigo “A sordidez humana”, de Lya Luft, publicado na revista Veja de 20 de maio de 2009.
    .
    “Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade? Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira (…) Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças… e se dirá que é por idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes (…) Ninguém me diga que o criminoso agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa…”

  43. carlos cezar marques

    -

    15/01/2011 às 20:59

    Caro Guerra,
    Invocar o passado não resolve o problema. Se fosse para fazer isso, também poderíamos dizer que Israel usou grupos terroristas no início de sua fundação… aliás, ainda age assim, assassinando pessoas em outros países. Sabemos muito bem que não há anjinhos em nenhum dos lados, ao contrário, há terrorismo em ambas as partes. E soa no mínimo leviano dizer que, para a autodefesa, é preciso roubar terras de outros povos. Acredito que o estado de guerra é desejado, principalmente, e com muita ganância, por bandidos estadunidenses e israelenses, tanto que o orçamento militar norte-americano é o maior do mundo. Esses países habituados à exploração de outros povos e a beber o sangue alheio com muita vontade e contabilizando seus lucros com olhos brilhantes e vermelhos não fazem, na verdade, nada mais do que um esforço para criar tensões perenes em várias partes do globo. É um modo muito astuto de gerar riqueza a um custo baixo, desde que não se leve em conta o valor das vidas humanas destruídas. O quê?! Vidas humanas destruídas? Ah… isso, para os propaladores da guerra, é um detalhe à toa…

  44. Devildom voyeur

    -

    15/01/2011 às 20:13

    Ao c.c.m.
    Desculpe pela intromissão na sua discussão com o Guerra, mas você está tendo dificuldades de interpretação de texto. Ele não está demonizando o Irã, mas apenas expondo aspectos da REPÚBLICA ISLÂMICA DO IRÃ. Como você deve saber, a teocracia iraniana é governada por fanáticos religiosos (o aiatolá Ali Khamenei é o chefe do Conselho da Revolução Islâmica). Em 1979, ano da Revolução Islâmica, o aiatolá Khomeini referiu-se aos EUA como sendo o “Grande Satã”. Quem está demonizando quem? Quem está tentando “moldar o pensamento mundial”? Na nossa cultura ocidental é comum querermos enxergar o outro como a nós mesmos, entender que cada povo tem seus costumes e tradições, ignorando o perigo representado pelo fanatismo religioso e pela lavagem cerebral religiosa. Você deveria ter mais cautela antes de emitir opinião sobre esse assunto porque você ignora o fator religioso do problema iraniano. Inclusive, um Irã nuclear é bem mais aterrorizante para reis, tiranos e ditadores árabes sunitas do que para Israel, a Europa e os EUA. Eu, pessoalmente, não me oponho ao Irã ter armas nucleares no futuro. Meu problema é apenas com o Irã atual. Não só pelo fanatismo religioso, mas porque o país é o maior financiador do terrorismo islâmico internacional. Aliás, muitos iranianos que vivem fora do país sentem-se humilhados e sabem que seus líderes tiranos e fanáticos representam o motivo de a comunidade internacional considerar seu país como um inimigo perigoso. A sua opinião contrária a um ataque preventivo é legítima, mas você ignora a ideia central do comentário dele: a de que a República Islâmica do Irã “não é uma simples rival das democracias, mas um poder religioso radical”. E um ataque preventivo às instalações nucleares iranianas que ainda nem ocorreu não pode ser colocado no mesmo contexto das guerras do Afeganistão e do Iraque.

  45. Guerra

    -

    15/01/2011 às 19:31

    Pois é, Carlos Cezar,

    O que você me disse, Winston Churchil ouviu da tribuna, no Parlamento britânico, durante anos, sempre que procurou alertar os “pacifistas” sobre o rearmamento acelerado da Alemanha e a intenção belicosa de Hitler, que estava na cara. Brigou com todos. Ás vésperas da guerra, era voz isolada. Quando Chamberlain voltou a Londres, trazendo de Munique aquele papelucho que exibiu no aeroporto, que o Hitler já havia mandado o Göring levar para a privada, disse: “Imbecis! Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra e terão a guerra.” E ela veio menos de um ano depois. O tipo perigoso que existia em Hitler há em Ahmadinejad: o messianismo. Achava-se responsável pela reforma do mundo. A primeira causa da crise entre Israel e os palestinos – criação do Estado de Israel – já ficou para trás. Foi substituída pelo fundamentalismo islâmico. Leia “Filho do Hamas” e veja por que Mosab Hassan Yousef, herdeiro de um dos fundadores do movimento, resolveu abandonar a o pai, tornar-se cristão e deixar a Palestina. Hoje, quem alimenta o conflito é o Irã, através do Hezbolah e do Hamas. O motivo alardeado é a ocupação israelense. Porém, o verdadeiro é o fundamentalismo cego. Por isso que não há a mínima chace para um acordo. Entre árabes e judeus houve guerra em 1948, 1956, 1967 e 1973, todas tendo ao fundo uma ininterrupta atividade terrorista patrocinada por governos árabes. Mas, veja a História, nenhuma delas provocada por Israel. Em 1967, Israel só não era menor que o Vaticano. Provocado para a guerra, resolveu ocupar espaços conquistados como medida de defesa. O Egito foi o único estado árabe a efetivamente desejar a paz. Dialogou, assinou o acordo e obteve a devolução do Sinai. Indago então: aquele estado de guerra é desejado por quem?

  46. carlos cezar marques

    -

    15/01/2011 às 15:33

    Prezado Guerra,
    O problema com o seu raciocínio é a demonização do Irã. Isso não é produtivo, haja vista o estrago e a destruição que o ocidente vem causando no Afeganistão e no Iraque. Mais um país ainda? Já não há violência e morte e destruição que chegue? Por que essa ânsia em querer destruir aqueles que pensam de um modo diferente do ocidente? É preciso parar de relembrar a WW II e mudar o discurso. As coisas mudam. Estados Unidos e Israel precisam desistir com urgência desse negócio de querer moldar o pensamento mundial. Cada povo tem seus costumes e suas tradições. E Israel não pensa em ameaçar ninguém porque já destruiu a Palestina na prática e monstruosamente neste último meio século. Mais ainda? Seu discurso não me convenceu. Antes de uma ideia bem fundamentada na realidade, parece mais a tentativa de justificar um “ataque preventivo”. Acredito que o caminho não seja este. E espero que aqueles que apreciam verdadeiramente a justiça e a honestidade e os bons valores não cometam mais um erro monstruoso.

  47. Guerra

    -

    15/01/2011 às 11:57

    Ao Carlos Cezar Marques
    O que há a considerar, ô Carlos, é que aqueles caras do Irã não são apenas políticos contrários a um sistema político-econômico, como eram os soviéticos e chineses. São radicais messiânicos, religiosos que pensam ter a missão de arrancar o mundo das garras do grande satã, os Estados Unidos, e de seu mais efetivo executor material – Isrrael. Aqui, portanto, o raciocínio não pode ser feito com as premissas do simples antagonismo político-econômico, onde a lógica das possibilidades estratégicas quase sempre imperam. Longe disso, deve levar em conta o messianismo daqueles malucos, a crença de que Alá lutará com eles no combate às medonhas forças do mal, as quais, na verdade, somos todos nós, que vivemos segundo o cultivo das liberdades ocidentais, ambiente em que os costumes são respeitados, a palavra é livre e os sexos equiparados em obrigações, direitos e oportunidades. Para eles, a força de Alá, que acreditam protegê-los, destroçará qualquer aliança entre as potências militares ocidentais. Necessitam apenas igualar suas armas às do Ocidente. Aí a evidência de que desejam o armamento atômico. Em síntese, Carlos, você ainda não conseguiu descer ao núcleo da questão para compreender que a República Islâmica do Irã não é uma simples rival das democracias, mas um poder religioso radical que se entende responsável pela missão de destruir tudo quanto destoe da interpretação que seus dirigentes conferem aos fundamentos do Islamismo. Inclusive as próprias nações de maioria islâmica não alinhadas com tal interpretação. Aliás, os vazamentos do Wikileaks revelaram que a própria Arábia Saudita já pediu uma ação militar devastadora dos EUA contra o Irã. Trata-se do mesmo raciocínio simplista do Lula, segundo o qual, “se muitos têm, o Irã também pode ter”. A coisa não é bem assim. Há uma diferença muito profunda entre um Israel atômico e um Irã atômico. Israel é uma democracia avançadíssima, um estado de direito, uma potência econômica e militar moderníssima, com o juízo apurado e guiado pelo princípio do respeito às liberdades, que jamais ameaçará destruir quem quer que seja. Já o Irã é um estado tomado pela paranóia medieval de levar combate aos infiéis. Para os seus dirigentes, quem quer que ocupe o poder nos EUA, em Israel, na Inglaterra, França, Itália etc. sempre representará o satã. O Babaca Obama tentou entender-se com eles demonstrando-lhes propósito de aproximação. Antes mesmo de sua posse, eu afirmava que ele quebraria a cara. E quebrou. Os aiatolás e o Ahmadinejad consideraram o seu gesto uma grotesca e tripudiante palhaçada. Quando se combate político, argumentar com lógica é sensato. Porém, quando se combate missionário, na primeira oportunidade, porrete nele. A obra de Hitler é a evidência mais recente e robusta dessa verdade. Ele também não foi um simples político, mas um missionário que se achava contemplado com a mesma paranóia iraniana. Via-se no papel do grande libertador do povo germânico, a quem Deus incumbira da missão de limpar a Europa e o mundo de segmentos inferiores, especialmente de judeus e eslavos. E como foi que tudo aconteceu? Ora, enquanto Chamberlain e Daladier, os grandes líderes ocidentais da época, garantiam que negociar com ele era mais vantajoso que levar a cabo a repressão militar autorizada pelo Tratado de Versalhes, ele armava a Alemanha. Enquanto seus adversários cediam, levou-os na conversa, fazendo exigências e mais exigências brutais. Exigiu, inclusive, e conseguiu, o retalhamento da Tcheco-Eslováquia, que, pouco depois e ainda antes da guerra, ocupou integralmente. Assim que restituiu à Alemanha a condição de maior potência militar do mundo, deixou de lado os paparicos de Chamberlain e Daladier e invadiu a Polônia. A bandeira da paz só voltou à Europa quase seis anos depois, quando pôde ser fincada no cimo de uma montanha de 50 milhões de cadáveres. Escvre aí, Carlos. Se o Ahmadinejad conseguir levar esse povo no bico até conseguir a bomba, virá o dia em que ele simplesmente comunicará o fim das reuniões. Então poderemos contar com a catástrofe, que, para mim, não terá proporções mundiais. É que Rússia e China, as potências militares mais complacentes com o Irã, têm o juízo que ele não tem. Mas, no Oriente, há o risco representado pela Coréia do Norte, cuja megalomania poderá levá-la a retaliar contra a Coréia do Sul e o Japão, afinadíssimos com os Estados Unidos. E não teremos seis anos de guerra. Apenas algumas semanas. Mas a desolação será enorme, especialmente no pós-guerra, cujas consequências físicas, químicas, econômicas e sociais nos levarão a desejar desistir de viver.

  48. carlos cezar marques

    -

    15/01/2011 às 9:19

    corrigindo:
    foi isso que eu quis dizer.

  49. carlos cezar marques

    -

    14/01/2011 às 17:37

    Caro D.v.
    Você está um pouco amargo demais. Você acredita que os aiatolás teriam coragem de iniciar um ataque contra Israel? Eu acho que não. Sozinho, o presidente do Irã não resolve nada. O regime iraniano sabe que, se ousasse tal ato, seria fulminado pelos Estados Unidos e Israel. Foi isso que eu queria dizer ao me referir a “poderes maiores” e “tecnologia superior”. Consequentemente, os iranianos jamais darão o primeiro passo contra Israel. E assim uma paz relativa estaria assegurada. Mas se Israel ousar um ataque “preventivo”, aí, sim, acredito que o mundo estará à beira da catástrofe. Sabe-se lá o que poderia acontecer…

  50. Devildom voyeur

    -

    14/01/2011 às 11:51

    Ao c.c.m.
    Você só não disse o porquê de Israel ter ficado com mais território. Em relação às políticas externas israelenses, você realmente acredita que quando o louco tiver a bomba atômica, a comunidade internacional levantará um dedo para impedi-lo de detoná-la contra Israel? É como diz o ministro das Relações Exteriores israelense Avigdor Liberman, de quem o jornalista Caio não deve gostar muito: “Os iranianos estão construindo instalações nucleares e afirmam que o fazem para fins pacíficos. Ao mesmo tempo, desenvolvem mísseis de longo alcance, provavelmente para disseminar essa capacidade nuclear pacífica para o mundo todo.”
    O senhor Barack Obama, por exemplo, com seus discursos sobre “respeito mútuo”, “interesses mútuos” e um mundo em que “apesar da fé, as pessoas têm esperanças e sonhos em comum” é motivo de zombaria entre os radicais islâmicos. No nosso entendimento ocidental, essa atitude é vista como demonstração de boa vontade; no entendimento deles, ela é vista como demonstração de fraqueza. Mas essa regra também se aplica a ocidentais psicopatas e genocidas. Você se lembra de um senhor chamado Chamberlain? Pois bem, nos anos que precederam a II Guerra, ele estava cheio de boa vontade e amor pra dar. E o que Hitler fez com toda aquela boa vontade? Ele a pegou e a enfiou no r… dele como se ele fosse uma putinha. Então, Israel deve esperar sentado enquanto o Irã desenvolve os meios de destruí-lo? Infelizmente, há casos em que a diplomacia da porrada é a única que funciona.

  51. karen

    -

    13/01/2011 às 23:56

    campo de concentracao na Polonia, retratando.

  52. karen

    -

    13/01/2011 às 21:31

    Para: voces sabem quem, nao estudaram historia ou a escola era ruim? Voces nao lembram ou sabem que o proprio Getulio Vargas mandou judeus do Brasil para campos de concentracao na Alemanha a pedido do governo nazista na WW II? Ou que no sul do Brasil tinha comicios e “cursos” para doutrinar as pessoas, inclusive criancas, sobre a superioridade da raca ariana com suasticas e tudo o que tinham direito? Isto nao aconteceu a milenios atras, memoria curta ou e para conveniencia ou talvez conivencia com racismo, antissemitismo e outros.

  53. carlos cezar marques

    -

    13/01/2011 às 18:56

    Ao D.v.,
    Israel não ameaça varrer nenhum país porque na prática já varreu a Palestina. A divisão inicial proposta em 1947 previa 55 por cento do território para Israel e 45 por cento para a Palestina. Obviamente Israel possui muito mais terras hoje do que 55 por cento. Quanto ao Irã, devildom, por enquanto só ameaçou, mas, cá entre nós, essa derrapada de alguns extremistas vem apenas ajudando a imagem de Israel. Ou você acredita mesmo que o regime iraniano iria permitir um ataque a Israel? Coisinhas pra ninar crianças. E, por favor, não me venha dizer que muita gente puxava o saco do ditador nazista na década de 30 e não quiseram por um freio naquilo. Ora, a época é outra, agora os poderes envolvidos são muito maiores, a tecnologia é infinitamente superior… ninguém mais irá “brincar” daquela maneira. Hoje o assunto é mais sério.
    Abraços.

  54. Devildom voyeur

    -

    13/01/2011 às 16:15

    Ao jacinto leão
    Caro, Israel nunca ameaçou varrer país nenhum do mapa. E Israel nunca executou testes nucleares, diferentemente de países como Paquistão, Índia e Coreia do Norte. Mesmo na Guerra Yom Kippur, em 1973, quando a sobrevivência do país estava em perigo, Israel não usou armas nucleares. Inclusive, muitos líderes árabes apreciam o fato de Israel ter armas nucleares para dissuasão.

  55. Devildom voyeur

    -

    13/01/2011 às 15:35

    É fácil dizer que determinado discurso é patético, ultrapassado e feito para agradar o conservadorismo radical latino americano. Difícil é contrapor o tal discurso com argumentos. É como diz o colunista Reinaldo Azevedo, de quem eu já discordei várias vezes: “Não espero que concordem sempre comigo. O que espero, caso discordem, é que contestem os meus argumentos.”
    De quem e quais seriam essas tais “provas de incompetência” que requer uma “internacionalização para aquela região”? “Dor e conhecimento” quer dizer exatamente o quê no contexto do Oriente Médio? Onde estão os argumentos? Por que entrar num debate sem estar preparado? E antissemitismo não é coisa do passado coisa nenhuma. Aliás, boa parte do antissemitismo atual está disfarçado sob o termo “antissionismo” ou “criticism” do Estado de Israel. Mundo afora, os judeus e o Estado de Israel são tão odiados quanto os americanos e os EUA. Antiamericanismo também é coisa do passado? Em alguns países islâmicos, antissemitismo é algo tão comum que é propagado sem nenhum constrangimento por seus líderes políticos e religiosos (ou político-religiosos). Ainda hoje, nas escolas palestinas, crianças são ensinadas que a coisa mais nobre a se fazer é matar judeus. Será que isso é antissemitismo? Atualmente, Israel é o único país no mundo ameaçado de destruição por entidades governamentais, religiosas e terroristas. Será que isso é síndrome do judeu perseguido?
    Eu não tenho nada contra iranianos. Inclusive, uma das pessoas mais honestas, honradas e inteligentes que eu já conheci foi um iraniano que era dono do prédio onde eu alugava um apartamento, no período em que morei nos EUA. Não, meu problema é com o fanatismo islâmico e, mais especificamente, com o senhor Mahmoud Ahmadinejad. Inclusive, há muitos iranianos que consideram o islamismo como sendo uma imposição árabe.

  56. carlos cezar marques

    -

    13/01/2011 às 11:51

    Caro Rone,
    embora eu aprecie aquele comentário seu sobre uma tutela internacional para Israel e Palestina, acho difícil enxergar, pelo menos neste momento, que os Estados Unidos ainda possam corrigir tantos erros já cometidos. A opinião pública está mais esclarecida do que em outros tempos, e sabe perfeitamente quais são os interesses em jogo, e precisamente devido a esse esclarecimento não será fácil consertar a imagem que estadunidenses vêm construindo ao longo desses últimos dez anos. Imagem essa que tem levado muitos a se revoltarem… e com razão.
    Abraços.

  57. jacinto leao

    -

    13/01/2011 às 10:01

    Se a judeuzada tem a bomba, a aiatolada também pode! Qual é?
    Qual é? A bomba iraniana é um perigo para a judeuzada e a não judeuzada

  58. Rone

    -

    13/01/2011 às 8:02

    Carlos Cezar Marques:
    Sim quero crer que os EUA antes de mais nada estão sendo engandos ,
    propagam que norte americanos são manipulados
    Que sao uns tapados ignorantes
    Que não entendem de nada ,
    Que são um bando religiosos de muitas igrejas
    protestantes bobas
    estão abusando “da outra face”
    estão abusando da sorte!
    “NÃO É BEM ASSIM NAO”
    já existe:
    “O questionamento”"
    Houve um erro e ainda?
    Sim erramos feio
    Mas creio que ainda
    Há tempo de se corrigi-lo!
    Não despetem o lado WASP
    do simples cidadão norte americano que está adormecido
    Deixem o lá!
    Quanto ao Carvalho é um discurso patetico ultrapassado
    feito para agradar o conservadorismo radical latino americano!
    Que não tem nada a ver com a atual “geopolitica”
    E sim uma contra informação
    Um texto ‘pago” a serviço de terceiros!
    Não se deve atacar o Irã!
    Deve se conter Israel! Tentar a muito custo a “internacionalização para aquela região” o O.M.
    Que por si só já deu provas de incompetencia”
    Dor e conhecimentonão não foram suficientes
    para uma paz duradoura!
    Não se ofendam !
    Tudo que vai de encontro
    é entendido como sendo do contra!
    Não é bem assim!
    Esse discurso de antesemitismo está ultrapassado nos diaa de hoje!
    Sejam mais humanistas para que um sobreviva!ISRAEL) não nescessariamente que tente matar o outro(ARABES, IRÂ,etc)!
    Essa sindrome do judeu que se sente perseguido por tudo e por todos não sara?

  59. karen

    -

    12/01/2011 às 19:27

    Parabens Devildom voyeur por toda a sua paciencia e otimos comentarios com clareza e verdades, mais informacao que isto so reza forte, ne? Abracos/karen

  60. Devildom voyeur

    -

    12/01/2011 às 13:30

    (continuação)
    E terceiro, porque os líderes soviéticos podiam ser o que for, mas não eram loucos com delírios messiânicos que acreditavam ser os escolhidos — ou os mensageiros — de Deus na Terra. E eu não estou brincando nem fazendo piada. Ahmadinejad pertence a uma seita xiita que acredita que a vinda do messias pode ser acelerada com um conflito apocalíptico. No site Mídia Sem Máscara (http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/oriente-medio/10164-ahmadinejad-e-a-doutrina-do-mahdismo.html) há um texto com o título: “Ahmadinejad e a doutrina do mahdismo”. O artigo explica a politização do mahdismo por Ahmadinejad. Segue trecho:
    “De acordo com o diário Rooz, ‘Alguns daqueles mais próximos de Ahmadinejad, que freqüentemente falam sobre [a necessidade de] preparar o terreno para o retorno do Mahdi, fazem explicitamente a ligação [do destino] do dossiê nuclear iraniano com essa necessidade. (…) De acordo com informações confiáveis, eles enfatizaram, em diversas reuniões privativas, que a oposição [iraniana] à pressão global [sobre o programa nuclear iraniano] e sua insistência no direito de utilizar a energia nuclear estão entre as maneiras de preparar o terreno para o retorno do Imã [Oculto]’.”
    É claro que há radicais religiosos dos dois lados, mas no mundo ocidental existe separação entre religião e estado. Os radicais islâmicos, incluindo os da Revolução Islâmica iraniana de 1979, não fazem ideia do que seja isso — ou fazem, mas não se importam com isso. É como se eles estivessem vivendo a Idade Média deles, com suas cruzadas e guerras santas.
    Está claro por que os radicais religiosos de um lado não são perigosos, mas os do outro lado o são? Está claro por que o louco Mahmoud Ahmadinejad deve ser detido, assim como certo líder alemão da Alemanha de década de 30 deveria ter sido antes de ter perpetrado seus crimes hediondos?
    .
    OBS: a editora Abril, que publica a revista Veja, e o site Mídia Sem Máscara não pertencem a judeus sionistas ortodoxos.
    .
    PS – excelente texto do Olavo de Carvalho postado pelo leitor amauri, com destaque para a última frase: “Quem pode discutir a sério uma questão em que o apego psicótico à mentira já mil vezes desmoralizada se tornou o critério geral e único de avaliação dos argumentos?”

  61. Devildom voyeur

    -

    12/01/2011 às 13:28

    O Irã tem o direito de tentar produzir armas nucleares, assim como Israel tem o direito de tentar impedi-lo a partir do momento em que é ameaçado diretamente e com todas as letras de ser riscado (ou varrido) do mapa. O povo judeu já passou por eventos históricos suficientes para levar a sério esse tipo de ameaça. E se sanções econômicas não servem para nada, que se faça, então, um ataque preventivo às instalações nucleares iranianas.
    A comparação com EUA x URSS no período da Guerra Fria não é válida. Primeiro, porque as extensões territoriais dos dois países são continentais. Assim, se um dos dois recebesse um ataque com armas atômicas, teria a chance de contra-atacar. Mas isso jamais aconteceu porque o resultado final seria a aniquilação mútua de ambos os países. Já Israel, como eu já mencionei no meu primeiro comentário a este post, é uma pequena faixa de terra; logo, poderia ser literalmente varrido do mapa com um único ataque nuclear. Sem chance de contra-ataque.
    Segundo, porque o insano poderia fornecer “bombas sujas” (misturadas com material radioativo) aos grupos terroristas Hamas e Hezbollah. Segue trecho da reportagem “A bomba nas mãos de insanos”, da revista Veja de 3 de junho de 2009, já citada no comentário anterior:
    “Ninguém precisa pensar muito para ver a conexão entre o perigo de um terrorismo atômico e os programas nucleares em países instáveis e repletos de fanáticos religiosos ou políticos. Essas condições fazem de cada um deles um potencial provedor de material atômico para grupos terroristas. O terrorista, como se sabe, só se ocupa de promover a maior atrocidade possível, sem nenhuma estratégia política que atenue sua perversidade. Se isso ocorrer, a Guerra Fria poderá vir a ser lembrada como o saudoso tempo em que o gatilho nuclear estava em mãos responsáveis.”
    .
    (continua)

  62. Augusto Leony

    -

    11/01/2011 às 17:22

    Uai…que debate acalorado sô!!! Pessoal…Caio, titular do blog/coluna…me permitam por mais lenha nesta fogueira…quero acrescer a este embate de idéias algo extremamente importante, de uma singular delicadeza e por que não dizer, até de uma certa bestialidade conforme o ângulo que se olhe…porém…o certo é que, ao trazer tal tema a “baila”, entendo que um (a) ou outro (a) leitor (a) poderá se manifestar de forma mais apaixonada…o que será perfeitamente compreensível, dada a complexidade do tema a seguir com suas múltiplas faces..ei-lo…COMEÇA HOJE O BIG BROTHER BRASIL 11!!!

  63. amauri

    -

    11/01/2011 às 13:33

    Olá Caio!
    O artigo abaixo já tem 7 anos porem, atual.
    Olavo de Carvalho
    O Globo, 01 de novembro de 2003
    Embora quase nunca mencionada pela mídia brasileira, a nova onda global de anti-semitismo é motivo de grave preocupação no mundo civilizado. Livros como o da líder feminista Phyllis Chesler, “The New Anti-Semitism”, ou o artigo de Daniel J. Goldhagen sobre “The Globalization of Anti-Semitism”, são comentados em toda parte, e a revista “Whistleblower” consagrou ao assunto a sua edição inteira de outubro. Em artigo no “Monde”, Eric Marty, professor de Literatura na Universidade de Paris, acusou o governo francês de cumplicidade com a epidemia de violência antijudaica. E na Inglaterra, informa o Jewish Post, “o anti-semitismo está vivo e passa bem”, agora patrocinado até pela TV oficial, a BBC.

    O fenômeno, que parece não ter limite geográfico, começou a dar na vista a partir da conferência de Durban e teve seu momento mais espetaculoso nos movimentos “pacifistas” que se seguiram ao 11 de setembro.

    Em episódios como esses, a aliança da esquerda com grupos neonazistas em apoio ao anti-semitismo islâmico só surpreende a quem, em vez de conhecimentos históricos, tenha na cabeça a velha lenda do “antinazismo” esquerdista, criada por Stalin para encobrir a colaboração entre os dois regimes totalitários, que não começou no Pacto Ribentropp-Molotov de 1939 mas no dia mesmo da eleição de Hitler em 1933, e sem a qual o poderio nazista jamais teria crescido como cresceu.

    Hoje isso é tão conhecido que já não suscita discussão entre historiadores. Mas a versão publicitária comunista é a que prevalece ainda na nossa mídia e, sedimentada no fundo da memória coletiva, falseia toda a visão popular do assunto. Nessa visão, quem quer que se oponha ao unanimismo esquerdista, mesmo quando este se alia com neonazistas contra o Estado de Israel, já é “ipso facto” um nazista. E quem quer que apóie Yasser Arafat no seu intuito de varrer os judeus do Oriente Médio pode fazê-lo a salvo de suspeitas de anti-semitismo, já que está santificado pela imersão nas águas lustrais da lenda stalinista. Esses são os critérios subjacentes em praticamente tudo o que se diz neste país sobre o Oriente Médio. Quem pode discutir a sério uma questão em que o apego psicótico à mentira já mil vezes desmoralizada se tornou o critério geral e único de avaliação dos argumentos?

  64. carlos cezar marques

    -

    11/01/2011 às 12:49

    Prezado Caio, bom dia.
    Caro Rone, bom dia,
    concordo com quase tudo que você disse, menos esse negócio de ser capitaneados pelos estadunidenses. Que baboseira é essa? Acredito que eles não têm condições de “capitanear” mais nada depois do Iraque. Ali cometeram e ainda cometem muitas atrocidades, uma verdadeira selvageria. Gente assim não pode assumir de modo algum missão tão importante como essa que você sugere – um trabalho que deveria ser feito por muitos países, aí sim, com pessoas livres dessa coisa de querer buscar apenas lucros imediatos sem se preocupar com a mortandade em volta. Quem sabe, um dia, ainda conseguiremos ver palestinos e israelenses livres da estupidez, da brutalidade, da ignorância e dos assassinatos que vivem cometendo uns contra os outros.

  65. Rone

    -

    11/01/2011 às 11:29

    O asunto é explosivo em se tratando de O.M.
    Afinal o berço de nossa religião ocidental!
    Não se deve impedir alguem ou algum pais de desenvolver algo!
    Atacar o Irã é errado!
    No caso , tem direitos em desenvolver o seu conhecimento nuclear assim como o Brasil desnvolve em ARAMAR seu submarino baseado em propulsão nuclear !
    E tem esse direito tambem!
    Agora deve se impedir (?)algum pais tente algo contra outro!
    O conceito é de que se vc sabe que seu vizinho está armado vc o respeita !
    Certo?
    Errado?
    A antiga União Sovivetica hoje Russia sempre respeitou os EUA e vice versa, basta ver os fimes norte americanos a onde os colocavam como vilões a serem combatidos!
    Mas nunca se atreveram a um confronto!
    Não adianta vc ter uma arma que da´100 tiros e um outro uma de 50, um pode matar o desafeto mas pode ser mortalmente ferido e morrer logo sem seguida.
    Israel é um fato.(ponto)
    Agorta para se manter essa região em paz !
    Sim !
    É nescessario uma intervenção sem paternalismo em ambos ( Arabes e Judeus) os lados e com uma sincronia e uma logistica de muitos paises.
    Tipica do que foi usado na 2 guerra mundial e desarma los !
    Europa , America do Norte e ajuda de mais alguns no caso Brasil, Argentina, Mexico, China, India e japão seriam bem vindas, uma ONU em peso!
    Sim defendo um governo mundial em casos extremos os mais capacitados capitaneados pelos EUA !
    Que tem uma grande oportunidade de corrigir seus erros politicos para com aquela região, dariam aos mesmo uma mostra ao mundo Democratico!
    Não adianta tentar enganar o mundo se utilizando de um “outdoor”!
    Com um presidente Negro de nome de origem arabe e tentar passar a impressão de que são os melhores o mundo !
    Na era da net , são poucos os ingenuos .
    Basta ver e eler os comentartiso postados não só em seu blog como nos mais diveros!
    E sim uma Ação AFIRMATIVA com um firme propsito!
    Utopia?!?!?!?….
    Caio Blinder , as vezes me arrependo de palavras lançadas que não voltam mais e que podem ecoar no conciente e subconsiente de forma desagravel na mente de alguns!

  66. maisvalia

    -

    09/01/2011 às 17:55

    Concordo com você Caio, mas é um espanto o conteúdo de alguns comentários, que são antissemitas e antiamericanos no mínimo.
    Falar de contagem de votos do Bush agora é que nem perguntar da certidão de nascimento do Obama. Comentários em pé nem cabeça, visando não o debate, que aqui já aconteceu entre este que posta e a Karen, você.
    Infelizmente o que eu vejo é a vontade da simples agressão ou de tentar ganhar no grito, indo contra fatos históricos ou expressando ódios de várias naturezas.
    É a minha opinião e tentarei daqui para a frente me limitar aos temas dos posts.
    Abs
    Boa, o espaço aqui está aberto para um debate vibrante, abraços, Caio

  67. Carlo

    -

    09/01/2011 às 17:01

    Aquilo que os vassalos chamam de alternância de poder na américa não passa de um regime fajuto que levou bush à presidência após se negarem a recontar os votos em alguns lugares, o que daria a vitória ao adversário. Democracia fajuta de comprades, que favorece empresas e indústra de armas nos países invadidos. Viva a américa!!!

  68. Carlo

    -

    09/01/2011 às 16:56

    Abaixo a vassalagem!!!
    Viva o brasileirismo!!!
    Caro Carlo, estou até publicando isto que você escreveu, mas pediria que tanto você como outros leitores desta coluna evitassem estas subidas ao palanque. Não me importa a filiação política, mas não vejo utilidade para o debate, abraços, Caio

  69. maisvalia

    -

    09/01/2011 às 13:32

    E esqueci.

    VIVA A AMÉRICA MESMO, POIS SE NÃO FOSSEM OS MARVARDOS COWBOYS YANKEES ESTARÍAMOS DESFRUTANDO DAS DELÍCIAS DO SOCIALISMO ALBANES, ROMENO OU CUBANO, HEHEHEHE
    Caro Maisvalia, estou até publicando isto que você escreveu, mas pediria que tanto você como outros leitores desta coluna evitassem estas subidas ao palanque. Não me importa a filiação política, mas não vejo utilidade para o debate, abraços, Caio

  70. maisvalia

    -

    09/01/2011 às 13:31

    “E DE PREFERÊNCIA NÃO COMETER OS SEUS ERROS.”

    Imitar no respeito a lei, na alternância de poder de mais de 200 anos, na livre iniciativa, na liberdade de expressão que é maior que a da banânia, na ciência e tecnologia, e são tantos etecetaras que não dá para listar.Só um antiestadunidense infantil para não compreender.

    Entendeu ou é preciso desenhar?

  71. Devildom voyeur

    -

    09/01/2011 às 12:33

    Segue, abaixo, alguma luz para os amantes da paz que ainda não entenderam do que estou falando:
    .
    “Ahmadinejad profetiza a guerra entre o Islã e o Ocidente, cultiva um desavergonhado antissemitismo, diz que o Holocausto é uma mentira sionista e promete varrer Israel do mapa.”
    Trecho da reportagem “A revolta assusta os turbantes”, da revista Veja de 24 de junho de 2009
    .
    “Que tipo de responsabilidade se pode esperar de aiatolás com dentes nucleares? O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, fala abertamente em varrer Israel do mapa. Basta esse tipo de exortação ao genocídio para dar ideia do que esse país seria capaz de fazer se tivesse uma bomba nuclear, o que pode ocorrer dentro de dois ou três anos.”
    Trecho da reportagem “A bomba nas mãos de insanos”, da revista Veja de 3 de junho de 2009

  72. Devildom voyeur

    -

    09/01/2011 às 12:30

    É interessante como algumas pessoas que se dizem especialistas em diplomacia e políticas externas de países acham que tudo gira em torno de ser a favor ou contra os EUA. Elas não querem nem saber e não têm a mínima disposição de tentar entender as consequências geopolíticas de um Irã nuclear para o Oriente Médio — inclusive para os países árabes da região. Não, elas acham que “uma teocracia que pretende reproduzir as condições existentes nos primórdios do islamismo”, segundo a revista Veja, pode — e deve — ter armas nucleares, só para ser contra os EUA. Quanta inteligência!
    Certo senhor pateta e megalomaníaco (ou megalonanico) que foi ministro de Relações Exteriores de certo governo por oito anos fez de tudo para aliar-se (aliar o Brasil) a toda e qualquer tirania ou ditadura da face da Terra só para ser contra os EUA. Inclusive, ele entende bem do assunto “abrir as pernas”, porque ele abriu gostosamente as perninhas para alguns líderes bolivarianos durante esse período. Já para os EUA, ele preferiu rosnar e latir tal qual um cãozinho birrento e ressentido. E talvez essa ignorância seja um dos motivos — ou o motivo — do inexplicável ódio ao Estado de Israel. Odiar o “Pequeno Satã” seria apenas uma extensão de odiar o “Grande Satã”.

  73. Carlo

    -

    09/01/2011 às 11:25

    Isso mesmo! Vamos aprender com eles e imitá-los. Vamos invadir países! Vamos saquear, roubar, torturar e matar! De preferência muitos! Vamos destruir famílias inteiras! Vamos arrasar com aqueles que são “contra nós”! Vamos enriquecer cada vez mais roubando outros povos! Vamos apoiar ditaduras sangrentas desde que seja de nosso interesse! Viva a América!!!

  74. maisvalia

    -

    09/01/2011 às 10:39

    “o comentário que o leitor Ubermenscky fez é de um realismo que incomoda muitos”

    Eu – Realmente me incomoda o antissemetismo idiota deste comentarista, que chega a ser quase nazista.

    “daqui uns 50 ou 100 anos nossos netos, bisnetos e por ae vai, irão estudar em história como o subserviência brasileira do Brasil colônia”

    EU – Não precisa esperar, é só ler o manual do perfeito idiota latinoamericano que destrói todas as suas considerações sobre os marvardos yankees.

    “Quem dera chegue um dia em que o sentimento de inferioridade, como o que foi moeda corrente na época de FHC.

    EU – Agora mostrou a cara petralha – parece o lula molusco assistindo a sua cara propaganda na tv do novo brasileiro e passando a acreditar em suas tolices e mentiras – o molusco só obteve exito economico graças aos anos de céu azul da economia mundial e as reformas empreendidas por FHC, que debelou a inflação. Quem fala esta besteira deve ser muito novo e não enfrentou a inflação do cumpanheiro sir ney.

    ETA COMENTÁRIO TOSCO.

    EM VEZ DE XINGAR E TER INVEJA DA MAIOR DEMOCRACIA DO MUNDO, COMO TODO ESQUERDO DA BANÂNIA FAZ, QUE TAL APRENDER COM ELES, TALVEZ IMITÁ-LOS E DE PREFERÊNCIA NÃO COMETER OS SEUS ERROS.

  75. Fabricio Juliano

    -

    08/01/2011 às 20:34

    Tive a curiosidade de ler novamente alguns comentários desse assunto que considero o mais importante deste blog, e o comentário que o leitor Ubermenscky fez é de um realismo que incomoda muitos:” Curiosa essa preocupação de alguns em se identificar como anti ou pró-americanos… isso não significa nada afinal. Os EUA são um país, não têm o monopólio da verdade e da justiça, como tentam nos fazer crer os judeus, como o escriba que posta nesse espaço. Isso é apenas uma propaganda estúpida para incautos. Se alinhar aos EUA não fazem de um governante ou de um país mais ou menos sérios. Isso, novamente, é a maior mentira da história humana,….(e continua)”, daqui uns 50 ou 100 anos nossos netos, bisnetos e por ae vai, irão estudar em história como o subserviência brasileira do Brasil colônia (que na verdade nunca deixou de ser) até os dias de hoje foi tão presente. Uma verdadeira política de vassalagem feita por cidadãos brasileiros que sentem que existe uma necessidade de abrir as pernas para neocolonizadores. Quem dera chegue um dia em que o sentimento de inferioridade, como o que foi moeda corrente na época de FHC, seja extirpado dessa nação.

  76. Devildom voyeur

    -

    08/01/2011 às 16:53

    Falar a verdade é ser judeu sionista ortodoxo!?
    E sobre Einstein, aqui está o que ele achava do Estado de Israel:
    “A História confiou-nos nobre e importante missão sob a forma de uma colaboração ativa para construir a Palestina… Temos a possibilidade de instalar focos de civilização nos quais todo o povo judeu pode reconhecer sua obra. Esperamos profundamente estabelecer na Palestina um lugar para as famílias e para uma civilização nacional própria, que permita despertar o Oriente Médio para uma vida econômica e intelectual”.
    .
    Para a karen, um abraço.
    .
    PS – um bom nome para um possível soberano do Reino das Trevas seria Dilmahmadinejad!

  77. karen

    -

    07/01/2011 às 0:08

    e vc tem a ousadia de falar de sindrome de judeu perseguido? va ler um pouco sobre o assunto e depois vc vem dar opinioes, esta ficando chato essa ignorancia toda…

  78. karen

    -

    07/01/2011 às 0:03

    A ideia do Rone e muito boa! o maisvalia ja colocou as boas contribuicoes do Brasil no caso da proposta intervencao e vc tem certeza que os EUA deveriam ajudar? afinal nao somos malvados e terriveis? Dai chamam a Argentina e comeca outra guerra (Brasil x Argentina) por causa do futebol…ah vai ser perfeito! Assim desviamos a tensao entre Israel e Palestina e eles ficam felizes para sempre… The End
    PS: o que vc sabe de servir no exercito israelense alem de achar que parece uma ditadura? nao pensou que a populacao faca porque sabem que a sua sobrevivencia depende de saber se defender?
    PS: aliás na época da guerra de independência, foi vital para Israel transformar facções rivais em um Exército, inclusive pegando pesado no pessoal de direita para se enquadrar no novo Estado. Na reversão palestina, isto será preciso ser feito com o Hamas. E felizmente começo a ser feito na Cisjordâna. Em Gaza, é o contrário: o Hamas reprime os moderados. Ë uma pena que hoje em dia em Israel, a elite militar tenha cada vez mais gente das colonias, o que poderá ser mau negócio para a vitalidade democrática do estado e perspectivas de paz. Abs, Caio

  79. maisvalia

    -

    06/01/2011 às 23:21

    Brasil no nosso caso devem intervir no O.M

    SÓ SE FOR COM FUTEBOL, MULATA E CACHAÇA, HEHEHEHE

    EU TAMBÉM SÓ USO NICK E ME DIVIRTO COM ISSO.

    PS. PODERIAMOS MANDAR O LULLA LÁ TAMEN, HEHEHEHEHE

  80. Rone

    -

    06/01/2011 às 21:10

    Permitir que alguem nos dias de hoje deveria ser inademissivel!
    É o que Israel melhor armado pelos norte americanos faz com os palestinos, não é o correto tem que se tomar um posição para o bem da humanidade o coletivo como um todo, voce “Demonio, Diabo, espiando” deve ser um judeu sionista ortodoxo,(desculpe me pela citação aos judeus) pensamentos como o seu estão cheio de onde veio e podem destruir todo um povo!
    Israel pos 1948 foi formado pela “Dor e Conhecimento”
    O que não resultou em nada!
    Israel deveria ter sabido melhor lidar com a grande chance de se tornar um pais exempar a duras custas do holocasuto!
    Mas isso não aconteceu!
    Israel tem sirenes nas casas a prova de bombas e de gases armas quimicas, paredes grossas verdadeiros bunckers, um gigantesco muro na fronteira medo de aglomerações de homens bombas que eles propios criaram, lá jovens são obrigados a partir dos 18 anos a servir no exercito por dois anos parece até nossa antiga ditadura, mas pode se traduzir isso na “sindrome do judeu perseguido.
    Sim reitero aqui meu comentario que os EUA junto com a Europas mais a ajuda de alguns paises sul americanos o Brasil no nosso caso devem intervir no O.M. e em especial Israel e demais paises arabes ,uma forma dos EUA recuperar sua auto estima e moral no mundo e mostrar que estão do lado da Democracia, liberdde igualdade e fraternidade, lema frances já que gosta !
    Não vejo nada demais em ter e poder expressar minha opinião em um blog feito por um judeu que poderia me cerciar a hora que quizer
    a respeito do que pode ser feito no O.M. muitas pessoas já comungam dessas ideias é melhor conter a todos os paises dessa região!
    Sinto por te-lo deixado transtornado esse é um assunto que até em debates se torna explosivo e o partidarismo vem a tona ,não me sinto bem em saber que minha ideia e comentario provocou seu descontentamento não é de meu feitio mas menciona muito meu nome, sim esse ´´e o diminutivo de meu nome!
    Mas que God save fhe devil!! Que Deus salve o diabo”

  81. Devildom voyeur

    -

    06/01/2011 às 19:05

    (continuação)
    E se você acha que todos esses fatos não são suficientes para legitimar a existência de um país, basta lembrar a incontestável vitória das forças israelenses (naquela época ainda não havia um Exército israelense) sobre os exércitos árabes, na Guerra de Independência de Israel.
    Em relação ao meu nickname, você teria concordado com a minha opinião se eu tivesse assinado como João, José, fulano, observador do Reino das Trevas, etc? Para mim, usar nicknames é uma diversão.

  82. Devildom voyeur

    -

    06/01/2011 às 19:03

    (continuação)
    É bom lembrar que o movimento sionista já existia 49 anos antes do fim da II Guerra (1945). E bem antes da guerra, e do Holocausto nazista, a população judaica da Palestina já era composta por 450 mil pessoas. Muitos anos antes do Plano de Partilha de 1947, a comunidade judaica da Palestina criou escolas de língua hebraica, jornais em hebraico, teatro falado em hebraico, agricultura, indústria e sistema de saúde hebraicos. Além da Universidade Hebraica em Jerusalém. Todas essas realizações não foram concluídas da noite para o dia. Portanto, apesar dos acontecimentos da II Guerra terem contribuído para que a ONU endossasse a criação de Israel, eles apenas aceleraram o processo. Em 1947, quando os membros do UNSCOP (United Nations Special Committee on Palestine) tomaram a decisão de recomendar a divisão da Palestina em dois Estados, eles estavam simplesmente validando uma realidade que já existia. E quando a Assembléia Geral da ONU votou a favor da divisão da Palestina, logo depois o jornal Times de Londres publicou um editorial que dizia o seguinte: “Fica difícil imaginar como o mundo árabe, e muito menos os árabes da Palestina, sofrerá por causa do mero reconhecimento de um fato que já estava consumado – a presença na Palestina de uma comunidade judaica compacta, bem organizada e virtualmente autônoma”.
    .
    (continua)

  83. Devildom voyeur

    -

    06/01/2011 às 19:01

    (continuação)
    Chega ser cansativo ter de repetir as mesmas coisas sempre para tentar ensinar um pouco de história. A ONU não criou “UM (Israel) e não criou o outro (palestino)”, como você diz. Em 1947, a ONU, então recém-criada, propôs o Plano de Partilha da Palestina, que foi aprovado através da Resolução 181. O Plano tinha por objetivo resolver a disputa territorial entre árabes e judeus que já se antecipava ao fim do mandato britânico. O Plano consistia na partição da Palestina em dois estados: um judeu; outro árabe. Os judeus aceitaram o Plano, mas os países da Liga Árabe se manifestaram abertamente contrários à proposta. Quando o mandato britânico da Palestina terminou, Israel declarou sua independência. Os países árabes vizinhos reagiram imediatamente e declararam guerra a Israel.
    .
    (continua)

  84. Devildom voyeur

    -

    06/01/2011 às 19:00

    Ao Rone
    Caro, o seu comentário está lá para quem quiser ler. Além da palavra “tutela”, você usa expressões como “interveção do Ocidente no O.M” e “intervenção em Israel!”. Que tipo de tutela é essa? Lamento dizer, mas pelo teor do seu comentário, percebe-se que você não está nem um pouco preocupado com a paz no Oriente Médio; na verdade, sua intenção é zombar da soberania de Israel, e a evidência disso está nesses trechos: “Deixar -los de vez sob o nosso comando militar norte americano,igual a epoca dos romanos” e “poderia e haveria haver alguma revolta dentro das forças armada israelensses que teriam de ser contidas a força e “muita força””.
    .
    (continua)

  85. Rone

    -

    06/01/2011 às 14:06

    A um Bom entendedor meia palavra basta!
    ( só que Devil é mal ,
    meu nome Rone é o dimutivo do que digito,
    não essa aberração que posta ;
    tem algo a esconder?)
    Albet Enistein , fisico alemão de origem judia e se recusou a fazer parte do recem criado estado de Israel como se
    pode ver já se mostrava inteligente até nisso e dissera certa vez:
    ” quem cria um problema dificilemente consegue resolve lo”
    Quis dizer sim que o O.M. precisa de uma tutela internacional
    pos criação do Estado de Israel ainda é uma continuação da 2 guerra mundial sim a 2 guerra ainda não acabou, restou lá o O.M.
    Tanto judeus quanto arabes já se mostraram incapases de reolver !
    Não tenho duvidas a ong internacional com se referiu , a ONU que prestou para criar UM (Israel) e não criou o outro(palestino) e deixou e deu continuidade a segunda guerrilha do O.M., mas vai ter de se pronunciar algum dia e será nós o Ocidentais que vamos segurar a bucha de canhão desses incompetentes!
    Tentar brecar o Irã bombardeando não vai resolver , vai alimentar ainda mais o odio que existe entre ambos, como já mencionei o conhecimento é democratico sempre vai haver algum pais tentando dominar tecnologia nuclear para o bem e para o mal!
    Uma “utopia delirante” com disse o Caio!
    Mas viavel…..

  86. Devildom voyeur

    -

    06/01/2011 às 0:32

    Fabricio Juliano, por que essa obsessão com a pobreza dos “palestinos oprimidos”? Eu só estou tentando mostrar que a vida em Gaza não é nada comparada com os milhões de africanos que morrem de fome todo ano, por exemplo. Ou com um campo de concentração, como quer nos fazer crer a grande mídia em geral. A qualidade de vida em Gaza é melhor que a de muitos países, os índices de expectativa de vida e mortalidade infantil em Gaza, por exemplo, são melhores que os da Turquia. Lá, a expectativa de vida é de 72 anos e a mortalidade infantil é 24 entre 1000 nascimentos; em Gaza, a expectativa de vida é de 73 anos e a mortalidade infantil é 17 entre 1000 nascimentos (será que algum país vai mandar uma flotilha para a Turquia?). É fato que não há crise humanitária em Gaza. Os palestinos estão entre os que mais recebem ajuda humanitária no mundo, aqui estão os números de 2006 a 2008: http://www.oecd.org/dataoecd/23/38/1882818.gif. E em 2010, só Israel entregou quase 300 mil toneladas de ajuda humanitária em Gaza.

  87. maisvalia

    -

    05/01/2011 às 23:52

    É, mas o deusinho isolado fez a internet que você usa, e infelizmente o que você escreve, não dá para levar muito a sério.
    Recorde-se do professor que você citou e também disse que era judeu. Isto caiu com uma rápida pesquisa na internet, ou seja, o erudito professor judeu na verdade era um italiano antissemita.
    E voltando a internet com fatos não mistificações. Ela é administrada até hoje pelos marvardos yankees porque eles a criaram e são seus donos, goste você da idéia ou não.
    O resto é de novo bullshit, hehehehehehehe

  88. maisvalia

    -

    05/01/2011 às 23:38

    Ao Fabrício eu sugiro duas leituras atuais – Guia politicamente incorreto da história do Brasil e o Manual do perfeito idiota latinoamericano.
    Quanto A KKK apoiar o OBAMA, não pode ser a mesma que existiu nos EUA, pois seria a mesma coisa que o louco Hitler ou o louco iraniano apoiar o Caio Blinder para prefeito de NY.
    E sugiro a você que não se fie em jornais, pois são considerados como material cinza em pesquisas sérias.

    Quanto ao molusco presidente, você deve ter lido os meus comentários anteriores e eu nunca o julguei pelo seu lugar de nascimento, e sim pelo seu caráter mentiroso,esperteza vulgar, apropriação do que outros fizeram, pai do ronaldinho que era monitor de zoo e virou empresário, megalomaníaco, etc.
    A História talvez reserve a ele o lugar na lata de lixo que ele merece na minha modesta opinião e isto não tem nada a ver com sua origem, mas como eu enxergo o seu baixo caráter.

  89. carlos cezar marques

    -

    05/01/2011 às 22:59

    Oh, tenha calma, pobre criança alucinada, eu só disse que devemos tudo que desfrutamos, hoje, às pessoas que já fizeram muitos estudos e pesquisas, sejam elas estadunidenses, francesas, russas, japonesas, espanholas etc… Não precisa se descabelar por ouvir a verdade. Você já ouviu falar de neoplatonismo? É um “novo” sistema filosófico, que se iniciou com Plotino, desenvolvido e baseado no “antigo” platonismo, ou seja, as criações, invenções, descobertas e tal, vão passando de mão em mão, de cérebro em cérebro, e assim com todas as coisas. Obviamente europeus, russos etc, já desenvolviam ou trabalhavam com projetos cibernéticos e de computação quando estadunidenses faziam o mesmo, isto é, não existe um único “deusinho” isolado, responsável só ele mesmo,pela internet, que chegou e disse: faça-se a internet! Sim, ela se fez, mas com a ajuda de muitos ao longo dos anos, até de outras empresas estadunidenses, como a ibm, por exemplo. Sabe, é típico de pessoas com alguma estreiteza de visão, horizontes embaçados e tal, apreciarem se fazer de capacho para outros tirarem as titicas da sola, mas se cuide um pouco, rapaz, você dá muito na cara…

  90. Devildom voyeur

    -

    05/01/2011 às 22:14

    Caro carlos cezar marques, o leitor Rone não falou em “tutela internacional”, o que ele disse foi exatamente o que eu disse no meu comentário. E você disse claramente que ficou “entusiasmado com aquelas palavras”, o que, no meu entendimento, é o mesmo que subscrever a opinião dele, já que você não explicou o que seria essa tal “tutela internacional”. Além disso, você estava se referindo à opinião dele quando diz o seguinte: “Seria um modo de os Estados Unidos repararem, em parte, o mal que vêm espalhando em várias regiões nos últimos anos”. Sendo assim, quem está com dificuldades de interpretação de texto não sou eu. E que organização ou organizações de países estariam envolvidas nessa tal “tutela internacional”? Aquela mega ONG chamada ONU que está cheia de ditaduras e tiranias no seu Conselho de Direitos Humanos? Ou apenas o Conselho de Segurança, do qual China e Rússia fazem parte? Você acredita que isso faria com que os radicais islâmicos abandonassem a ideia de destruir Israel? Boa sorte com seu ativismo!

  91. Fabricio Juliano

    -

    05/01/2011 às 22:12

    Mais valia, se me permite quero lhe dizer que concordo com vc sobre a internet ter sido uma invenção dos EUA, a ciência como um todo é fruto de diversas cabeças de muitas nacionalidades, mas nesse ponto, a internet é mérito americano sim, assim como muitas outras coisas que se tornaram essenciais para nosso governo e grande parte de nossa sociedade. Concordo com vc e com vários outros que postaram aqui que existe um anti-americanismo tolo cujo pensamento de tão frágil e simplista que acho que nunca irá vingar. Mas é muito necessário distinguir as coisas, o fato de vc admirar outro país não exige que vc cuspa no seu próprio (nisso eu penso estar falando com um brasileiro) e isso é bem típico de uma parte da sociedade brasileira que adora bajular os outros e chega ao absurdo de desejar o pior para o povo de onde veio. Provo isso com o que acontece com os nordestinos que são tratados como sub-humanos, e todos sabemos que isso acontece. Provo isso quando um candidato diverso da escolha de alguns chega na presidência e esses esperam, crêem e querem que o pior aconteça por diversos motivos que envolvem sobretudo preconceito, em contraste com isso cito que nos EUA integrantes de movimentos como a KuKluxKlan (quem diria) apoiaram Obama (vou citar algumas fontes antes que me chamem de louco: http://noticias.terra.com.br/mundo/eleicoesnoseua2008/interna/0,,OI2959512-EI10986,00.html ; http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/racista-da-apoio-a-obama). É bem típico de nossas classes mais altas, e isso é histórico, e digo classes, grupos de cidadãos brasileiros e não um ou outro indivíduo como vc disse sobre Michael Moore e alguns outros nos EUA, menosprezar e até as vezes odiar o que é brasileiro. Essa corrente de eterna serventia é bem explicitada na história do Brasil que sempre teve no comando essa mesma classe que eu critico, com certeza os norte-americanos devem rir desses brasileiros, é como o vulgo “puxa-saco” que fala mal da própria família para o chefe e não vê que está limpando o chão que ele vai pisar.

  92. Fabricio Juliano

    -

    05/01/2011 às 21:38

    Ao Devildom voyeur,
    Interessante e ironico vc falar sobre mídia tendenciosa e falaciosa, esses fatos (conhecidos por muitos, todos da região e até mesmo pelos próprios israelenses)sobre a “prisão” em que vivem os palestinos foram trazidos por um correspondente de um veículo de mídia que pode ser qualquer coisa, menos “esquerdista, marxista, louco do islã etc…” como quem defende a causa palestina é taxado. O que acontece é que mesmo com esses dados apresentados por vc, que me lembram algumas favelas do RJ (e essas são do nosso conhecimento imediato não importanto veículo de mídia “tendencioso ou falacioso” algum para nos dizer que existe) como a da Rocinha que possuem algumas “excentricidades a brasileira” em contraste com a absoluta pobreza e miséria dos outros 99% da população, eu sinceramente acho um absurdo o modo como vcs defendem o que se passa na região. No seu caso dizendo que pelo fato de existirem um, dois, ou dez que seja, restaurantes de luxo hotéis etc devemos concluir que os palestinos são incompetentes? vagabundos? “elitistas” com a famosa desigualdade social que nós conhecemos tanto? quer dizer que eles tem acesso ao que uma sociedade moderna precisa mas não buscam isso porque são loucos do islã que preferem ferir os honestos israelenses coitados??? sinceramente é muito ironico como nós “esquerdistas” (de tanto ser chamado disso ja estou tomando como apelido) somos taxados de radicais ignorantes em nossos comentários e nessas horas em que um fato tão cabal vem a tona vcs em seus delírios vem como uma dessa…

  93. maisvalia

    -

    05/01/2011 às 21:08

    Agora, tenha dó, hein! Que história é essa de internet de estadunidenses???

    Ao estudioso, caso não saiba:

    A INTERNET FOI INVENTADA PELOS MARVARDOS MILITARES YANKEES, PARA NO CASO DE UMA GUERRA ATÔMICA, A COMUNICAÇÃO CONTINUARIA. ATÉ HOJE QUEM COMANDA A INTERNET SÃO OS YANKEES. VÁ SE INFORMAR MELHOR.
    DO MESMO MODO O GPS, QUE ATÉ HOJE NÃO APONTA EXATAMENTE O LOCAL CERTO POR CAUSA DO EXÉRCITO YANKEE.
    PARECE QUE VOCÊ LÊ MUITOS TEXTOS DE HUMANAS, O QUE É NORMAL NA BANÂNIA, MAS ESQUECEU DE LER REVISTAS TÉCNICAS, OU QUER DESMERECER O CONHECIMENTO ESTADUNIDENSE (NA NOVILÍNGUA), QUE APESAR DE TODA A CRISE OSTENTA AS 20 OU 30 MELHORES UNIVERSIDADES DO MUNDO.
    NINGUÉM, QUANDO SE REFERE A FILOSOFIA GREGA DE SÓCRATES, PLATÃO OU ARISTÓTELES FALA QUE SÃO FRUTO DE “um acúmulo de conhecimentos e descobertas de muitos FILÓSOFOS que foram pesquisando durante muitos séculos” PORQUE ISTO É FALSEAR A VERDADE COMO VOCÊ, INFELIZMENTE , ESTÁ SE ESPECIALIZANDO, DESTILANDO SEU ANTIMERICANISMO GRUDADO A UM ANTISSEMETISMO TOLO E BOCÓ.
    AM I CLEAR OU EU PRECISO DESENHAR???

  94. Antonio Carvalho

    -

    05/01/2011 às 19:07

    O real perigo para a paz no Médio Oriente é Israel, país detentor de armas nucleares à socapa, ocupante de terras alheias(colonatos, ataques terrosrista em águas internacionais, barco turco, desrespeitador de dezenas de resoluções da ONU, tudo isto com total impunidade. O Irão não ataca, ocupa ou ameaça os países vizinhos. Acredito que Israel se julga-se possível atacar o Irão,sem contra- ataque iraniano já o teria efectuado. Com o Hezbolah não se saiu bem com o Irão sair-se-ia mal, felizmente, apenas os pobres palestinos são as reais vitimas do ocupante, agressor Israelita.
    Então, caro Antonio, nesta história complicada, Israel é bandido e o Irã é mocinho? O Irã financia terrorismo, tem um programa nuclear que viola resoluções do Conselho de Segurança da ONU e um um presidente que fala em extirpar o estado de Israel, abs, Caio

  95. carlos cezar marques

    -

    05/01/2011 às 18:58

    Caro Devildom voyeur,
    irei explicar direitinho a você, não sem antes fazer aquela mesma recomendação de leitura para instrução quanto à interpretação de texto, ou seja, leia Dostoiévski, Joyce, Döblin, Celine e outros grandes da literatura; faz bem à saúde e ajuda a aprender interpretar textos. É o seguinte. Eu me referi a uma “tutela internacional” para o oriente médio, sob o comando de vários países (entendeu agora? Está bem explicadinho, minha criança?) – Não falei em invasão, porque sabemos o que acontece quando bandidos resolvem invadir e destruir unilateralmente alguns países. A tutela internacional estaria constantemente sob a observação e controle de especialistas de varios países, sem cometar atrocidades e assassinatos aos montes, como acontece no Iraque e no Afeganistão. E também israelenses e palestinos deixariam a estupidez e a arrogância de lado para conviverem num clima, digamos, um pouquinho melhor do que o atual. Obviamente o mundo iria respirar bem mais aliviado se assim acontecesse. Porque este conflito acaba por atingir muitos outros povos.
    Quanto a você, Maisvalia, voltou com sua risadinha graciosa, não é? Mas irei repetir novamente que não há nada contra cidadãos israelenses ou cidadãos estadunidenses. Sou contra invasões. Apeeenaaas!!! Agora, tenha dó, hein! Que história é essa de internet de estadunidenses??? Já citei o exemplo da Evolução das espécies, mas nunca é demais repetir. Essa teoria mostra os resultados de vários estudiosos do assunto, desde duzentos anos atrás, sendo, portanto, mentira que foi levada a cabo apenas por Charles Robert Darwin. Ingleses e estadunidenses têm a mania de querer mostrar só um “deusinho” responsável por isso ou aquilo, mas a verdade é que desfrutamos de um acúmulo de conhecimentos e descobertas de muitos cientistas que foram pesquisando durante muitos séculos e, hoje, devemos a muitos que está aí. Dessa maneira, também a internet é um acúmulo de conhecimento do ser humano. Hoje somos o resultado de tods esses estudos, mas jamais iremos dever alguma a apenas uma pessoa ou a um único povo. Isso sem falar nos milhares de cérebros procedentes de muitos países que resolvem fazer pesquisa num determinado país. Somos um planeta, um mundo, estamos interligamos por bilhões de influências deste ou daquele, sem jamais dever a um só. Acredito que parte de nossa ignorância reside justamente aí, em querer endeusar um povo em detrimento de outro.
    Ah, não querendo ser muito chato: ninguém diz nada sobre o sofrimento dos palestinos em Gaza, a respeito do que comentou Fabrício Juliano?

  96. Devildom voyeur

    -

    05/01/2011 às 17:14

    Ao Fabricio Juliano
    Caro, esse tipo de mistificação já está mais que desgastada. É claro que a vida em Gaza é ruim e há muito desemprego, mas a realidade por lá está longe de ser o inferno retratado pela mídia falaciosa e tendenciosa, como diz o leitor Luís. O fato é que as lojas e mercados estão cheios de produtos e comida. Inclusive, recentemente foi aberto um novo shopping mall. Engraçado, será de onde que vem tanto cimento e materiais de construção? Será que eles brotam das pedras? No começo do ano, uma nova piscina olímpica também foi aberta em Gaza. E o que dizer dos hotéis e restaurantes de luxo? (sim, há restaurantes de luxo em Gaza). Segue o link com as fotos da piscina, dos hotéis e do shopping mall: http://www.tomgrossmedia.com/mideastdispatches/archives/001127.html.
    E aqui, fotos dos mercados: http://www.tomgrossmedia.com/mideastdispatches/archives/001072.html
    Aqui está o vídeo com a propaganda do restaurante Roots: http://www.youtube.com/watch?v=n_puiuvWHQ4&feature=player_embedded
    .
    Curiosidade: em 1:31 do vídeo da propaganda do restaurante, Mahmoud Abbas, líder da Autoridade Palestina e Ismail Haniyeh, líder do Hamas, podem ser vistos juntinhos e sorridentes.

  97. amauri

    -

    05/01/2011 às 16:57

    Wikileaks voltou ao tema.
    É sabido que Assange não morre de amores pelos EUA, e bem provavel que tambem não morra de amores por Israel.
    Fiquei sabendo que o site de Assange tambem tem filtros, para havaliar o que pode ser liberado ou não. Aos amigos filtro, aos inimigos vaza.
    Também foi noticiado que os governos que querem restringir, ou já restringe, a liberdade de expressão protestaram contra os ataques que Assange recebeu, por parte dos EUA principalmente. Lulla ao vivo disse que ele condena a perseguição a Assange, queremos liberdade de expressão….
    E não é curioso que logo a revista esquerdista Carta Capital tenha conseguido capitalizar em cima do fenômeno e criou um blog para publicar o material do Wikileaks no Brasil?
    Tá facil de entender? Ou precisa desenhar

  98. maisvalia

    -

    05/01/2011 às 16:11

    “Mais valia, eu julgava haver procedência nos artigos de Bolaffi,”
    Ajoelhou tem que rezar, que tal agora parar de acreditar nos comentários “abalizados”antissemitas e antestadunidenses (na língua deles)
    O wikileaks passou a ser a bíblia dos novos perfeitos idiotas latinoamericanos, desde que seja contra os interesses duzamericanus, se for a favor, sou contra, hehehe
    Bom mesmo é se o mundo fosse subordinado a china, russia, irã, coreia do norte, cuba, nicaragua, venezuela, bolivia, hehehehehehehehehe
    E continuam usando a internet duzamericanus, gps, ipads,etc

  99. Devildom voyeur

    -

    05/01/2011 às 16:01

    Não é difícil perceber o nível de inteligência de alguns leitores que comentam neste espaço. O leitor carlos cezar marques, por exemplo, passou o tempo todo bravateando contra “bandidos invasores de países”, mas apoia a ideia inteligentíssima do leitor Rone (que acha que um país lutar pela sobrevivência é “fazer uma política muito perigosa”) de que os EUA deveriam intervir militarmente no Oriente Médio para por ordem naquela bagunça. Essa é a lógica dessa gente que se contradiz o tempo todo.

  100. carlos cezar marques

    -

    05/01/2011 às 15:22

    uuuiiii,
    já estava eu tão animado com a ideia de uma tulela internacional na região e, de repente, surge o Fabrício Juliano com mais esse chute no saco… pô, nem deixam a gente sonhar um pouco, se iludir um pouco… que coisa… parece brincadeira. Será que ninguém irá dar um jeito nisso???

  101. Fabricio Juliano

    -

    05/01/2011 às 14:48

    Notícia do site da folha de SP, de hoje 05-01-2011: Israel disse aos EUA que manteria Gaza à beira do colapso, revela WikiLeaks -”Como parte de seu plano abrangente de embargo contra Gaza, autoridades israelenses confirmaram [aos encarregados dos assuntos econômicos na embaixada dos EUA] em múltiplas ocasiões que pretendem manter a economia de Gaza à beira do colapso sem, no entanto, chegar ao extremo”, diz um dos despachos diplomáticos. Israel quer ver a economia do território “funcionando em seu nível mais baixo possível, mas de modo a evitar uma crise humanitária”, segundo comunicado datado de 3 de novembro de 2008. Os mais de três anos de bloqueio efetivamente arrasaram a economia local, deixaram quase metade da população desempregada e tornaram inacessíveis para a maioria os produtos que enchem as prateleiras. O correspondente da Folha de S.Paulo no Oriente Médio, Marcelo Ninio, relatou recentemente como o sítio externo transformou Gaza em uma prisão ao ar livre. Os próprios palestinos consideram a empobrecida Gaza uma prisão criada por Israel e pedem abertura para permitir comércio regular e outras ligações com o mundo exterior.A crise no pequeno território foi agravada pela ofensiva israelense contra Gaza entre dezembro de 2008, meses após os despachos, e janeiro de 2009. Cerca de 5.000 casas foram destruídas e só uma pequena fração foi refeita –seja por falta de dinheiro ou pelas restrições à entrada de materiais de construção. Cimento, ferro e vidro são vetados por Israel, sob a alegação de que podem ser usados para fins militares pelo Hamas.” Acho que esse assunto sobre a opressão contra os palestinos já não tem mais argumentos válidos que apóiem a conduta do governo Israelense. A máscara não chegou a cair pq sinceramente sequer existiu, só não via quem de fato (por direcionamentos ideológicos bastante conhecidos)não queria ver e não queria deixar ninguem ver.

  102. carlos cezar marques

    -

    05/01/2011 às 14:28

    Eu tive de reler o comentário de RONE porque efetivamente fiquei entusiasmado com aquelas palavras. Seria um modo de os Estados Unidos repararem, em parte, o mal que vêm espalhando em várias regiões nos últimos anos. E seria, sem dúvida, um descanso, um oásis, vamos dizer, para os israelenses e palestinos de bem, que verdadeiramente gostariam de conquistar a paz. Seria muito difícil, é claro, conter os extremistas do dois lados, haja vista o assassinato de Yitzhak Rabin em novembro de 1995. Mas, meu Deus, como as coisas seriam mais fáceis se houvesse uma tutela internacional naquela região…

  103. amauri

    -

    05/01/2011 às 13:20

    As diferentes fases da defesa de Israel.
    (1) Defesa avançada: Sendo um país pequeno, densamente povoado e cercado de Estados hostis, Israel adotou, durante seus primeiros 50 anos, a defesa avançada – transferindo a luta para território inimigo (como no Sinai e nas Colinas de Golã), para não travá-la em seu próprio território.

    Sempre que possível, Israel trocou terras por paz (o Sinai, por exemplo). Mas onde as ofertas de paz foram recusadas, o país reteve o território como uma zona-tampão de proteção. Assim, manteve [até o ano 2000] uma pequena faixa no Sul do Líbano para proteger as aldeias no Norte do Estado judeu. Em Gaza, sofreu muitas baixas para não expor cidades fronteiriças aos ataques terroristas palestinos. Pela mesma razão, os americanos travam uma guerra desgastante no Afeganistão: lutando com [os jihadistas] lá, para não ter de combatê-los nos EUA.

    Porém, sob forte pressão externa, os israelenses desistiram. Disseram-lhes que a ocupação não era apenas ilegal, mas a fonte das insurgências contra Israel – portanto, a retirada, ao remover a causa, traria a paz.

    Terras por paz. Lembram-se? Na última década, Israel deu terras – evacuou o Sul do Líbano no ano 2000, e Gaza em 2005. O que ganhou em troca? Intensificação da beligerância, pesada militarização dos inimigos, múltiplos seqüestros, ataques pela fronteira, anos de incessantes bombardeios com foguetes.

    (2) Defesa ativa: o país adotou então a defesa ativa – ação militar para dividir, desmantelar e derrotar (para usar as palavras do presidente Obama sobre a campanha americana contra o Talibã e a al-Qaeda) os mini-Estados terroristas no Sul do Líbano e em Gaza, após a retirada israelense.

    O resultado? A guerra do Líbano em 2006 e a operação em Gaza em 2008-2009. Elas foram recebidas com outra avalanche de críticas e calúnias pela mesma comunidade internacional que exigira a retirada israelense no esquema terras por paz. E o pior, o relatório Goldstone da ONU, que basicamente criminalizou a operação defensiva de Israel na Faixa de Gaza, enquanto encobriu o “casus belli” – os ataques com foguetes pelo Hamas que precederam a operação – e que efetivamente deslegitimou qualquer defesa ativa por parte de Israel contra os seus auto-declarados inimigos que utilizam o terror.

    (3) Defesa passiva: Sobrou a Israel a defesa mais passiva e benigna de todas – o bloqueio para evitar o rearmamento do inimigo. Também este recurso está a caminho de ser deslegitimado pela comunidade internacional. Mesmo os EUA tendem pela sua abolição.

    Então, se nada mais é permitido, o que resta?

    Bem, este é o ponto. É o ponto compreendido pelos simpatizantes do terror e idiotas úteis da flotilha que pretendiam romper o bloqueio, pela organização turca que a financiou, pelo automático coro anti-israelense no Terceiro Mundo e na ONU e para os apáticos europeus que estão fartos do problema judaico.

    O que resta? Nada. O objetivo da incessante campanha internacional é privar Israel de toda forma legítima de defesa. Por que, [no final de maio], o governo Obama se juntou aos chacais, e inverteu uma prática de quatro décadas seguida pelos EUA, assinando um documento de consenso que coloca o foco em Israel por possuir armas nucleares? – deslegitimando a última linha de defesa de Israel: a dissuasão.

    O mundo está cansado desses incômodos judeus, 6 milhões – de novo, este número – espremidos junto ao Mediterrâneo, recusando todo convite ao suicídio nacional. Eles são implacavelmente demonizados, isolados e coagidos a não se defender, mesmo que os mais empenhados anti-sionistas – os iranianos em particular – estejam preparando abertamente uma solução final mais definitiva.

  104. Devildom voyeur

    -

    05/01/2011 às 12:59

    carlos cezar marques, você mistura as coisas na tentativa de confundir as pessoas. O que eu quis dizer é que o fato de a Cisjordânia ser considerado como “território em disputa”, não significa que não haja famílias vivendo ali com as mesmas necessidades de outras famílias de qualquer lugar do mundo. E o crescimento natural dessas famílias nada tem a ver com a criação de novos assentamentos judaicos (os assentamentos que existem ocupam apenas cerca de 2 % do território da Cisjordânia). Os árabes israelenses (cerca de 20% da população de Israel é composta por árabes, a maioria dos quais cidadãos israelenses) têm o direito de adquirir terras e construir moradias onde quiserem e isso não quer dizer que estejam roubando terras judaicas. E o fato de que Israel é um Estado e a Cisjordânia é um “território em disputa” que pertence aos palestinos não muda a ideia central do argumento. Além disso, como os fatos históricos já comprovaram, discussões sobre assentamentos judaicos sei lá onde são absolutamente irrelevantes em se tratando de avançar nos processos de paz para a solução de dois estados, porque os radicais islâmicos não aceitam a presença de judeus em lugar nenhum da Palestina.

  105. carlos cezar marques

    -

    05/01/2011 às 12:38

    É preciso todos darmos os parabéns ao Rone, a ideia mais sensata que surgiu até agora. Quanto a você, Karen, não me deu nenhuma explicação a respeito das construções ilegais de Israel em território palestino. Vou te contar, hein! Ninguém quer comentar seriamente o assunto. Será que todos vocês apoiam esse banditismo de roubar terras para construir casas??? Até parece que eles aprenderam com o mst… Israel é um Estado que eu respeito e um dia quero visitar, mas há alguns ali dentro que vivem jogando lenha na fogueira. Que Deus nos livre!!!

  106. karen

    -

    05/01/2011 às 11:21

    carlos cezar, vc nao esta interessado em nenhum dialogo chamando “banditismo israelense” , antes sua frase preferida era ” banditismo estadudinense”. Ja ficou claro que voce e firme ou diria radical no que acredita mesmo quando tem gente tentando lhe dar fatos que mostram falhas nas suas indagacoes, para reflexao. Vc tem a sua propria “agenda”. Entao deixa por isso mesmo….agora: next….passar bem!

  107. Rone

    -

    05/01/2011 às 11:06

    Caio para não pagarmos para ver:
    Mas valeria a pena ?
    Pagar para acontecer!
    Se não fosse “utopico” !
    Mas possivel?
    Sim!

    Uma interveção do Ocidente no O.M.
    Pode doer esse comentario em muitos!
    Os norte americanos voltariam serem respeitados mundo afora novamente deixando de ser uma piada a qual se tranformaram depois dessas guerras!
    Mas sim precisariamos da ajuda da Europa,a Inglaterra já tá dentro!
    Não seria nescessario uma guerra na região!
    Como o estamos fazendo agora ,
    muitos acordos seriam estabelecidos!
    Mas um intervenção em Israel!
    Sim !
    Isso mesmo!
    Ao inves de ficarmos a comprar as brigas vamos conter o ” Amigo” que desde a algum tempo anda se descontrolado!
    Deixar -los de vez sob o nosso comando militar norte americano,igual a epoca dos romanos, só deixando os policiais militares sob suas tutelas na areas metropolitanas para questões domesticas roubos, furtos etc!
    Seria uma estrategia a ser pensada e muito bem articulada, poderia e haveria haver alguma revolta dentro das forças armada israelensses que teriam de ser contidas a força e “muita força” se deu muita liberdade ao estado de Israel e esse começou a fazer uma politica muito perigosa e para o seu propio bem uma tutela em definitvo seria a melhor opção!
    Uma demolição desse “novo muro de Berlim” que mais parece um gigantesco muro de lamentações infrutiferas, uma nova organização na redestribuição de terras uma reforma agraria para esse gigantesco MST que essa area se tornou para acalmar os animos de ambos os lados!
    Seria custoso mas menos custoso que essas guerras alem de ganhar simpatia e moral com todo o planeta!
    Essa região o O.M.ficaria livre para pereginações tanto de Cristãos, Judeus, Muçulmanos e mesmo os de outras ou ateus ,agnosticos.
    uma forma de compensar os erros já cometidos!
    UTOPICO não é mesmo?
    Mas dá pra fazer!
    Utópico, perdão, delirante, abraços, Caio

  108. maisvalia

    -

    05/01/2011 às 10:17

    Avram Noam Chomsky e Michael Moore são estadunidenses e nem por isso falam bem de sua terra, ou em linguagem trivial, gospem no prato que comem, hehehehe

    O primeiro se aproxima das idéias suas e o segundo prefere a “avançada medicina cubana”(novilíngua) em detrimento da norteamericana, além de ter sido um canalha ao filmar Charlton Heston e usá-lo de maneira jocosa em um dos seus manipulados documentários.
    Até os liberals americanos não gostaram da cafajestada!!
    Me corrija Caio,por favor, se eu estiver errado.
    O Chomsky tem posições ideológicas infames, mas não é um picareta intelectual.

  109. carlos cezar marques

    -

    05/01/2011 às 8:23

    Karen, eu gostaria de ver você comentar o assunto em questão, Israel-Irã. Acredito haver legitimidade em falar sobre o banditismo israelense em construir casas em territórios palestinos, pois estamos tratando de Israel e Irã… mas sobre o Brasil? Que desvio estapafúrdio. Você já teve ideias melhores. Por que não tenta explicar a sem-vergonhice israelense?
    Mais valia, eu julgava haver procedência nos artigos de Bolaffi, já que ele próprio é um judeu, embora judeus também possam errar e roubar, como no caso de Sobel.
    Devildom voyeur, pessoas do próprio governo israelense deixaram vazar, na época, que a retirada de Gaza era só estratégia para ampliar outros assentamentos (roubos descarados de gente que não presta) em outras regiões. E, como assim, é preciso construir casas em território palestino porque judeus precisam de moradia??? Que cara de pau, hein! É lícito roubar terras porque preciso de uma casa? Que explicação simplista e desajeitada… ou simplesmente falta de vergonha na cara?

  110. amauri

    -

    05/01/2011 às 7:09

    Bom dia Karen!
    Tentei achar uma afirmação em o Obama ser o pior presidente e não encontrei, embora se eu fosse eleitor americano não votaria nele e nem no outro candidato. A referencia do comentario foi que Carter foi o pior presidente, pelo menos até o Obama, que é o ultimo, podendo até superar o Carter. Só isso. abs

  111. Devildom voyeur

    -

    05/01/2011 às 1:01

    Ao Fabricio Juliano
    No fim do século XIX e início do XX, muitos judeus imigraram para a Palestina comprando terras. Nesse período, quando as imigrações de judeus aumentaram, não havia ali um país soberano chamado Palestina, árabes e judeus viviam num território que esteve sob domínio de vários impérios ao longo dos séculos e que naquela ocasião estava sob o domínio do Império Otomano. Em pouco mais de 30 anos, a partir de 1880, o número de judeus na Palestina quase quadruplicou: foi de 24.000 em 1881 para 85.000 em 1914. De 1920 a 1929, 77.063 judeus foram para a Palestina, aumentando de 12 para 18,9 % o índice da população judaica. O fato é que essas ondas de imigração ocorreram de forma gradual e não causaram grandes transtornos aos habitantes locais. Os conflitos entre árabes e judeus que surgiram na Palestina a partir de 1936 deram-se mais por ódio, inveja, fanatismo religioso e velhos ressentimentos do que por território propriamente dito. Depois vem a Guerra de Independência de Israel, em 1948, cuja história é bastante conhecida. No site da Veja, na seção Veja na História, na edição de maio de 1948, há uma reportagem sobre esse evento com o título Batismo de Sangue. Segue trecho:
    “A diferença na quantidade e qualidade de armamentos é abismal – o arsenal judeu é escasso e antiquado, por conta da restrição britânica de importação de armas durante o mandato, enquanto o árabe é mais moderno e volumoso, arrematado em boa parte da própria Grã-Bretanha. Ainda assim, os hebreus, com suas forças bem coordenadas, lograram importantes êxitos militares, frustrando a previsão de um acachapante massacre árabe.”
    E para quem acha que Israel recebeu ajuda duzamericanu, segue, abaixo, outros trechos da mesma reportagem.
    “a escalada das hostilidades e a pressão da Liga Árabe em Washington e nas companhias de petróleo – que controlavam, em dados do ano passado, 42% das reservas do Oriente Médio e desenvolviam planos de expansão – levaram os americanos a rever paulatinamente sua posição pró-sionista e recomendar, em 19 de março, a suspensão da partilha (…) Dean Rusk, secretário-assistente de Estado, mandou um recado aos sionistas. A declaração de independência deveria ser ao menos protelada; caso contrário, Washington poderia bloquear as transferências de fundos filantrópicos dos judeus americanos para a nação caçula (…) Ben-Gurion, contudo, não se deixou intimidar (…) Shertok lamentou o fato de os americanos não terem mantido o apoio à resolução da partilha, e atribuiu de antemão boa parte do futuro derramamento de sangue na Palestina ao recuo dos Estados Unidos, que teria encorajado os árabes em sua beligerância…”

  112. Devildom voyeur

    -

    05/01/2011 às 0:59

    Ao carlos cezar marques
    Não, eu não conheço esse senhor professor da USP, mas nesse caso eu concordo com o filósofo Olavo de Carvalho quando diz que “a USP sempre foi o templo da vigarice intelectual”. O que eu sei é que nos últimos trinta anos, os israelenses abriram mão de territórios que, somados, representam três vezes o tamanho do país. E se os israelenses continuam construindo casas em territórios palestinos é porque as famílias que já vivem há anos nessas áreas crescem e precisam de moradia. Mas é bom lembrar que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu decretou o congelamento de novas construções de assentamentos judaicos na Cisjordânia, e o fato de haver assentamentos judaicos na Cisjordânia não compromete os processos de paz para a eventual criação de um estado palestino naquele local. Basta ver o exemplo da Faixa de Gaza. Em 2005, Israel retirou-se unilateralmente da Faixa de Gaza e removeu cerca de 9.000 colonos. O evento marcou oficialmente o fim da presença israelense ali depois de 38 anos. Apesar de alguns colonos terem sido evacuados à força (lembra-se daquelas cenas em que soldados israelenses arrastam colonos aos gritos de suas casas?), a desocupação ocorreu de forma pacífica. O que Israel ganhou com isso? Paz? Não, foguetes. Em vez de usar os milhões de dólares de ajuda humanitária da comunidade internacional para tentar melhorar a qualidade de vida dos palestinos recém-libertados da “opressão israelense”, o Hamas intensificou os ataques com foguetes a Israel tão logo o país se retirou da Faixa de Gaza.

  113. maisvalia

    -

    04/01/2011 às 23:18

    Ao Carlos.
    Apesar do erro na grafia do nome que pode até ter sido intencional, eis o que pensa o grande pensador e professor Gabriel (Santo Google – inventado e dirigido por um marvardo yankee e santa wikipedia tb)

    “Pessoalmente acho que os judeus ortodoxos são nocivos à sociedade, entre outras razões, por que não trabalham. Dedicam todo o seu tempo ao estudo das escrituras e de suas interpretações. Alguns, com com um pouco de neurônios a mais, reinterpretam velhas interpretações já interpretadas. São sustentados por doações de judeus pouco religiosos que talvez esperem obter alguma indulgência à moda do Papa Julio 2º. Quando essas doações não bastam, os prosélitos são despachados para Israel, onde viverão às custas do Estado.”

    GABRIEL BOLAFFI é sociólogo, professor aposentado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.

    E mais um pouco agora da comunidade judaica a respeito do sociólogo:
    Bolaffi: Desinformação, deturpação e omissão

    No dia 14 de janeiro, O Estado de S. Paulo publicou um texto de autoria de Gabriel Bolaffi intitulado, “Sionismo – Triste Ironia da História”. Nele, através de omissões, deturpações, meias verdades e mentiras completas, o autor descaracteriza o sionismo, faz pouco da onda de anti-semitismo atual, e até chega a dizer que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad tem razão em alguns pontos do que fala (Vale lembrar que os discursos recentes do ditador iraniano são voltados a pregar a destruição de Israel e a negação do Holocausto).
    Este comentário foi feito com base nas inúmeras respostas enviadas a O Estado de S.Paulo por conta do malfadado artigo. Entre os que responderam a Bolaffi se destacam o presidente e o ex-presidente da Fisesp, Jayme Blay e Natan Berger respectivamente, a vice-presidente internacional da B’nai B’rith, Edda Bergmann, o jornalista Miguel Fernandes, entre outros.
    Bolaffi utilizou o espaço do jornal para levar adiante sua agenda particular: demonstrar a suposta morte do sionismo e de Israel, e sua substituição por um país pária, beligerante e que utiliza-se de ameaças anti-semitas não reais como desculpa para manter sua posição, tanto perante a comunidade internacional, quanto diante do mundo judaico da diáspora.
    O primeiro grande erro de Bolaffi é confundir o fim do sionismo socialista com o fim do sionismo em si. Dentro do sionismo, existem muitas correntes e espectros políticos, que variam da esquerda para a direita, religiosos e não religiosos e etc…. De fato, o sionismo socialista que foi um dos pilares importantes na criação do Estado (embora não o único, é bom ressaltar sempre) acabou seguindo as transformações e adaptações que ocorre em qualquer país normal. O sionismo em si está mais vivo do que nunca. E alcançou boa parte de seus objetivos, criando um país judaico na Terra de Israel, onde a soberania e a autodeterminação do povo de Israel se faz presente, abrigo e proteção para o povo contra todos os distúrbios enfrentados na diáspora. E a cada dia, novos e importantes desafios marcam a trajetória do sionismo: a defesa de Israel, a relação com os vizinhos e com as comunidades judaicas do mundo, etc…
    Na tentativa de demonizar Israel, o autor ressalta a transformação do Estado de bases socialistas para um supostamente militar e beligerante.

    PRECISA DIZER MAIS ALGUMA COISA A RESPEITO, HEHEHEHEHE

  114. Fabricio Juliano

    -

    04/01/2011 às 20:41

    desculpem o erro de digitação, leia-se 1ª guerra ao invés de 2ª guerra mundial

  115. Fabricio Juliano

    -

    04/01/2011 às 20:39

    Vejamos os dados históricos, os primeiros colonatos sionistas começaram em 1878, quando a Palestina, assim como a maior parte do Oriente Médio, fazia parte do Império Otomano. Em 1917, com o fim da 2ª Guerra Mundial e a derrota dos otomanos, o exército britânico marchou até à Palestina e tomou o seu controle. Mais tarde, nesse mesmo ano, o britânico Sir Balfour emitiu a Declaração de Balfour que prometia um “território nacional” aos judeus em terras palestinas, apesar de, segundo a maioria dos registros, OS JUDEUS CONSTITUÍREM APENAS 8% DA POPULAÇÃO local, ou mesmo menos segundo algumas estimativas. A Liga das Nações legalizou a ocupação britânica ao dar-lhe um mandato para administrar a Palestina. Em 1938, começaram os combates entre judeus e palestinos. Em 1947, a Grã-Bretanha comunicou às recém-formadas Nações Unidas que se retiraria da Palestina. Em novembro, a ONU formulou o plano de divisão da Palestina em dois estados. Em Dezembro de 1947, os sionistas iniciaram as expulsões em massa de palestinos. Quando os britânicos se retiraram em maio de 1948, os sionistas declararam a independência. Desde então os palestinos chamam ao que lhes aconteceu em 1948 a Nakba – a palavra árabe para catástrofe. Catástrofe essa que foi perpetrada pelos líderes sionistas que pretendiam formar o estado de Israel em terras palestinas sem os palestinos, uma verdadeira limpeza étnica. Logo vemos hoje em dia que na maioria dos países ocidentais, a negação da Nakba é tão obrigatória quanto a negação do Holocausto é condenada, negação essa perpetrada através da ridicularização desses fatos como invenções históricas no que eu lembro uma frase histórica (atribuída a Napoleão) “A história é contada pelos vencedores”.
    Fabricio, entre outras coisas, você não mencionou que o mundo árabe não aceitou a partilha de 1947 e na verdade o projeto árabe era a criação de um estado palestino, após a limpeza étnica dos judeus. Em 1948, a independência de Israel foi imediatamente aceita por doís paisecos: EUA e URSS. Sua narrativa histórica é extremamente baseada em material de propaganda. A narrativa sionista é bem menos linear, pois há versões distintas entre historiadores, que pesquisam em uma sociedade democrática, com ambiente acadêmico aberto. Aliás, poucas coisas são táo estúpidas como propostas de boicote acadêmico a Israel. Creio que o problema fundamental da sua narrativa nem é histórico, mas político. Trata-se de um questionamento da própria legitimidade do estado judeu, enquanto o debate deveria ser sobre como criar o estado palestino. Não me surpreende como o debate desgalhou. Afinal o tema desta coluna é o Irã. Qualquer debate mais amplo sobre o Oriente Médio frequentemente é reduzido por muita gente a este questionamento sobre a legitimidade de Israel.

  116. karen

    -

    04/01/2011 às 19:19

    Amauri, excelente texto mesmo e contribui muito para por um pouco de luz nessa falta de conhecimento sobre o topico-Israel e Palestina. Agora quanto ao Obama ser o pior presidente voce pode estar equivocado, ele ainda tem 2 anos pela frente e historia vai determinar a posicao dele nos rankings dos predidentes daqui.

    Para os comentaristas que sao tao preocupados com a causa Palestina, uma pergunta: Voces questionam o seu governo como muitos brasileiros sao tratados? quando buscam um hospital, quando tem que usar escola publica em certas localidades, uso de criancas e adoslecentes em exploracao sexual, se as pessoas tem comida suficiente, se os impostos pagos sao usados de maneira certa ou usado para enriquecer politicos em detrimento do povo, sistema judicial justo ,e etc ?Isto tambem sao sobre direitos humanos e que eu saiba tem muito ai no Brasil para ser mudado e melhorado. Um pouco desse ardor todo para causas proprias lhe fariam muito bem!!! Sou muito solidaria nao so a causa Palestina, Iraniana, Tibetana, Africana, etc mas isso nao quer dizer que temos que ser radicais para tentar trazer dialogo sobre o problema. Conhecimento da historia, seriedade de todos os envolvidos e respeito ajudam muito mais.
    Espero nao ter parecido desrespeitosa para com ninguem mas gostaria de manter um pouco de “perspectiva” nesses dialogos.

  117. carlos cezar marques

    -

    04/01/2011 às 18:51

    A tal altura, é de se perguntar o que o comentarista Devildom voyer tem a dizer sobre: por que os israelenses continuam construindo casas em territórios palestinos? Você chama a isso de roubo de terras ou o quê? Você conhece Gabriel Bollaf, emérito professor da USP? Ele diz que, no momento, Israel não está interessado em paz, apenas quer mais terras. O que há a dizer sobre isso?

  118. maisvalia

    -

    04/01/2011 às 18:07

    Ao Devildom voyeur.

    Eu não tenho o seu conhecimento sobre a região, mas ao cotejar o que você alinha com o que escrevem os opositores, um antissemita assumido e três quase isso, a sua exposição e esclarecimento dos fatos não deixa a menor dúvida que a certeza está com você.
    Abs

  119. Devildom voyeur

    -

    04/01/2011 às 17:19

    Ao Amauri
    Excelente texto. Na burrice e na ignorância, essa gente acaba ajudando o Estado de Israel, já que ao reconhecer o Estado Palestino, eles também são obrigados a reconhecer o Estado de Israel. Se a opinião do Brasil tivesse alguma relevância nos processos de paz do Oriente Médio, esse “reconhecimento” de um estado palestino seria o mesmo que dizer à Autoridade Palestina: peguem esse suposto “direito de retorno” dos refugiados e enfiem no r… Ou melhor, enfiem no Estado Palestino.

  120. Devildom voyeur

    -

    04/01/2011 às 17:18

    Ao Fabricio Juliano
    O leitor simplesmente ignora 3000 anos de história judaica no Oriente Médio e o surgimento do movimento sionista em 1897. E não há evidência de interrupção da presença judaica na Palestina em mais de três milênios — apesar de todas as expulsões, deportações etc e tal. É fato que aquela região recebeu muitos judeus europeus, mas Israel jamais teria surgido sem a determinação de centenas de gerações de famílias judias que resistiram aos assírios, babilônios, romanos, turcos e britânicos que alternadamente conquistaram e administraram a Palestina através dos séculos e da determinação dos judeus que imigraram para a Palestina comprando terras, pagando caro por pântanos e desertos.
    .
    Ao Rone
    Desde 2006, os EUA repassaram $500 milhões ao Líbano em assistência militar para as Forças Armadas Libanesas. E, segundo o Los Angeles Times, a administração Obama já reservou mais $100 milhões para 2011, mesmo diante do fato de que o Hesbollah tem sido parceiro do governo libanês desde 2005. E o Exército libanês não é a única organização militar alinhada com os inimigos de Israel que os EUA estão armando e treinando, também há o Exército palestino. Os EUA já gastaram $400 milhões com o Exército palestino, e a administração Obama já reservou mais $100 milhões para o próximo ano. O que não deixa de ser uma ideia demente, já que os palestinos de Gaza elegeram o Hamas para governá-los.

  121. Devildom voyeur

    -

    04/01/2011 às 17:13

    Ao carlos cezar marques
    É fato que houve expulsões de palestinos do território israelense durante a Guerra de Independência de Israel, mas a maioria dos cerca de 700 mil palestinos refugiados daquela guerra saíram por livre e espontânea vontade ou por pressão dos países árabes que declararam guerra a Israel, porque acharam que venceriam a guerra facilmente. Na época, os líderes árabes convenceram os que saíram de que depois de vencer a guerra eles poderiam voltar às suas propriedades e espoliar a dos judeus. Alem disso, é bom lembrar que um número semelhante de judeus (cerca de 800 mil) que habitavam países árabes que vão da África (Marrocos e Argélia) ao Oriente Médio (Iraque e Yemen) fugiram ou foram expulsos de onde tinham vivido por séculos por ocasião da guerra árabe-israelense de 1948. Ou seja, na história dos conflitos árabe-israelenses, expulsões e perdas de propriedades ocorreram dos dois lados.
    Os palestinos que se tornaram refugiados nas guerras de 1948 e 1967 não foram os únicos refugiados de guerra da história dos conflitos armados. Por consequência da Segunda Guerra Mundial, por exemplo, populações inteiras de alguns países europeus — especialmente do leste europeu — foram transferidas de lugar. A História mostra que, com o tempo, refugiados de guerras são assimilados em novos países e deixam de ser uma preocupação para o mundo. Apenas os descendentes dos refugiados palestinos têm sido considerados como sendo refugiados por mais de sessenta anos. Há, inclusive, um órgão especial da ONU com nome exótico (UNRWA – United Nations Relief and Works Agency for Palestine Refugees in the Near East), que existe com o único propósito de dificultar os processos de paz entre israelenses e palestinos. Já que você se importa tanto com refugiados de guerra, para onde deveriam ir, então, os descendentes dos refugiados judeus que foram acolhidos no então recém-criado Estado de Israel?
    Em relação à parte oriental de Jerusalém, a Liga Árabe poderia ter se mobilizado para torná-la capital de um estado palestino durante os 19 anos (1948 a 1967) em que a área esteve sob o controle da Jordânia. Ou, mais recentemente, Yasser Arafat poderia ter aceito a proposta mais que generosa feita por Ehud Barak, nas negociações de Camp David, em 2000. Esses fatos mostram os palestinos não se importam com aquela área.

  122. carlos cezar marques

    -

    04/01/2011 às 16:26

    É impressionante como até pessoas aparentemente inteligentes começam a apelar para evasivas quando não têm respostas que interessem a seus chefes. Que falta de caráter…

  123. amauri

    -

    04/01/2011 às 15:38

    Caro Caio!
    O comentário que voce replicou, não concordo com voce.
    O comentario disse que, em outras linhas, Carter não foi condescendente com o Xá (pelo vies de direitos humanos de Carter) e o resultado voce já sabe qual foi, inclusive com a invasão da embaixada americana. abs
    Amauri, os americanos muitas vezes abandonam seus amigos ditadores. Mesmo o Reagan precisou aceitar a saída do poder do Marcos, das Filipinas, em 1986. Dirigentes são muitas vezes removidos por dinâmica interna. Você não pode culpar o Carter pela tomada da embaixada. Culpe o regime islâmico recém-instalado no poder. Carter foi vítima. A crise contribuiu para sua derrota nas eleições de 1980 para o Reagan.

  124. amauri

    -

    04/01/2011 às 14:13

    Ola Caio!
    Sei que voce não gosta de repetições mas, vou repetir o comentario que postei em outro artigo seu. É preciso buscar informações mas amplas, mesmo que não gostemos. Vamos ao artigo do J.P. Coutinho.
    O presidente Lula prepara a sua despedida e, em gesto final, resolveu manifestar apoio a um Estado palestino nas fronteiras pré-1967. Foi o dilúvio: choveram críticas e cartas contra a atitude de Lula. E alguns membros da comunidade judaica manifestaram o seu “repúdio” ante a “traição” do presidente. Isso faz sentido?
    Não faz. Desde 1988 que mais de 100 países já reconheceram um Estado palestino nas fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias. É um gesto simbólico, que pressiona para uma solução prática: a existência de dois Estados, lado a lado, com fronteiras e soberanias reconhecidas.
    Aliás, essa não é apenas uma solução prática. É uma solução antiga. A ideia dos dois Estados, repetida hoje por qualquer jornalista ou diplomata, tem sido proposta sucessivamente desde que a Liga das Nações, nos escombros da 1ª Guerra Mundial, determinou o Mandato Britânico para a Palestina pós-otomana.
    Assim foi em 1919. Assim foi em 1937, quando a Comissão Peel, enviada ao terreno para apurar as causas da violência entre árabes e judeus, recomendou a partição do território em dois Estados. E assim foi em 1947, por obra e graça das Nações Unidas.
    O mais irônico dessa história –digo “irônico” para não escrever “trágico”– é que a “solução dos dois Estados” sempre foi aceite por Israel, mas recusada pelos árabes palestinos.
    Recusada em 1919. Recusada em 1937. Recusada em 1947. E por aí adiante, até chegarmos a Camp David, dez anos atrás, quando o premiê israelense Ehud Barak ofereceu a Yasser Arafat o que o presidente Lula se limitou a reafirmar agora: um estado palestino em Gaza e na Cisjordânia; e Jerusalém, a velha joia da coroa, partilhada entre os dois povos. Arafat, sem grande originalidade, fez o mesmo que seus antecessores: recusou.
    Podemos olhar Camp David de várias formas. Eu prefiro seguir a opinião geral dos países árabes –repito: árabes– depois do fracasso de Camp David: Arafat cometeu um crime. Um crime sobre os palestinos; um crime sobre os israelenses; e um crime sobre a comunidade internacional, que depois de 2000-2001 nunca mais acreditou na boa fé das lideranças palestinas.
    O que não admira: em Camp David, Barak estava disposto a tudo. Mas mesmo depois do fracasso monumental dessas negociações, Ariel Sharon fez o impensável. Retirou voluntariamente de Gaza em 2005, acreditando que depois da morte de Arafat (em 2004) as novas lideranças palestinas estavam interessadas em mudar o rumo.
    Erro. Nas eleições parlamentares desse mesmo ano, o Hamas vencia em Gaza. Tradução: Gaza passava a ser controlada por uma organização islamita que, na teoria e na prática, não estava e não está interessada em negociar. O seu objetivo é claro: a destruição da “entidade sionista”. Uma destruição que não é apenas retórica: com a emergência de um Irã nuclear, o patrono espiritual e material do Hamas (em Gaza) e do Hezbollah (no sul do Líbano), esse objetivo está hoje mais próximo do que nunca.
    Moral da história? O presidente Lula pode apoiar os estados palestinos que entender. Mas é importante lembrar três fatos desagradáveis a respeito.
    Primeiro, que na história dos ‘dois estados’ a parte que os tem recusado tem sido repetidamente a mesma.
    Segundo, que uma hipotética retirada israelense da Cisjordânia ficou adiada “sine die” depois do sucedido em Gaza.
    E, terceiro, que não haverá qualquer estado palestino nos territórios pré-1967 quando uma das partes –o Hamas– nem sequer reconhece a existência do Estado de Israel e, mais, continua empenhado na sua destruição incondicional.
    O mais irônico do conflito israelense-palestino –e escrevo “irônico” para não escrever “trágico”– é que não é apenas o presidente Lula a desejar um estado palestino. Toda gente deseja isso. Só faltam mesmo os palestinos
    Em linhas gerais, eu poderia escrever este texto, abraços, Caio

  125. Fabricio Juliano

    -

    04/01/2011 às 14:03

    Caio admiro sua aceitação do debate, muitos simplesmente não permitiriam argumentos mais contundentes, ou radicais que sejam, contrários a seu ponto de vista e até mesmo a sua pessoa postados em seu blog, vc aceita e contra argumenta até os mais radicais como o do Ubermenscky. Devido a nossa história e tradição de buscar sempre o modelo ocidental é bastante óbvio que ninguém aqui conseguiria viver em regimes totalitários, acho que, inclusive, ninguém aqui apóia ou gostaria de viver sem a liberdade que temos e esse é o ponto principal do que eu quero dizer. Sempre que algum brasileiro defende a causa dos “oprimidos” é taxado de tudo o que nossas elites mais abominam, basta ver as diversas definições nas postagens a baixo, esquerdistas (primeiramente), analfabetos, marxistas, comunistas, arcaicos etc etc…mas a meu ver uma pessoa com um mínimo de dignidade moral não tem como não se revoltar com o que o governo que vc defende (Israel) faz com os palestinos, e novamente volto a dizer que hoje em dia defender essa causa é entrar em um rótulo criado pela mídia elitista que faz com que uma parcela da população brasileira veja aquele povo mais ou menos do mesmo jeito que vê os sem-terra (MST isso mesmo), mendigos, moradores de favelas, moradores de invasões etc etc.., como um bando criminoso, vagabundo, miserável que nada tem a oferecer senão retrocesso, ou seja, com repúdio e nada mais. É evidente, e isso provavelmente vc concorde, nada tem a ver com o caso em questão, mas é mais fácil rotular as cosias do que buscar entender ao certo do que se trata e o brasileiro em geral busca sempre o meio mais fácil não importa o que acarrete. Acho essencial tentar se ver na situação de quem sofre para poder analisar o caso, se eu ou vc fossemos palestinos vivendo nos guetos tenho certeza que, dentre tantas outras necessidades básicas humanas, não teríamos a mais importante que é a liberdade. E eu digo, e a história prova, que qualquer povo, em qualquer momento da história, um dia se rebelou contra isso no momento em que apelos internacionais, passeatas, e demais ações que não a luta armada sempre se mostraram ineficazes, inclusive seu povo, o judeu.
    Caro Fabricio, o espaço aqui está aberto para o debate. Como disse antes, acabo publicando alguns surtos de antissemitismo, racismo, xenofobia, islamofobia, etc. com propósitos educacionais. De resto, lamento a obsessão de tanta gente com Israel. Quisera que tantos defensores da causa palestina (eu me considero parte dela) fossem tão ardorosos também para defender o reprimido povo iraniano, cristãos chacinados no Oriente Médio ou judeus mortos simplesmente por serem judeus. Abs, Caio

  126. carlos cezar marques

    -

    04/01/2011 às 13:14

    É preciso que Israel pare com as construções ilegais na Palestina, é preciso devolver as terras que pertencem aos palestinos. É preciso resolver o problema dos quatro milhões de refugiados, descendentes daqueles 700 mil palestinos que foram expulsos para a criação do estado de Israel. DEvemos exigir também que os bandidos estadunidenses restituam ao Iraque suas riquezas e indenizem as centenas de milhares de famílias que foram trucidadas selvagemente pelos assassinos invasores. Enquanto as coisas continuarem como estão, a violência só irá crescer. Os bandidos precisam se tornar mais inteligentes e compreender que com invasões, destruição e ameaças não se chega a um bom termo.
    Caro Carlos, seus comentários estão repetitivos. Não é legal usar o espaço como palanque. Abraços, Caio

  127. amauri

    -

    04/01/2011 às 10:40

    Bom dia Caio!
    Perguntei a mim mesmo: quando se iniciou o conflito Irã-Israel e achei uma possivel explicação. O que acha?
    “Provavelmente o pior Presidente dos EUA – ao menos até Obama – Jimmy Carter violou a Constituição no que há de mais importante: foi o primeiro Presidente a, oficialmente, abandonar o Bill of Rights e implantar o conceito de ‘Direitos Humanos’ em lugar dos Direitos do Indivíduo. Em função disto, traiu todos os aliados dos EUA, submeteu-se aos inimigos e à ONU. As duas maiores traições foram contra o Xá do Irã e Anastácio Somoza da Nicarágua. Não se nega que eram regimes de força que precisavam evoluir para estado de direito, porém Carter abandonou-os totalmente, entregando o poder no Irã, aos Aiatolás, e na Nicarágua, aos Sandinistas. Nos dois casos e população saiu perdendo feio, até mesmo se considerarmos os perversos ‘direitos humanos’. E os americanos amargaram uma invasão de sua Embaixada até a posse de Reagan.” Mais uma ameaça que Israel e seu povo tem de conviver. abs
    Caro Amauri, o xá do Irã foi derrubado por uma poderosa revolução interna e não pela política de direitos humanos de Carter (muito digna, por sinal). Perdão, mas sua teoria não vai muito longe. Você não pode culpar Carter pela tomada dos reféns americanos emTeerã. Não faz sentido. Abs, Caio

  128. carlos cezar marques

    -

    04/01/2011 às 9:56

    Meu ódio é contra as invasões.
    Apenas.

  129. Rone

    -

    04/01/2011 às 9:38

    É Caio ;esse é um assunto que rende bons e maus comentarios pros e contras, mesmo aqui dentro da “casa do Tio” já xiste um questionamento sobre os impostos pagos que ese ano vai “doar” a Israel mais de 30 bi para pder manter a maquina de guerra na a ativa!
    Foi feita uma publicidade em alguns onibus (vc sabe)
    questionando os impostos que os norte americanos pagam, e seu destino!
    “Israeli war crimes: Your tax dollars at work” (Crimes de guerra israelenses: seus dólares de impostos sendo usados).
    Para o estado de Israel o grande dilema é se a maioriada população norte americana começar a mudar seu pensamento o que começa com esses claros sinais!
    Se promoverem a Paz entre Isrelences e Arabes vão dar uma sobrevida ao pessimo desmpenho do Celso Pita deles!

  130. maisvalia

    -

    04/01/2011 às 9:03

    Caro Caio, alguém que entrou neste blog indagou porquê do meu anonimato.
    A resposta esta aí. Como você é judeu e mora no império estadunidense a patrulha petralha aqui corre para desfiar seu óbvio antissemitismo (Israel é democracia e tem o apoio norteamericano, que nós odiamos, assim, o que é que custa nos aliarmos ao terrorismo e a países como Irã que pregam a aniquilação de Israel e estão próximos de ter a bomba atômica). Talvez agora dê para você entender por que eu e outros comentaristas não gostemos dos democratas progressivos daí, porque aqui eles são representados por estes que você mesmo está vendo.
    Imagina o que seria a patrulha para um pobre mortal, hehehe
    Distorcem tudo em favor da causa, defendem qualquer aliança espúria, só presta quem reza pela cartilha socialista e politicamente correta.

  131. carlos cezar marques

    -

    04/01/2011 às 8:37

    Quero dar os parabéns ao Caio e ao Fabricio Juliano,
    Ao primeiro, por aceitar democraticamente os debates que propõe, ao segundo, por dizer algumas verdades sobre o oriente médio. A verdade é que israelenses e palestinos têm direito àquelas terras, pois sempre estiveram lá. Karen, não custa repetir: não odeio Israel, é um país que respeito e torço para que um dia os israelenses possam conviver em paz com os palestinos, mas vejo que há uma certa resistência de sua parte em acreditar no que digo. Isso mostra que você está se tornando uma pessoa intolerante. O que eu quero que você entenda é o seguinte. Essas construções de casas por parte de Israel em territórios palestinos é contra a lei e é um ato provocativo. E ainda há o problema dos quatro milhões de refugiados. Espero que um dia as coisas se resolvam de um modo positivo.
    Abraços.

  132. Luís

    -

    04/01/2011 às 2:10

    Retorno ao assunto das valas coletivas de Sabra e Shatila e do número de mortos, fui seletivo sim. É fato que o Exército Israelense impediu a entrada de ajuda humanitária nos dois campos de refugiados, corpos foram queimados e enterrados, palestinos sobreviventes foram impedidos de falar com a imprensa (e o Lula que é censor!) pelas tropas israelenses. O número oficial é de 800 mortos, mas como poderemos saber depois da sujeira limpa? O então Ministro da Defesa Ariel Sharon foi responsabilizado pela Suprema Corte de Israel, porém quando candidato a primeiro-minstro negou sua responsabilidade. Foi uma guerra complexa em sua estrutura, grupos surgiram com apoio da Síria e de Israel, ainda hoje temos consequência dessa guerra.
    Não sou anti-semita, anti-americano, anti-brasileiro ou qualquer anti alguma coisa, mas não creio que vivo em um mundo ingenuo onde há um paladino da liberdade, se fatos incriminam é por eles que a justiça é feita.
    E lá vem a justificativa hipócrita da agressão preventiva, atacar e ocupar para a defesa. Espero que no futuro o Brasil não seja uma pedra no caminho das economias ocidentais, pois seremos atacados preventivamente, por que não temos armas necessárias para nossa defesa? Quem não está do lado “certo” da arquibancada, não está alinhado com o modo “certo” de vida ocidental está no caminho da execução (extermínio, vala), se não tiver armas suficientes para a defesa?

  133. karen

    -

    04/01/2011 às 0:30

    Obrigada Devildom voyeur por dar mais informacoes ao carlos cezar marques sobre o conflito Israel/Palestina (se e que ele quer mesmo alguma ou ele usa este blog para ventilar seu odio de Israel, EUA, baseado no comentario positivo dele de um antissemita que se chama ubermenscky). Parabens por sua paciencia e a do Caio!

  134. Fabricio Juliano

    -

    03/01/2011 às 22:14

    Do século treze, até 1916, o império turco-otomano controlava todo o Oriente Médio e depois de sua derrota na Primeira Guerra Mundial, a Grã-Bretanha e a França assumiram o controle sobre o Oriente Médio, que foi dividido em vários estados separados: Iraque, Síria, Jordânia, Líbano e Palestina. Na Liga das Nações em 1922 apesar de discutida a viabilidade de um estado judeu não haviam sequer cogitado se este seria um Estado independente e soberano. Esta idéia só surgiu mais tarde. A imigração de judeus se intensificou, só que, até aquele momento, a população nativa – os árabes – não havia sido consultada. Com o típico fundamentalismo religioso da região, os judeus consideram a Palestina como a terra prometida, levam para lá todo o seu historicamente conhecido potencial financeiro e começam a definir seu território. Evidente que a região já estava ocupada por uma sociedade de cultura e tradição tão antigas quanto às dos recém-chegados, com a diferença que, no Oriente, 65% da população é pobre e analfabeta. Em 14 de maio de 1948, Ben Gurion assina a proclamação que cria o Estado de Israel, os ingleses se retiram e, imediatamente, o Egito, o Iraque, a Jordânia, o Líbano e a Síria atacam Israel. E são derrotados em poucos meses. Setecentos e cinqüenta mil palestinos têm de abandonar o país e são exilados, um verdadeiro êxodo cujo drama é bastante atual e ironico em se tratando dos opressores. Vejo aqui pessoas que se julgam profundos conhecedores da história, e julgam Israel um perfeito estado democrático que tem o “direito” de ocupar aquelas terras, chegando ao absurdo de justificar muitas das ocupações como regras de guerra. Israel continua a criar “fatos consumados” para manter o controle estratégico sobre o território palestino ocupado e anexar as suas terras. Durante todo esse tempo de ocupação, Israel continua a negar aos Palestinos seus direitos internacionalmente reconhecidos à alimentação, água, educação, vida e saúde; desde então, impõe um sistema de barreiras de controle, zonas restritas, barreiras militares, cercos e toque de recolher obrigatório, que nega aos palestinos a liberdade de movimento dentro e entre suas próprias comunidades; e, novamente em violação das Convenções de Genebra, Israel impõe punições coletivas sobre toda a população palestina. Prisões em massa incluíram dezenas de parlamentares e ministros palestinos democraticamente eleitos. Procurar saber, ou como ja dizia o leitor abaixo “ter um mínimo de conhecimento da história dos conflitos no Oriente Médio” é entender o surgimento de movimentos de resistência como é o caso do Hamas/Brigada dos mártires do Al-Aqsa/Frente de Libertação da Palestina, como o único meio de defesa/resistência que os palestinos tem nesta guerra contra esse invasor que tomou suas terras e que pratica o pior terrorismo da história, o terrorismo de estado.
    Sua narrativa histórica é um panfleto simplista (pleonasmo), não levando em conta contexto e fatos básicos. Que história é esta de judeus como “recém-chegados”, ocupando a terra? O nacionalismo judaico (povo e religião são indivisíveis para a imensa maioiria dos judeus) encarnado no sionismo foi um legítimo movimento de libertação muito anterior ao movimento de libertação palestino, que foi vitaminado pelo mundo árabe como arma de combate ao sionismo. Se você tivesse um mínimo de coerência consideraria os países árabes tão ilegítimos como Israel. O mais grave e imperdóável é a sua defesa sem pudores de grupos que praticam terrorismo como se fosse “o único meio de defesa/resistência”. Poucas coisas são tão patéticas como o casamento de esquerdistas arcaicos com grupos totalitários como o Hamas. Quero expressar de forma categórica o meu repúdio a este comentário, um desserviço à causa da paz.

  135. carlos cezar marques

    -

    03/01/2011 às 21:24

    Os territórios da Palestina e de Israel devem ser divididos de modo proporcional entre os dois povos. Também Jerusalém oriental deve ser a capital da Palestina. É a única divisão aceitável para a região. E os quatro milhões de refugiados? Quanto a sentir dor pelos milhares de iraquianos trucidados por invasores, nada tem a ver com guerra ideológica. Basta ter um pouco de bom senso para entender o que está acontecendo.
    Abraços.

  136. Devildom voyeur

    -

    03/01/2011 às 20:32

    O leitor carlos cezar marques acha que Israel ocupou territórios “de modo rasteiro e abjeto, como qualquer invasor”. Qualquer pessoa minimamente informada a respeito da história dos conflitos do Oriente Médio sabe que a ocupação israelense de territórios árabes, por ocasião da Guerra dos Seis Dias, foi numa guerra defensiva, uma maneira legal de adquirir território segundo as leis internacionais. Apesar disso, Israel está disposto a retornar às fronteiras pré-1967 (com exceção da parte oriental de Jerusalém), desde que os palestinos abandonem o terrorismo. Infelizmente, o radicalismo islâmico, tanto do Hamas quanto da Autoridade Palestina (que finge aceitar o Estado de Israel diante do mundo ocidental), é o maior — senão o único — empecilho para que isso ocorra. Rasteiro e abjeto, na minha opinião, para não dizer criminoso, covarde e imoral, é usar mulheres e crianças como escudo humano devido à incapacidade de vencer o Exército israelense numa guerra convencional.

  137. Devildom voyeur

    -

    03/01/2011 às 20:00

    Como alguns leitores da “guerra ideológica” continuam voltando a este espaço de comentários, é bom lembrar que defender ou condenar as políticas externas de determinado país por motivos ideológicos é burrice. Há um artigo no The Huffington Post (http://www.huffingtonpost.com/alan-krinsky/8-reasons-leftists-should_b_653432.html), um espaço tido como progressista, com o título: 8 Reasons Leftists Should be Pro-Israel. O autor, Alan Krinsky, um esquerdista (nos EUA, a maioria dos esquerdistas não são marxistas) que se opôs à guerra no Iraque, explica por que os esquerdistas deveriam ser pró-Israel.
    Grato, obrigado por recomendar o texto, abraços, Caio

  138. carlos cezar marques

    -

    03/01/2011 às 18:22

    Prezado Caio,
    Sim, mais uma vez, você está certo, não conheço a fundo as leis israelenses, nunca estive lá, mas é um país que um dia quero conhecer. Mas você também está errado, mais uma vez, pois, não sei se por distração, ou por astúcia, ignorou o ponto central do meu comentário, a saber: a localização dos corpos de 3500 inocentes trucidados em 16 e 17 de setembro de 1982 por falangistas apoiados por israelenses. E já que você tocou no assunto, me permita perguntar uma coisa. Será que essas manifestações a que você se referiu teriam servido para alguma coisa? Afinal, o governo israelense continua a desrespeitar a lei e a invadir e ocupar terras palestinas, segundo a onu atos perfeitamente ilegais. Israel continua a maltratar palestinas e velhos nos mais de setecentos postos de controle dentro de territórios palestinos e a construir casas em terras dos palestinos. De acordo com a onu, em 1948 Israel ficou com 55% por cento daquele territótio, enquanto que a Palestina obteve 45%. Segundo alguns observadores, hoje Israel possui mais de 80% por cento da área, sempre agindo de modo rasteiro e abjeto, como qualquer invasor. Aos cidadãos israelenses de bem, meus cumprimentos e meus votos para que sejam cada vez mais felizes, mas, aos invasores, minha repulsa e meu desprezo.
    Abraços.
    Caro Carlos, não tenho tempo agora para pesquisar os detalhes do massacre, como a questão das valas, mas posso te garantir, antes de tudo, que seus números estáo bem errados. Foram cerca de 800 vítimas. O que mais você quer que eu diga? Foi uma mancha na história de Israel. A manifestação serviu para mostrar indignação e teve efeito político. Tivemos a criação de uma comissão de inquérito e Sharon foi forçado a renunciar ao cargo de ministro da Defesa. Infelizmente, ele conquistou o poder mais tarde, coisas da democracia. Mas como de hábito o massacre de 1982 foi mais uma oportunidade para grandes setores da comunidade internacional demonizarem Israel e como de hábito eximirem outros atores da região. Tampouco posso me estender aqui para debater as origens do conflito entre Israel e os palestinos. Quero apenas registrar aqui sua virulência contra Israel, simplesmente passando ao largo da responsabilidade palestina por seus próprios problemas e o prontuário palestino de terrorismo. De resto, minhas posições são cansativamente conhecidas. A ocupação israelense é corrosiva, inclusive para a saúde moral do estado judeu. Quero lembrar que não ocorreu uma invasão da Cisjordânia em 1967. O rei da Hussein, da Jordânia, que ocupava o território palestino, não acatou as advertências e foi à guerra contra Israel. O resultado foi a ocupação da Cisjordânia, que por alguns historiadores é considerada acidental e um erro estratégico. As sequelas estão aí e espero que haja condições para a criação de um estado palestino viável, que coexista com um estado de Israel aceito pelo mundo árabe-islâmico. Caro Carlos, leia alguns autores inclusive de esquerda, como o historiador israelense Tom Segev, para entender melhor a complexidade do conflito. Há textos dele inclusive em português na Internet. Abs, Caio

  139. Devildom voyeur

    -

    03/01/2011 às 18:12

    Quando eu fiz o comentário das 17:29, eu não havia lido a resposta praticamente idêndica (mas bem melhor elaborada) do colunista Caio ao leitor carlos cezar marques. Em se tratando de hipocrisia, os que se dizem defensores dos palestinos oprimidos certamente nunca se lembrarão de mencionar o massacre de refugiados palestinos, perpetrado pelo exército jordaniano, conhecido como Setembro Negro. Segundo a Wikipédia, “estimativas do número de vítimas dos dez dias do Setembro Negro variam de 3.000 a mais de 5.000 mortos. O número de palestinos mortos em onze dias de luta foi estimado pela Jordânia em 3.400, enquanto as fontes palestinas calculam que 10.000 pessoas, na sua maioria civis, foram mortas”. Mas é claro, se de alguma maneira, num massacre de palestinos, o Estado de Israel não puder ser demonizado, eles querem mais é que os palestinos se danem.

  140. Devildom voyeur

    -

    03/01/2011 às 17:29

    O leitor Luís faz ilações a respeito da responsabilidade do Exército israelense em relação ao massacre de palestinos nos campos de refugiados de Beirute, perpetrado por milícias falangistas; mas não diz que na época o governo israelense foi alvo de críticas da própria sociedade israelense, que, num país com tradições democráticas, exigiu explicações e esclarecimentos do que havia ocorrido. É uma pena que a sociedade iraniana não possa fazer o mesmo em seu país, em relação aos valentes que foram mortos simplesmente por protestarem contra as eleições fraudulentas que mantiveram aquele demente chamado Ahmadinejad no poder.

  141. maisvalia

    -

    03/01/2011 às 17:03

    Caro Caio, você, na minha modesta opinião, está perdendo seu tempo com os óbvios três, digo, quatro antissemitas – lógicos que de esquerda, pois todo esquerdista hoje está do lado do terror, os quais para não perder viajem acusam os EUA de terrorismo, coisa inerente a eles (acusem os outros daquilo que eles próprios são), até filósofo eles tem – ZIZEK – que defendem o louco iraniano, sadham, taleban e assemelhados e sempre estão contra os marvardos yankees, que são a sustentação de Israel. Um deles prefere ter como guia a democrática China ou a super democracia russa.
    Não tem jeito.
    O que não me entra é que, para render louros ao antimericanismo bocó, usem, como afirmei abaixo, de todo o aparato criado pelo american way dos marvardos imperialistas.
    Vem defeitos em Israel e EUA, justificam o atentado as torres gêmeas, mas não enxergam o mesmo no democrático sadham – que deveria continuar matando seu próprio povo – por ser um deles (multiculturalismo), assim eles não teriam sido invadidos, (das vítimas do Kwait nem um pio)cobram nada do louco iranianio et caterva e apoiam sua bomba atômica, imitando o ex presidente molusco ou crustáceo apedeuta, hehehehehehehe
    Caro Maisvalia, sua recomendação sobre perda de tempo é procedente, mas meu diálogo maior é com a imensa maioria dos leitores. Publico estes e mails como tarefa educacional, para ilustrar o obscurantismo. Eu e você vemos em geral a realidade de forma diferente, mas num ponto estamos afinados: existe este patético, mas também indecoroso, casamento entre o charlatanismo de esquerda e fanatismo dos reacionários religiosos. Um filho bastardo desta causa é Ahmadinejad. Abs, Caio

  142. carlos cezar marques

    -

    03/01/2011 às 15:47

    Ao Luís.
    Será que Israel teria coragem de monstrar as valas coletivas de Sabra e Shatila?
    Abraços.
    Caro Carlos, creio que você não sabe como funciona a sociedade, o judiciário e a imprensa em Israel. Depois dos massacres em Sabra e Shatila, foi realizada em tel Aviv uma das maiores manifestações da história do país CONTRA o governo do primeiro-ministro Begin e do ministro da Defesa Sharon em função do seu papel no Líbano. Houve comissão de inquérito, etc. Existem excelentes filmes israelenses tratando da questão do Líbano, filmes muito críticos do papel oficial. Amplos setores da sociedade israelense avaliam que a invasão do Líbano foi um erro e que inclusive contribuiu para a criação do Hezbollah. E Israel finalmente se retirou de forma unilateral do Líbano, assim como mais tarde de Gaza. Israel é o país mais democrático do Oriente Médio, com marchas e contramarchas, para a direita, para a esquerda. Eu pessoalmente não gosto do atual governo direitista, mas sei que um dia ele poderá cair pelo voto. Mudança de governo por lá não é contida por massacre de manifestantes como em Teerã. Abraços, Caio

  143. carlos cezar marques

    -

    03/01/2011 às 15:32

    Ao Fabricio Juliano.
    Absolutamente certo o que você diz sobre o Afeganistão (dutos de petróleo e gás natural), uma pedra no sapato dos que têm bilhões investidos naquela área.
    Abraços.

  144. Fabricio Juliano

    -

    03/01/2011 às 11:18

    Algum dia veremos a “divina” intervenção nos diversos campos de conflito sangrento na Africa, movidos por ditaduras, tribalismos, religiões etc… tudo que os pró-invasão abominam e é tido como “justificativa” para que a invasão se concretize, algum dia veremos? Acho que nesse ponto todos iremos concordar que não. Não me venha dizer sobre a intervenção em 1994 (se não me engano) na Somália pois os EUA têm a sua única base na África em Djibouti, a antiga Somália Francesa, na costa, relativamente próxima de Mogadíscio e esse pequeno envolvimento militar americano só ocorreu porque as forças rebeldes islâmicas ameaçaram seriamente depor o governo federal somaliano e logo ameaçariam a base americana. Aos que defendem essas invasões ao Iraque e a iminente ao Irã que pelo menos sejam sinceros, ou tentem ver a verdade e larguem esse discurso de moralismo e “humanismo” que toda mídia força guela a baixo da população que não tem o interesse de averiguar a fundo o assunto, defendam a força e estabilidade da economia americana como algo que os beneficiará (volto a citar a lógica da ovelha que defende o pastor) ou algo assim, algo que de fato vcs acreditem pq é triste ver pessoas cultas querendo justificar esses atos, que lembram invasões bárbaras de milênios atrás (que tb tinham o objetivo de saque e outros objetivos políticos), com argumentos que tornam esses mesmos injustificáveis. O verdadeiro fator de desestabilidade que o Irã representa na região é antes de tudo econômico e depois militar (ameaça nuclear), procurem saber sobre os dutos de petróleo da região, desde o Afeganistão até a Turquia, existe uma pedra no sapato de todos que tem bilhões investidos nessa área (curiosamente Rússia, EUA, China tem o interesse de acabar com esse governo iraniano), esses dutos tem que dar uma volta enorme passando por outras regiões pouco estáveis, por conta de quem? Vamos assim dizer: dos sombrios assassinos de mulheres e crianças tiranos terríveis do Irã.

  145. carlos cezar marques

    -

    02/01/2011 às 22:21

    Caros comentadores,
    Quero pedir desculpas por insistir no tema, mas é preciso falar sempre da maior carnificina da atualidade, que é a quase destruição do Iraque, devido à invasão estadunidense, um ato selvagem e hediondo que foi recriminado pela própria onu, um ato sujo, traiçoeiro e animalesco, que tem ceifado a vida de milhares e milhares de inocentes. Não sou o que algumas pessoas quiseram dizer que eu seria, não sou preconceituoso, nem prego a destruição final de Israel, ao contrário, penso como Amoz Óz, cujo maior sonho é ver palestinos e judeus convivendo em paz. Mas é preciso denunciar sempre a barbaridade dos crimes cometidos pelos bandidos estadunidenses. E não venham querer mudar de assunto, porque enquanto os maiores assassinos do planeta continuarem agindo além de seus territórios, haverá alguém para denunciar esse terrorismo sedento de sangue. Sinto dor ao imaginar milhares de iraquianos sofrendo, arrastando seus mutilados e os fantasmas dos seus mortos nesse cotidiano que é o inferno em sua mais grave representação, um inferno criado e sustentado pelos assassinos estadunidenses. Antes eu ficava muito feliz ao saber de um carro-bomba arrebentando com dez ou doze invasores de uma só vez, e então, secretamente, rezava pelas famílias dos mortos, afinal, algumas pessoas não gostariam de estar participando da guerra. Mas ao começar a ler depoimentos de alguns assassinos, dizendo para “atirar primeiro e perguntar depois”, ou “minhas férias começam amanhã mas hoje ainda quero matar meia dúzia de iraquianos”, me tornei insensível a tal ponto que já não me preocupo com a morte dos invasores.

  146. maisvalia

    -

    02/01/2011 às 20:10

    Agora li o comentário até o final, tapando o nariz e posso dizer com orgulho, sou descente de italianos, tive ótimos amigos judeus na escola estadual Macedo Soares em São Paulo e continuo amigo de vários judeus, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Assim como tenho amigos de descendência árabe, minha esposa tem o sangue de libanês com italiano e espanhol, hehehe ou japoneses ou negros e não tenho preconceito contra nenhum.
    Em todos os ajuntamentos de pessoas tem os bons e os maus, mas tenho preconceito sim, contra ditaduras de qualquer cor e raça.

  147. maisvalia

    -

    02/01/2011 às 20:04

    EU BEM QUE AVISEI EM MEU COMENTÁRIO, HEHEHEHEHE

  148. UBERMENSCKY

    -

    02/01/2011 às 10:20

    Muitas pessoas do chamado “mundo ocidental”, têm a infantil necessidade de uma sanção externa para justificar seus valores e moralidade. Como quase ninguém com um mínimo de educação ainda crê em amigos imaginários, os EUA acabaram por assumir no inconsciente de muita gente “de boa família” o papel de um deus “ex-machina” de onde emana a verdade e a justiça, não da experiência ordinária e mundana, do “homem ideal que surje da história”, como dizia nosso grande jurista e filósofo…. não, nossa própria luta e idiossincrasias, nossas dificuldades superadas, nossas vitórias e aprendizados, nossos erros e acertos e a matriz cultural e étnica em sí, não têm valor algum… a única coisa que importa é se comportar conforme o dogma e prestar o culto americano, para o bem exclusivo daquela sociedade. Esclarecendo: sou capitalista, não sou de esquerda, não sou anti-americano – não considero nenhum país importante o suficiente para merecer tamanha atenção a ponto de alguém se definir como “anti”, seja lá o que for.

    Quanto aos judeus, não quero polemizar nesse ponto, mas tenho de reconhecer que é curioso, pode ser apenas minha experiência pessoal, pode ser que eu tenha tido azar… MAS TODOS OS JUDEUS QUE EU CONHECI PODERIAM SER FACILMENTE CLASSIFICADOS COMO TRAIDORES. Muitos deles, que nasceram e cresceram no país, ficam pela Europa(normalmente têm dupla “nacionalidade”)difamando o país. Certa vez tive contato com alguns judeus-brasileiro/italianos, que me fizeram perder muito da minha fé na natureza humana. Nunca vi na minha vida alguém ser capaz de se juntar a estrangeiros para ofender, ridicularizar, desmoralizar a terra onde nasceram, cresceram, onde tiveram suas primeiras experiências… sempre com palavras duras, procuram sempre aquelas que mais podem ferir, são fundamentalmente maus, sem noção de lealdade, o único elo que respeitam é à sua condição de judeus. É como se você se sentasse com seus vizinhos para ofender sua família, há algo nisso que constrange o espírito humano, mas para eles é normal. Não têm nem preocupação de esconder suas intenções, vejam o escriba desse espaço, parece ser a criatura mais inocente e inofensiva do mundo, sempre sorridente, espirituoso, com simpáticas participações na tv…. mas não pensa duas vezes em tratar como algo perfeitamente natural o assassinato de civis que trabalham para o governo do Irâ. Não importa se os individuos não são apenas números para o jogo geopolítico, não é relevante que tenham famílias, esperanças, não importam se têm contas a pagar, sonhos a construir; trabalham em instalações nucleares iranianas, podem ser ASSASSINADOS. É fácil matar um homem. Não quero soar racista, mas nunca na minha vida conheci um judeu em quem eu confiaria numa situação de dificuldade. Não gostaria de ter um deles ao meu lado numa guerra, no trabalho, ou em nenhuma atividade em que a camaradagem e colaboração entre as partes, sem que o interesse individual seja a ÚNICA coisa que conte, se faça importante.
    Caros leitores desta coluna, estou publicando este comentário com objetivos puramente educacionais, para mostrar um surto de antissemitismo e uma carga de preconceitos traduzidos de forma desconexa, grotesca e grosseira. Variações desta doença existem em relação a outros povos, raças e religiões, mas neste espaço existe uma tendência para aflorar a “questão judaica”.

  149. Luís

    -

    01/01/2011 às 22:41

    Passados mais de 28 anos, 16 e 17/09/1982 lembram dessa data? O nome desse ato para mim é genocídio e limpeza étnica, como disse anteriormente os culpados são os autores (falages cristãs) e os omissos (israelenses), ou tem um dedo do Mossad e do Exército Israelense? Então se tornam coautores.
    Assassinar homens, mulheres e crianças, até os animais não escaparam pois podem agir e pensar como seus donos! Impediram a entrada de qualquer ajuda, até o exército israelense limpar a sujeira, leia-se corpos, por isso não se sabe quantos mortos, estima-se 3000, porém nunca saberemos com certeza. Podemos perguntar para Israel onde estão as valas coletivas… me deu arrepios, um filme passou em minha mente.. de 70 anos atrás.
    Não levanto bandeira para regimes ditatoriais, democracias capitalistas sustentadas pelo sangue de outras nações e países belicosos e expansionistas, a argumentação de defesa é hipócrita.
    Esqueci de mencionar o fato: Massacre de palestinos nos campos de refugiados ao sul de Beirute controlado pelo Exército de Israel.
    A história de massacres no Oriente Médio ou apenas no Líbano é ampla. Seus exemplos são seletivos.

  150. maisvalia

    -

    01/01/2011 às 20:28

    Foi por não se oporem a Hitler, que ele conseguiu perpetrar tantos crimes.
    Se ninguém se opor ao louco iraniano e falo aqui sim, de atacar instalações nucleares se preciso for. As pessoas aqui que preferem os chineses não devem conhecer os tibetanos, dos russos por certo nunca ouviram falar dos chechenos, mas são movidos de ódio aos marvardos estadunidenses, e por extensão fingem não ser antissemitas, mas o são.
    Odeiam democracia, gostam de ditaduras. Ora, no Iraque do Saddam o povo era livre e feliz com seu pacífico presidente vitalício, o qual ocupou e invadiu outro – matando só pessoas que mereciam morrer – país porque historicamente lhe pertencia.
    O esquerdismo cega e deixa as pessoas com um antiestadunidense que eu já disse aqui, bocó e infantil.
    Querer ficar sob o império dos chineses ou russos não é se opor a invasões de países ou pregar pacifismo, é pregar ao final o fim de Israel.
    Essa é real motivação escondida. O resto, como bem dizem os imperialistas yankees, é bullshit.
    E o mais curioso no antiamericanismo é que todos os seus membros, sem exceção, se valem de todo o aparato conhecido como american way, para tentar recriminá-lo e destruí-lo: Internet, celulares, computadores, calças jeans, cocacola, ipods, habeas corpus, livre expressão, comentários em “blogs”, sites, carros, harleys, música, cinema, medicina avançada, vacinas, estilo de vida, boeings,lampadas, privadas, microondas,fastfoods, etc e tal

    Mas adoram iraquianos,chineses, russos, Saddan, Mao, Stalin, quem sabe o superhumanista PolPot, que proibiu óculos, por ser objeto de burgueses, hehehehehe. Eu prefiro Lincoln, Kennedy, Reagan, Tatcher, Churchill, e até, comparando com os esquerdos os marvardos Nixon e Bush.

  151. karen

    -

    01/01/2011 às 20:27

    Carlos Cezar se vc acha os comentarios desse ubermenscky corretas voce e tao anti semita como ele, ou vc nao percebeu que toda a retorica dele era caluniar os judeus, exemplos: “perpetrada por uma pequena parcela….do genero humano, que possui conhecido gostos por sobreviver as custas…” ou “nao sao exatamente seres humanos….”?. Voce deveria prestar atencao a quem voce se alinha e que ideias voce suporta. Vc acha que esse ubermenscky queria falar mal so dos Estados Unidos? Rele e raciocina o texto se nao quiser ser comparado a gente desse nivel.

    Sinceramente Caio, eu e que estou nauseada em ler alguns comentarios, eu nao tinha ideia de como tem gente racista e odiosa neste mundo.

  152. Cils

    -

    01/01/2011 às 19:00

    Olá Caio, shalom adonai. Temos que levar em consideração a reação da Russia, caso Israel ataque o Ira. Sei que eles forneceram todo a estrutura para a bomba iraniana. Isso pode tomar proporções proféticas e, sendo assim, Israel não terá apoio de nação alguma, principalmente dos yanques. Mas não acho que isso não vai acontecer já. Penso que se Israel atacar, tera que atacar com todo seu poder destrutivo e não dar chance pra reação, caso contrário, a coisa vai ficar feia no mundo!

  153. carlos cezar marques

    -

    01/01/2011 às 18:11

    CARO UBERMENSCKY,
    Corretas suas palavras, parabéns, embora eu discorde no momento em que você menciona os judeus. Assim como em qualquer lugar, setor ou movimento social, também entre judeus há bons e maus. Quanto a ser anti ou pró, isso e aquilo e tal, não é esta minha preocupação. A revolta, como não me canso de repetir, é com a invasão de países e a destruição entre a população local causada pelo invasor, seja esse bandido estadunidense, chines, russo, iraniano ou israelense. O que precisamos coibir é a invasão e a destruição de uns países por outros países. Quanto ao miolo da sua ideia (domínio: a maior mentira perpetrada por uma pequena e ativa parcela do gênero humano etc), muito bom. Novamente, parabéns.
    Abraços.

  154. ubermenscky

    -

    01/01/2011 às 12:54

    Curiosa essa preocupação de alguns em se identificar como anti ou pró-americanos… isso não significa nada afinal. Os EUA são um país, não têm o monopólio da verdade e da justiça, como tentam nos fazer crer os judeus, como o escriba que posta nesse espaço. Isso é apenas uma propaganda estúpida para incautos. Se alinhar aos EUA não fazem de um governante ou de um país mais ou menos sérios. Isso, novamente, é a maior mentira da história humana, perpetrada por uma parcela pequenina, mas muito ativa e militante do gênero humano, que possui conhecidos gostos e preferências por sobreviver às custas do sofrimento alheio, semeado em guerras, sistemas econômicos, relações internacionais, ou tudo o mais que lhes permita drenar as forças da humanidade para seu proveito próprio, feito uma forma de vida que coexiste conosco numa relação parasitária, doentia…. feito células que se multiplicam sem controle, provocam dor, enfraquecem a natureza humana… não são exatamente seres humanos, se parecem conosco, mas eu duvido que sejam realmente…
    Obsessâo com judeus, normalmente conhecida com antissemitismo pode ser doentia.

  155. carlos cezar marques

    -

    01/01/2011 às 9:57

    Irermos torcer para que China e Russia desbanque logo esse terrível governo terrorista estadunidense. Os crimes hediondos cometidos por estadunidenses são de causar náusea em qualquer pessoa. Não basta dizer que os bandidos foram infelizes ao invadir o Iraque, é preciso dizer que são animais irrecuperáveis que buscam lucros cada vez maiores à custa do sangue alheio. E não se iludam achando que a sede de sangue deles irá diminuir.
    Carlos, seria legal você contribuir com comentários menos discurseiros, com um substantivo entre dois adjetivos, abs, Caio

  156. karen

    -

    31/12/2010 às 23:06

    Carlos Cezar, relax! Seus comentarios tem sido no minimo so numa direcao. Talves fosse legal ser anti americano a um bom tempo atras quando nao sabiamos quase nada sobre a doutrina comunista, agora sabemos que levou a muita dor. Le sobre as pessoas presas em hospitaisl psiquiatricos quando reclamam de alguma coisa do governo chines nos dias de hoje. Os Estados Unidos foi infe;iz de invadir o Iraque no governo do Bush e lamentamos isso aqui mas muitos iraquis comemoram isso, eles costumavam a ser mortos, desaparecer sob o governo do Saddam Hussein. Nao se preocupe, vc logo vai estar sob a influencia da China e as coisas parecem nao melhor levando em consideracao como eles tratam seus cidadaos Peace out!
    HAPPY NEW YEAR, FELIZ ANO NOVO, A TODOS, DE SP, RETORNANDO NO SABADO, PRIMEIRO DIA DA ERA DILMA, PARA NY, UM OTIMO ANO PARA TODOS QUE ACOMPANHAM ESTA COLUNA, CAIO

  157. carlos cezar marques

    -

    31/12/2010 às 16:53

    Caros comentadores,
    Sempre que possível, temos de denunciar os crimes bárbaros cometidos por bandidos estadunidenses dentro do Iraque. Às vezes tento me por no lugar de todos aqueles centenas de milhares de inocentes que perderam seus familiares sob as bombas e sob o fogo pesado do invasor.. Isso, sim, é terrorismo para ninguém botar defeito. É lamentável que o maior terrorismo da atualidade seja cometido em nome de uma suposta “democracia”… que belo exemplo. Isso irá dar folego por muito tempo a muitos outros bandidos, de todos os tipos, pois nada melhor para seguir do que exemplos bárbaros por aqueles que buscam um princípio de caos para se entregarem ao banditismo.

  158. maisvalia

    -

    31/12/2010 às 12:44

    Não sou judeu, mas não sou cego, muito menos anti-estadunidense -como gostam os esquerdos- e concordo com os comentários do marcio bernstein.

  159. Rone

    -

    31/12/2010 às 0:33

    Pelo noticiario ;Israel deu um prazo ao Ocidente para tentar dissuadir o Irã, caso não haja um acordo vai ataca-lo!
    Vejo erros:
    1- Israel nunca atacou e sempre que foi atacado e venceu (1967 !
    2- Vai desestabiliar todo e qualquer tentativa de se conter o desarmamento mundial, se é que com essas declarações já não o conseguiu?
    3-Os norte americanos (que comandam o Ocidente) e que tutelam Israel vão ficar mais desacreditados pelo planeta, serão acusados de cumplices mesmo não dando o aval para esse ataque!
    4- AToda ação existe uma reação igual a força inicial aplicada ,isso estabelecido pelas leis da fisica, qual será o tamanho da reação do Irã a essa ação de Israel no contexto geral?
    5- As consequencias desse ataque “que pode gerar uma guerra imensuravel” não provocaria um novo exodo de judeus , lembrando que a epoca do iraque foram lançados contra Israel misseis “scud “de tecnologia russa decadas de 50 mas que conseguiram atingi-la e os misseis norte americanos “patriot”de defesa não conseguiram dete~los e muitos deles penetraram o espaço aereo , se bem que sua capacidade de destruição era quase que pifia !
    6-Mas nos dias de hoje como o seria ?
    &-Israel está tão certo de uma vitoria?
    Espero não ter de assistir no canal de guerras que ainda é o Oriente Medio mais uma nova guerra por esses patrocinadores…..

  160. marcio bernstein

    -

    30/12/2010 às 23:21

    Antes que eu me esqueça Caio, parabens pelos seus comentarios e pelas respostas educadas a alguns comentarios absolurtamente antissemitas e ignorantes.
    Um abraço,
    Marcio Bernstein

  161. marcio bernstein

    -

    30/12/2010 às 23:15

    quando hitler lancou seu livro MEIN KUMPF (minha luta) em 1933, em que falava de antisemitismo e se librar dos judeus, a grande maioria nao acreditava que esses ideais se concretizassem quando hitler assumiu o poder.
    O que aconteceu a seguir , foi o HOLOCAUSTO.
    Sou judeu e prefiro receber criticas à condolencias.
    A besta iraniana chamada AHMADINEJAD ja disse em alto e bom tom que o IRAN varreria israel do mapa.
    Um fanatico muculmano com armas atomicas é tudo o que nao pode acontecer e se deus quiser, em breve israel destruira as usinas atomicas do IRAN.
    Pior do que as consequencias de um ataque israelense ao iran, seria um iran com armas atomicas.

  162. pagadordeimpostosproPT

    -

    29/12/2010 às 16:42

    Valeu gente, espero que pelo menos durante os próximos quatro anos (que medo!!!) o direito ao debate siga existindo neste país e ninguém passe a ser perseguido ou punido pelo estado(em minúsculo, pelo menos aqui eu posso fazer) por discordar, seja como indivíduo, associação ou órgão de imprensa. Grande abraço e até a próxima oportunidade.

  163. pagadordeimpostosproPT

    -

    29/12/2010 às 16:40

    Carlos Marques, obrigado pelas dicas, mas ajudaria se melhorasse o teu texto também.

  164. amauri

    -

    29/12/2010 às 16:14

    Já que foi tangenciado ao tema aprendizado, temos que nos perguntar para nós mesmo, em qual posição nos encontramos.
    Há três posições possíveis quanto ao assumir nossa condição intelectual: 1) saber que se sabe; 2) não saber que se não sabe e 3) saber que não se sabe. Nas três possibilidades apresentadas, não se buscará aqui a dimensão estética da análise intelectual, senão o estado cognitivo real em que um indivíduo se encontra.

  165. karen

    -

    29/12/2010 às 15:58

    Rammestein, e por causa de gente como voce, Aline e etc e que Israel tem mesmo que existir! E possivel visualizar outro holocausto lendo comentarios como o seu (mas felizmente temos Israel que nao deixara ninguem ser deportado p/ morrer) , este anti semitismo foi passado por seus pais ou e simplesmente odio ou inveja? Va trabalhar com gente necessitada e tenta sentir um pouco de amor ao proximo!

  166. carlos cezar marques

    -

    29/12/2010 às 14:08

    Eu quis dizer Montaigne. Mas também Ulisses, que já li duas vezes na tradução de Houaiis. Agora quero ler a tradução da Bernardina, que dizem ser muito boa.
    Abraços.

  167. carlos cezar marques

    -

    29/12/2010 às 9:38

    Para quem quer aprender a interpretar texto, procure ler Dostoievski, Celine, Joyce, Doblin… esses quatro grandes são incríveis… Crime e Castigo, Os demônios, Irmãos Karamázov, Berlim Alexanderplatz, Viagem ao fim da noite, Morte a crédito… mas filosofia e ensaios também são úteis, como por exemplo Montagne etc…

  168. carlos cezar marques

    -

    29/12/2010 às 9:33

    A leitura ajuda a evoluir na interpretação de texto, sobretudo a literatura, romance,conto, ensaio etc…

  169. carlos cezar marques

    -

    29/12/2010 às 9:31

    Algumas pessoas estão com problemas de interpretação de texto. Quando digo bandidos estadunidenses deixo bem claro que estou me referindo a bandidos do governo estadunidense. Há bandidos em qualquer governo, nos Estados Unidos, no Brasil, na China, na Rússia, em Israel, no Irã etc. Cuidado com a interpretação, gente.

  170. carlos cezar marques

    -

    29/12/2010 às 9:28

    Prezados amigos,
    Sim, amigos, afinal, estamos trocando ideias, democratricamente, como gente civilizada. Vejam que risadinha graciosa do maisvalia. Isso é saber discutir democraticamente. O ponto de vista é outra coisa, cada um tem o seu, assim como o Fabricio Juliano e o Luis também tem um Ponto de Vista. Quanto ao resto, melhor seguirmos o conselho de nosso prezado Caio. Vamos mudar de assunto. Um bom dia a todos.

  171. amauri

    -

    29/12/2010 às 7:42

    Bom dia Caio!
    Houve uma analogia absurda no caso Israel e Irã.
    Ainda não li, nem em jornais anti-semitas e anti-sionista, que Israel quer destruir o Irá e seu povo. Já, até em jornais anti-semita e anti-sionista, leio que o Irá quer varrer Israel e seu povo do mapa. Analogia forçada.abs

  172. Luís

    -

    29/12/2010 às 3:02

    Por que um ataque preventivo contra o Irã? Devido a ameaça de genocídio dos cidadãos israelenses, um dos motivos e o mais alarmante, estou correto?
    Por que não fizeram um ataque prevenivo contra a Sérvia? Pouparia 200.000 mortes de cidadãos bósnios, em três anos de guerra, um genocídio! Por que não fizeram um ataque preventivo contra o Iraque? Pouparia mais de 5.000 mortes de cidadãos curdos e mais de 100.000 iraquianos.
    Limpeza étnica é uma prática comum e milenar da humanidade, os responsáveis não são somente aqueles que põem em prática, mas também os que se omitem por uma questão de conveniência política e econômica. O`que vale para uns não vale para outros, depende do quanto se pode pagar ou está disposto a pagar. Ou como se diz, depende do lado da arquibancada que está.
    Caro Luis, aqui preciso fazer uma intervenção: não procedem estas analogias. Israel não tem planos de limpeza étnica no Irã. Não esconde seu desejo de destruir o programa nuclear iraniano e de fato adoraria, como eu e muita gente, o fim do regime no poder em Teerã, o que evidentemente não é o mesmo que limpeza étnica, mas limpeza política. Quem fala em riscar um outro país do mapa é Ahmadinejad.

  173. maisvalia

    -

    29/12/2010 às 1:01

    Ninguém aqui defende cegamente coisa nenhuma, só não começo textos dizendo que bandidos bolivarianos ou bandidos chineses ou bandidos seja lá o que for. E falar do Afeganistão sem falar das torres de NY é tirar do contexto, ou se a banânia fosse atacada daríamos a outra face, assim como Guantánamo é melhor prisão do que qualquer da humanista cuba e bem melhor que a maioria das prisões da banânia e nem por isso eu falo brasileiros bandidos. Conheça uma daqui,e veja se a tortura não existe! E democracia é isso, 8 anos de Buxi – a geni dos esquerdistas – são substituidos pelo hussein, que no começo era o amor dos esquerdistas, hehehehe

  174. Fabricio Juliano

    -

    28/12/2010 às 18:50

    Prezado e sofrido (assim como todos nós) pagadordeimpostosproPT, gostaria de deixar bem claro que o que me incomoda e a muitos que são taxados de esquerdistas, marxistas, nacionalistas, nazistas etc… e demais besteiras é a eterna submissão não apenas de nosso governo, mas, e isso sim é muito preocupante, de grande parte de nossa população, curiosamente a parte mais favorecida financeiramente que não vê problema algum em bajular outros países e ser a favor de seus interesses ao mesmo tempo em que cospem no país que moram. Isso é revoltante. Nessa lógica sua (correta por sinal) que os israelenses tem o direito de se defender fazendo um ataque preventivo contra esse inimigo declarado chegamos a uma conclusão óbvia portanto (sem direcionamentos ideológicos) que o Irã tb tem o direito de se defender obtendo armamento nuclear ja que seus inimigos declarados possuem e ja demonstraram que não tem problema algum em intervir militarmente em países que não tenham poder nuclear. Interessante como vc e muitos defendem a democracia americana cegamente, e julgam ignorantes aqueles que são contrários. Tb não vou prolongar a discussão só quero lembrar alguns casos recentes, Guantánamo (tortura institucionalizada), Iraque e Afeganistão (milhares de mortes civis por ações diretas das tropas da OTAN), ao que pergunto: o comando militar dessas operações foi sequer trocado quando o atual presidente Sr. Obama assumiu? é claro que não, o mesmo até ja defendeu abertamente a manutenção da prisão de Guantánamo. Dentre outros milhares de acontecimentos na história concluo que realmente é ser ignorante quem defende cegamente essa democracia americana.

  175. pagadordeimpostosproPT

    -

    28/12/2010 às 17:21

    Voltando ao tema, notícia recente deste site: “Irã executa homem acusado de espionar para Israel”, ao longo do texto da reportagem, é transcrita uma nota divulgada pelo irã, que comenta que: “(…)”Ele transferiu ao inimigo informação sobre bases militares, aviões de combate, voos de práticas, acidentes aéreos e sistemas de defesa aérea da Guarda Revolucionária”, (…).
    Conclusão óbvia: Se Israel é considerado Inimigo, é porque o Irã considera que estão em guerra, logo Israel tem o direito de defender-se com um ataque preventivo.

  176. pagadordeimpostosproPT

    -

    28/12/2010 às 16:27

    Fabrício Juliano, gostaria sinceramente de poder ver o mundo do seu jeito, seria muito mais simples. Já dizia John Lennon que “a ignorância é uma espécie de benção, se você não sabe, não existe dor”. Acredito que para você seja reconfortante possuir o monopólio da virtude, mesmo que para isso seja preciso selecionar as verdades que te confortem. Não será menosprezando o interlocutor (no caso o maisvalia) que teus argumentos prevalecerão aliás, essa é uma falácia muito utilizada pelos “construtores de verdades” deste século. claro que não pretendo argumentar em tão pouco espaço, vale para vc o meu post mais abaixo. Outro detalhe a ser salientado é que somente numa democracia como a Americana tais erros (no caso das guerras)seriam mostrados, e um governo seria banido por tais condutas, elegendo um cidadão negro, filho de pai muçulmano e mãe imigrante para comandá-los. Pena que o mundo não é tão simples como vc gostaria.

  177. maisvalia

    -

    28/12/2010 às 15:12

    Caro Fabrício Juliano, me perdoe a franqueza, mas o seu antiamericanismo é bocó, infantil e se você é mais velho do que eu deveria saber que a grande democracia com D maiúsculo no mundo é a americana, o resto é conversa dos que não – especialmente da banânia – conseguiram enxergar que o muro de Berlin caiu e com ele o regime socialista assassino. Mas tendo em vista a educação recebida por aqui, até um garoto de 15 anos americano saberia mais história que você.
    Caros polemistas, de qualquer lado dos muros ideológicos, quarta-feira tem coluna fresca, saideira do ano e assim será bom mudar de assunto. Abraços, Caio

  178. carlos cezar marques

    -

    28/12/2010 às 15:12

    Caros comentadores,
    Espero que todos estejam tendo uma boa tarde. Ao Fabricio Juliano, um abraço. Agora quero dizer o seguinte. Estivemos há pouco analisando o vazamento de dados secretos produzidos por bandidos estadunidenses, coisas que nem seriam tão graves se comparadas com as invasões e destruições perpetradas pelo governo desses bandidos na atualidade, sendo que para princípios de século XXI seria preciso uma qualidade moral superior à dos governos que praticaram outros crimes no passado. Mas o que temos visto é a mesma sede de sangue e a mesma corrida enlouquecida em busca de lucros cada vez maiores por tais bandidos estadunidenses. Aos que gostam de se iludir, desejamos apenas que despertem um dia para um reconhecimento mais amplo e justo das barbaridades cometidas hoje.

  179. Fabrício Juliano

    -

    28/12/2010 às 13:47

    “maisvalia” seria um favor tão grande a todos brasileiros que vc (quando completar 18 anos pois creio que pela forma que tenta insultar os que aqui comentam não tem mais que 15 anos de idade) e todos do seu tipo, inclusive seus papais e mamães pois vcs acabam por ser reflexos dos mesmos, que se mudem para os aglomerados de imigrantes em Miami, Flórida, etc… e se virem la limpando banheiro, lavando prato e demais funções que serão ideais, e isso os seus ídolos são mestres em fazer, para colocar esse orgulho de vcs (Deus sabe do que) no lugar de onde ele nunca deveria ter saído. Na verdade me sinto até envergonhado de rebater seu comentário pq vejo que o restante do pessoal fez o que eu pensei da primeira vez que comentei, e é o certo a se fazer com tipos como vc, simplesmente te ignorou. Que os outros que aqui comentam me perdoem e tb perdoem esse menino. Quando respeito e educação não vem de casa, a vida toma conta dos ensinamentos. No mais deixem o garoto continuar a conversar sozinho.

  180. pagadordeimpostosproPT

    -

    28/12/2010 às 13:37

    Carlos Cezar Marques, tua ignorância em história me assusta! acredita mesmo que os EUA são somente vilões? Que visão limitada essa sua esquerdista de ver a história em “preto e branco”, sem contextualizar os fatos históricos com as circunstâncias regionais e globais. Só para informá-lo, os Vietnamitas sofreram mesmo depois da covarde retirada das tropas Norteamericanas(culpa da enorme campanha midiática contra a guerra), quando aquele povo sofrido ficou a mercê dos teus adorados comunistas (mais de 1 milhão de mortos em poucas semanas). Na Russia, foram 60 milhões e na China 100 milhões. Vai defender essa gente também? Pessoas como você deveria orar quatro vezes por dia voltados para washington, pois quase todos os avanços em termos de direitos civis, políticos e sociais dos últimos tempos ou partiram de lá, ou foram garantidos pela intervenção yankee. Sugiro que pare de repetir o que ouve por ai e vá estudar um pouco (claro, isso dá trabalho). Quanto aos golpes de Estado, tente verificar como ficou a Àfrica depois que teus ídolos de esquerda tomaram o poder em todo o continente! Carlos, sinto ter de dizer isso, mas ao contrário do que disseram teus professores do secundário e do cursinho, vivemos em um mundo complexo.

  181. maisvalia

    -

    28/12/2010 às 12:08

    Sua visão de estória é oriunda do péssimo e esquerdista ensino de história da banânia.
    Repito aqui, se não fossem os marvardos yankees hoje seríamos uma imensa cuba e desfrutariamos do imenso progreçio alcançado pela ilha prisão paraíso, hehehehe

  182. Fabrício Juliano

    -

    28/12/2010 às 11:01

    É triste e revoltante ver como tantos brasileiros defendem interesses de outros países como se estes fossem nossos, ou ao menos beneficiar os nossos interesses. É inacreditável como existem pessoas (ditas “estudadas”) que reamente acreditam que todas essas guerras recentes encabeçadas pelo interesse econômico dos EUA tiveram como objetivo levar a paz, justiça, dignidade, democracia, etc etc…Recentemente vi um documentário sobre a guerra do Iraque, imagens de crianças despedaçadas pelos bombardeios da OTAN, famílias mortas pelo “erro” de ataque, cenas revoltantes que penso que somente uma pessoa doente e totalmente afetada poderia apoiar. E existem brasileiros que apoiam, para eles, e isso é o que se subentende pela forma de outros comentários condição social e preconceito típico, são sub-humanos que estão morrendo ali quase animais que “pagam” o preço de nosso progresso. Ironico saber que esses mesmos brasileiros são tratados no mesmo nível dos iraquianos quando adentram Europa ou America do Norte. Agora um ataque ao Irã está próximo e eu acho que isso irá acontecer, o Irã é o “vilão” do momento, “anti-semita”, “terrorista”, “ditatorial”, mais uma cruzada a caminho em nome da liberdade e democracia. Imagino se eu fosse um iraquiano e minha família fosse morta nesses ataques, o ódio que se seguiria seria eterno e com certeza o mesmo aconteceria com todos aqui. O Irã será mais uma página da história sobre como essa cruzada da democracia e liberdade proliferou o ódio e guerras que simplesmente são impossíveis de vencer, fato comprovado com a retirada do Afeganistão (que ja esta programada para o ano que vem) e a retirada do Iraque com a implantação do governo fantoche “democratico” que todos sabemos poderá fazer qualquer coisa menos estabilizar a região.

  183. carlos cezar marques

    -

    27/12/2010 às 21:50

    Caros amigos,
    Minha revolta é com as atrocidades e injustiças cometidas por bandidos estadunidenses nos últimos cem anos. Que nome podemos dar ao massacre de centenas de milhares de inocentes no Iraque por culpa dos invasores? Que nome daremos aos milhares de sacrificados no Vietnã sob o monstruoso napalm lançados por pilotos norte-americanos? Como iremos denominar o apoio dado por norte-americanos a inumeráveis golpes de Estado e a ditaduras sangrentas e ordinárias em várias partes do mundo? Se tudo isto não configurar o maior terrorismo de Estado de todos os tempos, então estaremos sendo hipócritas, assassinos e coniventes com um dos governos mais traiçoeiros do planeta.

  184. maisvalia

    -

    27/12/2010 às 21:17

    “Os bandidos estadunidenses”

    Quando alguém começa a debater com esta frase, com certeza só ele conhece estória, não história, hehehehe

  185. carlos cezar marques

    -

    27/12/2010 às 19:08

    Parabéns, Luís, pelas ideias corretas e palavras certeiras. Continuemos nesta batalha. É preciso libertar Gaza e Cisjordania.
    Caro Carlos, libertar para quem e de quem? No caso de Gaza, espero que haja libertaçao do Hamas, abs, Caio

  186. Luís

    -

    27/12/2010 às 16:08

    O Estado de Israel deve continuar existindo, o fato de não concordar com sua política externa não o descredencia.
    Assentamentos em territórios ocupados, porque não os anexam? Dariam direitos plenos aos cidadãos desses territórios? O melhor seria voltar as fronteiras iniciais.
    Anti-semitismo jamais, como qualquer outra intolerânia, ignorância e preconceito. Questionar o sionismo e o fundamentalismo iraniano é uma coisa, mas questionar o judaísmo é irracional, assim como questionar o islamismo, cristianismo, budismo etc.
    Não há consenso interno nem em Israel e nem no Irã, diga-se de passagem o que fizeram com Yitzhak Rabin e Al Mabhuh.
    As ditas grandes nações democráticas dariam orgulho a Josef Stalin, Gen. Douglas MacArthur e Joseph Goebbels.

  187. carlos cezar marques

    -

    27/12/2010 às 16:06

    Os bandidos estadunidenses vêm invadindo e arrebentando desde o início do século passado, mas para entender isso é preciso conhecer um pouco de História. Quando deu certo o plano espetacular que destruiu os prédios, os estadunidenses já vinham cutucando a onça com vara curta há muito, muito tempo.

  188. Devildom voyeur

    -

    27/12/2010 às 13:13

    O leitor Luís está certo quando diz que a mídia é tendenciosa e falaciosa, porque a grande mídia, a nacional e a internacional, já se especializou em bater no Estado de Israel. Independentemente do que o país faça, ele sempre apanhará da mídia. Em relação à “política expansionista e terrorista do Estado de Israel”, será que a retirada unilateral israelense da Faixa de Gaza, em 2005 e o recente congelamento de novas construções de assentamentos judaicos na Cisjordânia, decretado por Benjamin Netanyahu, seriam exemplos dessa “política”?

  189. maisvalia

    -

    27/12/2010 às 11:55

    TUDO CULPA DOS MARVARDOS YANKEES QUE NÃO DEIXAM BARATO UM ATENTADO CONTRA DOIS PREDIOZINHOS EM NY. DEVEMOS APOIAR A DITADURA CHINESA E A SEMI DITADURA RUSSA, HEHEHE
    AÍ SIM FOMOS SURPREENDIDOS PELO ANTIAMERICANISMO DO CELSINHO.
    EM QUE MUNDO OCIDENTAL VIVEM OS APOIADORES DO LOUCO DO IRÃ???

  190. fernando

    -

    27/12/2010 às 11:19

    Os países de maioria islâmica que aceitaram (ou foram submetidos) a regimes fundamentalistas, optaram por regredir em 700 anos de avanços nos direitos fundamentais, políticos e sociais. Pior para esses povos, e que permaneçam com seus regimes teocráticos, em situação de semiescravidão, pautados pela intolerância enquanto merecerem (Caso da Arábia Saudita). O que não se admite é que tentem impor aos Países “livres” suas crenças (caso do Irã, que apoia abertamente o terrorismo, e tem pretensões de extermínio de uma nação). Some-se a isso um líder que beira a insanidade e acredita ser um messias, prestes a desenvolver armas nucleares. Diante disso, acredito que caso não reste alternativa, um ataque preventivo seria admissível.

  191. Luís

    -

    27/12/2010 às 2:46

    As armas usadas contra os curdos iraquianos forem em 87 e 88, os Estados Unidos não fizeram nada na época, lógico, não era do interesse deles. A região estava em guerra e os Estados Unidos financiava Saddam Hussein. As armas também foram usadas contra os xiitas iraquianos, “alinhados” com os iranianos, e silêncio dos Estados Unidos, pois os interesses econômicos são prioritários, o resto é efeito colateral.

  192. carlos cezar marques

    -

    26/12/2010 às 23:18

    É preciso estar atento e prosseguir com as campanhas contra a invasão e destruição de países. Quanto mais gente opinar a respeito, melhor será para os oprimidos. Acredito que irá crescer cada vez mais o apoio à China e à Rússia na intenção de que, isto acontecendo, os bandidos estadunidenses pensarão duas vezes antes de invadir e arrebentar com outros países.

  193. carlos cezar marques

    -

    26/12/2010 às 23:11

    Nunca é demais repetir em casos assim: Os Estados Unidos entraram arrebentando no Iraque, não para procurar armas de destruição em massa, mas para continuar expandindo seu complexo industrial-militar e buscar o aumento de influência e poder de decisão no oriente médio. Felizmente os iraquianos têm sangue nas veias e conseguiram frear até certo ponto a ganância estadunidense, embora centenas de empresas norte-americanas continuem obtendo lucros altíssimos naquele território. E é uma pena que tantos iraquianos tenham morrido, em contraste com o pequeno número de invasores mortos, esses sim, poderiam morrer aos milhares e milhares anualmente.

  194. maisvalia

    -

    26/12/2010 às 18:16

    Devemos também perguntar aos curdos iraquianos sobre as armas de destruição em massa, né?
    Eta antiamericanismo bocó!
    É o megalonânico celso amorim fazendo escola, arre…

  195. Luís

    -

    26/12/2010 às 1:29

    Devemos perguntar aos judeus iranianos se concordam com a política expansionista e terrorista do Estado de Israel. Quem não está entorpecido pela mídia tendenciosa e falaciosa já sabe a resposta.
    Caro Luis, em Teerã, os judeus iranianos podem fazem este tipo de pergunta. Em Israel, eles também tem liberdade para questionar a politica externa de Israel. Seria legal se estes judeus iranianos ou iranianos em geral pudessem questionar a politica externa iraniana sem temer prisao ou coisa pior, abraços, Caio

  196. Luís

    -

    26/12/2010 às 1:09

    Onde estão as armas de destruição em massa iranianas? Será que estão onde os iraquianos colocaram as deles?
    A mídia brasileira sempre reproduzindo o que é dito pelas agências Estadunidenses e Européias, lamentável.

  197. Opinião de um analfabeto

    -

    25/12/2010 às 14:24

    Cada comentário que aparece dá até calafrios.
    É lamentável que o Brasil esteja conduzindo a politica externa com esta mentalidade.
    Brasil não consegue nem solucionar os problemas mais urgentes de educação, saúde, segurança, infraestrutura, instituição confiável, etc, fica metendo bedelho onde não é chamado.
    No nosso país,todo ano, morre muito mais gente do que na guerra de Iraque por causa da violência.
    Lulla pensa que é só levar a seleção brasileira de futebol para jogar contra time formados com palestinos e israelenses, pronto! está solucionado o conflito.
    Coisas de petistas.

  198. maisvalia

    -

    25/12/2010 às 8:10

    E eu quero dizer que os comentários de ambos são infantis, no mínimo, hehehe

  199. carlos cezar marques

    -

    24/12/2010 às 15:33

    Quero dar os parabéns a Carlos Soares pelo comentário absolutamente correto!

  200. duduvieira

    -

    23/12/2010 às 19:53

    Meu Prezado C. Blinder;
    Realmente é um fato que sabemos como começa, mas não sabemos como vai terminar. Fatalmente irá acontecer, para o bem ou para o mal. Como já aconteceu com o Iraque, em poucos minutos Israel enterrou a Usina Nuclear do Saddam, e acabou com seu sonho de dominar as Arabias.sds.

  201. carlos cezar marques

    -

    23/12/2010 às 18:38

    É impressionante (deplorável) como pessoas, aparentemente inteligentes à primeira vista, podem se tornar tão mesquinhas e insignificantes, moralmente falando, ao tratarem de assuntos como Israel-Irã ou Estados Unidos-Iraque. Ou seriam tão-somente hipócritas? O que mais será preciso para que muitos enxerguem claramente o “atire-primeiro-pergunte-depois” de estadunidenses e israelenses?

  202. Rodrigo

    -

    23/12/2010 às 11:07

    Israel tem meu apoio para um ataque desde já, Blinder.
    Sou mais cauteloso, abraços, Caio

  203. carlos soares

    -

    22/12/2010 às 22:31

    Israel pode ter bombas atômicas, e fazer ameaças veladas, o Irã, não
    pode, quanto egoísmo.
    Caro Carlos, nao existe equivalência moral e estratégica, abs, Caio

  204. Fabricio Juliano

    -

    22/12/2010 às 1:10

    Marc,
    Com o devido respeito, ao vc dizer que: “A Guerra do Iraque jamais foi por petróleo…” demonstra uma ingenuidade ou até um tendencionismo cômico, após as movimentações militares a primeira atitude do governo dos EUA após estabelecida a segurança foi enviar as empresas petrolíferas que cumpriram seu objetivo de forma satisfatória depois desse tempo todo, pode acreditar que as reservas estratégicas de petróleo nos EUA aumentaram bastante de tamanho, isso que vc diz de ter comprado o petróleo iraquiano é tão obscuro e duvidável quanto as negações do governo petista sobre o mensalão, ou seja, uma prática criminosa usual e tradicional que todos sabem que sempre aconteceu.Agora se vc diz que o petróleo não foi a causa principal da invasão foi o que então? depor um tirano e levar a divina democracia para os miseráveis iraquianos? bem se for isso os magnatas da indústria bélica americana vão acender charuto com dinheiro pois só no continente africano temos inúmeros países “necessitando” da salvação. Isso irá acontecer algum dia? acredito que até vc duvide.

    Outra afirmação sua: “Se os EUA atacarem o Irã, a população provavelmente vai ajudar a depor Ahmadinejjahd.” presenciamos algo parecido no Iraque, após a “tomada” de Baghda os marines derrubaram uma estatua de Saddam que ficava na principal praça e os populares foram la e cuspiram e bateram com seus calçados na estátua caída (no oriente médio é a pior forma de insulto atacar alguém com as solas do calçado pois representa sujeira). O que aconteceu nos anos seguintes? uma guerra de guerrilhas insustentável em que o POVO iraquiano mostrou claramente, e isso imprensa nenhuma conseguiu camuflar, que não aceitaria a ocupação militar ocidental, será pq? se os mesmos traziam a glória da liberdade/democracia/moralismo etc? fato esse comprovado que as baixas (mortos e feridos) dos soldados da OTAN no Iraque ocupado alcançaram níveis insustentáveis e a retirada ja tem data marcada.

    Meu caro, as coisas não são como aparentam, no Iraque depois de todos esses anos de invasão humanitária mais de 100 mil civis morreram, nunca vi, veja bem, NUNCA VI um jornal brasileiro ou que seja repudiando todas crianças, idosos etc, esses sim realmente inocentes, mortos nesse conflito. Que humanatirsmo é esse? Na verdade,
    Caro Fabricio, sem entrar nos detalhes de seu saudável debate com o Marc, apenas queria lembrar que boa parte da morte dos civis foi fruto de lutas sectárias (xiitas contra sunitas) ou a cargo de terroristas da Al Qaeda ou remanescentes do regime de Saddam Hussein, abs, Caio

  205. Marc

    -

    21/12/2010 às 20:30

    Fabrício,
    Grande parte do povo iraniano não está com Ahmadinejjahd e não apoiaria seu comentário. Saddam Hussein também tentou demonstrar que a Guerra era contra o Iraque e os Iraquianos, e não contra seu regime genocida. Deu errado e foi enforcado sob aplausos da população, como Mussolini e outras tiranos também foram.
    A Guerra do Iraque jamais foi por petróleo, afinal de contas, se a guerra tivesse sido por petróleo por que os EUA continuam(comprando) petróleo do Iraque? Sim, os EUA compram óleo iraquiano da mesma forma que compram da Arábia Saudita ou da Venezuela.
    Se “saquearam” o país do admirável Saddam Hussein, por que nomearam um Governo soberano iraquiano para administrar o país? Com participação das alas xiita e sunita. Por que não nomearam ministros americanos e um presidente americano já que se trata de uma invasão “imperialista”?
    Nos mostre que os EUA são donos do petróleo iraquiano e que o Iraque virou mais um Estado Americano. Os EUA são tão imperialistas, mas tão imperialistas, que devolveram todos os países que libertaram após a 2a guerra mundial.
    Se a Guerra foi apenas por petróleo, por que os EUA não invadiram o Kuwait, Qatar ou os Emirados Árabes, que além de possuir vastos poços de petróleo, possuiam um poderio militar muito menor do que o Iraque de Saddam?
    Se os EUA atacarem o Irã, a população provavelmente vai ajudar a depor Ahmadinejjahd. E os brasileiros esquerdistas vão ficar sozinhos tentando salvar o regime tirano e nuclear, junto com Celso Amorim e outros delirantes.

  206. maisvalia

    -

    21/12/2010 às 19:34

    Só me interessa ouvir papagaios de bolivarianos socialistas do outro mundo possível, hehehehe

  207. Fabricio Juliano

    -

    21/12/2010 às 18:57

    Analisem a geopolítica da região do Irã. Sem contar que se trata de um país com uma cultura milenar, com uma história de guerras e mais guerras. Ao sul temos Afeganistão (país sob ocupação militar ocidental a quase 10 anos), Paquistão (país que tem armamento nuclear). Ao leste temos China (país que tem armamento nuclear). Ao norte temos Rússia (país que tem armamento nuclear). Na parte oeste temos Israel (possue armamento nuclear e plena disposição de ataque) e o Iraque (país que foi devastado e saqueado por uma invasão ocidental) país esse que dispensa comentários, até o mais assíduo colonizado não tem como contestar o real motivo da invasão desse país que teve mais de 100 mil vitímas civis em nome do aumento da reserva estratégica de petróleo dos EUA. Agora dizer que os iranianos não tem o DIREITO NATURAL de se defender é complicado do ponto de vista estratégico e de defesa do próprio povo iraniano, é muito claro inclusive que o caminho para o ataque já está sendo construído a muito tempo atribuindo a condição de “vilão” ao Irã e por tabela a toda religião islamica. Interessante ver que países como Arábia Saudita praticam o mesmo radicalismo religioso em suas leis e nunca vi esse fato comentado em nossa grande “mídia” sendo isso claramente uma tendência ocidental de proteger os interesses norte-americanos pois os sauditas são aliados dos EUA, me pergunto em que isso beneficia o INTERESSE BRASILEIRO? é como a ovelha que protege o pastor pois pensa que o mesmo só tem a beneficiá-la. Uma máxima histórica das relações internacionais diz que “na diplomacia não existem amigos e sim interesses”. Não importa qual governo esteja na presidência do Brasil, esquerda ou direita, a submissão brasileira a interesses imperialistas externos é um fato histórico que ao que me parece nunca acabará, basta notar o repúdio que os “adultos” tem do pensamento que prolifera em nossas universidades públicas de tentar valorizar NOSSO PAÍS para NOSSO BENEFÌCIO sentimento esse manifestado de diversas formas que quase sempre são taxados de esquerdistas/marxistas etc etc… a pura aberração para nossas elites burras e corruptas. Só posso concluir que é como um outro “vilão” contemporâneo disse certa vez “Imprensa brasileira??? não me interessa ouvir papagaios dos norte-americanos”.

  208. jorji

    -

    20/12/2010 às 16:04

    Rammstein, a partir do momento em que homens e mulheres começaram a praticar ato sexual sem finalidade de reprodução, todos nos tornamos prostitutas, sejam homens ou mulheres, prostituição não significa imoralidade, mas a partir do momento em que homens e mulheres começaram a praticar ato sexual sem finalidade de reprodução, nascera a família e posteriormente as religiões, também nascera todas as virtudes e vícios de nossa espécie. Judeus não são confiáveis, nem os japoneses como eu, nem alemães, nem brasileiros, nem americanos, etc, aliás, todos os valores que apregoamos, nada mais são que referencias de comportamento, voce definiu muito bem, somos todos prostitutas, do mal e do bem também. Sou contra todas as religiões, sou ateu, condenar os judeus é um desses absurdos imperdoáveis de natureza religiosa, e vai durar muito tempo ainda.

  209. Rone

    -

    20/12/2010 às 10:49

    Deu erro na conexão …….

    Em Jeruzalem , uma reporter de TV vai ao “muro das Lamentações
    “para entrevistar um velho judeu.
    Chegando lá vê que ele está rezando.
    Depois de uma hora ele para e quando está deixando o local
    ela o aborda.
    Bom dia!
    O senhor é a pessoa mais velha e quem vem diariamente
    rezar !
    Ha quanto tempo o senhor vem aqui?
    Ahhhnn..Há pelo menos uns 60 anos!
    Nossa!
    E rezou pedindo o que, nesses anos todos?
    Pela paz entre judeus e muçulmanos!
    E como se sente apos esses 6o anos rezando?
    Como se tivesse falando com as paredes…..
    not bad, abs, Caio

  210. Marc

    -

    20/12/2010 às 10:07

    Caio, convide o Ricardo Amorim para passar uma temporada em NY, creio que fará bem para ele. A cada programa o economista fica mais socialista. Se continuar como está ainda vai virar um Ministro da Dilma.
    Ah, e a teoria dele de que o preço do barril do petróleo ia explodir no fim de 2010 não aconteceu.
    Abs,

  211. maisvalia

    -

    19/12/2010 às 18:45

    “Por esta razão, é preciso rebater com firmeza educada. Abraços, Caio”
    Caro caio, você é muito educado e pacífico. Se eles comentasse isso no teu vizinho Augusto teriam levado chinelada e se falassem mal do meu octacampeão eu já tinha decretado uma fatwa, hehehe.
    Mas falando sério, ser antissemita no mundo ocidental é dose para cavalo, até paraguaio…
    Creio que o recado foi bem dado. Isto é que importa para mim e espero que para os paraguaios também, abs, Caio

  212. Anouk

    -

    19/12/2010 às 17:24

    Caro Caio,
    Alines e Rammsteins revelam em seus comentários o pior dos sentimentos; a inveja. Merecem apenas a nossa compaixao.
    Abs.
    Obrigado, Anouk, mas há um risco em ser condescendente. Por esta razão, é preciso rebater com firmeza educada. Abraços, Caio

  213. Jornalista M.F.Machado

    -

    19/12/2010 às 16:00

    Se lá do assento etéreo onde subistes, memória desta vida se consente, não te esqueças daquela sinceridade ardente, que já em olhos meus tão pura vistes, e se vires que pode merecer-te de alguma coisa a dor que me ficou, da mágoa sem remédio de perder-te, oh Israel, roga a Lula que teus anos encurtou, que tão cedo não leve as crianças de Israel a ver-te, quão cedo desse mundo te levou.

  214. Rammstein

    -

    19/12/2010 às 15:06

    Caio, quando você fala tão calmamente de ASSASSINATO DE ESTADO, matar civis, cientistas, destruir famílias inocentes para que o mundo se adeque aos interesses das sua gente, você em tudo se denuncia…. a verdade é que centenas de gerações de seres humanos não confiando nos judeus não podem estar erradas… não é possível que quase toda a humanidade esteja enganada e apenas os judeus corretos… isso é conta o senso comum e a navalha de Ockam.É evidente que, conforme se verifica nas suas exaltadas manifestações a alguns comentários anteriores, sua reação natural será desqualificar minha opinião, da sua maneira limitada, se me permite…. vamos ser sinceros, é evidente que israel tem direito a existir; mas não vamos fingir que se trata de uma nação com letras maiúsculas e elevada dignidade, pois sobrevive como uma prostituta suja cujo dono e senhor(EUA) a tem sempre ao pé de si. O fato é que o mundo nas próximas décadas não será o mesmo ao qual os judeus se acostumaram(e por fineza não nos venha falar novamente sobre a diferença entre judeus e israelenses, porque ninguém de fato dá a mínima). Seu mestre, os EUA, serão ainda a maior potência militar, mas não terão mais recursos em tanta profusão para amparar grandes campanhas no exterior(guerras para servir aos interesses dos judeus, pagas com sangue americano – pobres americanos, tão fáceis de manipular pelos zionistas, em sua ingenuidade – as raposas cuidam do galinheiro)).
    Por que eu e minha gente (somos todos prostitutas) não devemos nos exaltar? Afinal, gente, como você, escreve: ” A verdade é que centenas de gerações de seres humanos não confiando nos judeus não podem estar erradas”. Minha gente não pode estar errada quando denuncia o milenar antissemitismo. Ainda fico incrédulo com o tipo de reação desproporcional (do lado negativo) quando minha coluna tem a palavra Israel. Rammstein (você pode se apresentar também como “Goldstein”), por que eu não iria desqualificar um comentário (com minhas limitações), quando você, como tantos, mistura política externa de um país com o DNA de um povo (não preciso lembrar quem foi craque para fazer isto)? E obrigado pelo favor de permitir o direito à existência de Israel.

  215. LIMA

    -

    19/12/2010 às 11:42

    É UM RISCO ENORME, PARA A HUMANIDADE, QUE O IRÃ SEJA BOMBARDEADO POR ISRAEÇ. ENTRETANTO, O IRÃ PARECE QUE NÃO ENTENDE OUTRA LINGUAGEM, A NÃO SER A DA FORÇA. O AMIGO DO MOLUSCO QUE SE CUIDE.

  216. alexandre

    -

    18/12/2010 às 18:42

    caio,infelizmente não vejo outra alternativa senão o ataque de israel,se de posse da bomba não ha garantias que o irã não use.
    chego a pensar que é isso que o ahmajinejad quer,pra unir o pais em torno dele

  217. amauri

    -

    18/12/2010 às 16:36

    Ola Caio!
    O nó com o Irã não tem nada a ver com a causa Palestina. Havendo o estado palestino ou não o nó ficará, a retórica iraniana continuará. Se materializando estado palestino, eles também lutarão para hospedar uma bomba atômica. abs
    Amauri, concordo que não existe uma relação direita, mas um acordo com os palestinos é uma oportunidade histórica para Israel melhorar suas relações com o mundo árabe e isolar os setores mais radicais, como Hamas, Hezbollah e forçar a Sïria a eventualmente mudar sua posição pro-Irã. Claro que não é tão mecânico assim, mas Israel hoje tem uma posição bem segura em relação a seus vizinhos convencionais. O desafio são adversários assimétricos e o Irã, Abs, Caio

  218. Cristhian Tambosi

    -

    18/12/2010 às 15:52

    Caio,
    Acho mais preocupante o Irã ter a bomba do que países como a Coréia do Norte, China, Cuba, etc.
    Os países comunistas são materialistas e todos, eu acho, não possuem religião. Acredito que um país materialista nunca vai explodir tudo, pois, como não acredito em nada além do material, se explodirem o mundo tudo acaba.
    Os países comunistas só querem manter seus nacionais trancafiados em seus territórios.
    Diferente é um país religioso e um líder religioso. Como as religiões acreditam em um mundo após a morte (paraíso), explodir este mundo não deve ser muita preocupação para eles.
    Olá, Christian, não se preocupe: Cuba não terá a bomba. Por ranking, me preocupa mais a Coréia do Norte, seguida pelo Irã. A China é interdependente com as economias capitalistas, não pode matar a galinha dos ovos de ouro, abraços, Caio

  219. amauri

    -

    18/12/2010 às 15:43

    Boa tarde Caio!
    Em uma reportagem feita com Daniel Pipes, ele respondeu a pergunta: se outros países estavam impedindo Israel de uma ofensiva ao Irã. Ele respondeu:
    De 1948 até 1993, Israel tinha uma política de dissuasão que implicava em um objetivo de vitória. Em 1993, os líderes adotaram uma política de apaziguamento. Traduzindo: dê alguma coisa a seu inimigo, na esperança de que ele deixará você em paz. O apaziguamento foi abandonado em 2000, em favor de retiradas multilaterais, que então acabaram em 2006. Agora, não há política nenhuma.
    Não há lugar algum para onde o governo de Israel esteja tentando ir; ele está simplesmente tentando tapar buracos. O que ele está tentando fazer em Gaza, por exemplo? Está tentando se livrar do Hamas? Tentando fazer o Egito assumir o lugar? Ou tentando libertar Gilad Shalit? Eu atribuo isto à falta de objetivos diplomáticos. Esta não é uma questão de pressão exterior.
    Amauri, insisto que não vejo saída a longo prazo senão um acordo definitivo entre Israel e palestinos. A curto prazo, não existem condições diplomáticas, políticas, culturais e emocionais. A diplomacia do governo Netanyahu é vaga, pois ele parece não saber o que quer e tem uma extrema direita muito forte na coalizão. No lado palestino, é a instransigência do Hamas e a impotência dos moderados, Abs, Caio

  220. Hermes

    -

    18/12/2010 às 13:07

    Grande Caio.Assunto muito espinhoso.No final,acredito que Israel não vai ficar só olhando o Irã construir sua bombinha atômica ,sem fazer nada. Certamente vai tomar alguma atitude,com ou sem os Estados Unidos. Não pude deixar de reparar que alguns comentários são de lascar…
    E tudo o que é espinhoso machuca o raciocínio. Creio que os americanos tampouco estejam preparados para aceitar o Irã com bomba, já basta a Coréia do Norte, abs, Caio

  221. Felipe Sales

    -

    18/12/2010 às 12:53

    Acho extremamente desgastante ter que ler os comentários desses defensores de causas erradas. O lobby de boa parte da esquerda agora se vira contra o Estado de Israel em qualquer questão. Já ouvi de alguns amigos de cursos de Relações Internacionais que a decisão brasileira, por exemplo, de “apoiar” Ahmadinejad foi muito acertada, apesar de eu nunca ter percebido nenhuma vantagem advinda das “negociações” com o Irã. Não chegamos a acordo nenhum, não recebemos apoio internacional (pelo contrário) e nossa tentativa de estabelecer laços comerciais com aquele país não vão valer muito quando ele conseguir a maldita bomba.
    De qualquer modo, assim também seguem as outras tantas tentativas internacionais de diplomacia. Todas infrutíferas nos mais variados níveis. Gostaria muito que a situação não chegasse num ponto crítico, mas cada vez mais percebo a inevitabilidade de um ataque. É uma pena, mas, desse ataque, definitivamente não pode surgir um cenário mais complicado do que aquele que se estabelecerá se Irã for deixado livre para alcançar poder nuclear.
    Caro Felipe, para a esquerda, apoiar o Ahmadinejad é falência moral. Aliás, o Irã é um país que massacrou a esquerda desde a revolução islâmica. Sobre a diplomacia brasileira, no comments, já falei demais sobre seus descaminhos. Abs, Caio

  222. marcos moraes

    -

    18/12/2010 às 10:21

    é…Sinuca de bico.

    Uma questão pra você, se possivel, refletir. Aqui quebra-se o pau por causa dos governadores de oposição, que se reuniram em Maceió pra dar vexame. Pergunto:

    Como é nos States? Governadores de oposição exercitam a oposição ou ficam como os daqui, parados como avestruz?

    Parabéns pelo blog!

    MAM
    Oi Marcos, governadores aqui raramente têm a visibilidade nacional dos nossos governadores, exceto quando têm pretensões presidenciais, o que é um caminho natural para a Casa Branca (Bush foi governador do Texas, Clinton, do Arkansas). Mas obviamente eles exercitam suas prerrogativas para conseguir verbas do governo federal. Mudou um pouco com algunas governadores republicanos que querem distância do governo Obama. Mas realmente é outra realidade política e cultural (não que seja uma maravilha por aqui), abs, Caio

  223. Emilio

    -

    17/12/2010 às 23:22

    Que baita chute. Nunca acertastes. Concelho: cala a boca ou melhor não escreve bobagem.
    Um “concelho”": elabore minhas bobagens.

  224. Daniel

    -

    17/12/2010 às 21:39

    Se uma questão maior sobre Israel está ligada diretamente ao Cristianismo, o Papa mente!

  225. maisvalia

    -

    17/12/2010 às 16:18

    Caros Marc e Lucas, são todas as academias e escolas brasileiras que estão infestadas pelo italiano comunista. O Caio só não liga porque não mora aqui, mas se aqui estivesse estaria precupadíssimo com a educação de seus rebentos. Recebi outro dia um convite para uma noite de autógrafos de livro – escrito por professores e mestrandos do Mackenzie – que se propõe a fazer uma crítica dos 20 anos do Código de Defesa do Consumidor. Infelizmente apaguei, mas continha toda sorte de argumentos contra o capitalismo e consumo, que os autores denominam de consumerismo – palavra da novilíngua, hehehehehe
    O FEBEAPÁ nunca esteve tão em moda na banânia

  226. Lucio Flavio

    -

    17/12/2010 às 14:35

    Baruch HaShem!
    Caio, tenho uma posiçao muito parecida com a sua em relaçao a Israel e o Ira. Também, como você, sou um defensor ferrenho da paz entre os povos. Mas sabemos que esta situaçao esta ficando insuportavel. Algo precisa ser feito. E rapido.
    Moro em Montreal e tenho alguns amigos iranianos e também eles nao estao nada satisfeitos com o atual regime e posiçao do Ira nesse lenga-lenga toda.
    Entao pra concluir: nao seria mais inteligente Israel patrocinar (com serviço de inteligencia, armas, etc) a parte da populaçao descontente com o governo (o que nas ultimas eleiçoes foi mostrado que é a maioria) pra que ela comece uma revoluçao interna, desestabilize o atual governo e enfim o retroceda seus planos nucleares?
    Abs e Shabbat Shalom (sei que ainda é cedo, mas daqui a pouco ele começa ;-)
    Caro Lucio, viva Montreal! Legal que voce legal a coluna. Creio que interferencia externa nao ajuda muito esta heroica populacao iraniana que quer mostrar que o pais é mais do que a ala obscurantista que reprime e provoca o mundo, shabat shalom, abracao, Caio

  227. Lucas

    -

    17/12/2010 às 9:38

    Marc (8:52), você esqueceu a UnB.
    É por essas e outras que em agôsto próximo, meu filho estará iniciando a pós graduação na Georgetown University.
    E, para que não pairem dúvidas sobre o que penso sobre a questão, continuo aguardando o que o Dilmão pensa das idéias de Jabotinsky.
    Saravá, prá quem é de saravá..
    Caro Lucas, parabens pela escolha da Georgetown, abs, Caio

  228. jorji

    -

    17/12/2010 às 9:17

    Antissemitismo, definitivamente a nossa espécie não tem jeito, como pode em pleno seculo XXI ainda existir tanto ódio embasado em religião, raça, etnia, etc, Aline, porque tanto ódio?

  229. Marc

    -

    17/12/2010 às 8:52

    aline disse:
    “Como alguém pode ser ainda pró-judeu? Não leram A Industria do Holocausto, do Finkelstein, um judeu que arrasa os próprios compatriotas?
    Viva a causa palestina!” 16/12/2010 às 19:14

    Esse é o pensamento típico da grande maioria dos estudantes da PUC, USP, UFRJ, UERJ e outras. A revolução derradeira no Brasil não se dará com armas ou genocídio. Ela está acontecendo neste exato momento. Corações e mentes sendo doutrinados em todas as escolas e Universidades do Brasil, sejam públicas ou privadas.

    Caio, infelizmente a tendência é que você receba cada vez mais este tipo de comentário. O Gramscismo está trazendo mudanças bastantes significativas. Quando esse pessoal for a maioria da população a coisa vai esquentar ainda mais.
    Abs,

  230. Rone

    -

    17/12/2010 às 8:18

    “Um mal acordo de paz é melhor que uma boa guerra”
    ( se é que existe boa guerra)

  231. Devildom voyeur

    -

    17/12/2010 às 0:05

    Infelizmente ainda há quem questione a legitimidade do Estado de Israel, como se aquela pequena faixa de terra no Oriente Médio tivesse sido entregue aos judeus de mão beijada por diplomatas, numa seção da ONU. O fato histórico é que se dependesse da ONU, o estado judeu teria sido eliminado já no primeiro dia de sua existência. É bom lembrar que Israel, na sua Guerra de Independência, lutou e venceu SOZINHO o poder combinado de cinco exércitos árabes. E se um evento como esse não for suficiente para legitimar a existência de um país, eu não sei mais o que é.

    Em relação ao possível ataque preventivo israelense às instalações nucleares iranianas, a distância geográfica que separa os dois países ou a capacidade de defesa das forças armadas iranianas é o que menos preocupa as autoridades israelenses. Quem dera esses fossem os únicos “problemas” envolvendo tal ação militar… Há 30 anos, quando Israel atacou o reator nuclear iraquiano, os israelenses conseguiram sobrevoar com caças F-16 os espaços aéreos saudita e iraquiano sem ser pegos por nenhum radar; atualmente, é possível que a Arábia Saudita abra seu espaço aéreo para que os israelenses se dirijam às instalações nucleares iranianas, mas o mais provável é que o ataque ocorra pelo Golfo pérsico. Na época, Saddam Hussein se limitou a choramingar a perda do brinquedo, já que o valente não quis retaliar o ataque israelense.

  232. Lucas

    -

    16/12/2010 às 22:11

    Diga lá, Dilmão…Estou esperando.
    Qual o motivo?

  233. Samuel Clein

    -

    16/12/2010 às 20:14

    Caio,

    Você fala que Israel nunca deixará de existir. Claro vc é Judeu. Agora imagine a América quebrando quem vai segurar Israel? A China? Há 10 anos achava que nunca veria a Grande Queda, agora percebo que verei em algumas décadas.
    Caro Samuel, a América não vai quebrar e a China tem boas relações com Israel. Abs, Caio

  234. aline

    -

    16/12/2010 às 19:14

    Como alguém pode ser ainda pró-judeu? Não leram A Industria do Holocausto, do Finkelstein, um judeu que arrasa os próprios compatriotas?
    Viva a causa palestina!
    Aline, diga viva a causa palestina, seja panfletária, seja muita coisa, mas não seja ignorante ou porta-voz de um antissemitismo tosco (pleonasmo). Você confunde conceitos básicos. Se você perguntasse como alguém pode ser pró-Israel? ainda estaria no terreno tolerável, mas você está basicamente insultando uma religião e um povo. Finkelstein é judeu, mas não arrasa seus “compatriotas”, pois não é israelense, não é cidadão daquela pátria. Ele é americano. Sua postura, Aline, faz muita gente avaliar que muitos adversários de Israel são basicamente antissemitas, indo muito além de questionar a política externa de Israel ou mesmo a legitimidade do estado de Israel. Sua ignorância (espero que não seja má fé) é um desserviço à causa palestina.

  235. Lucas

    -

    16/12/2010 às 17:17

    O Dilmão deitou falação sobre Pappe.
    Mas não falou nada sobre Jabotinsky, que certamente já leu.
    Qual o motivo Dilmão? Diga lá…

  236. jorji

    -

    16/12/2010 às 16:09

    Caio, realmente é complexo essa questão, mesmo depois de muitos séculos após o êxodo em massa do povo judeu , expulsos daquela região, ainda questionamos o que fazer com os judeus, um povo que eu particularmente nutro uma grande admiração e respeito, perseguidos implacavelmente por povos de outras religiões e etnias, sofrendo barbáries que nem preciso citar, mas que aquele pequeno país encrustado no Oriente Médio, berço de tres grandes religiões, que no fundo se odeiam, tem sido a razão dos grandes conflitos do ocidente, isso é fato, mas o que fazer com os judeus, com certeza os judeus não abrirão mão de Israel, e nem os muçulmanos em sua maioria não vão querer um vizinho tão indesejável.Então a única solução é a bomba atômica mesmo, essa arma é o que pode garantir o estado judaico, já que os meios diplomáticos tem sido infrutíferos, ou o desenvolvimento dos povos árabes, essa sim seria a solução ideal. Em relação a Irã, deixem eles construirem usinas nucleares e enriquecerem o urânio, entrem em acordo com aquele governo para que se fiscalizem a atividade deste setor energético.
    Meu caro, não há o que questionar. Os judeus voltaram para sua casa e nunca mais sairão dela. A questão é como construir a casa palestina.

  237. PTralhas em Pânico

    -

    16/12/2010 às 14:59

    … é impressionante como tem comunistas no mundo. É por isso que a turma do mal, prolifera. Agora com os Estados Unidos se recolhendo mais para cuidar da sua crise financeira, fica este vazio que aos poucos será ocupado pelo caos. E essa turma aplaude claro. Aplaudem o Irã, aplaudem a Coréia do Norte, aplaudem o Hesbolla… tudo que seja anti-americano, eles aplaudem. A começar pelo chefe-maior do Brasil, todo orgulhoso, vive a se gabar que “peitou” o império e que “nunca antez neztepaiz” se viu tanta independencia dozamericano.
    O mundo é assim mesmo, mas essa turma não perde por esperar. Um dia eles vão ter saudade de quando a águia (U.S.A) os defendia, pois estarão todos metidos na boca do dragão (China).

  238. João de Deus

    -

    16/12/2010 às 14:27

    Mais uma coisa… Ninguém tem armas nucleares para usá-las. Estas armas são apenas para política e dissuasão. O Brasil deveria ter algumas para virar um player global. A velha política do maior tacape. Nós, Homo Sapiens, apenas melhoramos, falta muito para evoluirmos…

  239. Dilmão

    -

    16/12/2010 às 13:49

    Tem certa razão. Benny Morris está sempre mudando de posições, mas o que o fez ser notado foi o seu revisionismo. E ele continua defendendo muitos dos seus antigos escritos mesmo atacando outros historiadores da antiga corrente.
    Também não acho uma boa idéia fugir de historiadores por causa de ideologia, mas no caso de Ilan Pappe além de boa idéia sinto que é uma obrigação. Como confiar nos escritos de um “historiador” que não busca a objetividade? – aliás ele nega que ela que possa ser alcançada! Ele mesmo já afirmou várias vezes que não reconhece a história como uma ciência, só como forma de conseguir um objetivo: o fim de Israel.

    “Não existe nenhum historiador no mundo que seja objetivo. Eu não estou tão interessado no que aconteceu como estou na forma que as pessoas vêem que aconteceu” (“An Interview of Ilan Pappé,” Baudouin Loos, Le Soir [Bruxelles],Nov. 29, 1999)

    “Eu admito que minha ideologia influencia meus escritos históricos”. (ibid)

    “Realmente a luta é sobre ideologias, e não sobre fatos. Quem sabe o que fatos são? Nós tentamos convencer tantas pessoas quanto podemos de que a nossa interpretação dos fatos é a correta, e nós fazemos isso por causa de razões ideológicas, e não porque nós buscamos a verdade.” (ibid)

    “O debate entre nós está em um nível entre historiadores que acreditam que podem reconstituir objetivamente o passado, como [Benny] Morris, e esses que reivindicam que são seres humanos subjetivos, que se esforçam para contar sua própria versão do passado, como eu.” (“Benny Morris’s Lies About My Book,” Ilan Pappé, Response to Morris’ critique of Pappé’s book, “A History of Palestine” published in the New Republic, March 22, 2004, History News Network, April 5, 2004)

    “Narrativas históricas… quando escritas por historiadores profundamente envolvidos no assunto sobre o que descrevem, como no caso dos historiadores israelenses que descrevem o conflito palestino, é motivado também… por um profundo envolvimento e um desejo de provar algo. Esse algo é chamado ideologia ou política”. (ibid)

    Ou seja: é um “historiador” que nega a história.
    Ao ler essas afirmações grotescas, ao menos uma coisa boa acaba vindo à mente.. um artigo velho pra caramba do Olavo de Carvalho no Globo sobre historiadores marxistas:
    “Para o marxista, a História, por definição, não é ciência descritiva ou explicativa, mas arma de luta por um objetivo bem determinado. “Não se trata de interpretar o mundo, mas de transformá-lo.” O passado não tem pois aí nenhum direito próprio à existência, senão como pretexto para o futuro que se tem em vista. Daí que deformá-lo seja, para o historiador marxista, um direito e até um dever. ”
    Concordo, Pappe é ativista politico, usado como peça de propaganda para remover a legitimidade do estado de Israel, abs, Caio

  240. João de Deus

    -

    16/12/2010 às 13:03

    Israel ou EUA ataca o Irã. Irã suspende venda de petróleo e ataca petroleiros e instalações de petróleo no golfo. Petróleo dispara. EUA terá que invadir o Irã para frear os ataques. Irã não é Iraque. Recessão global instalada. Caos no sistema financeiro global. Revoltas, tulmutos e conflitos se espalham no mundo. Terceira Guerra Mundial… Fin

  241. Nicão

    -

    16/12/2010 às 12:44

    Caro Caio, escrevi aqui, outro dia. A coisa, naquelas bandas, está a ponto de explodir. Cá entre nós, infelizmente, a essas alturas, aquilo só tem remendo explodindo, mesmo!
    A “via” diplomática está esgotada, desmoralizada pelas ações cada vez mais desafiadoras do Irã. Assim, para os EUA, entendo, é muito menos interessante a liderança de um ataque, até por motivos óbvios: o custo político e, principalmente, financeiro; depois, convenhamos, a popularidade de Obama não está “aquela Brastemp”.
    Obama, diante da quase inevitabilidade de um ataque de Israel, deve estar se preparando pra juntar os cacos e sair com algum trunfo que autorize o EUA, novamente, a assumir a mediação das negociações, situação muito mais confortável, claro, depois da terra arrasada e com uma comunidade árabe apavorada com a possibilidade de imergir em um conflito generalizado! Mr Julian (Wikeleaks) Assange que o diga, depois da surpreendente revelação dos pedidos do rei da Arábia Saudita para que, “pelo amor de Alá”, Obama faça algo contra as instalações nucleares do Irã, não é mesmo?
    Creio que os americanos vacilam mais do que os israelenses, abs, Caio

  242. Felipe Goltz

    -

    16/12/2010 às 11:44

    Não acredito que Israel levará adiante um ataque “preventivo” contra o Irã. As razões são várias, mas poderíamos dizer que, caso Israel o fizesse, destruiria a sua imagem com o resto de mundo como uma nação agressora. Por mais que os israelenses explicassem os motivos, pior seria. Lembram do episódio do navio turco para Gaza? Pois é, então não preciso dizer o tamanho da histeria que seria se houvesse um ataque militar contra o Irã. Segundo, há uma questão logística. O Irã não colado à Israel, é muito mais distante. Terceiro, daria a desculpa perfeita para os aiatolás posarem de vítimas e enfiar goela abaixo do mundo a necessidade de terem uma arsenal nuclear para se defender contra “novos ataques” de Israel. Em suma, israel tem muito mais a perder do que ganhar. Alguns podem lembrar do ataque contra o Iraque na década de 80, mas aquele era um jogo muito menos arriscado do que agora. Naquela época, Menachem Begin jogou e ganhou. Se Netanyahu tentar o mesmo contra o Irã poderá quebrar feio a cara.
    O negócio é deixar claro para o Irã que caso um dia anuncie sua bomba atômica ao mundo, o Ocidente não hesitaria em devastá-lo com todo o seu poderio nuclear se ousar atacar Israel. Mais ou menos, nos mesmos moldes em relação à Coreia do Norte. Não vejo outra opção mais razoável do que essa.
    Bons pontos, caro Felipe. Imagino que nos war games estes pontos sejam levados em conta. Eu como deixei bem certo no texto estou incerto sobre o melhor caminho a adotar, abraços, Caio

  243. jorji

    -

    16/12/2010 às 10:39

    Concordo plenamente com o Pedro, a criação do estado judaico é o grande problema da região, o maior erro pós segunda guerra mundial, na minha concepção, até esses atentados terroristas de Osama tem a ver com a criação do estado judaico, essa decisão trouxe inúmeras consequências para o mundo atual, e não vai mudar, a intenção de varrer do mapa Israel é uma vontade de todo mundo muçulmano, eu tenho certeza que isso vai muito longe, e uma das consequências poderá ser uma guerra generalizada na região, com bombas atômicas ou não, repito, um erro catastrófico.
    E, entao, Jorji, o que voce sugere fazer com os judeus? Entao foi um erro o povo judeu ter lutado para concretizar suas aspiracoes nacionais, como tantos outros povos? Os judeus sao culpados por serem judeus?

  244. Dilmão

    -

    16/12/2010 às 9:57

    Não sei que historiadores o Caio lê, mas eu geralmente fujo de qualquer um dos chamados “New Historians”. Efraim Karsh me parece o mais confiável.
    Caro Dilmao, leio historiadores de todas as especies. Nao fujo de muitos deles. No caso de Israel, é esta maravilhosa turbulencia academica, coisas da democracia. Quisera que fosse assim no mundo arabe. Abs, Caio

  245. Dilmão

    -

    16/12/2010 às 9:52

    “Ilan Pappe, que após a publicação do livro teve de se exilar na Inglaterra”
    Ilan Pappe não “teve que se exilar na Inglaterra”. Foi por interesses … vá lá… “acadêmicos” e econômicos. É tão intelectualmente desonesto que até outros historiadores de extrema-esquerda, como Benny Morris, o chamam de mentiroso e o acusam de fabricar fatos evidências.
    Sobre Pappe:
    http://thestupidleft.blogspot.com/2007/02/ilan-papp.html
    http://thestupidleft.blogspot.com/2007/02/professor-ilan-papp-when-ideology.html
    Caro Dilmao, Benny Morris é neoneohistoriador. Hoje nao é de esquerda, abs, Caio

  246. Lucas

    -

    16/12/2010 às 9:27

    Caio, você é mineiro? E na política, é tucano? (rssss)
    Oi Lucas, mineiro é o meu Lucas Mendes. Sou paulistano e na politica faço o possível para ser analista, com uma veia liberal, abs, Caio

  247. Mario

    -

    16/12/2010 às 8:54

    A ideia é provável, pois um ataque de Israel daria apenas duas alternativas “ruins”, no meu ponto de vista, para os iranianos, que são:
    1.Revidar com um contra-ataque pesado, jogando toda a região em guerra, neste caso forçando a intervenção dos EUA e de seua aliados, e consequentemente a rápida destruição do poderio militar iraniano;
    2.Revidar apenas com um contra-ataque à Israel, neste caso, o próprio regime poderia entrar em colapso diante do custo economico de uma guerra prolongada contra Israel.
    Diante desses cenários, acho que um ataque de Israel seria possível, não vejo outra alternativa para os
    De fato, estes são os cenários possíveis, abs, Caio

  248. João

    -

    16/12/2010 às 7:11

    Caio, você é mineiro? E na política, é tucano? (rssss)

  249. karen

    -

    16/12/2010 às 0:51

    Oi Caio, e um assunto super serio mas e engracado ver como as pessoas respondem a esta questao (tirando os antisemitas claro). Tem gente que e bem fervorosa em como melhor responder a esta possibilidade mas infelizmente e tanto a perder que mesmo sendo pro-Israel fico com medo do cenario pos-ataque. Acho que um dos maiores problemas e que estas facilidades nucleares sao subterraneas e parece que bem poucos bombas conseguiriam atingir as mesmas, e alem de que Ahmanidejad e a guarda sao radicais e eles nao poupariam seu proprio povo de nada (ao contrario poderiam ate usa-los como escudos p/ evitar ou amenizar um ataque como o Hamas faz em Israel). Mas estes boicotes viraram uma piada, ninguem consegue parar o fluxo de dinheiro e armamentos p/ o Ira. E e nojento tendo que ver este Ahmanidejad vindo a Nova York todo ano, faz um espetaculo na ONU, nega todas as violacoes de direitos humanos no Ira, nega o Holocausto e ainda fica com aquele sorriso ironico o tempo todo como se zombando dos nossos concerns e das nossas democracias. Eu sou muito solidaria com o povo iraniano mas e muito perigoso o Ira ter uma capacidade nuclear completa com este tipo de governo, alguem mais tem que entrar nesta dispusta e fazer realmente estas sancoes funcionar. Vamos torcer!
    Oi, Karen, compartilho estas dúvidas e creio que deixei expostas no texto. Tentei ser cerebral, sem assumir torcida. Estas coisas não são futebol, como o Lula tratou a repressão pós-eleitoral no Irã em 2009, abraços, Caio

  250. Eric Fernando

    -

    15/12/2010 às 22:44

    Acabem com o Irã
    Assim é igualzinho ao Ahmadinejad falando de Israel

  251. João

    -

    15/12/2010 às 21:02

    Prezado Caio Blinder, essa questão Israel X Palestina é uma das mais complicadas que o planeta Terra já viveu.
    Com certeza você já leu “The ethnic cleansing of Palestine” do professor judeu (Universidade de Haifa) Ilan Pappe, que após a publicação do livro teve de se exilar na Inglaterra.
    E também conheçe o que Jabotinsky pensava e escreveu.
    Mas em relação aos malucos do Irã, acho que um ataque preventivo por parte de Israel e/ou EUA teria a aprovação da maioria das nações árabes do Oriente Médio.
    E a China e a Rússia não fariam nada absolutamente.
    Mas, se depender do Obama, Israel tá ferrado. Acho bom Israel agir, antes que um míssil nuclear caia sobre Dimona…
    Oi, João, Pappe pela esquerda e o Jabotinsky pela direita não são do meu time, abs, Caio

  252. Carol

    -

    15/12/2010 às 20:22

    Caio,

    Eu iria rir.

    Mas o assunto é sério demais. Israel atacar o Irã?

    Há 20 anos que eu escuto essa lenga-lenga. E, sinceramente, é mais provável o Irã dominar o ciclo nuclear do que Israel vir a conseguir ao menos fazer cócegas no poderio militar iraniano.

    Alguém acha que os EUA não já o teriam atacado, se fosse fácil atacar o Irã militarmente?

    A comunididade internacional inteira já admite, mesmo que silenciosamente, que é melhor um Irã nuclear do que um oriente médio em cinzas e Israel em pó.

    Sou daqueles que antevejo uma solução pacífica, com o Irã nuclear, a criação de um estado palestino em 2011, e segurança duradoura para Israel.

    Ainda bem que tudo está caminhando para isso.
    Carol, tudo bem? Quisera ter suas certezas. Dormiria tranquilo, abs, Caio

  253. rudnei

    -

    15/12/2010 às 20:11

    Que Israel faça uma limpeza completa, inclusive bombardeando Brasilia, onde tem inimigos petistas covardes. Os USA nao devem entrar diretamente, mas podem auxiliar Israel. E pra finalizar deixe que os paises arabes se envolvam, pois estao tao ameaçados quanto Israel.
    Meu caro, seu instituto de estudos estratégicos é original, abraços, Caio

  254. Angelo Costa

    -

    15/12/2010 às 20:00

    Caro Caio
    Esta possível guerra tem muitas variantes a serem analisadas. Acho que Israel atacará e acredito que cometerá um grande erro. Acho e só posso achar, que a represália será forte e não se reumirá a uma batalha entre Israel e Irã outros países serão envolvidos. Não culpo Israel, nem culparei, o maior culpado é o louco e megalomaníaco que governa o Irã.
    Caro Angelo, é uma sinuca de bico, abs, Caio

  255. Antonio

    -

    15/12/2010 às 19:51

    Tem mais que deixar Israel em paz, e o governo do Brasil tem que deixar de apoiar terroristas, de dar guarida a terroristas, todo mundo sabe que Foz de Iguaçu é a disneylandia deles, onde chegam para tirar ferias. O povo Brasileiro não compactua com isso, é apenas desinformado. O Brasil tem o habito de receber bem a todos, e aqui todos convivem em paz. o governo atual parece que quer acabar com isso, com uma das melhores caracteristicas do nosso país.

  256. Antonio

    -

    15/12/2010 às 19:48

    Mesmo diante dos fatos, ainda há quem solte flatos mentais apoiando o porjeto iraniano de varrer israel do mapa. Uma coisa é ter a bomba, e fazer o possivel e o impossivel para não usar. Outra coisa é antes de ter, já dar garantias de que vai usar mesmo. Pelo jeito , Israel será obrigado a usar a bomba, mesmo sabendo que não é bom pra ninguém. Afinal, ninguem aguenta estar com a familia no transito sendo provocado por um playboy metido a valente, que desarmado, não sabe que voce tem uma arma consigo mesmo fazendo de tudo para evitar a confusão. toda essa valentia evapora rapidinho, quando sua paciencia se esgota. e isso pelo jeito vai acontecer, vai custar caro, e não vai ser bom pra ninguem.

  257. rober

    -

    15/12/2010 às 18:35

    PS: queria ver se um governo maluco argentino colocasse misseis com bombas atomicas na fronteira brasileira se alguém iria gostar, até os ditadores arabes tem medo do Irã e pedem o ataque preventivo.

  258. rober

    -

    15/12/2010 às 18:33

    Tenho certeza que Israel não quer a guerra contra o Irã, mas deixar que radicais tenham a bomba atomica é jogar com a sobrevivência dos cidadãos israelenses. Não há escolha, seria exercer o direito de legitima defesa. Não entendo nada de judaismo, islamismo e religiões, mas sei que Israel é a unica democracia do Oriente Médio, o resto é tortura e eliminação de oponentes, gastam o dinheiro do petroleo em armas e regalias pros sultoes. Países arabes são ricos e o povo miseraveis, não sei como alguem pode apoiar uma ditadura dessa.O mundo ficará mais seguro sem armas atomicas no Irã.

  259. Devildom voyeur

    -

    15/12/2010 às 18:00

    Nenhum governo israelense deve arriscar ter inimigos armados com bombas atômicas na suposição de que tais armas nunca serão usadas. Principalmente considerando-se o fato de que Israel não sobreviveria a um ataque nuclear, por ser uma pequena faixa de terra. A justificativa para um eventual ataque às instalações nucleares iranianas é a mesma que foi usada para legitimar a destruição do reator nuclear iraquiano Tammuz (ou Osirak), em 1981: as leis internacionais reconhecem o direito dos países de se defenderem preventivamente diante de uma ameaça iminente.
    Eu só espero que tal ação militar seja tão impecável e brilhante como foi a de 1981, no Iraque. Certamente, líderes de vários países fingirão indignação, condenarão o ataque como algo absurdo, inaceitável, blá, blá, blá, etc e tal; mas depois que a poeira assentar, as pessoas irão reconhecer e entender que Israel é o único país com autoridade moral para por fim às ambições nucleares do senhor louco.

  260. Antaxerxes

    -

    15/12/2010 às 16:57

    .
    Discordo em parte dos “já tomou nota de tudo isto”… não creio que pesaram isto… Acreditam que vai ser tão fácil como contra o Iraque, há 30 anos atrás…
    .
    Israel precisa mostrar força para resolver a Palestina sem ceder ou “ceder após mostrar força…” e os EUA estão como a Argentina em 82, com as Malvinas, precisando de uma espetacular ação externa para ganhar apoio interno. E, também, de frentes para desovar produção de material de guerra encalhado.
    .
    É uma época de muita insegurança psicológica para se ter decisões equilibradas.
    .
    Vamos rezar para que a estupidez dos governantes não seja do tamanho da que está sendo demonstrada…
    .
    Mas insisto, como disse aquele pensador medieval, baixinho: mas ela se move …
    .

  261. Antaxerxes

    -

    15/12/2010 às 16:37

    .
    Este post é a indicação de que a guerra do juizo final já está decidida, estão só acertando a data.
    .
    Está bem claro um “tom de irresponsabilidade suicida” que está contaminando Israel e os Estados Unidos: é “só bombardear todas as dezenas de instalações de enriquecimento de uranio” e voltar para casa antes que o jantar esfrie… Lembram do … é só invadir o Iraque que todos vão nos aplaudir nas ruas….
    .
    Nada indica que será assim…
    .
    O Irã tem armamento de defesa e ataque repassados pelos russos (já noticiado), via paises da região. A Coréia do Norte, que seria o próxima na lista, vai querer antecipar “um preventivo…”, assim como a China (pressionada por “ser vilã na economia” e omissa com a Coreia do Norte) e a Rússia (aliada de muitos na região e com problemas no START) também….
    .
    IMAGINE: deixar EUA e/ou Israel lindos, leves e soltos depois de um “ataque preventivo deste”, sem aprovação de ONU, e etc… é pedir para morrer em seguida.
    .
    Li sobre alguns cenários possíveis. No caso do Irã: O Irã invadiria imediatamente o Iraque e Afeganistão, fazendo prisioneiros todos os soldados estrangeiros na região, além de bombardear Israel e outros países arábes, agora seguindo a lista do wikileaks… A Coréia do Norte invadiria a Coreia do Sul, bombardeando Seul e também o Japão… Isto abriria muitas frentes para os EUA poder cobrir… Ai, a China e Russia teriam tempo para escolher onde atacar ou pressionar …
    .
    Há alguns meses o “velho Fidel” disse que os EUA estavam iniciando a Terceira Guerra Mundial através de um ataque ao Irã e foi chamado de louco.. O “comandante” tem contatos com fontes russas…
    .
    Agora, se os da extrema-esquerda até os da extrema-direita dizem que vai haver guerra… é porque vai haver guerra.
    .
    Os otimistas dizem que vai ser um “simples ataquezinho, antes do jantar”…. os pessimistas dizem que será a Terceira Guerra Mundial… e o calendário maia diz que o mundo acaba em 2012…
    .
    É… vai sobrar prá todo mundo….
    Alguns dos complicômetros apontados são extremamente procedentes. Podemos especular que nos jogos de guerra do Pentágono e do ministério da Defesa de Israel, já se tomou nota de tudo isto. Atacar ou não atacar não é uma decisão leviana, embora não possamos subestimar a estupidez de governantes, abs, Caio.

  262. Fernando Silva da Cruz

    -

    15/12/2010 às 16:11

    É bem possível que tudo que o Irã queira com o seu programa nuclear, seja utiliza-lo apenas como arma de dissuasão. Mas, se pudéssemos voltar um pouquinho no tempo e reescrever parte da história recente, veríamos que, antes da eclosão da 2ª Guerra Mundia, um ataque preventivo e fulminante contra a Alemanha Nazista, teria o poder de devolver a vida à milhões de seres humanos.
    Caro Fernando, estão aí os dilemas, dúvidas e aflições, abs, Caio

  263. amauri

    -

    15/12/2010 às 16:07

    Concordo em parte com o comentario abaixo, do Nilton e da Luciana, nenhum país do oriente medio tem capacidade militar para um ataque contra Israel. Continuarão com terrorismo e ataques com “foguetinhos caseiros”, esta tatica é como uma doença cronica, vai minando aos poucos. Porém, não tenho a certeza de que não atacarão um dia, se neste dia o Irã, ou outro país, já estiver armado com arma nuclear, o numero de mortos será enorme. Este é o dilema: Israel espera a ameaça se materializar ou, ataca as instalações antes, poupando milhões de vida, e levar uma chuva de criticas do mundo e dos Direitos Humanos?

  264. Estamos aí

    -

    15/12/2010 às 15:51

    Cao, ideologio é algo complicado de se mexer. O regime iraniano atual é radicalmente antisionista. Isso só muda se o regime mudar, ou seja, cair mesmo. Israel infelizmente está em uma sinuca de bico, porque atacar o Irã seria infinitamente mais arriscado e pergoso que atacar Síria ou Iraque. O Irã tem sua infraestrutura crítica muito pulverizada e seu estágio tecnológico-industrial é bem superiro aos dos outros dois países citados. Outra coisa: o judaísmo idolatra a vida, mas a visão radical do Islã idolatra a morte….isto quer dizer que eles não se importariam em perder metadae da popuklação para aniquilar Israel, que além de ser muito pequeno tem uma população pequena também….acho que o jeito vai ser conviver no esquema “guerra fria EUAxURSS”…vamos ver no que vai dar….
    Concordo com algumas coisas do seu comentário, a destacar a dificuldade de coexistir com o Irã sem mudança do regime, que é antissionista e anti um montão de coisas essenciais ligadas aos direitos humanos e modus vivendi com sociedades abertas e democráticas. Abs, Caio

  265. Ethevaldo

    -

    15/12/2010 às 15:47

    Caio, também defendo um mundo em que todos possam viver em paz, independentemente das diferenças. Acho que as diferenças servem a um bom propósito, pois com elas aprendemos. Quando digo que o Irã não é o problema, quero dizer que Teerã tem os mesmos direitos de existir e de se defender que Israel. É preciso acabar com essa eterna desculpa da não existência do estado Palestino para desmascarar os hipócritas e radicais dos dois lados. Por que o Irã pode ser demonizado e Israel precisa ser tratado com condescendência? Quando falo da dobradinha EUA Israel é porque até agora só fomentaram o ódio. Ou vai me dizer que Israel não ganha nada com a venda de armas? É preciso acabar com essa história de misturar o holocausto com outras questões. Por que ninguém faz o museu dos russos que morreram para derrotar Hitler? Você sabe muito bem que a colônia domina Hollywood e faz filmes para aplacar a dor na consciência de viver como nababos em Nova York e Beverly Hills. Só aos radicais interessa misturar tudo num caldo que não dá sopa. Não me conformo com a posição de judeus que não se expõem para criticar o governo belicista de Israel. É a mesma covardia que permitiu aos nazistas fazer o que fizeram. A direita gosta de ser burra, com o perdão da palavra. É preciso denunciar o atraso dos dois lados e acabar com essa hipocrisia.
    Caro Ethevaldo, há muitos pontos no seu e mail, alguns dos quais discordo por ideologia e outro por estarem distantes da realidade. Um dos problemas hoje de Israel, não sei se você sabe, é a colisão com boa parte da comunidade judaica dos EUA, entre eles os tais nababos de NY e Beverly Hills. São liberais e críticos de Israel. Eu não sou nababo e sou mero morador de subúrbio, mas também sou crítico. Israel e os EUA não fomentam o ódio. Têm interesses comuns e que são distintos daqueles advogados por países como o Irã. Ninguem está questionando o direito à existência do Irã. Aliás devemos ser defensores ardorosos da existência de um Irã democrático e iluminado, em que mulheres não são apedrejadas ou homossexuais executados. Ethevaldo, Israel não recebe um tratamento condescendente. Ë o país mais vilipendiado no Conselho de Direitos Humanos da ONU, aquele com a presença de Cuba, Líbia, etc. Judeus se expõem bastante para denunciar o governo de Israel, o que não o mesmo que a defesa da existência do estado de Israel, algo ainda difícil de ser aceito por parte do mundo árabe-islâmico. Claro que isto também não pode servir de desculpa para a enrolação deste governo em Israel para não avançar no processo diplomático, mesma enrolação do lado palestino, que prefere a autocomiseração ao invés de aceitar a realidade do que pode ser conseguido em uma negociação. Ufa, é isto, abraços, Caio

  266. Luciana

    -

    15/12/2010 às 15:29

    Até concordaria contigo, mas não acredito que o conflito seja por terras ou pela existência de um estado palestino. Acredito que a questão seja a existência de um estado judeu.
    Abs.
    Concordo que esta seja a agenda de boa parte do mundo árabe-islâmico e não uma resolução justa da questão palestina, abs, Caio

  267. nilton

    -

    15/12/2010 às 15:27

    “‘E mais do que sensato ,NAO atacar o Irã ,apesar do seu Governo ser insensato, ignorante e populista, pois eles nunca vao ter coragem de atacar Israel . O que eles querem estao conseguindo e já, é ser anti Israel e anti Estados Unidos. Só isso . Como a Coreia do Norte fazem parte da mesma Filosofia. Impressionar o Ocidente.
    Caro Nilton, espero que você tenha razão, abraços, Caio

  268. Gustavo

    -

    15/12/2010 às 15:16

    Santo Deus! Até quando esse desequilibrado iraniano vai continuar brincando de fazer bomba atômica? Uma vez, vendo “Manhattan connection”, ouvi o Diogo dizer uma frase muito boa: “O único erro de Israel, até agora, foi não ter bombardeado o Irã.” Pois bem, parafraseando Diogo Mainardi: “O único erro de Israel, até agora, foi não ter bombardeado o Irã”.
    Gustavo, você está repetindo e não parafraseando meu amigo e colega Diogo. Mas eu ainda não embarquei na caravana do Diogo nesta questão. Espero que o texto tenha refletido dúvidas se um ataque resolve a questão nuclear iraniana. Abs, Caio

  269. nelson de castro

    -

    15/12/2010 às 15:07

    sao uns animais .tudo pelo poder sanquinarios ..a tendencia é so aumemtar essa rinja ..o futuro sera so bombas atomicas ..coitados de nossos filhos e netos …problemao sen soluçao …

  270. lev

    -

    15/12/2010 às 15:06

    è Caio, mas que a coisa mudou, e como mudou, isso sim é a maior verdade. Sei que você conhece bem a História, mas há quem não a conheça. Portanto( sobre a nacionalidade palestina):”Em 1937, um líder árabe local, Auni Bey Abdul-Hadi, disse à Comissão
    Peel, que finalmente recomendou a partilha da Palestina: “Não existe tal
    país! Palestina é um termo inventado pelos sionistas! Não existe Palestina
    na Bíblia. Nosso país foi parte da Síria durante séculos”.

  271. Luciana

    -

    15/12/2010 às 15:04

    Muitos palestinos ainda não concordam com esse fato.
    Azmi Bishara:
    http://www.youtube.com/watch?v=P3n5-yG-6dU&feature=player_embedded

    Zuheir Mohsen:
    “Não existe um povo palestino. A criação de um Estado palestino é um meio para a continuação de nossa luta contra Israel e em prol da unidade árabe. Mas na realidade não existe diferença entre jordanianos e palestinos, sírios e libaneses. Todos nós fazemos parte do povo árabe.
    Falamos da existência de uma identidade palestina unicamente por razões políticas e estratégicas, pois é do interesse nacional dos árabes contrapor a existência dos palestinos ao sionismo. Por razões táticas a Jordânia, que é um país com território definido, não pode reivindicar Haifa ou Yaffa. Mas como palestino eu posso exigir Haifa, Yaffa, Be’er Sheva e Jerusalém. Entretanto, no momento em que nossa soberania sobre toda a Palestina estiver consolidada, não devemos retardar por nenhum momento a unificação dela com a Jordânia”

    E não acho que exista necessidade de redesenhar nada, mesmo porque o tal estado palestino ainda não existe e nem nunca existiu, mas.. entendo o seu ponto. Mas entre o pragmatismo e a verdade eu ainda fico com a segunda.
    Luciana, Israel e os judeus estarão melhores com um estado palestino viável. Irá contribuir de forma decisiva para manter o caráter democrático e judaico do estado de Israel. Abs, Caio

  272. judismar t da silva

    -

    15/12/2010 às 14:55

    a verdade e`

    a verdade e´ todos q guerriao contra israel ja estarao derrotado porque deus e com eles. e quem resistira a ele o emanoel?

  273. Leonardo Siqueira

    -

    15/12/2010 às 14:54

    Que a Coreia do Norte sirva de exemplo aos defensores da bomba persa. Malucos não podem possuir armas !! Fui claro !!! Desde já fico registrado o meu apoio ao ataque preventivo.
    P.S: Caso Israel possa escolher a data do ataque, que seja num dia em que a “dipromacia” brasileira esteja visitando as instalações iranianas. Seria perfeito.

  274. lev

    -

    15/12/2010 às 14:49

    “Ninguém presta qualquer favor a Israel por proclamar o seu
    ‘direito à existência’. O direito de Israel existir, assim como o dos
    Estados Unidos, Arábia Saudita e outros 152 países, é axiomático
    e incondicional. A legitimidade de Israel não está suspensa no ar,
    à espera de reconhecimento… Certamente não há outro país,
    grande ou pequeno, jovem ou velho, que iria considerar o simples
    reconhecimento do seu ‘direito à existência’ como um favor ou
    uma concessão negociável”.
    – Abba Eban

  275. Luciana

    -

    15/12/2010 às 14:48

    Então é só elaborar uma nacionalidade distinta por motivos religiosos/políticos – mesmo que s/ nenhuma base histórica – e se ela for abraçada por outros que tem os mesmos interesses isso já é o bastante para que ela seja reconhecida e necessária para a paz? Quem diria, a mentira como método e o terrorismo compensam.
    A nacionalidade palestina é uma monstruosidade e uma aberração. Enquanto isso assírios, coptas, curdos e outros povos do oriente médio – esses sim, povos que sempre existiram e que sempre almejaram autonomia – são trucidados pelos expansionismo islâmico.
    Luciana, não podemos redesenhar o mapa da África, da Ásia e da Europa com base nos seus argumentos. A nacionalidade palestina não é uma monstruosidade, é um fato. Abs, Caio

  276. Marcos Moraes

    -

    15/12/2010 às 14:47

    Calma. Não se esqueça que até Israel tam Bomba.
    Independente de (suas) crenças, o Irã e qualquer outro país, pode ter sua Bomba. Claro que a diplomacia Americana é fraca. Ela nem foi capaz de fazer com que Israel parasse as construções irregulares nas áreas invadidas, certow

  277. Carlos Xavier

    -

    15/12/2010 às 14:42

    Caio Blinder, até os dias de hoje, temos notícias de judeus, pessoas físicas e jurídicas, pedindo indenizações pelos prejuízos durante as guerras mundiais. Sabemos que todo mundo gosta de dinheiro, agora os judeus parecem gostar mais um pouco. Não seria o caso de esperar uma ataque nuclear dos justiceiros árabes e depois pedir indenização?
    As criancinhas, os idosos, as escolas, os hospitais, as sedes da CRUZ VERMELHA e os honrados cidadãos árabes que os judeus assassinam todos os dias, são todos terroristas? Caio, Israel é o resto do mundo. Junto com os Estados Unidos são os únicos fatores de preocupação e perigo para a humanidade. Com a queda livre do grande satã, Israel não perde por esperar.
    Carlos Xavier, o seu e mail, em particular o primeiro parágrafo, é um dos comentários mais boçais que já publiquei nesta seção. De vez em quando, publico estas coisas excecráveis por motivos educacionais, para mostrar o que algumas pessoas pensam. Não publicarei, porém, insultos dirigidos contra você por leitores corretamente indignados.

  278. lev

    -

    15/12/2010 às 14:28

    parece que alguém aqui usou o termo “bizarro”.
    Bem, pena que não dá pra usá-lo no caso da iraniana Sakineh, já que é bem mais que bizarro o que os terroristas do Irã querem fazer com ela.
    Gostaria que os defensores dos “frascos e dos comprimidos” parecem de defender os carrascos que um dia, se puderem, vão também apedrejá-los.
    Será que nao entendem que atacam Israel e defendem quem os mataria? os matariam caso fossem oposição. Os matariam se acaso fossem homossexuais. Os apedrejariam ou os oprimiriam caso fossem mulheres.
    Em Israel, os citados acima vivem sem nenhum tipo de constangimento.
    Uma coisa eu posso dizer: O marketing dos terrorstas é muito bom…Só pode ser isso.

  279. Ismael (Arquiteto)

    -

    15/12/2010 às 14:25

    Sr Lev, entendo e acho justa sua indignação com mais concessões por parte de Israel. Se analisar bem meu ponto de vista, verá que acho possível Israel viver bem com seus vizinhos árabes, historicamente sempre viveram bem inclusive. Já com relação à Brasília, eu concordaria de bom grado mandar pra lá todos os petistas e doar pra Cuba, Irã ou Venezuela e não aceito devolução.

  280. Luciana

    -

    15/12/2010 às 14:18

    Quando você se declara a favor de um estado palestino você se refere a um terceiro estado? Já temos um estado palestino judeu e o palestino ‘árabe’-muçulmano é a Jordânia, certo?

    É estranho te ver falando sobre a “mobilização pelos direitos nacionais dos palestinos” quando antes de 1967 eles mesmos não aceitavam essa idéia (a maioria se considerava parte da Síria e muitos chegavam a afirmar que a Palestina não existia e que foi inventada pelos sionistas). Normal, já que como diz Nelson Ascher: “As fronteiras do chamado mundo árabe são artificiais e, meio século atrás, as lealdades se estabeleciam em relação a clãs, famílias, cidades ou aldeias e seitas religiosas, não a países ou nações, uma importação européia que nem sequer teve tempo de se aclimatar ao Oriente Médio. A nacionalidade palestina, como identidade distinta, começou a ser elaborada somente nos anos 60”. E acho que afirmar isso não é problema nenhum, afinal os maiores nomes do ‘nacionalismo palestino’ são os egípcios Yasser Arafat e Edward Said…

    Que um membro do parlamento do Hamas se chame Mushir el-Masry (em português: Mushir o egípcio) só faz a piada do ‘direito nacional dos palestinos’ ficar ainda mais s/ graça. Aliás, não é incomum ver palestinos com sobrenomes tipo Bardawil (um lago no Egito), el-Lubnani (o libanês), bushnik (bósnio), Hussein (originário da Arábia Saudita), Hurani (Huran, na Síria), Tarabulsi (de Trípole) gritando contra a ocupação…

    Antes das imigrações (tanto de judeus europeus quanto de muçulmanos dos países vizinhos) a esmagadora maioria dos palestinos eram judeus orientais, com alguns poucos cristãos, muçulmanos e turcos. Esses números podem ser vistos nos escritos de Marx, do então cônsul da Prússia e de Adriaan Reland.
    No final do sec. XVII e início do XVIII a população de Gaza (‘O’ território palestino) só tinha 550 habitantes – 300 judeus e 250 cristãos. NENHUM muçulmano, quem diria.
    Esses muçulmanos que hoje se dizem palestinos são tão nativos daquela terra quanto os imigrantes judeus da Alemanha, Rússia, Etiópia…
    Oi Luciana, tudo bem? Você deve saber que conheço a história. Como você disse, “a nacionalidade palestina, como identidade distinta, começou a ser elaborada somente nos anos 60″. Portanto, hoje ela é um fato. O parâmetro diplomático mais razoável foi fixado há dez anos, nas negociações Clinton/Barak/Arafat: dois estados, com território contíguo para o palestino (Cisjordânia e Gaza), segurança para Israel, divisão de Jerusalém, ajustes em torno das linhas fronteiriças anteriores à guerra de 1967. O resto é história,né?Abraços, Caio

  281. Jáder Ribeiro

    -

    15/12/2010 às 14:01

    Jurandir.
    Se nessa história tem um cão que não late é Israel!!
    O Estado está sempre caladinho, tentando resistir aos inúmeros atos terroristas dos radicais e sempre age para se defender, seja repressiva ou preventivamente.
    Agora pense em cães que além de latir, berram: OS EUA SÃO O GRANDE SATÃ! ISRAEL É LACAIO DO IMPÉRIO!! A CORÉIA DO SUL É UMA MARIONETE DOS EUA! ISRAEL VAI SER RISCADA DO MAPA! FAREMOS UMA GUERRA SANTA QUE IRÁ AS ÚLTIMAS CONSEQUÊNCIAS!
    Esses sim, quando tentam morder acabam ficando banguela!!

  282. lev

    -

    15/12/2010 às 13:58

    sr. Jurandir, esqueci de me despedir do senhor:
    Shalom aleinu! Am israel Chai!

  283. Gabriel

    -

    15/12/2010 às 13:58

    Caio Blinder, seria Caio Cego?

    Cara, você realmente fala como se fosse a coisa mais normal do mundo atacar outro país que não lhe fez nada, matar cientistas, fazer sabotagem. Bizarro mesmo.

    O mais engraçado é que nem parou pra pensar que acha justo Israel ter bombas atômicas, mas o Irã não. Quem decidiu isso? Deus?
    Caro Gabriel, Obviamente que não acho normal um pais atacar um outro país, acho mais mais normal um ataque preventivo se um país faz alguma coisa contra outro. Você acha que o Irã é um ator passivo? Quanto ao programa nuclear de Israel foi fruto de necessidade em outro momento histórico. Será desmantelado em uma realidade histórica em que a região acolha como legítimo o estado judeu.

  284. lev

    -

    15/12/2010 às 13:54

    Para o senhor Jurandir às 13.36
    pelo visto o senhor também lutará ao lado do Hamas, Hizboalah, etc, já que o bandido ahmadinejad representa todos eles…
    Bem, resta saber quem é o cão que ladra, e ” quem com muitas pedras mexe algumas lhes dão na cabeça.”
    E por falar em cães( especialmente para o senhor): “os cães ladram e a caravana passa”

  285. jurandir

    -

    15/12/2010 às 13:36

    Cão que late não morde,e quando morde não se compara ao tamanho dos latidos.Quero ver Israel tentar,nem com apoio americano eles tem coragem.Eu me disponho desde já a lutar pelos iranianos.
    ASSALAMU ALAIKUM.
    Caro Jurandir, espero que você também se disponha a lutar pelos iranianos oprimidos pelo regime no poder, abs, Caio

  286. amauri

    -

    15/12/2010 às 13:15

    Pertinente e importante a declaração do sr. Lev: Israel não luta contra o povo palestino(que são árabes), nem contra o povo iraniano, Israel luta contra o terror. Israel lutaria com qualquer um que queira destrui-lo. Isto é muito importante no debate, colocando as coisas em seu devido lugar: separar quem age com violencia e quem reage a uma violencia. Num mundo onde as pessoas fazem uma analogia entre o muro de Berlim e o muro feito em Israel, fica impossivel um debate.

  287. Dilmão

    -

    15/12/2010 às 13:14

    Egito, Arábia Saudita e outras “potências” muçulmanas tão preocupadas deveriam agir e se proteger dos aiatolás atômicos. Ficam doutrinando suas populações contra o grande satã e contra os porcos e macacos judeus (by Mohammad), mas nos bastidores ficam pressionando para que façam seu trabalho sujo – seja com os ‘palestinos’ ou com os iranianos.

  288. Pedro

    -

    15/12/2010 às 13:11

    O problema é que vocês, defensores unilaterais de Israel se esquecem, ou sequer conhecem, os fatos de como foi a carnificina promovida pelos judeus, na formação de seu Estado, contra os palestinos que lá estavam em 1945. Israel foi criado a força. Aí está a origem dos problemas atuais. Analisar os fatos olhando apenas nossos dias atuais é de uma miopia sem tamanho.
    Pedro, não foi a força, foi por voto. O Estado de Israel foi criado por decisão da assembléia-geral da ONU, presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha. Os países árabes não aceitaram a partilha de 1947 e foram à guerra no ano seguinte quando Israel declarou independência, imediatamente reconhecida por EUA e URSS. Esta é a força dos fatos. E, sim, carnificinas foram praticadas por muitos naquela terra sofrida, inclusive judeus. Mas Israel nunca apregoou que iria jogar os árabes no mar (como era dito com frequência por dirigentes árabes) ou pedir que algum país da região seja riscado do mapa, como faz Ahmadinejad com frequência, abraços, Caio

  289. juber

    -

    15/12/2010 às 12:54

    Apesar de saber que ISRAEL precisa se defender,como faria qualquer país sob ameaça,eu esperaria que os ÁRABES fizessem este ataque,principalmente a Arábia Saudita.Aí a OPINIÃO pública mundial não ficaria enchendo o s. dos israelenses como é comum vermos.
    Caro Juber, vários países árabes prefeririam que Israel fizesse o “trabalho sujo”. Assim, eles enfraquecem o grande inimigo iraniano e Israel seria alvo de uma fúria hipócrita, abs, Caio

  290. irineu

    -

    15/12/2010 às 12:45

    Ja deviam ter bombardeado.Quem nao conhece os limites da raçao mereçe em tal grau uma reação de igual tamanho ou maior.Inutil discutir com loucos como o presidente do Irã.

  291. paulo costa

    -

    15/12/2010 às 12:42

    Eu acho que essa guerra entre árabes e judeus a maior perda de tempo do mundo, são os judeus de um lado se armando até os dentes para manter o seu território e do outro os árabes vociferando a destruição de Israel, ou seja, perda de tempo e dinheiro. Radicalismo é o pior combustível para tudo no mundo, mas que o Irã já passou dos limites há muito tempo é inegável, um ataque em larga escala contra as instalações militares e nucleares do Irã seria ótimo, como um ataque a Coréia do Norte e a Venezuela para resolverem alguns “assuntos pendentes”.

  292. paulo costa

    -

    15/12/2010 às 12:41

    Eu acho que essa guerra entre árabes e judeus a maior perda de tempo do mundo, são os judeus de um lado se armando até os dentes para manter o seu território e do outro os árabes com vociferando a destruição de Israel, ou seja, perda de tempo e dinheiro. Radicalismo é o pior combustível para tudo no mundo, mas que o Irã já passou dos limites há muito tempo é inegável, um ataque em larga escala contra as instalações militares e nucleares do Irã seria ótimo, como um ataque a Coréia do Norte e a Venezuela para resolverem alguns “assuntos pendentes”.

  293. Marcos Sampaio

    -

    15/12/2010 às 12:21

    Israel está do nosso lado por isso devemos apoiar-los nesse momento. Não vamos deixar aquele louco do AhMADinejad apertar o botão e acabar com toda a humanidade e tudo que construímos até aqui. O Ocidente deve acabar com a desumanidade impetrada por estes loucos do apocalipse. Ah! Não esqueçam da Coréa do Norte também!!!

  294. Clemente

    -

    15/12/2010 às 12:09

    O caminho da destruição passa pela guerra, o ataque. Mas o caminho que leva a uma mudança pacifica é demorada, leva muito tempo, e o desespero em querer que as coisas aconteçam de uma forma automática não aceita isto. Israel, EUA e o resto mundo precisa agir com sabedoria e paciência. O primeiro tiro pode trazer vários tiros em várias direções. Uma guerra mundial pode eclodir apartir de uma atitude desesperada.

  295. lev

    -

    15/12/2010 às 12:09

    Ismael,
    jerusalém já é o que vc falou…O que alguns esquecem, é que ela é a capital de Israel, e nao, Tel-Aviv.
    Engraçado, até isso pra Israel é difícil. Já pensou se dissessem que a capital do Brasil não é Brasília? Que Buenos Aires não é a capital da Argentina?
    E, pra finalizar, para os menos esclarecidos, Israel não luta contra o povo palestino(que são árabes), nem contra o povo iraniano, Israel luta contra o terror. Israel luta por sua existência.

  296. JOÃO BOSCO

    -

    15/12/2010 às 12:05

    precisam fazer duas : israel no irã e o estados unidos na Coreia do norte. Se não , depois não adianta sair caçando terrorista pelo mundo afora. Irã e Coreia do norte estão quase lá. a hora é agora.

  297. Jáder Ribeiro

    -

    15/12/2010 às 11:55

    Ismael.
    Os EUA realmente estão longe, mas os superporta aviões chegam lá rapidinho!! :-)

  298. Jáder Ribeiro

    -

    15/12/2010 às 11:51

    A Rebeca deve fundamentar sua idéia sobre Moisés (egipício) após ter visto o desenho “Princípe do Egito”. Não há outra resposta lógica!
    E, quando diz que o mundo todo fala em paz, deve se referir a quem? LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA!!! Afinal ele é o mundo das pessoas desinformadas que falam esse tipo de coisa!!
    Essa questão é muito mais séria do que pensa o apedeuta, que acha que tudo se resolve com uma conversa olhos nos olhos!! E, também do que acha Celso Amorim, o diplomata global, que afirma que a ONU deve mudar sua política para uma conversinha antes….
    Ahmadinejad alardeia pra quem quiser ouvir que vai destruir o Estado de Israel, que o mesmo vai ser varrido do mapa. Chega ao mundo a informação de que o mesmo está prestes a possuir a bomba atômica e, ainda há pessoas inocentes, que acreditam em papai noel e coelho da páscoa, dizendo que a paz é possível com um sujeito desses!!!
    Tenha dó!!

  299. Renato

    -

    15/12/2010 às 11:50

    Se atacarem o Irã já estamos prontos!!!!
    Nós, quem, cara pálida? Ninguém está pronto para o day after.

  300. amauri

    -

    15/12/2010 às 11:47

    Li um artigo em agosto passado, segue parte: Como alguém que aprecia profundamente o que a civilização ocidental alcançou, a despeito de todas as suas falhas, eu me surpreendo com a hostilidade que muitos ocidentais nutrem contra seu modo de vida.
    Yoram Hazony do Shalem Center, em Jerusalém, apresenta uma explicação para este antagonismo num ensaio profundo e rico em suas implicações, “Israel Through European Eyes” [1].
    Ele começa com a noção de “mudança de paradigma” desenvolvida por Thomas Kuhn em seu estudo de 1962, The Structure of Scientific Revolutions
    Paradigmas também moldam a política e Hazony utiliza essa teoria para deslegitimar Israel no Ocidente. A posição de Israel deteriorou-se por décadas, ele argumenta, “não devido a este ou aquele conjunto de fatos, mas por que o paradigma pelo qual os ocidentais instruídos olham para Israel mudou”. Responder às calúnias feitas a Israel oferecendo fatos corretivos – sobre a moralidade militar de Israel ou suas descobertas medicinais – “não terá impactos reais na trajetória geral da reputação de Israel entre pessoas instruídas no Ocidente”. Em vez disso, o mais recente paradigma precisa ser identificado e confrontado.
    O paradigma em queda entende as nações-estado como legítimas e positivas, um meio de proteger os povos e permitir-lhes que floresçam. O tratado de Westphalia (1648) foi o principal momento no qual a soberania das nações foi reconhecida. John Stuart Mill e Woodrow Wilson favoreceram o ideal de nação-estado em alcance global.
    No entanto, tal paradigma, “praticamente ruiu”, declara Hazony. A ideia de nação-estado não é mais atraente; muitos intelectuais e figuras políticas na Europa a veem como “uma fonte de mal incalculável”, uma visão que está se espalhando rapidamente.
    O novo paradigma, baseado em último caso no tratado de 1795 de Immanuel Kant, Paz Perpétua, defende a abolição das nações-estado e o estabelecimento de um governo internacional. Instituições supranacionais como a ONU e a UE representam seus ideais e modelos [3].
    Os judeus e o Holocausto têm um estranho papel central na mudança de paradigma de nação-estado para estado multinacional. A perseguição milenar de judeus, culminando no genocídio nazista, forneceu a Israel um propósito e legitimidade especiais de acordo com o antigo paradigma. No entanto, da perspectiva do novo paradigma, o Holocausto representa os excessos de uma nação-estado, a nação alemã enlouquecida.
    Sob o antigo paradigma nação-estado, a lição aprendida em Auschwitz foi “nunca mais”, significando que um Israel forte era necessário para proteger o povo judeu. O novo paradigma leva a um “nunca mais” completamente diferente, o qual insiste que nenhum governo deveria possuir os meios para potencialmente replicar os horrores nazistas. Segundo este paradigma, Israel não é a resposta a Auschwitz. Mas sim a União Europeia. Que o “nunca mais” da velha guarda inspira os israelenses a manter a mais imperturbável política de segurança nacional dentre os países do mundo ocidental, torna suas ações particularmente chocantes para os adeptos do novo paradigma.
    É necessário que se aponte o erro em relacionar os horrores nazistas com a nação-estado? Os nazistas desejavam eliminar as nações-estado. Não menos que Kant, eles sonhavam com um estado universal. Os adeptos do novo paradigma deturpam a história.
    Os próprios israelenses não são imunes ao novo paradigma, como o caso de Avraham Burg sugere. Antigo orador do parlamento israelense e candidato a primeiro ministro, ele mudou de paradigma e escreveu um livro sobre o legado do Holocausto que compara Israel a Alemanha Nazista. Ele agora quer que israelenses desistam da ideia de Israel como o defensor do povo judeu. Ninguém, como sugere o triste exemplo de Burg, está imune à doença do novo paradigma.
    O ensaio de Hazony não oferece respostas políticas, mas em uma carta a mim ele traçou três áreas a se dedicar: construir a consciência da existência do novo paradigma, encontrar anomalias para invalidá-lo, e revitalizar o antigo paradigma ao atualizá-lo.
    Seu discernimento é penetrante e seu conselho oportuno.
    * Note que o novo paradigma aplica-se exclusivamente a estados ocidentais. Síria e Irã, pegando exemplos proeminentes, têm um passe livre; está tudo certo se perseguirem interesses nacionais do modo mais belicoso possível, sem invocarem a fúria da Esquerda.
    Caro Amauri, acho incrível que na renascença dos nacionalismo e da mobilização pelos direitos nacionais dos palestinos, exista uma campanha para remover a legitimidade do estado do povo judeu. Foi este posicionamento da nova esquerda que fez um velho esquerdista como eu se distanciar da esquerda, abs, Caio

  301. PTralhas em Pânico

    -

    15/12/2010 às 11:45

    …só idiotas e defensores do mal, acreditam nas palavras do Iran de que seu programa nuclear é pacífico. As palavras do presidente cara-de-rato, irmão gemeo do Amorin, lembram umas aulas de certo político brasileiro, “negue, negue,negue…sempre” dessa maneira se ganha tempo e as coisas vao acontecendo até o projeto final se realizar. Ainda bem que as pessoas encarregadas de decisões, estão em alerta e devem tomar a decisão acertada, sem levar em conta as “promessas” de programa pacífico do Iran. Países como Iran e Coréia do Norte, não são dignos de confiança perante o resto do planeta, enquanto expuserem seus cidadãos aos perigos de decisões arbitrárias de ditadores e facínoras como seus atuais presidentes.
    Pessoas como a Rebbeca Sanches, pensam: ‘se os américanos podem porque o iran não pode?’ . Países com DEMOCRACIA E LIBERDADE, essas decisões pertencem a muitos, em DITADURAS essas mesmas decisões, só pertencem a um. É aí que mora o perigo.
    Abraços.

  302. weliton

    -

    15/12/2010 às 11:44

    Pra mim Israel deve sim agir antes e meter bala neles pois se o IRA tiver a bomba ai sim vai ser perigoso pois eles são loucos.

  303. Ismael (Arquiteto)

    -

    15/12/2010 às 11:36

    Sabe caio, Israel é um país pequeno, caso ocorra um ataque Iraniano contra Israel, o que não acho impossível, todos os vizinhos da comunidade árabe, mesmo os que mais detestam Israel, vão sofrer também. Por isso, acho que embora seja uma missão quase impossível, eu penso que a resolução do problema palestino, com a devolução da cisjordânia e o estabelecimento de Jerusalém como capital multi-cultural e religiosa, seria um fator importante de isolamento dos Persas. Não acredito num ataque preventivo enquanto Israel estiver isolado politicamente na região, pois os USA estão amilhares de quilometros de lá. Melhor doar os anéis que os dedos.
    Caro Ismael, o drama é que o relógio da crise iraniana anda mais rápido do que o da questão palestina. Obama quis apressar o relógio palestino, mas não há condições objetivas para uma aproxímação: israelenses e palestinos não se mostram preparados para concessões históricas. Abs, Caio

  304. amauri

    -

    15/12/2010 às 11:29

    Muitos falam em paz pelo mundo.
    O que é necessário para que a paz prospere?

  305. claudilei

    -

    15/12/2010 às 11:21

    Mahmoud Ahmadinejad e uma ameaça viva para o povo hebreu e a toda humanidade, o que esperar de um homem que nega o exterminio do judeus na 2° guerra mundial e vive declarando que Israel deveria ser varrido do mapa, se os judeus estão disposto ao enfrentamento e cortar a cabeça da serpente eles tem motivo o suficiente.Mahmoud Ahmadinejad e um leão faminto Israel esta certo de que se os EUA não atacar o Irã eles o atacara, concerteza quem vai perde sera a população inocente e fragil mais fazer o que se o presidente do Irã não aceita negocioar soluções, mais sim continua em querer fábricar muitas bombas atômicas para fins militar, e se as bomba cai em mãos de extremistas hem.
    Caro Claudilei, em toda discussão sobre o Irã nunca podemos esquecer a heróica parcela da população iraniana que desafia um regime brutal e perigoso, abs, Caio

  306. lev

    -

    15/12/2010 às 11:18

    Para :Rebbeca Sanches- 15/12/2010 às 10:34
    Em que mundo a sra. vive? Por acaso vive no planeta Terra? “Enquanto o mundo fala de paz”.Sua declaração chega a ser cômica.
    Primeiro a sra. mistura hebraico( en sof) com português sem nenhum sentido. Depois chama Moisés de egípcio( ele não o era). E pra fechar com chave de ouro faz alusão a javé( aqui merece um prêmio, pois nem quem fala hebraico consegue traduzir aquelas 4 letras), e diz que Ghandhi “nos ensinou”. Ensinou o que? pensei que ele tivesse ensinado aos indianos daquela época. A sra. vivia lá naquele tempo? Por acaso é indiana?
    Segundo:Israel não tem o direito de se defender? Israel( em seu 1% de OM) não tem direito a existência?
    O ditador fala em ahmadinejad fala em varrer Israel do mapa e quer construir uma bomba atômica, e mesmo assim Israel não pode se defender?
    Me poupe sra. Rebeca!
    Fico a pensar no que verdadeiramente está por trás de suas palavras.
    Passar bem.

  307. Ricardo A. N. Dornelles

    -

    15/12/2010 às 11:13

    Caio: Confesso que me dirigi à leitura de teu artigo com a certeza de que iria deparar-me com as trivialidades politicamente corretas à Jimmy Carter com que recheias teus artigos. Foi uma agradável surpresa ver que tenhas abandonado aquelas posições e seus princípios multiculturalistas e passado a defender uma posição firme anti-iraniana, vale dizer pró-Israel e pró-Ocidente. Viva! Uma alma salvou-se do inferno!
    Caro Ricardo, não estou surpreso comigo mesmo. Estou onde sempre estive: pró-Israel (e pró-estado palestino), pró-Ocidente e cheio de dúvidas sobre como conter o regime iraniano. Abs, Caio

  308. Ricardo A. N. Dornelles

    -

    15/12/2010 às 11:12

    Caio: Confesso que me dirigi à leitura de teu artigo com a certeza de que iria deparar-me com as trivialidades politicamente corretas à Jimmt Carter com que recheias teus artigos. Foi uma agradável surpresa ver que tenhas abandonado aquelas posições e seus princípios multiculturalistas e passado a defender uma posição firme anti-iraniana.

  309. wagner

    -

    15/12/2010 às 10:38

    é o burro do lula se metendo onde nunca foi chamado

  310. Rebbeca Sanches

    -

    15/12/2010 às 10:34

    Enquanto o mundo fala de paz, somente simpatizantes ou atrelados a israel e seu povo pregam a guerra. É a cultura do povo da “terra prometida”, basta ver as escritas do egípcio moisés. quando matavam “em nome de javé”, só não sei qual, pois tenho certeza ên sof não prega e apoia a violência. Gandhi nos ensinou isso muito bem.
    Rebbeca, não entendi: enquanto o mundo fala de paz? Que mundo? Somente Israel e seus atrelados pregam a guerra? Este é o novo tratado de Tordesilhas: os facínoras israelenses de um lado, e os povos amantes da paz, do outro. Abs, Caio

  311. Rone

    -

    15/12/2010 às 10:32

    Eh Caio reunir em uma só noticia Arabes, Judeus, norte Americanos, Armas nucleares, Wikileaks…..
    Gosto do assunto quando se fala da divisão de atomos em frações de
    segundos e se consegue uma gigantesca explosão!
    O conhecimento é democratico!
    Se tiver força de vontade vc consegue!
    (RUSSOS EX UNIÃO SOVIETICA mais alguns PAQUISTANESES), materia (plutonio
    )prima e muito dinheiro!
    E “Kabuummmm”.
    Uma pena usar tanto conhecimento para matar pessoas , 99% inocentes ,
    no caso não aconteceu ainda!(Nem vai acontecer é só teatro( sindrome de judeu que se sente perseguido), espero!)
    Trabalho no desenolvimento prototipo gerador de energia eletrica a base de
    poluição zero ainda em faze de testes o M.E.M.C. (motor
    eletromagnetico de moviemntação continua )Se empregam duas leis estabelecidas
    por Newton, um pouco de Arquimedes, e chega se a teoria de Einstein
    E=m .v ao quadrado , ainda gera pouco entre 10 a 12 volts e não tem uma constacia,
    que o vapor d’agua provoca e fazem girar uma turbina nas usinas nucleares , uniformemente e em velocidade
    constante!
    Ma vamos ao que interessa Caio Blinder.
    1-primero se desncadearia um corrida ao desenvolvimento de armas
    nucleares por todo o planeta!
    2- Obama que já está para um celso Pita ficaria mais ainda
    desacreditado?E logo a maior democracia tentando promover um negro ao
    posto da (maior?) nacão democratica, sair se tão mal com um abacxi
    desses que é o O.M.?
    3- qual seria a nova ordem do mundo?
    4- paises franco atiradores?
    Melhor ir enrolando morre se alguns em Gaza na Cisjordania, alguns
    soldados israelences e assim vai, o Irã não vai atacar e destruir
    Israel não, Israel já e um fato se bem que não concordo com sua
    politica para a região, do lado arabe devido sua religião fica
    deficil uma negociação, tenho uma ideia para eles tornem se cristãos,
    quem sabe? mas como não vai acontecer é esperar par assistir no canal
    de guerras do O.M.
    Caro Rone, muitos pontos interessantes, mas não posso me alongar. Sobre corrida nuclear, não sei seentendi o seu ponto. Mas é o amadurecimento do programa nuclear iraniano que provocaria, certo?
    Sobre uma questão dentro do seu texto, é válido o argumento de que o Irã não lançaria material nuclear contra Israel (mas as ansiedades israelenses são justificáveis), mas aí voltamos ao ponto acima: o Irã com o bomba estimularia sauditas, egípcios, turcos, etc a terem a sua. De resto, concordo que estamos numa enrascada. Abs, Caio

  312. Ethevaldo

    -

    15/12/2010 às 10:16

    Israel não pode ficar impune caso promova um ataque ao Irã. Não há mais salvo conduto para Israel, em nome de uma guerra que dizimou mais de 20 milhões de pessoas de várias etnias e crenças.O mais impressionante é que os chamados democratas, que não moram em Israel e vivem bem em outros lugares do mundo, aos quais criticam, concordem com os falcões no poder. Fez bem o Brasil em reconhecer a Palestina. O problema não é o Irã. O problema é a dobradinha EUA-Israel.Todos têm o direito de existência pacífica. Ninguém é melhor do que ninguém.Se Deus existe só para Israel, então tudo é permitido, com a licença do grande autor russo.
    Caro Ethevaldo, acho terrível a coalizão de governo em Israel e como você e os tais democratas que moram fora de Israel também quero um estado palestino (assim como um mundo árabe-islâmico que aceite a legitimidade do estado judeu). Fora isso, folgo em saber da dobradinha EUA-Israel. Sem ela, não haveria a “questão judaica” no Oriente Médio. Caso não tenha sido claro, judeus não estariam na região. Agora dizer que o Irã não é problema…..Abs, Caio

  313. Marcus Padilha

    -

    15/12/2010 às 9:57

    Engraçado o sentimento de torcida que se percebe nas palavras do articulista.
    Caro Marcus, os sentimentos do articulista são de dúvida e aflição. Caso não tenha deixado claro, ele é um mau articulista, abs, Caio

  314. luiz gustavo

    -

    15/12/2010 às 9:40

    O que me deixa empressionado é que na história da humanidade, o unico país que mandou uma bomba atômica ne outro foi os EUA.
    Porque essa associação de iraniano terrorista que a televisão nos colocou, não consegue ser quebrada.
    EUA e Israel não são os cherifes do mundo e nem vão ser!
    Estão colhendo o que plantaram.
    Como os EUA usaram a bomba, esta aí a lição. Ë preciso evitar que países como o Irã tenham a sua. Caro Luiz, o que se vê ultimamente com mais frequência na televisão é a imagem da condenada ao apedrejamento Sakineh Mohammadi Ashtiani, fazendo confissão forçada. Abs, Caio

  315. amauri

    -

    15/12/2010 às 9:39

    Ola Caio?
    Não exite odio naquela região? O odio então é estimulado pelo poder politico? Basta burocratas irem no palanque e dizer: Haja paz? Que o rebanho deixará o odio e aguarrará o amor? Facil assim?
    Oi Amauri, óbvio que existe ódio, a questão é se é possível responder politicamente ao sentimento, abs, Caio

  316. Anônimo de Todo Dia

    -

    15/12/2010 às 9:29

    Talvez o mundo se aproxime do seu fim. Pelo menos o mundo como o conhecemos. Cada vez mais cresce a minha imcompreensão em relação aos jovens caisais que vejo pelas ruas, felizes, carregando bebês no colo. O que podem ter na cabeça para colocar filhos no mundo, para viverem no inferno que vem por aí?

  317. Lucas

    -

    15/12/2010 às 9:29

    A frase de John McCain é definitiva!
    Queiram ou não, os “politicamente corretos” dessa esfera azul a girar no universo…

  318. joao -lisboa

    -

    15/12/2010 às 9:01

    Caro Caio: Concrdo contigo. Creio, apenas, que as retaliações seriam de vulto, nunca antes vistas. Um dos variados problemas da região é que os árabes (já desde o Nasser, ou mesmo antes) são divididos. Um ataque, que não seja bem coordenado e unilateral, poderá funcionar como catalizador para esta união e a desunião dos ora apoiantes de Israel. Abraços.
    Caro João, estamos num catch 22 no Oriente Médio, abraços, Caio

  319. Curica

    -

    15/12/2010 às 8:50

    Pois é e o apedeuta ainda vive de conchavos com o Irã, um pais de facinoras escondidos atra de uma religião que prega a violencia e morte,mada ele viver lá.
    Ainda tenho esperança de algumas mudanças de curso na política externa do governo Dilma, a destacar Irã, abs, Caio

  320. Victor

    -

    15/12/2010 às 8:35

    O que as Potências estão esperando para efetuar um Ataque às Instalaçoes Nucleares do Irã ?
    É complicado, né? Abs, Caio

  321. amauri

    -

    15/12/2010 às 8:31

    Bom dia Caio!
    Na epoca da guerra do golfo, Bush pai, tive uma experiencia pessoal que poucos tem ou tiveram.
    Em minha sala de trabalho estava um judeu, alguns minutos depois entrou um libanes muçulmano e logo um palestino cristão. Os tres juntos em minha sala. Eles não se conheciam, eu sabia quem eram. Foi impressionante a reação quando os tres se olharam, o clima ficou pesado, nos olhares deu para notar os sentimentos de cada um. Não vou dizer quem mais se expressou com odio no olhar. Aquela região destila o odio. Me alinho com Efraim Inba, uma ação militar não vai resolver o problema, vai prolongar a existencia de Israel. Vai gerar mais odio. E a imprensa mundial que adora os que odiam judeus, terá material farto sobre o ataque desproporcional israelense. Graças a internet podemos buscar depoimentos de quem não tem espaço na imprensa. O caso Assange veio para ter motivos de controle sobre a internet. Se este dia chegar estaremos na idade das trevas. Sem ferramentas para buscar a verdade o povo fica vulneravel aos neosofistas. abs
    Guerra e ódio permanentes no Oriente Médio? Isto é determinismo histórico. Abs, Caio

  322. maisvalia

    -

    15/12/2010 às 7:58

    Duas coisas:
    O Irã não pode nem deve ter a bomba;
    Para isso deve-se atacar as edificações que a fabricam;
    A conclusão: O que está esperando o prêmio nobel hussein para fazê-lo?
    Daqui a pouco muita gente vai ter saudades do jorgi buxi, hehehe
    Assim fácil? Abs, Caio


 

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