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31/10/2011

às 6:00 \ Brasil, China, Demografia, Globalização, Índia

Sete bilhões, mortos de fome, mortos de gordura

O superemergente bebê chinês- FotoThinkStock

Para os filhos intelectuais de Thomas Malthus e Paul Ehrlich nada mais assustador e sintomático que esta segunda-feira de Halloween, dia das bruxas, tenha a marca do bebê, do nascimento de um ser humano, que significa sete bilhões de habitantes no planetinha. E lá estão os alertas apocalípticos sobre superpopulação, guerra por recursos, fome, doenças e múltiplas mazelas.

A revista National Geographic ressalta com consternação que “é difícill não ficar alarmado”, mas bem melhor seguir a linha de uma excelente revista brasileira chamada VEJA. Na reportagem especial da edição corrente com o título Sete Bilhões de Oportunidades, VEJA enfatiza que “o novo inquilino da Terra é emblemático de um mundo em que a espécie humana tem sido extremamente bem sucedida diante das adversidades”.

Eu não vou repisar o tom de VEJA (caro leitor desta coluna, vá lá, leia uma reportagem bem mais abrangente do que esta rápida pensata), mas, em um esforço de marcar presença nesta data redonda (de bebê gordo), vou acrescentar alguma coisa. O inquilino do planeta de número sete bilhões, já sabemos, terá quase que certamente uma vida mais afortunada do que os bilionários anteriores. Basta ficar na própria Índia, pois nenhum país gera mais medo de superpopulação do que este gigante emergente. Na Índia, a produção de comida tem crescido mais do que a população desde a Revolução Verde dos anos 60. Sim, as mazelas existem e vão persistir por um bom tempo, mas um bebê indiano nascido em 2011 tem quase o dobro de probalidade de sobreviver o primeiro ano de vida do que um nascido em 1960.

Será que o prato está meio cheio ou meio vazio? Com esta metáfora meio anoxérica, chegamos num ponto interessante. É o argumento que colide com os alertas automáticos do gênero Oh My God de gente catastrofista de guerras iminentes sobre recursos. Os conflitos e desafios são ainda mais complexos. Consumidores de países emergentes (e no saco de mantimentos podemos colocar Índia, China e Brasil), com cada vez mais renda disponível, vão adotar um cardápio mau presságio para a saúde e os custos resultantes. São multidões ávidas para consumir o refrigerante, o salgadinho, a porcaria açucarada e o hambúrguer gorduroso.

Como no caso do álcool, do cigarro e de outras drogas, há o conflito entre o preço da segurança alimentar e liberdade individual de escolha. Nas palavras de um recente editoral do jornal Financial Times , “os indivíduos têm o direito às indulgências, mas também responsabilidade sobre os custos”. Se somos bebês em educação alimentar e na consumação de vícios e prazeres, será que não faz sentido o estado-babá para policiar e coibir alguns de nossos hábitos? Os excessos policialescos irritam, mas cruzadas como a do prefeito Michael Bloomberg, em Nova York, são pertinentes. Muitos estados americanos, em tempos de arrocho fiscal e crescentes custos de saúde, se inclinam pesadamente para o chamado “imposto sobre o pecado”.

Obviamente, obesidade ainda é mais visível em países ricos (ou cada vez menos ricos e com bolsões de pobreza, como nos EUA, que ajudam a explicar a má nutrição ao ritmo fast food), mas a condição se alastra por outras partes do mundo, no fenômeno conhecido como “globesidade”‘: 1/4 da população do planeta está acima do peso. Thomas Malthus realmente errou esta de longe. E há partes do mundo em desenvolvimento em que obesidade convive com a fome.

Mas já que começamos falando da índia, vamos terminar falando da China, superpopulosa e supermergente. A ditadura comunista implantou o controle de natalidade com a política de “filho único”. Esta geração é a mais gorda da história chinesa. Nada mais irônico que num período de 50 anos, a China tenha feito a jornada da desastrada política agrícola do maoísmo que matava milhões de fome para uma abertura econômica que pode matar por obesidade. Como diz Thomas Barnett, o geoestrategista que escreve na World Politics Review, uma dávida da globalização foi mover a humanidade da era da subsistência para a era da abundância (não para todos, evidentemente). Velhos problemas convivem com os novos, como lidar com um sucesso sem precedentes. Prato meio vazio, prato meio cheio.
***
Colher de chá para o Jorji (dia 31, das bruxas, 12:29), com um comentário original e polêmico, como é a sua marca. Também uma colher para todos os leitores que elogiaram minha gravata no último Manhattan Connection. Sorry, por plagiar o trocadilho infame de um leitor aqui, mas a gravata estava gozada.

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112 Comentários

  1. neide santesso

    -

    30/11/2011 às 9:40

    Ola Caio

    Amei seu artigo, acertei todas as perguntas no concurso,minto ELES colocaram errada uma e nada melhor que o proprio autor para contesta-la ou afirma-la se esta certa ou nao. qual alternativa esta errada.
    A) Depreemdemos da leitura do sexto paragrafo que o autor associa o empobrecimento americano ao aumento de consumo de fast food e, consequentemente, a elevaçao das taxas de obesidade no pais.
    B)O fenomeno conhecido como globesidade atinge 1/4 da populaçao do planeta,porem,cinge-se aos paises mais ricos,em que a obesidade e fator de risco patente.
    Por favor me responda se ha uma errada ou se as duas estam certas…estou aguardando abraços neide
    Oi Neide, obrigado, este artigo tem meses, nao me lembro dos detalhes, mas obesidade, sabemos, é uma mazela para pobres e ricos, aumenta em paises ricos pois é mais facil e barato o acesso a comida menos nutritiva, esta era a duvida? Abs, Caio

  2. Alexandre

    -

    04/11/2011 às 16:11

    Não sei quanto ao resto do mundo, mas gostaria de fazer uma observação com relação ao desperdício de alimento aqui no Brasil, é um disparate colossal o que é jogado fora nas feiras livres, as safras que são perdidas nos transportes entre outras coisas. Parece que há um certo desprezo com relação ao que comemos no próprio prato.
    Se levarmos em conta que há pessoas passando fome no mundo, não deveria haver o desperdício no que comemos, e o que vejo o quanto de comida sendo jogada fora, chega ser uma heresia.

  3. amauri

    -

    01/11/2011 às 17:08

    Democracias maduras nos leva a crer que são melhores que a americana. Economistas de renome e supostamente bem conceituados chamam atenção para a importância de se ‘manter o BCE engajado’, pois somente o BCE possui os recursos ‘ilimitados’ para financiar a irrestrita devassidão fiscal dos modernos governos social-democratas e suas elites políticas em busco de eleições fáceis, e para financiar o colossal acúmulo da dívida. Se isto é o modelo a ser copiado o que será do futuro. abs

  4. Thiago2

    -

    01/11/2011 às 14:38

    Em alguns países o prato esta cheio, enquanto isso na somália e em outros paises do terceiro mundo, milhões passam fome, e centenas de milhares morrem dos efeitos dessa crise humanitaria no chifre da africa por exemplo.
    A mentalidade humana continua catastrofica e egoísta, será que um dia muda. A minha esta mudando, digo esta pois estamos sempre aprendendo algo novo e assimilando essas melhorias no nosso dia a dia fui abs.

  5. Angelo Costa

    -

    01/11/2011 às 12:46

    Prezado Caio
    Imaginemos o seguinte: todos os habitantes do planeta reunidos e vivendo em uma área delimitada( pode ser o Texas conforme comentado no MC) então teríamos um único país no mundo com o restante do planeta vazio. Em uma área destas a densidade demográfica seria igual ou similar a de NY( Dados que vocês forneceram no MC). Isso nos leva a verificar que ainda existe muito espaço disponível no planeta. Se somarmos e fizermos uma média da riquezas, PIBs e etc chegaríamos mais ou menos a conclusão que a população mundial teria uma renda e riqueza parecida com um país emergente e por consequencia teríamos pessoas mais ricas, classe média e classe pobre ou classe D; E e etc. Concluindo teríamos que ajudar os pobres com educação saúde, controle de natalidade tal qual os problemas dos emergentes. O caminho tem que ser por aí, mas quem quer pensar em ajudar e dar o primeiro passo? Os ricos só estão preocupados em aumentar lucros e ninguém quer pensar na miséria africana por exemplo e então voltamos ao ponto de partida.
    Abs.
    PS A tese necessitaria de um longo espaço, mas infelizmente…….
    Caro Angelo, creio ser mecanico o que voce escreveu: como ajudar os pobres? O quadro africano é mais complexo, hoje com muitas disparidades, inclusive com uma classe media emergente em meio a miseria abismal e aqueles enclaves de riqueza nababesca e corrupta. Existe preocupacao com a miseria africana, mas existe preocupacao tambem com a falta de instituicoes em muitos paises do continente. Natural que os paises ricos hoje estejam preocupados com seus problemas. Nao existe uma governança global, apenas cupulas globais, logo na hora do sufoco cada cuida de si, abs, Caio

  6. Fernando Clark Nunes

    -

    01/11/2011 às 10:35

    Antes de “Adão e Eva”, a Terra era, provavelmente, um paraíso. Não havia poluição, os espaços eram enormes e inexplorados, havia florestas, rios limpos e um sistema ecológico relativamente bem equilibrado. Então, se não existíssemos (seres humanos), a Terra voltaria a ser um paraíso. No entanto, nós existimos e pretendemos continuar existindo. Então, como poderíamos voltar a viver em um paraíso aqui mesmo na Terra em 100, 200 ou 300 anos, usufruindo do conforto e segurança que seriam viáveis? As catástrofes (tanto por eventos climáticos quanto geológicos) e as epidemias são um certo mecanismo “natural” de controle de população. As guerras são o mecanismo humano…

    Governos devem incentivar, pela educação (e até subsídios), o controle de natalidade e regular a ocupação do planeta.
    Jamais seriam, assim, necessárias as polêmicas “ajudas” como bolsa-esmola-familia e a guerra pelo solo e riquezas.

    Façamos amor e não guerras. Façamos filhos, de todas as raças e misturas, e em todo o mundo, mas nunca além do que nosso mundo possa sustentar. Ame a natureza: LIMITE O CRESCIMENTO.
    http://cla-nes.blogspot.com/2010/12/planeta-terra-paraiso.html

  7. Karen

    -

    01/11/2011 às 10:17

    maisvalia,euforico desde cedo….bom dia!
    Companheira Karen, cuide dele com carinho e com pancada, como de habito um monte de contorcionismo historico, ele é o pretzel man, como o Mitt Romney, hehehe, abs, Caio

  8. maisvalia

    -

    01/11/2011 às 10:03

    …Amauri, outra visao é que um dos motivos do buraco fiscal é que hoje os americanos pagam pouco imposto, desde a era Bush. Ja pagaram muito imposto quando cresciam bastante. Sem falar que a sociedade americana, entre as ricas, é campeã de desigualdade social…
    Duas coisas:
    -Mesmo antes do mardito buxi, os americanos pagavam menos impostos que a maioria das nações ricas. Talvez esta seja a razão da sua potência.
    - Quanto a desigualdade: Qual a nação rica tem o tamanho da população americana e qual tem o tamanho de sua imigração legal e ilegal?
    Será que isto não favorece a desigualdade tanto entre os nativos quanto entre os recém chegados?
    Boa Amauri!
    Nada como um conservador para mostrar as mazelas do estado babá, aquele mesmo que achou no governo clintão que todos tinham direito a casa própria, incluindo aqueles que não tinham condições de pagar por elas e deu no que deu!

  9. amauri

    -

    01/11/2011 às 9:40

    “Imposto é uma coisa, doacao é outra” A diferença que é o primeiro voce é obrigado (cadeia se não pagar)e o segundo é voluntario (caridade para os religiosos). NO primeiro o estado se torna o indutor de todos os bens. Sim. Problemas economicos não é com politica que devem ser resolvidos. “Dentre todas as tiranias, uma tirania exercida pelo bem de suas vítimas talvez seja a mais opressiva. Pode ser melhor viver sob um ditador desonesto do que sob onipotentes cruzadores da moralidade. A crueldade do ditador desonesto às vezes pode se acomodar, em algum ponto sua cobiça pode ser saciada; mas aqueles que nos atormentam para o nosso próprio bem irão nos atormentar indefinidamente, pois eles assim o fazem com a aprovação de suas próprias consciências.”- C. S. Lewis. abs

  10. amauri

    -

    01/11/2011 às 9:16

    “outra visao é que um dos motivos do buraco fiscal é que hoje os americanos pagam pouco imposto” outra visão é que o buraco fiscal foi causado pela irresponsabilidade nos gastos. A ciência econômica pode provar qual está mais próxima da realidade. Mas o que vale é a ciência ideológica. abs
    Amauri, quer dizer que a sua ciencia é mais isenta e a dos outros é mais ideologica? Abs, Caio

  11. amauri

    -

    01/11/2011 às 9:08

    Desculpe se estou um pouco lerdo Caio. Mas, o que vem a ser responsabilidade social? Voce em um dos comentários abaixo disse que devemos ter responsabilidade social. Não consigo aderir o conceito de maturidade um estado assistencialista afinal, não sou progressista. Ontem na tv uma apresentadora brasileira que mora em N.Y. disse que devemos gastas menos com i…, brinquedos…para reduzir a fome. O que tem a ver uma coisa com outra? Quem defende que devemos gastar menos com tecnologia para combater a fome no mundo, que seja o primeiro a abrir não de certas mordomias. Voce disse que os americanos pagam menos impostos. É mentira que os americanos é a nação que mais colabora com doações para o mundo todo? abs
    Isto mesmo, Amauri, sociedade é um contrato social e responsabilidade inclui rede de protecao social. Voce é um libertario extremado, so isto. Mentira, Amauri? Imposto é uma coisa, doacao é outra. Olhe esta tabela sobre impostos americanos entre os paises ricos:
    http://mail.aol.com/34290-311/aol-6/en-us/Lite/MsgRead.aspx?folder=NewMail&uid=32313860&seq=38&searchIn=none&searchQuery=&start=0&sort=received&sortDir=descending

  12. amauri

    -

    01/11/2011 às 8:42

    Bom dia Caio!
    O que vem a ser responsabilidade social? “De novo, os americanos realmente pagam poucos impostos em comparacao a outros paises maduros” Um os motivos dos EUA se tornar a maior economia do mundo foi está adolescência social.
    “Meu caro, voce sabe que alguns exemplos individuais, a favor de tese A ou tese B, nao representam um fenômeno.” A questão meu caro, é que maturidade e ser responsável por seus próprios atos. abs
    Amauri, outra visao é que um dos motivos do buraco fiscal é que hoje os americanos pagam pouco imposto, desde a era Bush. Ja pagaram muito imposto quando cresciam bastante. Sem falar que a sociedade americana, entre as ricas, é campeã de desigualdade social. Sobre a segunda parte, voce fez uma licao de moral e nao respondeu ao desafio social. Abs, Caio

  13. Devildom voyeur

    -

    31/10/2011 às 23:48

    Boa noite, Caio. Trick or treat?
    Acredito que num mundo cada vez mais globalizado, a probabilidade de pessoas passarem fome tende a diminuir. Mas a Ruanda, um dos países mais densamente povoados do mundo, ilustra um caso onde Malthus parece estar com a razão. O genocídio em Ruanda da década de 90 não se deu apenas por motivos étnicos. Ocorreu também, como você diz, devido a superpopulação, guerra por recursos, fome, doenças e múltiplas mazelas. Por exemplo, no genocídio de 1994, à medida que o número de tutsis declinava, os hutus passaram a atacar-se uns aos outros, e houve matança de hutus por hutus em larga escala. Veja bem, secas, problemas ambientais, falta de terras e pressão populacional foi UM dos fatores responsáveis pelo genocídio, não o fator principal. Veja a explicação de Jared Diamond:
    http://www.ditext.com/diamond/10.html
    .
    Já que é noite de Halloween, segue um alerta para Angela Merkel e a sua União Europeia:
    1, 2, Freddy is coming for you
    3, 4, better lock your door
    5, 6, grab your crucifix
    7, 8, gonna stay up late
    9, 10, never sleep again
    http://www.youtube.com/watch?v=jOxpmbJNAPA&feature=related
    Nao sei comentar sobre Ruanda, no trick, hehehe, abs, Caio

  14. Carmem

    -

    31/10/2011 às 22:49

    Boa Noite Caio e Karen.
    só esse heim Caio
    Bons sonhos para todos.

  15. caioblinder

    -

    31/10/2011 às 22:46

    Pessoal, fechando a loja neste dia de Halloween. Novos comentários serão liberados na terça feira cedo, boa noite, Caio

  16. maisvalia

    -

    31/10/2011 às 22:40

    …Maisvalia,
    Ontem o Diogo falou muito bem, esse Cain 999 só vai durar até as 9hs do dia 9 de novembro. Ele se saiu bem com esse novembro, heim Caio…

    O problema cara Carmem, não é o candiadato, é o partido republicano.O Cain nem é meu preferido.
    A dona globo é obama de carteirinha. Além disso, se você tem um estado babá lógico que surge a tv babá politicamente correta para fazer beicinho numa propaganda em que um apoiador do republicano aparece fumando. Esta mesma TV atuando como babá no JN, ensinou as crianças a fazerem xixi quando estivessem tomando banho para economizar água e ajudar a salvar o planeta, hehehehe
    É VERO!
    NO BRASIL,QUE ÁGUA NÃO É PROBLEMA. ALÉM DO MAIS, ELA ESQUECEU QUE A SABESP – UMA DAS MELHORES DO BRASIL – PERDE 30% DA ÁGUA QUE DISTRIBUI EM VAZAMENTOS DELA MESMO E QUE SÓ 7% DA ÁGUA DISTRIBUÍDA É PARA RESIDÊNCIAS, HEHEHE
    É MOLE?
    AINDA QUER A BABÁ ESTADO E TV BABÁ?
    PS Volta Karen, volta!
    Ela voltou, hehehe
    Seja bem vinda!

  17. Karen

    -

    31/10/2011 às 22:18

    Esse Ralph parece engracado…ou ele e o que usave o pseudonimo de vidente/ ou algo parecido de outros artigos?

  18. Mauricio

    -

    31/10/2011 às 22:16

    ..e os alunos da USP protestam contra a PM no Campus.. que débeis mentais. Será que eu era assim tambem?
    O Caio já falou que era meio socialista… hihihihihihihi
    Muito lite, e fiquei ocupado, nao occupying wall street, muito cedo, pois trabalhava, heheheh, abs, Caio

  19. Karen

    -

    31/10/2011 às 22:16

    Oi Carmem, estive lidando com assuntos de saude de alguem proximo mas parece que agora os dias piores ficaram no passado…e vamos celebrar a vida!!!! O Halloween esta meio frio este ano, tivemos neve no sabado pela primeira vez ever em NY nesta epoca mas foi pouco e nao deixou marcas onde moro. Boa noite!
    Outubro de 1991 tambem foi coisa brava, na minha vizinhança ainda há muitas cidades sem energia, tive sorte, a energia acabou em 9o% da minha e eu escapei, abs, Caio

  20. ralph waldo EMERSON*

    -

    31/10/2011 às 22:15

    Há controvérsias sobre quem é realmente o bebê 7bi! Algumas mães estão pedindo recontagem! segundo o Tutty V.
    Não vai ser fácil, fuso horário, etc…
    Vem ai, a geração indigo! nossos Avatares!

  21. Mauricio

    -

    31/10/2011 às 22:07

    “nao existe explosao populacional”
    Peraí Caio. A propria reportagem da Veja mostra grafico de como o crescimento explodiu: milhares de anos para crescer 1 bil´hão. De 1920 para cá uma década para cada novo bilhão.
    Tudo bem, espera-se que a curva irá declinar, mas vc exagerou né?
    O título da reportagem é: a Terra está ficando pequena. E está mesmo.
    Malthus errou, mas o raciocínio não se inverteu, é claro. A superpopulação É um problema!
    Abs.
    Oi Mauricio, me exprimi de forma confusa, acho que para o leitor Paulo, dizia que o pico da explosao populacional foi nos anos 60, está desacelerando, o problema sao os desquilibrios, algumas bolhas como Africa Ocidental e Sul da Asia, e carencia de bebês em outras partes, inclusive em paises que voce nao imaginaria, como a Indonesia, mais claro? Como voce define superpopulacao? dez bi? 20 bi?Abs, Caio

  22. Carmem

    -

    31/10/2011 às 22:01

    Oi Karen, enfim deu ar da graça, sempre benvinda!!!
    abração e Happy Halloween!!!

  23. ralph waldo EMERSON*

    -

    31/10/2011 às 21:49

    Caio, de novo aquela gravata viril!
    Atente para as instruções da etiqueta – ela não pode ser lavada em rios e mares. Obrigado.

  24. ralph waldo EMERSON*

    -

    31/10/2011 às 21:47

    shalom, shanti, paz, amin!

  25. Karen

    -

    31/10/2011 às 21:41

    Toda vez que penso sobre futuro, humanidade, felicidade fico cheesy…

  26. Karen

    -

    31/10/2011 às 21:38

    Oi Caio, tudo bem? Da medo mas tambem esperanca de que 7 bilhoes e contando que estao vivendo e talvez melhor do que qualquer epoca na historia da humanidade. Talvez daqui por diante a fome fisica diminua, vamos orar aos deuses, e a fome de esclarecimento e esta ignorancia, que ainda persiste, se acabe ou diminua e as pessoas evoluam de forma mais saudavel. Tantas ideias e eventos estao acontecendo de forma tao rapida, e e por isso que gente mais idosa fica desnorteada com a velocidade dos acontecimentos. Quisera que toda esta tecnologia colocada em favor de armas nucleares pudessem ter sido direcionadas a cura de doencas, por exemplo. Mas somos feitos de acertos e erros e vamos esperar pelo melhor, especialmente p/ quem tem criancas e querem ve-los seguros e felizes.
    Happy Halloween!!!
    Oi Karen, tava suuuuuummmmmmida, bom tê-la de volta, nosso time esta meio desfalcado. Gostei do comentário, mais prato meio cheio do que meio vazio, voce deu uma enchidinha, hehehe, abs, Caio

  27. Carmem

    -

    31/10/2011 às 21:30

    Maisvalia,
    Ontem o Diogo falou muito bem, esse Cain 999 só vai durar até as 9hs do dia 9 de novembro. Ele se saiu bem com esse novembro, heim Caio.
    abs
    E olha, Carmem, ele está um bom vidente. Pode ate acertar esta novamente. Em dois ou tres dias, vamos saber se o Cain sobrevive. Eu ia fazer uma piada e nao deu tempo : os 15 minutos do pizza man iriam durar nove horas nove minutos e nove segundos, mas a pergunta foi para o Diogo, we are all predictable, hehehehe, abs, Caio

  28. Carmem

    -

    31/10/2011 às 21:18

    Math lesson 1
    6.7 X 3 = 20.1 – worst case scenario
    PEACE!!

  29. maisvalia

    -

    31/10/2011 às 21:17

    Porque eu li que eu postei.
    Outra para te provocar:
    Da série como a imprensa bananeira fala mal do obama:
    …Blog
    Reinaldo Azevedo

    Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil
    Assine o Feed RSS | Saiba o que é
    Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas — Tradução de Mário Faustino)

    31/10/2011
    às 21:13
    Esses republicanos são mesmo muito maus!

    Meu Deus!

    Acabo de ver no Jornal Nacional uma reportagem sobre Herman Cain, o empresário negro que é um dos pré-candidatos republicanos à Presidência dos EUA. Luiz Fernando Silva Pinto falou sobre uma nebulosa acusação de assédio sexual que há contra ele e coisa e tal. Até aí, vá lá…

    Mas chocado mesmo fiquei ao descobrir — fiquei boquiaberto!!! — que um de seus apoiadores fuma… CIGARRO!!! Não! Não era Cain fumando, mas alguém que defendia a sua candidatura.

    Sim, minha gente!!! Ele teve a ousadia de gravar um vídeo em que aparece dando uma tragada.

    Esses republicanos não têm jeito!

    Ainda bem que Barack Obama nunca pôs um cigarro na boca! Ufa!!!
    Por Reinaldo Azevedo.
    CHAMA O PEW,HEHEHEHE
    VOLTA SARAH, VOLTA!
    Ai, ai, ai, voce pinça da pinça para fazer suas teses, hehehe, ponta de cigarro. Uma boa para voce, e vindo de um jornalista superconservador, o George Will. Ele diz que o Romney se contorce tanto para ter posicoes, estando com todas as posicoes que ele é o pretzel man. Esta fica para o programa. nas primarias republicanas: pretzel man x pizza man para escolher o candidato contra o arugula man, abs, Caio

  30. Carmem

    -

    31/10/2011 às 21:11

    “ACHO QUE ELE FALOU DA CUMPANHEIRA CARMEM, HEHEHE”
    .
    E pelo visto ele nem soube q a costa leste esta debaixo de neve hehehe
    abs

  31. maisvalia

    -

    31/10/2011 às 20:40

    PARA TE PROVOCAR:
    13 graus em SP em 31 de outubro? Hora de renovar nossos apocalípticos!

    Que saco! Em São Paulo, o tal “desequilíbrio climático” — um nome mais, como direi?, “aberto” do que “aquecimento global” porque pode justificar qualquer coisa — pende sempre para um lado só: o do frio!!! Deve fazer uns 13 graus lá fora, um vento gelado da zorra, em pleno 31 de outubro!!!

    Se os homens maus não pararem de aquecer o planeta, a gente ainda morre congelado! Pelo visto, do tal desequilíbrio, pra São Paulo, só sobrou o frio. Não é hora de desarquivar as teorias da década de 70 que previam uma nova era glacial, hein???

    Precisamos renovar os nossos apocalípticos, pô!

    Xiii, lá vem sapatada (de material reciclável, claro!) dos profetas…
    Por Reinaldo Azevedo
    ACHO QUE ELE FALOU DA CUMPANHEIRA CARMEM, HEHEHE
    Leia abaixo o link para o Leonel sobre o vira casaca dos ceticos sobre aquecimento global, mais experto (sic) do que nos e o seu guru, hehehe, abs, Caio

  32. maisvalia

    -

    31/10/2011 às 20:31

    Ao ler os comentários não sabia se hoje era Halloween ou 1º de abril,ou both hehehehehehe

  33. Paulo Bento Bandarra

    -

    31/10/2011 às 20:16

    Como dizer as bactérias que não comam todo substrato, como ensinar aos lobos que comam menos coelhos para não faltar, como pedir aos carneiros que deixam um pouco da grama para as vacas??? Papai Noel faria isto por nós?

  34. Marcio

    -

    31/10/2011 às 20:11

    “Ai, ai, ai, logica darwinista e de alguns ditadores, por aí podemos decidir que somente quem está bem de saúde, tem altura xi, peso y merece viver, abs, Caio” Acho que não me fiz entender, disse que se fosse apenas pelos custos médicos, talvez fosse mais barato para os governos deixar a população morrer de infarto e outras doênças ligadas à obesidade do que sustentá-la pela previdência, ou seja, deve haver alguns humanos entre os políticos. Caio,longe de mim qualquer tipo de preconceito racial ou superioridade física, seu povo sabe muito bem onde isso termina. Boa noite, vou jantar (pouco).
    Caro Marcio, jante bem, sem autopunicao, heehehe.Esclarecido. Mas obviamente o debate acaba politizado, pois estas despesas envolvem determinados grupos etnicos, raciais, etc. Creio que este dilema medico existe em outra situacao, realmente individidual que é ate quando preservar a vida em pacientes em estado terminal, abs, Caio

  35. ralph waldo EMERSON*

    -

    31/10/2011 às 19:42

    errata- …gente do mundo inteiro…, que foram lá matar…, em 11set2001,

  36. ralph waldo EMERSON*

    -

    31/10/2011 às 19:40

    PS, os EUA têm 30 milhões de estrangeiros, que geraram outros 30 milhões ( de “americanos”) no mínimo! em somente 2/3 décadas! ou seja acolhe/u gente do mundo, inclusive esses terroristas doentes que foram lá mantar gente de….52 nacionalidades, de todas as religiões!
    Esse acho, foi um custo social muito alto que o país não conseguiu suportar!

  37. ralph waldo EMERSON*

    -

    31/10/2011 às 19:26

    D. Carmem, poupe com essa trolha, que nem ler inglês eu sei!
    Poderia ter resumido, ou começar pelo fim.
    Não acho pena p…nenhuma! Não ponha sensações no meu sofrido coração! Um ser humano que passe fome é uma vergonha para mim! Eu pago meus impostos, e pago além do dízimo! inclusive aos americanos, na verdade, muitos desses pobres não nasceram ai, brasileiros inclusive! pois, na verdade, nacionalidade é uma ilusão criada pelo ego, nós somos dos EStados unidos do Mundo!!!
    Há diferença entre passar fome, e sentir fome!
    Salvo engano, households significa “lares” que têm em média 3 pessoas ou mais uns décimos!
    Ultimo comentário meu! Agora….cachimbo da paz!

  38. carlos cezar

    -

    31/10/2011 às 19:10

    A IMPOPULARIDADE DOS ESTADOS UNIDOS TAMBÉM DERIVA EM PARTE DE SEU APOIO A ISRAEL E DA HUMILHAÇÃO CONTINUADA DOS PALESTINOS.

  39. carlos cezar

    -

    31/10/2011 às 19:08

    “Uma década de hard power americano no Iraque tem sido menos eficaz do que alguns meses de protestos pacíficos (nem tanto) na definição de países no caminho para o governo representativo.”
    Eis aí uma explanação, da Economist, para aqueles que vivem dizendo que os iraquianos estão vivendo num mar de rosas.
    “Em parte por causa da aventura iraquiana, os Estados Unidos, pelo menos sua política externa, mantém-se detestados por árabes em toda a região. A impopularidade dos Estados Unidos também deriva em parte de seu apoio a Israel e da humilhação continuada dos palestinos, em parte por sua vontade de usar a força e em parte de sua história de apoio a ditadores árabes.”
    Bem, Caio, parece que o sofrimento dos cisjordanianos é um motivo de preocupação constante também em outros lugares.
    Abs.

  40. carlos cezar

    -

    31/10/2011 às 19:04

    Não se iluda, caro Magno. É cada vez mais clara a intenção política dos Estados Unidos, ao lado de Israel, de sufocar um futuro estado palestino. Basta ver os erros em sequência na Cisjordânia. Não é à toa que os terroristas israelenses invadem e se apropriam cada vez mais dos terrenos e das casas dos palestinos.

  41. carlos cezar

    -

    31/10/2011 às 18:59

    Parafraseando o R W Emerson: ah, Obama, Obama, por que persegue os palestinos? Por que cortou a verba à UNESCO??? Acredita mesmo que assim irá ganhar em 2012? Está se igualando ao Bush, sem tirar nem por.

  42. Paulo Bento Bandarra

    -

    31/10/2011 às 18:42

    Não tem importância alguma a direção, a questão é parar a tempo para quem está acelerando…
    Paulo, nao existe explosao populacional, exceto em algumas partes da Africa Ocidental e Sul da Asia, o pico foi nos anos 60, existe desaceleracao, o problema em muitas partes nao é excesso de bebês, mas ausencia dele, isto vale até para o Brasil, e como voce propoe desacelerar? abs, Caio

  43. Leonel

    -

    31/10/2011 às 18:17

    Me desculpe por mudar de assunto, mas eu não poderia deixar de peguntar: como está esse “aquecimento global”?

    http://hauntingthelibrary.wordpress.com/2010/12/30/nasa-1999-winter-in-the-northern-hemisphere-will-continue-to-warm-will-someone-tell-monbiot/
    Oi Leonel, é uma desgalhada, mas aproveite para ver a polemica sobre o influente cetico Richard Muller que virou casaca, abs, Caio
    http://www.huffingtonpost.com/2011/10/30/richard-muller-global-warming_n_1066029.html

  44. ralph waldo EMERSON*

    -

    31/10/2011 às 17:33

    corrigindo…”acabou de anunciar o corte de contribuição americana à UNESCO…

  45. ralph waldo EMERSON*

    -

    31/10/2011 às 17:31

    D. Carmem, além dos ciganos, porque me persegues?
    Ajude aos pobres e não se fala mais nisso! torne o mundo melhor, não espere se um bilionário entediado para fazer isso!
    No Brasil, então eram “só, somente só” 11 milhões??? não diga! ou seja 6 % da população, ou seja naquela época já estavamos bem melhor que os Estados Unidos! Nação que admiro, não os seus políticos.
    Não é exitação, nem excitação, o Caio, aliás o Mestre Caio, que aprendo mais a cada artigo, essa é a função da comunicação, trouxe os dados! Hoje há milhares de instituições humanitárias nos EUA aumentando seu atendimento, e …não é o padrão BOn Jovi!
    Mas parece que o governo Obama já começou, finalmente , a cortar despesas, acabou de anunciar a contribuição americana à UNESCO, orgão de fomento à cultura e educação para um mundo melhor, para a nossa querida DANICA; ao invés de cortar gastos com guerra, despesas militares, subsídio a bancos falidos etc…
    Isso deve melhorar a imagem americana no mundo!
    Repito, cada vez mais os americanos pobres vão precisar de nossa ajuda e solidariedade, desse jeito!
    Eu não duvido que os republicanos acabem com a Vila Sesamo, por isso eu digo, vamos primeiro Ocupy Sesame Street!

  46. ralph waldo EMERSON*

    -

    31/10/2011 às 17:00

    Com educação ainda cabe muitos bilhões. Sem educação, 4 é damais! Caim matou Abel! ou seja, a época mais violenta da humanidade, 25% da população vítima de homicídio!
    Estamos cada vez melhores, sim, o ritmo poderia ser melhor.
    Na verdade, não sabemos qual é o ritmo do mundo, a nossa visão é fragmentária e parcial. A percepção é subjetiva, as crenças, os valores.
    Gente, vou assistir o Manhatan Connection de novo, espero que o Lula deixe agora, só pra ver de novo a gravata criativa e fertil do Caio, fui…

  47. Carmem

    -

    31/10/2011 às 16:40

    Não Sr Waldo, só devia conter sua exitação com os números, principalmente os grandes.
    Lula tb dizia q ia alimentar os 50mi de famintos brasileiros q so eram 11mi.
    Abs

  48. Rony

    -

    31/10/2011 às 16:37

    Caio,
    estamos saindo muito da questao do artigo, mas nao discordo totalmente de voce. Sei que custos medicos e sociais aumentam, so nao acho que a ponto de tirar o direito individual de escolhas. Fazer campanhas, educar, ok, sou ate a favor. O que revolta eh saber que existe dinheiro suficiente dos impostos para o bem-estar social e so ver mal-estar social, principalmente aqui no Brasil. Pra fazer a porcaria que o governo faz, melhor nao fazer campanha nenhuma, cobrar menos impostos e deixar as pessoas se virarem, contratarem planos de saude e enfiarem o pe na jaca! :)
    Abs
    Entendo, caro Rony, voce esta ai na jaca brasileira, eu no abacaxi americano. Como disse no texto, aqui se trata de juntar o custo com a necessidade de arrecadar. Mas ainda acho que precisamos de responsabilidade social, isto de todos os lados, de governos perdularios, de cidadaos mimados (eu posso tudo, meus direitos individuais) e de interesses corporativos (lobbies empresariais ou sindicatos), abs, Caio

  49. Marcio

    -

    31/10/2011 às 16:36

    “o que conta, no final das contas (sic) é o custo médico e social (coletivos) de cada um fazer o que quer mesmo que supostamente esteja apenas prejudicando a si mesmo”. Sei não Caio, por esse ângulo desumano e pragmático, não seria melhor morrerem logo e não precisar sustentá-los na aposentadoria?
    Abs
    Ai, ai, ai, logica darwinista e de alguns ditadores, por aí podemos decidir que somente quem está bem de saúde, tem altura xi, peso y merece viver, abs, Caio

  50. Magno Adão de Souza

    -

    31/10/2011 às 16:33

    Caio,
    Peço-lhe licença para tecer um brevíssimo comentário a respeito da admissão da Palestina pela Unesco na condição de membro pleno. A agência das Nações Unidas que se dedica a promover a concórdia entre os povos mediante o estímulo às atividades ligadas à educação, à ciência e à cultura deu um passo histórico ao aceitar a Palestina como um de seus membros titulares, pois tal decisão, ao contrário do que afirmaram os representantes das delegações americana e israelense, ajuda a apressar a conclusão de um acordo de paz que permita, por um lado, a criação do Estado Palestino e, por outro, o reconhecimento diplomático de Israel por seus inamistosos vizinhos.
    Caro Magno, teceu o comentário e uma teia de aranha, good luck com outros leitores, eu pessoalmente creio que atrasa, abs, Caio

  51. Marcio

    -

    31/10/2011 às 16:27

    Obrigado pelo esclarecimento Jorji,
    Eu pensei que japonês comesse peixe cru por gosto e não por falta de óleo, rsrs. Mas a verdade é que a culinária japonesa ganhou o mundo e deve estar rivalizando com a gorda comida italiana em número de restaurantes.
    O que eu quis dizer anteriormente, é que é inadimissível haver fome se quantidades tão grandes de alimentos são queimados ou jogados fora como medida reguladora de preços. E ainda inadimissível que governos proíbam a chegada de ajuda humanitária para sua população apenas por posições políticas isolacionistas. Abs

  52. jorji

    -

    31/10/2011 às 16:25

    Obesidade, fora as questões relativos à saúde pública, é também uma questão de estética.

  53. Rony

    -

    31/10/2011 às 16:12

    Eu nao entendo mesmo essa paranoia com obesidade. A maioria das pessoas obesas tem acesso a informacao. Assim como os fumantes, os alcoolatras, os drogados, quem vai a praia tostar sob o sol de 40 graus sem protetor solar, etc, etc, etc ,etc.
    Cada um faz o que quer ora essa. Tem informacao suficiente por ai (ok, ok, alguns lugares menos favorecidos nao tem) para saber o que faz mal ou nao. E ninguem passa fome para outros serem obesos, tem comida suficiente no mundo para todos serem obesos. Nao falta area para plantar nem tecnologia par aumentar producao. Sem alarmismos, nao tem superpoluacao, global warming, e nem a amazonia esta correndo perigo. Um dia acaba o petroleo, mas ate la vamo que vamo!!!
    Abs
    Caro Rony, as noções libertárias podem ser simplistas e justificam a ausência de responsabilidade social, o que conta, no final das contas (sic) é o custo médico e social (coletivos) de cada um fazer o que quer mesmo que supostamente esteja apenas prejudicando a si mesmo, abs, Caio

  54. ralph waldo EMERSON*

    -

    31/10/2011 às 16:10

    Ah, tá D. Carmem,
    Muito esclaredor eu vou dizer isso a eles e seus famiares, que o que eles sentem…não é fome, é”insegurança alimentar”! deve aliviar.
    Eu não tenho ONG. Eu ajudo através da Igreja, o que eu recomendo, as Igrejas sérias atuam no mundo todo!
    Mas vamos aliviar o clima, hoje é dia de festa para a bebê DANICA MAY CAMACHO!!!
    A América vai sair dessa, principalmente se o Brasil ajudar, se o Brasil ajudar, se….o BRASIL, NÓS AJUDARMOS!!!!
    Uma musiquinha pra relaxar, com Phil Collins http://www.youtube.com/watch?v=Qt2mbGP6vFI&feature=related
    * R W EMERSON, este codinome homenageia o grande ensaísta americano Transcendentalista.

  55. Paulo Bento Bandarra

    -

    31/10/2011 às 16:10

    Poderia ter incluído: até estou ganhando velocidade, uau!

  56. jorji

    -

    31/10/2011 às 16:10

    Marcio, voce sabia que as melhores culinárias do mundo são de povos que mais passaram fome, como os franceses, chineses, japoneses, belgas, nas dificuldades se utilizavam de tudo que é orgânico para se alimentarem, os ingrediente que não gostavam criavam temperos para poder engulir, a necessidade os obrigaram a usar a criatividade e tecnica, no caso da culinária japonesa, ela é leve, porque o território é pequeno, daí a dificuldade de terem o óleo e temperos para o preparo dos alimentos.

  57. Paulo Bento Bandarra

    -

    31/10/2011 às 16:10

    Me parece o otimista que caiu do 25º andar comentando ao passar pelo 4º: até aqui, tudo bem!!!
    Caro Paulo, voce errou a direcao, estamos indo para o vigesimo quinto andar, abs, Caio

  58. Magno Adão de Souza

    -

    31/10/2011 às 16:06

    As previsões funestas de Thomas Robert Malthus sobre as perspectivas de vida da população mundial realmente não se concretizaram, mas ele teve boas razões para enunciá-las nos seis textos que escreveu sob o título “Um Ensaio sobre o Princípio da População”. Com efeito, havia um inequívoco e alarmante descompasso entre as taxas de crescimento populacional e as da produção de alimentos em meados do século XIX, ditado, conforme assentava Malthus, pelas distintas escalas a elas subjacentes (uma escala geométrica para aquelas e uma aritmética para estas). Malthus realmente não tinha como antever o progresso tecnológico que viria a ensejar a extraordinária elevação da produtividade agrícola verificada a partir da segunda metade do século XIX (para o qual muito contribuíram as pesquisas científicas que o químico alemão Justus von Liebig e o engenheiro agrônomo americano Norman Ernest Borlaug realizaram, respectivamente, nos séculos XIX e XX). Malthus não foi o único cientista social de sua geração a se debruçar sobre os problemas causados pelo aumento descontrolado do número de habitantes do planeta Terra (o eminente economista David Ricardo, por exemplo, fez sombrias anotações a esse respeito), mas teve o inegável mérito de elaborar uma sólida argumentação para ilustrar de modo pedagógico os excruciantes dilemas causados pela dicotomia entre oferta e demanda efetiva – tema que viria a ser retomado com extremo vigor por Keynes e seu seguidores, frise-se. A propósito, foram os trabalhos teóricos desenvolvidos por Malthus e Ricardo que levaram o historiador escocês Thomas Carlyle a cunhar a expressão “ciência lúgubre” para se referir à economia política.
    Gostei, caro Magno, claro que nao devemos temos ter uma “fé” inabalavel na capacidade do ser humano superar adversidades ou nas inovacoes tecnologicas, mas la nave va, abs, Caio

  59. jorji

    -

    31/10/2011 às 16:04

    Fome, alguém já passou fome? Eu já, digo isso sem ter a vergonha de dizer, até os meus 12 anos vivíamos bem, mas aquela vida farta e confortável foi pro brejo no dia em que meu pai faliu, é terrível, é desesperador, às vezes ficava tres dias sem comer praticamente nada, me lembro das vezes que no dia só comia pão seco, untava no óleo, e só, criança ainda, ia nas feiras livres, no final por volta do almoço, e ganhava algumas verduras e frutas e levava para casa, comecei a trabalhar, e tudo que ganhava levava para minha mãe, muitas vezes sentia as pernas bambearem de fraqueza, garanto que uma das piores formas de violência seja a fome, com 17 anos pesava somente 47 quilos, por essa razão, hoje em dia quando um pedinte vem pedir dinheiro pra matar a fome, não dou dinheiro, mas se ele quiser pago a sua refeição.

  60. Marcio

    -

    31/10/2011 às 15:32

    Caio,
    Não parei para ler a matéria da Veja, mas bem interessante seu post. Só não esqueça do Japão, que apesar de rico é um dos povos mais “esbeltos” do mundo. Parece-me também lógico que um povo que passou desnutrição, tenha por instinto o acúmulo de gordura, é algo que está nos nossos genes desde os tempos em que precisávamos caçar para sobreviver.
    Quanto a falta de alimento…parece piada, tendo em vista a imensa quntidade de comida o que é desperdiçada e jogada fora, muitas vezes só para garantir o preço de mercado. Não falta e nem faltará alimentos no mundo, o que falta é espírito humanitário e vontade política para fazer esses alimentos chegarem à mesa dos mais necessitados, que em muitos países são assassinados pela própria política isolacionista dos seus governantes. No coração da Terra Mãe sempre cabe mais um (ficou bem brega,hehe)Abs
    Boa, caro Marcio, mas leia um dos ultimos comentários do nosso “expert” nipônico, o Jorji, abs, Caio

  61. Carmem

    -

    31/10/2011 às 15:27

    Ha… tá Sr Waldo,
    Qual é a sua ONG?
    .
    Achei mais essa info sobre fome:
    .
    Segurança alimentar
    .
    Relacionada diretamente à renda, a segurança alimentar consiste no direito ao acesso regular e permanente de alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer outras necessidades essenciais.
    .
    A insegurança alimentar, por sua vez, está dividida em diferentes níveis: o leve inclui a preocupação com a possível falta de comida; o moderado representa perda da qualidade da alimentação e alguma restrição na quantidade de alimentos; o grave evidencia a fome.
    .
    Embora as metodologias das pesquisas sejam distintas, nos Estados Unidos a insegurança alimentar atingia 16,5% dos domicílios em 2002, sendo 3,5% desses classificados no nível grave. A escala brasileira foi adaptada da norte-americana.
    .
    Acho que os 50mi são a soma dos “inseguros”.
    abs

  62. ricardão

    -

    31/10/2011 às 15:22

    caro caio,não existe um limite de habitantes pro planeta e sim de habitantes por nível educacional.os mais estudados poderiam elargar esse planetinha…

  63. Mauro

    -

    31/10/2011 às 15:18

    pois é Caio…
    neste mundo sempre crescendo (afinal o ato é eterno) resta ao Brasil produzir alimenentos para alimentar esta gente toda !!!
    o resto é conversa fiada !!!
    …como reprimir o ato !!!
    abs cordial
    Mauro
    Sampa
    Valeu, caro Mauro, produzir nao é o maior desafio, abs, Caio

  64. Luis Carlos Zardo

    -

    31/10/2011 às 15:17

    Obviamente, se você não possui absolutamente nenhuma preocupação ambiental então não tem problemas muito urgentes com a atual população humana.

    Claro, a menos que você more em um dos lugares onde a população humana já é um problema sério para si mesma, não apenas para os demais habitantes deste mundo, como o Haiti, Somalia, Etiópia, Ruanda, Zambia, Paquistão, Índia, China, etc… Neste caso, deveria se preocupar um pouco com esta situação.

    Não vou entrar também no mérito que a única razão pela qual podemso alimentar uma população de 7 bilhões hoje, quando em meados dos anos 70 corríamos o risco de uma fome a nível mundial é o uso intensivo de combustível, fertilizantes e irrigação em nossas colheitas.

    Todos os itens acima citado estão com seus limites prestes a serem atingidos, ou já atingidos.

    Países como a Índia e a China consomem muitas vezes mais água que seus aquíferos são capazes de repor, países como a Arábia Saudita estão completamente abandonando a agricultura e tornando-se importadores novamente por estas razões.

    Mas, claro, voltamso a conversar sobre este asunto em uma ou duas décadas, quero ver o que você e a revista veja vão pensar destes 7 bilhões de oportunidades.
    Combinado, caro Luis, espero estar aqui em 2031. Seu comentário esta cheio de ironias que nao procedem para o meu texto, ou seja, sua opcao foi meramente caricaturar o que escrevi, nada contra ironias desde que devidamente colocadas. Suas observacoes sobre a fome nos anos 70 apenas confirmam a tese do Barnett sobre jornada da subsistencia para abundancia, foi um bom caminho, claro que a um preço. Abs, Caio
    PS- curiosidade: o que voce propoe para chineses e indianos?

  65. r WALDO emerson

    -

    31/10/2011 às 15:13

    A Vila Sésamo é um programa educativo. O personagem em questão não foi uma abstração, uma demagogia, ou campanha subliminar.
    Ela interage com a realidade, como os Simpsons.
    Por enquanto está no âmbito do desenho.
    Quanto hollywood começar a mostrar isso nas telas….
    Shit happens for everyone.

  66. r WALDO emerson

    -

    31/10/2011 às 15:08

    Eu acho que só podemos o que está acontecendo, hoje nos EUA, atravéz da “lógica da geopolítica do passado” pois as perspectivas no futuro, não estão completamente delineadas, embora há pistas.
    Achei muito interessante, sua ánalise, Caio, sobre o fim da Guerra Fria, em que os EU se perderam um pouco no “triunfalismo” quando poderiam, se entendi” aproveitar sua liderança para reforçar seus valores no mundo! Acho que esse tema merece um artigo, quando possível, pois, o que pode está parecendo absurdo ( agora) teve alguma razão.
    A analise foi esta, mas nao me referia tanto aos EUA, mas ao triunfalismo liberal (liberal no sentido de sistema), abs, Caio

  67. r WALDO emerson

    -

    31/10/2011 às 14:58

    D. Carmen,
    Ajude o americanos famintos, há dezenas de instituições congêneres. A fome…não é geopolítica, nem preconceituosa.
    A Globo News vai exibir, até a filha do Rockfeller, coitada, já morou em favela, slumdog millionaire!!! no Rio.
    Em novembro será lançado ” United States of Fear” de Tom Engelhardt, ai…o bicho vai pegar.
    A coisa só não está pior porque ainda não perceberam que o rating AAA…é tão verdadeiro quanto os gráficos da FAE MAE.
    Oremos pelos irmãos da América.

  68. Carmem

    -

    31/10/2011 às 14:54

    Caio,
    Aqui no Brasil os domicílios q efetivamente passam fome são menos do q 7%.
    A escala de medição de fome no Brasil foi importada dos EUA.
    Tem alguma coisa muito estranha com esses números.
    abs\
    Carmem, nao eh morrer de fome, mas dificuldade para trazer comida para casa, abs, Caio

  69. jorji

    -

    31/10/2011 às 14:51

    A obesidade já é reconhecida pela organização mundial da saúde como uma pandemia, inclusive aqui no Brasil, quando estive nos EUA, fiquei impressionado com número impressionante de pessoas obesas, e é um fenômeno mundial, na maioria dos países a população está engordando, no Japão, a sua população é considerada a que se alimenta de forma mais sensata, mas também está engordando, certa vez li que é a cultura americana, a dos fast food, também conhecida no Brasil como “porcaria”, talvez essa expressão esteja relacionada a “porcos”, a engordar, hamburguer, sorvetes, refrigerantes, batatinhas fritas, doces em geral, chipps, etc, muitas crianças hoje em dia sequer comem saladas, frutas, eu peço às mães do mundo, sejam menos preguiçosos, alimentem melhor seus filhos, com comida saudável, e aquelas mães que vêem seus filhos morrerem em seus colos de fome, que rezam desesperadamente…………….

  70. r WALDO emerson

    -

    31/10/2011 às 14:36

    Só por questão de justiça, o bebê 7 bi, a DAnica May CAmacho, essa bem vinda Alma, é filipina.
    Lá fico meio preocupado, mais prato meio vazio na terra dos meus sogros, abs, Caio

  71. Gustavo

    -

    31/10/2011 às 14:27

    Continuação do meu próprio post (31/10/2011 às 13:15)
    Caio,

    Ainda sobre probabilidades e mortalidades: A chance do bebê sobreviver indiano passou de 90% (900 em 1000) para 95% (950 em 1000) então não dobrou (isso seria passar a 180%).
    Enfim, como qualquer probabilidade está limitada a no máximo 100%, elas são bastante ingratas na hora de se falar em melhorias. É mais fácil fazer alarde quando a melhora parte do (quase) zero do que quando se está próximo ao ideal. Por exemplo, ainda deve ser possível dobrar o acesso à eletricidade no interior da Amazônia enquanto na grande São Paulo esse índice está quase parado nos últimos anos.
    Caro Gustavo, nao me lembro onde li o dado, pois usei de cabeca na coluna, mas sei que foi da American Association of Population, nao tenho os numeros, mas a estatistica era de dobro. Nao tenho tempo agora, mas bastaria pegar os indices de mortalidade infantil na India em 1960 e 2010 para tirar a prova, mas sua duvida procede. Teria sido mais ilustrativo se eu tivesse obtido os numeros brutos, obrigado pela observacao, abs, Caio
    PS_ hoje na India a mortalidade infantil é de 75 por mil.

  72. Paulo

    -

    31/10/2011 às 14:25

    “O típico terráquio é um chinês, cristão, urbano, tem 29 anos, ganha R$ 1.400 por mês, e não usa a internet.” – MC.
    Ou seja, vive em uma ditadura, que não deve ser o melhor dos mundos para um cristão. Tem uma ótima idade para morar na cidade; no entanto, ganha pouco para pagar pela internet. Só não sabemos o peso desse nosso amigo.
    É mesmo um típico terráquio, vivendo uma vida muito melhor que a de seu avô e muito pior da que o seu neto viverá. Só espero que esse último conheça a liberdade e não exagere na fritura.
    Abraços!
    Caro Paulo, nao há a menor duvida que em termos materiais a vida do terráqueo é melhor. A vida do chines nem fala e nem falo apenas em evidentes termos materiais. A ditadura chinesa ja foi pior nos tempos do Mao. O pais nao tem liberdade politica, mas no novo contrato social existe mais liberdade pessoal, abs, Caio

  73. Carmem

    -

    31/10/2011 às 14:18

    Ai, ai, e no restaurante dele ainda por cima é tudo orgânico hehehe
    e como assim, ele learned q 1 em 6 passam fome, learned de onde?
    Daqui há pouco vou receber um e-mail pedindo ajuda aos 50mi de americanos famintos.
    Eu aposto algumas barrinhas de granola como essa “estatística” é mais um mito da internet.
    50 mi de pobres, aqueles caras q ganham até 25.000 dolares p/ ano ainda vai, mas famintos? Gimme a break.
    abs
    Carmem, aqui sua acidez é um pouco fora de lugar. Tudo no contexto: renda familiar anual de 25 mil nos EUA realmente é uma consternacao, no pais mais rico do mundo, mas sem a rede de protecao europeia, abs, Caio
    NEW YORK (CNNMoney.com) — The number of Americans that have trouble putting food on the table shot up last year in an unprecedented spike to a record 17 million households, the government reported on Monday.

    The Department of Agriculture report, which has been released annually since 1995, said the number of Americans that were hungry rose to 14.6%. In 2007, 13 million households or 11.1% of Americans had trouble getting enough food.

    The one-year jump is all the more significant, given the number of hungry Americans had never been higher than 11.9% since these surveys began.

  74. otimista em gota

    -

    31/10/2011 às 14:12

    Na verdade, desculpa, não é passar fome, mas, acho seria não comer o suficiente, o necessário, o saudável, infelizmente.
    A capacidade solidária americana é muito grande, como essa, desse roqueiro, que sempre foi um exemplo de ajuda humanitária muito antes etc; essa…é a verdadeira América!
    Correto, estava para fazer esta correçao, mas nao ha duvida que os tempos sao mais ingratos nos EUA, abs, Caio

  75. otimista em gota

    -

    31/10/2011 às 13:53

    Absurdo D. Carmen, é o país mais rico do mundo ter essa estatística.
    Esses números foram divulgados na semana passado em alguns artigos. Tb acho exagerados, mas foram! tanto que motivou o cantor Bon Jovi a abrir um restaurante comunitário, versão americana do nosso “bom prato” pelo qual pagamos R$ 1 , em várias cidades.
    E quanto a índice de pobreza, é bom dizer que pobre na América ainda é um padrão acima no mundo. A questão é o empobrecimento, a tendência dessa renda?
    Mas, este ano o Brasil será a 6ª economia do mundo; chegará em 5ª tavez 4ª! a década promete…MUITOS ABSURDOS. Esteja certa!
    de fato, ele falou: Bon Jovi learned that 1 in 6 Americans go to bed hungry, and he took action to help that number go away and he put his Bon Jovi Soul Foundation to work to build the restaurant. The costs were 250K and the Soul Kitchen serves up gourmet meals like:

    Read more: http://www.politicolnews.com/bon-jovi-soul-kitchen/#ixzz1cNMdBszv

  76. Carmem

    -

    31/10/2011 às 13:39

    “talvez achem ridículo tb que 1 em cada 6 americanos tb passem (fome)! ou 50 milhões de pessoas”
    .
    Me mostre de onde vc tirou esse dado Sr otimista em gotas.
    Q absurdo…
    abs
    Confusao com índice de pobreza, abs, Caio

  77. r w emerson

    -

    31/10/2011 às 13:37

    O John Corzine, lembra dele? está triste. A MP Global,sua corretora acabou de falir!
    Sugestão ao Tio Sam – diminua as despesas desnecessárias!

  78. r w emerson

    -

    31/10/2011 às 13:28

    precisamos voltar á simplicidade.

  79. otimista em gotas

    -

    31/10/2011 às 13:27

    Os republicanos acham ridículo uma personagem infantil que passe fome! talvez achem ridículo tb que 1 em cada 6 americanos tb passem! ou 50 milhões de pessoas, um 3º mundo maior que a população de 170 países no mundo! Eles me fazem lembrar a Orquestra do Titanic, ou o porta voz de Sadam Hussein, dizendo que a situação estava sob controle.
    Mas de repente, Newt Grinrich ( é assim?) esteja certo, OWS é fruto de uma educação equivocada! e não a corrupção bilionária, ganância sim limites, incompetência etc. O PIOR que hollywood está filmando tudo, a cultura está reproduzindo tudo isso!
    Vamos ajudar a América.

  80. otimista em gotas

    -

    31/10/2011 às 13:18

    Uma boa notícia! URGENTE.

    O MUNDO NÃO VAI ACABAR EM 2012, acabei de ler na Folha.
    Vai acabar apenas o calendário Maia. Ou seja, vai recomeçar a contar tudo de novo, ufa!! que alívio!

  81. Gustavo

    -

    31/10/2011 às 13:15

    Prezado Caio,

    Uma questão probabilística. A frase: “(…)um bebê indiano nascido em 2011 tem quase o dobro de probalidade de sobreviver o primeiro ano de vida do que um nascido em 1960.”. Não pareece correta nem comparando a Idade Média com os dias de hoje.
    Ela implica que a chance de não sobreviver ao primeiro ano de vida era de quase 50%, o que parece exagerado em qualquer período histórico. A nível de exemplo, digamos que a probabilidade de morrer no primeiro ano de vida fosse 30% (assustador!), isso implica que chance de sobreviver é 70% ou seja, um valor impossível de ser dobrado!
    Talvez tenha querido dizer que a probabilidade de não sobreviver (mortalidade infantil) caiu pela metade, algo bem plausível.
    Caro Gustavo, preciso raciocinar um pouco (probabilidade pequena no meu caso, hehehe) e se for o caso, ajeito o texto, obrigadao, abs, Caio
    PS_ caro Gustavo, creio que estamos falando a mesma coisa: digamos se a taxa de mortalidade infantil na India era, sei la, 100 em 1000 em 1960, e agora é de 50 em 1000, logo dobrou a chance do bebê sobreviver o primeiro ano, nao é isso? Se alguem tiver um palpite espero a respeito, compareça, abs, Caio

  82. otimista em gotas

    -

    31/10/2011 às 13:12

    Rico também tem babá. Até Wall Street tem Obama-sitter.
    Recomendo a coluna do Ricardo Semler de hoje.
    O Neymar não teve babá.
    O MV é um rebelde capitalista.
    Fique sabendo que a filha do Rockfeller morou até em favela, no Rio, viu! coitada, fala até portugués. A língua da moda, agora no mundo.
    O OBAMA precisa fazer como o BILL CLINTON, e ler o PAULO COELHO, que sabe o UNIVERSO CONSPIRE A FAVOR DELE.

    Eu ainda vou ver o CB meditando e fazendo yoga em N. YORK, no Zucotti PARK.
    No way, abs, Caio

  83. Rodrigo

    -

    31/10/2011 às 13:10

    Um crítico literário escreveu que no livro Malthus a única coisa que cresce em progressão geométrica é a estupidez humana, retratada na personagem principal, Loyola e Loyola.

  84. Carmem

    -

    31/10/2011 às 13:06

    “O OWS pautou o MC de ontem. Vestiram a camisa.”
    .
    Estavam tirando uma onda de povão hehehe
    Eu queria mesmo saber de onde a Angélica tirou aquela cena hilária de arremesso de bebês.
    Aliás, concordo com os republicanos, aquela boneca com fome do Vila Sésamo é ridícula.

    abs
    Nosso programa, como já disse, é um xarope (como da coca cola), nao podemos revelar os segredos de producao, hehehe, abs, Caio

  85. maisvalia

    -

    31/10/2011 às 12:53

    …Valeu, caro Rony, precisamos de um pouco de babá,…

    Este é o pobrema, hehehe
    Qual é o seu pouco?
    Vale para usar jaqueta com placa de moto?
    O seu pouco é igual ao meu pouco ou de outro pouco de outra pesoa?
    Quando vamos parar de usar o pouco?
    Quem define o pouco? Criaremos a Poucobrás, hehehehe
    Porque todo pogrecista acha que é gênio, que os outros são estúpidos e portanto tem que ser dirigidos?
    Sua duvida é retorica e vale para outro lado, o que é muito para fazer? Abs, Caio

  86. Maria Carolina

    -

    31/10/2011 às 12:52

    Este comentário com certeza é para o Caio e Co.
    Assistindo ao programa do dia 30/10 senti falta de um comentário extra sobre o aumento populacional do mundo,o qual é referente a expanção dos mulçumanos por todo o mundo .Eles são um dos únicos povos que conscientemente e intencionalmente, continuam a ter uma prole bem grande.
    Cara Maria Carolina, nao compartilho este alarmismo malthusiano sobre a populacao muculmana e, como exercicio intelectual, pergunto o que poderia ser feito para conter se for esta coisa pavorosa? E ha muito indianos, o que vamos fazer? Abs, Caio

  87. Rodrigo

    -

    31/10/2011 às 12:52

    O Malthus que todo mundo pode defender hoje é o livro do Diogo.
    Como assim?Abs, Caio

  88. otimista em gotas

    -

    31/10/2011 às 12:47

    O OWS pautou o MC de ontem. Vestiram a camisa.
    Só foi show, sem adesao, hehehe, abs, Caio

  89. Rony

    -

    31/10/2011 às 12:33

    Caio,
    parabens pelo texto e pela gravata de ontem…
    Quanto mais gente melhor, por enquanto esta longe de faltar espaco ou recursos. Incrivel que ainda se fale em Malthus, as previsoes dele eram todas furadas…
    Nunca concordei tanto com o Ricardo em um MC so…
    Caio, para de defender a baba… Deixa os gordinhos serem gordinhos felizes!!
    Abs!
    Valeu, caro Rony, precisamos de um pouco de babá, hehehe, e falo isto como um gordinho feliz (já fui mais gordinho)
    PS- estou um pouco decepcionado: voce deveria elogiar primeiro a gravata e depois o texto, forma sempre na frente do conteúdo,hehehe, abs, Caio
    PS_ no programa estava facil concordar com todos, ninguem defendeu o Malthus

  90. jorji

    -

    31/10/2011 às 12:29

    Quando eu nasci, eu fui o bebê 3 bilhões, com 3 kg, a mancha rocha nas nádegas como a maioria dos orientais, diziam que dificilmente eu viveria até os 50 anos, mas continuo vivo, essas previsões alarmistas em relação ao futuro da humanidade na maioria das vezes tem pouco ou nada embasamento científico, a produção de alimentos vem aumentando, a tecnologia na produção de alimentos, principalmente a genética, será um fator decisivo, segundo as mais novas pesquisas, existe a possibilidade de aumentarmos a produção de alimentos 50 vezes mais que hoje,isso significa reduzir a área cultivada, possibilitando reflorestar grandes áreas com a mata nativa de cada região, em relação à água potável, já existe processo de usar a água do mar, tornando a água salgada em doce, finalmente os seres humanos estão chegando à conclusão que é urgente preservar outros seres vivos, caso contrário realmente vamos caminhar para a extinção, mas em relação a essa questão, o problema são os asteróides, super vulcões, magma do centro do interior do nosso planeta, já que estamos assentados em casca de ovo, o nosso querido Sol que vai explodir, a solução é uma arca de Noé espacial.
    Ai, ai, ai, Jorji, começou bem, mas terminou…..abs, Caio

  91. Vera

    -

    31/10/2011 às 12:15

    Oi Felipe
    Por falar em aiatolá, reforço o agradecimento pela postagem na coluna anterior de alguns dos perniciosos preceitos desses aiatolás (tem muito mais). Deveras repugnante.
    abs

  92. Ivan Roberto

    -

    31/10/2011 às 12:06

    Sem dúvida a “auri sacra fames” contribuiu para diminuir as desigualdades. Esses chinesinhos devem agradecer àqueles que a ela se entregaram sem reservas, como aquele capitão de mar holandês que “atravessaria o inferno por lucro, mesmo que chamuscasse suas velas”, pela sua atual e saudável alimentação.
    Original, caro Ivan, abs, Caio

  93. otimista em gotas

    -

    31/10/2011 às 11:43

    Suspenderam a apresentação do MC, agora, pra falar do Lula, acredita. Agora entendo o Mainardi.
    É o fim do mundo. O Caio, aquela gravata tava “gozada”!
    Tava, boa, hehehe, abs, Caio

  94. Douglas Hernandes

    -

    31/10/2011 às 11:38

    O desafio deste mundo de 7 bilhões ainda é encarar os velhos problemas como uma realidade que deve ser enfrentada agora e não esperar pelo futuro.O futuro não vai chegar,ele já está aí ao nosso redor.Países emergentes estão crescendo cada vez mais enquanto que os capitalistas ricos passam pela pior crise de sua história,há uma inversão poderes e isso influi principalmente em todos os aspectos da sociedade.Eles querem ser igual ao 1º mundo, ter a mesma vida,mas a questão é:Dá para seguir esse padrão de vida em mundo que mais do nunca necessita de mudanças urgentes para seguir em frente sem temos que passar por uma grande catástrofe apocalíptica?
    Caro Douglas, um pouco apocaliptico, mas se o desafio for pessimamente manejado você tem razao, abs, Caio

  95. maisvalia

    -

    31/10/2011 às 11:26

    Além do ótimo artigo do Caio, recomendo este de hoje:
    E se a população mundial encolher?
    ONU estima que o número de habitantes da Terra se estabilize em 10,1 bilhões na metade do século; previsões não consideram risco de um grande cataclismo ou epidemia.
    COLUM LYNCH, FOREIGN POLICY
    http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,e-se-a-populacao-mundial-encolher-,792718,0.htm

    AOS MALTHUSIANOS
    …Previsões erradas. Os demógrafos não previram algumas das mudanças demográficas mais importantes do último século, incluindo o primeiro declínio na taxa de fertilidade americana durante a Grande Depressão, o “baby boom” logo depois da 2.ª Guerra e a explosão da migração humana nos anos 1970.

    Joel E. Cohen, um pesquisador da Universidade Rockefeller que estuda tendências populacionais, concordou que os demógrafos têm se mostrado fracos em previsões. “Eu vejo as projeções além de 2050 como cenários de ‘E se…’. Não os vejo como declarações do que ocorrerá”, disse ele. “Não previmos o ‘baby boom’ e não previmos o ‘baby bust’ (colapso) que se seguiu. Nossa capacidade de prever mesmo para as pessoas que estão vivas é limitada”, disse…
    …Mas será isso realmente algo para Washington alardear? “Não temos um modelo de país com população em declínio que esteja experimentando um crescimento econômico”, disse Joseph Chamie, o ex-diretor da Divisão de População da ONU e atual diretor de pesquisa no Center for Migration Studies. Segundo ele, o crescimento econômico mundial dependeu de uma população em expansão desde a Revolução Industrial. Chamie contrastou o destino de duas cidades americanas: Detroit, que sofreu uma queda de população de 25% na última década, caiu de joelhos; Nova York, que teve um aumento de 400 mil pessoas no mesmo período, prosperou.

    “Uma população em declínio traz benefícios como um desgaste ambiental menor e menos consumo, mas terá também menos trabalhadores para cada aposentado. Isso pode se tornar um fardo financeiro muito grande para os jovens”, disse ele. “Não sabemos exatamente como proceder se a população começar a cair como vimos na Rússia, Japão e outros lugares. Navegamos hoje em águas desconhecidas.”…
    OU SEJA, CUIDADO COM AS RELIGIÕES E O ESTADO BABÁ, HEHEHEHE’
    Mas tudo com moderação, um pouco de babá, sim, abs, Caio

  96. Felipe Goltz

    -

    31/10/2011 às 11:16

    Caio, você fuma? Não acredito! Espero que não comece a imitar o aiatolá Khomeini com o haxixe também.
    Abs
    Sou caretão, mas faria exatamente tudo ao contrário do que os aiatolás mandarem, hehehe, abs, Caio

  97. Carmem

    -

    31/10/2011 às 11:12

    Oi Caio,
    Acho q a agricultura já produz o suficiente para alimentar os 7bi e até mais, o problema é a distribuição.
    Quanto aos gordinhos… eu nunca vi um gordinho q comesse pouco, seja hamburguer ou blini de salmão ou salada de frutas. O mesmo para os alcoólatras.
    Não acho justo penalizar todos q não exageram na comida e bebida aumentando os impostos.
    E tb, tem gente q come para caramba, fuma, bebe e morre de velhice aos 100 anos. Há pouco tempo saiu uma pesquisa mostrando q os hábitos dos centenários não eram muito diferentes da maioria da população. Tem de tudo, desde beberões a sedentários, magrinhos e gordinhos.
    .
    Esse negócio do estado ficar se metendo em tudo, além de não resolver acrescenta mais uma camada de stress, q como se sabe, faz um mal muito pior..
    abs
    ps: a gravatinha de ontem…, bom, deixa prá lá.
    Oi Carmem, como disse, podemos achar exceção aqui ou acolá, mas com moderaçao, o estado babá tem um papel positivo.
    PS- sobre a gravatinha, promete usa-la novamente somente quando chegar o bebê de numero oito bilhoes, hehehe, abs, Caio

  98. betty

    -

    31/10/2011 às 11:00

    Caio!! Eureka! Acho que achei a solucao de 90% das suas angustias socias; que tal todos os obesos que estejam insatisfeitos com a estrutura capitalista tipo Wall Street comecarem uma greve de fome? Matematicamente falando o grupo intersecao obesos e raivosos com o sistema deve ser imenso!
    Preciso dizer publicamente que a ideia veio depois de ler a coluna de ontem do Bill Keller sobre um indiano porreta. abs
    Funny, Betty, abs, Caio

  99. Vera

    -

    31/10/2011 às 10:51

    Bom dia Caio

    Um convite à reflexão… Sua citação à frase de Thomas Barnett, me leva à uma outra conclusão (não tão pertinente, mas um tanto)
    Para os atuais críticos do sistema capitalista: “uma dádiva da globalização foi mover a humanidade da era da subsistência para a era da abundância”. E vc lembra coerentemente, não para todos. Certo, mas para uma grande fatia da humanidade, algo jamais visto na história do planeta anteriormente. Um incômodo detalhe aos críticos: a globalização se intensifica com o triunfo do sistema capitalista no mundo. Com algumas mazelas, concordo, mas que gradualmente busca corrigir. Algo que os socialistas e ocupantes OWS parecem querer negar.
    Correto, Vera, leia a boa maldade da Betty acima, abs, Caio

  100. Advogado do Amauri

    -

    31/10/2011 às 10:43

    Amauri é o leitor com a razão. Bebeu, fumou e comeu porcaria é problema de cada um. O pecador que pague por seus pecados e com sua saúde. Abraços a todos pecadores.
    Credo! abs, Caio

  101. Regina

    -

    31/10/2011 às 10:38

    Melhor criança gorda que criança com fome
    Melhor que seja saudável, abs, Caio

  102. otimista em gotas

    -

    31/10/2011 às 10:34

    É possível viver de luz cósmica, sem se alimentar, com o aperfeiçoamento da meditação, conforme relata o livro “Autobiografia de um Iogue”.
    Gente, dá licença, vou assistir o Manhatan Connecttion, cultura tb é alimento da alma.
    Dizem que é um bom programa, melhor que meditaçao, hehehe, abs, Caio

  103. carlos cezar

    -

    31/10/2011 às 10:19

    Bom dia, Caio, não há dúvida: estado-babá já! Aumento do “imposto sobre o pecado” para refrigerante, salgadinho, porcaria açucarada, comida gordurosa, bebida alcoólica, cigarro e drogas. Estamos sempre sendo controlados por leis e regras no setor financeiro e em todos os lugares, a cada passo que damos é um tropeço num esquema, para cada lado que se olhe é um “faça isso, não faça aquilo etc”, por que não aí também? Mas há um conselho especial dos nutricionistas: seja você mesmo o construtor de sua pirâmide da alimentação, consumindo apenas o necessário para não se tornar um obeso nem adquirir outras doenças por ingestão inadequada. E jamais esquecer: longas caminhadas diárias. Ou academia, para quem gosta. E natação.
    Abs.
    Caro Carlos, quisera eu ter esta disciplina, hehehe, preciso ser policiado e cobrado, em NY, o maço de cigarro é carissimo, creio ser o mais caro do pais, devido a impostos, e o consumo caiu, abs, Caio

  104. ADVOGADO DO DIABO

    -

    31/10/2011 às 10:15

    Caro Amauri, com todo respeito, seu argumento é anoréxico, para usar a metáfora do artigo do Caio. Existe o exemplo do seu pai. Mas e os exemplos de gente pobre que não sabe se alimentar e custa uma fortuna para o Estado? Medidas preventivas devem ser usadas. Melhor gastar um pouco agora para não gastar uma fortuna depois.
    Bem, meu caro, atropelando o leitor citado, Amauri, seu argumento tem peso, abs, Caio

  105. otimista em gotas

    -

    31/10/2011 às 10:03

    É vero!
    Aliás, acredito na função educativa do jornalismo.
    Anualmente, várias edições, capas de Veja enfocam a importância da alimentação correta.
    A pressão sobre os fat-food, ops , fast food, tem funcionado, já alteração de cardápios.
    Bom frisar que Índia ele é adaptado.
    E…quanto menos carne vermelha, menos violência!

  106. Karla

    -

    31/10/2011 às 9:50

    A marca populacional de hoje pode sim ser vista como uma ampliação das possibilidades criativas e de desenvolvimento, mas também carrega um problema gigantesco. Com uma população tão grande, a quantidade de água, de energia e de alimentos pode não ser suficiente, se mudanças no padrão de consumo não forem tomadas.A marca de 7 bilhões se apresenta como um desafio duplo, já que apresenta inúmeras possibilidades de desenvolvimento, mas pode aprofundar as desigualdades atualmente existentes entre os países.
    outro problema da expansão populacional atual é o seu desequilíbrio. Algumas regiões crescem rapidamente, gerando uma carga populacional acima do que o ambiente pode suportar, enquanto em outras ocorre uma diminuição.Como a ONU colocou,O marco dos 7 bilhões de pessoas no fim de outubro ‘representa um desafio, uma oportunidade e um chamado à ação.Abs.
    Isto ai, cara Karla, prato meio vazio,meio cheio, riscos e oportunidades, abs, Caio

  107. otimista em gotas

    -

    31/10/2011 às 9:38

    Caio, só esclarecendo, que elogiei a Michele Obama, a quem admiro. Não foi ironia, inclusive tem horta na Casa Branca, coisa que o FHC, D. Rute fez muito antes.
    O conceito de massa crítica, não sei se é tranquilo, mas no sentido de somar quantidade suficiente de indivíduos que possam influenciar damais em algo positivo, conforme a Profecia Celestina. Como curiosidade, sem substimá-lo.
    Gostei muito da artigo. Até a cor da fota , deixou o artigo mais “Pinker”, hahah, aliás, ontem, o Jornal A Tribuna de SAntos, comentou o estudo – mas…como é difícil entenderem o assunto!
    Entao, para entender, melhor ler VEJA e seus colunistas, hehehe, abs, Caio

  108. Sergio A.

    -

    31/10/2011 às 9:13

    Sr. Caio,

    A curto prazo sou otimista: o prato está meio cheio.

    Atualmente há produção de comida suficiente no mundo. A fome é um problema de distribuição.

    O senhor aponta três problemas: produção, distribuição e obesidade. O último é o mais fácil de lidar. Como bem lembrou maisvalia (31/10 08:38), a obesidade é, na maioria dos casos, um problema de educação alimentar e de costumes.

    Em relação ao Malthus discordo do senhor e do maisvalia: ainda é cedo para saber se ele errou.
    Caro Sergio, entao seu comentario é mais prato meio vazio, quase vazio (dando algum credito ao Malthus), abs, Caio

  109. otimista em gotas

    -

    31/10/2011 às 9:12

    O Ozzy Ousbourne virou vegetariano, não come mais morcego.

    Educação funciona, educa.
    O programa Globo Reporter último foi espetacular nesse sentido.
    Muito bacana também o exemplo e mobilização da Michele Obama nesse sentido, isso está gerando uma massa crítica transformadora.
    O, Caio, vc disse que não entende do assunto! – vc precisa de um Guru!
    Caio, muito bom artigo, o que achei mágico, foi a abordagem, começando do macrocosmo, do global, e indo até a responsabilidade invidual, comportamental e…educacional do indíviduo e o papel do Estado nesse processo.
    Curiosidade, se juntar os Brics, somam mais de 3 bilhões de pessoas.
    Obrigado, ”otimista em gotas”, de fato nao entendo muito do assunto, por esta razao dei pinceladas. O essencial tambem é meu cauteloso otimismo sobre o rumo da humanidade. Sobre a Michellel Obama, nao veja nada de errado no papel dela. No trocadilho, é melhor uma big mother do que um brother, abs, Caio

  110. amauri

    -

    31/10/2011 às 9:12

    Bom dia Caio!
    O sistema de saúde nos EUA é publico ou privado?
    É incrível a fome, insaciável, por impostos.
    Há pessoas que fumam e bebem e não dão um centavo de gasto ao sistema de saúde publico ou privado. Meu pai é um exemplo. Então ele deve arcar com um imposto maior? Estas distorções o estado babá não corrige. abs
    Caro Amauri, nos EUA existem os sistemas publicos Medicare e Medicaid, a conta é fenomenal. De novo, os americanos realmente pagam poucos impostos em comparacao a outros paises maduros,
    Meu caro, voce sabe que alguns exemplos individuais, a favor de tese A ou tese B, nao representam um fenomeno. Abs, Caio

  111. maisvalia

    -

    31/10/2011 às 8:38

    …Se somos bebês em educação alimentar e na consumação de vícios e prazeres, será que não faz sentido o estado-babá para policiar e coibir alguns de nossos hábitos? Os excessos policialescos irritam, mas cruzadas como a do prefeito Michael Bloomberg, em Nova York, são pertinentes…

    Como proibir de fumar a céu aberto. O problema do estado babá é este, depois que abre a porta do inferno com ideias na sua maior parte de gerico, é difícil fechá-la. Vou falar daqui, porque não tenho conhecimento de todas as maldades dos expertos burocratas daí.
    - Motociclistas com casaco exibindo a placa da moto;
    - Motocicletas não poderiam levar garupas;
    - Cuecas e calcinhas com etiquetas com frases de saúde;
    - As novas tomadas que já estão em vigor e são uma jabuticaba.

    …Thomas Malthus realmente errou esta de longe…
    Não caro Caio, ele errou todas, hehehe
    E É O PAI E PROFETA DE TODA IGREJA POGRECISTA OU AMBIENTALISTA DO SÉTIMO DIA DE HOJE E SUAS RAMIFICAÇÕES: DO AQUECIMENTO, DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS,SALVAÇÃO DO PLANETA, OBESIDADE, ETC
    PS 1 Porque a França, Espanha, Itália,etc ao que consta não tem leis draconianas contra a obesidade e mesmo assim não possuem os gordos tipo norte-americanos???
    PS 2 Gostei do seu artigo.
    Meu caro, sendo condescendente com a massa emergente, ela vai precisar de babá. No caso dos europeus menos gordos talvez pelo tipo de alimentacao, talvez seja autopoliciamento, mas confesso nao ter uma resposta firme sobre a questao. nao entendo do assunto, abs, Caio


 

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