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03/09/2012

às 6:00 \ Crise econômica, Eleições 2012, Obama, Romney

Enfim, o buraco é mais fundo (Eleição Watch)

E Smith, Marx, Schumpeter e Keynes com isto?

Uma reportagem da edição desta semana de VEJA (A Questão que Importa, de Giuliano Guandalini) é precisa sobre as cartas econômicas e de filosofia de governo na eleição americana. Na campanha, os democratas querem “mais impostos, mais gastos públicos e mais regulação -mais governo, enfim”. Já os republicanos insistem que este caminho será o fim da “prosperidade econômica”. Querem menos governo, enfim.

Sobre o futuro, VEJA conclui que “quem quer que saia vitorioso nas urnas terá uma dura batalha para fazer sua visão prevalecer no Congresso e conseguir que a maior economia do planeta supere a sua década perdida”. Na convenção democrata desta semana, Barack Obama pedirá mais tempo, uma segunda chance. Na convenção republicana da semana passada, Mitt Romney disse que Obama já teve a sua chance e a desperdiçou.

Na reportagem, VEJA dá o contexo. Lembra que “Obama assumiu, em 2009, um país à beira da depressâo econômica” e com medidas que em boa parte foram uma continuação do que fora feito no final do governo Bush ele “evitou uma reedição da Grande Depressão”. O preço do sucesso: a dívida pública dobrou.

Em um ensaio no fim-de-semana, no jornal Valor, com o título Os Rumos do Capitalismo, o economista André Lara Resende contribui para o debate mostrando como o buraco é fundo: uma nova Grande Depressâo foi evitada, mas o endividamento continua excessivo. Na expressão feliz (e aterradora) de Lara Resende, “troca-se um fim horroroso por um horror sem fim”.  Ele observa que na crise, que é global, não existe “solução à vista e nem mesmo consenso sobre como proceder”.

Erudito, Lara Resende traz para o debate menções a Adam Smith, Marx, Schumpeter, Keynes, a Escola Austríaca e a Escola de Frankfurt (em suma, críticas e propostas de soluções à esquerda e à direita). Não fiquem agoniados, mas reflexões mais profundas atravessam esta galeria na conversa sobre ajustes cíclicos e destruição criativa do capitalismo. Como resolver uma crise (e minorar o custo social para a população) sem coibir o espirito inovador do capitalismo? O duelo entre justiça ou liberdade (ou entre liberdade e justiça).

Para Lara Resende, nestes termos, as duas grandes questões do nosso tempo são: 1) reduzir a disparidade dos padrões de vida, sem continuar a aumentar a intermediação do Estado e restringir as liberdades individuais e 2) reverter o consumismo, a insaciabilidade material, sem reduzir a percepção de bem-estar”.

Grandes questões e para encontrar respostas será preciso superar o fosso profundo do preconceito ideológico. A polarização eleitoral nos EUA mostra que não estamos perto de lá (na superação do fosso).

Enfim.

***

Colher de chá para o Pablo (dia 3, 11:29), por ter entendido o espirito da coisa e uma de café (hehehe) para a Carmem (dia 3, 9:59) pelo link do texto do Lara Resende e também por ter captado o espírito da coisa. Leitores, portanto, o link do textão do economista está no comentário da Carmem. Compareçam!

***
Pessoal, até quarta-feira cedo, terei dificuldades para uma ágil interatividade. Mas, o espaço continua generoso para os comentários, que serão liberados o mais cedo possível. Abs, Caio 

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106 Comentários

  1. amauri

    -

    04/09/2012 às 7:33

    Porque me persegues Sanidade Republicana?
    Voce poderia trocar “e não me venha dizer…”e mostrar como voce chegou a esta conclusão.
    Voce tambem poderia refutar o que escrevi sobre as etapas que se sucedem.

  2. Anouk

    -

    04/09/2012 às 7:05

    Daniel Silva,
    Mais um conservador na lista dos de atores hollywoodianos:
    ****
    Charlton Heston (born John Charles Carter; October 4, 1923 – April 5, 2008) was an American actor of film, theatre and television.[1][2][3] Heston is known for heroic roles in films such as The Ten Commandments, Ben-Hur for which he won the Academy Award for Best Actor, El Cid, and Planet of the Apes. He also is well known for his roles in the films The Greatest Show on Earth and Touch of Evil.
    ***
    Heston was also known for his political activism. In the 1950s and 1960s he was one of a handful of Hollywood actors to speak openly against racism and was an active supporter of the Civil Rights Movement. Initially a moderate Democrat, he later supported conservative Republican policies and was president of the National Rifle Association from 1998 to 2003.

  3. Daniel Silva

    -

    03/09/2012 às 21:44

    Ronaldo, como te disse, minha descoberta sobre o conservadorismo do Robert Downey Jr foi recente e me surpreendeu muito, porque sempre pensei que ele fosse um liberal. Só hoje, depois dessa interação no blog do Caio e estimulado por sua pergunta, é que fui procurar mais informações sobre o Downey Jr, e o que encontrei foi o seguinte: no começo de sua carreira como ator, ele nunca se preocupou com política. Era viciado em drogas, tendo sido iniciado pelo próprio pai, que lhe dava maconha desde os 6 anos. Na adolescência, viciou-se em outras drogas mais pesadas. Em 1990, quando fez o filme “Air America” com Mel Gibson, se tornaram amigos. Gibson teria sido o responsável por tentar “mentorizar” Downey Jr para se tornar um “conservative”, mas o rapaz nunca se importou muito, até que, depois das três prisões e do período de reabilitação das drogas pelos quais passou, teria passado por alguma reflexão pessoal que o fez tornar-se conservador. Downey Jr, porém, nunca deu detalhes sobre o que aconteceu realmente com ele nesse período para se tornar conservador. Sua única declaração a respeito foi essa entrevista de 20 de abril de 2008 ao “The New York Times”, a qual já citei. Downey Jr votou em Bush na sua reeleição em 2004 e em sua casa, há um enorme quadro com ele e a esposa Susan ao lado do presidente G. W. Bush e esposa. Em 2008, diferentemente do que eu havia dito, ele fez, sim, aquela que foi, até então, a sua única manifestação pública pró-republicanos. Downey Jr esteve presente à Convenção Nacional Republicana para apoiar McCain e ainda fez doações para a campanha do candidato republicano. Desde sua primeira aparição pública pró-republicanos, Downey Jr começou a ser criticado por seus colegas hollywoodianos majoritariamente democratas, mas parece não ter se importado com isso. Também se negava a dar entrevistas sobre o assunto. Na imprensa, saiu apenas a declaração de um amigo seu dizendo “Seus valores são realmente conservadores”. Entretanto, neste ano, recentemente, para surpresa dos republicanos, Downey Jr participou de um jantar na casa do seu colega George Clooney, onde fez uma doação à campanha de Obama à reeleição. Quando a notícia foi divulgada, jornalistas tentaram conseguir uma declaração de Downey Jr sobre o porquê dessa sua ação, se ele se dizia conservador e havia apoiado antes republicanos, mas, como das outras vezes, ele se recusou a falar de seu pensamento político e seu assessor apenas disse que ele “não quer falar sobre o assunto”. Enfim, é tudo o que descobri sobre a posição política do Downey Jr.

  4. carlos cezar

    -

    03/09/2012 às 21:02

    Zoiador, você foi objetivo.
    O PERSONAGEM CHINA SERÁ O DIVISOR DE ÁGUAS NESSE NOVO DESAFIO DA SOCIEDADE. NÃO SE DESEJA UM PADRÃO DE VIDA CHINÊS, MAS OS PRODUTOS CHINESES TIRAM O EMPREGO NO OCIDENTE.
    NÃO HÁ EQUAÇÃO EM QUE NÃO ENTRE A VARIÁVEL CHINESA, SEJA A CALCULADORA DE DIREITA OU DE ESQUERDA. IDEOLOGIA POLÍTICA SERÁ IRRELEVANTE NESSES NOVOS TEMPOS.

  5. carlos cezar

    -

    03/09/2012 às 20:55

    Enquanto isso, a Síria é o mais novo palco (tremendamente sangrento) de uma disputa entre as potências. De um lado, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e França; de outro lado, Rússia, China e Irã. Infelizmente os sírios estão pagando o pato. O petróleo iraniano de exploração a baixo custo é um forte atrativo às potências ocidentais e se transformou num eixo que movimenta essa carnificina. É novamente a mesma história: interesses econômicos e financeiros escondidos no discurso sobre direitos humanos. Estamos com as mãos sujas.

  6. carlos cezar

    -

    03/09/2012 às 20:47

    O fato de a Casa Branca se manifestar contrária a um ataque ao Irã deixa a descoberto a ignóbil tentativa messiânica de alguns políticos israelenses tripudiarem sobre os povos. Sobre o próprio povo israelense e também sobre o povo iraniano. A besta apocalíptica israelense está sendo subjugada por administradores americanos avessos às invasões e às explorações, contrários àqueles radicais que pediam uma visita de Obama a Israel no sentido de intimidar o irã.

  7. Joao Felipe

    -

    03/09/2012 às 20:33

    Amanhã começa a Convenção Democrata: ente os oradores, muitos prefeitos. Até porque das 20 maiores cidades americanas, 17 são governadas por democratas. Alguns nomes a ficar de olho:
    Julian Castro, o Keynote Speaker (San Antonio-TX)
    Antonio Villaraigosa, o presidente da convenção (Los Angeles-CA)
    Cory Booker, possível adversário de Christie em 2013 (Newark-NJ)
    Rahm Emmanuel, ex-chefe de gabinete de Obama (Chicago-IL)
    Anthony Foxx (Charlotte-NC, cidade sede da convenção)

  8. Joao Felipe

    -

    03/09/2012 às 20:10

    Daniel, pelo que sei, o Robert Downey Jr. participou daquele jantàr promovido pelo George Clooney que arrecadou 15 milhões para a campanha do Obama. Se ele é conservador, ele é um conservador muito esquisito.

  9. Vera

    -

    03/09/2012 às 20:06

    Um pouco camarada demais com a escola de Frankfurt e o marxismo cultural, o nosso Lara Resende… Afinal os tais politicamente correto, ambientalistas, humanistas, feministas e alguns antis isso e aquilo a todo o vapor, tem suas raízes onde?

  10. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 19:42

    RCP Average 8/19 – 9/2 – – 46.4 46.4 Tie
    Rasmussen (Monday) 3-Day Tracking 1500 LV 3.0 44 48 Romney +4
    Gallup (Monday) 7-Day Tracking 3050 RV 2.0 47 46 Obama +1
    PIOROU HEIN JF!

  11. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 19:30

    Welfare State – Como começa e como termina
    http://oinsurgente.org/2012/09/02/welfare-como-comeca-e-como-termina/
    UMA CHARGE QUE EXPLICA PARTE DO ARTIGO DO LR E A IDÉIA POGRECISTA DOS BURRICOS, HEHEHEHE

  12. Sanidade Republicana

    -

    03/09/2012 às 19:10

    Amauri, 14:51, tu és incorrigível, consegue fazer até uma associação entre Lara Resende e marxismo, ele cheira marxista, é criptomarxista? E não me diga que não insinuou nada disso, como é sua marca. Genial.

  13. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 17:39

    “depois a crise do petróleo, e agora no século XXI , a nossa atual crise além do excesso de crédito, é o excesso de idosos, realmente essa crise não tem soluções, a estagnação acontecerá e será necessário.”
    INTERESSANTE, JORJI. UM TANTO PESSIMISTA, MAS É BOM LER ALGO NÃO-PANFLETÁRIO, SEM RECEITAS DE BOLO, PORA VARIAR…

  14. Rodrigo

    -

    03/09/2012 às 17:33

    Já compareci com um link sobre a opinião do Jim Rogers, que dizem ser um lendário investidor. O tal Rogers fala em crise financeira apocalíptica nos próximos meses. Espero que esteja errado.

  15. Henrique

    -

    03/09/2012 às 17:31

    Carmem, o link que você postou pra esse texto do Lara Resende foi uma das coisas mais úteis que já apareceram na área de comentários aqui da coluna do Caio. Valeu mesmo, hein! Foi uma baita contribuição, ainda mais pra aqueles que se interessam tanto por Economia Política, como eu! Seguem as palavras finais do texto, que sintetizam de forma perfeita qual é o desafio do nosso tempo, reconhecendo, simultaneamente, o capitalismo como o mais benéfico sistema econômico existente:
    “A competição capitalista parece-me imprescindível para que seja possível encontrar as respostas aos problemas criados pelo seu sucesso. Só a pluralidade das ideias, que foi capaz de desmistificar todo tipo de autoritarismo, seja o religioso, o fundamentalista ou o ideológico, e criar a cultura da automomia do indivíduo, será capaz de fazer a revisão cultural que as circunstâncias exigem, sem sacrificar as conquistas do Iluminismo.”

  16. jorji

    -

    03/09/2012 às 17:31

    Eu já havia comentado que a segunda grande guerra mundial tinha tirado o mundo da crise, o século XX foi realmente um divisor, o século do “inferno”, em 100 anos os humanos causaram destruição ambiental maior do que nos últimos 2 milhões de anos, além de terem exterminados boa parte das espécies existentes, jamais houve tantos conflitos e tanta crueldade, porém também foi o século das grandes invenções, as maiores crises econômicas do século passado foram no início do século(1929), depois a crise do petróleo, e agora no século XXI , a nossa atual crise além do excesso de crédito, é o excesso de idosos, realmente essa crise não tem soluções, a estagnação acontecerá e será necessário.

  17. nei Brasil melhor...

    -

    03/09/2012 às 17:09

    Quando o governo for de direita…seja de esquerda, quando for de esquerda…seja de direita, para a sua própria sobrevivência, mas se vc for um milionário…esses…são ambiguos, são mutantes, são de direita, de centro de esquerda , eles são sempre governos, senão…não seriam milionários!
    Proudon já dizia…que a propriedade privata é um roubo. O mais valia precisa ser corrigida! hahahah um tiro com duas perdizes…
    Até o Mangabeira Unger deu aula pro Obama…e pro Bush…hahahh sucks!
    Brazilian Day, é nóis…
    Para vencer a eleição, hay que hablar el espanol!!!! Bush sabia disso! el sape, ahhahah Don Arbusto……

  18. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 16:57

    Hummmmm, acho que o MV tem razão quando fala que Lara Resende pende mais pro mensamento da direita (ele chega a ser irônico em relação à lógica do estado salvador de hoje)
    É SÓ LER COM ATENÇÃO O ARTIGO E CONSTATAR O QUE EU AFIRMEI.
    SIMPLES ASSIM
    O ARTIGO ESTÁ DISPONÍVEL.
    PARA A ESQUERDA SOBROU O MARXISMO CULTURAL QUE A CUMPANHEIRA CARMEM DESTROÇOU, HEHEHEHE
    SE NINGUÉM COMPRAR ARTIGOS DE LUXO SUPER DISPENSÁVEIS/SUPÉRFLUOS QUEM VAI SOFRER NÃO É O RICO QUE OS COMPRA E SIM OS POBRES QUE OS FABRICAM.

  19. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 16:42

    ““Eu tenho um ponto de vista político, e não é algo que eu digo sempre muito alto nas mesas de jantar aqui, mas você não pode ir de uma noite de 2 mil dólares em uma suíte no La Mirage para uma penitenciária e realmente entendê-la e sair de lá um liberal. Você não pode. Eu não desejo essa experiência a ninguém, mas ela foi muito, muito, muito educativa para mim e formou minhas inclinações políticas desde então”. Ou seja, Downey Jr “converteu-se” ao conservadorismo após ter passado pela cadeia.”
    INTERESSANTE, DANIEL, NÃO SABIA DISSO. ELE CHEGOU A EXPLICAR MELHOR POR QUE A COISA LHE TERIA SIDO TÃO EDUCATIVA? QUE VOCÊ ENTENDEU DISSO?

  20. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 16:36

    Excelente, Pablo, vosso comentário de 03/09/2012 às 15:27.
    Colher de sopa do lado B pra você!

  21. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 16:31

    “Ronaldo, o economista é um cético e um sabedor de que tudo envolve custos e escassez, como o Lara é um bom economista e depois de ter passado uma temporada no governo, ele sabe que o governo pode ter toda boa intençao do mundo, mas dificilmente ele conseguirá atingir os objetivos que almeja.”
    BELEZA, DAVI, MAS… POR QUE EXTAMENTE VOCÊ ESCREVEU ISSO PRA MIM?

  22. Daniel Silva

    -

    03/09/2012 às 16:28

    Ronaldo, é verdade, o James Earl Jones está vivo. Quem morreu foi o pai dele, Robert Earl Jones, em 2006, que também era ator e ficou mais conhecido por ter feito o personagem Luther Coleman em “Um Golpe de Mestre” (1973). Aproveitando, como vi que teve gente que se interessou pelo assunto, seguem outros nomes de hollywoodianos republicanos: Pat Boone, o diretor David Zucker, o comediante Dennis Miller, Cheryl Ladd (do antigo seriado “Charlie’s Angels” – “As Panteras”, no Brasil), Shirley Temple, Andy Garcia, Vince Vaughn, o diretor Sam Raimi, Chelsea Noble (atriz de vários seriados), Freddie Prinze Jr (assim como sua esposa, Sara Michelle Gellar, já citada) e o diretor Jerry Bruckheimer (tornou-se republicano desde 2004, tendo votado e contribuído para as campanhas de Bush em 2004 e McCain em 2008, e atualmente apoia Romney).

    E seguem, entre os falecidos, mais famosos hollywoodianos republicanos: John Wayne, James Stewart, Clark Gable, Frank Capra, Bob Hope, Frank Sinatra (de 1944 até 1970, democrata; de 1970 até à sua morte, republicano), Ginger Rogers, Glenn Ford (frustrado com Jimmy Carter, tornou-se republicano nos anos 80 até à sua morte), Dennis Hopper (tornou-se um republicano desde 1980, votando em Reagan, Bush pai e Bush filho, mas, na última eleição presidencial, tirou seu apoio a McCain e votou em Obama, alegando que McCain escolhera mal seu vice), Fred MacMurray e Charlton Heston (que definia-se como um “Democrata moderado” de 1956 até 1980, ano em que assumiu-se republicano até o fim de sua vida).

    E para encerrar, um caso interessante (esse, inclusive, me surpreendeu quando li): Robert Downey Jr. Ele nunca se declarou publicamente como apoiador dos democratas ou dos republicanos, mas, certa vez, em entrevista ao jornal “The New York Times” de 20 de abril de 2008, Robert Downey Jr, que é mui amigo de Mel Gibson, afirmou com todas as letras: “Eu tenho um ponto de vista político, e não é algo que eu digo sempre muito alto nas mesas de jantar aqui, mas você não pode ir de uma noite de 2 mil dólares em uma suíte no La Mirage para uma penitenciária e realmente entendê-la e sair de lá um liberal. Você não pode. Eu não desejo essa experiência a ninguém, mas ela foi muito, muito, muito educativa para mim e formou minhas inclinações políticas desde então”. Ou seja, Downey Jr “converteu-se” ao conservadorismo após ter passado pela cadeia.

  23. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 16:27

    “Até q toda essa dívida seja equilibrada vai levar tempo, se os governos ficarem quietos a dor será maior porém mais curta, senão a dor pode ser mais branda mas se alongar por gerações..”
    NESSES TERMOS A COISA ME SOOU AINDA MAIS IRÔNICA, CARMEN :P

  24. Ricardo Salazar

    -

    03/09/2012 às 15:44

    E FALANDO DO FOSSO IDEOLÓGICO AMERICANO,DO MESMO TEXTO:

    “O show de Obama e Netanyahu”

    “Todos sabem que nos Estados Unidos, desde os tempos do presidente Truman, isto é nos anos cinqüenta, nenhum candidato se elegeu presidente sem o apóio dos banqueiros sionistas – que financiaram a campanha eleitoral – e sem o aval da influente comunidade judaica de New York. Por isso, Obama, por um lado deve tranqüilizar o eleitorado democrata de baixa renda de que depois as aventuras no Iraque e no Afeganistão, não quer outra intervenção na Síria. Por outro, deve garantir aos governantes sionistas de Israel que os EUA não deixarão Bashar el-Assad no governo.

    Em função desse contexto, Obama recuperou o roteiro, fantástico e mentiroso de George Bush Jr. para justificar uma possível intervenção na Síria se os generais de Assad fazem uso de armas químicas contra os combatentes do ELS. No mesmo tempo e com vista tornar mais complexo o cenário geo-estratégico o primeiro ministro sionista, Netanyahu e depois seu ministro da Defesa, Barak (que diz ser trabalhista), disseram publicamente que em novembro -isto é depois das eleições nos EUA -devem lançar um ataque cibernético-nuclear contra o Irã para evitar que o regime dos Ayatollah finalize suas centrais atômicas.

    Os analistas dizem que as palavras de Obama e as ameaças de Netanyahu são elementos de uma guerra psicológica que o EUA e Israel mantém ativos, apenas, para provocar o descontrole de seus opositores no Oriente Médio. Porém a maior parte dos eleitores israelenses e até dos EUA e de muitos países europeus, acreditam que os iranianos querem, mesmo, destruir Israel por ser um estado judeu.

    As palavras do democrata Obama, vão, perigosamente, nessa direção criando um clima de mera provocação. De fato, se no cenário político das capitais ocidentais começa a crescer a idéia de que o presidente da Síria, Bashar el-Assad irá utilizar as armas químicas da mesma maneira como Saddan fez no Iraque, é evidente que haverá pressões para os EUA atacar a Síria com o sem o aval da ONU.

    Um argumento que a mídia ocidental vai certamente agravar divulgando os relatórios que indicam as quantidades de bombas químicas que a Rússia vendeu ao regime de Damasco. Enfim o estopim poderá ser aceso pelas TV árabes apresentam desertores sírios admitindo que o potencial destruidor de bombas químicas seja usado contra Israel.

    Nesse âmbito, o novo presidente dos EUA, seja ele o democrático Obama ou o republicano Romney, terá todas as condições para atacar a Síria, enquanto Israel vai cometer seu maior erro estratégico indo bombardear o Irã e iniciar, assim, uma guerra sem fim.”

    COMO SUPERAR O FOSSO IDEOLÓGICO E A CRISE DESTE JEITO?

  25. Ricardo Salazar

    -

    03/09/2012 às 15:41

    DESCULPA-ME POR POSTAR NA COLUNA ANTERIOR,ME CONFUNDI,MAS FALANDO DE OBAMA:

    DO GRANDE COMANDANTE Achille Lollo:

    “…

    As reportagens do jornal britânico Sunday Times , do alemão Bild am Sonntag e da radio francês Bfmtv-Rmc revelaram que os governos da Grã Bretanha, da Alemanha e da França, autorizaram a intervenção de seus serviços especiais para sustentar os rebeldes do ELS, formado por desertores sírios pagos pelo Qatar e comandado por oficiais da Arábia Saudita, por sua vez monitorados por agentes da CIA. Neste contexto Obama promete fazer o que Bush fez no Iraque, ameaçando intervir na Síria para impedir que Assad use as armas químicas. Por sua parte Israel ameaçou atacar o Irão com foguetes nucleares.

    Achille Lollo (ROMA) – Nos últimos cinco dias os diretores de jornais, revistas e televisões, bem como todos os bloggueiros que apóiam os rebeldes do ELS e que fazem uso massivo das imagens da TV Al-Jazeera e das informações divulgadas pelo Conselho Nacional Sírio (CNS), se calaram após ter lido as seis laudas de textos do jornal britânico Sunday Times e do alemão Bild am Sonntag, seguidas pelos três minutos gravados pelo canal de rádio Bfmtv-Rmc com o primeiro ministro francês Jean-Marc Ayault. Textos que desmentiam tudo o que eles disseram nesses últimos meses!

    O jornal britânico Sunday Times – que não é de esquerda e não tem nenhuma simpatia para o governo sírio -por ser um produto de mercado e por não estar com o rabo preso ao governo de David Cameron, decidiu ganhar muito dinheiro publicando em sua edição de domingo uma reportagem chocante sobre a Síria. Algo que a BBC, o famoso Times, o próprio The Guardian e o The European já deviam ter publicado. De fato, a edição do Sunday Times esgotou e o mesmo aconteceu na Alemanha com a edição do Bild am Sonntag porque as duas publicações desvendaram o pretenso pacifismo não-intervencionista da poderosa primeira-ministra Ângela Merkel bem como do britânico Cameron, revelando que esses governos autorizaram -já há vários meses -a intervenção no conflito sírio de unidades especiais dos seus serviços secretos além de providenciar a transferência de tecnologia militar para nortear as operações militares dos rebeldes contra o exército sírio.

    No Sunday Times

    O jornal britânico abriu sua reportagem dizendo “…. enquanto a comunidade internacional não sabe como parar a guerra civil na Síria, a Grã Bretanha decidiu entrar nesse conflito e ajudar as forças do ELS. Uma ajuda participativa que está sendo realizada pelas tropas especiais do SAS e os agentes especiais do M15 que monitoraram os ataques das tropas do ELS no enfrentamento contra unidades do exército regular sírio …”

    http://pcb.jusbrasil.com.br/politica/103482067/tropas-especiais-de-paises-da-otan-norteiam-a-guerra-civil-na-siria

    E AINDA DIZEM QUE SÓ OS PAÍSES DA REGIÃO IRÃO FAZER O JOGO SUJO,HEHEHE.

  26. amauri

    -

    03/09/2012 às 15:35

    O livro dos Trinta e Seis Estratagemas chineses ensina: “Todo fenômeno é no começo um germe, depois termina por se tornar uma realidade que todo mundo pode constatar. O sábio pensa no longo prazo. Eis por que ele presta muita atenção aos germes. A maioria dos homens tem a visão curta. Espera que o problema se torne evidente, para só então atacá-lo.” (quando enxerga o germe causador, geralmente enxerga o germe nao causador)

    As duas perguntas que o trecho sugere são:

    1) Onde estão os germes?

    2) Quando os problemas ficam evidentes, aparecem claros para todo mundo
    ao mesmo tempo?

  27. Pablo Vilarnovo

    -

    03/09/2012 às 15:27

    Ronaldo – A questão é polêmica, mas há várias leituras sobre isso. Uma pessoa de esquerda poderia dizer: “pois bem, se a empresa do capitalista malvado quebrou, ele que quebre também”. O problema é a perda de empregos. As pessoas de esquerda não querem que outros percam empregos e por isso a decisão do Estado em salvar as empresas. Infelizmente nesse processo salvou-se também os capitalistas e isso foi bem apreciado pelo pessoal que a esquerda chama de direita. Nesse ponto (resgate das empresas) os liberais clássicos austríacos (para diferenciar dos liberais americanos) ficaram sozinhos. É uma leitura mais técnica e talvez mais “desumana”. Aceitam que em um primeiro momento haverá sim perda de empregos, haverá sim recessão, haverá sim dificuldade, mas depois os sistema ficará mais “limpo” permitindo que novas empresas melhor geridas assumem o lugar daquela que quebrou. Empresas não são insubstituíveis. Há um sem número de casos onde empresas gigantescas faliram e foram substituidas por outras. Sempre cito a PanAm como exemplo.
    O maior perigo dos resgates, olhando por qualquer ótica seja de direita, de esquerda ou austríaca, é a quebra do Moral Hazard em que pessoas simplesmente não consideram mais o risco de assumirem uma posição pois o governo sempre estará lá para resgata-las. Isso é errado. Capitalismo sem risco não passa de fascismo, de um socialismo de estado mau disfarçado.

  28. amauri

    -

    03/09/2012 às 15:17

    Antigamente, os bancos só podiam emprestar recursos que recebiam como depósitos a prazo (onde efetivamente a propriedade do recurso era transferida ao banco por um período de tempo). No caso de depósitos à vista (onde o banco tem apenas a custódia do bem) era expressamente proibido aos bancos emprestarem esses recursos. Hoje os bancos operam com o sistema conhecido por sistemas de reservar fracionadas. O Lara poderia colocar esta variante da equação nas crises. dizer quem sao os maires beneficiados por este sistema. abs

  29. Davi

    -

    03/09/2012 às 15:13

    Ronaldo, o economista é um cético e um sabedor de que tudo envolve custos e escassez, como o Lara é um bom economista e depois de ter passado uma temporada no governo, ele sabe que o governo pode ter toda boa intençao do mundo, mas dificilmente ele conseguirá atingir os objetivos que almeja.

  30. Davi

    -

    03/09/2012 às 15:05

    Li o ensaio do Lara, ele é bom, mas fiquei um pouco desapontado. Entendo que ele quis dá um visão geral, que foi muito bem feita. Entretanto acho que lhe faltou ousadia, qualquer um com melhor “time”, perceberia que as ideias da escola austriaca estão crescendo espontaneamente na rede e no mundo real, exatamente pelo livre debate. Só ver a efeito Ron Paul no mundo (cujo os partidários nos eua chegaram a criar um inicio de “tumulto” na convenção do partido republicano, vejam no globonews, ressuscitando a emoção na convenção).
    O Lara deu muito espaços para algumas escolas econômicas famosas (ex: marxismo e keynesianismo), mas que são cientificamente capengas e de dificil compreenção(qualquer economista técnico sabe disto), o que infelizmente é comum no meio, e deu pouco espaço para outras que são menos conhecidas, mas que apresentam teorias fortes, criticas contundentes e são de simples entendimento.
    Caio, fico entusiasmado com o debate, espero que ele floresça mais. De forma alguma estou fechado em um “casulo” que impede a discussão, ocorre que depois que vc sair de Matrix (viver uma vida com keynesiano), fica difícil aceitar algumas coisa que nos são impostas pelo pensamento dominante.

  31. Carmem

    -

    03/09/2012 às 15:04

    Ronaldo, não acho q o L.R. estivesse sendo irônico.
    Um fim horroroso por um horror sem fim não é uma ironia, é uma constatação. A dificuldade apontada por ele é a dose de intervenção estatal q deveria/deve ser feita. Ninguém em sã consciência permitiria q se instaurasse uma depressão tendo meios para contê-la. Mas há níveis de intervenção, o Armínio Fraga por exemplo acha q a Irlanda foi muito além do q deveria, não deixou nenhum dos seus bancos quebrar e acabou quebrada. O Obama só salvou os maiores, mais de 100 quebraram. O maior problema foi a bolha imobiliária q levou os consumidores a lona quando estourou.
    Até q toda essa dívida seja equilibrada vai levar tempo, se os governos ficarem quietos a dor será maior porém mais curta, senão a dor pode ser mais branda mas se alongar por gerações..
    abs

  32. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 15:02

    “o limite do tolerável – no sentido de não vir a se tornar disfuncional – da participação do Estado na economia.”
    ESSE É O CERNE DA DISCUSSÃO DE HOJE. É ISSO QUE SE DISCUTE NOS EUA, ENTRE REPUBLICANOS E DEMOCRATAS. É ISSO QUE NÃO SE DISCUTE NO BRASIL…

  33. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 14:58

    “Ocorre que a terapia keynesiana foi concebida para a economia que passou pela depressão e eliminou o excesso de dívidas, para a economia que está paralisada, mas pronta para reagir ao estímulo dos gastos governamentais. Os gastos públicos funcionam então como um motor de arranque, capaz de relançar o consumo e o investimento, numa economia devastada pelas quebras generalizadas. O aumento dos gastos públicos é questionável numa economia ainda com excesso de dívidas públicas e privadas. Consumidores sobre-endividados poupam toda renda adicional para reduzir suas dívidas. Governos sobre-endividados, que gastam mais do que arrecadam, correm o risco de perder a credibilidade e não serem mais capazes de refinanciar suas dívidas. Uma verdadeira sinuca de bico.”
    E O BRASIL, QUE TEM DÍVIDA PÚBLICA E PRIVADA, QUE TEM MUITO GASTO GOVERNAMENTAL, VAI PRA CAÇAPA?

  34. Sanidade Republicana

    -

    03/09/2012 às 14:54

    Amauri, tu és incorrigível. Se o conceito é do Estado do Bem-Estar Social claro que os critérios são sociais (Vade Retro, socialista, comunista, servidão, tirania, ditadura, fim da liberdade) e não individuais.

  35. amauri

    -

    03/09/2012 às 14:51

    Caio, no artigo Lara que o mercantilismo é uma forma primitiva de capitalismo.
    Será? “mercantilismo” é o nome dado a um conjunto de doutrinas e teorias econômicas. Já “capitalismo” é o nome dado ao modo como o mercado funciona.A ideia de que a história econômica da humanidade é uma sequência de “sistemas econômicos” – feudalismo, mercantilismo, capitalismo (dividido em várias “fases”) e socialismo – que se sucedem uns aos outros é uma tese marxista. E uma tese marxista falsa.

  36. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 14:42

    Hummmmm, acho que o MV tem razão quando fala que Lara Resende pende mais pro mensamento da direita (ele chega a ser irônico em relação à lógica do estado salvador de hoje):
    ———–
    “A depressão tem custos intoleráveis, mas, com a quebra generalizada, elimina-se o excesso de endividamento e abre-se a porta para um novo ciclo de expansão. Ao evitar-se a quebra, impede-se a redução, catastrófica, mas natural, do excesso de dívidas que precisam ser digeridas, antes que o consumo e o investimento possam retomar fôlego. Troca-se um fim horroroso por um horror sem fim.”

  37. amauri

    -

    03/09/2012 às 14:36

    “sem reduzir a percepção de bem-estar”.
    isto é subjetivo. querer criar uma escala de bem estar é loucura. vai ser o estado a dizer o que gera bem estar a um individuo? O meu bem estar esta muito longe do bem estar do Lara milionário. Podem ter certeza.

  38. Keynes Hayek

    -

    03/09/2012 às 14:31

    O ensaio do Lara Resende é sombrio, sem babaquice. Sua grande advertência é para que os posicionamentos ideológicos sejam mais criativos e menos rancorosos. Parece que pelo tom do debate aqui, Lara Resende fracassou, mas o Caio deu uma boa colher de chá para o Pablo. No geral, temos aqui meia dúzia de militantes políticos de esquerda e de direita falando sempre a mesma coisa, falta de rumo.

  39. Carmem

    -

    03/09/2012 às 14:30

    maisvalia-03/09/2012 às 14:01
    .
    Obrigada MV!
    E cada entre nós, em matéria de plásticas o Sean Penn não fica NADA a dever ao Sylvester..
    abs

  40. Edson

    -

    03/09/2012 às 14:27

    Estamos assim: o Caio escreve um texto legal sobre um ensaio importante do Lara Resende sobre os Rumos do Capitalismo. E temos uma penca de leitores discutindo Os Rumos de Hollywood. Coisa triste. Vamos elevar o nível da conversa.

  41. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 14:11

    “ACONTECE QUE O MAIOR CLIENTE TAMBÉM É O ESTADO, E DAI A INCOERÊNCIA. O QUE A INDUSTRIA CONTRIBUI COM IMPOSTOS DEVE SER MUITO INFERIOR AO QUE ELA TIRA DO TESOURO AMERICANO.”
    —————
    INTERESSANTE… ALGUÉM JÁ FEZ ESSA CONTA?

  42. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 14:10

    “agora eu nao me orgulharia de ter Jessica Simpson como porta estandarte de qualquer bloco”
    ————
    E eu não me orgulharia de ter Sean Penn como porta-estandarte de qualquer bloco… Ótimo ator, mas um mau-caráter de ir abraçar Hugo Chavez.
    A questão, Caio, é que você foi pelo caminho mais fácil, pegando alguém ridículo (como a Jessica Simpson é) do outro lado. Não tem artista patétido do lado democrata não? Como são a maioria, deve ter muito mais, inclusive…

  43. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 14:06

    “Há ainda famosos republicanos recentemente falecidos: Leslie Nielsen e James Earl Jones.”
    JAMES EARL JONES NÃO MORREU NÃO, DANIEL.

  44. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 14:01

    Carmem – 03/09/2012 às 13:36
    POR ISSO ME ORGULHO DESTA CUMPANHEIRA
    DE UM CONSUMIDOR INSACIÁVEL MAS SEM DINHEIRO SUFICIENTE, MAS NÃO INVEJOSO!

  45. o zoiador

    -

    03/09/2012 às 13:58

    O PERSONAGEM CHINA SERÁ O DIVISOR DE ÁGUAS NESSE NOVO DESAFIO DA SOCIEDADE AMERICANA. E POR QUE NÃO DE TODA A SOCIEDADE OCIDENTAL?
    NÃO SE DESEJA UM PADRÃO DE VIDA ESTILO CHINÊS, MAS OS PRODUTOS CHINESES TIRAM O EMPREGO NO OCIDENTE, PREÇO BAIXO E PRODUÇÃO EM MASSA.
    NÃO HÁ EQUAÇÃO EM QUE NÃO ENTRE A VARIÁVEL CHINESA…. SEJA A CALCULADORA DE DIREITA OU DE ESQUERDA.
    OS EUA TERÃO QUE DECIDIR ONDE É MELHOR GASTAR SEU DINHEIRO, E TERÃO QUE DECIDIR LOGO.
    IDEOLOGIA POLÍTICA SERÁ IRRELEVANTE NESSES NOVOS TEMPOS.

  46. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 13:50

    Daniela
    QUERIDA CUMPANHEIRA
    QUE TAL
    ROSEANNE BARR
    MICHAEL MOORE
    SEANN PENN, O ESPANCADOR
    MIA FARROW
    QUER QUE CONTINUE OU TÁ BOM?

  47. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 13:49

    Caio, que cerveja você vai tomar pra comemorar a vitória de Obama? :D
    A da White House é vendida em supermercado ou é só pros amigos do rei?

  48. Daniela

    -

    03/09/2012 às 13:39

    Arnold Schwazenneger; só por isso dá pra ter uma idéia do que significa ser republicano e ator ( ? ! ) nos EUA. Deveria ter ficado na escola austríaca que ele nasceu onde a maioria agora que têm dentes.
    Chuck Norris tem sua melhor atuação em seus avateres de videogames.
    Silvester Stalone é meu predileto – ainda bem que não puxou a sra. mãe dele no requisito: cirurgião plástico.
    E o Denzel. ah esse… É tão lindo que se redimiu ao votar no Obama e tirar aquela família disgusting do poder. Vamos ver em quem ele diz votar no próximo pleito.
    Mel Gibson é uma paródia de si mesmo. Mas adoro a cena dele enrolado numa toalha. Um voto justo para os republicanos.
    Os dois primeiros ainda estão vivos? Nossa !
    Realmente, os republicanos têm um time de primeira.
    Vou tomar meu Rivotril, caso contrário, começo a acreditar nas baboseiras que seus ‘crivos racionais’ se nos apresentam.
    A gente tem sempre um partido. Buscamos, mentalmente, os argumentos que justifiquem “racionalmente” nossas escolhas supostamente positivistas.
    Vem cá que , na real, é tudo uma questão de fé.

  49. Carmem

    -

    03/09/2012 às 13:36

    Tks boss!
    .
    Um ponto q achei interessante no artigo é o que se refere a “insaciabilidade material”, o julgamento que o L.R. faz parece mais moral do que propriamente econômico já q muitas tecnologias tem sido desenvolvidas visando o consumo sustentável, menos desperdício e mais eficiência no aproveitamento dos recursos naturais.
    A China tirou centenas de milhares de pessoas da pobreza em cima da “insaciabilidade material” dos americanos. Alguém tem q consumir para q outro possa produzir. Se os americanos tivessem vivido frugalmente (ie sem se endividar) durante a bolha de crédito, os chineses jamais teriam crescido na velocidade q cresceram levando outros países (este inclusive) na onda.
    Quer dizer, vc pode fazer um julgamento moral do consumo excessivo, qdo consumir se torna um fim em si mesmo e argumentar q isso é o oposto de uma vida virtuosa onde se almeja a sabedoria, a arte superior, enfim essas coisas q dizem os sábios, são a fonte da verdadeira felicidade. Mas a realidade é q esse consumo gera e distribui riquezas mundo afora, quer dizer, condenar o tal do consumo excessivo pode ser o mesmo do q condenar uma boa parte da população do planeta a miséria.
    Onde então fica a moralidade da vida frugal?
    abs
    ps: eu estou loooonge de ser uma consumidora insaciável, mas por uma questão de temperamento.

  50. rubia kapusta

    -

    03/09/2012 às 13:26

    Gostei do comentario do daniel silva. Vou ler o artigo que vc comentou. Eu acho que tudo tem que ter um balanco. Ainda acho que o Romney vai conseguir fazer esse balanco de governo e prosperidade economica. Com o Obama os resultados estao ai para a gente ver.

  51. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 13:21

    Ney S. Monteiro – 03/09/2012 às 12:25

    Felizes os americanos que tem a opção de escolher entre liberais e conservadores ou, se preferirem, entre esquerda e direita.
    No Brasil, infelizmente, só temos escolha entre esquerda e partidos de aluguel.
    PERFEITO CARA!

  52. amauri

    -

    03/09/2012 às 12:49

    Continuando. Estes nostalgicos entao pensaram: o que vamos fazer? vamos cobrar impostos dos que mais produzem, damos uma pequena parcela ao povo e o resto fica entre nós, o povo sorri e nós ficamos perpetuados do poder. Hoje li a noticia que o R7 está triste só por que o sistema fiscal da Espanha retira de seu suor e trabalho 43%. Como ele é ganancioso e insensível. Que horror. abs

  53. amauri

    -

    03/09/2012 às 12:42

    “A nostalgia do mundo perdido abre caminho para os novos críticos, mais duros, da sociedade capitalista.” Estes nostálgicos parece que nao estavam contentes em ter que trabalhar, por isso o nostalgismo da era aristocrática. O mais conhecido e nostálgico e critico foi Marx, que por coincidência não gostava de ganhar a vida com suor. heheheh abs

  54. amauri

    -

    03/09/2012 às 12:31

    Caio ou leitores, sabe me dizer como a populacao epocal adquiria os bens de consumo? disse Lara: “A valorização da vida privada, por sua vez, permitiu o aumento do consumo pessoal, que se transformou em elemento-chave do dinamismo capitalista da modernidade.” abs

  55. amauri

    -

    03/09/2012 às 12:25

    Caio, voce me perguntou se o Lara deixou a desejar algo, nao explicou algo… fiz um questionamento e voce nao tentou explicar. vou repetir:
    Assim disse Lara: “…O SUCESSO DA ECONOMIA CAPITALISTA GLOBALIZADA…” e “O CAPITALISMO TEM VARIAS VERTENTES…”
    Qual vertente foi a causa da primeira afirmação que Lara fez? abs

  56. Ney S. Monteiro

    -

    03/09/2012 às 12:25

    Felizes os americanos que tem a opção de escolher entre liberais e conservadores ou, se preferirem, entre esquerda e direita.
    No Brasil, infelizmente, só temos escolha entre esquerda e partidos de aluguel.

  57. carlos cezar

    -

    03/09/2012 às 12:25

    O medo da Casa Branca e do Pentágono é que poderia haver um novo conflito no Oriente Médio. Enquanto a equipe de Obama para a segurança nacional tem mantido silêncio sobre as discussões com Netanyahu, o presidente do Joint Chiefs of Staff, o general Martin E. Dempsey, deu voz às preocupações em Londres. Dempsey repetiu a posição americana de que um ataque israelense “claramente irá atrasar, mas não destruir o programa nuclear do Irã”. Depois ele foi além de qualquer aviso que Obama deu a Israel em público, dizendo que a coalizão internacional de países que aplicam sanções contra o Irã “poderá ser desfeita”, se o país foi atacado prematuramente. “Não quero ser cúmplice, se optarem por fazê-lo.” Mitt Romney tomou uma linha mais dura, dizendo que nunca iria concordar em permitir que o Irã enriquecesse urânio em qualquer nível – uma restrição repudiada até mesmo por muitos republicanos, incluindo alguns dos assessores de Romney, que dizem não haver praticamente nenhuma chance de o Irã aceitar essa proposta, uma vez que tem o direito legal de enriquecimento para fins pacíficos. David E. Sanger e Eric Schmitt – NYT – 2/9

  58. carlos cezar

    -

    03/09/2012 às 12:24

    O ex-juiz do Corte Suprema de Israel, Eliyahu Winograd, condenou um possível ataque ao Irã e acusou Netanyahu, e Ehud Barak de ignorar os conselhos dos altos comandantes. “Todos os chefes e ex-chefes do Exército, do Shabak e do Mossad estão dizendo não a um ataque”, disse Vinograd, que presidiu a comissão que averiguou os erros de Israel no conflito do Líbano em 2006, em entrevista à rádio militar, ao se somar a uma longa lista de altos comandantes e políticos que advertem das nefastas consequências que poderia ter para Israel. Com essas recomendações, o juiz aposentado se perguntou: “Apenas Barak e Netanyahu vão decidir? Por Quê?”. VEJA, COM AGENCIA EFE – 2/9

  59. carlos cezar

    -

    03/09/2012 às 12:23

    Caro Caio, você tem falado bastante da eleição americana, mas relativamente pouco sobre um tema ligado aos democratas e republicanos. Veja que interessante:
    “Em mensagem ao Irã transmitida por mediadores europeus, o governo dos Estados Unidos anunciou que não apoia e nem pretende participar de um eventual ataque por parte de Israel contra as bases nucleares iranianas. A notícia, divulgada nesta segunda-feira pelo jornal israelense Yedioth Ahronoth, aponta ainda que a Casa Branca espera que, no caso de uma ofensiva israelense, o exército iraniano não ataque alvos estratégicos dos EUA no Golfo Pérsico, como bases militares, embarcações e porta-aviões estabelecidos na região.”
    VEJA 3/9

  60. o zoiador

    -

    03/09/2012 às 12:22

    ESSA POLARIZAÇÃO DIREITA-ESQUERDA É MUITO DESFAVORÁVEL PARA O CIDADÃO QUE SUSTENTA A ECONOMIA. ISSO PODE GERAR A IMPRESSÃO DE QUE SE UM DOS LADOS GANHAR NÃO TEM A OBRIGAÇÃO DE CONTINUAR AS POLÍTICAS IMPLANTADAS PELA OUTRA CORRENTE, MESMO QUE SEJAM POLÍTCAS QUE FUNCIONEM, SIMPLESMENTE PARA NÃO DAR AVAL AOS ATOS DO ADVERSÁRIO.
    É NISSO QUE O GERENCIAMENTO PÚBLICO É EXTREMAMENTE DEFICIENTE, TRAÇAR UM CONJUNTO DE REGRAS QUE NÃO PERMITA AO POLÍTICO IMPLANTAR MEDIDAS NOVAS CONTRÁRIAS ÀS MEDIDAS QUE ESTEJAM SENDO BEM ACEITAS PELO CONTRIBUINTE E, PORTANTO, SEJAM MEDIDAS EFICIENTES, SIMPLESMENTE COM A JUSTIFICATIVA DE ENFRAQUECER POLITICAMENTE O ADVERSÁRIO.
    ORAS, ISSO É UTÓPICO DIRÃO, MAS É JUSTAMENTE ESSA PRÁTICAS QUE ÀS VEZES CAUSAM PREJUIZOS ENORMES AO ESTADO. E SÃO NATURALMENTE ACEITAS COMO PARTE DO JOGO. MAS FICA A PERGUNTA: QUE JOGO???? QUEM ACHA QUE SERIA UM JOGO A ADIMINISTRAÇÃO PÚBLICA? ACHO QUE NINGUÉM.

  61. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 12:11

    agora eu nao me orgulharia de ter Jessica Simpson como porta estandarte de qualquer bloco, hehehe, abs, Caio
    E A ROSEANNE BARR VOC6E SE ORGULHARIA?
    Nao, hehehe, mas da Angelina Jolie, sempre, hehehe, abs, Caio

  62. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 12:10

    MAIS UM BOM MOTIVO PARA MANDAR O BOBAMA DE VOLTA PARA O QUENIA
    CARACAS – O Estado de S.Paulo

    O presidente venezuelano Hugo Chávez comentou ontem, na TV estatal, as declarações do ex-governador David de Lima, para quem uma vitória da oposição nas eleições do dia 7 de outubro abriria “a porta para uma guerra civil” na Venezuela. “Ele disse que se esse plano (de governo da oposição) fosse aplicado aqui, geraria uma guerra civil, que o país se desestabilizaria de imediato”, afirmou Chávez. “E ele tem razão. Talvez não uma guerra civil, mas entraríamos em outra crise, política, econômica e social.” Ele comparou o plano de Henrique Capriles, seu principal opositor nas eleições, ao do candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Mitt Romney.
    QUEM O BEIÇOLA DE CARACAS APÓIA EU SEMPRE ESTAREI DO LADO CONTRÁRIO.
    SIMPLES ASSIM, HEHEHEHE

  63. o zoiador

    -

    03/09/2012 às 12:09

    UMA COISA ENGRAÇADA NOS EUA É A INDUSTRIA BÉLICA, SEM ENTRAR NO MÉRITO DO PRODUTO, QUE SE APRESENTA COMO UM ENORME PRODUTORA DE RIQUEZA E CONSEQUENTEMENTE DEVE PAGAR MUITO IMPOSTO, O QUE É BOM PARA O GOVERNO.
    ACONTECE QUE O MAIOR CLIENTE TAMBÉM É O ESTADO, E DAI A INCOERÊNCIA. O QUE A INDUSTRIA CONTRIBUI COM IMPOSTOS DEVE SER MUITO INFERIOR AO QUE ELA TIRA DO TESOURO AMERICANO.
    ACHO QUE NÃO É BOM NEGÓCIO PARA O CONTRIBUINTE.

  64. Daniel Silva

    -

    03/09/2012 às 11:57

    Caio, no Manhattan Conection de ontem, o Mendes não se lembrava dos atores republicanos em Hollywood, ocasião em que você até ironizou, dizendo que talvez só fosse o John Voight, o Eastwood e o falecido Ronald Reagan. Para ajudá-los, seguem os nomes dos hollywoodianos republicanos mais famosos e que ainda estão vivos: Clint Eastwood, John Voight, Chuck Norris, Arnold Schwazenneger, Silvester Stalone, Kevin Farley, Kelsey Grammer (que já venceu 5 Emmys), Gary Sinise (ganhador do Globo de Ouro), o roteirista David Mamet, Ben Stein, Stephen Baldwin, Adam Sandler, o oscarizado Robert Duvall, Tom Selleck, Mel Gibson, Drew Carey, Bo Derek, Dean Cain (que fez Clark Kent no seriado do Super-Homem), Heather Locklear, Rick Schroder, Patricia Heaton, Pat Sajak (do game show “Wheel of Fortune”, que o Sílvio Santos imitou), Dwayne Johnson (“The Rock”), Sarah Michelle Gellar, Scott Baio, Jessica Simpson, Shanne Doherty, Susan Lucci, Tony Danza, dentre outros. Há ainda famosos republicanos recentemente falecidos: Leslie Nielsen e James Earl Jones. E além destes hollywoodianos republicanos, há também casos como o de Bruce Willis, que se declara independente, mas, dos anos de 1980 para cá, tem apoiado apenas candidatos republicanos à Presidência; o de Denzel Washington, que sempre votou em republicanos, exceto em 2008, quando votou em Obama; e o de James Woods, que é registrado como democrata, mas só tem apoiado republicanos (Reagan, Bush pai, Bush filho nas duas eleições, McCain e, agora, Romney).
    Lembrando que, como disse Eastwood em seu discurso na quinta (que, diferentemente de você, gostei muito – e olha que ele nem usou teleprompter, como bem lembrou o Bill Maher, que é avesso aos republicanos, mas elogiou a performance de Eastwood), há muitos artistas em Hollywood que são republicanos, mas não gostam de se manifestar devido ao preconceito que há dentro da classe artística norte-americana a artistas que se posicionam politicamente à direita, como já denunciou o ator James Wood. Todos sabem que a maioria em Hollywood é liberal (como é chamada a esquerda lá) e pró-democratas.
    Valeu, Daniel, nos demos alguns destes nomes, agora eu nao me orgulharia de ter Jessica Simpson como porta estandarte de qualquer bloco, hehehe, abs, Caio

  65. o zoiador

    -

    03/09/2012 às 11:51

    A BUROCRACIA BRASILEIRA É UM EXEMPLO DO QUE “NÃO” DEVE SER FEITO. ABRIR EMPRESA NO BRASIL É COISA PARA GENTE MUITO CORAJOSA E IDEALISTA. O ESTADO DESTRÓI A INICIATIVA PRIVADA POR AQUI.
    MAS CREIO QUE NOS EUA SEJA MAIS FÁCIL DE TRABALHAR, A REGULAMENTAÇÃO É MENOR PORÉM NÃO MENOS EFICIENTE.
    É COMO EU DISSE, O PINCÍPIO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA TEM QUE SER O GERENCIAL, COMO NAS GRANDES EMPRESAS DE SUCESSO. PORÉM SE DÁ MAIS ATENÇÃO À NEGOCIAÇÃO POLÍTICA,E ISSO É UMA CARACTERÍSTICA DO SISTEMA DEMOCRÁTICO DE VOTO POPULAR, O DIRIGENTE ADMINISTRA PENSANDO NA PRÓXIMA ELEIÇÃO.
    O QUE SE NECESSITA SÃO MECANISMOS CLAROS DE FISCALIZAÇÃO E DE PUNIÇÃO AOS MAUS DIRIGENTES. UMA ESPÉCIE DE PROFISSIONALIZAÇÃO DO POLÍTICO, UMA LEGISLAÇÃO QUE PERMITA UMA COBRANÇA MAIS EFETIVA E RÁPIDA DOS ATOS DOS DIRIGENTES.
    O ESTADO TEM QUE SER REGULAMENTADOR, PORÉM SEM SER O “PADRINHO” DESSE OU DAQUELE.
    REGRAS CLARAS E MAIS DINÂMICAS FAZEM BEM A QUALQUER PAÍS. A INICIATIVA PRIVADA TEM QUE SER TRATADA COMO A GALINHA DOS OVOS DE OURO. AFINAL ´O QUE SUSTENTA A ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS.

  66. amauri

    -

    03/09/2012 às 11:47

    Caio, voce sabe dizer em que o Lara trabalha hoje?
    Quando ele fazia parte do economica do governo a dupla Persio Arida (hoje um dos socios do BTG Pactual)e Lara Resende era chama de LARIDA. abs
    area de investimentos, abs, Caio

  67. Orstyn

    -

    03/09/2012 às 11:45

    Faz muito tempo que a maior indústria americana é a máquina da guerra e ocupações.A crise vem sido empurrada pra frente, sempre fazendo um jogo satisfatório a Israel, dono dos mais fortes lobby nos EUA. A próxima tentativa será criar uma guerra com o Irã, ou um outro país mais conveniente.
    Em cima dos temas do debate, pertinente, Caio

  68. amauri

    -

    03/09/2012 às 11:37

    Assim disse Lara: “…O SUCESSO DA ECONOMIA CAPITALISTA GLOBALIZADA…” e “O CAPITALISMO TEM VARIAS VERTENTES…”
    Qual vertente foi a causa da primeira afirmação que Lara fez? abs

  69. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 11:33

    QQ pessoa que já tenha tentado abrir uma empresa aqui no Brasil conhece perfeitamente bem o pesadelo que é nossa burocracia e como ela mata ou não permite q iniciantes cresçam de forma saudável (ie independentes de apadrinhamento do estado).
    MINHA CARA
    NUNCA TEREMOS BILL GATES OU STEVE JOBS
    SÓ ABILIOS DINIZES OU EIKES BATISTAS

  70. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 11:30

    Caro Caio
    Tanto ele entrou com os dois pés na canoa que ele defende Hayek e o modelo dele e a critica pogrecista que ele apresenta é na questão cultural, não na econômica.
    Ele defende e critica o Hayek, que vies o seu, hehehe, abs, Caio

  71. Pablo Vilarnovo

    -

    03/09/2012 às 11:29

    Em minha opinião a Crise de 29 e a atual possuem o mesmo mecanismo ativador: o excesso de crédito na economia. Na de 29 tornou-se o impulsionador de compras de papéis de empresas, na de hoje foi o ramo imobiliário. A partir daí a forma de resolução muda drasticamente. Em virtude da 2ª GM e em muito a pauperização e ajuste econômico da crise os EUA tinham uma enorme poupança. Muitos não conseguem entender como um país que vinha de uma crise fez com que sua população poupasse. O fato é que a guerra diminuiu o consumo de bens entre a população. Tudo era racionado sendo a única alternativa a poupança por meio de bônus do governo e é aí que entra Keynes.
    Na verdade, muito do que hoje é dito como sendo preceitos de Keynes iriam fazer o nobre economista ruborizar de vergonha. Para Keynes o governo tem um papel importantíssimo quanto garantidor da economia. Nada a ver com o aspecto de intervencionista que muitos tento implicar.
    Por outro lado há várias provas de que muito do receituário liberal austríaco poderia sim ter sido aplicado. Principalmente quando fala que estamos apenas escolhendo um horror sem fim.
    Enfim, ótimo debate.
    E otimo comentario, caro Pablo, no espirito desta coluna de hoje, colher de chá, abs, Caio

  72. amauri

    -

    03/09/2012 às 11:28

    “Como resolver uma crise (e minorar o custo social para a população) sem coibir o espirito inovador do capitalismo? O duelo entre justiça ou liberdade (ou entre liberdade e justiça).”
    REPITO,SÓ RESOLVE UMA CRISE SABENDO AS CAUSAS. COMO EXISTE JUSTIÇA SEM LIBERDADE? DESDE QUE NASCI, AS CRISES QUE O BRASIL TEVE, EU SENTI E AGORA MEUS FILHOS TAMBEM SENTEM. E QUAL A FOI A SOLUÇÃO DO GOVERNO? MAIS IMPOSTOS, MAIS REGULAMENTAÇÃO QUE GERA MAIOR CUSTO, MENOR QUALIDADE NOS SERVIÇOS. QUEM DEFENDE MAIOR CREDITO PARA MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA? lHE GARANTO QUE EU E MINHA FAMÍLIA DESCEMOS ALGUNS DEGRAUS NO LAZER, NAS COMPRAR,…PARA NÃO PRECISARMOS USAR UM CREDITO QUE NÃO SEI SE VOU PODER PAGAR NO FUTURO. NEM POR ISSO MINHA FAMILIA E AMARGURADA E RANCOROSA. ABS

  73. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 11:24

    Bem lembrado, Carmen (03/09/2012 às 11:19)
    Regulamentação é necessário mas o excesso pode ser muito pior do que pouca ou nenhuma, justamente pelo que você falou.

  74. Carmem

    -

    03/09/2012 às 11:19

    Ao contrário da percepção geral uma economia mais regulamentada favorece os grupos econômicos já estabelecidos. Empresas iniciantes em geral tem mais dificuldade em ultrapassar as barreiras burocráticas na tentativa de se estabelecerem do que, por exemplo, conseguir uma linha de crédito ou expertise.
    Os grupos já estabelecidos em geral conhecem perfeitamente bem os “truques” necessários a sobrevivência ao excesso de burocracia e como contorná-la.
    QQ pessoa que já tenha tentado abrir uma empresa aqui no Brasil conhece perfeitamente bem o pesadelo que é nossa burocracia e como ela mata ou não permite q iniciantes cresçam de forma saudável (ie independentes de apadrinhamento do estado).
    Excesso de regulamentação é sinônimo de falta de inovação, aqui ou em qq lugar do mundo.
    abs

  75. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 11:17

    “O capitalismo eh ainda o melhor sistema economico, tirou milhares da miseria – um exemplo eh o Brasil. O problema eh quando as raposas tomam conta do galinheiro… Tem que haver regras e alguem para controlar que essas regras sejam respeitadas e isso nao quer dizer “big government”.”
    EM TESE, NA ESSÊNCIA, CONCORDO INTEIRAMENTE COM VOCÊ, ALEX.

  76. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 11:15

    “TOMEI MEU “RIVOTRIL” HOJE…. HE HE HE… TO CALMO. MAS SOU EU MESMO.”
    ———–
    CHEGUEI A CONCODAR COM ALGUMAS COISAS PONTUAIS QUE VOCÊ DISSE, ZOIADOR, HEH

  77. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 11:13

    Interessante que o artigo chama atenção pro fato de que o “progressismo” já foi o de de defender a vida privada, o indivíduo e o comércio (afinal, os burguesses foram os primeiros “progressistas”). Curioso que o “progressismo”, de Marx para cá, se voltou a teses de cunho coletivista. Hoje basta defender o livre-mercado para correr o risco de ser taxado de reacionário (outra palavra banalizada, cujo real significado é quase esquecido); nem é preciso ser um verdadeiro conservador e você já pode ser tido como um “atrasado”. Para onde foram o “progressistas” que odeiam a Igreja e a moral, mas valorizam o individualismo e a liberdade?

  78. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 11:12

    à direita… a da chamada Escola Austríaca, é quanto ao risco do aumento crônico da intermediação do Estado na economia. Um de seus expoentes, Hayek…É no seu papel de defensor do mercado, como insuperável transmissor de informação e estimulador da criatividade, que se pode encontrar a mais coerente e fundamentada análise dos riscos econômicos e sociais do aumento do papel do Estado.
    A crítica à esquerda é quanto ao risco do consumismo. A tese da alienação consumista permeia a crítica cultural do capitalismo de massas, desde a Escola de Frankfurt, até os novos teóricos da sociedade do espetáculo.
    DE UM LADO OS REALISTAS PÉS NO CHÃO E DO OUTRO OS ABRAÇADORES DE ARVORES DE SEMPRE, HEHEHEHEHEHE
    …O debate, hoje, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, parece estar polarizado entre o imperativo contraditório de manter o endividamento público sob controle e relançar o crescimento, através do estímulo keynesiano de mais gastos públicos. A ortodoxia fiscal é defendida primordialmente pelos republicanos nos Estados Unidos e pela Alemanha na Europa. A política fiscal anticíclica keynesiana é defendida pelos democratas nos Estados Unidos e pela França de François Hollande.
    ARTIGO MUITO BOM DO LARA RESENDE E A MEU VER ELE COLOCA OS DOIS PÉS NA CANOA ORTODOXA, HEHEHEHE
    Cada um l^e com seus oculos ideologicos, heheh, abs, Caio
    PS- cuidado dois pé na canoa e ele pode afundar com o peso, hehehe

  79. o zoiador

    -

    03/09/2012 às 11:05

    TOMEI MEU “RIVOTRIL” HOJE…. HE HE HE… TO CALMO. MAS SOU EU MESMO.

  80. Alex

    -

    03/09/2012 às 11:04

    Os republicanos meterem o pais nessa situacao. Cortaram impostos de alguns e aumentaram a gastanca. “Mitt the Twit”, Paul Ryan e tantos outros tem ideias medievais e assustadoras. Eu tambem sou a favor de um estado menor, mas nao o “estado menor” dos republicanos. Eles querem excluir a maior parte da populacao, enqto uma parte continua a usufruir de privilegios. (Igual ao comunismo do Jose Dirceu: restricoes a maioria da populacao, mas para ele e camaradas o melhor do capitalismo.)
    Eu acho que a primeira coisa que os republicanos deveriam fazer eh desistir do “state of art” plano de saude que nos pagamos a eles. Jah que eles acham um absurdo o plano de “socialized healthcare” que Obama quer para todos os americanos, eles deveriam dar exemplo e pagar do proprio bolso pelo plano de saude deles. O pais ia economizar um bom dinheiro. Os republicanos querem “small government” mas querem tirar das mulheres o direito da escolha; querem marginalizar os “diferentes”; querem impor seu codigo (im)moral medieval – se pudessem ia lancar uma nova Inquisicao e “burn at the stake” que nao segue seu codigo (im)moral.
    O capitalismo eh ainda o melhor sistema economico, tirou milhares da miseria – um exemplo eh o Brasil. O problema eh quando as raposas tomam conta do galinheiro… Tem que haver regras e alguem para controlar que essas regras sejam respeitadas e isso nao quer dizer “big government”.
    Oi Alex, mesmo recado dado a outros leitores, esta todos marcando posicao, abs, Caio

  81. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 11:01

    Esse é o mesmo “zoiador” de sempre?? Parece outra pessoa, hehe

  82. o zoiador

    -

    03/09/2012 às 10:55

    CAIO, CREIO QUE ESSE ASSUNTO SEMPRE RESVALA NA CORRUPÇÃO E INCOMPETÊNCIA DOS DIRIGENTES.
    MAS, NOS DIAS ATUAIS, O FATOR CHINA-INDIA-RUSSIA ENTRA NA EQUAÇÃO, NA MEDIDA QUE SÃO ESTADOS SEM MUITOS BENEFÍCIOS PARA SEU POVO E QUE CONSEGUEM ENTUPIR O MERCADO DE MERCADORIA BARATA.
    O DIRIGENTE ATUAL, NO OCIDENTE, TEM QUE SER UM “TREMENDO” GERENTE. NÃO HAVERÁ MUITA FOLGA NOS ORÇAMENTOS E CORTAR JUSTO E SOMENTE O GASTO SOCIAL ME PARECE MEIO INCOERENTE.
    EU PENSO QUE DIMINUIÇÃO DOS GASTOS MILITARES, AJUSTE NOS IMPOSTOS (PREFERENCIALMENTE PARA BAIXO), UM AJUSTE FORTE NOS GASTOS COM PESSOAL,
    ADEQUAÇÃO DO SISTEMA BANCÁRIO, ESSES TEM QUE PARTICIPAR ATIVAMENTE DA REDUÇÃO DE CUSTOS, OU SEJA… ESCOLHER ONDE GASTAR CAIO. TORNAR A ECONOMIA MAIS LEVE, PORÉM REGULADA PARA EVITAR ABUSOS DE GRUPOS ECONÔMICOS. É COMO UMA EMPRESA, NÃO DA PARA FUGIR DA RECEITA, MENOR CUSTO, MAIOR PRODUTIVIDADE, MAIS DINHEIRO.

  83. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 10:51

    “Voce leu? Abs, Caio”
    —————
    Por sua coluna, ele parece só colocar questões (interessantes e pertinentes, mas questões).

  84. amauri

    -

    03/09/2012 às 10:50

    Caio, já li e entrei em um debate sobre o que Lara escreveu. Em um debate é necessário saber o que provocou uma crise. Só assim há chance de resolver os problemas. Sem saber a causa fica difícil o debate. Um lado deve se favorecer em não conhecer a causa. Citei a primeira grande depressão, citada pelo Lara, por ser algo mal explicado. Voce nao está aberto nunca no quesito IMPOSTO ALTO, e reclama de mim.abs
    Amauri, estou out neste debate, hehehe, seu debate é com o Lara Resende, algo a ensinar para ele? algo mal explilcado por ele? hehehe, abs, Caio

  85. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 10:49

    MAIS ESPECIFICAMENTE QUANTO ÀS QUESTÕES APRESENTADAS:
    “1) reduzir a disparidade dos padrões de vida, sem continuar a aumentar a intermediação do Estado e restringir as liberdades individuais”
    SERÁ ISSO POSSÍVEL? SERÁ ISSO DESEJÁVEL? MISÉRIA TEM DE SER EXTINTA E POBREZA TEM DE SER RELATIVA, SEM QUE HAJA NECESSIDADES BÁSICAS SEM SER ATENDIDAS, MAS DESIGUALDADE SEMPRE VAI HAVER. COMO O PRÓPRIO TEXTO CHAMA ATENÇÃO, IGUALAR AS PESSOAS, SÓ RESTRINGINDO LIBERDADES MESMO.
    “2) reverter o consumismo, a insaciabilidade material, sem reduzir a percepção de bem-estar.”
    AÍ JÁ ENTRAMOS NUMA ESFERA MAIS SUBJETIVA? A PARTIR DE QUANDO O CONSUMO VIRA “INSACIABILIDADE MATERIAL”; FALAR NESSES TERMOS ME PARECE MUITO POUCO PRECISO E NADA CIENTÍFICO (ATÉ PRAS CIÊNCIAS HUMANAS). PARECE DISCURSO MORALISTA, NÃO? OU DISCURSO FASCISTA, DE “EDUCAR A POPULAÇÃO”…

  86. o zoiador

    -

    03/09/2012 às 10:42

    CORREÇÃO: SONHO DE CONSUMO.

  87. o zoiador

    -

    03/09/2012 às 10:40

    NÃO HÁ COMO FUGIR DAS IDÉIAS DA SOCIAL DEMOCRACIA. UMA VEZ QUE EXISTE ESTADO E ESSE ARRECADA IMPOSTOS DO SEU POVO, ESSES IMPOSTOS TEM QUE SER APLICADOS EM PROL DESSE POVO. SENÃO O ESTADO NÃO TEM RAZÃO DE SER.
    O QUE DIFERENCIA É QUE ALGUNS ESTADOS QUEREM CONTROLAR OS MEIOS PRODUTIVOS, O QUE EXIGIRIA UMA “ÉTICA” ENORME DOS DIRIGENTES PARA QUE ISSO FUNCIONASSE. AQUI NO BRASIL ISSO É IMPOSSÍVEL, CREIO QUE NOS EUA TAMBÉM.
    NÃO EXISTE ESTADO SEM REGULAMENTAÇÃO, SEM DIRETRIZES TRABALHISTAS, SOCIAIS, FISCAIS. ISSO NÃO EXISTE E NEM VAI EXISTIR, OU MELHOR, PODE-SE TER UM ESTADO MÍNIMO E INOPERANTE, UM ESTADO EM QUE A ARRECADAÇÃO SEJA USADA EM BENEFÍCIO PRÓPRIO, DOS DIRIGENTES, E A SOCIEDADE FIQUE A MERCÊ DA FORÇA ECONÔMICA DE CADA UM. ACHO QUE SERIA O CAOS.
    ONDE HÁ ESTADO, HÁ REGRAS. ONDE HÁ REGRAS, PODE HAVER SUCESSO.
    O ESTADO AMERICANO É UM GRANDE ARRECADADOR, TANTO É VERDADE QUE SEU ORÇAMENTO MILITAR É O MAIOR DO PLANETA, E ISSO NÃO É DE GRAÇA.
    TALVEZ SE QUEIRA, NOS EUA, UM ESTADO O MENOS INTERVENCIONISTA POSSÍVEL NA ECONOMIA, MAS NUNCA UM ESTADO AUSENTE. E PODE-SE DISCUTIR, E DEVE-SE DISCUTIR, SE OS IMPOSTOS PAGOS DEVAM SER USADOS SEM CRITÉRIO EM ASSUNTOS MILITARES OU SE PODEM SER MELHOR DISTRIBUIDOS EM OUTROS PROGRAMAS TALVEZ DE FUNDO SOCIAL, A SAÚDE É UM DELES.
    SAÚDE, APOSENTADORIA, EDUCAÇÃO… NÃO CREIO QUE O POVO AMERICANO ABRA MÃO DISSO. SEGURANÇA TAMBÉM, MAS GASTAR BILHÕES COM ARMAMENTO DE GUERRA NÃO ME PARECE FAVORECER O PAGADOR DE IMPOSTOS.
    NÃO SEI SE EXISTE OUTRO MODELO SENÃO O SOCIAL DEMOCRATA, PODE-SE ATÉ MUDAR O NOME, MAS A SOCIAL DEMOCRACIA É O SONO DE CONSUMO DO OCIDENTAL.
    O componente social democrata do capitalismo moderno para mim é essencial, mas o debate é como moderniza-lo, como resgata-lo da crise, especialmente na Europa, abs, Caio

  88. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 10:37

    “Caro Ronaldo, estendo o recado dado a outros tres leitores para voce, abs, Caio”
    ————
    Primeiro, entendo que você esteja ocupado, já havia visto o recado na página. Obrigado pela atenção de sempre.
    Segundo, acho que entendemos sim, Caio, mas não podemos ter opinião? Ficar nessa dúvida, a rigor, não leva a lugar algum, é preciso optar (e os governos sempre optaram em ir mais para um lado ou mais para outro). Como disse, naõ dá pra ter tudo, liberdade e igualdade ao mesmo tempo. Eu prefiro liberdade. Igualdade não é sequer essencial, o importante é que não haja pobreza demais, a igualdade em que acredito é de oportunidades. O estado tem que ajudar, mas sem controlar. É só isso que penso, não vejo nada de mais no que falei…
    Ronaldo, obvio que todos temos opiniao, mas acho essencial hoje lermos antes a opiniao do Lara Resende. Voce leu? Abs, Caio

  89. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 10:23

    Ah sim, Caio, bom dia.
    Pois é, não dá para se ter tudo. Eu ainda prefiro estado menor, estado demais nunca compensa.
    Caro Ronaldo, estendo o recado dado a outros tres leitores para voce, abs, Caio

  90. Carmem

    -

    03/09/2012 às 9:59

    Oi Caio,
    Boas reflexões do Lara Resende.
    Olha o link aí, pessoal:
    http://zelmar.blogspot.com.br/2012/08/andre-lara-resende-o-mundo-moderno-e.html
    Eu acho q enquanto a questão 1 (da direita) tem sido negligenciada a questão 2(da esquerda) caminha a passos largos. Apesar do tom de incredulidade do Lara Resende em soluções tecnológicas para o impasse do item 2 , ela já esta acontecendo, com reciclagem, bio-combustíveis e etc, é uma revolução lenta mas já esta em curso.
    Já a presença do estado na economia.. aqui no Brasil chega a ser aterradora, 1 tri em impostos, ninguém merece.
    abs
    Carmem, muito obrigado pelo link. Leitores, leiam, abs, Caio
    Colher de cafe (estou parcimonioso hoje, devido a crise, hehehe)

  91. amauri

    -

    03/09/2012 às 9:39

    Keynesiano da Siva, não, não sou grato aos senhores que voce citou. Criadores de modelos macroeconômicos finalmente descobriram aquilo que Henry Hazlitt e John T. Flynn (entre outros) já sabiam desde os anos 1930: o New Deal de Franklin Delano Roosevelt (FDR) alongou e aprofundou a Grande Depressão. Não passa de mito a tese de que FDR “nos tirou da Depressão” e “salvou o capitalismo de si próprio”, como tem sido ensinado a gerações de americanos (e, conseqüentemente, ao resto do mundo) em todas as instituições educacionais estatais. FDR e seus conselheiros erroneamente afirmou que a Depressão foi causada pela queda dos preços.A triplicação de impostos feita por FDR, sua regulamentação dos negócios, e sua implacável propaganda anti-iniciativa privada também contribuíram para piorar a Grande Depressão, mas nada supera suas políticas trabalhistas, que provavelmente foram as mais danosas para as perspectivas de emprego dos trabalhadores americanos. Por isso que é preciso saber a causa de um efeito, em isso, as coisas não vão melhorar.
    Caros Keynesiano da Silva, Amauri e Davi,nao tenho tempo para longos debates hoje, mas voces nao entenderam o espirito da coisa hoje aqui. O Lara Resende quer abrir o debate, e voces simplesmente se fecham nas posiçoes habituais, com suas verdades absolutas de sempre, com as respostas prontas atropelando as duvidas.Recomendo a leitura do texto do Lara Resende, que gracas a Carmem tem um link,abs, Caio

  92. Ronaldo

    -

    03/09/2012 às 9:29

    “Keynes e Franklin Roosevelt nos salvaram do comunismo e do nazismo.”
    ————-
    Salvaram-nos do nazismo, não do comunismo, pelo contrário até. Esqueceu com quem EUA e Inglaterra precisaram fazer aliança para vencer a guerra? Já ouviu falar de Guerra Fria? Não notou que dos anos 1960 os ideias esquerdistas impregnaram os ocidente que nunca fora socialista?

  93. Davi

    -

    03/09/2012 às 9:27

    Adorei o artigo. Estou doido para ler a veja e a valor e espero que o debate seja realmente franco e sem ideologia. Se a guerra for de idéias a Escola Austríaca ganha de lavada.
    A solução desta crise e das futuras depende do entendimento de como funciona a economia e quais ações são benéficas e maléficas, sem preconceito ou romantismo.

    Sobre a questão da cruzada contra o Estado, explico que esta não é irracional, mas nasce de uma teoria que até agora não foi refutada de que o Estado, ao invés de ajustar, prejudica a economia. Leia o caminho da servidão de hayek e seis lições de mises e entenderá do que falo.

    Caros Keynesiano da Silva, Amauri e Davi,nao tenho tempo para longos debates hoje, mas voces nao entenderam o espirito da coisa hoje aqui. O Lara Resende quer abrir o debate, e voces simplesmente se fecham nas posiçoes habituais, com suas verdades absolutas de sempre, com as respostas prontas atropelando as duvidas.Recomendo a leitura do texto do Lara Resende, que gracas a Carmem tem um link,abs, Caio

  94. o zoiador

    -

    03/09/2012 às 9:06

    Clint enterrou o “mickey roney”. Os nazi perderam. Suspendam o ataque às instalações nucleares americanas, por enquanto.

  95. Keynesiano da SIlva

    -

    03/09/2012 às 9:03

    Amauri, seja eternamente grato. Keynes e Franklin Roosevelt nos salvaram do comunismo e do nazismo. Salvaram o capitalismo democrático. Se as receitas ainda podem surtir efeito é outra história.
    Caros Keynesiano da Silva, Amauri e Davi,nao tenho tempo para longos debates hoje, mas voces nao entenderam o espirito da coisa hoje aqui. O Lara Resende quer abrir o debate, e voces simplesmente se fecham nas posiçoes habituais, com suas verdades absolutas de sempre, com as respostas prontas atropelando as duvidas.Recomendo a leitura do texto do Lara Resende, que gracas a Carmem tem um link,abs, Caio

  96. Ernâni Getirana

    -

    03/09/2012 às 8:50

    Capitalismo, o monstro que devora a si mesmo para continuar vivendo (e destruindo tudo). Não haveria mesmo uma saída fora do capitalismo? Eis a questão que não quer se calar em mim.
    Ernani, espero que nao haja saida fora do capitalismo, hehehe, abs, Caio

  97. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 8:40

    RCP Average 8/16 – 9/1 – – 46.4 46.3 Obama +0.1
    Rasmussen (Sunday) 3-Day Tracking 1500 LV 3.0 44 48 Romney +4
    Gallup (Sunday) 7-Day Tracking 3050 RV 2.0 47 46 Obama +1
    ACHO QUE O MENOS GOVERNO COMEÇA A VIRAR.

  98. Margarida

    -

    03/09/2012 às 8:35

    Eu não entendo muito de economia, mas acho que honestidade intelectual é um passo importante para o mundo sair da crise. Isto falta nas pessoas que tomam decisão.

  99. Anouk

    -

    03/09/2012 às 8:28

    Caio, bom dia!
    Muito bom o artigo, embora a ideia da destruicao criativa do capitalismo num mundo globalizado seja no mínimo fantástica. Mas sonhar é preciso.
    ***
    “O povo nunca é humanitário. O que há de mais fundamental na criatura do povo é a atencao estreita aos seus interesses, e a exclusao cuidadosa, praticada sempre que possível, dos interesses alheios.”
    -(Fernando Pessoa)

  100. Jorjão

    -

    03/09/2012 às 8:26

    Grande Caio, o buraco é fundo, porque os políticos com sua pequenez nos arrastaram para lá.

  101. amauri

    -

    03/09/2012 às 8:21

    Bom dia Caio!
    Precisamos saber o que levou o surgimento da primeira grande depressão. Depois o que foi feito para resolver a primeira grande depressão. Sabermos qual o resultado das medidas adotadas. E isto parece que não foi abordado. O buraco é mais fundo? Claro que é. Só o Obama e todos os que o apoiaram não sabia em 2008. abs

  102. maisvalia

    -

    03/09/2012 às 8:06

    Este eu gostei.
    Congratulations.
    E claro, fico com o menos governo.
    Pena não ter o link do artigo do Lara Resende, pois este entende do riscado (e mesmo não tendo lido basta a observação do Fábio a respeito do que ele escreveu sobre os remédios de Keynes para ver sua expertise, hehehehe) ao invés do apatetado Mantega.

  103. Arthur

    -

    03/09/2012 às 8:05

    Excelente tema,abre uma ótima discussão. Proponho que os leitores pensem um pouco antes de disparar mais do mesmo.

  104. Fabio

    -

    03/09/2012 às 7:38

    Eu li o ensaio do Lara Resende, é uma aula de economia, muito abrangente, viaja pela história das ideias, mas ele foi claro: os remédios de Keynes não curam esta crise.

  105. Keynesiano da Silva

    -

    03/09/2012 às 7:26

    Caio, bom tema. A VEJA inclusive alerta contra o fanatismo republicano. A campanha contra um Estado menor está se tornando entre os republicanos em uma cruzada contra o Estado, uma obsessão anti-Estado. Demais, coisa de extremista.

  106. Leandro

    -

    03/09/2012 às 7:24

    Oi Caio, nunca tinha comentado, gosto de suas sacadas bem originais para tratar de assuntos complexos. Esta ilustração está ótima. O texto nos obriga a pensar. Este é o seu plano? rs, rs

 

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