’50 Tons’ puxa crescimento astronômico da Intrínseca: 140%

O fenômeno Cinquenta Tons de Cinza já vendeu 200.000 exemplares no Brasil

O fenômeno Cinquenta Tons de Cinza já vendeu 200.000 exemplares no Brasil

Em comparação com a edição anterior da Bienal do Livro de São Paulo, a editora Intrínseca mais que dobrou seu faturamento este ano: teve um crescimento de 140%. Cinquenta Tons de Cinza, livro de E. L. James que já soma 200.000 exemplares vendidos no Brasil, contribuiu significativamente para o número. Durante os dez dias que durou a última Bienal, a obra vendeu sozinha 2.200 exemplares — mais que Agapinho, a versão infantil de Ágape, de Padre Marcelo Rossi.

Outro fator que contou a favor da Intrínseca nesta edição da feira foi o tamanho de seu estande. Dois anos atrás, a editora tinha um espaço de 50m², área que em 2012 passou para 120m². O sucesso inesperado de A Culpa É das Estrelas, de John Green, também colaborou. O título foi o segundo mais vendido da Intrínseca na Bienal, com 1.270 exemplares.

A 22ª edição da Bienal do Livro de São Paulo reuniu 750.000 visitantes no Anhembi e teve resultado positivo para grandes editoras, impulsionadas pela presença de autores de apelo comercial e pelas vendas de títulos infanto-juvenis.

Tortura — Enquanto faz sucesso em todo o mundo, o best-seller de E. L. James também levanta polêmica. No puritano país de Obama, um grupo de auxílio a mulheres que sofrem violência doméstica planeja queimar cópias de Cinquenta Tons de Cinza, o qual acusam de incitar a violência sexual, de acordo com notícia do jornal britânico The Guardian.

Na história, que inicialmente era uma fan-fiction (releitura de fã) da melosa saga Crepúsculo, uma estudante de jornalismo se submete a um rico empresário, adepto de rituais sadomasoquistas.

Meire Kusumoto

 

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  1. Comentado por:

    carlos

    lixo, isso nao é literatura.

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